TeleSéries
New Girl – Coach
07/11/2013, 11:00.
Carla Heitgen
Reviews
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Senhoras e senhores, bem-vindos à luta do século dos sexos. Do meu lado direto, os homens, representados por Schmidt, Winston e Coach. À minha esquerda, as mulheres, Jessica Day e sua melhor amiga Cece. No meio, o pobre do Nick. Antes do confronto, porém, vamos acompanhar os históricos de nossos combatentes.
Após o descanso de uma semana para dar lugar ao episódio especial de X Factor, New Girl volta trazendo uma velha novidade. Você lembra do Coach? Aquele que jogou basquete com o Winston, e morava no apartamento quando Jess passou a dividir o aluguel com os rapazes? E que, junto com os amigos, cantou Time of my Life em pleno restaurante para alegrar Jess por um bolo que levou em um encontro?
Eu lembro, apesar de ter sido apenas um episódio. A professora também, mesmo tendo morado com ele apenas duas semanas. O único que apagou da memória a existência de uma parte feminina na história foi o próprio Coach. Conforme previsto por Winston, o amigo voltou por ter terminado seu relacionamento com a namorada de dois anos, afinal Coach é destes que somem quando estão em um relacionamento. Pois bem, amigos, Coach é o baladeiro, que farreia até de manhã, alguém que leva o “ser solteiro” ao próximo nível. Se pudéssemos defini-lo em uma frase, escolheríamos, esta, do Nick:
Quando o Coach lança os dados, toda jogada dá sete.
Com a chegada (e o esquecimento) do treinador, Jessica retoma o sentimento de ser a garota nova do grupo predominantemente masculino. Seu deslocamento aumenta quando Coach chama os antigos colegas de apartamento (incluindo Nick) para ir a uma boate de strip, convite que acaba gerando uma DR sobre se ambos são namorados ou estão só ficando. Para Nick – e para boa parte dos meninos – o status de namorado está subentendido, mas seria legal se ele verbalizasse. Neste ponto, embora entendamos as razões da personagem interpretada por Zooey Deschanel, a sucessiva escalada de seu nível de chatice, há alguns episódios, deu o primeiro ponto da luta para Coach. Mas a reação acontece quando ele começa a implicar com Nick sobre o fato de ser manipulado pela namorada. Amigos fazem piada com tudo mesmo e um novo relacionamento é sempre um prato cheio, mas o que o personagem faz é descontar a frustração de seu recém-terminado romance, e isso é jogo baixo, Coach. Perdeu seu ponto.
Nick, como dito anteriormente, fica no meio da briga entre ser o companheiro de farra dos amigos ou ficar de conchinha em casa com alguém especial. Sem conseguir escolher, o bartender briga com Jess, que vai afogar as mágoas com sua amiga, também com coração partido, enquanto Nick, mesmo se sentindo velho para tal façanha, vai para a noitada farrear a noite toda. Quer dizer, a noite toda não, pois ele fica o tempo todo pensando em Jess e Schmidt terá uma reunião de trabalho no dia seguinte.
Eu tenho uma apresentação às 8 da manhã, o que significa que tenho que sair daqui às 7:45 para abaixar as cadeiras de todo mundo.
Gente, é o Schmidt.
De um lado, Coach, que não tem hora para terminar a noite e dois homens que precisam, um se entender com a namorada e outro, acordar cedo. Winston volta a ficar de lado e sua história se resume a trocar dois mil dólares por cédulas de coelho. Sim, notas falsas com uma coelha no centro, que servem somente para consumir bebidas e comidas dentro do estabelecimento. Em outro bar, duas garotas trocam ressentimentos sobre como os homens não prestam – coisas que fazemos quando estamos com raiva de um deles. Cece, que ainda sofre por Schmidt, dá conselhos ruins ao mesmo tempo em que encoraja a amiga a sair com outra pessoa, no caso, uma paquera platônica de Jess, um homem que trabalha na cafeteria, que para a infelicidade de Nick, é interpretado por Taye Diggs (que já foi o médico Sam Bennett, mais conhecido como “Dr Feelgood”, em Private Practice).
Uma história como esta não teria como terminar bem, se não fosse por um detalhe. Aparentemente, para resistir à lábia de Diggs, quer dizer, Artie, ele teria que ser extremamente chato e arrogante, e ainda tirar onda porque tem uma cafeteria e faz viagens constantes ao Brasil, um país onde a palavra para fazer amor com uma mulher é a mesma usada para fazer amor com duas. E esta palavra é:
Ma-gaaaa-leeesssh.
Essa nem você sabia, fala aí!
Até então a disputa estava acirrada. Mas os meninos confessam que não querem, nem podem, ficar na balada até de manhã. E Coach desaba, dizendo que a namorada terminou com ele e por isso tenta preencher o vazio que ela deixou. Dentro do carro, a caminho de mais uma encrenca, uma das cenas mais engraçadas do episódio, a briga de três marmanjos bêbados que tentam provar sua masculinidade com palavras sem sentido e tapinhas na cara. Veja este impressionante golpe de direita do feroz Nick em Schmidt.
Também por culpa do álcool, Coach guia os amigos até o trabalho do homem que está atualmente com sua ex para acertar as contas. Só que o trabalho dele é em uma delegacia e ele, policial. Nada que impeça o grupo de (quase) encarar o homem da lei e seus colegas. É igualmente hilária a briga entre Winston, Schmidt, Nick e Coach que acabam discutindo, não necessariamente nesta ordem, sobre amadurecer, sobre Nick estar em um relacionamento feliz e, como estamos falando de New Girl, sobre o final do filme Indiana Jones e os caçadores da arca perdida.
Como terminou esta batalha? Todos ganharam. Acabou em pizza. Literalmente. Patrocinada pelo dinheiro de coelho do Winston.
Finalmente a mudança de Schmidt – para o apartamento da frente – faz sentido. Vamos ver como será para New Girl ter todos estes personagens. O episódio foi muito engraçado. A nota só não foi mais alta porque a Jess realmente estava meio chatinha, o Winston ficou à margem de novo e ouvir tanta bobagem sobre o Brasil nunca é legal. Um coisa, entretanto, é certa: Coach sempre será o cara que chorou na boate de strip.
Até semana que vem!
Nashville – It Must Be You
07/11/2013, 10:30.
Gabi Guimarães
Reviews
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Ah, Juliette…
Se na review passada a nossa revolta foi para a Rayna e sua péssima decisão de pedir dinheiro à Lamar para rescindir seu contrato com a Edgehill, neste último episódio toda a nossa frustração certamente foi dirigida à Juliette.
O sexto episódio desta temporada reuniu grande parte de seus personagens no Belle Meade Polo Match, uma partida de polo realizada pelo country club da cidade com toda a pompa e circunstância, e que, como tal, reúne toda a nata da sociedade de Nashville. Deacon e sua namorada Megan, Rayna e Tandy, Luke Wheeler e até mesmo Juliette estavam lá, cada um com sua própria “agenda pessoal”, por assim dizer.
No início do episódio, vemos a Ms. Barnes ser surpreendida por um convite anônimo para a partida de polo. Ela recebe o convite com estranheza, já que, em suas próprias palavras, ela “não pertence àquele lugar”, e muito menos “àquelas pessoas”. Chegando lá, Juliette não demora a entender por que – ou melhor, por quem – foi convidada: Charlie Wentworth. Sim, o ricaço que há alguns episódios contratou a cantora para o aniversário de sua esposa Olivia, tudo para depois terminar na cama… de Juliette (e quem mais seria?)! Receita certa para o desastre.
Não esperava que esse arco simplesmente desaparecesse, mas fiquei surpresa ao constatar que Charlie, aparentemente, não é o vilão nessa história. Ok, trair a esposa continua sendo péssimo e reprovável, mas… como aguentar uma Olivia na vida? Tarefa para poucos, já que a moça mostrou quão fútil e mesquinha é na briga com Charlie. Juliette, claro, estava lá para ouvir tudo e tirar suas próprias conclusões. E Charlie se encanta pela nossa antagonista justamente porque ela devolveu o carro que ele lhe deu de presente, provando, assim, que ela não tem qualquer interesse na sua fortuna. Mas, espera aí… tem certeza de que estamos falando da mesma Juliette?
Ela já nos provou que tem inúmeras qualidades (e defeitos), mas essa personalidade altruísta não combina nada com a Juliette que conhecemos. Ela sabe usar suas máscaras com a experiência de uma veterana e interpretar o personagem perfeito toda vez que sobe ao palco ou aparece em público, além de saber como ninguém manipular quem quer que seja para conseguir o que quer. Os fins justificam os meios, certo? Ela é audaciosa, destemida, mas, sempre na defensiva, também pode ser desnecessariamente cruel e egoísta. Por outro lado, falha miseravelmente em todos os aspectos de sua vida pessoal. Apesar de termos visto em vários momentos da série o quanto a vida dela foi difícil e sofrida, não consigo sentir empatia (quase) nenhuma pela personagem. Fim da digressão.
Sendo assim, é claro que não me surpreendi com as atitudes dela em relação à Charlie. O moço, exemplo clássico do “pobre-menino-rico-preso-num-casamento-sem-amor”, amoleceu seu coração ao mostrar que sim, é uma pessoa simples ao preferir ficar no estábulo com seus empregados entoando canções country e cuidando pessoalmente de seus cavalos (e gente, aqui vale a observação: até o pessoal do estábulo é ridiculamente talentoso nessa série! Ponto para a produção musical!). Juliette sucumbiu ao seu charme e às suas investidas, e mais uma vez foi para a cama com ele. Com o flagra de Olivia, podemos esperar fortes emoções adiante. “Charlivia” acabou (será?), mas alguém duvida que lá vem um “slut shaming” muito público por aí? Além disso, fica claro que este arco está longe de acabar, já que Charlie fez um acordo com Teddy para patrocinar o festival da prefeitura, e pediu que Juliette fosse a garota propaganda do evento. É, Juliette, você realmente deveria ter ouvido o sábio conselho de Rayna!
“Eu sou daqui, mas este não é bem o meu mundo, se é que me entende” – Rayna
Falando nela e em conselhos, vimos uma Rayna incomodada e desconfortável acatar o de Tandy e ir ao Belle Meade para tentar atrair investidores para a Highway 65. Com todos os bens de seu pai bloqueados pela justiça, só resta à nossa protagonista apelar para um evento como este para tentar conseguir a tão desejada ajuda financeira daqueles que, nas palavras de Tandy, tem dinheiro suficiente para investir em arte.
A presença de Tandy, claro, foi vista com maus olhos, e atrapalhou muito mais do que ajudou, já que ela foi o braço direito – e CFO – do pai por mais de quinze anos nas indústrias Wyatt, e muitos dos milionários presentes foram prejudicados ou vítimas das falcatruas de Lamar. Péssima ideia, Rayna. Aliás, se tem uma personagem na série que eu desprezo com todas as minhas forças é a Tandy. Falsa, hipócrita, ela com certeza herdou o mau caráter do pai. Denunciou-o muito mais por uma vingança pessoal do que por estar “fazendo a coisa certa”, e também tem muita culpa no cartório (ou alguém acredita na inocência dela?). A cena em que ela questiona Rayna se ela se sente aliviada por não ter pego o dinheiro do pai é uma prova de seu cinismo. Vê-la tão na defensiva, ofendidíssima por uma suposta “desconfiança” de Rayna – que na verdade só estava agradecendo por sua ajuda – foi a gota d’água.
Por outro lado, tivemos Luke Wheeler. Alguém aí esperava que ele fosse um novo possível interesse amoroso de Rayna? Eu confesso que fui pega de surpresa, mas gostei do que vi. Estou ansiosa para ver o que será desse love affair. Será que tem futuro? Sorte da Scarlett, que saiu no lucro, e, depois da negativa – e chilique! – de Juliette, vai abrir os shows de Luke (só eu pensei que a turnê da Juliette já estava superlotada com shows de abertura de Will e Layla – que, aliás, como Jeff, sumiram nesse episódio?).
E eis que chega a vez de Scarlett brilhar, e Rayna está investindo pesado na carreira da única artista de sua gravadora, buscando construir para ela uma base de fãs sólida antes mesmo do lançamento de seu primeiro álbum. Pensando nisso, a veterana marca uma apresentação da menina no Bluebird, onde ela será assistida pela primeira vez por importantes críticos de música. Passo importante para ela, que, tenho certeza, encantou todos com sua voz delicada! Além disso, vimos Rayna trabalhar duro e suar a camisa tentando encontrar um grande artista que topasse dar uma oportunidade à talentosa novata em sua turnê, mas essa história a gente já sabe como termina (uma dica: não foi com a ajuda de Juliette!). Thank you, Luke!
E aqui, chegamos à parte que eu menos gostei do episódio: o “quadrado” amoroso entre Scarlett, Avery, Gunnar e Zoey. Mas que grande confusão! Não tenho palavras para expressar o quanto eu odiei Avery e Scarlett juntos novamente. Essa coisa deles estarem “orgulhosos” um do outro me soou tão forçada que eu não consegui acreditar. Depois de tudo o que o Avery fez, Scarlett? Really? Acho que o rock-star em formação evoluiu muito desde a primeira temporada, mas ainda precisa comer muito arroz e feijão para alcançar a redenção e o perdão de Scarlett. Trabalhar com a Juliette com certeza foi um passo na direção certa e o ensinou a ser um pouco mais humilde, mas como ele mesmo disse, “prefiro fazer minha própria música a usar algemas de ouro”. Não sei que direção este arco tomará, mas não estou muito ansiosa para ver o que nos aguarda, ainda mais quando Scarlett pede um tempo para “entender o que aconteceu”.
O mesmo vale para Gunnar e Zoey. Toda aquela culpa, o papo de “prezar pela amizade de Scarlett” apenas para soltar um “esqueça tudo o que eu disse” cinco minutos depois, foi extremamente cansativo e, na minha opinião, não funcionou. Melhor mesmo seria se esses quatro se concentrassem apenas na música, não? De Gunnar e Avery só me interessa a inesperada e bem-sucedida parceria musical – e aqui, Zoey também é bem-vinda. Saudade do Gunnar da primeira temporada!
Deacon e Megan também compareceram à partida de polo, mas eu confesso que apesar de estar feliz em vê-lo sair daquele poço de autopiedade e seguir em frente, não me importo muito com o casal. Nosso anti-herói foi ao Belle Meade contra a sua vontade apenas para agradar Megan, e o resultado foi um encontro completamente estranho e cheio de dedos com Rayna e o que parece ser o fortalecimento da relação dele com a namorada, que enfim compreendeu que a cantora faz parte da vida do amado (afinal, ela é uma das únicas que sabem a verdade sobre Maddie!) e que isso não deve ser necessariamente um obstáculo para esta nova relação (mas nós sabemos que será, não é mesmo?). Menção honrosa para o piano de Scarlett, que mais uma vez foi o personagem principal nesta tentativa de Deacon de voltar à música ao compor uma linda nova canção.
Apesar de não ter mantido o ritmo de seus dois antecessores, gostei bastante do episódio e espero que Nashville mantenha a qualidade de seu roteiro daqui pra frente. Nota 4!
Essa semana não teremos Nashville nos EUA em virtude da transmissão do CMA. Mas semana que vem estarei de volta com mais uma review! Até lá!
The Vampire Diaries – For Whom The Bell Tolls e Monster’s Ball
07/11/2013, 10:00.
Mônica Castilho
Reviews
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Coitada da Bonnie! Pois é, eu realmente não conseguiria começar a review de outra maneira, já que por mais que a personagem seja demasiado irritante em algumas ocasiões, está numa situação digna de pena – e até de revolta.
Logo que a temporada passada acabou e a Bonnie decidiu manter segredo a respeito de sua morte, isso pareceu uma ideia louca e até mesmo inviável, já que ela era extremamente ligada à Elena e também era amiga de Caroline. Então a atual temporada começou, e os episódios foram passando com essa mentira sendo levada adiante, despertando nos espectadores a única certeza de que a situação não poderia continuar como estava. Afinal, qual a utilidade de manter para sempre na história uma personagem morta, sem poderes e que não pode fazer nada para ajudar?
Elena passou o verão com Damon e depois foi para faculdade com Caroline, distrações que talvez até pudessem fazê-la esquecer da Bonnie e deixar pra lá o sumiço da bruxa no mundo. E, vamos encarar os fatos: todos ali acabariam esquecendo da Bonnie, com exceção, é claro, de Jeremy (que já sabia de tudo, então não conta) e Matt, com seus mais de trezentos e-mails não respondidos para a bruxinha. Mas aí Stefan perde a memória e fica a um passo de voltar a ser o tal estripador lá do começo da terceira temporada, e de quem todo mundo lembra para consertar as coisas? Da Bonnie!

Não é de hoje que Elena é uma falsa mocinha – já que não existem personagens totalmente bons nessa história –, que não estaria viva até hoje se não fosse todos se meterem em roubadas para que ela se mantivesse a salvo. Entretanto, o que aconteceu em relação à Bonnie foi um verdadeiro egoísmo em massa, onde todos só foram perceber que havia acontecido algo realmente grave quando tiveram interesse nos poderes da moça, porque, é claro, é normal a melhor amiga ficar vários meses sumida sem atender uma ligação sequer, não é mesmo, dona Elena? A Bonnie não era lá flor que se cheire, mas não merecia essa atitude tão descarada.
Fruto de tanto interesse e do desespero em ajudarem Stefan, Damon tem a ideia de praticamente arrancar a Bonnie do “outro lado”. Aí tudo começa a envolver Silas, que quer morrer para encontrar sua amada, e Katherine, que virou além de humana uma grande cura para o vampirismo. Basicamente, a intenção de Damon é entregar Katherine para Silas a fim de que ele beba o sangue da ex-vampira, vire mortal, morra e tenha sua vida trocada pela de Bonnie. Tudo para que Elena pare de chorar igual uma doida e repetir o mantra “I can’t, I can’t, I can’t”.
O que todos não contavam era com a astúcia de Nadia. Ela, que chegou na série sem revelar ao certo para que estava ali, deu a notícia bombástica que é a filha perdida de Katherine e, além de surpreender a todos com tal informação, também emocionou, já que depois de séculos fugindo, finalmente a ex-vampira terá alguém que se importa com ela e que a protege. A questão é que de qualquer maneira Katherine se tornou vítima de Silas mas, ao contrário do que era para acontecer, não morreu. O motivo? Ninguém sabe… ainda. A teoria mais plausível é que tenha bebido o sangue de Nadia antes de morrer, mas isso a faria virar uma vampira, e não se sabe as consequências de transformá-la novamente.
Paralelamente ao drama da ressuscitação de Bonnie, temos a volta de Tyler e finalmente o término do relacionamento dele e da Caroline. Não que ele seja ruim, e até que a causa pela qual está lutando – ajudar os outros lobisomens – é algo nobre, mas não é justo ele atrasar a vida de Caroline por isso. O término abriu espaço para Stefan entrar na vida da loira, de fato, já que agora ele não se lembra de nada e não tem mais essa visão de amizade com a garota que construiu ao longo dos anos, e aos poucos ela também está deixando que ele se aproxime. A verdade é que agora, mais do que nunca, os dois se merecem e se precisam. É estranho vê-los juntos, mas ao mesmo tempo é apropriado.
Por fim, temos o tal cientista maluco Wes, fazendo experiência com vampiros ainda sem motivo revelado. E também temos o tal de Aaron, que até então pareceu ser uma versão mais sem sal do Matt. Ambos não têm intenções reveladas ainda, mas como todo mundo nessa série não anda sendo muito flor que se cheire… veremos. Pelo menos Nadia já se revelou, falta o resto.
P. S. [1]: Matt fez um lance meio Atividade Paranormal ao se filmar dormindo. Bizarro.
Revenge – Dissolution
07/11/2013, 09:00.
Matheus Odorisi
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O episódio começa e logo nos indagamos: como alguém que dorme ao lado de Daniel acorda com aquela cara de mau humor? Responde aí, Emily! Bom, é verdade que desde a segunda temporada, o primogênito Greyson foi se tornando mais chato – proporcionalmente à queda do dólar. Mas se as coisas não estão bem na cama de Emily, não podemos dizer o mesmo de Nolan. Ao saber que Patrick anda disparando suas flechas na mansão de seu parceiro, Ems manda Nolan terminar tudo. E é claro que o loiro não curte a ideia.
O café da manhã dos Greyson é aquilo de sempre: referências dos submundos das trevas são usados como pseudônimos entre Victoria e Conrad. Dessa vez, o cara chega com a notícia de que vendeu a mansão. E eu aproveito pra confessar que não entendo as finanças dos Greyson, já que em um episódio eles estão de boa, no outro lembram-se de que estão falidos. Vic não gosta nada da venda, é claro, e nem Emily, que diz precisar da mansão para o seu plano (que acaba com um tiro, a não ser que revelem que aquele flashforward que vimos era um ensaio da Lady Gaga para algum VMA), e trama de estragar o negócio imobiliário com a ajuda de Aiden.Ah, é bom lembrar que os dois estão se pegando nos cantos de novo, deixando Daniel mais corno a cada dia.
Enquanto Emily – disfarçada de Liz Lemon – rouba documentos no set de Parks and Recreation, seu noivo tem um encontro nada agradável com Sara, sua namorada na época em que ele ainda era o Thor Batista. A moça não gosta nada de encontrar o ex, e joga logo na cara o acidente e diz que teve que pagar seu tratamento. Ai, como a família Greyson é pão dura! Nem pra pagar o hospital da coitada.
Eu não sei quem é o responsável por isso, mas essa série está mais gay do que The Vampire Diaries. Quando o povo não tá sem camisa, tá realizando fantasias sexuais, tal qual o Aiden, caracterizado de Miley Cyrus em Wrecking Ball. Só faltou lamber a marreta. Tudo isso para quebrar umas paredes da casa de Emily, e botar a culpa na maresia ou sei lá o quê, argumentos que a loira jogou pra cima da biscate (quem não é biscate nessa série?) da corretora que está comprando a casa dos Greyson, para fazer com que ela acredite que imóveis naquela área estão condenados. Ela acredita, e nada de mansão vendida.
Charlote continua na sua missão de arrumar mulheres para os homens que cercam a vida de Emily, e contrata Sara para trabalhar no Stoneway, Tudo pra forçar uma reconciliação entre ela e o irmão. Começa a dar certo, ao que parece. Não tivemos muito tempo pra pensar em como a vingança de Emily construiu um ciclo de amizades verdadeiras, mas todas baseadas em mentiras. Depois de Nolan contar pra Jack que sabe, desde sempre, sobre a verdadeira identidade de Ems, esses laços de amizade são testados. Se por um lado Jack enche o saco se metendo e julgando, ele também quer vingança. Mesmo Nolan, que vive choramingando que só quer amigos, também quer que os Greyson paguem pela morte do seu financiador e tutor. Mas só Emily leva tudo adiante, e só ela paga os patos. Na lavação de roupa suja entre os três, ela revela o que planeja pro casamento: que Victoria seja acusada de tentar matá-la.
Once Upon A Time – Ariel
06/11/2013, 22:34.
Júnior Melo
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Ariel apareceu em Once Upon A Time! Finalmente chegou o grande dia. E todo o buzz feito em cima da personagem valeu a pena. Nessa temporada a estória da Ariel foi uma das mais bacanas de se ver (fica empatada com a do Killian, do episódio passado).
Além disso, a busca por Henry continua. Sei que já está cansativo falar isso em todas as reviews, mas é a verdade. Será que eles nunca perceberão que não estão avançando em nada? Ainda bem que temos a Regina como a voz da razão. Essa review poderia ser feita simplesmente com quotes da Regina durante o episódio, ela falou tudo aquilo que todos estão achando. Ela então – sabiamente – abandona o grupo de resgate e vai tentar encontrar sua própria maneira de salvar Henry.
Agora que Regina e Rumple uniram suas forças é certeza de que eles vão salvar o Henry (que sumiu nesse episódio, mas não fez falta). Enquanto que de um lado as buscas de certa forma avançam, de outro elas andam a passos lentos. Após descobrir que Neal está vivo – Snow contando que Neal estava vivo foi engraçado. Um momento: pronto, falei! – Emma decide salvar o seu amado, pois, graças a Snow, ela descobre que ele lutou pela sua vida ao ver marcas na areia e um galho quebrado… sem comentários. Então, mais uma vez a busca principal fica em segundo plano para se resolver algo que era para ser um plot secundário. A Caverna do Eco foi uma das cenas que fez valer a pena essa busca, o momento em que os conflitos foram postos à mesa. Como um bom shipper de Emma e Hook, curti muito ver o Capitão abrindo o seu coração, assim como foi legal ver David contando o seu segredo. Mas aqui nós vamos focar no segredo da Snow: sério? Querer ter outro filho é um segredo tão grande assim? Isso só mostra como os roteiristas estão ligando pouco para a personagem. Que tipo de segredo é esse? Hum, ela precisa de um segredo para o chão chegar até eles, o que colocamos? Ah, coloca que ela quer ter um filho, isso vai gerar conflito já que o David não pode sair de Neverland. As coisas não funcionam assim.
Peter Pan continua com os seus jogos e estou começando a achar que Neverland é um reality show e o Pan é o BigBoss. O garoto tem toda a mente estrategista de um desses chefões de reality. Boninho já deve estar copiando os exemplos para a próxima edição do BBB. Agora volto a bater na tecla, ele precisa mostrar a razão das pessoas sentirem tanto medo dele. O ator já conseguiu provar com caras e bocas que pode ser malvado, só precisa ter cenas de ação com ele. E rápido, pois a cada episódio eu vejo o ator fazendo aquelas caras malvadas e as coisas estão começando a parecer hilárias, já que parece apenas encenação do Pan. Uma criança tentando passar a imagem de má.
E no conto de fadas, ah, o conto de fadas. A Ariel finalmente surgiu. Depois de salvar Snow de um quase afogamento, Ariel pede a ajuda dela para ir ao baile que o príncipe Eric dará em seu castelo e, quem sabe assim, conquistar o coração do homem. A premissa seguiu bastante a estória original (da Disney), mas as modificações se encaixaram perfeitamente e não soaram estranhas. Quando assisti a promo e vi que Regina seria Úrsula fiquei com medo do que viria, mas não é que encaixou bem?! Detalhes: para uma pessoa que mal consegue andar, a Ariel dançou bem!
Já os efeitos – que estavam melhores nessa temporada – caíram drasticamente nesse episódio. Foram tantos pontos ruins que tenho até medo de citar, então falemos apenas do chroma key que estava bem ruim (a.k.a. cena de Ariel chegando ao castelo do Eric no fim do episódio). Mas isso sempre acontece na série: eles pecam nos efeitos, mas compensam no roteiro. Regina usando Ariel para conseguir pegar – finalmente – a Snow foi uma boa sacada. Até a parte da voz da Ariel nós tivemos, foi uma bela homenagem à estória.
Estava adorando a estória da Ariel, estava gostando de Neverland, mas durante todo o episódio senti como se estivessem apenas enchendo linguiça. Nada se encaixava. A surpresa ficou por conta do final. Não esperava aquilo acontecendo e fiquei relutante a aceitar que eles iriam realmente colocar mais uma “dimensão” para se trabalhar, mas depois da promo, acho que vai valer a pena. Veremos o que acontecerá em seguida. Até semana que vem, Ariel!
Bones – The Nazi on the Honeymoon
06/11/2013, 20:54.
Maria Clara Lima
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Eu gosto de comédias. Não sei vocês, mas assisto regularmente algumas sitcoms ou séries mais escrachadas. It’s Always Sunny me faz rolar de rir, já com 2 Broke Girls as risadas são mais de assimilação e contidas, exceto quando a Sophie diz “heyyy, giiirls”. Quando assisto a uma comédia, eu sei o que estou esperando. O que já não era o caso de Gilmore Girls, minha série do coração. Eu nunca sabia o que esperar, a tal dramédia me arrancava risos e choro no mesmo episódio, mas a dose sempre estava certa. A fórmula das Garotas Gilmore era louca, bipolar, mas funcionava.
Ainda na mesma linha, surgiram as crimédias. Volto lá nos idos dos anos 1980, na minha querida A Gata e o Rato, para ilustrar bem o gênero. Não havia um só episódio que o Bruce Willis não tirasse a Cybil do sério. Aquilo era um gênero bem definido. Entre episódio sérios e muita bobeira, havia um essência ali que não se perdia. Essência essa, que séries como Bones e Castle tentam copiar. Não sei sobre Castle, série da qual assisti apenas a curta primeira temporada, mas sei falar bem sobre Bones, e a tentativa do Hart Hanson em tirar um pouco de humor dos crimes da série funciona. Ou funcionava até pouco tempo atrás.
Em The Nazi on the Honeymoon, o famoso episódio da lua-de-mel, as piadas e brincadeiras deram leveza ao episódio, mas mesmo assim, tinha algo estranho naquilo tudo. Enquadrado na categoria de “episódio divertido, porque Bones precisa ser bom todas as semanas”, a história me pareceu fora do lugar, e como dizem os criativos por aí, passou longe de ser “fora da caixa”: era um local obscuro da falta de entendimento da essência do seriado. Bones resolve casos analisando ossos, ela é a melhor em sua área de trabalho, mas ela não precisava parar a lua-de-mel para se envolver em um crime.
O roteirista da vez, o renomado comediante Dave Thomas (Arrested Development), errou a mão novamente. Basta não ter jogado pelo ralo o potencial dramático de The Shot in the Dark, o ator veio por abaixo a expectativa de muitos fãs da série: de que a tão aguardada “escapadinha” de B&B fosse um episódio deliciosamente bom. Não precisava ser épico, ou superar a perfeição do casamento. Mas que poderia ter sido um pouco melhor, isso já não posso negar.
Ao invés disso, alguns elementos, como a incapacidade da Brennan de largar tudo e relaxar um pouco, ou a recente maternidade da doutora, foram salpicados como prova da evolução da personagem. Bem sabemos que não precisamos de explicações para saber dessas evoluções. E muito menos usar o amor que eles têm pelo trabalho para justificar a presença deles em um caso na Argentina. Estamos cientes disso. Eles se amam, amam trabalhar juntos, amam cada minuto ao lado do outro. Mas esse momento era deles.
Então, o que realmente sobrou nesse episódio de tão bacana assim? Bom, é isso que ainda estou tentando descobrir, junto ao ouro desaparecido da vítima.

Tem Sempre Sol na Argentina
Olá, pessoal! Como vão? Com calor? Vocês devem estar com muito calor, já que aqui no hemisfério sul o verão está quase batendo à porta.
Aliás, vocês já perceberam que para gringo, passou pra baixo da linha do equador, o sol é quem manda. O molejo é caliente, as pessoas mais morenas e a língua é a mesma. Todo mundo aqui na América Latina fala quechua e tem sangue de índio.
Mas só não é pior do que pensar que a capital do Brasil é Buenos Aires. Acreditem, tem muita gente ainda pensa assim. Deve ser por isso que o episódio começou com uma vista área de uma bela praia (da Califórnia): alguém na produção de Bones deve ter confundido Brasília com o Rio de Janeiro! Afinal, Rio é o segundo nome cogitado pelos estrangeiros como capital do nosso país.
Mas erro geográfico só não é pior do que erros sobre costumes e tradições. Aqui na América Latina pessoas recém-casadas fazem amor. B&B deviam ter se jogado em nossas tradições. Vocês repararam que o ator português que interpretou o argentino Raphael tinha sotaque espanhol? Um brinde ao multiculturalismo da série. Só Bones mesmo para fazer a Emily Deschanel falar “ajuda” de um jeito tão bonitinho. Falando em bonito, o que foi o David Boreanaz de chapéu?
Não sei porque estou falando em chapéus, quando eu deveria estar falando de coisa séria. O nazista, por exemplo. Aquilo é coisa séria. Séria também foi a política de banqueamento na Argentina no início do século passado, com ideais do nazismo e fascismo, o que poderia ser o tema de um episódio bem interessante. Sério seria se tivesse sido isso mesmo.
O que não me pareceu nada sério foi a antropóloga ter matado o avô por ele ter sido… nazista? Já pensou se Bones resolve virar uma série política e voltar para a Argentina para resolver um caso sobre a ditadura e descobrem que o assassino matou a pobre vítima por ela ser…. americana? Se bem que eles mencionaram a “dirty war”, algo que o governo não gosta de lembrar. Aliás, fazer piada com nazismo e capitalismo é coisa mal gosto.
Só não é mais de mal gosto colocar Angela e Hodgins morando na casa de B&B para não gastar com cenário. So Bones! So Fox!
Mas alguém sabe por que Michael Vincent e Chris Angela entraram no laboratório? Porque a porta estava aberta! HA HA HA.
Ok, eu admito. Eu achei super engraçado a Cam tomando conta dos pequenos! Aliás, a Cam é uma das personagens mais engraçadas de Bones. Se a série fosse uma comédia, ela seria uma daquelas personagens com ótimas frases de efeito.
Um efeito bem cômico, como o Booth tentando ensinar a Brennan a relaxar. Ah! Senhor agente sabichão, até parece ele tentando ensinar a Bones a ouvir rock (ao som de Hot Blooded), ou tomar o Bang depois do trabalho, ou fazer um sexo sem compromisso ao fim do dia! A doutora sabe como festejar (espera só chegar até a cama do hotel, que nós não vimos, e nunca veremos)!
Para falar a verdade, festa é o que não falta na série. Esse episódio me lembrou muito aquele do morto muito louco, o do avião para a China ou o da festa da escola da Dra. Brennan. Só que naqueles lá, a essência da série foi preservada.
Falo em essência. Vocês sabem? Tudo hoje em dia tem essência. Até a essência da falta de noção de uma cena em que a Brennan tem que “explicar” que é um prazer ser mãe. Já disse várias vezes, a série é sobre a evolução dos personagens, principalmente da Brennan, mas as coisas ali me pareceram um pouco forçadas. Não tão forçadas quanto as risadinhas que serei obrigada a ouvir por causa dessa review stand up comedy.
Falando nisso, lembrei de uma piada sobre a evolução. Você sabe o que dizem sobre a Teoria da Evolução de Darwin? Deus criou o mundo, mas foi Chuck Norris quem decidiu quem iria viver ou morrer. (Não me arrependo).
Mas vamos continuar. Por que sempre tem uma gostosa perdida nos casos? Para tornar a investigação mais deliciosa. HA HA HA.
Ah, e por que sempre o latino americano precisa ser corrupto ou descuidado? Mmm… pergunta honesta, não foi uma brincadeira.
Falando em brincadeira, o quão adorável foi ver Michael e Chris interagindo? Eles são tão lindos que chega a ser um desperdício não aproveitá-los mais.
Mas não vamos falar em desperdício, falemos que coisas incríveis, ok? Não é incrível como os argentinos parecem com mexicanos nesse episódio? E como o centrão de Buenos Aires é a cópia da periferia de Los Angeles?
Mas ninguém está aqui para falar de cópia, vamos falar de coisas originais.

Na Comédia e na Tristeza
Ser fã de Bones é ser comprometido com a série na doença e na pobreza de orçamento que não permitiu o elenco ir para a Argentina, e na alegria e na tristeza. Mas tristeza passou longe desse episódio. A sintonia de B&B é maior do que todos os clichês de séries românticas, e como a gente bem sabe, depois de um filho ter sido concebido depois de um abraço, que o convencional passa longe de Bones.
Apesar de não concordar com escolhas de detalhes do roteiro, como a iniciativa da Brennan em parar a lua-de-mel para trabalhar num caso. Eles poderiam ter se “envolvido” no crime de outra maneira. Isso me faz pensar em quão evoluída Brennan realmente está agora. Não se pode querer ter os dois. Vimos as mudanças que ela passou, e então não dá para justificar algo assim como “ah, isso é tão Brennan”. Não funciona assim.
A aceitação do Booth também é algo difícil de engolir. “Estamos fazendo algo que amamos. É difícil para as pessoas entenderem”, diz ele. Realmente, Booth. Realmente.
Aquela história dela achar todo mundo incompetente já passou do tempo de ser engraçada também. Todo o mundo sabe que ela é a melhor antropóloga do mundo inteiro neste mundo. Então, isso poderia ser um ponto superado.
Apesar de tudo, no geral, o episódio foi bom. Eu gostei bastante da química entre o agente Raphael e Booth, acho que nunca tinha sentido algo assim ao ver alguém trabalhando com ele. Foi bacana. Gostei também de todas as referências a carreira de autora da Brennan, e da Argentina ter sido citada como “uma nação de leitores”. Uma ótima conexão com a série, e os livros sobre a Dra. Reichs e o agente Andy.
Aliás, o Booth se achando um Super-Homem foi hilário. E todas as perguntas sobre a vida real do agente e da doutora me fez perceber uma coisa: Eles estão casados! E o mundo inteiro sabe disso.

The Nazi on the Honeymoon
Quando nos casamos a semana passada (todos nós nos casamos um pouco na semana passada), sabia que o que nos esperava “depois” seria qualquer coisa meio que normal. Não é de se esperar que o episódio seguinte não tenha a mesma carga de emoção de um dos melhores episódios de Bones. Mas a falta de cuidado que tiveram com a lua-de-mel foi um banho de água fria.
Depois de assistir o episódio várias vezes, até que o achei bastante divertido. A diversão não é um ponto negativo, e bem deve ser. Mas sou chata, gosto dos detalhes. Gostaria de ver a Christine perguntando pelos pais. Qualquer criança de três, dois anos de idade faria o mesmo. Gostaria de saber como a Brennan enviou tão rápido as amostras para o laboratório? Essas coisas ficam na cabeça, sabe?
Sou tão apegada aos detalhes que dou risada por ver uma caneca do Steelers e outra do Flyers na mesa do Booth. De como as alianças ficaram bem nas mãos de B&B. Por ver a Cam lembrando que crianças não são permitidas no laboratório. São esses detalhes que fazem Bones ser um pedacinho da nossa casa.
Então, o que eu disse sobre me sentir um pouco deslocada ao ver esse episódio é justamente isso. Separado, os elementos bons da série não se conversaram. O episódio foi sustentado pela adorabilidade dos personagens centrais e da capacidade e do timing para comédia do elenco de Bones, fazendo qualquer coisa se tornar agradável de assistir.
Da próxima vez que eles inventarem um episódio assim na série, estarei com meu Devil’s Tail na mão, sentada confortavelmente no sofá, esperando a cortina se abrir e o picadeiro se iluminar… porque realmente, não tem como levar Bones muito a sério.
Grimm – PTZD
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“Não é tão surpreendente nascer mais de uma vez. Tudo na natureza volta à vida”.
Foi grande a bagunça causada pelo wesen Cracher-Mortel, Barão Samedi, e a Família Real em Portland. Já o Nick Zumbi causou sérios estragos na cidade e também nos seus amigos. Mas foi uma morte durante o ataque de Nick a um bar que quase colocou tudo a perder para o Grimm. Ainda bem que Nick pode contar com um grupo de amigos confiáveis e que com o passar dos episódios só cresceu. No início somente Monroe sabia da verdade e auxiliava o Grimm, agora Nick também conta com Hank, Rosalee, Renard e até de Juliette. Ao mesmo tempo que o grupo de ajuda de Nick cresceu, o perigo que seus amigos correm também aumentou. Ainda bem que eles não se importam muito com isso.
Durante a captura – ou salvamento – de Nick o que ajudou bastante foram os poderes de Monroe e Renard. Até Hank ficou com ciúmes de não ser um wesen. Além de salvarem Nick e curarem o Grimm da Síndrome de Lázaro, seus amigos ainda tiveram que mentir para a polícia e convencer Nick a não se entregar. A culpa invadiu o Grimm quando que ele descobriu que uma das pessoas acabou morta durante a briga no bar e ele estava irredutível na sua decisão de se entregar. No entanto, Nick mudou de opinião depois que viu o vídeo da luta. Renard mostrou ao Grimm que se ele não tivesse atacado o homem, provavelmente estaria morto. O fato do assassinato ter se tornado algo como uma legítima defesa amenizou um pouco a culpa e a dor de Nick. Melhor para Portland e para os amigos do Grimm, pois com o irmão de Renard morto em circunstâncias misteriosas, o troco da Família Real pode vir a qualquer momento. Aliás, será que Eric está realmente morto?
Enquanto a parentada de Renard não dá as caras novamente, Nick e sua turma – a mais legal das séries – vai precisar lidar com a investigação da morte do bar e também com os possíveis efeitos colaterais de Nick. Imagens prévias dos próximos capítulos já mostraram que o Grimm vai se sentir bem mais poderoso do que antes de receber o veneno do Cracher-Mortel. Já em PTZD Juliette levou um grande susto quando percebe que Nick está gelado como se estivesse morto, mas logo depois ele volta ao normal. Há algo estranho com o Grimm.
Os personagens de Grimm estão em alta na terceira temporada e isso favorece muito a série porque o núcleo de Nick foi construído com figuras singulares. Só Juliette que ainda continua muito chatinha e desnecessária. Mas Monroe – principalmente – , Hank, Renard, Rosalee e até o sargento Wu continuam cada vez melhores. Já a saga de Adalind consegue se tornar cada vez mais nojenta e sem graça. Por outro lado, a turma de Nick arrasou na hora de tentar contar para o Grimm o que havia acontecido com ele, mas logo Juliette deixou a cena sem graça novamente. Ainda assim, nas cenas na loja de Rosalee, e em várias outras ao longo do episódio foi possível identificar bons enquadramentos. Chamou a atenção a fotografia de PTZD, marca também nítida nas cores usadas na série, principalmente nas duas primeiras temporadas.
Grimm vai encaixando uma linha interessante no roteiro da série e se mantém consistente. Ainda não apresentou nada fantástico, mas pode chegar a uma ótima temporada. Nick forçou um pouco o bom moço querendo se entregar, mas esse comportamento também faz parte das características do personagem. No entanto, seria muito mais divertido se Nick seguisse a sugestão de Monroe e ao invés de ficar preocupado, fizesse uma festa para seus amigos que tiveram que mentir para polícia para protegê-lo.
Scandal – More Cattle, Less Bull
06/11/2013, 14:40.
Mariela Assmann
Reviews
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Quando parece que tudo vai voltar à ser o que era antes… Quando parece que a felicidade bate à porta… eis que Shonda Rhymes e sua mente perturbadoramente criativa entram em ação. E deixa a todos nós boquiabertos diante de um final que coroou um episódio quase perfeito. Mas vamos começar do princípio.
Preciso começar dizendo que a proximidade das eleições presidenciais trouxe um plot bastante agradável de se ver: o lançamento das candidaturas. E Josephine demonstrou ser um ótimo personagem nesse episódio, com potencial para bagunçar bastante as coisas.
A Congressista é a mãe da mulher que foi criada como sua irmã. E foi muito interessante e divertido vermos os Gladiadores tentando encobrir o passado de Pheebs Jose. A disputa entre nossos queridíssimos Gladiadores (mais a chatíssima Quinn) e o lacaio de Cy foi recheada de momentos hilários e daquela malemolência que só a equipe de Miss Pope tem.
É claro que a equipe mais competente dos EUA conseguiu ligar todos os pontos da história encoberta por 30 anos em algumas horas. E olha que o Huck nem estava se esforçando muito. Mas o Cy é uma cobra venenosa e fez com que o outro pré-candidato trouxesse à informação no debate Democrata e BAM! Jose segue o conselho de Liv, assume ter tido um bebê e informa que o deu para adoção (a única mentira que ela contou). E quando achamos que ela iria se ajoelhar aos pés de Olivia e lhe agradecer aos prantos (já que ela meio que saltou à frente na corrida pela Presidência depois disso) BAM! Ela simplesmente DEMITE Olivia. Ouch, essa doeu.
Aí Olivia ficou bêbada e toda carente e tirou do lixo o celular presidencial (alguém acreditou mesmo que o aparelho ia ter um fim definitivo?) para ficar conversandinho com Fitz sobre o discurso dele – sim, meu querido, você precisa de ajuda para ser engraçado – enquanto uma Mellie #chateada ficava espiando pela fresta da porta. Ouch mais uma vez.
E é aí que uma das grandes surpresas do episódio começa a ser arquitetada. Mas primeiro vamos falar do baile. E desse casal.
Jake aceitou levar Olivia ao tal baile promovido pra Fitz fazer piadas (alheias) sobre a própria pessoa e lançar a candidatura à reeleição. É claro que Jake era só um “motivo” pra ir ao baile e tentar ter um encontro com o presidente em algum armário da Casa Branca. E quando Olivia foi chamada pelo segurança ela saiu toda serelepe, achando que seu plano ia bem. Mas não, havia outro BAM nessa história. E eis que quem estava dentro do “armário” era Mellie. A primeira-dama que é uma vadia, mas que amamos.
Mellie sabe que Fitz ama Olivia. E por mais que isso doa nela, a vontade de permanecer como primeira-dama é maior que seu amor próprio e ela resolve pedir para Olivia comandar a campanha de Fitz. Alguém esperava por isso? Eu não, e certamente Liv também não. Mellie quase propôs um triângulo amoroso – se é que vocês me entendem. E Olivia ficou BEM tentada a aceitar, como fica beeeeem claro quando ela responde não para uma Jose arrependida. Mas ACHO que não será o caso, graças à maior surpresa do episódio.
Jake e Huck – seus lindos – continuaram sua investigação sobre a Operação Remington. E uma bomba explodiu em suas caras: a mãe de Olivia era passageira do avião que foi explodido por outra aeronave – em missão extra-oficial – pilotada POR FITZ! Sim, é isso mesmo. Fitz foi o “responsável” pela morte de centenas de civis, entre eles a mãe de Olivia. E Pope foi avisada sobre isso no final do episódio.
Alguém viu isso vindo? Shonda, você é genial! Aliás, preciso dizer que é impressionante a velocidade na qual se desenvolvem os plots de Scandal. Os roteiristas não tem medo de gastar história, e isso é emocionante. Excitante, pra dizer a verdade.
Dito isso, preciso tirar o chapéu pra esse episódio. Ele introduziu de forma mais completa o plot da corrida presidencial (trouxe Leo – que ainda não disse a que veio, mas certamente dirá – para a história, e prometeu mais ação para Sally), desenvolveu lindamente o plot da operação Remington e ainda brincou com os corações shippers ao dar o doce (Liv de volta à campanha de Fitz, com o aval de Mellie) e na sequência o tirar (provavelmente Olivia não vai aceitar voltar à campanha de Fitz, já que agora ela sabe a verdade “toda”. Talvez Josephine tenha Olivia de volta, afinal de contas).
É claro que Fitz não deve saber que a mãe de Olivia estava no vôo. Talvez ele nem saiba exatamente qual o alvo que atingiu, com qual propósito e etc. Também não sei se ele tem ideia que Pope pai é o Comandante, já que claramente ele não tinha ideia da força do B613 – Cy teve que alertá-lo sobre o poderio dos caras. Só sei que ainda veremos muito choro e ranger de dentes no decorrer dessa trama. Disso tenho certeza.
Também não sei o que acontecerá com Jake e Huck (mais cenas dos dois juntos, por favor!), já que o Comandante tá ligadão em todos os passos dos caras. E eles mexeram em um vespeiro, certamente tomarão algumas ferroadas. Só não sei se algumas delas será fatal. Espero que não.
Enfim, mais uma vez, só nos resta esperar pelo próximo episódio. E com muita ansiedade, certamente. Então, até lá.
P.S.1: Shonda mata gente demais em Grey’s Anatomy. Até em Scandal alguns personagens já perderam a cabeça. Mas Quinn continua vivinha da Silva. Mais uma prova de que não há justiça no mundo.
P.S.2: You go, Jake! Vibrei com o “fora” que ele deu em Olivia. Tá certo não ser a segunda opção, especialmente do presidente. Pff…
P.S.3: David e Abby são fofos. Sem mais.
Castle – Like Father, Like Daughter
06/11/2013, 14:00.
Ana Botelho
Reviews
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Estou começando a ficar com medo de parecer sem vocabulário, ou cair em repetição, mas não dá: essa sexta temporada está demais! Mas, se tem algo que não se repetiu foi a temática do episódio. Like Father, Like Daughter é aquele tipo de episódio que te faz lembrar o ditado “nunca julgue um livro pela capa”. Botar a Alexis em “foco” foi uma atitude arriscada, visto que os produtores sabem o quão fiéis a histórias relacionadas a Caskett os fãs são. Contudo, explicando o uso do ditado, fomos, talvez, com uma certa expectativa e, pelo menos eu, recebi muito mais do que esperava.
Com mais um caso consistente, a cada episódio a sexta temporada surpreende e inova. A série amadureceu e você pode perceber isso na medida em que a cada caso a história é mais bem trabalhada, usam-se mais recursos que explorem a imaginação do telespectador, que atraiam nossos olhos. E, além desse amadurecimento da produção do show, Castle também está tendo a temporada mais diversificada que já teve. O sentimento que tinha ficado, ao final da quinta temporada, era que a sexta viria só e somente sobre Castle, Beckett e a transição entre noivado e casamento. Mas não (thanks, God Marlowe!). Quantas histórias já não foram tratadas? Estamos só na sétima semana, e Castle está se mostrando cada vez mais versátil quando o assunto é escolher quais histórias serão tratadas no episódio. Mesmice? Jamais!
Agora, se me permitem, e antes de falar da Alexis e dizer pra vocês que finalmente tomei uma posição quanto às atitudes dela, vamos para Castle, Beckett, casamento no espaço e o peso no ombro de alguém que tem toda uma bagagem de vida e precisa aprender a ajustá-la a outras nessa nova formação de família.
Que tal um casamento no espaço? É claro que a resposta seria um não, bem redondo, e cheio de piada pra zoar com a face do nosso escritor. E, quem vê os dois assim, rindo, decidindo quem procura o quê para o casamento, até pensa que nenhuma questão os aflige. Quanto ao Castle, não posso dizer sem saber. Mas, pro lado da detetive, eu posso e afirmo: nem tudo são flores nos campos de lírio da Beckett.
Desde o início, ter um sentimento pelo Castle e vê-lo crescer a cada dia mais sempre foi algo que Beckett demorou para aprender a lidar. O assassinato da mãe a fechou e a cegou a um único propósito, e Castle suou para demolir toda aquela parede que ela havia construído ao longo dos anos. Mas, com o tempo, Beckett aprendeu a aceitar e reconhecer tudo o que sentia pelo Castle, aprendeu a se doar, a compartilhar momentos que antes ela guardava para si mesma. Nas inúmeras etapas do relacionamento dos dois, ela sempre encontrou dificuldades e sempre as venceu, e com o casamento não seria diferente. As dificuldades e anseios estão aí, e eu pergunto: quem poderá nos salvar? Isso, a voz do Fandom em forma de pessoa, sim, sim, Lanie!
“Viver é ser outro”, já dizia Fernando Pessoa, e foi quase o que a Lanie deu de conselho para Beckett. Não que ela precise mudar de personalidade, ser outra pessoa, mas sim encarar as novas coisas que vêm como uma mudança essencial, como uma forma de fazê-la sentir e viver novas etapas. É claro que a formação de uma nova família já assusta por si só, agora imaginem entrar em uma já formada? Como disse Lanie, sempre representando nossa voz, o que ela precisa é pegar as histórias dela e juntá-las às do Castle, da sua filha e da sua mãe para que assim eles criem uma nova bagagem, dessa vez com Beckett no pacote. Não é fácil, mas também não é impossível. E assim como todos os outros medos vencidos, esse também logo logo será superado.
Passando para o foco em si do episódio, tivemos a amostra de um lado da Alexis que não conhecíamos – ou pelo menos eu não. E não é que esse novo lado deixou o episódio ainda mais interessante? Ter Castle e a filha trabalhando juntos era algo que não tínhamos visto ainda, talvez pelo fato de associarmos a Alexis a uma eterna adolescente e pela série ter feito essa associação até pouco tempo atrás. Mas não, agora ela cresceu e junto com isso vieram senso crítico, a busca pela justiça e aquele instinto de não desistir nunca, que com certeza veio do Castle. Como todos sabem, eles estavam brigados e eu na review passada não tinha tomado uma posição quanto às atitudes da Alexis, mas agora as coisas ficaram mais claras.
Primeiro, vamos ao caso. Tentando salvar a vida de um homem condenado a execução, Alexis vai pedir a ajuda do pai porque sabe que ele é o único que só pararia de investigar quando achasse o real assassino. Eu achei a forma que ela tratou o Castle, em quase todo o episódio, dura demais. Tudo bem que eles não estavam em seu melhor momento, e tudo bem também ela querer liberdade, mas Alexis confundiu, por várias vezes, autonomia com falta de respeito. Adulta, criança, crescida ou não, Castle é ainda o pai dela e ela precisa respeitá-lo. Em contrapartida, Alexis se mostrou madura, me fez acreditar que a real intenção dela em ter saído de casa é por querer o seu próprio espaço, caminhar com as próprias pernas.
Por outro lado, Castle, com a procura da filha, não viu somente uma chance de salvar a vida de um homem aparentemente inocente, mas também a de criar uma ponte de acesso a Alexis. E essa interação entre os dois gerou ao episódio uma pegada boa, uma dinâmica diferente. Além disso, o caso foi atraente, instigante e revelador. No final, com a salvação de Frank, e com os ânimos aflorados, Castle e Alexis trocaram desculpas amenas, mas sinceras. Contudo, esse não foi o único avanço tido nesse episódio.
Devo confessar que também fiquei com aquela carinha de boba quando vi essa cena. Mas não só boba, como feliz. Feliz pelo Marlowe não ter tomado o rumo de transformar as questões da Alexis em questões relacionadas à Beckett, porque isso só iria prejudicar a série. Além de travar o enredo, de deixar chato, cansativo, “montaria” a imagem de uma Alexis indigna do personagem. E, visto por olhos esperançosos, retomar a aproximação das duas é diminuir os medos da Beckett. A gente só tem a ganhar, certo?
Como eu disse, eu enxerguei Like Father, Like Daughter como algo realmente muito bom, com questões boas para serem analisadas e pensadas a fundo, e com um caso digno de grandes séries de crime/drama. Espero que os problemas entre Alexis e Castle tenham sido superados, senão diminuídos. Não sou de ferro, e quero logo começar a ver uma maior movimentação para o casamento e também estou a espera do famoso episódio duplo de cada temporada nos dai esse ano. Mas por enquanto vou me conter em esperar e curtir essa sexta temporada delicinha, que está só no começo, e que ainda tem muito o que render.
Espero vocês aqui na semana que vem. Até lá!
PS1: Como Castle/Nathan está magrinho. Tchutchuco.
PS2: Jurei que iria ouvir um “always” quando a Alexis o agradeceu. Pode ser uma viagem muito grande da minha parte, mas eu assemelhei o uso do “anytime” para ela, deixando o “always” só para quando se refere a Beckett, mostrando algo próprio da tal bagagem que o casal já formou ao longo dos anos. É como se aquela palavra fosse só deles. Vocês podem não concordar, até porque isso é muito subjetivo, mas gosto de ver por essa forma.
Haven – Crush
06/11/2013, 13:33.
Regina Monteiro
Reviews
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Se as perturbações estão mudando, era óbvio supor que a solução para se acabar com elas também poderia ser diferente daquela que até então se considerava como certa. Talvez Vince, por um momento, devesse ter pensado nisso. Talvez Duke devesse ter pensado nisso. E, principalmente, Nathan deveria ter pensado nisso, já que Audrey, mais racional que todos eles juntos, em relação a este caso, não está pensando. Mas entre culpas e ansiedades, somente um caminho parecia possível, mesmo sendo difícil de ser trilhado. Um dos aspectos do caso da semana foi reforçar essas disposições pré-existentes, pois quando alguém está disposto a sacrificar a própria vida para acabar com a maldição de uma única pessoa, é realmente de se pensar, porque uma outra vida não deveria ser sacrificada, em seu lugar, para salvar toda Haven.
Crush foi, do começo ao fim, um argumento para justificar uma ação. Ação que poderia nem estar mais sendo cogitada como solução para os problemas de Haven, bem como toda a paranóia em torno dela se, por um único momento, os irmãos Teagues conseguissem dividir segredos ou o conhecimento que têm da história da cidade. Dave parece estar sempre um passo à frente, quando se trata de perceber aonde uma determinada situação realmente vai levar, mas, via de regra, é impedido de compartilhar o que sabe por Vince que, não fortuitamente, tem uma ligação histórica com os Guardiões. Esperemos que o eco de uma tragédia anunciada, presente no final do episódio, abra, minimamente, os olhos dos irmãos Teagues.
Por outro lado, Crush acrescentou outro ingrediente à trama: qual o significado de Jennifer para a história de Haven e a solução de seus problemas? Pois fica cada vez mais evidente que ela tem uma ligação maior com a história da cidade do que parecia em um primeiro momento, seja qual for a trama por trás dessa história. Óbvio que naquela caixa de tralhas que Jennifer encontrou na casa de seus pais biológicos, deve haver alguma pista de sua ligação com o Celeiro, com o agente Howard, ou com a própria Haven. Esperemos que o detetive de plantão que habita em Duke consiga enxergar essa pista.
Tanto um caso quanto outro (a desnecessária morte de Nathan diante dos novos aspectos que cercam as perturbações e a possível participação de Jennifer em um nível mais amplo do que os primeiros episódios pareciam indicar), levam a um só lugar: as origens… de Haven, de Audrey, de Jennifer, do Celeiro, dos dois indivíduos que vieram pelo portal, do agente Howard, de William…etc…etc…etc…
A resposta, portanto, está no passado e, dessa forma, na memória guardada nos arquivos do Haven Herald ou aprisionada no subconsciente dos atores principais desta trama.
Resta saber o quanto os irmãos Teagues irão compartilhar sobre o que sabem, ou o quanto o impacto do passado que retorna a Haven irá despertar essas memórias adormecidas.
Vejamos o que o próximo episódio nos trará, já que William irá retornar à trama.
Downton Abbey – Series 4, Episodes 5 and 6
06/11/2013, 13:29.
Lucas Victor
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Com o o final da temporada chegando, as coisas em Downton Abbey começam a ficar cada vez mais intensas. Tensão para todos os lados da mansão, tanto em cima com os patrões quanto embaixo com os empregados. Vamos comentar sobre o que está deixando os moradores de Downton tão tensos nos últimos episódios.
Bates e Anna não poderiam estar em uma situação mais desesperadora. Bates não estava aguentando mais o mistério de Anna, então forçou a Sra. Hughes a contar a ele sobre o que estava acontecendo. E ela contou, sem mencionar quem foi o responsável, é claro, pois ela sabia que ele não hesitaria em procurar o cara e dar um fim nele. Agora Bates e Anna estão tentando reconstruir seu casamento e superar esse problema, mas as coisas não parecem estar nem um pouco perto de melhorar. Parece que há uma parede separando os dois. É claro que os dois ainda se amam profundamente, talvez mais ainda agora, mas essa situação fez eles perderem parte da cumplicidade que tinham antes. E é desconcertante ver um casal outrora tão feliz – o casal mais interessante da série – perderem o que tinham antes assim. E como foi visto na promo do próximo episódio o Sr. Green, mordomo do Lord Gillingham, irá dar as caras mais uma vez em Downton, e Bates tem quase certeza que foi ele. Será que estamos perto de ver o fim de Bates e Anna?
Ainda entre os empregados, Thomas não se cansa de querer ser o senhor sabe tudo, provocando e forçando Baxter, a nova criada de Cora, a lhe contar tudo que ela descobre no andar de cima. Ele tem uma necessidade quase doentia de estar na frente de todos, como se todos fossem seus inimigos e ele estivesse em constante perigo. Em partes isso até que é verdade, mas nós sabemos que isso é culpa dele, que sempre fez questão de ser um FDP com todo mundo, até mesmo com a O’Brien, sua amiga mais próxima em Downton. Quando será que ele vai aprender que enquanto ele não aprender a ser gentil ele nunca vai ter amigos? E não só amigos, a vida amorosa dele também é afetada por essa aspereza. O único caso que ele teve na série toda acabou justamente por causa desse jeito egoísta e introspectivo. Vamos ver se um dia a ficha dele vai cair.
E pra fechar as recentes desventuras dos empregados, Daisy continua dando ponto sem nó. Ela nunca acerta no quesito amoroso. Ela fez de tudo para que Alfred gostasse dela e ele só tinha olhos para a Ivy, que só tem olhos para Jimmy, que tem olhos para todas. Um verdadeiro samba do criado doido. Agora que o Alfred foi embora trabalhar no Ritz ela vai ter a chance de superar e tentar aprender a lidar melhor com o amor, pois ela pode conseguir ficar com quem quiser, e não precisa ficar implorando pela atenção de alguém que nem ao menos presta atenção nela.
Agora no andar de cima de Downton: Edith está em uma situação desesperadora. Michael desapareceu e ninguém consegue encontrá-lo. E parar piorar ainda mais as coisas ela descobriu que está grávida, e não há nenhum sinal do pai. A filha de um conde grávida fora do casamento e com o pai desaparecido. Ela não poderia estar mais enrascada. Pobre Edith, outra que não acerta uma. Primeiro é abandonada no altar, agora engravida fora do casamento e aparentemente também é abandonada. Será que ela está fadada a ficar sozinha pra sempre?
Mary está tendo que aprender a lidar com o casamento de Tony com a famosa Srta. Lane Fox e seguir em frente, apesar de ele ser sua chance perfeita de felicidade. Claro que ela não estava 100% pronta para outro relacionamento, mas não quer dizer que ela não gostaria de ter alguém que quisesse ficar com ela, sensação que ela não tinha há muito tempo. Mas parece que ainda há pretendentes para ela. Evelyn Napier está visitando Downton para auxiliar na situação econômica da propriedade, e ele e Mary sempre flertaram, mas é bem difícil que os dois realmente fiquem juntos. O que não se pode dizer o mesmo do amigo de Napier, Charles Blake, seu parceiro na empreitada e que tem visões bem diferentes de Mary quanto ao futuro de Downton. Os dois se desentenderam logo na primeira vez que se encontraram, e estão se alfinetando desde então, e nós sabemos que quando duas pessoas se desentendem demais é bem provável que um dia elas acabem juntas. Claro que pode ser que não dê em nada, mas seria interessante ver Mary se relacionar com alguém que pensa tão diferente dela.
Violet e Isobel voltaram a sua relação habitual de amigas que estão sempre discutindo. As duas estavam bem dóceis uma com a outra desde a morte de Matthew, e Isobel estava sem forças para ser a Isobel de sempre, mas agora que ela voltou a ser como era antes e voltou a lutar por suas causas idealista – que são completamente diferentes dos ideias de Violet – as duas estão a todo vapor, discutindo intensamente. O último motivo das brigas das duas foi Pegg, o novo jardineiro que Isobel arranjou para Violet, que segundo Violet era um ladrão e havia roubado dois items valiosos de sua sala. Foi muito bom ver as duas se engalfinhado como nos velhos tempos. Claro que as duas se adoram, mas elas nunca iriam admitir isso, e por isso é tão divertido acompanhar essa amizade tão diferente.
E pra terminar, Jack Ross chegou em Downton para deixar todos impressionados. O primeiro personagem negro da série já chegou fazendo barulho, literalmente, pois Rose o convidou para cantar na festa de aniversário de Robert. E claro que os dois não perderiam a oportunidade de se “conhecer melhor”, se é que vocês me entendem. Rose já estava encantada com ele desde o incidente no clube de Londres, e pelo que tudo indica eles ainda terão um longo caso pela frente, que vai ser muito interessante de assistir, pois além de ser o affair mais polêmico da história de Downton os dois tem muito em comum. Quem sabe ele não será o grande amor de Rose, que irá sossegar a moça? Vamos torcer muito que seja.
Quais emoções nos aguardam no final desta que está sendo uma das melhores temporadas de Downton Abbey? Claro que ainda não chegou ao nível da segunda, que foi uma obra prima, mas tudo depende da season finale, que tem tudo para ser a mais emocionante da história da série.
Grey’s Anatomy – Thriller
05/11/2013, 17:47.
Mariela Assmann
Reviews
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Que delicinha esse episódio de Halloween, gente! Adorei. E aquela impressão de que a temática “quero ficar com medinho” da semana acabaria fazendo com que o episódio fosse um filler não se confirmou. Apesar de “diferente”, o episódio seguiu desenvolvendo as tramas da temporada. E com bastante competência – apesar de ter me deixado bastante nervosa.
Sim, nervosa com a trama Mer-Yang. Eu continuo acreditando que Shonda não vai ser louca de fazer Cristina sair da série rompida/brigada/estremecida com Mer. Mas fiquei nervosona com o andar da carruagem – já que estamos falando de abóboras -, já que Cristina definitivamente não está (se) ajudando.
O x da questão é que Yang está se sentindo deslocada. E essa sensação de não pertencimento tem crescido episódio após episódio. O maior problema é que o exílio da cardiologista é (quase que totalmente) auto imposto. Apesar de Mer estar dando algumas mancadinhas – ela deveria ter chamado Yang pra festa, apesar de saber que sua person não aprecia essas festinhas familiares -, Yang está estragando suas chances de voltar a ver o GSMH como um lar. Fiquei chateadona quando ela largou os cupcakes e foi embora. Sim, ela ficaria deslocada na festinha. Mas como ela mesma disse, ela ama os bebês de Meredith. E mais, ela ama Meredith, e quer voltar a ter aquela sensação de conhecer os pensamentos da amiga. E pra que isso aconteça, é necessário ela se jogue de cabeça nessa nova fase da Mer. Agora ela é mãe. E a coisa mais importante de sua vida é sua família. Para seguir sendo parte importante da vida da amiga, Yang precisa aceitar isso. De peito aberto.
Eu, particularmente, acho que as grandes amizades permanecem apesar das diferenças. E é por isso que sigo crendo que logo Mer e Yang contornarão esse momento nebuloso e voltarão a ser as gêmeas esquisitas. Mesmo com as crianças e as cirurgias “entre” elas. Shonda, confio em você. Não me decepcione.
Outra história que evoluiu foi a da convalescença de Weber. Estou bipolar em relação à ela, a propósito. Se em alguns episódios adoro Richard, noutros eu o odeio. E nesse episódio não fiquei muito satisfeita com as atitudes do Chief. Mas aí eu parei para refletir sobre o que significa ele ter “demitido” Bailey e cheguei a conclusão que ele está… certo! Muito embora ele tenha sido um pouco duro e amargurado ao dizer que só resta pra ele ensinar, é bem verdade que Miranda super-protege o paciente, em razão do vínculo emocional que tem com ele. E essa super-proteção só tem resultados ruins, como bem acompanhamos na questão “colocar ou não colocar a sonda”.
Fiquei feliz que Weber assumiu o erro e pediu desculpas à Mer. E mais feliz ainda que ele continua com a veia professor ressaltada. Toda ajuda é bem vinda para que os residentes se destaquem. E eles estão conseguindo, aos poucos.
Steph tem funcionado bem (pelo menos para mim) tanto nas tramas médicas quanto nas amorosas. Gosto de ver Jackson com ela, o relacionamento deles é fofo e os transforma em pessoas (ou pelo menos personagens) melhores. Ou seja, win win. Foi engraçado ver ela enxergando mal e surtando com a possibilidade de ficar cega por que resolveu voltar ao hospital antes da hora. Me lembrou os tempos nos quais nosso quinteto querido vomitava pelos corredores do Seattle Grace só pra não perder boas cirurgias.
Shane é outro que está tendo plots bacanas. A história dele com a senhorinha de olhos amedrontadores funcionou bem – e casou com o espírito Dia das Bruxas -, e é até meio romântico ver ele tentando ser um médico melhor em “homenagem” à Heather. Sem contar que ele tem ganhado pontos semanais com Yang, e seu caminho como substituto da cardiologista começa a ficar meio evidente.
Leah também tem uma trama pra chamar de sua. E nesse episódio vimos a moça tentando ser menos neurótica e mais tranquila em relação ao seu “relacionamento” com Arizona. E nem a possibilidade de ter contraído HIV fez com que ela desse uma de amante surtada. Aliás, sei que serei apedrejada na rua, mas não acho que as duas funcionem mal como casal. Parece que Arizona estava mais… humana nesse episódio. Claro, acho muito cedo pra Arizona ficar baixando as calças pra todas que aparecem, mas acho que ter Leah por perto faz bem para Robbins. Espero que ela comece a perdoar o mundo e volte a ser a pediatra de patins que aprendemos a amar.
Jo continua na sua saga em busca da amabilidade de Alex. E ela conseguiu domar a fera com bastante competência – e umas dicas muito bem vindas de Mer. Achei o caso pediátrico bem interessante, e mexeu bem com essa coisa de pais “incompetentes” (apesar de ter culpado o Brasil pelos problemas de adrenalina da garotinha). Alex está amargurado e sofrendo, já que está revivendo todo o sofrimento que passou ao lado do pai. E sabemos que ele não vai demonstrar que está sofrendo (temos que ler isso na raiva dele), então foi bacana ver que Jo não vai desistir fácil assim de ficar ao lado dele. Acho que depois do final do episódio podemos esperar tempos mais felizes para Jolex.
Tempos mais felizes é o que eu desejo, também, para Callie. Eu imagino que eles virão sem Arizona, já que o distanciamento entre as duas é enorme e evidente. Mas não me importo com isso. Só quero ver nossa Orto favorita divando por aí. E não acho que ela precise de um par pra isso. Callie funciona muito bem sozinha, e pode provar que ninguém depende de um “casal” para isso.
Pra finalizar, preciso dizer que fiquei bem chateada com a reação da Bailey às notícias do Ben. Poxa, Miranda? Pra que tanto pelo nesse coraçãozinho? O que aconteceu? Ela descarregou nele a frustração que estava sentindo com a história do Chief. Mancada dela com ele, mais uma vez. Espero que nossa Nazi favorita volte a ser menos mantegona em breve. Tá precisando, pra variar.
Nessa semana vai ao ar Two Against One. Só nos resta esperar por ele para descobrir para onde os caminhos do cotidiano de nossos médicos favoritos irão nos levar. Então, até lá.
P.S.1: Derek está beirando a perfeição sendo o pai mais fofo do mundo. Amo ainda mais.
P.S.2: Bailey Shepherd de abóbora = COISA MAIS AWN DA VIDA!
P.S.3: o caso da senhora que odeia hospitais foi bem bacana. Ele mostrou quão bem Mer e Callie podem trabalhar juntas e o quão boa profissional Meredith é. E, de quebra, ainda propiciou que Sofia fosse à festa vestida de princesa astronauta.
P.S.4: o caso médico do paciente com a síndrome dos órgãos invertidos foi legal pra valer. Deu um clima creepy bem propício ao episódio, e ainda rendeu um belo presente de halloween do Owen (que tá MESMO seguindo adiante) pra Yang. LEGAL!
P.S.5: será que Shane e Yang acabarão dividindo outra coisa que não as mesas de operação? Hmmm.
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