TeleSéries
Parenthood – Stay a Little Longer
12/01/2014, 13:26.
Karina Mochetti
Reviews
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Oliver morando com Crosby por uns dias? Me desesperei por Jasmine! Imagina aguentar aquele ser o dia todo? Imagina tentar criar dois filhos com aquele ser do lado? Eu gosto muito desse personagem e gostei que deram mais atenção para ele nesse episódio. Gosto muito da dinâmica dele com Crosby e acho que a excentricidade e o temperamento impulsivo dele podem ajudar muito na dinâmica da série. Achei lindo o fato dele fazer uma música para Jasmine, apesar de não poder dizer o mesmo pela música em sim. Espero que ele continue tendo mais espaço na série.
Coitado do Micah, eu nem lembrava mais dele! E aparentemente nem os pais do Max lembravam. Gosto dele, acho ele fofo, mas assim como não gostei de Hank ter se auto-diagnosticado com Asperger, não gosto do fato de ele ser amigo de Max só por ser deficiente. Queria que Max tivesse um amigo sem nenhum tipo de deficiência, só uma pessoa com paciência e compreensão, porque eu acredito que essas pessoas existam! Também achei meio tarde para eles se preocuparem em Max estar sozinho na escola, sem amigos da idade dele. Já faz um tempo que ele passa quase todo o tempo livre dele com Hank. Essa foi a parte fraca do episódio na minha opinião.
Já a melhor coisa desse episódio para mim foi Hank e Sarah resolvendo voltar a trabalhar juntos. Não gosto dos dois como um casal, mas gosto muito da dinâmica dos dois e acho que eles deveriam interagir mais. Na verdade eu amo Sarah e Mark, então não vejo a hora de Jason Ritter voltar, mas até lá prefiro Sarah trabalhando com Hank do que babando pelo médico-salvador-de-criancinhas-vencedor-de-prêmio Carl.
E o covarde da temporada, Ryan, finalmente pegou suas coisas e foi embora. Ele, e acho que todo mundo, ficou esperando uma cena de despedida. Amber enrolou, mas no final nos deu uma cena maravilhosa, como sempre. Eu já estou bem irritada com ele, quero que ele vá logo embora e que deem uma história mais interessante para Amber, mas fiquei triste ao ver a cena da Amber se despedindo dele. Coisas que só a Mae Whitman consegue fazer comigo.
Mas a história que anda merecendo toda a atenção nessa temporada é a crise de Julia e Joel. Juro que achei que eles já estavam separados depois do final do episódio passado, mas aparentemente eles ainda estão juntos e precisou Julia ser sincera somente agora para Joel perceber que ele só estava em casa ainda por causa de Victor e Sydney. Falando em Victor, e os problemas na escola? Ninguém mais tocou nesse assunto, mas imagino que com essa crise em casa ele não deva ter melhorado ou se adaptado melhor a nova situação escolar. Gostei muito da cena final de Joel e Julia e finalmente chegamos ao inevitável, agora é saber o que a distância fará com o casal.
No geral foi um episódio muito bom. Parenthood funciona muito bem quando não tenha desenvolver todas as histórias num mesmo episódio. Dessa vez Drew e Camille ficaram de fora, deixando Julia, Joel e Amber brilhar. Destaque especial para Oliver e Hank, que apesar de não serem do elenco fixo mereceram o espaço que tiveram nesse episódio.
Dracula – Come to Die
12/01/2014, 12:18.
Gabriela Pagano
Reviews
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Agora que a série está se aproximando da fase final da temporada, alguns aspectos do enredo são finalmente desvendados ao espectador. E, nem assim, Dracula se torna um seriado mais interessante. Em seu oitavo episódio, entendemos melhor o que aconteceu a Drácula e à mulher dele – algo que já havia nos sido “esboçado” antes. Drácula era integrante da Ordem do Dragão, mas viu a seita se virar contra ele – e, merecendo punição maior que a morte, foi condenado a se tornar um vampiro. Como Lady Jayne mesmo disse “A Ordem criou Dracula”. Já Ilona foi raptada no quarto do casal (com direito a Jonathan Rhys Meyers sem camisa e com uma calça de couro ridícula) e, ao que tudo indica, porque, assim como Mina, ela, então, era o que Drácula tinha de mais importante.
O vampiro, por sua vez, parece estar mais apaixonado por Mina do que nunca. Ele concluiu que Mina não é apenas Ilona, mas é Mina também. Algo que a torna digna do amor dele duas vezes. Esse vampiro é mesmo um partidão! O problema é que, nesse episódio, a moça começou a desconfiar que “Alexander” não é exatamente um bom moço, depois de uma conversa com o noivo-sem-graça Harker. Mas o Harker, como é de se esperar, só percebe as coisas na hora errada e ele fez uma confusão enorme com a informação que tinha contra o patrão, caiu na lábia da Lucy e, provavelmente, jogou a amada para os braços de Drácula de novo. Sim, porque ele passou a temporada inteira sem enxergar o potencial romance entre Mina e o vampiro que estava bem debaixo do nariz dele. No único momento em que Mina realmente decidiu se afastar de Drácula, Harker vai lá e diz que não acredita nela. Um loser. Mas ainda bem! Acho que a Mina combina muito mais com o Drácula e Lucy e Harker têm uma química interessante!
Já a Lady Jayne colocou o Alexander para correr, uma vez que ela, pessoa esperta, percebeu que o coração dele é de Mina. A boa notícia para ela é que, aparentemente, a loira não vai ter tempo para sofrer a famosa “dor de cotovelo”, já que ela anda ocupadíssima a procura de um vampiro à solta em Londres – o lendário Drácula! É claro que ela ainda não sabe que Drácula e Alexander Grayson são a mesma pessoa, mas agora que lhe foi dito que o vampiro pode andar à luz do dia, não duvido que a descoberta aconteça no próximo episódio.

O Lord Davenport pediu para que seus homens torturassem Mina ao tomar conhecimento de que o retrato que Drácula tentava comprar no leilão era dela (não exatamente dela, a gente sabe). O Lord é, sim, integrante da Ordem do Dragão, mas age sozinho, uma vez que a implicância dele com o vampiro é pessoal: ele acredita que Alexander seja o responsável pela morte de seu filho, depois de descobrir que o jovem era gay e chantageá-lo. E somente por Davenport agir sozinho que Drácula ainda não foi descoberto. Afinal, quando ele mandou os homens atacarem Mina, Drácula apareceu, matou todos de forma bastante violenta e mandou os cadáveres de lembrança para a Ordem, que imediatamente reconheceu que aquilo era obra do vampiro famoso. Portanto, se Drácula salvou Mina e sendo Mina a pessoa mais importante para Alexander Grayson, não é preciso muito para concluir que ambos são a mesma pessoa. Talvez, a fraqueza da Ordem se concentre nos segredos e egocentrismos de seus membros.
Outra pergunta que me faço: assim como a existência do retrato de Ilona, não teria uma imagem de Drácula por aí? A Ordem desconhece a face do monstro que criou? Se bem que, se paramos para pensar no retrato de Ilona, só mesmo Lord Davenport para reconhecer Mina ali. Para mim, está mais a cara da Angelina Jolie do que de qualquer outra pessoa.
Pois bem! Mas, agora, temos um círculo de fogo na série: o jogo sexual de Harker e Lucy, que colocará, respectivamente, o romance e a amizade com Mina à prova. Drácula pode, finalmente, ter Mina nos braços. Ao mesmo tempo, o protagonista precisa lidar com a Ordem, que, ao que tudo indica, está mais próxima da verdade do que nunca. Será que, assim como aconteceu no passado, Drácula terminará capturado e Mina na fogueira? Estou mais ou menos ansiosa pelos próximos capítulos – e não acredito na renovação do seriado. A gente se vê nas próximas duas semanas, espero, para o veredicto final.
Pretty Little Liars – Who’s In the Box
11/01/2014, 14:29.
Ariel Cristina Borges
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Ah, Pretty Little Liars! Senti saudades dos seus episódios que só fazem enrolar, enrolar, enrolar e dar apenas cinco minutos de informação útil. Who’s In the Box foi exatamente assim, como vários outros nessa temporada. Mas esse foi especialmente decepcionante por ser o episódio que deu fim ao hiato de meses da série. O que me dá esperanças é que, geralmente, esses episódios sem graça vão preparando terreno para um muito bom.
Alison está viva e, por mais que nós tenhamos esperado que esse episódio mostrasse a carinha dela de novo, fomos enrolados com mais planos, suposições e teorias sobre ela. Emily, Spencer, Aria e Hanna agora querem fazer de tudo para tornar Rosewood um lugar seguro para que ela volte. Hanna mostrou que tem um cérebro que funciona e, pela primeira vez, pensou logicamente e supôs que já que Alison está viva, alguém foi enterrada em seu lugar. Tudo bem, no fim das contas a primeira tentativa de encontrar uma menina que desapareceu na mesma época que Ali não foi certeira e só serviu para tomar uns vinte minutos do episódio, mas já é algo vindo de Hanna.
De repente a Hanna inteligente vai substituir a Hanna que formava um dos casais mais fofos da série com o Caleb. Agora, teremos que assistir Ravenswood definitivamente para continuar acompanhando a história do hacker mais fofo da Pennsylvania. Confesso que estava preparada para uma despedida emocionante, daquelas que iam nos deixar com lencinhos na frente da TV e a única coisa que ele disse foi “é complicado”. Complicado é a gente perder um dos melhores personagens da série, não assistir o spin off e não ter nem uma explicação plausível para a saída dele no show principal, Marlene King.

Spencer e Toby foram a salvação do lado fofo desse episódio. Juntos, eles finalmente conseguiram fazer com que a administradora de Radley admitisse que a mãe dele não se suicidou. Quando nós achamos que esse plot se encerraria agora, o pai de Spencer se mostrou subitamente interessado em fechar as portas do sanatório. Os argumentos dele pareceram plausíveis, mas se ele se incomodava tanto com o lugar onde ela ficou internada quando surtou, porque não quis fechar o sanatório antes?

Who’s In the Box mostrou que o futuro de Aria vai ser bem sofrido nas mãos de Ezra, e, na minha opinião, as primeiras ações dele agora que sabemos sua “verdadeira identidade” foram a melhor parte do episódio. Nunca achei que ia dizer isso, mas consegui odiar aqueles olhos azuis – que me fizeram suspirar por três temporadas – em apenas um episódio. Ian Harding consegue fazer cara de psicopata assustador. Colocou medo até na Chiquinha, ops, Mona. O interessante nisso tudo é que parece que Mona está começando a desconfiar que Ezra não é tão inocente quanto parece. Não vou me surpreender se algo acontecer com ela nos próximos episódios. E Aria… Parece que ela vai encontrar o porão daquela cabana logo, logo.
O que pode salvar a segunda parte da temporada é o diário da Alison que Hanna recuperou do covil do Ezra. De repente, a ligação de Ezra e Alison está escrita ali e, com certeza, mais segredos sobre as meninas. Só nos resta esperar o próximo episódio e torcer para que ele não seja mais 45 minutos de enrolação.
New Girl – Clavado En Un Bar
11/01/2014, 13:28.
Carla Heitgen
Reviews
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A volta dos inéditos na midseason de New Girl trouxe o episódio Clavado En Un Bar no formato que, por lá, é chamado de “bottle episode”. Toda série tem um destes, o qual é gravado em um único cenário, com baixo custo e o mínimo de elenco e aparatos possíveis. Por esta razão costuma envolver muito diálogo e situações mais particulares sobre a personalidade e o histórico dos personagens principais. O início, no bar, é tranquilo, com os meninos relaxando com uma degustação de uísque patrocinada por Nick em uma noite livre de drama, interrompida por uma Jessica Day desesperada que tem 21 minutos para tomar a decisão que poderá mudar o rumo de sua carreira profissional. Que Coach comece a cronometrar esta trama em tempo real.
A professora, voluntária em um museu, recebe uma proposta – praticamente irrecusável – de trabalho da curadora do local. Mesmo sem ter dúvidas sobre sua vocação, a escola não a valoriza e Jess ainda precisa lidar com a incompetência de seu diretor que decide juntar três turmas de matérias diferentes na mesma sala. Os outros docentes estão apáticos ou desmotivados, então, para eles, tanto faz. Quem acompanha a Senhorita Day desde o primeiro ano da série sabe que ela tem o dom de lecionar. Seu jeito nada convencional de ver o mundo e seu estilo maluquinho de agir e falar combinam com a profissão que escolheu. Às vezes, Jess parece uma criança grande tamanha é sua espontaneidade com relação aos amigos e à vida. Bom, apesar das aparentes certezas, a história de hoje diz respeito a um destes questionamentos que inevitavelmente todos temos em algum momento, ainda que a resposta pareça, a princípio, óbvia: o que nos leva a optar por determinada carreira, o dinheiro ou a afinidade?
Nick tenta aconselhá-la, mas é interrompido pelos colegas de apartamento que acreditam ter melhores conselhos do que aquele que largou a faculdade de Direito para ser bartender . Winston, atualmente comentarista esportivo, é o primeiro a embarcar nos hilários flashbacks do dia. Seu destino foi traçado ainda na maternidade (licença, Cazuza), quando colocaram em seu berço uma bola de basquete. Sua trajetória não foi muito bem-sucedida e o jogador acabou sofrendo uma lesão que o obrigou a aposentar-se das quadras. Seu conselho para a professora é: “Afaste-se quando deixar de amar o que faz”. Até então, Winston acreditava que ele tinha decidido parar, porém descobre que os outros é que tomavam as decisões por ele. Será que ele havia tomado a decisão certa? Será que ele sequer gosta de basquete? Será que a vida é uma mentira e estamos todos vivendo na cabeça de um gigante? Mais um com crise de identidade. Jess agora tem companhia em seu dilema, pelo menos. A moça continua aflita. Felizmente Coach anda sempre com um cronômetro, e o seu dom de marcar o tempo de tudo ajudará Jess a tomar sua decisão até as 6 horas, ou seja, ela tem agora 17 minutos e um novo elemento é adicionado: a tensa corrida contra o relógio.
Nick se oferece mais uma vez para ajudar, porém Schmidt, com sua história de sucesso, o corta, para nosso deleite (confesso que sou fã do Schmidt pré-metrossexual). Ele se transporta, então, para o flashback de Winston, pois sua história também começa em um hospital. Aliás as intervenções dos personagens que ouvem as histórias nas memórias de quem as conta é uma das graças do episódio. Schmidt era voluntário e querido por todos, exceto para uma enfermeira para a qual ele era invisível (“Invisível? Você pesava 130 quilos”, interrompe Nick). Ao vê-la com o namorado, entende que se quisesse conquistar mulheres deveria parar com o voluntariado e trabalhar, de preferência com Marketing. Por não ter a aparência requerida para o trabalho (raciocínio do rapaz), decidiu vender árvores de Natal, mesmo sendo judeu. Era bom no que fazia e seu chefe dedicou suas últimas palavras a um conselho que permearia todas as escolhas do jovem: “o dinheiro, e tudo o que ele compra, é a única coisa que se leva”. A recordação do marqueteiro teve um bônus: a cena que apresenta o velhinho ganancioso e sua iminente morte tem como trilha Gansta’s Paradise, do rapper Coolio.
A seguir, uma revelação surpreendente: Coach (“treinador” em inglês) diz, orgulhoso, que ninguém é chamado pelo nome de sua profissão como ele. Em suas recordações o vemos gritando com os jogadores da partida de basquete do time de Winston como se ele fosse o técnico, o que levou Nick e Schmidt o apelidarem de … Coach. Ah, e se alguma vez você se perguntou qual o nome verdadeiro deste personagem, é Ernie, cujo conselho é: “seja o que você é. Faça o que você faz”. Já que Jessica não sabe quem é e existem muitas coisas que poderia fazer, o conselho motivador do amigo não ajudou muito.
Com a memória do primeiro aluno de Jess talvez ela se anime. E ela lembra bem de sua estreia no mundo escolar, quando achou um garotinho escondido na dispensa, espancado por não ser considerado estiloso por um valentão gay. A partir de então, o ensina Matemática, ajudando-o a se tornar um excelente aluno e, após uma rápida busca na internet, descobre-se que o talento para os números foi usado para mal: seu ex-pupilo agora é um criminoso procurado pelo FBI por desvio de dinheiro.
Quando finalmente deixam Nick falar, descobrimos que ele largou a faculdade pois não se identificava com as pessoas que o cercavam. No segundo ano sequer se reconhecia. Foi quando resolveu tomar um drink e encontrou o lugar onde se sentia mais à vontade: o bar onde trabalha até o presente.
Com o tempo acabando e todos mergulhados em dúvidas, Cece chega para salvar o dia. A modelo de 31 anos sente o peso do tempo, já que os trabalhos oferecidos são cada vez mais escassos, e sua idade é um problema, pelo menos para os padrões desta área. Mas ela lembra à sua melhor amiga de que não foi o garotinho, hoje um foragido da polícia, seu primeiro aluno e sim ela mesma. As duas se conheceram na biblioteca da escola e Jess a ajudou a superar sua dificuldade de leitura e, de quebra, a importância de fazer as coisas sem ligar para o que os outros vão pensar.
Jess recusa o trabalho. Dar aulas, afinal, é sua vida. Winston, por sua vez, pede demissão do seu emprego, a primeira decisão realmente tomada por ele. Nick oferece uma atividade à Cece na qual sua idade não vai ser relevante (bartender) e todos comemoram suas decisões. No meio de tudo isso, embora o foco do episódio tenha sido a interrogação de Jess, o habitat era de Nick Miller. E seu jeito de lidar com as pessoas, inclusive das que passam da conta na bebida (truques como substituir uísque por chá para um cliente regular e alcoólatra) se destacaram. E o fato de ele ter feito o exame da Ordem dos Advogados e provar a si mesmo que poderia, sim, ser um advogado se quisesse, também fizeram a diferença.
Lições de vida apresentadas, algumas risadas garantidas e a música final, que deu o nome ao título do episódio. O senhorzinho frequentador do bar desde 1997 escolhe na juke box Clavado En Un Bar, música da banda mexicana Maná, conhecida por aqui pela açucarada Vivir Sin Aire. Ironicamente, a trilha de encerramento e que dá o título ao episódio, se chama “preso em um bar” e fala de um homem que suplica ao seu amor que o resgate de lá.
Além de trazer um tema interessante o episódio foi engraçado. Mas ainda distante do que já foi. O que teve de bom foi a exploração individual de cada personagem, todos tiveram seu momento. Foi legal ver o grupo unido e mesmo assim preservando suas identidades. Ainda com esperanças de novas gargalhadas, até semana que vem!
Person of Interest – Aletheia
10/01/2014, 14:23.
Regina Monteiro
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É impossível entender a importância de Aletheia sem que se perceba o fio condutor da série até o presente momento.
O argumento central de Person of Interest em suas duas primeiras temporadas centrava-se na existência de uma Inteligência Artificial complexa, capaz de identificar ameaças terroristas em solo nacional, portanto, sinais de perigo no âmbito de uma ação governamental; mas, essa IA, era igualmente capaz de identificar perigos presentes no cotidiano de pessoas comuns, que, forçosamente, eram consideradas irrelevantes pelo governo, diante da magnitude dos possíveis eventos de ordem nacional detectados pela sua primeira diretiva. O argumento central da série focava-se na ação do criador desta IA, Harold Finch, e a sua tentativa de, clandestinamente, interferir na vida dessas pessoas consideradas irrelevantes, que poderiam ser vítimas ou arquitetas de um possível crime.
Foi neste contexto que conhecemos Finch e Reese e, posteriormente, Carter e Fusco. E, embora a série, em suas duas primeiras temporadas, tenha sido permeada por situações pontuais como a luta contra a HR ou a existência de Elias e a guerra da máfia novaiorquina, entre outras, os roteiros não perdiam de vista o argumento central.
Mas Aletheia trouxe algo diferente, que só pode ser entendido na combinação com os episódios que marcaram a saída de Carter.
Se The Crossing e The Devil´s Share encerraram um ciclo que havia se iniciado na temporada passada, com a morte do detetive Cal Beecher e a cruzada de Carter para encontrar o líder da HR, se somados a Aletheia, podem, também, marcar o que pode ser uma divisão de águas no desenvolvimento argumentativo futuro da série. Talvez a saída de Carter e o aumento da participação de Root sejam os marcos simbólicos desta nova fase em que a Máquina deixa de ser um personagem coadjuvante para se tornar também um protagonista desta história. Porque a racionalidade de Carter está, na mesma proporção, para a irracionalidade de Root e nesse novo universo em que a série pode estar adentrando, onde a Máquina vê Finch, Reese, Shaw e Fusco como seus agentes, Carter fosse o elemento destoante.
Aletheia libertou Root e promoveu a humanização da Máquina.
Esta nova face da Inteligência Artificial criada por Finch, deu o tom do episódio. Primeiro a percebemos pelos olhos de Arthur Claypool, um ser senciente, já que capaz de despertar emoções essencialmente humanas. A fala de Arthur sobre fazer rir e chorar não foi gratuita, pois deu à IA um status de equivalência. Afinal, segundo Claypool, o que é mais humano que isso?
Mas esse humano no qual ela se transformou tem suas particularidades. A sequência na qual ela fala com Controle através de Root, traduz, de forma mais acabada, aquilo no que ela se transformou: a manifestação da verdade única à qual todos devem se submeter, pois somente desta forma ela pode executar a nova diretiva que formulou para si: proteger-nos de nós mesmos. È isso, em essência, o discurso da IA: “Eu não sou mais de ninguém; você, no entanto, é minha. Eu te protejo. Eu vigio. Não questione meu julgamento. Não vá atrás de mim ou de meus agentes. Quero salvar você(s)”
O que ela será, de fato, irá definir sua relação com Finch, Reese, Shaw e Fusco. Bondosa? Sim, se a virmos pelos olhos de Arthur e Root. Afinal ela não deu a Arthur um momento único no final? È preciso sensibilidade para isso. Tirana? Talvez (e esse talvez vem revestido de uma enorme possibilidade), se olharmos seu discurso diante de Controle e o quanto ela pode tornar-se descontrolada emocionalmente. Um paradoxo, tratando-se de uma Máquina?!
Se somente isso não bastasse ainda há o Samaritano que pode se transformar em um inimigo com as mesmas proporções destrutivas da Máquina de Finch.
Certamente Finch irá receber outros nomes de pessoas com as quais a equipe terá que lidar, mas acredito que a história caminha, a partir de agora, para um patamar mais complexo. E para isso, espero que a criatividade de Jonathan Nolan, continue a dar o ar da graça.
Enfim, certo mesmo, é que Reese não poderá permanecer distante por muito tempo. Se ele não voltar, a Máquina o trará de volta. E que Root é essencial à trama já que tornou-se parte da Máquina criada por Finch.
Essa complexidade é, no mínimo, um dos fatores que fazem de Person of Interest é uma das melhores séries exibidas atualmente. Vida longa a ela!
Revolution – The Three Amigos
10/01/2014, 12:00.
Carol Cadinelli
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Um mês e meio depois, Revolution está de volta. Não sei se merece comemorações, apesar de The Three Amigos não ter sido dos piores episódios. Ficou naquele limbo da nota entre três e três e meio, se é que vocês me entendem.
Novamente, temos um episódio morno. E eu não sei se agradeço pelos roteiristas terem pulado a lenga-lenga que seria a busca do Bass pelo filho ou se fico irritada pelo fato de eles já terem escancarado a boca. Mesmo tendo sido curta, a caça ao Bass Jr. teve seus pontos interessantes, assim como outras partes da brincadeira do 2×10, e foram esses pontos que garantiram o tão costumeiro limbo ao episódio.
Como já disse, Bass, acompanhado de Miles e Rachel – a contragosto -, foram procurar o filho de Bass com Emma (a ex do Miles). Apenas Miles sabe a localização do menino – que, na verdade, já é um “hominho” -, e leva Monroe até lá. Lá onde? No MÉXICO! Tã dã! E essa foi a primeira vez em que a existência de outro país foi revelada em Revolution. Mais interessante que isso, é o fato de que agora, o movimento migratório é o inverso: os mexicanos controlam a fronteira para que norte-americanos ilegais não passem para o território deles. Foi uma sacada linda, fiquei orgulhosa de quem surgiu com essa. De qualquer jeito, não é difícil atravessar: Rachel clama precisar de emprego colhendo tomates, sobe numa carroça com Miles e Bass e, como de costume, Bass toma a carroça nocauteando o “motorista”. Outra referência à inversão de papeis entre México e Estados Unidos é a fala de Bass quando manda os outros empregados descerem da carroça: “Go live your mexican dream!”. Foi a melhor sacada do episódio, essa inversão.
Até o trio encontrar Connor, não acontece muito. A busca é limitada a perguntar nos bares, sem sucesso, até que o grupo é abordado por um tipo de gangue local. A abordagem é liderada justamente por quem? Rá! Connor Monroe! Não sei se rolou assim pra todo mundo, mas pra mim foi meio óbvio, desde a hora que os três foram abordados, que o provocador era o Connor. Escolheram um ator BASTANTE parecido com o David Lyons (que interpreta o Bass). Mas confesso que não curti a filosofia determinista colocada nessas cenas, especialmente quando a Rachel diz que independente de onde ou como o Connor tivesse sido criado, acabaria como parte de uma gangue, um tipo de mafioso, déspota, tirano, um opressor, porque o Bass foi um. Caiu no meu conceito, Rachel. Depois disso, é só o Bass tentando convencer o filho a sair dessa vida, fazendo promessas absurdas, mas o garoto, além de não escutá-lo, decide levar o pai ao chefe de seu grupo.
Enquanto isso, Charlie, Aaron e Gene (resgatado por Bass para salvar Miles – o que é feito antes dos três irem para o México) estão escondidos. Nada muito interessante acontece nesse núcleo. A Charlie apreende uma carroça patriota que está levando laranjas para Willoughby, e depois é mostrado que as laranjas estão sendo envenenadas e dadas à população local pelos grandes vilões. Aaron, após muita reflexão, decide fugir, e chega a Spring City, em Oklahoma – a cidade que o garotinho fala pra ele enquanto está preso na escola, no 2×09. Chegando lá, a cidade parece aquelas vilas do velho oeste que a gente vê em westerns, abandonada. Aaron grita e Grace – lembram dela? Aquela mulher que tinha o pingente igual ao do Aaron e que escondeu o Danny na 1ª temporada – o encontra, apontando uma arma bonitinha pra ele. Nada demais. Espero que essa ida do Aaron para Spring City renda algo interessante.
Quanto ao núcleo do Neville, acho que foi tão pouco emocionante quanto os outros. Tom e Julia agora estão na missão de dominar o mundo tomar a Casa Branca, ou algo assim. Para isso, querem envenenar, inicialmente, o Chefe da Casa Civil (em inglês, Chief of Staff). O casal perde uma oportunidade durante um coquetel na Casa Branca mas, após severa cobrança de Julia, Tom dá seu jeito e envenena o homem.
Eu não sei no que colocar fé, não mais. A série, nesse limbo, está com chances imensas de ser cancelada. O triste nisso é que nós todos, revolucionários, sabemos que a equipe, em especial os roteiristas, tem capacidade de fazer melhor – eles mostraram isso em alguns episódios da primeira temporada. E, pelamordegod, J. J. Abrams, meu filho, onde está você para salvar esse treco?
Os fãs merecem o melhor desse time, e não estamos ganhando.
Revenge – Homecoming
10/01/2014, 11:30.
Matheus Odorisi
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Revenge voltou com um episódio que nos fez perceber o quanto sentimos a falta da série nesse hiato. Sem medo algum de gastar roteiro, a história parece com um ritmo cada vez mais acelerado.
Depois do fiasco que foi o plano de Emily no casamento, todos se perguntavam sobre seu paradeiro. A loira estava a deriva, em busca do ponto seguro onde deixou seu kit de segurança. Mas baleada, não consegue alcançá-lo, e acaba encontrando um barco para se abrigar. Aiden descobre seu paradeiro pelo GPS no na perna de Ems, a encontra, e mesmo sob seus pedidos para prosseguir com o plano e leva-la embora, o inglês a deixa ali, não antes de chamar a atenção do barqueiro para salvá-la.
No hospital, toda a família Greyson espera por Emily, inclusive o seu marido assassino, Daniel. A médica de Ems revela pra Daniel o que ele tinha ouvido no barco, antes de atirar na esposa: nunca houve gravidez. Quando o moço está sozinho com a enferma no quarto, percebemos que realmente ele é agora um vilão Greyson: Daniel observa os aparelhos que mantém Emily viva, e pensa em desligá-los. Sem lhe dar oportunidade, Emily acorda e segura seu braço, e revela que não lembra de nada.
Em se tratando de Emily, o que todo mundo pensou primeiramente foi que era armação. Nós pensamos, Aiden e Nolan também. Os dois escudeiros de Ems se preocupam em vigiar a amiga, e o primeiro turno é de Nolan. O cara vai até o hospital, mas é proibido de entrar. Ao pedir ajuda a Patrick, descobre que a lealdade de seu namorado está realmente com a mãe. Agora da onde Patrick tirou toda essa devoção eu não entendo. Até já justificou tentativa de assassinato (na verdade foi assassinato, já que o Padre se foi). Mais tarde, os dois rompem de vez, quando Patrick visita Nolan. Ficamos um pouco tristes, já que quem mais merece pegar alguém nessa série é o hacker.
Na visita do término, Patrick aproveita pra bisbilhotar seu ex, e vê que ele esconde a caixa com o duplo infinito. Uma coisa que me intriga em Revenge é a capacidade de todo mundo ir entrando em casas. Estamos em Hemptons, não tem empregada pra anunciar? Ou então todas dizem “Sobe lá meu filho, a patroa tá tramando lá em cima”. Não é possível.
Em sua tentativa, Aiden faz do jeito agente e se infiltra no hospital para roubar Emily. Quando acorda a moça, descobre que a amnésia era verdade. Ems não se lembra quem é Aiden, e grita por socorro, fazendo o plano 2 também ir por água abaixo.
Comprovada a veracidade da amnésia de Ems, o que resta é tentar ajuda-la a recuperar a memória, mesmo porque ela já está contando que é filha de David Clark. Como ela contou pra Charlotte, que é uma idiota, não foi pra frente. Pelo menos até Victoria por a mão na caixa de Emily, e a filha soltar isso do nada em um jantar. Mas sem hipóteses antecipadas, é Jack, mesmo relutante, que a faz lembrar de tudo, entregando para Emily o cordão de Amanda, que ficou com ela depois da morte da amiga. Quando tudo volta pra memória, Emily fala pra Jack o mais importante: seu atirador é Daniel.
Quem já viu a promo do próximo episódio e está se matando de ansiedade?
Chicago Fire – Shoved In My Face
09/01/2014, 11:03.
Maísa França
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Com a primeira parte da temporada finalizada, chegou a hora de Chicago Fire aparecer com novidades. Após o hiato de algumas semanas, a série apresentou uma episódio bom e cheio de novidades na para dar o pontapé inicial na trama da segunda parte da temporada.
Eu esperava um pouco mais de drama sobre o acidente de Casey mas confesso que, ao passar alguns minutos, percebi que as sequelas deixadas a longo prazo pelo acidente serão melhor aproveitas na trama do que o fato de só mostrarem para nós um paciente nos primeiros dias de recuperação. Com o acidente, o bombeiro ganhou uma cicatriz e perdeu parte da memória. Esses lapsos prometem boas histórias e situações constrangedoras – Mouch que o diga – mas nem por isso deixaremos de ver o lado bom do bombeiro, como foi o caso desse episódio. Nessa mescla de bondade e violência repentina, a recuperação de Casey tende a envolver todos a sua volta, podendo até prejudicar, em certo ponto, sua relação com Dawson, visto que ele tem mentido para a paramédica (quase bombeira) sobre seu estado. A relação dos dois, aliás, anda às mil maravilhas e o casal agora vai morar junto (own!). Achei precipitada essa decisão mas ok, que sejam felizes.
Comentei na review anterior que Dawson talvez desistisse da ideia de se tornar um membro do corpo de bombeiros após o acidente de Casey mas, ao que tudo indica – além de eu estar errada – é que o acidente serviu como combustível para que a (ex) paramédica corresse atrás do seu sonho. O brilho nos olhos de Gabriela nos primeiros dias de treinamento da academia foi algo maravilhoso e seu empenho tem se mostrado exemplar, apesar de se sentir dividida entre as situações de salvamento – vide situação de resgate com os reféns no qual ela, por alguns instantes, se mostrou agoniada por não poder ajudar melhor. Um dos muitos pontos positivos na trama é que poderemos acompanhar todo o preconceito que rodeia a presença de uma mulher nos batalhões de bombeiros e perceber, de uma vez por todas, que essa coisa de “mulher, sexo frágil” deveria ter deixado de existir há tempos.
Mas Dawson não está sozinha nos treinamentos da academia. Rebecca Jones é a outra mulher presente nas aulas. E o que falar de Rebecca, essa pessoa que acabamos de conhecer e já odiamos pakas? Muito longe de estar ali para se tornar um membro do corpo de bombeiros, a moça veio mesmo é pra infernizar a vida de Severide, que agora é um dos instrutores da academia. A “duas caras”, infeliz com o desempenho de um dos colegas, foi fazer uma leve intriga – além de jogar seu charme – para Severide. O comportamento de Jones fez com que Severide a dispensasse dos treinamentos mas, o que ele não contava, é que ela é uma filhinha de papai e VAI continuar nos treinamentos, quer Severide queira, quer não já que isso é uma ordem de seu superior.
Já que Dawson pulou pras bandas dos bombeiros, Shay precisa de um novo companheiro na ambulância. Essa situação nos apresenta a Allison, a nova integrante da equipe de paramédicos que promete algumas boas situações. A prensença da garota toca num ponto importante da trama: a sexualidade de Shay. Levada naturalmente – como deve ser, aliás – pelos companheiros do batalhão, a opção da paramédica incomoda um tanto a sua nova companheira. Sem clichês – pelo menos por enquanto – o tema tem sido abordado de modo natural e Shay tem levado na brincadeira o certo preconceito que Allison têm mostrado a princípio. Durante o episódio, uma das coisas que me passou pela cabeça foi essa aversão que Allison tem para com a sexualidade de Shay. Em várias séries, quando o personagem se mostra agressivo com a situação, é porque ali tem. Ou seja, pode ser que Allison também seja lésbica (já tô shippando!). Ou não. É só uma teoria. Opções sexuais a parte, a nova paramédica mostrou que, quando um amigo precisar de ajuda, ela estará lá para isso. Foi o que aconteceu com o advogado que procura Shay. O fantasma de Daryl – aquele que se suicidou na frente da paramédia – está de volta e Shay está sendo procurada por um advogado que quer saber um pouco mais da situação. Para evitar o encontro, Allison encobre Shay e ganha um pouco da confiança e empatia da loira.
Mills é novo integrante do Squad 3, graças à uma recomendação de Casey. Sua “promoção” a membro da brigada abre uma vaga no Truck 81. Será esse o novo posto de Dawson no batalhão?
Para finalizar alguns plots da primeira parte da temporada:
Jay e Antonio aparecem para investigar o caso de Clarke. Com a ajuda de Mills, o bombeiro percebe que é melhor livrar sua barra do que acobertar uma esposa doentia. Lutanto contra seus sentimentos, Clarke decide falar, de uma vez por todas, que tinha um álibi na noite do assassinato. Para nosso alívio, ele não era mesmo o culpado. Bem-vindo de volta, Clarke!
Ao que tudo indica, o Molly’s está com os dias contados. Seguindo o histórico desastroso de Herrmann com os negócios, Molly’s está perto do fim. O bar quase não aparecia e, apesar de gostar bastante dele, acho que tá na hora de finalizar isso e o Herrmann partir pra outra. Ele merece coisa melhor.
PS: Katie e Otis formam um casal super cute! O modo adolescente com que o casal se comporta traz momentos de fofura para a tela – isso até Severide descobrir, claro.
Teen Wolf — Anchor
08/01/2014, 15:56.
Júlia Berringer
Reviews
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Parece até começo de temporada. Teen Wolf está de volta para a segunda metade de sua terceira temporada e as coisas estão surpreendentemente assustadoras e agradáveis de assistir.
Pra começar, nós sabíamos que sequelas seriam deixadas depois da experiência de morte e volta à vida de Allison, Scott e Stiles, mas não imaginávamos que seriam tão fortes assim. Não que eu esteja reclamando.
Teen Wolf antes era conhecido (e reconhecido por mim) como mais um drama teen sobrenatural da TV, mas cresceu e apareceu. Essa estreia de meio de temporada nos prova exatamente isso. As alucinações sofridas por nossos três protagonistas são harmonicamente bizarras e contundentes. Falando em termos técnicos e em movimentos de câmera e iluminação não há nada de muito novo aqui (tudo é escuro e atmosférico), mas quando Stiles sonha e aquela luz toda aparece, eu fiquei espantada, como se aquilo me dissesse que a temporada seria mais obscura do que nunca.
Além de todo o drama acontecendo, os escritores introduziram também uma outra história em Anchor: O potencial assassinato não solucionado de uma menina, há oito anos atrás. Tenho certeza de que há um longo jogo de mistério por aí (nas últimas cenas do episódio, as coisas levam a crer que Amelia é um lobo, o que sugere que ela foi de fato atacada por um lobisomem). A verdade é que isso pode soar um pouco exagerado quando se já tem tantos plots acontecendo. Sabemos que Teen Wolf não é bom ao lidar com todo o drama e não consegue, na maioria das vezes, equilibrar tudo. Já existe bastante loucura levando em conta os pesadelos cada vez mais problemáticos de Stiles, Scott e Allison, sem ao menos precisar da adição de um outro elemento.
Um ponto a ser destacado é o de que ganhamos uma nova personagem. Kira, uma estudante de transferência que sabe claramente mais do que ela está deixando escapar. Não vamos esquecer que Beacon Hills é agora um ímã para criaturas sobrenaturais… então é provável que há mais em Kira do que ela aparenta ser.
Sobre os pesadelos, Dr. Deaton diz que eles precisam fechar a porta de suas mentes o mais cedo possível, ou então eles vão morrer. Até parece. Seria ridículo pensar que os escritores poderiam realmente matar três protagonistas da série. Mais uma tentativa de fazer os fãs da série surtarem, dá errado.
Além disso, ausentes durante a maior parte do episódio estão Tyler Hoechlin (Derek) e Ian Bohen (Peter), que só aparecem na cena final, sendo torturados por alguém que desconhecemos. Essa cena aleatória foi feita para criar perguntas e teorias, mas com tanta pouca informação, eu não consigo imaginar o que está acontecendo ali. Tudo o que posso dizer é que a cena serviu para dar continuidade a quota de Hoechlin de uma cena sem camisa por episódio.

“Eu passei metade da minha infância preso dentro de um freezer, então ser útil é tipo uma coisa nova para mim.”
PS: Sharman tem o dom pra inserir linhas de humor em diálogos tensos, e isso é uma das coisas que eu mais gosto em Isaac.
PS2: Eu sei que nós vemos homens sem camisa o tempo todo nessa série, e que os telespectadores homens (em sua maioria) não querem muito ver isso, mas praticar arco e flecha na floresta usando saia é um pouco demais, não é ?
Finalmente, deixo para vocês uma pergunta importante: Qual alucinação é pior?: Scott não conseguindo controlar sua transformação; Stiles não conseguindo ler e pensando em sacrifícios no Nemeton ou Allison sendo perseguido por sua tia morta ? Eu estou em duvida entre Stiles porque a paralisia do sono parece insuportável, mas a tia Kate foi uma grande vilã na primeira temporada e ela me assusta. Muito.
Depois de tanto tempo, estou feliz que a série está de volta com um formato mais sombrio e adulto. Vamos apenas esperar que as coisas continuem boas (e sem cenas Allison e Isaac, porque ninguém merece).
Dracula – Servant to Two Masters
08/01/2014, 09:30.
Gabriela Pagano
Reviews
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Confesso que não senti tanta saudade assim da série Dracula enquanto ela esteve em hiato. Acho, sim, que o seriado melhorou bastante ao longo dos sete episódios exibidos até agora, mas ainda está longe de ter uma história cativante e envolvente. Às vezes, tenho a impressão de que os capítulos são mais longos do que eles realmente são; falta ritmo ao enredo. Dito isso, tenho que admitir que o sétimo episódio foi, provavelmente, o melhor até hoje.
Primeiro, gostei da Lady Jayne instruindo a pobre Lucy a seduzir Harker, para dar “uma lição” em Mina. A Lucy ficou muito abalada com a reação da (ex) amiga depois que ela se declarou à moça. Diferente da Lucy dos filmes e do livro, a nossa Lucy da série é bastante ingênua e não sabe lidar tão bem com os assuntos amorosos, com a arte da sedução. Não sei como o Harker vai reagir a isso, já que ele é todo “certinho” e cheio de moralidades. Mas é fato que ele está desconfiado de Mina e Drácula e, por isso, pode ser que ele aceite as investidas de Lucy – se Lucy vai conseguir ir até o final com isso, não teria tanta certeza. Mas espero que sim! Acho que o Harker combina mais com ela do que com a zzzzZZZZzz…. Mina.
O Harker, depois de pensar muuuuito, de botar o cérebro para ferver, finalmente concluiu que foi mesmo o Drácula quem contratou a atriz para enganá-lo e sujar a imagem de um homem com honra. Ufa! Pensei que ele nunca iria perceber isso. Ele está com o pé bem atrás em relação ao patrão e não acho que Drácula possa confiar nele. Não que o vampiro esteja preocupado com isso. Mas talvez devesse começar a ficar em alerta, já que Harker foi convidado a integrar a Ordem do Dragão (a resposta dele ainda não nos foi revelada, mas não acredito que ele tenha dito “sim”; como disse antes, ele é “certinho” demais para alguém descrito como tão ambicioso).
Já a Mina e o Drácula tiveram seu momento “chameguinho” mais intenso até agora e, ao que tudo indica, a mocinha está se rendendo aos sentimentos por Drácula, digo, Alexander. Adoro ver os dois juntos e os momentos do casal são sempre o ponto alto da história. O problema é que, agora, a Ordem do Dração sabe que Mina é o que o empresário tem de mais importante, devido ao quadro roubado (achei o leilão, a pintura, de uma forma toda, muito forçado e aleatório, mas ok).

Quem conquista, cada vez menos, o amor de Drácula, no entanto, é Van Helsing. O vampiro acredita que o professor esteja lhe usando e chega a culpá-lo por ter sido ele quem o trouxe de volta a esse mundo corrompido. No episódio da semana, acompanhamos Drácula experimentar um pouco de “humanidade”, ao caminhar por algumas horas ao sol. Para o personagem, entretanto, que precisava lidar com a sede por sangue, tudo não passava de ilusão, já que ele nunca mais seria um humano, de fato. E, aí, Drácula fez uma das constatações mais lúcidas da série: Van Helsing é um monstro pior do que ele e, um dia, ele ainda vai matar o professor por isso. Concordo. Porque Drácula, a todo momento, tenta lutar contra sua natureza de vampiro; ele não quer matar para se alimentar, por exemplo. Van Helsing está disposta a tudo (a tudo mesmo!) para conseguir a vingança que almeja.
O Drácula da literatura não é piedoso assim, mas uma série televisiva pode ter liberdade para criar e isso está, sim, funcionando bem. No começo, estranhei toda essa bondade do personagem porque, até então, pelos trailers, pelos materiais de divulgação, eles vendiam o personagem como um grande vilão; o que não era verdade. Mas, agora, com tudo sendo contextualizado, com todas as dificuldades enfrentadas pelo vampiro – e, talvez, esse dilema existencial seja a fórmula do sucesso da temática vampiresca nos últimos tempos -, chego a me sensibilizar com Drácula e fico me perguntando se ele vai falhar na missão e morrer no episódio final da série (não, não estou cancelando o programa, apenas estou tentando fazer uma previsão, porque é uma parte da história que me interessa bastante).
No final das contas, os instintos de Drácula o venceram e ele precisou se alimentar. Por conveniência, a vítima foi um policial que não permitiu que o evento da empresa dele, para apresentar novos resultados da energia wireless, acontecesse. Só achei meio indiscreto ele ter assassinado o homem bem na frente da companhia. Desse jeito, a culpa vai recair sobre ele e a Ordem do Dragão voltará a suspeitar dele. Outra coisa interessante é justamente a preocupação da Ordem em relação às pesquisas de energia wireless. A Ordem parece sempre estar um passo a frente de Drácula. Por isso, temo tanto por ele… Aguardemos os próximos capítulos.
p.s.: adoro quando o Drácula faz voz de serpente! Mostra que a natureza malvada dele está se externizando.
Elementary – The Diabolical Kind
08/01/2014, 08:49.
Gabriela Pagano
Reviews
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Elementary retornou do hiato de final do ano e, junto com a série, a musa Natalie Dormer também voltou ao programa para a alegria da nação! Que Moriarty apareceria nessa temporada, a gente já sabia, uma vez que a personagem sempre foi muito citada na série e porque, no terceiro episódio desse segundo ano, We Are Everyone, a gente descobriu que ela e Holmes trocavam correspondências – uma coisa bem old style que o Holmes adora fazer (vocês se lembram daquela “assassina” com quem ele se correspondeu por anos, né?). Também quero cartinhas do Sherlock, por favor.
Mas vamos falar sério. Que episódio incrível. Nos cinco primeiros minutos de história, já me peguei pensando “Ai, lá vou eu dar nota máxima de novo”. Por favor, não me entendam mal. Não é que eu não seja criteriosa, a série é que é realmente muito boa! Acho que depois de termos um ator cuja performance como Moriaty foi tão aclamada no seriado Sherlock – Andrew Scott levou, inclusive, o BAFTA pelo trabalho -, a Natalie Dormer aceitou um desafio duplo: primeiro, fazer a personagem tão bem quanto o Scott (não adianta sapatear, comparações serão sempre inevitáveis, seja um hater ou não) e, segundo, ela tinha que fazer bem porque aquele papel seria mais uma reviravolta na história que até então conhecemos de Sherlock Holmes: agora Irene e Moriarty eram a mesma pessoa; sim, Moriarty, uma mulher. Que coisa mais doida. Mas funcionou incrivelmente bem! A Natalie simplesmente arrasa na pele da vilã e a personagem é das mais conflituosas possíveis. A Moriarty é muita rica em complexidade e imagino que, assim como é delicioso assistí-la, também deve ser delicioso escrever essa personagem (invejei vocês, roteiristas, que tem o melhor emprego do mundo!).
Pois bem. No episódio da semana, uma menina foi sequestrada e Moriarty queria convencer a todos de que ela não estava por trás do feito – mesmo que evidências apontassem para o contrário – e estava disposta a ajudar na investigação – já que ex-empregados dela sequestraram a menina. Durante a história toda, que não teve exatamente grandes momentos de tensão, a gente tinha certeza que ela estava, sim, por trás de tudo e que ela iria escapar da polícia em algum momento. No final, entretanto, não era nada daquilo: ela realmente não sequestrou a menina porque a menina era FILHA dela. Nessa hora, concluí “Okay, vou mesmo dar nota máxima, porque né.” Achei esse plot interessantíssimo e inesperado. Além disso, de certa forma, mostra um ponto fraco e humaniza a personagem.

Quem também foi humanizado foi Holmes, que, depois de alguns episódios sendo rebelde, voltou a ser “fofinho”. O episódio deixou claro que ele nutre sentimentos por Moriarty e acredita que ela vá mudar para melhor (que clichê da vida, né? Nem podemos atirar pedras). Em uma das cenas finas, até tive a impressão de que Holmes iria queimar as cartas da ex-namorada na lareira, mas ele não o fez. Na verdade, acho que ele não conseguiu. Não imaginei que Holmes ficaria tão “mexido” com Moriarty dessa forma depois da season finale da primeira temporada. Considerando tudo o que ela fez, achei que, mesmo nutrindo uma paixão por ela, o detetive seria mais duro e indiferente. Mas até que ele foi bem bonzinho. Outra situação um pouco inesperada é o visível ciúme que Moriarty tem da Watson e diria que chega a ser uma pequena obsessão (ela pintou a ex-médica num quadro enorme). Isso sugere que Moriarty gosta do Holmes, bem como um potencial romance entre Wason e seu companheiro de trabalho (algo que não apostaria que vá acontecer em breve, não mesmo). Ainda assim, o triângulo é curioso (ou quarteto? Quem sabe a Watson finalmente “desencalhe”?). Só sei que espero ver a Moriarty em breve na série, porque a vilã é sempre-vinda. Ao 221B, em Nova Iorque e nas nossas casas.
p.s.: cadê o detetive Bell?? Sdds.
Grimm – Red Menace
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“Para matar Koschei, o imortal, primeiro você deve encontrar sua alma, que está escondida em um ovo, em um pato, que está em um baú, que está enterrado sob um carvalho.”
O episódio Red Menace é baseado em um conto da mitologia eslava, onde o Koschei é conhecido como um imortal, sequestrador de esposas de heróis. Segundo a lenda, o Koschei não pode ser morto por meios convencionais. A alma do Koschei fica escondida dentro de uma agulha, que fica em um ovo, que esteja em um pato, que fica em uma lebre, que esteja em uma caixa ou baú, que fique sob uma árvore de carvalho. Em uma fábula russa, Koschei é amante de Marzanna, que era casada com Dazhbog. Quando este parte para matá-los, Marzanna o droga e Koschei atira Dazhbog em um poço. Depois os dois o amarram em uma montanha do Cáucaso.
Em Grimm, Koschei é um wesen, é claro, e dos poderosos. Ele acaba morrendo no final das contas, mas tem um poder fantástico que é o de curar as pessoas de qualquer mal que elas tenham. No entanto, o Koschei de Grimm, Boris Myshkin, morre um pouco a cada vez que cura uma pessoa. Ao viajar para Porland – lembrando que tudo acontece em Portland – Myshkin é atacado por um estranho e a partir daí entra na vida de Hank e Nick. Assim como o Koschei consegue salvar as pessoas, ele pode também matá-las. Assim sendo, a cara do homem que resolveu tentar matar o Myshkin não ficou nada boa.
Enquanto isso, na vida de Nick o que chamou a atenção foi a cena inicial do episódio. Música boa. Uma menina de casaco vermelho corre no bosque. É seguida por um homem de capuz que passa por ela e diz… good morning (bom dia). Semelhanças com a primeira cena do episódio piloto de Grimm não são mera coincidência. O que temos de diferente é que ao invés de um wesen assassino, a moça encontrou com Nick, o Grimm que corre o quanto quiser e não escorre dele um pingo de suor.
Entre os outros pormenores de Red Menace, Renard finalmente retorna a Portland, deixando Adalind longe com sua chatice e seu bebê real monstro. O retorno de Renard também foi bom para Nick, afinal, nem sempre se sabe quando vamos precisar de alguém que fale russo fluentemente, não é? Já Juliette recebeu uma visita de última hora, uma amiga wesen que tenta se separar do marido violento e também wesen. A história deve ter sequência no próximo episódio. Nick já sabe que Alicia é uma wesen, mas Juliette ainda não tem conhecimento da verdade sobre a amiga. Pode render um bom episódio.
Ah, não podemos esquecer. Hank sensualizando com a fisioterapeuta? Vocês também viram isso? Mas não deu muito certo a ação do nosso amigo. A vida de Hank como fiel escudeiro de um Grimm não vem rendendo bons frutos, além de ter sido enfeitiçado por uma hexenbiest chata. No entanto, acredito que a fisioterapeuta deve retornar à série e à vida de Hank. Não podemos esquecer também os dois melhores momentos de Red Menace: Nick tomando banho coletivo com Hank e Wu e a referência ao clássico do cinema, Os Caça-Fantasmas. “Quem você vai chamar?” Genial.
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