The Following – Sacrifice

Data/Hora 09/03/2014, 19:34. Autor
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O episódio anterior, Fly Away, marcou a separação de Joe e Lily e contou com mais uma falha do FBI. Já em Sacrifice, Joe, Emma e Mandy acabaram em uma roubada – e das grandes. Enquanto isso, Lily reuniu toda a sua raiva para elaborar uma vingança contra Ryan e Mike. Conseguiu o sucesso em 50% do plano, mas suas ações tiveram um efeito avassalador na moral do FBI e em Mike, que já não estava muito bem. No entanto, no geral, o principal problema ainda continua sendo o informante de Joe no FBI, mas agora Lily também passa a ser um dos alvos principais e ela não tem ninguém infiltrado, pelo menos não que nós tenhamos descoberto ainda.

Joe terminou o episódio anterior em grande estilo, mas ninguém imaginava a situação em que ele iria parar em Sacrifice. Buscando um lugar seguro para se refugiar e colocar seu novo plano em prática com Emma e Mandy, Joe procurou uma seita chamada Korban, onde o contato era um antigo recruta de Roderick, Robert. Se Emma já achava que o clã de Lily era maluco, o que dizer do grupo de Micah (Jake Weber, de Madrugada dos Mortos) e Julia (Jacinda Barrett, de Zero Hour)?

The Following 2x07 Joe

O trio foi recepcionado violentamente pelos membros da seita, forçado a se despir e colocar uma roupa branca com uma máscara estilo Fantasma da Ópera. Mais tarde, como se não bastassem as maluquices das conversas de Micah e Julia, o trio ainda foi levado para um culto onde Emma acabou com os pulsos cortados e seu sangue virando bebida para Micah.

No geral, Sacrifice foi um episódio angustiante para Ryan, Mike, Joe, Emma e Mandy. Talvez para alguns outros agentes do FBI também, que além de verem um colega sofrer, tiveram seu orgulho ferido novamente. O sequestro de Max acabou mobilizando uma equipe que já estava se desmembrando. Mike tinha desistido do caso, queria ir para casa, afinal, não tinha mais condições emocionais de lidar com a situação, mas voltou para ajudar. Ainda assim, ele não imaginava que sua família podia estar também entre os alvos da vingança de Lily. Depois de ver o pai perder a vida no telão do FBI, via vídeo enviado através de celular, Mike deve continuar na investigação, ou pelo menos esse é um palpite. Pior do que Mike está, ele já não poderá mais ficar, e o que lhe resta agora é fazer justiça e colocar Lily e Mark na cadeia, isso na pior das hipóteses. A melhor é matar os dois mesmo.

The Following 2x07 Ryan e Mike

Do outro lado da história, o bandido virou vítima, e Carroll já pagou um pouco dos seus pecados nas mãos de Micah, passando até por detector de mentiras. Por outro lado, já deu para perceber que Joe está tentando aplicar suas habilidades de sociopata/psicopata/(preencha com uma sugestão sua) para melhorar sua situação na comunidade Korban. Julia já se mostrou um alvo fácil, pois está interessada em Joe e na forma como ele age e mata. Enquanto isso, por mais estranha que a comunidade Korban pareça, é o refúgio disponível no momento para ele, Emma e Mandy. Resta saber se depois do que aconteceu no culto, Emma vai querer ficar mais um dia que seja na companhia dos seguidores de Micah.

O que está ficando interessante em The Following é que o FBI está apelando para a falta de regras de Ryan e Mike. Como a agência está comprometida e as mortes só aumentam, o FBI já está se permitindo utilizar dos métodos de Ryan. Um exemplo disso é o ex-agente do FBI não ter sido punido pelos acontecimentos do episódio anterior e Hardy também não vai ser penalizado por ter amedrontado e arrancado uma informação do filho do serial killer que pegou Max. Vale lembrar que, em Sacrifice, Ryan deixou até a Unidade Canina do FBI para trás.

The Following 2x07 Ryan

Os minutos finais de Sacrifice foram os mais angustiantes e violentos. Acompanhar a quase morte de Emma e o assassinato a sangue frio do pai de Mike foram duas situações das mais fortes já apresentadas em The Following. Também nunca vimos Joe tão vulnerável, como quando teve que assistir ao sacrifício de Emma. Já Ryan, passou de consolado para consolador. Precisou dar força para Mike em um momento em que nada poderia ajudá-lo. Os dois últimos episódios de The Following colocaram fogo na série. A questão central está virando, cada vez mais, um acerto de contas pessoal.

PS: The Following está oficialmente renovada para uma terceira temporada. o/

New Girl – Sister III

Data/Hora 09/03/2014, 12:00. Autor
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A irmã de Jessica, Abby, pelo visto não agradou boa parte dos fãs de New Girl. Entretanto, os roteiristas, assim como o diretor de cinema James Cameron, decidiram fazer uma trilogia que poucas pessoas realmente desejam ver. O problema da irmã de Jess não tem nada a ver com a atriz que a interpretou, Linda Cardellini, longe disso. Se era para mostrar uma personagem imatura, inconsequente e irritante, o trabalho foi muito bem-feito.

Há algum tempo, as pessoas que ainda acompanham a série cômica da Fox têm observado os altos e baixos da produção: Jess e Nick, que protagonizaram uma das cenas mais fofas de primeiro beijo em séries, em Cooler, têm compartilhado com os telespectadores sua evolução como casal e para a história, este relacionamento não tem feito bem. No décimo oitavo episódio da terceira temporada decidem morar juntos. Mas, espera, eles já dividem apartamento e dormem um no quarto do outro com frequência. Para Jess o upgrade de “duas pessoas que dividem apartamento” para “dois namorados que moram juntos”  é importante para oficializar a relação, além de fornecer uma oportunidade para competir com Abby e seu relacionamento feliz com Schmidt – um sucesso, depois de uma semana dividindo o mesmo teto.

Temos aí um primeiro problema: a lógica complicada de Jess para resolver suas questões. No início, este era um de seus charmes, mas querer comparar seu relacionamento estável com o de Abby e Schmidt cuja conquista maior é manterem-se vivos por sete dias, pareceu bem forçado. O mesmo acontece na primeira noite em que Jess e Nick passam juntos como companheiros de quarto. Como que, só agora, os dois descobrem os rituais estranhos e manias um do outro, mesmo dormindo todos os dias juntos?

New Girl - T3E18 - Sister III - Jess  in the Elevator - TS_

Jess aproveitando um momento de privacidade. Quer dizer…

Uma das curiosidades que o episódio passado deixou seria como Cece reagiria ao novo status de Schmidt. A princípio, ela parece supercivilizada, sem demonstrar ciúme, convivendo com o grupo e o novo casal com a naturalidade de sempre. Enquanto isso, Coach e a modelo não voltaram apenas para a zona da amizade. Eles parecem dois irmãos inseparáveis, desde que descartaram qualquer desejo subliminar de ficarem juntos. Por sugestão da ex de Schmidt, Coach é convidado a participar de uma missão para desmascarar Abby. A aparente preocupação de que a garota-problema vai envolver o amigo em algo suspeito, é, na verdade, uma amostra de que Cece ainda tem sentimentos pelo rapaz, o que a leva a investigar o apartamento do agora casal em busca de provas que incriminem a irmã de Jess. Nem o lixo de Schmidt é poupado.

New Girl - T3E18 - Sister III - Coach - TS

Pare de mexer no meu lixo, Coach. Você está bagunçando ele todo! – Schmidt, obcecado por limpeza.

O personagem de Max Greenfield não aprova a nova amizade entre Cece e Coach que o levam para espionar a namorada em um bairro suspeito. Apesar da desconfiança, aparentemente a encomenda que Abby teria ido buscar eram zíperes, indispensáveis para sua nova atividade: fabricar bijuterias de gosto duvidoso.

A boa notícia é que Jess e Nick percebem que as coisas devem acontecer a seu tempo e decidem não forçar a convivência. A senhorita Day aprende que querer vencer a irmã não é um bom critério para tomar decisões, e Schmidt volta ao apartamento dos amigos, pois gastou todo seu dinheiro alugando uma loja para Abby vender sua “arte”. A moça, por sua vez, retorna para a casa da mãe após uma conversa com Jess, a qual amenizou a diferença que havia entre as duas. Isto significa que Jess e Nick terão mesmo que dividir o mesmo quarto.

Coach já está entrosado com o grupo, mas Winston continua com histórias bem fraquinhas. Esta  semana, transformou o quarto de Jess em uma sala de treino para a prova física da academia de polícia. Seu trauma de ter sido vítima de uma brincadeira de Nick, quando ainda eram crianças, mostrou aquele lado bizarro que o personagem costuma aflorar de vez em quando.

O episódio foi melhor do que os anteriores. Esperamos que os roteiristas e produtores estejam preparando o terreno para voltar à fórmula que dava certo, explorando as tramas de cada personagem, sem atrapalhar a dinâmica disfuncional e familiar entre os amigos.

Esta semana, a Fox anunciou que New Girl ganhará uma quarta temporada, o que demonstra a cara que a emissora quer dar à sua programação de séries cômicas.

E você, gostou do episódio? E da notícia sobre a renovação da série?

Compartilhe suas opiniões e até a próxima!

Revolution – Fear and Loathing e Dreamcatcher

Data/Hora 09/03/2014, 11:00. Autor
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Fear and Loathing foi, definitivamente, o melhor episódio de Revolution. Deus, obrigada por ouvir e atender às minhas preces. Mesmo que tenha demorado, o nível de “fodastiquicidade” desse episódio compensou toda a demora e toda a coisa morna que foi a temporada. O que foi esse cliffhanger? E TEVE CIÊNCIA DE NOVO NA SÉRIE. Na boa, tô chorando de emoção.

O núcleo de Willoughby foi mais legal que normalmente, mas ainda assim ficou em último lugar nos meus favoritos do episódio. Claro que foi legal, quem não adorou ver o Miles e o Tom admitindo que se detestam? E foi fofinho o Tom dizer que faria qualquer coisa pela Julia. A quantidade de verdades ditas pelos Neville nesse episódio foi linda, deixou tudo mais interessante, e devo dizer que a chegada do Doyle – que mexeu pra caramba com Tom e Jason – foi uma apimentada a mais. Me pergunto agora é se, depois de Tom lembrar a Rachel que Danny está morto por culpa de Monroe, os pombinhos Matheson vão finalmente se voltar contra Bass.

Em New Vegas, os Monroe são pegos e vão ter de lutar até que apenas um saia vivo. Charlie vai até o acampamento de Duncan pra pedir ajuda, mas não consegue. Fica presa, e é quase estuprada, mas lindamente – porque a Charlie sabe ser genial quando precisa – consegue escapar e salvar a vida da Duncan. Dessa forma, a mocinha garante que os dois Monroes vivam e cinco soldadinhos pra lutar contra os patriotas, sem pagar nenhum diamante. Cara, o momento Girl Power no fim das contas foi muito legal. “Eles não obedecem a você. A garota salvou minha vida, é com ela que eu tenho um débito, eles obedecem a ela”. TAAAAAAAAAPA na cara da sociedade u.u

E, então, o melhor núcleo: Lubbock. Aaron e Priscilla, prisioneiros de Peter, junto com seu captor, chegam à conclusão de que algo está errado com a nanotech. Aí tem uma cena orgástica de ciência, com computador, quadros e algoritmos sendo escritos nas paredes e AAAAAAAAAAAAARGH, EU TIVE UM TRECO. A coisa é que o Aaron, ao alterar o algoritmo, coloca um vírus na nanotech, destruindo-a, ao contrário do que Peter queria. E a nanotech, bandida, ainda tomou a forma da Cyn pra sensibilizar o meu fofinho, mas ELE FOI MAIS FORTE, BITCH. E então, ele acorda numa NYC com eletricidade, como se nada tivesse acontecido, como se a nanotech não tivesse acontecido. E fim!

Bom, em Dreamcatcher, que OFICIALMENTE foi o melhor episódio de Revolution EVER, a gente descobre que não é bem assim.

Tudo se resume a Aaron, que está de volta no presente, com tudo lindo, até que Charlie aparece. “Eu sou a parte de você que resiste a isso” ou algo assim. E então descobrimos que o mundo lindo é obra da nanotech na cabeça dele.

O episódio é a corrida de Aaron para destruir a nanotech, que busca de todo jeito fazer com que seu criador a conserte. Nosso querido nerd vai em busca dos amigos, que não o conhecem, e faz com que os ajudem. É assombrado todo o tempo e quando finalmente acha que tomou o controle da situação e que tudo vai dar certo, percebe que continua sob o comando de suas criaturas, até agir como elas desejam.

Foi um episódio totalmente Inception, que fugiu de todos os padrões da série – os quais o público não aguenta mais. Foi emocionante, envolvente e interessante. Trouxe toda a ideia de como a tecnologia domina o mundo, e ciência, ciência! Cara, foi tão perfeito, tão incrível que não tem nem muito o que falar. O plot foi muito bem estruturado, com todas as fases do “sono” de Aaron, e o episódio foi linear, não teve núcleos, e ficou tão incrível, e argh, não consigo parar de ter ataques.

Fear and Loathing e Dreamcatcher são episódios que me fazem sentir orgulho de não ter abandonado Revolution. A partir da próxima semana estamos no mundo ferrado de novo, com a nanotech bonitinha, etc, mas espero de verdade que a qualidade desses episódios seja mantida pros outros.

Parenthood – The Enchanting Mr. Knight

Data/Hora 09/03/2014, 10:00. Autor
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Foi um episódio de verdades ditas na cara. Ed falou umas verdades para Julia, Camille para Crosby, Hank para Sarah e Natalie para Drew.

Ed finalmente voltou, e voltou jogando na cara de Julia que ele não é o culpado pela separação dela e de Joel e ainda mostrou como sabe lidar com Sydney. Sydney é uma criança chata e mimada, dá raiva da pequena Braverman quase sempre e se ela é assim, é porque Julia não sabe botar limites. Gostei da volta de Julia e Ed, gosto do Ed, mas alguém tem dúvidas de que isso será fatal e impedirá de vez uma reaproximação de Julia e Joel?

Já Sarah finalmente teve que enfrentar sua relação com Carl e com sua carreira. E quem melhor do que Hank para lhe dizer as verdades que precisam ser ditas? Obviamente, foi de uma maneira toda atrapalhada, já que habilidades sociais não são o forte dele. Gostei da decisão final de Sarah, primeiro porque fará bem pra ela e segundo porque nunca engoli muito esse casal Sarah e Carl. Detalhe para Hank ligando novamente para o doutor Pelikan com suas “emergências”. Tenho certeza de que ser o único médico da cidade de Everwood era mais fácil, não?

E meu medo com Kristina se concretizou. Voltamos à história do câncer. Além disso, também voltamos à história de abrir uma escola para crianças especiais. Vou ser sincera, nem lembrava mais dessa ideia deles. Como eu já disse, acho que a história de Adam e Kristina anda bem confusa e perdida desde que as eleições acabaram. Em compensação, a reação de Adam quando Kristina recebeu a notícia sobre o resultado do exame foi linda. Foi uma cena bem bonita e tocante.

E nessa história da escola entra um novo personagem, o gatíssimo Zachary Knighton faz Mr. Knight, o professor de inglês de Max. Nunca vi uma cidade com professores de inglês tão bonitos. Saudades de Mark (Jason Ritter). Gostei desse personagem novo e espero que ele tenha mais espaço na série e não seja como Peet que apareceu, desapareceu e não fez a menor diferença.

Outro que ouviu verdades foi Crosby. Ele provou que é filho de Zeek e foi extremamente teimoso e egoísta com Camille. E foi justamente essa palavra, “egoísta”, que fez Camille despejar toda a verdade em Crosby. Afinal, ela está há anos passando por cima de si mesma para agradar aos filhos e ao marido e no momento que resolve querer um pouco mais da vida, tem que aguentar a teimosia de Zeek e agora Crosby a chamando de egoísta. Adorei o discurso de Camille!

E, finalmente, Drew recebeu sua dose de verdade de Natalie, que foi curta e grossa dizendo que não iria na festa com ele e que depois de tudo que fez, ele não poderia agir como se nada tivesse acontecido. Adoro o fato de Natalie ser uma garota de atitude, mesmo com ela mudando de ideia e indo até a festa. E onde eu arrumo uma irmã como a Amber? Ela é tão legal com Drew, assim como Adam, Sarah e Crosby foram com Julia no episódio passado. A família Braverman só cria irmãos super unidos mesmo!

No geral, foi um episódio melhor que o da semana passada, mas exceto pela separação de Julia e Joel, estão faltando histórias realmente empolgantes.

Grimm – Revelation

Data/Hora 08/03/2014, 20:10. Autor
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“Ainda, depois de um curto tempo, a aflição da família piorou e nenhum alívio estava por vir”.

Depois de um hiato da série que durou um pouco mais de um mês, Revelation mostra um lado de Grimm que, vira e mexe, chama mais a atenção que as tramas dos episódios. É a possibilidade de discutir assuntos polêmicos e que afetam todas as pessoas, adaptando-os para o mundo wesen. Dessa vez, o personagem principal da polêmica foi Monroe. Enquanto isso, em Portland, o misterioso wesen escalpelador seguiu seu rastro de mortes, e pior, ganhou companhia. Já em Viena, Adalind foi novamente traída e, dessa vez, salva por Renard em um plot cada vez mais sem graça nessa temporada.

Quem sofreu no episódio foi Monroe. O nervosismo de ter que apresentar a noiva para os pais virou briga quando eles não aceitaram o fato de Rosalee ser de outra “raça”. A coisa só piorou com a chegada de Nick, um Grimm. Além de se casar com uma Fuchsbau, Monroe se mostrou amigo de alguém que deveria ser inimigo e o pai dele ainda resolve lembrar de seu vegetarianismo. Caiu a casa. Para seus pais, Monroe era uma decepção, não respeitava as tradições e não se comportava como alguém da “raça” dele. A situação de Monroe tem a ver com o mundo wesen, mas poderia ser reconhecida em qualquer outro grupo ou comunidade.

Grimm 3x13 Mãe Monroe e Rosalee

Apesar dos problemas pessoais de Monroe, ele e Nick tinham algo muito mais grave para lidar: um Caccia Morta, ou Wildesheer. Essa raça de wesen tinha todos os motivos para assustar e Monroe até quis deixar Hank de fora dessa, mas a situação apertou quando Nick e Monroe se depararam com três exemplares de Caccia Morta em Portland e cercando o trailer da tia Marie. O pai do Monroe foi quem esqueceu um pouco as tradições – e um certo preconceito – e apareceu para ajudar os dois a acabarem com os Wildesheer.

Antes da luta, Monroe insistiu com o pai que ele não ia mudar seu jeito de ser e que não precisava da aprovação dele para ajudar Nick. Defendendo o direito de viver a vida do seu jeito, Monroe conseguiu reunir os pais, Rosalee, Nick e Juliette em uma mesma mesa de jantar. Apesar de alguns contratempos e da cena hilária de Nick levantando da cadeira com uma faca de cozinha na mão e pedindo pra que todos ficassem calmos, Monroe parece estar conseguindo atingir seu objetivo. A reviravolta começou com a mãe, normalmente o coração mole da família, que não aceitou “perder” o filho e foi conversar com Rosalee. As duas fizeram o estranho Vertrautheiten, que apesar do nome difícil, quer dizer algo como “se familiarizar” no mundo wesen.

Grimm 3x13 Mesa de Jantar

Enquanto Adalind brincava de João e Maria em uma floresta de Viena, Monroe e Nick enfrentaram os Caccia Morta e os problemas da família de Monroe. No final, o pai blutbaden foi útil e ainda disse que, segundo contavam seus ancestrais, sempre que os Wildesheer aparecem é um sinal de que algo muito ruim vai acontecer. Tudo indica que o “algo muito ruim” tenha a ver com a criança de Adalind que está prestes a nascer. O nascimento do bebê – que tem tudo para ser filho de Renard – já anima um pouco o plot da hexenbiest em Viena. Resta saber como esse acontecimento vai respingar em Portland e no resto do mundo.

The Blacklist – The Judge

Data/Hora 08/03/2014, 17:36. Autor
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Não vou nem me desculpar. É que não tem perdão pra minha maior mancada como reviewer: atrasar 4 reviews de um seriado. E ainda mais de um seriado como The Blacklist, tãããão legal. Eu não posso fazer uma review quádrupla. Mas eu posso – e vou – comentar os acontecimentos também de The Cyprus Agency (No. 64) e Madeline Pratt (No. 73). Até porque preciso passar por eles para chegar no desfecho de The Judge. Então, mãos à obra.

Vou começar falando de “Jolene”. A professora saidinha que parecia ter sido incluída no seriado apenas para acabar de vez com o casamento de Tom e Lizzie, mas que é, na verdade, colega de Tom. E não de magistério. A moça foi incluída lá em The Alchemist, e foi em The Judge que descobrimos sua real intenção. Teria ela o papel de vigiar Tom, de relembrá-lo de sua missão, ou ela vai colocar um fim na missão dele (desmascarando-o ou matando-o)? Não faço ideia, mas gosto da forma como Red pretende deixar as coisas se desenrolarem, especialmente porque sei que ele nunca deixaria Liz sair machucada. Bom, pelo menos não fisicamente.

E já que comecei falando de Jolene, aproveito para comentar sobre a relação de Tom e Elizabeth. Cada episódio reafirma minha convicção de que o casamento deles já acabou, e que apenas eles não haviam se dado conta disso. Agora que sei que Tom realmente é algum tipo de criminoso e tem uma missão relacionada à Liz, entendo o porquê dele permanecer no casamento. Lizzie é que não quer admitir que tudo acabou, mas depois dela ter decidido não ir adiante na adoção em The Cyprus Agency, do diálogo ter ficado ainda mais truncado em Madeline Pratt e de tom ter viajado sozinho em The Judge, acho que ela percebeu que o fim está BEM próximo.

Claro que ela está sofrendo, mas acho que o personagem só tem a crescer sem a trama familiar. Não me entendam mal, não que eu não aprecie tramas familiares, romance e água-com-açúcar, só acho o Tom insuportável demais. Com Lizzie focada no FBI, acho que o quê de chatice que o personagem ainda carrega tende a se dissipar. Especialmente se o final for bem traumático e doloroso: ela ficaria extra focada no trabalho (e, quem sabe, se aproximasse ainda mais de Ressler, ainda que como amiga). Uma garota pode sonhar.

E falando no aspecto familiar de Lizzie, é interessante ver como os roteiristas tem nos entregado as informações sobre Red e o seu passado e, consequentemente, sobre a pequena Liz. Foi muito bacana o diálogo de Raymond e Madeline em Madeline Pratt, deu pra perceber que o que tornou Red um criminoso foi o desejo de vingança pelo que aconteceu com a família dele. A pergunta principal, agora, envolve quem armou para Red.

Foi interessante, também, ver Red buscando os ex-companheiros de forças armadas em The Judge. As informações que recebemos sobre sua deserção/traição ainda são poucas, mas nos fazem questionar a participação, inclusive, do governo americano na tragédia familiar de Red. E se isso for a verdade, a vingança dele não deverá se limitar aos nomes da lista negra. O objetivo maior deve ser alguém do alto escalão. E com a morte de Diane aprendemos que Red não tem, definitivamente, medo de punir os poderosos.

Aliás, a morte de Diane foi emblemática, e mostrou que Red não pega o caminho mais fácil para atingir seus objetivos. No final das contas, Malik não era a responsável pela invasão do prédio do FBI, e a agente da CIA inclusive ajudou (fez o trabalho todo, praticamente) Red a chegar em Diane. E mesmo com a promessa de Fowler, de que contaria para Red a verdade sobre aquela noite (a noite de Natal, como relembramos em Madeline Pratt), ele não hesitou em matá-la. Todos os culpados serão punidos, ainda que a jornada do pai de Liz seja mais longa por causa disso.

The Blacklist-The Judge 2

O caso de The Judge foi MUITO legal. Essas histórias que envolvem o controverso tema da pena de morte e das falsas confissões são sempre boas, e quando Cooper está envolvido e sob a mira do justiceiro (no caso, a justiceira), a coisa fica melhor ainda. As investigações prenderam a atenção, aliás, como é normal no seriado.

Pra mim, por exemplo, um dos melhores casos foi o de The Cyprus Agency. Foi genial como os roteiristas foram introduzindo novos elementos na história, em como brincaram com a trama. Eu tinha certeza que íamos acabar caindo pra um lado envolvendo manipulação genética, clonagem (talvez eu esteja meio viciada em Orphan Black), mas no final das contas tudo se resumia à sequestros e reprodução forçada. Nada menos que genial.

E em Madeline Pratt, além do caso da lista dos espiões russos chamar a atenção, era impossível não  ficar vidrada em Madeline, uma das personagens mais interessantes da série, e mais cheias de química do Red. Jennifer Ehle foi muito bem no papel, e já estou torcendo pra ela voltar para a série. Ia ser bem bacana ver Red vivendo esse amor bandido. E embora Madeline tenha levado pra Florença logo o quadro que Red mais detesta, tenho esperanças que ele faça uma visitinha à ela, já que ele abriu o coração para a bandidinha, o que demonstra algum tipo de elo entre eles.

Aliás, já que estou elogiando, palmas para Dianne Wiest, que interpretou muito bem A Juíza Ruth Kipling. Impossível não entender a dor dela e deixar de simpatizar com a senhora, apesar dela ser uma criminosa, no final das contas. Só convidados premiados e de peso em The Blacklist, um luxo (e ver Lance Reddick na série, ainda que em um papel pequeno – e que espero que aumente – é pra fazer feliz qualquer fã de Fringe).

Outro ponto alto da série é a trilha sonora. Jolene tocando em The Judge foi nada menos que sensacional, ainda mais pelo significado da letra (Jolene, imploro que você não roube meu homem). E a cena da morte de Diane, com Sundown no toca-disco? MARAVILHOSA! São detalhes como esses que fazem de The Blacklist uma das mais perfeitas séries da tv aberta da atualidade. Aqui tem um post bem bacana sobre a trilha sonora da série, vale conferir.

Dito tudo isso, preciso confessar que estou bem ansiosa para conferir o que vem na sequência. São mais 7 episódios, e tem muiiiiiiita coisa pra acontecer e ser revelada. Mal posso esperar para ver Lizzie descobrindo que Red tem razão sobre Tom, pra descobrir mais sobre o passado de Red e saber a verdade sobre seu plano de vingança, ainda mais agora que cada vez mais o FBI confia – e depende – nele. Sorte que a série já garantiu uma segunda temporada. Até o próximo episódio.

How I Met Your Mother – Vesuvius

Data/Hora 08/03/2014, 13:16. Autor
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Menos engraçado que o anterior, mas injetando aos poucos as primeiras doses de drama que o final da série irá mostrar. Esse foi Vesuvius, que mesmo não tendo trazido nada de impactante, conseguiu com todas as suas piadas do filme inspirado em Ted, ao menos, entreter.

Saem os filhos de Ted, entra a Mãe. É ela quem escuta pacientemente a história contada por Jed, digo Ted, sobre seus amigos na manhã do casamento. Os flashfowards, que sempre serviram para mostrar o que aconteceria no futuro da série, têm algo tão ou mais importante que esse papel: o de revelar o que acontece antes daquele momento, por entrelinhas ou frases perdidas, em diálogos aparentemente descompromissados. Não pude deixar de notar que quando a Mãe diz “A vida só continua para frente”, Ted se entristece por um fato que com certeza ocorreu no futuro e que ainda não vimos. Teorias e mais teorias é o que não faltam para os fãs discutirem.

Talvez o que tenha tornado o episódio tão sem sal tenha sido Lily e sua extrema paranoia com casamentos. A única coisa engraçada a se comentar foi o fato de tanto Barney como Robin não darem a miníma para ela. Ambos estão felizes e pouco na vida importa quando se tem a felicidade na mão.

How I Met Your Mother - Vesuvius 2

Mas nem tudo foi  perdido nesse episódio. Ted e Barney escolhendo o terno definitivo para o casamento foi uma maneira de lembrar o porquê de Barney possuir tantos ternos, e rir disso, é claro. O casamento de palavras de Ted, quando finalmente conseguem escolher, vai direto ao encontro de quando Barney revelou para Ted, logo la no início da série, que gostava de Robin com uma analogia mais óbvia do que chover no molhado, com a frase “O terno é a Robin”.

Lucy Hale dá as caras novamente na série, mas não faz mais do que uma participação especial, já que se tinha alguém que realmente queríamos ver da família de Robin no casamento, esse alguém era sua mãe. E, no final das contas, não é que ela apareceu? Provavelmente, o surto que Lily tanto pedia para Robin ter no dia do seu casamento vai acontecer em virtude de sua mãe ter aparecido prestes a cerimônia começar. É torcer para que a Robin não pegue o taco de Rockey e faça alguns danos no hotel.

Deixando todas as teorias conspiratórias que inundaram ainda mais a cabeça dos fãs da série de lado, Vesuvius tem de ser analisado pelo que traz, e ele é sim inferior ao episódio passado. E embora traga a melhor piada da série até hoje, isso é muito pouco para Swarley e seus amigos tão perto do fim.

 

Person of Interest – RAM

Data/Hora 07/03/2014, 17:18. Autor
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Momento explicitamente deslumbrada: é por episódios como este que Person of Interest é uma das melhores séries no ar atualmente. Fantástico. Hipnótico. Fascinante. Então por que a nota 4.5? Para não equipará-lo a outros episódios que são melhores ainda! Academia, dê logo um Emmy para o Christopher Nolan e um para o Michael Emerson, pelo amor…

RAM começa com a clássica perseguição a uma mulher que se encontra em perigo e, óbvio, Finch a estava monitorando. Óbvio também que logo John ou Shaw iriam aparecer para salvar a situação. Mas, como em Person of Interest o óbvio pode ser uma armadilha, eis que surge alguém completamente estranho e eu fico me perguntando de onde é que essa figura havia saído! A explicação vem logo a seguir. O ano não é 2014, é 2010, e a figura, um antecessor de Reese, Rick Dillinger. Mesmo terno, outro tempo, moral duvidosa.

Mas essa sequência foi apenas uma introdução para as surpresas restantes. Desta vez é Daniel Casey que está com problemas e Dillinger é enviado para ajudá-lo. E nos dez minutos seguintes foi difícil perceber qual o propósito daquilo, já que parecia uma repetição do mesmo, apenas situado em outro tempo. No entanto, logo a mágica do senhor Nolan se fez presente. Não é somente Dillinger que está interessado em Casey, há também um casal vigiando a entrada do hotel: nada menos que Reese e Kara. A esta altura era, agora sim, óbvio que nada era fortuito. E que o propósito do episódio era maior que explorar a proteção a um técnico de programação que havia roubado segredos de Estado, em um tempo anterior à formação da equipe atual.

E, no jogo de gato e rato para saber quem chegaria a Casey primeiro, velhos conhecidos vão surgindo. As pessoas que contrataram Nathan para construir o programa que levou à existência da Máquina – os mesmos que contrataram Shaw para chegar a Dillinger. Greer e a organização paralela que tenta, no presente, encontrar a Máquina e que, num golpe de sorte, ficou com a posse do Samaritano. A CIA, Reese e Kara.

Em meio a esse encontro de novos/velhos conhecidos, Harold descobre que o segredo de Daniel é o dele também: a existência da Máquina. E que ela já, naquele momento, adquirira consciência de si mesma. A esta altura não é somente Daniel Casey quem está em perigo, mas a sua criação também. E, em um golpe inesperado, Dillinger rouba o hardware onde Casey havia guardado as informações e, sem imaginar, sela seu destino e desencadeia os eventos que, no futuro, levariam Harold a conhecer Reese, após ele e Kara serem enviados para a China, a fim de resgatar essas informações. Que levariam, também, Shaw a fazer parte da equipe e o Samaritano a perder-se.

Nesse hiato de quatro anos ou um pouco menos, a única peça que falta é saber como e quando Root tangenciou a história de Finch e de sua criação. Mas essa é uma história para o futuro. Por enquanto ficamos com a surpresa de vê-la adentrando, no presente, a cabana onde Casey estava instalado para enviá-lo, sob orientação da Máquina, a uma missão na Colômbia.

E eis que, aparentemente, no próximo episódio, a Máquina não se limitará a enviar outro número de CPF a ser rastreado e que, finalmente, Root irá voltar à cena.

Star-crossed – Our Toil Shall Strive to Mend

Data/Hora 07/03/2014, 09:47. Autor
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Ainda é cedo. Afinal são apenas três episódios. Mas a impressão que Our Toil Shall Strive to Mend me deixou é de que Star-crossed conta duas histórias paralelas e de que essas duas histórias estão com certa dificuldade para se encontrar. Uma delas, uma história de amor entre dois adolescentes (Ronan e Emery), pertencentes a mundos diferentes que, no rastro de intolerância e ódio, socialmente, não devem se tocar. Outra sobre uma guerra em gestação, que, apesar de ser fruto da mesma intolerância e ódio, evolui independente da vida efetivamente vivida pelos personagens principais.

Uma delas deveria ser o foco em Star-crossed, a outra, a que lhe dá suporte. Mas me parece que a equipe criativa tem encontrado dificuldade para decidir qual delas deve sobrepor-se à outra. Embora os pré-requisitos da série (principalmente público a que se destina e canal de TV em que é exibida) indiquem que o romance deveria prevalecer, no segundo e no terceiro episódios essas histórias correram em paralelo. O desenvolvimento da ação simplesmente falhou ao tentar fazer a interação.

Qual o fio condutor da história em Our Toil Shall Strive to Mend? O distanciamento entre Ronan e Emery e o mal entendido sobre o relacionamento dele e Julia? Ou a articulação dos atrianos rumo à guerra declarada com os humanos? Talvez a pergunta certa seja: diante dessa falta de definição e da ausência de intersecção entre as histórias, com qual expectativa eu verei a série? Esperando que Ronan e Emery ganhem a cena ou esperando o próximo passo dos Tracks e Falcões Vermelhos? A resposta poderia contemplar esses dois plots; mas um deles tem que ser o fio condutor, em um roteiro que não faça apenas junção de cenas para justificá-los, mas onde argumento e desenvolvimento destaquem e levem à história principal, sem descuidar das outras histórias que lhe dão suporte.

Poderia definir  Our Toil Shall Strive to Mend como uma coleção de cenas postas em seqüência para montar uma história. O problema é que uma história não se resume a uma coleção de cenas, mas na articulação que se estabelece entre elas e com qual propósito elas existem. No caso, para Ronan e Emery o propósito do episódio pode ser definido por orgulho ferido e mal entendido; e, para a guerra entre Tracks e Falcões Vermelhos, por revelações.

Os efeitos colaterais experimentados por Julia em decorrência da aplicação do Cyper foram apenas um pretexto para promover uma aproximação entre ela e Ronan e, na busca pela cura, uma planta produzida por outra tribo que não a de Ronan, provocar a aproximação entre Teri e os Tracks, uma vez que ela, depois de lhe trazer a planta, sentiu-se traída pelo discurso de Ronan, na celebração do Dia da Chegada. Orgulho ferido. Por outro lado a cena final em que Julia abraça Ronan para agradece-lo pelo Vyrer, serviu apenas para que Emery interpretasse um possível interesse afetivo entre ele e Julia. Mal entendido.

Já, na guerra anunciada entre Tracks e Falcões Vermelhos, a palavra que define o episódio continua sendo revelações. Sobre o caráter de Drake que mostrou-se menos rancoroso e disposto a obedecer cegamente a qualquer ordem vinda dos Tracks. Sobre a descoberta de Emery a respeito dos verdadeiros objetivos de Grayson. Sobre a identidade de Glória. Sobre a dupla aplicação do Cyper.

Outra característica do episódio que me desagradou foi a facilidade com que algumas dificuldades foram superadas. Como Ronan conseguiu com Castor a informação sobre como proceder à cura de Julia; a forma como ele e Julia saíram da estufa dos Vwasak sem serem vistos; o aparecimento providencial de Castor, quando Emery estava sendo ameaçada pelos atrianos…

Por outro lado, o que mais me agradou, nesse episódio, foi a ingenuidade e a pureza demonstrada por Sophia e Lukas, os personagens que considero mais verdadeiros até aqui. Eles são o que são, sinceramente, sem meias verdades, dramas ou segundas intenções.

Mas o problema, na construção da história, pode ser o “desencontro” da equipe criativa. Talvez, o que, no primeiro episódio, funcionou muito bem: a junção de uma roteirista de dramas existenciais (Meredith Averill – The Good Wife ) e um diretor de filmes de suspense (Gary Fleder – Beijos que Matam) seja o que, agora, esteja atrapalhando o desenvolvimento da série.  Our Toil Shall Strive to Mend foi escrito por Adele Lim (One Tree Hill, Private Pratice) e dirigido por Deran Serafian (CSI, Nikita).

Mas, como eu disse no início, é apenas o terceiro episódio, ainda são mais dez pela frente. Tempo suficiente para correção de rumo.

PS: não me entendam mal quando digo que em virtude do canal em que é exibida e ao público a que se destina a história de amor deveria prevalecer. Digo isso reafirmando a necessidade de que prevaleça uma história principal, que, não necessariamente, por ser um romance, tem que ser exclusivamente açucarada.

Glee — Frenemies e Trio

Data/Hora 06/03/2014, 17:20. Autor
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Então Glee voltou… e apesar do meu pé atrás com a série, o retorno foi bom. Nada que surpreenda tanto assim, mas ainda melhor do que estava antes do hiato. Talvez a atmosfera tenha melhorado, mas não consigo me livrar do sentimento de que algo falta ali.

Pra começar, acho que ninguém se surpreendeu quando em Frenemies, a Rachel acaba se transformando em uma psicopata porque ela é uma “grande estrela” agora, mesmo que seu show ainda nem tenha começado (então ela ainda é, basicamente, uma ninguém). Eu quero gostar da Rachel, mas na maioria das vezes eu só quero jogar uma raspadinha na cara dela.

Dá pra entender porque ela está com raiva de Santana por ter feito a audição para ser sua substituta. Dada a história toda da série, eu até consigo ver a Santana tentando sabotar a Rachel e acho que Kurt está sendo um pouco ingênuo demais achando que a nossa Lima Heights mudou assim tão rápido, mas eu realmente estava gostando de ver os três arrasando em NY.

Apesar do episódio ser focado, na maior parte do tempo, em Rachel sendo Rachel, ainda sobra um pouco de tempo para um drama em Ohio. Tina está chateada porque ela acabou entrando na lista de espera da Brown sem garantia de quando ou se ela seria aceita, ou seja, ela está presa em Ohio Hell para sempre. E então, dada a oportunidade, ela e Artie deveriam competir para ver quem seria o orador da turma (o que certamente a ajudaria a entrar na faculdade). Como nada em Glee é feito sem um pouco de performance, tudo aconteceu como o planejado, e pelo menos no McKinley tudo acabou em sorrisos e Kelly Clarkson.

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Em Trio, as coisas ficaram um pouco mais agitadas do que em Frenemies. Mas agitado não quer dizer melhor.

Um dos meus pontos fracos quando se tratava de Glee, em suas primeiras temporadas, era que eu estava quase sempre disposta a perdoar as falhas de um episódio quando ele me surpreendia com um grande número musical no final. Essa performance de Hold On no final de Trio? Incrível. Mas tudo o que veio antes? Um misto de blablablas e chatice.

Falando em chatice, o que foi a Tina nesse episódio? Não consigo suportar! Quem é que chora daquele jeito e se joga no meio do corredor porque vai acabar a escola? Ok, eu chorei um pouco no meu último dia, mas nada tão exagerado.

Finn, Rachel, Santana, Kurt, e até personagens como Puck, Quinn e Mercedes, tinham vários episódios dedicados à forma como eles iriam lidar com a formatura e onde acabariam depois disso. Os escritores da série tentaram fazer o mesmo por Tina, Blaine e Sam, mas o resultado foi superficial e oco. Enquanto eu, honestamente, não senti nada, Sam, Blaine e Tina discutiram como as coisas seriam diferentes depois do colégio e tentaram capturar a importância de cada momento final que eles passavam no McKinley.

Em NY, Santana conversa com Rachel (antes de serem interrompidas por One Three Hill, o novo trio de Kurt, Elliott e Dani) e as duas refletiram sobre o ensino médio e eu pude ver o gelo que havia entre elas derretendo um pouco. Estou contente que Glee está sendo realista (em seus próprios padrões) para lidar com essa enorme confusão entre as duas.

Finalmente, a surpresa mais agradável de Trio, para mim, foi a história de Emma e Will. Os dois decidiram que era hora de começar uma família e tentar conceber um bebê. Para quem não sabe, é provável que Jayma tenha sua última participação em Glee, no mês de maio (pelo menos até o final da série ), e acho que trataram ela e seu relacionamento com Will com respeito e cuidado.

Quando as notas finais de Hold On terminaram e ficamos com a cena de Emma dizendo a Will que estava grávida, eu não podia deixar de sorrir.

Na semana que vem, teremos as Nationals em Los Angeles com participação de Amber Riley, Mike O’Malley e Rosy Rosemont. Confesso que estou ansiosa pra ver o que Glee nos reserva na semana que vem. Alguma ideia?

Teen Wolf — The Fox and the Wolf

Data/Hora 06/03/2014, 16:20. Autor
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Não há muito o que falar sobre o episódio que Teen Wolf nos entregou essa semana. Lógico que é um divisor de águas e agora sabemos (um pouco) mais sobre toda a história por trás do Nigtsune, mas em geral, The Fox and The Wolf não foi o episódio mais cheio de vida e de conteúdo da temporada.

Quanto mais os flashbacks do passado da mãe de Kira são mostrados, mais clichê e desastroso vai ficando o plot de base da temporada. Já que o episódio inteiro girou em tono do centro de tratamento Oak Creek (onde Stiles esteve na semana passada), ele foi uma queda em um gráfico que só deveria crescer até a season finale da série.

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Este episódio me lembra um daqueles de flashback ridiculamente ruins da CW (amo séries de lá, mas vamos combinar, alguns episódios são extremamente difíceis de assistir): as peças de época, o diálogo é improvavelmente moderno, e tudo é excessivamente melodramático. Nós realmente precisávamos de um episódio inteiro para saber que a mãe de Kira chamou o Kitsune porque alguns guardas e um médico estavam negociando produtos no mercado negro e isso incitou um massacre? Não é informação irrelevante, mas o grande período de tempo que levou até ser revelada e a maneira exagerada, manipuladora, em que foi dita se tornou um pouco chato.

Infelizmente, porque muito do episódio é dedicado a esta série de flashbacks, todo o resto é dominado. As cenas modernas do dia são para rastrear Stiles e nada relevantes. Só a cena em que Allison desaba na frente do Papa Stilinski tem um tipo de carga emocional. Resumindo, e dizendo em bom português, um episódio para encher linguiça.

Escritores de Teen Wolf, vamos dar os dedinhos e concordar em deixar tudo isso no passado. Prometem que vão voltar com a ação na próxima semana, não é?

Arrow – Heir to the Demon e Time of Death

Data/Hora 06/03/2014, 13:04. Autor
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De longe, Nyssa pode ser considerada a ex mais vingativa de todos os tempos.

Aquele momento que todos esperavam finalmente chegou: a tal falada filha de Ra’s Al Ghul finalmente apareceu em Arrow e ela é… LÉSBICA. Os fãs dos quadrinhos com certeza não vão apoiar essa mudança drástica na personagem, por motivos de não aceitarem ver personagens com novas nuances nas adaptações, mas com certeza foi divertido ver Ollie morrendo de ciúmes ao se deparar com sua ex beijando uma mulher.

No geral, podemos dizer que esse episódio foi de Sara. A Canário está de volta para salvar sua irmã, que foi envenenada, e sua mãe, que foi sequestrada. Parecia mesmo que tudo era somente mais uma ação da Liga das Sombras para conseguir com que Sara voltasse para casa, mas a verdadeira motivação por trás das armadilhas é o desejo de Nissa para se reunir com o seu amor perdido, já que estava se sentindo um pouco abandonada.

Confesso que esperava mais da participação de Nissa na série, mas as cenas em que ela apareceu foram bem produzidas, principalmente a primeira, quando ela aparece no aeroporto sem avisar NINGUÉM. Sem contar que todos os guardas perderam feio a luta, por não estarem preparados para lidarem com uma terrorista.

A saída da personagem, porém, foi muito precipitada e fácil. Sara mostrou que prefere morrer do que ter que lidar com a filinha de Al Ghul, mas convenhamos que Nyssa vai embora de rabo entre as pernas. Sabemos que essa história ainda não acabou, mas não deixa de ser uma saída fácil e insatisfatória, mesmo que temporária.

Por causa da volta de Sara, a família Lance é convocada novamente. E como já era de se esperar, Laurel provou mais uma vez o motivo de ser chamada de bitch na série. A irmã mais nova da mulher está viva e de alguma forma Laurel consegue transformar tudo isso em algo negativo e ainda arruma um jeito de falar que ela é a COITADA. Coitada mesmo é a família dela, que precisa aturar esse drama, por serem ligados por sangue. É normal ficar chateada ao descobrir que a irmã estava viva desde sempre e nunca deu notícias, mas culpá-la por TUDO que deu errado? Laurel está precisando voltar para uma firma para relembrar que há pessoas mais condenadas do que a própria.

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O drama familiar continuou em Time of Death, e envolveu a família Lance e a família Queen. Primeiramente, Felicity fez o necessário no episódio anterior. É muita cara de pau de Moira achar que pode continuar andando por Starling City sem lidar com as consequências de seus próprios atos. Oliver pode não ser o mais propício pra julgar, mas ela tá mentindo sobre algo crucial pra Thea. Mama Queen adora se fazer de santa – e todos acreditam – e falar que ela se preocupa com o que a Thea vai sentir, isso e aquilo, mas na verdade sabemos que ela só quer se safar. Ela sabe que a filha vai ficar muito além da raiva que já sentiu dela anteriormente e pode nunca mais falar com ela. Felicity não iria esconder algo assim tão grande de Oliver, afinal não é assim que funciona o relacionamento dos dois. Por isso, é mais do que aceitável ver Oliver tratando a mãe igual um lixo, dado as circunstâncias.

Família Lance também gastou muito tempo mostrando o motivo de ser uma família disfuncional. A verdade correu solta no jantar em família, mas convenhamos que Oliver não tinha NADA que estar presente naquele momento… Não dá nem pra entender por que Sara achou aceitável chamá-lo para a confraternização dos Lance, principalmente depois de fazer o discurso de que os dois deveriam manter o relacionamento como segredo por um tempo.

Laurel fez muito bem em dizer o que todos estavam pensando, principalmente sobre Sara e Oliver. Convenhamos, porém, que ela não foi muito agradável com o pai, mesmo que seja óbvio que Mama Lance não iria ficar esperando pelo policial.

O ganhador da noite, porém, foi Oliver, finalmente dizendo a Laurel o que todos nós temos pensado durante a maior parte desta segunda temporada. Ele a acusa de se afogar na própria dor, de culpar todos pelos seus problemas e tratar de forma egoísta seus problemas familiares.  São verdades cruas que precisavam ter sido ditas bem antes, mas pelo menos Laurel finalmente recebeu um chute da realidade e talvez essa seja a salvação da personagem.

Podemos também dizer que Felicity roubou a cena no episódio também, com sua crise de ciúmes que culminou na primeira cicatriz da loirinha. Não é de se estranhar que a nerd teria problemas com a aproximação de Oliver e Sara, mas pelo menos ela não foi chata, igual acontece em várias séries quando o tema ciúmes é relatado. Além disso, Sara não se fez de vítima e muito menos tentou intimidar a colega, algo que também não acontece quando duas mulheres estão interessadas pelo mesmo homem.

O vilão da semana foi bem mais desenvolvido do que outros passados, tornando a narrativa interessante e fácil de acompanhar. Sem contar que foi por causa dele que Felicity provou seu lugar e importância no grupo (algo que na verdade nunca precisou), mas espero que esse plot não pendure por muito tempo – até porque, sabemos que a participação de Sara na série será limitada.

P.S: Próximo episódio tem de tudo para ser o melhor da temporada por motivos de: Slade Wilson finalmente se mostrou ao mundo!

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