Sleepy Hollow – The Sin Eater

Data/Hora 11/11/2013, 15:40. Autor
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Sleepy Hollow não nos permitiu nem uma boa dose da trama para já entrar no temido e odiado hiatus que, mesmo sendo um dos pequenos, não foi menos frustrante.

Desde que a série começou, não é novidade que Ichabod e o Cavaleiro estão ligados. Pensando nessa ligação e no fato de que o Cavaleiro precisa morrer para o bem da humanidade, era de surpreender que nunca alguém na série havia pensado que matando Ichabod, o vilão morreria junto e tudo se resolveria. Não, eu não torço pela morte de Ichabod, e de fato isso é algo que nem pode acontecer, já que é o protagonista da coisa toda. Entretanto, o fato é que se um morre, o outro morre também, da mesma maneira que voltaram à vida ao mesmo tempo nos dias atuais.

Quem finalmente chegou a tal conclusão brilhante foi – pasmem – a maçonaria! Sim, não bastando ter as lendas urbanas, Sleepy Hollow colocou até a maçonaria no rolo da vez. E, pelo visto, os maçons conhecem muito de feitiçaria, já que bloquearam as visões de Katrina a respeito de seu amado e sabem tudo sobre a vida de Ichabod.

Katrina

Com as visões bloqueadas, a opção foi Katrina ter seu primeiro encontro com Abbie, e manda-la atrás de alguém conhecido como “Devorador de Pecados”, nome este que dá a entender que tal criatura seria uma espécie de Sandman, visto episódios antes, mas que tem o poder de desfazer a ligação com o Cavaleiro. Porém, ao seguir o rastro do tal Devorador de Pecados, que segundo os registros ninguém sabe quem é e encerrou suas atividades misteriosamente há alguns anos, chegaram ao apartamento de um aparentemente inocente velhinho chamado Henry. Impressão de inocente esta que foi mantida até o homem abrir a porta de sua casa e, depois de atormentadamente tentar expulsar Abbie dali, ficou possuído após a mocinha tocá-lo.

Abbie então, sem conseguir tirar Henry de seu cafofo, teve como única opção ir ao resgate de Ichabod, que amigavelmente aceitou ser envenenado pelos maçons e morrer. Não que ele não estivesse certo ao fazê-lo, mas… Estamos falando de Ichabod, que não pode morrer, mas convenceu Abbie que tinha que fazê-lo e – para revolta geral da nação – a moça resolveu apoiá-lo ao invés de jogar o tal veneno no ralo mais próximo.

SinEater

O dia só foi salvo porque Henry resolveu ter um ataque de consciência e correr até onde Ichabod estava, já envenenado e à beira da morte. Henry, que antes tinha a missão de “apenas” separar o sangue do Cavaleiro e de Ichabod, causou complicação maior ao ter que também tirar o veneno do corpo do homem, e eu acredito que não tenha sido a única que esperava uma morte poética do “Devorador de Pecados” após ele realizar o feito.

Por fim, agora que está vulnerável e pode ser morto sem levar Ichabod junto, o Cavaleiro finalmente encontra o lugar onde Ichabod voltou à vida. Ainda não se sabe ao certo para que, ou se o Cavaleiro já sentiu que a ligação foi desfeita, embora provavelmente tenha sentido. Só se sabe que ele não está ali para nada e provavelmente deve estar aprontando algo no túmulo de Ichabod, só nos resta saber o que.

P. S. [1]: Só eu achei tenso o encontro de Abbie e Katrina? Não que o clima entre elas tenha ficado tenso, mas pela dúvida implícita se algum dia Ichabod ficará com Abbie e consequentemente largará de Katrina.

P. S. [2]: Só de terem colocado o cara que fazia o Walter em Fringe para ser o tal do Devorador de Pecados, já dava para imaginar que o homem não seria uma pessoa tão sã.

Haven – William

Data/Hora 11/11/2013, 15:31. Autor
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Ao final de William, nono episódio da série, a pergunta mais insistente, para mim era: por que, afinal, as perturbações existem?

Porque se, em um primeiro momento, descobrir a identidade de Audrey poderia desvendar os mistérios de Haven, depois de William, e supondo que seja verdade que os dois tenham um passado em comum, parece-me que para resolver o mistério das perturbações não bastará saber deste passado.

Confuso?

Até a temporada passada Audrey parecia a salvadora: era a pessoa que melhor compreendia o funcionamento das perturbações e conseguia controlá-las. No final desta mesma temporada, descobrimos que sobre Audrey pairava uma maldição (ou um castigo), já que ela teria que escolher entre salvar a cidade ou Nathan, uma vez que a morte dele resolveria, definitivamente, os problemas de Haven. Portanto, parecia que Haven fora criada em função de Audrey, para que ela, de alguma forma e por algum motivo pudesse compensar seus pecados.  Mas ao final deste episódio, fiquei com a impressão de que Haven, e seus problemas, passaram a existir por causa dela, e não para que ela pudesse se redimir.

Seriam, ela e William, personificação de deuses, de mitos? A referência à cultura Micmac, não pode ser aleatória, nem a fala de William de que gostavam daquele lugar onde ele deixara a caixa. Tanto uma quanto outra referência pressupõe uma ligação histórica com aquele lugar. De que linha temporal ele falava: do mundo ao qual Haven pertence ou daquele para o qual o Celeiro era um portal?

Se Audrey aceitasse a flor, as perturbações iriam embora ou a cidade seria dizimada pela loucura?  Ela se libertaria do ciclo ao qual está presa? Da ausência de memória que torna Haven, aparentemente, indecifrável?

Diante destas perguntas somente uma certeza: Dave estava coberto de razão quando alertou para o perigo que Haven (ou o mundo?) corria se as barreiras que separavam a cidade do Celeiro fossem derrubadas. William me parece a personificação do mal obsessivo. Embora eu sempre tome cuidado ao emitir uma opinião sobre um personagem que, na verdade, pode ser um anti-herói.

A cultura Micmac (tribo indígena nativa da região fronteiriça entre o Maine e o Canadá) fala do Criador (Glooscap), de Luks, um espírito maléfico que se contrapõe ao Criador e Puowini, feiticeira que usa seus poderes contra os Micmacs. Luks e Puowini são elementos desestabilizadores da harmonia que perpassa a criação humana e do elemento vital que contempla todas as criaturas. William e Audrey seriam parte dessa mitologia?  A série estaria flertando com ela?

Possibilidades.

Próximo do final desta temporada, as perguntas vão se acumulando e, sinceramente, espero que algumas delas sejam respondidas nos quatro episódios restantes.

Elementary – The Marchioness

Data/Hora 11/11/2013, 14:41. Autor
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Elementary conquistou uma qualidade narrativa tão linear, os roteiristas encontraram um tom para a série de forma tão acertada, que fica até difícil falar dela toda semana. Em The Marchioness o seriado apresentou um episódio com personagens carismáticos, um caso de polícia inteligente e uma história envolvente, por trás de tudo. Mas isso não é nenhuma novidade. É?

No último capítulo, tivemos uma grata surpresa: a visita do irmão de Sherlock Holmes, Mycroft (Rhys Ifans, de O Espetacular Homem-Aranha), que veio de Londres para abrir um restaurante em Nova Iorque e… pedir a ajuda na resolução de um mistério na vida da ex-namorada (como dizem, quando se trata de família, é sempre o pacote completo).

Holmes, é claro, ficou bastante irritado por ter que ajudar Nigella, a mulher com quem ele dormiu para provar ao irmão que a “então noiva” era mau caráter e só estava interessada no dinheiro dele. Mal sabia Holmes que outra coisa o deixaria ainda mais contrariado: o fato de que Watson dormiu com Mycroft quando eles estiveram na Inglaterra, na estreia da nova temporada! Confesso que, por essa, nem eu esperava…

O Holmes ficou afetadíssimo pela descoberta e isso rendeu “horrores”, com direito até a um interrogatório constrangedor no carro, enquanto davam continuidade no caso (o detive quis saber, inclusive, se o irmão era bom de cama). A gente já acompanhou diversas cenas em que Holmes deixava bastante evidente a importância de Watson na vida dele, mas, ainda assim, fiquei surpresa com o quanto ele ficou incomodado. Em um conversa com a Watson, já em casa, ele falou sobre o relacionamento deles, que funciona bem, falou sobre “intimidade” e, então, achei que ele fosse se declarar para ela – e ainda estou em dúvida se ele não o fez muito discretamente.

A Watson, por sua vez, segue como uma mulher firme e decidida, sem fraquejar diante do Holmes. Acho que, se o detetive nutre alguma paixão por ela, esse sentimento não é correspondido. Ela está mesmo interessada no irmão dele… e isso daria um triângulo delicioso, não? Imaginem, Holmes admite que gosta dela (nem que for para ele mesmo), mas ela investe no romance com Mycroft. Holmes ficaria impossível numa situação dessas… maravilha!

Quanto ao caso policial da semana, ele foi inteligente, gostei que exploraram algo não tão recorrente e que envolvia muitas artimanhas para ser executado: falsificar as impressões digitais – no caso, o culpado usava a mão esquartejada de uma vítima passada para não ter suas digitais reconhecidas, mas já vi histórias em que o assassino usava ácido para alterar os pequenos “desenhos” de seus dedos. E, nossa, como americano gosta de falar de cavalos!

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Mas, enfim, adorei o episódio por completo, do começo ao fim. O Mycroft é um personagem extremamente carismático e provoca reações no Holmes que são sempre interessantes de acompanhar – nada melhor do que ser criado ali um bromance com irmãos de verdade, não? Todo mundo que tem um irmão se identifica, de alguma forma, com qualquer história de irmãos, porque ser irmão é assim, um cotidiano de diversos clichês. Talvez porque amar seja assim. E, consequentemente, a história deles não se trata de outra coisa senão o perdão (aí, vem outro clichê, “amar é perdoar” e Elementary mostra que sim). Espero que o Mycroft (que perdoou a ex-namorada de forma tão bonita) se torne um personagem recorrente na série, pois quero ver como a amizade desses dois irmãos irá se desenvolver – bem como a relação dos dois com a Watson, cada um de sua maneira (ou da mesma maneira, nunca se sabe…). Agora que Mycroft comprou um restaurante em Nova Iorque, acho que podemos ser esperançosos em relação a isso. Tão linda e envolvente quanto o enredo todo, só a música que embalou a cena final, em que os dois irmãos dividiam um café no balcão do restaurante. Café, Nova Iorque, boa música. Dá uma vontade de entrar na tela e viver uma vida assim, não dá? Infelizmente, não consegui descobrir qual era a canção. Aparentemente, é de uma banda de Portland, OR (amo essa cidade, Grimm feelings) chamada AgesandAges. Se alguém souber, diz aí, para a gente poder apertar o play e tentar sentir um pouquinho do que os irmãos Holmes vivenciaram naquela cena. Simples assim.

Dracula – Goblin Merchant Men

Data/Hora 11/11/2013, 13:38. Autor
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Dracula foi uma dessas séries que esperei tanto, mas tanto mesmo, para estrear, que, no matter what, eu queria ser otimista em relação a ela, acreditar que as coisas iriam melhorar. Pois bem, depois de um segundo episódio bastante superior ao primeiro, em seu terceiro capítulo, Dracula voltou a ser uma série… medíocre.

Segundo o dicionário Michaelis,

Medíocre: adj (lat mediocre) 1 Médio ou mediano. 2 Meão. 3 Que está entre bom e mau. 4 Que está entre pequeno e grande.”. É exatamente assim que a série é.

O terceiro episódio começou com uma cena de flashback na qual pudemos compreender o que aconteceu realmente com Vlad Tepes. Por algum motivo, ainda desconhecido, ele foi condenado pela Ordem do Dragão, que, além de queimar a mulher dele viva, ainda o condenou com a imortalidade, ao fazê-lo beber sangue (The blood is the life). Essa passagem foi um pouco parecida com o filme do Coppola, bem como o fato de a mulher dele, Ilona, “reencarnar” em Mina (Winona Ryder na versão cinematográfica). O livro não menciona a esposa do Conde Drácula.

Voltando à série, Van Helsing fica sabendo que Lady Jayne procura a cura para os videntes e corre contar para Drácula, a fim de bolar um plano para detê-los. Assistir à cena toda é quase bizarro; VAN HELSING correndo contar as coisas para o DRÁCULA? Esse mundo está muito errado. No começo, achei que fosse surgir um bromance aí, mas, por enquanto, não é o caso, não, e tudo parece bastante esquisito.

Outra coisa estranha: Lucy levou Mina para badalar e curar a dor de cotovelo que sentia desde a briga com Harker (que estava menos insosso nesse episódio). Em uma cena em que Lucy fica olhando Mina dormir, deu a impressão de que a loira espevitada tem sentimentos ocultos pela amiga – o que também é inadmissível considerando a história original.

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Mina, por sua vez, que é uma mulher tão inteligente, parecia estar com as faculdades afetadas desde o rompimento amoroso. Ao chegar em casa depois de uma festa, ela se deparou com um buquê de flores e um cartão. Ao ler “Quando se trata de sonhos, você pode até hesitar, mas a única maneira de falhar é abandoná-los”, ela não descobriu que a surpresa vinha de Drácula. Forçou, né, amiga?

O Jonathan Rhys Meyers passou o episódio inteiro bancando o vampiro de coração partido. Primeiro, por causa de Mina – que ele, inclusive, ajudou a fazer as pazes com o Harker (como-assim, sociedade???!) -, depois, por causa dos videntes, que estavam aprisionados no palácio da Lady Jayne – ele voltou para a cama com ela chorando (isso mesmo, Drácula CHORANDO). Daqui a pouco, ele vai ligar para o Edward Cullen e pedir uns conselhos amorosos.

Não bastasse esse sentimentalismo todo, ainda soubemos que Drácula toma uma VACINA para ficar pouco mais de três minutos ao sol. Desculpa tantas palavras em caixa alta, mas estou histérica com essas mudanças todas. Minha histeria só cessou quando precisei parar e rir do Drácula dizendo “Três minutos?! Isso só me dá tempo de tomar uma xícara de chá antes de pegar fogo”. De fato.

Olha, sinceramente, o Drácula está muito bom moço para ser aquele vampiro criado pelo Bram Stoker (que “fez” aniversário essa semana). No final do episódio, o personagem mesmo admitiu que estava surpreso com sua bondade (se ele está surpreso, imagine a gente…). Até o Van Helsing está mais “durão” que esse vampiro chorão! De verdade, tem horas que o Drácula mais parece um bêbado, sem nenhuma lucidez, tentando se livrar das próprias mágoas, do que um vampiro secular, sem sentimentos, que calcula muito bem seus passos e quase não falha (…se não fosse no último capítulo do livro).

A julgar pelo preview do próximo episódio, Drácula será obrigado a colocar suas vilanias em prática para manter-se anônimo. Assim espero! Apesar de ter me preocupado em destacar os pontos negativos da série aqui, ainda sinto prazer em assisti-la. Não sei se isso se deve ao fato de eu ser muito fã do JRM, se é porque os atores são muito bons ou se é pelos cenários e figurinos lindos. A verdade é que, ainda que não seja uma obra-prima, Dracula não é exatamente um lixo, dá para encarar. Na minha opinião, um dos erros foi contratar um cara estreante na TV para escrever o roteiro. Pelo que pesquisei, o Cole Haddon escreveu algumas HQs que fizeram sucesso entre o público, mas nunca tinha feito nada para a TV – e, mesmo no mundo das HQs, ele é novato. Ou seja, contratar alguém sem experiência para escrever um projeto do tamanho de Dracula, que não é outra coisa senão pretensioso, pode ser um erro fatal.

A série segue caindo em índices de audiência nos Estados Unidos e pode ser que não dure mais do que uma temporada. O JRM já disse que não enxerga a série além de dois anos, acha que não tem história para isso. Pelo que vimos até agora, talvez o enredo não renda mais do que uma temporada. Além disso, pode se transformar em um grande (hashtag) mimimi.

Parenthood – Speaking of Baggage

Data/Hora 10/11/2013, 13:33. Autor
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Drew finalmente experimentando a vida de faculdade ao seu máximo!Mas ele é tão bonzinho e fofinho que às vezes acho que ele não vai aguentar. Ainda mais com Natalie “Joni Mitchell” brincando com ele desse jeito. O que eu gosto dessa trama é que os papéis estão invertidos, normalmente a garota quer namorar e o garoto quer só curtir. Aqui é o contrário e o mais legal é que isso não é um problema, não é o foco. É assim, na minha opinião, que se alcança a igualdade entre os sexos. Espero realmente que isso não vire um problema nos próximos episódios, seria decepcionante para mim.

E alguém aí ainda lembrava que a Amber trabalhava no estúdio? Porque pelos últimos episódios eu achei que a nova função dela era só ser noiva do Ryan. Adorei ela voltando a ser ela mesma, resolvendo problemas no estúdio e lidando com os músicos. Quem parece não ter gostado muito foi o Ryan. E foi só Sarah dar espaço para Amber que ela mesma começou a perceber que talvez casar com Ryan não seja a melhor ideia agora.

Falando de Sarah, foi bom ela deixar de se preocupar tanto com a vida amorosa da Amber e lidar um pouco com a dela. Tudo bem que precisou de um certo empurrão de Max, mas já estava na hora dela ter uma conversa com o Hank. Devo dizer que me decepcionei um pouco e achei que teríamos mais emoção, com pelo menos algum indício de declaração de Hank. Quem sabe não é algo guardado para os próximos episódios? Mas desde o começo da temporada sinto que essa história está em aberto, esperando um espaço para entrar.

Eu achando o tempo todo que a Pete é que teria um papel fundamental na crise do casal Julia e Joel e aparentemente o bode expiatório será Ed, o novo amigo de Julia. Mas acho que está bem claro — e acho que até já disse aqui mais de uma vez — que o problema é mesmo o fato de Julia estar extremamente infeliz no papel de dona de casa. Espero que ela perceba isso antes de ter um caso com Ed. Realmente torço para não chegar a esse ponto, gosto muito de Julia e Joel.

E Max sempre me divertindo! O diálogo dele com Hank foi demais. E eu gosto muito como a série torna algumas colocações de Max engraçadas sem transformá-lo em algo caricato. A dificuldade dele em entender emoções e relações humanas sempre resulta em comentários muito bons da parte dele e que ajudam a trama a se desenrolar, como nesse caso com Hank e Sarah. O bonito é que eles são normalmente acompanhados de um crescimento de Max que se esforça para entender e desvendar o mundo ao seu redor. Max está sempre lutando para sair do seu mundo, onde convenhamos, é tudo mais simples. E ele está conseguindo, a evolução desde a primeira temporada é bem clara e Max Burkholder faz um ótimo trabalho na minha opinião.

Mas, será que Zeek sobreviverá sem Camille? Ou melhor, será que Camille sobreviverá sem cuidar de Zeek? Não entendi porque ela não explicou para os filhos no jantar que queria viajar, conhecer o mundo e ser um pouco independente. Deixar todo mundo se perguntando sobre o porquê de Zeek não viajar com ela me pareceu pior. A única que entendeu mesmo foi Julia, já que foi a única com quem Camille conversou a respeito. De toda forma Camille foi e tenho certeza de que ambos estarão mudados quando ela voltar. Buon viaggio, Camille! não vejo a hora de descobrir o que vai acontecer quando você voltar!

Downton Abbey – Series 4, Episode 7

Data/Hora 10/11/2013, 13:14. Autor
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Downton Abbey entregou um episódio simplesmente genial. O melhor da temporada até agora, o que nos deixa mais do que ansiosos para saber como será a season finale, que promete superar esse último episódio. Sem mais delongas, vamos comentar sobre esse episódio fantástico.

Edith está se tornando uma personagem extremamente bem desenvolvida nessa temporada. Ela sempre teve bons momentos, mas nunca um destaque realmente importante na história. Mas nessa temporada eu ouso dizer que ela está sendo uma da mais interessantes de acompanhar na série com seu drama do desaparecimento de Michael e sua repentina gravidez. O mais legal é que esse plot ainda promete grandes cenas pela frente, pois pelo que vimos nesse episódio, ela quase fez um aborto, mas decidiu manter a gravidez. Mas o que será desse bebê? Pelo que vimos na promo do próximo episódio é possível que ela dê o bebê para uma das famílias inquilinas da propriedade, mas não dá pra saber com certeza. Essa história ainda irá proporcionar muitas emoções, ainda mais que ainda não se sabe nada do paradeiro de Michael. Detalhe: eu não esperava aquela atitude tão solidária de Rosamund para com o problema de Edith. Pra mim ela seria a primeira a desprezar a sobrinha. Fiquei realmente surpreendido. Pelo menos com isso eu não acho ela tão chata e esnobe quanto antes.

Mary nunca esteve tão disputada.  Três Gentlemen estão de olho nela, uns mais do que outros, mas o que importa é que ela tem a atenção de todos. Pra quem achava que nunca mais iria experimentar o amor, Mary está bem servida. Evelyn está nitidamente apaixonado por ela, Charles aos poucos está se deixando levar pelos charmes da moça, e pra completar Tony está de volta, dando uma passada em Downton enquanto viaja para Inverness, na Escócia. É claro que sabemos que de todos esses candidatos Tony é o mais próximo de conseguir o coração de Mary, mas como ele está casado com a Srta. Lane Fox, isso não será possível – pelo menos por enquanto. E então, qual dos três será o sortudo que conseguirá ficar com Lady Mary Crawley? Até pouco tempo minhas apostas estavam todas em Tony, mas nesse episódio vimos que a relação entre Mary e Charles está melhorando bastante e os dois estão começando a se encantar um pelo outro (a cena dos dois dando água pros porcos é uma das cenas mais fofas e divertidas de toda a série, depois daquela cena ficou impossível não shippar os dois). Vamos ver qual será o resultado desse quadrado amoroso.

A amizade de Violet e Isobel está cada vez mais forte. Violet teve uma crise de bronquite e teve que ficar de cama. Isobel, que foi enfermeira na juventude e é sempre uma mulher pró-ativa, resolveu cuidar dela e prevenir que a bronquite não se tornasse uma pneumonia. Ela esteve do lado de Violet cuidando dela durante todo o tempo, sem nem ao menos parar para descansar ou sequer tomar um banho. Sem dúvida nenhuma foi o ato de amizade mais significativo que Isobel teve para com Violet, e Violet, mesmo com resistência, reconheceu isso e fez questão de manter a amiga por perto mesmo depois de ter melhorado, jogando cartas a noite toda. Foi um dos momentos mais bonitos da série, ver como a amizade das duas evoluiu. Mas é claro que Violet não dará folga a Isobel de seus comentários sarcásticos. A mudança é boa, mas não vamos exagerar, não é?

Pra fechar os comentários sobre o andar de cima de Downton, Rose parece estar realmente apaixonada por Jack, o sedutor cantor de Jazz.  Os dois estão tendo encontros apaixonados em Londres, e Rose está disposta assumir seu romance com o rapaz. Isso é muito animador pois será o romance mais polêmico da história de Downton Abbey (pelo menos às claras, pois os casos de Thomas com outros rapazes não são comentados, apesar de todos saberem), e promete cenas quentíssimas entre o elenco. E pensar que a Rose começou como uma menina mimada e inconsequente que não acrescentava quase nada à trama. Ela continua mimada e inconsequente, mas está muito mais interessante e bem desenvolvida como personagem. Mais um ponto para o brilhante Julian Fellowes, que só aumenta a qualidade dessa série fantástica.

No andar de baixo de Downton, o desprezível do Sr. Green está de volta, por causa da visita de Tony, seu patrão. Ele está se provando ser ainda mais sádico e inescrupuloso do que antes, agindo com a maior naturalidade perto de Anna como se nada tivesse acontecido e sem o menor vestígio de culpa. Anna não sabe o que fazer, Bates está com fúria nos olhos e Sra. Hughes também não está nem um pouco contente. Como sabemos, Bates tem quase certeza de que foi ele, e as chances de ele fazer uma besteira são gigantescas. Eu estou na torcida para que essa situação se resolva da melhor maneira possível, pois Bates e Anna já sofreram o suficiente por uma vida toda, e mais uma tragédia iria acabar com os dois.

Agora sobre o triângulo amoroso Alfred, Daisy e Ivy: a confusão entre os três está ficando um pouco cansativa. Daisy e Ivy ficam se engalfinhando como duas adolescentes brigando por um rapaz, sendo que Ivy nem é apaixonada por Alfred – pelo menos não da forma como Daisy sempre foi – e Alfred agindo como se nada estivesse acontecendo entre as duas. Bom, fica difícil de acreditar que ele realmente não percebe a confusão que ele causa entre as duas. Nessa temporada brilhantemente desenvolvida esse provavelmente é o único problema, mas nada que seja considerado um defeito e que prejudique a qualidade do episódio e da temporada, Ainda assim, torço para que isso seja resolvido logo e as histórias de amor da cozinha de Downton fiquem mais interessantes, coisa que já foram nas temporadas anteriores.

Repetindo, se esse episódio foi espetacular, a season finale vai ser espetacularmente espetacular, talvez a melhor de toda a história da série. E é o que nós queremos, uma season finale perfeita e um especial de Natal mais perfeito ainda. Keep rocking Downton!

Person of Interest – The Perfect Mark

Data/Hora 08/11/2013, 10:09. Autor
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Gente que nunca está satisfeita. Essa sou eu! Nunca pensei que diria isso, mas senti falta da Shaw. Achei que ela apareceu de menos. Qual a medida certa? Não tenho a mínima idéia. Mas gostei da parceira dela com a Root. Quem sabe? Faltou também um pouco mais do Fusco e (por que não?) um pouco mais de Elias.

Embora o episódio tenha focado na lavagem de dinheiro feita pela HR, e com isso recolocado a entidade criminosa em foco, foram os instantes finais que mais me chamaram a atenção, pois me parece que Root está certa: a Máquina não a recrutou por acaso. E a pergunta que me faço é: qual a reação que ela terá com a ausência de Root?

Parece-me que Root estava certa também quanto à motivação de Finch para aprisioná-la. Talvez não seja ciúme, mas com certeza não pode ser somente a desculpa de que ela é perigosa, pois, se pensarmos por aí, Shaw também o é. Na verdade Root é um incômodo por que não pode ser controlada, nem por Finch, nem por Reese, nem por Shaw. A não ser que ela se proponha a sê-lo. E ela somente se deixa controlar pela Máquina.

O que incomoda é sua devoção e a reciprocidade em atenção e confiança que parece receber em troca. Se pensarmos bem, a Máquina criou um canal de acesso para se comunicar com ela. E, em relação a Finch, a criatura superou o criador e isto pode ser inúmeras coisas: incompreensível, impossível, impensável, ou…inaceitável. Porque, então, o controle escaparia às mãos e à compreensão humanas.

As diversas perguntas que envolvem as recentes ações da Máquina pressupõem um salto no escuro, que instala um conflito entre racionalidade e fé. Finch e Root.  Este, talvez, seja um conflito a ser explorado pela série.

Por outro lado, mais um episódio com uma convergência na ação. Desta vez, sem a interferência direta da Máquina. De um lado Reese e Shaw tentando proteger o dono do CPF da vez e, de outro, Carter investigando a HR. E justamente quando eu estava me acostumando com Laskey e ele percebendo os reais interesses da HR, é pego no fogo cruzado entre Carter e Terney.

Talvez a morte de Laskey possa ser emblemática para se pensar algumas possibilidades para a série. O despertar da ingenuidade sendo recompensado com a morte. Talvez a Máquina tenha evoluído a tal ponto que não lhe baste identificar o perigo, mas lhe seja necessário eliminá-lo, e na sua onisciência, tenha decidido que seu papel é maior do que o de simples coadjuvante. Mas essa é apenas uma possibilidade. Assim como novas ações dos Vigilantes.

O próximo passo deve ser o conflito com a HR, já que, aparentemente, Carter descobriu o chefe da entidade criminosa. Mas não chegamos nem à metade desta temporada e, no ritmo acelerado de Person of Interest, é perfeitamente plausível se pensar que os personagens irão trafegar (como o foram na primeira e segunda temporadas) por tramas mais sutis e menos óbvias do que a simples resolução de casos adequados ao seu argumento central. E (quem sabe?) aumentar a complexidade de suas tramas paralelas.

No sétimo episódio desta temporada, faço meu ato de contrição. Person of Interest volta, episódio após episódio, a ser a série pela qual me apaixonei.

Homeland – Still Positive

Data/Hora 08/11/2013, 09:00. Autor
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Paciência, talvez, é o sentimento que pode melhor ser relacionado à terceira temporada de Homeland. A série (que não quer ter opinião formada sobre tudo – foi péssima, mas eu vou deixar) sofreu uma metamorfose completa. E como já dito em uma review anterior, a única certeza que ainda assistimos o tão renomado seriado da Showtime são os personagens que (praticamente) continuam os mesmos. E Still Positive retrata bem o quanto a série mudou.

Por toda a temporada, que já está na metade, esperei pacienciosa por um episódio que pudesse fazer as inconsistências parecem bobagens – assim como na segunda temporada. Porém, a sensação que algo (ou tudo) estava fora do lugar sempre se faz presente ao assistir aos episódios. Portanto, como um teste, tentei assistir Homeland com novos olhos. É hora de parar de tentar enxergar a série com o mesmo nível de inteligência que havia na primeira temporada e simplesmente reinvestir apenas no drama e na história. Porque assistir seriados sempre no ponto de vista crítico é fantástico, mas perigoso, particularmente se você perder um pouco a fé na capacidade das tramas elaboradas que o seriado um dia foi capaz de criar. Olhar Homeland de uma maneira diferente permitiu uma breve reconexão com a série. Mesmo que ainda seja um pouco decepcionante, porque um dia fora tão genial.

E mais uma vez Nicholas Brody não está presente. O menor tempo em tela do personagem seria compreensível tendo em vista sua atual situação. Mas precisava ser tão pouco assim? A falta do ruivo é perigosa, a série parece em vários momentos perdida por não ter um dos pilares de sua edificação sendo parte atuante dos plots da temporada. Contudo, a falta de um gerou oportunidade para outro personagem ganhar mais destaque, e vemos Saul Berenson crescendo cada vez mais como a contraparte de Carrie Mathison. Fico imaginando se essa “substituição” é necessária apenas para o desenvolvimento do personagem de Mandy Patinkin, ou se o caso mesmo é de substituição permanente. O ator está lidando bem com a nova posição de seu personagem. E em Still Positive, Saul enfrenta um daqueles dias nos quais pensamos “Por que eu acordei hoje mesmo?” (só que multiplicado por questões de “segurança nacional”). E Patinkin, com a ajuda da direção consistente de Glatter, representa muito bem os estágios que Saul enfrentou no episódio, suprimindo sua raiva. Descobrir que sua mulher tem outro? Tudo bem. Sua agente é obrigada a mudar na última hora o plano? Certo. Mesmo assim o plano dá errado e duas mulheres inocentes acabam morrendo? É hora de se manter calmo e seguir o protocolo. Mas quando Javadi está à sua frente, toda a raiva explode e Saul o derruba com um soco.

Homeland - Still Positive 2

O nome do episódio, Still Positive, vem de uma cena na qual vemos Carrie fazer um teste de gravidez e guardar em uma gaveta junto com muitos outros. Pois é, piá, Carrie está grávida. E a impressão que se tem é que essa decisão foi tomada pelos escritores em um momento de desespero. Fazer isso com Carrie não faz sentido e ainda tira também (mais) o sentido do período que ela ficou internada na ala psiquiátrica. Mas tudo bem, não há como mentir que uma Carrie grávida proporcionaria umas cenas interessantes – como a cena com neto de Javadi.

Revelações sobre outros personagens a parte, esse episódio foi a representação do dia ruim de Saul, todos os acontecimentos afetando o eterno Inigo Montoya. Principalmente em relação à Javadi, particularmente a sequência aterrorizante e brutal onde ele invade a casa de seu filho, matando sua nora e sua ex-esposa da pior maneira possível. Acredito que nada tão violento tenha sido encenado no seriado antes, tudo para deixar claro para os telespectadores que Javadi é pior que o monstro – e que estava sendo montado nos últimos episódios.

Com um bom roteiro escrito por Alexander Cary e Barbara Hall, e uma direção agradável de Lesli Linka Glatter, Still Positive foi um episódio em que foi possível se entregar à narrativa durante alguns momentos. O episódio foi (quase) capaz de misturar todas as storylines pessoais e as de espião. Até mesmo a storyline de Dana deu uma melhorada agora que as desventuras em série do casal apaixonado parece ter acabado de vez. Ainda assim, o episódio trouxe mais uma história que foi capaz de me tirar do transe de “ver a série com novos olhos”, e criar mais uma preocupação que se soma a outras que se tornaram recorrentes desde o início dessa temporada. Mas também é preciso dizer que esse episódio foi o primeiro que se desenrolou razoavelmente bem esse ano. E em outro “porém”, ainda não me atrevo a apostar quanto ao futuro da série, seja ele bom ou ruim. Pelo menos, depois desse último episódio, ela parece apontar para um caminho que me parece um pouco mais interessante de assistir.

The Crazy Ones – Hugging the Now

Data/Hora 08/11/2013, 08:30. Autor
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Hugging the Now, o sexto episódio de The Crazy Ones, foi perfeito em todos os sentidos. Engraçado e terno ao mesmo tempo, abusou dos pontos fortes da turma da Roberts & Roberts, e é mais do que merecedor da nota máxima, provando com louvor, enfim, a que a série veio.

A primeira mudança significativa foi que, pela primeira vez desde a estreia da série, não tivemos um episódio dividido em dois arcos, separando seus personagens: todo o elenco trabalhou junto no desenrolar do episódio, e – meu Deus! – como isso funcionou bem! Até mesmo Robin Williams estava na medida certa, com um tempo significativamente menor de tela, o que evitou as suas já exaustivamente discutidas atuações caricatas, trejeitos e exageros.

“Coloque pimenta no piu-piu do vovô.” – Simon

Já nos primeiros minutos fomos presenteados com toda a equipe da Roberts & Roberts reunida na agência, tentando – com a inestimável ajuda de um coral gospel (!) – vender sua campanha para o Paratis, uma pilulazinha verde para disfunção erétil. Ou seja: uma versão genérica – e verde – do Viagra. E desta vez, as piadinhas de cunho sexual também foram certeiras e sem qualquer resquício de vergonha alheia. Todos os personagens foram utilizados de maneira inteligente, e o resultado foi engraçadíssimo. Sydney apresentou a campanha, enquanto Simon se passou pelo “homem branco de 60 anos com problemas na cama”. Ri alto com aquela combinação bizarríssima do Andrew lendo os efeitos colaterais e contraindicações da medicação – “em caso de ereção superior a 4 horas, procure um médico” –, enquanto Simon e o coral interagiam em diálogos/versos completamente nonsense sobre o assunto – “Dê um tempo à garota!”.

Em seguida, ficamos sabendo que Simon foi, mais uma vez, indicado ao “Impact Award”, que premia os publicitários mais criativos do ano. Gargalhei com Simon treinando seu “discurso da vitória” e agradecendo os “mineiros chilenos e o marido de Hilary Swank”.

“Você não é só uma assistente. Você é uma mulher forte e poderosa, que fez uma garota se borrar.” – Simon

Concordo, Simon. A cena com Lauren não ficou atrás, e a personagem mostrou novamente sua faceta meio psicopata (quem não lembra de seus poemas assustadores?). Aparentemente, Lauren tem planos de envenenar Simon e se aproveitar do momento de luto e instabilidade emocional de Sydney para tomar as rédeas da agência. Uau.

Mas nem só de loucuras vive a nossa querida assistente. Em um raro momento sério de Simon, em que ele se sente velho, ultrapassado, e decide que quer ganhar o prêmio para se sentir relevante e parte do presente, Lauren dá uma brilhante ideia ao publicitário, sugerindo que ele faça o que sabe fazer de melhor para conquistar este objetivo: uma campanha pelo prêmio. Sua ideia de transformar Simon em um super-herói, mostrando os nomes de todos os seus clientes foi nada menos que genial. Será que agora Lauren conseguirá mais espaço na série? O cargo de assistente está ficando pequeno para ela!

“Se você fosse mulher, eu ficaria muito atraído por você” – Zach

Enquanto isso, Sydney fica visivelmente desconcertada e nostálgica ao descobrir que Josh Hayes, sua paixão platônica nos tempos do colégio, é o principal concorrente de seu pai na corrida pelo prêmio. E eis que no coquetel proporcionado por Simon, eles se reencontram e – vejam só! – o moço fala tudo o que Syd queria ter ouvido há 18 anos, e ela se entrega a um love affair com sua ex-paixão platônica, com direito a maratonas de Bones e elogios rasgados a David Boreanaz (Clara, é você?). Aliás, as inúmeras referências à cultura pop (inclusive – e principalmente! – à Buffy) tem se mostrado um ponto forte da série.

O problema foi Syd ter se deixado envolver demais pelo moço. Apaixonada, ela acabou abrindo para Josh todos os planos e estratégias de seu pai para ganhar o prêmio – e ainda pôs a culpa em uma combinação de 8 horas de Bones com vinho. O resultado? Josh tomou posse de todas elas, arruinando as chances de Simon de conquistá-lo. A raiva foi tanta que Syd não hesitou em ir à agência dele para tirar satisfações em alto e bom som. Em meio às exclamações e aos berros de “você não merece ser o pai do Taylor e da Jayden” e “Bones foi uma mentira?”, quem diria que Sarah Michelle Gellar teria tanto talento para comédia física? Impossível não rir da cena em que ela sai da sala de Josh tropeçando em seus próprios pés, com um dos saltos quebrados.

“Tem algo nesse cara que eu não gosto.” – Andrew

“São seus lábios carnudos ou os olhos sonhadores?” – Lauren

E no meio de toda essa confusão amorosa na vida de Sydney, quem aí não amou ver o Andrew morrendo de ciúmes de Josh? Como disse em outra review, não acho que o casal será desenvolvido tão cedo dentro da série, mas os roteiristas estão nos fazendo torcer por eles em doses homeopáticas. Hamish Linklater, seu lindo! Impossível não torcer pelo seu Andrew.

“O cara do globo pode não ser o Josh, mas eu tenho certeza de que ele está por aí” – Simon

A cena final foi a melhor da série até aqui, e um mimo para todos aqueles que a acompanharam desde o piloto. Toda a equipe reunida em um bar após a derrota de Simon, que percebe, enfim, que tem tudo de que precisa.

E naquele “momento perfeito” – sob o olhar atento e satisfeito de Simon –, Zach, Andrew e Lauren recriam o sonho romântico de Sydney, ao som de “Eternal Flame”, com direito à Andrew no piano, neve e Zach fazendo o príncipe encantado (de cachecol vermelho e tudo!). Só faltou mesmo o cavalo branco. Mas poxa, não podia ser o Andrew dançando de rosto colado com a Syd?

O episódio merece a nota máxima e a certeza de que vale a pena continuar assistindo a série. Que os talentosos roteiristas percebam aquilo que funcionou tão bem e nos proporcionem muito mais episódios como esse!

Até a semana que vem!

PS: “Por que você dormiu com Ernest Borgnine?”

The Voice Brasil – Batalhas I

Data/Hora 08/11/2013, 01:06. Autor
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Estreio no lugar da Gabriela Assmann, mas já quero deixar claro que assim como no The Voice USA entraram Usher e Shakira no lugar do Cee Lo e Christina, que voltaram na temporada seguinte, também estou apenas guardando a cadeira para o retorno da Gabriela. Dito isso, vamos às atrações da primeira noite de batalhas.

O programa começou anunciando os assistentes. E tivemos o retorno de Luiza Possi e Rogério Flausino e as estréias de Maria Gadú (no lugar do Ed Motta) e de Gabi Amarantos (no lugar da Preta Gil). O que vocês acharam da troca? Honestamente, se fosse uma dupla ideal entre os quatro, preferia Ed Motta e Gadú. Mas tenho certeza que a saída da Preta foi também por conta de contrariar o Lulu em suas escolhas (quem não lembra da discussão deles por causa do Gabriel Levan?), e Ed Motta também teve uma discussão com Lulu, por conta dos gritos na batalha entre Breno e Paulo Loureiro. Ou seja, a dica pros assistentes é: não discutam com Lulu Santos.

Mas vamos a segunda temporada e as 8 batalhas do programa de hoje.

The Voice BR - Batalhas I 3

Começamos com uma batalha do time do Lulu. Don Paulinho Lima, que estreou na segunda temporada cantando Let’s Get It On (Marvin Gaye) enfrentou Rodrigo Castellani, que cantou Higher Ground (Stevie Wonder). E a música escolhida para batalha foi Imunização Racional (Que Beleza), do Tim Maia. E o resultado me agradou: Don Paulinho, cheio de carisma, prosseguiu. Mas qualquer um dos dois que fosse escolhido seria bem escolhido, já que o nível dos dois foi muito próximo. Acho que Lulu acabou escolhendo Don Paulinho pelo sucesso que o mesmo faz nas redes sociais – como bem destacou o Thiago Leifert.

Mas Rodrigo Castellani não ficou nem alguns segundos como eliminado e logo os três treinadores “roubaram” o participante, que acabou escolhendo prosseguir no Team Brown. Certamente,uma boa adição ao time do técnico vencedor da primeira temporada.

A segunda batalha, do Team Daniel, foi Gabriela Mattos, que cantou Whole Lotta Love (Led Zeppelin) vs Anne Marie, que cantou Muito Pouco (Paulinho Moska). Considerando apenas as audições, preferia mais Gabriela. Mas nas batalhas – como bem falou Lulu Santos – Anne Marie tomou conta da música, cantou com alma e prosseguiu. Afinal de contas, Máscara (Pitty) é uma música forte, e se o interprete não empolgar realmente não leva.

E a Gabriela, que virou 4 cadeiras na audições as cegas, não fez uma apresentação do mesmo nível da primeira e ninguém a roubou. Fim de programa pra ela.

A terceira batalha da noite foi do Team Claudia Leitte, entre Marcela Bueno – que cantou Jeito de Mato (Paula Fernandes) – e Sam Alves, que não foi escolhido no The Voice USA, mas evoluiu e virou 4 cadeiras aqui no The Voice BR, cantando When I Was Your Man (Bruno Mars). Antes mesmo da batalha começar já apostaria todas as minhas fichas no Sam. E não errei. Mas me surpreendi ao ver todos os técnicos “pegarem” Marcela após a eliminação, já que não gostei muito de vê-la cantando Thousand Years (Christina Perri) e nem gostei tanto dela nas audições. Agora a paulista segue no time do Daniel.

The Voice BR - Batalhas I

A quarta batalha da noite ficou por conta do Team Brown. Lucy Alves – para mim a melhor participante dessa edição -, que cantou Que nem Jiló, clássico de Luiz Gonzaga, batalhou com Khrystal, que nas audições veio com Morô?, de sua autoria. Minhas apostas estavam em Lucy, obviamente. Mas a batalha foi parelha.

As músicas – brilhantemente – escolhidas foram Gostoso Demais e Isso Aqui tá Bom Demais, de Dominguinhos, um medley que funcionou bem demais. ISSO não se vê em The Voice nenhum do mundo, um banho de brasilidade. Impressionante a apresentação das duas, mas Lucy, além de usar muito bem sua beleza e charme, tem um talento gigantesco. Sua voz se assemelha muito a de Elba Ramalho, ela esta pronta, e ganhando (ou perdendo) o programa tem voz para fazer muito sucesso aqui fora. Ela avança, e Khrystal também, já que foi salva no último instante por CL!

ApósLogo depois, pelo Team CL, balharam Maysa Ohashi, que nas audições foi de If Ain’t Got You (Alicia Keys), e Bruna Góes, que entoou Proud Mary (Fogerty). Honestamente, não gostei do número, destoou  muito dos demais. Até porque o original já é difícil (Ain’t no Mountain High Enough, de Marvin Gaye e Tammi Terrell). Em regra não funciona quando os cantores cantam muitos trechos da música junto, e achei que foi o caso, faltou harmonia entre as duas. No final das contas venceu Bruna Góes, merecidamente. E Maysa Ohashi acabou eliminada.

Seguindo o programa, após o desnecessário número entre os técnicos Lulu e Daniel, tivemos um número realmente ruim: a batalha do Team Brown entre Aila Menezes – que cantou A Loba (Alcione) e Marcos Lessa – O Morro Não Tem Vez (Tom Jobim e Vinícius de Moraes – que cantaram na batalha É Hoje o Dia. Confesso que não lembrava do Marcos nas audições, mas achei que ele foi melhor, a música favoreceu sua voz. Além disso, Aila quis fazer muita firula, alongar as notas e foi criticada por isso. Resultado? Acabou eliminada.

Depois, a batalha que confirmou a opinião da Gabi Assmann, de que o Lulu Santos ficou com o time mais forte: Luciana Balby vs Bruna Borges. As duas foram bem nas audições, Luciana com Show das Poderosas (Anitta) e Bruna com Nada por Mim (Paula Toller). Elas batalharam ao som de Luz nos Olhos, de Nando Reis. Luciana foi um pouco melhor e levou a batalha. Achava que Bruna ia ser “pega” por algum outro técnico, mas  ela acabou sendo mesmo eliminada.

E coube ao Team Daniel a última batalha da noite. O embate foi entre Ana Lonardi – Explode Coração (Gonzaguinha)- e Luiza Lara. Pra mim foi outra batalha equilibrada, e dessa vez ao som de Chico Buarque. Luiza já havia cantando Chico na audição as cegas (Sobre Todas as Coisas) e poderia se favorecer. Mas não foi isso que aconteceu, já que é Ana Lonardi que segue no Team Daniel. O fato é que qualquer uma das duas que passasse não seria nenhum absurdo.

Pra encerrar o programa, mais um número desnecessário entre os técnicos, dessa vez entre CL e CB.

Resumo da noite? Na fase das batalhas o programa evolui muito e podemos esperar muito mais na semana que vem. Ainda assim, senti falta de mais palpites durante os ensaios, com críticas e elogios dos técnicos, e dos técnicos palpitando/criticando escolhas dos outros técnicos. Tudo é válido pra dar uma movimentadinha no programa.

Agents of S.H.I.E.L.D. – FZZT

Data/Hora 08/11/2013, 00:00. Autor
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Após uma semana fora, Agents of S.H.I.E.L.D. retorna, mas não empolga tanto. Se o último episódio nos deixou com um gosto de quero mais, esse episódio nos deixou com a sensação de mais do mesmo,já que ele voltou – mais uma vez – aos eventos da “Batalha de Nova Iorque”, aos chitauri e a morte de Coulson. Confesso que achei a primeira metade do episódio foi tediosa. É claro, tirando algumas poucas partes, como a citação ao “O Cara” (The Dude).

A trama de FZZT se focou em mortes misteriosas, que podiam ter origem em algum super-vilão, mas que no fim não passavam de um vírus alienígena. E o vírus matou três bombeiros que estavam na “Batalha de Nova Iorque”. Tudo porque eles tinham guardado como “souvenir” um capacete chitauri! Obviamente, no capacete estava o vírus, que  causava um choque eletrostático, explodindo o cérebro da pessoa e mudando sua densidade molecular. Isso fazia seu cadáver flutuar, o que causou grande curiosidade no início do episódio, eis que vimos os três bombeiros morrerem dessa forma (a parte tediosa do episódio, salvando mesmo a cena emotiva do Coulson com o terceiro bombeiro antes de sua morte – com M.M ouvindo pelo ponto).

Mas no fim a morte dos bombeiros e a questão do vírus só serviu de preparação, pois quando o vírus acabou atingindo Simmons, o episódio começou para valer e melhorou.

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Na bem da verdade,o episódio em si seguiu sem empolgar muito, mas teve grande serventia para desenvolver um pouco mais os dois personagens mais abandonados da série até o momento: Fitz e Simmons. Foi bacana ver como nós mesmos lidamos com eles como se fossem um só, incluindo aí a cena do A.C. fazendo uma pergunta para os dois – como se fossem um só – e os dois respondendo juntos. E em alguns momentos a série até conseguiu trazer um pouco de tensão e emoção, apesar de que sabíamos que no fim Simmons não morreria.

Apesar da emoção correr solta com Fitz e Simmons – tinha o risco de morte de Simmons, a busca pela vacina (ops, antissoro), Ward e Skye sofrendo ao ver os dois pesquisando e sem poder fazer nada com os seus conhecimentos – não foi disso que eu gostei mais. Mais uma vez a minha preferência foi de Melinda May (M.M.) e Agente Coulson (A.C.).

Melinda May já está no panteão dos da Marvel. Assim como todos os personagens que heróis que repetem letra [o Homem Aranha – Peter Parker (PP), o Hulk – Bruce Banner (BB), o Demolidor – Matt Murdock (MM)] sou fã da M.M. E mais uma vez os dois, M.M e A.C, roubaram as cenas. Seja nas pequenas coisas – como quando M.M arromba a porta do celeiro ou quando Coulson resolve ignorar a ordem dos superiores de eliminar qualquer membro infectado -, ou nas grandes – como pelo diálogo dos dois na cabine do “ônibus” após a morte do terceiro bombeiro.

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Quanto a ordem, vale ressaltar que a S.H.I.E.L.D. tinha interesse em estudar o vírus, para evitar uma pandemia; e não queria que o capacete se perdesse por algum incidente com o transporte. Inclusive, porque se algum membro morresse, o choque possivelmente ocasionaria a queda do avião. E essa questão rendou uma boa cena, já que apesar de Simmons e Fitz encontram o antissoro, não conseguiam descobrir como ele funciona. Assim, Simmons tenta se matar.

Ela se sacrifica para evitar a queda do avião de cair e salvar seus amigos, pois ela sabia que ia morrer e que Coulson não queria elimina-la. Após Fitz descobrir que o soro funciona e tentar alertar Simmons para não pular do “ônibus”, agente Ward aparece do nada, pega o soro o paraquedas, pula, alcança Simmons e a salva (ufa!).

Mas aí que vimos a melhor cena do episódio de fato, com M.M e A.C. dialogando sobre a misteriosa morte de Phil Coulson.

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A cena mostra a vulnerabilidade de Coulson, e literalmente mostra suas cicatrizes, além de avançar no mistério sobre sua morte (a frase de Maria Hill no piloto ainda está rendendo na série!). Logo após também vimos um Coulson diferente, mais corajoso e que encara os superiores da S.H.I.E.L.D., promissor!

Agora é esperar que os personagens sigam sendo mais desenvolvidos, em especial Fitz-Simmons, que espero não sejam relegados novamente após o destaque nesse episódio.

PS: Esse episódio fez alguém mais se lembrar do episódio de House que o Foreman fica doente?

How I Met Your Mother – The Lighthouse

Data/Hora 07/11/2013, 12:00. Autor
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Lembro-me que há cinco anos atrás, li pela primeira vez uma daquelas sinopses genéricas de How I Met Your Mother – que dizia mais ou menos assim “Um cara do futuro contando como conheceu a mãe de seus filhos junto de seus amigos em Nova York” -, e pensei em como aquilo poderia ser algo bom. Dei uma chance e me apaixonei pela fórmula inspirada em Friends, mas com algumas diferenças que davam brilho próprio àquela série. Ao longo dos anos, e episódios, fui entendendo que a busca pela Mãe era apenas um caminho para que, em meio às risadas, algumas lições fossem dadas. A mãe? Era um símbolo da série. Importante sim, porém não mais que um plano de fundo para tudo, um plano de fundo que permaneceu o mesmo por oito longos anos.

Mas  deixando a nostalgia que começa a tomar conta de mim meio de lado e passando para o episódio, é necessário dizer que em The Lighthouse, How I Met Your Mother apresentou um ótimo humor. Trouxe personagens interessantes – que pouco apareceram até agora – e de quebra ainda nos deu um dos momentos mais importantes da vida do eterno romântico da série.

How I Met Your Mother - The Lighthouse 4

Depois de ter feito uma novela para renovar o contrato, o Jason Segel deve ter colocado alguma cláusula de “só trabalho se for dirigindo para o set do meu próximo filme”. Essa viagem do Marshall já encheu eu, você e até a bunda do Marvin. No entanto, em um último suspiro dentro do carro, o personagem resolveu nos dar algo de bom: uma passadinha na casa da mãe de Ted (menção obrigatória ao copo do menino). Foi divertido rever a mãe e o padrasto dele, Marshall furioso e a música hippie. Porém melhor ainda foi relembrar um episódio lá da quinta temporada com a música I`m Gonna Be, a série sempre tem um gosto ótimo para a trilha sonora.

Já lá para as bandas do casamento temos o embate, pra lá de engraçado, da Mãe de Barney com Robin. As duas dão continuidade a rivalidade que The Poker Game criou de forma criativa e vão além disto. Descobrimos como Barney recebeu a notícia de infertilidade de Robin e o quão maduro ele foi após isso. Ele intervem na briga das duas e se declara “Não estou casando com a possibilidade de começar uma família, estou casando com uma mulher que significa mais do que isso para mim”. Olha os anos de convivência com Ted servindo para algo aí!

How I Met Your Mother - The Lighthouse 2

Falando em Ted, o mesmo continua lá, sozinho e largado. Mas nem por isso o personagem deixa de brilhar. Já que todos os outros estão “ocupados”, o episódio usou o narrador como caminho para desenvolver a cena que estava por vir. Nos deixar preparados para um pedido de casamento não inédito (Stella sem sal), mas nem por isso menos especial. Após um discurso idiota de desilusão, Ted diz ter usado todas as chances que a vida lhe deu com as mulheres erradas. O narrador intervém e demonstra o quão errado ele estava:

E isso é o tipo de coisa estúpida que você diz antes de conhecer a pessoa que aperta o botão “reset” no seu mundo. Quem torna tudo novo novamente. Quem faz parecer ridículo você ter considerado ter se contentado com menos.

E então quase dois anos se passam. O mesmo cenário, o mesmo farol continuam lá. Mas para Ted aquilo era uma primeira vez. Porque desta vez era com a mulher certa. A cena é linda, natural e o ar de felicidade brota pela tela. Eu, que estava implorando por uma aparição da Mãe, fiquei com o sentimento de que valeu a pena esperar, mesmo que por pouco tempo no episódio ela o deixou marcado como um dos momentos mais importantes para How I Met Your Mother.

Na nona temporada, o plano de fundo velho e empoeirado ganhou brilho e cor. Saltou aos olhos e ganhou espaço, se fez notar. A Mãe rouba a cena em cada aparição, mesmo que pequena. E sabem o que é o mais gostoso disso tudo? É a sensação de que já a conhecemos um pouquinho, e que temos o direito de conhece-la mais, assim como Ted irá.

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