The Walking Dead – Indifference

Data/Hora 05/11/2013, 13:07. Autor
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Cheguei à conclusão, um pouco tarde eu confesso, que as promos de The Walking Dead são muito melhores que o episódio em si. E neste quarto voltamos a ser assombrados pelo fantasma do marasmo. Apesar de um final um tanto surpreendente, confesso que depois de tanta coisa sem sentido, nem fiquei emocionalmente abalado.

Uma coisa que me deixou extremamente frustrado e que eu não comentei no post anterior foi aquela cena, relâmpago, da orda de walkers. Ela tinha sido vendida como um “mega” ataque, que ia deixar todo mundo tenso, mas que durou apenas uns cinco minutos. Sério, nem deu tempo de se assustar.

Focar o episódio em dois personagens que não são lá grande coisa, Bob e Carol, foi o primeiro erro e a partir daí foi ladeira abaixo. E olha que eu tinha depositado todas as minhas esperanças nesta temporada. Não perdi a fé ainda, mas Indifference jogou um balde de água fria.

Bob

Daryl, Michonne, Tyreese e Bob acabaram tendo que procurar a faculdade de veterinária à pé. Depois que o carro ficou atolado nos walkers, eles andaram muito até encontrar um novo carro e consertá-lo. Quando eles finalmente acham o lugar e você acha que a ação vai começar, ela não acontece.

O grande acontecimento é que mais uma vez Bob quase coloca tudo a perder por causa da bebida. Sério, achei que o Daryl ia afundar a cara dele ou que o Tyreese (que anda muito estranho) fosse descontar aquela raiva toda, mas nada disso aconteceu. O que vimos foi um Daryl quase beijando Bob e o ameaçando. E SÓ!

Darly

Ainda sobre esse grupo, Michonne e Daryl tem um projeto de papo cabeça e ela concorda que não vai mais procurar o Governador. WHAT? Sério, o que está acontecendo com Michonne, você não era assim. Sem contar que depois de rir, chorar, ela solta mais uma vez um sorrisão! Assim fica difícil de acompanhar essa mudança de humor.

Michonne Rindo

Carol

Bem interessante essa cena inicial da Carol e Lizzie. Vê-las frente-a-frente como se fosse um espelho, a mais velha se enxergando na mais nova e dando coragem a prosseguir. Não sei se foi viagem minha, mas eu interpretei deste jeito.

Carol e Lizzie

Carol e Rick ficam preocupados, pois o grupo ainda não tinha retornado e os suprimentos da prisão estavam acabando. Eles saem em busca e em uma cidade próxima encontram um casal, que pedem abrigo e se oferecem nas buscas por comidas e remédios. Mas nem dá tempo de se apegar e os então recém incorporados ao grupo da prisão, não retornam da busca.

Casal

Chegamos ao clímax do episódio com o embate final Rick x Carol. Ele questiona a atitude dela de virar churrasqueira e decide que ela não faz mais parte do grupo. Simples assim. E o pior, ela não argumenta nem questiona, aceita e segue seu rumo. Meio sem nexo para uma pessoa que a pouco tempo atrás falava, e fazia, de tudo pelo grupo. Achei incoerente.

Quando eu estava começando a gostar dela, por toda a complexidade que agregou a história e pelo seu crescimento neste episódios ela vai embora.

Mas Carol não está morta, ela pode voltar a qualquer momento. Será que ela vai achar e se juntar ao Governador? O que será que Daryl vai achar da decisão de Rick? Vamos ver o que Internment nos aguarda.

Considerações finais:

– O Daryl está bem nojento nesta temporada. Desde o primeiro episódio ele fica lambendo aquele dedo sujo. Foi pra cumprimentar o Patrick/Greg, agora com a pedra e a janela. Eca!

Infected, Isolation, Indifference e Internment… Quanta criatividade com os títulos! #SQN

– E uma salva de palmas para a trilha sonora! A única coisa realmente EXCELENTE deste episódio. Caso você tenha ficado curioso com a música que fecha o episódio, segue abaixo:

 

The Blacklist – Gina Zanetakos

Data/Hora 04/11/2013, 17:01. Autor
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The Blacklist continua conseguindo manter boa parte do mistério que cerca sua trama principal. Isso porque apesar de nos entregar algumas respostas em quase todos os episódios, a série introduz novas – e elaboradas – perguntas, o que faz com que o ritmo eletrizante seja mantido. E Gina Zanetakos foi outro desses episódios, que nos dá certezas e as tira em velocidade ainda maior.

O tão esperado embate entre Tom e Liz finalmente aconteceu. E confesso que fiquei um tantinho decepcionada com ele. Não porque a qualidade da trama tenha sido ruim. Nada disso. É que boa parte do meu ser torcia para Tom ser, de fato, uma pessoa ruim. Esperava ver ele ameaçando ou agredindo Liz, talvez uma caçada humana, e no fim do episódio ele preso. Mas não foi essa a opção dos roteiristas que, apesar disso, nos entregaram um desenrolar interessante nesse plot. E que andou de mãos dadas, harmonicamente, com o caso da semana. Mas vamos por partes.

O episódio já começou surpreendente: Liz entregou o marido para o FBI. Claro que tal ato foi não porque acreditava que ele era o cara mau, mas sim pra ajudá-lo a se livrar das acusações. E sua fé na inocência do marido ficou evidente em boa parte do episódio, com alguns abalos bem pontuais – como quando Red revelou que Gina, a criminosa da semana, é na realidade amante de Tom. Tirando esses vacilos, ela foi 100% uma mulher de Tom, e isso deixou as coisas interessantemente tensas entre ela e Ressler – que aconselhou a “parceira” a tentar proteger a si própria.

Mas como uma boa esposa, e uma boa agente – que busca incansavelmente a justiça – Liz não poupou esforços para, ao lado de Ressler, localizar Gina e tentar descobrir qual sua ligação com Tom e, consequentemente, com a morte do agente russo. Como a trama criminosa da garota foi descoberta a tempo – Ressler tá roubando os holofotes pra ele com tanto heroísmo – e o tiro destinado a ela acabou “saindo pela culatra”, um acordo por imunidade total acabou fazendo a bandidinha revelar que ela própria deu cabo no agente russo desertor, e que Tom não tinha nada a ver com o crime.  Plus: ela revelou seu empregador – Red.

Ou seja: o tempo todo Red esteve por trás da tentativa de incriminar Tom. Inclusive foi seu amigo/capanga esquisito que entrevistou Tom em Boston – segundo Tom, que fique bem claro -, tudo para fazer com que o professor estivesse no local e na hora certos.  E é claro que Liz surtou com essa revelação e rompeu com o criminoso, mas sabemos que o rompimento não deve durar, pelo bem da trama.

Embora esperado, esse desfecho foi paradoxalmente surpreendente. Isso porque Red não dá ponto sem nó, e todo esse plano ficou parecendo um belo de um tiro no pé. Lembremos que foi ele que apontou Gina como a criminosa da semana. Se o intuito dele era trazer Liz para o seu lado, porque jogar contra o patrimônio tão descaradamente? Até agora eu vinha pensando que Red estava no topo da cadeia alimentar. Mas agora eu estou pensando que há alguém superior inclusive à ele, e que está brincando de marionete com todos os personagens.

E pra mim isso é justamente o mais genial do episódio: apesar de Tom ter sido inocentado, ainda ficou no ar um gostinho de que o pacato boa praça esconde algo grande. Quem sabe em um futuro próximo não descubramos que todas as certezas que Gina Zanetakos nos deu são na verdade mais mentiras? Eu torço por isso.

Preciso dizer ainda que fiquei surpresa ao saber que a equipe que vigia a casa dos Keen não está ali a mando do empregador do rapaz, já que questiona quem seria o articulador daquilo tudo. Quem são os companheiros do Homem da Maçã, então? Inimigos de Red apenas dando uma conferida na situação? Conhecidos do pai de Liz? Muitas perguntas, nenhuma resposta.

Outra questão bem legal, e que pode ser explorada na sequência, é que Gina ficou viva. Ou seja: se Red foi enganado, ele pode ir atrás de sua vingança. E isso seria algo definitivamente legal de se ver.

Além disso tudo, o caso da semana, propriamente dito, foi interessante. Todo esse clima de espionagem e de bombas explodindo é muito bacana. Espero, sinceramente, que The Blacklist continue assim.

Hoje a noite vai ao ar nos EUA Frederick Barnes. E o episódio promete. Então, nos encontramos na review – que prometo sair em breve. Até lá.

Elementary – An Unnatural Arrangement

Data/Hora 04/11/2013, 11:00. Autor
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Depois de um começo de temporada eletrizante, com episódios dignos de nota máxima, beirando à perfeição, Elementary apresentou um episódio apenas… muito bom. O capítulo de número seis da série que revolucionou Sherlock Holmes cavou a vida pessoal de um de seus personagens. Mas, dessa vez, a “vítima” foi alguém bastante inesperado: o discreto Capitão Gregson.

No início do episódio (depois de uma cena divertida em que Holmes passa um exercício à Watson na cadeia), um homem invade a casa de uma mulher e pergunta para ela onde está seu marido. A mulher, claramente preparada para agir nesse tipo de imprevisto, aciona o alarme e corre para o quarto, onde pega um revólver e atira no invasor, sem matá-lo. Foi também, com surpresa, que descobrimos que a mulher é, na verdade, a esposa de Gregson – ou, pelo menos, foi a esposa dele (outra surpresa!).

Conhecer a vida pessoal do capitão da NYPD foi bem legal, porque ele é sempre frio nas cenas, objetivo, dá espaço apenas para a resolução dos casos. De repente, a gente foi convidado a entrar não só na casa dele, como a acompanhar o casamento falido. Os roteiristas de Elementary têm uma visão muito ampla da história e sempre fico admirada com o trabalho deles, me sentindo na obrigação de citar aqui, semanalmente. Em uma das cenas, ao falar do casamento, Gragson ficou com os olhos marejados, uma coisa ultra, mega fofa! Com o Holmes emotivo, já estou acostumada. Agora, o Gregson entrou também para o clube dos homens sentimentais? Own! Essa série só tem bom partido. Ou nem tanto. Já que a esposa dele estava se separando justamente pela falta de atenção do marido, cujo trabalho requer dedicação integral. Achei esse motivo um tanto clichê, batido, mas deve haver muita verdade nisso. Ao mesmo tempo, pensei que, quando a senhora Gregson viu sua casa invadida e recebeu todo o apoio da polícia para permanecer protegida, ela não refletiu que era exatamente isso que o marido dela fazia para outras pessoas, no quanto o trabalho dele é importante, salva vidas e, por isso, mantém famílias unidas? Okay, seria mais um clichê, mas já que é para ser trivial, vamos nos jogar.

elementary 2X6 2

Outra cena fofa foi aquela do final, quando Gregson levou o cachorro com aversão a homens para mulher (que sacada genial, história amarradinha) e disse que ia dar a ela o tempo que ela precisava, mas não estava desistindo do casamento deles. Mais uma vez, os olhos do policial debulharam-se em lágrimas e eu, se estivesse no lugar da esposa, teria dado um abraço e convidado para uma xícara de chá. Tadinho!

No final das contas, invadiram a casa dos Gregson por engano e o crime não tinha ligação nenhuma com eles, mas sim com um artefato roubado pelo vizinho. E isso foi frustrante, queria que tivessem abordado a vida pessoal de um personagem conhecido nosso do começo ao fim. Só por isso não vou dar nota cinco ao episódio de semana passada.

Gostei de como o Holmes se solidarizou com o Capitão, mesmo sem acreditar no casamento, e até ofereceu a Watson, caso ele precisasse de um ombro amigo. E, por favor, não sejam injustos com ele. A intenção foi das melhores. Afinal, a gente já sabe O QUANTO ele tem ciúmes da Watson e emprestá-la, assim, exige que ele goste muito da pessoa. E eu gosto muito dele. E vocês?

p.s.: só eu tenho achado que o detetive Bell anda sem função na história? Ficou totalmente de escanteio, quase um secretário do Holmes.

Sessão de Terapia – Semana 4

Data/Hora 04/11/2013, 10:19. Autor
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Segunda-feira, 16 h, Carol

A sessão de Carol foi, provavelmente, a mais emocionante da semana. Vimos que ela e Theo têm algo em comum: suprimir seus próprios problemas para cuidar de um membro da família, no caso de Carol, seu irmão Pedro, que tem graves problemas psiquiátricos. A jovem chega ao consultório agitada, pois tem que buscar o irmão que teria ido ao médico. Neste meio tempo, ela diz como se tornou responsável por cuidar dele, sendo a irmã a única pessoa que ele obedece. Também conta que tentou ir ao hospital, mas ao ver tantas pessoas fracas, carecas e debilitadas não conseguiu dar início ao seu tratamento. A estudante de arquitetura recorre à maquiagem para não levantar suspeitas sobre sua saúde e, assim, afasta quem deveria se preocupar com ela. A consulta de Theo e Carol é interrompida várias vezes por telefonemas: o irmão não está no médico, como deveria, e a mãe insiste para que ela o leve para casa, mesmo a menina respondendo que não pode. A mãe desliga enfurecida. Carol ainda não lhe contou sobre o câncer, pois ela, estressada, a impedia de falar, se negando ouvir o que a filha tem para contar. Ao levantar para ir embora, Carol desmaia, e ao ser reanimada por Theo, admite que precisa de ajuda. O terapeuta se oferece para ir ao hospital com ela e, surpresa, ela aceita. Ambos deixam o consultório e ficamos aqui, do outro lado, torcendo por esta forte personagem. Até porque, Carol, aceitar ajuda de quem se importa com você não é sinal de fraqueza, não.

Terça-feira, 09 h, Otávio

otávio - sessão 4 -TS A morte é quando ninguém mais precisa de você.

Com a afirmação acima Otávio declara sua própria sentença. Sendo desnecessário para a família e para a empresa à qual dedicou a maior parte de sua existência, para o empresário, o fim da linha chegou e o que ele e seus entes queridos esperam é que tudo acabe logo. Em casa, se sente como se estivesse no próprio enterro, graças às expressões de pena que as pessoas lhe dirigem. Lembra-se de um amigo que após ser demitido da empresa que ele mesmo havia fundado, se dedicou ao passatempo “ridículo” de fotografar, algo que o realiza, porém não serve para nada. A vida de Otávio sempre foi centrada no trabalho, então seu valor é atribuído de acordo com a utilidade das atividades que desenvolve e ao poder que tem de fazer o mundo continuar a girar. Está tomando, por conta própria, remédios para conter as crises de pânico. Ao ouvir de Theo que precisa consultar seu psiquiatra para que o tratamento seja adequado, Otávio diz: “Não se preocupe, não vou te processar”. O ex-executivo usou a história que Theo dividira para exemplificar os reveses da vida profissional para fazer uma infeliz brincadeira. Otávio não sai de casa, come quando precisa e dorme quando dá. Não sabe se retornará na próxima semana, e termina a consulta perguntando onde está sua pasta. Que pasta? A de trabalho que ele carregava como se fosse uma extensão de seu corpo. Não há mais pasta, nem trabalho, nem utilidade para este homem. Será que ele encontrará uma nova razão para viver fora do campo profissional? Theo por precaução, faz anotações após a sessão, para documentar seu trabalho no caso de problemas semelhantes ao de Breno ocorrerem.

Quarta-feira, 11 h, Paula

paula - sessão 4 -TS

A sessão de Paula esta semana foi mais curta. Ela mesma a interrompeu, inconformada com o que acabara de ouvir. As palavras do dia foram “pena” e “revolta”. Paula sentiu-se humilhada ao ouvir uma conversa do marido com um amigo ao qual desabafou que tem inventado trabalho para poder chegar mais tarde em casa. Segundo ele, desde que Paula praticamente o ameaçou a ter um filho, a vida íntima do casal teria se tornado mecânica. Mas ele faria isso pela esposa, afinal “ela já não tem mãe”. Incapaz de confrontar o marido, Paula prefere fingir que nada ouviu, prepara uma noite romântica e comunica que desistiu da gravidez. A reação de Luis foi de alívio, o que a desapontou. Na verdade, este era um teste, e o marido foi reprovado. Ela decide, então, terminar tudo. Prefere abandonar o barco antes de ser deixada de novo. Todos sempre vão embora, diz. A mãe foi. E antes que o esposo também o fizesse, saiu. E, finalmente, Theo a diz que dá ouvidos a muitas vozes, exceto à do seu lado feminino, e é esta a causa da sua revolta. Sentindo-se agredida pelas palavras do terapeuta, a advogada vai embora, sem sequer fechar a porta. Deixou claro que desta vez foi ela quem partiu.

Quinta-feira, 14 h, Daniel

dani - ana - sessão 4 - TS

Embora tenha aquele humor adolescente-sarcástico, Daniel é um personagem extremamente carismático e fácil de se identificar. Suas sessões sempre contam com a presença da mãe, Ana, e/ou do pai, João. Desta vez, Ana chega correndo e prefere conversar com Theo primeiro, já que está a caminho do aeroporto. Após a bomba da semana passada, ela decidiu viajar por 8 dias com destino à Grécia. Diz que vai tranquila, pois Dani parou de comer compulsivamente, perdeu peso, não reclama mais para acordar cedo ou para fazer as lições de casa. Dani está, apesar de tudo, feliz. O que a mãe não enxerga é que ele se tornou de um filho problemático para um garoto perfeito em uma semana, apenas. E todos sabemos que não há seres humanos sem defeitos. Ninguém se refaz das cinzas em sete dias, nem mesmo uma criança. Theo questiona se a repentina melhora no comportamento não seria uma tentativa de agradar aos pais. Afinal, se ele acha que é o responsável por todos os problemas da família, é lógico que finja estar bem. Ana rejeita a visão do psicólogo e o acusa de estar sabotando suas férias. Quando ela segue para o aeroporto, é a vez de Daniel desabafar. O menino diz que os pais lhe contaram sobre o aborto e que chegou à conclusão de que “seria ruim para todo mundo, inclusive para o bebê”, se ele viesse ao mundo. À medida em que Theo tenta fazer Dani falar mais, o menino mostra uma incontrolável ansiedade, explicitada pela insistência em ligar para os pais. Sem conseguir, ele pensa que o pai esqueceu dele, e com sua graça peculiar, debocha que talvez João tenha deixado ele no consultório para morar com Theo. Dani sente fome. Theo faz um sanduíche. Durante o lanche, os dois transmitem, pelo olhar, uma cumplicidade até agora não vista entre pai e filho. Lindo.

Sexta-feira, 17 h Dora

dora - milena - sessão 4 -TS

Sabe quando passamos a vida inteira procurando respostas e quando finalmente as temos não sabemos o que fazer com elas?

A vida de Theo  é aquela que ele entendeu quando criança e suas lembranças o puxam para este passado mal resolvido como um ímã. Theo não consegue visitar o pai doente, nem perdoá-lo por um abandono que certamente foi doloroso também para ele. Theo ainda é o menino que precisou ser forte para cuidar da mãe instável e não se permite ter raiva dela por lhe ter interrompido a infância. O adulto que, em vez de lidar com as chances que tem para encontrar a paz que tanto procura, tenta retomar sua vida a partir de onde ela aparentemente desandou. Quer reconquistar seu primeiro amor, hoje uma mulher casada; deseja poder salvar alguém, como não pode fazer com sua mãe, ajudando sua paciente das segundas-feiras, Carol e, finalmente, quer indiretamente perdoar o pai, atendendo ao pedido de Milena, mulher de Breno, desistindo do processo que abriu contra seu sogro. Enquanto isso, a saúde de seu pai piora a cada dia e nem os apelos do irmão e da filha o convencem de que o que está ao seu alcance fazer, ver seu pai provavelmente pela última vez, é o que basta. Theo ainda está no escuro consultório de Dora e guiado por ela, tateia seu caminho até a verdade que sempre negou.

Por que parecem tão claras as respostas de seus pacientes e as dele se assemelham a labirintos sem saída? Embora nos irritemos com a teimosia do psicólogo em (não) lidar com seus problemas, passamos a pensar por que escolheu sua carreira: seria para consertar as vidas dos outros no lugar da sua?

Dracula – A Whiff of Sulphur

Data/Hora 04/11/2013, 10:14. Autor
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Depois de um primeiro episódio visualmente pomposo, mas pouco energético em termos de enredo, Dracula apresentou uma segunda semana avassaladora. No excelente sentido. Em A Whiff of Sulphur (Um Cheiro de Enxofre, na tradução) Jonathan Rhys Meyes estava mais Dracula do que nunca. Se no primeiro episódio ele já  parecia ser a escolha adequada para o personagem, agora este é um fato consumado. Adorei as nunces na voz dele, como ele deixava a voz mais rouca, quase como uma serpente, nos momentos de fúria maior. Parecia que ele estava muito mais confortável com o personagem no episódio de agora.

Muito pode se dever pela qualidade do enredo que, sem dúvidas, melhorou muito. Esse segundo capítulo foi mais dinâmico, mais convincente e convidativo para que acompanhemos o terceiro, para então descobrirmos o desenrolar dessa história charmosa, instigante e imprevisível. Porque assim foi Dracula em sua segunda semana!

Ainda não consigo analisar muitos dos acontecimentos da série, porque, até aqui, conhecemos apenas fragmentos de algo maior, de uma história de obsessão pelo poder, de vingança, de conspirações. Aliás, esse é um problema na série. Por vezes, eles apresentam alguns fatos sem nos explicarem o contexto por completo e, aí, a gente fica perdido, na dúvida se esqueceu alguma coisa, se não acompanhou o raciocínio direito… Até que, vários minutos depois, a gente se depara com o restante da informação. Isso pode tornar a experiência de assistir Dracula um pouco cansativa, mas, ainda assim, as atuações tão eficientes, os cenários luxuosos e enredo sedutor fazem a série, no final das contas, valer a pena.

O Dracula da NBC é um vampiro educado, extremamente cordial com as pessoas, enquanto o Jonathan Harker é quase irritante. O vampiro dos livros é mesmo um homem refinado e, se não fosse a sede por sangue impiedosa, jamais seria um vilão. Então, até aí, a série não é diferente da obra literária. Mas essa versão ambiciosa (e engomadinha) do Harker está um tanto patética. A hostilidade dele com a Lucy não faz muito sentido e não chega a ser divertida, como deve ter sido a intenção dos roteiristas. Até pensei que corria o risco de Dracula, o vilão, virar o “mocinho”, e Jonathan, que nos livros é um homem absolutamente íntegro, se transformar no anti-herói. Depois, quando o Dracula matou aquela mulher a sangue frio, vi que não era o caso, mas, mesmo assim, o Harker tem tudo para se transformar em um daqueles personagens que a gente torce para que o Dracula mate logo e suma da história. Também torço para que o vampiro se aproxime de Mina de uma vez por todas. Não shippo os dois ainda, mas eles formariam um casal interessante, não dá para negar. Aquela cena da carruagem foi uma das mais legais do episódio, deu para notar que o Rhys Mayers e a Jessica De Gouw esbanjam química e existe certa cumplicidade no olhar. Enquanto a Mina era só sorrisos para o “empresário americano” recém-chegado, “Alexander Grayson” tinha um olhar misterioso delicioso, desses que a gente adoraria que fossem lançados para a gente.

Por falar na cena da carruagem, toda série joga algumas frases de impacto aos espectadores e todo roteirista deve viver por esse momento, o clímax de sua genialidade. Dracula apresentou uma reflexão que achei linda e que serve para o meu momento, até encheu meus olhos de lágrimas. “Em se tratando de sonhos, você pode até vacilar, mas a única maneira de realmente falhar é abandoná-los!” Isso tudo sendo dito com aquela voz profunda e olhar sedutor do Rhys Meyers. Nem preciso dizer que vi e revi mil vezes, né?

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Mais uma coisa sobre a sequência na carruagem. Quando Renfield parou a Mina na rua e Dracula abriu a porta do carro, dizendo “Bom Dia”, logo ele olhou para o céu, para nos mostrar que, apesar de ser dia, era um dia de chuva (então, tudo bem um vampiro estar na rua). Achei engraçado como foi tudo explicadinho. Depois, deu para ver que também justificava a oferta de carona à Mina, que estava à pé. Mas, com certeza, os roteiristas quiseram deixar tudo bem “amarradinho” naquela cena.

Já a relação do Dracula com o Van Helsing ainda me soa estranha. Van Helsing trazendo Dracula de volta para se unirem em um plano de vingança? Ah, por favor. O Van Helsing também tem aparecido muito pouco na série e ele é um personagem com tanto potencial. Adoro o humor que envolve a relação dele e do Dracula – ainda que, no contexto da cena, não haja nenhum humor implícito naqueles diálogos.

Dracula 1X2 01

Estou curiosíssima para saber como vai se desenvolver essa história de o Dracula querer andar no sol, ser como um homem normal (algo que Van Helsing acredita que ele nunca será). Também achei interessante o vampiro dizer que logo as pessoas começarão a notar a aversão dele pela luz do dia, deixou a história mais real.

Outra curiosidade: por que Mina se parece tanto com a ex-esposa do Dracula? Seria mesmo uma reencarnação? Provavelmente, sim. Caso contrário, o romance perderia um pouco do encanto.

Para finalizar, quero ser paradoxal e falar da abertura… Demais! No primeiro episódio, quando só colocaram o letreiro de Dracula na tela, pensei “Eita, que coisa mais pobre, não acredito que vai ser isso”. Mas, agora, com “tudo nos conformes”, Dracula foi charmosa do começo ao fim.

FIM.

White Collar – One Last Stakeout

Data/Hora 03/11/2013, 21:38. Autor
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Na última review apostei alto que David Siegel não duraria muito como parceiro de Caffrey, mas não achei que a participação de Warren Kole seria tão rápida em White Collar. Siegel realmente não estava à altura de Neal e acabou morto com apenas uma prisão concluída ao lado do novo parceiro. No entanto, ele estava perto de descobrir a enrascada que Caffrey se meteu nesta nova temporada da série, e talvez este também tenha sido o motivo de seu assassinato.

Neal, além de estar nas mãos de Curtis Hagen e enganando Peter, pode ter causado a morte de Siegel. E olha que agora os dois estavam começando a construir uma amizade interessante. Também não podemos esquecer a adorável Rebecca, que caiu nos encantos de Neal – não podemos culpá-la – e acabou perdendo o emprego no museu.

White Collar 5x03 Seigel

O sentimento de culpa invadiu de vez Caffrey. Além de mentir para Burke – situação que ele detesta – agora pode ter sido o responsável pela morte de seu novo supervisor. O agente do FBI recém divorciado, rico e que decidiu reconstruir a vida em New York e estava até pedindo conselhos de moradia a Neal. A história de vida de Siegel estava fazendo ele cair na simpatia do público, mas com Caffrey tudo é muito perigoso e talvez só Peter consiga realmente dar conta do recado. No entanto, não podemos esquecer que Jones acabou de ser promovido na divisão de Crimes do Colarinho Branco de New York. Alguém tem dúvidas de quem deverá ser o novo supervisor de Caffrey?

Enquanto o próximo episódio não dá sequência ao martírio de Neal, vale lembrar as fascinantes tentativas de Mozzie em criar uma nova identidade depois que seu nome verdadeiro foi descoberto. Apesar de não abandonar o bom e velho vinho, Mozzie se puxou nas perucas, de Mozzie Bieber até a melhor de todas: Mozzie MacGyver. Provavelmente Caffrey nunca foi tão honesto na vida dele quanto neste episódio em que disse, várias vezes, para Mozzie que essas perucas não estavam caindo bem. Realmente, estavam horríveis, mas divertidíssimas. Vale um apontamento também para o bloquinho de Mozzie com a lista de inimigos a serem batidos e o detalhe da caneta quatro cores. Ótimo. Anotem os próximos alvos de Mozzie: Marni Paws, Louie L., Louie C. e Angry Jerry.

White Collar 5x03 Bloco Mozzie

White Collar chega a seu terceiro episódio na nova temporada e a previsão é de que a série realmente retome o ritmo dos seus três primeiros anos. O seriado parece ter voltado definitivamente aos bons tempos, em que um episódio se mostrava melhor que o outro. As participações especiais eram ótimas – em One Last Stakeout até a moça atrapalhada do museu se destacou. Histórias envolventes, problemas a serem resolvidos, problemas de última hora a serem solucionados também, grandes casos, pequenos casos, todos interessantes e cheios de acontecimentos de última hora. A tocaia que Hagen armou para Caffrey poderia deixar a série cansativa, mas Neal e Mozzie já planejam algo para se livrarem de Curtis, e isso deve render ótimos episódios.

A série da CBS parece ter retomado o velho ritmo, perdido na quarta temporada em meio a bagunça que o pai de Neal criou em sua vida e também no roteiro da série. Na tentativa de trabalhar histórias paralelas além dos casos de cada episódio, White Collar aposta em casos mais rápidos, mas igualmente apaixonantes. Dessa forma, o seriado equilibra a emoção de uma série policial com a inteligência que só White Collar consegue construir na ótima sincronia entre Neal e Peter.

Revolution – One Riot, One Ranger e Dead Man Walking

Data/Hora 03/11/2013, 17:22. Autor
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Pois bem, revolucionários, essas duas semanas foram bem intensas para nossos heróis.

Em One Riot, One Ranger, tivemos acontecimento inusitadíssimos em Willoughby, no Texas. Charlie está de volta, trazendo seu novo amigo Bass a tiracolo – o que, obviamente, não agradou a (quase) ninguém. O que importa é que eu gostei do plot twist, AMEI que ele tá todo lindo, só preciso de Bass na minha vida, pai da Bella Swan pode ir embora, não preciso mais de você. Sério, por mim o Bass e a Charlie podiam salvar o mundo e nobody else matters (tirando o Aaron, porque ele matter muito, haha). Ao ver seu ex-melhor amigo, Miles quase tenta matá-lo e fica achando que ele fez algo de ruim com a Charlie, mas depois aceita – mesmo que arreganhando os dentes – a ajuda de Monroe contra os Patriotas.

Outra coisa que rolou também foi a chegada dos Texas Rangers na cidade – pessoas mandadas pelo governo central do Texas, em Austin, para conferir a situação das cidades. Mas não é que o líder do grupo já tem picuinha com o Miles? Fala sério. Mas tá bom, aí os Rangers olham feio pros Patriotas – convenhamos, aquele Ed Truman não tem cara de confiável – e o John (o líder do qual eu falei) olha feio pro Miles quando esse pede ajuda. Sem provas de que os Patriotas são os bad guys da parada, Miles diz que vai mostrar a John as torturas que eles fazem.

Aaron decide que não pode mais viver em Willoughby. Depois de perceber que foi ele quem incendiou os Patriotas que matariam o Miles e que o incêndio do ex-marido da Cynthia também era culpa dele – esse episódio é recheado de flashbacks explicando isso, mega legais -, passa a se considerar uma arma mortífera para todos aqueles de quem gosta e resolve ir embora. Mas não consegue, porque a Rachel o encontra antes e o convence a voltar. Na volta, Aaron e Rachel passam na cabana onde Miles planeja provar a John que os Patriotas são maus e encontra lá, junto com o cunhado peguete, a filha – quem trata com rispidez e falta de amor, por conta de quem trouxe para a cidade – e Bass. Obviamente, ela tenta matar o Bass – ai, mulher estúpida. Eu juro que podia te cortar do show. – e o Miles diz que não. No fim das contas, estão todos na cabana; quando o John chega, Miles não tem o que mostrar e Bass mete bala no ranger, intuindo culpar os Patriotas pelo assassinato e, dessa forma, conseguir a guerra Patriotas vs. Texas. Quando os outros Rangers encontram o corpo de John, pela cena montada, deduzem logo de cara que a culpa do assassinato é dos Patriotas, e tudo parece que vai correr como Bass e Miles planejaram. (Nota aqui: eu gostava do John, mesmo que ele só tenha feito esse episódio. Reprovei a morte dele, por ter sido ele e por ter sido um joguete =x)

Nesse episódio, o Neville não mostrou nada demais. Ele, sem o filho, estava escoltando a poderosona em viagem. O comitê é abordado e Justine, baleada. Neville tenta salvá-la e, depois, diz que não vai mais ajudá-la. Mas aí ela entra com o trunfo Jason, conta a Neville onde está o moleque e diz que, se salvá-la, ela o levará lá. E revela que Jason não é mais o filho dele, que os Patriotas drogam os garotos e arruinam suas mentes. De qualquer jeito, Neville insiste em ir buscar o filho querido.

Foi um episódio excelente -finalmente -, só teria sido melhor se a Rachel e o Miles não fossem tão chatos.

Em Dead Man Walking, não, o John não ressuscita, infelizmente. E não, Revolution não vira The Walking Dead. O que acontece é exatamente o oposto do que Miles esperava: o Texas se alia aos Patriotas e alguém delata Bass, que vai preso e é sentenciado à pena de morte por injeção letal. Seu último desejo? Falar com Miles. Durante todo o episódio, Bass se lembra de sua vida nos três primeiros anos de apagão – flashbacks, para a alegria da reviewer -, de sua mulher, morta do parto, e de seu filho natimorto. Quando chama Miles, é para falar-lhe sobre o filho que teve com Emma (ex-namorada de Miles, que morre pela Milícia na primeira temporada, lembram-se?). Miles dá um tapa verbal na cara do Bass quando diz que sabia de tudo sobre o filho antes dele, e o Bass, obvio, fica boladíssimo. Vai morrer bolado, que dó.

Gente, eu chorei, chorei de verdade quando o Bass morreu. E eu espero que o raio da tecnologia o ressuscite, porque sem Monroe, não dá pra mim. Ele morre mais pro final do episódio, e esse é o acontecimento principal da coisa toda. No decorrer dos quarenta minutos, Bass é preso, as pessoas se perguntam como os Patriotas descobriram e Charlie e Miles tentam salvá-lo, mas não conseguem.

Outra coisa aqui digna de menção é o encontro do Aaron com uma jornalista da Forbes (é sério, haha). A mulher chega com os Rangers e o reconhece de uma matéria de 2009. Dá a dica: Você deveria ir pra Austin, lá tem imprensa. E mostra toda a falsidade e a fabricação de histórias no jornalismo do contexto (crítica linda e clara ao jornalismo atual).

O Neville, coitado, encontra seu filhote totalmente alterado – como já previsto por Justine. Fiquei com dó dele, porque o Tom realmente acha que pode salvar o moleque, e todo mundo tá vendo que não pode. Ficam os três naquele jogo de gato e rato: Tom caça Jason, Jason caça Tom. No fim das contas, Justine retribui o favor e salva a vida de Tom quando Jason quase o mata.

Voltando a Willoughby, no final do episódio a gente ganha uma bomba de presente: Gene. É, pois é, he’s a fucking Patriot! Fiquei meio muito chocada com a revelação, mas depois percebi que fazia bastante sentido, uma vez que a Rachel era tão procurada quanto o Bass, mas não foi presa nem nada.

Dead Man Walking também foi um episódio excelente. Acho que Revolution está, finalmente, começando a esquentar. Meio tardio, mas quem quer ver explosão, espera, né? E eu espero, eu espero.

Grimm – The Ungrateful Dead

Data/Hora 02/11/2013, 20:16. Autor
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“Mas se eu ficar aos pés de um doente, ele é meu.”

Grimm retornou com a sua terceira temporada e os zumbis continuaram agitando na série, mas foi por pouco tempo. Além das pessoas infectadas pelo Baron Samedi terem sido curadas por Rosalee, o próprio wesen foi morto por um acidente de avião. Esse mesmo acidente libertou Nick das garras da Família Real, mas o transformou em um perigo para a sociedade. Se já foi complicado conter as dezenas de zumbis – ainda mais sem poder matá-los como ocorre em The Waking Dead – imagina o que vai ser para Monroe, Hank, Renard, Rosalee e Juliette fazer Nick voltar ao normal.

Os zumbis de Grimm ainda têm outra característica que salta aos olhos de quem já acompanhou outros filmes e séries que tratam ou trataram do assunto. Na série da NBC, os zumbis são ágeis e fortes, bons lutadores até, Rosalee, Monroe, Juliette e Renard que o digam. Renard e Monroe tiveram até que apelar para seu lado wesen para vencerem a luta contra os mortos vivos – não tão mortos assim diga-se de passagem. Essa agilidade zumbi também afetou Nick quando ele foi infectado, mas sendo ele um Grimm, as consequências foram bem piores.

Grimm 3x01 Renard

Para piorar um pouco mais a situação de Nick, Adalind recuperou seus poderes de hexenbiest – de uma forma muito estranha e nojenta vale ressaltar. Esse plot de Grimm continua bem chatinho e até parece desnecessário. Adalind segue sendo uma personagem sem graça na série. O policial Wu, por exemplo, é muito mais pertinente e interessante no seriado do que a hexenbiest, mesmo não tendo poderes e nem sonhando com as coisas que realmente acontecem em Portland.

O retorno de Grimm não passou perto do sucesso dos primeiros episódios da segunda temporada da série. A season premiere não mostrou nenhuma novidade, nem um wesen novo e nem o Nick infectado era uma novidade no episódio. A única “surpresa” foi a queda do avião, mas vamos combinar que isso não foi tão surpreendende assim. Difícil era imaginar Hank, Monroe, Rosalee e Juliette se enlouquecendo e indo atrás de Nick até Viena, caso eles conseguissem completar a viagem que estava programada pelo irmão de Renard.

Grimm 3x01 Zumbis

Apesar de bem pouco emocionante, a estreia da terceira temporada de Grimm não pode ser tomada como base para o restante dos episódios do ano. Através das imagens preliminares já foi divulgado que a mãe de Nick deve dar as caras novamente na série, e isso é uma boa notícia. Na última aparição da mamãe Grimm, o seriado realizou uma ótima sequência de episódios. Após o surto zumbi, Nick também vai recuperar a consciência e voltará ao normal, mas muito mais forte do que já era antes.

Vale continuar acompanhando a temporada, Monroe sempre tem algo a mais para render. Já Hank e Renard trabalhando com Nick e Monroe formam um bom grupo que garante ação e descontração. Só temos que aguardar uma maior desenvoltura dos roteiristas para os próximos episódios. Lendas para queimar, Grimm tem de sobra.

Parenthood – The M Word

Data/Hora 02/11/2013, 12:37. Autor
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Não basta ser um Braverman, tem que participar da campanha da Kristina! Isso é uma das coisas que me faz amar essa série: a união incondicional dessa família! A hora da verdade está chegando, Kristina está se preparando para o debate, e logo ficará claro se ela tem ou não chances reais de ganhar essa eleição. Ela protegendo Max, e se recusar a usar Max e seu Asperger durante o debate para protege-lo era exatamente o que eu esperava dela. Ela é uma mulher muito forte, mas é uma mãe mais forte ainda. E no final foi perfeita a maneira como isso acabou sendo usado. Juro que fiquei emocionada. Max é um guerreiro e Kristina já tem meu voto!

Não entendi muito bem a relação entre ter mais filhos e comprar uma minivan que a Jasmine fez, mas adorei. Cosby revoltado por não conseguir bater a porta da minivan, a reação de Adam e finalmente a carona para todos os membros da banda bêbados renderam cenas sensacionais. E Jasmine me surpreendeu positivamente, levando a situação toda numa boa.

Outro que me surpreendeu foi Zeek. Ele finalmente colocou a mão na consciência e resolveu conversar com Camille a respeito da venda da casa. O pedido emocionado de Julia para que ele escutasse Camille aparentemente surtiu efeito. Eu sei que todos somos diferentes e cada um é cada, mas como Zeek não gostou daquele apartamento? Se a Camille quiser eu mudo pra lá com ela. Agora ficou muito mais fácil respeitar o não de Zeek para o apartamento, afinal ele realmente deu uma chance e ouviu Camille. Só não sei se ele continuará ouvindo ou foi só dessa vez. Veremos…

Já Sarah está tentando se entender com Amber, ninguém pode dizer que não. Desde o começo ela está se esforçando para apoiar Amber e não afastar a filha, mas a situação está complicada. Por mais que Sarah tente, ela não consegue aceitar o casamento, o que deixa Amber cada vez mais rebelde. A ideia de fugir e se casar em segredo só provou que ela é realmente filha de Sarah. E ela ainda coloca o coitado do Drew, que está longe, curtindo a faculdade, bem no meio da situação toda. Algo me diz que essa história ainda vai render.

E quando foi que Joel virou um médico em plantão que precisa sair correndo pro trabalho depois de receber milhares de ligações? Que urgência toda é essa? Seria mais um passo para ele se tornar um workaholic como Julia já foi ou será que Pete está realmente mexendo com ele? De qualquer maneira, agindo assim ele está cada vez mais empurrando Julia para Ed. Estou gostando dessa história. Apesar de amar Julia e Joel juntos, acho que eles estavam precisando de uma certa emoção no casamento depois de uma temporada focada na adoção de Victor.

Mas o mais bonito do episódio foi a conversa de Sarah com Camille. Sarah sempre argumenta com Amber que a história dela e de Ryan é muito parecida com a da própria Sarah e de Seth, pai de Amber. Mas, conversando com Camille, Sarah teima justamente o contrário, para tentar defender que Amber deveria ouvi-la, coisa que ela própria não fez quando se casou com Seth. No fim a história é a mesma, as duas são muito parecidas e Sarah, agora mais velha, deveria tentar evitar os erros de Camille, porque Amber ainda é muito nova para aprender com os erros dos outros, está na idade de fazer seus próprios erros.

Foi um episódio muito bom que me deixou realmente intrigada para saber o que vai acontecer nessas diversas tramas. Que bom que estamos só no começo da temporada!

Homeland – Game on e The Yoga Plan

Data/Hora 01/11/2013, 21:01. Autor
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3 outra vez, talvez o único merecido.

Sou uma fã inegável de plot twists, mas enfim, quem não é? O elemento da surpresa é, e sempre vai, ser uma das armas mais úteis dentro do arsenal de um escritor. A revelação chocante que pode inverter todo seu conhecimento sobre a história até o presente momento. Brincando com as informações, enganando o público e até mesmo transformando algo normal em uma storyline incrível. Clube da Luta, Star Wars e o Sexto Sentido são exemplos preferidos da capacidade e os efeitos incríveis que o plot twist pode proporcionar para histórias. Homeland teve seu próprio twist (mais um) que pode dar à série um novo ar. Ainda, devido aos acontecimentos dos episódios anteriores, o gosto que permanece em nossa boca é agridoce.

E os cinco minutos finais do quarto episódio da terceira temporada de Homeland certamente me surpreenderam. Aprendemos que Carrie e Saul vêm trabalhando juntos nos bastidores para poder capturar a organização iraniana por trás dos ataques à CIA. Mas eu diria que, após uma inspeção um pouco mais profunda (não muito), a grande revelação trouxe à série muito mais perguntas que respostas. Pois bem, o plano finalmente funcionou, mas o caminho para a revelação foi mal pavimentado. A equipe de roteiristas teve um episódio inteiro (ou três, na verdade) para guiar até a cena final de Game on. Muito tempo foi gasto em plots desnecessários (Dana e seu Teenage Dream), e ainda, ao reexaminar os acontecimentos deste episódio (e os anteriores) à luz do novo conhecimento, grande parte do que foi visto até agora nesta temporada se torna duvidoso.

Que Claire Danes é uma grande atriz, todos sabemos. Mas e Carrie? Será que tudo o que foi visto nos últimos episódios foi realmente apenas um ato? Carrie e Saul sozinhos, ele tentando se desculpar por tê-la traído, enquanto Carrie, usando o resto de suas forças formou um xingamento a Saul antes de subirem os créditos no final do 2º episódio da temporada. O crescente desequilíbrio emocional de Carrie em momentos em que ela se encontrava sozinha (vide a cabeça no espelho do banheiro). A constante humilhação pública que ela infligia a si mesma, com a enorme ajuda de Dar Adal e do próprio Saul.

Alex Gansa revelou que a dupla, Carrie e Saul, criou tal plano poucos dias após o ataque terrorista à CIA. Então Saul já tinha conhecimento da autoria dos ataques, e de Javadi. Por que então envolver a agente novata Fara em seu jogo?

Praticamente, as últimas cinco horas do seriado perderam grande parte do seu sentido. O twist foi lançado de maneira descuidada, e foi um pouco difícil de engolir. Claro, o ardil foi fascinante, mas o sentimento de frustração estava presente ao assistir. Dito isso, essa reviravolta talvez seja o que o seriado precisa, diante do clamor dos fãs pela volta da qualidade da primeira temporada.

Quanto mais eu reflito sobre o arco de Dana Brody, mais eu imagino o quanto a série teria sido melhor se fosse contada pelo ponto de vista de Jéssica e não do de Dana, como vimos até agora. Apesar de fazer algum sentido dar um pouco mais de atenção a Dana (visto que a tentativa de suicídio foi dela), muito menos foi visto sobre o resto da família. Em raros momentos o público é agraciado com a presença de Jéssica e Chris, podendo ter alguma ideia de como eles foram afetados com tudo o que aconteceu. Não posso deixar de imaginar que essa história de Dana e Leo poderia ter sido muito melhor aproveitada (e apreciada) no ponto de vista do resto dos membros da família Brody. Tenho a certeza que Morena Baccarin traria à série um “sabor” a mais com sua ótima atuação (as nomeações ao Emmy não deixam negar).Talvez seja por isso que a storyline “vamos encontrar Dana” (não, por favor) tenha sido mais agradável. The Yoga Plan foi capaz de proporcionar algo que era pouco provável de acontecer: O elo, mesmo que breve, das duas histórias da temporada, no momento que Jéssica bateu na porta de Carrie procurando por ajuda para encontrar Dana.

Por mais que grande parte The Yoga Plan tenha em seu centro Dana Brody, o episódio fez seu melhor para solidificar a imagem de uma espiã incrivelmente inteligente, quase de heroína para Carrie Mathison. Aparentemente, apesar de ter sido um plano, todo o distúrbio emocional enfrentado pela personagem foi real, Carrie sabia das consequências que ela sofreria e escolheu seguir com o plano mesmo assim. Ainda, nos minutos finais do episódio Carrie é levada pelos homens de Javadi, sem dúvida, na melhor cena da temporada. Quinn, que tentava proteger Carrie e o plano, tenta salvá-la, mas não a tempo.O relacionamento entre Carrie e Quinn é a coisa dessa temporada que não pareceu forçada em nenhum momento. É reconfortante ver como ela se desenvolve e se estabelece naturalmente.

The Yoga Play foi, em geral, um episódio agradável, mesmo com o foco em uma história que simplesmente não funcionou, nos momentos finais, ele encontra uma onda de emoção que eu espero que esteja presente em todos os episódios de agora em diante (pelo menos). O momento final do episódio fez as partes tediosas e sem sentido dos dois últimos episódios importarem pouco.

P.S.: Com mais um episódio sem a presença de Nicholas Brody, tenho a impressão que Homeland está tentando encontrar um caminho a seguir sem o personagem.

Hart of Dixie – Take This Job and Shove It e Help Me Make It Through The Night

Data/Hora 01/11/2013, 17:52. Autor
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Ah, Bluebell… Como não amar? Os últimos episódios caíram um pouquinho na qualidade em relação aos dois primeiros, mas foram dignos de Hart of Dixie. Quando se começa a analisar essa série de perto, percebe-se que ela tem um potencial gigantesco de ser um sucesso maior do que é. Só precisava de um pouquinho mais de boa vontade da CW e de uma divulgação melhor.

Uma coisa que está me prendendo mais nessa temporada são os rumos diferentes que ela está tomando. Gosto de alguns, odeio outros. Lemon Breeland saindo das Belles? Wade Kinsella virando amigo do namorado da ex? George Tucker se tornando coadjuvante de Lynly?

hart of dixie

No caso de Lemon, acho que essas mudanças estão à serviço de uma boa causa. A mimada, intransigente e arrogante filha de Brick Breeland está, finalmente, se tornando uma pessoa melhor. Confesso que dei pulinhos imaginários quando ela saiu das Belles. E quando ela foi embora com Peter da festa de Halloween, então… Eu disse na última review que Carter Covington era perfeito para a Breeland mais velha, mas retiro o que disse. Peter é o cara. E Peter não pode passar muito tempo fora. Por favor!

Wade, ai Wade. A relação dele com Joel só me agradou em um momento: No soco que o escritor levou na tentativa de salvar o pescoço de Zoe (o que não adiantou nada porque logo depois ela assumiu a Brick que tinha praticado medicina na cidade). Já disse antes: Joel é um cara legal, um ótimo namorado para a Zoe e tudo o mais, mas ele não é Wade! E no meu coração só tem espaço para ele.

Depois que teve a desilusão amorosa gigantesca por causa de Zoe, George realmente se transformou. Sem Tansy, ele ficou “desamparado” e, agora, num episódio onde a Lynly não aparece, ele vira o motorista de Wade. Não pode isso, produção! Cadê os plots originais e únicos para o George? Até Meatball teve destaque nos dois primeiros episódios por causa da Lemon enquanto George ainda está de barba e cabelo grande (vamos mudar esse visual, por favor? já está dando agonia!), esquecido por todos, menos pela chata da Lynly.

A relação de Brick e Zoe fica cada vez mais amistosa e isso é ótimo profissionalmente para eles dois. Mas, pessoalmente, Brick ainda está sofrendo as consequências de não ter Magnolia e Shelby por perto. Confesso que eu ainda estou tentando entender o motivo da saída delas duas. Não é como se elas fossem odiadas feito a Tansy. Tudo bem, Magnolia era uma versão mimada e mais nova de Lemon e Shelby tinha a idade mental dez anos menor que a idade cronológica, mas elas eram boas pessoas e faziam bem ao Brick. Você começar uma campanha: “Volta, Magnolia! Volta, Shleby! Vai embora, Joel!” nas redes sociais e tentar chamar a atenção da CW porque isso não está certo.

Pelo menos, agora, Joel e Lavon estão começando a se acertar. E tudo começou por causa de Game of Thrones! Séries sempre ajudam em tudo, viu? Já vão virar até amiguinhos de pescaria… Mas eu ainda acho que eles podiam ter uma discussão no barco onde Lavon afogue Joel “sem querer” e ele suma da face da Terra. Apenas.

Voltando a falar de personagens esquecidos, alguém sabe por onde anda a Rose? Sinto falta dela, de verdade. E esse é mais um motivo para não gostar do Joel… Ele apareceu e a Rose foi embora, porque agora a Zoe vive de babá dele pela cidade (mentira, ele já sabe andar sozinho) e não tem mais tempo para a as amigas. Triste, bem triste.

Agora só nos resta aguardar para saber quando tempo Joel Stevens vai durar em Bluebell e quanto tempo vai demorar para Zoe perceber que ainda gosta do Wade. Até a próxima semana!

The Voice Brasil – Audições às Cegas V

Data/Hora 01/11/2013, 00:30. Autor
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Hey guys! Achei esse o pior episódio de audições às cegas do The Voice Brasil levando em conta as duas temporadas. Pareceu que tudo foi muito rápido e mal editado. Sim, eu sei que não teve ninguém RUIM, mas também não teve ninguém que me fez suspirar. Pra não dizer que não gostei de nada eu amei o Nando Motta. O cara é gato e a sonoridade que ele imprimiu pra música ficou bem parecida a vibe da Cássia Eller. Curti bastante, inclusive a escolha da música.

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Mas então, como prometido no twitter eu vou contar algumas coisinhas de bastidores sobre o The Voice Brasil que a grande maioria dos telespectadores não sabe. Claro que sabemos que os programas são editados, mas algumas coisas eu considero exageradas e acho que podem inclusive prejudicar alguns candidatos aos olhos do telespectador. Pouca gente sabe, por exemplo, que o programa que foi ao ar essa semana foi gravado antes do que o que foi ao ar semana passada. O Xandy foi o último selecionado. Pouca gente sabe, também, que Lulu e Brown foram  os primeiros a completar o time e que no programa que foi ao ar semana passada só quem tinha vaga nos times era Cláudia e Daniel, o que explicou o grande número de candidatos optando pelo Daniel. Inclusive o Brown e o Lulu foram liberados pela direção do programa para virar as cadeiras desde que Daniel ou Cláudia já tivessem virado. O candidato era avisado de antemão sobre os times que ainda tinham vaga e assim sabiam que mesmo que Lulu ou Brown virassem não podiam ser escolhidos. Enfim, na minha humilde opinião isso é uma coisa que extrapola um pouco a questão da edição e já pode ser chamado de manipulação, visto que os telespectadores são enganados. Não é mais fácil e mais legal fazer igual eles fazem no UK, por exemplo, quando mostram a saga do Will.I.Am pra escolher seu último candidato? Gostaria de entender as razões pra direção do The Voice Brasil usar esses artifícios, mas não entendo.

Sobre os candidatos de hoje, como eu já disse lá em cima o meu preferido foi o Nando. A versão dele pra “Nós” ficou ótima. Destaco também a Gabriela que me agradou ainda que eu não seja muito fã de rock. Achei que ela mostrou que pra ser roqueiro não precisa gritar. O Elias também foi bom, mas nada sensacional. Queria ainda mencionar a Julia Tazzi, que grande parte do meu twitter amou e eu não gostei. Ela ficou MUITO aquém da Xtina e eu sou adepta da ‘teoria’ de que se não pode fazer pelo menos parecido em termos de qualidade não canta uma música de um cantor muito bom, como é o caso da Aguilera que é considerada a voz da geração. Diferente da Vivian, por exemplo. Não gostei da versão dela pra “Back to Black”, mas ela tem qualidade vocal e voz bonita, só não gostei do arranjo.

Minha segunda preferida da noite foi a Simone Schuster que acabou sendo preterida e causando arrependimento no Lulu que não virou pra ela. Hoje ela não foi tão bem, mas acho que eu gosto bastante dela porque já conhecia o trabalho do Ídolos e acho que ela merecia passar.A Amanda era ótima e merecia ter entrado em algum time. É daquelas coisas que simplesmente não tem explicação, né?! A Cláudia até tentou se explicar, mas não colou. Tem certos candidatos que são bons demais pra ficarmos apegados à estratégia.

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Pra finalizar quero fazer um pequeno balanço das audições às cegas. Continuo considerando que ano passado o nível do programa estava mais alto. Esse ano não temos candidatos tão fortes, especialmente se formos analisar em termos de música brasileira. Acho que tem muita gente cantando em inglês e perdendo a chance de ser um bom representante da música brasileira no The Voice Brasil.
Os dois times mais fracos na minha opinião são #TeamBrown e #TeamDaniel. Consequentemente os mais fortes são #TeamCL e #TeamLulu, com esse último largando um pouco na frente, mas penso que talvez o Lulu possa ter dificuldade na hora das batalhas porque todos os candidatos dele se parecem em questão de estilo.

Como aqui no Brasil os candidatos não são tão equilibrados como lá fora eu acho que o propósito das batalhas não se cumpre muito bem, então eu não ficaria chateada se algum técnico colocasse os candidatos mais fortes contra os mais fracos, especialmente a Cláudia, cujo time tem gente muito boa e muito ruim. Fazendo ruim x ruim acaba eliminando gente boa e tendo que engolir gente fraca. De todos os candidatos, considerando tudo que um artista precisa ter pra me agradar eu tô torcendo pela Carina Mennitto, porque acho que ela canta bem, é carismática e tem potencial de venda. Vejo nela uma artista capaz de assinar com uma gravadora e fazer sucesso.

É com dor no coração (sem drama, rs) que me despeço por aqui agradecendo a audiência, a companhia e os comentários de sempre. A partir de agora me afasto das reviews de The Voice Brasil por motivos de força maior. O Lucas estará com vocês a partir das próximas semanas e eu tenho certeza que deixo minha review mais querida em ótimas mãos, ainda que talvez (não sei) ele tenha opiniões diferentes das minhas. Espero que vocês também gostem dele! 🙂

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