TeleSéries
Nashville – Don’t Open That Door
29/10/2013, 10:28.
Gabi Guimarães
Reviews
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“Acho que está na hora do Jeff Fordham conhecer o lado Wyatt da Rayna James” – Rayna.
É exatamente neste clima de guerra que começa o quinto episódio desta segunda temporada de Nashville. Episódio fantástico, diga-se de passagem, e que merece a nota máxima, na minha humilde opinião.
Rayna, insatisfeita com o novo chefe da Edgehill Records e sua maneira um tanto escusa de lidar com os negócios, resolve arregaçar as mangas e correr atrás de sua independência. Acho que é seguro dizer que todos nós gritamos de pura frustração com a tela da TV quando vimos a nossa protagonista pedir socorro justo à seu pai para que ela possa pagar a multa de rescisão com a Edgehill e se tornar dona da própria carreira, da Highway 65, e de tudo mais que vem com esta nova responsabilidade. O preço a pagar? Vinte milhões de dólares, e Lamar como o principal investidor de seu novo selo. Essa é uma péssima ideia, sim ou com certeza? E nem precisamos esperar por outros episódios para falar “eu te avisei, Rayna”, não é mesmo?
“(…) o silêncio é a melhor proteção para você e sua família” – Procurador de Justiça.
Em seguida, vimos Tandy seguindo a orientação de seu advogado – mesmo sob seus tímidos protestos – e aceitando o pacto de silêncio proposto pelo Procurador de Justiça em troca de sua completa imunidade na investigação federal contra seu pai. Vimos também o quanto foi doloroso para ela manter esse segredo da Rayna quando esta lhe confidencia sobre seus planos de rescindir o contrato com a Edgehill com a ajuda financeira – essencial – do pai. Ela sabia que nada daquilo iria se concretizar, e foi bastante angustiante assistir o silêncio da personagem. Isso para não mencionar o envolvimento de Lamar na morte da mãe de ambas! Acho que este arco, apesar de nunca ter sido o de maior destaque da série, tem bastante potencial e, se bem desenvolvido, pode render ótimos momentos para Nashville.
“Dói estar perto da música e não poder e não poder tocar” – Deacon.
“Nunca diga que a música acabou para você” – Rayna.
Deacon, ao que parece, está finalmente seguindo em frente, fazendo planos de ser sócio em uma loja de violões, e isso foi muito bacana de ver! Apesar de todos os erros e defeitos do personagem, acho impossível não torcer por ele. A cena com Rayna foi bastante tensa – e intensa! – e foi um alívio para os fãs do casal perceber o quanto eles ainda se importam um com o outro, mesmo apesar de tudo. Rayna falando para ele que esta é uma ótima oportunidade para que ele descubra realmente quem é sem um violão foi emocionante. Emocionante também vê-lo “flertando” com o piano de Scarlett, dando-se uma segunda chance.
A cena com Juliette também teve seu valor, e mais uma vez mostrou o lado humano da nossa antagonista. Ela se preocupa com Deacon, e foi reconfortante para ele vê-la tentando ajudá-lo a se reerguer, de uma forma ou de outra. Será que teremos um novo pianista ou um novo diretor musical na série?
E, já que o assunto é emoção, como não mencionar a linda música cantada por Scarlett e Deacon ao final do episódio? Acho que todos nós podemos ficar tranquilos, pois, ainda que a produção musical de Nashville tenha mudado nesta temporada, a qualidade dos números musicais continua excelente. Com quanto talento somos presenteados a cada episódio!
E, por falar na parte propriamente musical do episódio, vimos uma improvável porém deliciosa parceria entre Gunnar e Avery. Quem diria? Os dois, sentindo falta de um vocal feminino em sua nova composição, tem a ideia de chamar Zoey – a melhor amiga de Scarlett – para desempenhar este papel. E aqui devo confessar: a música é linda e Zoey tem uma bela voz, mas… Não dei a mínima para este novo casal Gunnar & Zoey. E vocês? Acham que Scarlett ficará magoada ao ver a melhor amiga com seu ex-namorado? E o que acham desta parceria entre Gunnar e Avery?
“Eu só quero ser eu mesma” – Scarlett.
Confesso que eu sempre achei que Scarlett seria mesmo engolida pela indústria da música – ela é muito doce, muito ingênua, e, como ficou claro, não sabe lidar com o glamour e todo o resto que inevitavelmente virá com uma carreira musical de sucesso. Eu não esperava nada diferente dela. Por isso achei bastante corajoso de sua parte decidir, contra os conselhos da Edgehill, e para a fúria do inescrupuloso Jeff Fordham, “ser ela mesma” em seu primeiro tapete vermelho. O resultado foi desastroso, claro, mas serviu para nos mostrar que Layla, ao contrário de Scarlett, não é nada ingênua e sabe muito bem a que veio, mesmo que isso signifique que ela tenha que passar por cima de Scarlett e de quem mais cruzar o seu caminho. Será que temos uma nova Juliette em formação? Will, por outro lado, já percebeu as segundas intenções da nova estrela da música country e não mediu palavras ao tirar satisfação com a moça.
“Um fato sobre os erros de novato, Will, é que quanto mais você os comete, por mais tempo permanece novato” – Jeff Fordham.
Will precisa se provar para Jeff novamente, após o fiasco com a música de Gunnar. E a chantagem de Juliette – sempre ela! – veio bem a calhar e agiu em seu favor. Will, batizado pelo próprio como o “novo Luke Wheeler”, sairá em turnê com Juliette e Layla, e eu mal posso esperar para ver o que vai sair da união destas três personalidades geniosas! Ainda mais se considerarmos que, a partir de agora, para todos os efeitos, ele e Layla são um casal.
Entretanto, o auge do episódio foi ver Rayna nos palcos e cantando como nunca novamente. Após anunciar a indicação da Juliette ao Grand Ole Opry – e a Ms. Barnes pareceu genuinamente comovida, quem diria? –, Rayna é surpreendida com um pedido para cantar. Visivelmente apavorada com a possibilidade, ela fica sem escolha: começa a entoar Best Songs assim, insegura, deixando o público levar a canção, e quando menos se esperou, soltou sua linda voz… e foi como se ela nunca tivesse parado de cantar! Aplausos para a Connie Britton, porque a sua atuação foi impecável e muito emocionante. Sentimos a emoção da Rayna ao perceber que sua voz ainda estava ali, e sentimos seu alívio através de suas lágrimas.
Menção honrosa para a Juliette, claro, dizendo que Rayna estava “acabando com o seu momento”. Como não dar uma boa risada com esta criatura?
“Foi o Teddy!” – Lamar.
Lamar, antes de seu mundo cair, vai até a prefeitura para uma reunião com Teddy, e propõe patrocinar um evento cultural numa tentativa frustrada de restabelecer o laço das Indústrias Wyatt com a cidade. A atitude hostil de Teddy, como vimos no fim do episódio, ainda vai lhe trazer muitos problemas, já que Lamar acredita piamente que foi ele quem o denunciou.
“Eu não poderia estar mais orgulhoso de fazer parte do próximo capítulo da carreira dela” – Lamar.
E é exatamente neste momento que Lamar é merecidamente preso por incríveis 22 acusações de todo o tipo de crime do colarinho branco – com a preciosa ajuda de Tandy –, e teve todos os seus bens congelados até o seu julgamento. E agora, Rayna?
“Estou cheia” – Rayna.
Depois da acirrada discussão que teve com Jeff e a sua ameaça de rescindir o contrato com a Edgehill, como Rayna lidará com essa nova situação? Papai certamente não poderá mais ajudá-la de dentro de sua cela, então só podemos presumir que ela terá de engolir o seu orgulho e trabalhar com Jeff e seu caráter duvidoso por mais algum tempo.
Eu gostei muito deste episódio – assim como o da semana passada – e acho que, a partir de agora, Nashville tem tudo para ter uma excelente segunda temporada, apesar de seu início um tanto quanto lento. Espero também que, com isso, a série aumente sua audiência que vem em franca queda já há algum tempo. Tudo depende de como os roteiristas trabalharão estes arcos, mas eles tem um enorme potencial.
Senti falta apenas da presença de Maddie e da continuidade à sua história, mas, dado o destaque que teve no último episódio, isso é perfeitamente perdoável. Aliás, vale dizer que eu sempre sinto falta das “Stella sisters” (Lennon Stella e Maisy Stella, Maddie e Daphne na série, respectivamente) quando elas não aparecem, pois acho que as duas são absurdamente talentosas. Espero ansiosamente pelo dia em que as meninas poderão explorar mais o seu lado musical na série. Por outro lado, a quase ausência de Teddy e Peggy (com sua falsa gravidez) não fizeram falta nenhuma, concordam?
Pra terminar, gostaria apenas de dizer que, a partir de agora, eu sou a responsável pelas reviews de Nashville, já que a Gabriela Assmann teve de se afastar momentaneamente do posto por motivos pessoais. Espero fazer jus às suas reviews, minha xará!
Até a semana que vem!
Modern Family – The Help
29/10/2013, 10:16.
Maísa França
Reviews
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Se no episódio anterior tivemos os núcleos interligados e um ritmo muito bom, em The Help pudemos acompanhar que Modern Family nem sempre entrega um episódio perfeito como um todo quando as tramas são paralelas. O nível do episódio caiu um pouco se comparado aos já entregues pela série durante a quinta temporada. Mas isso não significa que não tenha sido bom, porque até o pior episódio de Modern Family – se é que existe um – tem alguma passagem memorável.
Ajuda foi o tema central desse episódio. Essa é a única coisa – exceto a pequena aparição de Jay com Phil e seu pai – que conecta as tramas durante os pouco mais de 20 minutos semanais da comédia.
Gloria precisa de ajuda para cuidar de Joe, mas acaba despedindo toda babá que contrata porque Manny tenta praticar suas “técnicas de sedução” com as mulheres. Na busca por uma substituta, encontra Andy, um rapaz proativo e cheio de qualidades que acaba por conquistar Gloria. O novo manny (trocadilho com o nome do personagem – Manny – e com o significado da palavra, usada para designar babá do sexo masculino, em inglês) toma espaço na casa de Jay e demora um pouco para convencer o velho e Manny de que ele é um bom negócio.
Andy é interpretado pelo comediante Adam DeVine e deve aparecer em diversos outros episódios da série. O fato de DeVine ser um ator de stand-up deixou o personagem um tanto quanto forçado, com algumas caras e bocas e atitudes que lembram as de Cam interpretando o palhaço Fizbo. Espero que, com o passar dos episódios, isso melhore.
Cam e Mitchel precisam de ajuda com os preparativos do casamento e contratam Pepper – e seu assistente Ronaldo – para cuidar da decoração da festa. O plot foi engraçado, mas também deixou um pouco a desejar. Achei um pouco óbvia a paixão de Ronaldo por Pepper, mas achei que a combinação combinou. Mas a combinação que quero ver mesmo é dos enfeites do casório. Lembrem-se desse episódios para podermos comparar se decoração utilizada lá na frente é a mesma citada aqui. Isso se eles não tocarem mais no assunto e não mudarem de opinião sobre a decoração.
Na casa dos Dunphy, quem precisava de ajuda era Frank, pai de Phil. Depois de um pé na bunda (que na verdade foi ele quem deu), o velho foi morar no porão da casa do filho e o resultado foi muito bom para nós – e um tanto quanto incômodo para o casal. Isso porque, devido à mudança do avô, Alex e Haley estão dividindo quarto e isso resultou numa sequência de diálogos hilários, apesar das garotas aparecerem pouco. Aliás, todas as crianças foram pouco aproveitadas no episódio.
Claire foi a responsável pela segunda melhor cena do episódio: quando conversa com a prostituta levada por Franky até sua casa. Os desencontros das falas foi algo muito bom de se assistir e a melhor parte do plot dos Dunphy.
A melhor cena do episódio foi, sem dúvida, Lily fazendo caras e bocas diante da discussão dos pais sobre o casamento. Os segundos finais com a presença da garota fizeram The Help valer a pena. Em um episódio sobre ajuda, foram esses poucos segundos que fizeram toda a diferença e o ajudaram a segurar essa peteca que é ser Modern Family.
Elementary – Ancient History
28/10/2013, 21:57.
Gabriela Pagano
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Estou aqui em um dilema. Não posso mais dar nota 5 aos episódios de Elementary, porque, a cada semana, a história melhora e fico impossibilitada de aumentar minha avaliação. Mas o episódio da semana passada foi tão, tão legal, que, me desculpem, mas não posso dar outra nota que não seja 5 – e que venham os próximos capítulos!
O episódio começou com um cadáver ensaguentado ao chão. Depois, uma amiga de Watson a procurou para falar de um amor mal resolvido, um fotojornalista que ela conheceu há um ano e, desde então, não tivera mais notícias. Ela queria que a ex-médica-agora-detetive encontrasse, quem ela acreditava ser, o amor de sua vida. Nessa hora, já pensei “Coitada, que trágico! É o cadáver da primeira cena.” Felizmente, para ela e para a gente, não era. O buraco, com o perdão do trocadilho, era mais embaixo.
Essa semana, Sherlock estava entendiado com o baixo índice criminal de New York City e decidiu ir até o necrotério pesquisar defuntos em potencial; potencial para um caso complexo. Eis que um dos corpos, um rapaz que morreu durante um acidente de moto, revelava algo mais: antes de partir, o homem havia, também, mandado outra pessoa “dessa para a melhor”. As investigações começaram, em meio a uma história de criminosos russos (sempre eles, coitados), e Sherlock, como sempre, concluiu a investigação com louvor. O fato de a mulher do morto ter a ver com tudo não me surpreendeu, pois já tínhamos visto enredos nessa linha antes. E, apesar de ter sido uma boa história policial, esse não foi o ponto alto do episódio.
O que mais gostei foi o senso de humor de Holmes, que estava mais “impossível” do que nunca. Depois de a temporada se inciar com quatro capítulos bastantes densos, agora, foi a vez de dar uma respirada, acompanhar algo mais leve. E Sherlock nos ofereceu todo o sarcasmo típico do personagem – mas, como estamos falando de Elementary, esse sarcasmo é diferente, mais “bobo da corte” do que “tia megera”, como nos livros.
Primeiro porque, quando Watson pediu a ajuda dele para encontrar o ex-affair da amiga, ele classificou o caso como uma “caça ao ganso selvagem”. E durante o tempo todo ele se referiu ao caso com muita, mas muita ironia (sugeriu que a “mal amada” contratasse um gigolô e, depois, perguntando se a moça era bonita, disse que ele mesmo poderia fazer “o favor” de graça). No final, veio a explicação para tamanha chacota: ele era o “fotojornalista” que Watson procurava, já que tinha se envolvido com a amiga dela depois de segui-la uma noite, quando ainda eram meio desconhecidos um para o outro. No momento em que ele disse isso, pensei que fosse brincadeira, mas era sério: Sherlock dormiu com a moça e a deixou apaixonada! Mais irreverente do que isso só o fato dele ter ido até ela, confessar tudo e, mais uma vez, oferecer seus talentos sexuais. Ainda dava para melhor e a Watson deu o troco, sugerindo que ele havia engravidado a amiga dela! Que bagunça virou essa história do Sherlock Holmes, hein? Que nível! Mas, confessemos: uma bagunça deliciosa!
Não sei se é coisa da minha cabeça, mas a impressão que eu tenho é que, quando a Watson conhece alguém ou vai sair para a noitada, o Sherlock fica enciumado. Ela, não. Mesmo sabendo das aventuras de Holmes com a amiga, dava para ver que ela até achou alguma graça da situação. Mulher no controle na casa dos Watson-Holmes.

Para dar ainda mais encanto a toda essa bagunça que foi ao episódio, só mesmo citarem o Brazilian Day (a Globo deve ter comemorado) em meio a isso tudo. Brasileiro, pegação, pelo jeito, tem tudo a ver. Mas nem acho que eles denegriram a imagem do nosso país, nem nada. Ou, se assim fizeram, já vimos coisas bem piores em séries de TV americana. Se foi o Brazilian Day, eu não sei, mas Ancient History foi, com certeza, Sherlock Day. Melhor para a gente.
O episódio teve só um momento mais emocional, quando Holmes e Watson abordaram a mulher do homem morto no acidente de moto, pela primeira vez. Julgando que ela não sabia do passado do marido, um ex-assassino profissional, Sherlock tentou dar apoio à viúva, tentando confortá-la com suas próprias experiências trágicas no amor. Ele está cada vez mais humano e isso é lindo! Aliás, Moriarty é tão mencionada na série que, com certeza, ela ainda irá dar as caras nessa temporada. Ansiosa!
p.s.: o que foi aquela esposa do homem morto? E o pior de tudo é que a atriz era realmente americana. Lenta daquele jeito, falando em soquinho, não dá. Time is money e paciência tem limite, pessoal.
Grey’s Anatomy – Map Of You
28/10/2013, 14:59.
Mariela Assmann
Reviews
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Parece que a 10ª temporada de Grey’s Anatomy está, MESMO, apostando no cotidiano. E Map of You foi mais uma prova desse fato.
O episódio me agradou bastante. Muito possivelmente isso tenha relação direta com o espaço que Meredith vem tendo na trama. Já que ela é minha personagem favorita, me agrada ver tantos holofotes sobre ela. Ainda mais quando a história é madura e o resultado tão satisfatório.
Meredith evoluiu demais ao longo desses dez anos. E é bastante bonito vê-la lutando para continuar sendo uma ótima médica, enquanto tenta ser uma ótima mãe. Ninguém disse que as coisas seriam fáceis, e de fato elas não estão sendo. Mas Mer está fazendo um ótimo trabalho. Tão bom que ela aceitou continuar a pesquisa sobre veias iniciada por Ellis, o que demonstra que finalmente ela está adquirindo a auto-confiança necessária para ter a certeza de que a sombra de Ellis já não paira sobre ela.
Além disso, é muito bacana ver Mer e Derek funcionando como uma família harmônica e feliz. Achei lindo o gesto de Derek, que resolveu focar na pesquisa que desenvolve junto de Callie e reduzir o número de horas em cirurgia para acompanhar mais de perto as crianças e, consequentemente, dar mais tempo para Meredith exercer a profissão. Com certeza essa decisão vai fazer toda a diferença no futuro do casal. Só espero que Shonda não venha com um drama envolvendo a decisão, já que parece que Derek a tomou de peito aberto.
E se Mer está recebendo todo o apoio do mundo de Derek, certamente ela não se sente assim em relação à Yang. Foi impossível não soltar um sono OUCH! quando Meredith resolveu dizer umas verdades – ou não? – pra Yang. A cena foi bastante interessante, já que Cristina está se sentindo invisível (especialmente depois que a namorada de Owen não teve medo dela, e já que o ex-marido parece estar se desvinculando do relacionamento ioiô deles) e acaba despejando um monte de coisas em cima de Meredith, sem se preocupar com o momento que Mer está vivendo.
Achei interessante também o que Meredith disse. E é fato que Yang não abre mão – ou quase nunca abre mão – daquilo que acredita em prol dos outros. Não acho isso ruim, como já falei várias vezes, especialmente sobre o lance dela não querer ter filhos. Mas talvez possamos pontuar o egoísmo como uma das características de Yang.
O fato é que Mer precisa de apoio, e Yang não está dando, já que “não compreende” a decisão da amiga. Ou até compreende, mas desaprova. Ou apenas não sabe como dar suporte para ela, já que a decisão de Meredith não seria a sua e, consequentemente, Cristina não sabe como agir. Esse plot ainda me confunde um pouco. Mas eu vejo o que Shonda está fazendo: Yang está começando a se sentir deslocada no GSMH. E esse será, provavelmente, o motivo de sua partida. Vamos esperar pra ver o que vem por aí.
E ainda seguindo a ideia de acompanhar o cotidiano, vimos os desdobramentos de outras histórias.
O Chief resolveu usar o seu caso para ensinar Jo a ser uma médica melhor. E ele tanto fez que acabou conseguindo fazer a moça revirar o seu caso e descobrir a causa para as dores crônicas de Weber. Foi legal observar Jo progredindo na carreira, apesar de estar vivendo um momento realmente ruim no seu relacionamento.
Ah, Alex… quando você vai crescer? Sim, Jo encheu o saco de Karev até não pode mais com a história do pai. Mas a decisão de ir toda noite ver o safado tocar foi dele (aliás, belíssima a cena dos dois tocando juntos). E se tudo deu errado (que dó, que dó, que dó do Karevinho! Era de outro filho que o bastardo estava falando) com o pai, era a hora dele buscar suporte na namorada. Mas não, ele prefere voltar para o velho mimimi de rebelde incompreendido do que crescer. O que só prova que ele não sabe, de fato, estar em uma relação. Se a coisa dificultar um pouco (e foi assim com Izzie) ele corre.
Espero, sinceramente, que esse namoro não vire um plot insuportável. Eles tem potencial pra ser um casal bem legal, mas do jeito que as coisas estão indo logo essa história vai virar um daqueles plots sem noção que nem precisava ter acontecido.
E por falar em sem noção, alguém aí ouviu o nome da Leah? Amor próprio e semancol mandaram lembranças, Murphy! Aquilo que todos prevíamos aconteceu e Leah passou para o lado colorido da força. Claro, CLARO, que pra Arizona foi só um momento de fraqueza causado pela carência. ÓBVIO que a loira – que podia manter as partes bem guardadas dentro das calças, a propósito – não está apaixonada pela interna stalker sem noção. Mas Leah já está profundamente apegada e apaixonada. O pior? Arizona se enterneceu pelas palavras de Murphy sobre admiração – já que ela dorme com todo mundo que olha pra ela com admiração e sem pena – e vem mais envolvimento por aí. Quero só ver o bafafá quando Callie descobrir isso.
E já que falei dela, a ortopedista mais amada do universo, foi legal vê-la dando mais um passo rumo à superação. E Derek foi fundamental para que Callie continuasse a pesquisa que iniciou por Arizona, o que demonstra que ela está se desvinculando e indo em direção ao futuro. Aliás, acho que o discurso do paciente, sobre não se sentir merecedor de atenção e cuidados, poderia se aplicar para Arizona. E talvez a morena tenha feito essa analogia. O que vai complicar o processo de “perdão” – ainda que não para que elas reatem – é o fato da Arizona não estar se esforçando nada para se tornar uma “pessoa melhor”. Enfim, estou gostando de ver a velha Callie de volta. E espero que esse peso no coração não dure muito tempo.
E por fim, falando em peso no coração, Ross ainda se sente culpado pela morte de Heather – e ele meio que é mesmo, no final das contas. Mas a cardiologia e o fato de ser um tubarão estão ajudando o garoto a se impor e a esquecer. Tanto que ele dispensou Derek e a Neuro e está divando nas águas da Cardio. E nem mimimi por ter sido dispensado por Steph ele fez. Alguém está crescendo.
E assim, acompanhando o cotidiano, Grey’s Anatomy se mantém em boa forma. E continua provando que ainda tem muita história pra contar. Então, que venham as próximas.
P.S.: mais alguém ficou beeeeeem feliz com a cena dos médicos “novatos” indo para sua nova “sala de descanso”? Que saudade do M.A.G.I.C ocupando aqueles armários sem porta <3.
The Blacklist – The Courier
28/10/2013, 13:39.
Mariela Assmann
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Em se tratando de The Blacklist, só motivos para se comemorar. Mais uma vez, o episódio da semana foi interessante, instigante. E além do caso ser muito bom, houve o desenvolvimento do plot de Tom. Além disso, como o final foi bastante tenso, acho que podemos esperar que Gina Zanetakos seja um episódio de tirar o fôlego.
O criminoso da semana era “o mensageiro”. O cara era especializado em fazer entregas. Funcionava basicamente assim: você e um “muy amigo” fazem um acordo, e o Mensageiro fica responsável pela entrega. Qualquer indício de pisada na bola e BAM: ambas as partes envolvidas no negócio eram mortas. Problema resolvido, parte-se para outra.
O Mensageiro foi interpretado por Robert Knepper, o T-Bag de Prison Break. E o ator foi bastante competente na composição do papel, o que deixou tudo muito mais interessante. As cenas iniciais, do mensageiro mascarado preparando o refém para ser enterrado vivo e seguindo em frente apesar de levar uma facada no peito foram geniais. Assim como as seguintes, nas quais ele sutura o próprio corte e coloca (OUCH!) o osso do braço de volta ao lugar com uma pancada. E isso tudo sem deixar o semblante blasé de lado. A explicação para isso? O Mensageiro possuia um “mal” conhecido por analgesia. Ou seja – não sentia dor alguma. Muito útil para esconder DENTRO DO CORPO os objetos que precisava entregar – e a faca que usaria pra fugir posteriormente.
Mas não só a atuação de Knepper e a característica médica do Mensageiro que tornaram a história interessante. A existência de um irmão mais novo, e, consequentemente, de uma forma de atingir o “intocável” Mensageiro foram uma sacada genial dos roteiristas. Assim, se criou a esperança de cooperação do vilão, o que deixou o final bastante imprevisível. Eu cheguei a acreditar que o nerdzinho da NSA morreria no freezer.
Outro ponto alto do episódio foi Reeser. Se nos dois primeiros episódios o agente esteve mais apagado, nos demais ele veio em um interessante crescente. Coincidentemente, seu destaque se deu ao trabalhar a paisana. E isso, somado ao fato de que a proximidade entre ele e Liz aumenta a cada episódio, acaba resultando em uma empatia maior com o personagem, já que passamos a conhecer, lentamente, o passado dele. Mal posso esperar para ele contar mais sobre a família perdida.
Parminder Nagra, sempre que recebe espaço com sua Meera Malik, também se destaca. E torço pra ela ganhar um maior desenvolvimento na sequência. Já os capangas de Red continuam aparecendo pouco, e nem sinto falta deles.
E por falar em aparecimentos, o homem da maçã voltou a dar as caras. Não descobrimos mais nada dele, mas confirmamos o grande interesse do cara em acompanhar de perto tudo o que se passa na casa de Tom e Liz. Talvez eles estejam observando a mando de Red. E, se for isso, talvez eles sejam a salvação para Elizabeth, já que as coisas certamente ficarão difíceis para ela agora que Tom descobriu que a esposa sabe o seu segredo.
Aliás, isso seria até bem plausível, já que Red parece ter orquestrado todo o lance da descoberta, desde o início. Afinal, se não fosse ele, Lizzie nem teria começado a desconfiar do marido. Achei bem interessante ver que Red se esforçou MESMO para que Elizabeth tivesse certeza sobre o envolvimento de Tom com a morte do “turista” Russo, já que ele usou o favor do agente da NSA para acessar aos arquivos restritos que desvendavam esse homicídio.
O que ele ganha com isso? A proximidade de Elizabeth, que buscou apoio no criminoso quando descobriu toda a verdade. E, possivelmente, a possibilidade de trazer ela para o lado negro da força, já que ela pode sair bem machucada dessa história toda. Aliás, se for esse o caso, eu aposto em um embate entre Red e Reese, cada um tentando fazer com que Elizabeth permaneça “ao seu lado”. Mas provavelmente estou só viajando.
Enfim, nos resta aguardar até a noite para descobrir em Gina Zanetakos como terminará o embate entre Elizabeth e Tom. As cartas já foram lançadas.
P.S.: mais uma vez as cenas de ação foram muito boas. A sequência do tiroteio na feira, perseguição de carros e acidente foi fenomenal.
Agents of S.H.I.E.L.D. – Girl in the Flower Dress
28/10/2013, 10:03.
Lucas Leal
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Finalmente um ótimo episódio. As vezes insistimos tanto em algumas questões que quando elas acontecem até parece que os roteiristas nos ouviram. Girl in the Flower Dress teve tudo que eu pedi nos últimos posts, desenvolvimento do plot (de dois plots ao mesmo tempo!) e maior desenvolvimento dos personagens. Ainda voltamos a ver a Maré Crescente – apesar de seguirmos sem ter noção exata do potencial da entidade – e a questão das Centopéias. Além disso também tivemos superpoderes, já que conhecemos Chan Ho Yin, um mágico de rua que na verdade tem o poder da pirocinese, ou seja, controle do fogo.
Nesse episódio a trama foi focada na tarefa do team Coulson de localizar o Sr. Chan, que foi sequestrado por Raina, a “Mulher de vestido florido” – que dá nome ao episódio – e sua organização. Descobrimos rapidamente que Sr. Chan, que adota o codinome Scorch (Queimada), na verdade foi cooptado pela entidade que criou a Centopéia. Inclusive, revemos (e nos despedimos) da Dra. Debbie, do piloto.
A questão do codinome rende duas boas cenas, tanto no diálogo com Raina que fala de Steve Rogers (o Capitão América), bem como no diálogo de Scorch com A.C. e M.M, quando Scorch cita a si mesmo, o Sr. Chan.
“Scorch (Queimada) – O pobre Chan Ho Yin…pode ter acreditado em suas mentiras! Mas não o Queimada!
Melinda May – Quem?
Agente Coulson – Que merda, deram um codinome para ele.”
E não teve andamento na questão da ressurreição do A.C, mas também descobrimos algo do passado de Skye. Quando a SHIELD descobre que Chan foi sequestrado porque alguém hackeou seus arquivos (novamente!), a equipe trabalha e descobre que Miles Lydon, membro da Maré Crescente, foi o culpado. Logo após descobrimos que Miles, além de membro da Maré Crescente, é namoradinho (sorry Ward!) e mentor de Skye.
Inclusive essa paixão por Miles fez Skye alertá-lo de que a SHIELD iria captura-lo. Por sorte, mais uma vez, M.M. (Melinda May) – dessa vez por ordem de Coulson – estava atenta, seguiu Skye e conseguiu capturar Miles.
Triste que no fim essa atitude de Skye pode ter sido a causa da morte do Sr. Chan, que após se tornar descartável para Centopéia (que extraiu as blindagens das células de Chan, possibilitando a criação de supersoldados que não irão explodir) resolveu matar todo mundo e acabou sendo neutralizado pela SHIELD. E por neutralizado entenda-se “explodiu após ser atacado pelo team Coulson”.
No fim, ainda descobrimos que Skye se infiltrou na SHIELD por conta da morte de seus pais, já que após hackear documentos para descobrir mais sobre a morte dos mesmos ela encontrou um documento censurado pela SHIELD e por isso resolve se aproximar da organização. Talvez as intenções dela realmente não fossem malignas. E fica uma pergunta: será que os pais dela também foram ‘neutralizados’ pela SHIELD? A conferir.
Em suma, nesse episódio a série evoluiu muito, até Ward – que andei criticando – dessa vez me agradou. Apesar que o personagem (e o ator) ainda tem muito que melhorar. Mais uma vez ele foi preterido nas cenas de ação por Coulson e May.
E ponto positivo novamente para as cenas e comentários não convencionais do episódio, que tal qual a cena extra do último episódio, fugiram um pouco da questão família que se imprime nas emissoras estadunidenses.
A cena de sexo de Skye e Miles, apesar de não ter mostrado nada, pode ser considerada uma ousadia, inclusive por mostrar Skye de lingerie. E as mortes do agente Kwan e da Dra. Debbie, atacados por Scorch, foram realmente bacanas.
Por fim, podemos esperar por mais alguns superpoderes, pois agora a Centopéia tem condição de criar supersoldados que não explodirão. Além disso, descobrimos que a SHIELD monitora várias pessoas com habilidades especiais, então podemos esperar ver mais delas em breve.
Além de tudo isso o episódio nos apresentou um novo vilão – o presidiário -, uma nova vilã – Raina -, e ainda fez menção ao “clarividente”. Pela primeira vez eu fiquei ansioso pelo próximo episódio, que infelizmente só vai ser transmitido daqui duas semanas, no dia 05/11.
E vocês, ficaram ansiosos?
Parenthood – Let’s Be Mad Together
27/10/2013, 21:57.
Karina Mochetti
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Sarah pode ser simpática, linda e engraçada, mas se eu precisar de ajuda com qualquer serviço em casa, prefiro que ela não venha. Ela é a pior zeladora de todos os tempos! E vai Joel ao resgate, quer dizer e vai Ryan, a mando de Joel, ao resgate! E que cena desconfortável. A Sarah se explicando e o Ryan ser ter ideia do estava acontecendo. Essa relação da Amber e do Ryan é meio estranha. Primeiro ele simplesmente não conta que o pai dele já é falecido, agora Amber não conta da sua briga com a Sarah. Pra que esconder tanto?
E Pete finalmente está de volta! Alguém ainda lembra que a Penny de Lost participou do primeiro episódio dessa temporada? E sua presença já começou a tirar a paz do casal Julia e Joel, como já esperado. Mas até agora, ela não fez nada demais e o problema tá realmente em Julia e seu ciúmes (representado na forma como ela tenta controlar a vida profissional de Joel) e em Joel e sua insegurança (já que por muito tempo ele ficava em casa cuidando das crianças, enquanto Julia trabalhava e realmente controlava tudo). O fato deles terem invertidos os papéis não fez com que Julia deixasse de ser controladora, mas com a nova dinâmica da família e a introdução de Pete, isso ficou mais difícil e a insatisfação de Julia está vindo a tona.
Falando em Julia, a conversa dela com Camille foi de cortar o coração e fez obviamente Julia tomar as dores da mãe (quem não tomaria?). E isso tudo é uma coisa tão comum. A mulher vai se acomodando aos poucos na relação e quando percebe está totalmente submissa e sem voz, como a Camille mesmo descreveu. Vamos esperar que a preocupação demonstrada por Julia tenha algum efeito em Zeek.
E o Crosby que é sempre o imaturo tratando o Adam quase como um pai sentiu o efeito colateral dessa relação. Foi muito engraçado ver Adam proibindo Crosby de ir embora, como se mandasse nele, e Crosby o desafiando como um adolescente. Rendeu uma boa cena que resume bem o relacionamento dos irmãos.
E falando em Crosby, muito legal terem colocado ele para ajudar o bêbada Joel. Ele estava engracadíssimo bêbado e devo dizer que achei que ele tinha fumado maconha, porque o jeito que ele olhava para os bolos parecia que ele estava era com larica. Eu gostei muito dessa nova dinâmica entre os dois, que normalmente não contracenam juntos. Gosto quando as séries fazem esses encontros de personagens que normalmente não tem muita interação. Às vezes nós somos surpreendidos com essas boas novidades. Detalhe para a participação especial do rei Elvis Presley, continuando o tema da semana passada sobre a maravilhosa trilha sonora de Parenthood que nunca fica somente no fundo, sempre a alguma referência ou citação pelos personagens.
Mas o melhor do episódio foi o meu querido Max e suas diferenças com o mundo. Como eu amo essa parte de Parenthood! Acho que o que eu mais gosto é que sempre entendo as duas partes. Dá pra entender porque na cabeça do Max tirar foto da garota chorando seria algo legal, afinal ele queria fotos espontâneas de momentos reais da escola. Ao mesmo tempo dá para entender a revolta da garota e dos pais, afinal ela deve ter se sentido invadida e não é bem aquele momento que ela gostaria de deixar eternizado no seu Year Book. Ficou claro também como Hank — que tem toda a razão quando diz que fotografia de verdade se faz na quarto escuro e não com Photoshop ou filtro do Instagram — realmente entende Max, quando ele o defende dizendo que se a garota não queria ser exposta não deveria estar chorando em público. Adoro aqueles dois! Também foi bom termos um descanso da candidata a prefeita Kristina, para termos de volta a mãe Kristina que foi até a escola para defender lindamente Max. Infelizmente não foi dessa vez, Max, e eu também fiquei brava. Vamos ficar bravos todos juntos, pode ser? 🙂
Sessão de Terapia – Semana 3
27/10/2013, 15:42.
Carla Heitgen
Reviews
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Os pacientes de Theo (e ele mesmo) chegam às suas respectivas terceiras consultas. E nós, aqui do outro lado, vamos nos transportando cada vez mais para o sofá do terapeuta, nos identificando com um personagem em especial ou nas questões que se apresentam a cada dia. Acompanhe com o TeleSéries como foram as sessões da semana.
Carol, segunda, 16 h
A maquete e a praia
Todos nós conhecemos pessoas que parecem estar constantemente irritadas. Em algumas, se olharmos bem de perto, observaremos que mascaram suas inseguranças com a raiva. É o caso de Carol. A estudante de Arquitetura, com câncer, guarda segredo de sua doença. Esta semana, ela chega com uma maquete. Seu trabalho de conclusão de curso, segundo ela, uma apresentação que ostenta a beleza da forma para compensar a ausência de conteúdo. A maquete é o lado falho e frágil de Carol que ela tanto se esforça em esconder. E quem decidiu que ela teria que ser uma rocha o tempo todo? Ela mesma, quando criança, ao viajar com os pais para a praia, sem o irmão pelo qual a mãe largou seu futuro como regente de orquestra para cuidar. A menina tomou para si o fardo de não aborrecer os pais, de chorar escondido e tudo o mais que indicasse sua humana imperfeição. Carol, em um acesso de ira, destrói a maquete, como se pudesse refazê-la sem o defeito que a incomoda: a enfermidade. Theo a convence de procurar a mãe. Resta saber se Carol permitirá, pela primeira vez, ser cuidada por alguém.
Otávio, terça-feira, 9 h
O resgate e a descoberta
Quem tem crises de ansiedade, ou de pânico sabe: a única coisa sobre a qual se poderia ter controle é justamente aquela que não temos a capacidade de evitar com nossas próprias forças. Otavio está nesta situação. Durante anos teve o domínio de sua empresa e de sua família. A primeira se aproveita de sua ausência para tomar uma decisão com a qual ele não concordaria. Entre os mais próximos, a filha precisou isolar-se em um retiro espiritual para “se libertar” do pai tirano, o qual viaja para Goiás em uma missão para resgatá-la do perigo que possa correr na companhia de estranhos. Por trás deste nobre ato, entretanto, esconde-se a necessidade de retomar o controle e poder sobre pelo menos alguma coisa. Otavio tenta tirar a filha de lá, eles brigam e a moça segue sua vida, divertindo-se enquanto o pai a procura desesperadamente pela cidade. Então, com um telefonema da empresa o convocando para uma reunião com o conselho (ou “bando de urubus”, nas palavras de Otavio) ele chega a uma conclusão que os ataques de pânico já anteciparam: ele se tornara desnecessário.
Paula, quarta-feira, 11 h
O café e o aniversário
Aprovação é algo que buscamos incessantemente. A aprovação do chefe, por reconhecimento. Dos pais, por amor. Muitas vezes dependemos do olhar alheio para definirmos como nós próprios nos relacionamos com o mundo. Paula tem na figura paterna o seu modelo. Assim como Carol, sempre procurou lhe agradar para não ser mais um desgosto em sua vida. Em um de seus aniversários, data que considera como contagem regressiva para a morte, se escondeu atrás da geladeira, porém se obrigou a celebrar para não deixar o pai triste. Este, por sua vez, como Otavio, quer controlar tudo o que diz respeito à sua cria. Paula sabe que o tempo está passando: primeiro, foi seu relógio biológico que acusou, e agora promove um advogado mais novo da empresa de sua família para ter alguém que a deseje por perto, embora nunca tenha cogitado trair o marido. Ela também admite sentir ciúme do marido com o filho do casamento anterior e se revolta quando pensa que se ele foi ausente com um filho que desejou, não será com outro que nem pensava mais que iria ter. “Se ele rejeitar meu filho, eu o mato”, sentencia Paula. A mulher, que desde criança deseja gostar de café, pois ser adulta era o que mais ansiava, até hoje não se acostumou com a bebida, tão consumida pelo pai. Ele mesmo a prometera que, quando crescesse, criaria gosto pelas coisas amargas. E até hoje Paula tenta se acostumar: com o café e com as coisas amargas.
Daniel, quinta-feira, 14 h
O instinto assassino e o sono de um anjo
Daniel continua em seu caminho para compreender e saber lidar com a separação nada amigável dos pais Ana e João, que brigam sem parar na presença do filho. Os temas são mesmos, mas Dani demonstra vontade, pela primeira vez, de dormir na casa do pai, com quem parece ter aumentado a afinidade. Ana sente ciúmes dos dois, e é claro, muito de seu ressentimento é causado por Camila, a nova namorada de João e ex-professora do menino. A traição se configura e os pais não poupam xingamentos um para com o outro, até que Daniel pede que parem de discutir. João, na hora da raiva, como sempre acontece, acaba dizendo exatamente aquilo que sabe que irá ferir a ex-mulher e e lembra como foi melhor não terem outro filho, uma referência ao aborto que Ana sofreu. Dani, por sua vez, se considera culpado pelas brigas, já que é sempre tópico de conversa, e quando os pais se encontram, sempre acontece um desentendimento. Ao falar de jogos, Theo diz que já perdeu de Daniel em uma sessão anterior e questionado por João se tinha perdido ou deixado o filho ganhar, Dani responde que Theo não ganhou pois não tem instinto assassino. E este mesmo garoto, que com seu humor descontrai a sessão com Theo com sua ironia adolescente, após conversar sozinho com o terapeuta, entrega-se ao cansaço e dorme no sofá do consultório. É com esta imagem que, pelos menos por um instante, ele é visto como a criança que é. Sem gritos, sem culpa e o fruto de um amor que já existiu um dia.
Theo, sessão com Dora, sexta-feira, 17 h
O amor interrompido e a infância roubada
Como ouvinte de toda sorte de problemas Theo tem, no encontro com Dora, a chance de olhar para si. E como a maioria de seus pacientes, ele resiste ao que esta análise mais profunda revela. O processo que sofre contra Antônio, pai de Breno, o assombra, assim como o relacionamento distante com a filha. Durante a sessão de Paula, Theo descobre que é seu escritório o responsável por acusá-lo. Descobrimos que Dora o tira do sério porque ela o lembra de seu pai. Por isso sua irritação a cada consulta. O psicólogo se nega a aceitar que o afastamento e medo que sente pelo pai sejam culpa da própria mãe, que o queria só para ele. Se irrita ao ter que visitá-lo na casa de repouso e fica procurando uma vaga para estacionar como estratégia para adiar ao máximo que pode seu encontro com ele. O pai pouco fala. A explicação por ter ido embora nunca veio. Até quando Dora o lembra de que o pai esteve com ele na noite que tanto procura se lembrar (a primeira tentativa de suicídio da mãe), Theo acredita que era para se certificar de que a mãe morreria. O psicólogo é amargo em relação ao seu passado e ao seu presente também. Lembra-se de que Júlia, a paciente por quem se apaixonou, irá depor em uma tentativa da acusação de provar a inabilidade de julgamento de Theo ao tratar de Breno, que se envolveu com sua paciente e interesse amoroso.
O mar foi o personagem convidado da semana, se manifestando em sonhos ou em lembranças, representando o medo do desconhecido e da própria capacidade de se manter vivo. Mas não dá para fugir das ondas para sempre, nem do medo de se afogar. Carol queria uma boia que pudesse salvá-la. Paula se jogou no oceano, contra sua vontade e seu instinto, para agradar a quem mais admirava. E Theo, ao reencontrar Míriam, seu amor de infância, deseja reconstruir a sua história interrompida de amor, ainda que o objeto de seu afeto seja casada. Theo quer cair no mar, e tudo que ele tem são seus barcos. Tomar o impulso para o mergulho nem sempre é fácil. Há o medo de ser puxado para o fundo. Mas com todo o risco não é melhor nadar do que ficar imaginando como está a temperatura da água?
Em Sessão de Terapia, o sofá de Theo é o nosso lugar de descoberta também.
Até a semana que vem!
How I Met Your Mother – Knight Vision
27/10/2013, 13:03.
João Freitas
Reviews
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Que episódio gostoso de se assistir! Seja para você que quer apenas rir, ou para quem está louco para ver onde toda essa história vai acabar chegando. Knight Vision é cheio de pequenos acertos que fazem com que ele cumpra seu papel com perfeição: nos preparar para algo realmente grande que está por vir.
Usando um dos filmes mais clássicos de Indiana Jones como referência, Barney demonstra a seu padrinho como se portar na festa que antecede seu casamento. É bizarro como essas teorias dele fazem sentido. Vemos Ted quebrar sua promessa feita na temporada passada de parar com as aventuras, escolhendo uma das pretendentes que os noivos lhe apresentam. E ele escolheu…
Bom, para um homem que apenas queria se divertir ele escolheu mal, muito mal. Mas para quem está prestes a conhecer a mãe de seus filhos, Ted acerta em cheio, mesmo que sem querer. Para um homem que tanto acredita em destino finalmente sua crença começa a ter significado real. Ted escolhe Cassie e acaba por iniciar uma lamentável sequência de notícias tendo que consolar a loira – que fazia muito o estilo Barney antes deste se casar. O que no momento para ele é entendido como uma punição, para o narrador – o Ted do futuro – é uma estrada que precisa ser percorrida até a estação de Farhampton, um caminho que ele precisa ser seguido por ele até encontrar a Mãe na hora certa, e não somente no lugar certo.
Já na parte dos preparativos finais para o casamento Barney e Robin vão revelando que além de incríveis juntos também sabem mentir em casal. É revelado que para conseguir o casamento na igreja desejada eles precisaram passar por um interrogatório de um reverendo muito rigoroso em relação a moral e bons costumes, e nós sabemos que moral não é um ponto forte do casal que está prestes a casar. Porém o episódio tem um grande acerto nesse trecho. Qual a melhor forma de revisitar um piloto para causar uma nostalgia nos fãs? Flashback obviamente seria a primeira resposta. Mas em Knight Vision a série brinca com seu piloto de nove anos atrás. Barney e Robin mentem sobre como se conheceram e temos que assistir uma versão trocada entre Robin e Lily e Marshall e Barney.
Barney e Robin contam a famosa e tão inocente história de como Marshall e Lily se conheceram como se fosse a história deles, com direito a apelidos: Barneymallow e Robinpad e o reverendo aceita que os dois se casem em sua igreja. Esse sem dúvida é o momento mais engraçado do episódio por que logo após um grande problema, ainda que já previamente anunciado, estava por vir.
E é logo após relembrarmos a história dos dois casais e vermos o quanto Lily e Marshal são feitos um para o outro que nos é revelado o problema que eles terão que enfrentar. Marshall já aceitou seu emprego de juiz, mas ainda não contou para Lily. Daphne, a viajante que está com Marshall a temporada inteira, serve como simulação para a briga que está por vir. É estranho ver logo Marshall e Lily, um casal tão…casal, tendo que enfrentar uma briga por interesses próprios. Quero logo descobrir como eles vão colocar seu casamento e sua família na frente de suas carreiras para que possam ficar juntos.
É a segunda tensão criada na série entre personagens em dois episódios. Primeiro tivemos Robin e a mãe de Barney, e agora Marshall e Lily. Se resolverem juntar isso em um dos próximos episódios vai ser algo bem pesado, tomara que não cometam esse erro. No fim, How I Met Your Mother acertou em cheio com Knight Vision: um episódio leve, para rir, mas sem deixar de ser importante para a história, que nos fez ter diferentes reações e no final uma grande surpresa que deixa nossa espera ainda mais angustiante para o próximo episódio. Tenho certeza que não vai ser um episódio só de discussões, afinal essa série ainda é feita para nos fazer rir.
PS: Uma nova aparição da Mãe está passando de necessária para urgente, quero ver ela conhecendo logo o resto da turma.
White Collar – At What Price
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A quinta temporada de White Collar começou com uma grande ironia que remete os fãs da série para a primeira temporada. Neal de terno, vai visitar Peter, de macacão laranja, na prisão. Os papéis se inverteram, mas muita coisa continuou reconhecível em White Collar. Assim como no início da quarta temporada, este ano a série começou com um grande problema a ser solucionado e que foi resolvido logo no primeiro episódio. No entanto, vários outros empecilhos voltaram a surgir na parceria entre Neal e Peter, assim como algumas novidades.
Diana está grávida e Peter passou de preso por homicídio a candidato a chefia da divisão de Crimes de Colarinho Branco do FBI. Enquanto isso, novas situações põe em risco a parceria e a confiança entre Neal e Peter. Também não foi necessário muito tempo para Caffrey achar outro problema para resolver em sua vida entre criminoso e consultor do FBI. No entanto, por enquanto, os crimes de Neal estão ligados no momento não ao benefício próprio, mas para ajudar o próprio Peter. Mas, nós sabemos que mesmo assim Burke não iria aprovar as atitudes de Neal e, como sempre, não deve demorar muito para descobrir o que Caffrey andou aprontando. Principalmente com a entrada de Curtis Hagen no jogo.
É quase desnecessário dizer que uma das melhores coisas da série continua sendo Mozzie. Em At What Price, ele inventa uma geringonça capaz de possibilitar que Neal burle o monitoramento da sua tornozeleira. No entanto, a felicidade não dura muito, pois Peter logo sente algo estranho e troca o aparelho de Neal. É claro que Mozzie também ajudou Caffrey a elaborar e executar o plano que tirou Peter da prisão, e é claro que ele negará isso até a morte. Mozzie ajudando um engravatado a sair de trás das grades? Nem pensar!
Com Peter e Elizabeth não precisando mais fugir para o Alaska, as coisas voltaram relativamente a normalidade em White Collar. O maior problema no momento é que Neal ficou nas mãos de Hagen. Seu pai, James, também pode reaparecer a qualquer momento na série. Assim como vários outros personagens que gostam de retornar ao seriado para bagunçar um pouco mais a relação entre Burke e Caffrey. Além disso, como se a situação de Neal não pudesse ficar pior, em At What Price ele acaba sendo escalado para solucionar um roubo que ele mesmo cometeu.
Uma das melhores cenas do episódio foi Mozzie bancando o suicida e se controlando para não criar teorias conspiratórias. Enquanto a policial de New York tentava descobrir o motivo da tentativa de suicídio, Mozzie precisava se conter para não falar em nenhuma teoria da conspiração e consequentemente ser descoberto por Burke.
White Collar também já nos deixou com uma pulga atrás da orelha. Se Peter aceitar o comando da divisão de Crimes do Colarinho Branco ele não trabalhará mais em campo com Neal e irá chamar um agente que não conhece Caffrey para ser seu novo parceiro. Dessa forma, Burke acredita que as relações emocionais que se criaram entre Neal e Diana, Jones e o próprio Peter, por exemplo, não vão afetar o trabalho da equipe. No entanto, vai ser estranho ver Burke longe das investigações em campo.
Além das mudanças na equipe da divisão de Crimes do Colarinho Branco, Neal tem um problema ainda maior para resolver. Hagen conseguiu imagens de Neal realizando o roubo das moedas de ouro e agora vai fazer Caffrey ajudá-lo a sair da cadeia. Para isso, Neal e Mozzie terão que eliminar as evidências do FBI que incriminam Hagen. Colocando em risco mais uma vez a amizade de Peter e Neal e seu acordo com o FBI.
White Collar iniciou a quinta temporada com gás, mas ainda um pouco distante dos seus melhores momentos nos três primeiros anos da série. Aguardemos os próximos episódios. Que Neal, Peter e Mozzie podem render muitas gargalhadas e emoções nós já sabemos, basta descobrir se a quinta temporada vai levar a série de volta para sua melhor época. Acredito que White Collar tem chances, o que atrapalhou muito a quarta temporada foi o tempo dispensado em cada episódio para a história paralela de James. Nesse ano, a série começa do zero, podendo construir com cuidados seus plots e situações de segundo plano e trabalhá-las em conjunto com os casos da divisão de Crimes do Colarinho Branco de New York.
Dads – My Dad Is Hotter Than Your Dad
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Sabe aqueles seriados que você acompanha só pra querer saber o que vai acontecer no final? Pra ver se vai terminar com honra ou se será somente mais um nome na nossa lembrança? Esse é Dads pra mim.
Em My Dad Is Hotter Than Your Dad vimos a volta do humor politicamente incorreto e novamente a direção ficou a cargo do Bob Koherr – se você não sabe quem ele é, é o produtor de Hanna Montana.
Esse episódio pra mim foi totalmente sem graça, começando com umas piadas totalmente preconceituosas contra mulheres, passando por racismo e tendo um final sem sal. É assim que defino todo o seriado: sem sal. Esse foi um plot que não nos chama a atenção, que não faz você se sentir na pele do personagem. Consequentemente, ficamos com menos vontade de olhar o próximo episódio. Será que ninguém disse para o escritor que a competição de dois pais por uma mesma mulher não é engraçada?
Dads é para aquelas pessoas que querem chegar no fim do dia e ver alguma besteira na televisão, sem se preocupar o que esta vendo. Se o seriado conseguir chegar até o final da primeira temporada sem ser cancelado precocemente – também pela crítica racista -, duvido que o canal queira renovar para a próxima temporada, pois o “estoque” de plots clichês devem estar chegando ao fim.
Pretty Little Liars – Grave New World
26/10/2013, 20:14.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Mais um Halloween, mais alguns sustinhos e menos novidade na história. Sinceramente, até um pouquinho de decepção. Foi isso o que eu achei de Grave New World. É meio difícil criar uma opinião sobre um episódio especial que foi salvo nos últimos dez minutos por um fato que todos nós já tínhamos quase certeza que era verdade: Alison está viva e fugindo de A. E além disso? Nada, queridos little liars. Não que o episódio tenha sido ruim, mas depois de meses de espera, ele poderia ter sido um pouco menos “vamos fazer os fãs se interessarem por Ravenswood” e mais “vamos fazer um episódio de Halloween no mesmo nível dos outros”. Mas vamos ao que interessa: Os fatos.
Vamos pular a minha indignação em relação aos momentos “não acredito que você vai entrar nessa cabine sozinha e ficar de costas para a porta, Hanna!” e “por que raios vocês estão se separando mesmo?” porque isso já está virando reclamação recorrente nas reviews. Um dia elas vão aprender a se comportar com segurança em situações de risco, eu tenho certeza.
Ainda não assisti Ravenswood, então não tenho uma opinião formada em relação a Miranda, mas, pelo menos até agora, ela e Caleb não me convenceram como casal (o que provavelmente vai acontecer na série nova). Provavelmente porque Hanna estava presente no contexto. Não posso negar que Caleb e Miranda tem mais em comum do que Haleb, mas não vai ser fácil acostumar com a ausência dele em Rosewood. Por mais que eles sejam bem diferentes, Caleb e Hanna são perfeitos um para o outro. E eu ainda não superei esse adeus, sociedade.
Estou em processo de familiarização com Ezra sendo A. É incrível como todas as coisas que ele fazia antes e nós enxergávamos como resultados do bom caratismo e da dedicação dele à mulher amada, agora parecem ações maníacas de um psicopata sem a mínima consideração com qualquer ser humano. Como sempre, Pretty Little Liars tinha que deixar uma dúvida no ar e confundiu a nossa cabeça com duas pessoas usando a mesma fantasia durante a festa. Dessa vez, vou apostar no óbvio e me arriscar a dizer que quem brigou com Spencer foi Ezra. O outro menino era aleatório demais e depois, Ezra manteve a mão direita escondida. Não que isso realmente signifique alguma coisa, já que “imprevisível” devia ser complemento do nome dessa série, mas a gente tem que começar chutando por algum lado, né?
Provavelmente, essa foi a última vez em que vimos a Sra. Grumwald em Pretty Little Liars e isso é bom, porque eu morro de medo dela, mas, pelo menos, a participação dela levou as liars a dar um ponto final ao plot mais longo e cansativo de Pretty Little Liars: Alison está viva. Logo, a busca pelo verdadeiro assassino dela, A-C-A-B-O-U. Que o deus das séries de TV seja louvado e as almas de Garrett, Wilden, Ian e companhia descansem em paz. Agora ela está em Rosewood e está fugindo do Ezra como o diabo foge da cruz. A eu confesso que ainda estou tentando entender a ligação do pretty eyes com a Red Coat.
E é com dor no coração que, agora, nós temos que esperar até o dia 07 de janeiro para descobrir mais sobre o passado de Ezra e Alison. E para apagar a má impressão que esse episódio deixou. Até janeiro, little liars 🙂
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