Pretty Little Liars – Hot For Teacher

Data/Hora 10/02/2014, 10:00. Autor
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Que os episódios de Pretty Little Liars iam ficar mais animados no momento em que Alison resolvesse aparecer, todos nós sabíamos. Eu só não contava que depois de muito tempo com episódios mornos, eles iam conseguir manter o nível alto durante mais de duas semanas. Hot For Teacher chegou para provar essa teoria e eu confesso: não me sentia tão bem com Pretty Little Liars há muito tempo. 

O Deus das personagens chatas ouviu todas as minhas reclamações de semana passada e fez Emily passar de insuportável para normal. Viu como ela consegue ser uma boa pessoa? Sem chiliques, pitis desnecessários e paranoias chatas. Papa Fields está melhorando e isso deve ter afetado o humor dela. Para falar a verdade, ela foi até útil essa semana. O dinheiro de Alison que ela encontrou é, provavelmente, o que vai fazer a morta-viva de Rosewoood voltar à sua cidade natal. Como Shana caiu nas garras de EzrA e fugiu da cidade antes de entregar o que garantiria o sustento de Ali por uns dois meses, as chances do destino do ônibus em que Alison entrou ser Rosewoood são bem grandes. E aí, queridos, semana que vem o circo vai estar armado. Não vejo a hora de Alison, as meninas e Ezra estarem na mesma cidade, ao mesmo tempo.

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Spencer está chegando cada vez mais perto de descobrir o envolvimento de EzrA com tudo o que ela vem sofrendo há quatro temporadas. E quanto mais perto ela chega, mais cenas dele “sendo A” nós vemos, e eu tenho que fazer uma confissão: minha fase de raiva dele já passou e agora eu estou amando vê-lo todo evil. Vamos combinar que ele era meio sem graça antes de descobrirmos a verdade e só caía nas nossas graças porque era o “namorado perfeito” e tem um par de olhos azuis de tirar o fôlego. Se bem que esse último aspecto não conta porque os créditos são do Ian Harding.

A dependência de Spencer nos remédios que a fazem ficar horas e horas acordada é o que está me intrigando. Ela passou esse tempo todo sendo a mais lógica e inteligente das quatro sem precisar de ajuda química, por que isso agora? O que salva nesse plot é que Hanna Holmes está desconfiando e logo logo vai colocar pressão em Spencer para que pare. Ou pelo menos nós esperamos isso. E agora, abro um parênteses para falar dos benefícios dos livros na vida das pessoas. Hanna passou de completamente fútil e avoada para moderadamente (ou não) fútil e muito boa em seguir pistas e juntar peças. E pelos meus cálculos, não vai demorar muito para que ela tenha uma ajuda profissional nesse hobby. Não sei mais se quero que ela fique com Travis ou com Gabe. Ops, detetive Holbrook. A íntima dele na história é ela, afinal de contas.

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Ah, Aria… Eu estou realmente preocupada com a sua integridade física daqui para frente. Por ser a mais próxima de EzrA, ela é quem sempre se expõe mais aos perigos do professor. Eu juro ter pensado que aquele porão escondido na cabana love shack, baby, love shack serviria como cativeiro para ela em algum momento, mas parece mais que é dali que EzrA monitora as meninas com câmeras escondidas por todos os cantos. Literalmente. Até na praça da cidade ele tem olhos, gente.

Tinha começado a ficar feliz quando ela disse que ia embora do fim de semana romântico planejado por eles dois, mas o danado do EzrA tem uma lábia sensacional e, sabendo que Spencer está quase descobrindo sua identidade secreta, o que ele mais quer é afastar Aria das amigas. E parece que está começando a conseguir o que quer.

Me baseando pela média das outras temporadas, faltam cinco ou seis episódios para o season finale que tem tudo para ser avassalador de corações. Aposto em Alison se revelando para o mundo e falando “Oi. Estou viva”. Espero que seja um dia ruim para as inimigas dela. Mas nesse meio tempo, muita água ainda vai rolar pelo caminho das liars e eu espero que elas sejam bem turbulentas.

Modern Family – iSpy

Data/Hora 10/02/2014, 09:00. Autor
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O episódio dessa semana de Modern Family foi simplesmente genial! E eu falo isso com 420% de certeza! Com um tema rotineiro e uma abordagem sutil, a série conseguiu surpreender mais uma vez e Haley conseguiu surpreender a todos.

O segredo foi o tema central de iSpy e a tecnologia foi a grande aliada – e, também, a inimiga – de praticamente todos os personagens. A tecnologia, guardiã dos segredos muitos, foi representada majoritariamente pelos celulares que, hoje em dia, são capazes de guardar todos os detalhes das nossas vidas, sejam eles fotos, emails, sms, etc., num único aparelho. E quem, num súbito de raiva, curiosidade ou qualquer outro sentimento que lhe encoraje a tal, nunca teve um pingo de vontade de mexer no celular alheio? Só para procurar algo que embase esse sentimento e poder descontar ou ter “aquela conversinha” com a pessoa, principalmente se ela é sua companheira. Num mundo onde 4 de cada 5 amigos que sentam na mesa de um bar ficam mexendo no celular, é de se esperar que essa vontade surja. Mas nada justifica mexer no celular ou pertences alheios. Que isso fique bem claro.

A questão é que todo mundo tem algo a esconder, já que a vida não é esse livro aberto que todos dizem. Esses sentimentos compartilhados com uma ou duas pessoas, ou um pequeno grupo de amigos, fazem os relacionamentos e a vida prosseguirem porque, afinal, ninguém precisa ficar sabendo daquela dor de barriga que você teve no dia X da sua vida. Na série, Phil e Claire dão o pontapé inicial nas investigações para tentar descobrir os segredos de Luke e Haley, já que eles andam com um comportamento um pouco suspeito, por assim dizer. Vale lembrar aqui que omitir não é mentir e foi justamente isso que os personagens fizeram a trama toda: omitiram. Não contaram algo simplesmente porque não queriam.

Enquanto as suspeitas de Claire e Phil pairavam sobre um Luke que, possivelmente, estava se envolvendo com as pessoas erradas, o menino fazia, nada mais nada menos, que um filme e não queria que roubassem sua ideia que, para ele, era algo muito inovador. Haley, por sua vez, apenas não queria que a família estivesse presente numa exposição de fotos. Haley era investigada por Alex que dividia segredos com Mitchell que fazia fofoca com Cam, que contava a fofoca para todo mundo. Quase uma quadrilha que, no tema segredo, ainda envolvia Jay. Este que, por sua vez, omitia para Gloria o seu sonho com a cachorrinha Estela.

Nesse tema corriqueiro, a série fez Haley crescer ainda mais e esse foi o ponto alto do episódio. As confusões entre os casais foram hilárias e Phil usando o drone foi espetacular, mas o destaque mesmo ficou com a adulta, que ainda é considerada criança tanto pelos pais quanto pelo resto da família. Haley sempre surpreende porque seu histórico não leva para um personagem bem sucedido – esse é o papel de sua irmã, Alex.

A união da família e a revelação de alguns segredos acontecem no evento de fotografia em que Haley é uma das expositoras. Enquanto todo mundo se preocupava com os problemas do cotidiano, a única preocupação da menina era conseguir tirar boas fotos de simples situações dos personagens. O episódio terminou de modo cômico e emocionante, mostrando a simplicidade dessa família que, às vezes, não é nada simples. Esse deve ser, talvez, o maior trunfo da trama de Modern Family.

Agents of S.H.I.E.L.D. – T.R.A.C.K.S.

Data/Hora 09/02/2014, 16:43. Autor
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Primeiramente, confesso que a série nunca tinha me empolgado tanto e, tirando os últimos episódios do final do ano passado, nunca havia ficado esperando tanto o próximo episódio!

A série, mais uma vez, atinge um novo patamar! Conseguiu manter uma qualidade crescente e se consolidou!

A série entregou um grande episódio. Um roteiro coeso, dando tempo de tela a todos os personagens do team Coulson, respeitando as suas personalidades pré-estabelecidas pela série e principalmente explorando seus dramas, seus pontos fortes e suas limitações.

Quem não vibrou quando apareceu Stan Lee, em mais uma participação especial na franquia Marvel, ou quando May apareceu toda ensanguentada falando “partimos em 5 minutos”, sabendo que veríamos mais uma vez porque ela é chamada “A Cavalaria”.

E quem não riu quando Simmons começou a narrar o passado do seu disfarce, Fitz irritado por Skye, disfarçada como namorada dele, ter beijado-o apenas no rosto, ou com AC e Ward tentando ligar a mesa holográfica do Ônibus?

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E, principalmente, quem não se emocionou quando Skye foi baleada?

A série soube mais uma vez explorar também ex-personagens, como Ian Quinn, Mike Peterson e ainda aumentou a onipresença do Clarividente, deixando claro que ele monitora o big brother (‘eye spy’).

E Mike Peterson merece um tópico a parte! Sabíamos que a série tinha planos para ele, afinal, deixar ele vivo, queimado, mutilado e com o ‘eye spy’ na cabeça, só poderia ser um plano maior.

Porém, confesso que não esperava o retorno dele à série tão breve e, especialmente, jamais imaginei que o transporte de 10 milhões de dólares que a SHIELD tentava interceptar dentro do trem – que foi o mote central do episódio – era, na verdade, uma perna ultra moderna para o Mike.

Daí, a cena final, onde vimos a logomarca da perna, projeto ‘deathlok’, ficou evidente que esse nome já existia dentro do universo Marvel e que esse seria o codinome de Mike.

Em breve pesquisa ao google, ficou óbvio que o background de DeathLok dos HQ’s não era o mesmo da série, como já é habito em SHIELD. Porém, o fato de que vão, mais uma vez, inserir um personagem existente no universo Marvel me alegra! Isso consolida a série, a torna importante para a empresa e cria identidade com o público.

Além disso, com certeza Mike (ou devo dizer Deathlok?) vai ser mais importante do que prevíamos, podendo se tornar o vilão (ou anti-herói) que a série precisa.

Como se não bastasse, a série expandiu sua mitologia, não ficando refém dos segredos que trouxe no início – morte de Coulson e nascimento da Skye -, os quais, inclusive, já deu algumas respostas.

A série lançou mais perguntas, passou a prender a atenção, empolgar em todos os episódios e, finalmente, conseguiu me emocionar e fazer eu me importar com os personagens. A equipe Coulson se tornou coesa, e até mesmo os personagens que menos me empolgavam como Fitz-Simmons e Ward, conseguiram ter seus dramas pessoais – em especial Ward, por ter um caso com MM.

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E aqui um comentário: só eu senti a volta daquela química de AC e MM? Será que teremos um triângulo amoroso com Ward? E ainda me arrisco a dizer que a série conseguiu algo que nem os filmes da franquia conseguiram – fazer eu ficar preocupado com a possível morte de um personagem, mesmo tendo a certeza que Skye não morrerá.

Ruim é que, novamente, a série para e só volta em 04 de março, quando teremos a participação especial de Bill Paxton! Será que ele se tornará um personagem fixo? Creio que, no mínimo, ele será um personagem recorrente como Victoria Hand!

Contudo, creio que daqui até o final da temporada a série vai conseguir manter esse ótimo ritmo e vai empolgar bastante. Inclusive pela participação especial da Lady Sif nos próximos episódios e pelo filme do Capitão América que estréia em abril, o que tenho certeza que os roteiristas da série não vão perder a oportunidade de explorar.

Nos vemos em março.

The Following – Trust Me

Data/Hora 09/02/2014, 14:00. Autor
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Finalmente Ryan reencontrou Joe. No entanto, a cena mais esperada da segunda temporada de The Following não foi tão emocionante quanto poderia ter sido. Uma das causas da decepção deve ser porque a cena representou apenas um sonho, ou pesadelo, de Ryan. Mesmo assim, o “aperitivo” de reencontro não chegou a empolgar. Trust Me valeu muito mais pela surpresa revelada no final do episódio, e que foi descoberta por Ryan, como normalmente acontece.

Hardy também deve conseguir provar em breve que a sua teoria que afirma que Carroll está vivo é verdadeira. Enquanto isso, Mike continua achando-o um louco. Aliás, o relacionamento de Ryan com o ex-colega e amigo e o FBI como um todo vai de mal a pior. Se na temporada passada o FBI irritava por causa de suas mancadas, desta vez o que incomoda é a implicância de Mike e Mendez com Ryan. Tudo bem que ele cometeu algumas mancadas, mas acho que tem um ciuminho envolvido nessa relação entre Hardy e seus ex-colegas de FBI.

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Em Trust Me, Ryan está tentando ser mais prestativo, mas Mike e Mendez continuam cada vez mais chatos. Por mais que Ryan às vezes coloque os pés pelas mãos, é inegável que o FBI precisa dele, e muito. Ainda mais agora que Carroll está a caminho. E vamos combinar que se o FBI não fosse tão pateta, teriam conseguido as pistas que Ryan teve acesso muito antes dele. E tenho dito.

Falando nisso, o FBI conseguiu localizar o apartamento de Carlos muito depois de Ryan. Claro que Hardy deveria ter repassado a informação, pois talvez a captura de Emma fosse garantida se o FBI fiscalizasse antes o local. Mesmo atrasados, a equipe de Mike e Mendez conseguiu, através de vídeos, seguir Emma do apartamento de Carlos até o esconderijo onde moravam sete seguidores de Joe do tempo de Havenport. Mas não foi dessa vez que Emma foi pega, pelo contrário, agora ela se juntou aos irmãos gêmeos e à francesinha estranha. Já os outros seis fãs de Joe foram mortos, depois de um ano escondidos do FBI. No lado dos irmãos gêmeos, Carlos foi morto por Luke e Emma entrou para o novo grupo de seguidores, já conquistando os olhares de Mark.

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Apesar da captura em massa de serial killers, a grande sacada de Trust Me ficou por conta de Lily e sua verdadeira identidade. Lily trabalha em uma galeria de arte em New York, mas nas horas vagas faz parte do novo clubinho de seguidores de Carroll e, além disso, é mãe dos gêmeos Mark e Luke. Mais alguma coisa? Ah, sim, quem descobriu tudo isso foi Ryan, e ainda foi xingado novamente por Mendez.

Outro personagem que surpreendeu no episódio e vem crescendo muito na série é Mandy (Tiffany Boone, do filme Dezesseis Luas). A moça viu em Joe um pai que nunca teve e uma oportunidade de ter uma vida longe da cidadezinha em que mora com a mãe prostituta. Mandy surpreendeu Carroll matando a própria mãe e sugerindo ideias para a fuga dos dois. Mandy disse para Joe que pode ser muito útil a ele e claro que Carroll concordou. Joe só ficou preocupado se vai conseguir atender às expectativas da nova, e com muito potencial, seguidora.

The Fosters – Things Unsaid e Family Day

Data/Hora 09/02/2014, 13:34. Autor
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Foram dois episódios muito bons – o que não é novidade em The Fosters e suas tramas “episodiais” extremamente bem construídas e dosadas.

No 12º episódio, todos babamos com o final. Mas óbvio que Callie não sairia impune dessa, então… Bom, Rita visita Lena e Stef, que tomam conhecimento do acontecido. Alertadas sobre a condição de Callie na casa – mais uma infração, de volta para o reformatório -, as mães conseguem uma ordem de restrição para Callie contra Brandon. O mocinho, claro, não gosta nem um pouquinho disso e aproveita uma excursão da casa de Callie para encontrá-la e falar com ela sobre a ordem – o que eu achei bastante desnecessário. Putz, cara, tem uma ORDEM DE RESTRIÇÃO contra você, tua garota vai ser ferrar se for vista contigo, ou falando contigo por mensagem no telefone, CADÊ SEU SENSO DE PROTEÇÃO? Vontade de dar uns tapas na cara do Brandon. E na da Callie também, mas mais na cara do Brandon, porque cabe a ele decidir aparecer ou não. Jude tem sido mais adulto que ele, putz. E, confesso, não aguento mais esses dois – sintam-se à vontade pra me odiar.

Na casa, o episódio se resume mais ou menos à excursão. Callie e Brandon não são descobertos porque Kiara consegue encontrá-los antes de Rita. Na excursão, Cole sofre com um episódio de preconceito, que não é nada legal – eu gosto do Cole, apesar das merdas que ele faz, ele é meu bebê e ninguém tem o direito de descriminá-lo. De volta à casa, todos têm uma discussão de grupo, na qual Callie defende Cole. Depois ele descobre o telefone dela e o confisca, querendo ajudá-la. Até aí, tudo bem, mas o que ele faz depois, responder as mensagens do Brandon dizendo pra ele não procurá-la mais, sem explicar nada pra ele, achei vacilo. Poxa, quão difícil é contar a verdade? “Cara, a Callie não pode usar o celular. Não mande mais mensagens.” Nesse momento, o Cole caiu no meu conceito.

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Quanto aos gêmeos, Mariana ganha um beijo do bonitinho-protagonista da peça, deixando Kelsey bastante brava. Elas estavam em paz, Mariana não mais iria ajudar o bonitinho, mas Kelsey ficou na detenção e aí, pimba. Chase precisava de ajuda pra passar o texto e lá estava nossa baby Foster, linda e cheirosa. E não é que a Kelsey chega bem na hora do beijo? Tsc. Não fiquei com dó nenhum dela, porque ela é chata e eu não gosto dela. Agora mais ainda, porque ela entregou a Mariana para a diretora da escola, dizendo que foi ela, e não Jesus, quem vendeu os comprimidos – primeiro arco da série, lembram-se? Apesar disso, não sou a favor da Mariana com o Chase. Gosto do amigo novo da Mariana (acho que o nome dele é Zac), e meio que shippei os dois. Fiquei com dó porque ele também viu o beijo e pareceu bastante decepcionado. Já Jesus está bem no time de luta, mas acaba se machucando feio na iniciação – quando o valentão do time resolve descontar os ciúmes que sente de Emma no novato. Claro que Lena chega no lugar chutando o pau da barraca, dizendo que é um absurdo e que vai acabar com a porra coisa toda se essa iniciação não acabar.

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A parcela de Jude é pequena, mas bastante importante. Tudo começa com Jesus encontrando formigas, muitas delas no quarto. E, então, as mães descobrem que Jude tem guardado comida no quarto, e quando questionado, responde que as casas das famílias adotivas, em geral, não têm muita comida, e como o destino dele é incerto, achou que deveria estocar. Tive vontade de chorar quando ele disse isso. Além do baby, as mamães Foster têm um episódio tenso: Stef retorna ao trabalho, após ter sido atingida. Graças, tudo ocorre bem.

Em Family Day, temos novidades. É o Dia da Família na casa de Callie, então os Fosters passam um parte do episódio na Girl’s United.

Começando com os gêmeos, pra variar: Mariana está suspensa da escola, por conta da delação de Kelsey. Nada demais acontece com a menina no episódio, e eu meio que gostei da calmaria. A vida parece pacífica sem Kelsey e Chase pra perturbarem, haha. E pelo menos nos livramos da chatinha por um episódio. Quanto ao moço, Jesus está querendo entrar em forma para poder sair da reserva no time de luta, e Emma o tem ajudado, de forma bastante zoeira, como amigos fazem. Mas as coisas ficam um pouco estranhas quando, ao mandar uma foto de si seminu para Lexi, acaba mandando para Emma por acidente. Digo, fica estranho bonitinho. Eu tô mega shippando o Jesus com a Emma. Sei lá, eu gosto da Lexi, e tal, mas eu gosto MUITO da Emma.

Pois bem, na hora da foto de Jesus, Jude entra no quarto. O menino mais velho, irritado, institui o ‘Jesus time’: toda vez que o boné estiver na porta, Jude não deve entrar no quarto. O menino mais novo, que concordou em ser adotado sem a irmã horas mais cedo, sente-se injustiçado e, após esperar uma hora para poder entrar no quarto, tem um ataque de nervos, grita com Jesus e atira um livro nele. As mães, claro, vão repreender Jude (Jesus também ganha seu sermãozinho), mas têm um ataque de fofura quando o menino sai da cozinha, porque ele disse que o quarto era dele e que agiu como um irmão mais novo agiria. E eu tive ataques com elas, realmente significou muito <3 Em breve, Jude Jacobs será Jude Foster. O quão lindo é isso? *-* Dá até vontade de adotar um moleque <3

Lena e Stef  têm um momento muito tenso no episódio: o pai de Stef aparece na casa com um carro de presente para a filha. Os dois discutem e acabam ficando magoados. Lena tenta fazer Stef ser menos intolerante com o pai – o que eu achei muito bonito, apesar de não concordar com as opiniões do velho Foster. Stef, mais ou menos convencida, meio a contragosto, vai à casa do pai procurar por ele. E o encontra. Aparentemente morto. E eu chorei. Chorei até secar a alma.

Terminados os outros, então passemos para a minha parte menos favorita da coisa: Brandon e Callie.

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Callie está numa missão, com suas colegas de casa, de ajudar Daphne a arrumar a casa em que vai morar com a filha depois de sair da Girl’s United. A mocinha, claro, tenta fazer contato com Brandon, mas não consegue. Então, há de encontrar com ele no Dia da Família, e Callie esclarece as coisas com ele, sobre as mensagens e tudo mais. Callie também tem um momento importante com Jude, que não está nada feliz com ela e conta que será adotado independente dela. Na visita à Girl’s United, Rita informa Lena e Stef sobre os planos de Callie: alugar um lugar para si e viver sozinha, como Daphne. Claro que as duas não concordam com isso, mas, aparentemente, não há nada a ser feito. Depois do almoço em família, novamente cuidando da casa de Daphne, Callie recebe a visita de seu príncipe, que leva pra ela o violão. Claro que eles namoram, as outras meninas deixam os dois a sós – mesmo sabendo que não pode, coisa e tal. Ao voltar para a Girl’s United, descobrem que Cole está sendo levado para o hospital – overdose de hormônios, cujo uso Callie acobertou em troca de seu celular de volta. A jovenzinha acaba tendo de contar que sabia sobre os medicamentos, e as meninas começam uma campanha anti-Callie: “Tu tem pra onde ir. Que raios tá fazendo aqui?”. Depois de muito pensar, Callie volta ao grupo com uma resposta que eu achei bastante adulta e me surpreendeu, vinda dela: “Eu estou onde preciso estar”. Sem zoeira, gostei quando ela disse isso. Pois bem, meu bebê Cole volta pra casa, todo estrepado, mas aparentemente bem. Me deu um alívio! Deus sabe o quanto eu gosto dele.

Bom, as histórias ainda estão bastante em aberto: a adoção de Jude, o futuro de Jesus no time de luta, Callie e Brandon, o futuro de Callie, a volta de Mariana à escola, a relação de Stef com o pai – que não sabemos se está morto ou não. Dá pra ter uma noção do que esperar do próximo episódio, então o jeito é ficar curioso até lá.

Person of Interest – Provenance

Data/Hora 07/02/2014, 11:48. Autor
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Já vimos todos os ingredientes da trama de Provenance em outros episódios da série.

Para defini-lo, diria que foi um recorte/cole para voltar à normalidade. Um CPF. Um bandido que na verdade era o mocinho (mocinha, no caso). Uma tarefa impossível… e tudo termina como deveria: os justos são recompensados e os malfeitores punidos.

Dito assim parece banal. Mas diante da montanha russa em que a série havia se transformado esse ano, acredito que Provenance foi uma pausa para respirar. Apenas uma história sem maiores pretensões. Sem atos de heroísmo que nos deixam com o coração na boca. Sem dilemas pessoais que nos deixam com a ansiedade a mil. Sem situações limites que trazem nossos nervos à flor da pele.

Portanto, simples é a palavra correta. Não banal.

Porque, se a definição do episódio é simplicidade, podemos continuar a amar Person of Interest e esquecer o início da temporada cujo outro adjetivo qualifica tão bem: banal (e por início da temporada, quero dizer até seu quinto episódio, pelo menos!)

E, en passant, em Provenance, aproveitamos para entrever uma Shaw um pouco mais suave e o detetive Fusco, finalmente, integrado à equipe. Ainda bem! O personagem é cativante e gosto do toque hilário dado por  Kevin Chapman.

A reunião, ao final do episódio, pareceu-me ser o prenúncio de uma nova fase, na qual só há lugar para três mosqueteiros e um D´Artagnan. O que remete para a seguinte questão: qual o papel que a Máquina se permitirá desempenhar daqui para frente e onde Root pode se encaixar nesse novo contexto?

Talvez esse tenha sido um episódio apenas para se assistir sem outras aspirações e, ao final, ficarmos apenas com  uma calma expectativa pelo que virá e, sendo assim, esperarmos para ver as surpresas que ainda nos aguardam!

New Girl – Prince e Exes

Data/Hora 07/02/2014, 09:00. Autor
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– Vale a pena se machucar por qualquer coisa bonita.
– Muito bem colocado.
– Sabe quem disse isso?
– Não.
– Eu.

Prince, conselheiro amoroso, sobre o medo de sair ferido de um relacionamento.

As séries cômicas de televisão dos Estados Unidos são marcadas por episódios temáticos: tem aquele em que o casal principal finalmente dá seu primeiro beijo; aquele outro em que boa parte (senão todos) os personagens viajam para Las Vegas; histórias ambientadas em Halloween, Ações de Graças, Dia dos Namorados e o famoso “quem vai falar ‘eu te amo’ primeiro”. Pegando carona na enorme audiência da final do Superbowl, New Girl optou pela última modalidade, de um jeito bastante diferente. E se você achava que quem falaria a palavra com seria a afetuosa e meiga Jessica Day, se enganou.

A história começa com os meninos discutindo as dificuldades de se morar com uma mulher, em especial sobre quem tiraria a lingerie esquecida na máquina de lavar, assunto que é esquecido quando Jess e Cece chegam ao apartamento descontroladas por um motivo, logo justificado. Após serem quase atropeladas por uma funcionária de Prince, são convidadas para ir a uma festa do superastro da música.

Apesar de ter o cantor como destaque, o que importou mesmo foi que Nick, ao ver Jess, linda, indo para a tal festa, deixou escapar um “eu te amo”, o qual, em geral, é seguido de um “obrigado” da outra parte que não sabe como reagir. Mas estamos falando de Jessica Day, então a única resposta possível para esta declaração só poderia ser uma.

New Girl - T03E14 - Jess - finger guns - TSSe a limousine não tivesse saído logo, eu teria feito um laço de vaqueiro.

Com medo de assustar a personagem interpretada por Zooey Deschanel, e entendendo seu silêncio como negativo, Nick, com a ajuda dos amigos, resolve invadir a festa e retirar o que disse, para evitar o climão. Coach e Winston conseguem entrar graças a um golpe que aplicam desde os tempos de escola. Nick aproveita um “cavalo de Troia de modelos” em que ele se mistura e passa pela entrada sem ser notado. Schmidt, que equivocadamente achou que seria convidado para a festa que mudaria a sua vida, fica de fora com seu terno de 2 mil dólares (até subir em uma árvore e cair como uma fruta madura na propriedade de Prince).

Ao ver o namorado na festa, Jess até tenta falar “eu te amo” , mas desmaia de pânico antes que consiga. Embora tenha medo de pronunciar as palavras e afastar a pessoa com quem está, não quer que o bartender retire o que disse. E no meio da DR quem aparece para ajudar? Ele mesmo, Prince. Pausa para ataque histérico.

Nesta parte as coisas meio que desandam. Prince como Deus/terapeuta de casal de dois convidados aleatórios de sua megafesta? Bom, vamos deixar passar essa, os métodos mirabolantes do cantor para ensinar Jess a encarar seus medos e a borboleta adestrada do excêntrico artista. Pois é.

Enquanto isso, que coisa linda ver a química de Cece e Schmidt quando a modelo o ajuda a se esconder de um segurança. A amizade, o carinho, a dança, os olhares, gente, esses dois foram feitos um para o outro! É óbvio, entretanto, que os roteiristas vão nos deixar sofrer um pouquinho até que se entendam. Coach e Winston, por sua vez, não perdem a oportunidade para usar a mesma estratégia (despertar pena) que garantiu a entrada deles para convencer as modelos Alessandra Ambrosio e Ana Beatriz Barros a ficar com eles. Nick, bêbado, interrompe a investida, pois tem problemas mais sérios para resolver.

Depois do treinamento intensivo com o divo pop, Jess está pronta para declarar seu amor ao namorado em alto e bom som. E os amigos ainda sobem no palco e se apresentam com o anfitrião da festa no inevitável momento musical em que algum personagem fatalmente sabe a letra.

O décimo quarto episódio da terceira temporada de New Girl manteve o ritmo e a graça dos anteriores. Felizmente, os roteiristas e produtores estão investindo no que sempre funcionou. Coach finalmente se inseriu no grupo e até ele demonstrou afeto… pelo seu carro. Winston teve seus momentos, em especial o miniflashback em que sua declaração de amor faz a então namorada engasgar com a sopa. E, fora os excessos, afinal foi um episódio com Prince, teve momentos hilários. Resumindo com as palavras do quinteto de amigos.

Isso realmente aconteceu?
– Então a gente acabou de dançar com o Prince?
– Jess, como você sabia a letra da música?
– Como vamos seguir em frente depois disso?
– Vamos simplesmente ir trabalhar amanhã?

New Girl - T03E15 - Jess e Berkley - TS

E, como dizem por aí, a vida continua, a fila anda e, depois do momento fofo, o casal tem de enfrentar seus respectivos ex’s no episódio de número quinze. De um lado, Caroline, antiga namorada de Nick, quer saber por que ele a deixou. Miller não achou que faria diferença alguma, ainda mais depois de dois anos, porém Jess, como mulher, entende que todo relacionamento precisa de um término bem resolvido, como o namoro entre ela e Berkley (Adam Brody), um paizão, hoje casado, que mantém um contato amigável e próximo com a senhorita Day há dez anos.

A pergunta que cerca o casal e todo relacionamento assombrado por algum “ex” que insiste em viver no mesmo plano em que você é: existe amigo(a) ex ?

A teoria dos meninos é simples de entender. Não existe isso de ser amigo de ex, a não ser que você queira uma desculpa para fazer sexo. É como dar um motivo apenas para manter o vínculo.

“Eu não lido com ex-namoradas. Elas são parte do passado. Você as queima rapidamente e entrega suas cinzas a Posseidon.” – Nick Miller aflorando seu lado poeta.

Na briga para ver quem está certo, Jess convence Nick a encerrar apropriadamente sua história com a ex, Caroline. Eles se encontram, mas na meia hora em que passam juntos não fala nada que ajude, ao contrário, propõe que Caroline imagine como seria a vida se não houvesse o dedo polegar, enfim, o rapaz amarela. O que complica sua situação pois a ex o vê com Jess e deduz que ela foi o motivo de se separarem.

A professora insiste e, em mais uma de suas brilhantes ideias (só que ao contrário), pede a Berkley que ensine seu atual a ser emocionalmente evoluído para resolver de vez seu problema com Caroline. O que Jessica não percebe é que continua tratando o antigo amor com os mesmos apelidos de quando namoravam, além de mandar mais beijos e abraços do que deveria  na hora de se despedir. Para Miller, muito sensato,  isso pode levar Berkley a ter uma falsa ideia de que eles ainda sentem algo um pelo outro.

Os conselhos do “amigo” de Jess são dados por meio de metáforas bem fracas, que ajudam o atual namorado a entender que deve uma explicação à Caroline. Em um momento a sós, Berkley abre o jogo e confirma as suspeitas de Nick: ele largaria a mulher naquele momento, por telefone, para que ele e Jess ficassem juntos. A garota odeia admitir, mas Nick estava certo. E entre o amor declarado de Berkley e a ira destruidora de carros de Caroline, Nick também confessa o acerto de Jess e revela mais um pouco, que embora não tenha começado a sair com Jess na época em que estava com Caroline, sua paixão pela professora começou no momento em que ela entrou no loft pela primeira vez. Ah, que lindo, Nick Miller.

No apartamento da frente, Schmidt finalmente termina a decoração de seu novo lar, projetado milimetricamente para proporcionar momentos, digamos, românticos com suas ficantes. O antes “pegador”, quem diria, está enferrujado. O afastamento dos antigos colegas de apartamento o privam de contato humano, deixando-o bem esquisito e assustador para as moças com quem ele tenta flertar. Morar sozinho não faz bem para o rapaz cuja única companhia são as suas uvas.

New Girl - T03E15 - Schmidt Alone - TS

O publicitário convida os amigos para conhecer sua nova casa e as inúmeras coisas que ele pretende fazer por lá depois de seus encontros. Schmidt está tão carente que faz uma cópia de sua chave para Coach e Winston e tenta seduzi-los com uma televisão de tela gigante (onde podem assistir ao jogo de basquete, de basebol e o “dos tronos”,em referência à cultuada série da HBO) e sua geladeira repleta de cervejas. Parece um aeroporto europeu, ou a casa do James Bond, como definiriam os amigos, lugar perfeito para as más intenções dos três amigos que resolvem, ao mesmo tempo, levar suas acompanhantes para lá. Ponto para o humor de Coach, Winston e Schmidt, que apesar de ser forçado a usar o quarto de hóspedes “como um animal”, ama o burburinho de casa cheia.

Este episódio destoou da constância alcançada desde Basketball e deu uma escorregada na qualidade de seus anteriores. Houve momentos engraçados, mas o episódio como um todo foi bem fraco, apesar da esperada – e competente – participação do nosso eterno Seth, de The O.C., Adam Brody.

Semana que vem a irmã de Jess vai visitá-la. Há boatos de que ela é mais louca que a senhorita Day. Só vendo para acreditar.

Até a semana que vem!

Nashville – It’s All Wrong But It’s Alright

Data/Hora 06/02/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews


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A caminho da Highway 65?

Mais um episódio impecável de Nashville, e, mais uma vez, o episódio foi só dela: Juliette Barnes.

Na review da semana passada, comentei que após algumas polêmicas a respeito da “novelização” excessiva da série, Nashville parecia estar voltando às origens, dando maior ênfase aos bastidores da indústria da música country e ao seu trio de personagens principais – Juliette, Rayna e Deacon –, fórmula bem-sucedida na primeira temporada. E It’s All Wrong But It’s Alright parece confirmar as minhas suspeitas.

O episódio veio como um furacão, mas também como um bálsamo para o coração de Juliette – e para os nossos! Depois das duras e injustas palavras de Jeff Fordham no episódio anterior, eis que Juliette deu a volta por cima. Well, kind of.

Afinal, até onde Juju estaria disposta a ir em nome da fama? Será que ela realmente faria qualquer coisa para salvar sua carreira em queda livre, qualquer que fosse o preço? Mas… Não se deve pedir perdão por aquilo que não se fez, certo?

Aquela menina resignada que vimos nos primeiros minutos do episódio em nada lembra a Juliette que conhecemos e aprendemos a amar. Por isso mesmo, fiquei extremamente orgulhosa da personagem pela difícil escolha que fez. Contrariando as ordens de Fordham, Juliette não cedeu e não pediu desculpas por todo aquele “incidente” ridículo de que “Deus não existe”. Como Rayna disse, foi uma decisão estúpida, mas muito corajosa.

Ao se tornar membro do Grand Ole Opry, maior honraria da indústria da música country, Juliette fez o que seu coração pediu. Cantando Don’t Put Dirt On My Grave Just Yet, música que compôs em parceria com Avery especialmente para a ocasião, Juju deu o seu recado à Edgehill e a seus detratores em alto e bom som: “Eu estou aqui para ficar”.

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Se este é o caso, poderíamos resumir este episódio da seguinte maneira:

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De um lado, Glenn com um sorriso estampado no rosto, tamanho o orgulho que sente pela coragem de sua pupila. De outro, Jeff Fordham…

O resultado? Juliette está fora da Edgehill Records. E parece não estar nem aí. Muito pelo contrário: Juju parece aliviada com a sua decisão. A cena do confronto com Jeff foi nada menos que sensacional e lavou a sua alma – e as nossas também.

 “Só para constar, burrice é perder as duas artistas mais lucrativas em menos de seis meses no cargo, sem contar apostar todas as suas fichas numa cantora de karaokê que ficou em segundo lugar numa competição de talentos. Eu posso ter colocado fogo na casa, mas eu me certifiquei que você estava dentro quando acendi o fósforo. A gente se vê na fila do desemprego” – Juliette Barnes

É, Jeff… A verdade dói. Fato é que Juliette tocou exatamente na ferida: pelo pouco que vimos, o executivo, além de mau-caráter, é um profissional incompetente. Aplaudi Juliette de pé por sua coragem. Inquieta por natureza, desafiadora e – por que não? – vingativa, ela jamais conseguiria conviver em paz consigo mesma se cedesse às ameaças de Jeff. Vítima de uma das famigeradas consequências da fama, ao menos dessa vez a culpa não era dela. E aqui, mais uma vez, fomos testemunhas da tremenda evolução da personagem; a mudança é visível: não tenho dúvidas de que a Juliette do início da série – mimada, imatura e geniosa – estaria disposta a tudo para manter sua fama e sua carreira no topo, custasse o que custasse. Hoje, com a ajuda e a amizade de Avery, ela aprendeu da maneira mais difícil que este não é o caminho, que ela não precisa sacrificar sua dignidade e aquilo em que ela acredita em nome de coisa nenhuma. Inclusive, já vínhamos notando sinais desta maturidade recém-adquirida ao longo de toda esta segunda temporada quando a vimos lidar com o vazamento de seu affair com Charlie à imprensa, por exemplo. Ela parece estar em constante transformação, e para muito melhor.

Mas, e agora? O que acontecerá com Juliette e sua carreira? O caminho natural parece levá-la em direção à Highway 65, o que, na minha opinião, seria nada menos que genial. Caso se concretize, a contratação de Juju pelo selo de Rayna potencialmente trará Nashville de volta aos seus trilhos, além de abrir uma infinidade de possibilidades à série ao explorar uma nova fase do relacionamento entre a rainha da música country e a jovem cantora cuja carreira está em queda livre. Mais um plot twist genial dos roteiristas, e eu mal posso esperar para conferir o que este novo arco representará para a série. Mais alguém está empolgado com a possibilidade desta nova – e inusitada – parceria?

Mas isto não foi tudo o que aconteceu com Juliette neste episódio, não é mesmo? A cantora, fazendo jus a esta nova – e mais honesta – fase de sua vida, resolveu baixar a guarda mais uma vez e abrir seu coração a Avery, que desta vez correspondeu lindamente a todos os seus sentimentos. Finalmente, Juvery. 

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Juliette rapidamente se tornou a minha personagem favorita em Nashville. E não poderia ser diferente: como não amar e morrer de orgulho de sua evolução até aqui? Ela não se transformou em uma pessoa perfeita, é claro, e acho que ainda veremos alguns resquícios daquela velha Juliette aqui e ali, mas está sendo uma delícia acompanhar a sua redenção. Agora que seu coração pertence a Avery, estou ansiosa para ver como ela irá lidar com este novo amor, que assim como vimos acontecer com Deacon, também representa uma novidade em sua vida. Mas o fato é que o melhor ainda está por vir. #TeamJuvery

Por outro lado, confesso que estou achando Rayna bastante apagada nesta temporada, o que parece um pouco contraditório, já que a personagem tomou as rédeas de sua própria carreira ao fundar a Highway 65 em nome de sua liberdade artística. Isto deveria representar um passo grande em sua carreira, além de trazer arcos mais interessantes para ela, certo? De qualquer forma, algo parece estar fora do lugar: ela parece deslocada e um tanto perdida em sua nova função “administrativa”, e o romance com Luke não funcionou, pelo menos para mim. Gostaria de ver a personagem nos palcos novamente – apenas para divulgar seu dueto com Luke não vale! –, e concentrada em sua própria carreira. Aliás, se pensarmos com frieza, até mesmo todo o drama envolvendo a gravação de seu novo álbum já se arrasta por mais da metade da temporada e se tornou bastante cansativo. Pelo menos, vimos que o álbum está finalmente pronto, inclui o single que ela compôs com Deacon, e já tem data de lançamento: 1º de maio.

Embora toda a ação – e burocracia – que vimos neste episódio retrate fielmente a realidade dos bastidores da indústria da música, o arco com Sam Boone e a briga pelo espaço nas prateleiras de sua loja também se mostrou bastante chato. Serviu apenas para Rayna perceber o quão difícil será administrar a sua própria carreira, e que ela definitivamente não está disposta a passar por cima de seus princípios – e de Juliette! – para conseguir promover seu novo trabalho.

Ah, ela também assumiu publicamente seu namoro com Luke, mas… Who cares, really? Acho que apenas Daphne, que demonstrou estar bastante apegada ao novo padrasto…

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Mas se as coisas não andam muito bem para Rayna, Scarlett enfim parece ter saído daquele horrendo ciclo vicioso de autopiedade, mesmo que tenha sido forçada a tanto.

E Liam foi o responsável pela mudança na atitude da aspirante à cantora. No fim das contas, um pouquinho de tough love era tudo de que Scarlett precisava. Tudo bem que os meios utilizados por ele foram um pouquinho escusos (roubar o diário dela, seriously? Voltamos à quinta série?), mas acho que, ao menos neste caso, os fins justificaram os meios. E ainda tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a vida de Scarlett e sua complicada relação com a mãe, o que acabou se transformando em Black Roses, uma linda canção para o seu álbum de estreia. Aaah Scarlett, por favor continue assim! Agora sim eu consigo ver uma saída para a personagem, que andava completamente perdida e incoerente, mas vejo com desconfiança este arco que parece se iniciar agora: viciada em remédios controlados para conseguir acompanhar o ritmo de sua nova carreira? I don’t know…

Seu tio Deacon também começa a trabalhar no primeiro álbum solo de sua carreira, mas, ao contrário da sobrinha, é mais experiente e sabe exatamente o que quer, mesmo que isso signifique contrariar as vontades de sua nova gravadora. Com isso, ao invés de um cd de duetos, Deacon opta por gravar um álbum ao vivo no Bluebird. Impressão minha ou ele hesitou sobre sua nova carreira por um momento naquela conversa com Avery?

Will, Layla e Gunnar foram responsáveis por aquele que certamente foi o arco mais chato e fraco do episódio. Will insiste em seu namoro condenado ao fracasso com Layla, e, para falar a verdade… Quem se importa com ela e aquele seu drama ridículo? Layla, minha querida, todos nós já sabíamos que você não tem nada de útil a dizer. #ficadica Drama desnecessário.

Para terminar, a bomba que está prestes a explodir… Teddy está cada vez mais próximo da verdade sobre a morte de Peggy, e tem certeza daquilo que venho falando desde o início: Lamar acha que é ele o responsável pela sua derrocada e a testemunha principal da promotoria. Tandy, como sempre fraca e sem caráter, se acovarda diante do início do julgamento do pai e foge, complicando as coisas para todos, mas mais ainda para si mesma. Ela prefere ir à cadeia do que enfrentar a ira e a retaliação de seu pai sem escrúpulos. Numa manobra jurídica daquelas que nos fazem questionar o conceito de justiça, descobrimos que todas as provas obtidas por Tandy contra Lamar são inadmissíveis. Ele é um homem livre. A promo do episódio desta quarta-feira promete trazer fortes emoções.

Nashville, mais uma vez, teve um discreto aumento em sua audiência, registrando 5,28 milhões de telespectadores e 1.5 na demo, subindo um importante ponto em relação ao episódio da semana passada. Em tempos de incerteza e indecisão, alguns sites e blogs especializados veem o futuro da série com certo otimismo e começam a apontá-la como uma “possível renovação”. Ótima notícia!

Até a semana que vem!

Teen Wolf — Silverfinger

Data/Hora 06/02/2014, 09:00. Autor
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Essa semana foi toda sobre a história dos ninjas demoníacos, da namorada sobrenatural de Scott e sobre um plot incrivelmente assustador e emocionante.

Vou começar logo pela bomba: Stiles. Eu posso dizer, honestamente, que não previ esses movimentos ninjas vindo em nossa direção. Confesso que me sinto meio boba, inocente, acreditando que Kira era quem os Oni (demônios fumaça ninja) estavam procurando. Teen Wolf pode ser muita coisa, mas raramente é previsível. E por esse motivo, eu devia ter previsto algo do tipo chegando. Mas Stiles? Nós amamos Stiles. Ele é basicamente toda a fanbase dessa série! Stiles é engraçado, pateta, inteligente e humano. Ele não pode ser possuído por um espírito escuro. Ele não pode sair por aí matando Onis e esmagando seus corações como pequenos vaga-lumes!

Todo o sentimento que se dá dentro de mim depois de Silverfinger é extremamente confuso porque estou chateada, e como existem boatos de que um dos personagens principais vai morrer nessa temporada, eu sinto medo na maior parte do tempo. Na outra parte do tempo, eu quase não tenho tempo para ficar chateada já que esse plot twist é extremamente genial e delicioso de assistir. E tudo isso porque a mesma razão que faz ser perturbador assistir Stiles ser um vilão, é também a razão pela qual toda essa história tem um potencial enorme e distinto. Explicando melhor, é basicamente isso: todos nós gostamos um pouquinho de Kira, mas nós não ligamos se ela morrer porque não nos importamos tanto assim com ela. Agora, compare isso com Stiles, a quem conhecemos durante toda a série e tem construído, a cada episódio, um vínculo muito emocional com cada um dos personagens e telespectadores do show. É a mesma coisa que se aplicou a Jackson em seu enredo Kanima, mas sejamos honestos, aquilo foi uma picada de mosquito perto de tudo o que está acontecendo. Isso tudo é muito mais significativo.

teen wolf silverfinger 3x17 season 3 review NAO CONSIGO NAO GOSTAR DE ALGO QUE ENVOLVA O ISAAC E ISSO ME DEIXA NERVOSA PORQUE ALISAAC NAO

Confesso que fui obrigada a me render. Como não amar as covinhas dos dois depois do beijo ?

Infelizmente, temos que esperar mais uma semana para saber onde isso vai nos levar. Enquanto tudo isso com Stiles acontece, o resto do episódio é só mais do wolf comum. Passamos a maior parte do tempo assistindo Scott proteger Kira enquanto Papa Argent leva Allison e Isaac em uma missão secreta. As cenas de Scott são bem simples: ele acha que se escondendo dentro de casa com Kira (e deixando todos os lobos longe dele) vai conseguir salvar o mundo. O que conseguiu foi quase matar seu próprio pai (e descobrir que Kira tem alma boa. Mas quem liga?).

As cenas Argent ofereceram algo mais promissor… pelo menos inicialmente. Eu estou falando, principalmente, sobre o quão bonito e maravilhoso Isaac fica em um terno, obviamente. Eu adoro a forma como os escritores mantêm forçado a história de um caçador de lobisomem ter como acompanhante em suas aventuras sua filha e o namorado lobo dela. Super constrangedor e ridiculamente gostoso de ver. No final das contas, a missão para rastrear Kitash (que assim como Papa Argent, sobreviveu a um ataque dos Oni há 24 anos atrás) é bem mal colhida. Queria que se aprofundasse mais, porém, acho que voltaremos a ver esse homem em algum momento.

teen wolf silverfinger 3x17 season 3 review AI DA UM ABRACO CACHORRO FOFO

Kira só colocou a mão em Scott porque não conheceu aquela transformação horrorosa e que andava de quatro na floresta que vimos na primeira temporada.

Outras considerações sobre esse episódio:

  • Como explicar a cena em que Allison deixa Isaac agarrar sua bunda sob o pretexto de dar-lhe um pouco de coragem antes de sua entrada no estilo MIB dentro daquele lugar?
  • Outra coisa boba: a técnica de desarmamento que Allison usa. #SorryNotSorry
  • Melissa descobre que Stiles está sofrendo os mesmos sintomas de sua falecida mãe depois que ela o diagnosticou com insônia. Será que isso significa que havia elementos sobrenaturais em sua vida muito antes dos acontecimentos da primeira temporada? Poderia a resposta ser óbvia como “sua mãe estava possuída”?
  • Coisas que soam sexy (mas não são): os gêmeos Max e Charlie dizendo a Scott que eles vão estar com ele durante toda a noite e todo o dia.
  • O pai de Scott – cujo nome nunca vou me incomodar de tentar lembrar – foi esfaqueado e quase morreu. Mas não! Yay? Alguém se importa se ele vai se reconciliar com Scott?

How I Met Your Mother – Sunrise

Data/Hora 05/02/2014, 17:46. Autor
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Durante todos esse anos, foram inúmeras as maneiras que Ted e Robin já tentaram por um fim em seus sentimentos, ou melhor, nos sentimentos de Ted por ela. Inúmeros conselhos, inúmeras mulheres e nem mesmo o bom e velho tempo, o senhor da razão, parecia dar um pouco de juízo à cabeça do protagonista. Afinal de contas, por que quando todos os sinais apontavam para o contrário, Ted insistia em remar contra a maré? Por que insistir em algo que já se provou falho em diversas vezes e de diversas maneiras? Por que se machucar mais do que a razão julga sensato pela pequena chance de obter uma mulher que já negou seu sentimento veementemente?

No episódio, vemos o pequeno garoto Ted aprender que mesmo quando amamos algo mais do que se possa imaginar, eventualmente, ela pode ir embora e, por mais doloroso que isso possa parecer, é algo que precisamos aceitar.

O tão comentado colar do início da temporada reaparece, mas não sem antes revermos Stella, Victoria e até mesmo Jeanette. É triste ver o personagem se humilhando e falando com todas as suas ex-namoradas atrás de um agrado para Robin, e por mais bonito que pareça, é lamentável que isso ainda aconteça. Em minha mente, Ted e Robin já deveriam ter tido um ponto final há pelo menos duas temporadas atrás e, à medida em que o episódio se desenrolava, meu medo crescia por uma recaída impensável do casal.

Jeanette foi, dentre todas as namoradas de Ted, a que ninguém queria como a Mãe e, até certo ponto, uma personagem dispensável na série, mas sejamos honestos. Dentre todas as mulheres que ficaram com Ted, qual é a única que depois daquele discurso emotivo não entregaria de volta o colar? Devido a isto, eu só tenho a agradecer a essa personagem, porque não quero nem imaginar o que aconteceria se Ted conseguisse entregar aquele colar de volta para Robin.

Por fim, vemos finalmente o sonho de Robin indo embora da cabeça de Ted e, literalmente, da tela. Afinal, como ele já havia experienciado um dia, eventualmente, podemos ter que abrir mão das coisas que amamos. E mesmo isto sendo uma repetição, o fim de definitivo de Robin e Ted foi bonito, como deveria ser. (Que não mostrem ele pulando naquele riacho atrás daquele colar, por favor.)

How I Met Your Mother - Sunrise 3

Saindo de um drama para outro, Marshall e Lily finalmente resolveram o que já quase tinha sido esquecido. A briga entre o casal sobre a decisão dele de ficar nos Estados Unidos sem avisar à esposa foi bombástica no início, mas com o tempo, foi perdendo a força e no fim das contas pareceu apenas uma discussão normal de casal.

Os fantasmas vistos por Marshall fizeram questão de deixar as coisas bem leves, e uma briga que tinha tudo para ser tão tensa quanto a do final da primeira temporada, foi sem emoção alguma. No entanto, um fantasma era “real” e muita gente gostou de vê-lo: o pai de Marshall.

Com um episódio com tanto drama e tensão como esse, somente Barney foi capaz de ser o alívio cômico. Após encontrar dois rapazes sortudos, mostrou que “a jornada para ser incrível” é muito mais trabalhosa do que parece. Foi quase como um passar de bastão de mestre para seus pupilos e o Playbook, no final, mostrou que os rapazes tiraram a sorte grande em encontrar Barney.

Porque, afinal de contas, até mesmo o bêbado do Barney sabe “o que quer que façamos de nossas vidas não é legendary, a menos que seus amigos estejam lá para ver”.

How I Met Your Mother - Sunrise 2

 

Arrow – Tremors

Data/Hora 05/02/2014, 13:55. Autor
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Arrow terminou 2013 muito bem, mas a pergunta que não quer calar é: será que a série conseguirá a mesma proeza do ano que se passou?

Qualquer episódio depois de uma midseason finale é inferior ao antecedente, afinal, todos os neurônios foram usados para criar um episódio memorável. Por isso, o episódio Blast Radius pode ser considerado medíocre para alguns, mas pelo menos tivemos um desenvolvimento de alguns personagens, enquanto outros continuaram estagnados.

O caso mais interessante é o plot de Laurel, que finalmente deu as caras na narrativa principal da série. Geralmente, ela fica marginalizada com alguma coisa que não parecia importante, algo banal, na verdade. Agora, Laurel entrou de pé e cabeça na luta contra Sebastian Blood, algo que com certeza renderá muitos momentos importantes. Entretanto, devo ressaltar que nenhuma pessoa sóbria acreditaria em uma mulher que está internada com problemas mentais. Laurel decidiu investigar Blood mais a fundo por causa desse encontro, mas convenhamos que uma pessoa normal precisaria de mais provas além de um relato de uma louca.

Porém, o vilão da semana foi um dos mais fracos até o momento. Shrapnel frequentava um website anti-governo e tem também altos conhecimentos em fazer bombas e lidar com tecnologia. Suas reais motivações não foram bem exploradas, deixando o personagem muito superficial e esquecível.

Fomos presenteados nesse episódio com mais um momento de tensão entre Oliver e Felicity, ou melhor, Olicity. Oliver ficou irritadíssimo com Felicity por algumas bolas fora, mas como Diggle bem colocou, ele “não tinha nenhum problema com a performance de Felicity antes da mesma ter conhecido Barry”. É bonito pensar que os dois ficarão juntos no futuro, mas, por favor, roteiristas, vamos NÃO transformá-los na versão mais nova de Clark Kent e Chloe Sullivan, OK? Ou seja: não fiquem jogando cenas de Olicity se não há planos para os dois em um futuro próximo – isso irá acabar bastante com a credibilidade.

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E por falar em Laurel, a personagem recebeu todos os holofotes no episódio Blind Spot, deixando claro que quando recebe um papel decente, consegue desempenhá-lo. Pena que quando ela finalmente consegue fazer algo interessante, é presa por porte e dependência de drogas. Depois de sua visita à instituição, Laurel põe em movimento uma série de eventos que quase revela a identidade do verdadeiro vilão em Starling City, mas sabíamos que ela não conseguiria desvendar nada e que seu vício por drogas iria atrapalhar o resultado dessa caçada. Nada de novidade aqui, mas com certeza foi interessante vê-la desempenhando algo mais interessante e lutando ao lado de seu ex-amor. Todo mundo agora acha que o Blood Brother está morto, e isso só torna os próximos episódios ainda mais interessantes.

Depois de todos esses acontecimentos, Laurel receberá uma carta branca para começar de novo. Desde o início da temporada tinha ficado claro que, para que a personagem se tornasse a Canário Negro reinante, algo muito pesado tinha que acontecer. A personagem acaba de atingir o fundo do poço e tudo indica que isso é necessário para que ela volte renovada.

Por outro lado, Slade continua nos agradando com sua presença, mas especificamente, deixando claro para Blood que ele não consegue fazer o trabalho direito. O personagem apareceu no final do ano passado e mesmo assim não temos certeza de suas motivações. O jogo de manipulação entre os dois e Laurel deu no que deu, e convenhamos que ambos tiveram uma ótima ideia e souberam muito bem como fazer Laurel parecer uma lunática e acabar totalmente com a credibilidade da coitada.

Descobrimos, porém, nos flashbacks, que Sarah tinha prioridade e Laurel não aguentou e precisou ter Oliver primeiro. Isso com certeza foi uma revelação um pouco inusitada porque, no final, Sarah conseguir ter Oliver também, então não há a necessidade de ficar se remoendo por causa de quem foi ou não a primeira a receber a flecha de Oliver. Ainda sobre Sarah na Ilha, a personagem é duvidosa e cheia de duplicidade. Não havia nenhum motivo para ela ter iniciado uma conversa com o Dr. Ivo, mas mesmo assim, ela o fez, e o tom da conversa não foi nada animador – ela parecia genuinamente agradecida por tudo que ele tinha feito por ela enquanto estava no barco. Será que veremos uma Sarah passando a perna em Oliver mais uma vez?

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O momento pelo qual todos estavam esperando finalmente aconteceu em Tremors. Roy agora está no Team Arrow, como Felicity bem descreveu. Foi uma longa e árdua jornada, muitos toquinhos na água, mas Roy finalmente entendeu a necessidade de se manter calmo e não acabar com tudo e com todos. Para que isso acontecesse, Oliver teve que se revelar para o namorado da irmã, mas pelo menos agora Roy sabe muito bem com quem ele está convivendo. Essa oportunidade é o que Oliver estava esperando: Roy ser injetado com Mirakuru dá a ele a oportunidade de corrigir o erro que fez com Slade, um mal que ele acredita ser o culpado da morte do próprio. Oliver agora se tornou expert em lidar com seus próprios demônios e ele usará Roy como sua nova meta na vida.

Até o momento, todas as cenas em que Roy apareceu foram bem irritantes, mas particularmente por Thea, que até hoje não consegue se tornar uma personagem interessante. Ela basicamente fica reclamando dia e noite sobre a falta de comunicação que existe entre ela e Roy. Depois desse episódio, porém, fica claro que a personagem precisa de melhores rumos, já que todos os outros possuem suas próprias narrativas. Até Mama Queen, que teve uma grande parcela de culpa na primeira parte da temporada, voltou a dar as caras esse ano com o plot “posso me candidatar a prefeita, mas Thea não pode saber a identidade de seu pai verdadeiro”. Esse plot é bem interessante, porém, quem realmente acha que ela vai conseguir ganhar? Acredito que o povo de Starling City só votará na milionária quando descobrirem que Blood anda matando várias pessoas e criando super soldados, só porque ele pode.

A cena inicial do episódio foi bem nojenta, mas isso deu insumo para que o Wolverine Chocolate voltasse à ativa. Em sua primeira aparição, o personagem foi muito mal aproveitado, mas agora ele teve um momento de redenção, com algumas cenas de ação bem produzidas. A máquina de terremotos está de volta também e prevejo que essa não foi a última vez que a veremos na série. Mesmo que o plot tenha acabado de forma previsível, o que não foi previsível foi a aparição da badass Amanda Waller, recrutando Wolverine Chocolate para participar de seu Esquadrão Suicida. Ainda precisamos de mais desenvolvimento, mas tudo indica que veremos Amanda por muito mais tempo nessa temporada.

Agora que Laurel atingiu o fundo do poço, ela precisa de muita ajuda para finalmente sair de lá. Infelizmente, a personagem ainda não colocou esse plano em ação e passou o episódio inteiro passando vergonha com sua bebedeira. Pelo menos tivemos o retorno de Sarah e isso deixa claro que a personagem será morta em breve, servindo como empecilho final para que Laurel se transforme naquilo que todos queriam desde o início: a verdadeira Canário Negro.

Para finalizar, deixo aqui um momento de silêncio para Arrow e sua previsibilidade, em especial nos acontecimentos da Ilha. Cada dia que passa, fica mais e mais claro que Slade continuará se remoendo por achar que é o responsável pela morte de Shado, até descobrir que Oliver foi o responsável por tudo, por achar que Sarah é melhor na cama. Na verdade, esse é o caminho mais previsível do mundo e Arrow poderia muito bem contornar essa situação, entregando algo mais elaborado.

Elementary – Dead Clade Walking

Data/Hora 05/02/2014, 09:16. Autor
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Depois de uma pequena pausa, Elementary retornou à telinha com um episódio histórico – I meant it. É que Dead Clade Walking, provavelmente, agradou aos fãs de Jurassic Park e de documentários sobre dinossauros. Na história, uma pedra que continha o esqueleto de uma espécie de dinossauro cujos fósseis são muito raros resultou na morte de algumas pessoas envolvidas no mercado negro. Pois é, nem preciso dizer que os olhos de Sherlock Holmes brilharam diante de seus mais novo caso (que, na verdade, era pré-histórico, de tão velho).

Confesso que, nos anos de escola, História ou Geografia nunca foram minhas matérias preferidas, mas, mesmo assim, achei o tema do episódio bem interessante e até divertido. Dinossauros mexem com a nossa imaginação e, misturados com outra figura ilustríssima – Sherlock Holmes, é claro -, transformaram nossos quarenta minutos assistindo à série em algo bem gasto.

O caso não começou de maneira habitual. Watson, na verdade, estava resgatando um caso antigo de Holmes que nunca foi solucionado, um caso em que ele trabalhou ainda quando era viciado em drogas – e, embora Watson chegue a mencionar isso diante do detetive, tal fato não teve tanta importância assim.

Um homem foi assassinado há alguns anos e nunca encontraram o assassino. Na releitura de Watson, entretanto, a moça foi capaz de perceber uma rocha no quintal da vítima – a rocha que continha o fóssil. A dupla de detetives descobriu, através de um homem que trabalhava no museu, que o esqueleto não pertencia aos Estados Unidos e foi contrabandeado ao país. Para piorar a situação, o fóssil, que agora estava na posse da NYPD, foi roubado de lá de dentro. Algo resolvido rápido: com algumas investigações e  telefonemas – e até cartas eróticas? -, Holmes e Watson descobriram que um senhor que atuava no mercado negro detinha o objeto. Mas, como era de se esperar, quando os dois chegaram à casa do bandido, ele estava morto e atirado ao chão, sem o esqueleto arqueológico.

Agora, os suspeitos em potencial eram alguns estudiosos que negavam que algum dinossauro tenha sobrevivido à chuva de meteoros que caiu sobre a Terra há milhões de anos e extinguiu os gigantes. O problema é que o fóssil descoberto tinha origem após esse período – ou seja, destruía as crenças e trabalhos desses pesquisadores. Assim sendo, qualquer um deles tinha interesse em eliminar essa “prova”. Em uma reviravolta no enredo, nós descobrimos que, apesar de interessados no assunto, nenhum pesquisador cometeu o crime – embora o DNA de um deles estivesse presente na cena do assassinato do bandido que atuava no mercado negro.

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Os roteiristas explicaram: o homem que trabalhava no museu, aquele que a gente já quase nem se lembrava mais, era o culpado de tudo. É que, no museu, ele alegava ter o único esqueleto completo, no mundo inteiro, de um dinossauro exposto ali. E isso era uma farsa, já que faltavam algumas partes do esqueleto e ele comprava fósseis no mercado negro para, digamos, completar o “quebra-cabeças”. O pesquisar cujo DNA estava na cena do crime trabalhou com o homem anos atrás e, por isso, seu material genético permanecia em alguns equipamentos utilizados por eles enquanto ainda eram uma equipe.

O caso da semana foi criativo, instigante, informativo e, como é de praxe, nada previsível. As pitadas de humor, como também “manda o figurino”, não faltaram: além de descobrirmos que Holmes trocava correspondências eróticas com uma mulher que ele sequer conhecia, o detetive estava com um humor muito áspero. O motivo, no entanto, tinha um quê emocional: o dependente de drogas que ele apadrinhava estava com problemas e podia ter uma recaída. Apesar da falta de jeito, Holmes se mostrou preocupado com o – amigo? – rapaz e, ao saber que ele tenha tido, de fato, uma recaída – ele sugeriu que os dois fossem, então, a uma reunião de grupo; algo que, em sua época de recuperação, Holmes fugia como quem foge da cruz. Uma demonstração de afeto e tanto, não?

Mais amor que isso, só a música que tocou no final do episódio (reparem na letra!):

 

 

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