TeleSéries
How I Met Your Mother – The End of the Aisle
25/03/2014, 16:00.
João Freitas
Reviews
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Quando Carter Bays e Craig Thomas disseram que nos entregariam um final de verdade para a série, eles realmente não estavam brincando. O casamento, tão esperado e ansiosamente aguardado, finalmente aconteceu e vai ficar guardado nas nossas memórias. A felicidade de Barney e Robin encheu o episódio de brilho, e deixou o penúltimo episódio da série com o sabor especial que ele precisava ter. The End of the Aisle foi mais do que um casamento. Foi um voto de amor, na existência e renovação constante do sentimento mais bonito que o ser humano é capaz de sentir.
Com o casamento prestes a ter início, os noivos Barney e Robin começam a dar para trás e é tarefa de seus melhores amigos colocarem os dois de qualquer jeito no altar para que o casamento finalmente aconteça. Barney luta contra todas as suas ideias anti-casamento e surpreendentemente consegue superar facilmente sua crise. No entanto, Robin mergulha fundo em suas dúvidas e reacende uma antiga chama do passado.
“The bride is always right!”
Apesar de ter sido usada, por sorte, a premissa não foi seguida à regra durante todo o episódio. O medalhão de Robin surge novamente, colocando ela e Ted, mais uma vez, em uma conversa final sobre seus sentimentos um pelo outro. Robin, em um momento de fraqueza, diz TUDO, exatamente tudo o que Ted sempre quis ouvir. Que ela deveria estar se casando com ele e não com Barney, que ele sempre fez tudo por ela, enfim, entregou-se para Ted. E eis que o nosso protagonista faz o que eu há muito tempo desejava. Diz que já não a ama mais. Sem portas entreabertas. Ted diz que o homem que ela conheceu, que a amava, não existe mais. Ele finalmente seguiu em frente.
Fiquei mais do que feliz pela atitude de Ted. Mais do que uma negação a Robin, ele se mostrou amadurecido o suficiente para estar em frente a sua grande fraqueza e resistir. Ele finalmente está pronto para conhecer o amor da sua vida. E que bom que ela está logo ali, esperando por ele.
E então, quando Ted falha em acalmar Robin, entra em cena a Mãe. Fechando o ciclo e conhecendo todos os amigos de Ted, ela acalma a noiva e a deixa no altar. Os votos, motivo de discórdia durante o episódio, são uma falha tentativa humana de descrever o único sentimento que, por mais que se tente descrever, continua indescritível. Mesmo assim, Marshall e Lily conseguem fazer a cena mais fofa do episódio com seus votos atualizados.
O casamento não inventou moda – tirando o urso – mas nem por isso deixou de ser marcante. Teve o último tapa, Patrice tomando Classic Robin no meio do casamento e o final feliz para o casal mais legendary da televisão. Um casamento mais do que digno para esse casal.
E agora? O que esperar para o último episódio? Meu conselho é que peguem seus lenços e se preparem. O final duplo vai vir arrebatador, eu não tenho dúvidas: vai fazer eu, você e até o seu cachorro se emocionar. Afinal de contas, How I Met Your Mother não vai ficar na memória de todos nós. Já ficou!
A Teia – Episódio 8
25/03/2014, 14:55.
Simone Miletic
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Ao que parece a coisa agora realmente engrenou na série e eles estão caprichando na ação, além de passar bem longe do vício das novelas em tempo perdido e explicações desnecessárias.
O episódio 8 foi especialmente marcado pelo cerco se fechando justamente sobre o elo fraco da quadrilha: Celeste. Além de Macedo não ter disfarçado muito bem seu interesse – e ele sendo pego pelo erro de chamá-la pelo nome deu um toque realista a coisa -, ela também não consegue mais se sentir tão à vontade assim ao lado de Baroni depois de ter sido quase morta. E ver um dos homens do Oliveira sendo mortos por Baroni a sangue frio não é o tipo de coisa capaz de acalmar alguém, não é mesmo?
Além de realista o lapso de Macedo também foi a medida do quão nervoso ele está com a história toda de sua mãe lá em Brasília na companhia do “Eduzinho” e do senador corrupto. Agora, se eu fosse o senador eu tomaria mais cuidado com o que Macedo falou e, ao invés de tentar ferrar com ele, eu me manteria quietinho, até porque ele não está fazendo o que faz por amor, mas sim por orgulho ferido, não é mesmo?
Outro ótimo momento do Macedo: o delegado amarrando as pontas por contas das feridas nas mãos da mãe do policial civil morto e a mãe de Macedo.
Aposta do dia: Oliveira foi o responsável pela morte do pai de Baroni, agora devidamente vingado já que a polícia não conseguiu salvar o presidiário. E o Macedo sendo comparado ao Sherlock pelo pessoal da equipe? Eles funcionam quase como a voz da gente lá, não é verdade?
Rizzoli & Isles – You’re Gonna Miss Me When I’m Gone
25/03/2014, 13:45.
Mariela Assmann
Reviews
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Confesso que demorei para fazer a review em razão de ter demorado, conscientemente, para assistir o episódio. Logo que You’re Gonna Miss Me When I’m Gone foi ao ar, conversei com uma amiga que estava bastante irritada com os rumos que a Tamaro deu pra história. E no Twitter havia muita comoção – para não dizer raiva -, o que só me fazia ficar mais e mais brava com a agora ex-showrunner de Rizzoli & Isles, e com menos vontade de ver o episódio.
Pois bem, o momento inevitável chegou. E eu … curti o episódio. Sim, gostei. Não amei, adorei, achei fenomenal. Esperava, sim, MUITO mais dele. Mas minhas expectativas estavam tão baixas – e o medo da tragédia ser irreversível tão gigantesco – que o episódio acabou sendo um bálsamo para as feridas.
Tamaro conseguiu fazer um episódio interessante na sua despedida. O caso foi muiiiito legal, o desfecho conseguiu até mesmo ser imprevisível. Mas, de outro lado, ela ferrou com 3 PLOTS (2 mais que outro, confesso). É inegável que é necessário muito talento pra destruir tantas coisas ao mesmo tempo.
Frankie e Maura, Maura e Frankie. O menos pior dos plots de desenvolvimento pessoal dos personagens. O clima entre os dois chegou e se instalou, e foi impossível para Jane não notar. Acho que Maura talvez cogitasse se envolver com o “mole” dos Rizzoli, mas depois do aviso de Jane, isso ficou mais difícil. E o beijo entre eles foi um reflexo da ausência de química entre eles. Eu espero que a partida de Frankie e a frase “vou embora antes que a gente tenha uma conversa estranha” sejam sinais de que o que ele sentiu não era o que ele esperava sentir, e que isso significa que o casal não vai decolar. Eles são fofos, ambos, mas seria uma coisa bem sem sal e sem açúcar. Exatamente o que a série não precisa. Sem contar que isso modificaria substancialmente a interação entre Maura e Jane, outra coisa que R&I deve evitar.
Tommy e a bebida, a bebida e Tommy. Que desfecho bacana, Tamaro! Você simplesmente jogou no lixo todo o crescimento do Tommy, toda a história que construiu dele como encanador, todo o apreço à família (Lydia e T.J.) que ele desenvolveu. Em uma cena estavam todos bem, comemorando, sendo felizes. Na cena seguinte, Tommy e Frankie trocavam sopapos. Ficou ruim, sem lógica. Palmas lentas para a Tamaro.
Jane e Casey, Casey e Jane. SERIOUSLY? De novo? Por quê? O casal mais sem graça da história do seriado, aquele que deveria ter acabado faz tempo, insiste em assombrar nossas vidas. Jane decidiu casar, provavelmente só pra ficar girando a aliança no dedo. Mas aí o Casey, é óbvio, desistiu de voltar. E a Jane não quer sair de Boston, porque aparentemente ainda possui 1% da sua antiga racionalidade. PELO MENOS ISSO. Aí a gente pensou: uuuuufa, a Tamaro brincou conosco, mas no final das contas fez a coisa certa. Só que os segundos finais do episódio, destinados a inserir o gancho entre as temporadas, jogaram em nossas caras uma POSSIVEL GRAVIDEZ. É mole? Não é! É dureza.
E lendo o que eu escrevi acima tive a certeza que só não detestei essa finale porque demorei para assistir. Então estou naquela: Tamaro ferrou tudo, mas Nash, a nova showrunner, salvará.
Tenho fé que Nash vai chegar e botar ordem na casa. Frankie vai perceber que seu carinho por Maura é de irmão. Tommy vai voltar para os trilhos e ser feliz ao lado de Lydia e do pequeno T.J. E o teste de gravidez vai dar negativo. SALVE RIZZOLI & ISLES, Nash! Claro que as coisas podem ser terríveis na quinta temporada. Mas aí eu reclamarei lá em junho. Demos tempo à Nash. E eu tô confiando nela.
E que cenas como essa, abaixo, sejam regra na nova temporada.
O caso do episódio foi bastante interessante, na minha opinião. Quando as séries trazem aos episódios discussões sobre segurança nacional, briga por jurisdição, assassinato de figurões, geralmente acertam em cheio. No caso, Tamaro poderia ter tomado outro caminho e ter feito a questão toda ser, realmente, envolvida com segurança nacional. Aliás, Frost poderia cair no meio desse cenário, facilmente, dando uma despedida apropriada ao Lee. Contudo, ainda que um estupro tivesse sido a causa da morte e toda a questão da segurança nacional não tenha passado de plano de fundo, as investigações foram bem bacanas.
Por fim, preciso dizer que o maior erro de Tamaro nessa finale foi não ter feito a despedida do Lee. Eu li no Twitter que o 5×01 e o 5×02 serão dedicados ao ator e ao personagem, e espero que os episódios sejam ótimos e inesquecíveis. Mas Tamaro perdeu uma grande chance de fazer sua despedida inesquecível. Mais: pode ter comprometido a despedida de Lee, por perda do timing. Enfim, uma gama de más decisões. Não sentiemos saudade de você agora que você se foi, Janet.
Só nos resta, agora, esperar por essa nova fase do seriado, torcendo pra que a essência da série, tão marcante nas duas primeiras temporadas, seja resgatada. E que Rizzoli & Isles volte a ser aquele seriado que ficamos ansiosos para ver. Sonhar ainda é de graça.
The Walking Dead – Us
25/03/2014, 10:58.
Felipe Ameno
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Com o season finale se aproximando era de se esperar que algumas respostas começassem a aparecer. Depois de vários focando somente em um grupo especifico, em Us foi possível ver em que pé está cada um dos sobreviventes. O que eu achei mais engraçado é que a palavra claimed (reivindicado) foi mais utilizada nesse episódio do que no que levava esse nome. Vai entender!
Richonne e Carl
Apesar da aparição relâmpago, esse grupo é um dos que mais me agrada atualmente na série. Eles individualmente ou na companhia dos demais eram meio chatos, mas em trio estão roubando a atenção. A Michonne parece outra pessoa, bem diferente daquela misteriosa e calada das primeiras temporadas. Ela deu lugar a uma sorridente, engraçada e, até certo ponto, interessante mulher. Mas se o Carl deixou de ser um chato, o Rick anda muito apagadinho, eu as vezes esqueço que ainda está na série. Vamos ver até quando!
Clube do Bolinha
Não tinha entendido qual era a do grupo liderado por Joe. Mas eles não estão na história à toa, já que nada na vida acontece por acaso. Eles estão à procura do cara que matou enforcado um de seus amigos. E não é que esse cara é o Rick?! Em Claimed, esse grupo invadiu a casa na qual o Rick estava (lembram que ele ficou escondido embaixo da cama?) e em uma confusão entre eles, um foi enforcado e acabou virando um walker. Um outro provavelmente viu Rick fugindo da casa e achou que ele fosse o culpado. Só quero ver quando todos se encontrarem, prevejo uma confusão!
A luz no fim do túnel
Na moral, esse Eugene é muito chato! Não para de falar, se acha o melhor – e provavelmente deve ser mesmo – e, como todo gênio, é inconveniente. Sinceramente não sei se ia aguentar fica no grupo com ele.
Glenn, Tara, Abraham, Eugene e Rosita continuam sua caminha para Terminus. As mensagens de Maggie continuam cada vez mais frequentes e quanto mais próximas de seu destino final, mais ansiosas as pessoas ficam e, consequentemente, mais descuidadas. Como Abraham tem uma missão bem definida, ele não pode ficar se dando ao luxo de se arriscar, então eles decidem se separar, pela milionésima vez.
Eugene vence Rosita pelo cansaço e fica responsável pela navegação. Abraham aproveita para tirar uma soneca, só que essa vontade de brincar de GPS não é de graça. Convencido de que vai salvar a humanidade, Eugene resolve dar a volta no túnel e esperar do outro lado a saída de Tara e Glenn, tudo isso para ficar com sua consciência tranquila. Só que eles encontram coisa muito melhor…
Enquanto isso, do outro lado, o cachorro arrependido (duvido você ler isso e não pensar no Chaves), quer dizer, Tara, segue Glenn e eles vão ter que atravessar um túnel escuro, com muitos walkers, no melhor estilo trem fantasma de um parque de diversões. Claro que presenciamos alguns momentos de muita tensão até que a luz vem, literalmente, do fim do túnel e um grupo de salvadores chega para resgatar Glenn e Tara (que ficou com a perna, que já estava muito boa, presa em um pedra).
Para a nossa surpresa e alegria o grupo era formado por Abraham, Eugene, Rosita, Bob, Sasha e MAGGIE! Confesso que fiquei muito feliz de ver todos eles juntos. Porém a felicidade é deixada de lado quando esse novo grupo tem que decidir o que eles vão fazer daqui pra frente. No final das contas, a maioria opta por seguir até Terminus e de lá para Washington. E ao som de Be Not So Fearful, do A.C Newman, eles chegam ao Terminal!
Sou a Mary.
Parece que estão na estrada há um tempo.
Vamos acomodá-los e alimentá-los.
Bem-vindos ao Terminal.
Que venha A!
The Blacklist – Mako Tanida
25/03/2014, 10:51.
Mariela Assmann
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Mako Tanida, da máfia japonesa, foi um “efeito colateral” da busca da equipe de Ressler por Red. E quem diria que um efeito colateral poderia ser, ao mesmo tempo, tão devastador e tão bom? Não compreenderam? Explico: ao devastar a vida de Ressler, Tanida acabou gerando um episódio daqueles. Como todos de The Blacklist, aliás.
Mas antes de falar da história principal de Mako Tanida, vou falar sobre Jolene e Tom. Quem diria que Tom seria capaz de matar tão a sangue frio, com as próprias mãos? Parece que o pessoal de Berlim não sabe com quem está lidando.
Além de descobrir que Tom é, realmente, BEM do mal, ainda ficamos sabendo que ele está infiltrado ao lado de Liz porque quer informações que ELA pode lhe dar. Plus: que matar Red não faz parte de suas atribuições. É interessante e angustiante acompanhar esse plot, já que muito embora a gente descubra muito sobre ele, isso ainda é pouco: não sabemos quem Tom realmente é e nem temos certeza de sua missão. Palmas lentas para os roteiristas da série, que já trataram do assunto 16 vezes e ainda assim não tornaram o plot chato ou cansativo. Estou completamente confusa, e isso é tão bom!
Deixando o “drama” familiar de Liz de lado (o que foi Tom abraçando ela com as mãos sujas de sangue no banho? TENSÃO!), é hora de partir para outro drama, o de Ressler.
Achei genial como os roteiristas trabalharam a aproximação entre Red e Ressler nesse episódio. De inimigos à quase parceiros, observamos ambos evoluírem, se abrirem, buscarem seus objetivos. E ao mesmo tempo que descobrimos mais de Ressler, descobrimos mais de Red.
“O meu maior inimigo trouxe ela de volta. E meu melhor amigo tirou ela de mim”. Foi impossível não sofrer com a morte de Audrey. Foi impossível não lamentar o destino de Ressler (mesmo que eu não shippasse ele com a ex-noiva). E foi impossível não orgulhar-se dele, no final das contas. Ele optou por um caminho diferente de Red. E talvez isso seja, a longo prazo, sua redenção.
Red sofre com o destino que escolheu pra si. Deu mostras claras, nesse episódio, de que a vingança é um caminho solitário e sem volta. E que as perdas definem quem você é, o que você faz, o seu primeiro pensamento pela manhã. Red alertou Ressler de que o processo é demorado, mas que ele irá abrandar-se e cair numa espécie de limbo de entorpecimento. E, evitando que o agente pegasse o caminho sem volta da vingança, lhe enviou a cabeça de Tanida.
É por causa desses gestos que se vê que Red é, no final das contas, um homem bom. Extremamente perturbado, angustiado, magoado. Mas bom. Ele mata a sangue frio, sim. Mas como deixa claro para Liz, as mortes tem reflexo nele. E mais: fazem parte de um plano maior, que passa pelo “extermínio” de sua família. Complexo, mas muito humano. Aliás, isso é quase que uma redundância.
Eu gostei MUITO do caso do episódio. Máfia, vingança, traições, um líder de quartel que na verdade está morto, um policial sujo. Poderíamos pedir mais? Mesmo sem a participação direta do FBI e, consequentemente, de Liz e de Malik, a trama foi bastante envolvente e instigante. Criamos uma empatia com a dor de Ressler, e a vontade de ver Jonica morto era quase maior do que o medo de que esse ato fosse o fim para o agente do bem. No final das contas, Ressler ouviu Liz. E suspiramos aliviados – e em alguns instantes, redimidos.
Mais dois caras maus estão mortos, e a lista negra de Red está cada vez menor. Mas nesse episódio o criminoso voltou a sentir uma baixa: o cowboy. E creio que ele sabe da participação de Tom no desaparecimento do Broyles cowboy e de Jolene. O que me leva a crer que o episódio que passou ontem nos Estados Unidos, Ivan, deve ter se centrado em Tom e no cerco se fechando contra ele. Torço MUITO por isso.
Até os próximos comentários. E espero que comemorando a ruína do Tom. 😉
Grimm – The Show Must Go On
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“Sob tais condições, a natureza má dos homens se revela”.
Após ter sido renovada pela NBC para uma quarta temporada, Grimm também teve a data da sua season finale divulgada: será no dia 16 de maio. Agora, como diz o nome do último episódio exibido nos Estados Unidos, o show tem que continuar e, para isso, Nick e Hank acabam parando em um circo. Mas é claro que não se trata de um circo qualquer. O Metamorphosia tem como sua atração principal um show onde os wesens são obrigados a se transformarem em frente ao público, fazendo de conta que se trata apenas de um truque de mágica.
O que Nick e Hank não sabiam no início é que, além de ferir a moral dos wesens, o trabalho no circo poderia trazer sérias consequências. Tecnicamente, a apresentação dos wesens no circo não vai contra as regras do Conselho Wesen, estipuladas pelo Código de Swabia, mas, ao serem forçados a se transformarem, os wesens podem passar por algo chamado de Umkippen. Se isso acontece, o wesen perde o controle sobre seu lado humano e o instinto animal toma o controle dos seus atos. Em The Show Must Go On, Nick e Hank descobrem que justo o blutbad do time do Circo Metamorphosia está passando por um Umkippen e pode ter sido o responsável pela morte de duas jovens que foram assistir o espetáculo na noite anterior.
Para ajudar a resolver o caso, Monroe e Rosalee vão até o circo e a Fuchsbau acaba se infiltrando e ganhando uma vaga no espetáculo para substituir a wesen Genvieve, que não podia se apresentar, pois foi machucada durante um dos ataques do seu namorado Max Robbins – o blutbad do Circo que está passando pelo Umkippen. Depois que Max tem um ataque e se transforma, ele não se lembra de nada que aconteceu.
Genvieve até tenta proteger Max, mas o dono do circo e também wesen, Hedig, está de olho nas atitudes do blutbad. Isso porque na realidade Hedig é o verdadeiro culpado pelos assassinatos. Grimm tem feito com que os “malvados” paguem por seus atos e Hedig acaba morto pelos próprios wesens que ele explorava. Max era um blutbad com problemas, mas era uma boa pessoa e, assim como nos contos de fadas, sua história teve um final feliz depois que Rosalee e Monroe conseguiram um lugar para ele se recuperar do Umkippen.
Enquanto Nick brincava de circo em Portland, Adalind e o Meisner chegam até o local onde Sebastian os deixou quando Adalind ainda estava grávida. Os dois conseguem fugir novamente, mas Sebastian, muito machucado, decide ficar e atrasar ainda mais os homens da Família Real. Sebastian foi útil, só não matou o príncipe Viktor porque lhe faltaram balas. É claro que a situação pareceu forçada, faltou justamente uma bala e, um pouco antes, Meisner descarregou várias para impedir que os carros fossem utilizados para persegui-los. Uma dessas balas custou a vida de Sebastian. Agora, Adalind está no caminho de Portland e Meisner segue em Viena, onde fica a sua luta.
Grimm segue em um nível morno na sua terceira temporada, mas tudo tende a se modificar com a chegada de Adalind em Portland. As cenas dos próximos capítulos também já vêm prometendo há dois episódios o retorno da mãe de Nick na série. Com certeza essas duas têm muito a acrescentar nas histórias de Portland.
Nos últimos episódios os casos têm discutido situações interessantes para o mundo wesen, como o fato de já terem sido considerados deuses e hoje precisarem se esconder, o preconceito com o casamento entre raças e agora a utilização dos wesens para exibição em um espetáculo sem escrúpulos. Grimm, além de contar histórias, vem se preocupando em discutir situações da sociedade que se aplicam muitas vezes não só no mundo wesen, mas em várias sociedades ao redor do mundo.
Grimm retorna agora só dia 4 de abril e a produção da série promete que esse será o episódio tão esperado pelos fãs. Será? Com a mãe de Nick de volta e Adalind com seu misterioso bebê em Portland tudo indica que sim.
PS1: O que foi a “roupitcha” da Rosalee no final do episódio fazendo surpresa para o Monroe?
PS2: A preocupação de Nick com o convite para ser padrinho de Monroe no casamento é séria. Depois da confusão que já ocorreu com os pais de Monroe, imagina em um casamento cheio de convidados wesens?
Parenthood – The Offer
24/03/2014, 09:00.
Karina Mochetti
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Foi um episódio cheio de decisões e cenas tocantes. Começando com uma proposta de última hora para a compra da casa de Zeek e Camille. Agora será a hora da verdade, e nos aproximando do final da temporada é exatamente isso que esperamos, não? Com uma proposta aparentemente milionária, Zeek e Camille terão que pesar a vontade de vender a casa e a dor em se despedir do lugar onde estão morando há 44 anos. Eu, particularmente, tive a impressão de que nenhum dos dois está preparado pra se despedir da casa e que eles não venderão por dinheiro nenhum. Veremos.
E foi a vez de Victor (que realmente cresceu nos últimos episódios) começar a demonstrar suas inseguranças com a separação dos pais e sem querer causar ainda mais atrito entre os dois. Mas foi Savannah Paige Rae que roubou a cena interpretando a mimadíssima Sydney e sua crise em que ela culpa Victor pela separação dos pais. Uma cena de conflito lindíssima, com um fade-out das vozes dos atores no final, dando mais destaque para as reações de cada um do que para a gritaria em si.
Enquanto isso, Sarah deixa Hank louco enquanto ela espera a resposta da empresa sobre seu projeto, o que nos levou finalmente à conversa que eu tanto esperei. Hank finalmente foi honesto com Sarah sobre seus sentimentos. Eu esperava um pouco mais dessa conversa e não gostei que Hank não conseguiu cumprir o que falou e foi atrás de Sarah novamente. Agora é esperar para ver quais serão as consequências dessa conversa no futuro. Destaque para Hank comparando os Braverman a Starbucks, já que você acha um a cada esquina daquela cidade. Adorei!
Já Drew foi totalmente desperdiçado nesse episódio. Com fatos mais importantes acontecendo em outros arcos e cenas mais tocantes sendo apresentadas, a história de Drew e sua depressão por Natalie ficou apagada e um pouco fora de propósito nesse episódio. Sua conversa com Natalie também deixou muito a desejar. Talvez fosse melhor deixar o arco dele para outro episódio e aproveitá-lo um pouco mais. A cena dele e Amber cantando foi muito bonita, mas perdeu um pouco do brilho perto da intensidade de outras cenas no episódio. Falando em músicos, cade o Oliver? E o estúdio? Será que eles conseguiram terminar de gravar o disco? Alguém ainda lembra disso?
Mas apesar do episódio no geral ter sido muito bom, foi Max quem roubou a cena. Ele está virando um adolescente, e o que já não é fácil para ninguém, para ele, com Asperger, é ainda mais difícil. Adolescentes geralmente são muito cruéis e ficou bem claro como isso está afetando Max, por mais que ele tente se adaptar à escola. A cena no carro foi muito tocante e realmente não sei como Adam conseguiu continuar dirigindo depois daquele desabafo de Max. Max Burkholder estava maravilhoso e Monica Potter conseguiu arrancar lágrimas com sua reação impulsiva de abraçar Max. Foi uma cena realmente bonita que tenho certeza que ficará marcada nos fãs de Parenthood que tanto torcem e acompanham a luta diária de Max. Foi um episódio muito bom, mas mesmo que não tivesse sido, essa cena já valeria pelo episódio todo.
The Following – Unmasked
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Quantas vezes a casa vai cair em The Following? Nós podemos achar que nada de mais estarrecedor vai acontecer e acaba acontecendo. Depois da trágica e fria morte do pai de Mike em Sacrifice, as suspeitas do grupo de trabalho de Ryan – em relação ao informante do FBI – finalmente chegam até a agente Gina Mendez.
Antes mesmo de Ryan, Mike e Max descobrirem Jana Murphy, Mendez suspeitou da ex-mulher após Ryan ter afirmado que alguém com o acesso da agente acessava o e-mail de Debra Parker. A operação, além de deflagrar o suicídio de Jana, fez com que o próximo alvo de Joe fosse desvendado: a escritora e mala em potencial, Carrie Cooke.
Enquanto isso, em Korban, Carroll finalmente perde a paciência com Micah e consegue se livrar dele, de Julia e ainda promover seu retorno em rede nacional em apenas um golpe. Quer mais? Sim, Unmasked ainda apresentou o retorno de Claire. The Following vem com tudo na segunda temporada.
Para concretizar seu plano, Joe gravou um vídeo para obrigar Carrie Cooke a transmiti-lo na televisão. Mas para conseguir que Micah cooperasse, Carroll fez com que o líder da Korban acreditasse que seria o vídeo dele em rede nacional. Os fãs de The Following certamente ficarão com saudades de algumas cenas de Micah, como a dele gravando esse vídeo com Joe. Tudo porque o desejo dele era matar pessoas e ficar famoso, assim como Carroll e Lily Gray. Até Emma se divertiu com a situação. Ela, Robert e o estranho Lance foram o trio responsável pelo massacre na livraria e a entrega do vídeo a Carrie. Qual outro lugar seria mais emblemático para um massacre em The Following? Só faltou o retorno das citações de Edgar Alan Poe para apimentar o clima sombrio.
Agora Emma já está mais feliz em Korban. Com Joe no comando então, as coisas ficaram como eles esperavam. Além disso, o clima entre Emma e Joe voltou a fluir e Robert até questionou Emma sobre o relacionamento dos dois. É muito instigante acompanhar esse affair de Joe e Emma. Na segunda temporada, Carroll parece estar mais vulnerável a Emma e se apaixonando por ela, talvez. Toda essa dúvida deixa as cenas entre os dois mais arrepiantes – e no bom sentido. O beijo que Emma deu em Joe antes de partir para a livraria e pegar o autógrafo de Carrie deixou Carroll todo embaraçado e isso tem sido muito divertido de acompanhar.
Outro clima que vem se criando em The Following é entre Max e Mike. O namoradinho que Max apresentou para Ryan no primeiro episódio da temporada sumiu e está sendo muito interessante na série acompanhar essa ligação entre ela e Mike crescendo pouco a pouco. A cena de Max chegando no apartamento de Ryan e pegando Mike se trocando foi divertida. Também é interessante ver como Mike está após a morte do pai. Quem perdeu alguém tão próximo assim deve estar se identificando. Dificilmente se vê séries e filmes tratando o luto tão fielmente. A mãe de Mike liga pela manhã só para checar se o filho está bem. Max pergunta a Mike como ele está e ele não poderia ser mais sincero: “Eu não sei”. O que se faz para ajudá-lo? O café que Max levou foi um bom início.
Muitas e importantes mortes marcaram Unmasked e os melhores episódios da série tem o mesmo registro. Unmasked também mostrou que a promessa dos produtores na série ainda na primeira temporada se manteve: todo mundo pode morrer em The Following. E isso continua acontecendo sem muita piedade, mas é claro que precisamos mantem nosso parênteses aqui e afirmar que isso não vale para Ryan e Joe – não considerando as mortes falsas é claro.
Mesmo com tantos assassinatos, o que acabou sacudindo Unmasked foi a surpresa da reaparição de Claire. Enquanto Ryan dava uns amassos em Carrie, Mike ia misteriosamente encontrar com Claire. Agora talvez seja óbvio entender porque a morte dela foi encenada aproveitando o ataque que ela sofreu. No entanto, naquela época, por que o FBI resolveu tomar essa atitude sendo que se acreditava que Joe estivesse morto? Talvez pelo medo de que mais seguidores se mantivessem na cola de Ryan e Claire. Talvez esta tenha sido uma escolha da própria Claire. Essas dúvidas devem ser sanadas no próximo episódio, que tem o sugestivo nome de Teacher’s Pet. Até lá, followers!
PS1: O que foi Joe tentando analisar os problemas mentais de Micah? “Quem sou eu para dizer? Não sou psiquiatra.” Também não é muito saudável mentalmente para analisar outro psicótico.
PS2: Ryan também arrasou corações em Unmasked. Além de ter se rendido às inúmeras investidas de Carrie, levou cantada da amiga de Jana. Quem se diverte é Mike acompanhando o assédio e Max incentivando Ryan a ter uma vida social normal.
PS3: Trilha sonora novamente marcando o final de um episódio. #todoscomemora
The Fosters – Don’t Let Go e Metropolis
23/03/2014, 11:00.
Carol Cadinelli
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Bom, os últimos dois episódios de The Fosters foram muito bons, mas não achei incríveis. Sei lá, não tive sensações tão intensas quanto nos episódios anteriores, acho que as minhas expectativas estavam muito altas.
Don’t Let Go foi um episódio de continuação da maior parte das confusões. A começar por Callie, que vai visitar o pai, Donald. Eu esperava MUITO mais emoção dessas cenas de reencontro, mas foram bastante basiquinhas. Nas duas visitas, os dois conversam sobre as razões de ele não ter feito contato, etc, e nem teve barraco, lágrimas ou qualquer coisa do tipo. Achei muito frio e desapegado. Callie também faz as pazes com Daphne, o que me deixou muito feliz *o*. Brandon, por sua vez, ficou de castigo – por conta do lance do dinheiro – e só serviu mesmo pra criar treta entre o Mike, a Stef e a Dani. Os pais do garoto discutem e, depois que Stef vai embora, Dani sugere que o jovem deveria voltar para casa. Fica nisso aí mesmo.
Stef e Lena têm um problema apenas delas agora: o bebê. Após Stef finalmente concordar que Timothy seria uma boa possibilidade de doação, as duas chamam o professor à sua casa para a inseminação. E quase dá certo. Se não fosse pela pressa e pelo timing terrível de Jesus, teria dado certo. Tendo sido descobertas, as mães têm de contar aos filhos sobre os planos de terem um bebê. Mas e Jesus? A que se devia toda a pressa? Pois bem, o garoto está tendo momentos difíceis lidando com seu déficit de atenção e precisava de mais remédios – que eu tenho pra mim que não são os certos, mas… Enfim, Jesus está estressado sobre as provas e, após contar à Emma que terminou com Lexi, pediu que a amiga estudasse com ele. Ela, claro, recusou. Tô com dó dele, gente ç.ç
Quanto à Mariana, que foi beijada e deixada no mesmo dia, tudo está bastante confuso. A menina, logo depois do fiasco com Zac, recebe um convite da mãe do garoto para jantar na casa deles. O jantar corre bem, todos se divertem, mas mais tarde a menina recebe um telefonema da “sogra”, que a chama de coisas horríveis. Mariana também entra numa disputa com o irmão gêmeo pelo quarto de Brandon, aceitando que o garoto fique com o quarto se fizer suas obrigações por dois meses. No fim das contas, nenhum deles pode ficar com o quarto: as mães revelam que será o quarto do bebê.
No fim do episódio, os Adams Foster recebem a visita de Donald, que age como se não tivesse visto Callie antes – parte do plano, sabem como é. Essa cena final foi tocante, Donald dizendo aos filhos que se cuidassem, e que com certeza estariam melhores sem ele. Obviamente, ele permite que Stef e Lena adotem Callie e Jude – o que eu não esperava, apesar de ser o antepenúltimo episódio da temporada. Foi bonito, bonito, bonito. Vá em paz, Donald!
Já Metropolis foi mais emocionante, apesar de também não ter sido meu episódio favorito. Gente, o Wyatt volta! E isso me fez uma pessoa mais feliz <3 O episódio gira em torno especialmente do Baile de Inverno da escola, ao qual Callie é obrigada a ir. A menina passa quase o episódio todo cuidando de Wyatt. Consegue abrigo para ele na casa de Daphne e um trabalho no baile da escola, além de um possível retorno aos estudos – isso tudo depois de ele ter tido seu carro guinchado. Em alguns momentos, Callie e Brandon têm as suas tretas, que resulta em algo grande durante o baile: os dois mocinhos brigam e Callie se dá mal. A menina é acusada de conseguir bebidas alcoólicas para outras em troca de votos para “Rainha do Baile” – título que ela não queria, mas ganha mesmo assim. Uma carteirinha falsa é descoberta na bolsa de Callie (lembram da vingança de Vico?), mas Brandon aparece de última hora e diz que a culpa é toda dele.
Mariana, por sua vez, tem mais momentos estranhos com Zac e a “sogra”. A mãe de Zac se mostra prestativa, querendo ajudar nos preparativos para o baile, e tudo corre bem até o momento em que, do nada, ela enlouquece, diz que os dois estão transando e some. O casal vai atrás dela e, quando a encontram, ela parece não ter ideia de quem é o próprio filho. Enquanto isso, Jesus recebe um ‘não’ bem sonoro ao convidar Emma para o baile, quando a menina diz que já tem um acompanhante. Depois, o garoto a enfrenta e ela sai andando, p. da vida com a insolência dele.
Quanto a Stef e Lena, a mãe policial novamente se estranha com Mike quanto à maneira que o pai vem lidando com o garoto, deixando-o sozinho, etc, etc. Stef também recebe uma visita inesperada: Ana. A “biomom” dos gêmeos ameaça mudar seu depoimento (de novo) se Stef não pagar o valor pedido. Stef, lindamente, diz que não irá pagar e a manda sumir, dizendo que irá denunciá-la se não o fizer. Lindo, gente! Adoro esses ataques de poder da Stef <3
Voltando ao Baby Brandon, pois é, ele vai preso. Callie consegue se desculpar, antes que ele entre na viatura, por todas as coisas ruins que disse na briga. Dentro da viatura, Stef e Mike perguntam ao filho a razão de tudo aquilo. “Eu precisava de dinheiro” “Para quê?” “Para pagar as aulas de piano as quais não fui” “E o que você fez com o dinheiro para as aulas?” “Paguei a Ana para mudar o depoimento dela e fechar o caso”. BOOM. Aí acaba!
Mega cliffhanger, e segunda tem Season Finale. Até breve!
Glee — 100
23/03/2014, 10:00.
Júlia Berringer
Reviews
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Enfim, o tão esperado 100º episódio! E que episódio! Após Sue Sylvester anunciar que o Glee Club foi oficialmente cancelado depois de terem perdido nas Nacionais, Mr. Schue precisava de todo o suporte necessário e, para isso, recrutou os melhores alunos que o McKinley já teve.
Como já passaram por muita coisa, não foi surpresa que o reencontro rendesse faíscas e algumas explosões. Rachel e Mercedes engrenaram imediatamente na competição de quem é mais diva, a fim de provar, de uma vez por todas, quem é a verdadeira estrela do Glee Club. Lógico que tudo acabou da forma que sempre acaba. As duas chorando abraçadas e os votos de melhor cantora empatados, mas isso não foi antes de Santana soltar o verbo e dizer o quão horrível a Berry é.
PS: Perceberam que Mike teve mais falas do que teve durante toda a série? E Tina? Nem abriu a boca, como era de se esperar.
No entanto, não foram apenas as rixas antigas que reacenderam no episódio. Nossa amada e adorável Dianna Agron está de volta para esse episódio, e Quinn trouxe na bagagem o namorado super rico e super bonito Biff McIntosh. Depois de tentar finalmente ser sincera com o cara e dizer tudo sobre o que tinha acontecido com ela nos tempos de escola, ela percebeu que eles não tinham sido feitos um para outro, coisa que Puck já tinha percebido quando cantou Keep Holding On. Aliás, Puck pode até ter ido para a força aérea, mas continua sendo Puck, porque jogou o namorado de Quinn na lixeira, como nos velhos tempos. Dan Humphrey – aka Garota do Blog – está postando sobre isso.
Quinn e Puck se encontraram de novo mais tarde, em frente à camisa de Finn emoldurada na parede, para compartilhar memórias – e admitir que, enquanto Finn e Rachel eram almas gêmeas, eles eram um do outro. Em um momento meio Chuck e Blair de Gossip Girl, Puck pede pra ela falar pra ele ficar. A melhor parte? Ela corre e o beija. Meio flashback de Will e Emma na primeira temporada, não?
Brittany e Santana também se reuniram para um momento necessário. Santana lembrou Britt de que ela era ótima dançarina e, depois, Brittana reascendeu. Nada realmente aconteceu porque Santana disse que não era uma boa ideia, mas nós sabemos que elas são tão uma da outra quanto Finn e Rachel eram.
Quanto ao Glee Club, April retornou para tentar salvar o dia (mais ou menos) e trouxe com ela a maravilhosa Holly Holiday. No entanto, o episódio não era todo alegria, lógico. Após a notícia de que o dinheiro da April tinha acabado, Mr Shue reuniu todos os Alumni no auditório, em frente ao quadro de Finn, e em um discurso de despedida emocionado, como sempre, Will agradeceu a todos pela jornada que compartilharam, e ao que parece, vamos ouvir Journey só na segunda parte do episódio, na semana que vem.
Então, é realmente adeus? Não tão rápido. Holly e April juraram diante de vinho que iriam salvar o coral. Será? Eu, sinceramente, espero que não. E você?
Setlist do episódio:
Raise Your Glass – April Rhodes, Will Schuester, New Directions e Alumni
Toxic – Quinn, Brittany e Santana
Defying Gravity – Kurt, Rachel e Mercedes
Valerie – Brittany, Santana, New Directions e Alumni
Keep Holding On – Puck, New Directions e Alumni
Happy – Holly Holiday, Will, New Directions, Alumni e April
Teen Wolf — Insatiable
22/03/2014, 18:39.
Júlia Berringer
Reviews
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Nós sabíamos o que estava vindo desde o começo dessa segunda parte da 3ª temporada, mas ninguém estava realmente preparado para o que aconteceu. Sei que reclamei disso em 80% das reviews feitas, mas eu sinto um aperto no coração só de pensar que nós não veremos mais Allison no meio da floresta correndo de saia com seu arco e flecha nas mãos.
O fato é que assistir episódios que prometem a morte de um personagem é muito estranho. Nós passamos 40 minutos de pura apreensão só esperando um corpo cair no chão. No meu caso, eu já sabia quem seria porque um spoiler pulou na minha cara enquanto eu entrei no twitter, mas para todo mundo que teve a sorte de se sentir impressionado, foi um pouco mais complicado. A morte poderia ter sido dos gêmeos, ambos feridos por conta de wolfsbane, Isaac que levou uma surra dos Oni e Kira, que embora não faça tanta diferença, estava no meio de uma grande batalha.
A cena em que Papa Argent e Allison conversam “se algo acontecer comigo…” é praticamente uma sentença de morte. É extremamente tocante, e eu tive vontade de entrar na tela e dar um abraço nos dois. A morte dela não é tão surpreendente quando analisamos o papel dela nessa 3B – ela basicamente aparecia sentindo medo o tempo todo quando não estava vivendo uma grande tensão sexual com Isaac.
Fiquei feliz que, no final das contas, conseguiram encaixar o sentimento dela por Scott e deram espaço pra isso. A cena da despedida dos dois me lembrou muito aquele flashback do jovem Derek, e se bem conheço Scott, ele vai se sentir tão culpado pela morte dela quanto Derek se sentiu pela morte de Paige.
Foi um final sólido, mas não particularmente bom para uma personagem que poderia ter sido melhor utilizada. Não vou dizer que Allison era minha favorita em toda a série, mas agora percebo o quanto eu gostava dela, fora que agora a série vai ficar um pouco carente de personagens femininos fortes, e não, Kira não conta. Não consigo ir 100% com a cara dela e espero que ninguém tente torná-la uma “nova Argent”.
Quanto ao resto do episódio? É esforçado. Eu nunca fui fã da propensão que Teen Wolf tem de querer criar picos de ação, porque na maioria das vezes eles são fora do contexto (gêmeos correndo na floresta por quê?). É evidente que o atirador misterioso será revelado na próxima semana, mas não foi tão relevante assim. Fora isso, a cena em que o Dr. Deaton tira as moscas de dentro dos betas foi algo nojento e interessante.
Insatiable é mais do que estamos vendo em Teen Wolf. Muita informação, mas nada muito importante. Depois de tudo o que aconteceu, a morte de Allison é o que realmente vai importar.
Outras observações e questões que não sei responder:
- Por que Papa Argent não quis que Allison fosse para a Echo House quando reconheceu aquela bala? De quem será?
- Então Meredith é uma Banshee também? Veremos mais dela no próximo episódio?
- O pai de Scott admite que ele acidentalmente derrubou Scott das escadas quando estava bêbado e é por isso que ele saiu de casa. Sinto muito, mas por que esta informação ou esta cena precisam ser incluídas neste episódio?
- Couch teve pouco tempo de cena, mas arrasou mais do que a Kira em toda a temporada.
- E aquele policial o qual nunca lembro o nome? Vocês realmente acham que ele escolheu Beacon Hills por nenhuma razão específica? Me poupem, produtores. Obviamente esse cara tem algo de sobrenatural.
- Onde a Malia foi parar? E o Peter?
- Estou muito chateada porque a Allison morreu antes do avô horrível dela que, aliás, nunca mais foi citado.
- Finalmente, Scott e Isaac colocaram uma questão interessante na mesa: se um Stiles morre, o outro também morre?
Enfim, semana que vem teremos o último episódio da temporada e, pela primeira vez, eu não sei o que esperar. Alguma teoria?
Grimm – Once We Were Gods
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“Você não deve se tornar corrupto, você não deve se tornar pútrido, você não deve se tornar um verme.”
Enquanto o sargento Drew Wu tenta se recuperar da visão do Aswang e dos pesadelos com a sua falecida avó, Nick e Hank se deparam com um caso que envolve uma múmia wesen com a forma de Anúbis. Já em Viena, na Áustria, Adalind e Meisner precisam fugir de seu esconderijo depois que Renard desconfia do que realmente aconteceu: a Família Real descobriu que Sebastian era um traidor e o fez mostrar o caminho onde havia deixado Adalind ainda grávida e Meisner.
Difícil saber qual era a situação mais complicada, mas com certeza a de Nick e Hank foi a mais interessante. Quem nunca parou para pensar no que significavam aqueles desenhos egípcios de homens com cabeças de cachorros? E se eles fossem de verdade, algo como um wesen? É essa história que Grimm apresenta em Once We Were Gods, onde mostra que o wesen pode ter sido considerado um Deus algum tempo atrás. Bem diferente da vida que levam na trama de Grimm, onde precisam se esconder dos humanos e manter o segredo sobre sua “raça”.
Uma das pessoas que sofre com as consequências disso é Wu, que acabou vendo um dos wesens mais assustadores ao vivo e a cores e agora precisou se hospitalizar, pois acreditava estar com problemas de saúde. No entanto, Wu só conseguiu se livrar do fantasma do Aswang – e também do da sua avó morta – quando Juliette fez uma visita a ele e mostrou uma outra forma de pensar sobre as visões que ele havia tido. Hank continua acreditando que Wu deveria saber da verdade sobre o mundo wesen, mas seguiu perdendo a votação para Nick, Rosalee, Monroe e para a própria Juliette. Por enquanto, o sargento segue vivendo em um mundo onde os wesens não existem. O mesmo mundo em que um dia eles foram Deuses.
Já no mundo em que os wesens existem, e aos montes, Nick, Hank, Rosalee e Monroe vão até o trailer da tia Marie para descobrir um pouco mais sobre os wesens parecidos com a múmia de Anúbis. Lá eles encontraram, além de histórias nos livros dos antigos Grimms, filmes! Sim, rolos e rolos de filmes onde Hank procurou algo egípcio e achou um desenho de um Anúbis. No filme, um parente distante de Nick se encontra frente a frente com um wesen membro do Beati Paoli, um grupo rebelde e perigoso que é contrário à exibição de seus ancestrais em museus.
A exibição de múmias – que na realidade eram wesens – insulta muito, e não somente os Anúbis, mas todo o mundo wesen. Por isso, não demorou muito para Alexander, do Conselho Wesen, dar as caras novamente em Portland. No entanto, dessa vez o desfecho foi amigável. Nick e Hank prenderam o Anúbis que havia passado dos limites e assassinado um humano, e permitiram que Alexander levasse a múmia para ser queimada na floresta.
Nick e Hank ficaram com fama de terem perdido uma múmia e a professora pesquisadora da universidade não deve ter gostado nada do desfecho da história, mas o Grimm agradou o Conselho Wesen e pode ter neles um grande aliado contra a Família Real. Ainda assim, o mais importante foi que Nick respeitou um desejo dos wesens, que não querem ver seus ancestrais tendo os restos mortais expostos em museus. Nick é um Grimm, mas é um Grimm diferente, além de Monroe, Rosalee e Bud, a Família Real e o Conselho Wesen também já perceberam isso.
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