TeleSéries
Parenthood – Promises
05/01/2014, 12:30.
Karina Mochetti
Reviews
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O episódio já começou bem com uma clara disputa entre Natalie e Amy. Como era de se esperar, a tão descolada Natalie não gostou muito de ver Drew com outra garota – ainda mais a namorada de escola dele – e o ciúme dela ficou bem evidente. Eu acho que Drew e Amy têm tudo pra dar certo dessa vez e acho que Natalie vai jogar pesado contra. Bom, Natalie, sabe o que dizem por aí, né? Tem gente que só dá valor quando perde…
Sempre achei muito linda a relação de Hank com Max. Ele sempre teve paciência e tentou entender Max, e eu achava que o mundo seria muito mais fácil, não só para os autistas, se as pessoas fossem pacientes e compreensivas como Hank. Por isso não gostei dessa ideia de que Hank também tem Asperger. Eu sempre achei ele parecido com Max, mas o que achava especial é que isso mostrava que algumas características da síndrome são humanas e todos podemos ter. Assim, eu achava que a série saía um pouco daquele estereótipo de que só autistas podem ter aquelas características. Infelizmente, colocando Hank com Asperger, os roteiristas tiraram um pouco da magia do relacionamento dos dois, na minha opinião. Mesmo assim, ainda foi muito bonita a cena final dos dois e Max se desculpando.
Enquanto isso, Camille quer ficar mais tempo na Europa. Ela está vivendo, aproveitando finalmente, e Zeek está tentando se adaptar a isso ainda. Ele até conseguiu fazer um amigo! Acho que no final vai ser ótimo para ambos sair um pouco do casulo e nunca é tarde demais pra sair da rotina e viver um pouco. Só espero que isso não leve a uma crise muito grande entre os dois. Já me basta ver Julia e Joel cada vez pior!
Bom, era óbvio que Julia, Joel e Ed na mesma festa era uma coisa que não tinha como dar certo, mas com Ed bêbado a coisa realmente ficou feia, terminando num soco que estava entalado em Joel há algum tempo. Achei muito triste o Joel não confiar na palavra da Julia de que ela não está tendo um caso, mas o relacionamento dela com Ed está tão complicado que eu não contaria aquele beijo como “só” um beijo. É óbvio que o problema dos dois está muito além do Ed, mas Joel está tão distante de Julia que penso se Peet não poderá estar por trás dessa história. Sim, eu ainda tenho esperança de que haja um propósito para a Penny de Lost!
Já Sarah não sabe o que quer. Quando Carl era só o vizinho que estava dando em cima dela, ela não queria nada, mas quando ela descobriu que ele é 0 médico salvador de bebês que ganha prêmios, aí ela começou a se interessar. Nunca vou entender qual a fixação que a maioria das mulheres americanas têm por médicos e fiquei decepcionada ao perceber que a Sarah está dentro dessa maioria. Tudo bem que era óbvio que ela já estava afim dele antes, mas ela só assumiu isso pra si mesma por causa do status do Carl. Não gostei e acho que Carl deveria dar uma esnobada nela agora. Ela merece!
Eu sei que a família é grande e não tem espaço pra todo mundo em todo episódio, mas que falta Mae Whitman faz!
Sherlock – The Empty Hearse
05/01/2014, 11:00.
Lucas Victor
Reviews
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Dois anos. Esse foi o tempo que ficamos sem o melhor detetive de todos os tempos. Dois anos. Parece até meio absurdo, se pensarmos bem, esperar tanto por uma série de TV. Mas não estamos falando de uma série qualquer, mas sim de uma obra prima britânica que com apenas duas temporadas de três episódios cada uma conquistou uma leva de prêmios e muitos, mas muitos fãs ao redor do mundo. Essa é Sherlock, uma série fantástica em todos os sentidos da palavra. Roteiro fantástico, direção fantástica, produção fantástica, elenco fantástico, personagens fantásticos… E é claro que uma série tão fantástica merecia uma terceira temporada a seu nível, e era isso que todos esperavam de The Empty Hearse – um episódio ao nível da série. Mas esse episódio conseguiu ir muito além disso, superando todas as expectativas possíveis. A melhor season premiere da série e muito provavelmente uma das melhores da TV atual. Vamos falar primeiro sobre o que aconteceu no episódio, depois falamos sobre os detalhes e a parte técnica.
Um dos motivos para tanta expectativa com o retorno de Sherlock – além da espera ridiculamente longa – era também a resolução de um dos cliffhangers mais angustiantes de todos os tempos: a queda de Sherlock. Ficou mais do que óbvio que ele iria forjar a própria morte, até porque a série não iria acabar na segunda temporada. Mas as grandes questões eram: como ele fez isso e por quê. Como vimos no mini-episódio de Natal, So Many Happy Returns, Anderson, um dos policiais que trabalhava com Lestrade, rastreou um homem que estava solucionando casos aparentemente impossíveis ao redor do mundo, e que ele tinha certeza ser Sherlock. Ele não só estava rastreando seus passos, como também inventou inúmeras teorias sobre como ele poderia ter forjado sua morte. E é assim que se inicia o episódio, com uma de suas teorias, e extremamente plausível diga-se de passagem, mas apenas uma teoria. Contudo, Anderson acertou em uma coisa: Sherlock realmente estava vivo e havia passado por todos os lugares que ele havia rastreado – o que mais tarde descobrimos ser o resto da rede criminosa de Moriarty.
E então nosso querido detetive aparece, em sua melhor forma, e o melhor de tudo: louco para rever John, seu melhor amigo. Mas quem disse que seria fácil? John finalmente havia seguido em frente, depois de dois anos de luto. Havia conhecido alguém (Mary, interpretada pela esposa de Martin Freeman, Amanda Abbington, e que tem uma química incrível com seu marido em tela, e provavelmente fora da tela também), e havia até trocado de visual (um bigode que ninguém gostou, nem ele próprio). Ele não poderia simplesmente aparecer do nada em sua vida e dizer: “Não morri”. Mas estamos falando de Sherlock Holmes, e é claro que ele fez exatamente assim: deu as caras no restaurante em que John iria pedir Mary em casamento, se disfarçou de garçom para se aproximar dele mais facilmente e BAM! “Not dead”. Depois do acesso de fúria de John por achar que ele estava morto por dois anos, Sherlock explica para ele o por quê de ter forjado sua morte e o quê o trouxe de volta a Londres. Segundo Mycroft, uma rede terrorista clandestina estava planejando um ataque em Londres e só a dupla infalível Sherlock Holmes e John Watson poderia descobrir o que eles estariam tramando e impedi-los a tempo. Mas claro que não seria fácil convencê-lo, e o pobre Sherlock volta à ativa sem seu mate, mas sim com Molly, sua eterna admiradora.
Aparentemente as coisas estavam indo bem, e os dois estavam seguindo com suas vidas, mas é claro que ambos sentiam muita falta um do outro, e isso estava atrapalhando suas vidas profissionais e pessoais. Mas Jonh não iria dar o braço a torcer. Como diz o ditado: “Há males que vêm para o bem”, e foi exatamente o caso com os dois. Enquanto Sherlock investigava um desaparecimento bizarro na estação de trem, John foi sequestrado pela tal rede terrorista e colocado debaixo da fogueira da Noite de Guy Fawkes, mas Sherlock e Mary conseguem salvá-lo a tempo graças às pistas deixadas pelo novo vilão (que iremos comentar mais tarde). Então, os dois amigos finalmente se acertam – em partes, pelo menos -, e se juntam para desvendar o tal desaparecimento bizarro,o qual eles descobrem ser de Lord Moran, um dos membros mais importantes do Parlamento e peça-chave para a decisão sobre a lei anti-terrorismo que estava sendo discutida.
Então Sherlock começa a ter seus típicos insights de genialidade e começa a resolver o quebra-cabeça aos poucos: a tal rede terrorista clandestina é na verdade uma rede subterrânea (mesma palavra em inglês: “underground”) e Lord Moran conseguiu desaparecer graças a uma estação que nunca foi inaugurada, abaixo do Palácio de Westminster, onde o vagão desaparecido em questão estaria carregando uma bomba que explodiria todo o palácio (referência à data 5 de novembro, em que Guy Fawkes tentou incendiar o palácio no século XVI).
E, assim, começa a boa e velha corrida contra o tempo de Sherlock e John (que fez muita falta) para desativar a bomba, mas, ao encontrar o vagão, descobrem que ele está repleto de explosivos e Sherlock não sabia como desativá-los. Correção, ele sabia sim. Com um simples botão de desligar, mas deixou o pobre John fazer toda uma cena de perdão e amor. O bom e velho Sherlock, maroto e sagaz na mesma proporção.
Lord Moran foi capturado e preso, Sherlock e John “reataram” e voltaram a ser a dupla de sempre, o Parlamento foi salvo… Tudo como deveria ser. Ou nem tudo.
Quem é a mente engenhosa por trás desse ataque? E o que ele quer com Sherlock? Sabemos que o vilão da temporada será Charles Augustus Magnussen, inspirado no vilão dos livros Charles Augustus Milverton, e nos livros ele é o único vilão que Sherlock realmente odeia e despreza (ele admirava a inteligência de Moriarty pelo menos), portanto, veremos um Sherlock furioso nessa temporada. Mas o que vai deixá-lo furioso assim só assistindo aos próximos episódios.
Agora vamos comentar sobre os detalhes sórdidos:
– Foi uma sacada genial do Mark Gatiss deixar em aberto como Sherlock forjou sua morte, apresentando várias teorias (uma delas inclusive envolvendo um caso de amor com Moriarty, o que não seria tão absurdo se realmente acontecesse), mas sem confirmar nenhuma delas. Deixou intensificado o fato de que não importa como ele fez isso, o que importa é que ele está de volta, muito vivo e pronto para resolver os mistérios mais intrigantes de Londres. Go Go Sherlock.
– A química entre Benedict Cumberbatch e Martin Freeman está on fire! Os dois estão em perfeita sintonia um com o outro, atuando maravilhosamente bem juntos. Ficou muito nítido que eles sentiam muita falta da série, talvez até mais do que os fãs.
– Ainda nos atores, todos entregaram performances memoráveis. Com certeza todo o elenco sentia falta da série. Mark Gatiss nunca esteve tão divo como Mycroft (não há palavra que o descreva melhor, é divo e pronto); Rupert Graves encontrou o tom perfeito para o Lestrade; Una Stubbs está simplesmente divina como a Sra. Hudson (impossível não amar aquela mulher); a pontinha de Andrew Scott foi genial, mesmo durando apenas alguns minutos; Louise Brealye entregou uma performance incrível, dando um desenvolvimento para Molly que ninguém esperava (mas que ela merecia) e claro, não podemos deixar de mencionar a “invasão familiar” dessa temporada: Amanda Abbington, esposa de Martin Freeman, está brilhante como sua noiva Mary na série. Em apenas um episódio ela já se tornou uma personagem indispensável (e ela e o Martin juntos ficam perfeitos), e os ilustres pais de Benedict Cumberbatch Timothy Carltone Wanda Ventham, interpretando seus pais na série (P.S: Benedict é a junção perfeita dos dois, impressionante).
– A direção do episódio é fantástica. Os recursos técnicos foram usados de forma genial (slow e fast motion usados na medida certa), proporcionando cenas simplesmente lindas (a cena da corrida para salvar o John merece aplausos). Prova do incontestável talento dos britânicos, que entendem que uma boa direção enriquece, e muito, a narrativa.
– E claro, não podemos esquecer da genialidade mais genial do episódio e também da série: o roteiro. Mark Gatiss nunca decepciona com Sherlock (coisa que não acontece em Doctor Who, mas enfim…), mas dessa vez ele se superou. Tudo foi explorado brilhantemente: o retorno de Sherlock e a repercussão disso na vida de quem convivia com ele, sua relação com John e sua noiva Mary, o mistério por trás da rede terrorista, o novo vilão (que promete ser tão genial quanto Moriarty, talvez até mais), enfim, um roteiro simplesmente top notch. Parabéns, Mr. Gatiss, e vê se fica bom assim com os seus episódios em Doctor Who também.
O próximo episódio promete ser ainda mais awesome, em que Sherlock terá que enfrentar seu maior desafio: fazer um discurso de padrinho no casamento de John. Será que ele dá conta do recado? Se não der, pelo menos iremos nos divertir bastante vendo-o tentar. Boa sorte, Sherlock!
White Collar – No Good Deed
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No Good Deed sacudiu a quinta temporada de White Collar. Além de Peter ter descoberto parte dos segredos de Neal, o roubo do vitral da igreja maçônica trouxe mais elementos curiosos para a série. Agora, Mozzie, Neal e Rebecca vão tentar descobrir o que Mosconi escondeu entre os vitrais coloridos que usou no seu trabalho realizado em 1887, um pouco antes da morte do artista.
Para garantir o sucesso no roubo do vitral, Rebecca acabou entrando para a gangue de Neal e Mozzie e ajudou a despistar os trabalhadores que faziam a restauração do vidro quebrado pela engenhoca de Mozzie. Rebecca se saiu muito bem. Apesar da relutância de Neal em fazê-la participar de sua vida de criminoso, Rebecca prefere estar por dentro dos acontecimentos e auxiliar o namorado a conviver com Neal e seus segredos.
Já Peter decidiu que finalmente desvendaria o que Caffrey estava aprontando e não largou do pé do moço no episódio inteiro. A insistência deu resultado e Peter precisou utilizar de suas habilidades policiais para encurralar Neal e forçá-lo a contar a verdade. Caffrey precisou abrir o jogo com Burke, mas ainda conseguiu esconder uma parte importante e muito grave de seu segredo: sua parceria com Curtis Hagen e a ajuda que ele deu para que o criminoso voltasse às ruas.
No entanto, o que Peter descobriu de Neal é suficiente para prendê-lo. Por outro lado, se isso for registrado, a inocência de Burke também cairá por água abaixo, o caso do assassinato do senador Pratt será reaberto, o agente do FBI será condenado, preso e nunca mais vai voltar a trabalhar no Departamento de Crimes do Colarinho Branco – muito menos chegará a Washington. Mesmo com todas essas consequências, Peter fica convicto em prender Neal e fazer o que ele acha certo, mas nesse caso o certo é um tanto distorcido, pois Peter acabará condenado por um crime que não cometeu.
O episódio No Good Deed trouxe muitas indagações para White Collar e fez os personagens pensarem sobre o que é verdadeiramente certo e errado, se a justiça e a polícia realmente são sempre o lado correto e se o sistema funciona. Elizabeth está do lado de Neal, mas quem terá que conviver com sua decisão final é Peter.
Depois de todos os acontecimentos de No Good Deed, o relacionamento de Neal e Peter ficará novamente complicado, mas só vamos acompanhar o novo clima entre os dois quando a série retornar do recesso de final de ano, no dia 9 de janeiro. Para esta data a série promete o maior episódio da temporada até agora e, considerando o nível do seriado ao longo de 2013, precisamos admitir que a promessa não é fraca.
PS: Adorei ver Elizabeth dizendo que ficou muito feliz de Neal ter violado a lei para ajudar Peter. Go girl!
Doctor Who – The Time of the Doctor – Christmas Special
31/12/2013, 18:22.
Vinicius de Freitas
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E ainda tem gente que reclama de hiato de final de ano. Fãs de Doctor Who (não me deixem tocar no assunto Sherlock, porque… né?) sabem o que é esperar por um novo episódio. E quando eu digo esperar, não é esperar 15 dias ou um mês, mas sim nove meses! Uma gestação, Moffat, veja só! Mas tudo bem. Ser fã de seriado britânico é isso, e mais! É sofrer horrores e chorar como um bebê (Selo de aprovação Stormageddon, Dark Lord of All) num dos dias mais fofos do ano: O Natal.
O Espírito do Natal Passado nos trouxe The Snowmen, matando de novo a Clara e nos deixando com lágrimas nos olhos. Dessa vez, parece que o showrunner Steven Moffat pensou: “Bem, já matei os Ponds, tô cansado de matar a tal da Clara… mas como podemos passar um Natal sem trazer péssimas lembranças e dor verdadeira e íntima aos nossos fãs? Ah, já sei! Vamos matar o Doctor de Smith!” E foi o que ele fez, ladies and gentleman. E fez espetacularmente, diga-se de passagem.
O Episódio começa com os Daleks, o que já deixa qualquer fã satisfeito. A performance de Smith, sempre a Girafa Bêbada, nos faz rir mesmo querendo chorar ao avistar seu fim no espaço curto de uma hora de especial. O Doctor, à beira de ser Ex-ter-mi-nado é resgatado de volta à T.A.R.D.I.S. por seu novo companion. Uma cabeça de Cybermen chamada carinhosamente de Handles. De alguma forma, o Doutor Maltrapilho alterou a consciência do robô-maligno para ajudá-lo em sua busca. E que busca é essa?
Bem, um sinal está sendo repassado por todas as frequências, em todo o tempo-e-espaço, em todas as linguas, de todo o Universo. Pois é. E essa frequência vem de um único planeta, protegido fortemente, o que impede a T.A.R.D.I.S. de se materializar nele e resolver o problema de uma vez por todas.
Desta forma, todas as raças capazes mandam uma nave (ou frota) para o planeta para investigar o que é aquela estranha repetição de sinais. Veja bem, quando eu digo “todas as raças”, são Todas As Raças Mesmo, aí incluídas os Daleks e Cybermen já contados como os Weeping Angels (*calafrios*), os Silence e os Sontarans, todos eles já derrotados pelo nosso Doctor.
Como se já não fosse uma situação bastante difícil, a superlotação ao redor do planeta e tantos inimigos do Doctor reunidos em um só lugar, algo pior acontece: Clara, sua companion oficial, precisa de ajuda com a ceia de natal e disse estar em um relacionamento sério, com o próprio Doctor. Portanto, no meio do caos, o Doctor para tudo e volta à Londres atual para ajudar a Garota Impossível. Completamente nu, é claro.
Moffat garantiu que haveria, para a loucura das fangirls e alguns fanboys, uma cena na qual o Doctor apareceria nu. Incomodada, Clara pede para que ele vista uma roupa e ele implanta as vestimentas no consciente dela de modo que ela a veja vestido. Claro que ela não percebe que todos os outros o vêem como ele veio ao mundo e isso se torna bem constrangedor em uma ceia de natal.
Ao longo desse lindo especial pode-se ver várias questões sendo respondidas: De onde vêm e para que servem os Silence? O que havia no quarto número 11 no icônico episódio “The God Complex“? Mas a pergunta fundamental é: Como funciona a regeneração? Já havia sido explicado que os Time Lords só podiam mudar de corpo treze vezes e isso já havia acontecido.
Mas voltemos à história: Com a ajuda de Tasha Lem, a Madre Superiora, o Doctor consegue entrar no planeta, mais especificamente em uma aldeia chamada Christmas onde não se pode contar mentiras. Um lugar que veio a se tornar, no desenvolver do episódio, em Trenzalore, o lugar da morte do Doctor. Isto me lembra uma profecia…
Em pouco tempo Doctor e Clara descobrem de onde vem o tal sinal. De uma rachadura no tecido do espaço-tempo-realidade. Uma daquelas rachaduras do arco da Amy como nova companion. E, atrás desta rachadura, está Gallifrey, o planeta natal do Doctor, com todos os Senhores do tempo repetindo a mesma pergunta, a pergunta fundamental: “Doctor Who?” e, através desta, esperando a resposta que apenas ele e River Song sabem, para que eles entendam ser seguro voltar.
E então a mensagem é descriptografada e todas as raças entendem do que se trata e fazem o possível para que a pergunta seja respondida e os Time Lords retornem… apenas para que sejam destruídos de uma vez por todas.
Temendo esta ser sua última chance, sua última vida, Doctor resolve despachar Clara para seu tempo e espaço normal, a Londres atual (inclusive, ela mora no mesmo edifício que a Rose morava) para protegê-la de uma vida terrível tentando defender Christmas.
E os anos passam. Com uma maquiagem incrível, envelhecem Smith enormemente pois trezentos anos haviam se passado e o tempo não é sempre bom para o Doctor. Idoso, com uma perna fraca, o Doctor continua impedindo os ataques constantes dos Daleks, Anjos, Cybermen (inclusive os de madeira) e Sontarans.
É um ótimo final para Smith. Mostra que ele viveu plenamente, se divertiu com o povo da aldeia Christmas que viu crescer, envelhecer, se reproduzir e morrer. Ele vira uma espécie de xerife do povoado, mas também de amigo e professor. Clara volta em uma ocasião, apenas para ser despachada de volta. E, por fim, ela retorna para o encontrar extremamente velho, decaído e rabugento. Ele sabe que enfrentará sua última batalha naquela noite e se levanta para enfrentar seus maiores inimigos, os Daleks, com a ajuda dos Silence que foram criados -e aí está a explicação- para proteger a pergunta enviada através da rachadura.
É então que vemos Clara em um de seus melhores momentos: Ela implora ajuda aos Time Lords do outro lado da fenda, pedindo que lhe deem mais regenerações. E é o que fazem. À beira da morte, o Doctor recebe a energia vindo da fenda. E com a explosão nuclear que é a regeneração, ele destrói várias naves dos invasores e as outras se mandam com os batedores de bolo entre as pernas.
A cidade fica quase que toda destruída. E Clara vai até a T.A.R.D.I.S. apenas para encontrar as roupas no chão e a comida preferida do Eleventh (fish fingers and custard) no console da nave e todos sabemos que ele regenerou. Só que não. Matt volta mais novo, sem toda aquela maquiagem. A energia aparentemente “resetou” sua forma anterior antes de mudá-la completamente.
E é nesse ponto que o episódio fica de partir o coração. Doctor alucina sobre ver a pequena Amelia Pond correr pela nave e a jovem – e de peruca, como o próprio Matt – Amy aparecer para lhe dar um último adeus.
Com um discurso incrível o homem maltrapilho tira sua última gravata borboleta e a deixa cair…
E é aí que ele muda, tornando-se o veterano de 55 anos de idade Peter Capaldi. O ator teve um minuto de cena e já nos conquistou, com seu jeito perdido e seus rins de cores desagradáveis e, principalmente, por não ter ideia de como controlar a nave.
O episódio foi repleto de referências. Primeiro à calvície de Matt Smith originada nos bastidores do filme “How to Catch a Monster“, depois à “Dança da Girafa Bêbada”, clara homenagem à sua forma desengonçada de ser e dançar. No especial de apresentação de Capaldi como o novo Doctor, Smith nos deixou esta pérola (e me fez chorar como se não houvesse amanhã):
E agora teremos de esperar mais uma gestação para ver mais desse ator que, tenho certeza, será um Doctor inesquecível como Matt também foi.
*A Mica estará de volta para as reviews regulares de Doctor Who.
The Voice Brasil – Final
27/12/2013, 01:43.
Gabriela Assmann
Reviews
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Oi pessoal! Eu e o Lucas gostaríamos de começar essa review agradecendo a todos pela companhia e pela interação expressiva que tivemos nos comentários. Vocês foram demais! Essa semana decidimos dividir a review, já que durante o programa também dividimos a ‘cadeira’. Vamos primeiro falar sobre a final e sobre as trajetórias – em conjunto. Depois cada um dará sua opinião sobre as apresentações dos finalistas, para depois juntos comentarmos as apresentações dos convidados e os duetos. Finalizaremos o texto com um balanço da temporada.
Trajetórias
Devemos dizer que Lucy Alves chegou a final como nossa preferida e como forte candidata, mas infelizmente a ganhar o vice. A única mulher a chegar na final toca piano, sanfona, violino e outros instrumentos, e teve uma trajetória com algumas oscilações. Na audição cantou Que nem Jiló (Luiz Gonzaga) e impressionou bastante o público de casa, mas virou as cadeiras só de Lulu e Brown. A candidata seguiu bem durante toda a competição, inclusive procurando largar a sanfona – que alguns achavam que podia ser uma “bengala” – e fez uma bela interpretação de Disparada (Geraldo Vandré) tocando piano, mas impressionou à todos com Festa no Interior (Gal Costa), que cantou sem auxílio de nenhum instrumento, mostrando, assim, mais presença de palco. Seus vídeos mais assistidos no site são a sua blind e a sua batalha, ambas com mais de 1 milhão e 300 mil acessos.
Pedro Lima, o bigode grosso, queridinho de Lulu e aparentemente da Globo, iniciou o programa cantando Beautiful, (Christina Aguilera) e dividiu o público ao cantar uma música que exige muito vocalmente. Os técnicos também pareciam não ter certeza sobre o potencial de Pedro, tanto que ele virou apenas a cadeira de Lulu. Apesar de seu vídeo mais assistido no site do programa ser sua batalha com Guto Santanna, ao som de Baby Can I Hold You – que tem 1,7 milhão de acessos -foi cantando I’ll Be There (Jackson Five) que ele se firmou na competição. A julgar pela audição Pedro com certeza é o “underdog” – a zebra – da final. Mas o brasileiro adora uma zebra e ele tinha suas chances.
Sam Alves chegou a final na base do ‘já ganhou’, como franco favorito. Começou o programa com When I Was Your Man (Bruno Mars), virou 4 cadeiras e escolheu Cláudia Leitte, pois queria cantar com ela, desejo realizado nesta final. Se o candidato se destacava pela história de vida triste e por ter sido rejeitado na versão americana do The Voice, nas batalhas ele mostrou seu valor cantando A Thousand Years (Christina Perri). O vídeo é o mais assistido do site, com mais de 5 milhões de views, e rendeu elogios inclusive da intérprete original da música. Depois veio com duas apresentações abaixo das anteriores, e retornou na semifinal num bom momento com Você Existe Em Mim (Claudia Leitte), levando sua técnica às lágrimas.
Rubens Daniel veio para final como o participante que mais evoluiu dentro do programa. Iniciou ao som de I Won’t Give Up (Jason Mraz) e virou a cadeira de Daniel e Claudia Leitte. Em seu segundo grande momento na competição, ele cantou Yellow (Coldplay) e tirou um dos favoritos – Gustavo Trebien. O candidato ainda mostrou sua força ao eliminar Cecília Militão. Seu vídeo mais assistido no site da emissora é sua audição as cegas, que tem 1,6 milhões de views.
Performances da noite
Sam Alves
Lucas: O número de Sam não me agradou. Cantando Hallelujah, meio mussarela, meio calabresa – parte em inglês e parte em português. A música é linda, o que ajuda, foi uma ótima escolha da música, mas acho que não funcionou para quem viu o número de Matt no The Voice USA – como eu. Fiquei comparando o tempo todo, e o outro número foi tão melhor que não consegui gostar. Mas, para um país religioso e católico como o Brasil, imagino que tenha caído como uma luva. Apesar disso, achei o número inferior a alguns do participante (como o anterior e a batalha), mas superior a outros, gostei.
Gabriela: Quando soube que o Sam ia cantar Hallellujah eu almadiçoei a escolha, porque a música é linda e já tem muitas versões maravilhosas cantadas em reality shows, como a de Carly Rose ano passado no The X Factor e mais recentemente a de Matthew Schuller no The Voice USA, além da maravilhosa Alexandra Burke. No entanto eu achei que ele foi muito bem, conseguiu mostrar do que a voz dele é capaz porque estava em sua zona de conforto e ainda acertou ao fazer um medley de português/inglês, porque mostrou a todos, inclusive para mim, que é sim capaz de cantar em português. Apresentação digna de vencedor.
Pedro Lima
Lucas: veio ao som de Mê de Motivo (Tim Maia), amo a música, e ótima para ele mostrar que sua voz é mais forte que de outros candidatos. Gostei do número, mas achei que ficou no mesmo nível do Sam e foi inferior aos anteriores do participante.
Gabriela: Não sei se é a implicância que fui adquirindo para com o candidato que não me permite gostar de quase nada do que ele faz. Achei que a escolhe de música foi ao mesmo tempo certa e errada. Certa porque permite ao candidato mostrar a sua extensão vocal e sua potência – que são realmente superiores as dos outros candidatos -, mas errada porque é difícil não comparar com Tim Maia e aí não tem pra Bigode Grosso nenhum… Não me emocionou como o Sam me emocionou.
Lucy Alves
Lucas: Começou me arrepiando cantando a belíssima De Volta pro Aconchego (Dominguinhos), mas depois acho que ficou um pouco monótono. Não conseguiu manter o nível dos últimos números e deu uma nova queda, apesar de eu ter achado seu número superior ao de Pedro e Sam, acredito que a emoção de cantar com a família possa ter atrapalhado a candidata.
Gabriela: Eu ainda to pensando se devo mesmo dizer isso assim tão no calor da hora, porque provavelmente depois irei rever essas apresentações e possa mudar de opinião, mas resolvi ousar dizer que essa é uma das melhores apresentações dessa temporada do The Voice Brasil. Eu amo a Lucy porque ela não é somente uma pessoa que canta bem, ela transmite consigo uma história naquela sanfona e naquela personalidade. Achei uma belíssima homenagem ao povo e a mulher nordestina e aplaudi de pé a ousadia e a humildade da candidata em dividir o palco com a sua família.
Rubens Daniel
Lucas: ousou na final! Cantando a dificílima Monte Castelo (Renato Russo), começando no piano, depois um arranjo mais para o rock. Achei o melhor número da noite, coroando a evolução do participante, mas que era o que tinha menos chances de êxito, até pela antipatia de boa parte das pessoas que veem o programa com o Daniel.
Gabriela: Achei que o candidato ousou, mas acredito que não era o melhor momento pra mostrar que ele sabia tocar piano. Senti umas desafinadas enquanto ele tava sentado e acho que só melhorou na hora que ele levantou pra cantar e que o arranjo se encaminhou pra uma outra pegada, um pouco mais rock. Eu particularmente não gostei. Aliás, se eu fosse o Daniel teria encaminhado Rubens em outra direção. Acho que ele teria mais chance de êxito no programa se tivesse se assumido como um representante do sertanejo.
Duetos e números musicais
Ellen Oléria, talentosíssima, demonstra o nível inferior dos candidatos dessa edição. Ellen ganharia com um pé nas costas! Mas a música cantada já existia ANTES de ter participado do The Voice, o que só mostra que realmente o programa não deslanchou sua carreira, ao contrário do que aconteceu com Ju Moraes, que hoje é contratada da Universal; e de Mira Callado, que é empresariada por Cláudia Leitte. A Globo até tentou colocar ela em alguns programas, como Altas Horas e Criança Esperança, mas ela não decolou. Uma pena! Pra nossa felicidade tivemos ela cantando e abrilhantando essa final.
O número das assistentes causou discordância inclusive entre eu e o Lucas. Ele achou que foi ok e que foi salvo por Luiza Possi e Gadu, apesar da globo tentar empurrar Gaby. Já eu acho que foi bem bom, e que permitiu inclusive que a Gaby mostrasse o potencial vocal que tem e que não foi explorado na semana passada, quando ela cantou com o Lulu naquele dueto horrível. Mas concordamos que o número foi longe de ser necessário ao programa. Idem o número do Jota Quest, com a ex-participante do team Daniel, Gabriella Matos (vale ressaltar que ela é tão who que só lembramos quem era na hora que o Tiago disse) que ganhou a chance de cantar na final no programa de Luciano Huck. Também gostamos de ver Ana Carolina, porque apesar dos exageros e da dança não ter funcionado (e de não termos gostado da escolha da música), ela canta muito.
Os duetos poderiam ter sido muito melhores e mais bem explorados. A final do The Voice USA mostrou pra quem quiser ver como se faz dueto entre coach e candidato com performances maravilhosas. Lulu mostrou seu já conhecido egocentrismo e Pedro se limitou a ser backing vocal. Sam e Claudia também causou discordância entre nós, porque o Lucas achou que serviu para mostrar como Sam é limitado e não agradou cantando uma música mais agitada, já eu achei que foi lindo e que os dois souberam dividir lindamente o palco. Aposto que Sam está feliz em ter realizado o desejo de cantar com Cláudia Leitte. Lucas também achou Daniel generoso ao escolher uma música em inglês para ver Rubens Daniel brilhar, apesar de ter sido egoísta em alguns momentos da música. Já eu achei que a escolha da música foi péssima. Ambos concordamos que o número foi bagunçado, mas o Lucas achou o melhor dueto da noite, enquanto eu dou essa honraria pra Sam e CL. Encerrando o que eram pra ser duetos, tivemos Lucy e o atual campeão, Carlinhos Brown, cantando com Quésia Luz – participante who da temporada passada. Lucy canta tão melhor que o CB que qualquer música escolhida a favoreceria, ao contrário dos outros participantes que cantam igual ou menos que os técnicos. Infelizmente o Brown foi egoísta e quis promover a recente gravação que fez com a Quésia, o que acabou monopolizando boa parte da apresentação e sendo uma injustiça enorme com a Lucy, que merecia ter tido o mesmo espaço que os outros pra brilhar. Erro grotesco do Brown.
Balanço da temporada
Pelo fato de ser a segunda edição do programa tínhamos a expectativa de que houvesse uma melhora, visto que sabemos que a Globo tem condições de produzir algo melhor e que com a experiência acumulada era isso que devia ter acontecido. No entanto o programa involuiu, tal qual o The Voice UK. A piora ocorreu tanto no nível dos candidatos, quanto na produção e nas regras do programa. O principal ponto negativo foi mudar as regras no meio do programa o que acabou resultando em uma quartas de final capenga, com um time com 4 e os outros todos com 3! Além de extremamente injusto com os candidatos, foi um desrespeito ao público e aos técnicos!
Ainda, a emissora insistiu em manter apenas um programa por semana, o que é insuficiente. O formato implora por dois programas semanais. Sabemos que a grade da Globo é bem rígida, mas achamos que o formato é ótimo e merecia mais atenção da emissora. Além da edição acabar sendo muito corrida e por isso ruim, dois programas semanais melhorariam inclusive o sistema de votação, fazendo com que ela não ocorresse em poucos minutos e assim fosse mais justa, porque haveria tempo de julgar a performance do dia na hora da votação. Seria interessante termos programas às quintas e aos domingos e agregaria muito valor ao programa.
A direção ainda insistiu nos números desnecessários entre os técnicos, o que só depõe contra a qualidade do programa. Se fosse uma vez ou outra teria sido legal, mas optaram por deixar muito espaço para estes números e assim os candidatos acabaram cantando pouco, o que causa um distanciamento, visto que pouco conhecemos do candidato antes da final. Preferíamos rever ex-participantes e/ou número com os participantes da versão atual, como nos The Voices pelo mundo. Assim, creio que o programa não se aprimorou, repetiu os erros do passado e ainda aumentou seu rol de equívocos!
Cabe ressaltar a mudança de domingo para quinta. O programa acabou mudando o perfil do telespectador e acabou mudando também o perfil dos candidatos que seguiram em frente na competição. Dentre as coisas positivas podemos ressaltar que o cenário melhorou e que achamos interessante optarem por seguir o formato do The Voice UK ao invés do USA. Essa fase do Tira-Teima (que lá são os knockouts) agrega ao programa porque evita passar das batalhas direto para as fases de semifinais, como aconteceu na primeira temporada. É positivo também ver um finalista de cada time na final, o que ocorre na versão britânica e não na americana. E pelo menos desta vez tivemos o dueto do finalista com o técnico, coisa que não ocorreu na temporada passada. Adoramos também o fato da idade mínima ter caído para 16 anos. Com certeza é efeito Jacquie Lee.
Ainda é importante ressaltar fatos como a polêmica entrevista de Khrystal, que deixou claro que os candidatos não são treinados e que a música é escolhida por um produtor musical e enviada por e-mail para os candidatos, que ensaiam sozinhos. Isso é um absurdo. Deveriam ter mais cuidado com este aspecto, já que o treinamento é o diferencial do formato. Não é a toa que candidatos como a Jacquie Lee evoluem tanto e aqui vemos candidatos estagnando ou piorando. Mas pra que os técnicos se dediquem assim é necessário que a Globo cobre deles e também que aumente o salário, porque senão não é vantajoso pra eles.
Por fim deu o óbvio. Sam Alves é o vencedor da segunda temporada do The Voice Brasil. Embora não torcêssemos por ele ficamos felizes pelo reconhecimento do trabalho da Cláudia Leitte, que críticas a parte tem se mostrado uma técnica boa e especialmente a que mais agrega ao formato do The Voice. Desejamos sucesso a todos os finalistas e todos os participantes e esperamos que o The Voice Brasil abra portas para todos eles.
Nota da edição: o TeleSéries agradece à Gabriela e ao Lucas por terem topado fazer as reviews de The Voice, sempre tão trabalhosas e polêmicas. E também pela experiência da review a quatro mãos. Esperamos que vocês curtam. Nos reencontramos em 2014.
Grimm – Cold Blooded e Twelve Days Of Krampus
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“Mas para os que vivem nos túneis, deixe-os em paz. E quando eles aparecerem, peça por misericórdia.”
Antes de entrar em recesso de final de ano, Grimm apresentou uma dose dupla de episódios para os fãs que acompanham a série. Depois de Cold Blooded e Twelve Days Of Krampus, o seriado só volta dia 3 de janeiro de 2014. Ficaremos com saudades? Claro, afinal essa temporada tem mantido um alto e constante nível em todos os episódios.
Enquanto 2014 não chega, em Portland Nick segue atendendo casos estranhos que exigem muito mais do que seu lado policial pode oferecer. Depois da briga no bar e de seu momento zumbi, Nick anda meio avesso a matanças, mas teve que superar o trauma para enfrentar as criaturas que encontrou em Cold Blooded e Twelve Days Of Krampus.
Já o capitão Renard partiu para a Viena, na Áustria, sem muitos avisos, e deixou Nick e Hank preocupados. O bastardo da família real vai procurar aliados no outro lado do oceano para que assim possa vencer de uma vez por todas a família que o renegou. Quem acabou aparecendo mais um pouco com essa história foi Adalind. Aliás, só eu não aguento mais vê-la de lingerie?
Em Cold Blooded, Nick conhece um dos wesen mais antigos da história, o Gelumcaedus. Esse tipo de wesen vive em túneis subterrâneos, sobrevive à base de furtos que comete e, quando confrontado, rasga com facilidade os membros de suas vítimas. Além de tudo, Nick e Hank descobriram que eles agem em família e uma família bem unida. No entanto, após ter o parceiro raptado por um dos Gelumcaedus, Nick perdeu todo o pudor e matou dois exemplares dessa espécie, lembrando ao Gelumcaedus que sobrou porque um Grimm precisa ser temido.
“Ó árvore de Natal, ó árvore de Natal, como são firmes os seus ramos…”
Em Twelve Days Of Krampus, Nick e sua trupe entram em clima natalino. Enquanto Monroe e Rosalee tentam entrar em um acordo sobre como passar o Natal – já que para ele é uma diversão e para ela o Natal traz más lembranças –, quem aterroriza Portland é, vejam só, o próprio Papai Noel.
O Krampus é um wesen que aparece só na véspera de Natal e sai em busca de crianças mal criadas. Ele é o gêmeo mal do Papai Noel e leva todas as crianças capturadas para a árvore mais alta do ponto mais alto da cidade e devora todas na véspera do dia 21 de dezembro, no solstício de inverno americano. O que Monroe e Bud achavam ser apenas um folclore, novamente se apresenta como uma realidade e, é claro, aparece em Portland. No entanto, Hank e Nick descobrem que o tal wesen não se lembra de nada quando se transforma em Krampus e todo ano passa pela mesma situação na véspera de Natal.
O que temos visto em Grimm na última temporada é que, cada vez mais, Nick se parece com um herói – mesmo tendo batido no “Papai Noel” neste episódio. Ele não tem medo, luta muito bem, tem sentidos apurados e consegue derrubar monstros que parecem muito mais fortes que ele e são muito assustadores. Enquanto isso, outras figuras que se destacaram em Twelve Days Of Krampus foram Bud, que sempre que aparece diverte muito, e Juliette, que da chatice extrema tem se tornado uma personagem importante e bem interessante até. Quando não se torna uma personagem espelho, como foi neste último episódio para Rosalee, Juliette ajuda Nick a solucionar os casos que surgem em Portland.
Cold Blooded e Twelve Days Of Krampus foram duas ótimas exibições de final de ano de Grimm. Feliz Natal grimmsters e um ótimo ano novo! Até 3 de janeiro de 2014!
White Collar – Digging Deeper
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Um tiranossauro-rex solto em New York. Claro que estamos falando de um fóssil, mas isso não impediu a criança que existe dentro do agente do FBI Peter Burke de vomitar arco-íris de excitação. Apesar dos segredos de Neal, e de Peter estar cada vez mais próximo de descobri-los, quem chamou a atenção em Digging Deeper foi o caso do episódio. Afinal, não é todo dia que a equipe da Divisão de Crimes do Colarinho Branco do FBI precisa sair à caça de um tiranossauro-rex em plena cidade de New York.
Enquanto a caça ao fóssil não dava resultados, Burke mantinha os olhos em Neal. A desconfiança sobre o que Caffrey está tramando por trás da caneta do FBI encontrada em um escritório de quiropraxia, seus encontros com Rebecca e suas fugidas quando está sem a tornozeleira não andam deixando Peter dormir sossegado. O agente do FBI está próximo de descobrir o que Neal está tramando e, ao que tudo indica, isso irá ocorrer no próximo episódio. Novamente os pratos vão quebrar entre os dois e a amizade e o dever irão se confrontar na hora de Peter decidir como agir com Neal.
A situação ainda piora um pouco para Caffrey porque ele está se apaixonando por Rebecca, e isso já foi descoberto por Peter. A emboscada montada pelo agente do FBI e sua esposa tinha tudo para ser muito engraçado, mas acabou sendo mais importante por revelar os verdadeiros sentimentos de Neal. Além disso, Peter obrigou Caffrey a contar para a candidata a namorada que ele, na realidade, não é um agente do FBI, e sim um criminoso. Rebecca preferiu dar uma chance aos olhos azuis de Neal e não se preocupou com sua ficha corrida. Resta saber o que vai acontecer quando toda a história que Caffrey vem escondendo desde o início da temporada for descoberta por Peter – ainda mais agora que Hagen mostrou que está bem atento aos passos de Neal.
Enquanto Burke e Caffrey não lavam a roupa suja, Neal consegue convencer Peter a deixá-lo sozinho para terminar o jantar com a nova namorada, mas a dupla precisou desistir de suas companhias para tratar do tiranossauro-rex que continuava solto em New York. Como a grande maioria dos casos de White Collar, em Digging Deeper Peter e Neal novamente mostram como juntos são uma dupla impecável. A forma como os dois conseguem enganar Holt e salvar a doutora Kathi foi a melhor cena de ação/estratégia do episódio. Aliás, uma das melhores. Não podemos esquecer o lançamento de chip com foto de embrião de tiranossauro-rex. Como resultado da prisão do ladrão de fósseis, Peter ainda consegue a confissão de Holt de que o mandante do assalto fora Forsythe.
No entanto, nem tudo sai como planejado para Peter, ou como disse Neal: “por que você não está fazendo a dança do dinossauro feliz?” Holt não podia ser preso sem que o fóssil fosse encontrado, pois as provas de que ele teria cometido esse roubo seriam muito circunstanciais. Sorte que Neal e Peter conheciam alguém que sabia muito bem como fazer um fóssil falso. Mozzie deixa de fingir ser um agente e volta a ajudar o FBI de verdade. Com a imitação de ovo de tiranossauro-rex nas mãos, Peter e Neal conseguem armar uma isca para que Forsythe os levasse diretamente até o pote de ouro, ou melhor, até o fóssil de tiranossauro-rex.
Ao final do caso e do episódio, Neal conseguiu ser novamente de uma ajuda inestimável a Peter, mas Burke mantém firmes suas suspeitas sobre Caffrey. Enquanto os dois não partem para o momento da verdade e de lavar a roupa suja, resta a Neal comemorar o novo romance. Já Peter pode aproveitar a sua entrada VIP pelo resto da vida no museu onde ficaram expostos o fóssil de tiranossauro-rex e seu ovo, mãe e filho.
How I Met Your Mother – Bass Player Wanted
23/12/2013, 12:41.
João Freitas
Reviews
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Sem grandes acontecimentos, How I Met Your Mother se despede de 2013 desenrolando alguns nós da história, mas sem abrir mão do seu humor característico. Bass Player Wanted foi um episódio extremamente bem encaixado e que já começa a deixar os fãs com um aperto no coração.
Apesar de discretas algumas informações desse episódio começam a construir toda a reta final para a série de Ted e seus amigos. É nele em que Barney descobre que seu melhor amigo está saindo da cidade por causa de sua esposa, assim como é o primeiro episódio da TEMPORADA onde vemos Marshall juntamente de seus amigos. Foi um erro sem tamanho separá-lo por tanto tempo dos outros personagens, pois Marshall, mesmo sendo muito engraçado, sempre funcionou melhor como apoio. Basta olhar o final do episódio e ver o quão melhor as coisas fluem quando estão todos juntos.
A Mãe, que costumeiramente traz muita emoção e poucas palavras as suas cenas, desceu do pedestal e virou personagem. Vimos seus problemas e anseios e isso a engrandeceu. Do meu ponto de vista, um personagem sem erros e perfeito só traz monotonia e irrealidade. É como se Barney conseguisse conquistar todas as garotas do bar sem tomar nenhum não. Mesmo sendo um gênio, ele irá eventualmente tomar um toco.
Nos problemas da futura mãe dos filhos de Ted (deem um nome logo viu produção?), surge Darren. Darren representa aquilo que de mais sujo existe no mundo e se você não conhece ou foi alvo de um, vai ser um dia. Manipulador, é do tipo que sorri enquanto te difama. É ele que, após tomar conta da banda da Mãe, tenta abalar a amizade de Lily e Robin e Ted e Barney. Não preciso nem dizer que ele falha, e como falha bonito. O inofensivo Ted, que tanto já apanhou nessa série resolveu indiretamente o problema de sua futura mulher com um belo direto na face do indivíduo.
O fim do episódio funciona como um consolo para a pausa de virada de ano, assim como no relacionamento de Lily e Marshall, a série aperta o pause nos problemas, e durante o pause os problemas não existem. A tela se enche de harmonia e ver todos reunidos finalmente é sem dúvida alguma a melhor maneira de terminar o ano.
Não há como não pensar. O próximo ano é o último de How I Met Your Mother e já temos uma data para iniciarmos a contagem regressiva (31/03). Espero que a série tenha um grande final, que embora boa, essa primeira parte da temporada seja uma grande preparação para que o espetáculo que se aproxima.
Um Feliz Natal e preparem-se, porque 2014 “it`s gonna be legendary!”
White Collar – Quantico Closure
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White Collar sempre ganha pontos quando investe em seus personagens secundários e em Quantico Closure quem chama atenção mais uma vez é Elizabeth. Peter e a esposa começam o episódio em lua de mel, mas tudo fica muito desconfortável quando a ex-namorada do agente do FBI aparece de surpresa. Jill trabalha no Grupo Especial de Vigilância do FBI (SSG na sigla em inglês) e aparece em New York para pedir a ajuda de Burke em um caso que está trabalhando.
Enquanto Burke está ocupado com a ex-namorada e a vigilância intensiva de Elizabeth nos dois, Neal e Mozzie aproveitam para seguir com o plano do Mosconi Codex. Neal acaba descobrindo que o misterioso capítulo 13 do livro esconde, na realidade, um mapa. Em comemoração a descoberta e como especulado nas reviews anteriores desta temporada, finalmente Caffrey e Rebecca deram o primeiro beijo. No entanto, o que parece ser o novo casal simpático na série, é lembrado por Mozzie como uma sina de Neal: misturar amor e trabalho.
Além da ex de Peter e do novo caso amoroso de Neal, o que também chamou a atenção nesse episódio foi a nova pista que surgiu sobre o assassinato de David Siegel. Caffrey e Jones prendem um homem que estava se fazendo passar por um agente do FBI usando o distintivo e a arma de Siegel. Essa nova pista foi importante para a equipe de Burke, pois já faziam duas semanas que nada de novo surgia sobre o caso e Peter ainda não conseguiu se recuperar da morte do seu supervisionado.
A nova descoberta não deixou a equipe do Departamento de Crimes do Colarinho Branco do FBI mais perto de descobrir o assassino de Siegel. Em Quantico Closure, Peter conversa com Jill sobre o impacto causado pela morte do seu supervisionado e como isso o afetou. Jill perdeu o parceiro de trabalho oito anos antes e confessou ainda sofrer com isso e entender o sentimento de Peter, principalmente por não ter conseguido solucionar o caso. Como desconfiamos, a solução do assassinato de Siegel pode acabar se encontrando com outro problema na vida de Peter: as atividades que Neal e Mozzie promovem longe dos olhos de Burke.
Voltando ao caso do episódio, enquanto Peter não descobre novidades sobre o que Neal anda escondendo e não aparecem novas pistas sobre o assassinato de Siegel, os casos continuam movimentando a série. Os ciúmes de Elizabeth acabam colocando ela no meio do caso de Peter e Jill e o mais divertido é que ela acaba ajudando, e muito, a solucioná-lo. A presença de Jill também foi importante no enredo da série. Ela serviu como um personagem espelho para Peter, fazendo-o pensar sobre como estava se sentindo em relação à morte de Siegel e como seria bom se conversasse com Elizabeth sobre isso.
Quantico Closure foi mais um ótimo episódio de White Collar na sua quinta temporada, que também está sendo apontada pela imprensa americana como a melhor da série até agora. Só fico com uma pontinha de angústia porque as frequentes citações de Peter sobre o desejo de ir trabalhar em Washington tem cheiro de temporada final. Aguardemos que não seja isso que se aproxima.
Person of Interest – Lethe
22/12/2013, 11:00.
Regina Monteiro
Reviews
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O que acontece quando quem se importava já não se importa mais? Quando aqueles que sabiam que irrelevante era apenas um adjetivo ruim, sucumbem ao peso de tragédias inevitáveis?
Relegados à insignificância que se lhe quer atribuir, as pessoas comuns, aquelas classificadas como irrelevantes, são abandonadas à própria sorte. Quanto àqueles que sabiam a diferença, agora algozes de si mesmos, devem seguir adiante, até que sejam resgatados do inferno pessoal que se auto impuseram.
É neste ponto que Lethe tem início. Quando Shaw, Root e Fusco tem que resgatar Finch e Reese de si mesmos. Shaw não somente porque, conscientemente, precisa de ação, mas porque, no fundo, acostumou-se à condição de salvadora. Root, menos por se importar com as pessoas às quais a equipe esta acostumada a proteger, mas porque tem convicção de que, em um futuro próximo, haverá um evento simbiótico em que terão que se unir como equipe sob a direção da Máquina. E Fusco porque, na sua simplicidade, sabe que a vida, apesar dos trancos, dissabores e decepções, simplesmente continua e desistir não é uma opção.
É nesse ponto que Arthur Claypoll entra na história. Próximo CPF indicado pela Máquina, Arthur é um cientista da Agência de Segurança Nacional, que, como Finch, trabalhava em um projeto de coleta de dados e identificação de possíveis atividades terroristas. Acometido de uma doença terminal, tem lapsos de memória e diz coisas “aparentemente” sem sentido, que o leva a se tornar uma ameaça para o governo e uma fonte de informação para Os Vigilantes e outros terroristas que desejam saber a localização do Projeto Samaritano.
Personagens e cenário de uma história contada pela Máquina, ela ainda não determinou seu fim e por isso insiste em chamar todos à ação. Sua melhor aliada é Root e é através dela que Finch é obrigado a saber de Arthur, velho conhecido do MIT. E, sem opção, já que Arthur não lhe pode ser irrelevante, Finch se deixa novamente ser um instrumento desse evento que ele próprio criou. E ele e Shaw tentarão salvar Arthur Claypool de seus perseguidores, já que Reese e Fusco estão em outro canto do país. Fusco na condição de salvador e Reese precisando ser resgatado.
Lethe, por outro lado, levou-nos longe no tempo. Através de flashbacks conhecemos um pouco mais de Finch: sua infância e adolescência; seu fascínio pela inteligência artificial já no início de 1970. Mas ao voltarmos à juventude de Finch, não é somente sobre ele que nos é dado conhecer, mas também em que momento a Máquina, de fato, começou a ser gestada. Quando, de fato, essa história começou a ser contada.
E, quarenta e três anos depois, aqui estamos nós, na iminência de um possível fim indesejável, já que, presos em um armadilha inesperada, Finch, Shaw e Arthur tem poucas chances de sobreviver a uma nova ameaça, desta vez representada pelos antigos empregadores de Shaw, que querem saber a localização do Projeto Samaritano e da Máquina construída por Finch.
Ao final do episódio deixamos Finch e Shaw com uma provável sentença de morte decretada: as chances dele de 43,68% nos cálculos de Máquina, as dela, 84,98%. E, já que Fusco e Reese, neste momento, estão sendo abordados pela polícia do Colorado após uma briga de bar, resta saber quem será o salvador da vez, já que, se para a Máquina não há irrelevantes, podemos esperar (ou torcer) que ela proteja os personagens principais desta história que ela própria resolveu contar.
Pois se há algo que aprendemos em Person of Interest, é que o seu dia somente chega quando chega o seu dia. Sabem disso Carter e todos os irrelevantes que passaram pela vida de Finch e Reese.
The Vampire Diaries – Fifty Shades Of Greyson
22/12/2013, 10:00.
Mônica Castilho
Reviews
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Se este episódio tinha como intenção deixar o público com o coração na mão para o fim do hiato, The Vampire Diaries acertou em cheio. Não é a primeira vez que o digo por aqui, mas repito: a série, após uma queda de qualidade – principalmente na temporada passada -, anda acertando de novo. Sim, ainda há a inserção de vários elementos um tanto quanto confusos na trama e bem diferentes do que a história propunha anteriormente, mas tal apresentação de novos personagens anda sendo feita com uma melhor noção, por assim dizer.
A trama principal deste episódio, como também foi a do anterior, de fato não vingou. A Augustine era sim algo interessante, mas sem outros cientistas apoiando Wes foi fácil para Damon fugir e, juntamente com o irmão, salvar Elena. Em compensação, todo o drama de Augustine e consequentemente da vingança de Damon contra a família Whitmore levou ao tão previsível término do vampiro com Elena, apesar da atitude ter sido até um tanto surpreendente por partir dele.
Em contrapartida, a relação de Stefan e Katherine não anda tão “simples” como a de Damon e Elena, que terminaram por o vampiro se sentir mau demais para a moça. O fato é que Stefan está com o coração amolecido por Katherine, mas ao mesmo tempo está ressentido pelos 147 anos que passou sofrendo por ela, além de a ex-vampira ter aprontado bastante para prejudicar Elena. Por falar em Katherine, ela está – novamente – roubando todos os suspenses e atenções, já que agora mais do que nunca a dúvida sobre seu destino paira na história.
Katherine tem sangue dos Viajantes, ou seja, segundo Nadia ela pode trocar de corpo e usar um mais novo, onde a idade e o envelhecimento acelerado não lhe afetem, e ela até aceitou a ideia ao se convencer de que pode ter alguma chance com Stefan. O problema é que ela mal aceitou e os sintomas de seu envelhecimento começaram a piorar de maneira que ela não tem tantas horas de vida. Que ela é uma sobrevivente, até a mesma admite, e não será surpreendente caso ela sobreviva de uma maneira ou outra. A pergunta que não quer calar é: Como Katherine sairá desse salvamento? E caso realmente mude de corpo, permanece a curiosidade sobre sua nova aparência.
Sendo como for o destino de Katherine, com final feliz ou não, o próximo episódio é sobre ela, sobre sua vida e morte. Entretanto, isso não importa tanto, desde que – eu espero – não seja um episódio de despedida de uma das melhores personagens da série.
P. S. [1]: Sempre imaginei Katherine sendo uma mulher que faz o tipo “gostosa”, e não uma mais normalzinha, digamos assim, como a Nina Dobrev. Será estranho ver a Kath em outro corpo? Claro! Mas espero que acertem na escolha e a coloquem como uma moça que ganhe de 10 a 0 da Elena.
P. S. [2]: Nadia está uma personagem mais cativante a cada episódio.
P. S. [3]: Beleza, Enzo e Damon estão quites. Só isso, produção? Enzo é outro que não deu nenhuma polêmica e já vai embora.
P. S. [4]: Por fim, continue se enganando mesmo, Elena. Continue achando que sua família era boazinha.
Sleepy Hollow – The Golem
22/12/2013, 00:41.
Mônica Castilho
Reviews
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Em meio a monstros e perigo de apocalipse, o Natal chega a Sleepy Hollow. E também para Ichabod, pela primeira vez em sua nova realidade. E nem nessa data que tem quase a obrigação de ser algo alegre as complicações dão uma trégua para ele. Na verdade, parece que tudo só complica, principalmente por ele cada vez mais descobrir fatos a respeito de sua esposa, a qual ele até pouco tempo atrás pensava não lhe esconder tantos segredos.
Em meio a tanto mistério sobre a vida de Katrina e os motivos de suas atitudes, a prioridade de Ichabod foi para o destino de seu filho assim que descobriu que de fato a esposa deu a luz, e com a ajuda de Henry (o Devorador de Pecados) ele contatou a esposa mais uma vez para ouvir o nome do filho: Jeremy. Então, sabendo o nome da criança, não foi tão difícil para Abbie descobrir o destino do garoto nos arquivos da cidade.

No fundo, além de querer saber que destino levou o filho, Ichabod esperava ter descendentes no mundo. Entretanto, para sua decepção, mesmo estando perto do Natal ele não teve uma notícia boa como presente. Além do filho ter sido abandonado logo quando bebê, manifestou dons de bruxaria como os da mãe, mas de uma maneira um tanto piromaníaca, que causou a morte da ancestral de Abbie e ocasionou a ida do garoto para um orfanato sádico.
Agora imaginem: uma criança triste, desamparada e nutrindo ódio por ser maltratada. Para piorar, a criança consegue transformar o ódio em magia. Pois é, foi assim que Henry deu a vida ao seu boneco de infância e o transformou num monstro que matava quem quer que o tentasse machucar, até um clã de bruxas deter o filho de Ichabod já jovem e parar seu coração com magia. A partir daí, a vingança do boneco assassino se consolidou e se acumulou ao longo dos anos, até que em uma das visitas quase diárias de Ichabod para Katrina, o mesmo foi libertado do purgatório onde havia sido aprisionado e continuou a massacrar o clã que assassinou seu protegido.
Na falta de Jeremy para controlar o boneco – ou Golem – serviu Ichabod por ser do mesmo sangue, e este fez a criatura descansar como se parte da alma de seu filho que buscava por vingança descansasse também. Sleepy Hollow ficou sem o Golem e o problema foi resolvido, mas Ichabod ficou sem seu filho ou qualquer descendente que o lembrasse de sua linhagem. Ficou até sem um Natal agradável, já que para completar, o demônio que controla o Cavaleiro – que por sinal anda sumido – quer a alma de Abbie e parece não estar sozinho, a julgar pela aparição no parque onde estava o Capitão.
O único lado bom nisso tudo é que Henry aceitou que precisa ajudar Ichabod e Abbie, e sua ajuda é realmente muito necessária. O lado ruim é que, primeiramente, Katrina continua no purgatório e com seus segredos sendo revelados e “resolvidos”, parece que a urgência em tirá-la dali se perde. Em segundo lugar, Ichabod não pode perder Abbie ou sofrer a ameaça disso, já que é ela que o apoia apesar de, pelo menos por ora, a relação dos dois não ter qualquer característica de romance.
Enfim, agora vem o hiatus. O suspense para o restante da temporada foi bom, mas falta mais um pouco de aparições do Cavaleiro na trama, principalmente agora que sabemos a identidade do mesmo.
P. S. [1]: Será que, por acaso, não há uma maneira de reviver o filho de Ichabod, assim como fizeram como o próprio?
P. S. [2]: No episódio passado teve uma Lena Gilbert e nesse teve um Jeremy. Estou de olho nesses roteiristas fazendo “zoeira sem limites” com The Vampire Diaries.
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