TeleSéries
Sessão de Terapia – Semana 1
12/10/2013, 14:07.
Carla Heitgen
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Quem nunca assistiu à Sessão de Terapia talvez já deve ter se perguntado: “por que eu assistiria uma série em que nada acontece além de uma conversa entre um terapeuta e uma pessoa que o paga para ouvir os seus problemas?”
A série é um fenômeno mundial. Originalmente criada em Israel por Hagai Levi, já ganhou adaptações em 30 países. Até a HBO fez uma versão para o público estadunidense em 2008, com Gabriel Byrne (do filme Stigmata) interpretando o competente- porém intenso – psicoterapeuta. Por lá a série teve três temporadas. Para uma história que se passa quase que totalmente em apenas um lugar (o consultório-casa de Theo) o texto, a direção e o elenco, precisam ser muito bons. O fato de a duração do episódio ser no tempo real da sessão também contribui para um maior envolvimento.
O que fascina as audiências de todo mundo é que apesar de as tramas serem adaptadas para a cultura de cada país, elas permanecem essencialmente fieis ao seu original. A distância inicial entre a poltrona de Theo (o terapeuta, Zécarlos Machado) e o sofá onde se sentam seus pacientes torna-se menor a cada sessão, as questões ali tratadas são universais e em pelo menos um conflito a gente se vê um pouquinho.
Para quem estava aguardando ansiosamente a segunda temporada (dedicada ao ator Cláudio Cavalcanti, morto semana passada), os personagens já foram apresentados. Em comum são pessoas que nunca cogitaram fazer terapia levadas por algum evento extraordinário até aquele endereço. Todos resistem em falar o que realmente lhes perturba, porém Theo tem seus meios de conduzi-los às suas vozes interiores.
Theo abriu a porta e convidou seus pacientes a entrar. Vamos conhecê-los?
Paciente das segundas-feiras: Carol, 23 anos, estudante de Arquitetura.
Frase: “O que eu quero saber é se as pessoas te procuram para contar de coisas pesadas”.
Carol (Bianca Comparato, ex-A menina sem qualidades, da ex-MTV) começa a sessão contando sobre seu irmão, que está depressivo. A escalada de seu nervosismo, entretanto, é cada vez mais evidente. Vendo que não tem como escapar, ela propõe o questionamento acima. Mas o que ela tem pra contar é tão pesado que não consegue dizer: escreve em um pedaço de papel para o Theo ler. E, sim, é pesado, porém o psicólogo conduz a conversa calmamente para que Carol enfim, admita a verdade. É como se contar seu problema para alguém o tornasse definitivo. E foi por isso que chegou ali, ninguém sabia (com exceção de um garçom aleatório para quem contou em uma mesa de bar). Carol olha para uma ampulheta que indica que seu tempo está acabando, muda de assunto e se volta para os deveres mundanos, no caso, a entrega de sua monografia. Será que Theo a convenceu de que precisa da ajuda?
Paciente das terças-feiras: Otávio, presidente de empresa, à qual dedicou 40 anos de sua vida.
Frase: “No meu mundo fazer terapia é sinal de fraqueza.”
Talvez este tenha sido o episódio mais emocionante da semana. Isso porque quando Theo abre a porta, vemos Otávio (Cláudio Cavalcanti). O empresário sempre foi forte – pois assim têm que ser os líderes – porém ficou doente, foi a médicos, fez inúmeros exames e durante uma reunião teve um colapso. Este homem poderoso, então, senta-se no sofá e o assunto da morte e todas estas coisas que devem passar pela cabeça de quem acredita estar perto dela vêm à tona, o que torna a conversa particularmente arrepiante ao lembrarmos que o ator que deu vida a este personagem tão brilhantemente (sem exagero) não está mais entre nós. Otávio fala com especial destaque de uma filha que escreve longos e-mails falando sobre como se sente. Será ela o lado que o pai, de tanto reprimir, o deixou enfermo? É um personagem muito, muito rico e o objetivo de Theo é levá-lo a entender que o medo da morte não é nada mais do que temor de perder o controle que ilusoriamente pensamos ter sobre a própria vida. Chega logo, terça-feira!
Paciente das quartas-feiras: Paula, 41 anos, advogada
Frase: “O pessoal do escritório diz que tenho que ser menos pessoa jurídica e mais pessoa física.”
Paula se expressa claramente, tem argumentos lógicos e convincentes para tudo e pela sua atitude não deve ser nada fácil estar contra ela em um tribunal. A princípio, sua personalidade forte causa certa antipatia, uma vez que julgamos as pessoas pelo que parecem, ou nos sentimos ameaçadas por elas. A explicação que dá quando perguntada sobre o motivo de estar ali é “Porque meu óvulos estão ficando velhos”. Ou seja, ela se casou com um homem que já tinha filhos (decisão racional) e achou que não se precisaria se preocupar com maternidade, até ouvir a sentença de que seu relógio biológico está rodando. Paula acredita que se não conseguir engravidar é por incompetência sua. E ela chega ao consultório de Theo assim, uma mulher que gosta de mostrar o poder que tem e que, com a habilidade de Theo, expõe seu lado feminino o quala vida profissional desencorajou a desenvolver. Paula já terminou sua primeira sessão muito mais “pessoa física” do que quando entrou. Será que conseguirá lidar com isso? Detalhe: Adriana Lessa, excelente!
Paciente das quintas-feiras: Daniel, 10 anos
Frase: “ A vida é uma guerra.”
Vinda de um garoto adolescente, acostumado a bater em mulheres e dar tiros em jogos de videogame sua fala poderia passar desapercebida pelos mais distraídos. O que assusta é que ele (Derick Lecouflé) aprendeu este conceito com pai, que está em processo de separação da mãe. O casal foi atendido na temporada passada por Theo, porém a terapia os levou à admissão de que não havia mais nada que pudesse ser feito para salvar o casamento. Dani é impaciente. Ele não gosta da casa do pai, pois as regras são claras e há uma evidente pressão para o garoto emagrecer. A mãe, por outro lado, faz as vontades dele e é superprotetora. Durante a sessão, Theo tenta saber o que incomoda Dani e não o deixa dormir, enfatizando que os pais nunca vão saber o que ele contar. Há um encontro do casal no consultório e percebemos logo o que tira o sono de Daniel. Ele é invisível. Está ali, porém seus pais brigam, falam sobre ele na terceira pessoa, e em nenhum momento o envolvem na conversa. Será que Theo conseguirá fazer Dani se abrir? E seus pais? Vão perceber o mal que estão fazendo pra ele?
Paciente das sextas-feiras: Theo
Consulta com: Dora (Selma Egrei)
Frase de Dora para Theo: “Quem é esta figura que você quer salvar?”
Fazer com que as pessoas mergulhem em suas verdades mais profundas (e reprimidas) pode tomar um rumo inesperado. Nesta primeira semana, um personagem volta para atormentar o terapeuta: o pai de Breno, policial e ex-paciente morto na temporada passada. Antônio (Norival Rizzo) o comunica que vai processá-lo e fazer de tudo para que perca sua licença, afinal colocar a culpa no outro é sempre mais fácil, não? Theo terá que lidar com a culpa de ter se envolvido demais na vida de seus pacientes antigos (Júlia e Breno), e em como os problemas passados estão interferindo no exercício de sua profissão. O próprio espaço em que mora serve de consultório e é uma representação de como é difícil para ele, mesmo com toda sua experiência e profissionalismo, separar o pessoal do profissional. Vamos ver se Theo aguenta tanta pressão.
Se você ainda não assistiu a Sessão de Terapia, tem maratona hoje (12) e amanhã (13), dos cinco primeiros episódios, no canal GNT a partir de 21:30h e 18:45h, respectivamente. Tomei cuidado para não entregar o ouro todo para que você que ainda não assistiu desfrute do prazer da descoberta de cada personagem. Mesmo se não viu a primeira temporada, dá uma olhadinha e confira porque a série está causando tanto alvoroço.
Observação final: fala-se muito do Selton Mello como diretor da série, e seu trabalho por trás das câmeras é feito com muita sensibilidade. Os ângulos, os objetos de cena que são mostrados, a direção de atores e o texto, sob o comando de Jaqueline Vargas, tudo feito em um padrão que deveria ser mais frequente em produções nacionais.
Deixe seu comentário. Afinal aqui no TeleSéries você não precisa marcar hora para abrir seu coração.
Homeland – Uh… Oh… Ah…
12/10/2013, 13:20.
Mayra Gonçalves
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Apenas em dois episódios, aparentemente a terceira temporada estará seguindo três caminhos principais. O primeiro é o da CIA, que agora é liderada pela testa franzida e relutância de Saul; o segundo é o das provações e tribulações de Carrie como o bode expiatório, se encaixando perfeitamente em tudo o que está acontecendo na CIA; e o último é o da família Brody. E quando eu digo família Brody, eu realmente quero dizer Dana.
Não tive qualquer problema com o atrito familiar de Dana e Jessica. Sinceramente, mães e filhas, especialmente quando estas atingem a adolescência, vão bater de frente. Além disso, o desejo obstinado de Dana de ser diferente da Momma Brody – a mulher que a criou sozinha, durante oito anos – lhe permitiu ser mais observadora e apegada a seu pai, criando alguns desenvolvimentos importantes e significativos em ambas as temporadas anteriores.
A família Brody é vítima dos atos de seu patriarca. Como Dana bem apontou, eles sempre estarão à sombra da infâmia de Brody. Infelizmente sua trama é bem limitada. E qualquer tentativa de atraí-los para a narrativa da CIA, e/ou dos terroristas, parecerá artificial e contorcida. Até que os escritores sejam capazes de misturar a trama dos Brody às outras – de preferência de maneira inteligente – somos obrigados a subsistir com um melodrama adolescente: Dana tentou se matar e está namorando um cara louco (e aprendiz de Dexter, impossível esperar qualquer coisa boa), e ela construiu toda a sua existência e felicidade em torno deste rapaz que acabou de conhecer. Alguém quer apostar que as fotos vazarão na Internet? Lembro-me bem (até porque ainda é recente) da capacidade de Homeland de permanecer imprevisível de Season Premiere a Season Finale. Se realmente for previsível a esse ponto, a subtrama de Homeland se mostra apenas como um peso morto para a série.
A parte da CIA, por sua vez, agradou. Saul encontrou sua nova analista e aprendiz, a jovem Fara Sherazi. É um tanto intrigante ver (historicamente falando) Saul, judeu, ser o primeiro a apontar o incômodo com hijab (lenço) que a novata usava. Claramente alegando ser um “insulto” à memória dos 200 colegas de trabalho que ela teria conhecido se eles não tivessem sido explodidos há dois meses. É surpreendentemente racista, mas de alguma forma realista, já que o mundo foi programado pelo medo quando as Torres Gêmeas caíram. Já usado em seriados como Castle e no terceiro filme do Homem de Ferro, talvez essa seja a maneira do seriado mostrar que enquanto se preocupa com o “inimigo óbvio”, a verdadeira ameaça pode ser compatriota.
Seja para eliminar um inimigo político ou desvendar plots terroristas, Peter Quinn é o primeiro nome vem à cabeça. Um personagem que teve origem duvidosa, mas a cada episódio mostra que realmente é alguém em quem se pode confiar. Essa semana o garoto de ouro da CIA teve papel fundamental ao questionar Saul e sua consciência sobre o que ele e a CIA estão fazendo para Carrie. E mesmo que Saul continue afirmando que tudo é para o bem de Carrie, nem Peter, nem os telespectadores, são capazes de acreditar nas palavras do novo chefe da CIA.
Falando em Carrie, ela cometeu alguns de seus erros esta semana, e está completamente fora de controle novamente. É perfeitamente compreensível que ela esteja abalada depois dos acontecimentos da temporada passada. E ainda mais após descobrir sua família está tomando o conselho de Saul sobre seus problemas, uma vez que ela não está tomando os remédios novamente. Essa sequência serviu como uma forma de mostrar quão frio e maquiavélico Saul pode ser. Não há nenhuma maneira de imaginar que ele não sabia que informar à família de Carrie sobre seus remédios causaria uma cena que proporcionou uma estadia mais longa.
Neste momento, o conflito central para terceira temporada reside em Carrie contra Saul. Isso nos leva à cena de Carrie e Saul na sala de TV, na qual Carrie reuniu cada grama de energia e consciência que lhe restava para soltar um “F*ck you, Saul”, dando ao episódio, em seus segundos finais, um novo ar. A mistura totalmente humana de raiva, traição e falta de esperança no rosto de Carrie torna muito mais doloroso de aceitar as razões de Saul para colocá-la no inferno que agora ela vivencia. Imaginar uma reconciliação é difícil.
É tempo também de jogar mais confetes em Claire Danes, que continua transmitindo perfeitamente as nuances de Carrie Mathison. Porém, se os produtores continuarem a apelar sempre a essa mesma artimanha, um dos grandes trunfos da série pode se tornar maçante.
Apesar de alguns pontos que podem propiciar uma boa trama para a temporada, esta ainda continua meio perdida. Ainda falta o fôlego das duas primeiras temporadas. E vale ressaltar que a trama é promissora, só resta esperar que Howard Gordon e Alex Gansa continuem dirigir a terceira temporada com a destreza de suas antecessoras.
P.S.: Onde está Brody?
Parks and Recreation – Doppelgangers
12/10/2013, 13:11.
Mariana Freire Cabral
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Acabou-se Eagleton! A arquinimiga de Pawnee, e consequentemente de Leslie Knope, acabou sendo absorvida pela vizinha Pawnee, voltando a ser do jeito que era em mil setecentos e lá vai chicote, quando Pawnee e Eagleton formavam um só povoado – antes das batalhas sangrentas das quais sempre ouvimos Leslie falar e admirar os quadros. Duas cidades, duas prefeituras… o dobro de funcionários. Alguém vai ter que ficar desempregado aí. Essa semana foi momento de chegadas e partidas, e notícias de futuras partidas também.
Ann finalmente criou coragem pra contar pra Leslie que está deixando Pawnee. Leslie reagiu como a gente esperava: emburrou, cruzou os braços, falou que não tava nem aí, e agiu como uma criança de quatro anos de idade; ou seja, atitude normal da Leslie. Nem os subornos de waffle com chantili e a foto do Joe Biden andando a cavalo sem camisa que Ann levou para ela deram um jeito.
Enquanto Leslie se sentia a maior vítima que já existiu na face da Terra por ser abandonada por sua melhor amiga, os funcionários de Pawnee se viam com a tarefa de conviver com seus semelhantes profissionais durante o dia.
April conseguiu uma figura bem nojenta, que ela logo adorou por ser a pior pessoa que ela já conheceu na vida. A garota, chamada Tynnyfer, era uma mistura de Kardashian com Paris Hilton, e April se divertiu brincando de ser como ela e sendo nojenta e agindo nojentamente. Tynnyfer adorou a nova amiga e as duas se deram super bem; isso, é claro, porque a coitada da menina não conhece April como nós.
Enquanto Pawnee tinha Tom, a cidade de Eagleton tinha Eric. Eric era um programa de computador que fazia todo o trabalho de Tom. Com medo de perder o emprego se Leslie percebesse que o computador poderia fazer o mesmo que ele, Tom alimentou uma fantasia de que Eric era mesmo uma pessoa e deixou a maior bagunça e quebradeira na mesa que deveria ser do tal do Eric. Leslie achou Eric um cara muito bagunceiro e irresponsável, e Tom ficou tranquilo.
Ron viu-se cara a cara com Ron. Ambas as cidades tinham um Ron, ambos bigodudos e ambos de poucas e graves palavras. O Swanson logo se apaixonou pelo seu outro Ron e disse que havia feito um novo amigo. Mas durante uma reunião, o Ron de Eagleton se revelou ser um vegetariano que faz ioga e um entusiasta da reciclagem e vida natural. Ron Swanson ficou decepcionado e perdeu um amigo para sempre.
Donna ficou pareada com Craig, uma “bicha louca” super animada e empolgada com seu trabalho. Craig logo fez amizade com Donna e já a defendia com unhas e dentes antes mesmo da metade do dia. Donna disse a Leslie que se fosse para escolher qual funcionário deveria ficar, Craig seria a melhor escolha por ser mais dedicado. Mais uma vez vimos que não sabemos nada da vida pessoal de Donna quando ela disse que tinha um condomínio em Seattle e um noivo em Denver (e que ela é fã de Scandal, é claro).
No final das contas, o Ron de Pawnee prevaleceu pelo simples motivo dele ser a melhor pessoa, né? Convenhamos! Enquanto se despedia de seu oposto, Ron pediu: “Leslie, remova este homem antes que eu cometa um ato de violência contra ele”. Divo.
April, após conquistar a amizade da kardashian-hilton, convenceu-a a deixar o emprego porque era muito chato e ela merecia coisa melhor, e ainda a convidou a passar uma temporada em sua casa em Miami. “Se o portão emperrar é só você pular o muro. Isso acontece sempre”, disse April ao lhe dar o endereço do jogador de basquete Dwyane Wade.
As escolhas foram feitas e até Ann foi substituída por uma enfermeira igualmente linda e gente boa. Mas Ann gostou da escolha, pois significava que Leslie estava bem com a partida dela. Leslie ouviu a voz da razão, ou seja, Ron Swanson, e percebeu que a amizade delas não diminuiria com a distância e que ela deveria ficar feliz por Ann. Ben também ficou feliz por Chris estar se mudando com Ann e o apoiou bem mais rápido do que Leslie apoiou Ann.
A gente gosta da Leslie, e prefere quando ela está surtada, como ela estava essa semana. Mas, ainda que ela tenha se conformado com a partida de Ann e Chris, nós ainda não estamos bem, nós ainda não aceitamos essa partida, mesmo que desde o hiato a gente já soubesse que isso ia acontecer quando Rashida Jones e Robb Lowe anunciaram a saída da série. Mas, mesmo assim… não temos estruturas!
Damn it, Larry! Gerry está de volta! Na verdade, a gente descobriu na temporada passada que o nome dele é Gary e que o pessoal sempre o chamou pelo nome errado. Em sua volta, ele exigiu que fosse chamado pelo seu verdadeiro nome, o que April logo introduziu como Larry, confundindo o próprio Gerry, não péra, é Gary. Mas agora é Larry. Foi-se.
Os próximos episódios serão em clima de despedida. Despediremo-nos de Chris e Ann e das belíssimas amizades que os dois têm no elenco: Chris e Ben, e Ann e Leslie. Como Leslie e Ben ficarão sem seus melhores amigos? Como ficará o funcionamento de Pawnee e da série sem Chris e Ann? E, pior: como ficaremos nós sem Chris e Ann?
PS: As pessoas que, assim como esta que vos escreve, têm certa dificuldade de separar a ficção da realidade podem se cofundir com a Donna. Se você ainda não segue Retta no Twitter, já passou da hora de tomar vergonha na cara e seguir (@unfoRETTAble). A menos que não curta spoilers, porque ela live tweet toda série que ela assiste. Mas é a mesma coisa que seguir a Donna.
Parenthood – Nipple Confusion
12/10/2013, 13:00.
Karina Mochetti
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Acho que essa foi a primeira vez que eu simpatizei com o Adam e suas chatices. Acordar e não ter café é sacanagem com qualquer um! Mas de verdade, o Adam está certo em ser chato dessa vez, a Kristina está com toda a garra na campanha e eu acho isso muito legal, mas ela não pode sair gastando o dinheiro da família e ocupar a casa toda com isso. É preciso um certo limite, assim como é preciso mais confiança da parte do Adam. Mas acho que eles tem diálogo o suficiente para acertar isso, ainda mais depois do que eles passaram juntos.
Mas confiança é o que não falta em Sarah, que fez de tudo para ser contratada como fotógrafa pela Kristina. Achei muito a cara dela querer ser levada a sério como fotógrafa levando um portfólio só com fotos de animais fofos. Aquilo parecia mais uma daquelas páginas de facebook que todo mundo compartilha. Faltou só as mensagens alegres e de auto-ajuda. Mas no final não precisava de tudo isso, porque amor familiar é o que não falta nos Braverman.
Já o coitado do Drew ficou pra fora por causa do taco de lacrosse na porta que seu colega de quarto deixou. Já tinha ouvido falar de meia e gravata, mas taco de lacrosse foi a primeira vez. Quem talvez devesse colocar um na porta também é Amber. Ou, como a Sarah já falou para ela, aprender a trancar a porta de casa. Em todo caso, Drew me decepcionou um pouco, ele parecia ter crescido bem mais no primeiro episódio da temporada. Ele ainda não sabe falar com garotas e não consegue enfrentar seu colega de quarto sozinho. Eu acho que esperava demais do Drew depois daquela pequena participação dele e precisar da ajuda do “Sargento York” não foi uma boa solução ao meu ver.
A paciência da Camille é algo de se invejar. Ao invés de sentar e conversar como adulto, Zeek age como criança — Crosby teve a quem puxar — e compra um carro para restaurar, impedindo assim que eles sequer pensem em vender a casa como Camille havia sugerido. Além de tudo ele foi bobinho, porque como eu disse na review passada, duvido que o resto da família seja a favor dessa venda. Quando ela finalmente consegue colocar ele contra a parede, ele continua agindo como uma criança mimada dizendo que não e pronto. Os homens da família Braverman conseguem me tirar do sério, viu?
E Julia é cada vez mais tragada para a vida de dona de casa, agora tendo que ajudar Victor a estudar mais, já que ele tem chances de voltar para a quarta série. Achei muito legal essa dinâmica, já que Sydney é uma pequena gênia. Mas fiquei com uma pulga atrás da orelha se Victor é relaxado, tem dificuldade pelo que viveu ou teria algo como TDA. Esse problema todo já levou ao começo da crise do casal, que deve ter seu ápice com Pete — alguém ainda lembra dela além de mim?
Dessa vez Max e Amber tiveram pouco espaço, mas acho que o problema do episódio passado foi resolvido. Com exceção de Crosby e Jasmine, as histórias avançaram bem e não ficou aquele sentimento de que nada aconteceu como no episódio passado. Agora é esperar que os desfalcados nesse episódio tenham o foco no próximo episódio.
Dads – Funny Girl
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Quem nunca contrariou seus pais? Quem nunca continuou fazendo alguma coisa errada – como chamar uma garota muito chata para viver na sua casa – só pra não dar o braço a torcer? Bem esse é Eli, e esse é o drama do episódio Funny Girl.
Eli esta desesperado porque leva mulheres para seu apartamento, mas quando está indo para os finalmentes aparece seu pai estragando tudo. Quando ele consegue ir para a casa de uma mulher e passar uma noite lá, seu pai o desafia, dizendo que a mulher não é a certa – e porque ela realmente não é a certa.
E a mulher em questão é MUITO irritante. Sério, pra ganhar dela só a Janice de Friends. Mas para contrariar ao pai, Eli a chama para morar com eles e depois acaba vendo o erro que cometeu.
Enquanto isso Warner chama seu pai para fazer uma narração em seu novo jogo, e realmente o velho Crawford tem uma voz de homem de negócios – só a voz mesmo porque as decisões dele no mundo dos negócios são péssimas, coitado. Mas emburrado pelo jogo ser sobre matar homens de Wall Street, Crawford se tranca no estúdio. Uma das cenas mais engraçadas é quando Eli, Warmer e a secretária estão conversando distraidamente e esquecem de Crawford, e quando a câmera vira para o estúdio o velho esta fumando e o estúdio esta infestado de fumaça.
Ao meu ver a trama esta evoluindo muito bem, os produtores caíram na real e estão fazendo piadas engraçadas sem agredir as pessoas. Parece que esta sendo bem mais focado em Seth Green deixando Giovani Ribisi em segundo plano. Será que isso é intencional? E mais, em cada episódio temos uma história diferente e criativa, mostrando a eficiência do escritor Alec Sulkin.
Glee — The Quarterback
11/10/2013, 23:39.
Júlia Berringer
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“The show must go… all over the place… or something.”
E eu acordei as 10h30 em um domingo de dia nublado com a notícia que um dos meus maiores ídolos tinha morrido. Eu não estava preparada. Eu tive tempo pra me preparar para o adeus a Finn Hudson, mas de nada adiantou.
Glee nunca conseguiria achar o jeito perfeito de fazer uma despedida como essa, mas Ryan Murphy me surpreendeu de diversas formas durante o episódio. Não foram preciso flashbacks para que lembrássemos das coisas que passamos ao lado de Finn. E é exatamente assim que me sinto. Como se eu tivesse perdido alguém próximo. Pode parecer bobo, mas quem acompanha uma série tão de perto quanto eu acompanhei e acompanho essa sabe do que eu estou falando. Você se envolve de maneira surpreendente com aquelas pessoas que estão com você ali, todas as semanas. As vezes elas até te aconselham, te dão lição de moral. Finn Hudson mesmo já me deu várias indiretas, e nunca vai saber disso.
O sentimento que fica depois de The Quarterback é o de agonia. De agonia porque não sei como a série vai caminhar sem Cory, sem Finn, sem Finchel e seu endgame. De agonia ao ver a dor nos olhos de cada um dos atores. Juro que tentei ao máximo enxergar tudo aquilo como a série, mas só conseguia ver ali as pessoas reais e de carne e osso que perderam seu amigo próximo. Que perderam um rapaz engraçado e que andava desengonçado e que os amava da mesma maneira como eles o amam.
A cena que abre o episódio não poderia ser mais adorável e dolorosa. O elenco novo, que pode até ter convivido pouco com Cory e Finn, se encontrando com pessoas que passaram grande parte de suas vidas envolvidas com essas duas figuras em questão.
Confesso que a decisão de não contar como Finn morreu da série me deixou com o pé atrás a princípio, não conseguia ver como não contar. Mas no final das contas, caiu como uma luva. The Quarterback não foi um tributo a morte de Cory, e sim a sua vida e a de Finn.
Todos sentiram de forma dolorosa e espetacular a forma de Finn, na série. Talvez Sue tenha sido a não tão grande surpresa do episódio. Não é segredo que debaixo da sua roupa de ginástica existe uma mulher com um coração metade mole. Como qualquer pessoa que perdeu alguém próximo, ela se culpa por não ter dito coisas que deveria ter dito. A cena em que ela confessa a Santana que consegue ver a vida dela daqui a alguns anos, brigando com ele, já professor e liderando o Glee Club é de cortar o coração. A atitude dela de montar um memorial para Finn no lugar onde ela pegou ele e Quinn se “pegando” foi a única tentativa de humor que funcionou durante todo o episódio, porque convenhamos, que aquela cena da Tina dizendo que a roupa a lembrava seus momentos de gótica foi mais trágica do que cômica.
A voz de Amber Riley já é dolorosa por si só, no contexto foi quase algo que destrói estruturas. Eu ouvi essa música quando ela vazou na semana passada, e sem querer, assisti a performance de Cory e eu ri. Depois comecei a chorar, mas isso não vem ao caso. O fato é que lembrar de Finn cantando essa música é bem mais engraçado do que triste porque quem é que canta para um ultrassom ? Só os personagens de Glee. Eternos.
Quando Kurt, Burt e Carole estão no quarto de Finn foi possivelmente a segunda cena mais dolorosa do episódio. Eu não consigo imaginar o quão ruim deve ser perder um filho, e me pego pensando na mãe de Cory que acabara de perder o filho – mas não teve privacidade alguma no seu momento de dor. Burt também emocionou quando disse que deveria ter o abraçado mais e a relação entre eles dois era uma coisa que eu realmente prezava.
E a figura da jaqueta que eles acharam também é algo a ser enaltecido. A jaqueta passou por diversas mãos e enxugou diversas lágrimas, como se fosse o próprio Finn consolando-os.
Talvez uma das caras mais difíceis de encarar durante o episódio foram as de Chord Overstreet e Mark Salling. No caso de Chord, ele não precisou nem de uma cena para mostrar a dor. Seus olhos marejados já diziam tudo.
No caso de Mark, eu facilmente me confundia. Não era o Puck ali. Era Mark que também tinha acabado de perder seu melhor amigo. Dot Jones também “interpretou” de forma sensacional. É bom saber que Puck agora vai seguir seu próprio caminho, e me deixa triste também, porque sinto que não o veremos mais na série por um bom tempo.
Sobre Santana, gritei e dei “chilique” junto com ela nessa cena. A junção dela e de Sue foi perfeita no aspecto em que as duas são conhecidas por serem “vacas sem sentimentos”, porém, do mesmo jeito que sabemos que Sue sente, Santana sente ainda mais, talvez.
Ver Santana falando sobre seus sentimentos não é uma coisa que vemos o tempo todo, mas quando acontece, nos arranca o coração. E não há como negar que todos adoraram ela soltando o verbo no maior estilo Lima Heights para Sue. Confesso que gostaria de vê-la puxando os cabelos de Bree, mas não era o momento certo.
No Surrender é uma das escolhas musicais mais sagazes que o seriado fez, posso afirmar. Puck cantando para uma cadeira vazia na sala do coral fez o meu coração que já estava quebrado se derreter totalmente e quase sair pela boca. No final, ele coloca mais uma árvore no lugar da que tinha roubado no memorial de Finn, e sobe em sua moto para se alistar ao exército – assim como fez Hudson, antes de descobrir as verdadeiras circunstâncias da morte de seu pai.
Will também foi parte importante do episódio. A maneira como ele pega a jaqueta sem dizer nada, como esconde, é perfeito para mostrar o quão adolescente perdido ele se sente depois de não só perder seu maior e preferido aluno, mas também perder seu melhor amigo. A cena que fecha o episódio é perfeita e não poderia ter sido melhor encaixada. Quantas vezes vimos Mr Shue chorar nessa série? Mais de mil, talvez, mas nunca choramos junto com tanto gosto quanto fizemos dessa vez.
Rachel não aparece até as cenas finais, mas isso não torna nada menos emocionante. Quando ouvimos sua voz pela primeira vez, já sentimos aquela pontada forte no coração. Vale a pena ressaltar o quão forte e valente Lea Michele é. Make You Feel My Love marca a história da série, e ela diz que antes de Finn ela costumava cantar sozinha no carro e essa foi a primeira que eles cantaram juntos enquanto dirigiam por ai. A forma como vestem o personagem como a “Old Rachel” faz tudo ser ainda mais forte. Quando ela confessa a Will que ainda conversa com Finn, e que é quase a mesma coisa já que ele praticamente só a ouvia, nem o mais forte e mais insensível dos fãs da série consegue se segurar. Eu, muito menos.
Não é fácil aceitar, mas a forma como a série encaminhou a todos e os levou até uma fase de aceitação é algo bom. O que me incomoda é o fato de que em algum momento da série eles vão ter que tocar no nome de Finn de novo, e eu não sei como isso vai ser. Tenho medo de como vai ser. Não acho que seria bom para a série se Rachel simplesmente seguisse seu caminho na Broadway e se esquecesse do amor de sua vida, mas entendo o quão doloroso vai ser para Lea falar novamente sobre a perda dele.
A série agora tira um hiatus merecido. Volta no dia 7 de novembro com uma batalha de fãs da Lady Gaga e da Katy Perry.
Como disse no começo da review, não há maneira perfeita para dizer adeus, mas conseguiram fazer isso de forma adorável e respeitosa. Peço perdão pela extensão que se deu na minha review, mas eu realmente não sabia como redigir sobre algo assim. Ninguém queria assistir esse episódio, ninguém queria dizer adeus, e é ai que Cory e Finn Hudson se vão, nos deixando mais uma lição de vida: Diga o que você tem que dizer e viva da forma que você acha que tem que viver.
R.I.P. Finn Hudson e Cory Monteith, nosso eterno quarterback e nosso eterno ídolo.
Modern Family – Farm Strong
11/10/2013, 22:51.
Maísa França
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Yaaay! Chegamos ao episódio de número 100 da série. Com um roteiro genial, este sem dúvida se tornou um daqueles episódios inesquecíveis de Modern Family. Mas acredito que por se tratar do episódio 100 muita gente tenha sentido que faltou aquele toque especial.
Na verdade, não me lembro de ver muitas notícias relacionadas ao número do episódio e acredito que a importância que nós damos à ele acaba por ofuscar a qualidade do que estamos assistindo. No fundo, para uma série com tantos episódios memoráveis, o número não importa já que somos presenteados com plots genias semanalmente.
Os noivos Cam e Mitchell estão correndo com os preparativos do casamento e pensando no melhor modo de contar a novidade para a irmã de Cam, Pam, para não magoá-la. O que nós – nem Mitchell – não esperávamos era que os papéis se inverteriam e Cam sairia magoado na história. Lily, que continua tendo textos cada vez melhores, é a responsável por contar, de maneira nada sutil, a novidade para Pam e os noivos, que esperavam um mix de tristeza com raiva, foram surpreendidos com uma irmã feliz e extremamente apoiadora. As coisas estariam as mil maravilhas se a drama queen de Cam não tivesse despertado. O personagem foi de felicidade à inveja numa questão de segundos após saber que sua irmã estava noiva de seu amor platônico de tempos atrás.
Enquanto isso, na casa dos Dunphy, Claire e Phil procuram, de novo, uma maneira de se livrarem dos filhos. A vítima da vez foi Luke e a desculpa do dia para os pais não irem ao jogo do filho foi o fato de que final de semana foi feito para descansar. Além do mais, ficar sentando durante várias horas, em pleno sol, para ver algumas partidas de futebol não é nada amigável, principalmente quando seu filho não faz parte do time titular. O interessante dessas histórias com Luke é perceber que, mesmo crescido, ele ainda é o pupilo de Phil. As meninas, Alex e Haley, tiveram pouco destaque mas as cenas com elas não deixam de ser engraçadas. Alex quer provar que seu avó está trapaceando no jogo de palavras enquanto Haley, bom, está sendo Haley, como sempre.
Com os filhos fora do alcance das vistas, Claire aproveita para fazer tudo o que deseja sozinha e Phil tira o dia para usar seu super limpador de calhas. Enquanto Claire administra mal o seu tempo e realiza super rápido tudo o que havia planejado, ela acaba por acompanhar o jogo de Luke, que se saiu brilhantemente bem, surpreendendo-a. Phil, por outro lado, sofre com a morte dos pássaros vítimas que seu “chupa calhas” e durante todo o episódio é atacado por trocadilhos com a palavra ninho e ovos o tempo todo.
“Eu não a escuto e ela não me vê. Vamos ficar juntos para sempre.”
Já na casa de Jay e Gloria somos presenteados por uma Gloria com problemas de visão que se nega a usar óculos somente pelo fato de não admitir que está ficando velha. Para tentar convencê-la, Jay finge que tomou veneno de rato e a manda ler a caixa do produto. Como esperado, ela não consegue ler e ainda tem a cara de pau de dizer que, como sabia que era uma pegadinha, ela fingiu que não conseguia ler.
Entre uma história e outra, o episódio ganha ainda mais força em seu final quando somos presenteados por um jantar de família. Ah, os jantares em família. Sempre tão constrangedores e reveladores… A primeira vítima da noite é Cam, que ainda sentido pela notícia do casamento da irmã, não admite que é uma pessoa sensível. Para provar que ele tem “a força da fazenda” ele diz que aguenta ouvir qualquer coisa sem ficar emotivo. Nesse momento começam os bombardeios de verdades que incluem até Lily, revelando que as vezes ela finge dormir para que Cam pare de contar histórias. No fim, descobrimos que é esse Cam que todos precisam. Sua sensibilidade é algo essencial na vida de todos.
Mas como ninguém aguenta ser vítima sozinho, o segundo alvo da noite é Claire. Cam é o responsável por contar à Phil que sua mulher esteve no jogo de Luke em segredo. O destaque aqui fica para a cena na qual Phil fala simultaneamente coisas boas para Luke e ruins para Claire. Phil chateado é algo extremamente engraçado.
Para terminar, Jay e Gloria, na base da chantagem, entram num acordo sobre o uso dos óculos. Ela diz que só usará óculos se Jay usar um aparelho auditivo. Passado o momento de negação de Jay, que mesmo confrontado pela família toda, não admite que tem certa deficiência na audição e também o de negação de Gloria, os dois resolvem não usar seus respectivos objetos corretores. Experimentando os óculos, a reação de Gloria ao ver Jay foi algo impagável e, sem dúvida, uma das melhores cenas da série.
E que venha o episódio 200!
Revenge – Sin
11/10/2013, 13:56.
Matheus Odorisi
Reviews
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Os comentários aqui na review do episódio passado e entre meus amigos faziam eco: todo mundo gostou da estreia, mas estranhou o fato de Revenge ter abandonado todas as tramas e cliffhangers do final da season 2. De início, achei uma pena, já que o season finale foi maravilhoso. Mas em Sin, entendemos essa “limpeza” feita pelos novos realizadores da série.
Sentimos na volta do grande hiato da segunda temporada que várias pontas soltas foram cortadas, e esse movimento continuou na estreia da terceira temporada. O problema é que essas pontas não estavam tão soltas assim. Será que realmente uma Charlotte mãe não seria um bom plot? Ou Nolan preso também não seria? Jack e Emily não mereciam uma tensão maior? Mas o lado bom desses cortes todos se mostraram nesse segundo episódio. Não tem mais iniciativa, treinamento nem ações ninjas, tudo se resume a mágoa de cabocla, assim como na primeira temporada que tanto amamos.
Prova disso é a cena dos muffins. Emily chega na casa de Nolan sem aviso, como todo mundo nessa série na qual ninguém tranca porta nem tem empregado pra anunciar, mesmo sendo riquíssimos. De primeira pega o cara exercendo sua bissexualidade, e depois pega ele assando muffins. Rouba os bolinhos e leva pra mansão dos Greyson, dizendo que ela os fez para Conrad, que está de repouso. Desculpa pra bisbilhotar. Em outra sequência, Victoria usa dos mesmos bolinhos para bisbilhotar Noaln, com a mesma desculpa de “cozinhei pra você”. Aliás, alguém imagina Victoria cozinhando? Na verdade alguém imagina Victoria fazendo qualquer outra coisa se não sentada na sua cadeira com estampa do mapa de Paris e sendo rica? O fato é que essa falsidade toda, de Emily e Vistoria, é que move a série. Vamos lá, ninguém assiste Revenge pra se perguntar o que é uma organização secreta, mas sim pra vermos climões e falsidade.
Voltando as origens, Emily resgata a foto pra riscar a cabeça de pessoas, coisa que não faz a muito tempo. O alvo da vez é um cara que agora é padre, e aí se faz o dilema (não consigo usar essa palavra sem lembrar daquela música do Nelly com a Kelly Rowland) do episódio: Emily ainda tem gás pra vingança acima de tudo ou se humanizou demais? Primeiramente ela mostra que nem padres escaparão de suas mãos. Mesmo alertada por Nolan, arma um plano pra acabar com o padre.
Enquanto isso, seu noivo está tentando trabalhar com Margau, uma editora de moda tentativa de Carine Roifeld com uma cara de biscate que não sei como Emily não desconfiou de suas intenções, aliás, bem mostradas nesse episódio. A moça aceita Daniel eu seu escritório e em sua calcinha também, mas o bom moço a rejeita.
Já a outra Greyson mais nova, Charlotte, confessa a Jack que se sente culpada pela morte do chato do Declan. O cara, que já havia avisado a Emily que a culpa pela culpa de Charlotte (acompanharam?) conta à ex cunhada que seu pai, Conrad, foi o culpado pela bomba. A garota rompe com Conrad, sem antes dar uma daquelas cenas de “amaldiçoo o dia que você nasceu”.
Conrad, se vê sozinho, e acaba compartilhando esse sentimento com Emily. A moça, que acaba de fazer com que o padre tenha sido expulso da paróquia plantando nas ofertas do dízimo uma foto dele desacordado com uma moça na cama, se arrepende. Se achamos que pela primeira vez veremos Emily fazendo bem para alguém de sua lista de vingança, ela decide usar o padre para fazer o desolado Conrad confessar seus crimes. Isso ignorando que ela já teve um suas mãos gravações com confissões o bastante para prender metade do elenco.
PS. 1: Nolan realmente não vai mais usar computadores?
PS. 2: Estávamos enganados e Patrick não é do team Emily?
Person of Interest – Lady Killer
11/10/2013, 09:51.
Regina Monteiro
Reviews
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Quando um personagem coadjuvante começa a ter as melhores cenas e as melhores falas; quando o personagem principal começa a ser irrelevante; quando o excesso de personagens começa transformar as falas em um jogral e o episódio se arrasta entre uma cena maçante e outra; quando, ao se chegar ao final do episódio, somente resta aquela esperança de que tudo volte a ser como na temporada passada e não se experimenta, senão aquela empolgação com um cliffhanger de cair o queixo, ao menos aquele gostinho de quero mais…
Quando tudo isso acontece, é hora da luz vermelha começar a piscar freneticamente, caso contrário, ao invés de continuar a escrever os roteiros, é melhor a equipe criativa começar a compor o réquiem de despedida.
Person of Interest, para mim, está perigosamente perto deste ponto. E, ouso dizer, somente não chegou nele ainda porque a audiência se mantém. Talvez porque, como eu, os fãs dessa série, que até a temporada passada estavam presos em uma rede feita de fidelidade ao argumento central da história, à dualidade de personagens intensos, ao encantamento de relacionamentos marcantes, à propostas de dilemas morais constantes, ainda permaneçam fiéis, talvez, como disse acima, na esperança de que tudo volte a ser como já foi uma vez.
O roteiro de Lady Killer, foi, para dizer o mínimo, ridículo. Um batalhão de gente para proteger um inofensivo… inofensivo o quê? Conquistador, pesquisador de comportamento social, carente afetivo como há milhares atualmente? E nem vale dizer que se acreditava que ele era um assassino em série. Reese já passou por piores momentos sozinho, ou com a ajuda esporádica de Carter e Fusco. Basta lembrar, só para citar alguns exemplos, que até agora ele já enfrentou a Máfia, fugiu da CIA, protegeu duas pessoas concomitantemente, escapou de um prédio totalmente cercado (pelos mocinhos e pelos bandidos!)…
Até a temporada passada, Finch e Reese ocupavam o centro da trama, e Carter e Fusco gravitavam ao seu redor. Essa estrutura bastava, porque o que dava identidade à série era seu argumento central: a possibilidade concreta da existência do grande irmão, que transitava no universo delimitado pelo modus operandi da sociedade americana, e operava através de seus heróis de plantão, tão ao estilo de Hollywood, mas capazes, ao mesmo tempo, de negar esses estereótipos hollywoodianos do bem e do mal… Um paradoxo? Talvez. Mas funcionava à perfeição. Agora? Agora somos obrigados a ver Reese esperando pateticamente, como um colegial qualquer, a garota sair do bar para levá-la para casa!
Os melhores momentos do episódio foram protagonizados por Root. Talvez porque na sua relação com a Máquina, ela ainda guarde um pouco da essência das temporadas passadas. Uma confiança plena no Absoluto e a crença na descartabilidade da raça humana. Ela é o único personagem que permanece totalmente honesto. Ou seja, é a única parte da história que ainda guarda um dilema moral a ser explorado dentro do que era o argumento central da série. E, neste contexto, talvez seja por isso que o Absoluto a tenha adotado e a proteja e, agora, eventualmente, identifique-se mais com ela do que com Finch. E, na cena em que ela escapa do hospital e preserva a vida do agente que fora enviado para matá-la, vi exatamente a diferença entre as temporadas passadas e essa: A Máquina e Root (que acredita que a raça humana é descartável!), preservando vidas e Shaw tentando exterminá-las a cada cena!
A nota três deste episódio é decorrência de que, infelizmente, junto com as seqüências protagonizadas por Root, tivemos que assistir a todo o resto!
E, para acabar, quero citar a última fala de Finch: Mr. Reese, we have a problem. É, definitivamente, nós temos um problema!
The Voice Brasil – Audições às Cegas II
11/10/2013, 00:40.
Gabriela Assmann
Reviews
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Eu juro que tento ser menos chata com o programa, mas a audição se trolla automaticamente. Prova disso é que o programa começou com a audição do Sam, que cantou na temporada passada do The Voice US. O detalhe é que nenhuma cadeira virou pra ele por lá, enquanto que por aqui os 4 viraram. Preciso nem dizer que isso mostra a diferença de qualidade entre as franquias, né? Aliás, até a Dilma Bolada fez piada com isso e disse que quando a Shakira não te quer, só te resta ir pra Claudia Leitte, mesmo. E gente, vocês bem eu sou fã da Claudinha, mas é que tá duro de engolir de verdade.
Mas como nem tudo podia piorar, hoje – pra nossa alegria – a Miá Mello nem apareceu. E também o nível dos candidatos estava BEM melhor, graças.
Mas eu sigo dizendo que só vou entender esse programa no dia que deixarem os técnicos falarem. Eu tenho cada vez mais certeza que vem ordem de cima pra que eles não se manifestem. Ou, se eles se manifestam, isso é cortado na edição por falta de tempo. Eu preciso entender, por exemplo, como só um técnico virou pra Luisa Lara e pro Pedro Lima. Preciso entender, também, porque viraram pro Eli Dias e não viraram pra Nicole. Ok, ela não era nenhuma maravilha, mas era melhor que ele. O Dilauri também. Tá certo, cada um tem seus critérios – e talvez eles até tenham boas razões pra justificar as suas escolhas -, mas enquanto não deixarem eles falar a gente vai seguir sem entender.
Quanto aos candidatos hoje o dia foi do Nordeste. Bruna Barreto, Lucy Alves, Bruna Borges e Aila Menezes. Ponto pra Lucy Barreto, que foi a melhor candidata do dia, disparado. Não sei como só viraram duas cadeiras para ela. Além de cantar bem, a menina toca instrumento.
*Pausa para o momento fofoca: já tá rolando no Twitter que a Aila do leque era backing vocal do Carlinhos Brown.*
O destaque negativo do dia pra mim foi a Débora Cidrak. Ela simplesmente destruiu Stronger. Aliás, tô achando bem estranho esses candidatos semi famosos que são muito ruins e acabam passando, caso da Jullie semana passada e da Débora hoje. Mas ok, vamos acreditar que não existam interesses escusos por trás das escolhas.
Semana que vem tem mais audições às cegas, mas o balanço até agora é que o Lulu tá virando a cadeira demais, pra todo mundo. O Daniel continua virando só pra candidato sonolento. O Brown tá inexplicavelmente com um time muito ruim. E a Claudia tá com um time que mescla gente muito boa e muito ruim. E vocês, o que acharam?
Agents of S.H.I.E.L.D. – The Asset
10/10/2013, 22:55.
Lucas Leal
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Ao meu ver, no terceiro episódio da série, houve nova queda de qualidade. A verdade é que apesar de se criar uma grande expectativa em cima da série, por conta dos nomes de peso (Joss Whedon e a Marvel), a série ainda não conseguiu engrenar e até agora não teve nenhum episódio espetacular e/ou cativante!
Como falei nas primeiras impressões da série, a Marvel segue sem se aprofundar nos personagens de uma forma mais séria. Mas agora está até pior, não sabemos quase nada dos personagens, que não conseguem criar muita empatia comigo. As exceção feitas a Coulson (que já nos foi apresentado no cinema!) e a Melissa May, que foi o destaque do episódio. Contudo, infelizmente, a série me lembra cada vez mais a extinta Heroes, que criou muito barulho por nada!
Esse episódio nem as referências ao universo Marvel/Vingadores tivemos, com exceção ao supervilão (que falarei mais adiante), que pode ser o início de um arco que poderá ser melhor explorado num futuro. A trama dessa vez trazia um físico, guardado a sete chaves pois era de grande valor para a SHIELD, Franklin Hall, o tal “asset” (ativo, alguém importante) que da título ao episódio.
Logo de cara o físico é sequestrado – numa cena muito bem filmada -, por um ex-colega de pesquisa e agora dono de uma conglomerado de empresas, Ian Quinn, que só descobriu o paradeiro do físico porque ele foi vazado por alguém de dentro da própria SHIELD!
Descobrimos que Hall foi professor de Fitz e Simmons e que sua pesquisa é direcionada a descoberta e exploração de um novo elemento químico, o gravitonium e que essa foi a razão do seu sequestro.
Sendo simplista, gravitonium seria um elemento capaz de alterar a gravidade e criar a possibilidade de levitar objetos e afins. Ian obteve o elemento e quer forçar Hall a trabalhar nele para “finalizar sua pesquisa”, mas o que Ian realmente quer é o lucro.
A equipe de Coulson vai em busca do cientista, novamente com Skye tento o papel de destaque na trama. Mais uma vez questionamos sua lealdade, ao ela se infiltrar na festa e revelar a Ian que estava ali a mando da SHIELD! Mas ao final ela se mostra ao lado da equipe de Coulson e que só usou dessa informação para conseguir o que queria e ajudar a SHIELD a salvar Hall. Porém, no fim, em uma grande reviravolta, o cientista revela que na verdade foi ele mesmo que vazou seu paradeiro, pois sabia que Ian havia obtido o gravitonium e desejava destruir o elemento.
Na cena mais interessante do episódio, no estilo Casa Maluca (do extinto Playcenter) Coulson e Hall lutam na sala com a gravidade alterada, lutando no teto, nas paredes laterais e afins. Tudo porque Hall insiste em não abandonar o local e informa que vai explodir o laboratório para que o gravitonium não caia nas mãos erradas.
A única forma de parar a reação desencadeada pelo gravitonium é usar de um catalisador! E Coulson usa o próprio Hall como catalizador, atirando em uma janela (que naquele momento estava no chão da sala (!) e com Hall em cima) fazendo-o cair no núcleo do gravitonium.
Por fim, na cena extra, a SHIELD tranca o gravitonium numa sala não catalogada, um segredo dentro da já misteriosa SHIELD! Até que vemos que Hall ainda está vivo, dentro do gravitonium!
Confesso que não acompanho as HQ’s da Marvel, então desconhecia o personagem Hall, mas descobri que ele é um supervilão do universo dos Vingadores, sua alcunha é “Graviton”. (Se você sabe inglês e quer saber mais, clique aqui)
Um bom passo, a série introduziu um personagem de suas HQ’s, que pode criar boas histórias no futuro. Porém acho pouco, ainda falta mais super poderes, literalmente falando, para Agents of S.H.I.E.L.D. cair literalmente nas graças dos fãs.
Castle – Need To Know
10/10/2013, 22:42.
Ana Botelho
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Eu estava esperando por esse momento há exatas três semanas! Desde que Castle iniciou a sua sexta temporada, eu sentia que faltava algo – talvez as cenas caseiras, talvez o enfoque na NYPD, não sei, mas faltava. E quando eu apertei o play para assistir a Need To Know, pessoal, eu juro, jamais imaginaria que eu receberia tudo o quê eu queria logo assim, no terceiro episódio.
Recheado de características que fazem da série ser o que ela é hoje, além de ser o mais completo da temporada até agora, o episódio dessa semana veio para abrir uma porta que nós sabíamos que não ficaria fechada por muito tempo, mas que estávamos torcendo pela comprovação o mais rápido possível – sim, é da porta da NYPD mesmo que eu estou falando. Agora, o que Beckett vai encontrar quando decidir voltar, ou qual será o caminho da detetive até lá, nós não sabemos. Contudo, o que você precisa saber é: ela vai voltar e eu já estou com a pipoca e o refri na mão para assistir de camarote a tudo isso.
Mas enquanto isso não acontece, Beckett não estar fisicamente em NY não significa que o casal mais charmoso da telinha não vá passar umas boas horinhas juntos. Como? Ora, a explosão tecnológica não poderia ter sido à toa! Desde que Beckett aceitou o trabalho em D.C., os dois têm arrumado várias formas de estarem juntos, mesmo que isto implique o uso da tela de um iPhone. Mas sabe o que realmente me agradou nessa escolha do virtual como forma de aproximação? É que esse procedimento é a coisa mais comum em casais que namoram a distância. Dito isso, eu nada mais preciso falar sobre o quão Castle se assemelha à vida real e o quão enriquecedor é isto para o show.
Agora sim, introduzida a parte sexual virtual do episódio, vamos falar do que fez Need To Know ganhar a avaliação total e ser declarado por mim o melhor episódio da temporada até agora. Vem, meninos, eu estou chamando vocês!
Novos ares rondam a NYPD e, com os novos ventos, também veio um novo detetive. É tudo muito novo e parece que o único que ainda não se acostumou – porque aceitar ele nunca aceita nada mesmo – foi o Castle. Embora os meninos sintam falta da Beckett pelo departamento, quem teve uma mudança radical em sua vida foi o nosso escritor. Ele até tenta dar um jeitinho aqui e ali, mas está tudo tão diferente, tudo tão fora do usual, que ele parece um peixinho fora d’água. Mas é aí quando a gente pensa que vai ficar com o coraçãozinho na mão por vê-lo assim, tão descolado, que o Marlowe faz a sua já habitual arte de mostrar para nós a sua mente brilhante. Não é que o homem põe NYPD e polícia federal para trabalharem juntos? E mais, ele volta com o trio do bromance, traz um Esposito e um Ryan ciumentos ainda não conhecidos por nós, e finaliza o episódio com um desfecho surpreendente. Clap clap.
Foi o primeiro episódio desde a estreia em que o enfoque é voltado também para o pessoal de New York. Eu apreciei – e muito – tudo isso por perceber que o roteiro de Castle está sendo bem trabalhado, conciliando sempre os dois cenários, não apenas focando nos casos e na vida de Beckett na capital. A junção das duas unidades foi o que deixou o episódio com uma pegada mais dinâmica, diferente do que já havia sendo apresentado, o deixou mais versátil. Além disso, episódios que trazem o bromance sempre são episódios dignos de uma nota 5. Os meninos alegram a história, a deixam completa, mostra que a série não é feita apenas de um shipper e seus beijos fervorosos. Se Castle é um conjunto da obra – como eu sempre tive orgulho de dizer – os meninos estão ali para mostrar que eu não estou errada.
Falando ainda no bromance, a introdução de cenas de ciúmes com o Ryan e o Esposito foram pontos fortes e certos de risada. Eles sentem falta da amiga. A saída repentina de Beckett e a escolha dela por novos caminhos mexeram diretamente com eles no que diz respeito à parceria que eles tinham com ela. E, como forma de por tudo o que estava preso para fora, nada melhor do que dividir o departamento entre aqueles que querem a atenção da moça e aqueles representam a “nova vida” dela. Castle, coitado, estava parecendo cego em um tiroteio. Eu já havia definido o meu lado desde o princípio. A Beckett também, e vocês sabem no que isso resultou.
Se eu tivesse participado de um bolão para adivinhar a maneira que ocorreria a transição FBI-de volta para NYPD, eu teria perdido todo o dinheiro que já não tenho. É claro que a conduta com que a polícia federal leva alguns casos e o modo de agirem deixou Beckett com algumas ressalvas. Mas que ela seria demitida, ah, isso não passou pela minha cabeça. Se me perguntam se eu gostei?Sim, gostei. Desde o início eu disse que não acho o FBI um lugar onde Beckett possa ser uma pessoa melhor e, por conseguinte, fazer o melhor – que é o que ela deseja desde que nós a conhecemos. Por maior que seja a sua capacitação, e por mais que também haja condutas erradas na NYPD, o foco que eu levo em mente é: ela, no antigo departamento, nunca teve que deixar de ser quem era e ela no FBI, eventualmente, teria que deixar de ser.
Foi rápida essa demissão? Sim, talvez. Eu esperava mais um pouco de Lisa Edelstein, mais um pouco do casal movendo céu e terra para conseguirem um tempo juntos. Em contrapartida, a distância já estava sufocando os dois e como a premissa dessa temporada seria mostrar para nós os frutos de toda aquela evolução da quinta temporada, o problema “lidar com a distância e tratar de forma madura os obstáculos” já pode ser riscado da lista. Nesse meu estado de dúvida, eu entrego tudo na mão do Marlowe e que seja feita a vossa vontade.
Need To Know foi uma surpresa boa em uma semana turbulenta. Parece que tudo o que eu sentia falta nesse início de sexta temporada está de volta. Certamente, a demissão dela não vai ficar somente por ali – ainda teremos algumas preocupações pela frente. Mais uma vez, eu termino um episódio cheia de questões em mente. Será um adeus ou um até logo para McCord e toda a polícia federal? Será que a nossa detetive vai logo voltar para NYPD? Bem, acho que isso a gente descobre na semana que vem. Para as minhas dúvidas, um bom final de semana está vindo para aquietá-las e para vocês, meus queridos, hubba hubba!
PS1: Só eu tenho raiva daquele legista careca quando ele aparece no lugar da Lanie?
PS2: Gates está com saudades da Beckett. Pausa para risos eternos.
*Gente, agradeço a espera pela review. O atraso foi devido a um problema pessoal, mas aqui estou eu e vida que segue. Semana que vem a review volta a sair toda terça e eu prometo sempre escrevê-la o mais rápido possível. Deixo aqui, também, o meu obrigada à Mariela pela compreensão e ajuda em tudo.*
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