TeleSéries
Castle – Get a Clue
31/10/2013, 22:58.
Ana Botelho
Reviews
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“É o Código da Vinci da vida real”
Mais um. Mais um o que, vocês podem estar pensando. Vou responder, então, queridos leitores curiosos: mais um ótimo episódio pra consagrar essa temporada PERFEITA. Desculpa a caixa alta, mas é preciso. Eu estou em êxtase com essa sexta temporada, é sério. Parece que estou vivendo a essência de Castle, entendem? Sabe os motivos que fizeram eu e vocês cairmos de amores por essa série? Então, eles foram se dividindo ao longo dos anos, uns aparecendo pela primeira vez, outros sendo reintroduzidos. Mas nesse ano não. Dessa vez é tudo junto. Uma mistura mágica de tons, falas, olhares, piadas, romance, medo, casal, conquistas, enfim, TUDO que fez de Castle a série que ela é hoje. É por isso que a sexta já se fez a minha favorita e é por isso que Get a Clue me fez vibrar, sorrir e me encantar como se fosse a primeira vez.
Exótico, leve e engraçado. O caso dessa semana, como o próprio Castle fez questão de falar e repetir inúmeras vezes, parecia um jogo de caça ao tesouro típico de romances de suspense. E eu, como boa amante de livros do Dan Brown, não posso dizer senão que gostei – e muito – do episódio, né? Mas não só por isso, o caso me fez entrar em uma máquina do tempo e viajar lá para os primórdios da série, onde os episódios eram cheios de aventura, engraçados, repletos de pistas, maldições. Só era difícil ver a Beckett compactuando com as ideias do Castle, e até nisso nós fomos privilegiados nessa semana.
– Você está bagunçando a ordem natural.
Uma contadora é encontrada morta de forma peculiar e logo surgem as primeiras pistas sobre seu assassinato: símbolos. E um caso cheio de símbolos é um prato feito para o quê mesmo? Sim, muito bem, para as teorias vindas do mundo particular do Castle, que ele vive tentando fazer com que sejam verdade e muitas vezes não é compreendido (vem aqui que eu te entendo, baby boy!). Mas dessa vez, para a alegria minha e geral da nação, Beckett resolveu seguir a mesma linha de raciocínio do Castle, aderindo às suas ideias e teorias da conspiração. Na minha opinião, Beckett se mostrar receptiva a essas ideias foi o que tornou o caso interessante. Acreditar, ou melhor, fazer com que acreditássemos que a teoria dos símbolos, dos monges e dos maçons estava correta, foi o que deixou o caso com um suspense a mais, com uma pitada extra de graça e um saquinho de magia. A fuga da Kate racional, nem que seja por um breve momento, é sempre muito válida. Mostra as várias faces da personagem, sabe? Faz dela múltipla. Não, melhor. Faz da série múltipla.
Mas como vocês viram, eu não iniciei a review na ordem cronológica do episódio. Eu gostei desse episódio de graça, e a causa teve nome e sobrenome: a introdução de um caso que misturou aventura e enigma junto com alguns aspectos singulares da série. Precisava expor logo esse ponto para que vocês entendessem o que mais me cativou, o que fez de Get a Clue algo bom. Contudo, esse episódio também teve um ponto mais difícil de ser trabalhado, complexo, e que me deixou confusa quanto ao o que eu acho e penso sobre certas atitudes. É claro que eu estou falando da Alexis e a problemática dela em morar com o Pi.
Eu tive que refletir muito sobre essa cena, junto com a do final, para que eu tentasse entender todos os lados, para que eu não caísse em contradição. Contradição porque sim, acho e sempre achei a introdução do Pi um fator de soma para a série, especialmente no que se refere a Alexis. A personagem precisava de algo a mais para ser trabalhada, uma espécie de novo estágio, e acho que é exatamente isso que o Marlowe teve em mente ao botá-lo na história.
Porém, esse novo estágio, ao meu ver, não foi tão evolutivo assim, ou ainda está em processo de construção. Acho que tudo depende da intenção. Qual é o real motivo da Alexis em querer sair de casa? É para achar o seu lugar no espaço? É para caminhar com as próprias pernas? Se sim, ótimo, ela está amadurecida, deixem ela mostrar isso. Mas e se for pirraça? E se for uma tentativa de chamar a atenção, de levar isso para o campo Castle-Beckett? Se for por aí, então sim, ela está fazendo errado. Por isso, até que a real intenção dela seja visível ao meu entendimento, não a julgarei e continuarei vendo Pi como um bom mecanismo de crescimento da personagem.
Agora, passando para o outro lado do jogo, está o Castle. Se olharmos somente para as ações da Alexis, além de nos equivocarmos, não chegaremos à conclusão alguma. Falta entendimento e compreensão de AMBOS os lados. Castle precisa aceitar que a filha cresceu, precisa acreditar na Alexis e, se ele quer que ela tome atitudes maduras, precisa ser maduro também – afinal, exemplo vem de casa. Deixe que ela vá lá e quebre a cara. Ou deixe que ela vá lá e descubra um mundo maravilhoso. A única forma de saber se ela está pronta para o mundo e deixá-la viver o mundo. Dito isso, concordo com a Alexis em pedir um espaço, mas discordo da forma que ela fez isso. Como eu disse, é complexo, é paradoxal, mas não são assim as relações familiares? E vocês sabem o que é isso? Verossimilhança. E fazer de um show algo próximo à vida real é um dos segredos desses 6 anos de Castle.
– Antes que você me mate, você precisa saber de algo. Eu sou muito bom nisso.
Tornando mais uma vez para o caso e seus enigmas, três cenas me chamaram muito a atenção e perpetuaram esse episódio: a cena da luta de espadas, Castle dando aquele sustinho básico e Beckett em cima daquela mesa (ou algo assim). A primeira me surpreendeu demais! Quando ele falou que era muito bom na tal coisa, eu jamais imaginaria que era da esgrima que ele estava falando. Fazia tempo que não o víamos assim, e nas outras vezes era sempre brincando com a Alexis, e achei muito inteligente fazer com que ele botasse em prática todo o seu “treinamento”. Já a cena do sustinho me fez cair na gargalhada. Ai, que palhaço! A Beckett é muito racional e controlada, porque se fosse eu, depois daquele grito, eu faria ele gritar de verdade. E, por fim, a cena dela em cima de algo parecido com uma mesa, procurando sinal, me lembrou Cuffed. Só faltou o Castle subir também para que a Beckett montasse em seus ombros. Ótima chance para fazer tudo aquilo sem o tigre.
Outra vez, estou apaixonada por essa sexta temporada! Já está ficando chato eu repetir isso, mas tá tudo tão perfeitinho, tão completinho, e saber que ainda nem chegamos na metade me deixa em êxtase. Get a Clue foi um ótimo episódio. Sim, também senti falta de um beijo, de um envolvimento maior entre Caskett, também sou fã do casal. Mas acho que dosar o quanto de romance entra e o quanto de suspense, de foco no caso vai ser utilizado é um grande ponto alto da série e não deve ser visto com maus olhos. Esperem, esperem. Tudo que vocês querem ver, vocês vão ver. A gente sabe disso. In Marlowe we trust. Até semana que vem!
PS1: Martha é a cara da riqueza mesmo escorregando de um sofá.
PS2: Ai que cabelo lindo, Beckett! Deixa eu pegar, please.
PS3: Estou tão “na seca” por algum momento Esplanie, que só de ter Espo e Lanie juntos, na mesma cena, sozinhos, meu coração já bate forte.
*Peço desculpas pela demora. A gripe bateu na minha porta e a faculdade está querendo sugar minha vida. A próxima sai na terça, se tudo ocorrer como planejado.*
Person of Interest – Mors Praematura
31/10/2013, 22:28.
Regina Monteiro
Reviews
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Parece que a série, depois de um início de temporada conturbado, está reencontrando seu caminho. E se Mors Praematura ainda – em minha opinião – não atingiu o nível da primeira ou segunda temporadas, chegou bem próximo de fazê-lo.
Na construção do roteiro, dois detalhes que marcaram a série até aqui foram novamente explorados. O primeiro resume-se ao ponto de virada no próprio episódio, aquele momento inesperado em que o rumo da história sofre um tremendo desvio. No início parecia que a ação iria se desenvolver em dois espaços distintos: Reese investigando o sumiço de Shaw e Finch às voltas com um novo CPF. Mas, em uma convergência inesperada, ambos os casos passam a fazer parte de um mesmo problema.
Surpresas plantadas no meio do caminho são a marca dos irmãos Nolan, o que me leva a crer que Jonathan deve estar dando, novamente, uma certa atenção ao filho primogênito. Amém por isso!
Outro detalhe é a existência de uma informação fundamental para o desenvolvimento da temporada, apresentada em forma de migalha jogada ao acaso em um determinado episódio, para a qual não damos muita atenção e que posteriormente é recuperada e trazida para o centro da trama. É o que aconteceu com Elias ou com Root. Nesta terceira temporada parece ser o caso dos Vigilantes, que Finch já havia citado en passant no segundo episódio.
Outro ponto positivo foi a distribuição espacial e temporal dada aos personagens: todos couberam confortavelmente no episódio. Mesmo não fazendo parte da ação principal, Carter continuou a fazer suas investigações sobre a HR e a relação com Laskey pode atingir outro nível, já que ele parece estar começando a entender o significado da lealdade cobrada pela organização criminosa. Até Fusco deu o ar da graça!; ainda acho que é um personagem subaproveitado, mesmo nessa profusão deles que se tornou Person of Interest.
Mas outro aspecto que fez deste um quase ótimo episódio, foi a participação de Root e as possibilidades que se apresentaram, para a história, a partir da forma como o personagem foi utilizado: uma ponte com a Máquina para interferir, de forma positiva, em um novo aspecto da realidade a ser abordado a partir dos dados gerados por ela. E essa possibilidade traz uma nova percepção da própria Máquina.
Se a Máquina articulou toda essa ação, independente da percepção dos envolvidos, qual a sua verdadeira dimensão? Ela tornou-se um ser onisciente? Se sim, em que momento? Porque me parece, através da relação que ela estabeleceu com Root, que a equipe cada vez mais existe em função dela e não ela como suporte da equipe para encontrar os CPFs descartados pelo governo. Por outro lado qual o uso que ela está se permitindo ter para aquilo que foi criada, isto é, identificar possíveis ameaças terroristas?
E, juntamente com todas essas interrogações, restam ainda as que o próprio personagem levantou: a Máquina a quer presa ou membro do time? Ou teremos duas equipes? A Máquina é uma aliada incondicional ou pode se tornar uma ameaça?
Entre todas essas perguntas resta, talvez, uma certeza, a Máquina, cada vez mais, deixa de ser um instrumento para tornar-se o centro da trama. E como ser onisciente ela prefere que a vejam com os olhos de Root ou com os de Finch?
Finalmente a terceira temporada de Person of Interest começou!
How I Met Your Mother – No Questions Asked
31/10/2013, 14:00.
João Freitas
Reviews
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Se no último episódio o fim deixou todos surpresos com uma bomba prestes a estourar, em No Questions Asked ele veio, passou e não respondeu nada – a sensação ao fim do episódio é a de que vimos o mesmo final do anterior. No entanto, coisas boas aconteceram e fizeram do episódio mais do que apenas uma total estagnação da história.
Os melhores momentos novamente se voltam para o passado, em flashbacks. Dessa vez Marshall pede a cada um de seus amigos para que deletem a mensagem no celular de Lily sem fazer perguntas, o que acaba revelando em quais situações eles já pediram o mesmo favor para Marshall. Ted, Barney e Robin revelam uma situação mais constrangedora que a outra e esse ponto do episódio é riso certo.
No entando, fazer um favor para um amigo sem um motivo claro definido, apenas para o ajudar, é um ato nobre. Gera gratidão e um sentimento recíproco de companheirismo. Talvez, e aqui eu estou meramente especulando, tenham usado esses flashbacks no episódio justamente pela confissão feita ao seu final.
A confissão em questão é a mesma pensávamos já ter sido revelada no último episódio, o que é frustrante. Dar algo ao telespectador e retirar no episódio seguinte não deixa mais do que um total sentimento de regresso. Mas nem isso tirou a nobreza de Marshall em revelar ele mesmo para sua esposa a escolha que fez…
Depois de se lembrar que nunca escondeu nada de sua esposa, que sempre compartilhou tudo com ela, Marshall decide contar a ela que decidiu ser juiz em Nova York, e que ela precisa abrir mão de sua carreira pelo seu casamento. A questão a seguir é: como Lily vai aceitar um marido que toma suas próprias decisões sem discuti-las em família? Marshall vai precisar usar de todos os seus argumentos para acalmar a fera.
Neste episódio How I Met Your Mother fugiu um pouco à regra. Deixou até mesmo Barney em segundo plano e desenvolveu um problema que estava sendo enrolado desde o fim da temporada passada. O erro aqui é de que ao final do episódio não termos convicção de nada. Espero que Marshall chegue logo no hotel, para que isso possa acabar de uma vez e podermos ter alguma aparição da Mãe novamente. Essa seria a temporada em que a conheceríamos, mas até agora a futura esposa de Ted só deu as caras uma vez.
Revenge – Mercy e Control
31/10/2013, 11:30.
Matheus Odorisi
Reviews
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Se tínhamos achado que o padre morreu no acidente, nos enganamos. Bom, não que isso faça muita diferença, já que ele foi pro hospital e morreu lá. Mercy começou na noite e que o último episódio parou, após o acidente com o carro de Conrad que tirou a vida do padre Paul. Já o ex-governador saiu ileso. E ainda ganhou um brinde com o acidente: hospitalizado, descobre que na verdade não está doente. Padre morto e longa vida pela frente: mais do que deixa para Conrad desistir de confessar. É, não foi mesmo dessa vez, Em.
Enquanto isso Nolan resolve tomar conta do caso Patrick, aparentemente porque Patrick é gato. O cara vai investigar e descobre que Patrick tem uma ex-esposa que o considera interesseiro e falso. O ex-ex-hacker não conta nada pra Em e guarda pra si essa informação.
Já Victoria resolve trabalhar. Pois é, se é algo que não esperava ver nessa série era Victoria procurando emprego. Parei e imaginei o Linkedin de Vic. Habilidades: tramar nos Hamptons, usar vestidos justíssimos sem ser vulgar, ter um sorriso que vale menos do que um soco na cara. Daí a querida vai pedir emprego pra uma amiga numa galeria na qual era a maior cliente. Como não existe gente boa nos Hamptons (o que me faz pensar que Manoel Carlos não conseguiria fazer uma novela lá, como faz no Leblon, já que não encontraria nem ao menos uma Helena boazinha) a dona da galeria a contrata, mas diz que vai dar uma festa pra comemorar a contratação, mas na verdade quer é mostrar pra todo mundo a condição de proletariado de Vic. Todos os episódios terão desfechos em festas agora? Já falei aqui que estava virando The OC.
Ems vai investigar o acidente, afim de provar que era Conrad, e não o padre Paul, que dirigia, e procurando o carro queimado encontra Jack, que chegou na frente e já fez um Vine do carro. Daí que alguém sabotou o carro pra matar Conrad, e resta Emily descobrir quem é. A gente achava que Aiden estava jogando a favor, mas o inglês compartilha a informação da sabotagem com Conrad e ainda culpa Jack.
Na festa da galeria, Vic confronta sua chefe e tem uma promoção recorde: a coitada comprou um quadro de Patrick, sem os documentos da verdadeira dona, que era a própria Victoria. Com a chantagem de entregar a chefe pra polícia, Vic assume a galeria. É a funcionária do mês!
Outro episódio, outra festa. Em Control teremos a festa de lançamento da revista da biscate francesa que está pegando o Jack. Se pra ele as coisas estão boas na vida amorosa, não se pode falar o mesmo no quesito sobrevivência. Jack tá na mira de Conrad, o que Aiden vai pessoalmente avisar.
Algo muito importante é que Nolan tá pegando Patrick. É, realmente desistiram de tentar fazer a gente acreditar que o parceiro de Emily gosta de mulher, ainda mais com esses lenços que ele tá usando nessa temporada. Mas daí que o novato de Hamptons descobriu que Nolan investigou sua vida e se faz de ofendido. Eu não tô entendendo: Nolan não tinha descoberto que o cara não é flor que se cheire? Vai ignorar e continuar pegando? Eu não o culpo.
Falando em Patrick, Aiden, depois de ameaçar Jack e levar esporro de Emily, descobre que o sabotador de Conrad é Patrick. Para proteger seu filho, Vic faz uma jogada que espero que me expliquem: convence Charlotte a confessar o crime. Conrad perdoa, porque a base dessa família é o amor e a sabotagem de veículos.
Na festa, Daniel espera Emily que não chega, o que faz o cara, que já está dormindo em hotel, ficar mais irado. Quando finalmente encontra a noiva, rompe o noivado. Percebendo que o peixinho Greyson tá escapando de sua rede, a loira decide compartilhar um pouco da sua dor com Dan. Conta a ele sobre a sua perda, ainda o fazendo acreditar que perdeu ambos os pai, como a verdadeira Amanda. Fala de seus problema em confiar, e mesmo com uma mentira de pano de fundo, é sincera. Ponto, ganhou Daniel de volta. Quantos episódios faltam pro Casamento Vermelho mesmo?
White Collar – Out Of The Frying Pan
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Mozzie ajudando Diana a dar a luz a seu bebê em um esconderijo. White Collar surpreendeu de tantas formas em Out Of The Frying Pan, que deu até para sonhar com uma ótima temporada, como foram as três primeiras da série. Só pela primeira frase da review já deu pra entender porque o episódio se tornou inesquecível. A cena de Mozzie e Diana quase tira o brilho de todos os outros acontecimentos interessantes que ocorreram ao longo dos pouco mais de 42 minutos de trama: a apresentação do nome real de Mozzie (Teddy Winters), Peter em seu primeiro dia como chefe da divisão de Crimes do Colarinho Branco do FBI, Neal com um novo supervisor e Mozzie, de novo, como suspeito principal do primeiro caso de Caffrey com David Siegel (Warren Kole – o Roderick, de The Following).
Siegel vai ter trabalho com Neal. Aliás, já está tendo, e as primeiras impressões demonstram que ele não vai dar conta do recado. Peter continua atento a todos os movimentos de Neal, mas ainda assim não conseguiu descobrir o que Caffrey anda fazendo pelas suas costas. Aposto alto que Siegel está com os dias contados e Peter vai se obrigar a retomar a parceria com Caffrey para tomar conta dele bem de perto. Claro, e mal sabe Peter, que os motivos para que Neal esteja andando fora da linha sejam exatamente porque ele ajudou o próprio Peter, mesmo que este não aprove os métodos de Caffrey.
Outros elementos importantes para o sucesso de White Collar neste episódio também funcionaram muito bem, como Elizabeth, por exemplo. Ela é um personagem espelho para Peter, fazendo-o rever situações sobre seu comportamento com Neal. Foi ótimo e engraçado ver a intervenção dela lembrando que Burke precisava conversar com Caffrey sobre o primeiro dia com o novo supervisor. Os diálogos entre Neal e Peter também estão melhores, mais engraçados e pessoais, remetem ao tempo em que os dois já passaram juntos e na história que tiveram desde quando Peter tentava capturar Caffrey. Situações como o estresse de Diana, grávida de oito meses e há dias sem dormir também foram divertidíssimas. São pequenos itens que em conjunto construíram um ótimo episódio.
Apesar das várias situações cômicas, White Collar não perdeu o fio da meada. Os casos e ações ao longo do episódio foram consistentes e interessantes de acompanhar. Desde a tensão da quase prisão de Mozzie, à ópera de Neal para acessar a sala de evidências do FBI. A melhor sequência de cenas foi a edição das imagens que mostravam Mozzie ajudando Daiana a dar a luz, enquanto Neal, no ritmo de Mozart, entrava na sala de evidências. O bônus do episódio foi, é claro, Seigel passando as características físicas do suspeito Little Star (Mozzie) para Peter e Jones: baixo, careca e de óculos. Quem será? Muito bom.
Out Of The Frying Pan terminou deixando boas perspectivas para a temporada. Mozzie encerrou o ciclo de seu nome verdadeiro – Teddy Winters – acabando para sempre com a única ligação que podia levá-lo até seus pais biológicos. Por outro lado, Mozzie também ajudou a trazer ao mundo outro Teddy, o Theo, de Diana. O segundo episódio da nova temporada de White Collar reuniu boas cenas, ligações históricas da vida dos personagens e novidades na trama. A série também não se prendeu tanto em casos específicos ao longo do episódio. Nem sempre o fechamento de um caso é mais interessante que a trajetória até ele, e White Collar está sabendo traçar o seu caminho.
Arrow – Broken Dolls
30/10/2013, 20:38.
Marco C. Pontes
Reviews
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Quando assuntos pessoais ficam muito perigosos.
Em mais um episódio fenomenal, Arrow nos presenteia com a revelação do ano: Ra’s al Ghul is coming. Ou algo do tipo. Para quem não sabe, Ra’s al Ghul é o criador da Liga dos Assassinos, aquela liga de vilões que já foi tema do primeiro filme do Batman atual (Batman Begins) e usado mais tarde no fim da trilogia, em The Dark Knight Rises. Descobrimos que a Canário Negro, além de ter aparecido do nada, tem alguma conexão com essa Liga. E o episódio 2×05 é intitulado de “League of Assassins” ou “The Demon’s Head”, nome pelo qual Ra’s al Ghul é chamado em algumas representações. Podemos prever muitos problemas para Starling City em breve.
A parte mais importante do episódio foi a apresentação da Canário, sendo essa de extrema importância para qualquer caminho que a série siga a partir desse episódio. Achei que a forma como eles adaptaram o Grito da Canário foi uma sacada inteligentíssima – incluir uma mulher com grito supersônico é anormal demais pros padrões da série e já ficou claro desde o piloto que incluir superpoderes não é o que Arrow se propõe a fazer. Foi muito condizente com a série e com a personagem dos quadrinhos também.
Por isso, não é nada estranho que ela apareça para salvar a pele de Oliver às vezes. Não sabemos de suas reais motivações, e nem de sua identidade (mesmo que esteja claro que talvez a irmã de Laurel não esteja morta), mas sabemos que ela luta contra pessoas que fazem mal contra as mulheres, como foi o caso nesse episódio. O problema, eventualmente, é que Canário não tem o mesmo senso de moralidade igual Oliver. Ela mataria qualquer um se isso fosse salvar a vida de milhares.
O vilão do episódio, Mathis, trouxe algumas boas coisas para a série. Para começar, depois de cinco meses, um sequestro e uma quase experiência de morte, Laurel finalmente percebe que toda sua raiva pela morte de Tommy estava voltada para a pessoa errada. Realmente, se Laurel não tivesse ido aos Glades quando o terremoto começou, Tommy não teria se deslocado também para ter certeza se a ex-amante estava bem. Demorou, demorou e demorou, mas finalmente Laurel tornou-se uma personagem menos cínica.
O outro Lance, infelizmente, esteve tão preocupado com seu novo distintivo que nem percebeu que sua filha poderia ser um alvo fácil para o assassino. Na verdade, não sei como Laurel foi sequestrada, afinal Mathis só pegava mulheres que passavam um creme de patricinha na cara, algo que Laurel não pode pagar. Ainda.
O interessante aqui é que Lance precisou sair de seu trabalho como detetive para perceber que ela e o Arqueiro querem a mesma coisa – justiça, custe o que custar. Ele já percebeu que a polícia possui suas deficiências e isso ficou ainda mais claro nesse episódio. O que ainda não faz sentido, porém, é ele não perceber que Oliver Queen e o Vigilante são a mesma pessoa, mas tirando isso, o plot está se desenvolvendo de uma maneira bem interessante e em breve veremos os dois se encontrando no QG para trocarem farpas.
O caso foi também necessário para percebermos a evolução de Felicity. Antes, ela só era jogada aos leões, sem nem ao menos ser consultada, mas agora, a loirinha tomou conta do próprio corpo e toma suas próprias decisões. E quanto mais tempo passa, mais irritante fica a química entre Felicity e Oliver, que está sendo totalmente deixada para o lado. Quero que FELIVER aconteça e quero isso agora.
Por outro lado, Mama Queen está querendo passar dessa para melhor. Estava na cara, desde o começo da temporada, que ela já tinha aceitado sua situação, mas ao não ficar muito empolgada com as roupas de grife que a filha trouxe para a cadeia, Moira mostra que realmente não se importa mais com coisas que ela julgava importantes. Antes, ela estava nem aí para os filhos, mas agora que está presa, Mama Queen finalmente está se ocupando de coisas mais humanas e tocáveis. A sentença de morte pode vir como um plot twist, mas foi confirmado anteriormente que uma personagem importante da série morreria nessa temporada.
P.S: Como não amar Roy sendo sequestrado e implorando para que a Canário não o batesse no rosto? Afinal, ele é modelo da Abercrombie e o rostinho e o corpinho dele que realmente importa!
P.S: Finalmente as coisas vão ficar interessantes na Ilha de Lost, prevejo mais um Deathstroke em breve.
Bones – The Woman in the White
30/10/2013, 13:20.
Maria Clara Lima
Reviews
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Aprendi com Bones que aquilo que chamamos de amor ou paixão é a soma de uma equação complicada, que reúne uma infinita quantidade de variantes. O ambiente, o cheiro, o olhar, o toque, todos os sentidos embaralhados que resultam de reações químicas complexas em nosso corpo. Para a ciência, o amor é basicamente o cérebro mandado mensagens bagunçadas sobre a realidade. Mas para os românticos, esse tipo de realidade alternativa é real.
Aprendi com Bones que o amor é real e não é um sentimento avassalador, ele é sereno. Não é explosivo, ele é concreto. Não se esvairia com o tempo, porque ele é eterno. Amar alguém é aprender a ter cumplicidade, é saber compartilhar, e mais do que tudo, na alegria, na tristeza, na saúde e na doença, ter muita, mas muita paciência.
Eu aprendi com Bones a amar Bones. Sem ter grandes ilusões ou caprichos afoitos. É uma certeza que faz parte de mim, e das milhares de pessoas que esperam ansiosamente por cada segunda-feira, ou sextas, quintas, domingos… seja lá quando a série for exibida. Talvez você esteja se perguntando por que eu gastei três parágrafos falando sobre o amor (ao invés de ir direito ao ponto). Pois bem, queridos leitores, o motivo para tamanha digressão é porque no dia 21 de outubro, Bones levou ao ar um episódio que definiu vários tipos de amor, e ainda, unificou todos eles em um só gesto.
The Woman in the White se tornou inesquecível apenas por ter existido, e podem ter certeza, será um dos episódios mais amados pelos fãs de Bones. Quem esperou, torceu, sonhou que um dia, lá na nona temporada, depois de tantas aventuras improváveis, como é a vida, Bones e Booth estariam casando. E ainda, não é nem o final do seriado.
Contra as probabilidades, o provável e improvável, contra tudo o que é mais óbvio, até que enfim, podemos dizer que estamos no céu. E valeu a pena.


O começo
– Você acredita em destino?
– Claro que não.
Lembra quando eles se conheceram? Ela era cientista e ele um bom agente do FBI com problemas. Olha para eles agora.
Quando o episódio começou, sabia que coisas grandes estavam por vir. Apesar do caso interessante e da tentativa em fazer parecer que o casamento não ia sair, (mesmo com o spoilers) podíamos sentir que algo grande estava por vir.
Para começar, de quem foi a ideia de gênio de chamar o David Hornsby para fazer um padre em Bones? Apesar da cena não ter sido assim tão engraçada, eu gargalhava alto com todas aquelas entrelinhas voando em nossas caras. Para quem nunca viu Cricket em It’s Always Sunny in Philadelphia talvez não tenha percebido o potencial da piada. Queimar a igreja do pobre padre depois? Que série louca. Que roteiro doido esse da querida Karine Rosenthal e de Kevin Hooks. Além das piadas intencionais, os momentos de reconhecimento sobre o que é o seriado foram bem definidos em cada linha falada pelos personagens.
Claro que nem tudo foi perfeito. Mas nem tinha que ser para esse episódio ganhar cinco estrelas. Só de ver alguns rostos queridos pelo público de volta, muitas menções ao passado, e a cena final, ah! faltam palavras para descrever tamanha perfeição. Pensei que se eu esperasse um pouco, para que o nível de adrenalina em meu corpo pudesse votar ao normal, eu conseguiria escrever um texto mais coerente, analítico e menos cego. Mas quem disse que há coerência nisso tudo?
Lembra de quando eles se conheceram? Brennan era completamente racional. Tão racional que jamais deixaria seus estagiários resolverem um caso por ela. A cientista, que um dia disse que não conseguiria mudar, estava feliz em fazer coisas que para ela não faziam muito sentido, mesmo assim, deixaria seu parceiro muito feliz. A doutora estava feliz também.
No início do episódio, achei que toda a distração com o caso era para mostrar que Bones tinha realmente mudado com o tempo. E apesar de algumas pessoas acharem que a personagem está descaracterizada, eu fico feliz que aos 36 ela não se comporte como a doutora de 27 anos, que não entendia nada do mundo e nem das pessoas. Que passou por um intenso processo de mudança, que abriu sua guarda e perdeu sua impermeabilidade e se tornou forte o bastante para lidar com o improvável e arriscado.
Claro que o estilo Bones de ser ainda está ali. Não ligar para os detalhes como fazer o cabelo e as unhas, e realmente se focar no caso, quando ela deveria estar se preparando para o grande dia. Ainda bem que a Angela (a voz da consciência) está sempre por perto para salvar o dia.
O começo do episódio foi agitado e rápido. Teve morte, igreja, e um monte de gente aparecendo. Parker foi uma boa surpresa. Eu gosto dele e de suas caras e bocas. Acredito que garoto tenha o Sweets em seu Facebook, pois com certeza, ele parecia muito tranquilo com o fato de não ter contato algum com o pai. Viver em outro país pode ser difícil mesmo. E aquela camiseta da Inglaterra? Ora, todos sabemos que ele mora lá. Entendemos isso. Mas gostei dele no episódio. “Estou feliz que você está casando com a Bones”. Sim, como não poderia? Desde muito pequeno, Parker tem um verdadeiro carinho pela parceira do pai. Por ela ser divertida e inteligente, além de sempre ter sido muito honesta com o garoto.
Lembro bem quando a Hannah tentou levar o menino para a Terra das Coisas que Não Deveriam Ter Acontecido em Bones, mas ele sabidamente mostrou que a “Bones” tinha um lugar especial em seu coração.
Nota. Resolvi esquecer do Parker terrorista da sétima temporada. Fim da nota.
Depois do menino, vimos o Pops e a Mama Booth, que aparentemente também resolveram esquecer todos os ressentimentos. Tudo estava pronto para o casamento. Bem, nem tudo.


O meio
– I can be a duck.
Lembra quando Brennan e Booth ficavam fugindo um do outro só para no final perceberem que realmente estavam perseguindo um ao outro?
Quando o casamento foi adiado, lembrei dos outros tantos “adiamentos” que os dois tiveram ao longo desses anos. A primeira noite depois da rodada de tequila, a parceria entre o Jeffersonian e o FBI depois da conclusão do primeiro caso e da briga que os dois tiveram, os vários “primeiros beijos” que eles não tiveram, ou aquele “eu te amo, sabe? como uma boa garota”, e ter consciência de que teria que adiar realmente o “eu te amo” de verdade. Ou aquela primeira noite juntos que nunca vimos. Será que eles mais uma vez teriam que adiar o casamento, depois de meses de sofrimento por causa do Pelant? Bones é feita de provocações.
Mas uma coisa era certa. Mesmo com o casamento em perigo, eles nunca deixariam de perseguir um ao outro. Com o caso resolvido (viva Squints!), o que eles precisavam era apenas um pouco de criatividade para sair do protocolo. Deixar-se arriscar. A Bones, no começo, apesar de ter um time ao seu lado, sempre trabalhou sozinha. Agora ela não está mais só.
Lembra também quando Booth queria despistar a Brennan quando eles estavam resolvendo o primeiro caso? Ele disse que tinha que se organizar, colocar as cartas na mesa, e ela disse que poderia ser uma delas. Esse foi o momento que eu me apaixonei pela série. Lembro dos comentários do Hart no DVD, quando ele disse que achava aquela cena bonitinha, vi ali a essência da série. Os dois tinham se encontrado.
O David Boreanaz ter lembrado disso, e ter escrito sobre isso nos votos de casamento, mostra apenas o tamanho do envolvimento que todos tem com o seriado. Tamanho envolvimento mostrado também durante a gravidez da Emily Deschanel. Trago esse assunto na review, pois escuto muito as pessoas dizendo que a gravidez arruinou a série. Acho que não. Acho que entender que aquele era o momento da Emily, entender que a temporada teria 13 episódios e não 24 por causa da atriz, entender que ela precisava de uma licença maternidade e que isso afetaria a série. Isso é compromisso.
Compromisso também da Emily que trabalhou até um dia antes de seu parto, e que hoje leva o Henry para o set, para que ele possa ficar com ela o maior tempo possível. Entender que esse momento maternidade poderia acontecer na história se eles não tivessem medo de arriscar. Medo de fugir do linear, do namoro, noivado, casamento, e fim da série. Estamos a três temporadas com o casal junto. Sólido como deve ser. E ter esse entendimento não é para todo mundo.
É esse tipo de coisa que faz valer cada xingamento ao Hart Hanson e sua turma.

O fim?
– O que você acha que acontece agora?
Quando a Brennan começou a caminhar ao lado do Max na direção do altar ao som de At Last – magicamente cantada por Avalon (Cyndi Lauper), pensei: Acabou. Agora acabou mesmo.
Demorou alguns segundos para entender todo o significado da cena. Que aquilo não era o fim, mas se o começo. Sabe? O fim do começou ou o início do fim, não importa. Mas não havia chegado o momento de dizer adeus. Demorou um pouco para entender que o momento, na verdade, era de celebração. Um momento simples, com as pessoas certas e cheios de amor.
Comecei esse texto falando sobre isso. Sobre o amor e os tipos de amor. E foi quando percebi que esse episódio fazia uma homenagem ao amor do casal, o amor dos fãs pela série e da equipe de Bones por tudo isso. Chorei do início ao fim da cena.
Uma vez, o Booth disse que havia mais de um tipo de amor, mas o certo, sempre ficava no final. Eram tempos difíceis aquele, para ouvir uma frase dessas. Mas agora tudo faz sentido. Assimilar os votos da Brennan e do Booth não é fácil. Eles são bonitos para quem nunca viu a série, mas para quem viu, desde o piloto, seja lá em 2005 ou nesse ano, em uma maratona louca para ver nove temporadas, sabe do que eu estou falando. Assimilar esse amor não foi nada fácil, e ainda não é.
A Emily ficou com a missão de escrever os votos da Brennan e o fez de maneira espetacular. A tal carta do The Aliens in the Spaceships sempre foi uma incógnita para os fãs. Mas fico feliz de que ela tenha sido revelada apenas agora. Pois esse, era realmente o momento certo. A carta não teria tanto importância ou conteúdo, se tivesse sido mostrada logo no começo. O detalhe da contra-capa do livro me fez sorrir, e chorar ao mesmo tempo.
As reações químicas que uma paixão provoca dura pouco. Mas se aquela carta contínua a fazer sentido, mesmo após tantos anos, tava ali a prova: Paixão pode até ser a primeira vista, mas o amor, não. Esse se constrói com o tempo e se solidifica com a jornada.
Se Bones faz algum sentido para você ainda, essas palavras te levarão ao céu. Sabe, como o amor pode ser um fardo que te puxa para baixo e ao mesmo tempo de faz voar? Esse foi o momento que todo o peso nos ombros desapareceu.
Eu trabalhei muito, muito nos meus votos, mas agora que estamos aqui… Olha, você se lembra da última vez que estivemos aqui? Parados neste exato lugar, foi bem no começo, antes de nos conhecermos de verdade. Eu estava tentando me afastar de você, porque você estava me irritando, e você correu atrás de mim e me alcançou. Eu disse para você ‘Escuta, eu só preciso organizar as minhas coisas e você me disse “eu posso ser uma dessas coisas”. Nós estivemos perseguindo um ao outro por muito tempo… Correr atrás você tem sido a coisa mais inteligente que eu já fiz em minha vida, e ter você correndo atrás de mim tem sido minha maior alegria. Mas agora nós não precisamos mais que correr um atrás ao outro, porque nós alcançamos um ao outro. – Seeley Booth
Quando Hodgins e eu fomos enterrados vivos, cada um de nós escreveu uma carta para alguém que amávamos, caso nossos corpos fossem encontrados. Hodgins escreveu para a Angela, e eu escrevi para você. “Querido agente Booth, você é um homem confuso. Você é irracional e impulsivo, supersticioso e exasperador. Você acredita em fantasmas e em anjos, e talvez acredite em Papai Noel e por sua causa, comecei a ver o universo diferente. Como é possível que simplesmente ao olhar para o seu rosto bonito isso me traga tanta alegria? Por que me faz tão feliz, quando eu tento dar uma espiada em você, você já está olhando para mim? Como você, não faz o nenhum sentido. E como você, parece tão certo. Se eu conseguir sair daqui, eu irei encontrar um momento e um lugar para te contar como você torna minha vida bagunçada e confusa, e sem foco e irracional… e maravilhosa. Esse é o momento. Esse é o local. – Temperance Brennan
Depois disso, só tenho uma coisa a dizer. Fique feliz, é tudo real.


The Woman In the White
– Tudo acontece um dia.
Peço desculpas pela demora na review. Mas estava um pouco em lua de mel com a série. Aproveitei esse tempo de extrema felicidade para curtir alguns episódios das primeiras temporadas. Penso que The Woman in the White mudou todo o sentido da série. Posso ir até um pouco longe ao dizer que o sexto episódio da nona temporada é um divisor de águas. Um antes e depois. Agora, sabemos que realmente todos esses anos os dois eram sim, apaixonados um pelo outro.
Sabemos que todos aqueles olhares, risadas ao final do dia, desejo louco de proteger o parceiro, não era só pela parceria. Digo mais, a paixão passou rápido, logo veio o que é mais difícil. O amor, e esse não acaba nem com guerras, com agentes ou jornalistas, não termina com a distância e nem quando se jura que realmente tudo acabou. Por que tudo acontece um dia, e 21 de outubro de 2013 era esse dia.
Sabemos também que nem sempre é fácil lidar com crianças. (Chris, sentimos sua falta, garota!)
Escrevemos milhões de reviews em nossas cabeças, cada um de nós, fãs da série. Sei que ainda é pouco o que eu disse, e que ainda vamos falar muito desse episódio, rever e se emocionar com ele. Mas tenha certeza, isso tudo é apenas um novo começo.
– E o que você achara que acontece depois?
– Tudo que acontece depois.
———————–
Sei que isso é um pouco brega, dedicar reviews, quem sou eu? Mas gostaria de agradecer publicamente à algumas pessoas que fizeram ou fazem dessa estrada louca um pouco mais real. Ser fã de Bones significa olhar para uns quarto anos atrás e ver a Karin assistindo The Doctor in the Photo e quase chorando com a Brennan, despertando minha curiosidade adormecida de voltar a ver uma série com o Boreanaz (sim, eu era fã de Angel). Isso significa ter sido sugada por um fandom louco – e muitas vezes infantil – no Twitter, de ter conhecido a Jennifer e a Alis Mari e as meninas do The Lab Bones. De querer colaborar com as Queens para ajudar aos fãs que dependiam das legendas para entender todos aqueles nomes loucos que são pronunciados pela série. Significou conhecer a Mariela (e depois dividir apartamento com ela), e trombar por um acaso do destino com a Cynthia (aquele encontro de Bones num pub irlandês não poderia ter sido melhor). Significou ver, mesmo que por alguns minutos a louca da Thayná e um ano mais tarde ter a Nathalia Cruz no meu aniversário. Ah, não esqueci de você Luciana. “Confie no Hart Hanson”? Não sei se você leva o prêmio de melhor ou pior conselho do mundo. Significa também ter a Aninha, minha querida companheirinha, ao meu lado. Que quero ver crescer e tenho muito carinho. Sei falar da minha sobrinha, que com 9 anos, sabe o que é a L7, tíbia, ou ílio. Povo louco, que eu amo! Um beijo querido para a Manu, minha comparsa de crimes. E claro, para todos os envolvidos em fazer essa dramédia um ponto de encontro de tantas emoções, boas e ruins, na minha vida.
The Crazy Ones – She’s So European
30/10/2013, 10:39.
Gabi Guimarães
Reviews
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“Vá arranjar uma garotinha, Simon.” – Sydney
Sexo. Este foi o tema dominante do quinto episódio de The Crazy Ones. As referências sexuais não são exatamente uma novidade na série, muito pelo contrário. Até agora, vimos uma infinidade delas sendo exploradas – sem muito sucesso, é verdade, e com direito a alguns momentos meio “vergonha alheia” –, mas esta certamente foi a primeira vez que um episódio foi praticamente dominado pelo tema. E, ao contrário de seus antecessores, neste caso elas até que funcionaram bem.
Mais uma vez, o episódio foi dividido em dois arcos bem diferentes: o primeiro deles – e também o principal – envolvia Simon, Sydney e Zach desdobrando-se para desenvolver um novo site de encontro para idosos (genial!) para sua cliente/amiga/amante (não necessariamente nessa ordem!) Helena, uma britânica bem saidinha, ousada e tão, mas tão… Europeia! O outro arco foi todo de Andrew, que – com a ajuda sempre inestimável de Lauren – tentava sair da sombra de Simon ao assumir o comando de uma campanha de perfume masculino. Pena que, para isso, ele precisava domar um locutor estrela e seu ego monstruoso.
“Adoro ouvir o meu pai falando sobre sua vida sexual. O que seria desconfortável nisso?” – Sydney.
Eis que logo nos primeiros minutos somos apresentados à Helena, uma amiga/cliente de Sydney a quem ela admira com um entusiasmo bastante exagerado. Numa tentativa de ser mais como a amiga, Sydney faz de tudo para parecer mais cool e fugir do estereótipo de “americana pudica” – nas palavras de Helena – para se tornar tudo aquilo que não é: mais liberal e… Europeia. O problema é tentar ser totalmente cool quando o assunto em questão é a vida sexual de seu pai. Pobre, Sydney!
“Sean Connery foi o melhor 007 com quem já transei.” – Helena
“Você escolhe seus amantes como eu escolho meus M&Ms.” – Sydney
Sem saber o que fazer com suas noites livres em Chicago, Helena escolhe Zach – e quem mais poderia ser? – para ser seu amante, e em seguida vemos a moça fazer uma detalhada descrição para Sydney sobre a sex face aparentemente “charmosa” e “sonhadora” de seu colega de trabalho. Zach, entretanto, não foi suficiente para apagar o fogo de Helena – o furacão europeu –, e a próxima vítima da moça foi ninguém menos que Simon. Por si só, a situação já seria bastante embaraçosa, não fosse o flagra – que nenhum filho gostaria de dar em seus pais – que Sydney deu nos dois. E, segundo Helena, ao contrário de Zach, Simon é um “gemedor”. Meu Deus! Será que Helena – e a Inglaterra – nunca ouviu falar em “too much information”?
O auge do episódio aconteceu exatamente na disputa entre Zach e Simon por Helena (arruinando, no caminho, todos os filmes favoritos da infância de Sydney). Simon com ódio mortal da “experiência transcendental” de Zach com a moça foi impagável. Na verdade, essa disputa só perdeu para aquela pelo pote de maionese, com direito a show de Robin Williams e James Wolk interpretando suas sex faces. Aliás, a cena (e os erros de gravação!) de Lauren relembrando a antiga sex face de Zach merece uma menção honrosa. Ah Lauren, sempre você!
Com o profissionalismo há muito jogado pela janela, o desconforto tomou conta da agência, e quando Simon, Sydney e Zach resolvem se concentrar apenas no trabalho, vemos o nada discreto incômodo de Sydney com o tal site de encontros para idosos – para o qual Simon sugeriu o elegante nome “Grisalho Lá Embaixo”. Ri alto com as reações dela às sugestões para campanha.
“Estamos assistindo ‘The Walking Dead’?” – Sydney
E falando em Lauren, o outro arco do episódio mostrou Andrew e a assistente precisando tomar a liderança de uma campanha, já que Simon estava envolvido – e como! – com a campanha de Helena. Para isso, Andrew teve que lidar com o Sr. Fred Melamed, um locutor de currículo invejável, cujo ego gigantesco manda lembranças para a mais arrogante das pessoas. E como foi difícil! Andrew – ou seria Mandrew? –, com seu jeito doce, bonzinho, teve enorme dificuldade em se impor diante desse gênio difícil, que fez dele gato e sapato. A primeira experiência com Melamed foi tão traumática que, ao saber que teria uma segunda chance com o locutor, sua reação foi sair pela tangente.
“Serei jurado neste dia. E também terei diarreia.” – Andrew
Mas no fim tudo deu certo, vimos Andrew se impor – com voz grossa e tudo! –, conquistar o respeito de Fred Melamed, e conseguir tirar dele a locução perfeita para a campanha de Musk.
“Eu estava abraçando um menino, e solto agora um homem.” – Fred Melamed
Como não rir dessa cena? Andrew, aos poucos, também vem ganhando seu merecido espaço na série, e acho que a dobradinha com Lauren é receita certa para o sucesso. Espero ansiosamente por mais cenas desses dois!
E, para fechar com chave de ouro esse episódio “sexy”, Melamed e Helena se encontram na saída da Roberts & Roberts e, claro, se tornam amantes quase que instantaneamente. Afinal, quem aí seria capaz de resistir àquela cantada/texto publicitário nonsense na voz arrasadora do locutor? Essa é a pergunta que não quer calar.
Até a semana que vem!
The Walking Dead – Isolation
29/10/2013, 19:30.
Felipe Ameno
Reviews
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A quarta temporada de The Walking Dead estava surpreendendo, pelo menos a mim, por estar bem mais acelerada que a anterior. Isso foi comprovado nos dois primeiros episódios, porém o ritmo não se manteve em Isolation. Mas isso não comprometeu o episódio, que realmente foi bom, cheio de embates e marcado por confrontos.
Rick x Tyreese
Tyreese, como era de se esperar, não digeriu muito bem a morte de Karen. Rick, Daryl e Carol tentam consolá-lo, mas em vão. Primeiro ele desconta sua raiva em Daryl e depois em Rick, que não deixa barato e “responde” a altura. Basta ver o rosto do dois que você logo descobre quem foi o vencedor.
Mas ao invés de ficar apanhando por aí, Ty tinha outra coisa mais importante pra se preocupar: Sasha também não está se sentindo bem e vai para o isolamento.
Conselho
Depois de tantas mortes e a infecção se espalhando exponencialmente, o conselho se reúne para tentar encontrar uma saída. Como precisam de remédios para tentar controlar a infecção e com todas as farmácias já saqueadas, Hershel sugere que um grupo vá até a faculdade de veterinária mais próxima. Primeiro por ter o que precisam e segundo por ser um lugar pouco visado. Glenn demostra sinais de que também está infectado e segue para o isolamento.
Carl x Hershel
Smooth sears do not make good sailors (mar calmo nunca fez um bom marinheiro). Embalado por essa inspiradora frase e uma caneca, Hershel tem uma ideia e decide ir até a floresta. Só que no meio do caminho tinha Carl, que incorporando o senhor da verdade enche tanto o saco que acaba indo também. Na floresta, Carl faz a vigia enquanto Hershel colhe algumas plantas. A proposta é levar algum tipo de conforto através de um chá. Pode não salvar o povo, mas pelo menos ele tentou. O CHÁ de Isolation está para o BACON de Infected.
“Quando você pisa lá fora, arrisca sua vida. Bebe um gole de água e arrisca sua vida. E agora ao respirar, você arrisca sua vida. No momento atual não temos escolhas. Só podemos escolher pelo que arriscá-la”.
O Hershel zerou o mundo com essa declaração!
Não podemos ficar tristes, pois todos temos trabalho a fazer.
Daryl, Michonne e Bob estão nos preparativos para ir até a faculdade de veterinária. Depois de colocar a cabeça no lugar, Tyreese também resolve se juntar ao grupo. No caminho eles escutam uma frequência no rádio que fala sobre um “santuário”. Só que eles não conseguem ir muito longe, pois encontram uma gigante orda de walkers.
E o embate final: Rick x Carol
Rick: Há algo que você não faria pelas pessoas daqui?
Carol: Não.
Rick, fazendo o CSI, começa a investigar e logo encontra a culpada pelas mortes de Karen e David: Carol.
De mulher submissa à exterminadora de walkers. Carol tinha tudo para não vingar, mas depois de quatro anos, ela segue firme e forte na série com seus cabelos que nunca crescem. E nesta temporada, mesmo com poucos episódios, ela já foi “professora” de defesa pessoal contra walkers e agora acrescenta churrasqueira ao seu currículo. Sua culpa ficou evidente depois que Tyreese pediu que ela tomasse conta de Sasha e ela viu que Lizzie também tinha ficado doente. Ela surta e desconta sua raiva em um tonel de água. Realmente ela está disposta a fazer qualquer coisa pelas pessoas dali…
Glenn, Sasha e Lizzie infectados, será que o chá vai ajudar em alguma coisa? O grupo do carro conseguirá os remédios? Carol, grande “vilã”, culpada pelo churrasquinho de Karen e David. O que será esse “santuário”? Deixe seu comentário e até Indifference.
Considerações Finais:
– Depois de Richonne, que pelo visto ainda não vingou, temos Darichonne.
– Carl é a combinação genética da chatice da mãe e do espírito de salvador da pátria do pai. Somando os fatores pré-adolescência e maturidade forçada, não vai demorar muito para ele se tornar um dos personagens mais chatos da história dos seriados mundiais. Só ainda não superou a Danasse (como eu me refiro a Dana, filha do Brody, de Homeland) mas falta pouco!
– Adorei a camuflagem desse walker! Lembrei do Peeta (Jogos Vorazes), que também tem esse talento.
Scandal – Say Hello to My Little Friend
29/10/2013, 16:13.
Mariela Assmann
Reviews
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Outro episódio de tirar o fôlego. Scandal está praticamente perfeita nessa temporada (o crescente começou lá pela metade da segunda) e acontecimentos importantes saltam aos nossos olhos em uma velocidade atordoante. E isso complica a vida do reviewer, que nem decidir por onde começar a review consegue. Mas Scandal vale a tentativa, então vamos a ela.
Jake saiu do buraco para onde os dissidentes do B613 são enviados. E depois de receber cuidados de Olivia, ele está bem disposto e faceirinho (naquele sentido de faceirice, se é que você me entendem). Só que Miss Pope não parece disposta a deixar o Capitão permanecer em sua vida, já que tá com medinho de Rowan (sim, eu também teria, acreditem).
Mas Jake não saiu do buraco a toa, e apesar de não entender claramente o porquê de ter recebido essa segunda chance, resolve utilizá-la para tentar entender as razões de Rowan para ter feito Huck matar Pete.
E logo ficou bem na cara que a morte de Pete foi pra encobrir algo beeeeeem grande, já que o Presidente, após ver uma notinha em um jornal, resolveu ir pessoalmente no funeral de Pete, após ter ordenado o enterro do “ex-colega” com honras militares. Nossas suspeitas aumentaram ainda mais quando Fitz disse que não conhecia o cara. Oras, se não conhecia, devia a ele.
Huck até tentou se manter longe de Jake e, consequentemente, de toda sujeira do B613. Mas não teve jeito. Depois de ouvir as gravações feitas por Jake, ele uniu esforços com o ex-companheiro de organização e eles conseguiram descobrir algo enorme: o piloto da Operação Remington era Fitz. Algo deu errado – e eu ainda não faço ideia do que – e Pete acabou vendo o vôo ser computado no seu currículo. E quando foi morto, ele estava prestes a conversar com o Presidente sobre a Operação. Pelo grau de segredo envolvido na coisa toda, acho que o nível de sujeira envolvido é maior do que no escândalo de Defiance.
Espero que agora que Huck e Jake contaram tudo o que sabem para Olivia ela pare com o mimimi de não querer saber nada e de não querer qualquer contato com as atividades do B613. Ela já está envolvida, não há como fugir disso.
Aliás, Liv deveria parar de tentar fugir de Jake também. O cara está ali, cheio de amor (e carinho e proteção) pra dar e ela fica se preocupando em atender Fitz “porque pode ser algo importante”. E quando ele liga pra ela, na calada da noite, pra falar sobre algo importante? Um pouco de amor próprio é legal, Olivia. Fica a dica!
E por falar em amor próprio, Mellie foi muito Mellie nesse episódio. Ela lidou da pior maneira possível com o surgimento da Congressista Democrata Josephine Marcus. Tá certo que ela não sabia que o microfone da outra tia estava ligado, mas acabou que ela criou uma estrela em ascensão às vesperas de uma eleição presidencial. E Cyrus ficou doidinho com isso (aliás, quando Cy não está doidinho com alguma coisa?). Resultado? Cyrus praticamente deu uma surra de toalha molhada na Mellie e Fitz, em um momento não usual de carinho, defendeu a primeira dama. Dei muita risada da cara de choque da Mellie ao perceber que o marido deu a mão, literalmente, para ela. O choque foi tanto que ela não soube se portar e saiu correndo/surtando. (A esposa sai correndo, a “amante” nem a coragem de deixar o telefone tocando porque tá beijando o capitão sexy tem. O mundo tá perdido mesmo – brincadeirinha, shippers de Olitz!).
Surtando também, Cyrus resolveu descobrir um podre de Josephine (a Pheebs, gente. Só por isso já amei ela. Friends <3). Mas parece que ela é super correta e direita, só tem uma questãozinha mal explicada sobre uma criança na parada. E é nisso que Cyrus focará pra tentar destruir a Congressista que, em breve, deve ser a nova cliente dos Gladiadores de Pope. Querem apostar? Acho que vem uma boa história por aí.
E por falar em clientes, os Gladiadores estão pobretões depois de todo escândalo envolvendo a vida pessoal de Olivia (e sua inabilidade em deixar a saia abaixada quando se trata de Fitz) e eles acabaram pegando um caso com um potencial letal muito grande. E bem interessante, diga-se de passagem. Eu fiquei meio chocada quando descobri que a assassina era, na verdade, a esposa do político safado. A dor da traição era grande pra ela, mesmo – aliás, foi genial ter usado a confissão do “eu odeio ele” como forma de reafirmar o álibi – mas não percebi que ela poderia transformar essa dor em ódio e raiva. Enfim, Olivia percebeu tudo só quando o marido mencionou que ela não se perdoaria por ter mentido para livrá-lo da prisão (Liv tava achando que ela ia perdoar o cara e eles iam acabar juntos e felizes para sempre), mas aí já era tarde demais. E a criminosa saiu impune, alardeando que todo mundo merece uma segunda chance. E foi isso. Ela ganhou a segunda chance dela e saiu andando, linda, loira e assassina.
Enquanto isso Fitz – depois de se revelar um empatão de primeira. Todos os aplausos do mundo para o Jake e sua oferta de “mais vinho” – segue rumo ao QG do B613 e nos propicia um final de episódio daqueles. Se Fitz não sabe – conforme salientado por Olivia – que Papai Pope é o Comandante, qual o sentido da visita dele? Teria Cyrus revelado tudo sobre seus encontros com o perigoso “sogrão”? E quais consequências esse encontro trará?
Essas respostas – e milhares de outras perguntas, emoções e plots twist – acompanharemos nos próximos episódios. Até lá.
P.S.1: Quinn, filha, você é MUITO chata. Continua assim e vou acabar torcendo pro Huck matar sua sede de Whisky em você.
P.S.2: que dó do Huck. Tá pra nascer personagem mais atormentado do que ele.
P.S.3: Abby e David estão de volta. Resta saber quanto tempo vai demorar pro casal romper – novamente – em razão das safadezas que o emprego exige da ruiva.
P.S.4: belíssima a cena do enterro de Pete. Fotografia e trilha sonora (Nina Simone, bitches) nota mil.
Haven – Lay me Down
29/10/2013, 16:00.
Regina Monteiro
Reviews
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Poderia começar falando que, depois de quatro longos anos, finalmente pudemos ver Nathan e Audrey juntos. Mas o mais incrível nesta temporada de Haven, é que os episódios são tão envolventes e a série evoluiu tanto que o desejo que uma grande parte de nós, fãs da série, acalentamos, por todo esse tempo, ao se realizar, se não ficou eclipsado pelo conjunto da trama, também não se destacou de forma contumaz do restante do episódio.
Os roteiros tem sido de uma felicidade tão grande que até o momento em que Nathan diz que ama Audrey, sai do apartamento e volta, deixou, por alguns segundos, uma dúvida no ar: ele iria embora ou voltaria? E lá dentro de nós, aquele desejo acalentado por quatro anos, sussurrava baixinho: volta, volta… Mas ao mesmo tempo, as inúmeras idas e vindas do casal, dizia, em alto e bom som: Putz! Não acredito que o cara vai embora de novo! E, somente por provocar essa reação, uma seqüência que poderia facilmente ser taxada de clichê, deixou de sê-lo.
Primeiro ponto para a equipe criativa que está, episódio após episódio, conseguindo reinventar a roda, ou, para ser menos informal, está conseguindo redefinir o que qualificamos como clichê.
Mas, também é preciso que se diga que, nesta temporada, não é a primeira vez que fico admirada com a facilidade com que os roteiros apresentam episódios compostos por vários fios da história para, no final, conectá-los de forma harmônica e factível. São partes da trama que podem ser apresentadas separadamente mas que, ao final, compõem uma coesa unidade dramática. Lay me down não foi diferente. Tivemos Audrey e Nathan investigando o caso da semana, Duke envolvido com Wade, os Teagues tentando decifrar a identidade de Jennifer que, juntamente com os dois desconhecidos que rondam por Haven, tem uma ligação com o Celeiro. E todos esses fios foram sendo amarrados, no final, para tecer, de forma coerente, a urdidura da história.
Mais um ponto para a equipe criativa, que tem provado em uma boa seqüência de episódios que, em um mundo teledramático dominado por efeitos especiais, rostos bonitos e corpos sarados, uma boa história contada de forma simples consegue ser surpreendente,envolvente e emocionante.
A equipe ganhou outro ponto com a reinvenção do caso da semana, que não ficou limitado à função justificadora da trama: mais uma perturbação que precisava ser contida antes de causar maiores danos. Pela primeira vez a ativação da perturbação teve uma relação direta com a mitologia da série. A mutação que as perturbações estão sofrendo (tanto no caso de Carrie Benson quanto de Duke) parecem estar diretamente ligadas aos dois indivíduos que, no Celeiro, tentaram impedir que William ajudasse Audrey a se lembrar de quem era. Indivíduos estes que agora estão em Haven. Seriam eles parte das tais forças que Dave tentou, inutilmente, impedir que fossem liberadas?
Outro aspecto positivo é que Jennifer também deixou de ser apenas um personagem eventual. Sua participação na trama é mais complexa do que parecia em um primeiro momento. O fato de que tenha sido Howard a cuidar de sua adoção, somado à sua ligação com o Celeiro, sugere que ela e Audrey podem ter uma ligação que extrapola esse encontro casual ditado pela necessidade de trazer Audrey de volta. E a sua ligação com o Celeiro pode significar também uma ligação com seja lá que lugar for de onde Audrey tenha vindo. Ou a própria Jennifer também! Talvez ela seja mais solução para o mistério do que parecia em um primeiro momento. Resta saber até que ponto os irmãos Teagues irão compartilhar as informações que têm. A propósito, é intrigante como eles conseguem as informações mais despropositadas que se possa imaginar!
Se contados até aqui já são cinco pontos para o episódio, então mais uma vez vai faltar nota na escala de 0 a 5, porque ainda falta falar da tensa relação entre Duke e Wade. Outro ponto para a equipe criativa que atraiu os olhares para o confronto entre os irmãos Crocker e para Jennifer atirada no meio dos dois, e foi ampliando a tensão na medida em que a ação se desenvolvia.
E quem diria que o tempo de Wade em Haven seria tão curto! Se um fio da história que ainda poderia render uns bons episódios, foi descartado tão rapidamente, fico imaginando o que ainda vem por aí!
Once Upon A Time – Good Form
29/10/2013, 14:37.
Júnior Melo
Reviews
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Está chegando aquela época da temporada em que os episódios ficam num sobe e desce constante: às vezes temos episódios bons e outras vezes temos episódios medianos. Pelo menos Once Upon A Time pode se orgulhar de dizer que ainda não chegou ao nível ruim. Neste episódio tivemos pontos altos que merecem grande destaque, mas também tivemos grandes falhas.
Que Peter Pan está controlando tudo na ilha já ficou bem claro, e assim as coisas estão começando a ficar um pouco cansativas. Ele é mostrado como um grande vilão, com um background incrível de maldade, porém tudo o que vemos é um garoto que não cresce fazendo brincadeiras com adultos que tendem a repetir os mesmos erros. Espero um momento em que Pan vai realmente mostrar toda a maldade que está prometida, sei que ele tem capacidade para isso, só quero vê-la em ação. Do jeito que vai, é mais capaz de Henry se tornar o vilão e do que o Pan mostrar a sua maldade, já que estamos bem perto de ver Henry virando um Garoto Perdido – fiquei surpreso com a primeira cena do episódio, quem diria que Henry era capaz de atacar alguém.
Nossos queridos Caçadores do Henry ainda estão na busca. Cinco episódios se passaram e apenas nesse eles realmente chegaram “perto” do Henry (graças a Regina, diga-se de passagem), enquanto Rumple em apenas um episódio conseguiu encontrar o garoto, salvar e perder ele. Vamos dar uma olhada nisso aí produção. Ao menos nesse episódio o destaque dessa gangue foi o Hook, que estava bem apagadinho – assim como Snow e Charming – nessa temporada. Tinha esquecido que gostava tanto do Hook por causa dessa falta de atenção com o personagem. Essas dualidades do personagem são ótimas, nunca sabemos de que lado ele está – na verdade ele está do lado dele, como o próprio disse. Essa dúvidas que ele deixa com sua personalidade deram bons momentos ao episódio, o fato de saber ou não se ele iria ajudar David prendeu a atenção. As cenas dele com o David (seu mate) ficaram ótimas, o desenvolvimento da amizade dos dois veio sendo construído aos poucos e acho que depois deste episódio não tem mais motivos para se ter brigas entre os dois.
No flashback voltamos ao passado do próprio Hook, conhecido ainda como Killian, e embarcamos com ele e seu irmão para uma ilha misteriosa buscar uma planta mágica capaz de destruir uma raça. Sério que o irmão do Hook achava que a planta chamada Sonho Sombrio podia ser algo bom? Achei bem legal o fato de contarem o passado do Capitão Gancho, descobrimos um pouco mais sobre ele e acho que assim podemos saber mais as razões de ele ser às vezes tão frio e tão distante. Cochichos e cochichos sobre a tal fonte que é a força vital de Neverland, algumas pessoas comentaram ser parecido com Lost (a tirar pela promo do próximo episódio temos mais semelhanças com Lost chegando), o que é compreensível já que os criadores da série trabalharam como roteiristas do seriado. Mas o que importa aqui é que dentro da série aquilo funcionou, foi uma boa sacada e achei bem convincente. Uma boa maneira de conseguir a cura para o Sonho Sombrio.
No fim das contas David não morreu, mas em compensação parece que não vai mais poder sair da ilha. As coisas estão ficando mais complicadas para ele, só queria que os roteiristas dessem mais foco para ele e para a Snow ao invés de ficarem dando problemas secundários para o casal e assim ficar diminuindo o ritmo da trama. Porque nesse episódio (mais uma vez) o foco foi mais nos problemas do grupo do que na busca em si. Desse jeito só vão encontrar o Henry na quinta temporada. Eles tiveram um “avanço” nesse episódio, sim, mas não valeu de nada. Henry quebrou o espelho que seria a conexão dele com a mãe como se aquilo não fosse nada demais, aquilo era a chave para ajuda-los a o encontrar.
E mais uma falha… Porque o irmão do Hook morreu em segundos após ser envenenado e o Charming durou mais que o Matusalém? São falhas bobas, mas que acabam tirando todo o crédito da trama. É como se os roteiristas estivessem cansados para pensarem em uma outra solução e colocam qualquer coisa. Muito descaso.
Agora falemos do momento mais esperado por todos mim. Finalmente teve o beijo Captain Swan. E ela tentou deixar claro que não gosta dele, mas isso, com certeza, ainda vai render muito. Ainda mais agora que Hook sabe que Neal está vivo. Vamos ter um triângulo amoroso bem legal de se ver, e minha torcida fica com o Hook. E a de vocês?
Outra pergunta que vai ficar no ar… Quem era aquela outra pessoa na caixa? Penso ser a Ariel, mas não tenho certeza. Espero vocês na semana que vem.
P.S.: Rumple, porque somes tanto?
P.S.²: Sininho? Cadê ela? Se não iam dar um plot para ela, porque colocaram para começo de conversa?
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