Revolution – Exposition Boulevard e Why We Fight

Data/Hora 01/04/2014, 22:00. Autor
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Exposition Boulevard foi um episódio bastante bom, na minha opinião. Claro que não foi tão incrível quanto o anterior, mas se compararmos com os episódios pré-14 e 15, a qualidade deu um upgrade totalmente relevante.

Os ocorridos do episódio giraram principalmente em torno da captura de duas “crianças” do campo de treinamento patriota – Kim e Dillon. Com o grupo agora todo junto, a história flui melhor e, com o foco mais bem definido,  o episódio fica mais interessante. Pois bem, as duas crianças foram capturadas ao espiarem Miles e Bass e reconhecidas por Gene como crias de Willoughby. Decidem não matá-las. Daí, ao levarem-nas para casa, descobrem uma freaking tatuagem de número DENTRO DA PÁLPEBRA da menina – daquele jeito que a gente faz pra olhar se tá anêmico, sabe? – que, se recitado, faz com que ela vire uma máquina de matar. Depois que a menina mata o pai/avô e se mata, resta o garoto, que é a grande questão do resto do episódio: matá-lo ou não matá-lo?

Não sei se estão lembrados, mas Neville está no pedaço, querendo pegar o Monroe. Nesse episódio, Tom consegue a ajuda de Ed – o patriota responsável por Willoughby – em sua missão. Até comentar aqui: o Ed tem uns flashbacks muito maneiros sobre logo após o apagão, trabalhando na Baía de Guantánamo. Juntos, Ed e Tom descobrem o refúgio de nossos mocinhos e começa uma troca de tiros. Nesse meio tempo, Rachel consegue arranjar a fuga de Dillon, pedindo clemência a Miles. O olhar do garoto foi tão lindo, gente, deu até vontade de chorar.

Depois da fuga de Dillon, tivemos alguns pontos bonitos e importantes. Tom e Ed são repreendidos e ameaçados pelo superior vindo de Washington. Miles e Bass têm uma super conversa, na qual Bass admite querer a República de volta para dar a Connor – que, by the way, anda dormindo com a Charlie e eu tenho shippado até. Acho que essa conversa foi a melhor cena do episódio todo, o Bass se desviando do ponto e depois admitindo, sem dizer efetivamente, e ai meu Deus. Foi excelente, apenas. Além disso tudo, notem que nem citei meu querido Aaron. É que ele quase não apareceu: teve uma cena fofinha sobre felicidade com a Priscilla – de quem eu ainda não gosto muito – no início do episódio, e no final, enquanto ele dormia, OS VAGALUMES. É, eles voltaram!

Revolution - Season 2

Em Why We Fight, os mocinhos novamente se separam, enquanto Neville e Truman ficam cada vez mais próximos. Gene e Miles conseguem se infiltrar em Willoughby, com o intuito de encontrar Marion, a bartender da cidade e ex namorada de Gene. Ao chegarem lá, os dois descobrem que os Patriotas armaram feio com a reputação deles na cidade e que a própria Marion está noiva de Truman. A dupla passa por momentos de tensão no porão do bar, enquanto uma quase convencida Marion janta com o noivo no andar de cima. Quase são descobertos, mas Marion os protege.

Neville, por sua vez, está tendo problemas com Doyle. Ameaças, torturas e até mesmo ver seu filho ameaçado de morte: nisso consistiu a reunião dos dois maridos de Julia. Mas então, temos um elemento salvador!

Bass, Charlie, Connor e o resto da tropa resolvem atacar o centro de treinamento contra a vontade de Rachel, e esse ataque repercute nos dois outros núcleos. Vendo que os patriotas estão sendo atacados, Marion perde a confiança em Miles e Gene e os entrega ao noivo, Truman. Quanto aos Neville, o ataque consiste em distração para Doyle, fazendo com que Jason e Tom consigam dominar seus captores e matá-los. Então, pai e filho são descobertos por Truman. Deu um frio na espinha. Sair de uma captura e entrar em outra logo em seguida, Nevilles? Só que não!  Neville sugere uma estratégia que pode ajudar Ed a retomar seu poder em Willoughby, e o moço aceita. Tom Neville é oficialmente o meu personagem favorito nessa coisa toda: é o melhor jogador.

Gene e Miles conseguem voltar para a família, e temos portas abertas para a continuação da temporada, que volta em mais ou menos um mês. Será que Connor tem certeza que quer levar o tipo de vida do pai? E Charlie, quer mesmo continuar na linha guerrilheira? Miles vai aceitar voltar ao que era na República ou continuará a lutar como tem feito?

Nada de Aaron, não nesse ep. Mesmo sem ele, achei que foi um episódio acima dos padrões. Me agrada muito essa nova fase da série, com os núcleos interligados. A história fica mais interessante e dinâmica, dá quase vontade de pedir pra renovarem. É rezar pra que não volte a desandar.

Até dia 16, Revolucionários!

How I Met Your Mother – Last Forever Part 1 e Part 2

Data/Hora 01/04/2014, 09:34. Autor
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Série: How I Met Your Mother
Episodios: Last Forever Part 1 e Part 2
Número dos Episódios: 9×23 e 9×24
Exibição nos EUA: 31/03/2014
Nota do Episódio: 10

Eu fiz uma longa reflexão sobre esse episódio, e mesmo assim ainda não consegui tirar mais do que conclusões inconclusivas dessa montanha russa emocional chamada fim. Fui do céu ao inferno, e do riso às lagrimas. Transbordei felicidade mas a tristeza logo me abateu. E no fim apenas uma grande questão deve ter pairado sobre a vossa cabeça, assim como aconteceu com a minha. Esse foi um final digno de How I Met Your Mother?

Às vezes, 3 respirações profundas podem mudar tudo.

Segui então o conselho da Tracy. Me acalmei, firmei os pés no chão e tentei reorganizar os pensamentos. Assistir o final de uma grande série sempre é emocionante, você fica tenso e ansioso. Sabia desde o princípio que esse final não seria a coisa mais “perfeitinha” do mundo. How I Met Your Mother deixou de ser puramente uma sitcom há muito tempo. A emoção sempre foi algo presente, tanto para o bem como para o mal.

Confesso, ao assistir aos episódios pela primeira vez me senti extremamente traído. A medida que o final se aproximava, mais eu temia. Eram decisões que ninguém esperava acontecendo uma atrás da outra. Como puderam ousar passar uma temporada inteira nos enganando sobre um casamento que não deu certo? Como se atrevem a separar o inseparável quinteto? Onde acharam tamanha coragem? Onde estavam com a cabeça para tamanha insanidade? Era o que eu me perguntava a todo o instante.

Mal sabíamos, mas o golpe fatal ainda estava por vir. Há muito tempo rolavam teorias e mais teorias sobre o futuro da Mãe, e para a incredulidade de muitos, uma delas se confirmou. Tracy morreu, e há seis anos Ted vivia sozinho com seus filhos. O motivo de toda essa história que demorou nove anos para ser contada? A falta de coragem de Ted em seguir em frente, de aceitar sua perda e buscar alguém para viver o resto dos seus dia ao lado. E quem seria esse alguém se não Robin, certo?

E então o final chega, assim, tão arrebatador como a decisão final de unir Ted e Robin novamente. Confesso que isto foi tudo o que consegui ver no episódio, onde todo o resto parecia não fazer diferença perto dessa bomba que foi o final. Não conseguia aceitar, era este o final planejado desde o início pelos dois criadores? Me senti obrigado a rever, talvez com alguma parte de mim esperando que aquilo fosse um devaneio meu. Assisti novamente a series finale e vi um final surpreendente sim, mas cheio de coerência com tudo que já foi dito na série até hoje.

How I Met Your Mother - Last Forever 2

Eu não vou me ater às piadas, foram muitas e a grande maioria clássicas (o que significa que foram ótimas). Prefiro focar nos nossos personagens, uma última vez. Entender que cada um tem suas peculiaridades e suas próprias ambições talvez facilite o processo para perceber como cada um tomou suas decisões nesse tão polêmico fim.

Lily e Marshall nunca foram uma novidade para ninguém. Uma casa cheia de filhos, uma família unida e o amor reinando sozinho sob o teto dos Eriksen. Tudo lindo e sem polêmica, não há o que comentar, eles mereciam isso.

Barney e Robin sempre foram o casal que todos amávamos – ou a grande maioria. Após uma temporada inteira só para o seu casamento, todos pensávamos que o final feliz entre os dois estaria certo. No entanto, a surpresa de sua separação foi grande sim, mas não sem sentido. Desde o princípio os dois sempre foram muito diferentes, a singularidade de cada um deixou sua relação sem perspectiva alguma. Eles tentaram mudar um pelo outro, mas não funcionou. A única saída foi, para ambos, voltarem a ser do único jeito que sabem ser. Barney, o mulherengo; e Robin, a sem tempo para o coração. Foi natural, nenhum deles teve culpa.

Aqui vale uma ressalva: Barney e sua cena no hospital foram uma das coisas mais bonitas da série. Ele pode não ter achado a mulher da sua vida em Robin, mas com certeza achou em sua filha. De uma emoção imensa ver ele segurando o bebê com os olhos cheios de lágrimas. Final mais do que digno para um dos personagens mais memoráveis da televisão.

E então chego finalmente a Ted e Tracy. O que falar da mulher que fez Ted verdadeiramente feliz todo o tempo em que esteve com ele? Que deu a ele seus dois filhos, que compartilhou uma vida a dois que somente pessoas que se amam verdadeiramente podem ter? A decisão de tirar Tracy da vida de Ted fez muitos chorarem de tristeza e outros xingarem a quinta futura geração dos criadores da série, mas ela realmente foi tão ruim? É claro que em um mundo hipotético onde a felicidade seria eterna isso não faria sentido. No entanto, esse mundo nunca existiu em How I Met Your Mother e a série sempre deixou claro que traumas e perdas fazem parte da vida, assim como enfrentá-los também. Acreditem em mim, eu sempre quis um final clichê. Portanto, nada foi “estragado” entre os dois. Isto somente deixou sua história ainda mais bela.

Tentei, por mais fã da série que sou, ser extremamente honesto com o que a mim foi apresentado. Foi um final polêmico, e também grandioso, digno do tamanho dessa série. Assim como todos os finais polêmicos, haverá quem vai dizer que esse foi o pior final possível, como também o contrário. No entanto nada vai apagar o que foi feito durante todas essas nove temporadas. O importante é para sempre relembrar de tudo que How I Met Your Mother nos deixou e ensinou. Seja você um simples adolescente ou mais velho, houve em alguma hora um momento especial que vai ficar marcado junto a ti. Tenho certeza disso.

Um High Five pra cada um de vocês, afinal, todos somos grandes bro`s desta para sempre memorável história.

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The Voice – The Battles, Round 1 (Parte 2)

Data/Hora 31/03/2014, 23:34. Autor
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A segunda parte das Batalhas do The Voice começou mostrando que nem sempre os mais estimados são os melhores e que os underdogs podem roubar o espetáculo. Confesso que metade do pessoal que apareceu nesses dois episódios eu não me lembrava, mas fiquei muito surpreso com a qualidade e principalmente pelas escolhas – ou falta delas – dos técnicos.

Usher é de longe o melhor técnico. Suas dicas são sempre certeiras e demostra uma preocupação com todos os detalhes, desde a afinação até presença de palco. Fazendo um paralelo com a temporada passada, ele lembra muito a Christina Aguilera, que também fez um excelente trabalho. Como disse no texto anterior, não conhecia o trabalho da Jill Scott e a cada dia que passa estou mais encantado por ela. O Adam é o que melhor escolhe as músicas. O Blake anda muito apagado desde a temporada anterior (acho que é o olho gordo da concorrência) e Shakira está um pouco perdida, apesar de ter um time muito forte.

Em contrapartida, Blake tem uma das melhores ajudantes (Kimberly Perry), assim como Usher (Jill) e não sei o que passou na cabeça do Adam chamar esse Aloe Black. Ok, o cara está bombando nas paradas, mas também nunca tinha ouvido falar nele e esse sucesso todo ele deve ao Avicii. Sem graça, sem sal e completamente sem presença. Fico extremamente irritado quando ele pede atitude para um candidato com ela cara de peixe morto. Errou feio, errou rude Sr. Lavine. E ia me esquecendo da Miranda… Quer dizer, se não lembrei deve ser porque não tá fazendo muita diferença né?!

Jill

Recapitulando, Adam já havia usado seus dois steals (ambos do time do Usher), Blake e Shakira tem mais um cada e Usher ainda não usou nenhum.

E que comecem as batalhas!

Time Adam

Josh Kaufman x Austin Ellis

Essa batalha abriu os trabalhos dessa semana e foi de longe uma das melhores na história do programa. Claro que muito disso se deve ao falto do Adam ter escolhido a música Happy, do Pharrell Williams, e de juntar esses dois artistas que se completam: a presença de palco de Austin e maravilhosa voz do Josh.

Kaufman virou a cadeira de todos os técnicos durante os blinds, quando cantou One More Try, do George Michael. Contudo deixou a desejar, e muito, no quesito conquistar a plateia. Confiar somente na voz não é tudo, é preciso ter o pacote completo. Já Ellis virou somente a cadeira do Adam, entretanto, durante a batalha, transmitiu uma segurança no palco e uma energia contagiante. Estava estampada sua felicidade em estar ali!

Josh chegou como o mais cotado mas eles competiram de igual pra igual. Porém, como presença de palco é uma coisa que se pode trabalhar ao longo do tempo, Adam escolheu Josh para continuar. Achei muito injusto ninguém roubar o Austin, ele realmente merecia continuar.

01

Dawn e Hawkes x Josh Murley

Sono definiu essa batalha ao som de Stuck in the Middle with You, do Stealers Wheel. Falta química nessa dupla e nem sei como esse Josh foi parar ali (estou pegando implicância com Josh’s). Achei barzinho demais essa apresentação e o Adam acabou ficando com a dupla. Para piorar, Shakira ainda roubou o Josh. Sério, ela tá muito perdida! Mas vamos dar um voto de confiança e ver o que vai acontecer.

Sam Behymer x Cary Laine

Ao som de Give Me Love, do Ed Sheeran, Sam foi totalmente favorecida pela escolha da música, deixando pouco espaço para a Cary, apesar da mesma ter virado todas as cadeiras nos blinds. Realmente Behymer tem um timbre único que muito me agrada. Já Laine é totalmente country, grita muito para o meu gosto e caiu de paraquedas nessa batalha. Adam acabou escolhendo Sam e Cary acabou saindo sem ter tido a oportunidade de mostrar seu talento (aposto que se tivesse ido para o time do Blake teria sido melhor aproveitada). Eu particularmente escolheria uma música da Kelly Clarkson para essa batalha e as duas teriam competido de igual pra igual. O que mais me cortou o coração foi ver o filho da Cary totalmente desolado com a eliminação da mãe! Que dó!

E por fim Christina Grimmie e Joshua Howard fizeram a última batalha do time do Adam ao som de I Knew You Were Trouble, da Taylor Swift, que não foi transmitida na íntegra. Christina foi a grande vencedora e continua no programa.

Time Blake

Audra McLaughlin x Alaska & Madi

Ao som de When Will I Be Loved, do The Everly Brothers, as meninas arrebentaram. Mas achei a Audra um pouco nervosa, o que atrapalhou um pouco sua afinação. Alaska e Madi estão mais acostumadas com o palco e dominaram o ringue. Mas o potencial falou mais alto e Blake escolheu Audra, deixando a dupla desolada. Adam também ficou revoltado (pagando por ter usado o steal da forma errada) quando ninguém as roubou.

Kaleigh Glanton x Noah Lis

E olha o Michael Bublé aí de novo pessoal! Essa batalha foi com a música Everything. Esperava muito mais, e ambos deixaram muito a desejar. Apesar de amar essa música, não achei que foi justa com a Kaleigh e isso refletiu em sua performance. Entretanto Noah podia ter arrebentado, mas acho que o nervosismo falou mais alto. Mais uma vez Blake escolheu pelo potencial levando Kaleigh para a próxima fase.

E por fim, Ryan Whyte Maloney ganhou sua batalha contra Cali Tucker que foi ao som de What’s Love Got to Do with It, da Tina Tuner. Fiquei curioso com essa batalha, porém só vimos um pedaço. Uma pena!

Team Shakira

Deja Hall x Music Box

Cantando Eternal Flame, do The Bangles, elas arrebentaram. Mas a atitude de Music durante os ensaios – e até mesmo na batalha – me deixou perplexo. Claro que aqui temos que levar em consideração que o programa é editado e que isso é uma competição, mas esperava um pouco mais de carinho dela com sua inexperiente concorrente. Ainda mais ela sendo mãe! Ela nem nenhum momento mostrou carinho e atenção.

Mas voltando a batalha, Shakira acabou escolhendo Deja e Usher roubou Music. Espero que ele consiga quebrar essa barreira e mostre um lado mais humano da senhorita Box, pois se o público não se identificar com ela, já era.

Ps: Ainda estou tentando entender o que leva uma pessoa escolher o nome artístico Music Box!

Emily B x Cierra Mickens

Encerrando a primeira parte das batalhas, elas cantaram Brave, da Sara Bareilles. Estava ansioso para ver essas duas de novo e elas não me decepcionaram. Nunca pensei que essa música fosse tão difícil, conforme mostrado nos ensaios. O mais legal foi ver que as duas se tornaram amigas fora do programa e isso refletiu durante a apresentação. Eu particularmente não consegui escolher qual das duas foi a melhor e só tinha uma certeza: que ambas tinham que continuar.

Shakira levou Emily para a próxima fase e depois de um suspense desnecessário, pois já sabíamos que ele ainda tinha um steal e era a última batalha, Usher roubou Cierra. Ainda bem!

04

 

Kristen Merlin enfrentou Lindsay Bruce cantando Turn On the Radio, da Reba. Outra batalha que estava esperando mas que não foi mostrada na integra. Kristen foi a grande vencedora e estou esperando pela sua próxima apresentação.

05

Team Usher

Madilyn Paige x Tanner James

Fofura define essa batalha ao som de Everything Has Changed, da Taylor Swift com Ed Sheeran. A química que falta em Dawn e Hawkes sobra nessa dupla. Claro que a música ajudou muito e Usher fez um trabalho incrível com eles. Realmente a voz de Madilyn é única e ela seguiu no programa. Bem que eles podiam fazer igual ao The X Factor e deixar os dois seguirem na competição, mas como uma dupla!

02

Bria Kelly x Tess Boyer

Piece of My Heart, da Erma Franklin, foi a música dessa apresentação que fechou a primeira noite da segunda parte das batalhas e a última do time do Usher. Bria era a mais cotada, já que nos blinds virou todas a cadeiras e Tess foi escolhida somente pelo seu técnico. Mas ela não deixou barato e competiu de igual pra igual. Por um momento achei que Usher fosse escolher a Tess, mas ele ficou com o potencial de Bria. Pressionado pelos outros jurados, Blake acabou roubando Tess e por mais que eu tenha gostado de sua apresentação, achei o uso desse recurso errado. Agora vamos ver o que o Blake vai fazer com ela.

Os knockouts e os atuais ajudantes saem de cena e abrem espaço para mais uma rodada de batalhas e todos os técnicos terão ajuda de Chris Martin, vocalista do Coldplay. Pelos teasers mostrados nesses episódios, teremos mais épicas batalhas e estou esperando ansiosamente por elas.

Preview

Usher conseguiu montar um dos melhores times da temporada e vai ter muito trabalho para eliminar a metade. Seguido por Shakira, que precisa encontrar um caminho e tomar melhor suas decisões. Espero que Martin faça um melhor trabalho que Aloe no time do Adam e Blake tem a melhor participante, Sisaundra Lewis, o que não deixa de ser ruim, já que somente um pode ser o vencedor!

Times

Adam: Christina Grimmie, Dawn e Hawkes, Sam Behymer, Josh Kaufman, Delvin Choice, Kat Perkins, Jake Barker (R), Brittnee Camelle (R).

Shakira: Kristen Merlin, Deja Hall, Emily B, Ddendyl, Clarissa Serna, Dani Moz, Josh Murley (R), Patrick Thomson (R).

Usher: Bria Kelly, Madilyn Paige, T.J. Wilkins, Stevie Jo, Morgan Wallen, Melissa Jiménez, Music Box (R), Cierra Mickens (R).

Blake: Ryan Whyte Maloney, Audra McLaughlin, Kaleigh Glanton, Sisaundra Lewis, Jake Worthington, Megan Rüger, Biff Gore (R), Tess Boyer (R).

(R) de Steal.

Semana que vem tem mais. Até lá!

Nashville – We’ve Got Things To Do e Your Wild Life Is Gonna Get You Down

Data/Hora 31/03/2014, 22:30. Autor
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Metendo os pés pelas mãos. Bem-vinda de volta, Juliette!

Muito aconteceu nos dois últimos episódios de Nashville. A ida de Juliette para a Highway 65 finalmente se concretiza, mas essa enorme transição em sua carreira não poderia ser tão simples e descomplicada…

Juliette está ansiosa para colocar a “mão na massa”, mostrar serviço, gravar um novo álbum o quanto antes, e contar ao mundo que ela agora é oficialmente uma artista da Highway 65. Mais do que isso: Juju quer mostrar ao mundo que está de volta, firme e talvez mais forte e centrada do que nunca – afinal, “don’t put dirt on my grave just yet”. Sua associação com Rayna certamente será benéfica e pode trazer parte de sua base de fãs debandada de volta.

Ninguém pode culpá-la por isso; sua ansiedade é compreensível. Mas… Juliette continua sendo Juliette, e como diria aquele velho ditado, velhos hábitos nunca morrem. Paciência e cautela nunca foram seu ponto forte, e não seria diferente agora. Então, ao invés de acatar a estratégia proposta por Rayna e manter-se por mais algum tempo longe dos holofotes para ter tempo suficiente para gravar um novo álbum digno de seu talento – além de permitir à Rayna anunciá-la no momento certo como o novo reforço da Highway 65 –, Juju fica enfurecida pela atenção que Scarlett vem recebendo na festa que antecede o show de Rayna no Grand Ole Opry e, claro, mete os pés pelas mãos.

“Eu deveria saber que o meu contrato com a Highway 65 incluiria uma ordem de silêncio.” – Juliette

Impulsiva, sobe no palco e anuncia por conta própria a sua contratação, arruinando todo o planejamento da gravadora. O tiro sai pela culatra, claro – afinal, o mundo country ainda não a perdoou –, e não resta nada a uma furiosa Rayna a não ser controlar o prejuízo. Convida Juliette para um dueto em sua grande noite no Grand Ole Opry, mas fica claro que ainda é cedo para o retorno triunfal de Juju.

Esse lado de Juliette me irrita profundamente, confesso. Muito embora a personagem tenha evoluído absurdamente desde o início da série, atitudes como essa me fazem perder um pouquinho a paciência (e a fé). Por outro lado, acredito também que uma recaída de vez em quando é parte inevitável desta longa jornada de Juliette rumo à sua humanização. Mudanças tão significativas não ocorrem da noite para o dia, e eu continuo acreditando na versão “aprimorada” da personagem que nos acostumamos a ver nesta 2ª temporada.

Seu relacionamento com Avery também sofreu nestes dois últimos episódios, e, ao que parece, a “culpa” é de Scarlett. Depois do fiasco com Liam, a moça ainda não se sente à vontade ou mesmo preparada para trabalhar com um estranho. A ideia de trazer Avery para a produção de seu álbum foi genial, afinal, eu sempre acreditei que o relacionamento entre os dois era muito melhor como uma parceria musical, nada mais. Além disso, foi bacana ver Scarlett dar uma oportunidade tão bacana ao seu ex-namorado, reconhecendo o seu enorme talento como produtor. Mas… e Juliette, como fica?

Enciumada e insatisfeita, claro. Afinal, Avery fez um escarcéu e ficou extremamente ofendido quando ela lhe ofereceu posição semelhante em seu contrato com a Edgehill. Se ele não aceita ficar à sombra de Juliette, parafraseando suas próprias palavras, por que diabos agora ele não vê problema nenhum em fazer o mesmo por Scarlett? Coerência manda lembranças, Avery. Juju está coberta de razão. No lugar dela, quem não sentiria o mesmo?

Ele perde o retorno triunfal da namorada, em nova turnê que busca reconquistar seu público cativo, e não pode comparecer à festa pós-show, pois está compondo com Scarlett. A mesma Scarlett, inclusive, que agora é responsável pelos shows de abertura desta turnê. Juliette, claro, se vinga da única maneira que sabe: descontando toda a sua frustração em Scarlett, que, por sua vez, está cada vez mais dependente de suas misteriosas pílulas. Um ciclo vicioso sem fim…

Em uma cena bastante emocionante, Scarlett confessa à Juju aquilo que todos nós já estamos cansados de saber: que ela não queria fazer parte dessa turnê e que gosta apenas de fazer música, mas não de todo o resto que inevitavelmente vem com uma carreira musical. Ela não se encaixa naquela vida, e não faz mais o menor esforço para disfarçar seu descontentamento. Constata que todos os seus amigos seguiram seus próprios caminhos sem ela, e que está muito infeliz com o rumo que sua vida está tomando.

Gostei muito da cena entre as duas, justamente porque ambas não poderiam ser mais opostas em matéria de atitude e personalidade. Juju, portanto, não estaria disposta a ouvir passivamente todas as reclamações de Scarlett sem, em troca, lhe jogar toda a verdade na cara. Enfim, alguém nesta série se dignou a dizer à Scarlett o que ela precisava ter ouvido já há muito tempo: é exatamente esta dor, esta angústia e esta agonia que a tornam uma artista tão especial. Se ela perseverar, será uma grande cantora. Então, nas palavras de Juju, Scarlett está sem sorte: não será demitida de sua turnê. Foi um recado dado em alto e bom som: “seja forte, engula o choro, e pelo amor de Deus, ao menos uma vez faça um esforço para perceber o tamanho da oportunidade que está tendo.” 

Scarlett

 

“Juliette Barnes me pediu para vir até aqui e fazer bastante barulho para vocês. Mas eu sou o tipo de artista que prefere sussurrar.” – Scarlett

Mas depois de tantas e tantas semanas apenas reclamando de Scarlett, hoje eu tenho que dar o braço a torcer um pouquinho, e elogiar a sua atitude desafiadora. Sendo o pivô da briga entre Juliette e Avery, Scarlett sequer dá ouvidos à Juju e inicia seu show tocando justamente a música nova que ela a havia proibido de tocar. E é disso que eu estou falando: por onde anda esta Scarlett no resto do tempo? Em todas as outras áreas de sua vida? Com isso, Scarlett prova que é, sim, uma mulher forte, capaz de lutar suas próprias batalhas e por seus sonhos, e eu me recuso a acreditar que este seja apenas um efeito colateral das tais pílulas. Por que não podemos ver mais desta Scarlett? A julgar pelo final do último episódio, sabemos que o arco de seu vício – de fato, o único legado de Liam – está longe de acabar. Muito pelo contrário: acredito que ele chegará ao seu ápice apenas no final desta temporada, e isso me deixa com muita preguiça da personagem.

Avery e Juju, por outro lado, também tem uma franca conversa sobre seu relacionamento em outra cena muito tocante. Na hora da verdade, Juliette confessa seu maior medo: o de, mais uma vez, ser magoada pelo amor. Perdidamente apaixonada por Avery, ela sabe que seu coração está nas mãos dele, e isso a deixa aterrorizada.

“Eu confio em você. O que me deixa com ainda mais medo. Você tem o meu coração. Você é capaz de me destruir.” – Juliette

Com a promessa de Avery de que ele jamais faria isso, a paz volta a reinar para Juvery. Mas ver Juliette capaz de ponderar de forma tão madura sobre seus fantasmas me faz ter uma esperança ainda maior – no casal, e também na personagem.

Maddie

 

Enquanto isso, Rayna, que há muito estava apagada na trama da série, enfim, volta a fazer jus ao seu status de protagonista. Com um foco maior nos arcos “musicais” da trama, Rayna volta a brilhar. Mas isso não significa que sua vida está livre de dramas, às vezes bastante desnecessários (sim, Luke, estou olhando para você).

Maddie chegou de vez à adolescência e, para provar que não é mais apenas aquela menininha talentosa que conhecemos no início da série, ela resolveu se rebelar. Quer seguir a carreira da mãe, mas – vejam só – isso vai contra todas as vontades do pai. Incrível como Teddy consegue ser insuportável e sofrível até quando tem lá um certo fundo de razão. Fiquei bastante surpresa com sua atitude de pedir a ajuda de Deacon nessa questão, mas de nada adiantou. Ele não está errado em querer que Maddie se dedique mais aos seus estudos. Até porque, tudo indica que seu desempenho escolar está sendo prejudicado por sua obsessão pela música. Há que se encontrar um equilíbrio entre as duas atividades, e é aí que Teddy falha miseravelmente.

Sua intransigência ainda vai lhe trazer uma enorme dor de cabeça. Rayna fica ali, no meio da guerra entre pai e filha – e Deacon! –, mas tenta mais uma vez ser uma boa mãe ao ficar ao lado de Teddy desta vez. Inclusive, tenta preservar a filha da imprensa e da curiosidade do público, deixando-a – junto com Daphne – sempre à margem dos holofotes. E isso sempre funcionou muito bem para a família Conrad. Até agora. Maddie cresceu e, como poucos na sua idade, sabe muito bem o que quer da vida. Controlar a sua exposição será um desafio e uma tarefa muito mais árdua a partir de agora, pelo simples fato de que ela quer se expor. Prova disso é o vídeo que a menina posta no youtube usando o sobrenome de Deacon. Confusão certa num futuro próximo, claro.

O vídeo que o filho de Luke gravou e colocou nas redes sociais pode até ter sido deletado logo em seguida, mas o estrago já estava feito. Que consequências esta (não tão) indesejada exposição de Maddie trará? Por mais que queira seguir uma carreira na música e tenha talento de sobra para isso, ela ainda é uma menina ingênua e com certeza não ponderou sobre as consequências de seu pequeno ato de rebeldia. Como “Maddie Claybourne”, a história não vai demorar a sair do controle, e o mundo logo saberá a identidade de seu verdadeiro pai. Fácil prever que muita gente vai acabar magoada nessa história, inclusive – e talvez principalmente – a própria Maddie.

LukeRayna

“Decon é o meu passado. Você é o meu presente, e espero que também o meu futuro.” – Rayna

O que eu não entendi até agora foi o motivo do “chilique” de Luke. Ciúmes, talvez? Ele descobriu que Deacon é o pai de Maddie, ok. Foi pego de surpresa e completamente desprevenido. Mas sério mesmo que ele vai ficar brabo por – finalmente – ter entendido o “por que de Deacon estar sempre presente”? Rayna e Deacon tem uma história, um passado – que, inclusive, é de conhecimento público. Ele, portanto, sempre soube disso, e, até agora, gostava muito de Deacon, inclusive oferecendo-lhe uma oportunidade em sua turnê. Por que esse retrocesso agora? Por que tratar Deacon com frieza – e pior: esperando que Deacon entenda o motivo para tanto? Ah, Luke…

O fato de Will Chase, intérprete de Luke, ter sido promovido ao elenco regular da série (juntamente com Oliver Hudson e seu Jeff Fordham) me preocupa bastante. Isso porque, ainda que ele seja o atual interesse amoroso da nossa protagonista, até agora, vejo o personagem como um dos mais avulsos da série, sem muito propósito e sem dizer muito a que veio (a não ser colocar um obstáculo entre Rayna e Deacon). Na minha opinião, como acontece com tantos outros personagens nesta temporada, ele se destaca apenas quando está em cima dos palcos.

Falando em Deacon, sua vida continua uma grande montanha-russa, cheia de altos e baixos. Sua carreira solo vai bem, ele ganhou uma posição de destaque na turnê de Luke, e ouviu Maddie chamá-lo de pai pela primeira vez (confesso que suspirei nessa cena). Mas, como nem tudo são flores, o outro lado da moeda veio como uma porrada na boca do estômago quando ele descobriu a infidelidade de Megan.

DeaconMeganTeddy

Teddy bem que merecia aquele soco não dado. Mas Deacon provou mais uma vez ser uma pessoa melhor do que isso. Magoado, quer ver Megan pelas costas.

“Por que você ainda está aqui? Estou cansado de ser salvo.” – Deacon

Megan fica preocupada com o descontrole emocional de Deacon ao vê-lo completamente transtornado, mas… Sério mesmo? Megan, querida, você deveria ter se preocupado com Deacon há pelo menos uns dois episódios, quando decidiu que transar com Teddy seria uma boa ideia. #ficadica De que adianta essa preocupação toda agora? Para mim, o nome disso é culpa, e apenas isso. Deacon já passou por coisa muito pior na vida, e não vai deixar que essa história o leve novamente para o fundo do poço. O que vocês acham? Veremos.

LaylaWillGunnar

 

E eis que Will Lexington se casa com Layla. Zzzzzzz… Dizer que este arco já deu virou eufemismo, pleonasmo vicioso, insira-aqui-a-figura-de-linguagem-de-sua-preferência. Nada neste casal funciona. Mesmo as tentativas de humanizar Layla, com todo aquele drama de meus-pais-não-aceitam-este-casamento, saíram pela culatra. O público de Nashville merece mais do que isso. Não gostamos e não aceitamos a personagem justamente pelo retrato que nos foi apresentado desde o começo de sua participação na série. E quem pode nos culpar? Ela não tem nenhum carisma, talento, e NINGUÉM torce por ela.

Minha paciência também se esgotou com Will há tempos. Fui ingênua o suficiente para acreditar que sua tentativa de suicídio o salvaria, que seria suficiente para fazê-lo enxergar que suas atitudes e pensamentos estavam muito errados. Achei que aquele seria o início de uma linda jornada de auto-aceitação. Eu não poderia estar mais errada. Tenho pena do Gunnar. Quantas vezes ele já tentou mostrar a seu amigo que as coisas não são bem por aí?

A homossexualidade de Will se esfrega nos olhos de quem quiser ver, inclusive nos de Jeff Fordham, que há tempos questiona a sexualidade de sua nova estrela. Gunnar escolheu ser leal à seu amigo, mas… Quantos outros Brents existem na vida de Will? Ele acha mesmo que essa sua história vai acabar bem? Até quando?

A única coisa bacana foi ter Brent de volta como empresário de Layla, completamente fracassada depois de ser demitida pela Edgehill. A estupidez de Will em breve vai voltar para morder a sua própria bunda, e ele só tem a si mesmo para culpar.

GunnarZoe

Para terminar, o que dizer de Gunnar, Zoey, Avery e sua (quase) banda? Sinceramente, não consigo pensar em nada para dizer além de: não entendi nada. Gunnar, teoricamente aquele que tem a carreira mais estável entre os três, era também o mais comprometido em fazer aquela banda linda dar certo. Com a inexplicável recusa de Avery em fazer parte daquilo, nosso compositor favorito sequer conseguiu o apoio de Zoey… Também inexplicável. Então você faz um bom teste para backing vocal de uma banda e, antes mesmo de saber o resultado, se desfaz de todas as outras oportunidades de trabalho? Como assim, Zoey? Tá aí, um arco que começou bem, mas parou de fazer qualquer sentido para mim, pelo menos por enquanto…

Com a negativa de seu teste, Zoey volta à estaca zero. Mas… O que isso significará para a banda? Eu sinceramente espero que esta história não morra, porque é o único arco decente de que Zoey participou até hoje. Aqueles três são infinitamente melhores como colegas de banda do que como “amantes”. Será que Avery vai dar o braço a torcer? Espero que sim.

A promo do episódio desta semana mostra que o final de temporada promete para todos. O que podemos esperar deste novo escândalo? Preparados para esta reta final?

 

A boa notícia é que Nashville passa a respirar um pouquinho mais aliviada quando o assunto é renovação. Os números da série, em si, não mudaram em quase nada (no último episódio, registrou 5.19 milhões de telespectadores e 1.3 na demo), mas, diante da queda significativa nos números de tantas outras séries da ABC, os sites de análise de audiência, de maneira geral, passaram a considerá-la como “provável renovação”. Ai, ABC… Pra que demorar tanto em anunciar os cancelamentos e renovações? Resta-nos continuar esperando…

Até semana que vem!

Modern Family – Las Vegas

Data/Hora 31/03/2014, 21:30. Autor
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Roteiro. Essa é a palavra para definir Las Vegas. Não fossem pelas engenhosidades da trama e o modo como tudo aconteceu, de forma tão natural e ao mesmo tempo hilária, esse poderia ter sido apenas mais um episódio na série. Mas não, com um roteiro genial, Las Vegas se torna um dos melhores episódios da série. E não é exagero!

Nessa temporada de experimentações, Modern Family encontrou o tom perfeito para que o episódio não caísse no mesmice e nem no esquecimento dos telespectadores. Primeiro porque excluiu o núcleo infantil e segundo porque conseguiu amarrar a trama de modo a nos surpreender.

A cidade dos acontecimentos mais inesperados do mundo cinematográfico não podia ficar de fora das histórias da série e, sabendo da responsabilidade de se fazer algo inovador nos hotéis luxuosos, os atores conseguiram entregar cenas hilárias de seus personagens.

A frase “o que acontece em Vegas, fica em Vegas” não poderia ser mais evidente nos personagens, principalmente Claire. O que motivou a loira a viajar foi a tentativa de recuperar um dinheiro que a cidade “lhe roubou”. Se Las Vegas se resume à cassinos luxuosos, nada melhor que umas apostas em algum desses cassinos. E foi o que Claire fez para conseguir o dinheiro de volta, principalmente quando descobriu que Gloria era seu amuleto da sorte.

Outro que não foge dos famosos dizeres é Cam. Na tentativa de dar aquela fugidinha de Mitchell, ele participa até da despedida de solteiro do ex-namorado do ruivo. Mitchell, por sua vez, garante uma grana no jogo de black jack e enquanto isso, Phil mostra seus “talentos” de mágico e vira celebridade no mundo dos truques. Jay e Gloria passeiam nos corredores do hotel e a mulher tenta, de todas as maneiras, evitar que o marido veja a versão feminina de Berkley, o cachorro garçom. Em um desses passeios, Jay descobre que há algumas alas no hotel que oferecem melhores serviços do que a que ele está hospedado. Depois de todos se aventurarem durante o dia, a noite os personagens se encontram.

O elo entre eles é o mordomo interpretado por Stephen Merchant (Hello Ladies). Com um personagem bastante peculiar, Stephen foi o responsável por dar à trama o tom que faltava: as situações inesperadas que acontecem em Las Vegas. O abre e fecha de portas, os desencontros e o atencioso mordomo, que deve ter achado essa família muito mais do que moderna, foram os detalhes que fizeram do episódio digno de ser lembrado.

Grey’s Anatomy – We Gotta Get Out of This Place e Do You Know?

Data/Hora 31/03/2014, 19:42. Autor
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Eu atrasei a review de We Gotta Get Out of This Place e pensei “ok, faço junto com a do próximo episódio”. E aí Do You Know? aconteceu e eu fiquei seriamente chateada. Simplesmente porque o único episódio exibido não pode ser comentado juntamente com outro episódio. O que fazer, então?

Vou resumir, então, uma review em um parágrafo (enquanto chibato minhas costas): o plot do Weber ficou bacana e interessante, e acho que encontraram o lugar dele no mundo – ensinar os internos; Callie e Derek brigaram, e Torres fez o favor de falar tudo que Derek precisava ouvir – plot bacana e com final animador; e April e Jackson conseguiram não ser completamente chatos, muito embora a participação da Mama Avery tenha sido um tanto quanto extrema.

Pronto. Vamos, então, ao especial da Cristina. Uma proposta completamente diferente – até mesmo do episódio do futuro alternativo – e um tanto quanto lenta. Pra mim, um episódio cinco estrelas. Por explicar pra humanidade o porquê de Crowen ser impossível (e aqui aviso que se Shonda deixá-los juntos depois disso eu vou enlouquecer).

Sim. Eu sei que faz MUITO TEMPO que sabemos que Crowen é inviável. Shonda já mostrou isso de umas 50 formas diferentes. Mas tá cheio de gente que acha que não. Tá cheio de gente que não entende a Cristina. E, vamos combinar, esse episódio explicou didaticamente o porquê das coisas serem assim. Pode até ter sido mais do mesmo. Mas foi de qualidade.

E mais: quem acha que esse episódio foi apenas sobre Crowen está bem enganado. O episódio foi, também, sobre Mer e Yang. Foi sobre essa amizade linda. Afinal de contas, é impossível falar de Cristina sem falar de Meredith.

Dito tudo isso, vamos ao episódio.

Yang começou o episódio sendo o tubarão que costuma ser e consertando o que não poderia ser consertado. Mas sua “obra-prima” corre riscos, afinal de contas, paraplégico, o paciente vai decidir se decide viver ou morrer. E é aí que a brincadeira toda começa.

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O paciente decide morrer. Yang fica muito abalada por ela ter salvado alguém que opta por morrer, jogando “tudo aquilo no lixo”. E resolve ir até o elevador – enquanto a mão de Jackson é esmagada por acidente – falar com Hunt. Carente e chateada, ela diz que eles não devem jogar tudo o que construíram no lixo. E os dois decidem ficar juntos.

Eles adotam a Sra. Rodriguez (um cachorro “igual” Yang. Que se afeiçoa ao bicho, e por mais improvável que isso possa parecer, soou plausível). Passam por problemas, já que Hunt quer ir pra Alemanha chefiar uma divisão militar junto com Teddy, e Yang se recusa a ir. Yang engravida. Se desespera no parto. Não sabe lidar com a maternidade. Se sente culpada por ter que escolher entre o filho e o dia-a-dia da profissão. Enquanto que Owen está feliz e radiante, brincando com o filho no parquinho, Yang espera, desolada, o segundo filho.

É o dia de entrega do Haper Avery. Quem leva o prêmio é Shane, que implantou a fase 3 do estudo dos eletrodos, já que Yang estava às voltas com a família. Yang está IMENSAMENTE infeliz. Devastada.

Grey's Anatomy - Do you know

O paciente decide viver. Yang fica muito eufórica por ela ter salvado alguém através de uma cirurgia tão difícil. E resolve ir até o elevador – enquanto a mão de Jackson é esmagada por acidente – falar com Hunt. Feliz, ela chama Owen para comemorar com safadeza. E os dois decidem ficar juntos sem estar juntos. Ou seja: o que estão tentando fazer agora, pela enésima vez.

Owen e Yang continuam com o seu esquema de ficar juntos – fazer sexo – terminar – fazer sexo. Continuam com as mesmas brigas. Ele quer filhos, ela não. Ele continua extremamente humano, ela se fecha na pesquisa e passa a responder cada vez menos às emoções dos outros. Depois de muitos términos, Yang resolve não voltar mais com Owen. Enquanto que Yang está focada e feliz,  Owen vê sua carreira ruir em decorrência das constantes bebedeiras e da fúria que se instalou em seu ser.

É o dia de entrega do Haper Avery. Quem leva o prêmio é Yang, pelo 4° ano consecutivo. Owen está IMENSAMENTE infeliz. Devastado.

O paciente decide morrer. Yang fica abalada, mas compreende a opção de Jason. Ela olha para Owen, mas hesita em ir até o elevador. Com isso, alerta Jackson, que não prensa a mão na parede. Ela decide ir até o elevador, mas Mer a chama. Owen entra no elevador, e Yang desiste de ir atrás dele.

São 3 os panoramas que nos são apresentados. Dois deles avançam 15 anos no futuro e deixam bem claro que não há caminho para a felicidade de Owen E de Yang. Quando um está satisfeito, o outro está mortalmente infeliz. Os anseios de ambos são muito diferentes. Incompatíveis. Nem sempre o amor é suficiente, afinal de contas.

O outro panorama é o “real”. É o que acaba sendo. E que acaba preponderando. E dá mostras de que sim, é o fim de Crowen. De uma história que vai tarde demais.

Greys Anatomy - Do You Know

Existe um, apenas um, ponto em comum entre os 3 panoramas. Entre o que poderia ser, e o que será. Meredith. Me comoveu ver que seja qual for o caminho que Yang optar por tomar, ela o trilhará com o apoio da amiga. As gêmeas esquisitas, as person, são eternas. São para sempre. Seja na alegria, seja na tristeza.

E pra mim esse foi o diferencial do episódio que, afinal de contas, foi para homenagear e relembrar. Que se Crowen é inviável, a amizade delas não. Aconteça o que acontecer.

E isso me comoveu, como eu disse, mas também entristeceu. Porque está acabando. Serão apenas mais 7 episódios do bromance mais incrível da história dos seriados. E me sinto perdida, sem saber para onde ir. Sem saber o que será de Grey’s – e de todos nós – sem a metade de Meredith. Mas sinto, também, que esse episódio foi um ótimo encerramento para Yang. Renovou nosso conhecimento acerca dela. E talvez tenha nos explicado os motivos para ela partir: para ser completamente feliz e não causar danos ao Owen, é necessário guardar distância. E está aí a novidade do episódio. Talvez a coexistencia seja impossível, já que os caminhos deles acabam se cruzando. Então, a distância passa a ser vital. Talvez seja esse o caminho que Yang irá traçar.

Mas sinto, também, que esse episódio foi um ótimo encerramento para Yang. Renovou nosso conhecimento acerca dela. E talvez tenha nos explicado os motivos para ela partir: para ser completamente feliz e não causar danos ao Owen, é necessário guardar distância. Distância essa que, acredito, ela buscará.

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Gostei também de ver como a equipe de roteiristas brincou com o futuro. O celular modernoso da Mer, Callie e Derek no projeto Robocop, Bailey fazendo um programa de saúde preventiva na TV, Shane dando certo na vida, April e Jackson superando as dificuldades, o Chief velhinho por perto, o conselho ainda gerindo o hospital. E gostei da brincadeira com o “casamento”. A menção ao Burke e ao finale da 3ª temporada, que acabou não sendo uma menção. E os uniformes estilosos “do futuro”? UM LUXO! Pequenas coisas que me fizeram feliz. Brincadeiras, mas que deram uma mostra – ainda que mínima – de que o futuro em Grey’s Anatomy pode não ser tão devastador.

Nessa semana, voltamos à programação normal de GA com You Be Illin. E vai ser, pelo plot, um bom episódio. Até lá!

P.S: Sei que quase ninguém curtiu o episódio. Podem me “xingar” nos comentários! =P

The Blacklist – Ivan

Data/Hora 31/03/2014, 14:52. Autor
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Ivan foi um episódio diferente. No final das contas, o culpado da semana não tinha relação nenhuma com a lista negra de Red. O hacker adolescente apenas se utilizou da fama do russo Ivan para roubar uma espécie de chave mestra tecnológica e criar o caos. E tudo por amor. E Red, por consequência, precisou se envolver pouco nas investigações – apesar de que sem as dicas deles, SEM CHANCE de localizarem o garotinho. O legal pr

Foi meio triste perceber que um amor transloucado adolescente foi a origem de uma morte. O hackerzinho era realmente bastante transtornado, e fez tudo o que fez para impedir a mudança de cidade da amada, cujo pai era o responsável pelo tal projeto da chave mestra. A morte do cara da NSA foi um acidente, pelo qual o rapaz terá que pagar caro. Condenado e sem o amor da garota. Que triste sina.

Triste sina, também, a da Lizzie. Confesso que quando o episódio foi se aproximando do final e ela ainda não tinha percebido que o Tom era o bad guy eu fiquei MUITO irritada e frustada. LOUVEMOS AO BICHINHO AZUL ESQUISITINHO! Graças a ele a agente veio para a luz, e agora tem certeza que o marido é um criminoso da pior espécie. E graças a essa revelação tivemos uma belíssima cena entre pai e filha. Mas vamos por partes.

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Red, mais uma vez, foi BEM genial. Colocou sua equipe atrás de Jolene e descobriu o corpo da “professora” e do cowboy. E em uma tacada de mestre, ele reporta o sumiço da criminosa à Polícia. E obviamente é na porta de Lizzie que eles batem, já que Tom tinha uma certa ligação com Jolene. Pronto: isso é o suficiente para a agente do FBI ir atrás da verdade.

O problema é que Lizzie relutou muiiiito em ver a verdade. Tanto que ela dividiu TODAS as informações que obteve sobre o caso com o Tom. E vamos combinar: essas coisas você não divide nem com seu marido. Investigações costumam ser sigilosas.

A gente Keen até apanhou de Tom sem perceber que era ele o agressor. Mas graças ao bichinho azul a verdade foi jogada na sua cara. E ela FINALMENTE soube que Red estava certo desde sempre.

A cena final, entre os dois, foi muito bela. De verdade. O lance todo da música, do aparelho antigo sendo consertado, da paciência de Red em esperar que Elizabeth descobrisse e aceitasse a verdade, a forma de confortar a garota: tudo foi genial.

E a mesma promessa que é feita a ela nos é feita: tudo ficará bem. Mas acredito que não sem bastante drama. O Tom está cada vez mais acuado, as coisas com Berlim não andam bem, e ele está um pouco paranoico e a ponto de estourar.

A única coisa que me acalma é que eu sei que o Red está BEM de olho em todos os passos do cara. Com isso, Lizzie está um pouco mais segura. Mas temo pela integridade física dela, já que acredito que ela continuará o casamento para saber de mais informações sobre as atividades de Tom, e não sei se ela pedirá reforço do FBI.

Hoje à noite vai ao ar Milton Bobbit. O episódio promete muito. E acredito que vai nos entregar o que promete. Até lá.

P.S.1: acho Ressler e Lizzie muito fofos juntos. Eles se preocupam um com o outro, e isso é adorável.

P.S.2: Parminder Nagra poderia ser melhor aproveitada, né? É!

Bates Motel – Check-out

Data/Hora 31/03/2014, 11:00. Autor
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Quarenta minutos foi pouco tempo para o tanto de coisas ocorridas em Bates Motel, na última semana! Como há vários episódios, o plot central continuou sendo entre Dylan e Norman, a relação que já era conturbada na primeira temporada e que, agora, entendemos por quê. No capítulo anterior, a Norma revelou ao filho que o irmão, aquele que abusava dela na adolescência, era o pai biológico do rapaz, que ficou atordoado com a novidade. A informação inesperada serviu para que a gente entendesse a falta de interesse que a Norma tem pelo filho mais velho.

Muitas vezes, a gente assistiu a cenas que deixavam claro que a Norma até se esforçava para amar o Dylan, mas parecia que uma força maior a impedia de tal sentimento. E se o fato dele ser fruto de um estupro explica essa condição, confesso que tenho minhas dúvidas se a Norma está dizendo a verdade por completo. Quando o Dylan conversou com o irmão dela (e pai dele, até que se prove o contrário) sobre o que a mãe lhe havia contado, o homem me pareceu muito honesto ao dizer que “não foi bem dessa maneira”. Ele não negou que fez sexo com a própria irmã, mas, ao que tudo indica, a história é bem mais complexa do que a Norma conta.

O Dylan ficou tão perdido no meio desse fogo cruzado, que se embebedou e amanheceu desmaiado no carro em frente ao motel. Já em um dos quartos, estendido na cama, a Norma até olhou o filho com piedade, mas foi incapaz de dizer um “eu te amo” e deixou o rapaz sozinho logo em seguida. Mais tarde, quando ele decidiu sair de casa, ela sapateou, chorou e, mais uma vez, não disse as três palavrinhas mágicas. Eu acho que ela ama o Dylan, sim, mas, talvez, nem ela saiba disso ainda. Tenho pena do Dylan, que é um bom rapaz apesar de certos valores distorcidos. Com uma mãe atenciosa, ele poderia ser “cem por cento”.

O “queridinho” da Norma – o Norman, é claro – vai de mal a pior. Na semana passada, eu disse que ele atraía más companhias, mas a má companhia é ele mesmo. Até a menina rebelde ficou assustada com as atitudes dele. Ao lidar com o tio, irmão da mãe, ele ficou psicótico e, em um momento bizarro, personificou a mãe, como se fosse a própria Norma que estivesse dizendo umas verdades ao irmão. O Fred Highmore, que começou a série muito bem, está excelente e esse episódio foi dele! Ele encontra o ponto certo ao interpretar aqueles surtos psicóticos e passa longe de ser caricato… ao invés disso, a gente fica tenso, verdadeiramente tenso, torcendo para que aquela cena acabe logo (junto com a nossa agonia). Apesar das intenções, o Norman não conseguiu matar o tio – até porque, essa história ainda vai render muito. Já o fato dele personificar a mãe foi interessante, pois remente ao filme Psicose, em que o protagonista usava as roupas da mãe, se passava por ela, no interior da casa (sem querer contar o final…).

Bates Motel 2X5 3

Mas vamos falar de coisas leves. A Emma vive uma paixonite adolescente, açucarada, com um menino fofo que vende maconha (essa segunda parte não é tão fofa, mas é White Pine Bay, né, gente?). Ela achou que tinha tido a primeira noite dela com ele e se sentiu “aliviada” ao saber que não. Ele ficou desconcertado com o verbo escolhido por ela (é tipo beijar e, em seguida, pedir desculpa), mas acabou entendendo os motivos dela e, pelo jeito, a primeira vez da Emma não vai demorar a acontecer. Se eu fosse ela, parava de me preocupar com Norman e me jogava nos braços do gatcheenho – ele é menos problemático e muuuuito mais bonito que o Norman, convenhamos. Se bem que quando a esmola é demais, o santo desconfia. E ali a esmola é demais… Hohoho.

Por fim, o xerife Romero foi ameaçar o cara loiro e insuportável, que trabalha mais ou menos com o Dylan (não consegui achar o nome dele), pelas matanças na cidade. Ao que parece, o tiro saiu pela culatara, já que, na última cena do episódio, a casa do xerife apareceu em chamas (e como existiam macas na cena, imagino que pessoas estavam lá dentro). Ou seja… É White Pine Bay que vai pegar (ainda mais) fogo!

The Walking Dead – A

Data/Hora 31/03/2014, 09:32. Autor
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Antes de começar a falar qualquer coisa sobre esse season finale preciso dizer que estou aliviado! Nenhum dos nossos personagens favoritos morreu, apesar de Beth, Tyreese, Carol e Judith ainda estarem desaparecidos. Eles não precisaram usar o recurso de matar alguém para fazer o episódio emocionante. Também pouco respondeu aos questionamentos e dúvidas mostradas ao longo da temporada, pelo contrário, lançou outras tantas novas. Mas mesmo assim foi um episódio eletrizante!

Caminho para Terminus

Rick, Michonne e Carl estão seguindo seu caminho para Terminus quando são surpreendidos pelo grupo de Joe, que está disposto a vingar a morte do seu amigo custe o que custar. E com isso tivemos o primeiro grande momento do episódio: Daryl aparece e os defende! Só que essa defesa não sai de graça e eles acabam entrando em um combate.

Enquanto Daryl apanha, Michonne e Rick estão sob a mira de uma arma e Carl está nos braços de um dos “capangas” de Joe. Ao ver seu filho naquelas condições (quase sendo violentado) Rick junta todas as suas forças, consegue se desvencilhar da arma, mata Joe com uma mordida na jugular e depois segue para salvar Carl. Com toda a fúria ele finaliza o cara sem dó nem piedade e com requintes de crueldade.

Esse ataque mexe com Rick, que fica pensativo. Daryl aparece para contar o que aconteceu com ele e o porquê estava andando com aqueles caras. De alguma forma tenta se explicar, já que se sente culpado pelo acontecimento. E dessa conversa cheia de sinceridade, temos o segundo grande momento do episódio.

Você é meu irmão!

01

Mini-flashbacks

Foi muito bom saber que aquela vontade de Rick ser fazendeiro, no início da temporada, não veio do nada. Foi o Hershel com toda sua sabedoria anciã, tentando mostrar que mesmo estando nesse novo mundo, alguns valores do antigo ainda precisavam ser mantidos. Ele tentou conscientizar Rick de que as atitudes de Carl eram reflexos da dele, e um exemplo disso acontece em A, na cena que eles estão na floresta e escutam um pedido de socorro. Carl larga tudo e segue para ajudar o homem, mas é impedido por seu pai e Michonne. Isso era típico do Rick no início da série.

Apesar dos esforços de Rick ao longo da temporada, o estrago já estava feito. Tanto que Carl confidencia a Michonne que ele tem medo de decepcionar o pai por não se tornar o homem que ele queria que fosse. Nessa hora eu fiquei com pena do menino, que mesmo tão novo já passou por tanta coisa. Estou até perdoando sua chatice, já que ele formou uma dupla bem bacana com Michonne. Eles estão fazendo muito bem um ao outro.

Terminal

E não é que esse tal de Terminal não é nada daquilo que parece? Apesar de muito bem recebidos, a educação logo acaba quando Rick vê o relógio que e Hershel deu para o Glenn no bolso de um dos anfitriões e outros pertences do grupo espalhados com as pessoas do Terminal.

Agora vamos combinar que esse pessoal atira muito mal! Até eu, com meus muitos graus de miopia, teria consegui acertar alguém. Sem ter para onde fugir e depois de passaram pelos lugares mais bizarros, Rick, Michonne, Daryl e Carl se entregam e são obrigados a entrar em um contêiner. Só que eles não estão sozinhos, nos deixando com o terceiro e último grande momento do episódio!

04

Mexeram com as pessoas erradas!

05

Balanço da Quarta Temporada

Eu dividiria essa temporada em antes e depois do ataque à prisão. Obvio que esse momento ia ser épico, já sabíamos disso, porém a preparação deixou a desejar. Foram sete episódios arrastados, que pouco acrescentaram à história e quando as coisas finalmente engrenaram, lá pelo oitavo episódio, entramos no famoso hiato.

Uma das coisas não resolvidas dessa primeira metade, e que não posso deixar de comentar, é a doença que atingiu os moradores da prisão. Ela surgiu do nada e magicamente foi curada. Esse plot se arrastou por semanas e no final não teve solução. Quer dizer, solução teve, quase todos os doentes morreram e a vida seguiu, mas deixou aquela sensação de nadar e morrer na praia.

Um dos poucos, ou se não o único, gancho muito bem aproveitado depois do hiato foi em relação a Carol. Claro que ele poderia ter sido muito melhor explorado – nunca ficamos satisfeitos – mas ele teve um início, meio e um final muito emocionante e chocante. Final esse que nos apresentou um dos melhores episódios da série (The Grove).

Mas, quando a série voltou do hiato, parece que o botão de restat foi pressionado e tivemos uma sequência de episódios excelentes, apesar de muita gente não ter gostado. Por mais que possa soar clichê, passei a olhar a série com outros olhos e discorri sobre isso na minha review do episódio Claimed.

… série deixou de ser uma ficção científica sobre o fim do mundo e passou a ser um drama sobre como aquelas pessoas iriam sobreviver nesse novo mundo…

Nessa nova sociedade, todos os valores foram revistos e a sobrevivência foi priorizada, passando por cima de qualquer outro sentimento. Rick pagou caro por suas escolhas, perdendo sua esposa e negligenciando o filho diversas vezes em prol da sobrevivência dos outros. Tanto que Carl não aguentou a pressão, afinal de contas ainda é uma criança, e o vimos desmoronar em After e em A. Outra que já comentamos por aqui e que não aguentou a pressão foi Carol e a consequência disso foram suas decisões polêmicas.

Contudo, isso só foi possível depois dos ajustes no roteiro e a decisão de separar os grupos. Isso trouxe um gás para a história, já que agora o objetivo de vida deles não seria só se manterem vivos, mas também se reunirem novamente. Com isso, outras questões existenciais, que andavam esquecidas ou adormecidas, vieram à tona, tais como lealdade, companheirismo (palavra que melhor descreve essa segunda metade da temporada) e a importância dos laços afetivos, sejam de sangue ou de amizade.

Vamos ver o que o futuro reserva para esse grupo de sobreviventes e como eles vão sair dessa enrascada em que se meteram. Será que mais alguém vai sucumbir às pressões desse novo mundo? Onde estarão Beth, Tyreese, Carol e little Judith? Espero que a próxima temporada continue com o ritmo impresso pela segunda metade dessa que acabou.

Quero agradecer a todos pela companhia ao longo dessas 16 semanas! Em outubro tem mais! Até lá!

Parenthood – Fraud Alert

Data/Hora 30/03/2014, 16:03. Autor
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Zeek sequestrou Crosby e resolveu fazer uma viagem de última hora, claramente para fugir dos problemas e decisões com a casa. Foi uma ótima viagem para ambos e ainda rendeu uma cena rara, em que Zeek fala o que realmente pensa e sente sobre a venda da casa para Crosby. Com essa viagem, a decisão sobre a casa é arrastada por mais um episódio. Me pergunto se eles realmente vão conseguir enrolar isso até o final da temporada. Espero que não!

Já Max decidiu que não vai mais à escola depois da péssima experiência na viagem. Eu achava que Kristina e Adam deveriam ter forçado-o a ir à escola, até a cena em que eles conversam com o diretor. Depois eu mudei de ideia, a escola claramente não quer que Max volte e não vai fazer nada contra os alunos que maltratam Max, então lá realmente não é o ambiente para ele. Acho que agora podemos ter certeza de que o futuro de Kristina e Adam é abrir uma escola para alunos especiais. Foi muito bom ver Max rindo e se divertindo depois daquela cena forte do episódio passado. Parenthood faz isso com a gente.

E com a temporada chegando ao final estava na hora de Joel e Julia finalmente terem uma conversa definitiva. Apesar de impulsiva, a decisão de Joel me fez crer que não teremos um final feliz para esse casal, pelo menos não nessa temporada que foi praticamente baseada na crise dos dois. E Peet apareceu novamente para não fazer muita diferença a não ser para fazer Joel pagar mais de 400 dólares num jantar (juro que demorei para voltar a prestar atenção na história, só pensava no que eles comeram para gastarem mais de 400 dólares em uma refeição). E no fim, quem realmente teve importância nessa história foi Ed e não Peet, como eu achava.

Enquanto isso, fica cada vez mais claro como está sendo difícil para Victor e Sydney essa separação e eu acho que eles devem ter mais espaço nos episódios, já que o problema não é só de Julia e Joel. Além de brigarem muito e se culparem pelo que está acontecendo, as duas crianças estão claramente infelizes e chatas e é nessa hora que Parenthood me cativa. Amber e Drew, que normalmente interagem pouco com eles, se preocupam e tentam dar um pouco de alegria e diversão para os dois. Os Braverman são uma família grande, mas muito unida e acho que esse é sempre o principal fator da série.

Para mim Mark de volta foi o ponto alto do episódio, já que eu amo ele com a Sarah e adoro o Jason Ritter. Devo dizer que esperava um pouco mais dessa volta dele, mas valeu pela cena do jantar. Ficou claro que o papel dele foi empurrar Sarah de vez para Hank, pelo menos foi isso que eu achei. Está bem confusa a relação de Sarah e Hank: ele já se declarou, mas daquela forma atrapalhada dele e disse que não queria mais vê-la. Logo depois ele mudou de ideia e os dois não se desgrudam. A Sarah não me parece apaixonada por Hank, mas também não consegue ficar longe dele. Eu sinto que essa história vem sendo empurrada desde o começo da temporada e acho que agora, na reta final, já passou da hora de termos o clímax dessa relação.

No geral, foi um bom episódio e Parenthood claramente caminha para sua reta final e acho que importantes decisões serão tomadas nos próximos episódios.

New Girl – Mars Landing

Data/Hora 30/03/2014, 10:00. Autor
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O episódio desta semana de New Girl voltou a despencar em seu humor, com Schmidt heroicamente salvando algumas gargalhadas. Mas se por um lado a trama deixou a desejar na comédia, em outro levantou questões interessantes que poderiam explicar o rumo estranho que a série tomou na sua terceira temporada.

Tem quem torça pelo par Jess & Nick. Entretanto, parte dos fãs acredita que o início do namoro entre eles foi o responsável por acabar com a graça da história. A personagem de Zooey Deschanel deixou de ser aquela garota maluquinha e sem-noção que se mete na vida de todo mundo e, cá para nós, este é o charme dela. Pois bem, no episódio Mars Landing, a garota, mais uma vez, tem uma de suas nada brilhantes ideias, que desta vez consiste em discutir a relação durante uma ressaca épica do casal.

Pelo que deu para entender, a senhorita Day já imaginou sua vida com Nick, sua casa no lago, seu cavalo e seus dois filhos tão criativos que eles mesmos escolheriam os próprios nomes. O namorado, mesmo assustado com tanta imaginação, decide falar sobre o futuro e sua rotina familiar em uma colônia de Marte. Até faz sentido. Tentar planejar os acontecimentos com tanta antecedência requer mesmo o talento de um escritor de ficção científica.

“Talvez seja loucura conversar sobre ser um caminhoneiro intergalático. Mas acho que é mais loucura ainda tentar planejar cada detalhe de nosso futuro.”

É, Nick, deve ser insano mesmo planejar algo que sequer existe e tomar qualquer decisão quando se está de ressaca. E pensar que a briga começou por um motivo banal, um mero pretexto para trazer à tona as diferenças de cada um: a  montagem de um brinquedo para o afilhado de Jess.  O nível de discernimento pós-porre de ambos é tamanho que é assim que eles se referem às peças que estão juntando.

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A inabilidade para armar  o presente de aniversário se transforma em cobrança e causa para que os problemas até então não resolvidos evoluam para o término do namoro, pois ambos não mais se reconhecem como indivíduos. A gente também não sabe em que momento exatamente eles se perderam de suas versões originais, mas parece que os roteiristas tocaram em um ponto importante e que andava ausente para o sucesso de New Girl: manter a essência de cada um dos quatro amigos e colegas de apartamento.

Cece também quebrou a regra básica do porre: “se beber, não envie mensagens de texto”. O menino com quem ela está saindo recebeu uma série de torpedos comprometedores, que deixam a modelo constrangida.

“Isso não é mensagem de texto, é um maldito romance russo.” – Schmidt sobre o conteúdo das mensagens da Cece.

A solução proposta pelo amigo para tentar remediar a situação? Enviar “um daqueles homenzinhos amarelos, os emoticons, os das… os das carinhas…”

Schmidticon

Coach, Winston e Schmidt também pagam seus respectivos micos diante das duas novas vizinhas, Laurie (Stevie Nelson) e Michelle (Alexandra Dadario, de Parenthood, White Collar e True Detective). Ajudar na mudança e culpar os amigos por eventuais “acidentes” na mobília, segundo o manual deles, são técnicas válidas de conquista.

True American, o jogo com bebidas, não foi bom para ninguém. E o rapaz australiano com quem Cece está saindo só conseguiu fazer uma piada sobre canguru, e até agora o paradeiro de sua graça é desconhecido.

Perguntas que ficam: como será o clima no apartamento agora que Nick e Jess se separaram, mas continuam a dividir o mesmo quarto? No episódio passado, Schmidt voltou para o loft e ocupou o quarto que era de Jess… Será que quase no final da temporada a série pode voltar aos trilhos?

Semana que vem não haverá episódio de New Girl, já que The Mindy Project ocupará uma hora da grade da Fox.

Então… até a próxima!

A Teia – Episódio 9

Data/Hora 29/03/2014, 11:00. Autor
Categorias Reviews


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Só falta um episódio e o pessoal não brincou em serviço. Na verdade, a frase de Baroni no momento da perseguição ao caminhão é aplicável a todo o episódio: “Ninota, se prepara para brincar de montanha russa.”

Então, clica aqui para colocar Nirvana para tocar e vamos relembrar os últimos acontecimentos?

As cenas finais do episódio anterior já tinham adiantado que Macedo e Germano conseguiriam se aproximar de Baroni, o que a gente não sabia é que, ao tentarem usar o Ney, a coisa não acabaria muito bem.

Ou melhor, a gente até sabia, porque a gente lembrava das cenas do início da série, não é mesmo?

Particularmente eu acho que a pior decisão dos dois foi mesmo usar Ney, do outro lado isso rendeu pontos extras porque, mais uma vez, trouxe um tanto de realismo: é complicado não cometer algum erro quando o outro lado desenha um plano tão certinho. Então, eu paro de reclamar porque eles realmente tinham um trabalho pesado pela frente e o tempo estava contra eles: se Baroni conseguisse escapar tudo estaria perdido.

Baroni que se revela cada vez mais psicopata – e aí minha cabeça dá um nó, porque em teoria psicopatas não conseguem se apegar e seu sentimento por Celeste parece sincero, ainda que de posse – e as cenas dos flashbacks apenas reforçam a impressão: Baroni sai da prisão direto para os braços de Celeste e dos braços dela para vingar o que aconteceu com sua mãe, resultando na tortura da mãe de Márcio Gomes e na morte deste – e a gente nem sente tanta pena assim.

No presente, a quadrilha começa a levantar acampamento para dar o golpe, enquanto Baroni segue para o Paraguai no Brutus. E a gente aflito só imaginando o que pode dar errado. Santo celular esquecido, Robin! Ou não: graças ao celular esquecido, Charles, o único a escapar do cerco ao esconderijo deles, não consegue avisar Baroni sobre o que está acontecendo em Curitiba. Do outro lado, é pela falta dele que Baroni precisa usar o orelhão em um posto de gasolina, aonde Celeste acaba vendo Macedo.

A moça, que já estava muito tensa depois do pedido de casamento do Baroni em que ela enxerga, novamente, o lado psicopata do amado, e depois do que o Ney falou, explode de vez e conta o que sabe. Algo no olhar de Baroni naquele momento no caminhão me fez pensar que, se ela não tivesse ficado seriamente machucada no acidente, ele ia dar cabo dela logo em seguida.

As cenas da perseguição, diga-se de passagem, foram excelentes – e sim, era João Miguel mesmo pendurado naquele caminhão – e eu dei vários pulos na cadeira. Só que Baroni acaba partindo apenas com Ninota nos braços, para o meio da mata, sem celular, e se sentindo acuado. Resta apenas torcer para que o pior não aconteça com a menina.

Lá em Brasília Eduardinho e o Senador continuam de conchavo, agora colocando a mãe de Macedo em um asilo. Sorte que a senhora realmente não queria que ninguém achasse os papéis e enfiou em uma gaveta na geladeira.

Confesso que a trama paralela me cansava um pouco, mas a ida da filha de Macedo para a Capital Federal tornou as coisas mais divertidas.  Só fico aqui especulando se essa trama ainda vai se ligar de alguma forma com a trama do Baroni ou, quem sabe, vira uma segunda temporada…

P.S. Macedo e Germano se passando por Ney e celeste no carro: sem preço! Diga-se: ansiosa por uma segunda temporada que incluísse esses dois.

P.S. do P.S. “Germano, quantas vezes você já foi casado mesmo? Desde quando mulher conta tudo para o marido?” Macedo, além de ótimo policial, dando aulas sobre relacionamentos, risos.

*O post foi originalmente publicado no Só Seriados de TV.

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