TeleSéries
The Following – Betrayal
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Em Betrayal, The Following pega pesado com a religião, ou melhor, Joe Carroll pega pesado com a religião. Ateu, Joe carrega as mesmas iniciais de Jesus Cristo, J.C., mas confessa a Emma que só cometeu uma vez o erro de acreditar em um Deus.
Hoje, Joe tem um problema sério com religião e conseguiu um alvo bem interessante para juntar sua fome com a vontade de matar: o pastor sensacionalista Kingston Tanner. Em entrevista a Carrie, o pastor afirma que seu objetivo é derrotar o mal, quando claramente Carrie expõe os interesses financeiros paralelos. Joe acompanha o programa pela televisão e comenta, vibra e se irrita com cada fala da entrevista. Tanner escolheu Carroll para alavancar seu número de fiéis, mas subestimou o J.C. de Korban.
Joe já estava muito irritado com o “hipócrita” do Tanner e não esperava um baque pior. Mas ele veio. Emma descobriu a fuga de Mandy e o seu destino: os braços de Lily Gray. Joe desafiou sua segurança e tentou ligar para Lily, mas ouviu o que mais temia: Mandy seria morta por sua fidelidade a ele. Nunca se viu até aqui na série um Joe tão derrotado. Mandy certamente ocupou um lugar em seu coração de uma forma que nenhuma outra pessoa conseguiu, muito menos Emma e, talvez, nem Claire.
Carroll culpou Emma pela morte de Mandy e isso mostrou como o personagem ainda mantém a frieza e a sensatez em seus julgamentos. A culpa de Mandy não ter se sentido em casa em Korban foi especialmente de Emma e de seu ciúme de Joe. Foi então que o medo se juntou à inocência de Mandy e ela foi parar na cova dos leões, onde os Gray adoram um jantar em família. Carroll deve buscar vingança e deve ser em pouco tempo.
A parte mais triste de Betrayal foi a morte de Mandy. Além de frio e macabro, o seu assasinato acaba com a trajetória de uma personagem muito rica que ainda poderia render muito em The Following. A ligação dela com Carroll era muito intrigante e vai fazer falta. No entanto, a série mantém sua sina: qualquer personagem pode morrer em qualquer momento. Vale lembrar sempre que Ryan e Joe não seguem a regra, não importa o que a produção do seriado diga. Os dois só morrem em mortes falsas, algo que já está virando quase rotina na série.
Enquanto isso, Ryan tem seu reencontro com Claire. O retorno da personagem foi bastante emocionante para Ryan, mas Claire pareceu um tanto fria. Além disso, a ideia dela em querer ajudar o FBI não faz o menor sentido. Que adiantaria a Claire, um alvo ambulante, sair à caça de Joe e seus novos seguidores? O risco seria dela e conseguiu somente multiplicar os problemas e dificuldades encontrados até agora. Como se não bastasse, Claire vai se meter ainda na relação de Ryan e Carrie. Logo agora que o ex-agente do FBI tinha encontrado algo para voltar a sorrir, Claire parece disposta a bagunçar tudo. Max já entendeu o recado e não gostou nada do que viu. Mike e Max devem acabar apoiando Carrie ao invés de Claire. De morena para morena, quem vai sair em vantagem é a jornalista preferida de Carroll.
Outra morte de um personagem em potencial e que não pareceu nem um pouco fake foi a de Lucas, que perdeu a vida durante a ação no campus da Universidade de Northfield, na casa da fraternidade Alfa, Beta, Gama. Lucas era um personagem interessante, principalmente por sua relação com Tilda. Por outro lado, a nova seita de Joe já vem treinando novos assassinos. Nessa última missão quem fez sua estreia foi Angela. Foi um tanto engraçado ver o nervosismo da moça e a necessidade de fazer inúmeras perguntas.
The Following segue para os últimos episódios da temporada. A Fox anunciou a season finale para o dia 28 de abril, assim nos restam apenas mais três episódios para o encerramento do segundo ano da série. Com Ryan no covil de Carroll só podíamos esperar um desfecho para logo. A season finale da primeira temporada foi impactante e apresentou até a morte (fake, é claro) de um dos personagens principais do seriado. Dessa forma, a expectativa é alta para os próximos episódios. O triângulo criminoso de Carroll X Ryan X Lily ainda tem muitas contas para acertar.
Frase do episódio: “She was mine” (ela era minha). Muito medo da cara do Joe para a Emma. #JCLive
PS: Quantos celulares Ryan já colocou fora nessa temporada?
Star-Crossed – An Old Accustom´d Feast
12/04/2014, 14:59.
Regina Monteiro
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E será que desta vez Grayson vai se transformar no bandido que aparentava ser no início? Cá entre nós, o rapaz tem vários motivos para isso. Traição é o que não lhe falta na vida: a mãe e o pai não eram exatamente o que diziam ser; a suposta namorada descobriu (até que enfim!) que é por outro que seu coração bate e, de quebra, ele não sabe porque foi raptado por Drake e Roman, o que faz crescer sua desconfiança em relação aos atrainos. Parece que, na esteira de mágoa e ódio, os Falcões Vermelhos irão ganhar outro membro.
Espero que, se for para Grayson tornar-se um líder dos Falcões, que seja no estilo Sylar (Heroes), um vilão da história feito mais para ser amado que odiado.
Vega, por sua vez, ainda tenta descobrir o que aconteceu com Zoe. E, para manter o código de honra dos Trags, onde cada falha deve ser punida exemplarmente, Drake é a vítima da vez. Fico com a impressão de que a líder dos Trags sabia exatamente o que estava fazendo quando ameaçou isolar Drake do convívio dos amigos: mirou nele para acertar Roman. E deu certo! O pagamento pela permanência do amigo entre eles era a liberdade do prisioneiro 337. O único ser que poderia ameaçar a liderança de Castor entre os atrianos. E, se somarmos a recepção dada aos atrianos quando chegaram à Terra e seu confinamento no Setor, mais o que ela sabe sobre as ações de Castor, começa-se a entender porque a líder dos Trags age impiedosamente com quem ousa questionar suas ordens e atravessar seu caminho. Ao final, talvez seja ela a mais coerente dos personagens, pois seu povo, mais que ela própria, é sua prioridade.
No limite, o que se pode dizer, com certeza, é que há mais mistérios entre o que aparentemente se sabe e o que realmente existe por trás das intenções de cada um do que se deixa perceber, embora a manutenção de segredos não seja o ponto forte das pessoas em Star-Crossed. Somente para constar: uma grande farmacêutica já sabe sobre a cura de Julia, Grayson já sabia sobre Emery e Roman que, por sua vez, já havia descoberto a verdadeira identidade de Glória. E ao final do episódio vamos descobrir, também, que aquela impressão de que Castor não era assim tão pró-ativo quanto à integração com os humanos pode ser verdade, e que ele realmente tem algumas coisas a explicar.
Parece que, nessa trama toda, Drake deu sorte, foi salvo duas vezes: não terá que remover suas marcas e deixar seu povo para viver entre estranhos e ganhou sua mãe de volta. E eu, lenta que sou, somente fui perceber que a tal prisioneira era a mãe dele quando ele se prostou diante do mural dos desaparecidos, para despedir-se de uma pessoa que imaginava estar em Eljida.
Mas em tempos de Dinaskyu, foi a vez dos humanos visitarem o Setor e participarem de uma celebração familiar atriana. Uma pena que justamente Emery tenha encontrado o Mirzan, a “caixa-preta” da nave atriana que mostra Castor atirando no piloto, porque se Maia podia olhá-la com condescendência depois de descobrir que fora ela quem havia salvado seu filho no dia da chegada, talvez sua antipatia retorne se souber que ela é quem tem o poder de denunciar Castor, seu irmão.
De qualquer forma, os dados foram lançados e, a quatro episódios do final da temporada, alguns pontos devem começar a ser amarrados. Então é aguardar para, pelo menos, ver como Castor irá se explicar, e como Eva Benton irá utilizar o que descobriu sobre o Cyper, já que, agora, talvez consiga reproduzi-la.
Grimm – Synchronicity
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“Em todo o caos há um universo, e em toda a desordem, uma ordem oculta”.
Como um wesen descobre que Nick é um Grimm? Depois do público ter quase desistido de ver a série tratar desse assunto, Synchronicity chega para matar a curiosidade dos fãs de Grimm. Segundo Monroe e Rosalee, quando os wesens se transformam, eles enxergam nos olhos de Nick uma escuridão. Moral da história? Nick vai ser o primeiro padrinho de casamento a usar óculos escuros na cerimônia.
Sem mais preocupações, Rosalee e Monroe seguiram organizando os preparativos para o casamento. Já Nick, coincidentemente, achou em uma gaveta o anel que uma vez tentou dar à Juliette. No entanto, parece que os dois não vão tocar no assunto tão cedo novamente. O que ficou um pouco estranho foi a forma como Nick e Juliette acabaram falando da possibilidade de casamento. Foi como se decidissem não comprar novas roupas de cama por enquanto. Logo depois, Juliette resolve experimentar um vestido de noiva em uma loja. Quem vocês acham que vai acabar pegando o buquê de flores de Rosalee? Clichê na área.
Enquanto isso, na Suíça, quem fez climinha novamente foi Adalind e Meisner. Boa parte da temporada a hexenbiest fez parte de um plot um tanto chato na série, mas a situação melhorou para o lado da moça e deu até vontade de torcer para um novo casal no seriado. Os dois se separam e não parece haver uma previsão de que se aproximem tão cedo, mas o Meisner vai deixar saudades. Adalind voltou para Renard e dessa vez carregando a filha dele nos braços, pelo menos é o que se imagina.
Quem já estava fazendo falta e reapareceu em Synchronicity foi a mãe de Nick, Kelly. Ela reapareceu em uma ótima entrada, salvando Adalind e Meisner e levando a hexenbiest para longe da Suíça. Vale ressaltar que o destino inicial era São Paulo, no Brasil (até dinheiro brasileiro apareceu no episódio), mas o avião acaba rumando para onde? Pertinho de Portland, é claro.
Nick até tentou ensaiar um novo pedido de casamento para Juliette mas… Kelly e Adalind apareceram para bagunçar tudo novamente. Depois de tanto ódio entre Nick, Juliette e Adalind, foi muito engraçado ver o reencontro do trio. A coincidência fez com que Kelly até não se desse conta de quem era Adalind, e de que ela era responsável pela morte da mãe da hexenbiest.
“Nick: – Acho que ela também não sabe quem você é, já que você matou a mãe dela.
Kelly: – Ah, é verdade. Tinha me esquecido disso.”
Agora, Grimm deve tratar do futuro do bebê de Adalind e Renard. A criança ainda nem tem nome e já vem dando o que falar. Provavelmente, Nick e Renard vão se entender sobre a criança, mas também vai pesar a informação de Kelly: o bebê precisa crescer em um ambiente normal para que seja voltada para o bem e não para o mal. Se Nick e Renard chegarem também a essa conclusão, quem estará apto a cuidar da criança? Vida normal é algo difícil de se encontrar em Portland.
The Fosters – Adoption Day
12/04/2014, 12:03.
Carol Cadinelli
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Season finale digníssima, digníssima! Depois de dois episódios que não muito me encheram os olhos, Adoption Day veio pra chutar o pau da barraca. E, é claro: eu chorei.
O último episódio já tinha deixado um cliffhanger incrível: a prisão de Brandon e tudo o que se relacionou a ela. O mocinho conta aos pais sobre o seu envolvimento na questão Anna, e os dois ficam desnorteados. Combinam de cuidarem da questão, mas que Mike fique longe da mãe dos gêmeos e que Brandon volte para casa. Pois que o garoto volta, mas muito ainda acontece com ele.
Brandon é liberado pela polícia, mas Lena tem quase certeza que ele será expulso pelo esquema das carteirinhas (acaba que não acontece nada). De volta à casa do pai, um Brandon derrotadinho (motivo? Callie, sempre) é amparado por Dani, que foi expulsa da casa; Mike disse que ela era má influência pro “garotinho inocente”, argh, desnecessário. Pois que o amparo de Dani é bem completo, e os dois vão pra cama juntos. Inacreditável, achei. Mas, dizer uma coisa? No fim das contas até que não achei bonitinho :3 Entretanto, na manhã seguinte, Brandon acorda para encontrar a casa vazia e uma caixa de mensagens de voz cheia: Mike, bêbado, pedindo desculpas. Primeira providência? “Dani, você viu papai?”. E então, o garoto parte para sua audição para a orquestra.
Pois não é que Dani encontra Mike? Caindo de bêbado e com as mãos cheias de sangue, como se tivesse brigado. E eu passei o resto do episódio me perguntando se aquele sangue todo era da Anna…
Quanto às mamães Foster, Stef conta a Lena sobre as carteirinhas falsas e sobre a volta de Brandon. Lena está quase certa da expulsão de Brandon e Vico, e se revolta quando nada acontece pelo fato de a diretora da escola ser amiga dos pais de Vico. Tô contigo, Lena! õ/ Lena está toda enrolada com o lance da gravidez/inseminação, e ao encontrar com Timothy, recebe uma má notícia: ele não vai mais doar. Nem fiquei brava com ele, achei totalmente compreensível. Imagina tu saber que tem um filho e não poder ter qualquer tipo de contato com ele? Então, mamãe chega triste em casa, pra ter que ouvir da outra mamãe que ela não quer um bebê. Ouch, Stef! E aí, quando Lena tem a prova de que realmente não está grávida (aka menstruação), Stef começa a se desculpar pelo que disse.
Stef foi babaca, sim, mas não dá pra negar que a cop mom está numa situação realmente delicada. Depois de descobrir o envolvimento de Brandon com Anna, Stef a visita e oferece os 10 mil dólares pedidos, se Anna nunca mais chegar perto dos Foster. Anna, claro, aceita, e as duas marcam de se encontrar para a entrega do dinheiro, mas eis que Stef fica plantada. Pois é, Anna não aparece, e a cop mom descobre que sua chantagista parece ter se envolvido numa briga na noite anterior e não apareceu mais na casa. Mike versus Anna? Muito, muito provável. Super deixa para a próxima temporada.
Quanto aos gêmeos, Mariana está numa situação complicada com Zack e sua mãe. Acontece que a mamãe do moço tem um pré-alzheimer mucho loco, então oscila entre lembrar e não lembrar do filho, e em um segundo momento do casal, o garoto está machucado: a mãe o agrediu por não se lembrar dele. Dessa forma, Mariana convence o namorado a ligar para o pai, pedindo ajuda. Já Jesus, apoiado pela irmã gêmea, volta a tomar seus remédios para o déficit de atenção/agressividade. Após se desculpar com Emma e contar a ela que estava de volta nos remédios, a menina resolve dar uma outra chance a ele. (Momento ship *-*)
Jude, por sua vez, também tem um encontro! Mas com uma menina da escola que é o interesse amoroso de Connor, seu melhor amigo. Jude admite para Lena ter aceitado sair com a menina por ter ciúmes de Connor gostar de outra pessoa, e pergunta à mãe: “Como a gente descobre se é gay?”. Ah, esses momentos Jude e Lena! <3 Muito amor. Ela diz que ter ciúmes dos amigos é normal, mas que a sexualidade dele não é importante para que ele seja amado pela família.
E então, finalmente, o dia da adoção! Todos juntos no hall do tribunal. Notem que quase não falei de Callie, mas é porque ela só começa a entrar em evidência nesse momento do episódio. A começar pelas mamães, esse é o momento em que Lena revela a Stef que está grávida (pois é, escapes não são menstruação u.u), e Stef fica toda amorzinho <3
Pois bem, Callie está lá, ansiosa, quando Wyatt aparece! Todo aquele cabelo e aqueles olhos dele, trazendo as meninas da Girl’s United com ele! Eu chorei, gente. A alegria da Callie ao ver as amigas foi tocante. Outra coisa linda foi o Connor ter ido, apesar da briga com Jude. E então, na hora H, uma má notícia para baby Callie: a mocinha não pode ser adotada. Acontece que Donald NÃO É O PAI biológico dela (me senti uma mistura de Ned Stark com Ratinho escrevendo isso, judge me), e ela precisa da autorização do pai desconhecido para ser adotada. Claro que ela fica frustradíssima e sai do fórum à toda, seguida por Rita (ô, personagenzinha incrível, sô!), que acalma a moça e a leva de volta.
E Jude é adotado, minha gente! É lindo, muitos abraços, beijos e fotos. Callie, claro, fica meio quadrada, mas fica muito feliz pelo baby brother. Na festa pós adoção, temos um momento Callie-Wyatt (shipping SO HARD!), em que o moço pergunta a ela sobre a situação com Brandon. Ela garante que não vai ficar com o brother-to-be, e aí TEM BEIJOOO! Lindo, lindo, lindo!
O episódio termina com Brandon, quase da mesma forma que começou. Mais ou menos. Temos um Brandon inconsciente, todo machucado, atacado por Vico e seu bando, estirado no meio da rua.
E então? Expectativas para a segunda temporada? Infinitas! A boa notícia é que The Fosters foi renovada (claro, uma série tão incrível ser cancelada? Firefly só acontece uma vez, por favor) e retorna para a segunda temporada dia 16 de junho. Então, até breve!
The Crazy Ones – Danny Chase Hates Brad Paisley
12/04/2014, 10:20.
Gabi Guimarães
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“Ketchup? Que diabos é isso?” – Simon
Enfim, The Crazy Ones voltou a apresentar um episódio afiado, centrado na louca campanha publicitária da vez: um molho barbecue chamado “Língua Picante de Satã”. Que chance isso tinha de dar certo?
Simon, um grande fã do tal “molho satânico”, fazia absoluta questão de conquistar a sua campanha, custasse o que custasse. E realmente custou: a sua saúde, depois daquela competição insana de “quem consegue tomar mais molho?” – e a sua já escassa sanidade mental. Mas nada que algumas viagenzinhas ao banheiro e outra ao hospital não pudessem resolver.
“Ou é um ataque cardíaco ou meu estômago derreteu por causa do molho. Dedos cruzados para que seja o número dois!” – Simon
As donas da empresa do disputado molho herdaram a receita de sua tia moribunda, que, ao morrer, aparentemente, “deixou apenas uma coleção de rãs em poses sexuais e uma caixa de sapatos cheia de receitas”. As duas, um tanto ingênuas e sonhadoras, têm apenas uma exigência: querem um jingle daqueles “grudentos”, que você ouve uma vez e não consegue mais tirar da cabeça. Simon, então, lembra logo de Danny Chase – também conhecido como Josh Groban –, que volta à série para uma participação especialíssima.
O problema todo começou quando Simon precisou ser levado às pressas para o hospital para cuidar de seu estômago em chamas, e deixou o seu protegido Zach responsável por fechar a campanha com as duas senhoras. Zach, sentindo o peso da enorme responsabilidade, conseguiu fechar a campanha “prometendo demais”. E, por “prometendo demais”, entendam: ele garantiu às clientes que ninguém menos do que Brad Paisley iria cantar o jingle composto por Danny Chase. Confusão pronta.
Simon fica furioso quando Zach conta a ele o que prometeu. Afinal, será que Zach não aprendeu nada com o seu mestre?
“É como Deus falando para Jesus: ‘Você deveria ter transformado a água em um vinho melhor!’” – Zach
“E nessa analogia você é Jesus?” – Andrew
Ri demais com esse diálogo. Ver Zach desconcertado com a decepção de Simon foi no mínimo inédito. Mas… Mãos à obra! O único jeito agora seria cumprir o prometido, também conhecido por Simon como “o jeito mais odiado de todos”. Para limpar a bagunça feita por Zach, lá se foram eles atrás de Danny Chase e Brad Paisley. E confesso que isso me lembrou muito lááá do piloto, quando fomos apresentados a Simon e Zach, correndo atrás de Kelly Clarkson – ou seria “Kelly Classic”? – para o jingle do McDonalds. Foi só comigo ou vocês também lembraram do episódio?
“E aí, vadias? Alguém chamou o mestre de jingles? Porque DC está na área!” – Danny
Agora uma verdadeira estrela do mundo da publicidade – ou “o melhor compositor de jingles do ramo” –, Josh Groban e seu Danny Chase (ou seria DC?) estão de volta à Lewis, Roberts & Roberts, e… Foi sensacional! Que saudade, Danny…
“45m de distância, jingle boy! Válido até 2015!” – Sydney
Gargalhei com esse encontro entre Danny e Syd! Depois do último encontro pra lá de bizarro entre os dois lá nos primórdios da temporada, acho que a nossa querida Syd tomou a decisão certa ao conseguir uma restraining order contra Danny e sua obsessão.
(Sim, agora estou com o refrão “Syyydney, you’re one of a kind / Syyydney, you’re so fine” na cabeça… Alguém? Obrigada, Danny! #sqn)
Outra cena memorável e certamente um dos destaques do episódio foi o “processo de convencimento” de Danny, que, num ataque de estrelismo, disse que “não escreve sobre condimentos” e demitiu sua própria mãe do posto de empresária.
“Há cinquenta anos, havia uma senhora estranha, com uma vida sexual levemente complicada. Ela achou que seu lombo estava seco e duro e queria um jeito de umedecê-lo. Ela foi à dispensa e encontrou um melaço, pimenta e sete ingredientes secretos.” – Simon
Como Danny poderia resistir a uma campanha tão obviamente irresistível? Ele aceita fazer o jingle, mas a paz não reina nem por cinco segundos na LR&R. O problema da vez? Danny odeia Brad Paisley. Metendo os pés pelas mãos novamente, Zach “promete demais” e garante um pedido de desculpas por parte de Brad. No que Zach estava pensando, meu Deus?
O encontro com o Mr. Paisley não poderia ter ido melhor, não fosse um detalhe: ele não faz ideia de quem seja Danny Chase.
“O que você faria se alguém te pedisse para se desculpar com um estranho por algo que você não lembra ter feito?” – Zach
Como Brad Paisley “não pede desculpas para ninguém” (como ele pode recusar esta proposta irrecusável de Zach, really?), como proceder então? Utilizando-se dos poderes falsificadores de Lauren, é claro. Algo como:
“Desculpe-me por ter feito aquela coisa que eu fiz no passado. Sinto-me péssimo por tê-la feito. Vamos seguir em frente e nunca mais falar sobre essa coisa que eu fiz.”
Genial, não? Mesmo depois desta mensagem tão comovente e dos argumentos de Zach de que é preciso ser um “grande homem para pedir perdão em um papel de carta com cheiro de lavanda”, e do velho ditado sulista sobre o “gambá que foi menosprezado e não assobia quando é corrigido” (??), a coisa toda foi por água abaixo.
A revelação do porque Danny Chase odeia Brad Paisley, numa alusão ao título do episódio, foi hilária. Brad deu uma de Simon Cowell para cima de Danny num reality show chamado “The Next American Country Star” – “You are Unamerican!” – que ia ao ar às duas da manhã, depois dos infomerciais. Sério mesmo, Danny? #euri
Danny e Brad discutindo sobre o que é um falseto me fez rir alto, assim como a imitação perfeita que Josh fez de Brad cantando seu single. Momento alto do episódio, sem sombra de dúvidas. Impagável.
A campanha foi pelos ares, obviamente. Ninguém gravou single nenhum, e a coisa parecia ter ido para o brejo. Mas, a esta altura, quem aí não esperava uma sacada genial de Simon e Zach? A relação meio pai e filho entre os dois é, na minha opinião, um dos pontos fortes da série e que sempre, sempre, sempre funciona. É garantia de um bom episódio recheado de momentos hilários. Dessa vez não foi diferente.
“Pare de se perguntar ‘o que Simon faria?’ (…) Comece a se perguntar ‘o que Zach Cropper faria?’, e você será ainda melhor do que eu.” – Simon
Dito e feito. Com os retalhos da briga homérica entre suas estrelas, Zach salvou a campanha da “língua de satã”, em uma campanha que deixou Simon orgulhoso de seu garoto prodígio.
“Damn!” – Brad Paisley para “Língua de Satã”
O outro arco do episódio foi bonitinho, e focou basicamente na paixão platônica entre Syd e Andrew. A nova assistente da Syd, Allie, não resistiu aos charmes do fofo diretor de arte da agência, e o resto da história vocês já conhecem… Sou #TeamSyndrew desde o começo, e o fato de ele ter dito para Syd que conversar com a menina é “como conversar com você” disse tudo (a carinha enciumada dela também!). Só espero que tenhamos mais uma temporada (ou duas, ou três…) para ver este tão aguardado romance sair do eles-vão-eles-não-vão… Torçamos!
(E uma menção honrosa para Lauren – sempre ela! –, a assistente mais sensacional de todos os tempos! A-DO-REI ela se achando chefe e mandando e desmandando em Allie e seu mingau…)
Apenas três episódios até a season finale, e nem notícia sobre o futuro de The Crazy Ones… Episódios como este, entretanto, me dão uma pontinha de esperança. Em Danny Chase Hates Brad Paisley, tudo funcionou muito bem, como não acontecia já há algumas semanas. Por mais episódios com Josh Groban, por favor! Salvem The Crazy Ones!
Suits – Know When to Fold
11/04/2014, 15:53.
Regina Monteiro
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Surpresa! O óbvio, aparentemente, não irá determinar o fim desta temporada de Suits.
Em Know When to Fold, o óbvio apenas rondou o episódio, mas foi firmemente expulso por James Quelling quando implorou a Mike que não lhe tirasse tudo o que ele era, porque ele só fazia sentido sendo um advogado. Esta não foi uma simples fala. Foi um espelho. Naquela hora Mike soube: ele também não fazia sentido se não fosse um advogado. E toda a luta entre razão e emoção, travada o episódio todo, resolveu-se em instantes.
Só lhe restava, então, uma saída: seu nome precisava constar nos registros da Ordem dos Advogados. Neste caso, ainda bem que os hackers, essa nova criatura que habita a Terra nestes tempos cibernéticos, existem e Mike pode recorrer a ela. Lola Jensen inseriu seu nome nos registros da Ordem e, aparentemente, Mike deixou de ser uma fraude e não corre mais risco de ser desmascarado.
Voilá! Lá se foi o cliffhanger para a próxima temporada que, felizmente, estreia em maio, segundo alguns sites de notícias.
Esse episódio também me lembrou porque eu me apaixonei por Suits. Na história, nada é fortuito e as diversas situações vividas por cada personagem não dizem exatamente o que parecem dizer. Embora o episódio tenha rondado, o tempo todo, as dúvidas de Mike e sua incapacidade de tomar uma decisão entre a Person & Specter e a empresa de Jonathan Sidwell, todo o restante (a relação entre Harvey e Scott; a depressão de Louis, as ações de Jessica), como de resto a própria resposta de Mike, conduziam para um só ponto: a ligação que têm entre si através da firma.
Harvey passou o episódio inteiro enfrentando o dilema de contar ou não a Scott a verdade sobre Mike. Mas esse dilema refletia, de fato, a angústia de saber que a, aparentemente, única saída de Mike era deixar a firma. Dilema que deixou também algo evidente sobre sua relação com Scott: ele, até agora, não conseguiu superar o fato de não conseguir um relacionamento afetivo que ultrapasse as fronteiras do imediato, ainda que este imediato para ele próprio esteja, no momento, revestido de possibilidades de futuro.
Louis ensaiou certa depressão pela perda de Sheila, mas quando Jéssica precisou dele, Sheila foi a primeira a deixar a cena. E o Louis depressivo deu lugar ao Louis leal e disponível para os amigos, que, de mais a mais, são sua família verdadeira. Família na qual, de resto Katrina já aprendeu a trafegar, como percebeu Rachel que a defendeu diante da iminência da nova associada ser demitida por acobertar a ausência de Louis.
Know When to Fold, portanto foi, de fato, um episódio em que a Person & Specter tornou-se o personagem principal e seus funcionários compartilharam a relação simbiótica de serem, em seus termos, uma família.
Portanto, se parecia óbvio que esta temporada iria terminar com a saída de Mike da firma, criando assim, a expectativa de seu retorno para a próxima temporada. O fato de a equipe criativa não ter optado – ainda – por esta saída, pode significar que uma trama melhor que de Ava Hessington desenha-se para a próxima temporada. Mas é melhor ter cautela e aguardar o que No Way Out irá trazer para o encerramento dos eventos deste ano na Person & Especter.
Once Upon a Time – It’s Not Easy Being Green
11/04/2014, 12:53.
Júnior Melo
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Não é fácil ser verde, como diz o nome do próprio episódio e da música dos Muppets à qual faz referência. Engraçado que não apenas o título da música, mas a letra no geral, se encaixou direitinho neste episódio. Zelena se sente uma pessoa ordinária, sem receber o valor que ela merece – assim como o Kermit canta na música – e ao fim ela abraça o verde em sua vida e decide fazer grandes coisas. Uma pena que a decisão dela – diferente da do sapo que aceita a sua cor de uma forma boa – seja feita para o lado da maldade.
Agora que todos já sabem quem é a Wicked, não há mais razão para ficar com jogos e mistérios. Um dos pontos mais positivos desse episódio foi o fato de tudo ter sido direto, sem máscaras cobrindo algo que todos já sabemos. Zelena veio provar que é a pior vilã que os moradores de Storybrooke já enfrentaram. Sem medo algum do que a população possa fazer a ela, a bruxa aparece no meio do Granny’s para desafiar sua irmã para uma luta. Que a mais poderosa vença. Se na primeira parte da temporada tínhamos o Pan que prometia ser um grande vilão que comandava tudo, mas pouco fazia, com a Zelena temos o inverso. Ela age mais e fala menos. Está sendo ótimo odiá-la.
Enquanto que na cidade os preparativos para o grande duelo ocorriam, no flashback descobrimos a razão do ódio de Zelena por Regina. Inveja, simples assim. Esse é o momento em que é até possível sentir pena da Wicked. Ela sofreu em sua casa por causa do pai adotivo que a odiava pelo fato de ela ter poderes e depois descobriu que a sua meia-irmã estava sendo criada em um castelo e sendo educada por um grande mago para desenvolver seus poderes. Uma irmã tem a vida “boa” – pois sabemos que a vida de Regina não era tão boa assim – e a outra tem que sofrer. É compreensível o ódio. A Wicked então vai em busca do grande mago Oz para encontrar uma maneira de roubar a vida de Regina para ela. Não pensei que Oz iria aparecer, foi uma grata surpresa, ainda mais quando a sua identidade foi revelada. Ele esteve o tempo todo entre nós. Surpresa imensa. Parabéns, Once Upon a Time, por essa ninguém esperava.
Sabe quando você tem certeza que as coisas vão começar a ficar agitadas e dá pausa no episódio, arruma a postura, respira fundo, se aquece e diz: manda a ver? Foi o que fiz quando o duelo começou. Não esperei uma grande luta e, ainda assim, o resultado me surpreendeu. Emma sendo arremessada, Regina dando um belo tapa na Wicked, depois também sendo arremessada e Zelena ainda assim perdendo no final foi um deleite ao olhos. Gostaria que houvessem mais cenas desse tipo na série, acho que só acrescentaria.
Além das cenas de ação, tivemos ótimas cenas que arrancaram os corações de quem assistia. Logo de início o enterro do Neal foi emocionante pelo simples fato de que, infelizmente, depois de tudo o que Rumple fez pelo filho – mudar seu jeito; dar, literalmente, sua vida por ele; lançar uma maldição para reencontrá-lo e tantas outras coisas – ele não pôde comparecer ao enterro. Doeu e doeu muito. As cenas de Hook e Henry também foram boas, tirou toda a agitação do episódio, era a pausa para respirar. Já tinha dito isso na review passada e repito: tem como não gostar das cenas de Regina e Robin Hood? A cena final dos dois foi tão simbólica que arrepiou. O fato de Regina entregar literalmente o seu coração a ele foi algo grandioso, penso que essa deve ser uma das cenas que ninguém deve esquecer. A Evil Queen vai ter que mudar de nome daqui pra frente. A explicação para a Zelena ter ficado verde foi razoável, confesso que essa não era a minha maior curiosidade sobre a personagem. Ainda assim gostei da razão que deram.
Ainda com sete episódios pela frente, Once Upon a Time nos deixa sem conseguir imaginar o que vem pela frente. Os planos da Wicked agora estão todos às claras, as perguntas foram respondidas e apenas uma ainda paira: será que vamos voltar no tempo? Acho que é bastante complicado se isso acontecer, é um assunto para um longo debate. O jeito é esperar pelos próximos episódios e descobrir o que vai acontecer. Vamos torcer para a Wicked, assim como o Kermit, aceitar que ser verde é algo bom. Não precisa ser má, Wicked. Até semana que vem.
Bates Motel – Plunge
10/04/2014, 20:26.
Gabriela Pagano
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Que episódio b-i-z-a-r-r-o em Bates Motel! E em se tratando da série mais psicótica da televisão, não poderia haver elogio maior. O sexto episódio da segunda temporada foi tenso em cada milésimo de segundo de seus 40 minutos e deixou o espectador com o coração na mão.
Se, até o episódio passado, Dylan foi o personagem principal e sofreu horrores, essa semana as coisas estavam mais leves, já que ele foi para a casa da chefe (que nariz estranho essa moça tem!), se recuperar do acidente sofrido, e ainda teve uma “noite” com ela. É claro que ele está mais apavorado com a presença da mulher em questão do que quando precisava lidar, no trabalho, com aqueles homens mal encarados e com arma de fogo, mas isso é só um detalhe. No lugar dele, eu também estaria desconfiada, afinal, “a chefe” do negócio de maconha era a figura mais enigmática da série – era tipo o Lombardi, do Sílvio Santos; todo mundo ouvia falar, mas não sabia quem era – e, de repente, ela leva o inofensivo Dylan para a casa dela, para o lar doce lar. Mas, apesar da desconfiança, acho que ele não está em maus lençóis, não (ai, eu adoro um trocadilho infame).
Já o Norman, meu Deus, anda mais surtado do que nunca. Os apagões estão cada vez mais recorrentes e a frequência com que ele mata alguém idem. A vítima da vez foi o pai da menina problemática e, pelo jeito, a Norma vai ter que fazer algumas ameaças e usar a recém-conquistada influência como conselheira da cidade para não ver o problema do filho exposto para todo mundo.

Por falar no Norman e na menina problemática, o que foi aquela cena em que ele berrou com ela, na cachoeira? Apesar do casinho dos dois, está na cara que ele não gosta dela – acho que ele só gostou da Bradley de verdade. Mas foi curiosa toda a situação. Primeiro que, quando a Emma e o Gunner (o menino bonito) chegaram na cachoeira e encontram o Norman e a garota no maior chamego, foi impagável, engraçadíssimo. O constrangimento da Emma e do Norman foi divertido, já os respectivos deles não se importaram com a situação. Entretanto, logo o humor passou e, com o incidente da Emma, que decidiu pular na água sem o equipamento para respirar, Norman perdeu as estribeiras e descontou na amiga “moderna”.
Depois, ele ainda abraçou a Emma e quis cuidar dela, deixando o Gunner – é bom a gente aprender o nome do galãzinho, o personagem está crescendo – totalmente de lado. Apesar de o episódio sugerir alguma coisa entre Norman e Emma, não acredito que ele goste dela. Ele gosta dessa situação de proteger a donzela em perigo, de se sentir no controle. Afinal, a própria Norma, apesar de manipuladora, passa uma impressão de inocência, de que não sabe se defender sozinha.
Ela, talvez, não saiba mesmo, embora se ache muito esperta. Na cena em que ela foi conversar com o prefeito de White Pine Bay, de olho na cadeira do conselho da cidade, ficou evidente que até o homem que comanda o município politicamente tem medo dos novos amigos da Norma (e ela está apavorada com isso, pois só está se dando conta da gravidade agora!). Ainda bem que o xerife Romero está por perto e fez, inclusive, uma pequena investida nela – dizer que ele podia ver através das cortinas do quarto dela, quando as luzes estavam acesas, é “chamar para algo a mais”, desculpe. Mas isso prova duas coisas: a primeira, ele realmente tem segundas intenções com ela e a segunda é que, independente de quantas intenções ele tenha, todas elas são boas. Ao que tudo indica, Romero é mesmo um homem decente e quer ajudar a Norma, protegê-la – inclusive dos olhares indiscretos de terceiros. Até porque, o filme do Hitchcock em que Bates Motel é inspirada é Psicose e não Janela Indiscreta… Como sou engraçada… Não.
O que não vai ter graça mesmo é o próximo episódio da série: Norman acaba de cometer um assassinato (ou uma tentativa, a gente não sabe se o homem morreu) e a polícia está atrás dele. Será que os encantos da Norma darão jeito no xerife Romero? Ou ela vai jogar charme para cima do ex-advogado que a ajudou a entrar no conselho? Dylan vai entrar em ação também? A menina problemática vai escolher a amizade pelo Norman a fazer justiça pelo pai? Em Bates Motel, as respostas nunca são óbvias e nada do que parece realmente é. O jeito é olhar indiscretamente pela janela de qualquer quarto do motel em que você estiver hospedado. E não tenha pressa em sair… A série acaba de ser renovada e muita coisa ainda vai acontecer. Até a próxima semana.
p.s.: tadinho do Norman, não vai dirigir o carro da mãe pelas próximas temporadas!
p.s.² (e mais importante): o Keenan Tracey, que interpreta o Gunner, além de ser lindo e atuar, também canta (suspiros, meninas) – e canta até que bem, obrigada!
A Teia – Episódio 10
10/04/2014, 14:20.
Simone Miletic
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Coragem. Após a cena final de A Teia foi essa a primeira palavra que veio a minha mente. Não foram os primeiros a se arriscar mostrando a maldade humana da forma mais crua. Nem o fizeram de uma forma diferente de todo mundo. Mas eles encararam o risco na televisão aberta brasileira de uma forma que, pelo menos eu acho, ninguém tinha feito antes – e aí, talvez seja o caso de eu fazer um mea culpa por ter reclamado tanto do horário sem perceber o bem que isso poderia fazer a série.
A grande verdade é que o último episódio desta temporada – torcemos para que não seja a única – não só ficou à altura de tudo que tivemos até aqui como nos preparou um apanhado de surpresas, começando pelo fato de Celeste ter sobrevivido ao acidente e encerrando com a inesperada revelação de que Marco Aurélio não buscava a vingança pela morte de seu pai, já que ele assistiu a própria mãe o fazendo, mas era apenas uma mente tremendamente perturbada.
O episódio começou com Macedo tentando convencer Celeste a ajudá-lo enquanto uma multidão fora da delegacia ameaçava linchá-la. Voltamos então ao momento do acidente e da fuga de Baroni, que leva Ninota consigo para fazer exatamente o que Macedo previra: se vingar do ex-marido de Celeste.
Baroni recorre a Charles, o único a escapar do cerco da polícia, e arquiteta a vingança em sua casa na Chapada – e a localização dos acontecimentos foi a única parte de toda a série que me incomodou, fosse pelo fato de eu ter dificuldade em identificar as idas e vindas do grupo, fosse pelo fato do Brasil não ser tão pequeno assim para a facilidade com que esse povo viajava, além de fazer com que eu me perdesse na linha temporal.
E tudo daria certo, não fosse o detalhe de Celeste estar viva e não fosse um dos vídeos que acaba chegando as mãos do pessoal da polícia. Para ser mais exata nas mãos de Taborda, que recém pai faria o que qualquer um de nós faria – e ele não podia fazer: a divulga.
A fita em questão reafirma o quão instável Baroni é: ele tortura a pequena Ninota na frente da câmera para que seu pai possa ver e assim não hesite em encontrá-lo. Confesso: apenas ouvir a fita foi o bastante para revirar meu estômago e mais que justifica a multidão raivosa fora da delegacia. O maior trunfo de Baroni se torna, então, seu ponto fraco: Celeste, até então firme em proteger seu amado, acaba entregando a localização da casa em que ele estaria escondido após ver a fita.
Macedo monta uma nova operação gigante – como o chefe dele bem nos lembra e questão totalmente relacionada ao que citei acima sobre as viagens – para prender o bandido. Ele evita que Ney acabe morto, consegue recuperar Nina, mas não impede que Baroni atire em Celeste.
A grande verdade é que não existe possibilidade de final feliz em uma história como essa e o roteiro acertou na forma como as coisas aconteceram – e eu nem vou criticar o fato de Macedo levar Celeste com ele à cena do crime, afinal isso acontece até em filme americano muito bom.
Baroni vai para a cadeia, aonde seu destino já está traçado também: lembram da fita com a tortura de Ninota? Bom, os presos também sabem dela e a cena dele sendo cercado no banheiro já diz tudo que precisamos saber. Celeste é mantida no hospital com a ajuda de aparelhos. Seu futuro é indefinido e Ninota acaba em um lar para crianças órfãs.
Macedo recebe a proposta para continuar em Brasília e montar sua equipe de trabalho. Se, de um lado, a proposta o manteria perto da mãe e de Celeste, com quem a ligação acabou sendo bem mais forte do que ele pretendia, ele não tem coragem de pedir a sua esposa que o acompanhe.
Ficam então as pontas soltas para uma possível segunda temporada e a cena de Libânio carimbando passaportes no aeroporto foi o bastante para me fazer querer que Macedo aceite a proposta – como se eu não quisesse o bastante vê-lo trabalhando junto com Germano.
E Eduardinho? Infelizmente o que eu mais temia aconteceu e a trama familiar de Macedo se esvazia. A esposa do delegado encontra os documentos na geladeira e assim eles conseguem impedir o pior, mas Eduardo em uma concessionária de motos e o senador andando pela cidade de Brasília nos mostram que, bem, algumas coisas são mais difíceis de mudar.
*O texto foi publicado originalmente no Só Seriados de TV.
Modern Family – A Hard Jay’s Night
09/04/2014, 22:01.
Maísa França
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A Hard Jay’s Night trouxe mais um pouquinho do que os personagens têm de melhor. A essência daqueles que ficaram em evidência nesses minutos de episódio foi explorada daquele jeito sutil que só Modern Family consegue fazer.
Phil e Gloria passaram o dia juntos para vender um antigo apartamento de Gloria mas, o que deveria se tornar um dia de negócios, se tornou um dia de confissões. E, dessa vez, pudemos ver que, por trás de todo aquele glamour, há uma Gloria que sente falta de seu passado simples e seu apartamento pequeno. Com uma ajudinha de Phil, a moça percebe que, às vezes, relembrar o que éramos não faz da gente uma pessoa pior ou melhor do que atualmente, mas nos mostra que se estamos como estamos (em uma determinada situação), é porque merecemos estar aqui. O fato dela ser feliz e ter casado com um homem super rico não tira dela o direito de lembrar, e até sentir falta, da vida pacata que levava. Mas também não faz dela uma pessoa pior por ter melhorado sua vida ao lado de um homem milionário, afinal, quem nunca pensou no famoso “golpe do baú” quando viu o casal pela primeira vez?
Enquanto isso, na casa de Jay há uma aproximação entre ele e Claire. O drama de pai e filho e um sentimento de indiferença e amor correspondido foi mostrado mais uma vez. Agora, Claire tenta mostrar que pode tomar conta dos negócios sozinha, mesmo sendo a mulher da família. Mas muito mais do que isso, ela tenta chamar a atenção do pai para lhe arrancar elogios e tudo o mais. Como sabemos que Jay muitas vezes não consegue demonstrar seus sentimentos – vide a relação dele com Manny – a situação acaba se tornando cômica, apesar de delicada. Depois de um dia todo competindo com o pai, Claire finalmente se dá conta de que só é capaz de fazer tudo o que faz porque tem a orientação dele. E o modo sutil com que isso é relatado deixa a relação pai e filha muito mais bonita.
A cada dia temos um novo detalhe sobre o casamento de Cam e Mitchell e dessa vez foi o enfeite do bolo que causou um enorme “reboliço” no dia dos noivos. Para Cam, o enfeite do bolo era muito mais do que um enfeite e foi preciso diversas situações constrangedoras para que ele mostrasse para o noivo o motivo da importância daquilo. O pai conservador de Cam, finalmente aceitou a relação do filho com Mitchell e o objeto foi o que selou essa dúvida.
Depois de um episódio relaxante como as massagens capilares do Phil, a temporada entra na sua reta final em boa forma e fazendo do episódio mais um da lista dos bonitinhos que servem de lição pra alguma coisa. A lição do dia foi mostrar que uma conversa pode mudar tudo.
Revolution – Austin City Limits
09/04/2014, 21:01.
Carol Cadinelli
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Mais um episódio emocionante. Cara, depois dos episódios estilo Inception, a série deu uma guinada muito legal. Agora eu consigo assistir a um episódio sem aquela sensação de perda de tempo, e me entreter com a história. Acho que eu até ficaria um pouquinho triste se Revolution fosse cancelada.
Austin City Limits foi deveras emocionante. O episódio começa com os Neville em briga, e Jason abandona o pai para unir-se a Miles & Co. O grupo, clara e obviamente, desconfia do Baby Neville, mas resolve aceitá-lo com alguma cautela. Pois bem, o grupo se separa: Charlie, Connor, Miles e Bass vão para Austin, levando Jason algemado com eles e deixando Rachel e Gene para trás. Honestamente? Melhor decisão já tomada na vida. Tudo bem, Rachel e Gene têm sua importância na história, mas acho que os roteiristas finalmente sacaram que colocá-los em cenas de estratégia e de ação que exigem alguma corruptibilidade não funciona.
Neville pai não aparece mais. E Rachel e Gene só voltam a aparecer lá no finalzão. Gostei dessa folga. Já até comentei, tô adorando essa mudança de estilo, com o foco dos episódios bem menos distribuído, e tal. O grande foco de ACL foi a viagem para Austin. Nossos cabeças descobrem que patriotas estiveram hospedados na cidade, e encontram evidências de que nossos odiados inimigos planejam matar o presidente do Texas. O lance é que o alvo também não é muito fã de Miles e Bass (como todo mundo na série), então os dois amigos deixam as crianças e partem ao encalço de um velho aliado, Frank. Frank não é encontrado numa situação muito oportuna, mas não parece ter se incomodado com a interrupção de sua festinha sadomasoquista.
Logo que Miles e Bass conseguem a ajuda de Frank, uma tragédia: Frank é assassinado por uma de suas vadias – que, na verdade, era uma das crianças do centro de treinamento de Willoughby. Sem sua arma secreta, a dupla dinâmica agora vai ter de se virar só com as suas crianças, as quais tiveram que enfrentar um patriota sozinhas. Sabendo agora que o presidente do Texas fará um discurso para a população, nosso grupo se dirige para o local do crime. E Jason é pego. Seu número é lido e ele se torna um soldadinho patriota. Charlie, notando o movimento do bonitão, segue-o e reconhece o que está acontecendo. Depois de muita luta, ela não tem outra saída. Então, com lágrimas nos olhos, ela atira no seu one true love, em ordem de salvar a si mesma.
E o Jason morre. Ó, Deus. O presidente é salvo – Miles mata o garoto de Willoughby que deixou escapar e que iria assassinar o presidente -, mas o Jason… Ç.Ç THE FEEEEEEEEELS!
Enquanto isso, Aaron nota que Priscilla vem agindo de modo estranho, desde que tomaram seu rumo de volta para Willoughby. E, então, descobre que não foi o único a voltar para o presente: Priscilla está presa numa realidade criada pela nanotech, em sua cabeça, mas não percebe e não luta para voltar. Confesso que fiquei com dó dos captores. “Nós só queremos saber como é ser humano.” Eu acho que sou estranha, sinto um carinho supremo pela nano, como se fossem meus bebês <3 Após coagido, Aaron aceita que a nano tome conta do corpo de sua mulher e, horas depois, são recebidos por Rachel em Willoughby. Novamente, o perigo ronda.
Até dia 23, revolucionários!
Elementary – The Many Mouths of Aaron Colville
08/04/2014, 13:44.
Gabriela Pagano
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O caso de polícia de Elementary, na última semana, foi excelente, como todos os seus antecessores. Mas não dá para negar que ele foi muito mais criativo! É que a investigação do caso policial do episódio foi toda moldada em uma… dentadura – com o perdão do trocadilho!
Tudo começou quando uma cena de crime atual levou os detetives a dois assassinatos ocorridos quase dez anos atrás e que, por coincidência, Watson estava envolvida. É que, no caso de agora, a vítima tinha uma marca de mordida no corpo e esse foi um dos sinais deixados por um assassino que mordeu suas vítimas em 2005 – e, depois de ser esfaqueado na prisão, acabou na mesa de cirurgia de Watson e um parceiro dela. Para tornar a história toda ainda mais complexa, o então assassino de 2005 acabou morrendo ainda no centro cirúrgico e Watson acreditava que tinha sido imprudência de seu companheiro de equipe, que queria ver o criminoso morto.
Ou seja, com a possibilidade do “mordedor” estar atacando novamente, tudo indicava que o homem preso nove anos atrás era, na verdade, inocente… e o erro pode ter sido mortal (de novo, com o perdão do trocadilho). Watson, íntegra que só ela, estava com ressaca moral por ter testemunhado tamanha injustiça e se empenhou para resolver a nova dúvida surgida.
O desenrolar da história foi cheio de vai e vem, como é típico de Elementary. Nessa série, eles encontram um suspeito, ele prova a inocência, encontram outro criminoso em potencial e outro, e outro…. e, de repente, estamos suspeitando do primeiro cara novamente. Nunca se sabe quem é o culpado até os minutos finais, embora, naturalmente, a gente faça as nossas apostas. E assim foi. Quando descobrimos que o então assassino preso em 2004 tinha tido sua arcada dentária usada como modelo para fabricar outras próteses – e, assim, várias pessoas tinham uma arcada idêntica a dele -, logo desconfiei do assistente da clínica. Não só eu, como imagino que muita gente. O cara tinha ar de serial killer, não dava para negar. E sendo tão óbvio assim, claro, não era ele! Não adianta a gente subestimar a inteligência dos roteiristas.
O final dessa história mirabolante foi que a mãe do assassino de 2005, de olho em ganhar uma indenização da cidade de Nova Iorque, conseguiu próteses moldadas na arcada dentária do filho e, agora, cometeu alguns assassinatos usando os mesmos padrões que ele. Assim, com os assassinatos ocorridos quase um década depois da morte do filho, ficaria óbvio que, em 2005, a NYPD prendeu o homem errado. Na vida real, talvez ela até obtivesse sucesso nisso, ainda mais com o desespero de forças políticas em abafar casos como esse. Só que, nas histórias de Sherlock Holmes, ninguém engana o melhor detetive do mundo. Ninguém!
p.s.: pelo jeito, a faxineira de Holmes se chama Mrs. Hudson! MS. HUDSON, como nos livros! Puro amor.
p.s.²: Clyde reapareceu!
p.s.³: só eu adoro que o Sherlock sempre escolhe as roupas que a Watson vai vestir? Geralmente, ela acata a decisão fashion dele, mas não foi o caso essa semana…
Nuvem de Séries
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