The Voice – The Battles, Round 2 (Parte 1)

Data/Hora 08/04/2014, 09:35. Autor
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Diferente das outras edições, essa sexta temporada veio com mais uma novidade: no lugar do habitual Knockout tivemos mais uma rodada de batalhas. É natural que mudanças assim aconteçam, uma vez que The Voice possui duas temporadas em um ano, diferente da maioria das outras competições musicais. Isso acaba se refletindo na audiência, sempre em ascensão.

Ao contrário do que aconteceu na primeira parte, nessa roda de batalhas os competidores têm entrar em consenso e escolher a música que vão cantar, dentre das três previamente selecionada pelo seu técnico. E agora todos terão o mesmo ajudante, o vocalista do Coldplay, Chris Martin.

Eu particularmente não gosto da banda do Sr. Martin (por favor, não me crucifiquem) e estava com um pé atrás, já que ele vinha substituir as maravilhosas Jill Scott (Team Usher) e Kimberly Perry (Team Blake). Por outro lado estava dando graças a deus que o inexpressivo Aloe Vera, quer dizer, Aloe Black e apagadinha Miranda Lambert estavam partindo. Contudo, Chris chegou com toda sua elegância britânica e ajudou muito todos os competidores. Seus toques foram decisivos, principalmente no time da Shakira (que continua perdida).

Não tivemos nenhuma surpresa durante as batalhas e ninguém que foi roubado continuou. A desculpa foi sempre a mesma: “vou continuar com a pessoa que esteve sempre comigo”. Muita gente que devia ter sido roubada não foi, e a desculpa também foi a mesma: “estou esperando a pessoa certa”. Resumindo, ficam segurando tanto o steal e no final acabam roubando um monte de gente que não merecia continuar.

Mas uma coisa interessante e acho que inédita aconteceu. A Tess Boyer, que durante os blinds virou somente a cadeira do Usher, nas primeiras batalhas foi roubada pelo Blake, e agora segue no time da Shakira. Realmente ela é boa e muito bonita, mas não sei se é isso tudo. Vamos ver o que ela vai aprontar nos play-offs.

Time Blake

Audra McLaughlin x Megan Rüger

A batalha escolhida para abrir essa nova etapa do programa foi ao som de The Climb, da Miley Cyrus. Não consigo achar a Audra tudo isso que os jurados escutam e prefiro o estilo meio roqueiro da Megan. Contudo, Blake resolveu continuar apostando em McLaughlin, que segue no programa.

Jake Worthington x Tess Boyer

Ao som de Have a Little Faith in Me, do John Hiatt, tivemos uma excelente apresentação de ambos os candidatos. Jake melhorou muito a sua pronuncia e respiração, provavelmente reflexo das dicas dadas por Blake. Continuo não entendendo muito que ele fala, mas cantando está cada vez melhor, sem contar seu carisma. Estou torcendo por ele desde o primeiro dia e ele continua no programa. Já a Tess realmente vem sendo uma surpresa ao longo da temporada, surpreendendo a cada apresentação. Só não a achei isso tudo para aquela disputa desenfreada entre os técnicos para roubá-la.

Jake x Tess

Sisaundra Lewis x Biff Gore

Cantando o clássico do James Brown, It’s a Man’s Man’s Man’s World, essa batalha abriu a segunda noite de disputas e duvido que você não tenha ficado arrepiado com essa apresentação. Sisaundra continuou mostrando sua incrível e poderosa voz, provavelmente vinda de outro mundo, e Biff, que foi roubado do time do Usher, também não ficou pra trás. Claro que a Sra. Lewis foi à escolhida por Blake e Biff se despediu, precocemente, do programa. Uma pena! Ele merecia continuar! #VoltaBiff

Sisaundra

Team Usher

T.J. Wilkins x Cierra Mickens

É inevitável, nessa altura do programa, que os candidatos pelos quais você torce sejam colocados na mesma batalha. O que resta a fazer é torcer para o que não for escolhido seja roubado. Essa batalha foi ao som de Get Here, da Oleta Adams. Tanto T.J e Cierra (roubada do time da Shakira) mandaram muito bem e eu realmente não saberia escolher qual continuar. O “tempo de time” falou mais alto e Wilkins segue para os play-offs.

Stevie Jo x Morgan Wallen

A balada pop do One Direction, Story of My Life, foi à música escolhida pelos candidatos para fechar o segundo programa da semana. Sono definiu essa batalha. Não achei nada demais e Stevie está sendo superestimado. Ele segue no programa e para a surpresa de todos, Adam ROUBA Morgan. SÉRIO ISSO PRODUÇÃO? Não vou nem comentar a minha revolta.

Team Adam

Christina Grimmie x Sam Behymer

Já achei a escolha da música, Counting Stars (do One Republic), bem ousada. É uma música bem difícil e sabia que a Sam teria problemas. Estava torcendo por ela, pois gosto muito do seu timbre. Christina, por outro lado, pode cantar qualquer coisa que vai ficar bom, já que tem uma voz muito potente. Potência essa que fez com que ela seguisse na competição.

Delvin Choice x Josh Kaufman

Sinceramente não sei onde o Adam estava com a cabeça nesses episódios. Juntar esses dois foi a pior coisa que ele poderia ter feito. Óbvio que a batalha foi muito boa, já que ambos arrebentam, mas ele poderia perder um potencial vencedor. A música escolhida foi Signed, Sealed, Delivered I’m Yours, do Stevie Wonder. Outra apresentação que não poderia dizer quem foi o vencedor, e acredito que o Adam acabou optando pelo Delvin, pois o cara tem uma presença de palco incrível e parece mais pronto. Dessa vez o recurso do steal foi excelentemente usado e Josh (que é a cara do Jack Osbourne) segue no time do Usher.

Delvin x Josh

Team Shakira

Patrick Thomson x Josh Murley

A batalha dos renegados do Adam. Sinceramente não sei onde a Shakira estava com a cabeça em roubar esses caras. Ok, a batalha ao som de Run to You, do Bryan Adams, foi boa, mas muito aquém da qualidade do programa. Ela leva Patrick (que é a cara do Cesar Menotti) para a próxima fase.

Deja Hall x Ddendyl

Com uma música muito batida, a super lenta Say Something, do A Great Big World com a Christina Aguilera, vimos Deja e toda sua ingenuidade e imaturidade mandar mais uma excelente candidata pra casa. Ddendyl tem um timbre e estilo únicos, sem contar que ainda toca piano. Não que Deja seja uma cantora ruim, mas Ddendyl era melhor…

E pela segunda vez não vimos à batalha da Kristen Merlin, que dessa vez enfrentou a excelente Emily B. Juntas elas cantaram I Can Love You Better, do Dixie Chicks. Estava torcendo pelas duas, mas Shakira escolheu Kristen para ir aos play-offs. Mais uma que dá adeus a competição precocemente. #VoltaEmily

A produção poderia ter cortado um pouco o tempo de cada dupla e mostrado todas as apresentações. Ainda teremos mais um episódio com as batalhas, com as que estão faltando. Aí sim entraremos na etapa dos play-offs.

E depois dessa rodada, ouso a dizer que Blake toma a dianteira e está com o melhor time. Seguido por Usher, Adam e Shakira, respectivamente. Constantemente os técnicos observaram que os candidatos estavam fora do tom, e eu ainda não tenho o ouvido treinado para esse ponto. O que era aquele chapéu do Usher? “Ceelogreenou” legal hein! E por fim, fico incomodado com os gritos que o Carson Daly – o apresentador – dá antes da batalhas, sem contar suas caras e bocas. Menos Daly, menos…

Usher

E não podia deixar de comentar a sempre espirituosa participação da mãe do Stevie Jo. Ela vem roubando a cena toda vez que aparece na telinha!

Mãe do Stevie

Times

Adam: Christina Grimmie, Delvin Choice, Morgan Wallen (R), Dawn e Hawkes, Kat Perkins, Jake Barker, Brittnee Camelle.

Shakira: Deja Hall, Patrick Thomson, Kristen Merlin, Tess Boyer (R), Clarissa Serna, Dani Moz.

Usher: T.J. Wilkins, Stevie Jo, Josh Kaufman (R), Bria Kelly, Madilyn Paige, Melissa Jiménez, Music Box.

Blake: Audra McLaughlin, Jake Worthington, Sisaundra Lewis, Ryan Whyte Maloney, Kaleigh Glanton.

Em negrito já garantidos nos play-offs e (R) de Steal.

Semana que vem tem mais! Até lá!

Ps: Aos domingos, lá nos EUA, a NBC passa um episódio que recapitula as batalhas da semana. A Sony optou por não transmitir. Por isso não estranhem o número dos episódios no quadro do início do texto, junto da nota.

Game of Thrones – Two Swords

Data/Hora 06/04/2014, 23:21. Autor
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Um símbolo cai. É desfeito. Se desmancha. E marca o fim de uma era: o domínio dos Stark, no Norte, acabou. Gelo, a espada de Ned, agora está nas mãos dos Lannister. Os poderosos leões dourados exterminaram a família. Ou algo do tipo.

Mas nem tudo são flores para os platinados. Os problemas internos da família aumentaram bastante. Se antes Cersei – que se opõe ao casamento com Loras – e Tyrion faziam oposição às ideias de Tywin, agora é o mudado Jaime, o filho de ouro de Tywin, que resolve ir contra as ordens do pai. Por amor – e por honra – ele quer continuar na Capital, ao invés de voltar para Rochedo Casterly. Mas ganha em troca palavras ácidas e rancorosas de Cersei, insultos do pai e do filho/sobrinho. E uns puxões de orelha eventuais de Brienne.

É interessante notar a nova postura de Jaime, mais afetuosa e mais “moral”. E creio que será ainda mais interessante observar como essas mudanças vão continuar refletindo nas interações entre os Lannister.

A vida de Tyrion, o “segundo filho”, também não vai bem, já que ele está cada vez mais envolto em problemas. Ele está tentando proteger Sansa, mas a recusa em dormir com Shae (e o afeto que demonstra pela esposa) o colocaram em maus lençóis: Cersei está sabendo de sua aventura amorosa. E as consequências, quando Cersei descobre os segredos do anão, nunca são bacanas. O fato é que dá pra prever que a vida de Tyrion não será fácil nessa temporada.

E a hora para os problemas internos dos Lannister se multiplicarem é péssima. Tudo por que Oberyn Martell está na cidade! Eu me apaixonei pelo personagem de imediato, afinal é sempre bom ver alguém ameaçando cessar o rugido dos leões. Ele é ousado e movido pela vingança. Uma combinação explosiva. Creio a irmã dele logo será vingada. Aliás, mal posso esperar por isso.

Por outro lado os Stark restantes buscam seguir o seu caminho. Sansa agora tem alguns aliados: Brienne, que tentará fazer Jaime honrar seu juramento à Catelyn; Tyrion, seu marido e “protetor”; e Sor Dontos, que muita gente só sabe quem é por causa do preview. O que essas alianças trarão para ela eu não sei. Mas é bom saber que ela não está completamente só. Para variar um pouco.

Maisie-Williams-and-Rory-McCann-in-Game-of-Thrones

Arya, muito diferente de Sansa, transforma o pranto em ira. E o amadurecimento da garota é notório. A parceria dela com o Cão de Caça é uma das melhores coisas do seriado atualmente, e esse episódio deixou bem claro que ela deve continuar, ainda mais bacana. Eles são fofos e divertidos. Um bromance bacana de acompanhar e ver crescer.

O reencontro de Arya com a sua agulha me deixou bem feliz. E ver que a garota tem a força dos Stark mais valentes também. Ainda que signifique que verei ela matando a sangue frio. Arya está cada vez mais perto de riscar alguns nomes de sua listinha de mortes, e isso é extremamente excitante.

O bastardo Jon Snow tambem está mexido com a morte do irmão Robb. Foi legal ver ele relembrando a amizade deles. Mas nem só o extermínio da “sua” família lhe move: o tempo que ele passou além da muralha, entre os selvagens, deixou marcas indeléveis. E isso deve trazer bastante problemas à Snow. A nova postura de Jon, mais desafiadora, pode até ter garantido sua sobrevivência imediata. Mas com certeza ele terá que se defender de alguns dos comandantes da Patrulha para continuar vivo.

Ainda mais com o iminente ataque ao Castelo Negro, o que deve significar o seu reencontro com os selvagens e seus novos – bárbaros – amigos e com a ressentida Ygritte. Tenho certeza que esse será um dos plots mais promissores da temporada e que Jon, assim, deve ser um dos nomes fortes dela.

Assim como Daenerys, que segue como Rainha e Khaleesi, cada vez mais admirada por seus comandados e cortejada pelos seus “assessores”. E Daario, com sua fofura estratégica, deve ganhar o coração dela e deixar Sor Jorah definitivamente na friendzone. E a  loira ainda deve enfrentar muitos problemas na sua jornada, inclusive com os dragões cada vez mais temperamentais. Outra história que me anima.

Por tudo isso Two Swords é um bom episódio, que introduz a temporada que promete ser uma das mais devastadoras de Game of Thrones, que deve fazer jus ao seu slogan All Men Must Die. Um episódio sem muita ação (excetuando-se a cena final), mas com um suspense bastante apropriado e promissor.

Que venham os outros 9 episódios!

P.S.: o segundo episódio foi escrito pelo George R.R. Martin. Vocês sabem o que isso significa…

P.S.1: semana que vem o João retoma as reviews! =)

Parenthood – Cold Feet

Data/Hora 06/04/2014, 14:12. Autor
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Finalmente Drew foi pego dormindo na casa de Amber e Sarah o levou de volta para a faculdade para que ele enfrente seus problemas, ou, no caso, beba até resolvê-los, afinal faz parte da experiência da faculdade. Mas não foi dessa vez que vimos Natalie e o episódio focou no problema de Drew e seu colega de quarto, que não teve uma participação forte o suficiente para que eu me importasse se Drew e ele fariam as pazes. Pelo menos estamos mais próximos de um confronto real de Drew e Natalie.

Kristina e Adam finalmente entraram com o pedido para abrir a escola, com a ajuda do professor Knight, futuro diretor da escola, e de Julia que estava feliz voltando a trabalhar como advogada. Adorei ver Julia sorrindo novamente. Me deu um alívio tão grande que quase torci para ela ficar com o Ed. Quase. Porque nesse momento apareceu o professor Knight e eu não precisei nem torcer. Joel simplesmente não apareceu no episódio. Seria isso um indício de que Sam Jaeger nos deixará caso Parenthood seja renovada?

E só porque eu reclamei, a banda e o estúdio estão de volta depois de episódios de ausência. O chato do Oliver, que estava fazendo falta, e eu gosto desse personagem. Oliver, com sempre, sendo o chato e se negando a participar da tour com o tal 4D (qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência) que poderia render uma boa grana para todos. Mas acho que dessa vez eu concordo com ele, tocar junto a uma boy band que não sabe nem quem foi Janis Joplin só pelo dinheiro não me parece atraente, já que dificilmente eles teriam os mesmos fãs. E no final Oliver se vendeu, mas não foi pelo dinheiro, foi pelo velho “sexo, drogas e rock’n’roll” mesmo.

E Hank continua tentando entender o que são sentimentos e como eles funcionam, mas é muito difícil quando uma pessoa racionaliza tudo. Ele pede desculpas a Sarah porque o médico disse que ele deveria pedir, mas ele não entende exatamente porque deveria pedir e porque ela ficou tão chateada quando ele se mudou repentinamente, sendo que ela disse entender as razões dele. Ele está claramente tentando e estamos cada vez mais próximos do fim dessa história, eu acho.

Nesse meio tempo ainda deu para mostrar Camille e Zeek vendendo a casa, tendo dúvidas a respeito e achando uma casa nova perfeita e Crosby tentando voltar para sua casa, mas descobrindo que para isso terá que pagar mais contas ainda para reformá-la depois que o mofo for removido. Foi um episódio atípico no qual praticamente todos os personagens tiveram espaço e eu não senti como se nada estivesse acontecido. É Parenthood entrando em sua reta final e tentando a renovação. Estamos na torcida!

Bates Motel – The Escape Artist

Data/Hora 05/04/2014, 22:04. Autor
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Quando um episódio de Bates Motel se inicia, a gente sabe que abrem-se as portas para romance, emoção e tensão. A série é essa mistura de sentimentos diferentes, uma combinação química desses elementos, que não cabe a mim explicar, mas que torna o espectador dependente dessa experiência que é assistir ao programa toda semana. Ok, vamos parar de enrolar e começar pelo mais leve.

O que Bates Motel teve de mais bonitinho, com certeza, foi o romance de Emma com o menino bonito do motel – o vendedor de maconha. Mas, como ela mesma disse ao Norman, que demonstrou indícios de ciúmes e logo passou, “ninguém é perfeito”. Pois é, ninguém é perfeito… nem o vendedor de maconha lindinho. Depois que a Emma contou para o affair em potencial que era virgem e que idealizava a primeira noite, o rapaz teve muita paciência com ela e conduziu a situação como um verdadeiro príncipe encantado (que sonha ter uma casa na colina e uma plantação de maconha pequena, para consumo próprio, é verdade). Não sei se esse menino é realmente tão bom partido como parece, tão bem intencionado, mas, até agora, ele não fez absolutamente nada que pudesse deixar a gente desconfiado dele – a não ser vir sendo legal demais. Por fim, ele e a Emma tiveram a primeira noite e achei que esse momento fosse ser mais explorado – não, eu não queria ver uma super cena de sexo na série, mas achei que seria mais romântico, mais fofinho, nem tão rápido.

O Norman também teve um dia de amor e foi com aquela menina problemática, sobre quem a Norma já tem uma lista de itens contra. Mas, sei lá, apesar de a menina parecer encrenca, em White Pine Bay os mais atormentados são, na verdade, as melhores pessoas, porque eles, no geral, sofrem ao não aceitar como as coisas funcionam na cidade. Os “bonzinhos” sempre escondem muita coisa… Então, não diria com certeza que a Emma está melhor acompanhada que o Norman, mesmo que eu tenha um crush pelo namoradinho dela.

O Dylan, que saiu de casa desde que descobriu que era filho do tio (?), continua se envolvendo em mais e mais problemas. Nesse episódio, ele foi atropelado depois de uma tentativa de alvejamento no meio da rua. Mas o que foi mais surpreendente mesmo é que, na cama do hospital (ou seja lá onde ele estava), ele conheceu a chefe dele de todo o negócio de maconha – uma mulher! Toda bonita, inclusive. Não me surpreenderia se, até a terceira temporada, o Dylan estivesse no controle do negócio, se é que vocês me entendem.

Outra que tem talento para a encrenca é a Norma, que recebeu a ajuda de um milionário para parar as obras do viaduto que vai desviar o tráfego do motel dela e, logo em seguida, foi informada de que o homem era um traficante.  Aliás, ele chegou a dizer para a Norma que “mexeria um pauzinho” sempre que ela precisasse de ajuda e tenho para mim que isso foi dito em duplo sentido. Para piorar a situação, o tal cara ainda mandou que matassem um político da cidade a favor do viaduto. A Norma vai ficar horrorizada. Ainda bem que o xerife Romero (ele não tem família?) está por perto para protegê-la…. Rolou um clima e já estou shippando os dois (se ele não for mesmo casado, claro).

Mas o que mais mexeu com meu coraçãozinho mesmo, durante o episódio, foi que a Norma precisou encontrar um biólogo que ajudaria num relatório contra o desvio e… adivinhem o nome dele: BRIAN FULLER!

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Com toda a certeza, foi uma referência ao Bryan Fuller, criador de Hannibal, na NBC, e das canceladas Wonderfalls, Pushing Daisies e Dead Like Me. Isso foi praticamente um crossover, considerando que ambas as séries abordam psicopatas famosos do cinema. O Bryan Fuller é um gênio e achei a homenagem muito digna! Além do mais, ele também entrou na brincadeira no twitter e ainda citou o criador da atração da A&E, Carlton Cuse:

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O mais engraçado é que o ator escolhido para interpretar o personagem era até parecido com o Fuller de verdade. Bates Motel é puro amor! Bryan Fuller idem.

Arrow – Birds of Prey

Data/Hora 05/04/2014, 14:23. Autor
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Girl power.

Um dos fatos inegáveis em Arrow é que, quando a Caçadora aparece, o episódio sempre é bom. Isso é uma regra e se aplica muito bem para esse episódio. Um verdadeiro show de girl power, colocando até a apagada da Laurel para brilhar.

Um episódio com a Caçadora talvez poderia não ser tão interessante nesse momento por causa de uma única pessoa: Sara. A aparição da ex-namorada de Oliver com certeza traria problemas de ciúmes e conjugais até, por ambas gostarem de roupa colada e Oliver também.

Mesmo que tenham acontecido alguns comentários do tipo “não acredito que você namorava ela” e “eu luto melhor do que ela”, o episódio ficou mais contido e deixou as mulheres brilhando, fazendo um contraste tremendo entre as duas personagens. Ambas lutam por seus ideais (mesmo que o ideal da Caçadora seja a forma mais pura de vingança) e podemos até dizer que elas são parecidas, mas Sara não chegou ao ponto em que Helena está. Sara diz a Ollie inúmeras vezes que ela vai fazer tudo o que ela precisa para proteger os que ela ama (com destaque para os flashbacks na ilha). A questão é se Sara vai abraçar a escuridão e se juntar a Helena no lado negro da força. Oliver não deixou que Sara descobrisse, mas há um curinga contribuindo para esses eventos: Laurel, a mulher que Sara está protegendo.

No começo do episódio Sara jogou o bandido pela janela por ter atirado no detetive Lance, que se salvou por causa do colete de balas. Imagina o que Sara poderia ter feito se realmente o safado tivesse sido ferido. Ela faria qualquer coisa pela sua família, mas até para ela há limites e ela precisa provar isso, principalmente por causa de Laurel. Ela ainda não chegou no nível de crueldade de Helena.

Helena, por outro lado, não se importa se alguém é machucado, principalmente quando ela está tão perto de conseguir encerrar sua vingança. Oliver sempre quer ajudá-la, achando que foi por causa dele que ela foi “criada”, mas convenhamos que ninguém muda assim da noite pro dia. O noivo de Helena já havia morrido antes de Oliver a conhecer e ela já havia iniciado seu plano de vingança antes. Adorei que quando o pai dela morreu, ela ficou super chateada, não pelo pai ter morrido, mas por ele ter sido baleado por alguém além da própria.

O Girl Power termina com Laurel, finalmente tendo um destaque maior na série. A garota, na verdade, deveria ter ficado bem desconfiada com a proposta do promotor do #CloneClub, principalmente por ter acontecido logo no dia em que ela abriu o coração na reunião do AA, falando que sentia falta de advogar. Mesmo assim, foi uma delícia ver a suposta personagem principal da série em mais cenas nesse episódio do que em uma temporada inteira e ainda cometendo uma leve chantagem no final.

Mesmo que o episódio tenha sido ótimo em vários aspectos, houve momentos em que relembrei que era uma produção da CW. O plot adolescente da série, ou seja, Roy e Thea, chegaram ao fim de uma maneira muito ridícula. O que Roy fez foi o cúmulo da tentativa de terminar qualquer relacionamento, até a própria Thea confirmou que aquilo que ela viu não era de verdade. Mesmo assim, eles terminaram. Sem contar que para alguém que estava amando a namorada, Roy nem tentou contrariar a solução de Oliver. Muito fraco e com muitas pontas soltas.

É inaceitável, porém, que detetive Lance e Laurel não percebam que Oliver é o Arqueiro depois desse episódio. No caso de Laurel, a Caçadora era namorada do Oliver, os dois trocam farpas por um momento antes do grande tiroteio e Laurel ainda é salva, com a Caçadora refletindo sobre o Oliver o tempo todo. No caso do detetive Lance, porém, é pior ainda: quando ele ligou para o arqueiro, o celular do Oliver tocou na hora, claramente. Além disso, há vários momentos de episódios anteriores, principalmente envolvendo a filha Sara, Felicity e Diggle, que deixam claro que o detetive deveria pelo menos ter alguma dúvida sobre a identidade do arqueiro. O que mais precisa acontecer para que Lance coloque a cabeça para funcionar?

Star-crossed – To Seek a Foe

Data/Hora 04/04/2014, 18:52. Autor
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Parece que Star-Crossed finalmente encontrou o seu rumo.

Nos primeiros episódios a história ficou a meio-caminho entre temas como preconceitos e segregações raciais, com direito a grupos terroristas, conflitos armados, fanatismos por uma causa, e um romance proibido. Neste sétimo episódio da série, parece que Star-Crossed, sabiamente, fez a opção de direcionar seu foco para o romance entre Roman e Emery e colocar o contexto no lugar certo: apenas como pano de fundo.

Desde o episódio passado, o núcleo jovem da série ganhou um espaço que, espero, seja definitivo. Até porque Star-Crossed é uma série feita para um público jovem, e há uma grande probabilidade de que esse público, que pelos índices de audiência ainda escapa da rede CW, possa se identificar com personagens como Roman, Emery, Drake, Taylor, Lucas, Sophia… Um pouco super heróis, um pouco adolescentes normais. Imaginário e realidade misturando-se na medida certa para retratar um universo constantemente revisitado, mas que, dessa forma, pode ter uma personalidade própria.

O restante, como já disse, não passa de pano de fundo para essa combinação.

Em To Seek a Foe, Zoe mira em Taylor e atinge Lucas, provocando uma intoxicação por cyper Negro. Com a vida de Lucas correndo perigo, Roman, Drake e Emery se unem para encontrar o canteiro da planta e produzir o antídoto (sangue atriano e cyper negro) que salvará o amigo. O plot do episódio foi perfeito para explorar o reencontro de Roman e Emery, aproximar Julia e Eric, Sophia e Lucas, Drake e Taylor. Nem todos como casais românticos, ainda que Julia e Eric me lembrem constantemente, e talvez sejam como, Haley e Nathan em One Tree Hill.

Drake, a princípio apenas mais um cara aparentemente com músculos de mais e neurônios de menos, ganhou a cena novamente. Primeiro porque o ator tem talento, e em um mundo onde a aparência física é mais que meio caminho andado para se conseguir um papel de destaque, é bom ver que há exceções. A cada dia, mais e mais, ele acaba optando pelo caminho certo. Os dois melhores momentos do episódio foram protagonizados por ele.

O primeiro momento na luta com Zoe. Como personagem secundário, fiquei morrendo de medo que ele levasse a pior, afinal, personagens secundários são descartáveis e sua morte causa impacto. Apreensão tola. Era óbvio que nada iria lhe acontecer. Ele é um personagem em ascensão. O segundo, no final, com Taylor. Foi comovente ver aquele monte de músculos, que se diz com ódio mortal dos humanos, sendo um lorde com a moça. Talvez Drake tenha um pouco daquele material genético do qual se fazem os príncipes encantados genuinamente humanos (ainda que ele seja um atriano!): alguém cheio de dúvidas revestido de uma sutil gentileza!

Se, no episódio anterior, Roman e Emery quase haviam se entendido, neste aproximaram-se definitivamente e esta aproximação pode ter colocado Grayson na berlinda.

Personagem mais complexo da série, Grayson transita, desde o começo, entre a aparência de vilão e um coração de mocinho. Mas são as circunstâncias que irão definir para qual lado irá pender a sua personalidade. Mágoas são um agente poderoso na confecção de vilões. Cinema, séries de TV, romances escritos, estão cheios de exemplos a serem explorados. Espero que ele, após descobrir o envolvimento de Emery e Roman, não se refugie na autocomiseração, mas possa extravasar a raiva que deve continuar a caracterizá-lo como o personagem mais atraente da série até o momento. Minha preferência pessoal sempre foi por vilões declarados e complexos se a alternativa for um herói depressivo e reticente.

E que Trags, Falcões Vermelhos, Glórias e Emas Benton continuem a servir apenas para dar argumento para que a ação se desenvolva.

Person of Interest – Most likely to…

Data/Hora 04/04/2014, 14:33. Autor
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Parece que a Vigilância tem capacidade de fazer mais estragos do que a Decima Technologies. E aqui a questão é a diferença explícita entre a força bruta e a sutileza. Enquanto Greer age de forma quase que invisível, Collier avança como um tanque de guerra, derrubando tudo em seu caminho. Qual deles é mais perigoso? O bom senso diria que a Decima deve ser mais temida que a Vigilância porque pode tornar-se um império se conseguir ativar o Samaritano; mas o desenrolar dos acontecimentos podem indicar que é mais fácil Finch, Reese, Shaw, Root ou Fusco serem atingidos no fogo cruzado da guerra pessoal empreendida por Collier do que em uma das ações empreendidas pela Decima.

Um exemplo disso pode ser visto em Most likely to…. A Vigilância não hesita em matar Leona Wainwright, primeiro CPF do dia, quando sente a ameaça representada por Reese. Os seguidores de Collier são adeptos de uma causa, não são homens contratados para executar um serviço como os empregados de Greer. E como adeptos de uma causa, são capazes de dar a vida por ela, ou tirar uma vida por elas. Talvez, no fogo cruzado, Collier fosse até capaz de poupar Finch, porque sabe que o seu valor está na diferença de postura diante do mundo (ele salva as pessoas por princípio, porque se importa com elas, não importa qual rosto elas tenham), ou na sua capacidade de manipular o mundo virtual. Mas a equipe de Finch é totalmente descartável.

Se a situação vivida por Reese e Shaw com o segundo CPF liberado pela Máquina provou que, realmente, a pessoa em questão pode ser algoz e não vítima, provou também que a Vigilância não poupa seus supostos inimigos, a não ser que ele seja Finch. Reese e Shaw sentiram isto na pele, pegos de surpresa pela organização de Collier.

Finch e Fusco trabalhando juntos foi outro lado interessante da história. Não somente porque, finalmente, Lionel está sendo melhor aproveitado na série, mas porque o inusitado da situação foi uma surpresa agradável. Os dois não poderiam ser mais diferentes e, ao mesmo tempo, tão parecidos!

Trágico foi assistir Finch fazendo o trabalho duro para que os documentos guardados por Leona Wainwright caíssem nas mãos de Collier. Não que a divulgação das informações tenha sido ruim se pensarmos que a transparência é o melhor caminho para uma sociedade mais democrática e, quiçá, um dia, mais solidária. Mas as consequências imediatas foram mais danosas do que as intenções da Vigilância poderiam supor.

O mundo cerceado por uma guerra entre a Máquina e o Samaritano talvez tenha alguma chance, se a contrapartida for um mundo dominado pela ditadura da Decima Technologies. Desligar a criação de Finch pode significar o apocalipse que Collier quer tanto evitar.

Mas era de se esperar que a Máquina não fosse sucumbir assim tão fácil. Se ela foi capaz de se transportar e se esconder das mãos do governo, óbvio que não se deixaria apanhar na contramão de um inconveniente chamado Vigilância. Somente o Samaritano tem a sua medida. Futuramente, ele deverá ser o inimigo a ser temido.

Decima Technologies, Northon Lights, Samaritano, Machine, Vigilância. De repente, o jogo parece estar se tornando maior do que o esperado e Shaw possa ter seu espaço afinal. Porque quando o início do apocalipse chegar, Finch, Reese, Shaw, Fusco e Root podem não estar em um número suficiente para enfrentá-lo.

PS: De algum tempo para cá venho pensando que é melhor uma série ter menos episódios do que ficar enrolando o meio da temporada para chegar ao final que, no mais das vezes, tem sido mediano. No caso de Person of Interest agradeço aos deuses por isto não acontecer. A série simplesmente não tem um episódio enfadonho. Esta terceira temporada, depois dos primeiros episódios um tanto quanto regulares, tem sido extraordinária. Não há nada de enfadonho ou monótono. A tensão está presente em cada segundo.  Só posso dizer para quem ainda não a descobriu que nunca é tarde para começar!

The Vampire Diaries – Rescue Me

Data/Hora 04/04/2014, 09:00. Autor
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Antes mesmo de sua exibição, o título do último episódio de The Vampire Diaries deixava bem claro o que seria tratado no mesmo. Rescue Me seria sobre um resgate, e o único suspense era para saber de quem, já que todos os personagens da trama vivem em constante perigo.

Pois bem, apesar de Elena se lamentar pelos cantos o tempo todo ou ficar com aquela cara de cachorro que caiu da mudança para todos terem dó dela, quem precisou ser resgatado desta vez foi o Tom Avery, mais conhecido como o doppelganger do Stefan. Os Viajantes o queriam morto, e mesmo sem receber uma justificativa, Caroline topou fazer o serviço sujo em troca dos tais Viajantes pararem de fritar o cérebro de Stefan dentro de sua própria cabeça. Entretanto, quem conhece a vampirinha loira já poderia imaginar que ela fosse salvar o inocente Tom, e de fato salva, mas Enzo finaliza a tarefa para a tristeza de Caroline, que perdeu a chance de ter pelo menos um “Stefan falsificado”. Brincadeiras à parte, The Vampire Diaries mais uma vez prometeu e não cumpriu, já que falaram tanto dessa nova cópia de Stefan, mas o coitado não durou nem um episódio direito.

Delena

Se anda faltando o cumprimento das “promessas” da história, anda sobrando enrolação de Damon e Elena. E não, não é nada contra os personagens em si, mas tanto vai e volta do romance e tanta lamentação acaba enjoando até os fãs de romantismo mais resistentes devido a tanta repetição. Sequer existe mais a tal tensão se o casal ficará junto ou não, pois depois de todas essas separações e voltas, a torcida é mais para que sosseguem de alguma maneira, juntos ou não. Em contrapartida, o antes improvável casal Caroline e Stefan está cada vez mais próximo, e o mais improvável ainda é que ambos se dariam tão bem em comparação a como era na primeira temporada. Os dois estão deixando que a vida os mude e os deixem mais próximos… Aprendam, Elena e Damon.

Por fim, desconsiderando a morte de Tom, que foi chocante no pior sentido da coisa, o único evento marcante foi mesmo o ocorrido com a Bonnie. A ligação da situação da jovem aos Viajantes é clara, mas ainda não se sabe ao certo o que (ou quem) é o ser que deu uma de Peter Pan e saiu da sombra da ex-bruxa. O ponto bom é que se há um novo personagem, existe a chance de o mesmo finalmente fazer a trama valer a pena, assim como foi com Silas e principalmente com Klaus, já que o homem misterioso evidentemente não é coisa boa e a única consequência agradável para o que fez foi a morte em massa dos Viajantes. Agora só nos resta torcer para que neste final de temporada esse tal vilão suspeito possa salvar o tanto de episódios que ainda restam e trazer algum suspense que cumpra a si mesmo antes de se concluir de maneira frustrante.

Viajante

P. S. [1]: O que foi aquela cena do Matt indo encarar os Viajantes junto com Tyler e Jeremy? Tipo, o primeiro é um híbrido e o segundo um caçador. Tive a impressão de que os dois só chamaram o Matt (que é um simples humano) para não magoarem o coitado.

P. S. [2]: Foi estranho, mas Caroline e Stefan combinaram. Ela mudou muito desde a primeira temporada, e agora parece que ambos realmente deram certo. Será que teremos um novo casalzinho em breve? Lembrando que, além de Stefan ser “destinado” a ficar com a Elena, temos Enzo também com uma queda pela Caroline.

The Following – Freedom

Data/Hora 03/04/2014, 22:29. Autor
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“Não pense que vim para trazer paz na Terra. Não vim para trazer paz, mas sim a espada.”

De quem você tem mais medo? Joe Carroll ou Lily Gray? Enquanto Joe “liberta almas”, Lily utiliza de todo o seu poder econômico para articular mortes pontuais ou chacinas, como as que foram realizadas na padaria e no hospital em Freedom. Lily “compra” seu exército, já Joe tenta construir uma nova seita de seguidores. Além de atingir seus objetivos pessoais e saciar sua vontade psicopata de matar, Carroll ainda tem a necessidade de se sentir o centro das atenções e alimentar cada vez mais seu narcisismo.

The Following 2x11 Luke

Lily foi muito perspicaz em sua operação para resgatar Luke e seu pessoal também se mostrou muito fiel a ela. Fazendo seu grupo imitar a seita de Joe, Lily conseguiu desviar a atenção por algum tempo – pouco tempo. Ryan (sempre ele) desconfiou logo na chegada na padaria quando descobriu que não foi achada nenhuma mensagem no local das mortes. Nenhuma “assinatura de Joe”, além das máscaras e das facas.

Fora o que Lily pode comprar, seu grupo ainda deve ganhar mais uma adição de peso, além do retorno de Luke. Mandy conseguiu fugir de Korban e pelo jeito pretende voltar para o círculo de Lily. As duas já começaram a se identificar um pouco antes de Joe quebrar os pratos e fugir para Korban. Agora, Mandy pode se tornar uma arma poderosa para Lily dar o troco em Carroll.

The Following 2x11 Emma e Robert

A fuga de Mandy colocou em risco não só Joe, mas toda a sua seita e seu trabalho de iniciação na “libertação de almas”. Mandy cresceu como personagem e tem um potencial muito grande na série. Sua presença em Korban era tensa e cheguei a temer por sua morte, mas agora as expectativas são que ela se torne uma peça ainda mais especial na segunda temporada de The Following. Joe estava preocupado com as contestações de Robert e acabou não prestando a devida atenção à Mandy, agora o problema dele vai ser muito maior do que a dúvida de alguns seguidores.

Apesar disso, Joe evoluiu na questão do estudo do meio onde está vivendo. Abandonou os contos de Edgar Allan Poe e mantém a Bíblia como livro de cabeceira. Questionou os verdadeiros valores da religião e acredita que ela é uma forma de se esconder a violência na linguagem da paz. Carroll até citou para Emma um trecho da Bíblia e afirmou que a religião não é sobre amor ou caridade, mas sim sobre sangue e sacrifício.

The Following 2x11 Claire

Enquanto Lily e Carroll fazem seus planos, Ryan e Mike seguem na cola dos dois. Quase um triângulo criminoso. Ryan está apaixonado (obra de Carrie Cooke, quem diria) e mais otimista também. Ele tem experiência em buscar vingança tentando matar um serial killer e tudo isso faz Ryan tentar ajudar Mike a enfrentar o luto pelo pai e a sua busca pessoal pela vingança. Resta saber se Ryan vai conseguir continuar sendo tão perspicaz depois do encontro com Claire, o que também deve bagunçar, e muito, sua vida pessoal e seu relacionamento com Mike e Carrie. Não é só Lily e Joe que estão fazendo estragos na vida de Ryan e Mike, o furacão Claire também vai deixar uma marca dolorida, ou no mínimo, causar alguns abalos emocionais.

Once Upon a Time – Quite Minds

Data/Hora 03/04/2014, 10:00. Autor
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Com uma crescente melhora e algumas respostas, Once Upon a Time surpreende mais uma vez com a agilidade da sua trama. Esse episódio teve uma mistura de sentimentos e sensações, é até complicado fazer essa review, pois sinto que não conseguirei me expressar direito com tudo o que aconteceu. Vamos com passinhos de bebê.

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A busca pela Wicked finalmente teve uma “conclusão”. Os heróis sabendo que Rumple estava vivo foram atrás do Dark One a fim de descobrir quem é a bruxa e quais os planos dela. A surpresa ficou com o retorno de Neal que, assim como todos, não lembra de nada e ainda tem uma marca estranha em sua mão. Com a volta dele, era claro que Emma ficaria balançada. As cenas entre os dois neste episódio tiveram o tom certo. Não gosto do casal, pois acho que falta química, mas reconheço que nesse episódio os dois tiveram boas cenas – como a cena em que eles caminham na floresta e comentam um pouco sobre o ano que se passou. Hilária.

No conto de fadas, a história complementa de forma muito bem-vinda a dos dias atuais. Belle e Neal (ou Bae, no conto de fadas) procuram uma maneira de trazer Rumple de volta. Na biblioteca os dois encontraram Lumiére. Esse é o tipo de participação que acho que não fica prejudicial em Once Upon a Time. Não é como se a história tivesse se centrado nele, a personagem só estava ali para auxiliar na busca dos dois. Não me importo se ele vai aparecer de novo ou não, pois sei que não acrescenta muito à história, mas se aparecer novamente, será muito bem-vindo, porque a atuação ficou impecável. Com o auxílio de Lumiére – sem saber que ele os estava enganado – os dois vão até o cofre do Senhor das Trevas para trazer Rumple de volta. Bae e Belle só não contavam com uma coisa: toda mágica vem com um preço. O preço dessa vez era uma vida por uma vida. Ninguém pode culpar o pobre Lumiére, já que ele, ao fim, alertou que trabalhava para Zelena, Bae foi por sua conta em risco. O que acabou acarretando em algo grande.

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A loucura que vimos de Rumple nos dias atuais foi respondida: não foi a Wicked quem o fez ficar louco, mas sim o próprio na tentativa de proteger o filho. Uma parte de Rumple viveria em Neal e uma de Neal em Rumple, assim os dois ficariam vivos – loucos, mas vivos. Depois de tanta cena com um clima de despedida, acho que já estava ficando claro o que viria a seguir. Eu digo e repito: não gosto do Neal, ele é um personagem fraco, começou muito bem na série, mas não evoluiu. Não acho que a morte dele tenha tanto apelo como teve a de Rumple. A cena da morte foi muito forçada, o ator colocou muitas caras e ruídos que eram desnecessários para aquele momento. Ele que sempre foi um bom ator – me fazia odiar o personagem, mas não o ator – errou em um momento importante, uma pena. Ao menos tínhamos Jennifer Morrison e o Robert Carlyle que foram muito bem.

A morte dele, para consolar aqueles que gostavam do personagem, serviu para algo maior. Graças a ele, Rumple voltou ao normal e conseguiu dizer que Zelena é a Wicked. Todos da cidade agora sabem a identidade da bruxa, não consigo imaginar o que vem pela frente. Vamos ter um ataque da cidade à fazenda dela? Um duelo de Regina e Wicked? Falando em Regina, preciso comentar que as cenas dela com o Robin Hood foram muito fofas? Melhor casal da série, na frente até de Captain Swan. Por sorte, Once Upon a Time voltou ao ritmo, torçamos para que não caia novamente e continue assim até a season finale. Até a semana que vem!

Suits – Heartburn

Data/Hora 03/04/2014, 09:00. Autor
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Dilemas e limites. Talvez seja esta a melhor definição para Heartburn. E, para não cair naquele enredo fácil dos dilemas pessoais pautados no amor romântico, que vimos no décimo episódio, a situação vivida por Mike foi a mais marcante, apesar de não ser melodramática como a de Louis ou angustiante como a de Rachel.

Desde o episódio passado, a realidade havia caído sobre Mike como uma tempestade anunciada para a qual, porém, não se dá importância até que os primeiros pingos comecem a molhar nossas cabeças. Pela primeira vez tornou-se evidente que toda sua capacidade e genialidade nunca serão suficientes para torná-lo sócio da Pearson & Specter. Falta-lhe o passaporte que outros, menos sagazes, possuem: um diploma em direito. Ele tornou-se presa de sua própria armadilha.  Não pode ir e não pode ficar. Por isso, sua vida pode estar prestes a tomar outro rumo. Talvez ele tenha que atravessar uma porta que o leve para longe dos tribunais. É isso que Jonathan Sidwell ofereceu-lhe quando o convidou para trabalhar com ele. Aceitar parece ser a resposta mais óbvia. Mas como deixar a Pearson & Specter? Como deixar um sonho? Ou a família, como bem definiu Louis?

Louis tem um ataque cardíaco no meio de um julgamento e, na iminência da morte, percebe que não pode viver somente para o trabalho e pede Sheila Sacz em casamento. Mas essa é uma saída ilusória. E esta é a mágica de Suits. Uma série que, ao mesmo tempo em que hipnotiza com seu ritmo eletrizante, é capaz de comover, sem utilizar, em um mundo onde a carência afetiva enaltece o amor romântico, relacionamentos desse gênero, para prender o telespectador. A singularidade de Suits está no exercício do amor fraterno. A vida pessoal é vivida, irrevogavelmente, nos corredores da Pearson & Specter. E o primeiro conflito com Sheila aparece quando eles têm que decidir se vão morar em Boston, onde ela vive, ou em Nova York, onde ele trabalha. Quando Louis diz que Harvey, Mike, Jessica, Rachel e Donna o conhecem, sabem de suas manias e mesmo assim o aceitam porque são sua família, Louis dá o significado cabal da Pearson & Specter, não somente para sua vida, mas para a vida de todos eles.

Se mais não fosse, bastaria constatar a opção de Harvey entre Dana Scott e Louis, no caso Franklin Courieur e de como o fato da moça ter ido para Chicago e não dar notícias deixou Donna mais preocupada que ele próprio.

Rachel, por sua vez, apesar de todos os trancos que já levou na Pearson & Specter, quer ficar. E, negociação após negociação, vai construindo seu espaço no escritório e no seio da família. Por isso o dilema maior é o de Mike: ao mesmo tempo em que faz parte da família, ela é o seu limite e no próximo e último episódio desta terceira temporada, talvez o vejamos tendo que passar pela dor de ter que optar por desgarrar-se dela e seguir em frente.

The Crazy Ones – March Madness

Data/Hora 02/04/2014, 09:00. Autor
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Sláinte… Happy Paddy’s Day!

Dia de São Patrício, santo padroeiro da boa e velha Irlanda. Todos os anos, no dia 17 de março, o mundo comemora o seu dia em grande estilo: a data é sempre regada a doses generosas de diversão e muita, mas muita bebida. A ocasião era comemorativa, mas o episódio foi – na melhor das hipóteses – morno, e as notícias para nós, fãs da série, não são nada boas.

Com uma queda bastante significativa na audiência desde a sua estreia em 2014, The Crazy Ones já representava a comédia de menor audiência da CBS. Como se não bastasse isso, o canal renovou de uma tacada só nada menos que 18 de suas atrações no mês passado. The Crazy Ones não era uma delas. Enquanto isso, Mom – série de Chuck Lorre (Two and a Half Men e The Big Bang Theory) –, também estreante e sua concorrente direta na batalha pela renovação, garantiu sua segunda temporada. Sendo assim, o cancelamento da nossa querida série é quase certo. Mais do que isso: é iminente. Grande parte dos sites de análise de audiência já dão o seu cancelamento como garantido. Uma tristeza, especialmente em se tratando de um show tão inteligente e ainda com tamanho potencial não explorado. Resta-nos apenas, portanto, rezar por um milagre (quem sabe um novo canal?).

O episódio em si, March Madness, parece ter sido um pouco “contaminado” pelo sentimento geral de desânimo em relação ao futuro da série. Não chegou a ser um episódio de todo ruim, é verdade, mas deixou bastante a desejar.

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Mais uma vez, a campanha publicitária da vez foi relegada a segundo plano, sendo preterida pela visita inesperada das 548652148651489 irmãs de Andrew. Ok, ok… São “apenas” 6. Conheçam as irmãs Keneally, apresentadas “por ordem de influência”: Katherine, Elaine, Eilleen, Ellen, Helen e Molly. E elas estão empolgadíssimas para celebrar o Dia de São Patrício em Chicago com seu irmão publicitário. (E, para azar de Sydney, todas elas também sabem que ela “é boa demais para sair com o Andrew”.)

“Por que eu teria um problema com um feriado que transforma a cidade toda em uma festa de bêbados?” – Simon

“Molly, traga a cerveja. Não queremos que ninguém a tome!” – uma das irmãs Keneally (como saber quem é quem?)

Isso não seria um problema se a data não fosse um completo tabu na Lewis, Roberts & Roberts. Nada de shamrocks, leprechauns ou cerveja verde ao som de Danny Boy para o pessoal da agência. O assunto é estritamente proibido, pois Simon – o poderoso chefão – é um ex-alcóolatra (alguém lembra desta revelação lá nos primórdios da temporada?), e tem péssimas lembranças sobre o fatídico dia. Mas, apesar de todos os esforços de Andrew, as mulheres da família Keneally não perdem uma única oportunidade de esfregar o feriado e todos os seus preparativos para o desfile na cara dele. E não é só isso: elas pretendem transformar a agência em um pedacinho da Irlanda, um leprechaun de cada vez.

Na primeira noite de festas, a ressaca é geral, exceto para a família Keneally, tipicamente irlandesa – o que parece ser sinônimo de “alta tolerância ao álcool”. E enquanto Syd tem uma ressaca típica dos Roberts, pobre Zach!

“Como deixaram ele beber tanto? Vocês são umas cachaceiras. Ele é apenas um publicitário com um fígado humano.” – Andrew

“Não quero ir para a escola, mãe!” – Zach

Não bastasse o porre homérico, as irmãs de Andrew “estragaram” Zach e seu rostinho bonito. Com um olho estourado (que diabos era aquilo?), todas as suas tentativas de ser charmoso tiveram o efeito contrário, e a agência acabou perdendo uma campanha.

Mas a gota d’água foi o roubo do robô de Simon pelas irmãs pegajosas e pinguças. A missão agora era extinguir o dia 17 de março do calendário da agência e fingir que ele nunca aconteceu e nunca mais acontecerá. Nesta operação de extermínio, dão um sumiço na boia em forma de trevo que Andrew estava preparando para uma campanha de caridade em uma escola de arte para crianças carentes. Com um padrinho como Kareem Abdul-Jabbar – em uma participação minúscula, porém especialíssima – e a intenção de chamar o grupo de “Crianças Carentes do Simon”, como o Mr. Roberts poderia ignorar São Patrício e uma campanha tão nobre? E lá vai ele para a “caverna da boia”, operada pelos leprechauns, que “não são sindicalizados”.

Como a indústria dos leprechaun não existe (!), sobra para a nossa amada equipe a tarefa hercúlea de montar uma nova boia em forma de shamrock… Em 10 horas. Missão impossível: sim ou com certeza?

Enquanto isso, a campanha para o “Krispy Kreme” corre sérios riscos quando o cliente não consegue encontrar a garota propaganda perfeita para o slogan: “Eles são bons quando estão quentes”. Nas palavras de Zach, quão difícil pode ser encontrar uma garota magra e linda que goste genuinamente de rosquinhas?

O cliente quer uma garota que seja “normal” e que tenha o “pacote completo”. E a encontra em Sydney. E depois em Lauren, criando um incidente quase diplomático. Syd tenta levar a coisa toda na esportiva, afinal, “a decisão final é do cliente”, mas fica claro que seu ego ficou gravemente ferido. Mesmo assim, ela decide ajudar Lauren, dando-lhe preciosas dicas sobre como se portar diante das câmeras. E recompensando-lhe com doces quando utilizava a “entonação certa”. Ou coisa parecida.

Lauren é obviamente demitida quando tem uma baita “sugar rush” – não sei que outra expressão poderia descrever melhor tamanho fiasco – no meio da gravação do comercial. Condicionada por Syd como um cachorrinho em processo de adestramento, Lauren só conseguia dizer suas falas com o incentivo de um doce. Ou dois. Ou vinte e cinco. Mas… Quem estava contando?

No fim das contas, o problema de Simon com o dia de São Patrício nada tinha a ver com a bebedeira e seu vício – afinal, como bem apontado por Andrew, há tantos outros “feriados bêbados” por aí! –, mas sim com um sentimento de perda. Dezessete de março costumava ser um dia de camaradagem e desapego para ele. Muito embora sua vida ainda seja repleta de ambos, Mr. Roberts sente falta de um tempo que não volta mais, em que a cidade de Chicago inteirinha dividia esse sentimento com ele. Foi um momento bonitinho e bastante poético, mas que não foi o suficiente para salvar March Madness.

PaddysDay

Quem heroicamente salvou o dia, no fim das contas, foram as irmãs de Andrew, que apareceram para controlar o estrago – moral e material – que causaram, ajudando a remendar a tal boia para as crianças carentes – e o ego ferido de Simon. A boa ação foi bem-sucedida, deixando Simon orgulhoso, mas a sensação que ficou foi a de que algo faltou para fazer o episódio funcionar.

“Uma vez eu dei um beijo de língua em Wolf Blitzer.” – Simon

Whaaat?

The Crazy Ones retorna de seu hiatus nesta quinta-feira, 3 de abril, com os 4 últimos episódios desta que provavelmente será a sua primeira e única temporada. Conforme anunciado pela CBS, a season (series?) finale irá ao ar no dia 17 de abril nos EUA, com um episódio duplo, o que só confirma a previsão de que o pior está mesmo por vir. Eu espero do fundo do meu coração que estes episódios restantes façam valer a pena. Salvem The Crazy Ones! Rezemos!

Até a semana que vem!

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