A Teia – Episódios 6 e 7

Data/Hora 17/03/2014, 11:03. Autor
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Aí que a pessoa aqui se atrapalhou toda e tinha certeza que não tínhamos tido episódio inédito no carnaval. E depois teve que recuperar o que perdeu. Sorte pelos episódios inteiros disponíveis no site do canal e sorte que esses dois episódios juntos funcionaram que foi uma beleza.

Na verdade fica claro que a série entra em sua reta final: Macedo amarra pontas e já tem o nome que precisava. Foi absolutamente impossível não subir pelo sofá quando vemos Macedo tão próximo de Baroni naquele restaurante! Isso depois de passarmos por uma verdadeira montanha russa emocional pro conta de Baroni e Celeste, centro do sexto episódio da série.

Vimos bastante do passado de Baroni, que conheceu Celeste porque ela era a esposa de seu colega de cela, um “bandido pé rapado” de quem ele se aproximou só porque já estava de olho na garota. Confesso que cheguei a pensar que ele arrumaria um jeito de fazer com que Ney acabasse morto ainda na cadeia – e acho que ele se arrepende de não tê-lo feito.

De volta à sua cidade, Ninota quer ver o pai e, apesar de Celeste nunca aparecer para o encontro no zoológico, esta é a chave para que Macedo e Germano descubram sobre a quadrilha de Zés em Curitiba. Pelo encontro não acontecido e por um problema na rede elétrica que entrega aonde eles estão morando – entendo perfeitamente Celeste não considerar aquilo um lar.

Vimos também que Bola, o urso carregado por Ninota com o celular na barriga, foi obtido por Baroni num crime anterior com Oliveira, no qual ele matou um menino. A estratégia de nos mostrar esse lado mais frio de Baroni funcionou muito bem como preparação para o que vinha a seguir: crente de que Celeste o está traindo, Baroni não hesita em levá-la com a filha para um terreno escuro e matá-la, o que só não acontece por uma questão de segundos.

A diferença entre as duas situações é a forma como Baroni reage a cada uma delas: ordenado por Oliveira ele não tem problemas em matar o menino filho de um guarda, mas ainda assim carrega o urso como “lembrança”. Apaixonado por Celeste ele é só emoção, ele não a mata, mas continua dominado pelo ciúmes. Baroni não quer ser como o homem que ele chamava de pai, mas se aproxima cada vez mais dele.

E é evidente o efeito disso em Celeste: ela conversa com Suzane questionando porque ela continua ali, mas na verdade ela está perguntando a si mesma. Ela parece estar substituindo o amor por medo. Ela se sente ainda mais insegura, o que se reflete em sua tentativa de se parecer mais com a ex-esposa de Baroni. Ela quer se sentir mais merecedora de estar ao lado dele, mas isso deixa Baroni também mais inseguro. Ele na verdade não entende o que está acontecendo, ela idem. O nervosismo dos dois é praticamente possível de ser tocado. Essa tensão, esse nervosismo é que faz o sétimo episódio ter tanto sentindo: longe de planejar o crime perfeito que acredita estar planejando, Baroni desenha seu próprio fracasso.

Libânio e Taborda desembarcam em Curitiba e Macedo é novamente o cabeça da operação. Eles já tem os rostos que precisavam e sabem que eles planejam uma operação semelhante a de Brasília para os próximos dias. A ação então dá lugar ao planejamento: Baroni e seu time querem realizar o crime que tenha maior retorno, Baroni querendo deixar para trás sua família e os sentimentos ruins associados à ela; Macedo e Germano precisam desenhar a coisa de tal forma que consigam pegá-los em ação para garantir recuperar o dinheiro perdido e o maior número de anos de cadeia para cada um dos envolvidos.

Quase um castelo de cartas. Muito de um jogo de xadrez.

P.S. A pontinha da família de Macedo foi ótima, praticamente um alívio em meio ao tanto de tensão que vivemos ao ver a polícia tão perto de Baroni e sua gangue.

P.S. do P.S. A trilha sonora continua perfeita.

P.S. do P.S. do P.S. Maior mérito da dupla de episódios: te deixar roendo unhas até a semana seguinte.

*Texto originalmente publicado no Só Seriados de TV.

Pretty Little Liars – Cover For Me e Unbridled

Data/Hora 17/03/2014, 10:00. Autor
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Holy mother of God, socorro que o coração está batendo mais forte! É nessa temporada que a gente descobre quem realmente é a pessoa que passou os últimos anos trollando as vidas de Aria, Spencer, Hanna e Emily. Nada de Mona, nada de Ezra. A pessoa que sempre aparece com as luvas pretas vai tirar a máscara na próxima terça-feira e os últimos episódios serviram para nos deixar, justamente, achando que sabemos quem é. Mas isso é Pretty Little Liars, pessoal. Não vou ficar admirada se for tudo armado para confundir nossas cabeças. Porém, vamos deixar isso para o final.

Comprem caixas de fogos de artifício: o casal mais chato de Rosewood terminou. It’s over. Chegou ao fim. C’est fini. Emily e Paige já são completamente sem sal sozinhas, juntas, então, a situação piorava. Não via a hora de isso acontecer desde quando elas nadaram juntas ao som de I won’t apologize na primeira temporada. No fim das contas, o fato de Paige ter entregado Alison para a polícia teve uma vantagem. Agora ela pode sumir para sempre, nunca mais aparecer, ok, Marlene King?

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Hanna, finalmente, parece ter escolhido um menino só para manter o foco. Dessa vez, foram dois beijos seguidos na mesma pessoa, em situações diferentes, e sem motivos para pedir desculpas depois. Parabéns, Hanna. Desse jeito você vai conseguir mudar o status de relacionamento rapidinho. E o pior disso tudo é: por mais que eu ame o Travis, por mais que ela pudesse fazer um par quase perfeito com o Holbrook (mais um romance proibido, mas, quem se importa?), ainda acho que Hanna nunca vai ter um namorado tão legal quanto o Caleb. A maior cagada da vida dos produtores dessa série foi terem tirado ele para colocar num spin off que não deu certo, apaixonado por uma menina morta. Infelizmente, essa situação só vai ser pior se o trouxerem de volta.

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Para falar de Spencer, preciso reclamar só de uma coisinha: por que raios não disseram o conteúdo da carta do Toby? Esqueceram? Ele vai sumir por mais dez episódios de novo? O mais intrigante foi perceber que Spencer não pareceu nem um pouco abalada em relação a ela. Tudo bem, ela tinha o Dean por perto para tirar a atenção dos problemas externos, mas mesmo assim… Falando em Dean, eu realmente achei que ela ia interferir de alguma forma para que ele não fosse demitido. Ok, ele não precisava ter dormido em cima da menina e tudo o que ela queria era se ver livre da supervisão, mas ele parecia ser uma boa pessoa. E Spencer podia fazer uso de um amigo que não estivesse à caça de uma adolescente “morta” de vez em quando.

Aria foi, das quatro, a que teve o maior foco nos últimos episódios. E, nesses dois, pudemos vê-la reconstruindo seu mundinho depois que descobriu que Ezra tinha segundas, terceiras e quartas intenções ao ficar com ela. O alívio nisso tudo foi saber que ele não é tão ruim quanto aparentava ser: o cara não é A. É só mais um escritor obcecado e doentio. Mas que pelo menos soube dar para trás depois que foi descoberto. Pelo visto, nem desistindo do livro ele vai ter Aria de volta, e essa é a melhor coisa que podem fazer por ela nessa série. Me assustei um pouco quando a vi bêbada, caindo nas graças de outro menino, em outra cidade (isso não é nem um pouco a cara dela), mas fiquei mais tranquila quando ela foi voltando ao normal e quando ele pareceu ser um cara legal. Mas, mesmo assim, cara legal ou não, Jake é a melhor opção para Aria. Estou oficialmente começando a campanha #voltaJake. Mentira. Mas bem que ele podia voltar de verdade. E no mesmo dia em que Ezra for embora.

E o que eu espero ter sido a última cena de Ezra nessa série, lançou outra teoria mirabolante no ar: será que Jessica DiLaurentis é realmente A? A mudança de comportamento repentina dela é, no mínimo, suspeita, mas é descarada demais. Ela querer machucar a própria filha não faz sentido algum (menos sentido do que uma mostra beneficente de vestidos – lindos – de noiva). O que é mais suspeito, na verdade, é Jason voltando para Rosewood da mesma forma em que sumiu daquele hospital, uma temporada atrás: do nada. E com uma desculpa furada de reabilitação numa clínica que está fechada há dois anos (obrigada, Dean!). Será que ele é o real responsável por tudo o que as meninas vêm passando nos últimos dois anos? Falta pouquíssimo tempo para descobrirmos isso.

PS 1: Mona e Mike é tão revival de Aria e Ezra… Podiam, realmente, ter sido um pouco mais criativos nesse quesito.

PS 2: O galpão onde Alison supostamente está escondida fica na Filadélfia… Lugar onde Melissa estava na última vez em que teve o nome citado nessa série. Será que ela e Wren resolveram voltar a dar as caras e estão no galpão?  Terminarem o episódio com “O que vocês estão fazendo aqui?” não foi bom para a nossa curiosidade.

PS3: CeCe Drake foi localizada! Será que ela dá as caras novamente no próximo episódio?

PS4: Ella voltou trazendo boas notícias num episódio em que o figurino principal foram vestidos brancos. E eu achei lindo 🙂

Elementary – The Hound of the Cancer Cells

Data/Hora 17/03/2014, 09:00. Autor
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Um episódio horrível em Elementary.

Não, não, é brincadeira. É que eu queria começar a review de outro jeito. Mas não tem como. Foi mais um episódio excelente da série mais linear da televisão americana. E, dessa vez, a história tinha uma pitada a mais de Arthur Conan Doyle.

Essa semana, Sherlock, Watson e os simpáticos detetives da NYPD precisavam desvendar o assassinato de um cientista. Ele, que trabalhava em um aparelho capaz de detectar se uma pessoa teria câncer – que denominaram “The Hound”, uma clara referência a The Hound of the Baskervilles, ou O Cão dos Baskervilles, no Brasil, considerada, por muitos, a melhor obra de Conan Doyle –, foi morto enquanto tomava banho, com gás hélio – agora, uma alusão ao conto The Adventure of the Retired Colourman, também de Conan Doyle. Mas o assassino do rapaz queria que todos pensassem que o caso era um suicídio. A NYPD nem precisou que o genial Holmes chegasse à cena do crime para descobrir que ele não havia se matado. Mas o resto do episódio não seria tão óbvio assim.

Primeiro, os detetives desconfiaram de uma mulher com quem Barry, a vítima, foi flagrado por câmeras de segurança discutindo. No início, parecia que os dois tinham algum envolvimento amoroso, mas, na verdade, ela era uma agente de inteligência de Israel e ele queria a ajuda dela. É que, semanas antes, uma espécie de jornalista anônimo (conhecido por desmascarar cientistas fajutos) havia lhe enviado um e-mail dizendo que o trabalho dele era uma farsa. Com as habilidades da amiga, ele esperava conseguir descobrir quem era o ameaçador. Ela não topou.

Watson e Sherlock, então, conversaram com o chefe de Barry, um homem cuja vida estava uma bagunça, em meio a um divórcio nem um pouco amigável e que, agora, tinha que lidar com a morte do amigo.

Portanto, o foco devia mesmo ser descobrir a identidade do jornalista, ou seja lá como podemos chamar o ameaçador. O que a gente não esperava era que o próprio Barry, em parceria com outra amiga cientista, fosse Adam Peer (o rapaz que ameaçava). Ou seja, a pessoa que escreveu o e-mail, na verdade, estava fingindo ser o conhecido “detetive da ciência”, mais ou menos como Sherlock se referiu a ele.

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Em seguida, para deixar tudo ainda mais confuso, a ex-mulher do chefe do Barry, aquela de quem ele estava se divorciando, apareceu morta – e a arma utilizada estava no nome do ex-marido. Ele ficou atordoado durante o depoimento na NYPD, dizendo que ele não seria burro a ponto de usar a própria arma para matar a ex-esposa. E era difícil não acreditar nele. Nesse momento, pensei: ela tinha um amante, que poderia ser inclusive alguém que competisse com a empresa do ex na invenção do detector de câncer, e, agora, esse amante a matou. Me senti um gênio das séries procedurais por prever tudo com tanta facilidade. Aaaah! 😉 Óbvio, eu estava errada!

O ex-marido era, sim, o culpado e planejou tudo com a nova namorada. Sabe quando dizem que o “menos é mais”? Então, ele fez com que todos os elementos da cena do crime (na morte da ex-mulher) apontassem para ele de forma tão, tão direta, que era impossível aceitar aquilo, de que ele era mesmo o culpado, de que ele seria tão burro. Na verdade, ele foi bem espertinho. Se Sherlock Holmes não estivesse no caso, quem sabe, ele poderia até escapar dessa… Next time, my dear killer.

Chicago Fire – A Rocket Blasting Off

Data/Hora 16/03/2014, 19:43. Autor
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Chicago Fire entregou mais um ótimo episódio e, dessa vez, alguns personagens nos surpreenderam. Aliás, surpresa é uma das palavras que define muito bem A Rocket Blasting Off.

A primeira surpresa foi a aparição de Benny Severide no episódio passado. A aparição em si não teria muita importância não fosse pelo desenrolar da visitinha do ex-bombeiro. Para quem nunca foi um pai presente, Benny conseguiu surpreender a todos – ou pelo menos a mim – com o desfecho do plot de sua filha, Katie. Para quem apostava que Severide fosse o responsável pelo sumiço do sequestrador da sua irmã e passou o episódio inteiro acreditando que Otis era, na verdade, o responsável por tudo, descobrir, mesmo que indiretamente, que Benny foi o responsável pelo sumiço do criminoso foi, no mínimo, uma surpresa. Por outro lado, não foi nenhuma surpresa Voight livrar Benny da situação, desde que ele saísse da cidade. Já estava com saudade de Voight e seu caráter duvidoso aparecendo na série.

A segunda surpresa ficou por conta de Casey e Chief Boden. Chief sabe reconhecer um perigo e respeitar a hereditariedade quando precisa e a prova disso é que, a mando do pai de Jones, ele precisará “demitir” a recruta do batalhão para que ela trabalhe no lugar onde uma mulher deve trabalhar – de acordo com o pai da garota. Casey relutou um pouco pois Jones conseguiu mostrar bastante vontade de aprender e coragem em um dos resgates do episódio. Mas enquanto ele precisar fazer esse favor para o pai de Jones, ele usará isso para conseguir com que Dawson faça de novo o teste físico para se tornar bombeira. Entre as conversas de bastidores, Jones tenta se enturmar com o pessoal do batalhão com a ajuda de Mills, que sabe melhor do que ninguém tudo o que ela tá passando.

Ainda falando em surpresa, o que dizer do presente de aniversário de casamento que Herrmann preparou para a esposa? Depois de cinco filhos e vários negócios frustrados, o bombeiro resolveu dar de presente para a mulher a sua vasectomia. Contrariando a todos do batalhão, Herrmann fez o procedimento e surpreendeu positivamente sua mulher, afinal, quem melhor do que o marido para conhecê-la? A mulher teve uma reação oposta a todos do batalhão e fechou a noite do casal perfeitamente. O Molly’s foi o lugar escolhido para celebrar e dividir essa notícia um tanto quanto particular.

Dawson e Shay continuam tendo ótimas cenas juntas quando o resgate solicita apenas a ambulância 61. Elas têm passado por situações mais bizarras do que os bombeiros e pensar que Dawson pode sair do posto é um pouco incômodo, apesar de eu ter começado a me acostumar com Rafferty que foi embora. Só espero que, se Dawson se tornar uma recruta do batalhão, a pessoa que a substitua esteja à altura.

Perto de outros, esse episódio teve um ritmo um pouco lento e, para mim, veio só para completar mais um na temporada e servir de entrada para um episódio que promete ser ótimo, como mostraram as cenas promocionais da próxima semana.

PS: Dawson, a paramédica ninja!

Rizzoli & Isles – Food for Thought

Data/Hora 16/03/2014, 12:00. Autor
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Janet Tamaro, você está fazendo isso certo. Mais uma vez Rizzoli & Isles apresentou um bom episódio, e outra vez o foco na família – além do perigo de vida duplo focado em Maura – foi o responsável por isso. Sem esquecer, é claro, de Maura e Jane, Jane e Maura, uma das relações mais legais de se acompanhar na televisão.

Um chefe que não tem mais capacidade olfativa foi morto. E logo de cara Maura é exposta à uma toxina que faz seu nariz sangrar. Um ótimo início de episódio, que deixou a impressão de que a equipe correria atrás do assassino enquanto Maura lutava pela vida. Mas não foi bem assim, já que a Dra. Isles se recuperou rapidinho. Alarme falso. E eu, que gosto de tramas dramáticas e bem desenvolvidas de perigo de vida NÃO fiquei frustrada. Graças ao que veio na sequência.

Ao entrar na delegacia, Maura recebe uma encomenda, e ao segurar o pacote: CLIC! Um dispositivo é acionado. Logo a delegacia é evacuada, mas não antes de Frankie – agindo como um bom policial e um bom amigo, mas NÃO APENAS ISSO – segurar as mãos de Maura e ficar exposto à bomba junto com ela. Esse plot rendeu bons momentos, tanto dentro da delegacia (deu pra perceber o encantamento de Frankie com Maura) como do lado de fora (afinal, é sempre DEMAIS ver Jane preocupada com a amiga).

E enquanto eu quebrava a cabeça para entender como a morte do chefe se conectava com a tentativa de assassinato de Maura, a verdade veio à tona: café! No final das contas, tudo não passou de um terrível engano. Engano esse que serviu para trazer à tona a paixão de Frankie por Maura. E eu, que gosto de tramas dramáticas e bem desenvolvidas de perigo de vida NÃO fiquei frustrada. Graças ao que veio na sequência [2].

Rizzoli & Isles - Food for Thought

Dizem que a esperança é a última que morre. E eis que Hope deu às caras. Em busca de perdão. Mas não de Maura, diretamente. De Jane. Quão fofo é isso? Quão fofo foi ver Jane colocando Hope em seu devido lugar e dizendo para a mãe biológica de Maura o que todos tínhamos vontade de dizer? MUITO! E foi mais fofo ainda ver Jane passando por cima de suas convicções pessoais para dar suporte à Isles, mostrando que conhece profundamente à amiga. A cena final do episódio, com duas mães e duas filhas, foi belíssima. E ver Maura, do seu jeitinho peculiar, dando um passo a frente no seu relacionamento com a mãe, foi absolutamente delicioso. Espero que Hope não desapareça completamente de R&I mais uma vez.

Quanto ao plot da paixão de Frankie por Maura, confesso que eu não vi isso vindo, mas não me desagradou. Depois que me foi revelado o encantamento, olhei pra trás e percebi que poderia ter visto essa faceta da relação mais cedo. Havia elementos indicativos. Mas, apesar de eu ter achado fofinho e meio shippável, ainda assim acho que Tommy e Jane agiram bem desestimulando o irmão. Especialmente porque ainda não ficou bem claro se Frankie não está confundindo os sentimentos, e qualquer passo em falso poderia ser bem lesivo à dinâmica entre todos. Acho que Jane está certa, e o perigo de vida acentuou uma queda, e motivou algo que não teria acontecido sem esse evento.

Mas a opinião que contou foi a de Maura, ainda que ela a tenha dado sem saber (ou será que ela percebeu a coisa toda e achou esse jeitinho de passar um recado à Frankie). Não senti que esse plot se findou definitivamente, então talvez vejamos algo relacionado à isso no episódio dessa semana. É esperar pra ver, mas estou bem satisfeita com a história. Ainda que nunca mais seja mencionada.

Quanto ao caso, o resultado dele foi bem previsível. Mas não fez falta no episódio um caso mais denso, mais inspirador, justamente porque todo o resto andou muito bem.

Na próxima-terça vai ao ar o último episódio da era Janet Tamaro, You’re Gonna Miss Me When I’m Gone. Tô ansiosa e na expectativa por uma despedida (dupla, infelizmente) em grande estilo. Até lá.

P.S.1: tremi ao ouvir a menção à aliança de noivado de Jane e Casey. APENAS NÃO TRAGAM ESSA HISTÓRIA DE VOLTA.

P.S.2: Tommy querendo pedir Lydia em casamento enquanto avalia as outras mulheres. Bem a cara dele.

P.S.3: Maura e Frost sendo fofos e falando sobre culinária e eu morrendo por dentro por motivos da partida do Lee. Triste.

P.S.4: Angela sendo a mãe de Maura não tem preço <3.

Parenthood – Limbo

Data/Hora 16/03/2014, 10:00. Autor
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O episódio girou em torno do batizado de Aida e isso fez com que todas as histórias do episódio acabassem se cruzando e tivessem seu clímax num jantar reunindo toda a família… ou quase toda.

Camille ter insistido em fazer um jantar na casa dela me leva a crer que talvez ela comece a ter dúvidas sobre vender a casa. Ela poderia ter conversado com os filhos, não pedindo permissão, mas pelo menos para avisá-los. Isso também me parece um indício de que ela não está assim tão decidida como aparenta. Pelo menos agora todos da família já sabem, de um jeito ou de outro, e é esperar para ver se no final eles vão vender a casa mesmo ou não.

A separação de Joel e Julia continua sendo o maior foco na minha opinião e agora começa a afetar a família quando Crosby acha que seria estranho ter Joel como padrinho e o desconvida, chamando Adam no seu lugar. Acho que chegou a hora de Joel decidir o que quer, ou separa de vez, ou luta pelo casamento. Ele está começando a ser excluído pela família e é hora de tomar algum tipo de atitude, caso ele queira. Julia claramente quer e as crianças nem se fala. E apesar delas terem pouco destaque, está bem claro como elas, principalmente Sydney, não estão conseguindo lidar com a situação.

Enquanto isso, Adam e Sarah começam a ter atritos depois que Max tem uma de suas crises e Sarah não tem tato para lidar com ele.  Na minha opinião, a solução de Kristina ao não deixar Max ir para a loja de Hank quando Sarah estiver lá foi um exagero, e acho que só piorou a situação. Sarah também poderia ter sido mais delicada e não ter julgado a forma como Adam e Kristina educam Max. Acho que a questão aqui não é nunca falar não para o Max, mas sim a maneira de se falar não para ele.

Depois das várias referências legais a artistas da música, tivemos uma referência a um grande filósofo. Drew está lendo Sartre para a faculdade. A tentativa dele em fazer referências a Sartre enquanto ele e Amber bebiam e ela achando que ele estava falando de Star Trek foi bem engraçado. Mais uma vez adorei a interação dos dois irmãos e ando preferindo as cenas dos dois juntos às cenas em que Drew está correndo de Natalie, ou atrás de Natalie.

Todos esse problemas tiveram seu clímax e foram discutidos durante o jantar de batizado de Aida. Foi um jantar tão conturbado que o fato de Drew e Amber terem chegado atrasados, completamente bêbados e sob efeito de maconha, praticamente não foi comentado pela família. Foi um contraste bem legal com a cena do episódio Just Like Home, em que os irmãos estão num cenário totalmente descontraído. Afinal, família é isso e é esse o tema principal de Parenthood.

Estava com saudades de um episódio em que toda a família pudesse participar sem que eu tivesse a impressão de que nada realmente aconteceu. E o que melhor do que um jantar de batizado para unir os Braverman, mesmo que seja com todo mundo discutindo?

Grey’s Anatomy – Throwing it All Away

Data/Hora 15/03/2014, 14:48. Autor
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Como a Shonda consegue? Depois da desgraça que foi You Got to Hide Your Love Away, Throwing it All Away conseguiu reparar praticamente todos os danos. Fico impressionada.

Com base nessa afirmação vocês já devem ter percebido que gostei do episódio dessa semana. E explico, então, os porquês.

Voltei a acreditar em Calzona (btw, QUE DIA! QUE DIA HORRÍVEL pra Callie e Arizona). Em achar que é possível que o relacionamento supere tudo de ruim que aconteceu. E o caso médico, da garotinha com a dupla amputação, foi fundamental para isso.

Finalmente Arizona se reencontrou. O fato dela ter apoiado a amputação foi MUITO significativo. Aquela médica que há uma temporada e meia atrás condenou Callie por ter amputado sua perna, ainda que para salvar a sua vida, agora recomenda amputações. Mais: fala que é possível uma vida plena, cheia de realizações, ainda que sem a perna.

Grey's Anatomy - Throwing it All Away 3

Ver Robbins e Yang conversando sobre o acidente e sobre como ele ainda está presente em suas vidas também foi bastante significativo. Foi interessante ver que Cristina reagiu à Arizona e seu coto de forma bem diferente de Alex, e até mesmo de Callie. Cristina tratou Robbins como uma igual, e acho que é isso que a loira precisa e espera. Ser tratada como uma pessoa que toca sua vida, normalmente. Uma pessoa completa. E quando Arizona fala para Herb que não havia motivo para ele ter percebido a ausência da perna, ela quis mostrar isso. Igualdade. Mesmo que ela seja um quase-robô que consegue pular bem alto.

Foi uma longa jornada, talvez mais longa do que o necessário, mas sinto que agora, definitivamente, ela chegou ao fim.Arizona abriu seu coração para Callie, que agora sabe exatamente como Robbins se sente. E creio que isso as fortalecerá como casal. Eu falei várias vezes sobre o quão cansativa essa história se tornou, e sobre como eu torcia por um rompimento definitivo. O final chegou, enfim, mas não do jeito que eu esperava. E querem saber? Fiquei bem satisfeita. Time after Time, a música dos minutos finais do episódio, meio que sintetiza o relacionamento das duas:

“f you’re lost you can look–and you will find me, Time after time

If you fall I will catch you–I’ll be waiting, Time after time

If you’re lost you can look–and you will find me, Time after time

If you fall I will catch you–I’ll be waiting, Time after time”

Em todos os momentos, elas estiveram uma do lado da outra. Desde o acidente, passando pelo complicado casamento, pela queda do avião e pela traição. É justo, portanto, que sigam juntas a sua jornada. Vida longa e próspera à Calzona, cheia de felicidade – de verdade, não aquela do episódio anterior – e sem mimimis. Ah, e com muitas voltas de tênis-patins. Estávamos com saudades.

Grey's Anatomy - Throwing it All Away 4

Outro acerto do episódio foi ter acabado com a polêmica sobre a regra de não-confraternização. Ao mesmo tempo em que se resolveu a questão de Jo e Alex – Meredith sendo protetora com Alex = <3 -, se resolveu a questão da denúncia de Leah. E de forma bem surpreendente, pelo menos pra mim.

Eu nunca havia pensado na possibilidade de  Leah ter denunciado Callie. E isso muda a forma como eu encaro a denúncia, confesso. Minha maior crítica era ao fato dela ter sido neurótica e apegada e ter denunciado Arizona por um assédio que não existiu. Agora, sabendo que a denúncia foi em relação à Callie e ao acontecimento na cirurgia, confesso que vejo a coisa toda com um olhar mais positivo. Muito embora eu ache que a denúncia tenha sido uma medida muito extrema, eu a compreendo. Mais: acho que realmente foi verdadeira, assim como Arizona e Callie também acharam. E parece que a lição foi aprendida, já que Arizona deixou as questões pessoais de lado e ensinou a Leah sobre a amputação. O plot acabou de uma forma bem melhor do que foi desenvolvida. Fim. YAY!

Outro ponto final colocado por esse episódio foi na trama de Steph e Avery-April. Também achei interessante ver como a história acabou: com Stephanie seguindo em frente, saindo do papel de vítima e assumindo sua faceta de mulher forte. Outra história que estava na hora de encerrar, e o atropelamento de maca foi super legal pra isso. Primeiro porque deu à Steph uns momentinhos de celebridade, com todo o hospital saudando sua revanche (inclusive os paramédicos). Segundo porque a mostrou que essa história não é mais dela. Um mimimi a menos em Grey’s, o que todos agradecemos.

Acabou também a trama ZZzzZz do Shane. Reencontrar Yang e ouvir de sua mentora (aliás, fenomenal ver Weber dizendo que será sempre o Chief e ver Yang abaixando a crista pra ele, ri demais) que ele é um médico brilhante e capaz. Acho que isso devolveu à ele a confiança que ele perdeu com a morte da Heather. Ele tem seus bons momentos, e creio que sem esse dramalhão que a vida dele havia virado, eles serão mais numerosos. Torço pra isso, já que isso tornaria as tramas dos residentes como um todo bem mais interessantes.

Mas mesmo tempo que o episódio encerrou histórias, ele deu continuidade na chatice de Crowen. Pelo menos Yang foi a porta-voz dos telespectadores ao perguntar pro Owen o porquê dele ter acabado com a namoradinha dele SE ELA ERA TUDO QUE ELE QUERIA PRO FUTURO. Obviamente não recebemos uma resposta satisfatória, já que Owen ficou cheio de joguinhos. E me desgosta bastante esse passo atrás que estão ensaiando para os dois. A história deles já era, e fica cada dia mais chato de observar a interação requentada deles.

Grey's Anatomy - Throwing it All Away 2

Por fim, o episódio ainda iniciou uma nova história: a disputa entre Derek e Callie. Porque não acredito que essa história não será explorada nos próximos episódios. E confesso que estou achando Derek um babaca. Poderia ser um projeto com os marcianos, ele quebrou muitas promessas e jogou sua palavra no lixo para entrar nele. E prejudicou, profissionalmente, pelo menos duas pessoas: Meredith e Callie. Sacana.

Estou ansiosa para o próximo episódio, confesso. Tantas tramas foram encerradas nesse episódios que não sei o que devemos esperar. Espero ser surpreendida positivamente. Até lá.

P.S.1: momento “amigas fofoqueiras” entre Mer e Yang? Aaawww.

P.S.2: Ben tomou chá de sumiço nesse episódio. Ficou meio sem explicação a ausência dele.

P.S.3: foi bacana ver quase todo mundo envolvido com operações. Fazia tempo que um episódio não tinha tantos casos médicos interessantes ao mesmo tempo.

P.S.4: o que foi o tombo da Arizona? Choquei! Stephanie cismou em fazer strikes.

Glee — City of Angels

Data/Hora 14/03/2014, 16:13. Autor
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Apesar de cheio de emoção, o episódio que Glee nos deu essa semana não voou alto. Tentou, e teve momentos memoráveis, cheio de lágrimas e saudade, mas ainda não foi como qualquer outro episódio de Nationals que já tivemos. O que deu pra perceber, é que os produtores da série sabem bem disso e souberam colocar todas as coisas no lugar. Sem exageros.

Confesso que no começo do episódio, quando começaram a citar Finn pelas primeiras vezes, o meu sentimento foi de raiva. Queria que deixassem essa história de lado, porque cutucar uma ferida que ainda não cicatrizou é ainda mais difícil. Foi só quando o New Directions cantou sua terceira e última música que percebi que nós precisávamos homenagear e lembrar o personagem naquele momento. Não existe Nationals sem o espírito de Finn. Quando Burt entrou na sala do coral e disse todas aquelas palavras sobre o que Finn diria naquele momento, eu pude imaginar ele bem ali, com o sorriso torto e dando as suas palestrar bonitinhas cheias de moral.

O fato é que City of Angels é exatamente o reflexo de tudo o que Glee foi nessa temporada. Quando os personagens não estão unidos pelo sentimentalismo, estão nas mãos dos produtores em uma grande misantropia. A diferença aqui, é que os fins justificaram os meios. Esse episódio foi uma verdade homenagem sincera a Finn e a Cory.

The Quarterback foi um grande episódio, mas o que é realmente poderoso e bonito nesse episódio 11 é que o tributo não tem qualquer diálogo. Não precisamos de palavras. Eu sei que o episódio começa com o Will conversando com Sam, tem Burt e a mãe de Finn e um quadro que corta o coração como uma faca, mas o centro de tudo é uma performance tributo que nem sabemos que é tributo até o último número.

Após 100º episódio de Glee na próxima semana, o show vai se mudar para Nova York em tempo integral, dessa forma, os produtores tentaram rascunhar um final para o triângulo Marley, Jake e Ryder. Marley não estava se sentindo encorajada a continuar compondo, e é ai que nossa maravilhosa Mercedes entra na jogada.

glee nationals city of angels 2

O que me chateia um pouco em competições é o fato de ter sempre um coral “malvado” e um com pouca qualidade. Da última vez que uma competição realmente importava, Jonathan Groff cantou Bohemian Rhapsody e Quinn teve um bebê.

Minha chateação passou rápido quando Carole sussurrou para Burt que eles estavam cantando as músicas favoritas de Finn. Momentos depois, a seqüência começa a cortar em cenas de Finn em toda a série. Meus olhos se encheram de lágrimas enquanto eu dizia bem alto que não tinha me preparado para aquilo. As cenas são curtas e ninguém tem que colocar nada em palavras. É apenas o New Directions, liderados pelos mais antigos, cantando a canção favorita de Finn em sua homenagem. E é a melhor homenagem a Finn e a maravilhosa obra de Cory Monteith.

A decisão de segundo lugar faz todo sentido. Já tinha sido dito que o Glee Club iria acabar se não fosse vencedor, e como o elenco agora se muda para NY, a decisão fez todo o sentido. A cena com Will e Sue foi importante para focalizar ainda mais o final de uma era. Sue diz para Will que não pode simplesmente escolher seus favoritos. E assim foi bom. Sue sendo Sue. E eu realmente sentirei falta dos dois.

A cena final mostra Kurt contando para Rachel e Santana a má notícia, provavelmente como forma de criação do grande episódio reunião na próxima semana. Esse será o final real para McKinley, Lima, e, presumivelmente, o New Directions.

Agora jogo a bola pra vocês. O que acharam do episódio ? Estão ansiosos para a nova fase da série ?

Teen Wolf — De-Void

Data/Hora 14/03/2014, 14:06. Autor
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Com 2 episódios sobrando até a season finale, as coisas em Teen Wolf começaram a ficar ainda mais frenéticas e intensas.

A malandragem e maracutaia do Kitsune malvado continua e o mais recente jogo envolve todos os betas ficando fora do controle. Depois de usar Papa Stilinski, Derek, Papa Argent e Allison como peões para afastar os Oni, Stiles Do Mal escapa do loft de Derek e vai até a mãe de Kira no hospício. Inicialmente parece que ele vai matá-la, mas ao invés disso ele enfia o punhal Oni dentro de si mesmo.

Os vagalumes que escapam da ferida de Stiles vão procurar e infectar todos os lobisomens (menos Scott, como sempre). As cenas dos bichos entrando nos corpos são um pouco nojentas e fazem você querer fechar os olhos, de fato. Parabéns, produção.

A partir desse ponto, é claro que eles irão fazer algo que não fariam em sã consciência, mas o que não esperávamos é que iriam se voltar uns contra os outros. Um jogada interessante do Nigtsune, admito. A questão é que os vagalumes parecem manifestar medos e desejos não ditos dos lobos (o que explica Isaac e Ethan indo cheios de fogo até seus respectivos amores). É certo que esses sinais são mais distrações do que conflitos legítimos, nós sabemos o quão improvável era Derek queimar Papa Argent e Isaac + Gêmeos matando Kira e Allison também não era uma boa e aceitável opção.

Não que esse plot tenha sido ruim, mas assistir Scott e Lydia entrando na mente de Stiles foi bem mais emocionante. Curiosamente o Nigtsune entra na cabeça de Lydia e Scott da mesma forma como os bichos fazem com os lobos – Lydia sendo “atacada e perseguida” por Peter e Jackson e a incapacidade de Scott de superar Allison foram foco e os momentos disseram muito mais sobre o que está se passando na cabeça dos personagens do que Stiles jogando damas com o Nigtsune.

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No final, a dupla conseguiu tirar o Kitsune malvado de Stiles em uma cena memorável. Neste caso, as ataduras do kitsune sairam pela boca de Stiles, o que foi bastante desagradável e genial. O resultado é uma cena confusa com Stiles saindo por de trás das bandagens – o verdadeiro Stiles – enquanto o outro leva Lydia embora (também é possível – embora menos provável – que ele tenha apenas fugido e tenha sido Peter quem raptou Lydia). Em qualquer caso, o que inicialmente parecia ser o clímax desta segunda metade da temporada foi estendido com o grande vilão ainda à solta, apesar de que agora (aparentemente) temos Stiles para ajudar na batalha.

Outras observações:

  • Vários personagens sugeriram que alguns acontecimentos levaram o pai de Scott a ir embora, o que obviamente significa que este segredo vai acabar nos próximos dois episódios. Tenho apenas suspeitas, mas realmente nenhuma certeza sobre o que aconteceu. Alguma ideia ?
  • Em troca de ajudá-los a entrar na mente de Stiles, Peter exige o nome de sua filha para Lydia. Após seu retorno, ele faz com que ela mantenha sua parte no trato. A verdadeira questão é: O que ele quer de Malia ? Peter nunca foi um personagem digno de confiança, mas ele também é potencialmente bom. É possível que ele só queira brincar de papai ou ele tem outros planos para Malia ?
  • Fiquei com dó da Allison porque ela finalmente conseguiu entrar debaixo das cobertas com Isaac e ele nem era ele totalmente.
  • Alguém aqui shippa fortemente Papa Stilinski e Mama McCall? Por favor ?

Bates Motel – Shadow of a Doubt

Data/Hora 14/03/2014, 11:00. Autor
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O que foi esse segundo episódio de Bates Motel?! Houve momentos de muita tensão, de bastante violência… teve até musical e cenas de pura comoção. O capítulo dessa semana não poderia se encaixar em único gênero. A não ser que ele fosse o de “excelente”.

Para começar, a Bradley contou ao Norman que matou o assassino do pai dela e o garoto, ao ouvir o depoimento, deu um risinho de satisfação. É perceptível que a ideia de acabar com a vida de um ser humano causa emoção em Norman, que, mais do que nunca, vem fazendo aquela cara de psicopata. A Norma continua a negar aquilo que está embaixo do nariz dela, finge não ver que o filho tem problemas psicológicos. Tenho pena dela e parece que, nesse momento, ela está mais para mocinha sofredora do que vilã. Mas não dá para isentá-la dos estragos que ela causou e ainda causa em Norman.

Na cena do teatro, por exemplo, a pressão psicológica que ela fez sobre ele, o chorinho, bancando a vítima, abre os nossos olhos: por mais que tenhamos alguma compaixão por ela, ela não é confiável. É uma megera! Desculpa, mas é (e eu adoro essa palavra, tem força dramática hehe).

Por falar no teatro, achei adorável terem colocado esse elemento do musical na história. Acho que os musicais de terror são encantadores – Sweeney Todd, um beijo – e espero que continuem a explorar esse aspecto. Só fiquei na dúvida se era a Vera Farmiga mesmo quem estava cantando, porque, independente da voz ser dela ou não, durante a cena, a música foi dublada. Mas imagino que seja a Vera porque ela é dessas artistas completas, que vem da dança. O canto não me surpreenderia.

Já a Bradley, depois de matar o homem, desencadeou uma atmosfera ainda mais violenta em White Pine Bay. Personagens novos aparecem com certa frequência e matam (ou são mortos). Um verdadeiro caos. Séries muito violentas não, necessariamente, me agradam, mas, por enquanto, tudo está dentro do contexto. Achei curioso que, para salvar a pele da Bradley, Norman e o irmão tiveram que se unir – sempre muito fofo – e forjar a morte da menina. Será que esse argumento será mantido? Nunca gostei muito dela, mas confesso que, depois do assassinato, ela ficou mais interessante.

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Cada vez mais interessante, aliás, fica a professora Miss Watson – e olha que ela nem está mais viva. Agora, descobrimos que ela saía com muitos homens e, provavelmente, há muitas outras coisas ligadas a isso. No corpo dela, encontraram sêmens vindos de dois homens – um, a gente sabe quem é e ele levará a culpa pela morte, mesmo, ao que tudo indica, estar inocente (assim as coisas funcionam na cidade macabra). O outro é desconhecido e os fatos nos levam cogitar que ele seja Norman… eu não acredito nisso. Acho que ele ainda tem alguma pureza que não o permitiria tal feito.

E se as coisas já estão horríveis, tudo tende a piorar. O irmão da Norma acaba de chegar à cidade; seria o mesmo que abusava dela na infância? Se a resposta for sim, prepare-se. Tudo o que aconteceu até agora no seriado – que não foi pouco – parecerá pequeno perto do que está por vir. De gelar a espinha! E existe sentimento mais instigante do que o medo? Eu mesma, se pudesse, me mudava para a casa principal do Bates Motel, para não perder nenhum detalhe. Sem sombras de dúvida.

Star-Crossed – And Left No Friendly Drop

Data/Hora 13/03/2014, 17:00. Autor
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Diferentemente do episódio anterior, And Left No Friendly Drop funcionou porque não teve a pretensão de levar duas histórias ao mesmo tempo: o romance de Roman e Emery e o conflito entre humanos e atrianos, através das ações de Trags e Falcões Vermelhos. Na verdade, os dois plots da história apareceram apenas como pano de fundo, em um episódio que teve seu foco voltado para os relacionamentos entre humanos e atrianos na escola e, dessa forma, aproveitou todos os personagens secundários.

A fórmula funcionou. Os ingredientes que fizeram do primeiro episódio a promessa de uma série atraente, estavam presentes: na parte da história relativa a Trags e Falcões Vermelhos, um mistério a ser solucionado e uma revelação surpreendente e, na parte romance, outro capítulo na vida de Roman e Emery.

Quando parecia, em um primeiro momento, que o conteúdo do celular encontrado na casa de Roman iria ser o fio condutor da história e, dessa forma, repetir a estrutura do episódio anterior, uma competição esportiva envolvendo atrianos e humanos acabou por ganhar a cena e, pela primeira vez nestes quatro episódios, Star-crossed pareceu dotada de uma identidade própria; algo muito parecido com One Tree Hill.

Além disso, deu espaço para que outros personagens ganhassem vida própria. A tímida Sophia revelou-se disposta a apostar mais em seus instintos e se deixar levar pela forte atração que sente pelo mundo que cresce fora dos portões do Setor de Confinamento. Para isso precisou deixar fluir a coragem que tem dentro de si, mas que Roman, na ansiedade de protegê-la, impede que se manifeste.

E quem diria que a tímida Sophia iria causar uma revolução! Talvez, no próximo episódio, atrianos e humanos voltem a ser protagonistas de cenas de intolerância e provocações, mas, depois da sua união contra a Collier (escola da equipe de natação adversária) essas cenas possam ir se reduzindo cada vez mais e, mesmo vivendo suas diferenças, às vezes de forma mais enfática, possam ir se aproximando e estreitando relações.

Grayson continua uma incógnita, ou talvez meu desejo queira fazer dele uma incógnita. Gostaria que ele não fosse, para usar um termo de alguém que já comentou uma review da série, “traíra”. Ele é perfeito, e não me lembro de nem um personagem de séries que assisto, ou já assisti, sobre quem eu pudesse dizer que era/é perfeito. Pessoas perfeitas não existem? Não há problema, ele é um personagem! Pode ser uma projeção, uma possibilidade, um exemplo, um…. Ele bem poderia ser perfeito!

Finalmente Lukas entrou na história! O único nerd declarado em Star-Crossed demorou para ter uma participação significativa, em um mundo em que, embora pouco explorada no contexto do desenvolvimento da ação, a tecnologia está presente de forma evidente. E foi ele a quase desvendar o mistério das imagens guardadas no celular de Nox e revelar o envolvimento entre Glória e o pai de Roman e Sophia. É de se perguntar qual realmente seria o objetivo dela e de Nox e se ela sabia que Beaumont também era atriano; pressupõem-se que sim, já que Castor sabia e ela mantém contato com ele. É de se perguntar também se Elija existe e se eles sabem de sua existência.

O roteiro, no entanto, apresentou um grave erro de continuidade. Primeiro, o silêncio sobre a Cyper negra e os planos de Vega para atacar os humanos; segundo, o desaparecimento de Beaumont simplesmente passou despercebido, o que, devido ao posto que ocupava seria impossível de acontecer. Vejamos como estas pontas soltas são amarradas nos próximos episódios.

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A melhor cena de And Left No Friendly Drop (essa acima) ficou por conta de Teri, quando parte para cima do time de natação da Collier para defender Sophia, “atendendo” às recomendações de Glória de que usassem suas palavras.

Once Upon A Time – New York City Serenade

Data/Hora 13/03/2014, 15:00. Autor
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Essa segunda parte da temporada teve início quase que exatamente no fim da primeira parte. Então, antes de falar de New York City Serenade, vamos à uma rápida recapitulação: Emma e Henry foram embora de Storybrooke completamente sem memória dos nossos queridos personagens de contos de fadas, enquanto que estes retornavam a Enchanted Forest, em mais uma maldição. Ainda descobrimos que os personagens dos contos de fadas corriam perigo e por isso Emma tinha que lembrar quem ela era e assim, quem sabe, salvar todo mundo de novo. Com isso em mente, podemos seguir.

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Em questão de enredo, o episódio foi muito bem construído. Era possível ver todas as peças se encaixando enquanto as cenas iam passando. Emma está de volta a New York, mas ela nem lembra que esteve lá uma vez no seu passado. Sua vida segue normal: um namorado, um filho, um emprego… Como ela deixa claro nesse episódio, é a vida feliz dela. Porém tudo vem a ruir quando Hook aparece mais uma vez dizendo que ela precisa salvar os pais dela. Pensei que essa seria uma trama que duraria pelo menos cinco episódios. Porque nós sabemos como Emma pode ser cabeça dura para acreditar em algo (olá primeira temporada). Fiquei feliz de descobrir que esse não era o ponto principal, eles tinham outros planos para Emma. A Jennifer estava muito incrível nesse episódio, gostei da mudança da Emma fake (como chamarei a versão que Regina criou) para a Emma que conhecemos. Foram mudanças sutis, como expressões, por exemplo, mas que fizeram a diferença no final.

E enquanto Hook tentava convencer Emma de que ela era a salvadora, no conto de fadas nós seguimos a chegada dos personagens a Floresta Encantada. O recomeço deles. Pensei que as coisas lá também modificariam, mas não, tudo estava da mesma forma, os nossos personagens apenas retornaram. Até as memórias de Storybrooke eles mantiveram. Confesso que essa parte foi a mais lenta do episódio, em todo o momento pensei: eu entendo que isso é um recomeço e que as coisas tem que começar mais lentas mesmo, mas não dá pra colocar algo emocionante? E fui surpreendido com o ataque do macaco voador. O ataque deu aquele clima de tensão a esse núcleo da série. Muitos plots foram levantados, espero que sejam bem desenvolvidos nesses 10 episódios que nos restam. Como já tinha saído no final do ano passado, a vilã dessa temporada será a Wicked – ou a Bruxa Má do Oeste, como quiserem chamar. Não gostei de todo o suspense para a aparição dela quando a própria produção fez questão de mostrar que era ela o tempo todo há meses atrás. Mas pulemos essa parte.

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Até aqui o episódio estava seguindo em um bom ritmo. Era um bom recomeço, porém tudo mudou quando Emma resolveu confiar em Hook e recuperou a memória. Foi a primeira surpresa. Então Hook vem com outra: Storybrooke está de volta. Como isso pode ter acontecido? Mil perguntas surgiram e aqui o episódio acertou muito. Uma nova maldição foi lançada – esse pessoal do mundo mágico gosta mesmo de uma maldição né?! – e agora todos retornaram para Storybrooke, mas não há nada de errado, eles lembram quem são, lembram do período da primeira maldição… Só que nem tudo é perfeito: eles não lembram de nada do ano que se passou. Nada mesmo. Achei graça quando a Snow apareceu grávida e o David nem lembrava como que isso tinha acontecido. Trágico, mas engraçado.

O destaque vai para Lana Parilla e a cena do coração enterrado. Essa mulher leva muito a sério essa coisa de arrancar o coração porque ela sempre fica fazendo isso com o meu. E também para Jared Gilmore, que estava muito bem como o Henry “normal”. Gostei dele mais como esse Henry do que o Henry de antes. Pode continuar?

Com essa nova maldição tudo em Once Upon A Time vai ser diferente. Os flashbacks terão uma importância enorme na série, pois apenas com eles as coisas serão explicadas. E estou cheio de perguntas sobre o que aconteceu com todos. Regina voltou? Eles conseguiram trazer o Rumple de volta? Quais os planos da Wicked? Espero que essa primeira parte da temporada seja tão emocionante quanto a primeira e que seja até melhor, pois estamos em OZ! Até semana que vem e “the queen may be evil, but I’m wicked. And wicked always wins!”

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