TeleSéries
Parenthood – Election Day
24/11/2013, 18:31.
Karina Mochetti
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Pelo nome do episódio da para saber o que esperar. Finalmente é o dia da eleição e a hora da verdade para Kristina. Como disse Gwen, amiga de Kristina, ela já uma vencedora de qualquer forma e eu ainda acho melhor ela não ganhar, mas de um jeito ou de outro essa trama acaba por aqui. E isso é bom, 22 episódios de política acho que seria demais pra qualquer fã de Parenthood.
E com o resultado da eleição veio uma discussão muito válida entre Jasmine e Crosby sobre a importância de votar. Nos Estados Unidos o voto não é obrigatório e obviamente Crosby, que é uma criança grande, nunca havia votado. Sua tentativa estapafúrdia de votar publicamente foi hilária e fiquei com dó do Jabbar que acreditou. Já Jasmine, sempre responsável e centrada, acha importantíssimo votar e ainda demonstra ficar emotiva ao ter contribuído para o país ter um presidente negro (o que é realmente algo fantástico, diga-se de passagem).
E enquanto Crosby tenta lidar com sua esposa, Max também começa a lidar com o sexo oposto. Devo dizer que simplesmente amei a ideia de Max querer ter uma namoradinha e me arrisco a dizer que ele tem mais chances que seu primo Drew. Gostei muito da conversa de Hank com Max mostrando que relacionamentos são difíceis para todo mundo e que muita gente, com ou sem Asperger, demora para encontrar alguém e namorar. Como sempre, Hank mostra como realmente tem afinidade com Max, ele lida melhor com Max do que com a própria filha Ruby. Tudo bem que adolescentes não são fáceis, ainda mais meninas, mas era meio óbvio que pedir para ela fingir ser namorada de Max não ia dar certo, não? Mas o ápice de Hank nesse episódio foi ele invadindo a casa da Sarah, a encontrando de toalha e dizendo “I need a woman”. Coisas que só funcionam na cabeça do Hank, não é possível.
Já Joel está cada vez mais desconfiado de Ed e mais irritado, mas quem teve um surto e explodiu foi Julia, que gritou até com Peet que não tem nada a ver com a história afinal. E aqui me veio uma dúvida: se Peet não será o pivô da separação de Joel e Julia, qual o objetivo dela na série? Porque além de aparecer pouco, ela até agora está completamente irrelevante para a trama.
E no meio disso tudo está o coitado do Victor. Confesso que na temporada passada ele me irritou muito e eu cheguei a torcer para que ele não fosse adotado por Julia e Joel, mas desde o começo dessa temporada ele está bem melhor. Entendo que ele precise mudar de ano, não há muito o que fazer, mas deve ser realmente difícil para ele e, principalmente para a auto-estima dele. Ele passou por muita coisa, já muito jovem, será que não dá pro roteiristas darem um desconto? Juro que ainda acho que ele tem dislexia ou algum outro problema.
E finalmente o desfecho de Ryan e Amber. Até imaginei que Ryan pudesse ficar violento com o garoto gatinho da banda que claramente está afim da Amber (e eu não tenho ideia do nome), mas achei que isso aconteceria depois que eles terminassem. Apesar de não ter mostrado a violência em si, achei a cena bem impactante, primeira pela raiva e força de Ryan e segundo pelo choro doído de Amber nos braços do avô.
Como sempre, Mae Whitman nos presenteando com uma ótima atuação e com seus dons musicais. Ela realmente gravou a faixa “I Should Have Taken You Home” com Tyson Ritter, vocalista da banda All-American Rejects, que em Parenthood é o chatíssimo vocalista Oliver Rome. Um video da faixa na íntegra foi colocada no site da NBC, mas infelizmente ainda não está liberado para acesso no Brasil.
E com um episódio muito bom, Parenthood se despede por duas semanas. Nos vemos em 12 de dezembro!
Sessão de Terapia – Dora 7
24/11/2013, 15:00.
Carla Heitgen
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Fins apontando para recomeços, medo de perder o controle e morrer sozinho, a incapacidade de ouvir a própria voz, o desespero de ser invisível para as pessoas que mais ama e a tentativa de retomar o passado a partir de quando tudo começou a desmoronar. Problemas individuais, questões universais.
O início da semana trouxe o esperado resultado do Conselho de Psicologia, sobre a cassação da licença de Theo, em processo aberto pelo pai de Breno, Antônio. Quem lhe entrega o envelope é Malu, sua filha. O processo foi arquivado. De acordo com a entidade, Theo agiu corretamente no caso do ex-policial, que cometeu suicídio. O terapeuta, contudo, não fica feliz. Para ele, a decisão não apaga o que aconteceu. Antônio vai até a casa do psicólogo e diz que o deixará em paz e elogia Malu (Mayara Constantino). Pai e filha se abraçam. Parece que a absolvição que Theo buscava era do pai de seu paciente, e ele a obteve.
No dia seguinte, o psicólogo recebe um presente da vizinha Lia. A pintora lhe entrega um embrulho cuidadosamente preparado, um retrato de Theo, que ficou curioso para saber o motivo de ela ter estampado seu rosto em um quadro. A artista responde que gostou dele e a inspirou. Lia pede que seu novo amigo não abra o presente na frente dela. Ele não parece com pressa, pois tem medo de saber como as pessoas o veem.
Theo continua se culpar por não visitar o pai antes. Embora tenha ido vê-lo, chegou a poucos minutos depois de ter falecido, ou de acordo com ele, a cinco passos de mostrar ao pai que finalmente reuniu forças para perdoá-lo. O avô de Malu, que tanto desejava sua visita, não pôde aliviar-se com a absolvição do filho. Malu pergunta se sentirá remorso pelo resto de sua vida e completa que o pai precisa parar de cuidar do outros e reservar um tempo só para ele, maior do que o intervalo entre uma sessão e outra e maior até do que férias. Theo começa a ligar para seus pacientes avisando de sua ausência. Há três dias se pega olhando com curiosidade e medo para o quadro pintado por Lia, ainda fechado, e solenemente colocado em um canto da sala.
Ao chegar ao consultório de Dora (Selma Egrei) a terapeuta lhe diz que pensou muito nele durante a semana. Por um bom tempo Theo revela seu ressentimento por Dora não ter ido ao enterro do pai, uma destas ocasiões em que “se faz uma lista de quem veio e quem não apareceu”. Ele reconhece a beleza do telefonema e o telegrama enviado “elegante e antiquado igual ao seu tapete”. Sua presença fez falta, porém ela não saberia o que dizer devido à proximidade que tinha com a família; nem como reagir, já que é psicóloga de Theo e, portanto, uma referência para ele. Tanta lógica irrita o paciente que diz: “Em um momento deste basta um abraço”. Verdade, Theo.
Como psicólogo ele se envolve muito com seus pacientes. Dora nota que o lado bom disso é que conhece a dor deles e isso o torna um excelente profissional. Ela afirma que só voltou a atender porque viu que Theo, mesmo com tantos motivos para parar, prosseguiu atendendo. Pelo menos a fase sombria o aproximou da filha. Dora não consegue convencê-lo de que não seria apropriado interromper o processo terapêutico. É que Theo quer parar de falar da vida para viver a sua. Dora cede e eles se abraçam.
Para Theo, viver a própria vida começa com o gesto simbólico de desembrulhar o quadro de Lia e se ver pelos olhos dela: um lindíssimo retrato de um homem alegre, o que acreditamos que ele realmente foi quando despiu sua persona de terapeuta e conversou com sua vizinha. É assim que as pessoas te veem, Theo. Feliz e de bem consigo mesmo.
Em uma mensagem postada na página de Sessão de Terapia no Facebook, o diretor Selton Mello compartilhou a liberdade para explorar formatos, narrativas, histórias e temas que, de tão arriscados, só poderiam ser produzidos em um canal a cabo. Nos Estados Unidos além da HBO, a AMC e agora a Netflix, apostam em novidades que nem sempre têm apelo comercial. E por isso merecem todo o respeito de artistas e do público. Para usar as palavras de quem conhece muito bem os canais chamados abertos, com a palavra, o diretor: “A TV fechada é aberta e a TV aberta é fechada”. A terceira temporada já foi confirmada, com filmagens previstas entre janeiro e março de 2014. E há a possibilidade de ser inédita, isto é, com personagens e histórias diferentes de outras versões.
Terapia, ficção, arte. Cada um procura uma forma de tentar saber quem é, não que haja uma versão definitiva para qualquer ser humano. A verdade é que as experiências boas e ruins moldam nosso caráter e comportamento. Mas há algo que permanece essencialmente inalterado. Alguns chamam de consciência, outros de alma, essa versão em estado bruto de nós mesmos. Uma das coisas que Dora ama em sua profissão é saber que fez parte da mudança de alguém. Alguns fantasmas não podem ser exorcizados, mas aprender a conviver com eles ou colocá-los em seu devido lugar é possível. Boa sorte, Theo. E parabéns ao seu intérprete, Zécarlos Machado.
Comente o que achou da série. Qual foi seu personagem favorito?
Opa, nosso tempo acabou. Até a próxima!
Sleepy Hollow – The Midnight Rider e Necromancer
24/11/2013, 14:30.
Mônica Castilho
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Prenderam o Cavaleiro e todos comemoram! Pois é, esta é realmente a primeira reação que nos vem em mente até que consigamos lembrar que a história é em partes sobre o Cavaleiro. Ou seja: ele não pode ser simplesmente destruído por umas luzes ultravioleta que fizeram a façanha até de substituir um feitiço inventado séculos antes. Matá-lo seria uma alternativa agora que Ichabod e ele não estão mais ligados, mas assim como o crânio dele, é evidente que o Sem Cabeça não é tão facilmente destrutível.
Enquanto ninguém acha uma maneira de destruir o Cavaleiro, tentam enfraquece-lo, mas não sem antes interroga-lo como se fosse mais um prisioneiro do dia a dia. Para isso, entre devolverem a cabeça do sujeito e chamarem Andy para servir de porta-voz, já que ele também é um ser do lado negro da força, ficaram com a segunda opção. E, bem, todo mundo sabe como são demônios ou derivados em qualquer história dessas sobrenaturais: são provocadores e principalmente traiçoeiros, e em Sleepy Hollow não foi diferente.
E MESMO SABENDO DISSO TUDO, Ichabod vai lá confrontar o Cavaleiro, que se tivesse com a cabeça riria na cara do Crane. Na verdade ele riu – metaforicamente – e zombou por intermédio de seu porta-voz Andy ao ponto de deixar Ichabod verdadeiramente irritado quando, além das provocações, mostrou um pertence de Katrina.
Não é de hoje que Katrina deixou de aparecer apenas lá no purgatório onde está aprisionada e começou a ser parte importante nos flashbacks que mostravam como ela e Ichabod vieram a ficar juntos. O artifício foi usado mais uma vez e, enquanto Ichabod contava para Abbie porque ficou irritado quando o Cavaleiro lhe entregou um colar, um flashback mostrava que o colar foi um presente do ex-noivo de Katrina, que a moça o largou para ficar com Ichabod. Não bastando ter conquistado a noiva de Abraham – o tal noivo chutado –, Ichabod contou para ele sobre o caso de amor que tinha com Katrina e foi desafiado para um duelo que acabou resultando na morte de Abraham em solo inimigo.
Como tudo naquela época de Ichabod era honra, orgulho e batalhas, Abraham fez um pacto com o Tinhoso para voltar à vida e – pasmem – tornou-se o nosso tão conhecido Cavaleiro Sem Cabeça. Ou seja, esse rolo todo acabou se explicando como nada menos do que uma disputa por causa de mulher. O que é até engraçado e bizarro se pararmos para analisar o motivo de tanta confusão.
Para piorar, Andy fez um feitiço que deixou todo mundo do lado negro da força entrar no cativeiro e libertar o Cavaleiro. Resumindo: o Cavaleiro é o ex-amigo de Ichabod, está solto no mundo de novo, mantém a Katrina no purgatório porque quer ela de volta e quer se vingar porque roubaram sua amada. Agora que tudo virou briga por causa de mulher, Ichabod já deu a entender que a disputa será para tirar a Katrina da onde ela está, embora como, ninguém sabe.
P. S. [1]: Toda confusão tem que ter uma mulher no meio, gente. Impressionante.
P. S. [2]: Como vai ficar tudo quando Katrina voltar para o “mundo real”? Será que teremos a chance de ver um possível triângulo amoroso “Katrina – Ichabod – Abbie”?
Chicago Fire – No Regrets
24/11/2013, 13:43.
Maísa França
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Chicago Fire chegou sambando na cara da sociedade com um baita de um episódio! Ao contrário da semana passada, o episódio de terça-feira cumpriu o que prometeu no vídeo promocional, mas não só isso. Foi além e entregou um episódio com uma carga dramática impressionante.
Ponto positivo pros roteiristas que, ao mesmo tempo que conseguiram me deixar extremamente feliz, também conseguiram me deixar num outro misto de sensações que iam da euforia àquela vontade de esganar alguém da equipe de produção. Fiquei feliz porque todo aquele suspense sobre o Chief Boden – personagem que vem sendo um dos pontos fortes dessa temporada – teve um final ótimo. Poderiam acontecer duas tragédias e o Chief se livrou das duas com, digamos assim, maestria. A primeira delas foi o diagnóstico negativo de câncer no pulmão e a segunda foi chefiar uma equipe que mostrou um companheirismo inigualável em tamanha situação de risco em um resgate.
O misto de euforia e outras sensações chegou justamente após as duas ótimas notícias em relação ao Chief. Isso porque o suspense em cima do personagem foi tão grande que eu duvido que alguém não tenha pensado o pior (leia-se morte) para ele. Felizmente, nós teremos o personagem por muitos outros episódios e, o melhor, continuando como o chefe badass do batalhão 51. Em outras palavras, o episódio superou todas as nossas expectativas, então vamos para o que teve de melhor em um dos melhores episódios da temporada até agora – isso se não for o melhor de toda a série.
Teve suspense, compaixão, descobertas, despedidas e, claro, fogo. Mas vamos começar pelo fogo, o carro-chefe dos outros acontecimentos da série. No resgate desse semana pudemos ver o exemplar trabalho em equipe dos bombeiros e das paramédicas diante de um acidente que colocou em risco a vida de muitos – e tirou a vida de alguns.
O suspense ficou por conta não só do que aconteceria com Boden nesse episódio, mas também no resgate em si. A situação era extremamente delicada pois os bombeiros teriam de lidar com um tanque de propano e a falta de recursos já que, para um acidente de tamanha magnitude, seria necessário ajuda de outra equipe de bombeiros e paramédicos coisa que, infelizmente, o batalhão 51 tinha sido privado.
Em uma situação crítica e sem a quantidade de profissionais necessários, a equipe precisava decidir quem salvar e com isso nós pudemos ver o quão pesado é esse fardo. A compaixão ficou por conta de Casey, que fez de tudo para encontrar – com vida – uma garotinha perdida e foi o responsável por uma das cenas mais emocionantes do episódio ao responder a pergunta do pai da garota. Uma cena simples, carregada de emoção e que me fez gostar um pouquinho mais de Casey.
“Você é pai?”
“Sou.”
Casey que, aliás, também emocionou na despedida dos meninos Darden. Ele realmente se apegou aos meninos e sofreu com a partida deles. Só achei que o único erro aqui foi Heather ter saído cedo demais da prisão. Esse fato de desenvolveu muito rápido.
Compaixão também acompanhou Clarke. Estamos descobrindo um pouco mais sobre o bombeiro a cada dia e isso vem me causando esse mesmo sentimento. O bombeiro tem uma vida muito mais sofrida do que eu podia imaginar e, no episódio dessa semana, conhecemos a esposa de Clarke e descobrimos um casal com problemas bem sério de relacionamento. Durante o resgate, o bombeiro foi o responsável por salvar uma vítima que estava salvando outras vítimas. Infelizmente, Clarke não conseguiu salvar a vida do soldado que estava de passagem na cidade pois ele tinha graves ferimentos internos e, por questões de prioridade de salvamento, ele precisou ser deixado na zona preta, aquele pra quem já tá com o pé na cova.
Não posso esquecer que a compaixão também esteve com os bombeiros no que diz respeito ao salvamento de Boden e Mills, que ficaram presos sob os escombros do prédio perto do acidente. Compaixão esta que foi acompanhada de um ato de desobediência e muita coragem, já que os bombeiros desobedeceram as ordens do Chief para poderem salvar os colegar de trabalho. Entre uma ação e outra dos bombeiros, Mills revelou à Boden que ele sabe do envolvimento do chefe com a mãe dele.
A descoberta, por sua vez, acompanhou Severide. Entre uma especulação e outra sobre a vida de seu pai, o bombeiro descobriu que tem uma irmã. Benny tem muito mais segredos do que eu imaginava, mas ainda bem que ele assumiu, definitivamente, que o batalhão 51 pertence a ninguém menos do que Boden. Agora só nos resta esperar para ver como será a relação entre Severide e sua nova irmã.
Aí, depois de todos esses acontecimentos, a gente pensa que não tem como melhorar, mas somos presenteados com Boden falando palavras lindas e enfrentando McLeod ao dizer que não vai abandonar, tudo isso somado intercalado à cenas emocionantes dos bombeiros. É Chicago Fire, você realmente conseguiu superar o esperado para essa semana.
PS: Shay tá precisando de ajuda, SOS.
PS 2: Torcendo pro Herrmann virar um tenente 😉
Sessão de Terapia – Daniel 7
23/11/2013, 15:04.
Carla Heitgen
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Este fim de semana é a última chance para ver, pela TV, a série Sessão de Terapia. Neste sábado (23), e também no domingo (24), às 21:30 e 18:45, respectivamente, o canal GNT exibirá a maratona com a conclusão das cinco histórias que acompanhamos durante sete semanas, mas que pareceram mais, devido à nosso envolvimento com as histórias ali narradas sob o ponto de vista de quem as vivencia. Se você ainda não sabe se as questões de Daniel (Derick Lecouflé) foram resolvidas, e quer ver com seus próprios olhinhos, passe aqui depois para deixar sua opinião. Se você não acompanha a série mas não dispensa uma reflexão, temos material de sobra para explorar. Vem com a gente!
Daniel é um anjo. Um anjo no meio de uma guerra. E se resumíssemos seu estado emocional de quinta-feira (21) em uma palavra,escolheríamos “raiva” para defini-lo.
O menino de dez anos que há sete semanas compartilha com Theo as dificuldades de viver a separação nada amistosa dos pais está em uma fase comum àqueles que experimentam uma perda. No caso de Dani, a vida como ele conhecia acabou. A fase de transição entre a negação e a aceitação é difícil demais para qualquer um suportar, imagine para uma criança. O importante é que, mesmo irritado e impaciente, o que alguns distraídos atribuiriam a um comportamento típico da idade, ele nunca deixa de responder às perguntas de seu terapeuta.
A sessão começa com Theo lhe interrogando se tem ido à escola. Após responder com outro questionamento (Tem opção?) ele diz que o colega que implicava com ele o deixou em paz após uma reação inesperada sua. Ao tentar pegar sua mochila Eric recebe um soco, e chora, se sentindo envergonhado. Ele agora sabe como é estar do outro lado da humilhação. O psicólogo, então, tenta fazer com que seu paciente veja o que há de bom em sua vida, e o que ouve é: “Meus pais não gostam de mim”.
Dani acha que ele é o motivo das brigas entre João (André Frateschi) e Ana (Mariana Lima). Sua mãe, em busca de uma mudança e uma chance de reencontrar um sentido para sua vida, aceita uma promoção que a levará a mudar-se para outro estado, atitude que seu filho considera egoísmo. Ele não foi perguntado se gostaria de ir e parou de falar com Ana.
Neste momento Daniel – e nós, espectadores – ouvy uma perspectiva para lá de intrigante de Theo. A raiva é boa. O personagem de Zécarlos Machado diz que prefere vê-lo com raiva do que com culpa. Isso significa que a raiva faz um movimento para fora, é direcionada, enquanto a culpa faz o caminho oposto e, internalizada, se volta contra quem a sente. O psicólogo propõe que o garoto expresse sua raiva para os pais, para que eles saibam como se sente. Realmente, dizer é muito mais eficaz do que enviar sinais na esperança de que sejam interpretados. Incrédulo que de adiantará alguma coisa, ele cede, depois que Theo usa o convincente argumento de que “se não resolver, pelo menos você tentou”.
Ana e João se unem ao filho. A princípio, Daniel prefere apenas ouvir o que os pais têm a dizer. Quando a mãe pergunta se está tudo bem, entretanto, o menino não espera para chegar ao ponto. Não quer ir para outro estado e ninguém deseja saber o que ele quer. A briga, tão frequente a cada vez que o ex-casal se encontra, recomeça. Como que por reflexo, Dani sai da sala, para retornar pouco depois com uma cadeira, onde se posiciona para o que está por vir. Ana hesita, argumenta que os adultos precisam conversar e ouve a madura e segura resposta do filho, de que está preparado. “É só fingir que não estou aqui”, conclui. A triste verdade é que eles fazem exatamente isso quando brigam na sua frente.
Ana parece bastante decidida em partir levando o filho e deixar a “farra” do fim de semana para João. Daniel insiste em ficar com o pai e prosseguir sem mais uma mudança brusca em sua vida, mas ela resiste. O pai diz que o trabalho novo em uma nova cidade talvez a impeça de ter tempo de se dedicar ao filho como gostaria. Theo intervém querendo saber se por trás da decisão de Ana há outro motivo que justifique o desejo de ir para longe. E após sentir-se atacada, reflete sobre o quão difícil é ver o ex-marido com outra pessoa e o filho contra ela. Para Ana, Dani escolheu o pai ao “conquistar seu amor” durante o processo de separação. A equação que se forma é ciúme-mais-oferta profissional irrecusável-igual a-oportunidade.
Vencida pelo bom senso, Ana concorda em ver o filho aos fins de semana e deixá-lo sob os cuidados do pai. Com a ajuda de seu terapeuta entende que o que está fazendo não é abandono e sim uma decisão de fazer o que é melhor para o filho. Finalmente a cena que nunca imaginávamos ser possível se apresenta. E com uma fala sensacional de Dani, que representa muito bem seu bom humor nato: “Se nada disso der certo, eu posso ir morar com o Theo”. Como não amar este pequeno?
Na terça-feira (19), ao homenagear Cláudio Cavalcanti por sua dedicação e entrega ao personagem como se fosse um menino, intencionalmente, ou não, Selton Mello fez referência, também ao pequeno grande ator Derick Lecouflé. Veja que lindo o agradecimento do diretor na página da série no Facebook. Não é à toa que “anjo” é uma palavra recorrente quando se fala de Derick ou de Dani. Aliás, ele, ao lado de Otávio, foram meus personagens favoritos. Talvez porque quase todo mundo já foi uma criança que, em algum momento, se sentiu invisível para alguém.
Como bem disse o diretor, Mariana Lima e André Frateschi também representaram lindamente seus personagens Ana e João. Na primeira temporada como um casal tentando salvar o relacionamento destruído e nesta levando o filho para resolver as questões que eles mesmos não sabiam como lidar. Foi comovente (e muitas vezes irritante, o que demonstra o quão entrosados os atores estavam) vê-los brigando, colocando as mágoas acima da razão como qualquer ser humano machucado costuma fazer.
Sexta-feira (22) o terapeuta trocou de lado e teve sua última sessão com Dora. Te espero amanhã para mais um sessão de terapia, assim, em minúsculo mesmo, porque além de entreter, o sofá de Theo abriga um pouquinho da gente também.
Revenge – Resurgence e Secrecy
22/11/2013, 17:21.
Matheus Odorisi
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O plano de Emily para essa temporada já ficou claro: ela vai forjar sua própria morte, e quer que quem atire nela seja Victoria. Em Resurgence, Emily e Aiden ficam íntimos da área em que se dará o casamento, vasculhando de bote onde estará o navio que abrigará a festa. O plano depois é sumir no mar feito os cadáveres de Dexter, e ir passar o resto da vida nas Maldivas com seu companheiro de vingança inglês.
Conrad quer melhorar sua imagem – como se isso fosse possível – e contrata uma assessora. A mulher de cara será um obstáculo para Ems, já que começa a investigar todo mundo, mas dessa vez a loira nem se dará o trabalho: a assessora está na agenda de vingança de Nolan. A moça tirou nosso hacker favorito do armário, o que custou sua relação com o pai.
Eu não me lembro mais o porquê de Charlotte estar contra Emily nessa temporada, mas a caçula Greyson resolveu apoiar com tudo a volta de Daniel e Sarah. E seus planos, para a alegria de Victoria, estão dando certo. Daniel quase beija a ex na festa do 4 de julho de sua família, cena que é flagrada pelo Google Glass (ou Nolan Glass) de Nolan. O gadget serviu também para capturar a senha da assessora, e assim fazer com que todos os podres – dela e de seus clientes – fiquem nas mãos do hacker. Assessora cai em tempo recorde? Pena que não tem carinha na foto pra riscar. Ems vazou para a moça que já teve um marido, informação que obviamente interessa Victoria, e será usada por ela no episódio seguinte.
Em Secrecy, Daniel fica cada vez mais próximo de Sarah, e já começa a dar escapadas para ver a ex. Agora vamos falar a verdade: quer personagem mais sem personalidade do que Dan? Acho que de bobo, na primeira temporada, passou a coxinha na segunda e agora é tão manipulável que até a idiota da irmã consegue fazer com que ele siga um plano. Cadê o amor de duas temporadas por Emily? A trajetória do personagem só nos faz acreditar que realmente ele virará um Conrad e Emily terá que lidar com ele também.
Jack continua naquele chove-não-molha com Margeaux, que decidiu investigar os Greyson para publicar um livro sobre a família. Isso depois de Conrad anunciar que sua bibliografia será lançada pela editora concorrente. Mas todo mundo investiga todo mundo nessa série, então tudo bem. O fato é que Jack teme no que dará essa investigação e decide tirar a moça da história. E ele faz isso falando “Minha querida, não mexe com eles não, eles matam pessoas desde e primeira temporada, e mataram toda a minha família”? Claro que não! Ele decide armar. O legal nisso tudo é que o personagem mais inocente até agora, perde a sua pureza mentindo e armando também. Dá pra gente ver o recado dos roteiristas: nessa vingança, não sobrará ninguém inocente. Já foi Charlotte, e agora já vai Jack.
No chá de panela de Emily, Victoria prepara uma surpresa. Bota uma venda na futura nora e chama o ex-marido que ela julga ter achado, e que serviria para desmascarar Emily. Ledo engano. O cara foi plantado por Emily, era aluno de Hogwarts da vingança e só serviu pra colocar a cara de Victoria no chão. Ele diz que é gay e estrangeiro, e que Ems casou com ele pra ajuda-lo com o visto e com o real companheiro. É Victoria, não foi desta vez.
Conrad descobre que Daniel está tendo um affair com sua ex, e decide passar para o filho a chave de um imóvel de família: o puteiro dos Greyson! É um apartamento com direito a mordomo servindo whisky, para onde os homens Greyson levam as amantes. É que claro que Daniel leva Sarah pra lá, e é claro que Victoria fica sabendo, já que o mordomo é um fofoqueiro e liga pra ela pra contar tudo. Emily fica sabendo de tudo logo depois pela sogra. Na casa da praia, preparara um presente quando Jack chega. O cara não gostou de saber que Emily fugirá com Aiden, em quem não tem confiança alguma. Os dois ainda tem chance, não é? Por mais que o Jack tenha se tornado mais chato, ainda são o casal mais fofo da série. Tem como não lembrar do beijo no enterro do labrador?
Quando finalmente Daniel chega, decidido a terminar com Emily, ela joga sua cartada final: o presente que embrulhava era um ultrassom de um filho tão fake quando a simpatia da Aguilera no The Voice. Se não bastasse esse cliffhanger, o episódio ainda não termina. Margeax recebe um convite de alguém disposto a revelar segredos dos Greyson. Ao encontrar a pessoa num estacionamento, descobrimos que a informante é LYDIA!
Sessão de Terapia – Paula 7
22/11/2013, 09:57.
Carla Heitgen
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Chegamos ao meio da semana e à última sessão da advogada Paula. Depois das intensas despedidas de Carol e Otávio, o encontro de quarta-feira (20) teve um tom mais leve, que combinou com a mudança da personagem.
Quando passam uma vida inteira dizendo a uma pessoa o que ela deve ser, quanto tempo leva para aprender ouvir a própria voz?
Paula é uma personagem difícil em termos de empatia. Suas respostas quase sempre atravessadas erguem um muro entre ela e as pessoas com quem se relaciona e despertam extremos em quem assiste: ora você se compadece pelo seu conflito, ora tem raiva de sua insistência em discordar de praticamente tudo o que seu terapeuta propõe. Profissional bem-sucedida, seguiu os passos do pai, advogado, e aprendeu com ele a ser forte, a não dar vez ao seu lado feminino e a acostumar-se com as coisas amargas, simbolizadas pelo café, bebida que não aprecia, mas se obriga a incluir em sua rotina. O abandono sofrido contribuiu para que deixasse a Paula, mulher, de lado. Isto é, até se dar conta de que em breve não poderá mais ser mãe, uma questão com a qual nunca pensou que lidaria.
Em sua última sessão, a advogada chega bem diferente do habitual. Cabelo com novo corte e solto, vestido e salto, em um estilo distinto dos terninhos monocromáticos que usava. Durante visita do irmão e da sobrinha, ouve da criança que não está “com roupa”, que na sua visão infantil é vestido, ou saia, e roupas que caracterizam o gênero feminino. Theo a elogia e, realmente, Paula está muito bonita, embora não se sinta assim. “Esquisita” é palavra que usa para se definir. Com o fim do casamento e a briga com o pai, se vê diante de um vazio. Questiona sua escolha profissional pelo Direito, a relação com o pai que a privou de ter contato com a mãe doente, enfim, muitas dúvidas e aparentemente nenhuma resposta.
Paula decide passar duas semanas na França, onde mora uma amiga. O pai a condenou por querer sair de férias, a chamou de “mimada” e sentenciou que se quisesse ser sua sucessora não poderia se dar ao luxo de descansar. Era tudo o que precisava ouvir, pois ao pai não interessava o que – e se – ela queria. Com a descoberta sobre a morte da mãe, nada mais a prende e acredita que é assim que deseja viver. Por conhecer apenas a existência induzida, dedicada a obedecer o controle paterno rígido, Paula sequer sabe se tem alguma voz para ouvir. Theo dá um empurrãozinho e pergunta se ela pensou sobre a hipótese de adoção, sugerindo que a maternidade pode ser seu novo projeto. Paula resiste, coloca a viagem que fará e as incertezas de sua vida como empecilho até que o terapeuta pronuncia palavras com mais poderes mágicos que a varinha do Harry Potter:
Você vai ser um excelente mãe.
As lágrimas de Paula descem de encontro ao seu sorriso.O semblante austero começa a suavizar e uma serenidade inimaginável há algumas semanas transborda pelos seus olhos. O que Theo fez foi muito simples e engenhoso. Sua fala apenas retransmitiu a voz antes abafada de Paula. Ela está feliz. Não tem respostas ainda, mas um monte de possibilidades. O psicólogo a indica para um grupo de apoio de mulheres que querem ter filhos sozinhas, por adoção ou inseminação artificial. O papel com as informações fica em cima da mesinha de centro por um tempo, antes de Paula pegá-lo com certa hesitação.
Você acha mesmo que vou ser uma boa mãe? Eu vou ser uma boa mãe.
A escolha pela liberdade de tomar suas próprias decisões estava tomada. Ainda bem que Theo usou a experiência que teve com o pai para aconselhá-la a perdoar e passar para o filho, ou filha, aquilo que a figura paterna lhe passou de bom.
Theo e Paula se despedem. O terapeuta volta para o consultório e segue em direção à ampulheta que chamou atenção de outra paciente sua, Carol. A sensação ao fim do episódio é libertadora. Quando Theo vira a ampulheta, a parte de cima volta a se encher de areia e o que era fim se torna recomeço.
Adriana Lessa merece muito mais do que um parágrafo, mas torço para que a vida lhe retorne em dobro o que nos ofereceu com seu trabalho. Quem para muitos era uma atriz e apresentadora conhecida, hoje subiu alguns degraus de sua carreira. Se jogou nos braços de um texto incrível e à impecável direção de atores de Selton Mello. O mais incrível foi o que Adriana fez sem texto. Só com os olhos, a postura defensiva ou retraída do corpo. Muitas vezes disse mais no silêncio. Olha, difícil escrever uma resenha de Sessão de Terapia sem abusar dos adjetivos, viu?
Obrigada Paula, e Adriana Lessa, por mostrarem que arriscar pode valer a pena. Ah, e para aliviar um pouco a carga dramática das despedidas, um presente da equipe de Sessão de Terapia, os erros de gravação da segunda temporada.
Quinta-feira (21) foi a vez do Daniel. Lágrimas, peguem suas senhas, porque vem muita emoção por aí ainda.
Vocês gostaram do desfecho da história da Paula?
Já com aperto no coração… até amanhã.
Agents of S.H.I.E.L.D. – The Hub e The Well
22/11/2013, 09:49.
Lucas Leal
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Primeiramente, gostaria de começar com um pedido de desculpa aos meus leitores e ao pessoal do TeleSéries. Foi uma semana atípica com preparativos para o casamento (é, nerd também casa!) e para viagem de lua de mel E ainda tivemos dois feriados. Mas estou de volta e vamos ao que interessa.
Primeiramente, a The Hub, que consolidou a evolução do “Team Coulson”, de Fitz e de Simmons. Ressalto antes de mais nada que tivemos a participação de Saffron Burrows (Boston Legal) como a agente Victoria Hand, aparentemente em um cargo de grande importância dentro da S.H.I.E.L.D. Espero que possamos vê-la novamente, inclusive porque a personagem ficou com um ‘q’ de vilã.
O foco do episódio começou com A.C. indo encontrar com um agente da S.H.I.E.L.D. infiltrado, recuperando dados de uma arma de destruição em massa e que devia ser encaminhados para Central da S.H.I.E.L.D. para uma missão ultrassecreta. A agência precisava que dois homens se infiltrassem, um com conhecimento técnico e outro com os músculos. Então, lá se foram Ward e Fitz. Já Skye, MM e Simmons ficaram na base, apenas na “torcida”, enquanto Coulson ajudava a gerenciar a missão.
O tom do episódio foi leve, típico da Marvel, nos proporcionando várias cenas engraçadas, como Fitz de ponta cabeça, Skye tentando invadir uma reunião e ficando pressa com o seu bracelete magnético na porta de entrada, Fitz preso com um carrinho numa porta automática, Simmons atirando com a arma “boa-noite” num agente superior, MM e AC “conversando” enquanto ela faz tai chi sem responder as questões dele (ou respondendo apenas com os olhos), Ward jogando longe o lanche de Fitz, entre outras.
Apesar disso, o episódio também soube dosar algumas boas cenas de ação com Ward e Fitz, além de algumas cenas de emoção, como quando o time de Coulson se une após descobrir que não havia plano de extração para salvar os dois, quando Ward e Fitz trocam palavras de que um defenderá o outro (e assim ocorre), no diálogo entre May e Coulson e o mistério sobre sua morte e, em especial, o diálogo entre Coulson e Skye sobre a morte dos seus pais e após ele revelando para May que tem certos segredos que são melhores guardados!
Foi bacana ver também Skye aproveitando o tempo que tinha para descobrir a localização de Fitz e Ward ao invés de pesquisar sobre a morte de seus pais. Mostrou sua devoção aos dois, além de perpetuar o mistério.
Na sequência, vimos The Well, que se aproveitou de Thor – O Mundo Sombrio nos cinemas para lançar uma trama sobre um artefato asgardiano. A série soube usar bem cenas do filme, que abrilhantaram o episódio. Além disso tivemos a participação de um ator que eu sou fã, Peter Macnicol (Ally Mcbeal, N3mbers), que inclusive era a foto que estampava meu avatar no TeleSéries antigamente, John Cage.
Enfim, a trama era sobre um grupo terrorista que desejava se tornar “deuses” e subjugar os demais humanos. O grupo pesquisou a localização das 3 partes de uma espécie de bastão/cetro asgardiano e pretendia reuni-los. Isso porque o bastão, e até mesmo seus pedaços, ao ser tocados, davam poderes sobrehumanos para a pessoa, todavia, despertava uma raiva gigantesca, além das memórias mais doloridas. E foi assim que finalmente soubemos mais de um personagem e consegui me conectar mais com o agente durão. A questão do irmão dele no poço foi bem interessante. E o ‘bad’ Ward, mal humorado, mais agressivo, violento, durão, caiu bem para série. Ainda mais quando ele sentiu remorso da forma como agiu e mesmo assim se manteve na linha de frente para poder defender o time!
Melhor ainda foi quando May tomou a frente e assumiu o bastão no lugar de Ward. May simplesmente não se abalou! Seria a agente uma pessoa desprovida de emoção? Qual memória ela viu? Como disse a própria May, ela viu o que vê todos os dias. Meio poético! Enfim, gostei da evolução de Ward no episódio. O foco foi nele e ele não desapontou.
A reviravolta ficou por conta do personagem de Macnicol, o Professor Elliot Randolph, supostamente um professor de história, que no fim se revelou um asgardiano e o verdadeiro ‘dono’ do artefato! Quem sabe o personagem não se torna recorrente na série? A conferir!
E o final do episódio foi realmente surpreendente! May e Ward? Por essa eu não esperava! Vamos ver como essa situação era trazer consequências nos próximos episódios.
Por falar nisso, gostei de como a série não ‘esqueceu’ os acontecimentos. O salto de Simmons para morte foi lembrado em ambos os episódios, com comentários extremamente pertinentes. Portanto, podemos esperar desdobramentos dessa questão de Ward com MM. Em especial porque Ward dispensou Skye para no fim acabar com May. Minha dúvida é se foi algo de apenas uma noite, para afogar as mágoas ou se podemos esperar mais da relação dos dois.
Para encerrar o episódio tivemos um pesadelo de Coulson com sua estadia no Taiti. Enquanto ele é massageado ouvimos o bordão que ficou na cabeça de A.C: É um lugar mágico. A voz meio aterrorizante lança mais dúvidas sobre a questão. Onde realmente A.C esteve? Como ele retornou dos mortos? Já ficou claro desde o início da série que a sua suposta volta dos mortos não foi por uma mentira de Nick Furry para os Avengers, mas sim algo mais macabro. Suspeito que possa envolver magia ou alguma tecnologia alienígena. Mas até agora a série não trouxe elementos para um palpite seguro. E vocês, se arriscam a palpitar sobre o mistério da morte de Coulson?
E sobre a morte dos pais de Skye? O que Coulson está escondendo? Quem foi a agente da S.H.I.E.L.D. que abandonou Skye? A série começa a criar seus mistérios e prende mais sua atenção, para mim agora só falta criar sua mitologia e um grande vilão para o sucesso ser certo!
The Voice Brasil – Batalhas III
22/11/2013, 01:02.
Lucas Leal
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E o programa começou com tudo para as últimas batalhas!
Definida a primeira batalha do time de Lulu Santos: Rafael Furtado – Don’t Look Back in Anger (Oasis), que só não virou a cadeira de CL – vs Nando Motta – Nós (Cássia Eller), que virou apenas a cadeira de Lulu. E eles batalharam ao som de Eleanor Rigby. Foi um ótimo número, adorei ver um rock de verdade no programa. Achei que Rafael conseguiu mais amplitude e que o Nando, que me pareceu um pouco abaixo do tom, ou pareceu menos que o Rafael, que poderia estar acima do tom. Mas Lulu escolheu Nando Mota. E Rafael foi salvo por Brown, que falou tudo: não sei como Lulu dispensou o Rafael. Brown usou com o cantor o último peguei, agora só Daniel e CL tem a possibilidade de salvar alguém.
Após, a batalha do time do Daniel, Swellen Pimentel – que nas audições as cegas interpretou a canção Ovelha Negra (Rita Lee) e preteriu Lulu (provavelmente porque foi o programa fora de ordem e não se podia mais escolher o Lulu) – batalhando contra Rubens Daniel – I Won’t Give Up (Jason Mraz), que apesar de ter virado também a cadeira de CL, bizarramente escolheu o Daniel. E a batalha rolou ao som de Segundo Sol (Nando Reis), que marcou na voz da excelente Cássia Eller. Achei que o tom de Rubens ficou melhor na música que a voz de Swellen, em alguns momentos soando como a Cássia. Já Swellen fez uma apresentação competente, mas contida.
Apesar da ótima apresentação de Swellen, não tinha dúvidas de que Daniel escolheria Rubens e que Swellen não seria salva, e foi o que aconteceu. Uma boa cantora, mas abaixo do número da maioria dos qualificados e com poucos ‘pegueis’.
Aí veio o team Brown, com dois participantes que honestamente eu não teria selecionado nas audições as cegas. Tanta gente boa que não ficou e tanta gente boa que foi selecionada para batalhas difíceis e Brown deixa uma batalha dessas. Mas enfim, a batalha se deu entre Angelo e Ângel – que nas audições cantaram Raiz de Kuntakintê (música própria), e só Brown virou a cadeira para eles – vs Herli Dias – que nas blinds cantou Essa Tal Liberdade (Só para Contrariar) e que também só virou a cadeira de Brown. Tanta gente que virou mais de uma cadeira saindo do programa e uma que virou apenas uma prosseguindo. Nada legal.
Não gostei do número. Preconceitos a parte, realmente não gosto de sertanejo, mas achei o número ruim ao som de Vidro Fumê (Bruno e Marrone). E falo só do número mesmo, para nem entrar no mérito da música! Dito isso, para mim o Herli foi o menos pior. E a opinião dos outros técnicos também foi essa. Mas como com CB tudo pode acontecer. E qual não foi meu choque quando Brown salvou Angelo e Ângel! Ainda mais chocante foi o que veio na sequência: Herli não ficou nem um segundo fora e foi salvo pelo Daniel. Então ao invés de termos um candidato que não devia ter passado nas blinds, agora temos dois! Parabéns Daniel!!! Novamente usando muito bem o peguei!
Para não irmos longe e falarmos dos candidatos que saíram no primeiro programa e poderiam ter permanecido, falarei apenas de Swellen, que foi eliminada um número antes e é superior aos dois que acabaram de avançar. Uma pena.
O programa prosseguiu com o time de Brown. E foi a última batalha do time, com apenas um peguei disponível, o de CL (que inclusive estava sumida no programa até então). Batalharam, ao som de One (U2) e Isn’t She Lovely (Steve Wonder) – a intenção do mashup foi boa, mas a execução dele não me agradou muito -,. Nenê Oliveira – que havia cantado Love Song (The Cure) e que virou a cadeira de Brown no último segundo – contra Elias Moreira – que nas blinds foi de Human Nature (Michael Jackson) e foi um dos últimos candidatos na disputa que virou 4 cadeiras.
Achei ele melhor, ainda que não tenha me agradado tanto quanto nas cegas. Já Nenê, que achei pior, achei melhor que nas cegas. Mas, apesar disso, escolheria Elias. E aí o programa evoluiu e pela segunda vez um dos técnicos palpitou. Lulu informou quem escolheria. Algo raro na nossa edição. E Brown escolheu Nenê, o que me levou a crer que CL salvaria Elias. Apesar disso ele acabou sendo eliminado do programa. Nenhum absurdo, mas novamente não me conformo como Herli (apenas para usar de exemplo) foi salvo e não Elias!
Aí, para mudar a panorama do programa, após uma batalha com dois participantes que viraram apenas uma cadeira, vem o time de Lulu com uma batalha entre Rully Anne – que com a aspereza e rouquidão de sua voz fez virar as quarto cadeiras ao som de Don’t Stop Believin (Journey) – e Júlia Tazzi – que virou todas as cadeiras ao som de Lady Marmalade (Patti LaBelle).
Gostei do número pela apresentação das duas cantando Girl on Fire (Alicia Keys), mas como dueto achei trágico. Bom, pelo menos Gaby Amarantos reconheceu que foi a harmonização mais difícil. Mas as duas tem um vozeirão, e a escolha difícil para Lulu Santos. Novamente os técnicos opinaram, dessa vez, CB palpitou que escolheria Rully. Mas achei que Júlia soube escolher bem os momentos e marcou sua voz, como falou a Gadu.
Com o talento de Rully e a perspectiva de encantar mais na fase ao vivo, me parecia que ela seria a escolhida. Mas se a decisão seguisse a lógica dos técnicos palpitando, Júlia seria a escolhida. E no fim deu Rully. E, para encerrar os ‘pegueis’ CL salvou Júlia, que segue no programa. Achei justo.
E por fim, após o número de Lulu com CB, começaram as apresentações do time de CL. Como elas ficaram pro final, os pegueis haviam se encerrado. Espero que tenha sido apenas opção da edição, pois senão os participantes do time de Claudinha foram prejudicados.
Aí CL armou a batalha de Maylssonn – que só não conquistou o Daniel nas blinds ao som de Separação (Exaltasamba) – vs Xandy Monteiro – foi selecionando ao som de Desafio (Soweto), e CL foi a única que o escolheu. E a batalha se deu ao som de Adeus, América (João Gilberto).
Não sei se eu não estava num bom dia, mas mais uma vez não me agradou o número. O fato é que quando tem número onde os participantes cantam muito junto, não funciona! E foi o que aconteceu, na minha opinião. Portanto, gostei que Lulu espinafrou o número e a teimosia de meter os trejeitos do inglês na música em português.
Gostei mais de Xandy, exatamente porque me pareceu cantar mais e fazer menos firula. Mas, como era o dia de me contrariar, CL escolheu Maylssonn e Xandy saiu do programa. Contudo, apesar da minha própria opinião, não achei nenhum absurdo.
Seguindo no time da Claudinha, vem Janaína Cruz – que cantou a difícil I’ll Always Love You (Whitney Houston) e virou apenas a cadeira da CL nas audições – contra Débora Cidrack – que estragou Stronger (Kelly Clarkson), e além da CL ainda conseguiu virar a cadeira de CB. MEDO. Foi o sentimento que eu tive ao ouvir que ela iam cantar Titanium (David Guetta), em especial de Débora Cidrack!
Olha, vontade de nem comentar. Nem o inglês, nem o número. Só vou dizer que meu medo foi fundado! Apesar disso os técnicos aplaudiram de pé!
Não teria nenhuma dúvida aqui e ficaria com Janaína. Mas durante a explicação de CL de que Débora havia perdido o pai recentemente, e falando com Janaína em tom de despedida, a minha dúvida cresceu. E realmente CL escolheu Débora para prosseguir, mantendo a minha sina de errar os meus últimos palpites.
E a última batalha do programa foi ao som de Aquele Abraço (Gilberto Gil), entre Alessandra Crispin – que se apresentou inicialmente com A Ordem é Samba (Jackson do Pandeiro) e apesar de se destacar ao fazer o som de uma cuíca com a boca, só virou a cadeira do seu técnico – vs Kaio Deodato – que nas cegas cantou Um Amor Puro (Djavan), que virou as cadeiras de Brown e Daniel e preferiu o sertanejo.
E logo de cara Alessandra, mais uma vez, usou da sua cuíca bocal, roubando a cena enquanto Kaio cantava. Semelhante ao que Lucy fez com sua sanfona. Já havia gostado muito de Alessandra nas cegas e não entendi como ela só virou uma cadeira. Achei que Kaio tentou chegar no tom de Alessandra e usou dos trejeitos americanos que eu tento critiquei. E Lulu também criticou o tom, que achou que prejudicou Kaio, deixando clara sua preferência por Alessandra.
Para mim Alessandra dominou a música do começo ao fim. Já havia comentado isso nas cegas, que em alguns momento ela lembra Elis, e mais uma vez soou assim. E sem muitas surpresas Alessandra prosseguiu.
Achei que ficaram MUITOS participantes para a fase ao vivo (36!), ainda mais para um programa exibido apenas uma vez por semana. Acho que devia ser apenas dois roubeis por técnicos. E vocês, o que acham? Como nem tudo são críticas, apesar de não gostar dos números dessa semana, gostei mais da edição e da participação do palco, com os técnicos mais opinativos nas escolhas dos participantes – até Daniel se meteu a palpitar!
E agora os times ficaram da seguinte forma:
Team CB
O fortíssimo Rodrigo Castellani, bem roubado do time de Lulu; Lucy Alves, uma das favoritas minhas e talvez do programa como um todo; Bruna Barreto, também brilhantemente roubada do time de Lulu Santos; Heverton Castro; Marcos Lessa; o último roubei (mais uma vez muito bem roubado) do time do Lulu, Rafael Furtado; a dupla Ângelo e Ângel; e Nenê Oliveira, que evoluiu bastante das audições para batalha e levou a vaga de um competidor que virou 4 cadeiras!
Team CL
O emotivo Guto Santanna, roubado do time de Lulu Santos; Jullie; o talentoso Sam Alves e as potentes e fortes Bruna Goés, Khrystal (roubada de Brown) e Gabby Moura; o outro roubo do time de Lulu, Júlia Tazzi; Maylsson e a estridente Débora Cidrack.
Team Daniel
A forte Cecília Militão; Gustavo Trebien, roubado do time da CL; Marcela Bueno; o péssimo roubo do time do CB, Samya; Ana Lonardi; Anne Marie; Rubens Daniel; Herli (ex-team CB)o seu último – e novamente péssimo – roubo; e por fim Alessandra Crispin.
Team Lulu
Os três roubos: Amanda Amado, a bela e talentosa Carina Menitto – ambas roubadas do team CL – e a dupla que emocionou Lulu, André e Kadu, roubados do time Daniel; Dom Paulinho; a rockeira Luana Camarah; Luciana Balby; o habilidoso cantor de chuveiro Pedro Lima; Nando Motta e a aspereza e força de Rully Anne.
Veja que o time de Lulu era tão forte que a maioria dos roubados eram seus candidatos. Apenas UMA participante de Lulu saiu, a ótima Bruna Borges. Notem que nos roubos de CL e de Brown segue um pouco atrás e, Daniel, com o time mais fraco, só teve UM roubo, a dupla sertaneja que emocionou Lulu. E, como se não bastasse, Daniel usou muito mal o peguei e segue com o time menos forte.
Outra curiosidade; quase todos os eliminados foram mulheres. Apenas Elias, Kaio e Xandy (que batalhou com outro homem), do time dos meninos, se despediram do programa.
E agora quem são os favoritos? Quem tem mais potencial para seguir em frente e se tornar A Voz do Brasil de 2013?
New Girl – Longest Night Ever
21/11/2013, 22:28.
Carla Heitgen
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Se alguém começasse a assistir à série New Girl pelo episódio Longest Night Ever talvez pudesse supor que se trata de um grupo de psicopatas que dividem o mesmo teto. Vamos começar o show de esquisitices.
Winston sairá pela primeira vez em muito tempo sem Ferguson, seu gato, para interagir com gente. Nick aceita tomar conta do felino depois de ouvir que seu amigo toma banho junto com o animalzinho de estimação (desaparecido há alguns episódios), mesmo tendo feito planos de fazer um programinha a dois com Jess. O jantar romântico assistindo a Homeland terá de ficar para outro dia.
Outro que atrapalha a noite do casal é Schmidt, o qual lida super bem (só que muito mal) com uma bomba. Preparados? Coach chama Cece para sair. Ele já havia dado a entender que gostou da moça de um jeito bem desastrado assim que voltou para o loft, mas ele querer se recuperar do fora que levou da namorada com a ex de seu amigo? Isso não agrega pontos para você, treinador, ainda que tenha usado o “código dos caras” e perguntado ao personagem de Max Greenfield se poderia fazer o convite.
Além de se entupir de torta de pêssego, o nervosismo de Schmidt o leva a encorajar Coach quando este demonstra insegurança em sair com uma mulher como Cece. Ele também acaba participando dos trocadilhos de -extremo – mau gosto sobre como espera terminar a noite. Conforme já aprendemos com a segunda temporada, Schmidt gosta de sabotar as tentativas de Cece de seguir em frente. Foi assim no quase casamento e tudo indica que no encontro com Coach não será diferente. O pior é a solução sugerida por Nick: confiná-lo em uma jaula de cachorro (eu falei sobre o teor psicopata do episódio antes, não?). Detalhe: a ideia é do próprio Schmidt, que não desiste nunca.
Quando Coach busca Cece em casa, a incapacidade dele de falar com as mulheres é tão clara quanto seu esforço em parecer que não está se esforçando. Mesmo assim, Cece e Coach saem e vão assistir a um jogo, no qual ele compra sete pretzels, pipocas e tudo o que achar que pode impressionar uma garota.
E Coach está tão tenso que por pouco não estraga sua oportunidade de conquistar Cece. Ao ameaçar abandoná-lo por não sair do telefone, Coach diz que estava trocando mensagens com a mãe, que o ajuda a vencer a pressão do momento. Apesar de tudo, o encontro termina bem, para a tristeza de Schmidt. Mas antes disso o rapaz até tenta impedir o sucesso da noite romântica:
Você tem algo que diga “Desculpe por ter te traído. Por favor não durma com meu amigo”?
Enquanto isso, Winston volta mais cedo da saída com os amigos quando descobre, por exemplo, que dizer a uma mulher que os pés dela são grandes não funciona como cantada. Com Winston é assim: ou não aparece, ou revela seu lado sem noção.
Já que a jaula para cachorros não está disponível e Nick sai para resgatar o gato fujão de Winston, Jess tenta distrair Schmidt para que não faça uma besteira. Ela canta, dança, sapateia, mostra seu álbum de colégio, até que Schmidt começa a se lembrar de Cece por causa do sofá, que é marrom e macio (!) como a ex. É a deixa que a professora precisava para levá-lo a um bar e tentar arrumar alguém para ele. Infelizmente ela escolhe uma pessoa que aparentemente é de outra época, já que está usando um celular que fecha. Resumo: ninguém é bom o suficiente a não ser a própria Cece.
O cúmulo da persistência de Schmidt o leva a fazer um pedido inusitado. Se Jess não atropelá-lo (o que a amiga acaba fazendo) ele a despistará se esgueirando pelos becos, parques e qualquer lugar onde possa “trollar” a escuridão (como não amar o Schmidt?). Ele se conforma, ao final, e deixa a ex-namorada partir para outra. Forma-se assim, o casal CeCoach (não sou boa nisso, perdão). Pelo menos o Winston se acertou com uma motorista de ônibus que só fala frases de duplo sentido e, claro, só o Winston entende.
Foi um episódio engraçado, mas ainda preocupa o rumo que os roteiristas parecem dar aos personagens. Jake Johnson se garante com seu Nick mesmo quando não tem uma trama própria. Talvez tenhamos que nos adaptar com esta personalidade quase cruzando a fronteira do insano de Winston, mas ele tem potencial para ser explorado de uma forma menos bizarro-sociopata. Schmidt – e Max Greenfield – já salvou muitos episódios da ausência de graça. E Jess, bem, quem é esta garota?
Alguém que sabe sair de um ato falho como ninguém. Olha a resposta que deu ao namorado quando ele se desculpou por não poderem sair:
The Vampire Diaries – Death And The Maiden
21/11/2013, 21:46.
Mônica Castilho
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Fiquei pensando sobre este episódio de The Vampire Diaries e a conclusão que eu cheguei foi que tudo e nada aconteceram, ao mesmo tempo. Como assim? Bem, vou explicar.
Tudo girou ao redor de trazer a Bonnie de volta, já que desde que todos descobriram que ela estava morta, este se tornou o objetivo principal do grupinho protagonista, vulgo Damon, Elena e cia. Eles até estavam indo no caminho certo, mas como tudo tende a dar errado na trama, desde que teve seu coração partido por Amara, Silas decidiu não mais ajudar.
Bonnie já tinha até se conformado com a situação de desaparecer completamente, já que Amara – que continuava sendo a âncora – não estava muito bem das ideias, e então decidiu se entreter vendo o sofrimento e a loucura da coitada até ser pega no flagra e descobrir que por ser âncora entre os vivos e os mortos, ela consegue ver todos os seres sobrenaturais mortos, e ser vista também, e foi aí que a coisa complicou de vez.
Damon, tentando ser um bom namorado que quase nunca consegue ser (não necessariamente por sua culpa), propõe a Tessa de transferir a âncora para Bonnie e matar Silas e Amara. Dessa forma, a Bonnie (que teve toda a ideia) voltaria para o mundo dos vivos e Silas iria para o limbo sobrenatural, enquanto Amara por ser humana iria para onde quer que os humanos vão depois de mortos. Ou seja, ficariam separados para sempre, como Tessa sempre quis.
Tessa topa e reúne todas as três doppelgangers (Amara, Katherine e Elena) num ritual que me fez enjoar de ver a cara da Nina Dobrev, até Silas aparecer, destruir tudo – eu disse que nada é fácil nessa série – e Stefan sequestrar Amara por estar sedento de vontade de matar Silas ao atraí-lo para junto de sua amada.
Além do fato de tudo dar errado, outra coisa presente em The Vampire Diaries – principalmente neste episódio – é a enrolação sentimental. É bonitinho? Às vezes sim. Mas poxa vida, depois de ficar todo irritadinho com a Amara e querer que ela morresse, Silas não a mata quando tem finalmente a oportunidade, acaba sendo morto por Stefan da maneira mais boba possível e de quebra a Amara acaba se matando justo quando Damon está prestes a salvá-la.
A desgraça só não foi maior pela astúcia de Tessa, que conseguiu terminar o feitiço antes do último suspiro de Amara e trouxe Bonnie de volta. Quem perdeu com isso foi Katherine, que além de ter dado sangue para a macumba, acabou com uma hemorragia e na hora de ter a tão desejada cura para seu envelhecimento acelerado, Tessa recusou e se matou para ficar ao lado de Silas eternamente. Contagem final: dois suicídios e uma volta do mundo dos mortos.
O ponto legal (talvez o único) deste episódio foi que Tessa causa até depois de morta. Como o esperado, Bonnie após se tornar a âncora veria tanto os seres vivos quanto os sobrenaturais que estão mortos, e a garota nem teve tempo de curtir a felicidade para que Tessa lhe apresentasse com um sorriso de orelha a orelha a dor literal que é saber quando algum ser sobrenatural morre. Agora sabemos por que Amara ficou louca daquele jeito.
Por fim, mas não menos importante, parece que Katherine está até mais boazinha após saber que vai morrer, inclusive sendo altruísta e chutando a filha para longe a fim de que ela não visse a mãe morrer. PELAMORDEDEUS, alguém dê um jeito na Katherine, meu povo!
P. S. [1]: Imagino o que aquela garota do ponto de ônibus deve ter pensado após toda a reflexão do Silas.
P. S. [2]: Esperava uma fúria maior do Stefan por conta das memórias recuperadas, mas depois daquela reação ao enterrar Silas, ainda há esperança.
P. S. [3]: Âncora e Silas “resolvidos”. Qual será o problema da vez?
Person of Interest – The Crossing
21/11/2013, 16:09.
Regina Monteiro
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Eu podia jurar que era a hora do detetive Fusco. Um dos personagens regulares da trama, nesta temporada foi relegado a um segundo plano. A despedida do filho, ter sido pego pela HR… Eu pensei: hoje é o dia dele. Porque a Máquina não avisou? Mas a morte de Fusco estava lá, anunciada. E ao mesmo tempo eu pensava: óbvio demais, e a Máquina não deu seu CPF.
Enquanto isso Reese e Carter tentavam levar Quinn até o prédio do FBI. E em momento algum essa corrida, cercada de perseguidores dos mais variados tipos, inspirou-me a mesma sensação. Somente quando Reese e Carter externaram seus sentimentos foi que eu pensei: isso não vai acabar bem, afinal Person of Interest sempre foi uma série de bromances e não de romance. E, para completar, o(s) CPF(s) de Reese havia(m) sido anunciado(s) pela Máquina.
Então tínhamos de um lado Fusco correndo risco de morte, nas mãos da HR e Reese e Carter na mesma situação, embora não tão premente, até Reese resolver bancar a isca, atrair os bandidos para si e liberar o caminho para Carter. Mas ao mesmo tempo Reese é um dos personagens principais. E eu pensava: Personagens principais não morrem e deixam a série, certo?
À essa altura, quem é que não estava torcendo para Finch liberar Root para que ela pudesse, contatando a Máquina, ajudá-los a sair do eminente perigo em que se encontravam? Mas esta medida nunca esteve entre as opções de Finch, por mais que o roteiro insinuasse que sim. A única que parece entender o potencial de Root é Shaw.
Shaw tem que salvar Fusco. Mas para isso ela tem que descobrir onde ele está. E ela opta pela única medida que está ao seu alcance: salvar o filho dele. Restam Reese e Carter que, aparentemente, estão por sua própria conta. Até Finch se despedir de Root para bancar o agente de campo. Tudo bem; ele não é ruim nisso, mas essa situação era suficientemente complicada para deixar de provocar em nós, pobres mortais do outro lado da tela, aquele sentimento de déjà vú. E lá vou eu pensar mais uma vez, à guiza de consolação: ele também é um personagem principal…
Mas eis que àquela altura do episódio tudo, aparentemente, acaba se resolvendo. Aparentemente!
Para mim, este foi um episódio que valia dez, mesmo em nossa escala de notas. Porque eu não fui uma simples telespectadora. Eu e mais quantas pessoas hipnotizadas em frente a uma tela?
Eu não fui uma simples telespectadora porque, em resumo, eu estive lá. Andei pelas ruas escuras da noite de Nova York, entrei no necrotério da cidade e me senti cercada pelos inimigos. Estive num porão de um lugar que produzia biscoitos chineses e supliquei para que Shaw chegasse logo. Estive na cela de Root e gritei para que Finch me ouvisse e a liberasse. Segurei seu braço quando ele não o fez e saiu para bancar o mocinho. Meu coração acelerou e minha respiração estancou quando Fusco ouviu a voz de Shaw pelo telefone e eu percebi que, naquele porão, ele estava definitivamente sozinho. Eu respirei, aliviada, quando Reese foi preso e Carter entrou no prédio do FBI.
E eu me desesperei novamente, quando, na manhã seguinte, todos estavam em seus lugares, porque Jonathan Nolan não dá nada de graça. Ele puxa nossos nervos como cordas de uma harpa, em uma melodia que cresce de intensidade à medida em que a música avança. E em meio à harmonia das notas suaves pelas quais os personagens transitavam, a sensação do inevitável se instalava. Para Jonathan Nolan “não há triunfo sem perdas”. E em pé, mais uma vez na noite de Nova York, ao lado do telefone público que tocava sem cessar, eu chorei como criança quando Carter e Reese foram atingidos…
E a hora de Carter chegou.
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