Game of Thrones – Breaker of Chains

Data/Hora 21/04/2014, 19:08. Autor
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Atrás das lágrimas de uma mãe ao ver seu filho morrer em seus braços, se esconde a ira em busca de vingança. Sob e sobre a muralha, selvagens se organizam para destruir o Castelo Negro, e em Meereen a Filha da Tormenta traz esperança a mais uma cidade de escravos. Breaker of Chains dissipou o foco, antes totalmente em Porto Real, mas se fez necessário já que o futuro de Tyrion se decidirá ao mesmo tempo que os conflitos na Muralha e além do Mar Estreito ocorrerão.

Em certa ocasião ouvimos a frase “Quando você joga o jogo dos tronos, ou você vence ou morre”. Se esse realmente é o segredo para sentar-se definitivamente no Trono de Ferro eu não sei, mas lhes digo uma coisa: ninguém nos sete reinos está jogando tão bem como Mindinho. Depois de trair Ned Stark, mantendo-se sob as sombras, conseguiu agora raptar a herdeira de direito do Norte e partir para longe dos olhos de Tywin ou qualquer outro que pretendesse usar a filha de Ned Stark para reclamar suas terras. Traiçoeiro, ele certamente ainda vai incomodar muito em Westeros.

Os Lannisters

E é em frente ao corpo de seu filho que o Lannister – que pensávamos ser agora do lado bom da força – fez uma das coisas mais sem sentido desde que a HBO decidiu não por alguém com barba azul para interpretar Daario Naharis. Ele praticamente obrigou sua irmã a fazer sexo em frente ao corpo de seu filho. É uma pena que tenha acontecido esse regresso com o personagem do Jaime, ele parecia estar a cada dia se redimindo mais depois de perder a mão. Se ele ajudar o irmão a sair do julgamento vivo, já é motivo para se comemorar algo vindo dele.

Enquanto alguns envergonham o nome que possuem, outros mostram porque são tão respeitados. Tywin Lannister foi implacável no episódio. Ele não chora a morte do neto, mas vai atrás daquele que considera culpado. Ele não lamenta a perda do rei, mas coloca as mãos sobre o inocente Tommen, e desde já tenta ser o exemplo a ser seguido para que o pequeno seja uma marionete mais fácil de manipular do que Joffrey foi. A verdade é que sem ele Porto Real já teria caído em desgraça ainda com Joffrey em vida.

Uns envergonham, outros se preocupam em manter o nome. E enquanto isso o pobre Tyrion é o único que acaba pagando os pecados. Sozinho à espera de seu julgamento, ele que já perdeu Shae agora perde seu escudeiro Podrick. Para quem estava meio distraído enquanto os dois conversavam, o “Isto é um adeus” mostrou a importância do diálogo. Mesmo enjaulado, e quase sem esperanças, Tyrion não esquece de quem lhe foi leal todo esse tempo. E é isso que faz Tyrion o verdadeiro filho de ouro de Tywin, e é por isso que todo mundo ama o anão.

Game of Thrones - Breaker of Chains

A CGI fala por si só, Meereen é linda. E como eu queria ver uns dragões voando por cima da pirâmide viu, HBO? Menos mal que Daenerys não decepcionou. Trouxe o que faltava ao episódio com a ação do duelo de Daario e principalmente um discurso tão marcante quanto o “Dracarys” eternizado na terceira temporada. Eu que não sou o maior fã da empreitada da libertadora de escravos me rendi às correntes quebradas lançadas à cidade tanto quanto os escravos vão se render à sua futura rainha.

E por fim, temos no limite da Muralha o Castelo Negro. A Patrulha da Noite encurralada pelos selvagens sabe que uma guerra está vindo, e sabe que sua derrota será certa se não surpreender o inimigo. A demora de Mance em atacar é a única chance de Jon Snow e seus irmãos conseguirem sobreviver a este conflito inevitável. Lhes resta tomar a decisão ou não de sair do Castelo Negro ou esperar pela morte vinda do Norte.

Um episódio de transição como esse é sempre necessário, porém o tempo de tela para Sam e seu romance com Gilly incomodou um pouco, assim como o trabalho honesto fajuto do Cão junto com a Aria. Tempo esse que poderia explicar onde está Mance e seu exército, e quando ele pretende atacar o Castelo Negro. No fim nos resta esperar, porque os conflitos iniciados neste episódio parecem pretender dar o tom para o resto da temporada.

The Following – The Reaping

Data/Hora 20/04/2014, 18:27. Autor
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Aos 22 minutos do 13º episódio da segunda temporada, Ryan Hardy e Joe Carroll voltam a se encarar frente a frente. Com a situação em que a história da série iniciou seu segundo ano, era claro que essa cena demoraria para acontecer e, por isso, segundos generosos foram dispensados nos rostos dos dois velhos amigos.

Kevin Bacon e James Purefoy construíram uma química tão boa com seus personagens que cada cena em que eles se encontram se transforma em um deleite a cada fala dita. É incrível acompanhar a inteligência do diálogo e a frieza dos dois quando conversam. A impressão que fica é que poderíamos seguir o episódio inteiro só acompanhando a conversa dos dois.

The Following 2x13 Joe

Emma foi certíssima em se preocupar com a chegada de Ryan. Não só pela provável chegada do FBI, mas também porque Joe se sente muito afetado pela presença de Ryan. A recíproca também é verdadeira, mas enquanto Joe parece brincar com Ryan, o ex-agente do FBI tem o foco de um caçador que espera qualquer oportunidade para matar sua caça. E a brincadeira continua.

Melhor diálogo:

“Joe: – Eu deixei a violência de Edgar Allan Poe e me voltei para uma obra de ficção ainda mais horrível, a Bíblia.

Ryan: – Está avisando a Deus que você está chegando? Porque não acho que é pra lá que você vai”.

The Following 2x13 Korban

The Reaping iniciou com Ryan muito próximo de atingir seu grande objetivo de matar Joe, mas quem acabou alcançando sua vingança foi Mike. É impossível não entender a motivação do agente do FBI. Depois de tudo que aconteceu com Mike e de tudo que ele viu, realmente deve ser muito difícil para o agente ser um bom homem em frente à mulher responsável pela morte de seu pai. Resta saber como o FBI vai trabalhar com isso. Tanto com Ryan, que seguiu Joe sem informar aos agentes, quanto a Mike, que atirou em Lily Gray sem se importar com as consequências.

Ainda não é possível confirmar se Lily realmente morreu ou se estava usando um colete à prova de balas por exemplo, mas tudo indica que essa foi a última participação da atriz Connie Nielsen na série. No entanto, se tratando de The Following, é sempre interessante deixar essa questão de morto ou vivo em aberto. Já o ator Sam Underwood tem duas chances de continuar na série, já que interpreta tanto Luke quanto Mark e ainda não sabemos onde os personagens foram parar durante o final do episódio.

The Following 2x13 Mike e Lily

Ryan não conseguiu matar Joe, mas pôde fazer considerações interessantes sobre as mudanças ocorridas no seu “melhor amigo”. Enquanto o pastor Kingston Tanner concedia uma entrevista à imprensa para falar do filho e, mesmo naquele momento parecia estar promovendo sua igreja, Joe obrigava o garoto Preston Tanner a matar um membro da Korban, Courtney. Ryan percebeu o ódio que Carroll tem alimentado contra a religião e também percebeu que o clima entre Joe e Emma não anda dos melhores. Aliás, é muito engraçado ver as caras de Joe quando fica irritado com Emma ou as tiradas dele do tipo: “Emma, obrigado pelo seu conselho não solicitado”. Muito bom.

PS1: E a cara de entediada da Emma enquanto Joe obrigava Preston a matar Courtney?

PS2: A Claire continua uma mala, mas a cena em que Joe recebe a mensagem dela via Carrie Cooke valeu a pena.

PS3: Vale lembrar que o FBI chegou atrasado duas vezes em dois locais diferentes no mesmo episódio? Resultado: chacina em Korban e Joe Carroll ainda livre.

Bates Motel – Presumed Innocent

Data/Hora 18/04/2014, 16:58. Autor
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No episódio dessa semana, o conflito colocado no capítulo anterior – Norman matou, ainda que por acidente, o pai da amiga – foi completamente resolvido, mas significou o início de um novo (e mais grave) problema.

Durante todo o episódio, o caso de polícia em que o Norman se envolveu foi resolvido de forma bastante dinâmica. Em nenhum momento a gente foi levado a realmente acreditar que o Norman seria condenado pelo crime – até porque, dessa vez, a culpa não era exatamente dele mesmo -, mas toda a situação serviu para nos mostrar melhor a relação de Norma e Norman com os demais personagens da série.

A Norma, por exemplo, pode confiar no advogado charmoso, irmão daquela amiga bonitona e poderosa. Quando ele soube da confusão em que Norman estava envolvido, ele logo foi para a delegacia dar apoio à mais nova “amiga”. Tal fato, no entanto, serviu mais para apresentar o grande triângulo amoroso que, provavelmente, vai ser explorado daqui para frente – entre Norma, o advogado e o xerife Romero -, do que para mostrar que Norman estava protegido perante a lei. Agora, que esse advogado é bonzinho demais, isso ninguém pode negar. O que é muito estranho…

Já o xerife Romero parecia estar fazendo de tudo para provar a inocência do Norman e acho que ele acreditava nisso verdadeiramente. Mas o Norman agiu como um mestre durante o interrogatório: chorou pacas, disse que a culpa era dele, porque, se ele não estivesse na casa do homem, o acidente não teria acontecido e blá blá blá. Se culpar “não se culpando” é cartada de mestre! Mostra que você, apesar de inocente, tem (ressaca) moral para dar e vender.

A menina amiga do Norman, e agora órfã, pareceu relutante em proteger o amigo de primeiro momento, mas a verdade é que ela gosta dele e faria qualquer coisa para não vê-lo condenado. Até porque, como eu disse antes, dessa vez ele não tinha culpa do crime e nem teve um “apagão” durante o acontecimento. Foi um fato isolado. Mas se existe uma personagem sóbria nessa série, essa personagem é a menina moderna. Ela sabe que o Norman tem um problema sério e sabe que a Norma renega isso como pode.

Bates Motel 2X7 02

O Dylan, por sua vez, parece realmente ter desistido da família e nem telefonou para saber se o irmão mais novo estava bem. A Emma, única personagem cujo bom coração a gente não questiona, até tentou intermediar, mas não funcionou. Aliás, o Norman estava todo “bravinho” com ela, tentando culpá-la pelo ocorrido (já que foi uma “fofoca” feita por ela que o levou à casa da vítima), mas notei um olhar especial dele para ela. Acho que vem coisa aí… Ainda mais que o menino bonitinho, affair dela, sequer deu o ar da graça (literalmente!) nesse episódio.

Por falar nos olhares do Norman, acho que ele está mais manipulador do que nunca. Na conversa que ele teve com o xerife Romero, apesar de todo o choro e dele se culpar indiretamente pelo ocorrido, acho que ele tinha plena consciência do que estava fazendo. Ele escolheu as palavras certas para levar o policial a comprar a versão dele. O Norman está tão ciente de tudo o que acontece ao redor dele que até percebeu que a mãe não acreditou em sua inocência. O Norman está começando a ficar verdadeiramente perigoso…

Enquanto isso, o Dylan tinha que lidar com as ameaças no trabalho. Parece que depois que ele conheceu a chefe – e descobriu que Zane é irmão dela -, ele está mais assustado do que nunca. Parece um menino bobão até! E alguma coisa muito séria e definitiva vai acontecer em breve, porque não dá para ficar nesse lenga-lenga entre os dois grupos rivais no negócio de maconha – um faz daqui, o outro revida dali… Isso cansa e, com a proximidade do final da temporada, sinto que algo muito sério irá acontecer nesse aspecto.

Mas o grande acontecimento do episódio foi a revelação de que o sêmen encontrado dentro da professora morta era do Norman! O xerife Romero, que por gostar da Norma tentava proteger o menino, vai ter que trabalhar horas extras se quiser livrar o Norman dessa. O Norman fez sexo com a professora, de fato. Mas, pessoalmente, não acredito que ele tenha a assassinado. Acho que eles podiam estar lá, tendo uma relação, e o namorado dela chegou e a matou, por exemplo. Estou muito ansiosa para saber a verdade sobre isso! Como essa temporada no Bates Motel voou. Só mais três episódios para o grand finale.

p.s.: e aquele erro de continuação bizarro em uma das cenas inicias? A Norma estava no telefone com o Norman e, quando chegou em frente à prefeitura, desligou o celular e colocou no bolso. A câmera mudou de ângulo e novamente vimos a Norma com o celular próximo à orelha e o abaixou, colocando no bolso. Pfvr, sociedade.

p.s.: e naquela cena em que o xerife Romero foi buscar a Norma na prefeitura para levá-la à delegacia? Aquelas mãos nas costas dela estavam cheias de segundas intenções…

Once Upon a Time – The Jolly Roger

Data/Hora 17/04/2014, 15:00. Autor
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Desde que a maldição foi instaurada, uma dúvida perdurou: o que aconteceu com Killian nesse ano que se passou? Ele não foi afetado pela perda da memória por não estar na área atingida pela Wicked. Sabia que em algum momento ele teria o foco voltado para si. A estória não foi a melhor de Once Upon a Time, porém cumpriu o papel na hora de entreter.

OUAT 4

Hook está cada vez mais próximo de Henry – com a sua maneira despreocupada e com jeito para problemas, ele acaba conquistando a confiança do jovem. Penso que esse carinho dele por Henry, além do fato de ele amar Emma, se dá também por ele ver em Henry um jovem Bae. É nesses momentos que a humanidade de Hook grita e não tem como não gostar do personagem. As coisas começam a ficar complicadas para ele quando Ariel retorna à cidade em busca do Príncipe Eric que está desaparecido. Hook, o único com as memórias do ano que se passou, é o escolhido para ajudar a sereia em sua busca. Essa parte do episódio só ficou atrativa por conta do flashback que criou a tensão necessária, pois se dependesse de si, essa estória não teria rendido.

No flashback descobrimos que Killian tentou retornar aos seus dias de pirata na Floresta Encantada, mas sem sucesso. Como retornar a ser um pirata quando seu interior mudou? Ele tenta ignorar o seu amor por Emma e como ela é importante em sua vida, mas não tem como. O amor tornou o duro pirata em um homem molenga. Ele é surpreendido por Ariel que o acusa de sequestrar o Príncipe Eric, mas os dois acabam descobrindo que o Barba Negra é quem está sob posse do Jolly Roger e do Príncipe. Junto com Smee, eles partem em busca do que é mais precioso para cada um. Killian vê no seu navio o resgate da sua vida. Após vencer uma luta com o Barba Negra – uma luta bem fraca, diga-se de passagem –, Hook decide abrir mão do Príncipe (e assim provar que é o pirata que sempre foi, não o molenga apaixonado que se tornou) para ficar com o Jolly Roger.

OUAT 1

Aqui as duas histórias colidem e foi o ponto alto do episódio. No flashback, Ariel, após brigar com Hook por ele ser um estúpido, parte para a ilha onde o Príncipe está mantido como refém. Somos levados a acreditar que a busca não foi feliz, pois ela está em Storybrooke sem Eric, então vem o twist carpado bem nas fuças da sociedade. Durante todo o episódio, Ariel, na verdade, era Zelena disfarçada. A bruxa faz Hook se declarar e jurar pelo nome do seu amor por Emma e lança uma maldição no pirata. Uma grande trollagem sacanagem dos roteiristas, pois com a morte de Neal todos pensaram que o caminho para Captain Swan estaria livre. Doce ilusão. Agora, se Hook beijar Emma, ela perde todos os seus poderes e assim dá chance de Zelena completar os seus planos de voltar ao passado. De partir o coração a cena em que Hook observa Emma no Granny’s.

E falando de Emma e seus poderes, não podia deixar de citar Regina ensinando Emma a controlar os seus poderes. Lana se destacando semana após semana em diversas áreas, seja no drama, seja na comédia. Dei muita risada com ela deixando a Emma na ponte.

O episódio não foi um dos melhores da temporada, mas também não foi dos piores. A reviravolta final, confesso, foi o que me fez gostar do episódio. Agora com essa maldição nos lábios de Hook temos que aguardar para o pior. Todos torcendo para não ter o beijo Captain Swan. Acho que daqui pra frente os episódios da série serão mais calminhos. Até semana que vem e… o que aconteceu ao Jolly Roger?

Grimm – The Law of Sacrifice

Data/Hora 17/04/2014, 14:01. Autor
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“A rainha estava apavorada e ofereceu ao homenzinho todas as riquezas do reino, mas somente se ele deixasse o bebê em paz.”

Finalmente a confusa vida de Adalind e seu bebê com poderes extraordinários chegou até Portland. E o melhor disso? Monroe e Rosalee entraram na roda da hexenbiest. The Law of Sacrifice já vale a pena só pela cena em que Nick e Kelly tentam contar ao casal (por telefone) o que está acontecendo e avisá-los que eles terão que abrigar Adalind e o bebê. Adalind, a mesma mulher que colocou Juliette em coma e que teve a mãe morta por Kelly. E isso era só o início.

Grimm 3x18 Monroe e Rosalee

O capitão Renard e pai da criança reatou com Adalind e está decidido a proteger a hexenbiest e seu bebê, seja de que raça wesen ela for, ou que outra coisa ela for. Para isso, Renard e Adalind precisaram aceitar a ajuda Grimm e mais que isso, Nick e Kelly precisaram ajudá-los, mesmo não estando muito à vontade com isso. Renard é sensato e com uma boa conversa se entende com a mãe e o filho Grimm, quem vai complicar a vida em Portland mais uma vez é Adalind que não queria se afastar de seu bebê. Apesar de ter sido uma decisão difícil, Renard agiu certo, isso já foi percebido pela facilidade com que os Verrat acharam a localização do bebê.

Mesmo saindo de mãos vazias de Portland, a Família Real não vai desistir de encontrar a criança. Renard, Nick, Monroe, Rosalee e agora até Hank terão muito trabalho em Portland para barrar as investidas dos Verrat e também manter Adalind na linha. Não se sabe para onde Kelly levou a criança e Grimm gosta de manter segredos por vários episódios e até mesmo de uma temporada para outra, então talvez demore um pouco para voltarmos a ter notícias da mamãe Grimm e da criança “mágica”. Antes da viagem, Kelly ainda tentou fazer Adalind entender que às vezes são necessários sacrifícios para salvar a vida de quem se ama, mas pelo que deu para perceber, a moça não entendeu muito bem o recado.

Grimm 3x18 Adalind

Apesar do trabalho em grupo apresentar ótimos resultados nas cenas do episódio, os pontos fortes de The Law of Sacrifice foram as tiradas mais engraçadas, como Wu lendo o nome do príncipe para Renard, Nick e Kelly ligando para Monroe e Rosalee e o grupo dando a notícia a Hank do retorno de Adalind. Todas as cenas envolvendo Kelly e sua sutileza no trato com o próximo também merecem destaque no episódio.

Wu: – Senhor, você tem uma visita.

Renard: – E a visita tem nome?

Wu: – E que nome. O Príncipe da Coroa Viktor Chlodwig Zu Schellendorf von Konigsburg. Posso ter omitido um “burg” ou um “dorf” sem querer.

Grimm 3x18 Kelly e o Bebê

Risadas à parte, Grimm também deixou algumas pulgas atrás das nossas orelhas. A mãe de Nick não só é a pessoa enviada pela Resistência para tomar conta do bebê de Adalind, como também já tem uma ligação com a criança. O bebê, que recebeu o nome de Diana, mostrou uma certa fixação com a correntinha de Kelly e ficou com febre e chorando muito longe da mamãe Grimm. Foi só Kelly retornar para a casa de Monroe e Rosalee que o bebê se acalmou. Será que a criança é tão evoluída que sabe o que é melhor para a sua própria segurança? Até parece que sim. No entanto, Grimm mostra que tem ainda muitos mistérios para queimar até o final da temporada.

The Voice – The Battles, Round 2 (Parte 3) e Playoffs (Parte 1)

Data/Hora 17/04/2014, 10:21. Autor
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Nessa semana tivemos o desfecho da segunda etapa das batalhas e o início dos playoffs. Ainda estou um pouco revoltado por eles não mostraram todas as apresentações, queria muito ter visto o embate entre a Kristen Merlin e a Emily B no episódio passado, uma vez que nenhuma das duas batalhas da Kristen foi mostrada por completo. Com isso, ela sai em desvantagem, já que teve pouco tempo no vídeo.

Além disso, eles perderam muito tempo mostrando a preparação para as apresentações, momentos com a família, coisas que poderiam ter sido cortadas na edição. Com isso, teríamos mais tempo para todas as batalhas serem exibidas. Não entendi a estratégia.

Shakira continua perdida, e só mesmo o Chris Martin pra salvar ela. Blake guardou tanto o steal e deixou passar tanta gente boa por ele para no final roubar uma pessoa completamente desnecessária. Porém ele sai na frente, como um dos times mais fortes para os Live Shows.

E vamos às batalhas finais!

Team Shakira

Dani Moz x Clarissa Serna

Dani chegou à competição virando somente a cadeira da Shakira. Clarissa fez uma blind excepcional e virou a cadeira de todos os técnicos. Contudo, Dani foi comendo pelas beiradas e conquistou seu espaço. Para essa batalha, elas escolheram a poderosa F**kin’ Perfect, da Pink. Clarissa parecia perdida, pouco se conectou com letra da música, porém cantou muito bem. Do outro lado, Dani chegou chegando, com uma presença de palco incrível e acabou ofuscando a apresentação da concorrente. Consequentemente, foi a escolhida da Shakira e segue no programa.

01

Team Adam

Kat Perkins x Dawn e Hawkes

A sexta temporada do The Voice começou promissora para as duplas, mas não foi dessa vez. Adam pirou na dupla Dawn e Hawkes durante as blinds, mas eles não foram páreo para a potente voz de Kat, apesar de terem sido favorecidos pela escolha da música, Suddenly I See, da KT Tunstall. Acabaram sendo eliminados. Kat soube aproveitar todos os momentos que teve e deixou a dupla pra trás. E realmente parecia que eles eram seus backing vocals.

02

Jake Barker x BrittneeCamelle

A última batalha do Adam foi ao som da MARAVILHOSA Climax, do também técnico Usher, e com os concorrentes roubados do seu time.  Achei a escolha muito ousada, pois exige um esforço vocal muito grande, já que é cheia de falsetes. Jake, se achando o Justin Timberlake, já começou a música escorregando (tudo bem que tem o fator nervosismo, mas mesmo assim, podiam ter escolhido outra música) e Britnee foi muito melhor, mas fiquei um pouco incomodado com as suas caretas (ok, a Sisaundra também faz caras e bocas durante as apresentações, mas ela pode). Jake foi o escolhido e segue para os playoffs.

Porém a melhor parte dessa batalha foi com Carlson pergunta ao Usher quem cantou melhor a sua música. Ele, humildemente, responde: “eu”! E dá uma palhinha, sambando na cara dos candidatos!

Team Usher

Melissa Jiménez x Music Box

Estava ansioso para essa batalha, porém decepção definiu. Melissa mandou muito na batalha anterior e Music canta muito, só que elas escolheram Girl On Fire, da Alicia Keys, e com certeza elas não estavam pegando fogo. Muito morna a apresentação, Usher acabou optando em continuar com Melissa, com aquela justificativa batida de manter quem sempre foi do seu time.

Bria Kelly x MadilynPaige

Ao som de I’ll Stand ByYou, do The Pretenders, tivemos uma mais contida Bria e uma mais solta Madilyn. Contudo achei a batalha chata, pois esperava uma épica, já que foi a última do programa. Ninguém ficou encantado com a apresentação e a plateia demorou a embarcar na música (que é chatinha), os outros técnicos não elogiaram nenhum ponto. Usher ficou com a potência vocal descontrolada da Bria e sabíamos que Blake ia roubar a Madilyn, já que não tinha roubado ninguém e era a última apresentação.

O mais contraditório é que segundos antes de apertar o botão, ele falou que a apresentação tinha sido ruim. Muito incoerente. Cierra Mickens, Sam Behymer, Biff Gore, Ddendyl e Emily B são algumas das vozes que DEVERIAM continuar. Erro feio, errou rude, seu Blake!

Team Blake

Ryan Whyte Maloney x KaleighGlanton

Easy, do RascalFlatts com Natasha Bedingfield, foi a música escolhida pra essa batalha. Confesso que não me lembrava muito deles dois, o que não é um indicativo de coisa boa. Logo achei a apresentação morna, pra não dizer sem graça. Ryan foi o escolhido e segue para os playoffs.

Essa última noite de batalhas foi muito fraca em relação às demais. A melhor foi a da Dani contra a Clarissa, o resto considerei dispensável. Ainda tivemos a decisão controvérsia do Blake. Então, resumindo, não foi um episódio muito bom.

O playoff do Blake!

Com um programa de um pouco mais de 40 minutos e cinco apresentações para serem mostradas, não tivemos tempo para muito mimimi, que ficou reservado para os minutos finais.

Os trabalhos começaram com AudraMcLaughlin, cantando A BrokenWing, da Martina McBride. Ela realmente canta muito bem, mas está faltando alguma coisa. Não consigo gostar dela por completo.

Depois, Ryan WhyteMaloney subiu ao palco ao som de Second Chance, da Shinedown. Assim como toda sua participação no programa, foi esquecível.

MadilynPaige resolveu radicalizar e cantar Clarity, do Zedd com Foxes. Não foi uma boa ideia, já que tinha na memória a maravilhosa apresentação da Jacquie Lee, que arrebentou com essa música em uma versão acústica na temporada passada. Paige não cantou mal, mas também não foi nada memorável. Ela podia ter escolhido outra música e principalmente ter feito uma versão acústica, assim como foi na sua blind.

E para fechar a noite tivemos as apresentações dos meus dois candidatos favoritos: Jake Worthington e Sisaundra Lewis. Jake cantou Anywhere with You, do também Jake, só que Owen. Super à vontade no palco, ele se divertiu, brincou com a plateia e mostrou mais uma vez o porquê gostamos dele. Só que ele pecou em uma coisa: esqueceu de cantar! Uma pena, pois isso poderia colocar sua permanência no programa em jogo.

Jake

E Sisaundra, foi mais uma vez Sisaundra. O que falar de da sua apresentação? Ela é realmente muito boa, tem uma presença forte, apesar das caretas (mas nada que me incomode, e espero que ao público americano também não). Ela arrasou cantando o clássico New York State of Mind, do Billy Joel, deixando mais uma vez todos de queixo caído.

Sisaundra

Finalizadas as apresentações, era hora de Blake montar seu time para os Live Shows. Sem muito hesitar, Sisaundra e Audra foram as duas primeiras escolhidas. E aí tivemos o momento mimimi do programa, onde os restantes defenderam sua permanência no programa. E depois de seu discurso todo emocionado, Jake fechou o time.

Por um momento achei que ele não fosse ser escolhido, já que cantou mal e Audra também é uma cantora country. Mas ainda bem que Blake foi sensato e manteve Jake na competição. Sabemos que ele canta muito, só não teve um bom momento. Mas agora a competição começa pra valer e esse tipo de coisa não pode se repetir. Cuidado, Jake!

Blake conseguiu montar um time muito forte. Ele não terá muitas dificuldades com Audra e Jake, já que ambos são artistas country. Já com Sisaundra ele vai suar um pouquinho, pois apesar de cantar muito, ele precisa montar apresentações incríveis e a altura da artista.

Semana que vem será a final dos playoffs e vamos ver se os outros técnicos vão montar times à altura do Team Blake. Até lá!

Suits – No Way Out

Data/Hora 16/04/2014, 19:06. Autor
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E Mike está fora.

Pior do que sermos constrangidos a agir de forma diferente daquilo que desejamos é, conscientemente, termos que tomar uma decisão que sabemos ser necessária e o coração negar. No Way Out foi isso: fazer-se o que é necessário mesmo que o coração, aos prantos, diga não. E a conclusão foi inesperada, porque, se no episódio passado parecia que Mike iria embora e não foi, nesse a surpresa ficou para o final, quando ele finalmente disse a Harvey que aceitara o emprego oferecido por Jonathan Sidwell.

Embora agora, como ele disse, ele passará a ser chefe de Harvey, a sua relação com a firma será diferente. No final das contas foi tocante a despedida dos dois. Para dizer a verdade parecia o final da série. Porque se houvesse terminado naquele exato momento em que os dois se dão as mãos, tudo faria sentido!

Realmente o final desta temporada pareceu fechar um ciclo que se iniciou no longínquo primeiro episódio da série quando Mike entrou abruptamente na sala de reunião onde Harvey, a contragosto, escolhia alguém para ser seu associado. De lá para cá todos aprenderam. A firma tornou-se uma família, na qual alguns são membros mais próximos.

No Way Out apresentou a consolidação desta ideia. De que alguns relacionamentos se estreitaram de tal forma que dificilmente um novo membro poderá fazer parte desta casa se não entender a dinâmica que gere as relações pessoais construídas ali. Por isso não havia lugar para Dana Scott e Sheila Sazs, e por isso Katrina ficou. Aliás, espero que o personagem ganhe mais destaque na próxima temporada.

Algo me diz, também, que, na próxima temporada, o primeiro a ter que descobrir o segredo que faz a Pearson & Specter ser o que é, será Erik Woodall e Harvey poderá encontrar um adversário à altura. Até lá Woodall talvez tenha aprendido que não será tão fácil romper os elos que ligam os membros da Pearson & Specter, pois os relacionamentos ali desenvolvidos vão além do contrato formal sobre o qual a firma é construída. A fidelidade que existe entre eles diz claramente que alguns galhos não quebram e, ao que parece, também não vergam. Todos os personagens compartilharam um pouco esta ideia neste episódio. Estavam dispostos a arriscar as carreiras uns pelos outros.

Um recomeço. Esta foi a expectativa deixada para a próxima temporada. Um recomeço onde a firma será repensada. Onde Mike, Rachel, Donna, Harvey, Louis, Jessica e talvez Katrina encontrem, em novos casos, um jeito menos Edward Darby de agir, mas que, ao mesmo tempo, seja criativo e estimulante como tem sido até agora.

Há expectativas de mudanças. Espero somente que o ritmo e a perspectiva da série não mude. Esse me parece ser o motivo do seu sucesso até então!

Grey’s Anatomy – You Be Illin e I’m Winning

Data/Hora 16/04/2014, 17:34. Autor
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Dois episódios mais “tranquilos”, mas dando o tom pra despedida da Sandra Oh e encaminhando, ao mesmo tempo, a trama de outros personagens.

Em You Be Illin nós acompanhamos a história de um surto viral no hospital. Mas ao contrário do que poderia se esperar, Shondão não se aproveitou do plot para fazer algum dos médicos ficar entre a vida e a morte. Os dramas do episódio ficaram mais restritos às interações pessoais: o crédito estudantil e o futuro profissional do Alex, a falta de “afinidades” entre April e Jackson, as disputas pelos holofotes promovidas pelos residentes e seus “fracassos” e expectativas quanto ao futuro, a ausência de apoio de Meredith à nova fase de Derek.

Grey’s Anatomy – You be Illin’

Nesse episódio foram delineados novos plots para boa parte dos personagens. Um bom exemplo disso são Jo e Alex, que tiveram plots interessantes. A garota, até então focada na pediatria, acabou descobrindo que a ortopedia faz a sua cabeça – o que foi confirmado pela “máquina da verdade” de Derek em I’m Winning. Alex, por outro lado, ficou mexido com a presença do todo poderoso médico particular, que faz apenas uma cirurgia por dia, joga golfe no escritório e tem, além de muito dinheiro, o seu nome gravado em uma caneta. Devemos ver o desfecho dessa trama em breve. E como não sabemos nada sobre um novo contrato para Justin Chambers, é impossível prever se Alex vai ficar no hospital ou partir em busca de uma condição financeira melhor.

Derek e Meredith superaram em definitivo sua “rusga” quanto às escolhas profissionais dele. Com o marido doente, ela assumiu a apresentação para os médicos famosos e importantes. Agradou a todos, e deixou Derek bem contente. E no episódio seguinte foi a vez de Derek devolver o apoio recebido, ao perceber a “inveja” de Meredith e permanecer ao lado da esposa enquanto ela morria de ciuminho da indicação de sua person ao Harper Avery.

E já que eu falei disso, aproveito pra comentar que foi interessante ver a reação dos demais médicos à indicação de Yang. Hunt se mostrou companheirão, e foi o único com o qual Cristina foi verdadeira: foi pra ele que ela revelou querer e, especialmente, esperar o prêmio. Meredith fez de tudo para esconder a sua inveja, e conseguiu estar ao lado da amiga e suportá-la, mesmo querendo estar no lugar dela. Eu não esperava outra coisa de Mer. Shane agiu como se fosse um dos indicados, e acabou dando mais mostras de como se considera superior aos demais residentes. Seu comportamento só não me desagradou mais por que a Stephanie bem que estava merecendo. Bailey foi a rainha do recalque. Nossa, desgostei imensamente das reações dela, principalmente por ela ter descontado em Mer toda sua frustação. Como sempre, o Chief conseguiu realinhá-la, mas foi desnecessário o showzinho, Miranda, fica a dica. E Calzona descobriu que, no final das contas, não quer um prêmio. Quer…

… um bebê! Sim, o casal dá mostras de ter superado definitivamente os tempos conturbados e decidiu dar um irmão/uma irmã para Sofia. Coisa fofíssima. Só espero que não venha tragédia desse plot! Favor deixar o casal em paz, Shonda.

grey's anatomy - i'm winning 2

Foi interessante, em I’m Winning, observar Cristina e sua forma de conduzir tudo. Em You Be Illin os roteiristas já haviam feito questão de ressaltar o quão poderosa Yang é, através do caso dos três irmãos com a mesma cardiopatia. E no episódio seguinte vê-la operando o menininho de forma inédita confirmou isso. Cristina Yang é a melhor cirurgiã cardíaca do mundo, e disso não há dúvidas. Só não sei o que um Harper Avery significaria pra ela, que já é tão convencida (e não me entendam mal, eu amo a Yang). Acho que descobriremos isso no episódio de amanhã, já que é nele que o ganhador do prêmio deverá ser anunciado. E ganhando ou perdendo, esse fato deverá nos ensinar muito sobre ela.

Achei muito bacana acompanhar dois casos que exigem uma certa continuidade nesses dois episódios. As vezes esses casos de longo prazo ficam um pouco esquecidos em Grey’s Anatomy, e é sempre bom poder criar aquela conexão emocional com os pacientes e suas famílias, mesmo que seja para chorar rios de lágrimas quando eles morrem. E acho que ainda veremos mais dos casos, especialmente do que a Bailey está investigando. Um baita acerto nessa reta final de temporada.

E para finalizar, preciso dizer que é legal ver o Chief como o responsável pelos residentes. Ele está cumprindo bem o papel, e voltou a ter um plot legalzinho em GA. Yay!

Amanhã vai ao ar Go It Alone. Espero que seja um episódio marcante, e que fique nas nossas memórias por um longo tempo. Afinal, Sandra Oh e sua Yang merecem.

P.S.1: me agrada ver a Jo peitando o Alex, como na questão do empréstimo estudantil. Ele precisa de uma mulher forte ao seu lado.

P.S.2: foi muito engraçado ver Derek falando que Callie tem uma crush em Meredith. Aliás, tem como não morrer de amor pelo fofo do Bailey? Não! <3

P.S.3: talvez Yang perca o prêmio e resolva ir atrás de novos ares e motivações profissionais. Talvez.

P.S.4: não vou comentar muito sobre Japril porque estou num momento de pouca paciência com eles, novamente. April poderia ser um pouco menos chata sobre as condições financeiras e os hábitos do Jackson, não?

P.S.5: só nos restam 5 episódios de Cristina Yang. Já podemos começar a chorar?

Parenthood – I’m Still Here

Data/Hora 16/04/2014, 10:00. Autor
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Se aproximando do final da temporada, Parenthood teve um episódio cheio de confrontos longamente esperados e interações diferentes e inusitadas. Primeiro com Crosby chamando Joel para ajudá-lo a arrumar o piso da casa depois que o mofo finalmente foi removido. Essa é uma das coisas ótimas de Parenthood, o elenco é grande, então é fácil inovar colocando atores que praticamente não contracenam juntos, mesmo estando na mesma série. Nesse caso, Crosby serviu para lembrar a Joel como ele ama a família e ele parece arrependido de ter desistido de Julia. Detalhe para Peet reclamando que Joel não deu bola para ela mesmo com as diversas investidas dela. Adoraria que eles tivessem passado pelo menos uma dessas investidas. Já para mim, Peet se vai sem deixar nada para a série.

Enquanto Joel relembra como ama a família e repensa sua decisão de seguir em frente, Julia tem que lidar com ter seguido em frente e passado a noite com o professor Knight. Como disse Sarah, a culpa é toda de Kristina e Adam que adoram contratar pessoas bonitas para trabalhar com Max – lembrando de Gaby (Minka Kelly), terapeuta de Max, que teve um caso com Crosby na segunda temporada. Julia conversou com Evan e por enquanto está tudo sob controle. Imagino que o ápice desse problema esteja sendo guardado para o final da temporada. Mal posso esperar para ver a reação de Kristina, Adam e principalmente Joel ao descobrir o que aconteceu.

Outra relação interessante foi de Hank e Amber. Depois de receber uma ligação avisando que Ryan estava no hospital em San Diego, Amber não consegue lidar com o fato e completamente descontrolada resolve dirigir até lá para vê-lo. Sobrou para Hank, a única pessoa por perto, cuidar e levá-la até San Diego. Foi muito legal ver um lado sensível em Hank e tenho certeza de que isso será importantíssimo na escolha de Sarah se fica ou não com Hank novamente. O que me desagradou foi a volta de Ryan, ainda estou com raiva dele por tudo que aconteceu e prefiro Amber sem ele, para ser sincera. Mas ainda é muito cedo para realmente avaliar isso.

Já Drew nos deu o primeiro final feliz da temporada e eu realmente espero que isso dure pelo próximo episódio. Natalie finalmente falou tudo o que queria para Drew e Drew finalmente desculpou Natalie, e toda a história de aproveitar a faculdade resumiu-se nos dois começando a namorar. Pode ter sido piegas e clichê, mas eu adorei esse final para os dois e é bom ver um personagem feliz, principalmente num episódio que foi marcado pelo drama.

O ponto alto do episódio com certeza foi Kristina se despedindo de sua amiga Gwen, que ela conheceu na quimioterapia na temporada passada. A cena em que Kristina fala com Gwen e ela não tem condições de responder foi de cortar o coração e nada mais justo que Gwen continue na série em memória como o nome da escola que Kristina e Adam vão abrir. Foi uma maneira linda e real de terminar uma história forte que começou temporada passada e com certeza marcou quem é fã da série.

Isso é Parenthood, uma série que te leva algumas vezes das lágrimas aos risos em somente 45 minutos. Que venha o final dessa temporada e que ele traga uma renovação para essa maravilhosa série.

Elementary – No Lack of Void

Data/Hora 16/04/2014, 09:00. Autor
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Segunda-feira já é tradicionalmente aquela preguicinha, aí a chuvinha bate na janela e você decide entrar embaixo das cobertas para ver o episódio mais recente de Elementary. Elementary, aquela série charmosíssima que se passa em Nova Iorque e tem a não menos elegante figura de Sherlock Holmes como protagonista. Mas o que deu um chameguinho a mais mesmo para a minha noite foi a música que tocou na cena final do episódio, Wrapped In My Memory, do Shawn Smith. Por isso, quem quiser, vai com a barra de rolagem até o final dessa página e dá play na música, que é uma delícia de ouvir!

O episódio da última semana foi mais “direto ao ponto” do que os outros episódios da série costumam apresentar. Tivemos que lidar apenas com um caso de polícia que, em sua resolução, não apresentou muitos suspeitos. A polícia estava atrás de um homem, que participava de um grupo de ataque ao governo americano, e que, provavelmente, pretendia intoxicar Nova Iorque inteira com uma substância química chamada “anthrax”.

Acontece que o homem não estava mais ligado ao grupo extremista e, ao invés de querer matar a população nova iorquina, ele queria mesmo era exterminar as vacas criadas pelo irmão. Ele e o irmão herdaram a fazenda do pai e, como o negócio ia mal, planejaram matar os gados e ficar com o dinheiro do seguro. O que a gente não imaginava é que o irmão, que posou de bom moço para a NYPD e disse que não apoiava as atitudes do irmão contra o governo (como se ele ainda adotasse essa postura), planejava não só dar o golpe do seguro como, também, matou o irmão para ficar com o dinheiro só para ele.

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Ao contrário de muitos episódios de Elementary que a gente “entra” no caso e tenta ir solucionando tudo com os personagens, não acho que a estratégia tenha sido possível nesse capítulo. Os roteiristas não nos ofereceram muitas informações ao longo da história e tivemos que só ir assistindo à série mesmo, sem pensar muito. Algo que não diminuiu a qualidade do roteiro e foi perfeito para a noite preguicinha e chuvosa!

Além disso, Sherlock teve que lidar com a morte de um amigo querido, quem conhecemos há alguns episódios. Allistair era um ex-usuário de drogas que estava limpo há 30 anos e teve uma recaída fatal. Durante boa parte do tempo, nós ficamos nos perguntando se Sherlock estava chateado pela morte do amigo ou porque essa morte evidenciava que ele, também ex-usuário, não estava livre de um destino igual. O próprio Sherlock se questionou sobre isso – e a fúria era tanta que até jogou um prato de porcelana no chão! Mas a resposta veio… E veio da forma mais linda. Na lápide do amigo, Holmes disse a uma espécie de “aparição” do homem: você era meu amigo. E a música… A música não poderia se encaixar melhor. O que eu mais gosto em Elementary é que eles sempre escolhem uma música especial para tocar no final do episódio, que sempre é uma cena de lição de vida, de “moral da história”. E essas músicas são sempre de cantores mais underground, que não são absolutamente famosos. Mesmo assim, quando a gente ouve aquela última música, a gente sempre sabe – e sente – que ela é especial. E sempre será.

 

Agents of S.H.I.E.L.D. – End of the Beginning e Turn, Turn, Turn

Data/Hora 15/04/2014, 20:54. Autor
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Primeiro, mais uma vez, quero pedir desculpas aos meus companheiros de TeleSéries e aos meus leitores. Infelizmente, por motivos particulares e profissionais, me ausentei mais do que gostaria do site. Na verdade me ausentei até mesmo das séries e só consegui ver os 3 últimos episódios de Agents nesse domingo.

Enfim, o que importa é que estou de volta e a série finalmente teve uma sequencia de tirar o fôlego. Isso depois de um apenas mediano Yes Men, no qual tivemos a presença de Lady Sif e Lorelai, mas en que o verdadeiro foco foram as relações pessoais dos personagens, em especial de MM e Ward. O fato é que o episódio teve algumas falhas e não funcionou bem, mas serviu para deixar ainda mais interligado o universo dos filmes com o da série.

Aqui vale ressaltar uma falha gritante do roteiro do episódio, no caso quando Fitz arruma o colar que finalmente ia tirar Lorelai de cena, ele (já enfeitiçado por Lorelai) chama Lady Sif para “a caixa” do avião e a prende lá. Até aí, um bom truque. Mas o furo foi que Fitz realmente arrumou o colar E o entregou para Lady Sif!!! Oras, se ele tinha arrumado antes de ser enfeitiçado, por certo que uma vez enfeitiçado a primeira coisa que ele faria era destruir o colar e não entregar para a única inimiga capaz de parar Lorelai.

Mas em End of The Beginning a série deu um grande passo para se firmar e começou a desenrolar a trama do Clarividente e da Centopéia. Depois de sua quase morte, Skye voltou a ativa e passou a protagonizar o team Coulson, como se esperava no início. A moça finalmente virou agente da SHIELD e liderou o time montado por A.C. para encontrar o clarividente. Nisso a série deu um grande salto de qualidade no seu elenco com os retornos de Garrett, Triplett Victoria Hand e ainda as participações de Felix Blake (Titus Welliver) e Jasper Sitwell (Maximiliano Hernandez).

Daqui para frente começa a ficar inviável não mencionar os eventos de Capitão América 2: O Soldado Invernal, então recomendo quem não viu o filme e não gosta de spoiler, não leia a review. Bom, para você que já viu o filme ou que não liga para spoilers, vamos lá!

A série seguiu o episódio com o timing acima narrado indo buscar o Clarividente. AC seguiu sua ideia de revisar os arquivos da SHIELD em busca de pessoas que não entraram na listagem de ‘especiais’, com a fé de que algum deles seria o Clarividente. E daí Skye e Coulson tiveram uma ideia de compartimentar o conhecimento das ações, para que ninguém soubesse tudo e o “Clarividente” não lesse a mente de nenhum deles. Assim, os times se montaram com MM, se unindo a Blake, e indo buscar um paciente comatoso numa clínica, Garret se uniu a AC na busca por outro suspeito e Ward se uniu a Triplett em um presídio.

Hand voltou ao QG da Shield e Sitwell foi convocado para Estrela da Lemúria, e daqui começa o crossover com o filme do Capitão América. Foi bem bacana ver Sitwell no filme do Capitão América e, com as conclusões do filme, já dava para imaginar o que vinha pela frente, HIDRA!

Mas, voltando à série, no fim das contas o mais improvável se tornou o mais provável e por certo que o Clarividente era o paciente comatoso! A certeza se deu quando Blake encontrou com Mike Peterson, ou melhor dizendo, Deathlock!

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Mas no fim o comatoso não estava mais no local e eles acabam localizando-o pelo intermédio de Deathlock, perseguido pelas traquitanas da SHIELD. Porém, não foi possível sequer interrogar o comatoso, provável “Clarividente”, pois incitando a fúria de Ward, ao ameaçar Skye, o ‘Clarividente’ comatoso levou bala! Nesse ponto a série me incomodou, pois pensei “Oras, já prenderam a Raina, já mataram o Po e agora mataram o Clarividente? Não sobrevive um vilão na série?”, mas a série ainda tinha mais cartas na manga.

E o episódio 16 ainda terminou com a descoberta que Melinda May não é tão team Coulson como pensávamos, ela acaba usando uma linha criptografada de dentro do avião para comunicar para alguém os passos de Coulson. Aqui alguns podem ter pensado que ela era a ‘verdadeira’ Clarividente, tendo em vista que AC já cogitava que o comatoso assassinado por Ward não era o verdadeiro Clarividente e que o verdadeiro era um agente da SHIELD. E o falecido nada mais era do que um fantoche para pararem de procurar o verdadeiro Clarividente!

A teoria, lançada por Skye, fazia todo sentido, afinal, o Clarividente conseguia prever ‘tudo’, menos a morte de AC, pois ele não tinha acesso ao referido arquivo. Mas a suspeita sobre May não fazia o menor sentido. Votei que ela deveria ter algum contato direto com Fury, para controlar A.C. e foi exatamente o que se confirmou.

Meu voto para Clarividente era Ward! Seu passado misterioso e sua postura meio sisuda sempre me deixaram incomodado, mas descartei o rapaz rapidamente, afinal não iam vilanizar o mocinho da série. Ou iam? À essa altura as coisas aconteceram de forma muito rápida. Logo de cara, em Turn, Turn, Turn, Fitz descobriu a linha direta criptografada de MM e delatou a moça para AC.

No meio do furacão que varria a equipe de AC, evidente que a paciência e o diálogo não prevaleceram e AC e Skye foram capturar May. E com muito custo May revelou que tinha uma linha direta com Fury e que sua missão era monitorar Coulson. E não só isso, a equipe Coulson, que ele achava que havia montado a dedo, na realidade foi montada por May que induziu Coulson a montar aquele time!

UAU!

Mas a série não parou por ai. May usa sua linha direta e descobre que Nick Fury está morto! E seguindo os eventos, deu-se a descoberta de que a HIDRA estava infiltrada na SHIELD. A série se integrou dos eventos de Capitão América e mergulhou de cabeça na trama.

Daí ficou claro que o Clarividente e a Centopéia eram oriundos da obscura organização nazista e, excluindo May de suspeita, as desconfianças recaíram sobre Victoria Hand. E as suspeitas de Victoria Hand recaíram sobre… Coulson! Evidente que durante alguns minutos ficou a desconfiança de que Hand era da HIDRA, mas no fim as atitudes dela se deram apenas porque ela desconfiava que Coulson era da HIDRA.

E quem realmente era o Clarividente e seguidor da HIDRA era o agente Garrett, em uma enorme reviravolta da série. Infelizmente o mistério foi revelado rapidamente e o vilão logo foi neutralizado. Aqui a série ameaçou me incomodar de novo: mais um vilão preso?

Mas em uma reviravolta ainda maior, Ward consegue se enfiar no avião que levaria Garrett à  “Caixa de Areia”, alegando que ele que devia prender o seu mentor, pois ele se sentia culpado. Daí minhas suspeitas em Ward, que haviam sido descartadas, voltaram a gritar lá no fundo. A cena em que Triplett aparece revoltado gritando com Garrett e Ward apenas inconformado começou a fazer sentido.

No fim, Victoria Hand dá a arma na mão de Ward e fala que se ele matou o Clarividente errado, agora estava na hora de matar o Clarividente correto. Daí a pergunta de Coulson a Ward, logo depois dele matar o Clarividente falso, voltou à minha cabeça: “Você fez aquilo por que você quis ou alguém te ordenou?”. E realmente Ward não matou o falso Clarividente por mera raiva ou para proteger Skye, mas sim porque seguia ordem do verdadeiro Clarividente, agente Garrett. E realmente o raciocínio, que correu em segundos, não se conclui, pois acabou sendo mais lento que a bala que Ward meteu nos agentes que conduziam Garrett e terminou com a bala cravada no peito de Victoria Hand!

UAU!

A série conseguiu transformar seu mocinho no braço direito do principal vilão da série! Ainda suspeito que possa ter algum motivo obscuro e no final Ward voltar a fechar com o team Coulson, mas o fato é que por ora ele está ali, do lado de Garrett, seu mentor e, ao que tudo indica, sempre esteve ao lado dele.

Por fim, mais uma vez, para quem não viu Capitão América, melhor encerrar a coluna aqui.

Bom, foi falado no episódio que Nick Fury morreu, mas já se confirmou no filme que não é verdade. Será que ele volta para a série? E fico me perguntando o que será da série agora, tendo em vista que, no fim de Capitão América, a agente Romanoff (Viúva Negra) revela todos os podres da SHIELD, que deixa de existir. Vimos, inclusive, uma cena interessante de Maria Hill se candidatando para uma vaga nas empresas de Tony Stark.

E o que fará Coulson, May, Fitz, Simmons e Sky? Como juntar os cacos e prosseguir na luta contra o Clarividente e agora Ward? A série deu um passo gigantesco, entregou dois episódios de altíssimo nível, nos deu resposta e FINALMENTE deu cara a seu grande vilão. Engraçado que eu já havia criado um carinho por Garrett e já estava até gostando do Ward, em especial depois do beijinho que ele trocou com Skye.

O que será dos episódios finais dessa temporada, só o tempo dirá. Mas eles serão determinantes para a sobrevida da série. Agora é esperar a próxima semana e as respostas sobre o soro oriundo do alien que salvou AC e Skye.

PS: Uma decepção são os constantes hiatos, bem como o fato do Clarividente, de vidente, não ter nada, só o nome! #QueroMaisSuperpoderes

PS2: A outra decepção foi não ter visto AC ressurgindo das trevas, tal qual Nick Fury, no filme do Capitão América! Mas a ponta já foi dada quando Sif informou que iria contar para o Thor, e AC falou que ele mesmo iria fazer.

Game of Thrones – The Lion and the Rose

Data/Hora 15/04/2014, 10:29. Autor
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Escrito pelo mestre George R.R. Martin, The Lion and the Rose mostrou o que podemos esperar da quarta temporada da série. O tão esperado casamento real entre Joffrey e Margaery não foi menos que épico. E como o casamento vermelho, que marcou a queda da família Stark no Norte, os acontecimentos do casamento real podem ser um indício do que se avizinha para a poderosa casa Lannister.

Com um episódio centrado na Capital Porto Real, pouco tempo houve para que os outros núcleos pudessem ser mais aprofundados nesse episódio. No entanto, vale destacar o personagem mais insano da série – até agora -. Ramsey, o bastardo de Lorde Bolton, é sinônimo de incredulidade quando está em cena. Não bastasse a caça humana provida por ele a uma jovem logo no início do episódio, ele ainda brinca com seu escravo favorito, Theon Greyjoy. Mas não da para não gostar do personagem: além de imprevisível, ele ainda transformou o Theon, antes traidor, em um escravo amedrontado pela voz do dono.

E em Porto Real aconteceu de tudo um pouco. Após seu romance ter sido descoberto, Tyrion se vê obrigado a abrir mão de Shae e de seu relacionamento. Ele trata de convencê-la a embarcar em um navio, e Bronn garante que ela embarcou para longe da Capital, mesmo que ela estivesse contrariada e decepcionada com “seu leão”. Mas esse ainda não seria o maior problema do anão.

Game of Thrones - The Lion and the Rose 2

O casamento de Joffrey não poderia ser outra coisa se não exagerado. Vale o elogio a produção, de já costumeira perfeição: foi impecável a ambientação do cenário que trouxe um dos eventos mais esperados por todos. Mas engana-se aquele que pensa que o casamento centrou-se em Joffrey. Ele foi apenas a cereja do bolo.

Enquanto o Rei gozava de boa comida, vinhos e presentes, houve uma festa de inimigos se cruzando. Olenna e Tywin, Jaime e Loras, Cersei e Brienne, Oberyn e os Lannister. Seja por ciúme ou por poder, não faltaram alfinetadas, ameaças e tensão. Lindo de se ver. O teatro da batalha dos cinco reis foi formidável, apesar de insultar no mínimo metade dos presentes. Joffrey pouco ligou para os outros, e quem diria que isso lhe custaria tão caro e tão cedo.

Era hora então do ego do Rei transcender seu andar convencido, seu nariz empinado e seu orgulho do tamanho da Muralha. Era hora de pisar em seu tio Tyrion, e ele fez isso sem piedade. Tratando Tyrion como seu serviçal, Joffrey humilhou ele inúmeras vezes. E o já calejado anão, de uma vida inteira a sombra do nome de sua família e sua deformação física, nada pode fazer. Mas já dizia o ditado, “a justiça tarda mas não falha”. E pela boca Joffrey pagou. Envenenado por não se sabe quem, ele caiu e agonizou. Seu olhar de desespero na morte retrata bem o personagem mesquinho que sempre foi. Palmas para a interpretação sensacional do ator, ele foi incrível nos fazendo odiar o personagem em todos os segundos do seriado, desde a primeira temporada.

Talvez a morte mais desejada da série acabou tendo também seu lado negativo. Tyrion acabou levando a culpa, e agora carrega todo o ódio da mãe Cersei, que vai fazer de tudo para conseguir que o irmão morra. Vai ser mais um teste de fogo para o anão tão querido pelos fãs.

Um episódio sem Jon Snow, Aria e Daenerys é no mínimo arriscado, mas a série nem precisou do trio. O casamento e, principalmente, a morte de Joffrey, foram um tiro certeiro para deixar um sorriso na cara dos fãs. Ver o Rei agonizando de dor e desespero foi melhor do que ver um dragão cuspindo fogo, ou Aria matando por vingança. Que revelem o assassino, e o glorifiquem!

PS: Rains of Castamere, performada por Sigur Rós, junto aos créditos deu o tom perfeito para o final.

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