The Voice Brasil – Semifinais

Data/Hora 20/12/2013, 01:36. Autor
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O programa de hoje começou surpreendendo todo mundo ao anunciar a sistemática de votação. Depois das polêmicas ocorridas nas semanas anteriores, optaram por dividir a responsabilidade entre técnicos e público. Ficou estabelecido que seria acrescido à porcentagem de votos uma nota dada pelos técnicos, que tinham 30 pontos para distribuir como quisessem entre os dois candidatos. Ainda assim os resultados não foram surpreendentes e todos acabaram seguindo a indicação do público, talvez até por que alguns técnicos resolveram se eximir da responsabilidade ao dividir os pontos.

palco_pedroluana

#TeamLulu: Não é segredo pra ninguém que os dois candidatos restantes do Team Lulu não me agradam. Eu acho que a Luana ainda vinha se sustentando com base na audição e que o Pedro se sustenta muito com base na história de vida e na pimpação que a Globo faz dele. Luana ainda foi prejudicada pela decisão de Lulu na semana passada, que foi considerada injusta por grande parte do público que acabou vilanizando a candidata. E se vocês prestaram atenção, hoje grande parte dos tweets lidos por Miá Mello era exaltando o Pedro. Por que será? 😉 Enfim, com os votos do público de casa e do Lulu o Pedro segue em frente e é o finalista do #TeamLulu na segunda temporada do The Voice Brasil.

palco_lucymarcos

#TeamBrown: Como eu já havia declarado semana passada minha torcida agora é por Lucy. Achei corajosa a escolha dela de vir sem instrumento, cantando uma música mais agitada e mostrando que pode ser versátil. Amo Lucy, mas sou fã, sobretudo, da brasilidade dela, coisa que nenhum dos outros candidatos classificados para a final tem. O Marcos foi bem hoje. Gosto do timbre dele e achei que a apresentação foi ótima e que inclusive se desse tempo de a apresentação do dia ser levada em conta na hora da votação a diferença não teria sido tão grande. Brown se eximiu da responsabilidade de escolher e deixou nas mãos do público, que sabiamente levou Lucy pra final.

palco_rubenscecilia

#TeamDaniel: Eu quero crer que aquela apresentação da Cecilia Militão não foi produzida por ela. (Aliás, a polêmica entrevista de Khrystal deixa claro que não). Foi tudo tão pra baixo que chegou a ter um tom fúnebre. Definitivamente não é o tipo de música que se canta em uma semifinal de reality show. Tentou emocionar, mas não rolou. Eu de novo mandaria ela pro show de calouros do Raul Gil. Já o Rubens fez uma versão lindinha de Yesterday. Ele tá crescendo a cada semana e merece a vaga conquistada na final.

palco_samgaby

#TeamCL: E pra fechar a noite com chave de ouro e emoção veio o Team Claudinha. Só que não, né?! Cadê a graça e a emoção nessa disputa? Gabby, que vinha na mesma vibe de Luana se segurando só pela bela apresentação da audição, voltou as suas raízes e deu uma bela interpretação pra um samba clássico. Se despediu, como era previsto, mas deixou uma ótima impressão e um gosto de quero mais.  O Sam atendeu os apelos da galera e cantou uma música em português. Foi bem, mas nada sensacional. Acho que a CL podia ter pelo menos dividido os pontos, porque Sam não foi melhor que Gabby. Aliás, pra quem estava dizendo que a Cláudia exagerou na emoção eu acho importante mencionar que a música é de Claudinha e foi composta pra vó dela, que já é falecida. Emoção justificada, né?! Ou pelo menos bem mais justificada do que a do Lulu cada vez que vê o “Bigode Grosso”.

Sobre os números dos técnicos com seus assistentes: que vergonha alheia. Esse espaço podia ser dado pra vermos os finalistas cantando mais vezes, nos moldes do USA. Eu me questiono sempre porque o nível do nosso The Voice é tão inferior as outras franquias. Por que, Deus? Por que, Boninho? Por que, Endemol? Pra ser sincera gostei bastante de Daniel e Luiza Possi, especialmente pela performance da Luiza, mas só. Achei que foi o melhor momento da noite. Ela é linda, canta bem e já se mostrou uma ótima assistente e uma ótima jurada no Ídolos. Super merecia uma cadeira no The Voice e eu não ficaria chateada de jeito nenhum se fosse dado o lugar do Daniel pra ela.

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E a final da segunda temporada é (em ordem alfabética): Lucy Alves x Pedro Lima x Rubens Daniel x Sam Alves. Uma final bem inferior a da primeira temporada, é preciso ressaltar, mas é o que tem pra hoje. Aposto todas as minhas fichas em Sam e ainda repito: nada mais representativo do que o campeão do The Voice Brasil ser um cara pra quem nenhuma cadeira virou no The Voice USA. Fica evidente a diferença de nível. Aliás, quem assistiu a final da versão americana essa semana deve ter vergonha alheia da nossa final. Lá o nível dos finalistas foi altíssimo, ainda que como de praxe os americanos tenham errado na escolha do vencedor, na minha humilde opinião.

Pra finalizar preciso dizer que achei bizarro começar as votações do vencedor essa semana. Como assim escolher o vencedor ser ter visto as performances deles? É um programa de canto ou o que? Eu me pergunto como a Globo consegue esculhambar tanto o formato… Enfim, qual a aposta de vocês para o vencedor? E quem vocês gostariam que vencesse? Aposto que Sam fará com que Cláudia Leitte seja a primeira técnica mulher a vencer um The Voice (alguém comentou aqui dizendo que essa informação não procede e que em algumas franquias técnicas mulheres já venceram, mas essa informação foi repetida de novo essa semana no USA, então não sei em quem confiar), mas gostaria de Lucy. Semana que vem eu e o Lucas (se a lua de mel dele permitir) estaremos aqui pra comentar a final e fazer um balanço da temporada. Até lá!

Homeland – Big Man in Tehran e The Star

Data/Hora 19/12/2013, 17:00. Autor
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Assim como Nicholas Brody, Homeland teve um longo (e sofrido) trajeto para se curar e entrar em forma novamente. E na sua décima primeira hora (da temporada), o eletrizante Big Man in Tehran, a série provou que está mais que pronta para qualquer batalha.

Nesse episódio temos a questão se Brody irá trair aos Estados Unidos ou não. E uma coisa que Homeland explorou muito bem desde o princípio da série foi a ambiguidade, a incerteza. Se Brody era ou não terrorista, se tudo era uma ilusão de Carrie. Acreditar no governo ou na religião? Questões representadas pelos oposto s de Carrie e Brody, ambos crentes nas suas instituições, ambos seguidores de seu determinado imperativo moral e ambos sempre cercados de tragédia, gerada ao serem usados por suas “autoridades”.

É interessante que a história de Brody tem pulos de tempo, do estilo “seis dias depois”, para deixar o público um pouco desorientado, enquanto grandes coisas acontecem fora de cena na vida de Brody. Em particular, desta vez  a história gira em torno da recusa de Brody para ser resgatado do Irã e seu status de “Rock Star” no Teerã. O potencial da história é incrível, porém pareceu um tanto quanto corrida, especialmente porque sabemos que este é o penúltimo episódio da temporada. Mas foi uma hora intensa, que conseguiu manter os telespectadores atentos e tentados a adivinhar as reais motivações de Brody.

Eu gosto de como o fantasma de Abu Nazir ainda paira sobre o seriado, e não apenas na revelação de que sua esposa está em Teerã, mas também no fato de que o general Akbari e Nazir, ao planejar o ataque ao Estados Unidos usando Brody, estavam no mesmo escritório que ele no final do episódio. O que nos leva ao assassinato de uma figura política de alto escalão. Desta vez a sua abordagem foi um pouco menos high-tech – cinzeiro de vidro na cabeça e travesseiro sobre o rosto no lugar do ataque cardíaco por controle remoto -, mas igualmente eficaz. Então, para onde Brody vai a partir daqui?

Alguns meses atrás, antes do início da temporada, foi lançado um vídeo promocional da série com a música To Build A Home, da Cinematic Orchestra (feat. Patrick Watson). Além da melodia melancólica do tipo que faz você chorar silenciosamente, sua letra parece retratar a vida em si, a história de alguém que busca seu lar, porém esse sentimento é transitório. A princípio, o uso dessa música não fazia nenhum sentindo. Porém, Big Man in Tehran traduziu perfeitamente o significado da música, trazendo Brody como seu personagem, a pessoa que quer se redimir e encontrar sua paz de todas as maneiras que ele conseguir. Ao tentar alcançar seu objetivo nosso “herói” colocou em risco tudo o que ele havia conquistado. Será que, assim como na música, tudo retornará ao pó?

Homeland - the star

O último episódio da terceira temporada, The Star, recomeça exatamente onde o seu antecessor terminou. Em um episódio um tanto quanto simples, Brody quase que milagrosamente consegue escapar do quartel da IRGC e ainda consegue dar uns passeios em plena luz do dia com seu cabelo ruivo e sem ao menos um óculos de sol ou algo pra esconder o rosto. Mas, graças a lógica da televisão, somente Carrie o reconhece e eles conseguem chegar até a safe house.

E em uma temporada de dúvidas sobre qual é o caminho certo a se seguir, a próxima cena tem maior relevância dentro dessa (talvez de todo o seriado). Brody, junto de Carrie, começa a se indagar se sua redenção é possível, e praticamente toda sua vida é resumida em uma história sombria sem pontos de luz. A principal questão foi: Como chegar até a salvação tirando a vida de outra pessoa? E quem é a pessoa em questão? Sua mais recente vítima? O vice presidente? Todas as outras pessoas que ele matou? O personagem chega ao ponto em que ele não se reconhece mais como pessoa, como fuzileiro, já não é capaz de enxergar um futuro, ao passo em que não consegue mais compreender as razões que motivaram suas ações no passado.

À medida que Brody é reconhece que não há mais nada pra ele, o público também é forçado a tanto. Toda a temporada serviu como teste dos caminhos que o seriado deveria tomar sem sua parte ruiva, e seus episódios finais serviram com um grande e lento adeus ao Sargento Nicholas Brody. Pois bem, Carrie finalmente revela que está grávida e faz um pequeno discurso sobre destino, representando a melhora antes da piora definitiva, porque logo eles são traídos por seus superiores e todos sabemos que esse é o fim.

E a sequência final de cenas foi emocionalmente pesada, começando com uma cena entre Javadi e Carrie. Na qual o dotado de uma persuasão desumana Javadi tenta explicar o porquê para Carrie (e o público) da morte de Brody ser inevitável e sensata. E para um homem capaz de matar sua nora a sangue frio e sua ex-mulher com uma garrafa quebrada, a eloquência e compaixão ao falar com Carrie foram absurdas. “Sempre foi sobre ele”, “A única coisa com o que você se preocupa”.

Não há como negar essa obsessão de Carrie sobre Brody, desde o princípio, mas a questão nem sempre foi sobre amor. Não pelo menos até a metade da 2ª temporada, por exemplo. Antes disso, era sobre uma necessidade quase patológica de proteger seu país. A intro do seriado não é sobre amantes, não é a introdução divertida de uma comédia sobre um casal. É um jogo de espiões, dentro de um complicado labirinto de mentiras, política e influência, o mesmo labirinto que infesta a psique de Carrie, com assassinatos políticos, discursos históricos e as Torres (sempre as Torres). Homeland é sobre Carrie e seu esforço para manter a sua pátria a salvo, ou costumava ser. Eu entendo (as vezes) os motivos pelos quais Carrie se apaixonou por Brody, mas quando a atenção de Carrie está voltada apenas para ele (sem pátria), Homeland é apenas uma sombra de todo seu potencial. Infelizmente, manter Brody traria toda a operação a baixo, e não é apenas a de Javadi.

Assim, na manhã seguinte, Brody encontra seu fim numa fria execução pública no Teerã. Apesar de ele ter finalmente aceitado seu destino e encontrado sua paz, Brody estava estranhamente calmo. A viúva de Abu Nazir estava lá para cuspir em seu rosto. Foi um fim insultuoso para um homem que um dia sonhou em ser um herói. E de sua própria maneira, foi perfeito.

O nome do episódio, The Star, não faz muito sentido até que chegamos a seu final. No final de tudo, mesmo que por motivos não muito claros, Brody cumpriu seu dever e morreu como um herói para Pátria, mas seu esforço não foi reconhecido (me pergunto se chegaram aos ouvidos de sua família os motivos de sua morte). Então depois da cerimônia para honrar os mortos, sozinha, na escuridão da noite, Carrie eterniza o sacrifício Brody, mesmo que por pouco tempo, com uma singela estrela desenhada com uma caneta no mármore frio em meio a uma constelação de outros tantos sacrifícios.

Homeland - The Star 2

De qualquer maneira, mesmo com algumas outras questões levantadas, o episódio trouxe um fim digno para essa saga de três temporadas. O seriado poderia ter terminado aqui nesse episódio e com certeza eu me sentiria satisfeita com a história, porém mais uma temporada já foi encomendada. Carrie provavelmente foi embora pra Istambul e Quinn deve ter seguido fiel seus caminhos. E Saul retorna a Langley? Essas perguntas serão respondidas na quarta temporada, então, vejo vocês ano que vem. Obrigada pela atenção. 🙂

Nashville – Tomorrow Never Comes

Data/Hora 19/12/2013, 16:07. Autor
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Will Lexington.

Quem acompanha as minhas reviews, sabe que eu nunca fui uma grande fã do personagem. De fato, o plot do cantor nunca me agradou e, de uma maneira ou de outra, sempre me deixou um pouco incomodada. O fato de Will ser incapaz de se aceitar como é, ao mesmo tempo em que não me despertou nenhuma empatia (principalmente pela forma como a história nos foi apresentada), me deixou inquieta. Fiquei pensando: como pode ser possível que, em pleno século XXI, uma pessoa tenha tanta vergonha, tanto asco de si mesma apenas por se descobrir… Homossexual? Inúmeras variáveis devem ser consideradas nesta equação, e eu nem vou entrar no mérito da questão, mas o fato é que a homofobia ainda existe, e é duramente esfregada na cara daqueles que tem a coragem de ser quem são.

Em Tomorrow Never Comes, posso afirmar que, pela primeira vez, fui capaz de sentir uma enorme compaixão por Will. O que vi nos olhos dele durante todo o episódio foi medo. Um medo paralisante. Ali, ele não passou de um menininho aterrorizado com o que ele sabia que estava por acontecer. Um menino confuso. Um menino que, por tantos e tantos motivos, achou que seria melhor acabar com a própria vida do que viver sabendo-se homossexual. O que sabemos ao certo até aqui é que haverá uma morte na série; resta apenas saber quem morreu: Will ou Peggy? Confesso que não esperava que o plot do personagem tomasse este rumo, mas sentirei muito se, no retorno da série em 15 de janeiro, descobrirmos que Will se despediu de Nashville de forma tão melancólica. Ninguém teve a oportunidade de dizer para ele: “Calma! Everything is gonna be alright! A vida dá voltas, as pessoas mudam, e as coisas eventualmente se tornam melhores. Não desista.” Eu realmente espero que a sua tentativa de suicídio não tenha passado disso: uma tentativa frustrada. Até porque, se este for o caso, a série abre um leque enorme de possibilidades para ele, para trabalhar o assunto, dar um final – ou um “meio” – feliz para ele, e até mesmo – por que não? – para mandar um importante recado para quem estiver disposto a ouvi-lo: it’s ok to be gay.

Bom, depois desta (não tão) breve introdução, fica até meio redundante dizer que o último episódio de Nashville em 2013 foi nada menos que sensacional. Impecável em todos os sentidos e mais do que merecedor da nota máxima. Em 42 minutos, os roteiristas foram capazes de nos presentear com aquele que foi, sem dúvida, o melhor episódio da temporada. Inclusive, pareceram ouvir as minhas preces e deram rumos promissores até mesmo para aqueles arcos de que eu vinha reclamando há algumas semanas. Nenhuma ponta ficou solta, por assim dizer, e isso me deixa muito animada para o retorno da série em 2014. Aliás, a ABC – emissora da série nos EUA – decidiu não mais dividir esta 2ª temporada em duas partes (como acontece em Pretty Little Liars, por exemplo), e o hiatus, que inicialmente duraria até o final de fevereiro, irá apenas até 15 de janeiro. Isso porque o canal quer aproveitar o bom momento que a série atravessa, com um discreto aumento em sua audiência, o que é um ótimo sinal e pode ser decisivo na batalha por uma renovação.

Outra excelente notícia para Nashville foi a merecidíssima indicação de Hayden Panettiere ao Globo de Ouro como melhor atriz coadjuvante em série dramática. A categoria é difícil e está repleta de nomes de peso (um beijo pra você, Monica Potter!), mas, independente do resultado, é um baita reconhecimento ao talento da jovem atriz e sua complexa Juliette Barnes.

Nashville 2

Falando nela (e voltando ao episódio), serei obrigada a mais uma vez dizer o quanto estou amando cada momento, cada plot da personagem nesta temporada. Juliette vive mais um momento conturbado tanto pessoal quanto profissionalmente, que explode com toda a força quando a imprensa sensacionalista aparece no festival de música da cidade – da qual é garota-propaganda e atração principal – para tirar satisfações sobre seu affair com Charlie.

O que vimos no início foi a Juliette de sempre: imatura, mimada e “chiliquenta”, por falta de uma palavra melhor. Enfim, Juliette being Juliette. Dando pitis homéricos nos bastidores e descontando toda a sua raiva e frustração em Glenn (sempre ele, coitado!). Tudo o que quer é um bode expiatório: o nome de alguém – QUALQUER um! – para colocar a culpa, dar à imprensa e fazer com que a deixem em paz. Até Avery chegar e mudar tudo. É incrível como ele tem o dom de trazer à tona o que Juliette tem de melhor, e em como ele está ali, ao seu lado, sempre que ela precisa de um ombro amigo.

Raros são os momentos em que vimos Juliette perder a sua majestade na série até hoje. Ela parece sempre muito segura de si, inabalável. Talvez por isso mesmo foi bastante interessante ver o quanto ela ficou abalada com a reação de seus próprios fãs ao boato que a apontava como a pivô da separação de “Charlivia”.

“Vocês estão prontos para ter uma ótima noite?” – Juliette

“Foi isso o que você disse para Charlie?” – Fã

Hostilizada por aqueles que deveriam apoiá-la apesar de tudo, Juliette se vê desamparada e esquece a letra da música. Ver Avery correr em seu socorro e ajudá-la naquela hora difícil foi muito bonito, e um dos pontos altos do episódio. Ele foi capaz de passar toda a serenidade de que ela precisava para terminar o show e cumprir o seu papel. Foi como se, naquele momento, ele dissesse para ela: “Hey, está tudo bem! Eu estou aqui, e nós vamos passar por isso juntos!”. E, assim, ela cantou para ele. Só para ele.

A cena no camarim, após o show, também foi um presente. Avery, mais uma vez, se mostra um excelente amigo, capaz de entender Juliette como ninguém e ser alguém em quem ela pode confiar.

“Você pode ter que ir até lá e enfrentar a imprensa, mas isso não significa que você tenha que jogar o jogo deles.” – Avery

A Juliette que vemos falando com a imprensa é completamente diferente daquela que estamos acostumados a ver, e isto é uma consequência direta da presença de Avery em sua vida. Tranquila, madura, limitou-se apenas a dizer:

“Cansei de entregar manchetes. Minha vida pessoal é exatamente isso: “pessoal” e “minha”.

A cena só não foi melhor do que o lindo “closure” que sua conturbada história com Charlie ganhou. Aquele “muito obrigado” não surpreendeu apenas Juliette. Mas Charlie tinha toda a razão: se não fosse por ela, ele não teria tido a coragem de mudar a própria vida, e continuaria infeliz. Juliette abriu seus olhos para novas e infinitas possibilidades, fazendo-o ver e encarar o mundo de uma maneira diferente.

“Me desculpe por não ser capaz de fazer o mesmo por você.” – Charlie

Ponto final. Simples, porém perfeito.

Mas, como nem tudo são flores, nossa antagonista levou um duro golpe ao abrir seu coração e se declarar para Avery. Poxa, como foi difícil assistir aquilo! Finalmente, vimos uma Juliette vulnerável baixar a guarda e expressar os seus sentimentos da maneira mais direta e honesta possível, demonstrando a tremenda evolução da personagem. Até ser interrompida por uma Scarlett seminua, claro. Acho uma pena que os roteiristas continuem insistindo no relacionamento nonsense entre esses dois. Tenho a nítida impressão de que o tempo de Scarlett e Avery como casal se esgotou lá nos primórdios da primeira temporada, e é um tremendo erro insistir neste “remember”. Espero que eles tenham a oportunidade de explorar Juliette e Avery como casal também, porque isto certamente significaria um crescimento ainda maior para ela. Como ela vai reagir diante do que aconteceu?

Nashville 3

Enquanto isso, tivemos um desenvolvimento para o insuportável “quadrado amoroso” – antes tarde do que nunca! E começamos com Scarlett de volta à Nashville, tentando lidar com a descoberta sobre Zoey e Gunnar. Ela demonstra uma frieza incrível e ignora a amiga por completo. E aqui, eu preciso dizer: transformaram Scarlett em uma personagem absolutamente insuportável. Esqueçam aquela menina doce, ingênua e batalhadora que conhecemos na primeira temporada. Hoje, a personagem foi reduzida a um mimimi sem fim que pouco acrescenta à série.

“Meu ex está dormindo com a minha melhor amiga, e eu não devo levar isso para o lado pessoal?” – Scarlett

Não, Zoey e Gunnar não deveriam ter escondido dela o seu relacionamento, ainda mais se eles realmente gostam um do outro e pretendem levar a história adiante, como dizem (eu não acredito nesse casal, não adianta!). A maioria das pessoas, acredito eu, também se sentiria traída em seu lugar, e, pensando assim, eu até consigo entender a reação de Scarlett. Mas se ali existe mesmo uma amizade de mais de 20 anos, eu me recuso a acreditar que ela possa ser tão ingênua, bradando aos quatro ventos que “eles agiram pelas minhas costas” e que Avery é o “único que não mente” para ela, mergulhando de cabeça numa nova relação com ele. Por outro lado, como bem observado por Avery, quem terminou com Gunnar foi ela, e ele apenas aceitou a realidade e seguiu em frente. Coerência manda beijos, Scarlett!

Sinto como se ela e Gunnar nunca tivessem tido um “closure” decente, uma conversa definitiva para colocar os “pingos nos is” após aquele pedido de casamento frustrado, e talvez essa seja a razão para essa reação um tanto exagerada por parte dela. Acho, sim, que ali ainda existe um sentimento, uma coisa mal resolvida, e que ainda vai dar muito pano pra manga, especialmente quando eles forem obrigados a continuar convivendo na turnê de Luke.

Zoey, claro, cansa de se humilhar pelo perdão da amiga e resolve investir no relacionamento com Gunnar, apesar de tudo. Senti como se estivesse assistindo um episódio de Gossip Girl com toda aquela conversa de “se ela fosse realmente minha amiga, perceberia o quanto estou feliz com você”, digna de Blair Waldorf e Serena van der Woodsen em seus tempos áureos, e isso, meus queridos, não é um bom sinal! Que preguiça…

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“Onde se ganha o pão, não se come a carne.” – Deacon

Não tenho palavras para descrever o quanto eu ri com esse conselho de Deacon! Foi engraçadíssimo e, claro, completamente ignorado por Gunnar. De qualquer forma, não me canso de dizer: como é bom ver o nosso guitarrista favorito com um sorriso como este no rosto!

“Bem-vindo ao clube dos rejeitados.” – Deacon

Quando ele descobre que Teddy boicotou sua participação no festival, decide firmar uma parceria – perfeita! – com Gunnar (que também estava decepcionado com sua posição no festival – no pior palco e às 11h da manhã – cortesia de Jeff Fordham), e fazer o seu próprio festival. Quão sensacional foi ver a reação de Teddy à notícia? “Você não tem os alvarás necessários”? Really? Ao ver Teddy – e sua babaquice – com toda a polícia de Nashville tentando, sem sucesso, acabar com o show de Deacon dentro de uma propriedade privada, não pude evitar em pensar se o prefeito – tão “hospitaleiro” – não tem nada mais importante para fazer. Mas enfim… Maddie está cada vez mais próxima de Deacon, não há nada que Teddy possa fazer a respeito, e isso é fantástico.

Gunnar ajudará a divulgar o show. Em troca, Deacon chamará seus contatos nas gravadoras para assistirem e conhecerem o trabalho e a música de Gunnar. Em poucas horas, foi capaz de fazer por ele o que Jeff não fez no que pareceram meses. Deacon definitivamente cansou de viver à sombra da carreira alheia; agora, quer ser o frontman de sua carreira e o protagonista de sua própria história, e é fantástico poder ver isso acontecer aos poucos.

Apesar de todos os esforços de Teddy e sua insossa Peggy, Maddie e Rayna marcam presença no show, assim como os executivos das gravadoras que Deacon convidou. Entretanto, o tiro meio que sai pela culatra, já que eles não estão interessados em Gunnar: Deacon brilhou de tal maneira que os executivos só querer saber de construir a sua carreira solo. Quem precisa de Teddy e seu festival estúpido?

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Rayna também não ficou imune ao clima de drama que permeou todo o episódio, e ela parece estar em rota de colisão permanente com o inescrupuloso Jeff Fordham. Mesmo com o prometido dueto com Luke, o empresário pretende lançar o álbum de Rayna para alavancar os seus preciosos “lucros trimestrais”, e não desiste da ideia de explorar o fato de que ela quase morreu em um acidente de carro. Rayna, claro, não vai ceder facilmente, e jamais permitiria que ele sabotasse seu trabalho, ainda mais quando ele admite que “ninguém se importa com álbuns”.

“Resumindo: preciso lançar um cd de Rayna James ou de um cheque de 20 milhões.” – Jeff

Na opinião de Rayna, o problema de Jeff (além da óbvia falta de escrúpulos) é achar que a música se resume a números. Aquela pesquisa de mercado mostra que as músicas que ele descartou serão rejeitadas pelo público de Rayna, e ele ainda defende que não há um único single entre elas. O prognóstico é desanimador e prevê que o álbum não venderá bem.

Quem mais aí acha que Rayna comprometer todo o seu dinheiro e seus bens, além de envolver a irmã de caráter duvidoso nos negócios, é uma PÉSSIMA ideia? Temo pelo futuro dela e da Highway 65, pois, além de tudo, ela demonstrou não entender absolutamente nada de como gerir um negócio. Tandy pode até ter experiência na área administrativa, mas eu jamais confiaria nela. Será que Rayna não aprende?

“A primeira regra dos negócios é nunca arriscar tudo o que se tem.” – Tandy

Vale a pena arriscar? Não senti firmeza na decisão de Rayna, especialmente quando ela não consegue tirar a tal pesquisa da cabeça. A estratégia de Jeff estava mesmo errada? Prevejo problemas para ela nesta nova empreitada, mas o fato é que ela comprou a Highway 65, seu álbum e sua liberdde pelo “preço total”.

Além disso, impressão minha ou o relacionamento dela com Luke deu uma bela esfriada? No início do episódio, ele concorda em ser o seu “pequeno segredo”, mas ao mesmo tempo demonstra estar contrariado com a briga de Rayna com Jeff e sua posterior saída da Edgehill. “I’ll see you when I see you”? Really?

Também vi uma Rayna aborrecida ao ver Peggy agir como a mãe de Maddie e Daphne na abertura do festival de música: o retrato de uma família feliz. E, vamos combinar: se uma morte na série é inevitável, que seja a da insuportável Peggy. Não sei quem poderia estar por trás de um atentado como esse além de Lamar – que ainda acha que foi o genro quem o denunciou –, mas considerando que Teddy é um político no poder, tudo é possível! Só não acredito nem por um minuto no “amor” que ele descobriu sentir por ela, assim, de repente.

Para terminar, estou torcendo para que Layla seja desmascarada logo como a cobra que é e como a delatora de Juliette. Jeff deixou muito claro que, neste caso, seu contrato com a Edgehill correrá grande risco – não por amor à Juliette, apenas pensando no número de cds que ela é capaz de vender, claro – e eu mal posso esperar por este momento. Ao contrário de Juliette, por enquanto não vimos uma faceta de Layla capaz de nos fazer sentir um mínimo de empatia pela personagem. Ela é má, ponto final. Ainda bem que, no fim do dia, “haverá outra vice-ganhadora do ‘American Hitmaker’”. E que ela seja um pouquinho mais humana do que Layla, por favor! É pedir muito?

E vocês? O que acharam do episódio? Quem vocês acham que vai morrer? Will Lexington ou Peggy Kent?

Nashville encerrou o ano com chave de ouro, e promete muitas emoções para 2014:

Até lá! Um Feliz Natal e excelente 2014 para todos vocês!

Revenge – Exodus

Data/Hora 19/12/2013, 10:00. Autor
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Enfim, o casamento. Um dos episódios mais esperados de todas as temporadas de Revenge começa com a cena que vimos no início do terceiro ano: Emily se desculpando com alguém e sendo baleada. Mas ainda não é hora de revelar quem foi o atirador.

O gancho da semana passada deixou Ems em maus lençóis: Victoria disse que não iria ao casamento, o que faria com que o plano de culpá-la pelo assassinato forjado fosse prejudicado. A empreitada, então, é trazer a sogra pro casório de novo. Convencer Vic não é tarefa fácil, então Emily decide recrutar Conrad, dando a dica de que a volta de Patrick poderia amolecer o coração de gelo da matriarca Grayson. Nessa conversa temos um dos diálogos mais geniais de toda a série, que demonstra exatamente qual é o ponto principal da história. Emily diz o quanto está descontente por Victoria não ir, já que ela não tem uma família para levar ao casamento. Sabemos que esse descontentamento não é falso, já que ela gostaria de que o pai estivesse presente no evento em que ela destrói os Grayson. Conrad tenta consolá-la e diz que espera que a sua figura possa ser algum tipo de compensação pelas perdas da nora. Emily agradece, e diz que se seu pai tivesse vivo, certamente ele iria compartilhar o que ela sente por Conrad. Completamente verdade. Esse tipo de diálogo só é possível em Revenge porque temos muitas realidades dentro da história. Cada personagem sabe uma versão do que está acontecendo, e ninguém nunca sabe o todo. Essa construção do roteiro permite uma conversa como essa em que Emily mente o tempo todo falando a verdade.

Além de tentar convencer sua esposa a ir no casamento do filho, Conrad também está ocupado a traindo. Conhecemos o lugar da traição, é aquele hotel onde Emily iniciou seu golpe e acabou com seu primeiro alvo. De volta ao jogo, Lydia está fazendo a apaixonada, mas Conrad descobre o Burn Book que ela estava preparando sobre ele pra Margeaux e dá o décimo pé que ela leva nessa série. Ao menos não foi jogada pela janela de novo.

Achando que perdeu o homem, Lydia quer ao menos garantir a moradia. Leva a foto em que Emily aparece disfarçada numa festa dos Greyson pra chantageá-la e ter sua casa de praia de volta. Ems cede fácil à chantagem, já que pra ela, em algumas horas, segundo seu plano, estará numa praia distante com Aiden.

A cerimônia começa e Victoria está presente, depois da troca de sua presença pela volta de Patrick. Daniel demonstra que ainda está inseguro com a sua indecisão (pelo menos eu acho que é isso que o Josh Bowman parece querer expressar, com a mesma cara que faz quando está feliz, deprimido ou fazendo anúncio da John John). O casamento é um pouco menos do que eu esperava, devo confessar. Aquela festa em que o Daniel leva o tiro na primeira temporada foi muito melhor produzida. Deixando de lado o comentário Caras, no momento dos votos Emily pensa em tudo o que viveu e perdeu por conta da família. Precisávamos de um flashback aqui, já que Emily entrar no clã responsável por destruir toda a sua infância e adolescência é emblemático para a série.

No barco da lua de mel em família (uma das coisas que a gente só não acha estranho em Revenge) Lydia também está presente. Por que não levar a amante pra lua de mel do filho, não é Conrad? Tem jeito de ser mais estranho? Emily bota um Power Point com fotos cafonas pra distrair todo mundo depois de fazer com que Victoria deixe a sala. Daniel recebe um telefonema de uma amiga de Sarah, dizendo que a garota tentou se matar. Pra uma ex que não via Daniel há muito tempo, tentar suicídio depois de um reencontro de três capítulos me soa no mínimo obsessivo.  Daniel fica alterado, ou seja lá o que Josh esteja querendo expressar.

Quando a noiva está no lugar em que planejou ser baleada de mentira, Victoria chega com a foto que Lydia roubou para confrontar Emily, que não foge da discussão: confessa que manipulou Daniel e que não está grávida. Quando Vic vai continuar os insultos, Aiden a surpreende e a deixa desacordada, para logo após levá-la dali. Daniel chega e diz que ouviu tudo. Peraí, se ele ouviu tudo, viu também Victoria sendo levada desmaiada, certo? Pra ele isso não importa agora. Emily tem apenas tempo de pedir desculpas antes que Daniel pegue a arma deixada ali e atire na esposa, que cai no mar. O personagem mais chato da série volta pra sala como se nada tivesse acontecido, pra depois ouvirem os avisos do capitão de que alguém caiu no mar.

Na praia, Aiden e Jack, que apareceu pra se despedir propriamente, esperam Emily, que não chega. Ao invés da loira, o que acham é apenas o vestido.  Tem como o plano dar menos certo? Agora é esperar janeiro para saber o que houve com Ems (ou assistir a promo do próximo episódio, que já está disponível).

Scandal – A Door Marked Exit

Data/Hora 18/12/2013, 17:05. Autor
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Preciso começar esse texto com um desabafo: fiquei decepcionada com a winter finale de Scandal. Todos os episódios da terceira temporada foram ótimos, bombásticos, recheados de plots twist. E achei que esse episódio seria O EPISÓDIO, já que a série retorna só em 27 de fevereiro. Mas não. A Door Marked Exit foi meio que mais do mesmo, e apenas deu continuidade – de forma meio previsível – aos acontecimentos do ótimo YOLO. Surpresa MESMO só a do novo comandante do B613. De resto… decepção.

Isso não significa dizer que o episódio foi ruim. Longe disso. Só acho que ficou bem abaixo do padrão Scandal de qualidade. Dito isso, vamos falar dos acontecimentos da semana.

Em YOLO descobrimos que Maya, a Mama Pope, não era a pobre coitada inocente encarcerada que julgamos ser. Pelo contrário: ela era uma terrorista. Nesse episódio essa história toda foi melhor explicada, e no final das contas Maya apenas desviava documentos. E deveria furtar informações confidenciais que estavam em posse de Rowan. Meio inocente, até. Ou, como disse Abby, ela não tinha sangue nas mãos. Só que não.

Depois de um papo tenso (aliás, que cena bem gravada. Fui só eu que vibrei com as verdades que Rowan disse para Fitz?) entre genro e sogro, Olivia confronta o pai e descobre o motivo da ordem para Fitz abater o avião. Uma bomba estava a bordo, e entre matar os passageiros do avião, unicamente, ou deixar que ele explodisse em Londres, matando muito mais gente, Rowan ficou com a primeira opção. Mas não havia bomba nenhuma a bordo. E foi por isso que ele manteve Maya presa: ela lhe deu essa falsa informação.

Como se trata de Scandal, podemos descobrir no futuro que Maya realmente acreditava que havia uma bomba no avião. Ou não. Ela é apenas uma terrorista sanguinária mesmo. E que está a solta em… tchanãn! Washington! Rondando a casa branca, aliás. Resta saber qual o plano de Mama Pope e seus aliados, a partir de agora.

Outro desdobramento de YOLO foi a trama de Quinn. ZZzzzZZzzz resumiria a história toda. Mas em respeito a vocês, vou traduzir minha preguiça com a personagem em palavras.

A traidora/agente dupla/traidora não matou Rowan. Aí ela arrancou na raça o rastreador do dente e foi pra casa com Charlie (só eu acho absolutamente creepy o “amor” dele por ela?) – mas não antes de atender o “cliente” Cyrus e ajudar a encobrir a morte de Daniel Douglas. Depois, foi bem faceira pra sede dos Gladiadores, esperando ser recebida com flores, champagne e um pedido de desculpas. Seriously? E foi só receber um “você não é mais uma gladiadora” na cara pra ela voltar pra casa de Charlie, que ficou comovidão com o retorno da moça. Ou seja: Quinn se bandeou pro lado inimigo. E dessa vez, acho que foi de mala e cuia. Minha esperança é que ela tente “trair” Charlie voltando a trabalhar com Olivia e ele fique doidão e mate ela. Ou que o novo comandante do B613 mande ela pro buraco. Afinal, uma garota pode sonhar.

E por falar em novo comandante, Jake é O CARA! Além de ser fofo, lindo, sagaz e lindo ele é o novo todo poderoso. E Rowan provou do próprio veneno. Afinal, se corta uma das cabeças, outra nasce no lugar sem prejudicar a organização, não é? Pois bem, a nova cabeça está lá. E promete várias emoções no mandado, já que os B613 perseguidos (leia-se ele próprio e Huck) agora terão paz. Já os braços-direito de Rowan correm risco. Ou seja, Charlie deve estar na mira. E Quinn também. OREMOS!

Scandal - A Door Marked Exit

A outra trama de A Door Marked Exit, e que ocupou boa parte do episódio, foi em relação ao pecado de Sally. O episódio começou nos mostrando a cena pré assassinato. E o diálogo entre Sally e o marido foi bem revelador, já que o cara era gay desde sempre e Sally sabia disso, apenas fingia que não. Cansada de tolerar a “sodomia” do marido e transtornada pelas fotos que o Cyrus esfregou na cara dela, ela tesourou o cara.

Cyrus também ficou bem transtornado. E até aparentou estar se sentindo culpado. Mas é óbvio que ele ia aproveitar a situação pra tentar manter Sally afastada das eleições presidenciais, então não sei o quanto de culpa havia nas ações dele. O fato é que ele orquestrou a “morte por infarto” de Daniel Douglas. Mas mal ele sabe que Leo é uma ameaça ao seu plano, já que está parecendo que o cara vai dar um jeito de fazer Sally concorrer.

O mais interessante desse plot é que David ligou os pontos e agora tá sabendo do assassinato. Não sei quão fácil vai ser provar a coisa toda, e nem sei quem ele vai conseguir implicar. Mas o fato é que ele vai cutucar o ninho das abelhas. E ao invés de exterminar com a colmeia, sinto que ele sairá picado dessa. Aliás, não sei como ele ainda não foi morto, já que quem escreve a série é a Shonda e ele tá sempre no olho do furacão.

Em fevereiro descobriremos quem vai sobreviver nessa dança louca pelo poder. Afinal de contas, vocês sabem: na guerra dos tronos, ou você vence, ou você morre. Até lá!

Haven – The Lighthouse

Data/Hora 17/12/2013, 17:06. Autor
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O temporada acabou e as minhas palavras parecem ter se esgotado também. Porque se durante o desenvolvimento da história apresentada este ano, perguntas foram sendo formuladas, hoje me deparo com outras mais simples, mas não menos essenciais: como comentar este episódio evitando a tentação dos superlativos, como já disse uma vez? Ou a facilidade dos comentários simples demais?  Como chegar à essência do que foi esta temporada?

Afinal, quem iria imaginar, lá no começo, quando torcíamos para Lexie lembrar-se de que era Audrey, que no final da temporada Audrey iria se lembrar de que era Mara? De lá até aqui foi uma pequena longa jornada. Longa na intensidade das situações que vivemos pelo caminho. Curta (demais!) no tempo que levamos para trilhá-lo. Velhos e novos personagens surpreenderam. Encontros finalmente aconteceram! E, depois de três anos de introdução, chegamos a um outro capítulo desta história, que se torna mais e mais hipnótica a medida que o tempo passa e os episódios se sucedem.

A identidade de Jennifer foi revelada. Uma boa parte dos mistérios que envolvem os Teagues também. Nathan e Audrey finalmente se entenderam, não somente para sublimar aquilo pelo que ansiávamos desde o primeiro episódio da série, mas também para pontuar a diferença entre brisas e tempestades. Entre a calma e a serenidade do amor-entrega e os ventos avassaladores da paixão obsessiva.

E, finalmente, o óbvio não me pegou desprevenida. Dave não estava na história somente de passagem. Estava claro, desde o momento em que se chegou à conclusão de que a composição do círculo, ao redor do portal, deveria ser feita por pessoas vindas deste “outro mundo”, que ele era a resposta. Estava claro, também, que Duke não iria passar impune pela decisão de recuperar o poder de acabar com as perturbações. Assim como estava claro que algo iria acontecer com Jennifer ao acionar o portal.

E, no final, ficamos ali, sob o Farol. À beira do abismo. Diante do caos. Observando as pessoas que aprendemos a amar desintegrando-se. Apesar de William. Apesar de tudo. E então, a voz de Dave pareceu ecoar vinda de longe, implorando para que não se abrisse a porta que se conectava ao Celeiro. Ele já havia estado do outro lado. Ele sabia. O mal havia começado quando alguém abrira a porta para o outro mundo. Quando teria sido isso afinal? Quem teria feito isso afinal? Essas são algumas perguntas para a próxima temporada!

Se o episódio anterior resumia-se por Tempo, talvez de The Lighthouse defina-se por Revelações. Sobre a série, nas respostas que finalmente vieram. Ou sobre como algumas atitudes podem conquistar pela insanidade da renúncia ou pela obsessão de uma busca secular e, assim, relativizar a essência do mal ou o efeito do caos, para nos desinstalar da comodidade dos raciocínios simplistas e nos lembrar que o espelho tem duas faces. Sempre.

E neste sentido eu vibrei (e talvez eu enfrente a fogueira por isso), mas eu vibrei quando, no final, era Mara quem estava ali e não Audrey e as últimas palavras desta temporada foram uma promessa de um retorno anunciado, porque William encantou-me pela sua renúncia e pela sua obsessão. Pela sua fragilidade e pela sua sedução.

A música de Aidan Knight no início do episódio também era uma migalha, uma pista que conduz a uma encruzilhada, tão ao jeito de Haven!

Dream Team (tradução livre)

(…)

Eu vi você no mundo.
Eu vi você na minha mente.

Será que você vai me deixar à vontade,
Ou fazer com que eu me sinta desconfortável?

Porque eu me sinto diferente
E isso nunca foi assim.

Alguma coisa mudou dentro do meu coração,
E eu tenho certeza de tudo.

Audrey ou Mara. Nathan ou William. Queria a ambos. Mas esta sim é uma impossibilidade!

Que venha a quinta temporada. Que consigamos formular mais perguntas e conseguir mais respostas. Que prevaleça a mitologia da série e que ela nos capture em sua difusa teia, estendida além da tela, além de Haven e além do portal.

The Crazy Ones – Models Love Magic e The Intern

Data/Hora 17/12/2013, 13:46. Autor
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Preparados para uma review dupla de The Crazy Ones? Here we go!

Models Love Magic. Ou dia em que The Crazy Ones conheceu o Brasil. Ou pelo menos uma de nossas representantes mais deslumbrantes. Adriana Lima chega na Lewis, Roberts & Roberts pronta para causar!

O décimo episódio da série trouxe de volta o que ela tem de melhor, e o resultado não poderia ter sido mais divertido. Desta vez, o pessoal da Lewis, Roberts & Roberts se divide para conquistar duas missões bastante diferentes: a primeira delas, uma campanha para a Victoria’s Secret – com seu sutiã de 10 milhões de dólares; a segunda, mas não menos importante, a campanha das “Tortas da Tia Mary”.

Ri demais com o plot da Victoria’s Secret, porque tudo funcionou muito bem ali: de Adriana Lima, passando por Marvin Trank – segurança mal-humorado que tem a ingrata missão de ser o guardião do sutiã milionário –,  e chegando aos nossos queridos publicitários.

“Modelos também são gente. Não zombe delas só porque são lindas. Só namoro modelos para combater este preconceito.” – Zach

“Você é tão corajoso.” – Andrew

Ver Zach todo preocupado com sua aparência e falhando miseravelmente ao flertar com as top models foi hilário (para não dizer inédito!), e sem dúvida, um dos pontos altos do episódio. Nem seu sorriso, nem Katy Perry com seus “fogos de artifício” foram capazes de derreter seus coraçõezinhos de pedra. Nada ajudou o bonitão, já acostumado a “pegar” as modelos do catálogo da Sears. Zach aprendeu da maneira mais difícil que a Sears, no fim das contas, não é a Victoria’s Secret. Quão sensacional foi ver Andrew tirar da cartola – quase literalmente! – seus truques de mágica e atrair toda a atenção das beldades, para alterar um pouquinho a ordem natural das coisas? Ri alto com o “models love magic”, e o título do episódio passou a fazer todo o sentido!

The Crazy ones - Models loves magic 2

Logo de cara, Marvin já vai estabelecendo suas regras: ninguém além dele e dos seios da Adriana Lima podem tocar no sutiã, ou terão de sofrer as consequências. Isso tinha alguma chance de dar certo? Simon não demora a deixar muito claro que não. Completamente alheio à regra – e à qualquer resquício de noção –, já chega apavorando, como de costume, e simplesmente coloca o sutiã de 10 milhões na cabeça, assim, só porque achou engraçado (oi?).

Enquanto isso, Lauren confessa adorar o tal sutiã, e se diverte nas horas vagas cortando a cabeça de Adriana Lima das fotos do catálogo para colocar sua própria foto no lugar. Mas isso é normal… Não é? Aliás, ela confessa para a própria top model que não só cortava sua cabeça de todas as fotos, mas também as queimava e enterrava suas cinzas. Sorte dela que, aparentemente, Adriana gosta de trabalhar com “garotas perturbadas”. O problema todo, entretanto, começou quando Lauren foi deixada à sós com o “fantasy bra” nos bastidores da sessão de fotos. Bad, bad idea.

Ela veste o sutiã, e… Não consegue mais tirá-lo. Aliás, ninguém consegue abrir o fecho do tal sutiã, e toda a sessão de fotos fica comprometida.

“Sydney vai me matar. Ela tem 3 metros de loucura num corpo de 1.60m.” – Lauren

Syd, com seu discurso cheio de boas intenções – “eu sou uma mulher poderosa, mas não se sintam intimidadas por isso!” – mas que sai pela culatra, surta quando fica sabendo da “pequena” dificuldade técnica e tem que se desdobrar para evitar um desastre, já que Adriana Lima e companhia perdem a paciência com toda a demora e simplesmente decidem ir embora sem fazer seu trabalho. Desesperada, Syd joga na cara dela que, por contrato, ela não pode fazer isso.

The Crazy ones - Models loves magic 3

Quando ela pergunta à Adriana se a top model ao menos sabe ler, somos presenteados com o “Clube do Livro das Modelos”, outro ponto alto do episódio que me fez gargalhar. A cena das modelos discutindo “A Metamorfose”, de Kafka, e sua “identidade transformativa” foi nada menos que sensacional. Afinal de contas, “a barata representa a feiura da humanidade rodeada pela beleza do livre arbítrio”. A expressão de completo pavor na cara de Syd quando a questionam sobre o “estado final da barata” só não foi mais engraçada do que quando ela afirma com toda a convicção que leu todos os OUTROS livros de Kafka, inclusive o “Código da Vinci”. Poxa, Syd! Diante de tamanha ignorância, Adriana a expulsa do Clube do Livro.

Andrew, então, tem uma ideia brilhante. Bom, quase isso. Ele fala para Zach que ele só conseguirá tirar o sutiã da Lauren se der uns bons amassos nela. Sabe como é… “Memória muscular” e tal… Ri muito com a cena de suspense: a música, a contagem regressiva, as modelos debandando, Zach e Lauren se agarrando, até que… Zach consegue abrir o bendito sutiã! Mas as modelos estão irredutíveis: cansaram de esperar e estão decididas a ir embora. Mas Andrew e seu “cachecol mágico” chegam para salvar o dia. Syd também decide dar uma de durona e mostra quem manda ali: se as “angels” não trabalharem, não receberão um centavo. Pronto, problema resolvido!

Enquanto isso, Gordon e Simon estão se desdobrando para garantir a campanha das “Tortas da Tia Mary”, e se metendo em confusão! Os clientes são extremamente conservadores e tradicionais, e Gordon – sim, Brad Garrett is back… again! – se sente na obrigação de esconder que é gay e tenta se transformar na pessoa que ele acha que seus clientes querem que ele seja. E, mais do que isso, quer que Simon também seja!

Bom, todos nós já cansamos de ressaltar o perigo dos exageros de Robin Williams na série, e o quanto sua atuação pode ser muitas vezes caricata, mas também temos que dar o braço a torcer e admitir que de vez em quando ele acerta! Enquanto Gordon se esforçava para convencer os clientes que Simon é “tão tradicional que é praticamente um amish”, nos divertimos horrores vendo a lenda da publicidade dando uma aula de passarela para as “angels”, com direito à asas e tudo… Voando, rebolando, “pairando”.

“Eu nunca sei o que vai sair da sua boca.” – Chef

“Eu sei! Bom senso e valores tradicionais.” – Gordon

Gordon quer convencer Simon a ser “normal” em um almoço com os clientes conservadores. Missão impossível, pra dizer o mínimo. Além disso, Simon está bastante contrariado com a ideia, e não acredita nesta estratégia de fingir ser quem não é apenas para agradar os caprichos de um cliente antiquado. Afirma com toda a convicção que prefere manter a “ética e a dignidade”. Então, Simon se dá conta da estratégia que Gordon vem usando há anos para fechar os negócios com seus clientes mais “certinhos”, sem que ele interfira ou atrapalhe. E como eu ri!

“Não tenho culpa que você se distrai com objetos brilhantes.” – Gordon

Desnecessário dizer que o almoço não sai exatamente como o planejado quando um Timothy histérico liga para Gordon para dizer que um guaxinim invadiu a casa deles. Como ele não tem a menor intenção de deixar Simon sozinho com os clientes, decide ignorá-lo, o que deixa Simon irritado. Ele dá um jeito de levá-lo até o banheiro e dá uma bela lição de moral no sócio.

Simon confessa que a gravata que Gordon passou a noite toda criticando foi um presente que ele mesmo lhe deu há 25 anos, como uma forma de celebrar a primeira campanha da agência: uma sopa de casamento italiano (que diabos é isso? Anyone?). Timothy, inclusive, estava preparando o prato quando o “guaxinim de olhos espumantes” invadiu a casa, e planejava uma comemoração a três para aquela noite.

“Não tínhamos vergonha de quem éramos” – Simon

Gordon se sente muito mal por ter esquecido a data importante, e, quando os clientes começam a tirar sarro de Simon – e sua gravata feiosa – ele toma suas dores e, enfim, parte em sua defesa. Faz um discurso lindo sobre como “ignorou as necessidades” de Simon e “colocou os clientes em primeiro lugar”, e eis que tudo termina com um beijo. Na boca! Na frente dos clientes caretões. E com direito a “eu te amo” de ambas as partes.

Surpreendendo a todos, os clientes decidem continuar com a Lewis, Roberts & Roberts, mesmo com a certeza de que eles vão “arder no fogo do inferno”.

“Então, as frutinhas querem vender algumas tortas?” – Cliente

Saldo do episódio:

  1. “Perdi o sutiã de 10 milhões e as modelos me fizeram sentir estúpida. Foi o pior dia da minha vida.” – Syd.
  2. “Seu pai mandou os clientes para o inferno, e aí libertou as lagostas do restaurante.” – Gordon
  3. “Timothy quer ficar com o guaxinim.”
  4. Nota 4.7 para um episódio quase perfeito.

The Crazy Ones - The Intern

Eis que chegamos ao último episódio de 2013. E, para terminar seu ano de estreia em grande estilo, The Crazy Ones traz uma participação especial de peso: Ashley Tisdale, a eterna Sharpay de High School Musical.

Em “The Intern”, Ashley é Kelsi Lasker, herdeira das “Carnes Lasker”, um dos maiores – e mais ricos – clientes da Lewis, Roberts & Roberts. Formada pela “Faculdade Lasker de Administração” – reconhecem o nome? –, a menina não parece ser exatamente brilhante, mas, como um favor a seu pai, Simon a aceita como estagiária na agência.

Sydney, identificando-se com Kelsi por também ser uma “herdeira”, sai em defesa da menina quando todos insinuam que ela não deve ser mais do que uma patricinha mimada e privilegiada, que nunca teve que trabalhar ou se esforçar por nada na vida. Oh, Syd…

Quando finalmente conhecemos Kelsi – com sua Mercedes vermelha de placa PRINCES$ -, ela já está atrasada para seu primeiro dia de trabalho, e chega cheia de drama com a sua roommate Brooke – “ela é tão áries!” –, com quem está disputando o “maior quarto do apartamento”.

“Cindy, tem uma ligação para você naquele treco plugado no troço.” – Kelsi

Nice job, Kelsi! É assim que ela interrompe a reunião da equipe com o cliente “Merlot to go”, um vinho sem álcool. Depois que ela chama o vinho de “fajuto” (oi?), o cliente pede a opinião de Kelsi sobre como deixar o produto mais “cool” para sua geração, e, quando todos se apavoram com a ideia, Sydney mais uma vez defende sua estagiária. Tudo termina com o cliente discutindo o drama com a roommate de Kelsi, em expressões como “smh” (= shaking my head) e “nbd” (= no big deal)… Pois é, além de tudo, a menina parece ser incompetente também na difícil arte de formar frases com palavras completas.

Uma semana depois, Simon e Syd chamam a menina para uma reunião, tentando dar um feedback sobre seu desempenho na agência. Enquanto ela insiste no já insuportável drama com a roommate e no “por que você está gritando comigo?”, acaba deixando escapar, para horror de Sydney, que pouco se importa com aquele estágio, já que seu pai é milionário e seu emprego certamente está garantido, confirmando que todos estavam certos sobre seu caráter (ou a ausência dele). Syd fica pessoalmente ofendida quando a menina insinua que Simon fez o mesmo por ela, e…

“Escuta aqui, sua idiota requebrante: eu quis te dar o benefício da dúvida, mas nós não somos parecidas! Eu mereci este trabalho, e você nem tenta! Ao menos eu oro a Deus que você não esteja tentando, porque se estiver, é realmente patético!” – Sydney

Well said, Syd! Kelsi fica louca da vida, e sai da agência fazendo um escândalo digno de uma criança mimada.

“Trinta milhões de dólares acabam de nos mostrar o dedo do meio.” – Simon

Temendo uma demissão iminente e a perda de uma conta que representa singelos 30 milhões de dólares anuais para a agência, Simon, Syd e Andrew partem em uma missão suicida atrás de Kelsi numa festa universitária de uma fraternidade judaica.

“Andrew, venha conosco, podemos precisar de você” – Simon

“Eu não sou judeu.” – Andrew

“Sério? Não tenho tempo para repensar você. Vamos.” – Simon

E não é que Simon estava certo?

“Esta é uma festa particular!” – Carinha sem nome da fraternidade

“Eles estão comigo.” – Andrew

“Shabat Shalom, irmão!”

Ri demais quando Simon descobre que Zach é judeu e ele nem se esforça para esconder a decepção:

“Eu poderia estar aqui com Zach?”

The Crazy ones - The Intern 2

Kelsi insiste em decidir tudo numa partida de “beer pong” (!). Representando a Lewis, Roberts & Roberts, Simon joga e Syd bebe, enquanto Andrew dá apoio moral. O resultado? Uma Sydney completamente bêbada – aparentemente, Kelsi tem anos de experiência no jogo – tem uma ideia brilhante:

“O que podemos te dar que você já não tenha?” – Simon

“Coragem de terminar uma palavra?” – Andrew

Não, Andrew, nada disso. Convencer Brooke, sua roommate, a aceitar ficar no quarto menor. Afinal de contas, “somos publicitários. Vendemos coisas que as pessoas não querem comprar todos os dias.”

E assim começa a “OPERATION ROOMATE”, que, obviamente, sai pela culatra. Ao montar uma campanha publicitária exaltando as qualidades do quarto menor (e que incluiu até Abraham Lincoln, pelo amor de Deus!), nossos publicitários favoritos despertaram todo o interesse de Kelsi (tão sagitário!), que começou a brigar com Brooke novamente, porque agora as duas queriam o quarto menor. Haja paciência!

Então, Martin Lasker, pai de Kelsi, aparece para salvar o dia. No fim das contas, ele queria apenas que sua filha mimada fosse como a Sydney, trabalhadora e merecedora da posição que tem na empresa do pai, e achava que ela poderia aprender alguma coisa com a experiência. Think again, Mr. Lasker! Pelo menos ele consegue massagear o ego ferido de Syd, que sempre lutou para não ser vista como uma filhinha de papai burra e mimada. Mas ouvir isso de um completo estranho fez toda a diferença.

Como termina a confusão?

“Você é velho. Eu estou braba com meu pai. Quer sair daqui?” – Kelsi

Andrew, pobrezinho, acaba usando a patricinha como sua “rebound girl”, depois de dar um fora em Lauren. Mas espera aí… Andrew e Lauren? Como é que é?

Enquanto toda a atenção da agência estava focada em Kelsi, Lauren estava em busca de seu homem ideal. Insatisfeita com o status de seu affair com Zach, que considera um “mau hábito”, ela resolve substitui-lo por outro “hábito”, mas um que lhe cause “menos danos”.

“Não é culpa nossa. Somos jovens, gostosos e cheirosos. Somos como os pandas do zoológico nacional.” – Zach

Se você pensou no fofo do Andrew, acertou em cheio! Logo ficamos sabendo que o moço acabou de terminar o namoro com a sofrível Nancy – ele até usou suas “calças tristes” por 4 dias seguidos, como bem observado pela Syd –, mas sua relação com Lauren é muito mais platônica e, digamos, menos “carnal”. Não demorou nada, e ele, tão romântico, estava apaixonado pela colega. Ela, por sua vez, gosta de sua companhia, gosta de conversar com ele, mas… Nada de sexo!

Zach, Andrew. Andrew, Zach. Eis que o homem perfeito sempre esteve ali, mas Lauren nunca tinha reparado:

“Zandrew! Era isso que eu procurava!” – Lauren (ou seria Andrach?)

Ri demais deste momento de epifania de Lauren. Evidente que isso não daria certo, e Zach e Andrew logo descobriram o que estava acontecendo e vão tirar satisfações. No fim, ela perde os dois, mas é bem-sucedida no propósito de “quebrar o mau hábito”. Sem o café e a conversa com Andrew como “preliminar”, ela simplesmente não consegue mais transar com Zach. Scooore!

“Good luck finding THIS again!” – Andrew

Ashley Tisdale estava ótima em seu papel de “herdeira mimada”, e certamente “agregou valor” ao episódio. O arco de Lauren e Zandrew também funcionou bem e rendeu ótimos momentos. Mas, muito embora este também tenha sido um bom episódio, recheado de momentos engraçados, ainda achei o episódio da semana passada – “Models Love Magic” – melhor, mais “redondinho”, por assim dizer. E vocês, o que acharam?

The Crazy Ones entrou em hiatus na semana passada e retorna com episódios inéditos apenas no dia 2 de janeiro. Então, um Feliz Natal, um excelente 2014 a todos vocês e… Até lá! J

PS: “Você deveria voltar para o inferno da Disney do qual você veio!” – Syd.

Melhor. Erro de gravação. EVER. Apenas. A reação da Ashley é impagável!

PS2: Lauren é:

a)      Porto-riquenha

b)      Marroquina

c)       Portuguesa

d)      Libanesa

e)      Nova-iorquina de Long Island

f)       Outro

Façam suas apostas!

PS3: O melhor diálogo do episódio:

“Há quanto tempo você está dormindo com a Lauren… de novo?” – Simon

“Duas semanas. I asked her for a hand with this job, she misunderstood and I just went with it.” – Zach

“(…) como seguidor do seu tumblr, apenas sugiro que você troque os nomes e siga em frente.”

PS4: Brad Garrett, cadê você? Volte logo, por favor!

Grey’s Anatomy – Get Up, Stand Up

Data/Hora 16/12/2013, 17:31. Autor
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Carambolas! Que episódio foi esse? Tirei o chapéu pra Shonda (novamente). Achei tudo bem perfeitinho. Nota cinco, com louvor e muitas estrelinhas douradas. E explico o porquê.

Em primeiro lugar, preciso dizer que Get Up, Stand Up não apenas deu um prosseguimento bacanérrimo pras tramas da temporada. Ele ainda encaminhou muito bem a segunda parte da décima temporada de GA. Isso sem contar os dois ganchos (principais) bacanas que introduziu para nos deixar roendo as unhas até 27 de fevereiro (sim, hiato longo e maldito).

Mas ainda que todo o resto tivesse sido horrível, o episódio teria sido maravilhoso por razões de Meredith e Cristina. Então, obviamente, começarei essa review falando delas, nossa dupla favorita, nossas persons amadas.

Já falei muito sobre a briga, sobre o fato de nenhuma das duas ter razão, e já falei inúmeras vezes sobre como eu via Yang mais bandida perdida na trama e na briga. As duas, visando evitar um confronto mais direto, talvez, acabavam não partindo pro embate. Se uma falava, a outra não respondia. Se a outra gritava, a uma fugia. Mas não nesse episódio. Uma prova de vestidos obrigou as duas a permanecerem no mesmo local por um tempo considerável. E o embate foi inevitável.

O início do discurso da Yang, sobre nem imaginar o porquê do sucesso da cirurgia cardíaca do bebê e dos motivos pelos quais não falou com ninguém corroboram minha tese de que ela está perdida e isolada no GSMH. E quando ela abre o coração para Meredith, a inveja da melhor amiga se sobressai e Meredith demonstra que também tem veneno para destilar. E se Meredith pode falar que nunca seria capaz de mentir para todo mundo só pra não descer do seu pedestal, Yang pode dizer que cansou de ouvir o mimimi de Mer por semanas a fio. E mais: pode mandar a melhor amiga para o inferno. E assim, jogando pra fora tudo que as incomodava, elas se despediram da “sala de prova”. Com Meredith dizendo que Yang havia se tornado aquilo que elas “temiam” ou não queriam ser; e Yang alardeando que Meredith havia se tornado aquilo que elas achavam ridículo.

Talvez elas quisessem fugir. Evitar o embate, novamente. Mas o casamento tornou isso impossível. E logo elas estavam na mesma sala novamente. Para continuar a briga. E finalmente, dessa vez, entender os motivos uma da outra.

Greys Anatomy - Get up Stand Up 2

No final das contas tudo se resumiu à necessidade de aprovação e apoio. Yang falou que se sentia perdida, porque no futuro que ela imaginava, Meredith continuava sendo apenas sua person badass diva das salas de operação, não a mãe de dois bebês fofinhos. E Cristina se sentiu sozinha, já que o caminho que costumava trilhar em dupla, agora precisa andar sozinha. Já Meredith, apesar de não se arrepender de suas escolhas, também sente falta desse futuro não vivido. E sente inveja de Cristina, pois ela é, profissionalmente falando, o “mean to be” de Meredith. E apesar de feliz, ela sente falta de ser/poder ser uma cirurgião diva. Ambas gostariam de enfrentar seus caminhos acompanhadas. Mas isso já não é mais possível. Em algum momento o caminho delas se separou, e não deve mais se reencontrar. Mas acho que depois dessa discussão (inacabada, já que April a interrompeu) elas conseguiram perceber que embora trilhem caminhos separados, elas podem permanecer juntas.

Depois desse “desfecho”, volto a acreditar que a história da Sandra Oh em Grey’s Anatomy acabará lindamente. Com Mer e Yang como nós conhecemos. Sendo as amigas que conhecemos e aprendemos a amar. Sendo o melhor sismance de todos os tempos. Mas posso esperar pelos novos episódios.

Sobre Shane, pode-se dizer que apesar de ferida pelas colocações de Mer, Yang a escutou. E percebeu que o seu residente estava ficando meio obcecado/descontrolado. Acabou o lance deles, mandou o cara pra casa, tentou cortar as asinhas (ou cerrar as presas do tubarão), mas nada disso foi eficaz. Claro, ninguém estava esperando o que estava por vir. Mas quando Shane ensinou Leah a alterar a carga horária semanal já dava pra ver que boa coisa não ia acontecer.

As cenas dele descontrolado foram ótimas. O Gaius Charles esteve ótimo, e a Tessa Ferrer também interpretou Leah muito bem. A operação do pai do Alex (claro que não seria um paciente qualquer) foi envolvida de muita tensão, e Leah finalmente mostrou a que veio quando tomou as rédeas da situação, apesar de tudo estar contra ela. Resta saber se o Chief vai conseguir salvar o pai de Alex, e quais serão as consequências para Shane de seus atos. Pelo menos por tratamento psiquiátrico eu acho que ele passará.

Greys Anatomy - Get up Stand Up

Ainda sobre esse plot, duas considerações: fiquei contente de ver que Leah está crescendo na trama. Ela está focando nas habilidades médicas e até confrontar a Bailey ela confrontou. Boa, garota! Ainda vamos simpatizar genuinamente com você um dia desses.

A segunda consideração é em relação ao Alex e à reação que ele terá a morte do pai, se ela acontecer. Será que o reencontro dos dois e aquele “perdão” do Alex serão o suficiente para Karev conseguir superar o novo trauma? Ele me pareceu meio transtornado no diálogo com a Jo, sobre os dois se bastarem. De qualquer forma, torço pra que, seja qual for o destino do pai-problema, o Alex siga sua vida “feliz”. Faz tempo que ele não tem paz na vida pessoal, e ela viria bem a calhar.

Já que eu falei em confrontar, duas outras personagens precisam aprender o que é isso.

Uma delas é a Bailey, que até aceitou fazer o tratamento contra o TOC, mas que continua sendo bem vaca com o Ben. Sério que ela vai colocar na conta dele o surgimento do transtorno? E como será que essa história da Bailey pesquisadora vai se desenvolver? Será que a vontade tem fundamento médico, ou é só pra evitar as cirurgias? Veremos. Mas espero que não por muito tempo, a Shonda tá precisando acertar a mão nas histórias da Bailey. Era bom fazer isso logo.

A outra personagem é Arizona. Ela precisa chamar Callie pra realidade e dizer que o zelo da mulher está ferindo seus sentimentos. Que ela está sem uma perna e isso está ok. Que Callie pode parar de tentar fazer ela voltar a ser a velha Robbins, que ela está tranquila com a pessoa que ela se tornou. Se essa conversa não existir, Calzona naufragará novamente. E acho que esse navio não sobrevive a novas avarias no casco. Eu acho que essa conversa ocorrerá em breve. E que será um lindo diálogo, que trará conforto e inaugurará um novo tempo de paz e alegria para o casal. Veremos.

E falando em paz… pobre April! Tudo que ela queria é que o dia do casamento dela fosse centrado nela. Mas isso, obviamente, não foi possível. E o maior “problema” nem foram suas madrinhas neuróticas e tagarelas. Foi o melhor amigo da noiva, mesmo. E que desenrolar belo para um plot tão irritante.

Japril é iô-iô e isso irrita. Mas quem liga? Ver Avery se levantando (duas vezes, pra não deixar dúvida da intenção) e declarando seu amor por April, inspirado por Sloan (que infelizmente morreu sem colocar em prática o próprio ensinamento), foi lindo. Foi tenso, claro. Mas foi belo. E essa questão emocional funcionará como um belo de um gancho.

Qual a aposta de vocês? Eu acho que April casará. Porque sempre que teve oportunidade de ser feliz com Jackson ela desperdiçou. E acho que a moral dela vai impedi-la de abandonar Matthew no altar. Mas, pensando bem, talvez o casamento não ocorra por causa de Matthew. Afinal de contas ele tá bem ligado nos paranauês entre Japril, e talvez ele perceba que não importa qual seja a resposta de April, o coração dela pertence à Avery.

Confesso que tive pena de Matthew. Mas não foi nem metade da pena que senti de Steph. Ela estava ali, de boaça, sentadinha do lado do namorado. E de repente ele se levanta e anuncia na frente de todos os teus amigos e conhecidos que ama outra. Mancadaça! Claro, viva o amor, yay e afins. Mas deu dó da Steph. E justo no dia no qual ela quase disse “eu te amo” para Avery. É, amiga… sua vida não tá fácil não.

PATRICK DEMPSEY

Mais complicada que a vida da Stephanie, só a nossa. Afinal de contas, ninguém merece esperar até 27 de fevereiro pra saber se vai rolar crossover. SIM, GALERA. Derek falou com Fitz, se é que vocês me entendem. Será que vai rolar troca-troca entre Scandal e Grey’s Anatomy? Torço para que sim. A única coisa nesse plot – que apareceu do nada – que me amedronta é o relacionamento MerDer. Afinal de contas, Derek está em seu período “sabático” para apoiar a esposa. Se ele voltar a ocupar todo seu tempo com a medicina, como ficará o arranjo deles? Depois de anos de felicidade e estabilidade, estaria Shonda planejando tirar a paz do nosso meu ship favorito? Por favor, NÃO!

Enfim, são várias as incertezas para 2014. Yang vai revelar para todos que não é tão diva quanto todos pensam, ou vai concorrer ao Haper’s Avery sem falar nada? E Derek, aceitará a proposta indecente do governo americano? Bailey vai parar de mimimi e vai voltar a ser The Nazi? Shane vai superar a morte de Heather? Mer e Yang voltarão a ser as gêmeas esquisitas? E Arizona, vai ter a coragem necessária para dizer pra Callie que precisa ser aceita e desejada de prótese? E April, dirá sim para quem? Steph conseguirá levantar da lama da vergonha? E o pai de Alex, será salvo pelo Chief? Caramba! Haja coração pra esperar até o final de fevereiro.

Mas esperar é o que nos resta. Então, até lá. Nos vemos em 2014, pessoas! Boas festas para todos vocês.

Arrow – Three Ghosts

Data/Hora 16/12/2013, 13:30. Autor
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Arrow fechando o ano com chave de ouro. Mas antes de falar de Three Ghosts, vamos recapitular o que aconteceu nos episódios anteriores.

Em State vs. Queen, vimos que o julgamento de Moira estava fadado ao fracasso. Não tinha como a mulher sair ilesa. De alguma forma, foi isso que aconteceu, mas não tinha como ter sido ao acaso – alguém com muito poder dentro da cidade deve ter mexido alguns pauzinhos para fazer o veredicto acontecer. Logo pensei em Brother Blood, mas ele não gosta dos Queens. Portanto, só mais uma pessoa tinha o poder suficiente para tal ação – e, por isso, não foi nenhuma surpresa ver Malcolm atirando flechas para todos os lados novamente. Mas descobrimos que essas flechas na verdade foram atiradas 18 anos atrás, culminando com o nascimento de Thea, sendo esse outro momento que deveria ter chocado mais, porém, Laurel já tinha jogado todas as cartas na mesa quando conversou com Moira antes do julgamento.

A volta de Malcolm compromete a narrativa da série, uma vez que sabemos que Arrow não lida com plots sobrenaturais. Falo isso porque a cena em que Malcolm morre ainda está bem forte na memória e não tinha como aquele homem sair ileso. O poderoso disse que sabia muito bem fingir estar morto, mas acho que isso não envolve ser atravessado por uma flecha. Sabemos, porém, que nada acontece ao acaso na série e espero que a volta de Malcolm venha com bons plots. Por outro lado, presenciamos a volta do Conde, todo trabalhado em epidemia com seu plano de transformar todos os habitantes de Starling City em viciados em Vertigo. Porém, pra quê isso, mesmo? Em nenhum momento isso ficou claro. Além do mais, Conde realmente achava que conseguiria sair ileso e que ninguém descobriria a causa da doença? Outro problema nessa narrativa foi a amplitude do problema. Enquanto fomos informados que a cidade inteira estava sob estado de calamidade, vimos só DUAS pessoas vítimas do Conde.

O episódio The Scientist fez com que quase todos os plots focassem em um só arco – o super soldado. Roy e Thea passaram o episódio indo atrás do amigo de Sin, os flashbacks da Ilha de Lost foram sobre a descoberta do super soro e Felicity, Oliver, Diggle e Barry lidaram com o super soldado nos dias atuais. Primeiramente, devo comentar que os flahbacks da ilha estão bem interessantes – algo que não podia ser dito alguns episódios atrás. Até mesmo a presença de Sara não atrapalha o andamento da narrativa. Porém, sabíamos que nosso eterno Cyrus não iria morrer por causa do soro, inclusive, quando Oliver disse que matou e queimou na Ilha provavelmente deve ter sido Slade. O destino do moço então está selado, mas onde Shado entra nessa equação?

A grande surpresa do episódio foi a primeira aparição de Barry Allen, o Flash dos quadrinhos, todo trabalhado na sensualidade de nerd para cima de Felicity. Os dois, obviamente, mostraram uma química invejável, mas sabemos que os roteiristas só estão se fazendo de difícil até que Olicity aconteça. Esperava uma reação mais ciumenta por parte de Oliver, mas foi ótima a tirada na festa de Mama Queen e todo o trabalho que ele precisou para provar que Barry não é quem ele diz que é. A apresentação do novo personagem foi interessante e Barry se encaixou muito bem na dinâmica, mesmo parecendo ser um adolescente. Já foi anunciado anteriormente que a CW estava desenvolvendo uma série para o Flash e que a aparição de Allen em Arrow seria só uma amostra do que viria a seguir. Se conseguirem manter o personagem da maneira apresentada aqui, tenho certeza que estamos diante de uma nova boa série. Muito irônico, porém, que o futuro Flash é o cara mais lerdo e atrasado do mundo.

O final do episódio trouxe Barry de volta, mas isso não aconteceria se não fosse por Oliver tentando acabar com o super soldado sozinho. Three Ghosts fechou o ano com chave de ouro, e as participações foram pra lá de especiais. Tivemos Cyrus, Shado e até mesmo Tommy. Sem dúvidas, estávamos diante de uma repaginação de A Christmas Carol e isso não é nenhum insulto – os três fantasmas (sendo um não tão fantasma assim) se enquadraram bem dentro do episódio, culminando na grande revelação de que Brother Blood trabalha para alguém muito maior, mas esse alguém não consegue enxergar tudo ao seu redor – Slade.

Com a notícia de que Slade passaria para o elenco regular da série, tudo estava claro. Veríamos Slade, o vilão que todos amam. E para melhorar, ele está em Starling City, com um plano de vingança que envolve acabar com a vida de Oliver só porque ele também gostava de brincar de florestinha com Shado. Independentemente de suas motivações, Slade deixa muito claro que ele não tem planos de simplesmente matar Oliver. Ao contrário, ele quer destruir todos aqueles que Oliver se preocupa. A edição desta breve montagem é significativa: Lance será dilacerado, Roy será destruído e Felicity será corrompida. Será interessante ver esse plano colocado em ação quando a série recomeçar em 2014. Perceba, porém, que Laurel não fez parte da montagem – OU SEJA, até Slade reconhece que a personagem não é importante.

O passado voltou (literalmente) para assombrar Oliver, mas convenhamos que a decisão de proteger Sara foi muito idiota. Primeiramente, Dr. Ivo já deixou claro que a vê como alguém que o ajudará a salvar a humanidade, então Sara não estava tão em perigo assim. Além disso, Shado era alguém que Oliver parecia gostar genuinamente e prova disso foi a decisão de voltar ao acampamento episódios anteriores ao perceber que ela estava em perigo.

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Em compensação, a continuação da participação de Barry Allen foi divertidíssima. Mesmo com Oliver gritando na sua cara, Barry nem se abalou e basicamente o chamou de idiota, no começo do episódio. O melhor, porém, foi ele indagando o motivo do herói usar uma tinta nos olhos e não uma máscara, entregando no final do episódio o melhor episódio de natal que o Arqueiro poderia ganhar. Tirando isso, Barry foi usado mais como um personagem sem necessidade nesse episódio, mas as cenas em que ele tenta dar em cima de Felicity também agradaram. Porém, qualquer mau uso do personagem foi perdoado no final, afinal vimos mais um herói nascer, com uma sequência interessantíssima, com Barry em um lugar cheio de substâncias químicas, totalmente vulnerável ao material que estava sendo dissipado pelos ares da cidade. Espero que esse Piloto saia do papel e que a CW dê sinal verde para a produção da série.

É importante ressaltar que Quentin poderia ter sido facilmente a morte divulgada do episódio. Na verdade, seria compreensível que isso acontecesse. Bastante gente acha que quando Laurel perder o pai ou a irmã, ela finalmente se tornará interessante e transformará na heroína que sabemos que vai se transformar. Talvez ainda não tenha chegado essa hora, mas havia muito a possibilidade de Brother Blood terminar o serviço que o super soldado deixou para trás. Felizmente, nada aconteceu.

Por outro lado, Roy finalmente terá uma importância maior na série daqui para frente. Não estava esperando vê-lo se tornando o novo super soldado, mas isso fará com que ele tenha um maior envolvimento com o Arqueiro, finalmente conseguindo aquele tão sonhado encontro. Pena que Thea ainda existe para atrapalhar a consumação.

A série só volta dia 15 de janeiro e com certeza será complicado esperar até essa data – principalmente agora, que Arrow finalmente mostrou seu grande potencial, ao começar e terminar sua temporada de outono com ótimos episódios, plots interessantes e provando que ainda tem muito para mostrar.

Once Upon A Time – Going Home

Data/Hora 16/12/2013, 12:44. Autor
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Lágrimas e mais lágrimas para essa Winter Finale de Once Upon A Time. Vai parecer clichê, mas direi mesmo assim: é em episódios como esse que o meu amor pela série se renova e me sinto ainda mais empolgado com as estórias que estão por vir. Um episódio no qual tudo foi perfeito, da atuação até os efeitos. E sabem qual a razão para tudo ter aparentado ser tão perfeito? Porque o roteiro foi de uma singeleza absoluta, e foi feito como que um presente para quem assiste. Quando algo é feito assim, não pode ser ruim. As pequenas falhas somem e a gente só lembra do que é bom, e nessa review lembrarei apenas do que foi bom – tudo – nesse episódio.

OUAT 26

Pan, no fim do episódio passado, estava preparando a maldição que iria atingir Storybrooke novamente. A contagem regressiva começava. O Jared Gilmore conseguiu me deixar assustado com a carinha dele na cena em que ele arrancou o coração do Felix – o garoto tem futuro. Para salvar a cidade e o Henry, Rumple precisava da varinha da Fada Negra para poder salvar trazer o Henry de volta ao seu corpo. Aqui uma das cenas mais empolgantes no quesito ação do episódio se seguiu. Não gosto do casal Tinker e Hook – o Hook tem que ficar com a Emma – mas os dois formam uma boa dupla em cena. No fim das contas a Tinker conseguiu recuperar o seus poderes e a Blue voltou. Com o retorno da Blue uma pergunta surgiu: Greg e Tamara também vão retornar?

Com tudo pronto para trazer Henry de volta, Rumple decide ficar e ter uma conversa com o seu pai. Estava um pouco óbvio que aquilo não daria certo, mas nos proporcionou o embate entre Rumple e Pan, que tanto se esperou, e isso já basta. Graças a troca dos corpos, Henry conseguiu pegar a maldição de Pan e assim entregar a Regina, que salvaria o dia – mais uma vez. Então, essa é a parte da review em que os olhos enchem de lágrimas e não tem como não sofrer enquanto escrevo. Não vi aquela vindo, acho que ninguém viu. Esperei tanto pelo embate entre Rumple e Pan que não imaginei que esse meu desejo pudesse ter uma consequência tão grave quanto aquela. A despedida de Rumple para Belle e Neal ainda me deixa de coração partido só de lembrar e a linda Emilie de Ravin foi incrível na sua dor – é estranho dizer isso, mas é a verdade. O sofrimento de alguém que acaba de perder o seu grande amor.

OUAT 27

Quando você acha que está se recuperando dessa grande perda, nós temos a grande notícia. A maldição ainda está “viva” e para ser quebrada uma coisa precisa acontecer: todos vão retornar as suas terras. Todos voltarão para o ponto inicial das estórias, o que me faz pensar: será que todas as referências à primeira temporada eram um aviso a isso? Se forem, eu não tinha visto de novo essa chegando. As cenas do fim do episódio apertaram o coração de quem assistia ainda mais, como se a própria Evil Queen estivesse fazendo isso para nos torturar. Todo o elenco estava impecável em suas atuações.

E se no presente tínhamos tantas emoções à flor da pele, no flashback não foi diferente. Pela primeira vez tivemos um flashback diversificado, não focando apenas em um personagens. Revisitamos várias estórias que trouxeram um clima ainda mais melancólico ao episódio. Não tem como não sofrer. A cena da Emma foi de longe a favorita, pois tivemos a versão “maldição” e a versão “sem-maldição”. Enquanto a Emma carregava o Henry, não tinha como não pensar na Regina. Ela cumpriu a sua palavra de criar uma “nova vida” para eles.

O final do episódio vai ser a minha única crítica negativa ao episódio, pois eles fugiram do clima triste e de nossa dor – onde o episódio poderia ter terminado e ainda assim seria um ótimo final, com um ótimo cliffhanger – e nos levaram para um ano depois. Foi uma quebra de clima que, acho, não precisava ser mostrada agora, porém ainda assim foi bom ver como as coisas ficaram e foi bem ver cena Captain Swan. Agora só nos resta aguardar março chegar e saber como tudo vai terminar, ou vai se resolver. Queria desejar um feliz natal e feliz ano novo para vocês e que esse hiato passe logo para nós sabermos logo o destino dos nossos personagens queridos. Boas festas pessoal. Até março!

Modern Family – The Old Man & the Tree

Data/Hora 16/12/2013, 11:44. Autor
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Em um episódio que tinha tudo para cair na mesmice, Modern Family mostrou mais uma vez que mesmo estando no quinto ano ainda tem fôlego para fazer episódios memoráveis. Os episódios natalinos da série sempre conseguiram chamar atenção e com The Old Man & the Tree não poderia ser diferente.

Em um episódio no qual todos os plots agradaram, fica até difícil saber por onde começar. É véspera de Natal, e somos acordados por um Phil correndo contra o tempo para ganhar o direito de que o elíptico – que ganhou no Natal passado – continue em seu quarto. Para tanto ele tem que contabilizar uma distância em milhas até o Canadá. Mais uma vez, Ty Burrell consegue mostrar porque ele é o ator perfeito para dar vida à Phil. Ele consegue externalizar dos modos mais peculiares a essência do personagem, que é o fato de não desistir dos seus objetivos mesmo que eles pareçam inalcançáveis. Nesse plot maluco, onde Phil passou o episódio todo “caminhando”, foi interessante observar que, mesmo crescidinho, ainda temos bons momentos de Luke com seu pai, o que nos leva de volta à várias cenas dos planos malucos da dupla nas primeiras temporadas da série.

Outro plot com essa mesma sensação nostálgica foi o de Haley e Alex. É incrível perceber que, por mais que elas briguem, aquele sentimento de irmã sempre vai predominar. Para o Natal desse ano, as garotas foram trabalhar como assistentes do Papai Noel e, claro, as coisas não terminaram tão bem – e não foram tão fáceis – quanto deveriam. Nessa história, pudemos ver muito bem o quão diferentes elas são, e é isso que torna a história das irmãs tão enriquecedora. Enquanto Haley tenta usar seus truques abusando da aparência para acalmar as crianças, Alex tenta usar seus discursos maduros para convencer o Papai Noel de que ele deve ficar ali para a sessão de fotos. Nenhuma das duas conseguiu seu objetivo e elas foram atacadas por crianças horripilantes no melhor estilo The Walking Dead, o que rendeu boas risadas.

Enquanto as meninas tentavam se livrar do ataque, Jay e Manny buscavam uma nova árvore de Natal. O primeiro tentava mostrar ao garoto a importância de algumas tradições ao ver a árvore de Natal de fibra ótica que Manny tinha montado na sala. Tradições são necessárias. Principalmente as natalinas. A sensação de se cortar uma árvore, levá-la pra casa e enfeitá-la com toda família é uma das coisas mais especiais dos natais e eu digo isso por experiência própria. Uma árvore de plástico nunca terá o mesmo valor do que aquela que foi especialmente escolhida para enfeitar um dos cantos da sala durante a época. E era justamente isso que Jay tentava mostrar à Manny. Nessa relação que vem crescendo a cada dia, os dois foram persistentes e conseguiram levar para casa uma árvore recheada de histórias o que, no fundo, deixa a data tão mágica.

Gloria por sua vez também passou por uns perrengues natalinos. O problema da mulher tinha três letras: mãe. Como bem disse a personagem no início de seu plot, quando a visita fica mais de três dias na sua casa, as coisas começam a complicar. Para se livrar da implicância de sua mãe, ela engana Claire e a faz passar o dia todo com a mulher. O que ela não contava é que elas se dariam tão bem e Gloria seria jogada para escanteio por um momento. Todo o ciúme sentido mostra que, apesar dos pesares, as mães sempre fazem de tudo para verem as filhas felizes. Até mesmo a mãe de Claire, que todo ano lhe envia pantufas de presente.

Por fim, o plot que talvez tenha proporcionado maiores momentos de riso foi o de Cam, Mitchell e Lily. Mitchell estava tranquilo achando que as compras de Natal antecipadas tinham valido a pena quando foi surpreendido pela filha, que o lembrou do único presente que ela queria ganhar: um canil. A busca pelo presente foi repleto de sequências hilárias somados à um Mitchell histérico, que também não havia comprado nada para o casamento de seu amigo Pepper, e à Cam e Lily metidos em uma situação constrangedora pois Cam acreditava que eles estavam num evento de caridade enquanto, na verdade, eles estavam sendo ajudados. A confusão aumenta ainda mais quando Mitchell chega para buscá-los com o carro recheado de presentes. Cam distribuindo presentes e Lily oferecendo o dela à uma criança carente, foram momentos hilários e marcantes ao mesmo tempo.

E são todos esses detalhes que fizeram do episódio algo grandioso e extremamente prazeroso de se assistir.

Nos vemos em 2014! 😉

Chicago Fire – Not Like This

Data/Hora 15/12/2013, 21:21. Autor
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Antes mesmo da exibição, todo mundo já tinha a plena convicção de que esse seria o melhor episódio de Chicago Fire. Eu era uma dessas pessoas e, felizmente, pude ter certeza do achismo que acompanhava o vídeo promocional de Not Like This. Fechamos a primeira metade da temporada com um episódio nada menos do que perfeito.

O fantasma do possível fechamento do batalhão ainda acompanhava os bombeiros e, como anunciado por McLeod no episódio anterior, este seria o último turno dos personagens antes que o 51 chegasse ao fim. Mal sabia que, o último turno mesmo, seria o dela.  Se não fosse por McLeod e o terror que ela causou nesse começo de temporada, Chicago Fire não teria entrado num ritmo tão eletrizante. Nós não teríamos a oportunidade de conhecer melhor o Chief Boden, por exemplo. Então, me atrevo a dizer que o protagonista mesmo desses primeiros episódios foi, antes de qualquer outro personagem, Gail McLeod. Michelle Forbes soube interpretar melhor do que ninguém essa megera gananciosa e cumpriu o papel de fazer com que sua personagem fosse aquela que nós adoramos odiar.

Depois de todo o perrengue passado pelo batalhão, nós descobrimos o verdadeiro motivo que levava McLeod ao desejo de fechar tudo quanto é batalhão que a aparecia na frente. Como dizem, todo mundo tem seu preço, e o preço dela era uma quantia singela de 200 mil dólares. Com esse precinho, a gente consegue comprar 100 PlayStation 4 (no Brasil) ou 15 carros populares ou uma casa em Orlando. Ela conseguiria a quantia se reduzisse os gastos da cidade então foi isso que ela tava tentando fazer ao atormentar o 51. Nada como encher a poupança com essa grana!

Chicago Fire 2x10 01

Isabella mostrou sua utilidade na trama desde a eleição de Mouch e foi a responsável por fazer com que McLeod assinasse os papéis de renúncia ao cargo. Engraçado que, na hora do aperto, Mills foi correndo pedir ajuda pra loira já que ela tava de emprego novo e agora teria o poder de resolver as coisas politicamente. Mas vale dizer que isso só foi possível porque Nathan, aquele garoto que Severide salvou do trator, deu a dica – mesmo que sem querer – para Mills. Aliás, Nathan não ficou tão jogado na trama quanto eu pensei que ficaria o que, na verdade é bom, porque senão o episódio em que Severide o salvou não teria tanto sentido, seria apenas mais um resgate.

Otis deu à Cruz a notícia de que Zoya tinha voltado para Rússia. E para não deixar o amigo tão desolado, gravou um cd com várias músicas e deu ao bombeiro dizendo que foi Zoya quem gravou. Confesso que pensava numa reação diferente de Cruz por causa de tudo o que o bombeiro vinha passando mas, do jeito que ele reagiu, nos próximos episódios é bem capaz que nós nem ouviremos falar mais nada sobre a loira e o bombeiro já esteja pronto pra próxima. Pode ser que ela seja mencionada, mas nada de importante – pois a personagem não foi importante – já que Otis e Cruz agora irão morar juntos. Acho que essa parceria vai ser interessante de acompanhar mas ainda quero saber quem é que vai dividir o aluguel com Shay e Severide.

Apesar de todos os acontecimentos do episódio, quem mais me surpreendeu foi Clarke. Ele se mostrou um dos personagens mais interessantes dessa temporada e eu não consigo acreditar que ele tenha matado aquele cara só por causa da sua mulher. Tudo bem que ele já foi do exército, carrega uma arma no carro, tenha ameaçado o homem e todas as suspeitas apontam pra ele mas, eu apenas não acredito nisso pelo simples fato de que ele se mostrou uma pessoa muito boa nesses últimos episódios.

Chicago Fire 2x10 02

Outra surpresinha foi Dawson ter sido aceita para o corpo de bombeiros. Depois de anos de espera e aquele sentimento de “ah, nunca vão me chamar” (quem vive de concurso conhece muito bem essa sensação) a paramédica recebeu a – grande – notícia. Aquele misto de felicidade, insegurança e incerteza tomou conta da personagem que encontrou em Shay um porto seguro e seu maior apoio pra seguir em frente na carreira de bombeiro. São  nessas e outras situações que Shay se mostra muito mais preocupada com a amiga do que o contrário – vide episódios anteriores.  Mas como se não bastassem todas as inseguranças de Dawson, ela ainda teve de lidar com um machismo tremendo vindo de ninguém menos do que Herrmann, coisa que ninguém esperava, inclusive ela. Outro que não depositou confiança na paramédica foi Casey. O bombeiro – e amado – não gostou nada da ideia de ver sua queridinha correndo perigo e relutou em dizer que apoiava a garota. A torta de climão ficou no ar e esse foi o último momento dos dois antes da grande tragédia do episódio.

Os minutos finais do episódios foram mais tensos do que alguns episódios inteiros da série. Casey foi a grande vítima do incêndio que os bombeiros tentavam controlar. O tenente colocou sua vida em risco para salvar um bebê e, ao meu ver, a única coisa que explica ele ter saído vivo dessa situação é o amor pela profissão e essa bravura imensa que os bombeiros do 51 conseguem demonstrar. Aquela máscara toda ensanguentada foi uma das cenas mais agoniantes da série pois não estamos acostumados a ver os bombeiros ensanguentados. A preocupação de todos com Casey mostra que muito mais que companheiros de trabalho, os bombeiros do 51 são uma verdadeira família e fazem de tudo para o bem estar do próximo.

Esse foi o último episódio do ano e nos despedimos de 2013 com Casey em uma mesa de cirurgia e um batalhão aflito pelo futuro do tenente. Torço para que ele se recupere, mas que não seja tão rápido quanto a recuperação de Severide na primeira temporada, e que os roteiristas aproveitem de forma grandiosa esse acidente. Não sei vocês mas, depois do ocorrido, acredito que Dawson vá continuar como paramédica.

Nos vemos em 2014! 😉

PS: adorei que tocou Lady GaGa na série. Só teria sido melhor se fosse em uma cena com Severide
PS2: Mills continua com o batalhão 51! Yay!

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