TeleSéries
New Girl – Keaton
25/10/2013, 21:42.
Carla Heitgen
Reviews
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Continuamos nesta montanha-russa que é a terceira temporada de New Girl. Como admiradores, procuramos ver o que a série mantém da essência que cativou os espectadores na primeira temporada e os manteve ligados à segunda. Exageramos na generosidade pelo carinho que temos por Nick, Jess, Schmidt e Winston, mas a verdade é que cada episódio deixa uma pista de que a série desandou.
Para começar, devemos destacar que Schmidt é, sim, um d-bag (ou, cafajeste), e apesar do excesso de autoconfiança de outrora ele tinha seus momentos de “bom coração” os quais o tornavam querido pelos amigos (e pelos fãs). Após o caso Cece-Elizabeth, porém, ele se mostrou extremamente amargo e disposto a disparar maldades em direção a qualquer pessoa que estivesse por perto.
Estando assim, insuportável, comendo maionese direto do pote, reclamando sobre tudo o que assiste e secando suas lágrimas com presunto, Jess resolve ajudá-lo, e tirá-lo do sofá pelo menos durante a sua festa de Halloween. Desde modo, Cece, que também curte uma dor de cotovelo monstro, poderá se divertir um pouco.
Contudo, a situação de Schmidt é mais grave do que seus colegas de apartamento pensavam. Winston, então, se lembra de um amigo de infância do rapaz que sempre o ajudava nas horas mais difíceis. Quem? O ator Michael Keaton, o Batman. “Não o novo e confuso. O Batman bom, Michael Keaton” (palavras de Nick, não minhas).
Schmidt volta, dessa maneira, a corresponder-se com seu camarada famoso, no momento em que mais precisa recobrar a confiança em si mesmo, sair do sofá e deixar que Jess dê sua festa. Sem perceber a estranha sincronia, ele nem desconfia que o autor das cartas, se passando por Keaton, é Nick. A mãe de Schmidt teve a ideia de encorajar o filho com cartas falsas quando estava em processo de separação e o menino começou a contar todos seus problemas, até os mais íntimos, para a mãe, que respondia a todas as cartas com assinatura do ator.
Nick herdou este legado e se opõe a desenterrá-lo, mas Jess o faz escondido. Schmidt retoma a alegria e confiança e decide não ir à festa de Jess “para dar a Cece o espaço que ela precisa”.
Não demora muito para Schmidt descobrir a verdade já que a bat-caverna usada para escrever os e-mails é um apartamento em frente ao deles. É quando acontece a situação O”, isto é, Schmidt descobrir que sua vida é uma mentira. A analogia é perfeita, assim como Winston fingindo, sem sucesso, que já viu o filme.
Apesar de Jess no alto de sua bebedeira ter a “brilhante” ideia de se vestir de Batman e enganar o deprimido amigo e sem saber que ele já descobriu, finalmente Nick dá o desejado fim ao esquema: “Eu sou o Michael Keaton”, afirma, em tom dramático.
Feita a revelação, todos voltam para casa. Menos o nosso querido malandro, que em um ápice de clareza resolve se afastar para provavelmente nunca mais ver seus amigos. Quer dizer, isso se alguém o levasse a sério, já que alugou o apartamento em frente, o mesmo que serviu de esconderijo para os amigos executarem o plano “Michael Keaton”.
Fiquei feliz de ver mais do Winston, especialmente quando se fantasia de David Letterman e se acha a cara do apresentador de televisão. Nick contando como toda esta história começou também foi bem legal (rolou um clima meio Tim Burton) e assim como a Jess, estamos com saudade do velho Schmidt autoconfiante e com seu grito de guerra. Volta Schmidt!
Chicago Fire – A Power Move
25/10/2013, 13:59.
Maísa França
Reviews
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Apesar de um começo de temporada repleto de episódios excelentes, Chicago Fire ainda vem fazendo o que mais desagradou muita gente na primeira temporada: resolvendo alguns plots muito rápido.
Se na primeira temporada esse foi um detalhe que me incomodou fortemente, no novo ano da série eu já entendo isso como uma dinâmica necessária. Afinal, uma série que narra a vida das pessoas precisa mostrar os problemas que elas enfrentam e, convenhamos, quem nesse mundo tem apenas UM problema para resolver a vida inteira?
Como na vida, alguns problemas precisam ser resolvidos rapidamente para que a história flua, para que as coisas façam sentido e possamos conhecer melhor as forças e fraquezas dos personagens. E é justamente isso que acontece com Chicago Fire.
A cada episódio, nós conhecemos a personalidade dos personagens e percebemos o quão fracos alguns deles podem ser diante de uma situação. Em A Power Move, nós conseguimos ver bem de perto alguns dos pricipais pontos fracos de vários personagens. O ponto fraco de Mills é Gabriela. O de Boden é a possibilidade de deixar o batalhão. O de Severide é se apegar. O de Shay é a rebeldia.
Um dos plots finalizados no episódio foi o do “dedo-duro” do batalhão. Spellman era o ponto fraco da equipe e a pessoa responsável por manter McLeod sempre à um passo a frente dos ocorridos dentro do batalhão. Apesar de ser um assunto sério, as cenas nas quais Spellman recebia de todos aquele papel rosa de transferência foi engraçada, com tom de ironia. Não sei se só eu senti isso…
O ponto fraco de Boden, nessa temporada, é McLeod. Ela virou o fantasma do Chefe, mas não só. Juntou forças com Benny Severide, um traíra de mão cheia, e conseguiu derrubar Boden. Não acredito que nosso Chefe ficará longe do batalhão por muito tempo, até porque a presença de Benny não é muito querida por alguns, a começar pelo próprio filho.
Severide, além de ser bombardeado com a notícia de que seu pai irá assumir o batalhão, ainda foi responsável por deixar Cruz e Zoya chateados. O primeiro por deixar bem claro que ele realmente estava dormindo com Zoya e a segunda, por recusar a se casar para que ela consiga a permissão para continuar no país. Severide provou seu ponto fraco ao não se comprometer com a russa. Mas nesse caso, o bom senso falou mais alto do que o simples fato de não querer se comprometer. Eu ainda não vi utilidade de Zoya na trama, acho que ela está muito aleatória ainda. Caso os roteiristas não reservem nada de grandioso para ela, pra mim ela será apenas mais uma.
Shay ainda está traumatizada com o incidente do episódio passado e está mais rebelde do que nunca. Sua relação com Dawson está começando a prejudicar o lado profissional das garotas e, por incrível que pareça, Clarke está disposto a ajudar a paramédica em sua recuperação, com direito à conselhos e tudo. Quem diria, né?
Mills provou que seu ponto fraco ainda é Dawson e o fez da pior maneira possível: falando o nome da paramédica enquanto beijava Isabela. A partir daí acabou o clima… Enquanto isso, Casey é questionado pelos meninos Darden sobre o motivo de Gabriela não ser sua namorada.
E falando em Gabriela, agora que ela descobriu que Jay é um policial infiltrado, precisa manter segredo para manter a vida do rapaz a salvo. O que ela não contava (e eu também não) era que ele fosse aparecer junto com Arthur no bar e presenciar o brutamontes destruindo copos e garrafas com uma cadeira. Deu pra perceber que, agora, ambas as partes estão sofrendo. Jay parece realmente se importar com Gabriela e vamos torcer para que isso não mude quando ele conseguir prender Arthur.
Nos reencontramos em três semanas 😉
PS: Otis, Cruz, Herrmann e Dawson correndo em direção ao Game Day pegando fogo só prova ainda mais o profissionalismo deles <3
The Voice Brasil – Audições às cegas IV
25/10/2013, 00:49.
Gabriela Assmann
Reviews
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Aeeee! O programa hoje foi do nível do da semana passada. O motivo da comemoração é o fato de não ter caído de nível. Com a manutenção pelo menos sabemos que a tendência é que ou continue assim ou que melhore um pouco para as batalhas. Ainda temos mais um episódio de audições às cegas, mas eu já estou super ansiosa pras batalhas. Primeiro vou comentar sobre a dinâmica do programa e depois comento sobre os candidatos.
É muita petulância dizer que alguém andou lendo as minhas reviews? Porque sério, algumas coisas que eu tinha apontado foram solucionadas. Risos. Inclusive até demais. Parece que levaram a cabo a sugestão de enfiar os técnicos numa sala e deixar eles vendo as outras versões da franquia. Quem assiste as outras identifica momentos iguais aos que aconteceram hoje nos outros países. Quando o Lulu disse “eu sou sincero” (eu sei que faz referência à música dele), foi igual ao Will.I.Am no The Voice UK. A Cláudia falando “Não sou mais sua amiga” e “Preciso de algo mais forte” também são coisas que a gente vê com frequência lá fora, tanto no UK como no USA. E o Daniel dizendo que não ia virar em respeito a candidata também é comentário recorrente lá fora.
Por isso, preciso comentar sobre a polêmica da semana que foi o vídeo da Cláudia Leitte fazendo as viradas igual a Xtina e a Jessie. Sinceramente? Fico bem feliz. Se for pra ela continuar “copiando” as outras franquias, mas continuar sendo a mais natural e engraçada da bancada eu vou ficar bem feliz. É isso que dá a dinâmica pro programa, gente. Além do que, como disse a Rosana Hermann (@rosana) no twitter essa semana, programas de televisão tem direção e produção. Obviamente a Cláudia não sentou e ficou horas vendo as outras versões. Obviamente alguém viu, achou legal e mandou ela fazer. Que bom. Que continuem vendo e mandando, porque pelo menos o programa tá mais dinâmico. Eles estão sendo orientados quanto a isso e eu fico bem feliz. Não é copiar, é se inspirar.
Sobre os candidatos eu devo dizer que hoje o nível foi bom, também. Acho que ainda preferi semana passada, mas hoje tava quase de igual pra igual. Os destaques foram, na minha opinião, o Guto Santana, a Cecília Militão, a Carina Mennito e a Amanda Amado, ainda que a Cecília tenha um inglês MUITO ruim. Dessas, a minha preferida é a Carina. Gostei de tudo nela. Achei artista pacote completo. Aliás, aproveito esse momento pra reforçar a campanha: CANTEM EM PORTUGUÊS. Eu gostaria muito de entender porque insistem em cantar em inglês mesmo não sabendo nada. A música brasileira é tão rica e bonita que eu acho que esse fenômeno de tanta gente cantando em inglês mesmo sem saber é um reflexo dos anos em que o Brasil foi colônia e do tanto de exploração que sofríamos até pouco tempo atrás, o que acabou resultando nesse complexo de inferioridade. Parem com isso e cantem em português, por favor.
Sempre tem aqueles que são melhores do que alguns que passaram e acabam não passando, mas dos eliminados de hoje acho que só vou sentir falta da Ariel. Não porque ela seja boa e tenha uma voz maravilhosa, mas porque era a única pessoa que eu enxergava como potencial representante do pop, porque me nego a contar a Débora que destruiu Stronger. Aliás, nunca vou entender gente que canta Kelly Clarkson em reality show de música. Ela é a primeira vencedora do gênero e sempre vai ter aquela mística em torno dela. Acha que canta bem e quer mostrar isso então cante Xtina, Mariah, Jessie J… mas NÃO cante Kelly Clarkson, a menos que você se garanta MUITO.
Por fim quero comentar dois fenômenos: as carinhas repetidas, de novo. É tanto conhecido que só falta aparecer a Shirley Carvalho. Heverton e Samya foram do Ídolos, Cecília de um reality show do Faustão e as gêmeas – que por sinal eu acho que fizeram a pior audição da história do The Voice (ainda tô me perguntando como passaram elas pras audições) – eram do Raul Gil.
O outro fenômeno é as pessoas indo pro time do Daniel que antes era o rejeitado. Tem uma explicação bem simples e não é o “coração” que eles alegam: esse programa foi gravado quando as outras audições já tinham ido ao ar, assim qualquer pessoa inteligente sabia que o time do Daniel era o mais fraco e acabava escolhendo ele, porque nas próximas fases a competição é dentro do time.
E vocês tão achando o que do programa? Tão gostando mais de que time? Acham que quem leva?
PS: Edição, por favor parar com esse berimbau. Grata, Gabriela Assmann.
Person of Interest – Razgovor
24/10/2013, 18:59.
Regina Monteiro
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Um episódio que trouxe algumas das características que fizeram de Person of Interest uma série singular: pontos de virada inesperados; uma trama menor como parte de um conflito maior, que é anunciado, a conta gotas, durante o desenvolvimento da temporada; histórias contadas em flashback e personagens que vão sendo humanizados através de sua história.
Duas surpresas estavam reservadas para o final do episódio: o confronto entre Carter e Laskey e a volta de Root. No primeiro caso, ponto para Carter que conseguiu surpreender Laskey, revelando o que sabia sobre ele ao mesmo tempo em que o enredava em uma armadilha. Ponto, também, para os roteiristas que conseguiram criar uma seqUência em que houve suspense na medida, para despertar uma certa apreensão quanto ao destino do personagem.
Ao mesmo tempo, Root está de volta e dessa vez ela vai levar Shaw. Pergunto-me para que, já que ela está sendo orientada pela Máquina. O que me leva a uma outra pergunta: por que Root pode falar e ouvir a Máquina se com Finch ela só se expressa por códigos? Por quê uma maior intimidade com Root do que com Finch?
Razgovor foi também um episódio para que se pudesse conhecer melhor Samantha Shaw (ou Sameen?). E só por isso o meu perdão por Reese, novamente, nesta temporada, ter feito apenas “figuração”.
Os flashbacks voltaram como artifício recorrente para contar a história dos personagens e elucidar características de sua personalidade. Desta vez nos foi possível conhecer um pouco da vida de Shaw quando ela perde o pai em um acidente de carro.
No presente, através de seu contato com Genrika, uma menina precoce perseguida pela máfia russa, é revelado um pouco mais sobre o personagem. Incapaz de qualquer outro sentimento que não raiva, ela move-se, nas palavras da menina, como um robô. Mas, no decorrer de Razgovor, a determinação que lhe é característica, passa a contar com um novo ingrediente: empatia. Genrika consegue atingi-la de uma forma que nem Shaw se dá conta. E, ao final do episódio, quando elas se despedem, Shaw pode não ser a mesma. Talvez, ao presenteá-la com a medalha da Ordem de Lenin que pertencera a seu avô, a menina tenha começado a despertar sentimentos adormecidos dentro dela. Talvez, Genrika, sem o saber, tenha tocado na porção Andrew Martin (o complexo robô interpretado por Robin Williams em O Homem Bicentenário) de Samantha Shaw.
Mas Samantha Shaw é interessante não somente pela estrutura ficcional do personagem. Sua presença na série é, de diversas formas, um paradoxo. A forma como a ação é desenvolvida ainda é a mesma daquela com que nos acostumamos durante a primeira e segunda temporadas, portanto Reese, Finch, Carter, Fusco e Zoe são a medida exata para o desenvolvimento da história sem que se fique com aquela incômoda impressão de que alguém está sobrando. Exceto em Reasonable Doubt, onde os personagens tiveram uma participação equilibrada, nos outros episódios ainda perdura a sensação de que há um funcionário graduado fazendo serviço de office boy. E, embora a série tenha crescido em intensidade dramática desde a sua estréia, espero que Reese não fique relegado à condição de “garoto de entrega”.
Portanto, temos Shaw e Reese, dois personagens que possuem a mesma intensidade dramática, o mesmo carisma, a mesma competência profissional, disputando o mesmo lugar na série. E este é um dos aspectos que adquire o paradoxo Samantha Shaw: ao mesmo tempo em que ela, deste ponto de vista, encaixa-se perfeitamente na história, a estrutura da história não se adequa a ela.
Por outro lado, o carisma do personagem, desperta o desejo de que ele permaneça na história. De que haja um lugar adequado para ele, que não seja este, que até agora está sendo emprestado por Reese. E este é outro paradoxo do personagem: ao mesmo tempo em que amamos Reese é possível amar também Samantha Shaw, mesmo percebendo que o mesmo espaço não pode ser ocupado pelos dois.
O que será feito de Samantha ainda é uma incógnita, mas que, em meio a essa readequação dramática, que a série continue a evoluir e a voltar aos eixos como tem feito nesses dois últimos episódios.
The Vampire Diaries – Original Sin
24/10/2013, 13:03.
Mônica Castilho
Reviews
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Quem acompanha minhas reviews, sabe que desde a última temporada de The Vampire Diaries, eu – assim como vários outros espectadores – fiquei decepcionada e até um tanto revoltada com o rumo da série, que parecia estar em queda livre no quesito qualidade da trama. Para completar, os Originais deixaram a história e migraram para sua própria série, algo preocupante, já que eles eram os maiores responsáveis pelas aventuras e tensões existentes em Mystic Falls.
Para compensar a saída de Klaus e Cia., tivemos Silas como o novo vilão, além de uma Katherine humana para despertar curiosidade e entreter. A fórmula, que já parecia significar uma nova esperança para a série, se provou eficaz neste episódio e devolveu a The Vampire Diaries o status de série interessante que a mesma começou a perder no final da terceira temporada.

Além de Silas, foram introduzidos na série os “viajantes”, um misto de vampiros com bruxos, e também finalmente pudemos conhecer a tão (mal) falada bruxa Qetsyah, carinhosamente apelidada por si mesma de Tessa. A mulher, que durante séculos teve a história conhecida como sendo o verdadeiro amor de Silas, revelou que não passa de uma versão feminina de Damon, ou seja, alguém atrapalhando o relacionamento de duas pessoas destinadas a ficar juntas, e que agora está com sede de vingança por se sentir traída.
A situação de Damon e Elena já não era a das mais agradáveis desde que ela admitiu estar tendo sonhos extremamente vívidos com Stefan, e nem teria sido necessário Katherine plantar a semente da discórdia ao mencionar tais sonhos para que Elena e Damon reconhecessem que a vampira ainda se importa com Stefan. E pior do que a indecisão da moça, é saber que até o destino e o universo conspiram para que ela fique com o Salvatore mais novo, assim como Silas era destinado para Amara e todas as cópias dele são destinadas às cópias Petrova. Agora a pergunta é: será que vale mesmo a pena Damon insistir em Elena, mesmo quando ficou clara a preocupação dela com Stefan? Por enquanto, pelo menos para ele, parece que vale, mesmo a própria trama já tendo claramente escolhido o destino da protagonista.
Por enquanto o trio protagonista parece estar fora de perigo, já que os acontecimentos de quando Elena estava na universidade até agora não renderam qualquer coisa. A preocupação mesmo é com Katherine, que além de estar na mão dos viajantes – os quais ainda não revelaram em qual time estão –, descobriu que ela em si é a cura para o vampirismo, ou melhor, seu sangue. Sabendo disso, ela deveria dar umas bolsas de sangue para o Silas e pronto, problema resolvido. Sem necessidade de drama.
Por fim, voltamos ao drama Stefan/Elena/Damon. Além de todo o lance do destino que conspira a favor de Stelena, Stefan perdeu a memória e não sabe mais nem o que é após as macumbas de Tessa para ligar o vampiro a Silas e acabar com os poderes mentais do vilão. Dado este fato, não é muito difícil imaginar que Elena sinta pena do Stefan vulnerável e volte a se aproximar do rapaz enquanto Damon volta a ocupar seu lugar em escanteio, cumprindo o seu “destino”.
P. S. [1]: Tragam a Caroline de volta para esta série!
P. S. [2]: Com tantas doppelgängers Petrova na história, daqui a pouco a série será apenas da Nina Dobrev. Alguém precisa avisar os roteiristas para eles pararem de duplicar (ou triplicar!) personagens. Sério. #FringeFeelings
Downton Abbey – Series 4, Episodes 3 e 4
24/10/2013, 11:31.
Lucas Victor
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O terceiro e o quarto episódios de Downton Abbey podem ser vistos como um arco, apesar da série não usar essa estrutura. Os dois episódios se completaram perfeitamente, portanto fica mais fácil comentar sobre os acontecimentos dos episódios falando dos dois em uma só review. Vamos falar sobre o ocorrido no terceiro episódio e como ele foi tratado no quarto. Então, sem mais delongas, vamos comentar!
No terceiro episódio vimos a primeira festa de Downton dessa temporada, reunindo alguns dos amigos aristocratas dos Crawley. Entre eles um dos personagens mais esperados – senão o mais esperado – dessa temporada: Lorde Tony Gillinham, amigo de infância de Mary e seu novo possível interesse amoroso. Todos estavam esperando pela chegada do novo galã que iria curar o pobre coração de Mary, e pelo que parece ele está provando ser um candidato à altura. Durante o período da festa ele e Mary se deram maravilhosamente bem, como se os dois estivessem destinados a se reencontrar, e Tony não foi nada além de perfeito cavalheiro, educado, gentil, compreensível, tudo que se espera de um verdadeiro Lorde. E é claro que isso teve um efeito significativo em Mary, mas apesar disso ela permaneceu apreensiva quanto à se deixar levar pela gentileza de Tony, como vimos na cena da dança em que Rose pegou o gramofone de Matthew, trazendo de volta todas as lembranças de Mary. Mas mesmo com esse momento desconfortável os dois continuaram em bons termos.
No quarto episódio eles se reencontram em Londres, na casa da tia Rosamund, e então têm a oportunidade de se conectarem ainda mais, o que acaba resultando no não tão inesperado pedido de casamento de Tony. É claro que Mary disse não, mas não sem pensar e muito à respeito, pois Tony realmente mexeu com ela. Ocorre que a lembrança de Matthew ainda está muito vívida em sua mente, e ela ainda não está pronta para se entregar a um novo amor. Mas é muito bom saber que ela está voltando a sentir novamente. Agora quanto à Tony, sem dúvida é um ótimo personagem, mas ainda vai levar um bom tempo para conseguir vê-lo como um pretendente à altura de Mary. Não que ele não seja bom o bastante para ela, pelo contrário, mas é impossível não compará-lo à Matthew, que era o mais próximo que se pode pensar do tão chamado “Príncipe Encantado”. Mas ele chega lá – se Mary deixar. Meu palpite? Ela se renderá à Tony, ainda mais depois daquele beijo de despedida tão apaixonado dos dois.
Edith continua sendo azarada como sempre. No terceiro episódio vimos como seu futuro noivo, Michael Gregson, começou a finalmente se dar bem com sua família, especialmente com Robert, que seria o mais difícil de agradar. Mas então no quarto episódio a felicidade foi tanta que os dois não resistiram e acabaram dormindo juntos. E é claro que alguém iria descobrir, e esse alguém foi a estraga-prazeres Rosamund, que prometeu não contar a ninguém, mas não sem jogar seu habitual balde de água fria em Edith, colocando dúvidas em sua cabeça sobre o caráter de Michael. Se ele irá provar ser o que Rosamund diz nós ainda não sabemos, mas vamos torcer que ela esteja errada, pois mais uma decepção amorosa poderá acabar com todas as chances de Edith de amar novamente.
Os planos de Edna em Downton finalmente vieram à tona, e não era de se esperar menos. Ao ver Tom triste e desiludido ela tenta animá-lo e aí, quando menos se espera, BAM! Ela o leva pra cama. No quarto episódio ela procura por Tom para reclamar seus direitos, dizendo até que poderia estar grávida. Ainda bem que a boa e velha Sra. Hughes entrou em ação para desmascará-la e salvar o dia. O que seria de Downton sem a Sra. Hughes? Só falta ela começar a dizer: “Não contavam com a minha astúcia!”. Mas agora que Downton está novamente sem uma criada para Cora podemos esperar mais confusão com a próxima candidata ao cargo, que só pelos previews já dá pra ver que não será flor que se cheire. Bom para Thomas, que terá de novo uma parceira no crime.
Outro fato importante nesses dois últimos episódios foi a chegada de Jack Ross, o primeiro personagem negro da série. Jack é um cantor de jazz líder de uma banda – como era de se esperar de um personagem negro da época para a série – e sua introdução não poderia ter sido melhor, já sendo apresentado como um Gentleman galanteador ao ajudar Rose quando seu par John Bullock a fez passar vergonha na frente de todos que estavam no clube de jazz. Mais interessante ainda foi ver Rose completamente encantada com os charmes de Jack, o que tudo indica que ele será o próximo affair da garota, que adora flertar com o perigo. E desta vez o flerte não poderia ser mais perigoso, pois ela já foi censurada simplesmente por dançar com o rapaz, imagina quando ela estiver se relacionando com ele? Vai ser um verdadeiro alvoroço em Downton, e com jazz como trilha sonora.
E agora a grande bomba dos episódios: o criado sacana do Tony. Ele chegou como um típico conquistador, jogando charme para Anna, sendo agradável e gentil, conquistando sua confiança aos poucos, até preparar o seu bote, quando tentou ficar com ela durante a apresentação da cantora de Ópera. Claro que Anna se recusou e então ele a violentou da forma mais brutal possível. Foi a cena mais chocante da temporada até agora, e inesperada também, pois ninguém nunca poderia imaginar que algo assim poderia acontecer com Anna. Na review do primeiro episódio eu havia dito que ela e Bates não poderiam estar em um momento melhor, e então acontece essa tragédia para acabar com a felicidade dos dois. E as coisas só tendem a piorar pois o trauma de Anna não irá passar tão cedo, e Bates está mais que incomodado com a situação pois ele nem faz ideia do ocorrido. Será que isso poderá resultar no fim do casal mais fofo e shippável de Downton Abbey? Vamos torcer para que não.
A quarta temporada estava se mantendo em um ótimo nível, mas aparentemente normalizada. Agora sim as coisas vão realmente esquentar em Downton, e podemos esperar muito mais até a season finale, que promete ser a melhor da história da série até agora.
Once Upon A Time – Nasty Habits
23/10/2013, 14:03.
Júnior Melo
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Se no outro episódio o foco foi a Regina, nesse foi o Rumple. Ou seja, não tem do que reclamar, né? Os melhores personagens ganhado o seu destaque mais que merecido. No último episódio vimos que Neal voltou para Neverland, e ficamos imagindando o que isso ia acarretar. E foi tanta coisa, mas de tudo o que pensei nada ocorreu. Ainda bem, ficou tudo inesperado para mim. Após mostrar o seu lado mais badass Neal consegue fugir do garoto perdido (Felix) e encontra o seu pai. A última coisa que pensei foi que ele pudesse encontrar Rumple assim tão rápido, achava mais fácil ele encontrar Emma a Rumple. Essa foi a primeira surpresa.
Rumple que estava meio sumido no episódio passado apareceu bastante neste, o que foi ótimo. Pelo visto os roteiristas ainda vão querer focar no passado traumático dele. Isso pode acabar sendo bem ruim. Não há razão para explicar a razão de Rumple ter se tornado o que ele é, isso soa tão clichê e a última coisa que o personagem precisa é desse tipo de coisa. Os diálogos internos (externos) dele com Belle soam repetitivos, mas nesse episódio encaixaram bem. As coisas começaram quietas e pegaram fogo depois que ele reencontrou o seu filho. Fiquei segurando a respiração no momento em que Rumple quase passou a lança em Neal. A surpresa número dois ficou por conta da união dos dois para salvar Henry.
A busca do time da Emma atrás do Henry – como disse na review passada – ia começar a ficar cansativa se eles não tomassem um rumo logo. Não foi o rumo esperado (mais uma vez), mas ao menos não focaram na busca em si. Tinker colocou a pergunta que todos não estavam pensando: Depois que pegar o Henry, como vamos sair? Confesso que só neste momento pensei nisso. Hook propõe uma solução, buscar a saída no esconderijo de Neal, o único que conseguiu sair de Neverland. Depois de Pan ter dito que Neal só fugiu por que ele permitiu fiquei me perguntando, como eles vão sair?!
Na Enchated Forest tivemos o Bae pequeno e seus dilemas com o pai. Assim como o discurso de Rumple com Belle, a estória aqui soou bem repetitiva. Se não fosse a interferência de Pan e as ligações que fizeram com o presente – como no caso da flauta ser ouvida apenas por certos tipos de garotos – ela teria sido totalmente dispensável. Gostei da ideia de tornar o Pan o flautista, assim não ficam acrescentando tantos personagens à trama e focam no que material que eles já têm.
O grande destaque, sem dúvidas, do episódio foi a parte de Neverland, que vem sempre surpreendendo. O Neal mostrou não ser tão chato e inútil, mas ainda assim prefiro a Emma com o Hook. A ideia dele de paralisar Pan foi muito bem sacada, no começo pensei que tinha sido forçado essa parte, mas ao final com a fala do Pan dizendo que controlava tudo as coisas fizeram mais sentido. Era óbvio que o vilão não ia ser tão bobinho assim. Se por um lado ele mostrou que pode ser um bom personagem, por outro mostrou que ainda é o chato de sempre com a sua discussão com o pai. Ele tem mil motivos para não acreditar no pai, mas acho que já está bem claro que Rumple quer provar a ele que mudou. Dá uma chance né Neal?!
Agora é a hora de apontar o grande “defeito”. O episódio teria sido perfeito, nota cinco, fogos de artifícios para ele se não fosse por uma coisa… Eles deram tantas reviravoltas no enredo para deixar tudo tão dinâmico e tão ágil, mas no fim das contas tudo continuou o mesmo. Rumple com a vontade de salvar o Henry para se tornar alguém melhor (tudo bem, ele agora quer fazer isso para provar ao Neal que ele mudou), Henry continuou com o Pan e Neal continuou preso como no início do episódio… Mas não vamos dizer que isso foi um defeito ou falha do roteiro, pois Pan deixou bem claro: ele controla tudo aquilo e esse é o jogo dele. A nota do episódio poderia ter caído e muito por causa disso se não fosse explicada a razão de tudo voltar para o mesmo. É melhor os roteiristas terem cuidado com essas reviravoltas, dessa vez foi intencional, mas no futuro podem acabar errando feio.
Destaques para Snow e Charming com a cena do final. Estou ficando com medo de que ele vá morrer, por mais que ache o personagem um saco. Parem para pensar: Snow casada já é chata e chorona, imaginem viúva? Vamos fazer petição “Sobrevive Charming”; pontos também para a “amizade” entre Rumple e Peter Pan quando jovens. Cadê esse flashback? Quero para ontem. Agora vamos aguardar o episódio da semana que vem, pois estamos chegando cada vez mais perto da Ariel.
Castle – Time Will Tell
23/10/2013, 09:27.
Ana Botelho
Reviews
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“Este acabou de se tornar o meu caso preferido.”
Uma semana após o retorno de Beckett à NYPD nós recebemos o primeiro episódio escrito por Marlowe e Terri nessa sexta temporada. Time Will Tell veio com o selo MilMar de qualidade e era tão óbvio que nós não iríamos nos desapontar, que antes mesmo de ver o episódio eu já estava com as cinco estrelas na mente. Engraçado, dinâmico, leve e dando espaços para que outros pontos fossem trabalhados e não somente o casal – alguém aqui, além de mim, o relacionou com os padrões da terceira temporada? Pois bem, tenho 900 palavras ainda pela frente e eu juro, juro mesmo, que farei dessa review algo próximo da beleza que foi Castle nessa semana.
“Mas pense nos bons momentos que tem pela frente, no futuro dela e no nosso.”
Antes de tudo, devo tirar dos PS uma coisa que desde o início eu falei que seria algo bom: utilizar Pi como ponte para mostrar o relacionamento pai-filha existente entre Castle e Alexis, além de dar uma margem maior para que a filha do escritor aparecesse e pudesse se posicionar com mais firmeza na série. E não é que isso aconteceu? Castle vai ter sim o Pi fora de sua casa (Beckett diz amém porque ninguém é obrigado a vê-lo, logo pela manhã, só de toalha, convenhamos), mas também verá sua filha saindo. A decisão de Alexis serviu – e muito – para que nos fosse mostrado como Castle lida com uma filha adolescente, como ele trabalha os diálogos quando aparece um empecilho ou desacordo. É claro que ele ainda precisa aprender que Alexis cresceu e já pode caminhar sozinha, e esse aprendizado não será feito de um dia pro outro. Mas o caminho para isso vai ser interessante, ainda mais se tivermos uma Beckett estilo “madrasta”, dando conselhos sobre o que fazer com tudo aquilo que estava acontecendo. Fofo demais, por favor.
Agora se me permitem, vamos para 2035 o caso.
Uma mulher é encontrada morta em seu apartamento, com o pescoço quebrado e sinais de espancamento – até aí, nada de diferente do que a gente já cansou de ver. Mas é quando um homem barbudo é dado como suspeito, e o mesmo é encontrado, que vem o pequeno fato curioso: ele diz ser um viajante. Mas não um viajante qualquer, um viajante do tempo. Foi nesse momento que o episódio começou a caminhar pelos padrões da terceira temporada, na qual a cabeça fértil e sonhadora do Castle surgia com ideias mirabolantes, ao passo que a racionalidade da Beckett destruía cada teoria com fatos e provas.
Independente de quem acreditou ou não no viajante, o homem veio do futuro tentar impedir que uma série de eventos no tempo presente implicasse em mudanças nos anos seguintes. Com base em seus relatos meio que, digamos assim, confusos, a turma da NYPD foi seguindo os rastros de um outro suspeito, ainda mais porque outra morte havia acontecido. Tudo se encaixava. Por maior loucura que parecesse, as coisas que Doyle dizia iam se ligando e cada vez mais o episódio ficava interessante. Até que ele se tornou mágico.
“Richard Castle mora em NY com a esposa senadora Beckett e três filhos.”
Quando eles vão procurar o outro suspeito, Beckett é atacada por Ward e Castle, numa tentativa de defendê-la, só faz a gente ter orgulho e rir do pobre coitado que precisa de umas aulas de luta. Mas não é esse o ponto que eu quero chegar. Quem salva a vida dos dois é Doyle, o viajante do tempo, e como ele chegou lá também é outra coisa que não nos ateremos agora. Preso e em uma tentativa, talvez, de fazer com que acreditassem nele, Doyle solta uma informação lida na capa de um dos livros do Castle: ele é casado com Beckett, que havia se tornado senadora, e possuíam três filhos. Três filhos. Três.
Nessa hora eu surtei. Sim, surtei. Primeiro levei um susto, porque sair três crianças da Beckett vai contra qualquer teoria que eu tinha, e depois do susto eu ri, ri demais. Já pensou esses dois com a casa cheia de crianças? Beckett vai ficar louca e isso vai ser incrivelmente engraçado. Além de outras questões pessoais que poderiam ser trabalhadas com a vinda dos filhos, se a série trabalhasse com isso, acho que só teria a ganhar para o enredo. Logicamente, está cedo. Não quero e não pretendo ver Beckett grávida até o meio da próxima temporada, mas não deixo de ficar esperançosa. E aos que não acreditaram muito em Doyle ou duvidam que o Marlowe vá por três frutos do romance de Caskett nesse mundo, vale lembrar: alguém, lá na terceira temporada, em He’s Dead, She’s Dead, já falou sobre o futuro e acertou. O tal Alexander que mudaria a vida da Beckett é o Castle e que ele veio para ficar todos nós sabemos. Dito isso, eu, se fosse vocês, começava a comprar os presentes do chá de bebê. Porque dois é bom e três é melhor ainda.
“Você está tentando me deixar louca, não está?”
O episódio segue, Ward é preso e Ryan e Espo descobrem que tudo não passou de um ato de vingança e que havia sim uma ligação entre Doyle e Ward, mas não tinha nada a ver com o futuro: os dois estiveram no mesmo hospital psiquiátrico. É claro que, como qualquer outra disputa entre os dois (senti falta disso, de verdade!), Beckett foi se vangloriar por estar certa. Digo, parcialmente certa. Quando todos achavam que Doyle era mesmo um louco, duas coisas aconteceram. Primeiro que o homem sumiu do nada enquanto Castle corria atrás dele para devolvê-lo a bugiganga, e segundo que Beckett derrubou o café na carta, deixando-a exatamente igual como ela foi encontrada no “futuro”. Deu pra notar os rostinhos preocupados, eu só não sei se era por existir mesmo um viajante do tempo ou se já era o peso dos três filhos batendo na porta. Isso, só o tempo vai dizer.
Time Will Tell foi uma surpresa gostosa. Não por ser bom, porque isso já era previsível, mas por trazer de volta elementos que fizeram eu me apaixonar por Castle e me fazer sentir como se eu estivesse lá no início da série. Para a próxima semana, eu não tenho nenhum palpite, a não ser o fato de que com certeza vai ser um bom episódio. A sexta temporada tem seguido uma linha boa e, se continuar assim, vai roubar o posto de melhor temporada, deixando a terceira quietinha, em segundo lugar. Espero vocês aqui na semana que vem. Até lá!
PS1: As roupas da Beckett nesse episódio foram simplesmente perfeitas!
PS2: Coisas importantes que você deve saber sobre Esposito: Ele assiste Doctor Who.
Arrow – City of Heroes e Identity
22/10/2013, 13:29.
Marco C. Pontes
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Wolverine ligou pedindo as garras de volta.
Finalmente Arrow está de volta para sua segunda temporada. Os eventos do final da primeira temporada com certeza trariam muitas consequências e o fato da série confiar o bastante em seus personagens para mudar praticamente todas as dinâmicas já vistas anteriormente mostra que os roteiristas sabem muito bem o que estão fazendo.
Logo no primeiro episódio fomos presentados com um Oliver Queen tirando férias na Ilha de Lost, como sempre. Naturalmente, aposentar o capuz e o arco estaria em um futuro próximo e foi bastante condizente o personagem relutar durante o episódio inteiro para não voltar às origens. Mesmo que essa decisão tenha sido burra, afinal milhares de pessoas estavam sendo mortas e atacadas (incluindo ele mesmo!), Oliver manteve-se firme na sua crença de que ele realmente é um assassino e que ele deveria se manter longe da ação por causa do que aconteceu com Tommy. E se ele fosse continuar, que fosse de ‘outras maneiras’, não matando tudo e todos, tentando mudar sua própria imagem.
No primeiro episódio vimos que Oliver precisa trabalhar (literalmente) para conseguir mudar a imagem que a cidade e a própria empresa tem do personagem e de sua família. É completamente normal que a cidade INTEIRA esteja odiando sua família, mas é curioso perceber que não estão odiando a boate – ela está mais cheia do que o costume. Mas talvez seja só o fato Roy e Thea, que andam cuidando da bebê de Oliver. Thea deixou de ser uma garotinha mimada e estar a frente dos negócios na boate Roy, por outro lado, possui uma própria agenda e isso envolve quase se matar toda noite para conseguir um encontro especial com o Arqueiro. Thea, tome cuidado. Até porque, o drama entre a herdeira Queen e o namorado acaba se tornando cansativo, pela repetição nessa e na temporada passada. Mesmo assim, é importante ressaltar que Roy é o Speedy e foi promovido para regular na série. Ou seja, em breve veremos um Speedy juntando forças com o Vigilante.
A necessidade de mudar a imagem foi bastante utilizada no segundo episódio, de forma ainda mais clara, por meio da vida dupla de Oliver. A destruição do Glades e suas consequências serão plots recorrentes nessa temporada, mas o mais interessante de se ver é Oliver tentando levar uma vida normal (digo, de empresário) enquanto o mundo inteiro o odeia. O personagem de Kevin Alejandro, Alderman, veio para provar isso. Sua participação com certeza será um problema para Oliver, pois ele já provou que não atura atrasos em nenhuma circunstância.
É triste, porém, que tanto Oliver quanto o Arqueiro não ganham o respeito necessário. Claro, a cidade inteira acha que o Vigilante está por trás de qualquer assalto e todo mundo odeia os Queens, mas Oliver está disposto a mudar sua imagem, sua identidade, passando de um cara que riscava nomes em uma lista para alguém que procura outros meios para fazer o bem. É claro que isso fica bem complicado, especialmente quando você precisa lidar com um Wolverine Negro e uma Lady Gaga Asiática, mas como a última bem disse, o Arqueiro está diferente.
Porém, essa mudança vem também com algumas consequências. Além de ter perdido os sinais de que Roy está praticamente se matando noite após noite, Oliver também não conseguiu perceber que Diggle está de coração partido por causa de Carly e que Felicity deve ser utilizada para um bem maior além de fazer um mero cafezinho.
Pessoalmente, nunca me importei com a vida de Diggle, até porque, tirando a questão do irmão, ele nunca foi aproveitado, ou pelo menos o roteiro foi tão raso que não havia como algo bom sair dessa narrativa. Por isso, fica difícil me importar com a vida pessoal do motorista, principalmente quando ele não demonstra muito bem seus sentimentos (ou será péssima atuação?).
Se temporada passada Tommy não mostrou sua importância, nessa temporada temos Laurel se tornando a personagem mais chata da série em tão pouco tempo. Entendemos o motivo de Laurel estar tão trabalhada na vingança contra o Arqueiro e sabemos que ela estava de luto por Tommy pelos últimos cinco meses, mas essa inimizade com o Arqueiro apareceu repentinamente e fora do aceitável. A questão é que Laurel parece estar pensando irracionalmente, movida a sentimentos que não eram tão grandes assim, para começo de conversa. Mesmo que ela tenha explicado suas motivações para odiar o Arqueiro, isso não é muito convincente, principalmente levando em consideração tudo o que ela já o viu conquistar. Mesmo assim, a cena final do segundo episódio torna-se o segundo melhor cliffhanger da série, por ter acontecido de uma maneira que não dava para prever.
Haven – Countdown
22/10/2013, 13:25.
Regina Monteiro
Reviews
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Primeiro uma nota, embora as notas se coloquem no final: não é porque o episódio não foi um 5, que a série não continua ótima!
Dito isso, vamos falar de Countdown, um episódio no qual os personagens deram uma lição de ingenuidade do começo ao fim. Jordan, Nathan, Duke, Audrey, Vince, todos acreditando poder convencer o outro a partir da lógica da sua razão pessoal. E esse foi exatamente o problema. Lógica depende de isenção emocional como todos eles perceberam. Alguns tarde demais…
O que exatamente Jordan tinha em mente ao cooptar Wade, a não ser uma teoria de que Audrey era a origem do problema e se ela fosse eliminada as perturbações também seriam, é de se perguntar, porque não era necessário ser um gênio para perceber que o sobrenome era a única semelhança entre Duke e seu irmão. Wade é totalmente descompensado, carente e perdido, e Jordan conseguiu transformá-lo em uma bomba relógio em potencial. Lamentavelmente, ela percebeu isso tarde demais.
Nathan descobriu a verdade sobre Audrey, então, segundo sua própria lógica, ela deve atirar nele e acabar com as perturbações. Simples assim! Simples se a ausência fosse uma dor não compartilhada. Se os sentimentos fossem um estado unilateral. E, porque as certezas estavam no que, até esse momento, não havia sido dito, talvez fosse fácil, para ele, pensar desse modo. E foi necessário que somente três palavras fossem, finalmente, ditas, para que ele fosse desinstalado do lugar seguro que havia construído para si.E, verdade seja dita, Audrey precisou de muito mais coragem para dizer essas palavras do que Nathan para pedir-lhe o impossível. Afinal, eu te amo!, quando não é dito de forma leviana, guarda em si a promessa de uma vida ou, no caso, o peso da eternidade!
Se é possível perdoar Jordan por criar um monstro, já que não conhecia Wade suficientemente, perdoar Duke, já pode ser um tanto mais difícil. Afinal ele deveria conhecer o irmão que tem e, deixá-lo à solta, impedindo Nathan de ir atrás dele, foi, no mínimo, descuidado. Mais uma prova de que lógica e sentimentos não fazem um bom par. Agora, teremos que ficar preocupados com o que acontecerá com ele quando finalmente encontrar o irmão. E tenho mais medo do que, no meio do caminho, pode sobrar para Jennifer. Mas, talvez seja apenas excesso de imaginação de minha parte… Espero.
Vince, por seu turno, já deveria ter experiência suficiente para saber que lidar com Jordan, esperando convencê-la com uma argumentação lógica não iria funcionar. Foi preciso um cativeiro para que ele percebesse o quão descontrolada ela estava. E aí, convenhamos, já era tarde demais. Mas dessa situação resultou uma pergunta: qual a perturbação que atinge os irmãos Teagues?
E, ao final, embora Jordan não tenha contado a Wade como ele pode acabar com as perturbações ou qual era o seu plano para ele, o menos sentimental dos irmãos Crocker vai acabar por descobrir. Porque em algum momento ele vai começar a se perguntar o porquê de Duke não acabar com as perturbações, se ele pode fazê-lo. E quando descobrir a verdade, talvez ele comece a se perguntar, também, qual seria o plano de Jordan. E então, talvez ainda, ele consiga juntar os pontos, porque, convenhamos, Wade Crocker é o menos ingênuo de todos aqueles com os quais está convivendo!
The Walking Dead – Infected
22/10/2013, 10:01.
Felipe Ameno
Reviews
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Gente, o pessoal é muito criativo. Assim que acabou o episódio da semana passada, uma enxurrada de montagens sobre o Patrick/Greg tomaram conta da internet, inclusive o Facebook do TeleSéries. Eu me diverti muito com tudo isso e achei uma pena ele ter morrido tão precocemente. Ele não foi sozinho e praticamente dizimou a ala D do presídio.
Ainda bem que a crise existencial do Rick só durou dois episódios pois ele de fazendeiro não estava funcionando muito bem. Como diria Cesar Milan, o Encantador de Cães, o líder do bando tem que ser calmo e assertivo e isso o Rick sabe ser muito bem: resolveu o problema da ala D, da cerca e ainda deixou de ser um banana para ser o verdadeiro pai que esse mundo novo exige.
Falando em mundo novo, Lizzie e Mika viram que ele não é nada daquilo ensinado nas aulas da Tia Carol, é na verdade muito mais cruel. Walkers não são amigos e as vezes temos que ser fortes o suficiente e acabar com a vida de quem mais amamos.
Achei que eles “encontraram” o motivo das mortes muito rápido, ou talvez esse seja o ritmo dessa temporada, tomara! Achei que ia morrer muito mais gente até eles se darem conta que fosse um “vírus” (agora sou eu supondo). Eles logo solucionaram o problema ao colocar o povo de quarentena. Só patente alta!
Agora a melhor parte do episódio foi ver os walkers comendo BACON! E o Rick todo triste em ter que se desfazer de parte da sua “fazendinha feliz”. Que mané carne humana, agora duvido eles correm atrás de alguém. Sem querer a solução para o apocalipse zumbi foi encontrado! Bacon é vida!
Se 30 Days Without an Accident foi o episódio do Em Nome do Amor, Infected foi um episódio do The Voice. Começando por Tyreese cantando (I’ve Got You) Under My Skin do mestre Frank Sinatra para Karen e terminando em Beth (que já tinha mostrado seu talento em outro episódio) entoando uma canção de ninar para Judith. Fato que eu ia querer os dois no meu time.
Infelizmente Karen era uma das pessoas que estava na quarentena e quando Tyreese foi visitá-la, acabou encontrando seu corpo queimado. Quem será que fez isso? Aposto que foi a mesma pessoa que estava alimentando os walkers com ratos no início do episódio. Algum palpite?
Que venha Isolation.
Considerações finais:
– Depois de tantas risadas, foi estrando ver Michone aos prantos com Judith em seus braços. TPM?
– Daryl, Glenn, Maggie e Hershel por enquanto são figurantes de luxo. Até o Nick (walker amado da Lizzie) apareceu mais que eles.
– Estou com medo do que o Governador esteja aprontando.
– Queria parabenizar ao canal Fox que com apenas um dia de diferença passou o episódio DUBLADO. Gente, podemos até não curti e ainda bem que a minha operadora deu a opção de legendas, mas temos que bater palmas pois dá um trabalhão.
– E a série voltou com tudo e atraiu mais de 16 milhões de espectadores! Um record, considerando que a AMC é um canal a cabo. Vida longa TWD!
Agents of S.H.I.E.L.D. – Eye Spy
22/10/2013, 09:53.
Lucas Leal
Reviews
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Depois de um piloto interessante, a série teve dois episódios piores, mas revertendo a tendência de queda entrega o interessante Eye Spy.
A cena de abertura despertou a curiosidade, trazendo a ex-agente da SHIELD Michonne Akela Amador, que todos davam como morta, realizando um roubo surreal dentro do metro da Suécia e deixando um rastro de corpos para trás.
Surpreendente ainda foi Coulson falar que só podia ser Akela, pois ela foi pupila dele, e porque a outra única pessoa capaz de uma ação desse tipo estava no “ônibus” com ele, Melinda May. Cá entre nós, espero demonstrações disso no futuro, ainda mais porque Melinda May vence a batalha contra Akela no episódio.
Além disso, a trama central no episódio foi surreal, mas achei muito promissora e interessante, em especial se comparado com as tramas dos episódios anteriores. Primeiro pareceu que o caso ia ser algo paranormal ou envolvendo super-poderes, mas no fim descobrimos que Akela foi sequestrada por alguma entidade secreta que implantou uma espécie de câmera no seu olho e monitorava todos os seus atos. E durante o episódios soubemos ainda que câmera ainda permitia ainda a visão de raio-x e visão noturna. Os caras vigiavam mais a Akela do que o Obama vigiava a Dilma!
Pior ainda é que se ela tentasse tirar a câmera, havia um dispositivo que explodiria atrás de seu olho e, consequentemente, explodiria sua cabeça junto! Como se não bastasse, a câmera não servia apenas para vigia-la, mas para manipula-la, já que ela recebia mensagens “na tela”, mandando ela realizar crimes, caso contrário eles acionariam o dispositivo explosivo.
Óbvio que o “Coulson team” resolveu a situação e salvou a vida da moça, mas a reviravolta do episódio é que a mão por trás do fantoche também era um fantoche!
O manipulador que vigiava os movimentos da Akela era um ex-agente do MI-6 (serviço secreto britânico), que também era vigiado e manipulado. E claro, assim que Coulson localizou o rapaz, o manipulador por trás do mesmo explodiu sua cabeça, na primeira cena mais forte da série!!!
Em resumo, achei o plot promissor e que pode ser melhor explorado no futuro e espero que não seja a única vez que vejamos uma situação dessas. Enfim, a série melhorou, achei que a química entre a equipe ficou melhor e a trama do episódio foi superior a dos anteriores. E outro fato é que quanto mais tempo de tela para o A.C (Agente Coulson) e Melinda May, melhor são os episódios. E, aparentemente, quanto menos tempo para Ward e Skye, melhor são os episódios!
Aliás, a cena inicial de Coulson querendo bater papo mas tomando um corte de May foi sensacional.
Por fim, insisto, quanto mais rápido a série entregar uma mitologia, um arco de episódios, uma trama mais longa, mais consistente ela será e mais fãs ira cativas! Seja com a misteriosa ressurreição do Coulson, seja o Graviton, o ‘Eye Spy’ ou a Maré Crescente – que foi super mencionada no piloto e abordada de alguma forma nos outros episódios, mas que até agora não sabemos a que veio nem do que é capaz – a série precisa de um plot para prender a audiência. Então permaneço no aguardo, ansioso pelo episódio que vai me animar como me animam os filmes da franquia Marvel no cinema.
PS: A cena extra foi bem humorada e também fugiu do patrão mais “família” que a série vinha imprimindo até agora e serviu para reforçar ainda mais um possível romance de Ward e Skye.
PS2: Será que Akela vai virar a Nick Fury de saias?
PS3: Vendo o promo do próximo episódio parece que finalmente ouviram minhas preces! Quem sabe agora vai.
Nuvem de Séries
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