TeleSéries
The Walking Dead – Internment
15/11/2013, 15:39.
Felipe Ameno
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Primeiramente gostaria de pedir desculpas por duas coisa: pelo atraso para liberar esse texto e por ainda não ter respondido os comentários nas duas últimas reviews. A vida está bem corridas esses dias, mas espero colocar tudo em dia nos próximos feriados. Tendo dito isso, vamos ao que realmente interessa. Internment.
Rick retorna para prisão com o peso na consciência de sua controvérsia decisão de expulsar a Carol. Mas como é um cara de sorte, ele não precisa lidar com isso logo de cara, já que boa parte do grupo está debilitado com a “doença” e a outra parte ainda não voltou da expedição à faculdade de veterinária. Porém é recebido por Maggie que acaba concordando, muito facilmente, com sua atitude.
Logo na primeira cena, enquanto Rick está dirigindo, fiquei com medo da cara que ele fez! Não sei se todo mundo reparou, ou eu que estava com a tela do computador grudada na minha cara, mas era uma expressão meio “demoníaca”. Pode ser coisa da minha cabeça…
Outra coisa que me chamou a atenção foi a facilidade que a Maggie aceitou a expulsão da Carol. Achei ela aliviada do tipo: “ufa, ela assumiu toda a culpa”. Sei lá, posso estar viajando legal, mas acho que a Maggie ajudou a Carol.
Quarentena
O pessoal da quarentena vai de mal a pior. Hershel, seu chá e seu otimismo conseguiriam manter a galera por um tempo, mas infelizmente não foi o suficiente. Praticamente todos os doentes resolveram virar walkers de uma vez. Será que Lizzie, depois de ver tanta gente morrer, inclusive seu pai, ainda não se tocou que os walkers não são amigos? Momentos de muita tensão.
Outro que me surpreendeu foi Hershel. Achei ele muito cheio de “princípios” ao “matar” as pessoas. Sei que ali todos eram amigos, tinha as crianças e o objetivo era manter uma ordem, mas ele também já é rodado nessa questão walker!
Com o caos instalado nessa parte da prisão, Maggie, depois de ouvir tiros, deixa a cerca de lado e segue para ver o que estava acontecendo. Ao chegar encontra seu pai brigando na rede com um walker e Glenn nas últimas! Mas Hershel consegue usar sua “medicina” e o salva. Pelo menos por enquanto. Daryl, Michonne, Tyreese e Bob retornam com os remédios e isso é mais uma esperança para os poucos doentes restantes.
Tirou ao Alvo
Rick está tentando de todas as formas se aproximar de Carl (que não é mais uma criança a muito tempo), desde o início da temporada. Mas neste episódio ele finalmente enxergou que ele cresceu. Demorou hein! E nada melhor que um tiro ao alvo com walkers para aproximar as pessoas.
Este episódio foi infinitamente melhor que Indifference e com isso a quarta temporada volta ao eixo e caminha para ser uma das melhores da série. Só espero que não enrolem muito com os doentes. Ou geral morre logo, ou fica bom! Já deu.
Mas a cereja do bolo foi o final. The Governador is back!
Muito ansioso para ver o que vai acontecer. Até Live Bait.
Considerações Finais:
– Sei que Maggie e Glenn quase não apareceram nessa temporada, mas gosto muito deles. Não queria que, depois de tudo que passaram, ele morrer por causa de uma “doença”. Digo o mesmo para a Sasha.
– Quero só ver se Daryl vai aceitar a expulsão da Carol tão tranquilamente como foi com Maggie e Hershel.
– Cadê Beth e Judith? Têm dois episódios que elas não aparecem.
– A hortinha de Rick fazendeiro deu fruto, quer dizer, feijões.
– Um salva de palmas para o cara que fez a trilha deste episódio. Inspiradíssima!
Person of Interest – Endgame
15/11/2013, 14:35.
Regina Monteiro
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Endgame, finalmente, trouxe de volta a excelência das temporadas anteriores. E quem diria que o melhor episódio da temporada até o momento viria com uma história onde Carter seria a protagonista? Pois devo confessar que ela era o personagem da série de quem eu menos gostava. Era… Nesse episódio ela me ganhou.
Reconciliei-me também com a equipe criativa. Entre tantas coisas, porque o roteiro teve dessas idas e vindas de que tanto gosto nas criações dos irmãos Nolan. E se o próprio Christopher não deu nem um palpite na história, certamente fez escola com Sylvain Wihte, que dirigiu o episódio, e Nick Van Zeebroeck e Michael Sopczynski, responsáveis pelo roteiro.
O episódio, volto a dizer, foi um presente.
Em primeiro lugar porque os flashbacks sobre o marido de Carter humanizaram a personagem, sem dar-lhe um ar piegas, característica que sempre associei a ela até então. Outro ponto a favor da construção da história foi a forma como a relação entre ela e o marido foi apresentada, pois já deixava intuir a conclusão que estava por vir: ele havia se recuperado e estava com Tyler. Isso colocava a atual ação de Carter em perspectiva: ela iria sair ilesa da briga com a HR ou o fato de já ter encontrado em porto seguro para o filho significava que seria o último episódio em que ela apareceria?
Experimentei a mesma sensação angustiante em relação a Fusco. Quando Carter aparentemente aceitou sua ajuda para ir atrás da cúpula da HR, foi a minha vez de pensar o mesmo em relação a ele. Fusco tem realmente sido um personagem coadjuvante, portanto, seria dispensável. Caso ele morresse em uma troca de tiros com a HR, ele se redimiria em relação ao seu passado e salvaria uma pessoa que ele admira e considera sua amiga. Felizmente era somente um blefe!
Outro ponto a favor de Endgame foi a forma como a ação foi planejada: não uma explosão tipo Rambo (que aconteceria caso Carter tivesse aceitado a ajuda da Shaw), mas um jogo sutil entre gato e rato. E Carter foi distribuindo iscas a torto e a direito. Usou Elias para colocar a Máfia Russa contra a HR; usou um atentado contra Alonzo Quin para colocar a HR contra a Máfia Russa. Deixou Finch e Reese no escuro sobre a origem da guerra que estava por vir (eles somente associaram o confronto entre a HR e a Máfia Russa com Carter quando Shaw contou sobre os armamentos que havia fornecido a ela). E até mesmo no momento em que os policiais da HR iriam executar seus inimigos e Reese e Shaw estavam lá para impedir um assassinato em massa (afinal os números dos CPFs haviam sido dados pela Máquina e eles deveriam intervir), Carter providenciou a ação da polícia.
E este foi outro ponto a favor do episódio: Carter montou uma ação grandiosa sem ferir seus princípios. Por isso, mesmo quando ela teve a oportunidade de matar Alonza Quin e vingar a morte de Cal Beecher, ela não o fez. Ela, acima de tudo, tenta preservar as leis.
E finalmente, quando somos levados a crer que ela havia se enganado com o juiz Andrew Monahan, acreditando que ele estava imune à HR, e é pega em uma armadilha da organização criminosa, e toda a construção da possibilidade de que o personagem iria morrer neste episódio parecia que iria se concretizar, descobrimos que ela havia acionado Finch e Reese: produzindo provas contra Alonzo Quin e conseguindo reforços para sair da situação de perigo em que se encontrava. Nesta hora sim, senti falta de Shaw, ela não teria deixado Simmons vivo…
… mas aí não teríamos aquele clighanger fantástico, mostrando que a cabeça que corre serio risco de rolar dessa vez é a do próprio Reese, que foi colocado no radar da HR. Talvez Fusco e Elias, possam dar uma ajudinha extra dessa vez.
Roteiro perfeito. Direção perfeita. Nota do episódio: inquantificável, cinco apenas pró-forma.
How I Met Your Mother – Platonish
15/11/2013, 13:30.
João Freitas
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Em Platonish, How I Met Your Mother viaja no tempo, visita suas origens e apresenta um dos episódios mais engraçados da nona temporada. Somos todos transportados para Nova York, alguns meses antes, e lá é como se os fãs estivessem em casa. Podemos ver o bom e velho Barney sendo naturalmente hilário e o mesmo Ted destrambelhado com seus sentimentos por Robin. A nostalgia é automática pelos primeiros anos da série.
O flashback dura praticamente todo o episódio e a razão é simples: explicar o único desafio não concluído de Barney. Durante as cenas vemos ele sendo desafiado ao extremo por Lily e Robin a conquistar mulheres das maneiras mais inusitadas – para não usar a palavra lendárias – que se possa imaginar. Não importa se está imitando um golfinho ou vestido com lixo, Barney é um mito e não há como não gostar de um personagem que te faz rir tanto.
E então temos a Mãe. Confesso que quando a vi tomei um breve susto, mas matematicamente falando, em uma cidade em que Barney consegue tanta mulher, era meio óbvio que ele esbarraria na futura esposa de Ted em algum momento. Foi uma surpresa vê-la no episódio, afinal, já estava acostumado com somente pequenas aparições dela em flashfowards. Mas este foi o primeiro momento em que a Mãe interferiu na vida de algum dos protagonistas. Foi dela o primeiro passo para que “The Robin” fosse escrita. Foi dela o primeiro passo para o casamento que dá cenário a toda essa nona temporada acontecesse, e como é bom poder saber disso.
Em meio aos desafios de Barney, há também o jogo de basquete no qual estão Ted e Marshall. O assunto, é claro, não poderia ser outro se não Robin. “Meio-platônico”, é essa a definição que ele dá sobre seu sentimento por Robin. E é muito bom ver que, enquanto Ted dizia “Ela não está indo para lugar nenhum”, como se Robin nunca fosse encontrar alguém que a amasse tanto quanto ele, alguém estava dando o máximo de si para conquistá-la. Isto encerra todas as discussões sobre quem merece ficar com a agente da S.H.I.E.L.D., não é?
O equilíbrio entre humor e foco na história que Platonish conseguiu apresentar deve ser tomado como padrão daqui para frente, para que, ao final da temporada, possamos dizer que o fim de How I Met Your Mother foi digno da grande série que ela foi.
PS: Tenho que mencionar a participação do brilhante Bryan Craston no episódio. A presença dele só engrandece ainda mais a série.
Chicago Fire – Joyriding
15/11/2013, 12:29.
Maísa França
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Três semanas de espera para um episódio que prometia tanto e ele conseguiu ser apenas bom. Foi mais um episódio daqueles que o trailer engana bem. Pois é, fui enganada e achei metade do episódio desnecessária e a outra metade… bem, conseguiu cumprir seu papel e fechou algumas tramas que estavam pendentes e deixou algumas perguntas no ar.
A metade desnecessária foi justamente aquela que o trailer prometeu ser a melhor: o drama de Severide. O bombeiro passou o episódio inteiro sofrendo para resgatar uma criança. Até aí tudo bem, porque é o dever dele – mesmo quando não está em seu turno. Mas e aí, ele ter passado um dia – e uma noite – para salvar a criança vai mudar em algo na vida do bombeiro ou esse drama todo foi só um tapa buraco? A menos que isso seja explorado em episódios seguintes e algo apareça para justificar o resgate… do contrário será mais um drama irrelevante, no meio de muitos.
A outra metade empurrou o episódio pra cima, mas também não empolgou tanto como deveria. As coisas aconteceram muito rápido em pouco tempo – tempo de episódio e não da história. O elenco todo dividiu essa metade dos pouco mais de 40 minutos e várias tramas foram finalizadas. A começar pela eleição de Mouch.
Torcia tanto pra ele na eleição e achava mesmo que ele ganharia. Teria vencido se não fosse uma pessoa de tão bom caráter. Mouch é o ótimo exemplo de que não se deve misturar o pessoal com o profissional. Pena que poucos saibam disso. Agora que Mouch perdeu, Isabela vai continuar na trama? E sei relacionamento com Mills vai continuar de algum modo?
Outro plot que foi finalizado foi o do Molly’s. Gabriela contou – mas não deveria – a Otis e Herrmann que Jay era um policial infiltrado e estava esperando o momento certo para agir. Entre a descoberta dos bombeiros e a prisão de Arthur, os três foram acusados de causar o incêndio no Game Day. Entre uma visita e outra, Arthur ia conseguindo seu dinheiro até que, finalmente, Jay conseguiu desmascarar o cara. Já estava mais do que na hora! Ferido com um tiro, o policial ainda foi o herói da noite: salvou o Molly’s e Gabriela. Por enquanto sua participação em Chicago Fire e seu relacionamento com Gabriela estão encerrados. Será que rola uma reconciliação dos dois mais pra frente? Volta logo Jay!
Shay continua na rebeldia. Achei a atitude dela de levar a “namoradinha” no resgate extremamente anti-profissional. Essa fase dark da paramédica já pode terminar e ela já pode dar o pé na bunda dessa louca que está com ela porque né, Shay merece coisa melhor.
Casey ainda está de babá das crianças Darden e dessa vez o filho mais velho do colega falecido resolveu ir visitar o batalhão e (tentar) superar o trauma da morte do pai. As cenas da criança vendo os uniformes e todos aqueles distintivos que homenageiam os bombeiros falecidos… O tempo de Casey com as crianças, felizmente, está acabando, porque Heather está perto de sair da prisão.
Boden vai deixar o batalhão e pode não ser do melhor jeito – mas isso é assunto pra review do próximo episódio. Benny irá assumir o posto no batalhão 51 mas a grande questão é: porque ele não tem aparecido em casa durante todo esse tempo em que esteve hospedado com Severide?
O trailer do próximo episódio promete uma trama bem emocionante. Espero que cumpra o papel.
The Voice Brasil – Batalhas II
15/11/2013, 00:47.
Lucas Leal
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Prosseguindo com os trabalhos para encontrarmos “A Voz” de 2013, vamos para o segundo round das batalhas.
Começamos com o time do Lulu. Bruna Barreto – nas audições as cegas cantou Disritmia (Martinho da Vila) – vs Luana Camarah – Highway To Hell (AC/DC) -, batalhando ao som de Blues da Piedade (Cazuza). Para o primeiro duelo da noite a disputa até que teve um nível bacana, mas cantar Cazuza nunca é fácil. Achei que faltou aquela pegada sofredora do poeta, especialmente no começo! Mas a batalha teve força e uma pegada rock que compensou. Ainda assim não teve a força do primeiro número da semana passada. Achei que Bruna levou a melhor, já que infelizmente a Luana tinha o mesmo problema da Ludmila Anjos (Season 1, semifinalista do Team Brown) , de cantar em português fazendo trejeitos do inglês, o que eu acho péssimo. Apesar disso, Lulu passou Luana Camarah e Bruna Barreto não ficou nem 1s eliminada, pois já foi salva por Carlinhos Brown! Ótimo uso do ‘roubei’ por Brown, semelhante ao Lulu salvando Maria Cristina ano passado.
Ah, também gostei dos diálogos sobre a apresentação, com brincadeiras que lembram as versões estrangeiras do programa. Mas mais uma vez podiam ter pulado o berimbau do Carlinhos Brown!
No segundo número, houve uma belíssima escolha de música do Time Daniel. Try (Pink) foi cantada por Cecília Militão – que nas ‘blinds’ cantou If I Were a Boy (Beyoncé) – e por Vivian Lemos – Back to Black (Amy Whinehouse). O problema semelhante ao do primeiro número, mas ao contrário, se lá Luana cantou em português fazendo trejeitos de inglês, aqui a Vivian cantou em inglês meio Sandy e Jr. em começo de carreira, com um sotaque meio caipira! Detalhe, já achava que ela tinha feito o mesmo nas audições as cegas. E aqui tenho que concordar com a titular da coluna. Se não é para cantar em inglês com excelência, melhor cantar em português. Apesar disso o número foi bom, mas achei que ficou bem abaixo da força da música original, e em especial porque foi interpretada em outras edições de The Voice pelo mundo, em apresentações bem superiores (como pela maravilhosa Tessane Chin, nessa temporada do The Voice USA).
Gostei mais da Cecília Militão, achei ela mais natural, sem forçar tanto para alcançar as notas. E ela foi a escolha de Daniel. Mas Luiza Possi falou tudo, era uma batalha que não devia ter sido montada dessa forma, duas boas participantes se enfrentando. Depois acabam passando participantes que não merecem tanto. Mas tem outro lado que percebo esses números servem para abrilhantar o programa e para forçar os cantores bons a subirem ainda mais o nível.
Feita a escolha de Daniel, apesar do inglês a la Joel Santana (peguei pesado agora!), achei que Vivian seria roubada, ainda mais porque Lulu Santos ainda não havia usado nenhum dos 3 roubos que tem. Mas a participante acabou eliminada. Uma pena.
Depois vimos o time de Daniel novamente, dessa vez emocionando Lulu Santos. Cantando Apenas Mais Uma de Amor (que chegou a arrancar lágrimas dos treinadores adversários), duelaram André e Kadu – 24 Horas de Você (de autoria própria) – e Gustavo Trebien – I Still Haven’t Found What I’m Looking For (U2). Número maravilhoso, o melhor da noite, que emocionou, em especial pela reação dos técnicos e assistentes! É aquela coisa, você vê e ouve uma pessoa rindo e tem vontade de rir, você vê uma pessoa chorando e se emocionando e acaba se emocionando também.
Achei a primeira voz da dupla o melhor dos três que se apresentaram, mas a segunda voz não me agradou, e se fosse para analisar num todo preferi Gustavo Trebien. Mas fiquei o número todo – pela quantidade de closes que deram em Lulu Santos chorando – com a certeza de quem fosse eliminado por Daniel seria salvo por Lulu.
E foi realmente o que aconteceu, 1s depois da decisão do Daniel por Gustavo Trebien, André e Kadu foram salvos e prosseguem no time Lulu! Será que se eles não tivessem cantado Lulu teriam sido salvos pelo técnico? Será que eles têm chances de prosseguir diante da qualidade do time Lulu? A conferir. (Detalhe – primeiro peguei do Lulu.)
E finalmente veio o primeiro número do time da técnica predileta da Gabriela Assmann, Claudia Leitte. Batalharam Amanda Amado – que nas audições cantou Trajetória (Arlindo Cruz, Franco e Serginho Meriti) e Gabby Moura – Coqueiro Verde (Erasmo Carlos) -, ao som de Resposta ao Tempo (Nana Caymmi)
Apesar de Amanda Amado ter cantado em inglês nas audições, aqui não tivemos problemas e ela cantou em português com brilhantismo, sem trejeitos. Já Gabby não, mais uma vez achei que ficou com aqueles trejeitos em inglês, abrindo o “A”, que a mim não agrada. Preferia Amanda, mas CL escolheu Gabby. Só que a preterida não foi para casa e foi salva por Lulu e Daniel. O poder passou para Amanda, que agora prossegue no time do Lulu Santos.
Voltando para o time de Lulu Santos, vimos à batalha entre Guto Santanna – Por que não eu? (Leone) e Stand By Me (Beatles) -e Pedro Lima – Beautiful (Christina Aguilera) -, ao som de Baby Can I Hold You. Não gostei da apresentação de Pedro Lima nas audições e Guto achei mediano: não gostei da reação dele após as cadeiras terem virado. Honestamente, nenhum dos dois me agrada muito, por isso que acho que as vezes formar batalhas muito fortes de início acaba passando candidatos inferiores a candidatos eliminados! Exemplo, Bruna Borges (eliminada pela Luciana Balby na semana passada) é uma candidata superior aos dois e era do time de Lulu. Enfim, apesar disso preferi o Guto ao Pedro, mas qualquer um dos dois que passasse seria justo.
Achei legal essa batalha que finalmente um técnico adversário se manifestou sobre quem escolheria (o que é muito corriqueiro lá fora e acho interessante). Brown afirmou que escolheria Pedro e foi seguido por Lulu Santos, que após acenou com a cabeça concordando com Brown. E de forma bastante engraçada, Guto foi ‘pego’ pela CL que já o admirava desde as audições às cegas.
Voltamos ao time de CB, vimos uma batalha ao som de Quase Sem Querer (Legião Urbana), entre Simone Talma – nas audições cantou Tango de Nancy (Chico Buarque) – e Raíza Rae, que nas audições cantou Tão Seu (Skank). Não gostei muito do número, achei que a Simone mexeu muito na música e não me agradou. Já Raíza arriscou menos e cantou no ritmo e na harmonia original, mas se saiu melhor. Por isso ela prosseguiu e Simone foi eliminada.
Na sequência, no time Claudia Leitte, Julie – Gasolina (de sua autoria) – enfrentou Carina Mennitto – Kiss e Erva Venenosa (Rita Lee). A batalha aconteceu ao som de Super Duper Love.
Eu que estou chato ou a edição foi mega rápida mostrando o ensaio das duas? O número foi interessante, e tínhamos duas mulheres bonitas, que fizeram boas audições às cegas e praticamente não foi mostrado o ensaio. Vai entender. Isso porque o programa às vezes tem que correr, porque perdemos tempo com os números desnecessários e com alguns comentários desnecessariamente longos dos técnicos (vide Carlinhos Brown), além de comentários longos dos assistentes – achei que a Gadu falou demais nesse programa, gosto dela, mas ela não é técnica, é assistente.
Mas, mais uma vez, o nível das candidatas foi muito parelho e qualquer uma poderia ter prosseguido. E no fim as duas prosseguiram! Julie, escolhida pela Claudia Leitte e Carina salva pelo Lulu Santos, que usou os três ‘pegueis’ nesse programa.
No final das contas, infelizmente a edição segue sendo um problema. E pior, nesse programa a qualidade ainda foi inferior ao anterior, apesar de mais emocionante.
Seguimos então para outra batalha o time Brown. Dessa vez os candidatos escolhidos para batalhar foram Samya Nalani – Maracatu Atômico (Chico Scienci) – e Heverton Castro – Posso Sentir (de própria autoria) –, que duelaram ao som de Boa noite (Djavan).
Pela primeira vez vimos os ensaios os assistentes palpitando nas músicas. Seria bacana mostrar mais dos ensaios, como lá fora, pois essa parte do crescimento é importante parar criarmos um carisma pelo candidato. E porque o aprendizado é o diferencial do programa.
E essa música é linda e Heverton cantando foi bem demais. Essa batalha já foi montada e desde o início apostaria todas as fichas nele, Samya para mim nem devia nem ter sido escolhida nas ‘blinds’. E os dois têm aqueles trejeitos de cantar em português parecendo inglês que tanto falei dessa vez, mas Samya é demais, exagerada! É a verdadeira herdeira de Ludmilah Anjos.
Friso que escrevo o texto enquanto assisto o programa – um verdadeiro The Voice, porque eu escuto e não vejo os candidatos. E qual não foi minha surpresa por finalmente algum dos técnicos ter falado isso, obrigado Lulu!
E deu a lógica, Brown escolheu Heverton. Mas para o meu assombro, Daniel salvou Samya! Gastou um ‘peguei’ com uma candidata, ao meu ver, fraca.
Encerramos com mais um número desnecessário dos técnicos, dessa vez com direito a participação do apresentador Tiago Leifert. Se semana passada eu elogiei o programa pela brasilidade positiva do número de Lucy e Khrystal, dessa vez sou obrigado a criticar o lado negativo, porque que essa zona com apresentador (que nem é cantor) cantando, só no Brasil!
As últimas batalhas prosseguem na semana que vem. Infelizmente com poucos pegueis disponíveis (1 de CL, 1 de CB e 1 de Daniel, que podia ter ficado com 2 se não tivesse salvado Samya).
E vocês, o que acharam do segundo round de batalhas?
Castle – A Murder Is Forever
14/11/2013, 23:11.
Ana Botelho
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Ah, relacionamentos. Tão complicados, tão complexos, tão bonitos, tão gostosos. É um contraste sem fim que se desenrola em infinitos caminhos, transformando cada história entre duas pessoas que se amam em algo único. Desde que mundo é mundo, eu sei e você sabe, conciliar duas vidas, dois gostos, duas personalidades, nunca é fácil. Às vezes, abrir mão se torna um ato glorioso, mas muito difícil de se dar o primeiro passo. Mário Quintana tinha razão quando disse que “o amor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser”, mas talvez ele não soubesse, ou sim, mas preferiu guardar pra si, que deixar transformar-se nem sempre é tão fácil quanto possa parecer.
O que dizer de A Murder Is Forever senão o que eu já venho dizendo há mais de oito semanas? É uma temporada perfeita, de alusão aos melhores pontos que transformaram Castle nesse sucesso que ela é hoje. Mas, saindo do foco da temporada, e indo realmente para o episódio, alguns pontos me ganharam. Começando pela “problemática” da vez, levar a atenção para o relacionamento deles foi algo que me deixou feliz. Como já disse em reviews anteriores, a sexta temporada está bem diversificada, e já foram tratados tantos pontos que eu nem conseguiria enumerá-los assim, de cabeça. Porém não somente o foco em Caskett me agradou, mas também o caso. Casos interessantes agregam (sem menções ao Rei do Camarote, por favor) um valor imenso à série. Mas que tal irmos para a cena que gerou toda a questão seguida pelo episódio?
Felinos, sempre eles. Quando não estão tentando comê-los (Cuffed, yes!), então atrapalhando-os de alguma forma. E, por incrível que pareça, o “medo” não afetou ao bobão da série – leia-se Castle -, mas sim a Beckett. É claro que o ponto em questão não era tratar dessa repulsa ao quadro do Linus, o leãozinho preso na parede do Castle, mas sim apresentar mais um problema rotineiro de um casal: lidar com dois gostos diferentes. Ela não quer o quadro porque a incomoda, ele não quer tirá-lo porque, além de gostar, faz parte da história dele. Complicado, não? A pequena desavença entre os dois foi o que deu ao episódio uma cara de terceira temporada, onde um problema era dado e, ao longo dos 42 minutos, eles tentavam resolvê-lo do único jeito que sabiam. E quando digo único, eu estou falando de piadas, de indiretas, de tiradas, de risos. Ou melhor, estou falando de “e se quiser ser convidado ao meu território de novo, deveria, provavelmente, repensar isso.”
Mas deixando essa questão guardada para daqui a pouco, e voltando a atenção para o crime, nós também fomos felizes quanto ao caso. Foi algo bem dinâmico, e o mérito vai quase todo para a forma que a equipe da NYPD trabalha. A morte da renomada escritora e terapeuta não licenciada, Alice Clark, trouxe o desejo de obter um diamante de mais de 100 quilates como motivo para assassinato. Duas coisas me agradaram, e muito, no desenrolar da procura do assassino da Alice: a primeira foi a presença daquela conexão que se estabelece entre Castle e Beckett toda vez que eles estão resolvendo um crime juntos. Aliás, foi exatamente essa característica que me fez apertar o play do segundo episódio da série, há uns dois anos atrás. O segundo ponto foi a cena de tiroteio com Ryan e Espo. Devo confessar que sinto falta deles trabalhando fora do departamento, sabe? Acho que a amizade dos dois, assim como o quão bons detetives eles são, constituem fatores poucos trabalhados na série. Faz falta.
Outra coisa que faz falta e que anda me incomodando muito – e talvez seja o responsável pela perda dos 0,6 pontos na nota – é a pouca participação da Gates e da Lanie. Tudo bem, eu até consigo entender, até certo ponto, que não há muito espaço, dentro de um caso, para que a Lanie apareça, mas oras, que inventem um! Tamala é uma excelente atriz e é um talento desperdiçado – isso porque nem falei de Esplanie. Assim como eu quero vê-la mais presente, também acho que a Gates deveria ser inserida com mais veemência nos casos. Ou, quem sabe, um caso ser sobre ela, atingi-la diretamente, como muitas vezes aconteceu com o Montgomery. Torço de verdade para que eu veja uma mudança significativa nesse ponto e acho que ainda temos episódios suficientes para isso
Agora, tornando para a questão Castle-Beckett-leãozinho fofo, deixa eu colocar a cereja do bolo nessa review.
Como eu disse lá em cima, relacionamentos são complicados, ainda mais quando se refere a conciliar dois modos de vida, duas bagagens diferentes, dois gostos. Não é a primeira vez que eles discordam de algo, mas como casal e como futuros construtores de uma nova história, sim. A discordância entre tirar ou não o quadro porque um quer e o outro não, vai muito além de um simples objeto que enfeita um quarto. Ela vai para o lado de que é preciso, muitas vezes, ter consciência de que para se viver em dupla, a maioria das coisas deve ser pensada assim também, em dupla. É claro que Castle não tem que fazer todas as vontades dela, assim como ela também não, mas bater na mesa e dizer “não vou tirar porque ele faz parte da minha história” é vetar qualquer tipo de conversa para chegar a um consenso. E isso não pode. Nunca.
Porém, como sempre me surpreendendo, parece que a luz da consciência iluminou a cabeça do Castle e o fez entender o que é realmente ser dois. Ser dois é você abrir mão de certas coisas que afetam o relacionamento, é deixar o orgulho de lado, é conversar, é compreender que quando tem mais alguém além de você, esse alguém vai, automaticamente, criar com você uma nova história, uma história dos dois. Foi assim que o quadro do Linus, que remetia ao passado do Castle, deu lugar a um quadro feito por ele (AWWWWWN *-*) com as pedras catadas pelos dois na primeira vez que estiveram em Hamptons. Era algo significativo tanto para ele, quanto para ela e não doeu nem um pouco abrir mão do tal quadro do leão. Além disso, ele nos propiciou um sorriso imenso de felicidade estampado no rosto da Beckett quase tão grande quanto o meu por ver meu shipper amadurecendo mais e mais.
A Murder Is Forever foi leve e prazeroso de assistir. O padrão de bons episódios continua, o que me torna uma fã ainda mais feliz a cada semana. Aos leitores que prezam uma review mais ligada ao caso, peço desculpas. Ficou quase impossível pensar em assassinato com uma questão dessas a ser tratada no relacionamento deles – parece que nasci para falar desses dois e ainda tem muito para ser dito (socorro!). Mas espero vê-los aqui na semana que vem e, ah, rumores de que o episódio vai ser muito bom. Até lá!
PS1: Ryan, colete de lã combina com você. Não dê ouvidos para o Esposito. Be free, baby boy.
PS2: Às vezes acho que estou escutando demais, ou sou louca mesmo, mas só eu ouvi o piano do Duncan (aquele lá que tocou em Always) na última cena? Toda cena romântica entre Castle e Beckett ou quase toda, eu ouço as batidas da música e meu coração dispara. Sofro.
Arrow – Crucible e League of Assassins
13/11/2013, 15:39.
Marco C. Pontes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Seja bem vinda à Starling City, Sara Lance.
Mesmo que a revelação de quem era a Canário Negro tenha tirado a surpresa, a expectativa foi mantida e todo mundo pode confirmar que o episódio conseguiu introduzir bem essa nova personagem, que basicamente é o Oliver Queen da primeira temporada. Sendo vilã ou não, ela é essencialmente Ollie. Ela acredita em matanças, tem medo de criar elos com as pessoas e ela ainda acredita que sua vida acabou quando ela estava na Ilha. De muitas maneiras, Sara existe para fazer uma comparação do tanto que Oliver conseguiu crescer dentro da série e dentro de suas personalidades: Sara é tudo o que ele já foi, mas que não é mais.
Portanto, uma tentativa de “humanização” da personagem é necessária. Por enquanto, não tocaram na parte romântica que envolve Sara e Ollie, mas sabemos que isso virá em algum momento futuro. A Canário tem medo de se conectar com sua família, mas sabemos que o motivo dela ter voltado para Starling City é exatamente esse. Da mesma forma, um triângulo amoroso pode vir a acontecer no futuro, mas isso não é bom – a simpatia por Laurel Lance já está quase nula, imagina quando colocarem a outra Lance no meio.
E mais uma vez a verdade vem à tona quando Ollie confirma que havia visto Sara viva depois do naufrágio do Gambit. Mas é claro que ele não iria comentar sobre essa cena, afinal ela basicamente estava torturando o menino e Oliver é macho demais para confirmar que apanhou de uma mulher.
De qualquer forma, Oliver sempre teve diversos demônios interiores para lidar e nada é pior quando ele percebe que a família Lance realmente está se desmoronando. Ele pode até tentar ajudar Laurel, mas sabemos que no fundo, no fundo, ele não pode fazer nada – na verdade, até hoje Papa Lance culpa o menino pela morte da filha mais nova. Imagina quando ele descobrir que a filha está viva e que Ollie sabia disso.
Laurel continua, então, a ser a deprê da série. Drogada, bêbada e chorona são palavras que descrevem bem o que ela é nesse momento. Pelo menos, agora ela tem algum assunto em comum com o próprio pai (a bebida), então talvez ainda haja solução para o relacionamento danificado dos dois.
O desenvolvimento de Roy tinha sido mais prazeroso no episódio passado, mas é claro que colocaram Sin como uma vítima para mostrarem o tanto que o personagem se importa com os outros e o tanto que ele está disposto em sacrificar tudo para salvar vidas inocentes. Isso faria muito mais sentido, é claro, se Roy conhecesse Sin a mais tempo, mas tudo fica meio superficial e dramático demais, já que eles se encontraram uma só vez.
Isabel está de volta e fiquei feliz em perceber que ela está tentando ajudar Oliver, mesmo que sempre escolha as palavras erradas. As vidas de Oliver Queen – como Vigilante e Arqueiro – novamente se colidem, deixando espaço para que um Alderman apareça novamente para deixar claro que odeia quando Oliver marca um encontro e odeixa esperando longas horas!
Em League of Assassins, depois da grande revelação de Crucible, Arrow se propôs a introduzir um pouco mais essa personagem que precisa ficar mais tempo na série. Sara Lance com certeza tem seus motivos para não querer se revelar, contando para seu pai e sua irmã que está viva, afinal como isso é possível se há uma liga inteira atrás da mesma? Porém, Sara não precisava se envergonhar do que ela teve que fazer. Tudo o que ela fez (ou pelo menos tudo o que sabemos, por enquanto) foi por sobrevivência. Tanto é isso que quando ela pode, foi embora da Liga das Sombras, deixando todo mundo esperando no meio da Ásia pelo seu retorno.
Na realidade, não foi mostrado muito sobre a Liga das Sombras. O que sabemos é que Ra’s Al Ghul está querendo a menina de volta. As expectativas para esse episódio foram imensas, e estava esperando mesmo que o tal vilão fizesse sua primeira aparição, mas fomos apresentados ao Professor Ivo, o tal criador do Amazo (perceba que esse é o nome do barco em que Oliver e Sara estavam seis anos atrás), um androide que tem como habilidade especial replicar as habilidades e poderes de vários super-heróis e super-vilões que ele entra em contato. Não sabemos se isso vai aparecer na série, já que Arrow não lida com poderes “sobrenaturais”, mas sabemos então que Ivo não está para brincadeira e não vai parar até conseguir o que ele quer.
Por isso, os flashbacks do episódio foram bem interessantes, mesmo que tenham mostrado coisas que já sabíamos, sobre Sara, pelo menos. Fica evidente aqui o aumento de desenvolvimento que a série está tendo em sua segunda temporada, apresentando bem seus personagens, para depois sentirmos sua falta quando forem embora. A introdução do Al-Owal foi bem curta, mas há a possibilidade do mesmo aparecer novamente em novos flashbacks.
O que mais agradou foi que Sara não demorou a contar a verdade para Papa Lance. Na realidade, foi Papa Lance quem ligou todos os pontos e percebeu que a filha é a nova Vigilante, mas convenhamos que ele está muito lento em não fazer essa ligação com Oliver Queen. Isso sem contar que tudo está mais claro: Felicity conhece Oliver, conhece o Vigilante e conhece a Sara. Sara conhece o Vigilante, Oliver, Felicity. Oliver conhece Felicity e conhece Sara. Vamos colocar a cabecinha pra funcionar, Lance! O reencontro de Sara e Lance com certeza foi um momento memorável para a série, mas convenhamos que Sara precisava continuar por mais um tempo em Starling City. A narrativa da personagem mal começou e a jogaram fora? Vamos torcer para que ela apareça logo (no presente), novamente.
O único elo fraco do episódio continua sendo Laurel e sua deprê eterna. Adoro que ela tentou de todas as formas conseguir Ollie na cama mais uma vez, só para não ter que lidar com seus próprios pensamentos. Estava esperando um desenvolvimento para esse plot, como por exemplo, ela finalmente se entregando de corpo e alma para o promotor de justiça, deixando todos para trás e se concentrando no que realmente importa.
O outro plot que tomou conta de mais da metade do episódio foi Mama Queen e sua vontade de morrer para não envergonhar os filhos do que ela já fez. Já foi avisado que algum personagem importante morreria nessa temporada, então continuo torcendo para que seja Mama Queen ou até Thea, para deixar Roy sozinho para que o mesmo consiga seu tão sonhado encontro com o Vigilante.
The Vampire Diaries – Handle With Care
13/11/2013, 10:07.
Mônica Castilho
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Silas tomou a cura! E, bem, eu acrescentaria um “finalmente” a esta frase se o recipiente da tal cura não fosse a Katherine, que ultimamente tem ficado em situações cada vez piores.
Como todos sabem, Silas deveria tomar a cura para virar bruxo mortal novamente, destruir a “âncora” que faz existir o purgatório sobrenatural e então morrer. A primeira parte foi realizada graças ao Damon bancando uma de traíra para alegrar a sonsa da Elena que quer a Bonnie de volta e assim entregando Katherine para Silas. Foi fácil, claro, por Kath ser uma humana quase indefesa, mas aí surge a dúvida a respeito do paradeiro de Nadia, que ficou séculos tentando encontrar a mãe, a protegeu por cinco minutos mas no final das contas a deixou para morrer.
Está certo que Katherine não morreu, mas também não está bem. Ao que tudo indica, depois de curada ela está envelhecendo todos os seus séculos de existência. Sabendo disso, mais uma vez eu me pergunto: “Onde está Nadia?!” Talvez agora seria interessante cogitar a ideia de tentar transformar Katherine em vampira novamente, não? Pelo menos parece ser uma solução mais rápida e eficaz do que o tal doutor Wes.
Pois bem, mas voltando ao drama de Silas, ele descobriu o paradeiro da tal âncora e juntamente com Damon e Jeremy, foi atrás da tal para destruí-la e finalmente poder morrer para encontrar sua paz, enquanto os outros dois trocam a vida do bruxo pela de Bonnie. O problema é que, apesar de os três saberem onde o tal elemento mágico estava para assim o destruírem, não sabiam de fato do que se tratava. Então todos (principalmente Silas) acabaram surpreendidos mais uma vez pela astúcia de Tessa, ao abrirem a caixa do “tesouro” e se depararem com mais uma doppelganger Petrova, mais precisamente Amara (a namorada de Silas), que não estava morta no final das contas.
Era óbvio que depois de tanto tempo na fossa porque o amor da sua vida havia morrido, Silas não iria simplesmente destruir Amara. Além do mais, ele nem teria motivo para fazê-lo, já que somente queria morrer por causa dela. Entretanto, parece que a moça não estava muito interessada no amor milenar de Silas e, após acordada, só se importou mesmo em morder o “amado” para beber a cura e pronto. Ainda não se sabe se Silas morreu ou está na mesma que Katherine, mas caso ele tenha sobrevivido como aconteceu com ela, terá a maior desilusão amorosa da série.
A conclusão disso tudo é que a cura, assim como quando ela estava naquela pequena garrafinha antes de Katherine beber, voltou a passar de pessoa para outra, mesmo sendo de uma maneira um tanto “diferente”. E outra conclusão importante é que o destino é tão forte para unir as cópias de Silas e Amara ao longo dos anos, mas a moça assim que acordou ficou mais preocupada em morder o rapaz do que em pensar que ele é o grande amor da vida dela. Lógica boa essa aí. Já sobre Tessa, nem precisa comentar, não? Ela vem se mostrando cada vez mais esperta e inteligente ao longo da temporada, e agora que devolveu as memórias do Stefan, não duvidaria nada de uma aproximação de ambos.
P. S. [1]: É, Bonnie… Parece que não é pra você voltar mesmo, hein.
P. S. [2]: Katherine nem humana deixa de ser engraçada, toda comilona daquele jeito. Hahahaha. “Você é o policial do sanduíche?”
The Crazy Ones – Sydney, Australia
13/11/2013, 09:04.
Gabi Guimarães
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Sydney, Austrália. Sydney Roberts. O que as duas tem em comum? Muito, aparentemente.
O sétimo episódio de The Crazy Ones foi centrado, como o próprio título sugere, não somente em Sydney, a cidade australiana, mas também na nossa protagonista de mesmo nome. Desta vez, os roteiristas optaram por repetir, de certa forma, a fórmula tão bem-sucedida utilizada no episódio anterior, unindo todos os personagens em um mesmo arco. Ou quase isso. Nesta semana, os dois arcos distintos que dividiam o episódio a princípio, se juntaram magicamente – mentira, foi com um empurrãozinho de Simon, Zach e Andrew! – e se transformaram em um único arco. E não é que funcionou?
Já no início vemos Simon, Zach e Andrew em uma teleconferência com o Conselho de Turismo da Austrália, que quer que a Lewis, Roberts & Roberts desenvolva sua nova campanha publicitária com o objetivo de aumentar o turismo no país. Em menos de um minuto, aprendemos três coisas muito importantes: 1- Simon detesta a Austrália com todas as suas forças (e, aparentemente, o motivo desse ódio todo envolve uma sunga, álcool, jogadores de rúgbi, um canguru cinzento e uma mulher aborígene!); 2- O pessoal do Conselho de Turismo daquelas bandas é bastante exigente; 3- Simon também os odeia. Uma combinação explosiva como essa é garantia de confusão!
Enquanto isso, Syd fica bastante desapontada com a publicação de uma entrevista sua na revista Ad Age – especializada no mundo da publicidade – que a chama de “indiferente” e “distante” e, como se isso não fosse suficiente, a reduz a um mero papel coadjuvante na agência: “contraponto perfeito a seu pai gregário”.
Mas eis que aparece Danny Chase (em uma participação especialíssima do cantor Josh Groban), um compositor de jingles com quem Sydney trabalhou nos primórdios de sua carreira na década de 80 (que corte de cabelo era aquele, Syd?), para salvar o dia! Sua paixão platônica por Syd renasce das cinzas quando ele a vê na revista, e ele resolve mandar uma cesta para ela. Com um cd de uma música só. E o que dizer desse cd, meu Deus?
“Sydney, you’re one of a kind
Sydney, you’re so fine”
Música chiclete, no melhor estilo “PRE-PA-RA!”, duvido muito que alguém não passou horas a fio cantarolando esse refrão depois de assistir o episódio. A versão remix (!) e suas pérolas – “Você é mais gostosa do que uma asinha de frango” e “Você faz a dieta de Atkins, mas come como um camelo” – só não me fizeram rir mais do que Zach e Lauren revelando suas estratégias de stalkers veteranos. Da Lauren, já aprendemos a esperar QUALQUER coisa, mas… Até tu, Zach? Google alert!
Andrew aconselha Syd a não responder essa “gente tarada” – ao que Zach e Lauren respondem: “é, às vezes nós paramos” –, mas a moça é boazinha demais para ignorar o rapaz, ainda que ele seja completamente estranho. Danny fica tão feliz com a resposta que liga imediatamente para ela e a convida para o lançamento de seu álbum. Sem querer ferir os sentimentos do rapaz, ela sai pela tangente, mas topa tomar um café com ele. Syd, você realmente tem que aprender a dizer não!
“Ele não sabe que ignorar é o sinal internacional do ‘pare de ligar’? – Sydney
“Mas, para um perseguidor, ignorar é um tipo de preliminar… Notei que sua pergunta era retórica. Desculpe” – Lauren
Após ter inúmeras ligações ignoradas por Syd, Danny não consegue entender a indireta e simplesmente aparece na agência com o almoço (salada de ovo, really?), já que “a vadia tem que comer”! Sydney, enfim, dá um sonoro fora nele.
Enquanto isso, voltando ao drama australiano, Simon se desespera com a insatisfação do Conselho de Turismo à toda e qualquer ideia apresentada, e quer desistir de tudo quando o cliente pede que ele “emburreça” (!!) a campanha, que está “muito sofisticada”.
“If I could bitch-slap a country” – Simon
A partir daí, vemos o Mr. Roberts, Zach e Andrew se desdobrando para simplificar a tal campanha e somos presenteados com uma sequência bastante engraçada, que envolve até mesmo Priscilla. Ela mesma, a Rainha do Deserto! E com direito aos três vestidos de drag queen. O que mais poderíamos querer?
E como nem mesmo ela conseguiu agradar os australianos – “não sabemos quem é ela!” – Simon chuta o pau da barraca e xinga a Austrália, o que o deixa em uma saia justa, pois dessa vez os australianos ouvem tudo!
E foi justamente nesse momento de aperto – como sempre, quando se trata de Simon – que ele teve uma brilhante ideia: usar a música da Sydney. Sydney Roberts, que fique claro! E não é que os australianos adoraram a “simplicidade” daquele refrão estúpido?
“Sydney, you’re one of a kind
Sydney, you’re so fine”
Aparentemente, isso define o espírito único da Austrália. Então tá!
E é aí que vemos os dois arcos se juntarem da maneira mais inesperada possível. Agora, todos da Lewis, Roberts & Roberts estão unidos nesta missão (quase) impossível de convencer Danny – escorraçado por uma Sydney nada gentil, naquilo que foi a “pior coisa que Lauren já viu”. E olha que ela já foi estagiária de japoneses baleeiros! – a vender sua música para eles.
“Então você quer que eu rasteje até o meu perseguidor, que saiu chorando quando o mandei sair da minha vida para sempre, e peça que ele venda a canção?” – Sydney
“Na verdade, a sua ideia é melhor. O que imaginei era bem mais humilhante.” – Simon
Pobre, Sydney! Com o apoio moral de seu pai, Zach, Andrew e Lauren, ela vai ao lançamento do cd de Danny com essa missão suicida. E é aqui que a série realmente funciona melhor: quando reduz o tempo de tela de Robin Williams e dá uma chance para o restante de seu elenco – talentosíssimo, por sinal! – brilhar.
Gargalhei com Andrew se passando pelo namorado da Syd ao mesmo tempo em que flertava com todas as garotas que cruzavam o seu caminho, contando dos bons e velhos tempos de faculdade em que abria os shows de uma banda chamada “Fedor Penetrante”. E o que dizer de Zach? Fangirling o Danny com vontade, cantando e curtindo suas músicas – e merchandising! – com a desculpa de que “são boas músicas para desacelerar depois do treino. Não que eu precise!”.
Syd, enfim, pede desculpas a Danny. Depois de rir muito com o Simon dizendo que tudo era culpa dele, “já que eu casei com uma vaca que só deu maus exemplos”, veio o momento fofo, onde Danny confessa que a música era, na verdade, um agradecimento, já que foi ela quem o incentivou a seguir uma carreira na música e convenceu-o que o mundo era feito de muito mais do que jingles. Syd, claro, se sente o último dos seres humanos, e ainda tem que ouvir a nova música de Danny, em uma vingancinha besta, porém cômica.
“Sydney é como o cara que partiu o coração da Adele” – Simon
E então, para resolver a questão de uma vez por todas, Simon vai até o camarim/banheiro de Danny (e Roland!) para ter uma conversa de homem para homem com ele. Bastou um discurso bem meia-boca do tipo “ela partiu o seu coração e você se tornou um artista” para que ele cedesse. Ou quase isso.
Convencido por Simon de que Sydney é como “o cara que partiu o coração da Adele”, Danny concorda em vender sua excêntrica love song para a agência sob uma condição: Sydney tem que concordar em partir o seu coração de vez em quando para, vocês sabem, manter sua inspiração em dia e transformá-lo num artista melhor.
Depois da tempestade, tudo está tranquilo para o pessoal da agência. Exceto para Sydney, que continua se punindo por ter sido tão grossa com Danny. E, para salvar o dia, Simon traz à tona um pedacinho de sua história, permitindo que o público também veja um lado mais humano do personagem. Afinal de contas, por que ele odeia tanto a Austrália?
Ele confessa: a Austrália lhe custou tudo, inclusive sua casa e seu casamento. Quem diria? Simon lembra da festa de aniversário surpresa que Syd havia lhe preparado após sua viagem, e que ele perdeu por estar bêbado demais. “Perdi tudo, menos você”, ele confessa. Syd, afinal, foi a única que não o julgou e ficou do seu lado, mudando a vida de seu pai, mesmo sem saber. Quem diria que Simon parou de beber por causa dela? É, Syd, não se preocupe: você é uma pessoa bastante generosa…
Aquele final foi a cereja do bolo! Antes de voltar para casa, Simon quer resolver mais um assunto com Danny: seu ódio pela Austrália em mais uma música genial. Mas… Foi na Nova Zelândia! E agora?
Apesar de não ter sido tão sensacional quanto o seu antecessor, Sydney, Australia merece quase a nota máxima, pois soube repetir uma fórmula que tem dado muito certo até aqui: além de reunir toda a equipe em um único arco – na medida do possível –, diminuiu o tempo de tela de Robin Williams, utilizando-o sabiamente, e permitindo, assim, que os demais personagens também tenham seu espaço para brilhar.
Até a semana que vem!
PS: Menção honrosa para aquele que foi, de longe, o diálogo mais engraçado de todo o episódio!
“Danny will sell us the song, if Sydney blows him off every now and then.” – Simon
“Phew! I thought this was going in another direction!” – Zach
Once Upon A Time – Dark Hollow
12/11/2013, 14:39.
Júnior Melo
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Com a reta final da primeira parte dessa temporada se aproximando, Once Upon A Time consegue manter um nível alto de qualidade em seu episódio. As coisas deverão ser mais agitadas daqui pra frente, como conseguimos notar neste episódio, que é bem definido por uma palavra: surpresa. A primeira e a mais chocante de todas: passaram-se cinco dias desde a saída dos nossos amados “Salvadores do Henry”. O tempo em Neverland é diferente, isso podemos afirmar, mas apenas cinco dias? Achei que já tinha passado pelo menos duas semanas de tanta enrolação.
Falando sério, Dark Hollow veio como uma bela continuação do ótimo episódio da Ariel. Rumple e Regina mandam a sereia ir à Storybrooke para conseguir pegar um objeto mágico que será a ruína de Pan e a salvação de Henry e sua família. No momento em que falaram sobre o retorno de Storybrooke, fui bem contra tudo isso. Mais uma dimensão seria suicídio em Once Upon A Time, já que com três (na temporada passada) foi uma bagunça, quem diria com quatro? Mas estive completamente enganado. As partes passadas em Storybrooke foram ótimas de se assistir e até fiquei com saudades do clima de lá. A cidade estava sob um feitiço de proteção que Rumple deu à Belle, mas acabou não servindo de muita coisa, pois os ajudantes de Tamara e Greg conseguiram chegar à cidade antes que o feitiço funcionasse. Não sabia que um feitiço podia fazer aquilo com um carro, senti que estava vendo Under The Dome.
A parte de Storybrooke teria sido melhor se não fossem as atuações que estavam bem canastronas. Ariel foi a única salvação. A cena em que ela ajudava Belle a procurar o tal objeto mágico foi bastante engraçada e quebrou o clima tenso que estava se aproximando. Belle, que nos proporcionou ótimos momentos em seus episódios destaques, agiu um pouco perdida em seus atos. Não foi o melhor momento da atriz e da personagem. Quanto aos capangas de Pan (a identidade deles foi realmente uma boa surpresa), sem comentários quanto a atuação dos dois. Foi como assistir a Sessão da Tarde (com o seu pior filme) ao ver cena da mina.
Em Neverland, Emma, Hook e Neal partiram em busca da Sombra de Pan para conseguir fugir. Imagino como eles vão fazer isso, pois carregar apenas Neal é aceitável. Quero ver carregar seis pessoas (sete se contarmos com Charming). A maneira como o triângulo amoroso está se desenvolvendo não podia ser melhor. As características de cada personagem se encaixaram perfeitamente para dar uma boa trama. Só foi um pouco forçado a cena da briga de Hook e Neal pelo isqueiro, muito clichê, mas ao menos teve serventia. A Emma finalmente conseguiu usar os seus poderes – graças a Regina diga-se de passagem – e salvou o dia. E sério que aquele coco que todos achavam ser um mapa era um pegador de sombras? A maior pegadinha de todas. Ponto para o Neal, que foi bem inteligente neste momento.
Do outro lado da ilha, Snow e Charming protagonizavam os momentos mais parados do episódio. As coisas só começaram a caminhar quando ela resolveu falar. Achei que ela estava chateada só porque não iria conseguir ter um novo filho, estava pegando raiva da personagem, mas as razões que ela deu foram convincentes e até senti pena da situação dos dois. Relembrou os bons tempos do casal. Se de um lado alguns personagens se acertavam, de outro tínhamos as desavenças. Henry, após ver a sua família no espelho mágico, resolveu enfrentar Pan e mostrar que não confiava no garoto, mas o vilão foi mais esperto e montou um ótimo plano. Quem diria que a pessoa da caixa era a Wendy! E que ótima maneira de fazer o Henry confiar de novo no Pan.
O episódio teve os seus momentos altos e os baixos, mas em sua grande parte foi em um nível alto. A maneira como as coisas estão sendo conduzidas deixa o futuro um pouco imprevisível. O que Rumple vai fazer com aquela caixa? Agora que não há mais empecilhos para Emma e sua turma salvarem Henry, como será que Pan vai reagir a nossa equipe de salvação? Bem, só torço para que as coisas fiquem bem agitadas, pois é disso que o Brasil e o resto do mundo gosta na série. Até semana que vem e não deixem a sombra do Pan pegar vocês!
White Collar – Controlling Interest
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Novamente não demorou muito para a dupla Peter & Neal retomar os casos na Divisão de Crimes do Colarinho Branco do FBI (Federal Bureau of Investigation) – ou como disse Mozzie, Federal Bureau da Invasão. Desta vez o que ajudou – além da saudade de Burke de ir para a rua – foi a morte do novo supervisor de Neal e também a licença maternidade de Diana, que acabou deixando a divisão um tanto desfalcada. Quem agradece são os fãs da série, pois não há nada melhor que ver esses dois juntos novamente – e com o Mozzie na cola deles, é claro.
Com Peter e Neal de volta a campo, além dos casos em que os dois vão trabalhar juntos, White Collar ainda tem várias histórias paralelas que podem entrar em evidência a qualquer momento. O assassinato ainda não solucionado de David Siegel é um deles, e se junta ao problema de Neal nesta temporada: Curtis Hagen. Quem também pode reaparecer a qualquer momento é o pai de Neal, James, e pode deixar a vida do filho ainda mais complicada. White Collar começou sua quinta temporada criando mais caminhos para a série, o que pode deixar o roteiro aberto para diversas situações ao longo dos próximos episódios.
Enquanto a vida de Neal não se complica ainda mais, em Controlling Interest ele encara um caso diferente de todos os demais que já apareceram em White Collar. A situação surge a partir de um criminoso que vai até o escritório do FBI e se entrega, mas não lembra ao certo do roubo que cometeu. A investigação acaba chegando até uma psiquiatra capaz de controlar a mente dos pacientes e fazer os criminosos roubarem para ela. Mara Summers é uma profissional competente, não muito confiável é claro, mas conseguiu enganar até Caffrey em uma primeira consulta. No entanto, logo depois, Neal fez Summers beber, literalmente, do seu próprio veneno.
Além da construção do caso desse episódio ter sido diferenciada da maioria dos casos que já apareceu em White Collar, Neal acabou se identificando com o ex-criminoso que se entregou no início da trama. Nate Griffith procurava uma vida nova, longe dos crimes, e temia não poder ter uma vida normal com a família e longe de problemas com a polícia. Neal ainda tem as mesmas dúvidas sobre se um dia conseguirá deixar de ser um criminoso. No final de Controlling Interest ele continua confuso, mas parece um pouco mais confiante, principalmente em voltar a ser livre. Como Neal vai fazer isso? Nas suas palavras: para tudo há sempre uma solução.
PS: Quantos vivas vale o Mozzie de roupão e touca de banho? Impagável.
Sessão de Terapia – Semana 5
12/11/2013, 13:28.
Carla Heitgen
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
“Personagens só com qualidades são mal escritos, não são humanos”
A frase de Dora para Theo refere-se a como uma lembrança pode ser traidora ao omitir detalhes de uma pessoa que se conhece, mas também ilustra como as imperfeições dos personagens enriquecem uma história. Vamos conhecer as questões dos humanos que passaram pelo consultório do mais imperfeito de todos, o terapeuta que não segue os próprios conselhos.
Segunda-feira, 16 h
Carol esperou por aquele instante a semana inteira. Estava ansiosa para chegar o dia de ir à consulta com Theo. Enquanto ele não chegava, tinha conversas imaginárias com o terapeuta, a partir das lembranças de encontros anteriores. Carol tem algo para contar. Na sala de quimioterapia, sente-se em um universo paralelo, habitado por pessoas que se entreolham em cumplicidade. Tudo parece suportável, até que chega em casa, e a angústia da solidão a lembra de sua fragilidade e do medo de perder o controle. Carol está acostumada a não “alugar”, a ser forte e a cuidar do irmão. Gosta de saber o que os outros acham dela e quer saber se Theo a acha agressiva. Ele sabe que esta é apenas a forma que a menina encontrou de se defender contra as circunstâncias. Não encontra em seu oncologista palavras que a confortem por mais de dois minutos e não quer ser um fardo para os pais e para melhor amiga, Gabi. Carol tenta mudar de assunto, pergunta sobre a vida pessoal de Theo, e sua família, e ele mente dizendo que não tem problema algum com seus pais. A personagem de Bianca Comparato, então, pede ao psicólogo que vá com ela ao hospital novamente. Theo propõe que reconsidere suas possibilidades e a diz que não está sozinha como pensa. Carol se sente rejeitada e desabituada a ouvir – e dizer –“nãos”, afirma estar em uma conversa humilhante. Ao levantar-se bruscamente para sair, desmaia. De novo. Theo sai com ela nos braços. Destaque para o excesso de closes: olhos, mãos e garganta seca de uma paciente que reluta para admitir a própria humanidade.
Terça-feira, 09 h
No horário de Otávio (Claudio Cavalcanti) quem Theo encontra ao abrir a porta é Tati (Aline Leite), a filha que o empresário tentou resgatar de um retiro espiritual. A primeira coisa que notamos é seu cabelo, cortado assimetricamente conforme relatado, com preocupação, pelo pai em sessão anterior. É um dos símbolos de seu rompimento com o passado opressor. Tati esconde a tatuagem, sua orientação sexual e a namorada Érica, que a convenceu a perdoar Otávio e a levou ao seu encontro em São Paulo. Ao chegar, percebe que o pai também tem seus segredos, os quais culminaram em severas crises de pânico e depressão. Relata que Dr. Isaque, psiquiatra, recomendou que não deixassem Otávio sozinho.O pai controlador, por sua vez, mesmo doente, liga para saber se a filha chegou bem ao consultório. Tati sente raiva de tamanha obsessão por domínio, a descreve como “patética”, ao mesmo tempo em que tem medo de sua reação quando, finalmente a descobrir, em sua essência, tal como é. Theo diz que, em mandarim, as palavras “colapso” e “oportunidade” são representadas pelo mesmo ideograma e reforça o quão tênue é a fronteira entre proteção e prisão. A mulher que fugiu do vínculo do pai agora teme matá-lo de desgosto. Theo oferece seu espaço para que conte ao pai em um ambiente controlado, tudo que a sufoca. Este foi um episódio bastante interessante, pois matou a curiosidade que quem já ouvia falar da jovem há quatro semanas. Aparentemente, todos têm segredos e absolutamente todos são difíceis de guardar. A precária saúde de Otávio que o diga.
Quarta-feira, 11 h
Ah, a Paula. Como Carol, se faz de forte enquanto desmorona por dentro. Antes de começar, o terapeuta prefere esclarecer o que lhe tem preocupado e diz respeito também à sua paciente: quem o está defendendo no processo que Antônio, pai de Breno, abriu contra ele é Luiz, marido de Paula. A mulher fica indignada e imagina uma série de conspirações envolvendo os dois, uma delas que riem suas pelas costas e que conversam sobre tudo que ela conta na sessão. Chega a perguntar se Luiz está com “cara de solteiro” e acusa Theo de ser antiético e que a sua conduta é responsável pelo processo por parte de Antônio, um golpe baixo que o terapeuta desconversa pelo bem do profissionalismo. Mesmo resistente, Paula começa a se abrir novamente e revela sua desconfiança de estar grávida. Acha irônica a sincronia do destino em realizar seu desejo quando está em pleno processo de divórcio. Theo sugere que, na verdade, ela está com medo não da maternidade, e de ser ruim desempenhando este papel, mas sim de não estar esperando um filho, o último recurso que teria para salvar o casamento sem precisar dar o braço a torcer na relação. Embora rejeite a hipótese, Paula admite o receio de fazer o teste de gravidez sozinha. Ela tem um na bolsa e pergunta se pode fazê-lo ali, durante a sessão. Ao retornar, enquanto longos minutos se arrastam, relata que gostaria de ter pego o caso de Theo e defendê-lo, se colocando melhor qualificada do que o marido. O teste revela o desfecho da dúvida, com Paula reproduzindo com dor em um sussurro: “Deu negativo”. Ela chora, e mais uma vez Adriana Lessa dá um show. Sem ao menos ouvir as palavras de conforto de Theo sai pela porta como que em fuga, mais uma vez.
Quinta-feira, 14 h
A consulta de Daniel (Derick Lecouffle) foi, de longe, a melhor da semana, por três motivos, um deles nada imparcial: (é um de meus personagens favoritos). Finalmente João (André Frateschi) percebeu como é estar na pele do filho. Quem não chorou com a reconciliação dos dois, que atire o primeiro lencinho. Ana, a mãe, ainda está viajando, pois decidiu adiar seu retorno. Com isso, o convívio de pai e filho foi forçosamente prolongado. Para Dani, os dias que tem passado com o pai são“show”. João estranha o entusiasmo. Após a partida da mãe, o adolescente voltou a comer em excesso e a contrariar as ordens do pai. Posteriormente, revela para Theo que foi um período desgastante e difícil, que culminou com o nojo que sentiu do garoto que estava sem tomar banho há algum tempo. João confessa que entendeu a solidão do filho ao pegar uma mala e encontrá-la cheia de salgadinhos, chocolates e doces diversos. Imaginou-o triste, solitário em seu quarto, comendo escondido, como maneira de lidar com a dor que os pais acabam compartilhando com ele. João chama Daniel, pede desculpas e pergunta se eles estão bem. Com a confirmação serena do pequeno, ambos se cumprimentam de um jeito peculiar e saem felizes. Theo, por outro lado, se identifica com João quando ele diz não amar seu pai e se recusa a repetir os mesmos erros cometidos por ele. Para João, responsabilidade e culpa se confundem e o terapeuta o faz ver que o único a não abandoná-lo foi justamente, Dani e aquela era a forma de testar o amor do pai, após a última sessão, quando teve medo de ter sido “esquecido” no consultório de Theo. Mesmo depois de tantas revelações o lado pai do terapeuta faz o exato oposto ao seu discurso de paz e perdão e trata Malu (Mayara Constantino), sua filha, com frieza e esta ameaça abandoná-lo como Theo tem feito com pai, cada vez mais enfermo.
Sexta-feira, 17 h
O último dia útil da semana é, também, a chance que Theo tem de resolver suas próprias questões. Entretanto, ele não parece aproveitá-las muito bem, protegendo suas verdades com muito sarcasmo e raiva em suas sessões com Dora. O terapeuta tenta comunicar-se com Míriam várias vezes, e ela parece evitar suas ligações. Dora estranha a pontualidade de Theo mas ele confessa que chegou mais cedo para confirmar a teoria de que sua amiga de infância está fugindo dele, com medo de “acabar com seu casamento falido”. Dora o questiona se ele quer estar no papel de amante, para saber como é. Theo nega, e responde que gostaria apenas de uma oportunidade de viver uma história bonita com Míriam. O terapeuta está mais receptivo aos comentários de Dora, e é bom vê-lo concordando com a orientação recebida. Theo reclama de pressão e comenta sobre a ameaça da filha em deixá-lo. Para ele, Malu vê um monstro que não quer visitar o próprio pai, enquanto utiliza o autoengano para manter sua decisão. “Ele sempre fica bem”, reafirma, como um mantra. Theo se ressente de que até em um leito de hospital seu pai se faz presente com o mal que causa. Ainda o vê como um grande vilão. Sua memória só registra defeitos e talvez Theo tema ver a fragilidade de seu pai. Ele está preso m um ciclo em que sente remorso por antecipação, pois sabe que se não for visitá-lo, pode carregar uma culpa eterna. Ao mesmo tempo, não consegue ir vê-lo, e Dora diz que precisa tentar quantas vezes for preciso. Theo até procura vencer seu bloqueio e para em frente à clínica onde seu pai está, porém ainda é muito para ele atravessar o portão. Theo vai embora e nós ficamos torcendo para que ele continue insistindo.
Nuvem de Séries
24 30 Rock 90210 American Horror Story American Idol Arrested Development Arrow Battlestar Galactica Bones Breaking Bad Brothers and Sisters Castle Chicago Fire Chuck Community Criminal Minds CSI CSI:Miami CSI:NY Damages Desperate Housewives Dexter Doctor Who Downton Abbey Elementary ER Friday Night Lights Friends Fringe Game Of Thrones Ghost Whisperer Gilmore Girls Glee Gossip Girl Grey's Anatomy Grimm Hart of Dixie Heroes Homeland House How I Met Your Mother Law & Order Law & Order: Special Victims Unit Lost Mad Men Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. Medium Modern Family NCIS New Girl Once Upon a Time One Tree Hill Parenthood Parks and Recreation Pretty Little Liars Prison Break Private Practice Psych Pushing Daisies Revenge Samantha Who? Saturday Night Live Scandal Scrubs Smallville Smash Supernatural Terminator: The Sarah Connor Chronicles The Big Bang Theory The Following The Good Wife The Mentalist The New Adventures of Old Christine The O.C. The Office The Simpsons The Sopranos The Vampire Diaries The Walking Dead The X Files True Blood Two and a Half Men Ugly Betty Veronica Mars White CollarCategorias
- 15 Razões (24)
- Audiência (70)
- Biblioteca de Séries (1)
- Borracharia (21)
- Colírio (5)
- Conexão (14)
- Entreatos (16)
- Estilo (31)
- Ficção (séries virtuais) (29)
- Gastronomia (67)
- Ligado no Streaming (30)
- Memória (26)
- Opinião (558)
- Séries & Eu (6)
- Sintonia (11)
- Sobre o TeleSéries (72)
- Spoilers (578)
- TeleRatings (314)
- TV Brasil (2,638)
- Comic Con (84)
- Novos Pilotos e Séries (1,403)
- Participações Especiais (991)
- Programação EUA (571)
- Upfronts (44)





















