TeleSéries
White Collar – Live Feed
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White Collar chegou ao ápice de sua temporada – até agora – com Live Feed. No início do episódio, não é possível imaginar o desfecho que a história vai apresentar. Neal e Mozzie começam o episódio tentando acertar as contas e se livrar de uma vez por todas de Curtis Hagen. Já em outro ponto de New York, Peter recebe uma ligação que pode mudar a sua vida. Em duas semanas o agente do FBI deve estar em Washington para assumir seu novo cargo. Enquanto isso, Neal encontra-se com Hagen, mas o resultado da reunião é mais uma peça em meio a essa bagunça de interesses e relações complicadas de seres humanos: Rebecca.
Neal e Peter ficaram com o relacionamento muito abalado depois dos últimos acontecimentos. Pela primeira vez, desde o início da série e dos inúmeros percalços de Caffrey, Burke não consegue lidar com o fato de ter ele mesmo contribuído contra a lei e o sistema no qual ele acredita. Mesmo podendo ser preso e contra a opinião de Elizabeth, que acredita que Neal fez o que precisava ser feito, Peter não sabe se vai conseguir viver com ele mesmo, após tudo que aconteceu.
A promoção de Burke para Washington tem um ar de desfecho de série, algo muito preocupante, já que White Collar ainda não teve sua sexta temporada confirmada pela USA. No entanto, Burke não parece muito certo de sua mudança para a capital americana, e também não acredita ser merecedor da promoção. Por outro lado, pesa o fato de que ele não consegue mais confiar em Neal e esta seria uma boa oportunidade de passar seu consultor para a tutela de outro agente. Jones pensou em se oferecer para trabalhar com Caffrey, mas Peter magoou os sentimentos de Neal – que ouvia tudo pela escuta de Mozzie – ao dizer a Jones que ele se arrependeria.
Já os acontecimentos ao longo do episódio favorecem a permanência de Peter em New York. Neal foi forçado a ajudar Hagen, enquanto Rebecca e Mozzie estavam também sob ameaça do criminoso. Depois de ter conseguido salvar seus amigos, Neal acompanha Peter na prisão de Hagen, mas os dois acabam como testemunhas do assassinato do criminoso. A situação fica ainda mais complicada, quando os dois descobrem que o culpado pode estar ligado à morte do ex-agente do FBI, David Siegel.
Com essas novas pistas em jogo vai ser difícil Burke aceitar deixar New York, ao menos que ele resolva o caso e aí sim se sinta livre para seguir carreira na capital. Quem fica cada vez mais sozinho é Neal, ainda mais agora que descobriu que o possível suspeito do assassinato de Hagen é – nada mais, nada menos – que a própria Rebecca. Ela parece ter sido mantida refém por ela mesma, o que sugere que era parceira de Hagen, apesar de ser a principal suspeita de sua morte. Além disso, o morador do prédio Cooper, apartamento 3, que Neal e Peter descobriram ser provavelmente Rebecca, estava investigando não só Caffrey, mas Burke também. Além da decepção de ver Peter falar para Jones que não vale a pena trabalhar com Caffrey, Neal ainda teve a decepção de descobrir que Rebecca não é a pessoa que ele achava que era. Uma pena, ainda mais depois da ótima cena do encontro dos dois neste episódio.
O mais interessante é que Peter parece ter sido chamado para trabalhar em Washington – e em apenas duas semanas – justamente em um momento em que chega perto de descobrir algo muito grande em New York. Já tivemos promotor e senador corruptos em White Collar, e nada garante que Peter e Neal não estão novamente frente a frente com outra pessoa do grande escalão que não está tão interessada assim no sistema, ou no sistema como ele deveria funcionar.
Hagen já mostrou que o que ele mais queria era causar o afastamento e criar desconfiança entre Peter e Neal. Talvez mais pessoas importantes não estão satisfeitas com o trabalho eficiente dessa dupla. Resta saber, se Caffrey e Burke vão conseguir resolver seus problemas “conjugais” e trabalhar juntos para tentar fazer com que o sistema opere da melhor forma possível.
Vida longa a White Collar. Vida longa a Neal e Peter. Depois de Live Feed, fica deprimente imaginar que esta pode ser a última temporada da série. Episódio sensacional.
Agents of S.H.I.E.L.D. – The Magical Place e Seeds
20/01/2014, 10:30.
Lucas Leal
Reviews
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Retornando do fim de ano – e da lua de mel -, venho comentar os três últimos episódios de Agents of S.H.I.E.L.D, nos quais finalmente tivemos várias revelações ligadas aos principais mistérios e a série conseguiu alcançar um novo patamar. É bem verdade que nem tudo me agradou, pois não gostei da morte do Edison Po (o homem que vimos falando com Raina na prisão, no episódio Girl in the Flower Dress), nem da prisão de Raina, mas gostei do retorno do Mike Peterson (a cobaia da Centopéia do Pilot) e de Victoria Hand. Mas repito que a série perde oportunidades de ter um grande vilão: Po morreu, Raina está presa, assim como Graviton, e Scorch (Queimada) está morto. Assim, a série não consegue manter uma força a ser combatida, só a oculta Centopéia e o Clarividente, que está mais oculto que o Jacob de Lost! Mas, The Magical Place e Seeds restauram a minha fé em super vilão! A conferir.
A trama de The Bridge e The Magical Place girou em torno do resgate de Coulson, do relacionamento de Melinda May e Ward e, especialmente, da morte de Coulson. Bom, em The Bridge, a equipe de Coulson recebeu o apoio de Mike, após a Centopéia resgatar Po do presídio. Também tivemos a revelação de que o Big Brother de Eye Spy, a câmera que estava atrás do olho de Akela Amador, era obra da Centopéia! Na sequência do episódio, o filho de Mike foi sequestrado, forçando-o a fazer uma troca de Coulson pelo seu filho, sem o conhecimento do Agente, da S.H.I.E.L.D. ou de sua equipe.
O episódio se encerrou com Coulson sequestrado e uma explosão que levava a crer que Mike morreu. Porém, no final de The Magical Place, vemos que o rapaz não só sobreviveu – apesar de todo queimado e sem um pé – como teve implantado um Big Brother no seu olho! Quem sabe agora ele não se torna o super vilão?
A Centopéia havia sequestrado Coulson em razão de possuir uma máquina capaz de “destravar’ sua memória. A intenção era descobrir como Coulson foi ressuscitado, e eu suspeito que a intenção era usar isso nos super soldados. E com Coulson fora do comando, retornamos no episódio seguinte com Victoria Hand liderando a crise para salvar Coulson. E Melinda May, obviamente, passou a liderar o team Coulson. E não deixou a desejar.
Logo de cara expulsou Skye. Mas não porque a queria longe, e sim para que ela pudesse trabalhar fora da S.H.I.E.L.D. e descobrir o paradeiro de Coulson longe de Victoria. E, óbvio, foi exatamente o que aconteceu.
Coulson foi torturado nas mãos de Po, que no fim acabou eliminado pelo Clarividente pela forma que conduziu a situação. Só não entendi porque tanto esforço para resgata-lo da prisão e depois elimina-lo! Saindo Po, Raina assumiu a questão e foi dobrando Coulson, até que ele finalmente resolveu mergulhar em suas memórias. Foi assim que descobrimos que Coulson não ficou morto por apenas alguns minutos, mas sim por vários dias.
Vimos o dark side da S.H.I.E.L.D., já que Coulson foi revivido a base de muita tecnologia (alienígena provavelmente). E o processo o estava deixando doido, e ele implorava para morrer. Ou, no caso, para permancer morto. Assim, a organização usou a saída de “manda-lo pro Taiti”, o Magical Place, induzindo sua mente, para que se lembrasse de uma massagem, ao invés das sessões de tortura que o reviveram. Achei a sacada muito boa, mas me deixou com várias perguntas, como por exemplo, qual o sentido exato de tanto esforço para reviver Coulson, se a questão ia ser escondida no “nível 7”. No fim de tudo, Coulson foi salvo e Skye finalmente teve seu bracelete removido.
Na sequência, parecia que a trama retornaria para um episódio de vilão da semana, mas acabou mexendo paralelamente com a sua mitologia. Fomos para a sede da S.H.I.E.L.D. – o que rendeu uma ótima piada de Skye com Hogwarts, novamente. Mais especificamente, conhecemos o Departamento de Ciências, para uma investigação sobre atentados causados por um aparato criado por Fitz-Simmons.
Vimos que o nerd Donnie Gill estava sendo perseguido por algum atacante, e aqui a série infelizmente me decepcionou. Após o segundo ataque e a conversa com Fitz, tive certeza de que Gill era o vilão! A surpresa se deu por conta de que a vítima no primeiro ataque, Seth, estava junto com Gill.
O que gostei mesmo foi a trama paralela de May e Coulson em busca do passado de Skye. Eles localizaram o agente Lumey, parceiro da falecida Avery, a agente que abandonou Skye no orfanato. Um adendo para mais uma ótima cena que Clark Gregg e Ming-Na Wen nos entregam. O melhor foi a revelação final, do caso de May com Ward!
O fato é que May e Coulson localizam Lumey e conseguem capturar o agente, que fez uma revelação bombástica: Skye é um 0-8-4, ou seja um objeto de origem desconhecida! Foi deixada para adoção pois estavam tentando localiza-la e mataram todos que tiveram contado com a bebe Skye, apenas Lumey conseguiu fugir. Mas o melhor é que Lumey revela ainda que a Skye tem superpoderes! Será que Skye vai ser a “super” que tanto falta na equipe Coulson?
E esse poderia ser o novo segredo da série, uma vez que diante do aviso de Lumey de que melhor não se aproximar de Skye, pois ela traz a morte, e por conta da perseguição do passado, May e Coulson decidem nunca revelar isso para Skye. Mas o novo Coulson vem a tona, depois de descobrir o segredo de sua morte ele resolve contar tudo para Skye!
A cena final de Coulson falando com May sobre como se deu o dialogo dele com Skye, e como ela – mesmo diante da tragédia – conseguiu tirar um lado bom e ter força para se sentir pertencente a algo (a S.H.I.E.L.D., que sempre a protegeu) e de como isso restaurou a crença e a fé de Coulson na humanidade, foi emocionante, e um dos pontos altos da série até agora.
Por fim, o episódio termina com Donnie Gill a caminho da Caixa de Areia, congelando um vidro. Será que ele pode se tornar esse super vilão? É isso ou torcer para Raina ser libertada das garras da S.H.I.E.L.D.!
E a última revelação de que o contratante de Gill e Seth era da Centopeia e que o Clarividente mandou um ‘alô’ para Coulson? E agora, como serão as coisas? Como vai ser a batalha com a Centopeia? Como Skye vai lidar com as revelações de que ela é um 0-8-4. É aguardar para ver. A série volta agora em 04/02, quando teremos a participação especial de Stan Lee!!! Até lá!
Parenthood – Jump Ball
20/01/2014, 10:16.
Karina Mochetti
Reviews
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Como já era esperado Camille não voltou a mesma da viagem e não estava tão feliz em estar de volta. Entendo bem o sentimento dela, para algumas pessoas é difícil voltar para a gaiola depois de voar pelo mundo. O problema é que Zeek é o oposto e depois de anos se reprimindo para cuidar de marido e filhos, Camille está se descobrindo e acho que agora ninguém mais segura ela. A questão é se Zeek conseguirá se adaptar a isso ou não. No último episódio ele teve um ótimo conselho do seu novo amigo, dizendo para não deixar Camille escapar. Agora resta saber se Zeek vai ouvir o conselho ou vai manter a sua atitude teimosa e de sempre.
Eu gosto da Amy e do Drew juntos, mas dessa maneira não acho que será muito saudável e dará muito certo. Amy está usando Drew como zona de conforto, já que a vida na faculdade não está sendo uma boa experiência pra ela. E Drew está perdendo a sua vida na faculdade, porque não consegue deixar o colegial para trás. Sobre Natalie, estou por um lado um pouco decepcionada com a falta de ciúmes e a atitude serena dela a respeito de Amy, já que esperava bastante conflito nessa história. Por outro lado, gostei da maturidade da personagem que me surpreendeu e cada vez me cativa mais por ser uma garota com características normalmente associadas a homens.
Um ponto bom do episódio foi Crosby reclamando que Adam chamou Hank para jogar poker. Tudo que Crosby reclamou de Hank são características que Max também tem, mas com ele Crosby tem paciência. Isso fez Adam sentir um pouco do que Max enfrenta e ainda enfrentará na vida, pois até as pessoas verem um atestado médico de Asperger, elas não costumam ter paciência, nem aceitar as diferenças. E a reação de Adam e Kristina torcendo para que Hank tenha Asperger foi bem engraçada, mas vale lembrar que Hank não é o primeiro adulto com Asperger a aparecer na série. Na segunda temporada, o maravilhoso Michael Emerson também interpretou um adulto com a síndrome na série.
Outro ponto alto do episódio ficou com Amber – como sempre -, que destruída pela partida de Ryan, saiu dirigindo aleatoriamente e deixando Sarah preocupada, com toda razão. Amber acabou indo atrás do pai no bar que ele trabalha e arrumando uma briga — detalhe para a maravilhosa fala “Você me pagou 3 drinks e por isso acha que eu vou fazer sexo com você? Acha que eu te devo algo por isso?”, eu aplaudi de pé! Depois de tudo isso ainda fomos presenteados com a volta de John Corbett como Seth e com mais uma maravilhosa atuação de Mae Whitman, descontando toda sua raiva e decepção no pai.
Na minha opinião, a separação de Julia e Joel está sendo lenta demais. Os problemas já ficaram bem claros, as intenções de Joel de se separar e sair de casa também, mas só agora ele vai começar a procurar apartamento? A história chegou num ponto tão arrastado que a conversa de Julia e Sarah foi idêntica a de Julia com Adam alguns episódios atrás. Entendo que Julia vá conversar com todos os irmãos, mas não entendo o que nós, telespectadores, ganhamos assistindo a mesma cena com diferentes atores. E nesse aspecto, Peter Krause mostrou muito mais química com Erika Christensen que Lauren Graham. Eu achei a cena um pouco seca, sem sentimentos. Não sei se é porque vemos pouco a interação entre as duas irmãs ou porque realmente as duas atrizes não conseguiram se entrosar.
E Peet finalmente entrou na história do fim do casamento de Julia e Joel, mas até agora só na imaginação de Julia…
Grimm – Eyes Of The Beholder
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“Estou feliz nesta noite, você não pode me ver, pois tenho muita vergonha da minha mudança.”
Grimm retorna do recesso de Natal e Ano Novo seguindo com a história da amiga wesen de Juliette, que está se separando do marido. Em paralelo a isso, Nick e Hank ganham um homicídio entre gangues para desvendar. Casos que envolvem gangues já são perigosos, e quando os criminosos são wesens a coisa fica mais complicada ainda. Por outro lado, quando a dificuldade aumenta, o desempenho dos personagens também surpreende. Juliette teve seu melhor momento até agora na história da sua personagem ao bater de frente (literalmente) com o marido de Alicia, o wesen Joe.
O episódio também trouxe outros elementos interessantes. O caso fez ligação com o episódio anterior, Red Menace, quando Hank tenta sensualizar com a sua fisioterapeuta, Zuri. Agora, em Eyes Of The Beholder, Zuri está envolvida no caso em que ele e Nick estão trabalhando. A surpresa maior ficou para o desfecho do episódio, quando Zuri e seu irmão, Jared, não seguraram os instintos e acabaram se mostrando wesens. Esse era o motivo pelo qual a moça não aceitou as investidas de Hank no episódio anterior. Agora, devemos rever Zuri em outras oportunidades em Grimm. Go Hank!
Outro ponto interessante em Eyes Of The Beholder foi o jogo de câmeras na cena da perseguição de Jared no prédio. A edição da cena acompanha o ritmo pedido na ação dos personagens e o plano que mostra a passagem da ação de dentro do prédio para a rua, brinca com o ritmo da perseguição pelas escadas. Depois de um plano interno mostrar Jared quase saindo do prédio, outro plano na rua é feito com a câmera dando um giro, mostrando o céu e o alto do prédio e depois apontando para a porta, onde seguem os personagens em perseguição.
O desfecho de Eyes Of The Beholder contou com duas cenas de ação para encerrar com a história dos dois plots apresentados no episódio. Primeiro, Alicia, Juliette e Nick – muito mais Alicia e Juliette – enfrentam Joe e garantem que ele nunca mais volte a incomodar Alicia. Logo depois de prender Joe, Nick segue para acabar com os membros da gangue que veio de Washington para bagunçar as coisas em Portland. Com a ajuda dos superpoderes de Nick e também das habilidades de wesen de Zuri, foi rápido resgatar Jared e a namorada, Joy. As cenas de ação de Grimm estão mantendo o nível, normalmente são curtas, mas sempre agregam elementos que surpreendem em algum momento o espectador.
A terceira temporada de Grimm segue em um nível alto, mas acredito que a série deva pensar em algo para embalar a sequência de episódios até o final da temporada. Apesar da ótima apresentação, a série carece de um “sal”, um gancho que una todos os episódios. O plot que envolve a família real e a gravidez de Adalind não vem rendendo como o esperado, ao invés de ser um elo de ligação entre os episódios, se tornou o foco das cenas mais sem graça da temporada.
New Girl – Basketball
18/01/2014, 12:48.
Carla Heitgen
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O episódio de número 12 da 3ª temporada de New Girl deveria se chamar “Basquetesbol”. Não foi erro de digitação, não. É porque, na verdade, são duas cestas e não uma na quadra. Senhoras e senhores, bem-vindos à lógica linguística e intimidade com o esporte da professora Jessica Day!
Nick torce pelo time de basquete Chicago Bulls e Coach pelo Detroit Pistons. Os dois vivem um tirando sarro da cara do outro, principalmente quando uma das equipes perde. A Senhorita Day não entende a graça do esporte e porque os homens se empolgam mais com um jogo do que… bem, com qualquer outra coisa mais interessante.
O rival de time e brother de seu amado ainda a vê como “a namorada do amigo” dele. Ela é a única do grupo com quem Coach não tem um relacionamento mais próximo, então o que Jess faz? Busca uma oportunidade para conversarem sobre a vida, o passado e se agora está ruim, imagina na copa. O cara não é fanático por basquete? A solução, então, é assistir a um jogo com ele e iniciar “casualmente” um diálogo. No meio da partida.
Não é um bom plano, certo? Mas Jessica Day o coloca em prática! Para ela o jogo é uma metáfora para superação, logo, uma janela de oportunidade para explorar a infância de cada um e, a partir daí, o começo de uma amizade eterna. Nick até tenta explicar porque homens gostam de esportes. Jess entende, do seu jeito.
Jess incorpora uma torcedora dos Pistons, inventa uma saudação, o bate bumbum, e faz uma musiquinha sobre o quanto o Chicago Bulls é ruim. Nick não gosta de ter uma namorada que torça pelo time adversário, e expulsa Jess (e seu novo uniforme) de sua cama dando-lhe um ultimato: ou ela tira a camisa, ou ele “fechará a torneira”, isto é, nada de namoro até ela mudar de ideia. Nem os apelos da fofa, que precisa de sua dose de vitamina D, o convencem. Começa, assim, uma hilária provocação para ver quem cede aos desejos da carne primeiro com técnicas de sedução bizarramente divertidas, de ambas as partes. Nick sensualiza escovando os dentes, jogando água no corpo (e engasgando) e vestindo um uniforme de seu time exibindo suas perninhas brancas. A professora, por sua vez, lhe diz que será resistente, afinal ela canaliza seu desejo no tricô, método que a salvou de um passado promíscuo no ensino médio.
Chega uma hora, contudo, em que Jess não aguenta mais ver partidas de basquete. Ela sabota a televisão e sugere a Coach um papo com café. Bastante hesitante, ele concorda e depois de um silêncio constrangedor, a convida para comer alguma coisa … em um bar onde há uma grande televisão transmitindo o jogo. É quando Jess confessa não gostar do esporte e só estar ali porque quer ser amiga dele. Climão. A professora vai embora. Desesperados pela fase de abstinência, Nick resolve vestir a camisa dos Pistons, e Jess a do Bulls. Reconciliação à vista.
Winston (oba!), também teve destaque esta semana, com seu dilema profissional. Após repensar sua carreira e pedir demissão do trabalho como comentarista esportivo pede conselhos a Schmidt, que trabalha na área de Marketing .
Mesmo acreditando que o amigo não tem muito jeito, ele o convida para acompanhá-lo ao trabalho para ver como a mágica é feita. Infelizmente, o publicitário escolhe um dia ruim. Após a decisão de sua chefe de demitir uma funcionária por ser velha, com apenas 45 anos, é obrigada a contratar um representante da terceira idade, ironicamente chamado de “o cara novo” para preencher o cargo.
Novo comparado a quê? À lua? – Schmidt
Apesar do sarcasmo, nosso estimado d-bag o acompanha, revelando, inclusive, uma ideia com grande potencial de sucesso, a ser sugerida para sua chefe, a qual foi compartilhada, posteriormente, pelo recém-contratado colaborador como se fosse dele. Schmidt foi traído por seu entusiasmo e vaidade.
Winston, que esteve presente em uma parte do expediente do amigo, anotou algumas impressões em seu bloquinho. Não sobre Marketing, e sim sobre o perfil do senhor que seguiu. Seu apurado poder de observação confirma o que o publicitário descobriu sobre o caráter do cara novo. Para conseguir armar algo que revele a trapaça eles precisam pensar como uma pessoa mais idosa e entender como funciona a mente daquele que puxou o tapete de Schmidt. É neste momento que Nick chega e pergunta onde eles revelam, isso mesmo, revelam as fotos que tiram. Em nenhum lugar, porque com a tecnologia digital fotos são feitas com celulares, concordam os amigos mais antenados. Em uma elaborada teoria da conspiração que nem se eu tentasse conseguiria reproduzir, ele afirma que as fotos provocadoras que tirou para Jess poderiam parar “no bolso do Snowden” ou no Wikileaks, tamanha a facilidade em burlar a tecnologia. Tem que ver para entender.
O novo colaborador apresentará a ideia que roubou de Schmidt em uma reunião. Ele pede que o mesmo distribua folhas com o conteúdo, porém, o jovem espertamente diz que nenhuma impressora está funcionando e a proposta terá de ser apresentada por slides em um laptop, o qual seu adversário não consegue operar. Para não ficar mal perante seus colegas e sua chefe, finge, então, um infarte, fazendo o plano de Schmidt dar certo.
Winston descobre que se divertiu analisando as evidências do caso do Schmidt, o que leva Cece (que agora trabalha no bar de Nick) a sugerir que ele ingresse para a polícia. Schmidt diz que finalmente o bigode antiquado dele vai fazer sentido e Winston imita Denzel Washington em Dia de Treinamento, seu filme favorito. Sensacional!
O novo elemento, interpretado por Damon Wayans Jr., ainda parecia deslocado da química resultante de três anos de convivência do grupo de amigos. No final do episódio, ele conquistou seu lugar, tanto que começou a desabafar com Jess sobre sua vida bem na hora em que ela e Nick estavam fazendo as pazes do outro lado da porta.
E não é que assistir a um jogo, para Nick e Coach, é lembrar da infância e da cidade natal?
Foi uma história que provou: há lugar para todos e que, voltando às origens da personalidade peculiar de Jess e seus amigos, New Girl ainda tem fôlego.
Até semana que vem!
Person of Interest – 4C
17/01/2014, 15:07.
Regina Monteiro
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Um pouco óbvio. Um pouco exagerado. Um pouco inverossímel. Assim foi 4C. Mas nada que os dois minutos finais não tenham compensado de sobra.
Podem me chamar de piegas, mas o encontro de Finch e Reese, no final do episódio, valeu os quarenta minutos de idas e vindas e alguns exageros do episódio todo. Afinal, era a volta de Reese, e eu sou capaz até de perdoar o estilo meio 007 que lhe deram, a improvável aterrissagem do avião e a estrutura do episódio, um pouco vídeo game. De qualquer forma, eu – e tenho certeza que mais pessoas também (essas que são fãs incondicionais) – amo essa faceta heróica de gente comum marcada na pele a fogo e brasa, em momentos críticos, quando tudo depende de um ato de desprendimento e fé. Não é isso que a fantasia deve ser? Uma forma de sublimar a realidade? Se for isso (e eu acredito que sim) Person of Interest faz direitinho a lição de casa.
A Máquina foi buscar Reese e não demorou muito. Entre salvar a vida de Owen Mattheus e perceber que os passageiros do avião eram as pessoas em perigo, ele descobriu seu propósito: ajudar as pessoas.
Ele pode, então, despertar de seu torpor autoimposto e superar a raiva gerada pela realidade da impotência diante de determinadas situações. C´est la vie! Finch sabe disso, e, ao programar a Máquina, quis limitar aquilo que ela poderia informar; quis conservar em mãos humanas a decisão final sobre como agir em determinada situação e com determinada pessoa; quis preservar, para bem ou para mal, aquilo que pode ser nossa maior qualidade ou maior maldição: livre arbítrio. Por isso eles não sabem tudo. Por isso têm que decidir. E, no final, é isto que faz valer a pena. Possibilidades.
E, assim, resgatado pela Máquina e reconciliado com Finch, o episódio termina com os dois andando pelas ruas de Roma em busca de um terno novo. Muito mais que simbólico!
Mas 4C, valeu ainda por um momento único. Um desses momentos raros em que somos contemplados com um show de interpretação. Aquele momento em que, se nada mais se salva, em um filme ou uma série, já vale pelo tempo todo da história. Existem algumas cenas no cinema ou na TV, que valem pela interpretação do ator, quando, no silêncio de um olhar, ele revela mais do que mil palavras de um diálogo poderiam expressar. Lembro-me de Dustin Hoffman em O Júri, quando, em uma das sequências finais ele olha para os personagens de Rachel Weiss e John Cusack e, com um simples piscar de olhos, revela que compreende tudo o que os dois fizeram. Ele se torna cúmplice. Sem palavras. Sem gestos. Um olhar e um movimento imperceptível de cabeça. Coisa de gênio!
A expressão de Michael Emerson, no encontro com Reese, ao final do episódio, carregada em um movimento quase que imperceptível do olhar, foi um desses momentos imprescindíveis, somente possíveis a grandes atores. Um olhar de desvelamento que tudo contém: alívio, esperança, contentamento …
Em uns poucos segundos, Emerson conseguiu criar um desses fragmentos para ficar na mitologia da série.
Um momento para nos lembrarmos quando Reese, Shaw, Fusco, Bear e o próprio Finch já não estiverem mais conosco.
The Fosters – The Honeymoon
17/01/2014, 09:53.
Carol Cadinelli
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Após MAIS DE CINCO MESES DE HIATO, The Fosters está de volta. Não com seu melhor episódio, mas com um muito digno. E eu senti falta da coisinha perfeita que é essa série. Menos da Callie, claro, porque ela é uma chata e todos estariam melhor sem ela. Tá, não é bem assim. Acontece que sem ela não teria série, então a gente atura a existência dela pelo bem do show.
É a lua de mel das mamães Adams-Foster (Oops, Adams Foster, sem hífen, já que elas concordaram que o hífen não deveria existir). Teoricamente, é pra tudo correr bem, certo? Mas não. Desde o fall-break (argh, isso não tem lógica nenhuma, mas foi assim que aconteceu), já sabíamos que nada ia ficar bem porque a Callie deu no pé sem avisar a ninguém nem justificar nada, como se a Stef e a Lena não merecessem uma explicação. Fato: Callie precisa crescer. Enquanto isso não acontecer, eu não vou conseguir gostar dela direito.
A coisa é que as mamães gostam dela, a amam, e passam a lua de mel caçando a bebê fujona. Estressadas e se desentendendo sobre o que deveriam fazer pra encontrar a jovem e devolver a estrutura do casamento alugadas, etc. Com a ajuda da mãe de Stef e de Mike, Lena e Stef partem no encalço de Callie: descobrem que a menina está com Wyatt – é tão lindo ele cuidando dela, mostra que realmente se importa -, mas logo que o encontram, Callie foge novamente, para chegar a uma cidade desconhecida. Não conseguindo arranjar emprego, Callie foge novamente, para uma outra cidade desconhecida, onde faz amizade com uma dama da noite – que oferece abrigo a ela – e rouba uma loja. A última cena de Callie, ainda não encontrada pelas mães, no episódio, é a garota dizendo ao dono da loja que não tem dinheiro, mas consumindo os produtos mesmo assim. E o cara chama a polícia.
Em casa, a vovó Foster cuida das crianças. Ela é divertida, e eu gosto dela, apesar de inicialmente se posicionar não muito a favor da adoção de Callie e Jude. A cena dela com o mocinho brincando com a cama dobrável – presente de casamento da vovó para as mamães – é definitivamente a melhor do episódio inteiro. Coisa mais linda :3 Depois dessa cena, a vovó muda de ideia e diz para a Stef que independente do que acontecer com a Callie, para que adotem o Jude. Achei isso muito lindo. O Jude merece ficar com os Foster, mesmo que a irmã dele seja desajeitada em resolver as coisas e acabe magoando todo mundo. Depois que a vovó Foster vai embora, Mike fica encarregado.
Jude e Brandon estão num momento difícil. Acabam brigando, e Jude depois admite para o irmão que se sente culpado pela fuga. Brandon o consola, e, ao que parece, tudo deve ficar bem entre os dois. Os gêmeos também estão num momento difícil: Lexi realmente vai embora, e não vai voltar tão cedo. De início, os dois acham que a amiga/namorada vai apenas visitar a família, mas depois Mariana descobre que Lexi não vai voltar e as duas contam a Jesus, que promete esperar por ela, até que a garota consiga um visto de estudante para ir à faculdade nos Estados Unidos, em alguns anos. Foi a coisa mais linda ele dizendo que a ama. Muitos diriam: “Tu tem quinze anos, moleque. Não sabe dessas coisas! Vê se cresce!”. Eu discordo. Amor é um negócio que não tem idade, e adorei o modo como o amor juvenil foi representado na série: sem os exageros habituais, mostrando que é um amor tão normal quanto o adulto, que passa por problemas respeitáveis e que não são mimimi dos jovens, como a maioria dos pais pensa.
Foi um episódio um pouco irritante, porque essa fuga da Callie me irritou. Poxa, precisava arruinar o momento das mamães Foster? Ç.Ç Eu entendo a Callie, os motivos dela, só não acho que fugir é a solução. Ademais, tirando a irritação pela Callie não ter agido como eu agiria, foi um episódio digno da série, em todos os aspectos.
Agora, a pergunta que não sai da minha cabeça: Callie vai voltar para o reformatório? Espero que as mamães consigam salvá-la do chamado do dono da loja. Mas isso aí é assunto para a próxima review.
Castle – Deep Cover
16/01/2014, 15:30.
Mariela Assmann
Reviews
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Depois de explosões, cortinas de fogo e muitas lágrimas, um episódio mais calmo. Mas nem tanto.
Castle sabe muito bem trabalhar seus arcos principais. Mais, soube manter o trunfo de ter outro “arco” dramático para quando o arco propulsor original se esgotasse. E é esse arco que começamos, ainda que timidamente, a acompanhar.
Por muitos anos – praticamente 5, para ser mais exata – o arco prolongado de Castle, aquele que voltava quando menos se esperava, e que nos entregava conflitos memoráveis e episódios perfeitos foi a busca de Beckett pelos assassinos de sua mãe. E a trama foi aparecendo, aqui e acolá. Como não poderia ser eterna, sob pena de fazer com que os espectadores enchessem o saco da história toda, as revelações acabaram “esgotando-se”. E desde o princípio da 5ª temporada não vemos Kate revisitar esse lugar obscuro de seu passado, que insiste em ditar seu presente.
Nossa curiosidade em relação a Johanna foi saciada, e embora eu acredite que ainda podemos ver mais da trama, eventualmente, por hora ela está “encerrada”. Só que todo bom procedural precisa de mais do que episódios “desconectados”. Todo espectador quer ver caras e casos conhecidos. E Castle trabalhou, “paralelamente” ao caso Johanna, o caso 3XK, que ainda povoa nossas mentes com perguntas e receios. Mas não apenas esse arco prolongado foi trabalhado em parelelo ao principal. Sempre houve uma outra questão, que embora não tão presente, povoava nossa mente: quem seria o pai de Castle?
Se eu não me engano foi em Linchpin, lá na 4ª temporada, quando os roteiristas conduziam o plot Johanna Beckett a sua conclusão – até então – que descobrimos, junto com Castle, que seu pai poderia não ser apenas um cara normal. E conhecemos Jackson Hunt em Hunt, episódio marcante da temporada passada. Um espião. Aparentemente vinculado a CIA. Um cara que abdicou de tudo para tornar o mundo um lugar melhor. Nos despedimos de Papai Castle ao final do episódio. Mas sabiamos que não era um adeus, era apenas um até logo.
E 20 episódios depois, o reencontramos. Mas não mais aquele Jackson Hunt herói. Somos apresentados a Anderson Cross, um ex-espião procurado pela CIA, capaz de matar inocentes a sangue frio. Ou seja: agora sabemos a cara do pai de Castle. Descobrimos muito sobre ele. Contudo, alguém se arrisca a dizer quem é ele?
Palmas lentas a Marlowe e sua equipe. Digo e reafirmo que um dos maiores trunfos de Castle é saber dosar. Drama e Comédia. Casos e vida pessoal. E, porque não, fatos encobertos e descobertos. Duas temporadas depois, sabemos muito mais sobre o pai de Castle. Contudo, continuamos no mesmo lugar. E isso não é ruim. Pelo contrário, é genial. Recebemos informações tão desejadas. Nem tão poucas, nem tantas. Estamos satisfeitos, embora continuemos ansiosos. E Castle continua com esse arco prolongado para explorar.
Dito tudo isso, preciso falar de Deep Cover, mais especificamente. Eu gostei bastante do episódio. Mas acho que teria gostado muito mais se ele não tivesse sido exibido após Under Fire, que eu AMEI. Contudo, é preciso saber separar as coisas. E reconhecer que ambos foram ótimos e geniais, cada um de seu jeito.
Um hacker foi morto logo após tentar burlar o sistema de uma empresa gerida pelo… pai de Castle. Quando Rick recebe a ligação do pai, esperei algo grande acontecer. Achei que algo explodiria, que alguma facção criminosa invadisse o prédio. E então ele aparece. Achei genial, embora tenha ficado um pouquinho decepcionada (os episódios de “tragédia” e risco de vida são os mais legais).
A partir de então, Castle deixa de ser Castle. O escritor fica absolutamente perdido, entre a cruz e a espada. E é ótimo vê-lo assim, já que estamos acostumados a ver outras facetas dele: a cômica, a romântica/sedutora e a obstinada. Acho que é a primeira vez que ele fica tão não-Castle assim. E é óbvio que Kate repara. Seria um furo grande de roteiro ela não perceber. E ela acaba descobrindo que o suspeito é o seu sogro meio que forçadamente. Ainda assim, não há duvida de que Castle eventualmente abriria o jogo com a noiva, ainda mais depois do conselho de Martha (ah, Martha, sempre tão genial e sensata).
Não me surpreendi com Beckett desconfiando de tudo que o sogro falava. Me surpreendi um pouco, talvez, com o fato dela ter aceitado ajudá-lo tão rápido. Claro, ela fez aquilo por Castle, que foi seu apoio incondicional tantas vezes. E isso só prova o quanto o amor deles – e a própria Beckett – amadureceu. O final do episódio é prova disso. Ver Castle reconhecendo que ele tem toda a família que precisa para viver e cancelando a turnê do livro para marcar o casamento na época mais perfeita possível (setembro, em NY) foi absolutamente lindo. Richard Castle, o amante de holofotes, o atention whore, achou um outro alguém para amar.
Senti falta de ver mais de Espo e Ryan nesse episódio. Mas até sua ausência foi bem dosada, depois da maior exposição em Under Fire. E a trama não ficou prejudicada pela sua pequena partipação. Aliás, só a piadinha da Beckett (que deve estar fazendo aulas particulares com Castle) sobre Sarah Grace parecer com Javi já valeu a pena. E a presença de maior de Martha, uma personagem tão boa, também compensou a falta deles. Ponto para a equipe, por saber trabalhar bem seus personagens.
No final do episódio, um criminoso que não era o pai de Castle, e mais um adeus ao enigmático senhor. Outro breve adeus, a julgar pela cena final. E confesso que mal posso esperar para encontrá-lo novamente.
Agora, eu creio que veremos alguns episódios mais leves na sequência do seriado. Não completamente soltos, já que a trama do casamento deve perpassá-los. Mas menos densos, com menos drama. Até AQUELE episódio aparecer para nos deixar atônitos e hiperanimados. Quem viver, verá.
P.S.1: a Ana está se recuperando e me pediu para assumir mais essa review, o que faço com absoluto prazer. O difícil vai ser devolver as reviews pra ela… De qualquer forma, semana que vem ela deve estar de volta 😉
Revenge – Endurence
16/01/2014, 14:41.
Matheus Odorisi
Reviews
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Quando Revenge começou, há três anos atrás, os realizadores deixaram bem claro pra gente que se tratava de uma história de vingança, não de perdão. No decorrer da série entendemos que era uma trama movida pelo ódio, e que não havia espaço para demagogias nem heroísmos. Emily não é uma vigilante justiceira, é uma pessoa em busca de vingança pessoal. É claro que destruir os Grayson também pode ser um bem maior, já que eles passam por cima de qualquer um que estiver em seu caminho e já prejudicaram mais gente do que os Clarke, mas essa não seria a causa, mas sim a consequência da vendeta.
Escrever uma história baseada em ódio quando a base mais comum dos arcos narrativos é o amor pode ser arriscado, e precisa ser constantemente justificado. E a série cuidou disso ao longo das temporadas, mostrando que mesmo com motivações opostas, uma história de ódio e amor são muito parecidas. Para chegar a realização do sentimento, o protagonista enfrenta barreiras externas, antagonistas, e indecisões e fraquezas internas. É necessário um preparo para se viver o sentimento, pra aprender a domá-lo e usá-lo ao seu favor, que que prevê um crescimento do personagem. Tudo isso vimos em Revenge. Emily cresceu com a vingança, amadureceu seu ódio, que passou de uma revolta adolescente para um sentimento determinado, com disciplina japonesa.
Da mesma maneira, todos os relacionamentos em Revenge são baseados no ódio. A amizade mais sincera da série, entre Nolan e Emily, tem o seu ponto comum justamente na vingança. Ninguém pode negar que Emily ame o amigo hacker, mas ela já deixou claro inúmeras vezes que passaria por cima desse sentimento por conta de seu objetivo final. O mesmo acontece com seu amor velado por Jack. A loira abriu mão dele pra melhor amiga em nome da vingança, e continua deixando ele longe enquanto não terminar o serviço. Mesmo um suposto final feliz entre eles continuará significando que Jack vem depois dos Grayson. E exatamente por isso é explicável a forte – pelo menos até esse episódio – relação de Emily e Aiden, seu único amor que poderia fazer parte da consumação de seu ódio. Mas nem ele, como vimos, está acima da vingança: quando a situação aperta e é preciso foco, Aiden é dispensado.
Endurence é um episódio de afirmação de que Revenge é uma história sobre o ódio. Em um dos diálogos, Emily deixa bem claro: ela diz que o ódio é como o amor, não se pode fugir dele, deve aceitá-lo, realizá-lo. Os motivos que nutrem esse sentimento são tão justificáveis como os que nutrem uma paixão, e envolve tantas pessoas e relações como uma grande história de amor faria.
No episódio, a protagonista enfrenta fortes barreiras em seu plano. Emily foi baleada por Daniel, desapareceu no mar, perdeu a memória, recuperou a memória, foi internada e depois posta como uma refém na mansão de quem responde agora por sua família. É aquele momento da história pra todo protagonista onde tudo parece perdido, e é assim que Emily se sente: derrotada.
A situação a faz decidir desistir de tudo. Mesmo quando a agente Niko, infiltrada na mansão como sua enfermeira, descobre que Victoria sabe sobre a caixa que guarda os segredos sobre sua identidade, Emily pede que a deixe roubar. O que ela quer é abortar o plano e terminar sua estadia nos Hamptons. Assim, quem decide tomar a frente do roubo da caixa é Patrick, que seduz Nolan para que o milionário o leve para sua casa. Ao tentar embebedá-lo e descobrir que Nolan só bebera água já pressentindo a armação, Patrick desmaia o ex-namorado com um golpe e rouba a caixa.
Vamos parar um pouco aqui e analisar Patrick. O cara chegou em Hamptons e já cometeu três crimes, que incluem tentativa de assassinato, estelionato e agora agressão seguida de roubo. Tudo isso pra quê? Por um suposto amor que sente pela mãe que o abandonou em um orfanato, e para saber a real história de seu nascimento. Ora, o que tem mais pra se contar nessa história, senão que Vic decidiu ir estudar na França ao invés de ser uma teenage mom? As motivações de Patrick são muito fracas, assim como todo o personagem e seu intérprete, o que me faz pensar que ele só foi incluído na série pra tapar um buraco da segunda temporada, que introduziu a história do bastardo, e agora serve como capanga de Victoria e pra aparecer sem camisa aleatoriamente.
Paralelo ao que vemos na mansão de Nolan, na residência dos Grayson, Victoria dá a notícia de que Emily não poderá mais ter filhos depois de ter sido baleada por Daniel. Aqui temos uma jogada inteligente dos roteiristas: Emily precisava de um estímulo depois da derrota, e com esse fato seu ódio é reacendido. Em um ataque de fúria, quebra pratos e bandeja, e vemos ali a personagem encontrando sua razão novamente. Eu gosto da Emily Vancamp, mas tenho que admitir que seu trabalho em Revenge, em termos de atuação, nunca foi difícil. A personagem cínica que troca sorrisos com cantos de maldição está presente desde o primeiro episódio, sem muita variação. Nessa temporada, porém, a atriz está tendo espaço pra crescer, já que a Emily, a Thorne, foi surpreendida, humilhada, sentiu raiva, mais ódio, sofreu e se desesperou. Ponto pra Vancamp, que tem mostrado que segura, assim como fez na cena da descoberta de sua condição médica. O fato de Emily não poder mais ser mãe, além de colocar a personagem de volta ao jogo, também serviu para incluir o único Grayson que ainda passeava entre a vilania e o bom-caratismo, Daniel, que pra mim nunca foi mais do que um sonso. Agora Emily já pode incluí-lo também em sua agenda, já que o cara dissimula e mata, assim como seus pais.
Descobrimos então que o roubo da caixa estava previsto por Nolan e Emily. O amigo trocou as informações relativas ao seu passado por outras que a faziam passar como uma golpista em busca de um sobrenome privilegiado, e para Victoria e Daniel, é o que ela é agora. Para selar que o plano segue em frente, Emily convoca a imprensa e diz que quem atirou nela foi Lydia. Afirma para a sogra e o marido que o fez por amor, e que quer continuar esposa de Daniel. Em uma das cenas mais cínicas da série, os três personagens decidem que o casamento se manterá, e sob os protestos de Daniel, Victoria diz que se ela aguentou mais de vinte anos de um casamento sem amor, ele também aguentará. É como se falasse para o filho “você não quer cometer crimes como um Grayson, então também terá que manter uma vida privada como um Grayson”.
Endurence foi um dos episódios mais bem amarrados da série, e está com certeza entre os melhores. A essência da série, como podemos ver, ainda está intacta, apesar das mudanças do caminho.
Elementary – All in the Family
12/01/2014, 18:22.
Gabriela Pagano
Reviews
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Foi em trajes de gala, exalando elegância, que vimos Sherlock Holmes e Joan Watson na cena inicial do episódio de Elementary da semana. O motivo era que os dois investigavam um crime em um museu da cidade. Mas foi só isso. O caso que eles investigariam a seguir, no entanto, e no qual o capítulo seria todo baseado, era bem menos glamouroso, digamos.
É que o ex-detetive Bell, que agora trabalha em uma divisão anti-terrorista, encontrou um cadáver sem cabeça dentro de um latão. Primeiro, gostaria de saber se os índices de assassinatos em que a vítima é decapitada são mesmo altos, porque é uma tendência na TV americana. Não bastasse a série Sleepy Hollow, inspirada em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, essa semana, na novata Chicago P.D., vítimas tiveram as cabeças cortadas e, se bem me lembro, não é a primeira vez que esse tipo de crime acontece em Elementary. E, olha, pode aparecer em quantas séries for… ainda revira o estômago ver coisas do gênero.
O episódio de Elementary misturou elementos pessoais dos personagens com o caso de polícia e não poderia dizer que um ou outro teve mais enfoque. Foi bem equilibrado. No caso de polícia, um homem foi morto e decapitado e Watson identificou o cidadão por causa de uma cicatriz na canela – essa Watson anda espertinha! O cara havia estado sob os holofotes anos atrás por pertencer a um grupo mafioso. Agora, as suspeitas se voltavam para a uma família com quem ele tinha pendências e que poderia estar atrás de vingança depois de tanto tempo. Nada disso era verdade. Em uma reviravolta, em que o tema de policiais corruptos foi exposto, a gente descobriu que o novo chefe de Bell, cujo passado negro queria esconder – ele foi colocado na polícia pela máfia -, arquitetou tudo. O pai da vítima encontrada no galão sabia do passado dele e “Da Silva”, o chefe de Bell, o queria morto (assim como todos que pudessem atrapalhar seus planos de ter uma aposentadoria tranquila).

Isso, é claro, impactava a vida pessoal dos personagens. Pela primeira vez, vimos Bell em seu novo ambiente de trabalho e ainda bastante ressentido com Holmes. Sherlock, no entanto, parecia querer se impor na vida de Bell e até se ofereceu para prestar serviços ao atual departamento do ex-colega. Assim sendo, a acusação de que o novo chefe de Bell era corrupto foi levada quase ao plano pessoal, em que duas possibilidades estavam abertas: ou Holmes e Bell fariam as pazes ou a guerra estaria declarada de vez. Bell, bom moço que é, investigou o chefe, mesmo contrariado, e descobriu que Holmes estava certo. Não, eles não viraram melhores amiguinhos outra vez, mas, pelo menos, Bell retornou a NYPD e já consegue sorrir para Holmes.
Os dramas pessoais de cada personagem de Elementary são ricos e bem contextualizados, são fáceis de a gente se identificar com eles. Ninguém é apenas excepcional em tudo o que faz; tem que lidar, também, com medos e vícios – e assim é o ser humano. Quanto aos trabalhos na polícia, fiquei impressionada com a facilidade com que Holmes obtém informações. O homem morto e decapitado estava desaparecido há vinte anos, mas como Da Silva solicitou à Agência de Segurança Nacional que ele fosse “rastreado”, assim o fizeram. Mais tarde, quando o rapaz já havia sido assassinado e Holmes estava na investigação, um dos agentes da NSA entregou todas as informações ao detetive-consultor – que, embora seja um gênio, ainda é um consultor. Nada que ofusque o excelente enredo da série da CBS. p.s.: Watson divou usando chapéu!
Castle – Under Fire
12/01/2014, 16:27.
Mariela Assmann
Reviews
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Oi, pessoas. A Ana tá dodói e não pode fazer a review dessa semana. E ela estava preocupada de deixar vocês sem o texto, então pediu pra eu assumir ele. Claro que eu aceitei, e aproveito pra matar a saudade de fazer as reviews dessa série que fica mais perfeita a cada dia. Então, dedos à obra.
O hiato foi longo. Ou nem tanto, mas pareceu uma eternidade. E a espera foi recompensada, já que Under Fire foi um episódio 5 estrelas. Foi divertido, foi muito bacana com os shippers, foi emocionante. E, de quebra, ainda ganhamos mais um personagem para amarmos: Sarah Grace, que chegou quase que literalmente no meio das chamas para aquecer nossos corações.
Não é de hoje que nós sabemos que um dos grandes trunfos de Castle é conseguir mesclar casos instigantes com histórias pessoais dramáticas e/ou divertidas. E esse episódio foi um das provas de que, quando a série consegue trazer todos esses elementos em um único episódio, ela é perfeita.
Outra prova que o episódio deu é que Castle não se resume à Casckett. Aqueles que tinham medo de que quando Castle e Beckett se tornassem um casal a série degringolasse já devem estar convencidos de que isso não vai acontecer. Isso porque os roteiristas – muito bem coordenados pelo brilhante Marlowe – sabem muito bem dar aquilo que os fãs querem ver, mas na medida correta. Não há uma superdose do casal, e os personagens restantes continuam sob as luzes dos holofotes, fazendo com que o próprio desenvolvimento deles se torne ainda mais interessante. Recebemos seu relacionamento de forma parcelada. Não se trata de um pagamento à vista, mas também não se trata de um carnê das Casas Bahia, com prestações a perder de vista.
E a decisão é corretíssima. Isso porque por mais delicioso que seja ver Casckett, muito Casckett, temos que reconhecer que Castle é feito de muitos personagens interessantes e queridos. Enviá-los ao limbo da “coadjuvância” absoluta seria fazer o castelo ruir. E nenhum de nós quer isso.
Por isso que Under Fire foi tão gostoso. Teve Casckett, sim. Teve Castle sendo ele mesmo, Beckett fazendo piada com ela mesma (“e eu vou me casar com ele”), teve menção ao casamento. Mas também teve Jenny e Ryan (o cara mais fofo de todos os tempos). Teve Esplaine. Teve Gates mostrando que com seus comandados não se brinca. Teve ação, explosões. Teve um caso interessante, de um incendiário em série. Enfim, foi Castle, em todas as suas facetas.
Li algumas reviews de sites gringos sobre o episódio e algumas dela apontavam que o episódio foi feito de clichês. Sim, ele foi. Mas clichês são necessários, as vezes. Mais do que isso, se bem trabalhados, podem ser absolutamente deliciosos de assistir. E foi o caso.
Muito se falou que houve uma certa homenagem do episódio à Backdraft (Cortina de Fogo, o mais famoso filme de bombeiros de todos os tempos), e que ela teria enfraquecido o episódio, já que ela seria a responsável pelo excesso de clichês. Novamente, discordo. Castle brinca muito com referências ao cinema ou a outros seriados. E nenhuma delas enfraquece a série. Pelo contrário, todas essas referências à cultura pop tornam os episódios mais gostosos de assistir.
Também li – que povo chato! – que o caso foi previsível. Olha, eu assisto muita série policial, muito filme do gênero. E jurei que a parceira do bombeiro morto seria a culpada. Ou o problema está comigo, ou não sei…
Dito tudo isso, acho que tá meio que explicado o porquê de eu ter gostado de Under Fire. Gostei de Castle e Beckett, sempre ótimos como dupla investigativa. Gostei de ter sido “enganada” quanto ao criminoso. Gostei de ver Gates lutando pelos seus comandados – e também pela honra deles. Gostei do clichê master do bebê nascer enquanto o pai morre. Gostei de não saber – apesar da certeza, por mais engraçado que isso possa parecer – se Ryan e Espo sobreviveriam. Gostei de ver todo aquele fogo e a “homenagem” aos bombeiros, que não poupam esforços para salvar a vida das vítimas do incêndio. E amei a ideia de acompanhar, ainda que brevemente, um incendiário serial (ah, os “serial” sempre deixam as coisas mais interessantes).
Mas pra mim o ponto alto do episódio foi a storyline envolvendo Ryan e Esposito. Por mais que o arco do Ryan, sozinho, tenha sido ouro puro – e que atuação do Seamus Dever tenha sido de tirar o chapéu, foram as cenas dos dois dentro do porão em chamas que me fizeram ir às lágrimas. E quando Ryan pede para o filho se chamar Javi, aí a torneira foi aberta. E embora eu tivesse quase que certeza de que os dois sobreviveriam, não pude deixar de me contaminar com a tensão que tomou conta do ambiente. Ver o culpado punido? Isso podia esperar. O que eu não podia esperar para descobrir é se Sarah Grace cresceria junto do pai e do tio.
O final poderia ter sido mais dramático? Claaaaaro. Quase que fiquei esperando por um final do tipo “eles sobreviverão?”. Mas ainda assim fiquei plenamente satisfeita com o arco, e com seu fechamento. Ryan e Esposito podem não ter ganho o prêmio de melhor bromance do PCA. Mas Under Fire provou que o que existe entre eles é um amor puro, genuíno e leal, daquele que faz com que as barreiras sejam todas transponíveis.
Para finalizar, preciso dizer que na sua sexta temporada, Castle mostra sua melhor forma. O espírito das três primeiras temporadas está presente, e a adição do elemento Casckett canon faz com que o que já era bom pode ficar melhor ainda. Não é a toa que os fãs estão cada dia mais e mais apaixonados pelo seriado.
Vida longa à Castle. Vida longa à Marlowe e ao seu brilhantismo. E até a próxima =)
Modern Family – And One to Grow On
12/01/2014, 15:48.
Maísa França
Reviews
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Quem disse que crescer é fácil? O primeiro episódio do ano de Modern Family vem pra mostrar o quão difícil é se tornar adulto. O tema anda bem batido e já estamos cansados de ver essa questão por aí, mas os roteiristas da série conseguem tirar proveito desse clichê e mostrar que, no final das contas, crescer é preciso.
O modo como as situações ordinárias do cotidiano são abordadas ainda continua sendo o ponto forte da série. Prova disso são todos os pequenos detalhes que fizeram com que, no encontro da família, ao final do episódio, tudo se encaixasse perfeitamente. A começar pelos preparativos do casamento de Cam e Mitchell.
O casal achou o lugar dos sonhos mas, pela indecisão de Mitchell, perdeu a vaga na data escolhida. A lavação de roupa suja entre o casal por causa da perda da data foi uma das sequências mais gostosas de ver no episódio. Apesar das faíscas, eles mostraram que irão fazer de tudo para conseguirem se casar no lugar e data perfeitos, tanto que descobriram quem era a pessoa responsável por tomar sua “vaga” no salão e foram logo tramar um plano para terem de volta o lugar da festa. Contrastando com o tema de crescimento, o casal mostrou que pode ser mais adolescente do que nunca, chegando ao ponto de especular a vida das garotas que irão fazer a festa no salão.
Os Dunphy estão crescendo e isso vem sendo abordado desde o começo dessa temporada. No episódio dessa semana, isso foi tratado com um pouco mais de carinho. Como sabemos, Phil ainda não conseguiu digerir o fato de Luke não estar mais compartilhando dos mesmos gostos que ele e, para tentar reverter a história, o pai engana o garoto e o leva para uma aula de dança. Segundo Phil, Luke tem um talento nato para isso. Igualzinho ao pai. Ou vai dizer que você não se lembra de Phil dançando as músicas de High School Musical lá no comecinho da primeira temporada?
Enquanto Phil tenta se ajeitar com Luke, Claire fica com as meninas. Ou melhor, não fica. Para evitar sair de carro com Alex, que tá no começo da sua vida como motorista, a mãe inventa uma desculpa e dá dinheiro à Haley para que ela acompanhe a irmã nessa aventura extremamente entendiante. As histórias dos Dunphy se cruzam quando Phil é preso porque Haley não pagou as 18 (DE-ZOI-TO!) multas do estacionamento. Claire precisa encontrar o dinheiro que Phil guarda em casa para poder pagar a fiança do marido. E quem disse que isso seria fácil? Phil, que adora um trocadilho, esconde a grana nos lugares mais improváveis e a busca pelo dinheiro se torna uma verdadeira caça ao tesouro. Ao final, Haley, que é taxada de burrinha por todos, conseguiu enrolar os irmãos e os pais e ainda saiu sem nenhuma punição. E essa não é a primeira vez que a garota se mostra a mais esperta em algumas situações.
Para fechar o episódio, as famílias se encontram na casa de Jay para comemorar o aniversário de um ano do pequeno Joe. Parece que foi ontem mas já faz tudo isso de tempo que o bebê faz parte dessa família. As festas de Manny e Joe foram feitas em dias diferentes para que Manny não sentisse tanto esse fardo de ter que dividir a festa do aniversário pro resto da vida com o irmão. O lado “Don Juan” do personagem ainda continua sendo abordado – embora a gente já tenha cansado disso – e dessa vez, ele teve um apoio da família em geral.Afinal, ele pode não ter chance com a garota dos seus sonhos agora, mas quem disse que, um dia, ela não possa gostar dele? Amor a primeira vista tá longe de ser algo tão comum nesse mundo.
PS: apesar do plot da “primeira palavra do bebê” também estar super desgastado, a série soube aproveitar a situação e a primeira palavra de Joe foi “Jay”. Para a alegria do velho!
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