TeleSéries
Person of Interest – Allegiance
29/03/2014, 10:00.
Regina Monteiro
Reviews
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Infelizmente Allegiance mostrou, mais uma vez, o que grande parte dos fãs da série vêm repetindo constantemente: não há espaço para dois Reeses na história. E digo infelizmente porque, diferentemente de uma grande parte desses mesmos fãs, eu gosto da Shaw e, admito, mesmo que isso leve muita gente a torcer o nariz, gosto mais dela do que um dia gostei da Carter.
Reese saía-se muito bem sozinho em situações muito mais complexas antes que ela entrasse na história. Talvez seja isso que cause certo desconforto com a sua presença, as situações em que eles atuam conjuntamente parecem desprovidas de um grau de complexidade tal que a presença dos dois seja necessária.
Além disso, o lado positivo da presença de Shaw pode ser também seu Calcanhar de Aquiles. E isto ficou evidente em Allegiance. As melhores cenas em que Fusco aparece, ultimamente, são aquelas em que está contracenando com Shaw. Um humor leve, cheio de tiradas inteligentes. Se isso o incorpora mais constantemente à história, à medida em que essas cenas conseguem conquistar os fãs do detetive, que não são poucos, e entre os quais eu me incluo, mais apagada fica a presença de Reese, aumentando o desconforto com a presença de Shaw.
Ainda continuo achando que Shaw, Root e o Samaritano, poderiam gerar um spin-off da série. Sugestão de quem não tem a menor idéia de como essas coisas acontecem!
Allegiance, além de colocar a equipe para trabalhar com um novo CPF, mostrou mais um degrau sendo galgado na viabilização do Samaritano. Mostrou também que, se um dia construiu-se a ideia de que a Máquina poderia ser onipresente, esse seu atributo esbarrou na existência de ser humano tão sagaz quanto Finch ou Root. E Greer mostrou-se não somente sagaz, mas suficientemente inteligente para, tal como o diabo no deserto, tentar Root, no que ela tem de mais vulnerável: sua relação com a Máquina.
A possibilidade de uma relação mais intensa e profunda com um ser que ela venera. A possibilidade de tornar-se parte do Olimpo.
A última cena em que os dois se encontram foi o prenúncio do que está por vir e também pode ter encerrado o destino de Root. Se o diabo a poupou, é porque ainda tem planos para ela e sabe que, no fundo, sua proposta irá acompanhá-la e talvez o acaso encarregue-se de responder às suas dúvidas e ela sucumba à tentação. Para Greer, Root é apenas mais uma peça na construção de um império, pois se ela será apenas mais uma alma a arder na fogueira, não lhe importa. Almas são apenas energia no fogo do inferno.
Resta esperar que, quando chegar a hora em que Root terá que decidir, Finch possa estar lá para ela e demonstre a mesma compaixão que demonstrou com quem menos a merecia.
Suits – Moot Point
28/03/2014, 22:10.
Regina Monteiro
Reviews
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Em todos esses anos em que assisto séries de TV, nunca havia sentido tanta indignação quanto no episódio dez desta temporada de Suits. Pareceu-me, na época, que os criadores tinham perdido o pé da história, como se o plot inicial houvesse se esgotado. Naquele episódio, para mim, somente se salvava o cliffhanger.
Seis meses depois, Suits está de volta e me parece que o tempo foi providencial para a continuidade da história: Suits voltou a ser o que era antes de Stay. Roteiros ágeis, diálogos inteligentes, amores fraternos, casos improváveis, soluções surpreendentes. Todos esses elementos comprimidos em quarenta e cinco minutos de pura arte. E, se é verdade que Aaron Korsh não tem a sutilidade de David Kelley para abordar assuntos pertinentes ao imaginário coletivo da sociedade americana, fundado em seu American Way of Life, seu jeito direto também funciona e faz de Suits uma série que encanta e, de diversas maneiras, é capaz de extrapolar a simples diversão descompromissada.
Nesse sentido, o final de Yestarday´s Gone (décimo segundo episódio desta terceira temporada) foi épico, porque ecoando da carreira de Mike, um gênio do direito sem a chancela de Harvard, travou-se em parcos três minutos, povoados de dilemas e imagens anteriores, todo um debate entre Filosofia do Direito e Teoria do Direito (depoimento de Jéssica sobre a pertinência de ter sido instituída administradora do espólio do ex-marido). Esses três minutos valeram a temporada inteira. O simples questionamento que este confronto propiciou já teria valido a pena como conclusão daquela cena em que Louis descobre que a ficha de Mike não se encontra nos arquivos de Sheila Sazs. Mas Suits foi além, não limitou a conclusão do cliffhanger à salvação de Mike. A conclusão extrapolou o simples debate. E, ainda que a verdade possa, moralmente, questionar a letra da lei, a realidade pode ser madrasta, pois a letra da lei é o que irá determinar a organização e a aceitação social. Assim, ao final de Moot Point (décimo terceiro episódio), será somente sobre o diploma de Harvard que os holofotes poderão brilhar.
Mas Suits não parou por aí. Ainda resta saber como iremos nos livrar de Danna Scott, a bitch da vez. A namoradinha de Harvey que, tornando-se sócia da Pearson & Specter, em um arroubo de auto-afirmação, declarou guerra a Louis, no escritório. Neste confronto, vejamos para onde pende a balança da série. Se para o amor fraterno, gênero que permeou todo e desenvolvimento da série até então, ou para o amor romântico, condição que tanta indignação me causou em Stay.
E para terminar devo confessar uma maldade: torci horrores para o avião de Danna Scott cair no oceano na sua viagem de volta a Nova York.
Star-Crossed – Stabbed With a White Wench´s Black Eyes
28/03/2014, 21:15.
Regina Monteiro
Reviews
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Finalmente um episódio para relembrar porque Star-Crossed, em um primeiro momento, parecia promissora: nem tanto romance, nem tanto conflito, apesar dos enfrentamentos e desencontros românticos.
Stabbed With a White Wench´s Black Eyes conseguiu, pela primeira vez, depois do episódio de estréia, um roteiro que manteve a unidade da história em um ritmo que prendeu a atenção. Talvez o segredo do episódio tenha sido o fato de que a guerra entre humanos e atrianos tenha sido apenas o pano de fundo para o desenvolvimento da história de amor entre Emery e Roman e assim, sem descuidar do motivo que movimenta a relação dos personagens, pode priorizar o plot que deu origem à história.
Uma festa na casa de Grayson, com o objetivo de angariar fundos para caridade, torna-se o palco perfeito para uma ação dos Trags e para um encontro a três: Grayson/Emery/Roman.
Os Falcões Vermelhos planejaram um ataque ao Setor de Confinamento e em retaliação Vega ordena o rapto do filho dos líderes da facção terrorista. O objetivo é trocar Grayson por atrianos mantidos presos, entre eles o pai de Zoe e a mãe de Drake. Os planos dos Trags poderiam ter funcionado caso Roman não tivesse interferido para salvar Grayson. Uma sequência um tanto batida, caso não houvesse o fator Drake para lhe emprestar tons menos óbvios.
É da natureza de Roman ser o herói tradicional: caráter impecável, percepção dos conflitos para além da realidade imediata, capacidade de renúncia maior que a maioria; mas, no contexto da série, ele não pode ser invulnerável. E, porque ele não pode ser um “super-homem”, ele precisa que, nas sequências em que as ações do conflito entre atrianos e humanos são desenvolvidas, haja algo que sustente essa sua vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, confirme a sua vitória. Nesse sentido, Drake, um personagem mais complexo porque perdido entre a fidelidade à sua condição de atriano e à simpatia crescente pelos humanos (simpatia que o Programa de Integração e uma atração magnética por Taylor só faz aumentar), acaba cedendo à voz da razão e o transforma no apoio que Roman necessita para realizar sua condição de herói.
É assim que Roman e Drake acabam salvando Grayson das garras dos Trags, embora a dúvida esteja em como Vega irá lidar com a situação e quais serão as consequências para Drake.
Mas, ao salvar Grayson, Roman também sucumbe a mais uma cilada do destino, que, em Star-Crossed, parece abusar de mal-entendidos.
A festa de caridade foi, também, palco de um quase entendimento entre Roman e Emery. Entre a pressão exercida sobre ela pela mãe de Grayson a respeito de sua relação com seu filho e sua simpatia pelos atrianos e (valham-me todos os deuses, até que enfim!) a quase declaração de amor explícita de Roman, ela percebe por qual dos mocinhos seu coração bate mais forte.
Mas, como o destino não pode se furtar a interferir, o quase entendimento entre o casal transformou-se em mais um mal-entendido quando Roman vê Emery consolando Grayson por causa da prisão da mãe como líder dos Falcões Vermelhos e imagina que a moça fez sua escolha entre ele e o outro. E assim Roman pode realizar sua outra faceta: o herói romântico, humano da sua vulnerabilidade afetiva.
Assim, se Stabbed With a White Wench´s Black Eyes foi um episódio para se recuperar a fé em Star-Crossed, foi também um episódio pra relembrar que existe um herói e que ele possui um fiel escudeiro, que, às vezes, pode ser tão, ou mais, interessante que ele próprio.
Glee — New Directions
28/03/2014, 17:04.
Júlia Berringer
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Luzes apagadas, porta fechada. É hora de dizer adeus.
Seria o final perfeito para a série. Esse pensamento não me abandonou desde que assisti o episódio, e eu não acho que vá embora assim tão rápido. Depois de New Directions, só nos resta dizer adeus ao Glee Club.
O episódio é a conclusão do episódio da semana passada, o 100º, e apesar de muitas pessoas acreditarem que o Glee Club poderia de alguma forma ser salvo (mesmo sabendo que Glee está se mudando para Nova York em tempo integral para o resto da temporada ), a série impressionantemente diz adeus e cancela oficialmente o Glee Club de maneira apresentável e bonita de assistir.
Antes de chegar nas partes mais emocionantes, o olho do furacão, vamos falar sobre um assunto recorrente nos últimos episódios: A briga de Rachel e Santana. No final das contas, Kurt, Mercedes e Brittany ajudaram a colocar tudo no lugar. Os dois primeiros só precisaram de um dueto para despertar em Rachel um sentimento de saudade, mas Brittany mostrou realmente para Santana que ela não queria o papel em Funny Girl. Ela só queria mesmo ganhar. Rápido demais, mas ainda assim no tempo certo, fizeram uma das melhores performances de todo o show.
Enquanto isso, a tentativa de Holly e April de fazer música em outras atividades extra curriculares da escola falhou. Mas isso não impede de fazer Will chorar, impede? Todos se reunem para gravar um vídeo lindo para o filho de Will, de modo que ele ou ela possa saber que tipo de homem é/foi o seu pai. Assim, o Glee Club aparece no palco no auditório para uma última cantoria em conjunto e seus membros originais (liderados por Rachel) são os primeiro a aparecer, antes de serem acompanhados por todos os outros, para cantar a tradicional Don’t Stop Believin’.
Depois disso, Sue vai ter uma conversa final junto com Mr. Shue na sala do coral — agora vazia. Ela o elogia, não apenas por ser um adversário digno, mas também por mudar a vida de todas as “crianças”. Ela ainda diz a ele que conseguiu para ele uma entrevista para treinar o Vocal Adrenaline.
Na cena final, Will está sozinho na sala do coral e tem seu momento de despedida silenciosa enquanto ouvimos as vozes dos nossos personagens tão queridos (inclusivo a de Finn) dizendo o quanto ele os inspirou.
Os últimos quinze minutos de Glee foram de certa forma, perfeitos. Muito sentimental? Clichê, claro. Mas é por isso que nos amamos essa série, não é? É o que o seriado faz de melhor.
No final do episódio, os antigos já tinham se formado, os novatos refletiram sobre como o Glee Club os mudou para melhor, e sala do coral é esvaziada. Foi uma maneira triste, mas poderosa que Glee encontrou para conseguir fechar seu ciclo dentro do McKinley. Talvez tudo tenha sido sentido de forma um pouco sombria para alguns, mas New Directions foi mesmo sobre dar uma oportunidade para cada um dos Alumni se despedir. E se Glee é bom em algo, ele é bom em dizer adeus.
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Setlist do episódio:
I Am Changing – Kurt e Mercedes
Party All the Time – Holly
Loser Like Me – Blaine, Sam, Artie e Tina
Be Okay – Santana e Rachel
Give Me a Reason – Quinn e Puck
Don’t Stop Believin – Will, Alumni e New Directions
Castle – The Greater Good
27/03/2014, 22:37.
Ana Botelho
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Isso, isso! Quase posso me ouvir gritando e vibrando quando soube qual seria a história principal desse episódio e a quem ela envolveria. Fico feliz por meu desejo ter sido atendido – desejo esse que tenho há MUITO tempo. Claro que eu peço um monte de coisa, como, por exemplo, mais de Lanie, mais de Esplanie, mais de Martha e sua incrível história. Mas nessa semana, The Greater Good explorou um pouquinho mais de uma personagem que entrou em Castle de paraquedas, sentou-se em uma cadeira que já tinha um grande histórico e, aos poucos, foi ganhando os nossos corações: é claro que eu estou falando da Gates, nossa Sir.
O caso, no entanto, foi secundário. Desde a semana passada, em The Way of the Ninja, os casos tomaram um caminho mais calmo, sem muitas reviravoltas, mas também não é pra tanto, né? Quem aguenta uma sequência de episódios de tirar o fôlego? Ninguém! Só que em Castle há vários e vários plots que, quando o caso não faz brilhar os nossos olhos, eles fazem todo o trabalho pesado. E foi exatamente o que aconteceu nessa semana. O caso, em si, foi bem fraquinho, mas o episódio, com todos os seus pontos, não. Tá vendo a beleza que é essa nossa série?
A vítima da vez é Peter Cordero, um homem jovem que trabalhava em uma investidora da famosa rua que muitos chamam de coração financeiro de NY: Wall Street. E mesmo tendo mostrado uma reunião da investidora, na qual pudemos ver como funciona um discurso de motivação – na base do dinheiro, claro -, e mesmo tendo escutado Castle fazer referência ao belíssimo filme estrelado por DiCaprio (The Wolf of Wall Street), o que realmente saltou aos olhos nesse caso não foi a vítima, as condições em que ela se encontrava, tampouco o aprofundamento em um tema polêmico. O que chamou a atenção e fez do episódio algo para eu comemorar tem nome e sobrenome: Elizabeth Weston.
É claro que a gente nunca tinha escutado esse nome na série – também não poderia ser diferente. Quando a irmã de Gates, Elizabeth, surge no episódio, fica claro que há alguma pendência, alguma desavença. E, a partir disso, eu me motivei a assistir ao episódio não pra saber quem matou Peter, mas sim para saber o que houve com as duas irmãs. Quando Gates entrou na história, ela se viu inserida em um campo não muito favorável a ela: Montgomery, o ex-capitão, havia deixado órfãos de sua presença os seus grandes amigos da NYPD. Então, quando Victoria assumiu o posto de Montgomery, ela tinha que lidar com o trabalho e, sobretudo, com os corações partidos dos integrantes do departamento. Por isso, desde que Gates entrou na NYPD, seu trabalho e sua história foram desenvolvidos na base do “eu vou ganhar a confiança de vocês, assim como a amizade”. Mas não sabíamos da onde ela tinha vindo, quem era realmente essa mulher, o que ela carregava como passado, como experiência de mundo. E então, quando o trabalho de conquistar a confiança e a amizade foi realizado com sucesso, foi hora de Elizabeth aparecer e mostrar que a nossa Sir, tão forte e brava, também é uma mulher que carrega uma história – e cicatrizes.
Elizabeth também mostrou que a maior virtude de uma pessoa pode, em alguns momentos, ser o fator principal para criar desavenças, separações. No caso de Gates, ser honesta e fazer seu trabalho limpamente foi o que a separou da irmã. “The Greater Good”, na verdade, foi o que Elizabeth pediu a irmã para considerar e ela, sabendo que o bem maior é o trabalho limpo e honesto, recusou. Claro que ela estava certa, mas Elizabeth não entendeu. Por isso, uma história que estava pendente desde 1998 só foi ter seu fim agora, com as duas amigas-irmãs fazendo algo que desejavam, em segredo, há muito tempo.
Porém, é claro que a história de Gates e Elizabeth não foi o único plot do episódio. A season finale se aproxima, e tanto já se falou de casamento, tantas coisas já foram postas em escolha, que esse episódio não poderia fugir à regra. De todas as ideias malucas de Castle, propor um casamento em uma montanha-russa não é tão ruim assim, né? Mas a questão não era exatamente o lugar, até porque isso já foi discutido (embora não tenha sido finalizado T.T). A questão mesmo foi: a lista de casamento. E depois de passarem o episódio inteiro pensando em quem convidar, jogando as estimativas para mais de 400 pessoas e fazendo Beckett torcer o nariz para toda aquela confusão, eis que surgiu uma das cenas mais fofas de Castle, que terminou com um dos beijos mais fofos também.
Muitas vezes eu me perguntei se Castle era a pessoa certa pra ela, se ele não tinha corrido com o pedido de casamento e se ele estava levando tudo isso a sério. Mas percebi que sempre que eu pensava assim, que o Castle realmente não era a pessoa certa, uma característica louvável dele – e por muitas vezes oculta – aparecia: a sensibilidade. Mas essa sensibilidade demorou pra surgir, e como demorou. Somente quando toda a questão não se tratava mais dos livros, quando o trabalho de campo havia passado da obrigação para uma tarefa prazerosa, Castle se viu em uma transformação importante: ele largou aquele sem noção de A Deadly Game, que deixou Kate desamparada ao avisar que iria para Hamptons com a ex-mulher, e se transformou naquele homem maravilhoso, sempre presente, de Countdown, que estava ali para nunca mais deixá-la.
E essa mudança, além de mostrar um crescimento pessoal e como o amor pode mudar toda uma história, foi, também, a responsável por fazer Castle escrever, em menos de um minuto, que ela era a única pessoa que realmente importava no casamento. Se essa história tinha iniciado com um “I just want you”, ela começa, agora, naquela sala, a se eternizar com um simples “you”, que ultrapassa a linha de ser apenas um pronome escrito em um papel. Coube a ela, há tempos atrás, ir de encontro a ele e não deixá-lo fugir. Cabe a ele, agora, segurá-la para sempre. E parafraseando Castro Alves, a alma dele, aqui, além, mais longe, sempre será dela.
Sobre o beijo, eu nem preciso comentar, né? Me permito dizer que foi um dos mais carinhosos, amorosos e profundos que a gente já viu. A câmera ajudou, os atores ajudaram, a química favoreceu e o amor, bem, esse aí é o componente principal da fórmula que Castle usa há mais de 5 anos.
The Greater Good foi realmente um episódio gostoso de assistir. Saber mais da Gates foi maravilhoso e ver as consequências que o amor de Beckett fez em Castle também. Para um hiato de quase um mês, a única coisa que eu tenho a pedir é: força para aguentar todo esse tempo sem um novo episódio. Vou, então, me preparando psicologicamente para o fim dessa sexta temporada que marcou Castle de uma forma indescritível – e isso porque ainda nem chegou ao seu final (esperem pela season finale!). Deixo aqui meu beijo e abraço para vocês e eu os vejo ao fim dessa horrorosa pausa, que acabará no dia 21 de abril. Até lá!
PS1: Preciso saber o que Tia Thereza postou no facebook sobre Castle, sério mesmo.
PS2: Amo quando a Martha se mete nas questões do casamento. Martha não, melhor assim: “alguém que nasceu para ser brutal e impiedosa”.
PS3: Maddie entrou pra lista do casamento. Sim, Maddie, aquele encontro de Castle em Food to Die For haha
The Vampire Diaries – While You Were Sleeping
27/03/2014, 20:11.
Mônica Castilho
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Após um breve hiatus e a morte de Katherine, The Vampire Diaries teve um episódio sobre a loucura de Elena com o vírus canibal 2.0 no corpo, mas nada interessante no episódio teve a ver com a mesma ou com o tal vírus. Elena é uma protagonista irritante, a qual temos que aturar na maior parte da série justamente por ser a personagem principal da trama. Entretanto, desta vez o fato de nada ter sido interessante sobre ela no episódio não teve a ver com a personagem em si, e sim com a maneira como o que tudo o que lhe aconteceu foi conduzido.
Katherine morreu, mas deixou um presente para Elena como uma clara forma de vingança: injetou na mocinha – de quem havia “emprestado” o corpo – o tal vírus numa versão melhorada (ou piorada, dependendo do ponto de vista). Isso foi uma atitude que arrancou reações como: “Bacana! Agora veremos um pouco de crise na história com Elena sendo um monstro e se traumatizando por isso (já que Damon no fundo não liga de matar Mystic Falls inteira, contanto que Elena permaneça viva).”. Mas o que aconteceu? Após ela ficar os primeiros trinta e dois minutos – o episódio tem quarenta e dois – presa e se lamentando para Damon por telefone, quando finalmente se solta literalmente louca e decidida a fazer estrago, lhe entregam uma cura. Tipo… Como assim, meu povo?! O episódio mal começou a tentar suprir as expectativas e já propôs uma solução para o problema! Resumidamente prometeu e não cumpriu.
Todavia, como eu disse, sobre Elena não tivemos coisas interessantes, mas em relação a outros personagens da trama, foi bem diferente. Para começar, era mais do que evidente que os Viajantes não são confiáveis, embora o objetivo deles ainda não esteja claro. O que impressionou mesmo foi a revelação a respeito de – pasmem!! – mais um doppelganger do Stefan. Não se sabe ainda se o rapaz que deu azar de nascer com a cara do Stefan tem conhecimento sobre esse mundo louco do qual ele faz parte, e é difícil de acreditar que no momento decisivo Caroline mate o sósia de seu amigo somente por um capricho dos Viajantes. Bem, por hora o confirmado é que, apesar de não pararem de sair cópias de pessoas e vampiros por todos os lados, ter mais um feito o Stefan na série não é algo a se dispensar. E rapazes, ignorem, pois vocês já tiveram três Elenas de uma vez só.
Por fim, minha previsão da qual estou orgulhosa até agora: Liv. Assim que a Katherine morreu, eu disse numa review que Liv poderia assumir a função de atormentar todos e usar os seus poderes para agitar um pouco a situação ali, e não é que realmente a danadinha parece que seguiu meus conselhos? E mesmo não tendo sido revelada sua verdadeira intenção, uma bruxa poderosa que provoca confusões será considerada uma diva desde cedo. Ah, e enquanto isso Damon e Elena após mais uma de suas brigas voltam a fazer as pazes, e sinceramente, apesar de toda a atitude bonita de sempre salva-la e nunca machuca-la, está na hora de pararem de brigar para em seguida falarem meia dúzia de palavras bonitas um para o outro e voltarem, pois está se tornando clichê e repetitivo.
P. S. : Pessoas, façam as contas. Se tínhamos o triângulo amoroso formado por Elena, Katherine e Stefan, seria muito mais fácil acompanharem a lógica e perceberem que havia uma mulher sobrando, no caso a Katherine. Então algum gênio poderia supor que existiria mais alguma cópia para ela e pronto, sem matança. Só darem o “Stefan médico” para a agora falecida.
Once Upon A Time – The Tower
27/03/2014, 16:28.
Júnior Melo
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Era de se esperar que em algum momento a série diminuísse um pouco o ritmo e viesse com alguns episódios para complementar a história, só não esperava que chegasse tão rápido. Foram apenas dois episódios e já estão apelando para o complemento, isso pode ser um mau sinal: eles vão deixar tudo acontecer no final.
A busca pela Wicked continua em Storybrooke. Uma pista encontrada no escritório de Regina leva Emma e Hook até a floresta, enquanto David é impossibilitado de ajudar pois precisa estar em casa com Mary Margaret para receber a parteira. O plano da Wicked é o grande gancho desse episódio, as questões que eles levantam me fizeram assistir o episódio inteiro com apreensão, só espero que eles não se utilizem muito desse mistério, pois uma hora cansa. Uma coisa positiva desse episódio foi o clima sombrio que a história tomou, lembrou alguns filmes de terror com aquelas tomadas de câmera mostrando a assombração ao fundo. Se o clima do episódio estava indo bem, a história foi para um rumo, que tomando em consideração os dois últimos episódios, ruim. Ao chegarem na fazenda da Wicked – depois de tantas revelações apressadas, nos últimos episódios – Emma e Hook simplesmente deixam a chance escapar, uma tática óbvia dos roteiristas para enrolarem um pouco mais as coisas. Já que iriam diminuir o ritmo no terceiro episódio desta parte, era melhor ter ido devagar mesmo, dando as informações em doses homeopáticas.
A história do flashback vai ter uma função semelhante à da Tinker Bell no início da temporada, ela apareceu e depois sumiu durantes alguns episódios, retornou tendo uma importância mínima. Ainda me pergunto qual foi a função dela nisso tudo. A Rapunzel, sinto, vai ser da mesma forma. David teme por causa desse novo bebê que virá, ele não foi um bom pai com Emma, poderá ele ser um bom pai para esse novo bebê? Para exterminar esse medo de si, ele segue a dica de Robin Hood e vai atrás da Raiz Noturna que é capaz de eliminar os medos das pessoas. Na floresta ele encontra a Rapunzel que está trancada na torre desde que foi buscar a mesma raiz que David na intenção de se livrar do medo de liderar. Não que as partes tenham sido chatas – quando o medo da Rapunzel apareceu foi incrível, uma ótima cena – mas por saber que isso era apenas um momento filler, não consegui me ligar muito ao drama da princesa.
Destaque para a cena de Emma e David no início do episódio, é tão raro ver um momento pai e filha dos dois que quando aparece só dá vontade de pedir por mais. Uma cena muito bonita. Emma poderia aparecer mais como princesa, o visual ficou bem nela. Outro destaque para o Josh Dallas que interpretou muito bem a sua versão malvada, ele acaba ficando limitado como o David, foi bom tanto para o ator quanto para o público ver que ele pode ser versátil.
Uma pena esse episódio ter caído tanto, pois os dois últimos foram tão bons. Ao menos agora que eles descobriram que Rumple está vivo podemos ter algumas reviravoltas na trama. Tive algumas dúvidas quanto a gravidez da Mary Margaret – ela tá grávida há quanto tempo? Essa gravidez tem um tempo normal de um ser humano, ou as criaturas de conto de fadas tem um tempo diferente de gestação? Não acho que tenha se passado três/quatro meses do episódio passado para este no flashback, então como é possível que depois de um ano ela ainda esteja grávida? É bom os roteiristas explicarem melhor isso tudo e é bom revelarem quem é o pai da Wicked também. Quem é o bêbado? Até semana que vem com mais perguntas nas nossas cabeças!
Arrow – Suicide Squad
27/03/2014, 11:21.
Marco C. Pontes
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Seja bem-vindo ao esquadrão suicida.
Arrow decidiu fazer um novo piloto dentro da série e não avisou para ninguém? Já temos o Flash dando as caras na série e já foi confirmado que o personagem terá sua própria série ano que vem, mas será que a ideia da CW expandiu para os vilões também?
A série deu uma pausa nos acontecimentos recentes para introduzir essa nova equipe. Um monte de pessoas com talentos individuais, que se juntam para serem comandados por uma mulher que não leva a vida humana muito a sério. O episódio com certeza foi bem esperado e o resultado foi positivo, se fosse um episódio isolado.
Infelizmente, Arrow não estava em um momento para deixar de lado tudo aquilo que estava sendo desenvolvido para lidar meramente com um novo plot, que apareceu completamente do nada. Ou seja, sabemos que se Diggle encontrar com sua ex mulher novamente, esses personagens voltarão novamente.
Fazia um tempo que Diggle era menosprezado pela série, mas no começo da temporada tivemos um episódio que mostrava mais sobre seu passado. Nesse episódio, a narrativa não ficou comprometida, uma vez que se encaixou completamente no enredo do episódio. No caso de Suicide Squad, o mesmo não pode ser dito.
As histórias do episódio giraram também em volta de Oliver e sua insônia, mas o que mais irritou foi a presença de Laurel. O pior, na verdade, foi a advogada dando conselhos para a irmã sobre o ex namorado, como se fosse a coisa mais natural e honesta do mundo, principalmente após a morena ter deixado claro o tanto que odeia a irmã por ter roubado Oliver.
Além disso, tivemos várias menções ao relacionamento relâmpago entre Ollie e Sarah e isso também não é um ponto positivo. Já faz alguns episódio que a série tenta nos fazer engolir essa história dos dois juntos, sendo que Oliver nunca havia tocado no nome da Sarah até ela aparecer como Canário. Digamos que um amor tão avassalador como esse com certeza deveria ter sido melhor desenvolvido em episódios anteriores. Entretanto, a ligação entre os dois é inegável – eles passaram por muitas coisas juntos e possuem a mesma experiência e sentimento de escuridão.
Esses momentos de Oliver/Sara/Laurel funcionariam muito bem se o episódio fosse mais centrado. Porém, a introdução do Esquadrão Suicida fez com que tudo ficasse muito deslocado. O próprio caso do episódio foi bem superficial e nada inspirador, fazendo desse episódio muito menos memorável. O que realmente valeu foi a interação entre Diggle e Deadshot, em uma parceria muito esquisita, para dizer o mínimo. Todavia, conseguiriam humanizar o Deadshot, dando lhe uma razão para continuar fazendo um trabalho que não lhe traz muita felicidade.
Se o caso fosse um pouco mais substancial, o episódio com certeza poderia ter sido bem melhor. De qualquer forma, foi interessante ver Deadshot novamente, brilhando. Só esperava que o episódio acontecesse em um outro momento da temporada, um momento em que ele não ficaria tão deslocado.
The Following – Teacher’s Pet
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Nem tudo é sangue derramado em The Following. Enquanto Mike foi encontrar Claire (mais uma ressuscitação na temporada), Ryan voltou a se divertir com a jornalista Carrie. Depois de ficar mais de um ano de luto por Claire, Ryan parece estar se possibilitando gostar de alguém novamente. E agora, o que acontece? Claro que Claire decide que precisa ir para New York, contar a Ryan que está viva e bagunçar a vida dele novamente. Maravilha.
Além da notícia sobre Claire, Ryan também vai ficar sabendo que Mike – o amigo que deu a notícia a Ryan sobre a morte de Claire – sabia desde o início que ela estava viva e aos cuidados da divisão de Proteção às Testemunhas do FBI. E não é só isso. Foi Mike que insistiu para Claire que ela não poderia contar a verdade para Ryan. A atitude foi tomada na época ainda no hospital. Mesmo entendendo que Joe estaria morto, a preocupação era com os seguidores que ele havia deixado vivos e espalhados por toda e qualquer parte.
Em relação a Ryan a curiosidade fica sobre como o ex-agente do FBI vai reagir quando o segredinho de Claire e Mike for desvendado e esse é um dos momentos mais aguardados da série a partir de agora. E Carrie, como vai ficar? Bem, pelo menos agora a briga vai ser de morena contra morena, já que Claire pintou as madeixas. Ryan trocou as loiras pelas morenas, mas segue com os mesmos tropeços emocionais. Não é a toa que precisou de marca-passo.
Já Carroll virou oficialmente o líder da seita Korban e voltou para a cama de Emma – ou Emma voltou para a cama de Joe. De qualquer forma, nem tudo são flores no paraíso dos dois e Joe já tem seus problemas. Mandy não está se encaixando na turma de malucos da Korban e Emma não vê a hora que ela suma do mapa. A verdade – que Mandy fez questão de jogar na cara de Emma – é que Carroll considera a menina praticamente como uma filha e não vai deixar ninguém machucá-la assim tão fácil. Joe com sentimentos para com o próximo? Assustador, é verdade, mas com Mandy Carroll realmente parece diferente. Por outro lado, Joe também sabe que neste momento precisa de cada vez mais aliados, e não de menos.
Apesar dos problemas com as duas mulheres da sua vida atual, Carroll vem se dando bem com seus novos seguidores. Os primeiros a serem chamados para a ativa foram os do grupo que estava preso na jaula. Robert apresentou os “psicopatas de Korban” a Joe e Emma como se estivesse elencando os mutantes disponíveis na tribo e seus poderes especiais. Um é torturador, outra apunhalou o irmão com uma faca, um outro é narcisista e existe também a Mallory, namorada de Lance, mais conhecida como Beth Green, personagem de The Walking Dead. Isso mesmo, a atriz Emily Kinney fez uma pequena participação em The Following em Teacher’s Pet, bem pequena mesmo. Kinney vinha dando mais sorte com os zumbis.
Teacher’s Pet também tratou mais a fundo do relacionamento de Joe com o Doutor Arthur Strauss, mostrando como Carroll foi iniciado na arte de ser um serial killer – “sabe o que psicopata significa?”. Prendendo Strauss, Ryan acertou fundo em Joe e acertou seu ponto fraco. A conversa entre os dois no telefone, mesmo breve, foi o momento mais esperado da temporada até agora. O “reencontro” mostra o quanto a ligação entre os dois é quase de fixação, de ambas as partes. A verdade é que Ryan e Joe compartilham uma obsessão mútua um pelo outro.
PS: O clima entre Mike e Max vai aumentando aos poucos e segue muito bom de acompanhar.
Teen Wolf — The Divine Move
26/03/2014, 13:25.
Júlia Berringer
Reviews
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Após a morte impactante de Allison na semana passada, o último episódio dessa temporada é sobre a batalha final de Stiles.
Há muito a elogiar em relação a essa segunda metade da terceira temporada, e a maioria dos elogios tem destinatário: Dylan O’Brien. Quem já viu algum trabalho dele fora da série sabe que ele pode muito mais do que mostra, mas The Divine Move não é exatamente o palco de Stiles, porque, afinal, a série chama Teen Wolf e os caras que tem olhos vermelhos e azuis, presas, cara de cachorro mutante e costeletas tem que se mostrar ao máximo.
Além de toda a ação, há também o gosto amargo da morte de Allison e um teaser para a próxima temporada que faz não absolutamente nenhum sentido. Basicamente, é apenas mais um episódio como todos os outros episódios finais. Dá um fim no vilão que nos atormentou durante 12 episódios e abre espaço para o vilão que vai nos atormentar nos próximos doze.
Não estou dizendo que é ruim, pelo menos não é como Pretty Little Liars, que sempre nos dá um grande balão de esperança cheio de gás hélio dizendo que veremos um fim, e no dia do episódio final, corta a cordinha e faz o balão voar pra longe. O fato é que amando ou odiando Allison, não podemos esquecer que ela foi diretamente ligada a três dos homens mais importantes da trama: Scott (cujo choro desesperado nos braços da mãe no final do episódio me fez querer morrer de tanto chorar), Papa Argent (que não é mais Papa, mas eu ainda não aprendi o nome dele. Alguém sabe?) e Isaac. Os dois últimos começa a colocar para fora sua dor de uma forma mais convincente, principalmente porque eles apoiam-se mutuamente, mas também porque eles não fazem muito mais durante todo o episódio.
Enquanto os dois choram, os Oni acabam com Beacon Hills (ou pelo menos com a parte que importa). Aliás, as cenas com os Oni foram de tragédia ou comédia? Câmera lenta e sangue laranja sempre me faz querer rir.
A reação mais decepcionante sobre a morte de Allison é a de Lydia porque, basicamente, não há reação depois de seu grito de Banshee. Aliás, a cena final quando Lydia e Kira estão na escola e Malia aparece, sugere que Jeff Davis espera que iremos dizer “Allison who? ” no momento em que a quarta temporada estrear, mas adivinha? Ninguém vai cair nessa. Eu me senti muito conflituosa com a cena, e sei que os personagens tem que seguir em frente, mas tentar subsituir nossa Argent não vai funcionar.
O mesmo pode ser dito dos gêmeos. Para surpresa de ninguém, Aiden é morto e Ethan chora tanto que corta o coração. Os dois estão indo trabalhar em um projeto da HBO, então, o gêmeo restante também vai embora de Beacon Hills. A cena em que Danny admite saber sobre lobisomens é muito muito engraçada, mas ainda assim, meio forçada.
Em última análise, a trama, como acontece frequentemente nessa série, é menos importante do que o visual e as emoções. As flechas de prata da Allison são reveladas como a arma secreta para matar os Oni e os aspectos relevantes de episódios anteriores retornam, como o plano de Scott para transformar Stiles (mas o do mal) em um lobo, a espada Kira herdado de sua mãe, a caixa de madeira que continha as unhas da mãe de Derek e a mosca Nogitsune.
A última cena do episódio me pareceu completamente fora do lugar. O “sonho” de Derek mostra um bando de caras invadindo seu loft buscando a She Wolf – que , em uma virada surpreendente, não é Cora e sim Kate Argent. Seu reaparecimento quase faz sentido se lembrarmos que a vimos anteriormente como uma aparição assombrosa nos pesadelos da Allison, mas a lógica por trás de seu retorno como um lobisomem é meio exagerada demais, vocês não acham? Independentemente de como ou porque ela está de volta, acho que agora nós sabemos quem – ou o quê – vai ser nosso onflito na S4. Ao que parece, nós nunca conseguimos nos livrar totalmente dos Argent. É demais pedir a Allison de volta?
Teen Wolf retorna para a próxima temporada no dia 23 de junho, e além dos desfalques que já conhecemos, vamos ter mais dois: JR Bourne (Papa Argent) e Daniel Sharman (Isaac) também pediram a liberação de seus contratos. Ao que tudo indica, os dois vão à França na quarta temporada e não voltarão tão cedo para a série. Uma pena, porque gosto muito dos dois.
Agora a bola é de vocês, wolves. O que acharam da season finale? E dos desfalques? Onde está o Peter? Por onde Malia andou todo esse tempo? Gostaram da vilã replay? Contem me tudo! Vejo vocês daqui à longos três meses.
The Voice – The Battles, Round 1 (Parte 1)
26/03/2014, 09:57.
Felipe Ameno
Reviews
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Depois de um começo não tanto animador, confesso que The Voice se redimiu e apresentou dois episódios excelentes. Louvemos as duplas das batalhas, as músicas escolhidas e, principalmente, os arranjos! E uma salva de palmas para a banda, que foi simplesmente sensacional.
Durante as blinds, os técnicos estavam um pouquinho animados demais, e felizmente eles voltaram um pouco mais contidos. Ponto positivo. Já os ajudantes roubaram um pouco a atenção – para o bem e para o mal.
Aloe Blacc (Team Adam) estava meio apagado e não acrescentou muita coisa: só quando teve que falar da sua própria música. Miranda Lambert (Team Shakira) também pouco acrescentou. Já Kimberly Perry, da The Band Perry (Team Blake), com seus comentários consistentes e falando mais que o próprio técnico, foi a estrela da noite. Por fim, temos Jill Scott (Team Usher), uma artista que não conhecia, mas que ganhou meu coração. Linda e com uma presença que ilumina o ambiente.
O recurso de steal foi utilizado quatro vezes, mas acredito que poderia ter sido utilizado um pouco mais. Adam já usou toda a sua cota, Blake e Shakira ainda tem um cada e Usher está “se guardando” para o artista certo. Uma boa parte dos participantes que comentei no texto passado já se apresentaram logo nessa primeira e acho que por isso fiquei tão animado.
Team Usher
Biff Gore x T.J. Wilkins
A música escolhida foi Ain’t Too Proud to Beg, do The Temptations. Ambos foram muito bem, excelente energia. Gore, no auge dos seus 45 anos, apresentou uma presença de palco incrível, e achei Wilkins, de apenas 23 anos, um pouco tímido. Porém ele foi o grande vencedor da batalha e Gore acabou sendo roubado por Blake. Só eu que reparei um quê de “Kat Robicheaux” nos chutes do Gore?
Stevie Jo x Jake Barker
Eles cantaram Higher Love, de Steve Winwood. Confesso que essa foi uma das poucas apresentações que não gostei muito. Não acho que o Jake tem esse talento todo. Pra falar a verdade acho que ele imita demais o Justin Timberlake, tanto na aparência como no tom de voz. Achei a escolha do Usher sensata – ele ficou com Jo – porém o steal nesse momento foi desnecessário. Todos os outros apertaram o botam e Jake acabou indo para o time do Adam.
Melissa Jiménez x Brittnee Camelle
Com Give It to Me Right, da Melanie Fiona, elas INCENDIARAM o ringue! Não dava muito por essa batalha, já que não tinha curtido muito o blind da Britnee e acho a Melissa um pouco exagerada. Porém, cantando essa música, elas acertaram em cheio e apresentaram uma das melhores batalhas do programa. Melissa se mostrou mais consistente e com uma excelente presença de palco e saiu a vencedora. Porém Brittnee foi roubada e acabou no time do Adam.
E para terminar, a batalha entre Morgan Wallen e Brothers Walker não foi mostrada, somente o resultado. Eles cantaram Hey Brother do Avicii e Wallen saiu o grande vencedor.
Team Blake
Jake Worthington x Lexi Luca
A batalha entre os dois mais jovens competidores dessa temporada, ambos com 17 anos, foi com a música It Goes Like This, do cantor pop/country Thomas Rhett. Jake acabou se sobressaindo a Lexi e levou a melhor, apesar de que ele ainda tem um longo caminho a percorrer e precisa melhorar um pouco sua entonação e dicção. Fora isso, ele parece ser muito gente boa, daquele tipo de pessoa que você fica amigo fácil. Go Jake!
Sisaundra Lewis x Paula DeAnda
Blake mostrando que ele é muito mais que um artista country e que está antenado com a cultura pop ao escolher, excelentemente, a música Do What U Want, que Lady Gaga e Christina Aguilera apresentaram na final da temporada passada. Estava esperando ansiosamente pela apresentação de Sisaundra, ela não me decepcionou e engoliu a coitada da Paula. Obvio que ela foi a grande vencedora e já começo a prever uma futura finalista à caminho.
E a batalha entre Megan Rüger contra Ria Eaton, cantando My Happy Ending da Avril Lavigne também não foi mostrada, somente seu resultado: Megan foi a escolhida para continuar.
Team Shakira
Dani Moz x De’Shawn Washington
E na primeira apresentação do time da Shakira já temos uma injustiça. Durante os blinds a audição da Dani não foi mostrada. Até aí tudo bem, isso acontece. E tudo bem também ela ter cantado muito e ser a escolha da técnica, mas ninguém roubar o De’Shawn foi sacanagem. Ambos caíram matando na apresentação de My Kind of Love da Emeli Sandé (uma das minhas músicas favoritas da atualidade) e ele merecia uma segunda chance. Não me conformo de terem salvado o sem sal do Jake e deixaram o De’Shawn ir embora. #Xatiado
Clarissa Serna x Jeremy Briggs
Cold as Ice, do Foreigner, foi a música dessa batalha. Achei muito fraca, um pouco gritada e esperava muito mais de Briggs. Estava torcendo por ele, mas Clarissa tem uma voz incrível, pode cantar de tudo e seguiu na competição.
E por fim, a batalha entre Ddendyl e Lindsay Pagano, que cantaram I Feel the Earth Move da Carole King, não foi mostrada. Com seu estilo único e excelente voz, Ddendyl seguiu na competição.
Team Adam
Kat Perkins x Patrick Thomson
Com duas vozes completamente diferentes, eles tiveram que se acertar para Whenever I Call You ‘Friend’ do Kenny Loggins e Stevie Nicks. Patrick teve alguns problemas em acertar o tom e Kat foi espetacular em todas as notas. Sem grandes surpresas, saiu a vencedora da batalha. Provavelmente prejudicado pela escolha da música, que favoreceu Perkins, Patrick acabou sendo roubado pela Shakira, que acreditou no seu potencial.
Delvin Choice x Caleb Elder
Outro que estava esperando para ver era Delvin e a decepção não poderia ser maior. Eles cantaram, com muita dificuldade, The Man do Aloe Blacc. Foi complicado assistir a essa performance, pois Choice pode cantar muito mais do que apresentou e Elder tem muito mais presença que voz. Delvin continuou no programa e espero que o Adam se redima com ele na próxima fase.
Times
Em negrito os artistas já garantidos na próxima fase e (R) de steal.
Adam: Christina Grimmie, Dawn e Hawkes, Cary Laine, Sam Behymer, Joshua Howard, Josh Murley, Austin Ellis, Josh Kaufman, Delvin Choice, Kat Perkins, Jake Barker (R), Brittnee Camelle (R).
Shakira: Kristen Merlin, Deja Hall, Music Box, Emily B, Cierra Mickens, Lindsay Bruce, Ddendyl, Clarissa Serna, Dani Moz, Patrick Thomson (R).
Usher: Bria Kelly, Madilyn Paige, Tanner James, Tess Boyer, T.J. Wilkins, Stevie Jo, Morgan Wallen, Melissa Jiménez.
Blake: Noah Lis, Ryan Whyte Maloney, Audra McLaughlin, Cali Tucker, Alaska & Madi, Kaleigh Glanton, Sisaundra Lewis, Jake Worthington, Megan Rüger, Biff Gore (R).
As batalhas começaram com tudo. Muito bom ver a evolução, em tão curto espaço de tempo, de alguns candidatos. Algumas injustiças (#Volta De’Shawn e #ForaJakeBarker), é verdade, mas isso sempre acontece nas melhores famílias.
Semana que vem tem mais! Até lá!
Ps: Achei muito estranho o Jake Worthington voltar para consolar a recém eliminada Lexi. O The Voice não precisa desse tipo de apelação, o programa por si só é muito bom.
Ps2: A mãe do Stevie Jo roubou a cena mais uma vez! Muito animada ela né?!
Chicago Fire – When Things Got Rough
26/03/2014, 09:00.
Maísa França
Reviews
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When Things Got Rough foi um episódio super emocionante que me fez lembrar que há tempos eu não me sentia tão tocada com a série. Agora que todo mundo já secou as lágrimas e acabou com a caixinha de lenço, só nos resta esperar que os próximos episódios sejam tão bons, ou melhores, já que a temporada está com um pezinho na reta final.
O episódio não mostrou nada de espetacular, mas mostrou – como sabe fazer de melhor – o lado humano dos nossos heróis. O resgate com uma vítima fatal foi o responsável por conduzir grande parte do episódio e mostrar esse lado dos bombeiros. Os papéis se inverteram e, de heróis, os membros do batalhão se tornaram meros humanos e a vítima foi a grande responsável pelo ato de heroísmo do episódio. Não fosse por ele, duas crianças e mais uma mulher poderiam não ter saído com vida da situação. E como prova de quão humanos eles voltaram a ser, os bombeiros foram tratados com grande aversão pela sobrevivente do incêndio. Quando o período de aceitação, às vezes, demora a chegar, o mais fácil é você culpar alguém e, aqui, os “culpados” foram os bombeiros que, de acordo com a mulher, não chegaram a tempo.
Nem preciso falar que desidratei na hora do depoimento do Casey, contando todos os detalhes do resgate para provar que eles fizeram de tudo e a culpa da morte não foi deles. Se essa mulher aceitasse que seu marido foi um herói, as coisas seriam mais amenas. Mas vamos deixar de sentimentalismo e comentar, ainda no depoimento, sobre um lapso de memória de Casey. Severide precisou continuar com a narração pois Casey não conseguiu terminar, e isso por que 1) ele estava muito emocionado ou 2) ele mostrou, de novo, que ainda não está recuperado do acidente? Queria apostar na opção 1, mas não consigo deixar de pensar que foi por causa da opção 2. Além disso, sua relação com Dawson não tá lá das melhores já que eles ainda não conseguiram se entender quanto a ela ser uma bombeiro. Outro detalhe foi a “observada” que ele deu em Jones, lá no Molly’s…
Sobre Jones, pudemos conhecer um lado humano da bitch. Como aconteceu com Mills em um de seus primeiros resgates, Jones também se sentiu fragilizada em presenciar a morte de uma das vítimas do resgate. Isso, misturado ao fato de que Dawson confessou que seu pai a quer fora do batalhão, deixou Jones extremamente desestabilizada a ponto de agarrar Mills e sair correndo sem rumo. Agora que ela sabe a verdade sobre seu pai, tenho certeza que ela fará de tudo para que o contrário aconteça e o melhor disso é que ela terá (mesmo sem saber, por enquanto) o total apoio de Chief Boden e Casey, que, após uns dias pensando, decidiram bater de frente com o pai da moça. Esse plot ainda promete várias emoções já que o Batalhão 51 vai ficar em evidência, de novo, diante de seus superiores e veremos Chief Boden sendo badass como só ele sabe ser.
Sobre o plot de Dawson e seu stalker: prefiro não comentar. Acho que se estendeu demais e se tornou desnecessário e, para mudar meu pensamento, espero que isso leve pra algum lugar.
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