The Fosters – House and Home

Data/Hora 23/01/2014, 20:00. Autor
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E eu chorei. Ó, Pai, e como! House and Home foi, definitivamente, um episódio tocante.

The Fosters, desde o piloto, não falhou em me tocar o coração e me trazer lágrimas à tona, mas dessa vez foi diferente. Acho que foi porque, pela primeira vez, consegui amar a Callie.

Callie Jacob, depois de seus feitos, volta para o reformatório e, com o depoimento das mães dizendo que ela merecia outra chance, a menina foi mandada para uma casa de grupo, onde viverá com outras garotas que saíram do reformatório. Obvio, Callie não vai se dar com as meninas – especialmente que uma delas bateu nela no reformatório, antes de ela ir para a casa das Foster – e vai arrumar problemas, conseguindo perder a chance de ver Jude. Mas até que ela não fica tão problemática assim, e eu apreciei.

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Enquanto isso, na casa dos Foster, Brandon conta às mães o que fez Callie fugir, e o plot dele no episódio gira todo em torno disso: querer vê-la e não poder, terminar com a Talya por ela, escutar sermão, procurar pela casa onde ela está morando, etc. Jude, claro, se recusa a falar com Brandon, passa a dormir na cama de Callie (no quarto de Mariana) e fica desapontado ao saber que não vai mais ver a irmã, porque ela perdeu o “privilégio” (é um tipo de crédito dado a cada menina da casa, por votação, a cada reunião do grupo, que permite que recebam visitas). Tão lindo meu baby Jude, detesto vê-lo tristinho assim =’x

Quanto aos gêmeos, Mariana entra para a produção de uma peça de teatro na escola – o que eu achei lindo – e, quando se voluntaria para trabalhar com o figurino, nota que deverá trabalhar com Kelsey  (a menina pra quem ela vendia os remédios do Jesus no início da temporada, lembram?). Pois bem, Kelsey Troublemaker quase ferra com a Mariana ao roubar um chapéu da loja de roupas para o bonitão-organizador-ator-principal-da-peça Chase e escondê-lo na mochila de Mari, mas, por sorte, as meninas não são pegas ao sair da loja. Dessa forma, Mari sai na frente na disputa pelos beijos do bonitão ao levar todo o crédito na escolha do presente. Jesus, por sua vez, durante uma brincadeira de basquete com Mike, tem uma sessão de taquicardia, causada por seus remédios. Para poder parar de tomá-los, Jesus decide entrar para a equipe de luta livre da escola, que, de acordo com Mike, o ajudará com seu problema de déficit de atenção.

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Lena e Stef não aparecem por si mesmas dessa vez, não têm uma storyline só delas, sem os filhos. O episódio termina com Callie saindo da casa (descumprindo uma das ordens) para abraçar Brandon, do outro lado da rua. E eu chorei, chorei demais.

Adorei o fato de a Callie não ficar no reformatório, e adorei não sentir raiva dela por um episódio inteiro. Eu, particularmente, não a shippo com o Brandon, adoraria que fossem só irmãos, mas… Paciência. Até que fazem um casal fofo. AMEI a Rita, que coordena a Girls United (casa de grupo da Callie), ela é excelente. Gosto da Kiara também, e da Becca, e não gostei da volta da Kelsey, porque a considero antipática, mas para a história vai ser bom dar uma sacudida nas coisas, então achei que foi uma sacada sensacional. Não curti também a entrada da Emma na vida do Jesus. Essa Emma é uma menina do time de luta livre, e desde o começo, já sinto que vai rolar algo, e eu meio que shippo o Jesus com a Lexi. Mas que ela venha para o bem, certo? E ela, com certeza, vai sacudir as coisas na vida de Jesus.

Senti falta do enfoque nas mamães Foster, espero que tenhamos mais disso nos próximos episódios, e que essa entrada/volta em peso de personagens só acrescente ao drama da série. Só não dou cinco por motivos de “vai que o próximo é melhor?”.

Teen Wolf — More Bad Than Good e Galvanize

Data/Hora 23/01/2014, 17:00. Autor
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Teen Wolf nos provou mais uma vez porque foi renovada para uma quarta temporada: porque pode mais do que demonstra. Sei que muitas vezes os plots são confusos e os efeitos especiais não tão bem elaborados, mas temos que concordar que existem mentes extremamente geniais por trás de tudo o que vemos todas às segundas.

Em More Bad Than Good a batalha contra si mesmo continua para Scott, Allison e Stiles. Além disso, todos estão empenhados em encontrar Malia, menina que, conforme descobrimos no último episódio, está presa dentro do corpo de um coiote.

Isso significa que uma parte bem grande de screentime é dedicada a mostrar o trio tentando se recuperar. A parte boa de tudo isso foi a forma mudada de lidar com os problemas. O ângulo mudou, o que significa que não vimos tia Kate rastejando para fora do necrotério, mas todos vimos Allison ser comida por um bando de lobos em uma maca de hospital .

Desculpem todos, mas acho Jill Wagner extremamente entediante. Sei que querem coloca-la de volta na série, mas que tal lhe dar algo melhor pra fazer? Tipo aconselhar as meninas a não usar minissaia na floresta…? (Sim, nessa temporada estou mais chata do que nunca quando se trata de trajes adequados para usar em terrenos inóspitos.)

Felizmente as coisas parecem estar sendo resolvidas quando cada um dos três é colocado em uma posição comprometedora que os obriga a trabalhar duro e se concentrar. Assim, tudo o que eles precisam fazer é se desprender de suas paranoias. Como resultado, Stiles consegue superar sua dislexia paralisante, porque ele tem que salvar Lydia da armadilha que o Sr. Tate colocou na floreta; Allison, enquanto isso, tem que superar sua tremedeira quando Sr. Tate está prestes a matar sua própria filha; e ,por fim, Scott supera seu medo de perder o controle uivando para um coiote até ele se assustar e virar humano.

Resolvido isso, xerife Stilinski está de volta no comando. E a menina lobo vai morar com o pai, assim, como se fosse tudo bem voltar pelada pra casa depois de anos.

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“Posso ter passado oito anos transformada em coiote, mas voltei a minha forma humana com sobrancelhas bem feitas, óbvio. Não é porque sou um animal da floresta que não cuido da minha aparência.”

Outras considerações sobre esse episódio:

  • Gêmeos! Gêmeos! Sem mais.
  • Danny, onde você está?
  • Kira é totalmente adorável. Eu ainda tenho uma queda por Alliscott, mas sinto que logo ela vai passar.
  • Peter e Derek continuam a sua própria aventura separada e inexplicável, que começou em cena de fechamento da semana passada.
  • E a menina da motinho está de volta… Não sei como e nem porquê. Esse plot está mais confuso do que nunca. Aguardo respostas.
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Não sei o que é isso mas me lembra o Duende Verde. E eu sempre tive medo do Duende Verde.

Em Galvanize, é Halloween em Beacon Hills e embora haja uma decepcionante falta de Linda Blair no elenco, um assustador serial killer escapou pronto para matar pessoas com olhos que brilham e boom, temos mais novos vilões!

O 15º episódio dessa temporada foi certamente divertido de se assistir. Teen e assustador, do jeito que nós amamos tanto. Doug Jones é o convidado especial para o episódio e precisamos estender um longo tapete vermelho para o ator passar. Como Barrows, ele usa todo o terror que consegue enquanto persegue os protagonistas e esperando o momento certo para revelar que ele estava ali o tempo todo. Só observando.

A atmosfera Halloween não tem realmente muita importância (além do aniversário de Couch?), mas tudo bem. Acontece que Galvanize não precisa das festividades do feriado, o episódio está muito ocupado mostrando adolescentes investigando porões, fazendo pesquisas em latim e investigando produtos químicos. É claro que em vários momentos você precisa parar o episódio e entender o que está acontecendo antes de continuar, como quando Stiles diz a Lydia que eles precisam voltar para a escola no meio da noite sabendo que tem um assassino à solta por lá. Mas estes sustos de enredo confuso são facilmente esquecidos porque o episódio se move com a mesma velocidade qual Isaac tirou a roupa no quarto de Allison.

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Cause baby you’re a firework!

Entre as cenas de ação, algumas coisas avançam no âmbito amoroso: Os gêmeos Max e Charlie estão de volta para ficar com Lydia e com ciúmes de Danny. Isaac e Allison tiram a roupa com muita tensão sexual, e Scott come um sushi sexy junto com Kira (e seus pais).

O sequestro de Kira por Barrows é típico, porque nós sabemos que Scott + meninas = Má notícia. Scott vai tentar salva-la e em algum momento eu realmente achei que Kira ia morrer. Em seguida, é revelado que Kira conduz eletricidade. Isto é Teen Wolf. Ninguém é o que parece e todo mundo tem algum tipo de conexão sobrenatural.

A explicação sobre isso fica para o próximo episódio, mas querem apostar que a conversa sobre a “interessante” linhagem japonesa da mãe tem algo a ver com isto?

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“Derek, meu filho, não se meta mais em briga. Você sempre as perde.”

Outras considerações sobre o episódio:

  • O aparecimento posterior de vilões em máscaras de Kabuki na cena de encerramento sugerem que estamos apenas começando a este conflito. Mal posso esperar !
  • Voto nos gêmeos para serem os betas de Scott.
  • Eu duvido seriamente que Stiles não sabe que K na mesa periódica significa potássio. Ele não é burro.
  • Scott não saber o que é Wasabi, no entanto, eu posso totalmente acreditar.
  • Derek e Peter estão presos em suas próprias cenas. Como previsto, eles envolvem a mãe de Derek, com a qual ele tenta se comunicar. Infelizmente tudo o que obtemos é um visual de um lobo que está em Nemeton. Eu tenho certeza que há mais por vir , mas por enquanto…
  • Espero que ninguém seja pago por criar as hashtags que aparecem durante o episódio. De verdade.

How I Met Your Mother – Slapsgiving #3: Slappointment e Unpause

Data/Hora 23/01/2014, 15:00. Autor
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Brincando com a gente. Foi assim que How I Met Your Mother voltou para os seus últimos episódios. A série caminhou bem, tanto na trilha do humor como na história e, durante os dois episódios, a mistura do real e do imaginário só acabou em um completo choro de risadas. Foi há cerca de sete anos atrás que o Slapsgiving surgiu na série – uma aposta perdida por Barney que concederia ao ganhador cinco tapas no meio do rosto do perdedor. O felizardo? Marshall e sua mão pesada da família Eriksen.

Ao longo dos anos já vimos Barney receber tapas por raiva, tapas por prazer e até mesmo tapas por diversão. Minha reação em todas elas, ao ver o rosto do Neil Patrick Harris vermelho, era sempre a mesma: uma gargalhada digna de pena do personagem. No entanto, o novo e mais bem aplicado tapa de Marshall tornou-se o meu favorito. Seja pela falsa história de peregrinação contada e apoiada pelos amigos, seja pela super produção com direito à câmera lenta e trilha sonora épica, ou pelo final hilário com a nova versão da música criada sete anos atrás. Foi o melhor tapa de todos. Mais do que um tapa, gosto de como a série trata seu universo e suas histórias passadas, respeitando o universo criado.

How I Met Your Mother - Slapsgiving 3- Slappointment

O episódio inteiro somente com sátiras aos filmes com temática oriental, os trajes utilizados pelos personagens e a história tão imensamente imaginária quanto a melhor mentira de Barney levaram o penúltimo tapa a valer todo o episódio. Ah, ainda há um tapa restante, mas duvido conseguirem fazer algo mais épico que este episódio.

Unpause

Ao contrário do episódio anterior, Unpause trouxe mais do que só risadas, trouxe bagagem dos episódios anteriores que culminaram em um fim misterioso. No episódio, conhecemos os níveis de bebida no corpo de Barney. É um fato que cada pessoa reage de modo diferente de outra em relação ao álcool no corpo, mas falar como o Jabba de Star Wars é além de engraçado, é genial. Não é a primeira vez que a série usa Star Wars como referência e isso me dá uma imensa felicidade, afinal, se vão fazer referência, que seja a algo memorável.

Quando Barney exagera, ele atinge um novo nível de bebida antes desconhecido por seus amigos, o estado da “verdade absoluta”. Nunca ele admitiria que era menor que Ted e nem que era sentimental a ponto de chorar vendo um filme, mas ele fez nesse episódio. Robin e Ted se aproveitam, nos tirando muitas das incertezas que ficaram pelo meio do caminho na série, como por exemplo se Barney conseguiu ficar com a mãe de Ted e um dos maiores segredos da série é revelado: o trabalho de Barney. Ser um laranja? Não para Barney.  Ele conta como vai sair por cima da história contra seu chefe ao som da trilha sonora mais incrível da série, cantada por ele mesmo.

How I Met Your Mother - Unpause 1

No entanto, o Unpause do episódio se referia única e exclusivamente a Marshall e Lily. Eles finalmente discutem seu futuro juntos, e das cinzas do final da primeira temporada surgem incertezas que antes pareciam já ter sido sanadas. Marshall errou em fazer tudo pelas costas de sua esposa, mas o quão errado ele está quando afirma que sua esposa está sendo egoísta decidindo o futuro de ambos? Quando ele toca na ferida do sonho da esposa, é demais para Lily e ela vai embora. Entre lágrimas e nervosismo, ela pede misteriosamente que alguém venha para encontrar-se com ela e, dessa forma misteriosa, o episódio acaba.

Essa briga entre os dois foi tão ou ainda mais forte que a do final da primeira temporada. Em uma série de humor, elogiar atores por drama chega a ser estranho, mas os dois estão de parabéns. Acredito eu que a pessoa chamada por Lily seja a Mãe. Afinal de contas, ela sabe de toda a história entre os dois e sabia que uma briga aconteceria. Seria essa a cola que juntaria a Mãe de vez ao grupo de amigos?

Entretanto, seja qual for o rumo dos próximos episódios, não espero nada melancólico como alguns episódios de temporadas passadas. Parece que o drama que contaminou (não no sentido ruim) a série ao longo dos anos não é mais tão forte neste último ano e que o desejo é fazer algo leve, mas com a emoção que o final da série deve ter.

PS: Que coisa linda esse começo de episódio com a Mãe grávida, não?

Castle – Limelight

Data/Hora 23/01/2014, 14:00. Autor
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Voltei. Ah, como é bom poder dizer isso! Não sei se todos sabem, mas tive uma gastroenterite causada por um rotavírus que me derrubou por quase duas semanas. E como eu não aguentava nem me levantar direito, a Mariela, editora de reviews e antiga reviewer de Castle, assumiu o comando enquanto eu me recuperava. A boa notícia é que estou de volta e fui presenteada com um episódio digno de uma sexta temporada delicinha demais.

Mas antes de falar de Limelight, eu preciso comentar: e não é que Castle voltou do hiato pegando fogo, literalmente? Se eu achava que após o hiato aquela sequência de episódios fortes iria diminuir, eu cometi um grande erro. Under Fire veio e nos trouxe a linda Sarah Grace e muitos apertos no coração ao ver Espo e Ryan em uma situação de perigo. Aí, como se não bastasse, logo na semana seguinte, Hunt reaparece trazendo, mais uma vez, o pai misterioso de Castle e nos mostrando uma face não muito carinhosa. Depois de tantas surpresas, é claro que viria um episódio daqueles que eu chamo de “respira, curte, que a gente está só começando”. Limelight, se vocês me permitem, é um aviso do Marlowe de que Castle não veio para brincadeira nessa sexta temporada. Leve, engraçado, comum. E não é que o comum, nas mãos de quem sabe, vira ouro?

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Fama. Muitos querem ter, mas poucos sabem lidar. Desde que se conheceram, Beckett já sabia da ficha de Castle, da sua agenda lotada, da sua lista infinita de mulheres. Mas, ao se apaixonar por ele, esses grandes impasses que a impediam de pensar em algo mais sério com o escritor foram se tornando pequenos detalhes. É claro que a mudança de Castle no jeito de levar a vida ajudou – e muito -, então a sua fama e o seu passado são coisas que já não incomodam tanto a Beckett quanto antes. Isso até aparecer, em um tabloide desses da vida, que o escritor estava de romance, mais uma vez, com a ex-mulher (que é a sua assessora, infelizmente). Achei engraçado e até bom mexerem com isso a esse ponto do relacionamento deles e da série. Desde que Castle e Beckett assumiram o romance, inúmeras situações de ciúmes apareceram, mas as situações relacionadas à fama e a fofocas ainda não tinham sido trabalhados. E, enquanto Beckett dizia não se incomodar com as fofocas, as piadas dos seus colegas de trabalho iam acordando nela uma pontada de ciúme, e iam provocando em mim grandes risadas.

Mas Limelight não foi feito apenas de provocações com as fofocas feitas sobre Castle. O episódio mesclou vários pontos importantes e interessantes, o que fez dessa semana mais um gol marcado pela série. Ainda seguindo a questão da fama, o caso da semana é sobre Mandy Sutton, uma jovem estrela que, ao não saber lidar com os holofotes (assim como uma grande gama de famosos), se mete com drogas e álcool e quase acaba assassinada. Quase porque, mais para frente do episódio, descobrimos que na realidade a vítima era a “cover” de Mandy, Claire Samuels. Porém, o tal gol marcado pela série não foi a reviravolta no caso, mas sim trazer um episódio que, ao mesmo tempo, conseguiu tratar da fama e mostrar seu lado cômico e cruel e que também nos mostrou um contraste. Contraste esse que, se você não tem aquela sensibilidade de fã, provavelmente não percebeu.

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Imagine se você, de um dia pro outro, passasse de uma simples pessoa a uma reconhecida mundialmente? Louco, não? Pois é, é da loucura que a fama trata. Dessa loucura em querer saber mais de uma pessoa, ir atrás dela, tirar fotos e tudo mais. A fama, quando não auxiliada por uma cabeça feita e pés no chão, pode trazer danos irreversíveis. No caso de Mandy, o “vírus da fama” contou com uma péssima base familiar e pés nada no chão para plantar na estrela em ascensão suas piores reações. E é basicamente por esse caminho que eu montei o contraste entre Alexis e Mandy. Olhando assim, na foto, são duas adolescentes cujas vidas correram de forma diferente por caminhos iguais. Alexis, com um pai famoso e uma mãe meio louca, poderia ter virado uma Mandy, mas não. O segredo está em como Castle criou a filha e em como ele tomou cada decisão relacionada a ela. Ela cresceu aos mimos do pai, mas logo mostrou ter responsabilidade. Foi duro deixá-la ir naquela aventura com Pi, mas Castle soube fazer o certo quando necessário. Se ele errou em algumas atitudes? É claro. Mas quem nunca? O fato é que foi muito bom ter Alexis e Mandy juntas para que eu pudesse enxergar, ainda mais claramente, o belo trabalho que Castle fez.

Aí vocês se perguntam: mas ela não se arrependeu? Ele não errou em deixá-la morar com Pi? Não, não errou. Primeiro que aceitar a decisão de Alexis era apenas o reflexo de tomar a consciência de que ela sabia o que estava fazendo e tinha responsabilidade o suficiente para tomar suas próprias decisões. Castle a guiou enquanto podia e ele sabe disso. Castle sabe, também, que Alexis provavelmente não dirá que tomou a decisão errada, mas que um dia voltará para casa – e, pelo o que nós vimos, esse momento está bem perto de acontecer. Não sei como a história vai se desenrolar, ou se darão visão para isso agora, mas tenho certeza que irá nos render bons momentos entre pai e filha.

Aliás, falando em bons momentos…

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Sim, eu sei que preciso me conter, mas como não surtar com os últimos momentos do episódio? Qualquer pessoa, é, aquelas que não trazem Castle no coração, diria que um anúncio no jornal não representa nada além de um simples anúncio no jornal. Mas não. Quando Beckett diz que foi ela quem contou à imprensa que eles estavam juntos por querer que, quando fossem escrever sobre ele, falassem sobre eles, aquele “nós” me fez viajar na história dos dois. Porque eu ainda me lembro daquela parede. Me lembro como foi difícil quebrá-la, assim como foi difícil quebrar aquele gelo existente na segunda temporada quando ela dizia que “não existe nenhum nós”. Não são simples letras em uma folha de jornal. Aquele é o jeito dela de contar ao mundo que o Castle pertence a ela, e ela pertence a ele. Always.

Limelight foi um episódio gostoso de assistir. A cada semana, Castle me mostra o porquê de eu dizer que essa é a minha série favorita e vai me dando vários novos motivos pra continuar amando-a mais e mais. É complicado dizer o que esperar para os próximos episódios porque já tivemos tantas surpresas nessa temporada, que QUALQUER coisa pode surgir nos muitos 42 minutos que ainda estão por vir. Para a próxima semana, eu desejo, aos corações casketts, boa sorte, porque quem viu a promo sabe que Dressed to Kill veio para marcar. Vejo vocês na semana que vem! Até (:

PS1: Quero agradecer, pela enésima vez, a Mariela pela mão nessas últimas duas semanas.

PS2: Como Alexis aprendeu a se vestir, gente!

PS3: Chance para Esplanie, pelo o que eu percebi, só em situações de perigo, né? Será que precisaremos de outro prédio desabando na cabeça do Esposito para que haja mais  um contato entre os dois?

Bones – The Ghost Killer e Big in the Philippines

Data/Hora 23/01/2014, 11:00. Autor
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Bones voltou! E eu também. E como é bom estar de volta. Não só porque tem sido ótimo comentar sobre a nona (e deliciosa) temporada da série, mas por ter uma confissão a fazer. E esperei muito por isso. Mas cá estou mais uma vez, com a missão de falar sobre dois episódios tão diferentes, desta que nomeio a série mais bipolar que já vi na vida. E é por aí que começo esta confissão.

Até o episódio da semana passada, Big in the Philippines, eu não tinha muita certeza se queria uma certa renovação. Apesar de não estar pronta para o cancelamento, às vezes tenho um sentimento altruísta de que seria melhor Bones acabar enquanto está em alta. (Sim, ainda acredito nisso). Depois de um período de hiato justo e renovador, esperava que The Ghost Killer fosse o sopro de vida que a história precisa para se manter neste patamar até seu desfecho, mas foi de longe um dos piores episódios que vi. Um episódio apressado e antipático, sem graça mesmo, mal escrito, interpretado, fiquei com tanta descrença, que me recusei assistir mais uma vez, só para ter certeza de que aquilo ali estava selando o final da série. Mas aí a próxima semana chegou, e eu me apaixonei tudo outra vez.

Eu tenho uma confissão a fazer. Bones é uma série louca, e eu amo esta loucura. E quero que ela dure para sempre.

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A Letra

Uma música marcante deve ter um ritmo gostoso, uma boa letra e uma excelente interpretação. Sem esses elementos, não funciona, não pega. Um episódio marcante também é assim, e o roteiro, é um dos principais pontos.

Os dois episódios foram completamente diferente em enredo e qualidade. Por isso, é difícil buscar um consenso crítico para as duas história. Se eu dei quatro estrelas como média entre  The Ghost Killer e Big in the Philippines é porque o último teve a nota máxima, já o décimo segundo foi apenas mediano.

A apresentação da tal Assassina Fantasma foi um tédio. Não só por ter lembrado o tédio do Pellant, e o tédio que foi até a série se livrar dele, mas por ter sido um episódio tedioso e desconexo. Não digo que foi um episódio ruim, apenas não gostei da maneira como ele foi conduzido. Não tinha cadência, um ritmo certo.

Culpo a Nkechi Okoro Carroll por isso. Infelizmente, todos os episódios que ela escreve são de uma qualidade duvidosa. Mesmo The Diamond in the Rough, que apesar da cena final revigorante, teve uma história fraca e forçada. Como o desespero da Brennan e a obsessão que não vemos em nenhum episódio desde a morte do último vilão.

Mas também culpo o Pellant. Ou a lembrança dele. Aliás, um personagem que deixou mais dúvidas do que respostas e morreu para entrar num eterno esquecimento (para os sortudos que conseguirão esquecê-lo). Só de vê-lo na cena de abertura me deu sono. Ainda não sei se me interesso pela tal vilã ainda. E do jeito que a coisa anda, ela só irá aparecer lá pelos derradeiros episódios, então até lá, ainda tem muito chão para criar diversos furos na continuidade da série.

Esse sentimento ruim passou longe da “letra” de Big in the Philippines. As rimas eram ricas, intercaladas e perfeitas. A semântica também. Tudo neste episódio conspirou para que ele, junto com o episódio do casamente, se tornasse um dos mais belos da temporada. Keith Foglesong acertou em cheio, conseguiu fluência no caso, participação com o peso certo de cada personagem e ainda nos deu frases que farão parte do “livrinho de falas que todo Bonehead deve conhecer”.

O assassinato do cantor country jovem e promissor é a amostra real que a vida é frágil e pode acabar a qualquer segundo. Colin foi morto quando se preparava para viver, e morreu porque amava demais. É irônico isso. Geralmente as canções countries são tragédias deliciosas em tom menores ou diminutos. Mas Colin Haynes queria retomar a vida em um grande Sol Maior. Essa história ao lado da câncer do Wendell Bray mostra como cada segundo da vida é precioso. E isso foi sentido por Booth e Brennan.

Assim é um bom episódio. Aqueles que afetam não só os personagens como a gente.

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A Música 

O roteiro confuso de The Ghost Killer criou uma melodia destonante e aguda. Desde quanto as pessoas ignoram os palpites da Bones? Desde quando ela tem ataques de subjetividade e obsessão? Não consigo elencar as coisas que me incomodaram neste episódio, então decidi que irei gastar meu português com a melodia vinda das Filipinas.

Neste episódio, é possível perceber uma relação equilibrada entre os personagens, o trabalho e a vida pessoal deles. E isso me deu orgulho da série. Não se pode ignorar detalhes como a Sereia feita pela Angie no gesso do Wendell, e nem do elogio de Hodgins para a esposa. Não vou dizer que fui fã de do casal Wengie, mas é sempre engraçado e divertido ver referências ao romance e como tudo terminou bem e de maneira adulta entre eles.

Outro detalhe bem bacana são as assinaturas do colegas de turma do Jeffersonian, como um símbolo dos Flyers (time de hockey do Booth), um simples “apenas respire” da Cam ou o bem humorado “Rei do Gesso”, escrito pelo Jack. Ah, claro, as mensagens de apoio de B&B mostram o quanto o squint loirinho e puro de coração é importante para todos. Sinceramente, meu squint preferido depois do Vincent.

A sintonia entre elenco, personagens e história também é algo para se reconhecer com louvor.  Michael Grant Terry, Emily Deschanel, David Boreanaz e todo o resto estiveram brilhantes nessa quase uma hora de história. Com interpretações certas, a métrica moderada só tornou o episódio ainda mais gostoso. Sweets e Cam estiveram lá quando foi preciso, e a engenhosa engrenagem funcionou muito bem. Destaque para a dobradinha Angie e Sweets, com os dotes musicais herdades do pai pela a artista e com o conhecimento das intenções por trás da semântica desenvolvida pelo psicologo, os dois foram protagonistas de uma cena criativa e importante. Concluir que Colin estava apaixonado e esperançoso observando o tom, o ritmo e as letras do músico é algo realmente de se admirar. Fico imaginando o pessoal do Song Meaning diria sobre “Can’t Break What is Broken”  ou “Young To See” do Charlie Worsham.

A trilha sonora serviu de forma mágica (assim como a música deve ser) e coerente (assim como o roteiro deve ser) para a história do episódio – que devo pontuar, coroou o Boreanaz como diretor. Um episódio delicado e na medida certa.

Foi interessante perceber como esse episódio mexeu com todos eles, e como especialmente afetou Booth e Brennan, que dividem talvez o melhor momento do casal. Mas a vida é assim, há tempo de sorrir, mas também de chorar. O que importa é que eles sempre estarão juntos. E para sempre.

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A Dança

“Eu decidi lutar,” ele disse ainda com receio. O tom de voz do Wendell me fez querer gritar. Ele decidiu dançar a valsa louca da vida. Ao som de Love Don’t Die Easy, encerramos a décima terceira semana de Bones com uma grande lição: às vezes é preciso dançar a música que está tocando.

Amor, casamento, filhos, amizade, gratidão, são muitas as situações e sentimentos que iremos enfrentar na vida. A dor e a perda são apenas pequenos exemplos do que vem pela frente. Apesar do medo, e da angústia causada pelo desconhecido, quando se tem alguém, tudo fica mais fácil.

O amadurecimento dos personagens, assim como a série, só me faz querer mais. É preciso aprender a dançar a música que está tocando. Aceitar os altos e baixos, não ligar tanto para o tratamento medíocre que a Fox americana dá parar a série, e nem se assustar com um provável cancelamento. E foi aí que cheguei a conclusão que não importa qual a situação que eu me encontre, este amor é para sempre, mesmo que o sempre um dia acabe.

The Following – Resurrection

Data/Hora 23/01/2014, 09:46. Autor
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Muitos fãs de The Following acreditaram que a série não conseguiria manter uma boa sequência depois do final da primeira temporada. O seriado, corajoso desde os primeiros capítulos, apresentou na season finale a morte de seu principal vilão e a razão de tudo que acontece na série, Joe Carroll. Mas vamos combinar que foi um tanto inocente demais acreditar que Carroll realmente estava morto.

De qualquer forma, quem acompanhou as notícias do seriado antes da estreia da segunda temporada já tinha captado a realidade. Além de todas as promos apresentadas, o episódio que abriu a segunda temporada ganhou o nome de Resurrection. Alguma dúvida sobre o poder dos seguidores de Joe e de seu retorno?

Enquanto Carroll ficou escondido – sabe Deus onde -, Ryan mudou de vida. O ex-agente do FBI trocou o álcool e as manhãs de ressaca por um trabalho como professor de justiça criminal em uma universidade de Manhattan e, pasmem, corridas pela manhã. Não bebe mais, participa de reuniões para alcoólicos e tem até um padrinho que já acompanha seus passos.

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Apesar das mudanças na qualidade de vida de Ryan, a morte não abandonou o ex-agente do FBI. Claire não resistiu ao ataque da seguidora de Joe no apartamento de Hardy e morreu. A história, que se passa na segunda temporada da série, mostra os momentos após o ataque e dá um salto de um ano, quando Ryan já está com uma vida nova e o caso de Joe Carroll e seus seguidores serial killers completa um ano.

Ryan melhorou a forma física com corridas diárias, mas continua o mesmo em vários outros itens. Hardy segue solteiro, obcecado por Joe Carroll e… sem noção. Isso mesmo, Ryan perde a cabeça quando o assunto é Carroll e prefere agir sozinho como um justiceiro a se unir novamente às forças do FBI e ao seu amigo Mike Weston.

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Quando o ataque ao metrô Union Square, em New York, apresenta indícios de um retorno da seita, prontamente o FBI recruta Mike e Ryan, mas enquanto o primeiro quer a todo custo vingar a morte de Debra e de todos os outros, Hardy quer, ele mesmo, acabar com Carroll e todos os seus seguidores. Ryan não conseguiu acabar com Joe nem com todo o aparato do FBI, mas agora acredita que vai ter sucesso sozinho. Bem, se lembrarmos das inúmeras trapalhadas e atrasos da equipe do FBI na temporada passada, não é de se estranhar, mas sozinho Ryan? “Serious”?

Bem, Hardy não ficou tão sozinho assim. Ele também tem seus seguidores e recrutou Max Hardy (Jessica Stroup), sua sobrinha, que também trabalha para a polícia. Max segue a sina da família e é uma detetive da Agência de Inteligência da Polícia de New York. No início do episódio, Ryan parece não estar dando bola para o retorno dos seguidores de Joe, mas dentro de seu apartamento guarda um escritório secreto onde acompanha as informações sobre o caso. Aí que entra Max. Quem o ajuda nessa força-tarefa de duas pessoas é exatamente a sua sobrinha com informações quentíssimas do banco de dados da Polícia de New York.

The Following 2x01 Gêmeos

Apesar do ataque ao metrô marcar o retorno dos seguidores de Carroll, a morte mais impressionante foi da jovem Heather Clarke, pelos gêmeos Luke e Mark. A garota foi morta e os dois brincaram com o corpo dela ao longo do dia, maquiando, vestindo, dançando e só quando anoiteceu, colocaram o corpo para exposição em uma praça pública. Uma das marcas registradas de The Following é arrepiar o público, e essa morte mostra como a série gosta de fazer isso.

Outra coisa que o seriado gosta muito é de uma boa trilha sonora, e essa característica já foi possível de ser relembrada em Resurrection. A música embalou o encerramento do episódio e aumentou o ar dramático na hora da aparição de Joe Carroll… vivo! Sim, vivo, não um seguidor usando uma de suas máscaras. The Following voltou, Joe Carroll voltou e ao contrário do que muitos temiam, voltou com muita história pra contar.

The Following 2x01 Joe

Fiquem ligados!

Já foram anunciadas diversas participações para a segunda temporada de The Following. Bem, não é a toa, já que grande parte do elenco foi morta nos primeiros 15 episódios da série. Em 2014 você ainda vai ver no mundo de Ryan Hardy e Joe Carroll os atores Connie Nielsen, Zach Hamilton, J.D. Williams, Tehmina Sunny, Jacinda Barret, Keith Carradine, Jessica Stroup, Tiffany Boone, Valerie Cruz, Carrie Preston e Bambadjan Bamba.

A segunda temporada de The Following estreia no Brasil no dia 31 de janeiro, pela Warner Channel, às 23h.

PS: Quero uma cozinha igual a do Ryan Hardy.

The Crazy Ones – The Face of a Winner e Outbreak

Data/Hora 22/01/2014, 11:00. Autor
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Monica Geller, é você? É impressão minha ou a personagem de Friends deu as caras em The Face of a Winner?

E 2014 já começou cheio de emoções na Lewis, Roberts & Roberts! O primeiro episódio do ano, exibido já no dia 2 de janeiro (review atrasadíssima, mil desculpas!), pode ser resumido em 3 palavrinhas: zona de conforto. Ou melhor: como sair dela.

Em The Face of a Winner, título mais do que apropriado, vemos Simon abalar as estruturas da agência – e a sanidade mental de sua equipe – em nome da criatividade e da inovação. Nada de campanhas publicitárias óbvias e cheias de clichê. Não. Este gênio excêntrico da publicidade quer muito mais. Os clientes da vez são um game de guerra chamado “Medalha da Glória” e um spa chamado “Zen-phoria”. Para inverter a ordem natural das coisas e complicar a vida de todos, Zach e Andrew ficam responsáveis pela campanha do tal spa zen, enquanto Sydney e Lauren (com sua preciosa formação na Escola de Cosmetologia, class of February – um ótimo mês –, quem diria?) trabalharão juntas na campanha do game. E agora, por onde começar?

“Rapazes nas loções, meninas nas armas. Go!” – Simon

A campanha do spa, na verdade, serviu apenas como pano de fundo para a ação principal do episódio, mas foi bastante divertido ver Zach e Andrew se desdobrando em cremes, hidratantes, loções e similares para criar a campanha mais zen de suas carreiras. E nesta, os dois acabaram se dando muito mal: Andrew acabou auto-esfoliando seu próprio rosto ao misturar dois produtos de tratamento para a pele e, pela primeira vez na vida, experimentou a agradável sensação de ter “a cara coberta por cobras em chamas”; enquanto Zach, desavisado, usou o “aumentador de lábios” da marca apenas para descobrir que é alérgico a ele.

Mas foi Sarah Michelle Gellar quem roubou o episódio ao mostrar uma nova e até então desconhecida faceta de sua adorável Sydney. Quer dizer, já tínhamos visto aqui e ali sinais de uma Sydney controladora, metódica e organizada ao extremo. Mas o que vimos neste episódio foi um espírito competitivo (pra dizer o mínimo!) e uma vontade inesgotável de vencer que deixaria qualquer campeão olímpico com inveja (as atletas do torneio de tênis da divisão “50 anos ou mais” que o digam, não é mesmo?). Impossível assistir às cenas de Syd e não lembrar de Courteney Cox e sua eterna Monica Geller (saudade, Friends!).

(Aliás, um pequeno parênteses aqui para dar os parabéns para a Sarah, que no último dia 8 conquistou o People’s Choice Awards de “Melhor Atriz em Nova Série de TV”. The Crazy Ones não levou o prêmio de “Melhor Nova Série de Comédia” para casa, que ficou com Super Fun Night.)

Ao sugerir que Syd saísse de sua zona de conforto e se apaixonasse pelo produto que deveria vender, tenho certeza que Simon não imaginou que criaria um monstro! Nossa publicitária favorita começou a jogar assim, meio sem jeito, como quem não quer nada, mas bastou assassinar sua primeira vítima – poor Andrew! – e sentir o “gosto de seu sangue” (oi?) – como bem colocado por Lauren – para que Syd levasse sua obsessão a um nível sem precedentes. Esqueça o pessoal de The Big Bang Theory: quem manda aqui é Sydney Roberts!

antes de oh serbia

“Oh Serbia, you’re about to go booyakashaaaa!” – Sydney

As cenas que mostraram a evolução da obsessão de Syd pelo game foram hilárias e, sem dúvida nenhuma, o ponto alto do episódio. Gargalhei com a “invasão de Kosovo”, que arruinou a apresentação repleta de “calmaria” e “serenidade” dos meninos para a Zen-phoria e obrigou Simon a interromper a reunião para “conduzir um ajuste de aura”. Namastê, bitches!

A sequência entre ela e Lauren não ficou atrás. Engraçadíssima, rendeu ótimos momentos, com direito à múltiplos assassinatos – “dez pontos, dez pontos, dez pontos, dez pontos…” –, corações arrancados, beijos na boca (!) e dancinhas da vitória. É, acho que eu não quero que a Syd volte ao normal… Essa sua versão meio Monica-Geller-meets-Sheldon-Cooper é beeeem mais legal, vocês não concordam?

 

E, em certa altura do episódio, realmente parece que perdemos aquela Sydney doce e meiga para todo o sempre. São necessárias três “intervenções” de Simon e da equipe para fazê-la enxergar o monstro em que se tornou. Syd admite que quer ganhar a conta do game apenas para continuar sendo a melhor aos olhos do pai – depois do Zach, que fique bem claro! E eis que, depois de assassinar todos os colegas no jogo, arruinar a campanha do spa e se meter em muita confusão, Syd finalmente tem uma ideia brilhante para a campanha.

antes de medalha da gloria

“Medalha da Glória: um jogo tão realista que você não pode evitar sair dele marcado para sempre.

Uma catch phrase simples, que foi capaz de sintetizar toda a brutalidade do jogo. Well done, Syd! E…

“Bem-vindo de volta, filho!” – Simon

“Você sabe que eu sou menina, certo?” – Sydney

“Um homem pode sonhar.” – Simon

The Crazy Ones chega à metade de sua primeira temporada e parece ter encontrado sua zona de conforto (o que é irônico, se considerarmos o tema do episódio). Sempre somos presenteados com episódios que se dividem em dois arcos distintos, geralmente com duas campanhas publicitárias em jogo. O elenco, que de maneira geral esbanja talento, está cada vez mais entrosado e os roteiristas sabem bem como aproveitar este entrosamento e ao mesmo tempo conter os exageros de Robin Williams. Alguns episódios foram melhores e mais redondinhos do que outros, mas acho seguro dizer que o saldo, até aqui, é positivo. A audiência da série é sólida, e isso, sem dúvidas, é um ponto importante quando o assunto é renovação. E vocês? O que estão achando até aqui?

PS: Quer dizer então que Andrew teve uma infância terrível porque sua mãe era viciada em… Chocolate? Todo aquele drama de “nós não tínhamos Páscoa” me fez rir alto.

PS2: “Essa campanha arruinará as mulheres para mim. A maquiagem, a loção, o perfume. Uma vez que você abre a cortina, vê coisas que não quer. Não quero saber como a salsicha é feita.” – Zach. Nada mau, Zach… Até que você é bem esperto!

E em Outbreak, chegou a hora de Lauren brilhar! Será?

Mais um episódio de The Crazy Ones, e desta vez tivemos um cenário um pouquinho diferente daquele que estamos acostumados a ver: ao invés de queimar neurônios em busca da campanha perfeita, o pessoal da Lewis, Roberts & Roberts tem a árdua missão de lidar com um desastre de relações públicas que atinge um de seus maiores clientes.

Um erro na fabricação da voz de uma boneca chamada Randi Jenkins leva a empresa a emitir um recall do brinquedo. O problema? A popular boneca falante, que deveria entoar frases bonitinhas e incentivadoras, passou a repetir como um papagaio frases “simpáticas” como: “Mate a mamãe!”, “Você é feia e ninguém te ama”, entre outras barbaridades do gênero (Ok, acho que “erro de fabricação” foi uma gentileza da minha parte. Sabotagem soa muito melhor!). Diante disso, a tarefa de Simon e sua equipe não é nada simples: montar uma estratégia para conter os prejuízos e reverter a imagem – e os “pensamentos” – da boneca “homicida” e de sua fabricante.

O episódio já começa com uma reunião de emergência na sede da fábrica… com a ilustre presença da própria Randi Jenkins! Não, eu não me refiro à uma pessoa real que serviu como inspiração para a criação da boneca. Estou falando da própria boneca. Sim, ela esteve presente na reunião que tinha como objetivo reabilitar sua imagem, e, olha… foi bastante divertido – para não dizer bizarro – ver uma reunião de negócios ser realizada em uma mesa feita para crianças, onde a boneca era a protagonista (e até mesmo foi servida na hora do coffee break!).

É quando somos apresentados à Garrett, o CEO da fabricante de brinquedos, e tudo passa a fazer sentido (ou não). O excêntrico executivo mostra ter uma ligação ligeiramente doentia com sua boneca. E, por “ligeiramente”, quero dizer “completamente”.

Simon sugere uma “turnê nacional de pedido de desculpas”, com Randi Jenkins como a grande Mestre de Cerimônias. A empreitada envolveria shoppings, rádios e outros meios de comunicação, que teriam a intenção de reapresentar a adorada boneca ao seu jovem público e ao país. Adam Levine que se cuide, pois uma nova “queridinha da América” vem aí! Ainda bem que Randi adora shoppings, certo Garrett? Wait… Whaaat??

Tudo parecia correr bem, até que a agência é tomada por um surto de gripe. A começar pelo sempre belo Zach, um a um os publicitários da LR&R caem doentes e são isolados em uma sala de reuniões por uma Sydney desesperada e avessa à germes. Mas não sem motivo: logo descobrimos que a sua paranoia é porque ela não quer adoecer e arruinar seu encontro com um tal médico – pediatra! – bonitão. (Também descobrimos que a moça tem sonhos recorrentes com os integrantes do One Direction, mas isso não vem ao caso. Além do mais, “aqueles meninos já são maiores de idade agora”, não são?)

“Tive três paradas cardíacas, querida. Para mim, a gripe é como um pum em um furacão.” – Simon

Com sua equipe comprometida e bastante desfalcada, Simon fica sem muitas alternativas e delega o primeiro evento da “turnê de desculpas” à Lauren, dando uma oportunidade para a nossa assistente favorita mostrar o seu trabalho e a sua competência no comando de uma grande campanha.

Lauren até começa bem, sugerindo que eles comecem a tal turnê convidando a menininha do vídeo do youtube, que espalhou a notícia da “boneca homicida”, para participar da nova ação publicitária. Afinal, que jeito melhor de se desculpar com a América do que fazê-lo com aquele rostinho angelical? Mas claro que, em se tratando de Lauren, as coisas não seriam assim tão simples, não é?

A coisa desanda de vez quando Lauren mistura as “bonecas normais” com as “bonecas homicidas” e, sem saber, leva-as ao evento. Quando percebe o engano, tarde demais: a boneca má já foi dada de presente à garotinha do vídeo, e o evento está arruinado. A cena de Simon decapitando a boneca numa tentativa patética de calá-la foi, provavelmente, um dos pontos altos do episódio. Não, eu não sou muito fã de Robin Williams e sua atuação na maioria das vezes caricata, mas não se pode negar: ele é ótimo em cenas de comédia física, e entregou o que a cena pedia sem maiores problemas.

Lauren, horrorizada, está certa de que será demitida após o fiasco, mas em uma cena absurdamente fofa, Simon a reconforta e diz que precisará dela para a nova “turnê de desculpas para a turnê de desculpas”. Não, a LR&R não foi perdeu o cliente. Tudo porque Garrett acredita em tudo o que sua boneca fala. E…

“A Lewis, Roberts & Roberts é a principal agência desta cidade. Se eles forem embora, eu também vou.” – Randi Jenkins

Mas nada disso realmente importou no episódio. Por que?

Porque, enfim… Syndrew (ou seria Andney?)! E o andamento dessa linda história de amor não poderia ter sido melhor…

Andrew não fica muito feliz com a notícia do encontro de Sydney com o tal médico – que, aparentemente, também é triatleta, tem 1,90m, gosta de assistir ao canal jurídico, e, nas horas vagas, também é sommelier (que NÃO é um verbo! #ficadica, cortesia de Andrew).

Transtornado, ele vai pedir conselhos a Zach, e aí, assim como quem não quer nada, descobrimos que: 1. Sydney e Andrew costumam sair juntos de vez em quando, como melhores amigos; 2. como Zach observou: “o problema é que vocês nunca se olham ao mesmo tempo.”.

Se tinha ficado alguma dúvida em relação ao potencial de Sydney e Andrew como casal, essa dúvida foi exterminada ao longo deste episódio. Com um empurrãozinho de Zach, Andrew decide sabotar o encontro de Syd. Foi o cúmulo da fofurice vê-lo photobombing todas as selfies que Syd tirava para enviar ao pretendente, e lendo em voz alta estatísticas nos jornais sobre médicos que assassinam seus cônjuges. Mas o golpe de misericórdia para os fãs do “ex-futuro casal” foi aquela linda DR na sala de reuniões.

“Uma palavra sua me calará para sempre sobre isso.” – Jane Austen, digo, Andrew.

Syd, encurralada, confessa que morre de medo de se envolver com ele porque, se o relacionamento não der certo, arruinará a relação profissional dos dois e, mais do que isso, ela perderá o seu melhor amigo. E esse é um risco que ela não quer correr. Awww… Tem como ser mais fofa?

No fim das contas, apesar de seus esforços, Syd ficou doente e o médico bonitão – e cagão! – cancelou o encontro por que, vocês sabem, ele tem que “pensar nas crianças”. Loser!

Mas os shippers de Syndrew comemoraram…

antes de acho q o destino ja tinha

“Acho que o destino já tinha isso planejado.” – Andrew

“Outbreak” funcionou bem, não tanto por causa da “campanha da vez”, mas principalmente pelo desenvolvimento significativo do casal mais aguardado da série. Foi um sopro de ar fresco. Por outro lado, o ponto fraco, na minha opinião, foram as cenas envolvendo os funcionários doentes trancafiados numa sala de reuniões, em quarentena. Não foi engraçado e não funcionou, mesmo com Andrew e toda a sua doçura tentando salvar o dia de Syd ao resgatar seu celular da “sala da morte”. Um tanto caricato e exagerado, não?

A série está em hiatus, mas retorna na semana que vem, dia 30 de janeiro. Até lá!

PS: Alguém aí já tinha ouvido falar em “tossir como um vampiro”?

PS2: A MELHOR fala do episódio foi dela, claro, the one and only, Lauren:

“Duas recaídas em 8 meses, e ele está pronto para sair com uma putona… que é a minha chefe!”

Grimm – The Good Soldier

Data/Hora 22/01/2014, 09:59. Autor
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“Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé”. O episódio The Good Soldier, de Grimm, trata de um assunto que é muito debatido nos Estados Unidos: os soldados que defendem o país durante as guerras. Um tema que também é muito comum neste círculo são os assédios sexuais e estupros que ocorrem entre soldados. Quando uma mulher trabalha entre vários homens então, além de sofrer com preconceito e atos machistas, pode vir a sofrer um estupro caso não tenha colegas de boa índole. Apesar de ser uma violência já há muito tempo combatida, casos acabam sendo ainda diagnosticados até em círculos onde a segurança e o profissionalismo deviam prevalecer. Apesar de idolatrar seus soldados, os americanos também tratam com muita seriedade de casos de estupro e assédio em seus exércitos. Grimm foi mais uma série, entre tantos episódios de televisão e filmes, que trouxeram o tema à tona. No caso que acompanhamos em The Good Soldier, uma ex-soldado americana resolveu buscar vingança, ou pelos menos uma retaliação, dos seus colegas de exército. O grupo de quatro homens estuprou covardemente a cabo Francesca “Frankie” Gonzales, quatro anos antes, enquanto prestavam serviço militar no Iraque.

Grimm 3x11 Nick e Hank

Agora, para convencer seus ex-colegas a assumirem o que fizeram com ela, Frankie conta com a ajuda de seu comandante na época, e hoje muito doente em razão de um câncer, Coronel Adam Desai. No entanto, a moça não tinha ideia da ajuda que estava recebendo. Nem ela e muito menos Hank e Nick, que foram pegos de surpresa quando descobriram que Frankie não era responsável pelos assassinatos e muito menos era uma Mantícora, um wesen que tem um rabo responsável por uma picada com algo parecido a um veneno de escorpião. Frankie na realidade era uma Steinadler. O público também foi surpreendido com o desfecho do episódio, algo muito corriqueiro nesta temporada de Grimm. A série está buscando inovar em casa história e as resoluções de seus casos normalmente fogem do óbvio e oferecem alternativas dificilmente cogitadas anteriormente pelo público.

Grimm 3x11 Monroe e Rosalee

Enquanto isso, apesar de serem wesens e morarem em Portland – vamos combinar que essa cidade atrai muita coisa estranha – Rosalie e Monroe passam por um situação bastante comum. Rosalie é contatada pela mãe que não vê há sete anos e aceita o convite para jantar com ela e sua irmã. Além de ter que apresentar o namorado novo – um blutbad vegetariano – Rosalie ainda precisou enfrentar fantasmas do passado e tentar esquecer de tudo para reatar os laços com sua família. Ah sim, a história paralela da sem graça da Adalind continua. Agora ela mostra que seus poderes estão voltando e ela até consegue mover copos. Parabéns pra Adalind! Agora só falta voltar a ter algum significado no seriado.

Revenge – Hatred

Data/Hora 21/01/2014, 19:57. Autor
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Os roteiristas de Revenge se empenharam muito em fazer com que a gente odiasse Daniel Grayson, e olha, acho que podemos dizer que foram bem sucedidos nessa empreitada. Em Hatred fica claro que para o filho mais velho dos Grayson não há volta, é daí pra pior.

Daniel nunca foi um personagem muito carismático, e penso que grande parte da culpa disso é do Joshua Bowman, que não encontrou o tom certo nem na inocência e nem na vilania. A escolha de transformar o personagem em um vilão pode ter vindo daí, da falta de carisma de Daniel e da falta de química entre ele e Emily. Porém, se pensarmos um pouco, essa passagem do personagem encaixa-se muito bem dentro dos planos de vingança da filha de David Clarke.

Isso porque as ações de Emily contribuíram em muito para despertar o que Daniel tem de ruim. É claro que as reações de seu noivo são inerentes e representam quem ele é, mas mesmo que passivamente, Emily construiu o vilão Daniel. Isso faz com que a loira seja responsável em transformar o cara no seu próprio pai: ele trai, corrompe, prejudica subalternos, mente e desconsidera laços familiares, assim como Conrad. Para Victoria, não poderia ser pior: Emily transformou seu primogênito na pessoa que ela mais odeia no mundo: o marido.

Mas mesmo com a família desestruturada, não parece que o plano de vingança está indo bem. Emily tem revivido o sofrimento que passou na infância e adolescência, sendo tratada com violência psicológica e física pelo seu marido e morando em uma casa onde não é querida. Para tentar desmontar a situação em que se encontra, ela ataca o alvo mais fácil: Sarah, que resolveu se mudar para a mansão e viver uma vida de amante, bebendo champagne na piscina e dormindo com Daniel, que mantém quarto separado do de Emily. O ataque é simples: leva a mãe da garota e expõe a situação. É claro que a mãe de Sarah não entende como alguém pode querer se submeter a essa situação, e nós também nos perguntamos isso. Depois da briga com a mãe, Sarah resolve deixar Daniel pela décima vez nessa temporada. Veremos até quando isso dura.

A tensão na mansão tem mexido psicologicamente com Emily, mesmo com todo o seu treinamento japonês. Ela parece ter desenvolvido uma perda de memória recente, em que tem grandes buracos nos acontecimentos. Em um dos momentos, está nadando e parece que na casa de Nolan, e no último, depois de ser atacada pela fúria de Daniel, acorda na cama ao lado de Conrad. O que houve nessa noite só saberemos no próximo episódio. Eu duvido que haja envolvimento sexual entre os dois, parece ter acontecido uma conversa em que Emily propôs uma aliança. É o meu palpite.

A perda de memória de Emily abre uma oportunidade para os roteiristas de explorarem o recurso que eles mais gostam: o flashfoward. Restará para gente saber o que de importante será posto nesses buracos temporais, e se realmente teremos a curiosidade de saber, a essa altura da temporada, que fato misterioso será escondido. Já não bastava a pergunta “quem atirou em Emily” nessa temporada?

PS.: Todo mundo acreditou na versão do estupro contada por Victoria?

PS2.: Niko já culpará Aiden pela morte de Takeda ou atribuirá a culpa à Emily?

PS3.: Onde está Charlotte?

Revolution – Mis Dos Padres

Data/Hora 21/01/2014, 10:30. Autor
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E eu acho que gosto do garoto. Eu acho não, eu gosto mesmo. Gosto do fato de que ele considera a genética a parte menos importante de uma família, mas que é sensível à dor alheia – não que isso seja bom em tempos de guerra, mas… E eu gosto da máfia mexicana também. Sempre adorei máfias – sangue e coração italianos, sabem como é, tudo é uma “questão de famílias” – e essa mexicana é uma das boas, apesar de não ter todo o amor familiar das italianas.

Mis Dos Padres foi um episódio BOM, MUITO BOM. Um desses que eu não via há tempos em Revolution. Cada segundo me prendeu a atenção, quase compensou o resto da temporada. Claro que não fui ver esperando nada fantástico, nenhum Soul Train ou The Children’s Crusade, mas foi um episódio e tanto. Keep the good work, and you’ll keep the fans.

Vamos aos núcleos: pela primeira vez, o núcleo principal foi um dos que me agradou mais, apesar do repeteco Rachel+Miles “temos que salvar o Bass”. Adorei a festa da máfia, adorei o modo como o Bass foi tratado – não como um verme por ter sido um ditador tirano, mas como um cara foda e perigoso que conseguiu ter uma nação sob o seu controle (mesmo que eu não concorde com os métodos dele) -, adorei o fato de o Connor não ter amolecido logo de cara, adorei que o Miles se estrepou também com seu jeito irritante de achar que é foda porque sabe socar as pessoas, adorei que a Rachel foi inteligente de encontrar uma maneira de entrar sem escândalo, adorei que o Connor tentou esconder o coração mole em relação ao Bass e, claro, adorei a porradaria na hora da fuga, porque foi diferente das outras vezes. Não gostei do clichê redentor de “Miles salva Bass depois de tudo o que ele fez”, detestei o fato de o garoto ter dado a chave pra Rachel (matou toda a emoção da fuga, do plano mirabolante que ela teria que arrumar pra soltá-los) e detestei o Miles dormindo de conchinha com a Rachel depois da fuga. Ah, gostei também da revolta do garoto, de perceber que foi estúpido, mas em vez de lamentar, buscar um novo propósito. Cara, eu gosto desse garoto!

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O núcleo Spring City (Aaron, Grace e Priscilla) foi bom. Na verdade, apesar da ação nula e de a situação ter se mantido estável durante todo o episódio, acho que foi o meu núcleo favorito dessa vez. Só o que não curti foi a “sem-salzisse” da Priscilla, mas a gente perdoa por enquanto que ela tá meio doente ainda e o marido fugiu com as crianças dela. Adoro ouvir a Grace explicando sobre a nanotech, adoro as conversas deles que os fazem chegar a conclusões e conclusões, adoro a nanotech e tudo relacionado a ela. Esse núcleo, pra mim, é amor, uma massagem à parte do meu cérebro que quer a ciência mostrada na ficção, mesmo que talvez nada bata com a realidade.

O núcleo Neville, foi, a meu ver, o piorzinho de novo. Acho que peguei algum tipo de birra do núcleo pelo fato de o Neville não estar dentro dos esquemas, mas abaixo deles, e essa visão parcial é incômoda. De qualquer maneira, algumas coisas bastante significativas aconteceram, como a descoberta do projeto de novos grupos de treinamento (é, aquele que fez o Jason virar um ser irracional) e com a mudança de planos por parte do Tom, sem seguir a Julia, de quem começa a desconfiar. Pelos acontecimentos, creio que o Tom vai ser um personagem melhor explorado daqui pra frente, o que eu acho muito digno, porque o Esposito é bom ator demais pra ficar só no que está. Eu não gosto mais do Jason, detesto a atitude cachorrinho dele, doida pra ele sair ou, sei lá, agir por ele mesmo, mesmo que não seja contra o Tom.

O núcleo Willoughby (Charlie e Gene) ficou um pouco parado hoje, mas foi dele que veio a grande questão que me deixou ansiosa pelo próximo episódio. Os patriotas estão montando um novo acampamento, aparentemente sem motivo, e os dois começam a desconfiar. Ao avistarem um velho amigo de Gene no meio do acampamento, o avô decide que vai explorar a área quer Charlie queira ou não. Pois bem, os dois descobrem que temos uma epidemia de tifo, e que os Patriotas precisam da ajuda de Gene para curá-la.

As perguntas para o 2×12: Gene vai descobrir o que causou e ajudar os Patriotas a controlar o tifo? Bass e Connor vão mesmo começar a planejar pelas costas de Miles e Rachel? Tom vai ser chamado para reforçar a segurança de Julia e seu marido? Aaron e Priscilla vão conseguir retomar o controle da nanotech? E, me precipitando muito, ainda vai rolar shippar a Charlie com o Bass agora que existe um Bass Jr? É esperar pra ver.

White Collar – Shot Through The Heart

Data/Hora 21/01/2014, 09:46. Autor
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Quem diria. O gênio vigarista Neal Caffrey seria abatido pelo amor novamente. Até aí, tudo bem. Somente o velho Mozzie tinha realmente desconfiado de alguma coisa e, se tratando de Mozzie, desconfiar é algo muito natural. Mas Neal ainda foi enganado, sapateado e completamente esfarrapado pela namorada Rebecca Lowe, ou como viríamos descobrir mais tarde, Rachel Turner.

Nem Mozzie conseguiu achar algo de perigoso em Rebecca, e olha que ele realmente procurou. Mesmo assim, Neal caiu em uma armadilha armada por ela em parceria com Curtis Hagen. No fundo do poço, apesar de todos os problemas entre os dois, Neal segue com o apoio de Peter e graças a ele pôde dar a volta por cima, continuar trabalhando no caso e prender Rebecca. Hagen morreu, mas a moça prometeu reaparecer na vida de Caffrey.

White Collar 5x11 Rebecca e Neal

Enquanto isso, Peter e Elizabeth seguem aprontando as malas para Washington, o que nos deixa um tanto preocupados com o futuro da série. Por outro lado, a ameaça de Rebecca chega até a animar, pois se ela prometeu voltar, é porque deve voltar mesmo e para isso a série precisa continuar, pelo menos mais um pouco. No entanto, enquanto o próximo episódio não é apresentado, Jones está indicado para ficar responsável por Neal. Depois de todos os acontecimentos de Shot Through The Heart, Burke voltou a confiar em Caffrey e agora novamente acredita no talento de Neal para auxiliar nos casos da Divisão de Crimes do Colarinho Branco.

Já o coração de Caffrey foi abatido. O mais complicado no caso de Rebecca e Neal é que os dois realmente se apaixonaram um pelo outro. Caffrey se apaixonou por uma Rebecca que não existia e a Rachel tentou se transformar permanentemente em Rebecca quando percebeu que também estava apaixonada por Neal. No entanto, Caffrey não aguentou tanta mentira e manipulação. Rebecca e Hagen armaram tudo desde o princípio para conseguir fazer com que Neal e Mozzie descobrissem a localização do diamante Esperança. Mesmo com tanto amor em jogo, Neal não suportou a mentira, o que se torna uma ironia em sua vida e uma lição para o seu futuro. Bem, pelo menos é isso que Peter espera que Neal repense daqui para frente.

White Collar 5x11 El e Peter

Apesar de todas as reviravoltas de Shot Through The Heart, o mistério continua em Washington com Peter e Elizabeth. Outra possibilidade é que Neal siga com Peter para a capital americana e a série mude de ares. Será? Apesar de ser um chute no escuro, todas as opções são válidas desde que a série não encerre e também não separe Caffrey e Burke.

Depois de uma temporada praticamente fantástica a season finale do quinto ano de White Collar promete ser a cereja do bolo. Faltam apenas dois episódios para o final da temporada e grandes acontecimentos estão para desfilar na Divisão de Crimes do Colarinho Branco do FBI. Nas cenas prévias do próximo episódio já podemos confirmar que Mozzie e Neal entraram de cabeça no mistério do diamante Esperança e Peter vai receber uma notícia nada agradável. É, parece que além da promessa de Rebecca a Neal, White Collar tem muitos segredos guardados para o final da quinta temporada. Até lá, Collars!

Dracula – Four Roses

Data/Hora 20/01/2014, 12:36. Autor
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No penúltimo episódio da primeira temporada, Dracula apresentou um dos melhores capítulos da série. Four Roses teve alguns conflitos interessantes, que fizeram com que a gente prestasse atenção na história durante os quarenta minutos – sem desejar que o tempo passasse mais rápido, como tem acontecido com frequência. Uma das grandes “emoções” envolvendo o episódio dizia respeito às consequências da noitada de Harker e Lucy, já que a loira seduziu o namorado da melhor amiga para magoá-la. Mina, no entanto, sofreu um atentado e estava no hospital. Para a nossa surpresa, Harker sequer foi visitá-la, mas Lucy o fez e contou todo o ocorrido à Mina, que a expulsou do quarto.

O fato de Lucy ir até a amiga e contá-la que dormiu com o então noivo dela, Harker, não é exatamente uma surpresa – e confesso que, na hora, fiquei em dúvida se Lucy estava mesmo arrependida. Depois, a gente percebeu que ela estava. Mas o fato de Harker ignorar Mina em um leito de hospital foi surpreendente e era tudo o que Drácula precisava para ter a amada nos braços (e, quando ela finalmente lhe perguntou se ele a amava, Drácula não respondeu. Homens…).

O Harker, agora, integra a Ordem do Dragão e, como ele mesmo anunciava, deve desempenhar o papel de “Judas” na história. Na próxima semana, a gente sabe que Alexander irá fazer uma apresentação pública da energia wireless novamente, mas a Ordem planeja causar uma catástrofe durante a exibição – e o jornalista, com certeza, vai ter papel principal no feito. Quando Drácula soube que suas experimentações tinham sido liberadas pela Secretaria da Saúde (ou algo do gênero), ele ficou feliz, mas será que não imaginou que a Ordem poderia estar planejando algo? Como dizem, “quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Vejo três possibilidades aí: ou ele está ciente do perigo e também planejará algo infalível para acabar com a Ordem; ou Harker irá se arrepender na última hora, trair a organização secreta e ajudar o ex-patrão; ou Drácula irá mesmo morrer e fim de história. Apesar da audiência baixíssima da série, a NBC ainda não cancelou Dracula. Ou a emissora vai esperar que todos os episódios sejam exibidos para, então, tomar uma decisão, ou a decisão já foi tomada (as notícias podem não ser boas para Drácula) e só falta assistirmos a finale para descobrirmos qual será ela.

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Qualquer que seja a decisão, confesso que, depois desse penúltimo episódio, já não detesto tanto a série como antes e nem tenho certeza de que desejo o cancelamento. Pela primeira vez, o programa apresentou um cliffhanger de verdade. Claro que alguns episódios terminaram com cenas de suspense interessantes, mas nada tão forte a ponto de dizermos “que baita cliffhanger”. Isso só aconteceu nesse nono capítulo, quando Drácula, irritado ao saber da traição de Lucy para com a Mina, decidiu transformar a moça em vampira! Que Lucy corria perigo, a gente desconfiava – já que Drácula é mesmo um vilão quando se trata de proteger a amada -, mas achei que a morte seria suficiente para ela. Agora, com Lucy transformada, a série imita a literatura. Será que o final também irá o fazer?

Se sim, com certeza, teremos um dos episódios mais emocionantes dos últimos tempos – Drácula a beira da morte, Lucy transformada, a traição de Harker, a sede por vingança de Van Helsing e Mina cada vez mais ligada à Llona. Fiquei perplexa quando ela contou ao Drácula que vê Llona há muito tempo em seus sonhos (achei conveniente demais para o enredo, espero que trabalhem isso melhor). Se não, teremos um episódio de tirar o fôlego – e com muito sangue. Afinal, nesse nono episódio, Drácula deu uma pequena demonstração sobre o que pode fazer com os integrantes da Ordem. Aos espectadores, ele também causou efeito!

Só para aumentar a ansiedade…

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