Once Upon A Time – Quite a Common Fairy

Data/Hora 15/10/2013, 23:17. Autor
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Em um episódio com seus quarenta minutos o que vai ser mais comentado? O desenrolar dos plots propostos? Momentos de mistérios e cliffhangers deixados durante o episódio? Não, o que vai ser comentado é uma cena em especial. Para que isso aconteça o nível do episódio deve ser bem mediano, afinal de contas muita coisa aconteceu nos quarenta minutos para apenas uma cena ser relevante. Vamos por parte, vou comentar sobre essa tal cena quando chegar a hora.

OUAT 6

A busca por Henry continua em Neverland. É engraçado que foram apenas três episódios nessa busca, mas se continuar por mais um sinto que a trama vai ficar cansativa. Agora com o retorno do Neal talvez as coisas mudem um pouco, mas nesse episódio eu não vi nada de novo ou emocionante como no episódio passado. O entrosamento do elenco é a única coisa que salva nessas cenas. Como forma de acrescentar algo nessa busca, os roteiristas resolveram adicionar mais uma personagem ao time. Muitos esperaram por ela aparecer desde que foi anunciado que Nerveland surgiria nessa temporada, mas para mim Tinker Bell nunca foi uma personagem que eu queria muito ver (como é o caso da Ariel, ou do Rei Artur), porém acabou que foi uma surpresa positiva. A fadinha continua irritante e teimosa – como sempre foi – só que agora ela tem uma razão para ter esse coração amargurado. As cenas dela com a Regina foram muito boas e me pergunto se elas já não trabalharam juntas para ter uma química tão boa em cena.

Henry apareceu nesse episódio. Parece que os planos de Pan são de mostrar para o Henry como viver ao lado dele pode ser bom, como é chamativo. Pontos para Henry, que tentou atirar no Pan. Esperei um ataque de fúria do vilão, mas parece que ele já esperava isso. O Peter Pan está querendo causar a discórdia na família, primeiro com a Emma e agora com o Henry. Sabemos que o garoto não é fã de famílias e de crescer, mas qual será a verdadeira razão disso na série? Espero que isso seja mostrado, e de uma forma que só Once Upon A Time consegue fazer.

Na Enchated Forest vimos a estória da Regina e da Tinker Bell se desenrolar, e se explica a razão da Tinker ser tão amargurada. Pela expectativa que colocaram no presente eu esperei mais dessa parte do episódio, achei que Regina tinha feito algo muito pior para a Tinker. Claro que o que ela fez foi ruim, ela destruiu a vida da fada, mas não foi como se a Regina tivesse planejado aquilo. A Tinker foi atrás da Regina para lhe dar um novo amor, e não o contrário. No momento em que a alma gêmea da Evil Queen apareceu fiquei torcendo para que o Hood fosse junto com o Neal para Neverland, mas não foi vai ser dessa vez que o (possível?) casal vai se encontrar. Eu achava o Robin Hood totalmente sem utilidade na série, mas parece que os roteiristas tinham um plano para ele. Estou curioso para esse encontro. Agora que Regina aprendeu com o Henry que o amor não é uma fraqueza, será que ela vai dar uma chance para o seu coração? Essa trama da Regina com “medo” do amor já é tratada desde a primeira temporada, mas só eu acho que ela nunca vai ficar velha? A Lana Parrilla consegue a cada episódio sobre esse assunto dar mais profundidade a Regina, sofri junto com ela quando Tinker e ela estavam na caverna discutindo.

OUAT 5

E como última ponta do episódio vimos Neal no presente da Enchated Forest. Ele, agora que descobriu onde Emma está, tem um plano para ir até Neverland. Ele usa o filho do Robin Hood para chamar a sombra do Peter Pan. Toda essa parte do episódio seria desprezível se não fossem por duas coisas: 1) Neal voltando para Neverland, afinal de contas tinham que mostrar essa parte da estória para que explicasse a razão de ele aparecer lá; 2) Mulan. Isso, sem mais definições. Pensemos, qual a utilidade de mandar o Neal para a Enchated Forest se em dois episódios ele iria conseguir retornar para Neverland? Ele poderia ter ido direto, não é mesmo? Aqui é que entra a chave dessa estória. Os roteiristas tinham dito que buscariam – nessa temporada – tratar de um romance homossexual, eu só não sabia que seria com a Mulan. Voltamos juntos com Neal para o presente da Floresta para acompanharmos a estória da Mulan, que foi tão mal tratada na temporada passada. Tinha dito acima sobre a cena mais comentada em um episódio de 40 min, bem, era essa, foi uma surpresa para todos, mas ao mesmo tempo não foi. Quem não desconfiava de toda aquela proteção com a Aurora? Não posso negar que foi uma ótima sacada, não foi como se eles tivessem decidido apenas para entrar na “onda”, eles já tinham planejado. Nunca tinha pensado nas duas como um casal, mas agora – mesmo com a gravidez da Aurora – torço para que elas fiquem juntas. Já que ninguém liga para o príncipe, né?!

Este episódio não foi tão cheio de emoções e cenas de arrancar o coração fora (Regina) como o episódio passado, mas a qualidade não caiu. A trama continua a fluir, mas é melhor os roteiristas tomarem cuidado, pois estamos entrando em um terreno pantanoso com essa busca sem fim pelo Henry. Pode acabar caindo no marasmo e aí, sim, voltarmos ao que foi a segunda temporada. Talvez pela falta de ação e de emoção a cena da Mulan tenha sido tão discutida e tenha ganhado tanto importância (não que a revelação não fosse surpreendente a ponto de ser comentada, mas acabou ganhando mais destaque que o resto do episódio). Até semana que vem Oncers.

P.S.: Alguém sentiu a falta do Rumple nesse episódio? O homem simplesmente sumiu. Nem pra dar um oi, talvez, quem sabe…

Haven – The New Girl

Data/Hora 15/10/2013, 13:21. Autor
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E afinal ela pode escolher ser Audrey, sendo Lexie!

Não sei se credito a surpresa ao final do episódio, à interpretação de Emily Rose, ou se ao trabalho do diretor Rick Bota. Ou ao conjunto da obra. Mais uma vez fui surpreendida pelo óbvio. Parece que, no meu caso, em se tratando de Haven, está se tornando um hábito. Um bom hábito!

Mas, para meu próprio consolo, uma frase de Jeniffer já no início do episódio, parece uma boa maneira de lidar com essas surpresas constantes:

Você está no Maine. Relaxa. Dá um tempo e você se acostuma.

É isso!

Fico curiosa em saber em qual momento, naqueles poucos minutos, Audrey entendeu que aquela reunião de pessoas esperando que ela saísse pela porta que ligava Haven ao celeiro não era apenas um comitê de boas vindas. Em qual minuto ela soube que tinha que, mesmo sendo Audrey, ser Lexie, para poupar Nathan.

A sua Lexie, de tão perfeita, convenceu a todos e, entre todos, Nathan foi quem ficou mais perplexo. Talvez porque, pelo espaço de alguns segundos, ele esperasse rever Audrey e por isso estava disposto a dar sua vida. E, talvez porque ele tenha colocado seu coração na esperança dessa presença fugaz, a decepção tenha tomado proporções não mensuráveis e tenha impedido que ele visse além da máscara que Audrey passou, com maestria, a usar.

Duke foi o único que conseguiu enxergar através dela. Talvez porque um amigo possa enxergar através de nós e, eventualmente, onde um coração apaixonado, momentaneamente, vê somente seu próprio desejo, o amigo consiga decifrar os códigos aparentemente secretos que formam nossa personalidade.Talvez ele consiga perceber nossas pequenas idiossincrasias. Nosso eu.

Depois de um bom tempo, o caso da semana não foi desenvolvido apenas para que o argumento da série fosse confirmado. Ele foi também um meio. Uma ponte através da qual Duke pode perceber a máscara usada por Audrey.

Apesar de as pistas estarem todas lá para quem quisesse ver, somente Duke percebeu. E elas apareceram, jogadas por todo o episódio: Lexie entrou sozinha na casa em que o primeiro menino se suicidou; ela percebeu que a menina estava omitindo o relacionamento com o amigo; ela levou à conclusão de que Tyler poderia ser a origem dos problemas; ela se dispôs a entrar no subsolo do hospital para encontrar Duke; ela sabia que a perturbação de Duke iria salvá-lo.

E somente Duke conseguiu decifrar as pistas. Olhos atentos de um amigo!

Mas The New Girl não foi somente uma coleção de pistas. Foi também uma profusão de detalhes. Novas migalhas. A ligação profunda de Vince e Dave com a história da cidade; a insinuação de que eles estão um passo à frente, em todos os momentos cruciais que envolvem Audrey. Experiência ou conhecimento profundo?

E tanto em uma situação, quanto em outra, o que faz Vince e Dave terem posições tão contrárias, em diversos desses momentos?

Pode-se entrever uma relação histórica entre Vince e os Guardiões, além do fato de ser seu líder momentâneo. Uma relação que transcende de forma tão intensa o presente, que ele, em um primeiro momento, se rende à irracionalidade de Jordan na vã tentativa de levar a cabo o plano inicial, mesmo sabendo que matar Nathan para acabar com as perturbações era função de Audrey, não de Lexie ou dos Guardiões. Por que Vince tem que continuar com os Guardiões? Por que Dave não queria que a porta de comunicação entre Haven e o Celeiro fosse aberta?

E, no final, uma nova teoria que, mesmo tendo nascida da insanidade de Jordan, guarda uma lógica plausível: as perturbações podem ser fruto da perturbação de Audrey.

Real ou não, Jordan irá tentar provar sua teoria. Seu encontro com Wade não foi fortuito. Resta saber se, ao revelar ao lobo seu poder devastador, ele não irá se sentir tentado a usá-lo para sua própria satisfação. De forma geral, Duke recusa-se a usar sua perturbação para ferir as pessoas indiscriminadamente. Wade me parece um tanto mais inescrupuloso, para aceitar sua herança de família.

E que venha Countdown, apesar de já estarmos no meio da temporada, e com a sensação de que o final chegará cedo demais.

E que em Haven, por respeito aos seus fãs, alguém continue zelando pela coerência da história.

The Walking Dead – 30 Days Without an Accident

Data/Hora 15/10/2013, 10:36. Autor
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O amor está no ar! Foram tantos casais introduzidos neste primeiro episódio de The Walking Dead que estava esperando o Silvio Santos chamar todos ao centro do palco para dançar a valsa de Em Nome do Amor (olha a pessoa entregando a idade dela neste comentário). Claro que isso não tirou o brilho desta estreia, mas acho que muita gente vai questionar a nota máxima. Vamos ver se até o final do texto eu os convenço.

Só o fato de estar de volta, depois de tanto tempo, já é um motivo de alegria. E ela ainda fica maior quando a série is back to basics, ou seja, 30 Days Without an Accident veio para mostrar o porquê de nos apaixonarmos pela série, continuarmos a assistir depois de tanto tempo e de uma terceira temporada de gosto duvidoso.

Posso estar colocando muitas expectativas, pois ainda faltam 15 episódios e um longo hiato no meio deles, mas se os produtores seguirem essa linha, a quarta temporada tem tudo para se tornar uma das melhores.

Enfim, dito isso, vamos ao episódio.

Quantos walkers você já matou? Quantas pessoas você já matou? Por quê?

A prisão está bem diferente da que vimos no final da temporada passada. Ela ganhou um aspecto de Woodbury/Fazenda do Hersel, com direito a horta e animais. Rick também está diferente, mais concentrado, tentando de todas as maneiras se afastar de tudo aquilo que acontece em sua volta e muito preocupado com Carl e Judith. Depois de tanto tempo preocupado com os outros, ele finalmente resolveu olhar por sua família. Porém, uma caminhada e uma desconhecida (que parecia a Samara do Chamado) foram o suficiente para jogar a realidade de novo na cara Rick.

Samara

Darly, Glen, Michone, Tyreese, Sasha e os novatos Bob e Zack saem em busca de suprimentos. Eles encontram uma loja de departamento, que servia como base militar e foi tomada pelos walkers. Tudo caminhava nas mais perfeita paz, quando Bob (provavelmente um ex-alcoólatra) quase cede a tentação, mas ao devolver a bebida para a prateleira causa um enorme acidente.

A consequência: uma chuva de walkers!

Capa

Qual a primeira lição que The Walking Dead te ensinou? Nunca se apegue a um personagem! E já de cara temos que lidar com a perda de Zack, um cara gente boa, namoradinho da Beth e que arrancou risadas da galera – plus, conseguiu fazer o mesmo com a Michone! Acho que todo mundo ficou mais triste que a Beth. Mas infelizmente ela está certa e totalmente adaptada a nova configuração do mundo. Não adianta mais chorar, agora é aceitar. #R.I.P.Zack

Zack

Carl agora tem amigos da sua idade e não podia deixar de destacar Patrick (só porque ele é o Greg de Everybody Hates Chris). Eles têm uma “escola” clandestina, comandada pela Carol, com o objetivo de ensinar as crianças se defender. Menos Patrick, que resolve sair da “aula”, alegando um mal-estar.

Sabíamos que em algum momento Patrick iria morrer, mas não esperava que fosse tão cedo e de uma forma tão inesperada! O que será que aconteceu? Quero saber a teoria de vocês, já que ainda não tive tempo para a analisar! Deixem nos comentários.

Greg

The Walking Dead está de volta, matando os queridos e lançando perguntas – ainda sem respostas – para todos os lados. Consegui te convencer que o episódio foi bom? Espero que sim. Semana que vem tem mais. Mantenham-se vivos e até a próxima!

Considerações Finais:

– Agora existe um conselho, ao invés de um único líder.

– Não consigo olhar para o Darly, principalmente quando ele está na moto, e não lembrar do clipe de Judas, da Lady Gaga.

– Ou eu não presto muita atenção, ou essa informação passou desapercebida. Achava que o Tyreesse e a Sasha era marido e mulher e levei um susto quando ele beijou Karen.

– Michone sorriu DUAS vezes neste episódio! E vê-la jogando seu charme sedutor para cima do Rick… Richone!

Michone Rindo

– E para quem ficou curioso com a música que Rick estava ouvindo o início, segue abaixo.

Nashville – I Don’t Wanna Talk About it Now

Data/Hora 14/10/2013, 16:02. Autor
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Me xinguem, mas ainda não to animada com essa temporada. Não sei dizer o que é, mas sinto que ainda tá faltando alguma coisa.

Nesse episódio, por exemplo, achei bem deslocada a viagem da Juliette. Na verdade foi só pra ela contrariar a gravadora e dar espaço pra Rayna levar a Scarlett pro palco. E sim, eu adoro a Scarlett, amo ela como cantora e adoro ver ela se destacar. Mas o que eu sinto é que as coisas não se desenvolvem e estão deslocadas. Tipo, o fato da Juliette estar por baixo parece que passou meio mal explorado. Ok, ela estava por baixo e fez tudo aquilo no episódio passado e agora está lá cantando na casa de um milionário.

nashville juliette

Confesso que também não gostava muito do Avery, mas agora ele melhorou. Adorei as verdades que ele falou pra Juliette. Aliás, assim que eles chegaram na casa e que ela conversou com o noivo eu sabia que eles iriam acabar se pegando no final, porque ela não perde uma oportunidade de ser bitch.

Mesma coisa o plot da revelação pra Tande que o pai dela que provocou a morte da mãe. Como que isso não teve nenhum desdobramento? Não é possível que as pessoas sigam suas vidas normalmente depois de uma revelação dessas. Se ela não ia compartilhar com ninguém pelo menos poderia fazer algo por ela própria com a informação.

nashville deacon

Eu to achando bem plausível o desenvolvimento que estão dando pro Deacon. Ele tá um mala? Tá, mas é compreensível que depois do ocorrido ele ficasse assim, só acho que tava na hora de pelo menos tentar dar a volta por cima e acho que ele tá fazendo isso. Gostei muito de ver ele falando sobre a infância na reunião do AA. Aquilo ali explicou muitas coisas e eu cheguei a ficar com pena dele. Infelizmente essas coisas são um ciclo muitas vezes, mesmo. Quero ver como ele vai se virar sem o padrinho dele.

Nem sei muito bem o que falar sobre a conversa do Teddy com o Deacon. Entendo o Deacon se sentir incompetente pra ser pai, especialmente depois de tudo, mas acho que o mais interessante seria ele procurar espaço na vida da Maddie e tentar mostrar pra Rayna que a escolha dela não foi tão certa assim e que ele poderia ser um ótimo pai.

nashville rayna e liam

Não sou muito fã do Liam porque acho ele muito arrogante, mas acho que vai ser bom pro desenvolvimento da história. Enquanto Rayna e Deacon não puderem voltar e agora que ela finalmente assinou o divórcio, que ela pelo menos encontre alguém pra se divertir. E nada melhor do que se divertir com um gato como o Liam, né? Só espero que não role nada além de trabalho e diversão, até porque eu não confio muito nele. Sempre tenho um pé atrás, especialmente depois que ele passou ela pra trás na primeira temporada.

Queria que o episódio tivesse proporcionado mais momentos entre Gunnar e Scarlett, mas até entendo. Só não gostei dele terminar saindo com a amiga dela no final. Quero só ver onde vai dar essa história toda, especialmente se lembrar que a guria era o encontro do Will, que é gay. Quanta confusão!

E gente, que bafão é esse da Rayna não conseguir mais cantar? Essa sim me pegou de surpresa e to louca pra ver qual vai ser o desenvolvimento da história, já que eu queria que ela gravasse esse CD de uma vez pra poder sair da Edgehill e alçar novos voos.

Por hoje é isso. Sigo esperando por dias melhores. E vocês?

Revolution – There Will Be Blood e Love Story

Data/Hora 14/10/2013, 15:15. Autor
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Após duas semanas, a reviewer teve uma folguinha das provas pra vir passar as impressões sobre os episódios pra vocês, queridos leitores. Então comecemos logo que atrás vem gente!

There Will Be Blood, indubitavelmente, foi melhor que o season premiere. Lembram-se que falei que muita coisa tinha ficado mal explicada, etc e tal? Pois é, deu uma melhorada. Não foram muuuuuuitos flashbacks no episódio não, mas os que tiveram foram bastante explicativos. Ainda não desatou completamente o nó que deu na cabeça, mas tá se encaminhando pra isso.

Tivemos muitos fatos marcantes no episódio, começando pela ressurreição do Aaron. Gente, O AARON REVIVEU! *chora de alegria* Obviamente, foi um treco muito estranho, mas tem uma explicação: a nanotecnologia. Lembram-se das particulazinhas que poderiam queimar o mundo caso a energia fosse religada? Pois é, as próprias ressuscitaram meu personagem favorito. O que é estranho, acho que papai do céu as reprogramou – esse é um mistério ainda não solucionado. O Aaron também teve outro momento de destaque: Ben Matheson apareceu pra ele. Gente, tinha tanto tempo que eu não via o Ben que demorou um cadinho pra eu perceber que era ele mesmo. Pois bem, Aaron está sozinho em um prédio e escuta um tiro. Corre para socorrer e dá de cara com seu amigo defunto, caído no chão, baleado. E aí, o Ben some, como se fosse um delírio da cabeça do Aaron.

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Outra coisa é o cárcere de Miles – os “selvagens” tomaram conta mesmo, eu fiquei com medo dos caras, especialmente depois da entrevista deles com nosso herói, que quaaaaaaase conseguiu escapar. Miles viu o xerife ser morto, tentou fugir da jaula, levou um tiro na mão – pra aprender a não matar os capangas de Titus (o líder dos “selvagens”) – , depois foi levado para além da porta vermelha – que não, não é uma câmara de gás, como eu tinha imaginado, mas algo próximo de um ambulatório (acho que era, tinha uma caixinha de música e uma penca de gente estropiada lá, acho que viva, passou meio rápido). Rachel, por sua vez, quer porque quer salvar o Miles, e passa o episódio inteiro procurando ajuda pra invadir o cárcere, basicamente.

Baby Charlie consegue achar o Monroe, mas acaba caindo nas garras do grupo que pegou o homem – que trabalha para o governo do EUA, que quer o Bass vivo por alguma razão obscura. Fica presa lá um tempo e depois o líder do grupo resolve soltá-la. Charlie, que não é boba nem nada, segue os caras quando vão embora levando o Monroe. Quando o Bass consegue fugir da carruagem, vai todo mundo atrás, tentando matar o homem. Conseguem? Óbvio que não, senão cadê a emoção? Mr. Bass consegue fugir, depois de apanhar um pouquinho, rouba a carruagem e larga Charlie e seus captores pra trás. Comentário aqui, que achei a Charlie muito molinha, Monroe conseguiu escapar dela muito fácil.

Enquanto isso, Neville e seu filhinho conspiram pra derrubar a poderosona do governo dos Estados Unidos – sim, ele acredita que os Estadunidenses lançaram as bombas e mataram a Julia. Consegue aliados pra tentar matar a mulher, mas no fim das contas, trai seu comparsa – matando-o – pra conseguir a confiança dela e, provavelmente, rasgar a coisa por dentro. Bem Neville essa ideia, certo? Nada demais. Pois é, colegas, Edgar Crane (vulgo Tom Neville) vai virar segurança do governo dos Estados Unidos!

O episódio termina com o Miles entrando no cômodo da porta vermelha, mas tem mais uma coisinha estranha e inexplicada no episódio: ratos mortos. Do nada, o chão fica coberto de cadáveres de ratos – algo tão pirado e inexplicado quanto os vagalumes, pelo menos por enquanto.

Love Story, o terceiro episódio da temporada, dá um enfoque maior aos relacionamentos afetivos da história – por conta da ameaça, etc -, mas não se resume só a isso. Pra começar, nada foi explicado. A razão de Aaron ter sido ressuscitado, os vagalumes, os ratos, nada. E não tivemos flashbacks também.

Pois bem, Rachel e sua gangue conseguiram salvar o Miles e RAPTARAM A MULHER O TITUS. Isso mesmo, atrás da porta vermelha, tinha uma esposa diabética, por isso Titus aprisionava pessoas – todas tinham sangue O negativo e eram drenados, passando sangue pra Jessica, Mrs. Titus. O rapto de Jessica é a base do episódio quase todo: os “selvagens” – que, descobre-se depois, não são liderados pelo Titus, mas pelo governo dos Estados Unidos – marcham até a cidade e Miles consegue um acordo: devolve Jessica (viva) e oferece sua vida – ataque de herói – se o grupo deixar todos os habitantes da cidade saírem. Acontece que, no meio do caminho, a Mrs. Titus se mata porque não quer voltar pro marido, aí a coisa desanda. O grupo ataca, os cidadãos ficam encurralados, etc e tal, e a cidade termina tomada pelo exército do governo dos Estados Unidos – que matam todo o grupo de Titus e salvam a vida de Rachel (o que é irônico, pois ela está sendo procurada, assim como o Bass, já chego nessa parte).

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Neville é descoberto. A identidade de Edgar Crane não cola, então ele e o filho são investigados. Justine (a poderosona) sabe que ele é perigoso, mas que pode ser útil, então resolve mantê-lo por perto, por garantia, e diz que tem planos especiais para Jason. É só isso mesmo. Não acontece mais nada com eles. Enquanto isso, Charlie e o captor bonitão estão andando, conversando, ela quase acreditando que os motivos de ele trabalhar para o governo estadunidense são nobres. Bass aparece, dá um golpe no mocinho e carrega a Charlie, pra mostrar pra ela que, assim como ele, a mãe dela também está sendo procurada (ele acha os cartazes de “Wanted!” na carruagem que roubou). Depois de descobrir que o bonitinho mentiu pra ela sobre suas razões, decidir não matá-lo e receber uma proposta indecorosa de Bass, Charlie vira as costas e vai embora.

Em suma, é isso. Acho que tá demorando muito pra esse pessoal explicar as coisas – o terceiro episódio nem flashback teve! -, mas pelo menos Rachel e Miles saíram daquela chatice. Ainda não sei qual é a da Charlie e tô meio que torcendo pro Neville. Até a próxima, pessoal!

The Crazy Ones – Bad Dad

Data/Hora 13/10/2013, 22:49. Autor
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“Finalmente verei o nascimento de algo que me orgulho… Exceto você. Você é legal.” – Simon

Nesta semana, fomos presenteados com o que foi, a meu ver, o episódio mais “redondinho” de The Crazy Ones até o momento. Enfim, vimos a série focar na relação entre pai e filha. Simon e Sydney tomaram para si grande parte deste episódio, e o resultado foi uma delícia.

O terceiro episódio da série foi centrado, mais uma vez, em dois arcos principais, que podem ser resumidos da seguinte maneira: rêmoras e aulas de direção.

Desta vez, pai e filha se uniram em prol de uma campanha publicitária sobre… Pais e filhos (e o que mais poderia ser?)! A tentativa de criar uma campanha perfeita, que mostrasse a importância da presença dos pais nos momentos marcantes da vida de seus filhos, causou muita confusão e foi um prato cheio para a série nos presentear com cenas ao mesmo tempo engraçadas e ternas entre nossos protagonistas, mostrando um pouquinho do que foi a infância e a adolescência da pobre Sydney.

A campanha, baseada na primeira experiência de Sydney aprendendo a dirigir, causou estranheza ao pessoal que avaliava a propaganda. Aquilo que para Simon era apenas mais uma lembrança divertida, do “pai legal” que ele julgava ser, nada mais era do que uma lembrança traumática e reprimida na vida de Sydney. Não é à toa que a moça se sente eternamente medrosa e jamais dirigiu novamente!

“A caneca de “Melhor Pai do Mundo” que você me deu está errada. Todas as minhas canecas mentem? Será que eu gosto de segundas-feiras?” – Simon

Simon, chocado com a descoberta de que não é o “melhor pai do mundo”, resolve dar uma segunda chance à ideia de ensinar sua filha a dirigir, e é justamente aí que chegamos ao ápice do episódio. A cena da – trágica – morte do pombo, e aquela em que os nossos dois protagonistas confrontam o pai e a filha que estavam passando pela mesma experiência no carro em que Sydney bateu fizeram valer o episódio. E aqui é preciso dizer: as atuações de Robin Williams e Sarah Michelle Gellar foram impecáveis. Esqueçam as ressalvas que fiz até aqui (pelo menos neste episódio, que fique claro!), pois o que vimos foi um Robin Williams comedido, engraçado na medida certa, sem exageros, e uma Sarah Michelle Gellar engraçada, divertida, mostrando a que veio e que, sim, ela é capaz de fazer comédias!

No outro arco do episódio, assim como na semana passada, vimos mais uma “disputa” entre Zach e Andrew. Zach, o galã da agência, mulherengo, puxa-saco número um de Simon, é o exato oposto de Andrew, o diretor de arte nerd, introvertido, que faz tudo para chamar a atenção do chefe e insiste em seguir todos os passos de seu colega bonitão. Como bem observado por Lauren, Andrew é a rêmora de Zach.

Hã? Sabe aquele peixinho que tem um órgão de sucção na cabeça e vive literalmente “grudado” em peixes maiores, principalmente tubarões, aproveitando-se para se alimentar de seus restos? Pois é, eu também não. Mas – quem diria! – The Crazy Ones também é cultura! E eis que a ala masculina da agência passa a ficar dividida entre “tubarões” e “rêmoras”. Andrew é a rêmora de Zach, que por sua vez é a rêmora de Simon. Uns puxando o saco de seus respectivos “tubarões” e vivendo dos restos dos outros.

Aliás, um beijo para os roteiristas que ouviram minhas preces e deram maior destaque para a Lauren nesse episódio. Seus comentários foram nada menos do que geniais (sempre dando sua “opinião honesta”) e eu realmente espero que eles continuem enxergando todo o potencial da personagem, porque ela vem funcionando muito bem. Um exemplo?

“Aprendi a dirigir quando estava com meu tio na Síria. Ele foi baleado pela polícia e eu era a única que podia levá-lo ao hospital. Mas ainda acho que a sua experiência foi mais assustadora.”

Fazendo um balanço da temporada, com apenas três episódios até aqui, acho que posso dizer que a série está começando a conquistar a sua audiência e encontra o seu equilíbrio. Williams não esteve (muito) caricato nos dois últimos episódios, e a trama entre pai e filha, que a princípio é o carro-chefe da série, vem ganhando mais espaço. Agora nos resta apenas esperar para ver o desenrolar desta história, até porque, o alvoroço da “nova série de Robin Williams” não vai durar para sempre. Será que a série se sustenta? O que vocês acham?

Até a semana que vem!

The Bridge – The Crazy Place

Data/Hora 13/10/2013, 18:56. Autor
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Bom, enquanto todo mundo já está aproveitando o fall season, o meu summer ainda não tinha acabado. Demorei muito para assistir a esse episódio de The Bridge por vários motivos: técnico – meu computador tinha pifado; tempo – que está cada vez mais escasso; vontade – pois sabia que o episódio não ia ser muito bom. Mas finalmente juntei forças e, assim que o computador voltou a funcionar, assisti a The Crazy Place.

Como já disse nos últimos dois textos, The Bridge acabou em Take the Ride, Pay the Toll e os dois episódios que passaram na sequencia foram para “encher linguiça”. Algumas tramas paralelas foram desenvolvidas, mas sem tempo suficiente para serem finalizadas, ou seja, vamos ter que relembrar muitas coisas antes da estreia da segunda temporada.

Charlote agora é a chefe do túnel e na sua “empresa” Ray e Cesar são seus empregados. Ele que já foi usado para atravessar pessoas e armas, agora é usado para passar drogas. E eles estão sendo observados por Arliss Froom, que sabe de tudo, mas tudo mesmo! Quem será esse cara?

Charlote

Daniel volta ao trabalho e é recepcionado por Adriana. Como ele ainda está muito debilitado, a primeira matéria que eles vão fazer é entrevistar uma senhora de 100 anos. Quando eles chegam na humilde residência da senhorinha, ela está morta no chão da sala. Vasculhando a casa, ele acha em um dos quartos a “pequena” quantia de 40 milhões de dólares e 20 milhões de euros. De volta redação, Adriana recebe um envelope e uma nota de 20 euros com a seguinte mensagem: Esqueçam o dinheiro, quem é Millie Quintana? Quem será esse cara (2)?

Provavelmente Adriana e família serão mais aproveitadas, uma vez que sua irmã não voltou do trabalho e caminha para ser mais uma menina perdida de Juarez.

Adriana

Agora vamos focar no nosso casal favorito: Marconya!

Sonya

Marco: Precisava contar antes para alguém que eu confio. Uma coisa assim tem muitas camadas. É perigoso. Você precisa tomar cuidado.

Sonya: Eu sei, nós precisamos tomar cuidado!

Sonya está empenhada em resolver o caso das meninas desaparecidas de Juarez e pelo que disse, ela está contando com a ajuda de Marco. Porém, antes de mergulhar neste novo caso, eles continuam buscando e acabam encontrando Eva, para a alegria de Steven. Só que o buraco é bem mais embaixo, como Marco tinha falado, pois eles conseguem provas concretas de que a polícia de Chihuahua está envolvida.

Apesar de demonstrar que é forte, Marco ainda não está 100% curado de todas as perdas que sofreu. Sonya tenta de todas as formas consolá-lo, em vão, pois a sede de vingança é maior e ele quer matar David Tate com as próprias mãos. Para isso ele procura Fausto e cobra um favor.

Marco

Confesso que cochilei vendo o episódio. Realmente esses dois últimos episódios foram completamente desnecessários. Mas vamos esperar para ver e que venha a segunda temporada.

Considerações Finais:

Na média, achei essa primeira temporada regular. Depois de um começo arrastado e confuso, a série deu uma engrenada e mostrou a que veio. Porém, depois deste clímax, ela retroagiu e voltou a se arrastar. Apesar de tecnicamente ser muito boa – fotografia, edição e trilha perfeitas – não adianta nada se a história não for bem contada.

Diane Kruger demorou para encontrar o tom de sua personagem e como é a central, isso atrapalhou muito. Sua química com Demian Bichir (sempre excelente) foi sendo construída e melhorada ao longo da temporada.

O restante do elenco foi excepcional, apesar dos problemas no roteiro. Destaco Matthew Lillard (o eterno Salsicha do Scooby-Doo), que trouxe uma pitada de comédia sarcástica com seu Daniel e Eric Lange, que arrebentou com seu David Tate. Annabeth Gish (linda no auge dos seus 42 anos) e Thomas M. Wright tinham os personagens mais promissores e foram os que saíram mais prejudicados. Espero que os roteirista se redimam na próxima temporada.

Uma salva de palmas para o FX, pela coragem de passar uma serie com legendas. Tomara que as outras emissoras sigam esse exemplo. E proporcionalmente eu puxo a orelha do canal por mostrar o México de uma forma tão pejorativa. Tudo bem que faz parte, mas não precisava ser tão literal.

Como disse, a segunda temporada já tinha começado e agora a gente entra em um hiato de quase um ano! Espero vocês ano que vem. Termino este texto com uma música, na realidade uma versão, que me chamou muito atenção neste episódio. Até breve!

Sleepy Hollow – For The Triumph Of Evil e The Lesser Key Of Solomon

Data/Hora 13/10/2013, 17:26. Autor
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Primeiro foi o próprio Sem Cabeça, depois, aquela bruxa do fogo. Sleepy Hollow está apresentando um monstro por semana, e isso ajuda a prender atenções. Desta vez foi o Sandman, ou “João Pestana”, como conhecemos por aqui, além da própria criatura que apareceu no espelho no primeiro episódio, mas que agora pudemos finalmente saber um pouco mais sobre ela.

Quem já ouviu falar sobre o João Pestana, sabe que na lenda ele é simpático e que joga areia nos olhos das crianças para que elas durmam, tendo até mesmo canções de ninar para ele. Entretanto, em Sleepy Hollow, o Sandman (como os personagens lá o chamam) que existe lá é uma versão malvada da criatura, e bem assustadora e vingativa. Basicamente, a função dele é fazer justiça com as próprias mãos, matando quem ele considera culpado por abandonar uma pessoa quando esta mais precisou. E por Abbie ter largado a irmã na instituição dos loucos, o Sandman Mau lembrou da existência dela.

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Bastaram umas macumbas e uns escorpiões para que ela e Ichabod entrassem no mundo dos sonhos e lá combatessem a criatura. E no meio desse feitiço para entrarem em outra dimensão, eu me pergunto se Ichabod não poderia fazer algum parecido para visitar Katrina e tentar tirá-la de lá. Infelizmente ele e Abbie estavam ocupados demais com o Sandman e com os pensamentos em Jenny para ter essa ideia.

Por falar em Jenny, era meio evidente que a garota era problema. A Abbie até foi lá, na boa vontade, tirar a irmã do hospício, mas a garota some antes. Na busca, descobrimos que além de ter fugido, Jenny herdou uma casa do ex-Xerife. E ela acaba revelando que viajou o mundo às ordens dele, combatendo o mau.

Enfim, é óbvio que as duas irmãs brigam e não se dão bem logo de cara, mas a possibilidade de um livro libertar demônios na Terra faz com que as duas e Ichabod fiquem do mesmo lado e Abbie então destrua o livro. Talvez tal atitude finalmente tenha selado a parceria entre as duas irmãs, e feito com que Jenny conseguisse perdoar Abbie, sendo que agora ficou claro que as duas continuarão do mesmo lado. Me desperta curiosidade para ver até onde essa parceria vai dar, já que evidentemente Abbie é a mais capacitada para lutar contra os demônios, e a mais séria entre os três.

02

P. S. [1]: Por favor, dêem um programa de rádio para o Ichabod contar suas histórias de amor! Uma das coisas que eu amo nessa série é que mesmo entre demônios, tensões e conflitos, temos momentos de comédia protagonizados por Crane.

P. S. [2]: Espero que essa turma de “soldadinhos do demônio” que torturaram as pessoas atrás de Jenny ainda renda umas boas histórias.

Grey’s Anatomy – Puttin’ on the Ritz

Data/Hora 13/10/2013, 14:28. Autor
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O aguardado momento chegou. Grey’s Anatomy completou 200 episódios de existência. E confesso que me decepcionei com o episódio.

A proposta de Puttin’ on the Ritz foi simples. Apesar do baile de gala, vimos um episódio sem grandes acontecimentos. Se por um lado isso é positivo – já que fomos poupados de tragédias e não ocorreu uma quebra na história da temporada -, por outro foi negativo, afinal o episódio era especial e merecia uma trama a altura.

Inevitavelmente eu recordei do belíssimo e emocionante centésimo episódio. Do casamento de Izzie e Alex. Da trama cativante. E talvez por isso a decepção. Esperava algo diferente, mas semelhante. Algo que gravasse na mente. E Puttin’ on the Ritz será daqueles episódios que vai cair no limbo do esquecimento (a.k.a. será lembrado com muito esforço).

Mas, apesar da minha decepção, o episódio passou longe de ser ruim. Se ele fosse apenas um episódio normal, ele teria sido inclusive bastante bom. Isso porque ele deu continuidade as tramas da temporada e ainda começou a introdução de algumas novas, e que devem movimentar os próximos episódios.

Cristina tanto tentou – e até deu dicas de paquera – que Owen resolveu dar um passo adiante na jornada rumo a uma separação definitiva. E até que simpatizei bastante com a médica do Seattle Press. Ela é bonita, tem um bom papo e pareceu legitimamente interessada em Hunt. O mais significativo: ele ficou conversando com a médica, ao invés de ir pro Joe’s com Yang. Ou seja, talvez vejamos a moça novamente. Particularmente, estou torcendo por isso.

Já Yang, que parecia ansiosa para sair com alguém, acabou desprezando o doador de uma polpuda quantia ( o fora dela no rapaz foi muito hilário, à propósito) e acabou chamando Owen pra sair (desejo de break-up sex, COM CERTEZA). Mas aí já era tarde. Doeu um pouquinho ver o olhar dela ao ir embora sozinha, mas qual é, Yang? Você estava tão decidida! Espero que ela continue determinada a ficar afastada de Owen, ninguém quer aquele mimimi de volta.

Outra nova história – além da paquera do Owen – é a chegada do pai do Alex. Foi repentina, foi inesperada. E deve trazer várias consequências. Como Alex vai lidar com o confronto com o seu passado dolorido? Como ficará o relacionamento de Jo e Alex com essa aparição repentina? Talvez, não fique bem, já que Karev deu mostras de que não sabe como agir quanto à suas questões sentimentais “em dupla” (aliás, ele não sabe agir com suas questões sentimentais. Ponto). Tô bem curiosa para ver como essa questão vai se desenrolar, e feliz por Alex ter seu passado explorado – ele é o mais “desconhecido” do público, até agora.

Além de abrir essas duas possibilidades para o decorrer da temporada, o episódio ainda tratou das histórias já em aberto.  E conduziu algumas delas para um desfecho.

Uma delas foi a da recuperação do Chief, que foi um idiota mais uma vez – com a Bailey, agora.  E foi genial usar o outro paciente – o velho ranzinza e preconceituoso, mas cheio de vontade de viver – para fazer Weber confrontar o estado miserável no qual se encontrava. Aparentemente, Richard decidiu brigar pela vida. Espero que em breve ele esteja recuperado e pronto pra rastejar por desculpas, já que, assim como Mer, eu estava pronta para deixar ele entrar em coma.

Os internos também continuaram recebendo algum destaque. Jo acompanhou Alex no baile de gala, e portanto não se envolveu na parte médica. Leah, que acabou de babá e garçonete, também ficou afastada dos atendimentos. Mas soube se posicionar bem e talvez seja vista com outros olhos a partir de agora. E Shane e Steph assumiram que são tubarões – o que agradou bastante Cristina. De quebra, ainda rolou um beijo – movido pelo entusiasmo – entre os dois, devidamente presenciado por Jackson.

E acho que o beijo, mais do que mostrar algum sentimento de Shane por Steph (que eu nunca percebi, sendo bem sincera. Por isso acho que foi mais a emoção do momento), serviu para fazer o relacionamento dela e de Avery evoluir. Os dois precisaram conversar sobre o que são, e há uma perspectiva de futuro para ambos. De um relacionamento mais estável e profundo. E o momento de Jackson contrastou com o de April, que bebeu todas. Está bem evidente que Kepner não está completamente bem com o status de sua relação com Avery. Perdeu, April. Vai ter que se virar nos 30 pra conseguir se divertir no parque de diversões novamente. E não me venham com a conversa de que ela está bem com o Matthew e em paz com Jesus. Não cola.

Grey's Anatomy -  Puttin' on the Ritz 2

Outra que tomou todas – enquanto Callie espalhava sua morte aos quatro cantos como forma de angariar fundos. Engraçado, mas ao mesmo tempo devastador – foi Arizona. E achei interessante ver que finalmente ela está se dando conta da real situação de seu casamento. Nos primeiros episódios ela estava esperançosa demais, achando que tudo se resolveria facilmente. Agora não. Ela reconhece que é uma traidora – e foi interessante ver ela mencionando que Lauren a encarou também, mas com olhos diferentes. A velha história de ver além da perna amputada – o que é um grande primeiro passo. Só que, além disso, ela precisa andar mais um pouco antes de voltar com Callie – se é que isso vai acontecer -, e lidar com seus fantasmas, especialmente com a falta da perna, que ainda é um problema pra ela (e a menção sobre ser encarada por causa disso evidencia o fato).

Mas o ponto alto do episódio, pra mim, foi MerDer. A rivalidade entre os dois serviu para reacender o fogo da paixão (impossível não se divertir com a “flertada” de Meredith e com Derek usando o pequeno Bailey -, e ver os dois completamente apaixonados, companheiros e lutando contra as adversidades que uma família pode trazer para um casal de cirurgiões foi muito, MUITO legal. Depois de mais de cinco anos de relacionamento ininterrupto (e dez anos entre idas e vindas) eles continuam firmes e fortes, se amando pra caramba. E não posso deixar de abrir um sorrisão ao constatar isso.

Além de MerDer, as referências do episódio à várias coisinhas do passado me encantaram. Meredith mencionou os desaforos que aguentava da mãe, e as quatro primeiras temporadas, marcadas pela Meredith dark and twisty, vieram a mente. Yang chamou Hunt para ir ao Joe’s, e milhares de cenas pularam diante dos olhos. Saudade da época de tequilas e dardos no Joe. Derek relembrou do momento – picante – entre ele e Mer no baile de formatura da sobrinha do Chief, que encerrou a segunda temporada – e da calcinha preta pendurada no mural, lá no início da terceira. Preciso dizer que quase morri com essa lembrança? A competição entre os médicos, para ver quem arrecadava mais dinheiro, lembrou os velhos tempos nos quais o quinteto competia severamente por cirurgias. A bebedeira de Arizona e April lembrou de Mer bêbada, de Bailey bêbada. Enfim, esse episódio trouxe várias recordações quanto aos velhos tempos, e pelo menos nesse aspecto cumpriu sua função de episódio comemorativo.

Na próxima semana, Grey’s Anatomy volta para o episódio 201. E seguirá sua programação normal, que consegue nos cativar depois de 10 anos. Então, ergamos nossas taças. Esse episódio pode não ter sido especial o suficiente. Mas há muito ao que brindar.

P.S.: Avery é um anfitrião e tanto. Ser membro de uma família da realeza médica foi bastante útil, é claro. Mas a sacada de levar os doadores ao hospital foi a cereja no topo do bolo. E agora, com os cofres cheios, o GSHM deve voltar com força total.

P.S.1: Daria mais que 4 para o episódio, se ele fosse o 199 ou o 201. E acho que vocês já compreenderam isso.

Atlantis – A Girl By Any Other Name

Data/Hora 13/10/2013, 13:37. Autor
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Que Atlantis é a versão Grécia Antiga de Merlin isso todos nós já sabíamos. Que seguiria a mesma estrutura de episódios, de dinâmica de personagens, isso também. Mas que também seguiria o mesmo plot principal, isso era impossível de prever, até porque ninguém seria estúpido o bastante para usar o mesmo plot em duas séries diferentes. Mas esse não parece ser o caso de Johnny Caps e Julian Murphy, que estão reaproveitando o que fizeram em Merlin descaradamente.

Nesse episódio, um senhor idoso e doente procura pela ajuda de Jason – tendo ouvido falar de sua coragem ao matar o Minotauro -,e pede sua ajuda para encontrar sua filha Demetria, que está desaparecida. Seguindo as pistas ele descobre ela foi levada pelas Ménades, adoradoras do deus Dionísio, para torná-la parte do culto. Quando ele, Pitágoras e Hércules vão até a floresta de Nysa para procurá-la, encontram uma garota que tudo indica ser Demetria, só que ao ficarem presos no templo das Ménades, eles descobrem que ela não é Demetria. Até aí nada demais, o grande porém é nome dessa garota: Medusa.

Sim, aquela Medusa que todo mundo conhece, o ser mitológico sinistro com o cabelo de cobras e que transforma todos que olham nos seus olhos em pedra. Mas como a simples garota Medusa irá se transformar no monstro mitológico Medusa? No final do episódio vimos a grã sacerdotisa da Ménades lançar uma maldição nela pouco antes de morrer, o que já indica o que reserva o futuro da garota.

“Mas Lucas, até aí eu não vi nada de semelhante com Merlin, porque você diz que as duas séries tem o mesmo plot principal?”

Simples. Se você assistiu Merlin sabe que a vilã principal, Morgana, começou a série como uma garota normal, uma das mocinhas, e que aos poucos foi ficando poderosa e má na mesma proporção, até se tornar a mais terrível das bruxas, e a famosa grande inimiga de Merlin. E como vimos no final desse episódio, o Oráculo disse a Jason que o destino dele e de Medusa estavam ligados, e que ele já sabia qual seria o dela, ou seja, se tornar o famoso monstro. Se ela irá se transformar no monstro inevitavelmente e o destino dela e de Jason estão ligados, então quer dizer que um dia os dois se tornarão inimigos mortais, mesmo que agora isso seja impensável. É exatamente a mesma história de Merlin e Morgana. Os dois começaram a série como bons amigos, chegando até a se tornarem cúmplices, e no final ela se tornou seu Nêmesis, sua pior inimiga.

Como esses roteiristas podem ser tão preguiçosos? Usar o mesmo plot em duas séries que deveriam ser completamente diferentes? Uma coisa é se usar a mesma estrutura, o mesmo modo de retratar a história e tudo mais, isso até é aceitável, apesar de não ser nem um pouco recomendável, mas reaproveitar a história de uma série e apenas fazer algumas mudanças? O que eles estão pensando, que o público é estúpido e não vai perceber simplesmente porque as séries são diferentes? Bom, claro que não dá pra afirmar com certeza que será exatamente a mesma coisa, pois muita coisa ainda vai acontecer na série, e tudo pode mudar. A não ser que isso não seja preguiça dos roteiristas, e sim falta de talento para criar histórias, se for isso, então Atlantis está fadada ao fracasso. E logo no início.

Outro problema que a série tem é a falta de carisma dos personagens. Todos eles parecem batidos e previsíveis. Jason é o típico herói incompreendido, que está tentando encontrar respostas e só encontra mais perguntas; Pitágoras é o sidekick inteligente, que está sempre disposto a acompanhar Jason; Hércules é o alívio cômico; o Oráculo é o personagem misterioso que sabe de tudo mas só fala através de metáforas e frases feita; além de que está mais do que na cara que a princesa Ariadne será o par romântico de Jason, toda vez que os dois se encontram eles ficam encantados um com o outro, só faltam os olhos ficarem com formato de coração como nos desenhos animados. Em Merlin os personagens também eram assim, mas os atores eram tão carismáticos e tinham uma presença de tela tão boa que isso quase que passava despercebido. Fora que a dinâmica era bem diferente. Só pelo fato de Merlin ser o herói mas com jeito de sidekick já deixava mais interessante. E o par romântico de Arthur e Gwen foi se desenvolvendo com o tempo, ao contrário do “amor à primeira vista” de Jason e Ariadne.

Enfim, a sensação que dá é que os roteiristas não pegaram nenhuma experiência com o trabalho anterior e estão conseguindo cometer ainda mais erros do que antes, e é uma pena, porque Atlantis é uma série com potencial enorme, um assunto extremamente vasto que poderia ser tratado de diversas maneiras, mas que está sendo tratada de forma tão desleixada. Eu ainda estou muito otimista com a série e estou torcendo para que melhore, tomara que com o aparente sucesso que está fazendo os roteiristas caiam na real e comecem a desenvolver a criatividade.

Mas o episódio teve pontos positivos, e eles são da direção e da edição, que foram extremamente satisfatórias. A caracterização das Ménades ficou excelente, e os sátiros realmente ficaram assustadores (apesar de aquilo não ser um sátiro, mas a interpretação é aceitável), conseguindo até me arrancar um susto no início do episódio (coisa muito difícil de acontecer). Se o roteiro está falhando pelo menos os episódios são bem filmados (só tirarem aqueles movimentos ridículos em câmera lenta do Jason quando está lutando que fica tudo perfeito).

Repetindo: ainda é cedo para tirar conclusões. Tudo pode mudar. Aliás, é melhor mesmo que mude, para que não tenhamos o desgosto de ver uma série que poderia ser excelente ir para o esgoto, ainda mais sendo uma série britânica, e séries britânicas raramente (muito raramente mesmo) dão errado, e quando dão geralmente são fatores externos e não necessariamente por falta de qualidade. A própria Merlin foi cancelada por falta de orçamento da BBC. Vamos torcer para que dessa vez o investimento da emissora em Atlantis seja bem aproveitado.

Elementary – We Are Everyone

Data/Hora 13/10/2013, 11:42. Autor
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O terceiro episódio da nova temporada de Elementary foi tão bom (ou ainda melhor) que o capítulo anterior. Em We Are Everyone, Sherlock Holmes tentava descobrir o paradeiro de um homem que vazou informações secretas sobre o governo americano – uma clara apologia ao caso do jornalista Julian Assange, do site Wikileaks, e ao do ex-analista de inteligência Edward Snowden.

O episódio foi ao ar justamente uma semana antes de o filme O Quinto Poder ser lançado nos Estados Unidos, no próximo dia 18 de outubro. O longa metragem, inspirado na vida de Assange, é estrelado por Benedict Cumberbatch (o Holmes da versão britânica Sherlock) e já causa polêmica, uma vez que Assange mostrou-se contra a realização do filme, tendo, inclusive, tentando conversar Cumberbatch a não fazê-lo.

Achei a referência genial e, desde o começo, fiquei curiosa para saber de que lado a CBS iria se posicionar: do homem que evidenciou os abusos do governo da maior potência econômica mundial – e visto como herói por muitos – ou do governo propriamente dito. A verdade é que Holmes parecia fazer parte dos defensores do rapaz no começo do capítulo, mas, depois, o foragido tornou-se um assassino e a CBS, obviamente, não iria se manifestar contra o governo.

Foi um episódio inteligente, cheio de reviravoltas, imprevisível e instigante. É um tema atual e que, portanto, desperta o interesse de todo mundo. Elementary não se limita aos casos de homicídio e sabe, sim, ser uma série política.

Elementary 2X03

Já a Watson, depois de conversar com uma amiga, resolveu que precisava “viver a vida”, encontrar sua metade da laranja e se inscreveu em um site de namoros. Holmes ficou visivelmente incomodado, mas ainda não sabemos se por ciúmes da Watson ou se por frustração no amor desde o ocorrido com Irene, digo, Moriarty (talvez, pelos dois motivos). No final das contas, a Watson até encontrou um namorado em potencial (e, ao que tudo indica, rolou até um beijo). Apesar de ter achado o cidadão um fofo, fiquei desconfiada: que tipo de pessoa bate na porta de uma mulher que dá seu endereço na Internet e ainda escreve coisas picantes (ainda que ela não fosse a autora, na verdade)? Bem intencionado ele não estava….

Holmes, por sua vez, começou a ler uma carta de amor toda reflexiva. A carta, obviamente, foi escrita por Irene, mas, até certo ponto, não sabíamos se era uma correspondência antiga ou atual. Eis que, ao final, somos informados – e surpreendidos – por um “Sempre sua, Jamie Moriarty”. Pois é! Moriarty ressurgiu na história e, pelo jeito, Watson e Holmes não vão dar uns amassos – entre eles – tão cedo, já que cada um, agora, tem seus “respectivos”. Imagino que se Elementary durar muitas temporadas, uma hora, o envolvimento amoroso dos dois será inevitável. Por agora, estou achando interessante ver os dois personagens descobrirem o amor em caminhos separados. Se for para ficarem juntos, que já estejam calejados pela vida, que estejam, finalmente, prontos um para o outro. Porque, se for para acontecer, tem que ser especial.

Ah! Nesse episódio a Watson (quase) começou a escrever sobre Holmes, como o personagem (então, masculino) fazia nos livros. E o título do texto era The Casebook of Sherlock Holmes. Exatamente: o nome de um dos contos escritos por Arthur Conan Doyle (no Brasil, Os Arquivos de Sherlock Holmes). Tão emocionante quanto isso, só mesmo a tartaruga Clyde reaparecendo. Estava com saudades dela.

Scandal – Guess Who’s Coming to Dinner

Data/Hora 12/10/2013, 14:50. Autor
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Essa semana tivemos um episódio dividido em duas histórias; dividido entre 2013 e 2008. Voltamos cinco anos no tempo, quando Olivia ainda estava com Edison e Huck ainda “habitava” a estação de metrô e ficava contando as horas dos trens. Descobrimos muito sobre o relacionamento da Olivia com o pai dela e também sobre Olivia e Edison, que, pelo que a gente bem sabe, continua doidinho com a Pope. O outro lado do episódio foi o escândalo (olha o nome aí!) do caso extraconjugal do presidente. Cada um contando uma mentira maior que a outra e até a gente fica meio em dúvida sobre o que aconteceu.

Fitz continua chateado com Cyrus e Mellie por… TUDO! O presidente já andava meio cabreiro com os dois, mas depois que descobriu que a presidência não lhe pertence de fato, ficou ainda pior, ignorando qualquer conselho e repudiando todas as opiniões. Aí Cyrus e Mellie se uniram para fazer justamente o contrário do que ele queria, porque eles são assim agora. Preparados para divulgar o caso do presidente com a coitada da funcionária da Casa Branca que nada tinha a ver com a história, Cyrus e Mellie tentaram fazer a cabeça de Fitz.

Enquanto isso, Olivia tentava salvar Jeanine das garras carniceiras da imprensa. Divando em uma coletiva de imprensa, ela divulgou pra Deus e o mundo que está atendendo Jeanine “de grátis” por ter sido ela mesma afetada por aquela farsa. “Ontem o presidente estava tendo um caso comigo; hoje é Jeanine. Amanhã… quem sabe?”, deixando bem claro que quanto mais mentiras aparecessem, mais desacreditada a Casa Branca ficaria.

Mas Fitz não desiste de ser um sedutor incurável. “Em algum lugar, em um outro universo, nós somos casados, e temos quatro filhos, e nós moramos em Vermont, e eu sou o prefeito…” disse ele a Olivia em um telefoema secreto. Fitz, o romântico… só que não porque ele é casado! Ah é, e presidente dos Estados Unidos!

E parece que só agora Cyrus pecebeu o quão evil Mellie realmente é. Mellie, por sua vez, finalmente percebeu a defecada que deu ao dizer em rede nacional que seu marido tinha tido um caso. Ambiciosa como sempre foi, a primeira dama percebeu que estragou suas chances de ter um carreira política quando assistia a um repórter fazendo um comentário a seu respeito na TV. Mellie sempre foi assim: fica descompensada de raiva quando o marido está com Olivia Pope, aí espalha um rumor sem noção, ou faz algo de outro tipo para irritá-lo, e depois acaba tendo que se virar para dar um jeito no que fez. Mas Mellie é maligna e a gente nunca sabe o que ela vai aprontar a seguir. E Mellie geralmente só faz a coisa certa quando é pra consertar alguma coisa errada que ela já fez.

Cyrus exigiu que o presidente arrumasse culhões de tamanho presidencial para enfrentar a imprensa e dizer que tinha tido um caso com a coitada da Jeanine para salvar a coisa toda que tá acontecendo, mas Fitz nem quer. Mas a coisa cresce um pouco mais, e interesses maiores entram na jogada.

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“Quão presidenciais são minhas bolas agora, Cy?”

Mas, para entendermos que interesses são esses, e que jogada é essa, vamos a 2008.

No tempo em que Huck ainda morava na estação do metrô, Olivia tinha estabelecido um acordo com seu pai através do qual ele pagaria as dívidas que ela tinha da faculdade de Direito e, em troca, ela jantaria com ele aos domingos. O acordo era também uma tentativa do pai de Olivia reconectar com sua filha, a qual ele havia mandado estudar longe quando a esposa morreu. Gente boa demais, o sujeito.

Certa noite, ao ser assaltada no metrô, Olivia foi bravamente defendida por Huck, que demonstrou ter intenso conhecimento de artes marciais e a coisa toda. Intrigada, ela perguntou a ele onde ele aprendera aquilo tudo e insistiu que ele podia confiar nela. Huck contou toda a verdade a ela, sobre o B613, e a CIA e o escambal a quatro. Mas acabou que ele não podia mesmo ter confiado nela.

A vida joga umas coincidências muito infelizes na cara das pessoas. Neste caso, foi a Shonda mesmo quem jogou.

O cara de quem Huck tanto tinha medo, que o tinha jogado ali onde estava, sem sua mulher e seu filho, e absolutamente sequelado das ideias, era justamente o pai da Liv… ao qual ela contou sobre Huck, pedindo para que ele pesquisasse sobre seu novo amigo sem teto. Mas, Liv… que mancada, filha! Huck sumiu do metrô; Liv ficou preocupada; Liv foi tirar satisfação com o pai; Liv levou na fuça. O pai dela mostrou que não tinha mudado coisa nenhuma do cara que a mandou para longe após a morte de sua mãe e Liv viu que teria que pisar em ovos com ele.

Edison tava na parada nessa época. Ele e Liv moravam juntos e ele a havia pedido em casamento, mas ela não aceitara pois dizia não estar pronta. Como Edison, já senador na época, havia entrado para uma comissão que investigava agentes da CIA que cometiam crimes injustificados contra civis, Liv resolveu aceitar seu pedido de casamento e apresentá-lo a seu pai, pra jogar na cara do velho mesmo que ela tava por cima da carne seca.

Então descobrimos outro aspecto do passado afrodescendente de Olivia Pope: o rompimento do noivado com Edison. Olivia chegou ao metrô e viu Huck lá no mesmo lugarzinho de sempre. Mas, em troca disso, Edison sofrera um grave acidente de trânsito. Tudo a ver, né? Calma que a gente explica. Não precisa explicar? Claro que não! Foi tudo coisa do progenitor de Liv chantageando a filha para que ela terminasse o noivado com Edison e ficasse longe dele, senão… Pois é.

De volta ao presente… Liv mais uma vez se viu entra a cruz e a espada, ou melhor, entre Jeanine e Jake Ballard. Lembram do Jake? Que teve um affair bruto com a Liv, mas que não era pra ter se envolvido e, oops… se envolveu? Pois é; ele tá sumido. Liv já sacou que ele tá no mesmo buraco que o Huck ficou e que o deixou sequelado das ideias. Mas ela “sacou” porque seu pai foi gentil o bastante para comparecer ao seu local de trabalho levando a informação. Gente boa o sujeito.

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O pai de Olivia estava exigindo que ela deixasse Jeanine levar a culpa pelo escândalo todo e, em troca, ele soltaria Jake. Liv ligou pro Fitz pra pedir ajuda. Fitz foi a Cyrus pedir ajuda. E Cyrus nem sabia que Fitz sabia do B613. Mas, de qualquer forma, o presidente não tem moral nessa operação, então nem fez diferença.

Mellie e sua melidicência presidencial trabalhavam para fechar o caso. Ao perceber que seu marido não assumiria que teve um caso com Jeanine, ela mesma foi procurar a moça. Ela ofereceu 2 milhões de Obamas (ou seria de Fitz?) pra ela assumir a culpa. Mas é lógico que ela aceitou, né, galera!

Mas ela nem levou a bolada no final das contas, porque o próprio Fitz foi em rede nacional dizer que havia sim tido um caso extraconjugal com uma funcionária da Casa Branca, e inclusive disse o nome dela. Não teve mais como ter dúvida. Jeanine ficou difamada e pobre. Mas ela tem que se acostumar porque a Shonda faz isso mesmo com seus personagens.

A vice-presidente Sally não acreditou no fato e foi falar com o excelentíssimo presidente, que confirmou o que ele havia acabado de dizer em rede nacional. Ela ficou arrasada e ele lhe deu detalhes sórdidos do caso… que nem aconteceu. Vimos que ele está bastante investido na mentira.

Fitz se jogou pros leões para salvar Jake como um antigo companheiro, mesmo estando bravo com ele? Ou foi pela Olivia? Ou foi porque já estava farto dessa história toda? Vamos esperar pra ver o que vem por aí.

Uma coisa que vale a pena comentar aqui é a Lindsay/Quinn, que estava meio apagadinha no final da temporada passada e na premiere dessa temporada e que essa semana começou a querer aparecer mais. Vendo o atrevimento dela ao fuçar o e-mail da Liv, Huck pede a ela para ser menos como ele e mais como Olivia. A gente só acha que a Quinn deveria ser menos chata mesmo. E sendo a mesma pé no saco de sempre, ela conseguiu estragar a única amizade verdadeira que ainda existia nessa série.

Quinn ficou intrigada com a ida do pai de Olivia ao escritório porque ela nunca tinha falado que o pai morava em Washington, nem nunca sequer mecionara que tinha um pai. Então, a atrevida foi mexer no computador da chefe, encontrando uma série de e-mails trocados entre Olivia e o pai. Futucou onde não devia, achou o que também não devia. Ela constatou que os e-mails haviam cessado quando Olivia pediu para o pai averiguar a situação de Huck. E, como ela é atrevida, chata, bisbilhoteira e ainda sem noção, foi mostrar pro Huck.

Huck ficou chateado porque Olivia havia prometido a ele que não havia feito acordo nenhum para que Huck fosse liberado do B613. Huck viu que ela mentira. Huck viu que Olivia conhecia alguém dentro da operação e que, pior de tudo, esse alguém era o pai dela. O mano ficou violento e atacou a Liv, que acabou confessando que seu pai era o comandante da negóça toda.

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*clap… clap… clap* (palmas lentas para dar efeito) Parabéns, Quinn! Destruiu a melhor amizade da série, além da relação de confiança que o Huck tinha da Liv, a ÚNICA relação de confiança na vida do Huck.

Mas e o pobre coitado do Jake, gente? Como o que daddy Pope queria já tinha acontecido, que era Jeanine levar a culpa pelo escândalo, ele fez outro acordo com Liv. Jake foi liberado do buraco negro no qual se encontrava, indo cair na porta da casa de Olivia. Quanto à outra parte do acordo, Liv vai ter mais uma série de agradáveis refeições nas noites de domingo com seu querido pai. É muito amor nessa relação entre pai e filha.

PS1: Jeanine disse a Olivia que todo mundo na Casa Branca sabia que o presidente estava tendo um caso extraconjugal, só não sabiam com quem. É só uma questão de tempo até o nome da Liv aparecer novamente.

PS2: gente, what up com o cabelo da Abby? Perfeição magistral está reinando naquela cabeleira.

PS3: a cena cômica (mesmo sem perder a seriedade) do episódio foi a Olivia e o pai conversando a portas fechadas, porém de vidro. Para que a equipe do escritório não visse que a conversa era séria ou, mais precisamente, uma discussão, os dois brigaram intensamente com um sorriso no rosto. Deu pra rir um bocado, e deu também pra ter mais raiva do daddy Pope.

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