TeleSéries
Hart of Dixie – Friends In Low Places
18/10/2013, 10:46.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Preciso começar essa review com um lindo, maravilhoso e grande: EU DISSE. Mas eu volto nessa questão daqui a alguns parágrafos. Hart of Dixie manteve o nível da semana passada. Não teve revelações bombásticas. Nem acontecimentos de tirar o fôlego. E, provavelmente, eu posso copiar e colar as duas últimas frases nas reviews do resto da temporada. Mas essa é Hart of Dixie e é assim que ela caminha normalmente. E foi assim que eu me apaixonei por ela.
Alguém, por favor, pode mandar a Lynly de volta para onde ela veio? Ia ser perfeito: Zoe ia voltar a morar perto de Wade e Lavon, Annabeth não ia mais ser importunada pela prima chata e mimada do namorado e George deixaria de correr risco de vida, já que é isso o que vai acontecer quando Lavon descobrir que o “cara dos ovos mexidos” é ele. O advogado mais lindo de Bluebell (que já pode cortar o cabelo, just saying) explicou que não quer entrar num relacionamento e a menina foi lá, deu um jeito de ficar perto dele por livre e espontânea pressão. Eu hein.
Como nem tudo é perfeito na vida dos novaiorquinos de Bluebell, Joel começou a ter problemas de adaptação. Claro. Na minha opinião, ele podia aproveitar a deixa e ir embora. Não levem isso para o lado pessoal, ele é um cara legal. De repente até mais que legal. Só um cara incrível não ia surtar de ciúmes depois de descobrir que sentou num formigueiro e comeu algo que lhe atacou a alergia porque a namorada estava ocupada fuxicando a vida do ex. E só um cara excepcional ia, depois disso tudo, ajudá-la a montar o quebra cabeças da relação falsa do ex namorado. Mas acontece que uma coisa chamada hierarquia existe. E nela, Joel Stephens, Wade Kinsella está muitos e muitos degraus acima de você.
Se Zoe precisa de mais um motivo para ficar em Bluebell sozinha, nós damos mais um: Joel e Lavon não vão mais se dar tão bem daqui para frente. Nada fere mais o ego de um escritor do que uma crítica mal feita. E relacionamentos tem 98,9% de dar errado quando uma das partes não se dá bem com o melhor amigo da outra. Então…
E aqui está a prova maior da soberania de Wade Kinsella: por mais que a festa fosse para Joel, quem roubou a cena foi ele. Ou melhor. Meatball falando na frente de todo mundo que teve um caso com Lemon (e aí está a confusão que eu disse que ia acontecer na última review), que supostamente está namorando Wade, mas não está de verdade. Mas a melhor parte disso tudo MESMO foi a cara do Carter Corvington (dos Corvington de Birmingham) descobrindo isso tudo. Lemon está com a vida amorosa mais movimentada nesses dois episódios de 3ª temporada do que na 2ª inteira, deu nisso. Mesmo assim, tenho que admitir que estou torcendo para o Corvington voltar. Não só porque ele é tão bonito que dá gosto de assistir o episódio. Ou porque a voz dele é incrivelmente atraente. Mas porque Lemon precisa de um homem decente para sossegar. Carter é uma boa pedida.
Já estou esperando ansiosamente pelos próximos episódios. Sou “Team Tchau Joel, Volta Corvington!” para sempre.
How I Met Your Mother – The Poker Game
18/10/2013, 09:47.
João Freitas
Reviews
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Se até agora How I Met Your Mother tentou dramatizar ou dar sentido as reações de seus personagens, o episódio da semana foi uma mudança brusca, mas totalmente compreensível. Todos os episódios até agora começaram exatamente do ponto que os anteriores pararam, mas em The Poker Game o início mostra Marshall em “algum ponto” da sua viagem até Farhampton. O episódio nos mostra o dia, a hora, mas a sensação de filme pausado que você recomeçou a assistir se perde. O motivo? Estamos a 48 horas do casamento, mas apenas no quinto episódio da temporada. É muito episódio para pouco tempo! Acredito que teremos alguns destes episódios destoando da continuidade que a temporada estava empregando até o momento.
Dentre as coisas que sabemos sobre Ted é que ele adora dar presentes. Dentre as coisas que sabemos sobre Marshall é que ele é super educado. Conflitar os dois personagens falhando em suas clássicas qualidades foi um grande acerto. Além da comparação hilária de indiretas ao longo de todos os anos, temos uma amizade enorme na tela, a maior da série, sem dúvida alguma. Algum desentendimento entre eles só poderia ser resolvido com alguma coisa ambos amam: uma pizza do Gazola’s.
Espero que Marshall chegue logo no casamento, a interação dele com os outros personagens até agora tem sido criativa, mas não tem muito para onde fugir. Aposto que ele ainda terá papel fundamental nas decisões que Ted irá tomar sobre devolver ou não o antigo colar de Robin. Não faça bobagem Mosby.
Enquanto Marshall passa por Chicago, em Farhampton acontece o embate entre a Família Stinson e Robin, através de um jogo de pôquer. Apesar de ter algumas cenas muito boas na mesa de jogo, existem falhas que devem ser apontadas. How I Met Your Mother sempre nos propôs risadas pelas situações entre amigos. Mas qual o preço da risada? A troca de personalidade de um personagem de uma hora para outra? Eu dei risada na primeira piada de James sobre casamento, ri um pouco na segunda, mas a partir da terceira não fazia mais sentido um irmão falar tais coisas para outro em frente a noiva, ainda mais James que sempre foi um suporte para Barney, nem mesmo o fato de estar se separando justifica. No entanto, há males que vem para o bem. Da birra de James com Robin temos uma evolução e então, entra em cena a mãe de Barney. Tem algo pior que mãe se metendo em casamento de filho? Esse parece que será um embate que irá durar algum tempo na série, resta saber como Barney irá resolver isto, por que o maior interessado é ele.
Existem coisas que funcionam extremamente bem, mas outras acabam deixando o episódio um pouco abaixo dos demais até o momento. Se tem algo que realmente dá certo é a “mitologia” da série sendo explorada ao máximo. Flashback de festa de Halloween? Ted com sua fantasia de nota de agradecimento, enquanto no fundo vemos Katie Holmes fantasiada de abóbora: referências a pelo menos dois episódios antigos em apenas uma cena! Quando a nota não é alta é por que algo deu errado? Talvez apenas saibamos que a série consegue dar mais do que apresentou. Apesar de divertir, o episódio deixou uma sensação de estagnação na linha do tempo incômoda. A melhor solução possível está caindo de madura: uma nova aparição da Mãe.
Sleepy Hollow – John Doe
18/10/2013, 09:43.
Mônica Castilho
Reviews
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Enquanto Ichabod continua tentando se adaptar ao mundo moderno, Sleepy Hollow pregou uma peça linda nos espectadores esta semana.
Tudo começou com um garoto simpático aparecendo na cidade, completamente perdido e falando um idioma que ninguém conhece, identificado por Ichabod como inglês medieval. Na hora, dá até pra pensar: “que legal, um Ichabod miniatura!”, mas toda a fofura da criança desaparece quando fica claro que ela está infectada com algum tipo de doença misteriosa.
Pois bem, sabendo que o Sem Cabeça é o Cavaleiro do Apocalipse responsável pela morte, todo esse papo de doença evidentemente remetia ao responsável pela peste, e não deu outra. E, tratando-se disso, seria um tanto difícil os médicos descobrirem uma cura para uma praga sobrenatural. Bem, dito e feito, Sleepy Hollow se tornou cenário de uma epidemia.
É então que, na busca pelo lugar de origem de Thomas, o garoto forasteiro, a série praticamente dá risada na cara de todos que estão assistindo apreensivos pela conclusão do caso. Não bastando Ichabod e Abbie literalmente caminharem sobre a água num “método” de 1900 e bolinha, eles encontram uma aldeia Amish onde o vírus é inofensivo, e de onde provavelmente o tal garoto veio.
Se estava ruim, tudo começa a piorar quando Ichabod também é infectado. Coitado, já fica com aquela cara de bobão o episódio inteiro, e isso piora quando ele está à beira da morte. A única coisa que valeu dessa experiência de quase morte foi ele se encontrar com Katrina, que andava meio sumida da história, e revelar que na verdade ela está no purgatório.
Nessa hora, mais uma vez Sleepy Hollow ri da cara de todos, nesse episódio que foi uma grande pegadinha. Abbie, como o esperado, consegue encontrar a cura, afinal de contas o protagonista da coisa não pode morrer, não é? E quando encontra, na tal aldeia parada no tempo que havia descoberto, leva Ichabod e o Thomas para “se batizarem” na água mística do local até que PUF! Ichabod se cura e a aldeia some! Pois é, todos estavam mortos, o tempo todo! E o pior: a cidade toda viu o menino morto. MEDINHO.
Com isso, o cavaleiro da Peste teve seu percurso atrasado – pelo menos por enquanto. Quanto ao Sem Cabeça, ele até apareceu no final, mas ainda está bem sumido, levando em conta que ele é o vilão principal da coisa toda. Volte a cortar cabeças, Senhor Cavaleiro!
P. S. [1]: Levando em conta que os Cavaleiros do Apocalipse são Morte (Sem Cabeça), Peste (o deste episódio), Fome e Guerra, bate até uma curiosidade de saber como e quando os restantes darão as caras em Sleepy Hollow.
P. S. [2]: Só eu que ainda shippo o Ichabod com a Katrina?
The Voice Brasil – Audições às Cegas III
18/10/2013, 00:41.
Gabriela Assmann
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Oi gente!
O The Voice Brasil tá melhorando, acho que podemos ter esperanças. Pelo menos no quesito edição esse terceiro episódio foi de longe bem melhor que os outros. Várias vezes os técnicos pelo menos tentaram interagir e ser mais bem humorados, ainda que seja visível que o ritmo do nosso programa é bem mais acelerados que nos estrangeiros. Mas, eles foram um pouco melhor hoje, como por exemplo na hora da Maysa em que se esforçaram para ganhar a candidata. Ainda assim alguns cortes de edição são bem claros e desnecessários, o que comprova minha teoria de que os técnicos até estavam tentando interagir, mas que a ordem de não fazê-lo vinha de cima.
Quanto aos candidatos hoje não teve nenhum que eu possa dizer que achei muito ruim como teve nos dois programas passados. Acho que até o nível musical subiu nas Audições às Cegas III. Mesmo os que hoje não me cativaram totalmente eu vi potencial de crescimento, desde que sejam bem orientados. É o caso da Raíza, por exemplo. O timbre dela é lindo, mas a apresentação foi morna e eu também só teria virado a cadeira na nota que eles viraram, porque foi onde ela se destacou. O Kaio Deodato também tem um timbre muito diferenciado e pode crescer bastante, na minha opinião. Não é nem que eu tenha gostado, mas é que achei diferente. A audição dele aliás também proporcionou bons momentos, com direito a suspense de Brown que virou o botão só no último minuto e a explicação de Claudinha do porque de não ter virado a cadeira (prática muito comum lá fora e pouco explorada aqui). Alias, isso continua sendo uma falha do programa. São raras as vezes em que os candidatos que não são escolhidos recebem uma explicação e uma orientação adequada, diferente do que acontece nas outras versões da franquia.
Os destaques da noite pra mim foram Maysa, Marcos Lessa e especialmente Bruna Góes. Achei o timbre do Marcos lindo demais, além de ter escolhido muito bem o repertório e optado por interpretar uma música da lindeza de “O Morro não tem vez”. A Bruna Góes tem uma VOZ linda. Me arrepiei com ela cantando, mas gostei ainda mais do momento em que ela cantou acapella pra Claudinha no fim. Baita potencial. Acho que ela merecia as quatro cadeiras viradas. Aliás, todas as cadeiras viradas é algo que também não tem acontecido na nossa versão e que é algo que ajuda a dar emoção pro programa.
No mais, mesmo os que foram reprovados hoje tinham mais potencial que alguns candidatos que passaram nos dois primeiros programas, caso da Débora, da dupla Angelo e Angel e da Jullie. O time do Brown começou a ganhar alguns bons candidatos hoje, porque antes tava brabo, à exceção da Lucy. Daniel tem de novo o pior time. Cláudia mescla gente muito boa e muito ruim. Já o Lulu tem um time que não é multifacetado. São na sua maioria representantes do rock e acho que isso pode pesar contra ele daqui pra frente.
E vocês já tem o seu candidato preferido? Qual time vocês acham mais forte? Acham que a edição está melhorando? Aguardo as opiniões de vocês!
PS: Rafael, eu viro a cadeira pra ti entrar na minha vida, seu lindo.
The Vampire Diaries – True Lies
17/10/2013, 22:55.
Mônica Castilho
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Depois de Mystic Falls inteira estar sob o comando de Silas para encontrar Katherine, tivemos o episódio inteiro mostrando a ex-vampira com Jeremy e Matt fugindo – e sem sabermos o que tem de tão especial na Katherine.
De fato, o ponto mais divertido da série, pelo menos por enquanto, continua sendo a Kath. Quem pensava que a moça ficaria chata e sem graça sendo humana, era porque não imaginava o estado da coitada toda vulnerável por estar doente. Entretanto, admito que apesar de ser uma cena engraçada quando ela reclama dos sintomas de sinusite, dá dó de vê-la desse jeito. Mas rainha que é rainha nunca perde a majestade, e Katherine vem provando isso a cada novo episódio.
Elena também não está numa situação muito boa. Ela até que tentou e quase conseguiu ter uma vida normal ao sair de Mystic Falls, mas não adiantou. Todos os problemas a perseguiram e até alguns mais surgiram, e ela não teve escolha a não ser voltar para sua cidade com Damon e deixar a vida universitária para Caroline, além da missão de descobrir qual é a do Wes, o professor de medicina.
Era um tanto quanto evidente que a vida de Elena longe de sua cidade não duraria muito, e bem que a garota voltou no momento certo. Como se não bastasse o exército de Silas composto por nada menos do que toda a população, descobrimos o que já era evidente: os tais “viajantes” que enfeitiçaram Matt não são boa coisa. Ok, na verdade eles têm uma boa intenção, parecida com a dos Caçadores, mas a Nadia traiu o movimento e pela expressão de Silas ao ler os pensamentos da mulher, ela não tem intenções tão nobres quanto o resto do seu “bando”.
O ruim dessa coisa de Silas ler pensamentos é que muito ainda fica oculto. Afinal, qual a intenção dessa Nadia, por exemplo? E o que Silas quer com Katherine? A única certeza é que, primeiramente, Klaus está fazendo muita falta para colocar ordem nessa bagunça toda. E em segundo lugar, depois do último exemplar de bruxa de Mystic Falls morrer (no caso, a Bonnie), encontraram um jeito de colocar mais seres “com magia” na história sem ter que envolver mais ainda as bruxas nisso.
Para piorar (ou melhorar, dependendo do ponto de vista), Stefan “Ripper” está de volta. Que ele é muito mais legal desse jeito, sem dúvidas… Mas Silas já está dando trabalho o suficiente por aí.
P. S. [1]: Parece que aos poucos Katherine está conquistando a confiança e até a simpatia de Matt e, principalmente, de Jeremy. Isso, Kath, prove para todos que você é uma humana muito mais legal do que a Elena foi!
P. S. [2]: Elena voltou para casa enquanto Caroline ficou na faculdade. Eu espero realmente que não deixem a loira de lado na trama. Já basta o Klaus e o resto dos Originais, que fazem uma enorme falta.
Bones – The Lady on the List
17/10/2013, 16:47.
Maria Clara Lima
Reviews
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O verdadeiro crescimento vem quando corremos risco.
O que torna algo bonito não é a complexidade da coisa. O bonito é aquilo que simplesmente te emociona, te deixa feliz, te intriga. Aquilo que é memorável. Para a maioria das pessoas, dizer algo assim parece barato. Brega. Mas não é. Por que a beleza da vida está no que é simples. E isso foi o que tornou The Lady on the List tão especial.
Fiquei comovida com vários momentos da história. Eu pensava: isso nem é um grande arco, não houve a morte de algum personagem querido, nem terríveis cenas de desilusão amorosa, nada que causasse a carga emocional digna de um episódio cinco estrelas. Mas mesmo assim, esse episódio foi perfeito.
Ele foi a resposta das minhas constantes indagações. A principal delas, porque Bones não conseguia nos apresentar um episódio consistente, sem grandes furos, ou que precise de um apelo para sustentá-lo (mais conhecido como vilão). The Lady on the List foi a resposta para cada uma das minhas questões. Mais que tudo, foi a prova de que a série consegue se sustentar apenas por sua essência. Simplesmente por ser simples.
The Lady on the List me trouxe direto para o centro das emoções. Não exagero quando digo que ele foi perfeito, até porque para ser perfeito precisa apenas de harmonia, e isso o episódio teve de sobra. A abertura, o caso, o time de squints, B&B, todos os elementos que um fã de Bones espera na série, ocuparam um lugar de destaque no episódio. Tudo estava em seu devido lugar. Tudo mesmo. O grande responsável por isso? Pat Charles, editor de roteiros de mais de 50 episódios da série. Talvez por isso, o episódio ficou tão redondinho e agradável mostrando que são os pequenos momentos que fazem o dia valer a pena.
Momentos como…

Quando alguém celebra a vida
Dizem que a única certeza da vida é que um dia todos nós, inevitavelmente, iremos morrer. Mas quando a certeza é antecipada, a vida fica mais evidente. Bones é uma série sobre a morte, mas nesse episódio, eles celebraram a vida.
O caso do paciente terminal de câncer Charlie McCord conectou os personagens de forma que todos puderam refletir sobre o que é importante na existência. Achado em decomposição, após, aparentemente, morrer em uma escalada, Charlie era lembrado por todos como alguém inspirador. Não é porque Charlie estava morrendo que as pessoas se emocionavam com seus vídeos, mas com certeza, era por refletir sobre a dádiva que temos com o dia a dia. “Eu amo todos os dias”, disse Booth para a Brennan. Para mim, essa percepção de que o cotidiano é algo precioso, me fez repensar a beleza das coisas simples. Por consequência, na beleza sobre Bones.
A morte era inevitável, mas interromper a vida de alguém ainda é um choque para todos. Charlie foi assassinado por um amigo, uma pessoa que poderia ter dado sentido ao que ele estava passando. Um acidente? Não, a ganância. Isso com certeza foi o que mais chamou a atenção na resolução da história.
A ganância nunca foi uma característica de Bones. Acho que entendemos o recado. Às vezes, queremos tanto algo que não temos – em Bones, seria algo parecido com a encenação de 50 Tons de Cinza-, e aí somos presentados com uma cena “eu amo todos os dias”. Um beijinho no sofá da sala.
Esse caso foi bem mais profundo do que parece. Por que mexeu com toda a história.

Quando você ainda se surpreende
Adoro o fato de que, na série, os personagens são constantemente surpreendidos por algo novo entre eles. Sejam novas aspirações, habilidades, desejos, maneirismos. Adoro também o fato de eles se conhecerem tão bem que nada os surpreendem. Como a Angela e sua constante desaprovação das coisas que é obrigada a ver no Jeffersonian.
A cena dela encontrando a Cam tirando os restos do rosto da vítima é impagável. Assim como a Cam, em constante surpresa com as peripécias do Hodgins. Aliás, o Hodgins maravilhado com a águia e entusiasmado com o fato de poder ajudar na investigação usando cera de ouvido só nos mostra que o cotidiano pode ser surpreendentemente divertido.
Bones sendo direta e literal ainda nos rende bastante cenas cômicas. A interação da personagem com o Sweets, mesmo anos depois, é verdadeira e irreverente. A cena dela convidando a Angela para ser a madrinha do seu casamento… Já em Booth – e seu grande coração de leão – sua habilidade em se deixar levar pela intuição é reconhecível e bacana.
O simples beijo entre B&B durante o trabalho, e a discussão se eles teriam rolinhos de salsicha ( o tal “pigs in a blanket”) no casamento foram algo simples, mesmo assim, a cara dos dois. Mas o que mais me chamou a atenção sobre os preparativos do casamento foi o compromisso pela descomplicação. Sim, será um grande momento na vida de B&B, mas o episódio deixou bem claro que os grandes momentos acontecem todos os dias. No cotidiano. Mesmo assim, você se surpreende.

Quando você faz um bom trabalho
Sweets vesus VAL foi uma competição divertida de se ver. Até uma brincadeira sobre a importância do personagem na série e no dia-a-dia das investigações. Nos últimos anos, Lance tem tentado provar aos outros e a si mesmo que é necessário para o time, seja se tornando um agente, empunhando armas e indo a campo com mais frequência, era visível o esforço de todos em tornar o Sweets parte da coisa toda.
O personagem foi de agradável para chato ao longo das temporadas, chegando ao ponto de quando ele roubava um pouco mais de tempo em tela, o sentimento era esse momento: de que tínhamos sido roubados. Mas não em The lady on the List. Neste episódio Sweets fez a diferença. Sei que não é a primeira vez que ele resolve um caso, ou ajuda na perseguição ao suspeito, mas aqui foi diferente. Sem ele, não teria sido a mesma coisa.
Acho que a VAL veio para nos dizer que sim, ele é um simples psicólogo e é bom no que faz, e nenhuma máquina pode substituí-lo.
VAL e o dr. Wells tiverem um papel parecido no episódio. Principalmente se pensarmos que o tema central da história foi a simplicidade. Não é preciso ter vários doutorados, um QI espetacular, conhecimento de tudo para ser bom no que fazemos. Como disse a Cam: é a estupidez que nos faz um bom time.
Vocês repararam que não houve um só momento que o tal super Dr. conseguiu se sobressair em relação à equipe do Jeffersonian? A Angie descobriu a identidade da vítima e ainda desmontou o álibi do suspeito, o Hodings e a Cam deram o histórico dos últimos momentos de Charlie ajudando a traçar o caminho do assassinato, já o Sweets derrotou a máquina do FBI ao assegurar o perfil do suspeito e o Booth, o “não-squint”, sempre faz justiça. Não só pela sensibilidade, mas principalmente por confiar em seu time. Isso sem contar a Brennan, que apesar de achar que o Prêmio Nobel em sua vida é apenas uma consequência de seu trabalho, é a mais genuína, pura e singela de todas. Apesar de ser o gênio mais sincero de todos, a Bones está ali para fazer o que faz e fim de história. “Eu sei o que aconteceu”. E você Dr. Wells?

Quando você consegue preencher o vazio
The Lady on the List preencheu um grande vazio que eu vinha sentindo em relação ao seriado. Achei que depois de nove anos, Bones estava perdendo a mão. Não a força, mas o jeito, sabe? Mas aí que vem a surpresa. Depois do tão esperado episódio do Pelant, entre o fim do grande vilão e o tão esperado casamento, a série apresentou um dos melhores episódios desde a sexta temporada.
A história veio para preencher esse vazio que acaba tomando conta de alguém quando o tempo passa. Preencher o dia-a-dia, episódio após episódio é uma tarefa difícil. Lá se vão quase 200 episódios, entre casos, crescimento pessoal, vilões… isso é história. Nesse episódio, tivemos tudo o que era preciso para dizer: ei, nós somos um simples procedural sobre crimes. E somos bons nisso. Podemos continuar sendo bons nisso por muito tempo. Não precisamos pular do espaço (ou pular um tubarão gigantesco, se é que me entendem) para sermos grandes, para fazer um bom momento acontecer.
Entre a lista de coisas que o show precisa fazer, acho que já fizeram todas, fechando com o casamento de Temperance e Seeeley na semana que vem. Mas isso não quer dizer nada, já que a magia da vida está no banal, no comum, no costumeiro. No beijo ao final do dia. É em ter a vida completa, uma filha saudável, ou o amor da sua vida.
Olhem para Bones agora, foi uma trajetória e tanto, não?
A lição que fica desse episódio é de que um dia Bones também irá acabar. E que por isso, não há espaço para ter medo em apostar, viver coisas novas, esperar algo grandioso para acontecer. Há um tempo, aprendi que Bones é feita de coisas simples. Como o amor, por exemplo.
Então, surpreenda.
Compartilhe o tempo que você tem.
Porque cada dia é uma dadiva. Cada momento, uma benção.
*Dedico essa review para a Ana Botelho. Uma amiga que é essencial por simplesmente existir. Feliz aniversário, querida.
Homeland – Tower of David
17/10/2013, 10:26.
Mayra Gonçalves
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Tower of David marcou o retorno ruivo – agora careca – Nicholas Brody. Depois de ser visto pela última vez na fronteira com o Canadá – após se tornar o homem mais procurado de todo mundo por (talvez) ter explodido a bomba que matou mais de 200 pessoas no quartel da CIA em Langley, no final da temporada passada -, conhecemos seu destino final: Venezuela. E já em sua primeira cena, ele passa por uma cirurgia para a retirada de duas balas de seu abdômen, nas ruínas do que um dia parece ter sido um estacionamento. Essa condição sub-humana é a nova realidade (ou novamente) de Brody.
A maioria – mais da metade – do episódio mostrou o dono da cabeça que agora vale 10 milhões de dólares explorando seu novo território no “paraíso” conhecido como Tower of David, em Caracas. Uma construção inacabada, sem algumas paredes externas, criando quase que uma versão da prisão do Ninho Águia para Homeland. Brody tentou escapar, mas o resultado foi desastroso, e mais pessoas inocentes morreram.
Um episódio inteiramente centrado em Brody faria sentido, e até agradável devida à ausência de umas tramas desnecessárias (sim, estou falando de Dana). Porém, nem só de Brody o episódio viveu, e em torno da marca dos trinta e um minutos a ação mudou para Carrie e sua prisão, criando um paralelo poético entre o casal de protagonistas.
Carrie está de volta aos seus medicamentos, lúcida – ou fingindo muito bem. A loira já é capaz de passar praticamente três minutos sem conjecturar suas teorias de conspiração de maneira desvairada. Outra mostra de lucidez seria a necessidade constantemente de citar Saul e a precisão de se desculpar com sua “figura paterna”. Ou ela realmente entendeu os motivos de Saul ao sacrificar um para salvar muitos, ou apenas engoliu seu orgulho para ser capaz de executar seu plano de escapada – sem sucesso, como Brody – para se ver livre de seu cárcere.
De qualquer maneira, a ex-agente Mathison vista nesse episódio refletiu a pessoa que tenta se manter na linha e seguir as regras, suprimindo seu pensamento independente, sua vontade própria. E isso gerou uma questão: essa imagem faz dela uma pessoa saudável? A princípio a resposta é positiva, mas a bipolaridade de Carrie sempre faz difícil tomar qualquer decisão definitiva sobre a personagem. A loira também se mostra obcecada com um visitante misterioso, que a menina nela acreditava se tratar de Saul. Porém, somos apresentados a um novo personagem, um advogado que diz representar um cliente que alega ser capaz de ser o passe para a liberdade de Carrie. Mas seu eu conspiratório e a filha leal e obediente se recusaram a trair sua pátria e, principalmente, seu “pai”, que é na verdade o homem responsável pelo inferno que está vivendo.
Mesmo sendo um episódio que não contribuiu em nada para a trama, tenho que dizer aqui que eu realmente teria gostado dele – visto que ele trouxe consigo alguns dos elementos que fizeram de Homeland uma das séries mais influentes da atualidade – se o momento da série fosse outro. A série ainda tem que se encontrar nessa terceira temporada, que está deixando muito a desejar.
Lembremos que as temporadas anteriores deixavam o público incerto quanto às motivações dos personagens, gerando inúmeros momentos de tirar o fôlego em praticamente todos os episódios, senão em todos. Mas a pergunta recorrente dessa temporada é: onde está a série que conhecemos? Os três episódios vistos até agora mostraram um rascunho do que a série já foi. Somente se pode garantir que ainda se trata daquela série da Showtime porque os personagens são os mesmos (ou quase, alguns mudaram demais).
Como uma amiga bem apontou, um quarto da temporada já foi ao ar e ainda não se sabe qual sua real trama. Porque a história não trata mais sobre terrorismo e segurança nacional. O único quadro que o seriado é capaz desenhar é sobre as consequências dos atos das duas primeiras temporadas. Uma storyline tão depressiva que chega a ser desconfortável: Carrie forçada a um tratamento que a deixa quase catatônica; Saul praticamente perdendo sua identidade e sendo “forçado” a trair a pessoa que é a imagem da filha que ele não teve; e, agora Brody – incapaz de enxergar uma luz no fim do túnel – se entregando às drogas. Os protagonistas atingiram um ponto que não parece ter volta, o problema é que a série também aparenta estar prestes a sucumbir.
The Blacklist – The Stewmaker
17/10/2013, 10:05.
Mariela Assmann
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The Stewmaker foi um episódio diferente. E para mim o caso da sema, embora tenha tido vários pontos positivos, foi o mais “arrastado” de todos. E essa quebra de ritmo se deve, especialmente, ao fato do episódio ter sido recheado de clichês. Outra grande diferença desse episódio para os anteriores foi a menor interação entre Red e Keen, que talvez tenha tornado as coisas menos interessantes – a ansiedade por respostas é a culpada disso. A cereja no topo do bolo? Ressler – que eu critiquei nas primeiras reviews por estar meio apagadinho – ganhou ainda mais destaque do que em Wujing, e já é mais fácil simpatizar com o personagem.
Mas apesar de todas as diferenças, e do caso clichezão, não achei o episódio ruim. Talvez só tenha quebrado um pouquinho o ritmo dos anteriores. Quase podemos chamá-lo de filler. Ainda assim, foram bons quarenta minutos.
O criminoso da semana, dessa vez, era uma espécie de “faxineiro”. O cara era o encarregado da limpeza dos crimes – sumia com as vítimas, sem deixar qualquer pista ou vestígio. E só calhou dele ser o criminoso da semana em razão dele ser o “faxineiro” dos crimes de Lorca, um traficante que matou uma porrada de gente (109 pessoas em 6 anos. Choquei.) e estava sendo julgado por isso.
Mas Lorca e o Stewmaker mexeram com a pessoa errada: Elizabeth. A agente foi a responsável, através da elaboração do perfil de Lorca, por levar o traficante para julgamento. E estavam todos os agentes da lei lá, bonitinhos, unidos para colocar mais um bandido atrás das grades. Mas em uma daquelas cenas típicas das produções norte-americanas, um dos jurados passa mal na hora que a testemunha ia apontar o culpado pelas mortes (OH! Sério?), e essa testemunha – a ÚNICA, à propósito – é escoltada por falsos policiais que acabam a matando (OH! Sério? [2]), enquanto os agentes do FBI ficam com cara de paspalhos questionando como não perceberam que tudo era uma cilada (não, queridos leitores. Agentes do FBI não assistem filmes e seriados e, portanto, não sabem que isso é muito óbvio). Só um dia ruim no trabalho, segundo Tom. Pode acontecer com todo mundo.
Enquanto isso o Red estava no Haiti “sendo criminoso” – SÓ pro pessoal não desconfiar de sua aposentadoria repentina (AHAM, CLÁUDIA) – e nem queria saber do caso do Lorca (só se fosse pra ajudar o cara a fugir, porque é isso que a irmandade dos bandidos faz e porque ajudar Liz só por ajudar não é a praia dele – ele quis dizer mais ou menos que o negócio dele não é lambari, só tubarão). Mas aí a agente mencionou as palavras mágicas “desaparecidos sem deixar vestígios” e ele resolveu ser camarada. Não porque 109 pessoas morreram, que fique claro. Mas sim porque os corpos sumiram completamente. Ou seja: os olhinhos criminosos dele brilharam, já que mais um criminoso da blacklist poderia ser capturado. E um que ele desejava bastante, como ficou claro na sequência.
E enquanto o FBI mais uma vez era enganado – segurança interna ZzZzZz, lavagem de dinheiro ZzZzZzZz – Red mostrou que a criminalidade triunfa porque o Tico e o Teco se comunicam e descobriu o paradeiro da raptada Liz através de um pelo de cachorro. E com isso ele chegou mais cedo na cabana isolada. E foi o herói do dia. Hm… só que não foi bem assim.
Isso porque Liz não consegue ver Red como herói. Nem mesmo ficar grata a ele Lizzie conseguiu – já ao Ressler, HMMM -. Ela vê o criminoso como o “monstro” que ele é – e até mesmo confessa ser.
De fato, estou simpatizando cada vez menos com o Red. Ele poderia ter sido mais camarada nesse episódio. Já que Elizabeth é tão importante pra ele, poderia ter evitado que ela corresse risco de vida. Mas apenas quando a história ficou interessante PARA ELE que ele resolveu agir (e o fato dele ter tirado uma das fotos do álbum do Stewmaker prova que a busca que ele mencionou ter feito ao criminoso não foi em vão. Aliás, quem seria a mulher da foto? Mais dúvidas). Ele ainda colocou Ressler em risco desnecessariamente. Pareceu criança birrenta, no melhor estilo “não queria que você viesse junto, mas você veio, então vou te ferrar”. Sorte que Ressler pensou rápido e foi convincente. E pra finalizar, Red empurrou o desafeto na banheira dos químicos. Tá certo que o senhorzinho era bad guy e tal, mas ele poderia ter deixado o FBI efetuar a prisão, ao invés de dar cabo na vida do sujeito (ah, isso, mais a historinha sobre o fazendeiro que perdeu tudo, deixaram claro que a morte do Stewmaker era SUPER pessoal para Red. E isso me deixa ansiosa para saber mais do passado dele).
E em sentido inverso vai meu afeto por Liz. Ele só faz crescer. Quando ela abraçou Ressler e chorou deu vontade de abraçar também (maliciosos! Não o Ressler, ela. Pra consolar!). E achei muito interessante a forma como ela tentou levar a situação com o Stewmaker, aproveitando sua habilidade de fazer perfis para tentar criar um vínculo emocional com o senhorzinho e sobreviver. Sem contar que ela é cabra macho e saiu correndo na floresta (CLICHÊS, CLICHÊS POR TODAS AS PARTES) mesmo dopada. Essa é das minhas.
Ressler também está crescendo no meu conceito. E já estou achando ele e Liz tão bons parceiros que estou começando a shippar. Sim, eu sei que ela é casada, né?! Mas a cada dia me convenço mais de que Tom é bandidinho também, então em breve ela estará livre, leve e solta.
E por falar em Tom, achei super interessantes as descobertas de Liz em relação ao marido. Pelo que eu entendi – e me corrijam se eu entendi mal – ela acabou descobrindo que um dos homicídios cometidos com a arma que ela encontrou na caixa do marido aconteceu em um hotel, exatamente em uma data na qual ela e Tom estavam hospedados no local. Suspeito, né? A cara da Liz ao descobrir isso foi ótima. E justo no momento no qual ela parecia estar amolecendo o coração e voltando a interagir melhor com o marido. Que, aliás, foi bem esquisito ao frisar que ela é um livro aberto e fácil de ler. Medinho!
Por fim, preciso dizer que fiquei frustrada em não vermos mais do cara da maçã nesse episódio. Achei que esse plot se desenvolveria de cara e não tivemos nem menção dele. Mas espero que na sequência isso volte a ser abordado.
Estou ansiosa pelo episódio da próxima semana. E espero que o caso seja mais cheio de reviravoltas e menos recheado de clichês. E, se não for pedir muito, com mais desenvolvimento no plot central da série.
P.S.1: a trilha sonora da série continua maravilhosa. O destaque da semana vai para a cena da preparação da morte de Liz, na qual tocou Smile – a música do Chaplin – (ironia gigantesca) e pra Made of Stone, do Matt Corby, que encerrou o episódio.
P.S.2: genial a cena do Stewmaker preparando o quarto de motel. E impossível não ter pensado em Dexter na hora.
Dads – Oldfinger
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Fazer um exame geral no médico, periodicamente, sempre é aconselhável. Mas é chato para todo mundo, até mesmo para o pessoal de Dads. Só que o que acabou acontecendo com eles aposto que nunca aconteceu com nenhum de vocês. Ou já?
Chegou a data marcada para Walden e Eli fazerem um exame geral de rotina, e eles decidem levar seus pais junto – uma competiçãozinha básica para ver quem esta com a melhor saúde. Na primeira consulta acontece uma surpresa para todos: os pais estão melhores que os filhos. E os rebentos precisarão, então, se ajustar à dieta dos pais e voltar em uma semana com a saúde melhor. (Sério?)
O problema é que Warner descobre que as únicas coisas que seu pai faz são dormir até tarde, comer muita porcaria e passar várias horas no banheiro. Já Eli descobre, finalmente, que seu pai é um bêbado (quem não via isso?). Pra eles, a vida de aposentado não tem muitas opções.
E é nesse ponto do episódio que o impensável acontece: na segunda visita ao hospital Warner precisa fazer uma exame de próstata. Tudo ok, até aqui bem clichê. Mas o médico acaba falecendo enquanto está fazendo o exame e fica impossível tirar o seu dedo do reto de Warner. Que situação mais desconfortável! Várias pessoas vão tentar ajudar: enfermeiras, médicos, e até mesmo Eli e sua esposa; mas ninguém consegue. Até que um dos médicos tem a brilhante ideia de aplicar uma anestesia local, resolvendo o problema.
Finalizando, digo que FINALMENTE vimos um episódio que explorou bastante o Giovani Ribisi. E ele nos fez dar muitas gargalhadas com sua incrível atuação. E até mesmo a cena principal do exame de próstata, que começou como clichê, acabou se revelando como um grande trabalho criativo dos roteiristas.
Eu sempre vi muito potencial nesse seriado. E não me decepcionei. Mas me parece que falta alguma coisa.O que será?
Chicago Fire – A Nuisance Call
16/10/2013, 21:10.
Maísa França
Reviews
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Tensão. Em seus diversos estágios, essa é a palavra para o episódio dessa semana. O aperto no coração tomou conta dos pouco mais de 40 minutos de história semanais. Minutos estes que fizeram com que A Nuisance Call se firmasse como um dos melhores episódios da série até agora.
Nesta semana pudemos ver alguns conflitos pessoais que nunca imaginaríamos que acontecessem. Um deles foi o clima entre Dawson e Shay depois de um chamado que elas receberam. Este, sem dúvida, foi um dos melhores casos de resgate até agora. A vítima possuía certo amor platônico por Shay e era responsável por ligações semanais para as garotas. Como não se pode negar um resgate, por mais que se saiba que seja falso, lá foram elas para o dever de boas profissionais que são…
Nesse comecinho de temporada, fomos apresentados às paramédicas em casos desvinculados dos bombeiros e elas já vinham passando por apuros em cada um deles. Mas o caso desse episódio superou todos os outros até agora – inclusive os da temporada anterior – pois foi uma situação de abriu portas para vários outros acontecimentos. Quando ouvimos falar em profissionais da saúde, relacionamos os mesmos com o ato de (tentar ao máximo) salvar vidas e é o que estamos acostumados a ver na série. Sempre torcemos para que as vítimas saiam com vida mas, infelizmente, em alguns casos isso não acontece. A surpresa na situação não chega ser tanto a morte da vítima, mas sim o desenrolar dos fatos.
Os roteiristas nos pegaram de surpresa e o fizeram muito bem! Nos foi mostrado uma vítima descontente com a vida e querendo chamar a atenção – com direito à arma e tudo. O que nós não contávamos é que a tentativa de desarmar a vítima, em um diálogo simples e, até certo ponto, motivador, fosse resultar em um suicídio. Uma coisa é um profissional como as garotas lidar com a morte de uma vítima de acidente (como de costume), outra é lidar com um suicídio que é cometido na sua frente.
O clima estranho entre Dawson e Shay se deu pelo fato de que enquanto a primeira se manteve afastada da vítima e deu instruções para não se aproximar, a segunda tentou uma abordagem mais amigável. O resultado vocês já sabem. O estresse das duas garotas após o trauma da situação já estava bem evidente, mas Gabriela fez questão de um atitude extremamente desnecessária daqueles de se “jogar na cara” que a culpa foi de Leslie. O resultado disso foi uma Shay ainda mais sofrida. Se tem um personagem que eu torço pra ser feliz é essa coitada, porque ela é a única que sofre por conta dos outros. Felicidades, já! Como a paramédica irá lidar com esse trauma e sua relação com Dawson?
O outro conflito ficou por conta de Severide e Hadley. Agindo na surdina, Severide colocou um GPS no carro de Hadley para desmascarar de vez o ex-colega e provar para todos que ele estava certo em suspeitar do bombeiro. Que Hadley era o causador dos incêndios e queria prejudica todo o batalhão, nós já sabíamos. O que surpreendeu aqui foi o fato dele querer se matar quando descoberto. A cena dele pegando fogo foi super tensa e quase tivemos dois suicídios no episódio. Será que ele vai sobreviver?
Herrmann desconfiava de Jay e pediu ajuda de Antonio Dawson para “desmascarar” o cara. Antonio contou para a irmã que Jay é um dos mocinhos – mas isso nós também já sabíamos porque eu já comentei nas reviews anteriores – e ela, sabendo que ele é bom moço, foi correndo pros braços do bonitão. Quanto ao futuro dos dois, só resta esperar.
Outo ponto forte do episódio, e mais uma surpresa dos roteiristas, foi a dúvida que surgiu em relação ao informante de McLeod. Clarke disse à Mills que recusou a oferta da mulher, logo não era quem estava mantendo a carrasca informada. Mills suspeitou de outro bombeiro devido às suas atitudes. E agora, quem será o verdadeiro informante?
Não vou comentar sobre Casey porque ele me cansa…
PS: o que dizer de Severide pai tentando descobrir o porquê de McLeod estar tão em cima de Boden e do batalhão? A pergunta lançada é se ela realmente acha o batalhão problemático ou sua implicância é apenas com Boden, e aí podem surgir segredos que nós nem imaginamos… É, tem muita coisa sobre os personagens que nós não sabemos e essa temporada está ficando cada vez melhor!
Revenge – Confession
16/10/2013, 11:38.
Matheus Odorisi
Reviews
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Pra aqueles que estavam desconfiados com todas as mudanças na equipe de roteiro de Revenge, Confession veio pra confirmar qual é o rumo da série na terceira temporada. Climão atrás de climão.
O episódio começa nos mostrando como anda o subconsciente de Conrad: em seu sonho, ele é esfaqueado por uma Charlotte extremamente maquiada. Já no plano da realidade, não tem esfaqueamento, mas tem envenenamento: Emily continua a batizar os medicamentos do patriarca Greyson para que ele tenha falsos sintomas. E parece que está dando certo: o cara já acha que vai morrer.
Aiden continua passando informações sobre Emily, mas vamos combinar: se ele quisesse realmente destruir a ex-namorada teria revelado seu maior segredo – sua identidade falsa. Mas o moço conta pra Victoria que ainda pegava Emily mesmo depois dela ter voltado pro Daniel, e que ainda foi a loira que comprou a casa de Nolan. Vic vai correndo contar tudo pro seu filho, é claro.
Enquanto isso Nolan organiza seu open house e Emily chantageia o padre. Sim, não há limites. Nossa protagonista está dentro de um confessionário, e pensemos: se fosse Madonna dentro da cabine tentaria seduzir o padre, mas como é Emily, chantageia. Ela diz que acabará com a vida do padre se ele não coagir o fragilizado Conrad a confessar, mas se o fizer, lhe ajuda a limpar o nome. O padre diz que sim, fazer o quê?
Se a biscate francesa no outro episódio tirou a roupa mais rápido que a Andressa Urach pro Daniel, mas não conseguiu nada, nesse episódio ela tenta a sorte com Jack. Chatalotte, ou Charlotte, dá um empurrão e pronto, é um date na festa do Nolan.
Quem também é convidado pra festa é Patrick – e pelo próprio Nolan, que o encontra no clube e não perde a oportunidade de manjar o ex-arqueiro verde. Patrick se mostra escorregadio com o hacker, assim como se mostrou com Emily. O personagem está se tornando interessante.
Na festa de Nolan toca Lorde e tem um uma galera rica sem camisa. Parece The OC. Emily corre pra falar com Jack e tomar sua patada do dia do cara. Jack anda tão chato nessa temporada que fico achando que a chatice de Declan era de família. A biscate francesa aparece e o chama pra nadar, porque pelo que parece, ela não consegue passar nenhum episódio sem tirar o vestido. Mas bem mais interessante do que ver a biscate na piscina mantendo o penteado e Jack shirtless com a marca da regata é o barraco entre Victoria, que chega com Aiden, e Emily. Dessa vez verbalizaram diretamente! Vem com a gente nessa transcrição, porque foi muito bafo:
– VOCÊ TROUXE MEU EX PRA FESTA? TÁ PENSANDO O QUE, QUE EU SOU ALGUMA PALHAÇA?
– SIM, TROUXE MESMO, PORQUE EU PODIA. TÁ NERVOSA? POR QUE VOCÊ NÃO APROVEITA E EXPLICA COMO COMPROU A CASA DO NOLAN?
– NÃO TE INTERESSA. VOCÊ QUER UMA ESMOLA? JÁ QUE VOCÊ É POBRE AGORA, E EU SOU CADA VEZ MAIS RICA. OS GREYSON SÃO POBRES GALERA!
Não me comprometo com a credibilidade da transcrição, mas foi nesse nível. Victoria sai humilhada e Emily tem que dar explicações pra Daniel, que acredita em qualquer coisa, então não é muito problema.
Conrad está decidido a confessar, quando encontra com Victoria. Ela diz que é muito fácil ele confessar tudo agora, já que vai morrer e deixar que ela e os filhos paguem o pato. Ela tem um ponto. Vic tenta impedir Conrad dando unhada e jogando vaso na parede. Esse episódio tá demais! O cara não liga e é a vez dela retribuir a ameaça que o marido lhe fez no season finale da primeira temporada: diz que se ele entrar no carro, será a última coisa que fará. Ele entra mesmo assim.
Refletindo na praia, Emily é surpreendida por Aiden. Descobrimos, então, que o cara ainda é team Emily, como já suspeitávamos. Ele diz que ganhou a confiança de Victoria e agora vai morar na mansão, que abriga também Patrick, e daqui a pouco pode virar cenário de sitcom que abriga todas as tramas, de tanto personagem que mora ali.
Dirigindo, Emily vê um acidente: o carro de Conrad pegando fogo. Para o seu carro e vê o corpo do padre, antes de encontrar com Conrad, ainda vivo, saindo dos destroços. É, não foi dessa vez Em!
Castle – Number One Fan
16/10/2013, 09:54.
Ana Botelho
Reviews
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Divertido, instigante, dinâmico. Number One Fan veio embalado pelo ritmo do episódio anterior e trouxe tudo o que eu queria ver – e aposto o que vocês também. A premissa já era boa por si só: nós iríamos descobrir o que faria Beckett depois de ser despedida e como ela voltaria à NYPD, ou melhor, se voltaria de imediato. Nós não só tivemos a resposta, como pudemos assistir a mais um episódio onde uma fã entra em ação e mexe com os nervos dos personagens – e com os nossos, é claro. Eu não sei vocês, mas quando rola um perigo extra a história fica ainda mais interessante. E é exatamente por aí que a quarta semana de Castle fez eu me apaixonar de vez por essa sexta temporada.
Começando com uma cena caseira daquelas que faz a gente querer lamber a tela do computador e botar esse shipper dentro de um potinho, o episódio dessa semana se iniciou com Beckett acordando desempregada e Castle acordando – ou dormindo, ou dois, não sei. E, como se não bastassem as dúvidas dela, a detetive ainda teve que enfrentar um café ruim, um agregado folgado que entra quase pelado no quarto, uma enteada que trouxe o agregado folgado para dentro de casa e isso tudo, meus amigos, na mesma manhã. O que com certeza salvou a manhã da moça foi o acordar ao lado do Castle, ou seria melhor dizer, do sugar daddy?
Mas deixando o coraçãozinho shipper de lado, Beckett estava preocupada e curiosa, e eu também. A forma que ela faria o seu retorno à NYPD era o que mais me deixava apreensiva e eu nem sequer imaginava que ela se daria da forma que ocorreu. Aliás, quem aqui pensou que iríamos tropeçar em mais um episódio onde uma fã roubaria a cena? Depois das mortes ocorridas semelhantemente às histórias do livro de Castle, lá nos primórdios da série, em Flowers for Your Grave, e do serial killer obcecado por Nikki Heat, em Tick, Tick, Tick…/Boom!, eu jamais imaginaria que logo nesse início de sexta temporada nós veríamos isso de novo. E mais, que isso seria um step para Beckett voltar a trabalhar na NYPD – mesmo sem estar trabalhando de fato.
Contudo, Emma Riggs, a nossa fã da vez, é um pouco diferente das outras histórias que já vimos: a moça diz ser inocente, mas faz todos presentes em um consultório dentário de reféns. Até aí, tudo bem, paradoxo em Castle já é algo normal. A peculiaridade foi quando Emma diz só falar com o escritor de best seller que todos nós conhecemos bem. Nervosismo a parte, a história foi fundamental para que o episódio ficasse bem redondinho e cheio de significação. Beckett, por ter o noivo em um quase cárcere e por ter ideias e pistas valiosas, consegue permissão para trabalhar no caso, mesmo que não oficialmente. Os ventos do poder (capa) no cabelo da detetive já anunciavam o que seria dito lá no final do episódio: ela está de volta, bitches!
Além da volta prévia de Beckett ao departamento, o caso de Emma proporcionou ao Castle entrar em ação e junto com ele o seu, o meu, o nosso tão amado colete escrito “writer”. E eu adoro quando ele entra diretamente na cena, confronta algum bandido, ou simplesmente mete o nariz aonde não é chamado, porque isso com certeza irá trazer para o episódio uma dinâmica maior, um envolvimento diferenciado por nós, fãs, que não desgrudaremos os olhos da tela enquanto o nosso baby boy não sair da zona de perigo. Aliás, falando em perigo, quem é que não gritou quando Castle levou um tiro? É o segundo tiro em quatro episódios. Cada vez mais acho que o tio Marlowe quer testar quem aqui vai no cardiologista com frequência.
Depois do susto sempre vem um cheeseburger! Não, brincadeirinha. Depois do susto tomado, e por ser salvo pelo seu, o nosso, o meu tão amado colete, as quatro cabecinhas pensantes se juntam ao detetive que ri de tudo e que não nos interessa o nome, para solucionar o caso e descobrir se Emma é ou não inocente. Mesmo sem ser dita uma sequer palavra sobre, Beckett estar lá entre eles era um alívio e alegria que estavam presos dentro do peito. Não foi preciso uma sequer palavra para que eu notasse a felicidade de seus companheiros, Ryan e Espo, e até da Gates em tê-la no departamento. Pode parecer forçação de barra da minha parte, mas casos em que eles trabalham juntos, como o dessa semana e o da semana passada, sempre são mais cativantes.
Talvez a parceria de anos influencie, talvez as mentes se completem, talvez haja muito mais ali do que eu possa pensar e refletir agora, mas o que eu sei é que o lugar da Beckett é ali, em casa. E eu não via a hora que ela fosse admitida de vez, para que todo episódio fosse assim: com um gostinho de lar doce lar.
Agora Beckett está de volta, e não se esqueçam que o Castle também. Depois de uns três episódios – o que eu julguei rápido, até – tentando arrumar a casa, a sexta temporada tira do foco a questão da escolha profissional da detetive e como isso iria prosseguir ao longo dos episódios, e voltará os olhos ao que, presumo eu, seja o outro gancho deixado pela premiere: a aceitação do pedido.
Acho que veremos, de agora em diante, como o casal lidará com essa nova fase do relacionamento, conciliando sempre trabalho-tempo-família, e como eles vão caminhar para um casamento – quem sabe até não teremos uma conversa sobre bebês? Castle e Beckett ainda têm muito o que conversar, ainda mais pelas circunstâncias e meio no qual o pedido foi inserido na última temporada, mas tenho total certeza de que no final, quando chegar a hora de por o vestido branco, nenhuma questão vai ter sido deixada para trás. E eu espero você aqui, semana que vem, para que a gente possa compartilhar de mais um passo dado por Caskett. Até!
PS1: Beckett voltou, Castle voltou e, finalmente, Lanie também!
PS2: Pi é extremamente folgado. Eu o julguei, logo assim que ele apareceu na série, um vetor a mais para que Castle pudesse mostrar sua relação com Alexis, mas por enquanto o agregado só serviu para nos arrancar boas risadas. Acho que ele pode ser uma grande arma para diversificar os temas abordados nos episódios e eu espero muito que ele seja usado para tal.
PS3: Vocês repararam como Caskett estava em sincronia? Eram sorrisos no mesmo tempo, balançadas de cabeça ritmadas igualmente e caras e bocas idênticas. Assim vocês me matam.
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