Bates Motel – Meltdown

Data/Hora 27/04/2014, 10:00. Autor
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A guerra foi praticamente declarada em White Pine Bay e, aparentemente, não apenas entre as gangues rivais na produção de maconha. A julgar pelo último episódio (e pelo preview do próximo), a vida de ninguém na cidade anda fácil – tudo bem que nunca esteve fácil mesmo, mas está cada dia pior.

Se dizem que a melhor maneira de se vingar de alguém é o desprezo, a indiferença, então a situação é ainda mais insustentável para a Norma, que está tendo que lidar com o desprezo do filho-queridinho Norman. O menino quer que a mãe lhe dê detalhes sobre os apagões que ele sofre e ela se nega a fazer isso. Não entendo bem a razão, já que, para a segurança dele e da nação, seria melhor se ele tivesse “consciência” da gravidade do problema. E outra: será que ele não pensou em ir ver um médico? É a primeira coisa que qualquer ser humano normal faria. Opa… É, eu sei.

Já do Dylan, a Norma até tentou se aproximar, depois que Nick Ford pediu um favor envolvendo o moço e dele dizer que a filha (Miss Watson) morreu quando os dois já não eram mais próximos e isso lhe doía. A Norma até ficou feliz em ver que o Dylan tem uma sala só dele no negócio de maconha, apesar de ser de maconha (Norma é a típica moradora de cidade pequena, adora um status), mas não foi dessa vez que os dois se aproximaram de verdade (e acho que esse dia ainda demora a chegar).

Com o universo conspirando contra, ela foi afogar as mágoas (e quase se afogou na chuva, porque ô dilúvio nesse episódio) na cama do advogado bonitão. Antes ela confessou a ele que toda a história que ela vinha contando – de que fez faculdade, de que o marido tinha uma seguradora – era falsa. E, gente, com certeza tem mais mentiras aí debaixo desses lençóis (olha o trocadilho infame). E aposto que não só da parte dela. Dele também.

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O Norman, como eu tinha dito na review passada, está mais perigoso do que nunca, porque agora ela tem certa consciência dos atos um tanto maléficos que comete e sente prazer em relação a isso. Mas talvez não seja muito fácil ele se livrar do xerife Romero, que deu uma verdadeira encurralada nele com a história da Miss Watson. Não vejo a hora de saber quem é o verdadeiro assassino dela! E ficaria MUITO surpresa se a resposta fosse Norman…

Ao que tudo indica, no entanto, teremos que esperar mais um pouquinho pela resolução desse caso, já que, na cena final do episódio, o Norman foi raptado pelos homens do Nick Ford – e, agora, Dylan precisa agir.

Que ele vai matar Zane, não tenho tanta certeza. Quem sabe ele o entregue ao xerife Romero? Não sei… Mas ele vai ter que decidir se vai ajudar o irmão e aposto que sim, uma vez que a birra dele é apenas com a mãe. Já a irmã de Zane, aquela que é dona do negócio de maconha, como eu previa, já está quase acatando as ordens do Dylan, de tão donzela sem rumo e em busca de um príncipe encantado que ela se encontra. O céu é o limite para o Dylan!

 

 

Star-Crossed – Some Consequences Yet Hanging in the Stars e What Storm Is This That Blows So Contrary

Data/Hora 26/04/2014, 17:59. Autor
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No episódio anterior, depois que Emery viu as imagens contidas no Mirzan, eram favas contadas que Castor deveria ser desmascarado. Afinal, nem era necessário que Soraya tentasse fazer com que Roman enxergasse que se ela tivesse se rebelado contra Nox, não seria ela quem lhe forneceria as provas para condená-la. A essa conclusão, era fácil chegar-se, somente pensando-se por um momento. Assim, Castor que sempre foi essa água morna, acabou sendo desmascarado e (quem sabe?) possa se tornar o ponto de desequilíbrio na história, porque, convenhamos, nem Trags, nem novos Falcões Vermelhos, preenchem todos os requisitos, de forma satisfatória, para serem os vilões por excelência.

Aquela necessidade básica do exercício do poder pelo poder somente é personificado por Castor. E ainda que ele expresse o desejo de que atrianos tenham seu próprio território, esta condição somente estará posta sobre a mesa se ele for o líder.

Vega é movida pelo desejo de vingança. E, convenhamos, se olharmos a situação pelos seus olhos, podemos até entender. Afinal, no relacionamento entre humanos e atrianos, desde que caíram no planeta, a truculência sempre esteve mais presente que o diálogo. E, até o momento, os atrianos têm perdido mais do que ganhado.

Se Grayson tenta reorganizar os Falcões Vermelhos, sua motivação tem mais a ver com a decepção de ter perdido Emery e a desconfiança que suas memórias despertaram, do que por qualuqer fanatismo, embora ele justifique suas ações chamando-as de instinto de preservação. Mas parece-me que a semente do bom mocismo ainda pode germinar dentro dele!

Vega e Grayson têm em comum, aparentemente, a capacidade de ouvir, ponderar e tomar decisões a favor de uma causa, não em benefício de si mesmos. Ao contrário de Castor que, por trás da suposta preocupação com seu povo, deseja a cadeira do líder em benefício próprio.

Enquanto Roman lhe era útil, porque filho de Nox e seu sucessor natural, e permanecia sob sua influência, Castor o protegeu. E quando ele tornou-se uma ameaça, não hesitou em chegar às últimas consequências.

Vega poderia ser acusada da mesma atitude se pensarmos que estava disposta a isolar Drake do convívio dos atrianos. Mas fico me perguntando se não teria sido apenas um blefe. Enquanto mantinha sua imagem de líder implacável, conseguia chegar a Roman e, através dele, até Soraya.

Embora eu ache que ela abandonou a ideia do Cyper negro muito rapidamente, pois se pensarmos que, mesmo que Zoe tivesse fugido com toda a colheita, ainda lhe seria fácil começar outra, o Suvek parece um substituo à altura.

E Castor, não podendo livrar-se de Roman literalmente falando, providenciou sua desmoralização pública, afinal o que poderia trazer-lhe mais desonra do que um relacionamento profundo com a filha do assassino de seu pai? Castor e Vega marcaram um ponto e Grayson está bem próximo de marcar o seu.

Enquanto Castor ganha a confiança de seu povo, Vega providencia os materiais necessários para a construção do Suvek e Teri coloca a cidade e o colégio abaixo: um furacão para distrair a atenção e conseguir os materiais de que Soraya necessita. Um soldado exemplar, Teri cumpre sua missão e, como bônus, consegue separar Roman e Emery.

Sob o efeito do Vatal (alucinógeno ministrado por Teri), Roman passa pela difícil experiência de não conseguir reprimir seus sentimentos. A confissão da verdade que ele não havia formulado para si mesmo: entre seu povo e Emery, sua opção, mesmo sendo um contra-senso, sempre fora por ela e isto o enfraquece. E, ao final, é ela quem toma a difícil decisão pelos dois: até o dia em que, finalmente, atrianos e humanos se entendam, eles devem separar-se, pois apenas dessa maneira ele pode reconquistar a confiança de seu povo e dedicar-se a ele.

Drake também tem que tomar uma decisão difícil. Diante da ameaça de ser denunciado por Grayson, ele cede à chantagem e termina com Taylor. Um verdadeiro desperdício já que, enquanto ele cede às exigências do novo líder dos Falcões Vermelhos, mais frágil vai ficando. Grayson ainda deseja um nome que pertença aos Trags e cedo ou tarde, se não enfrentá-lo, Drake terá que revelar-lhe.

Enquanto os grupos extremistas se organizam e casais se separam, Julia e Eric começam a se entender. Um consolo já que ela quase se tornou um rato de laboratório e levou Roman junto!

Apesar de a história estar andando, Star-Crossed ainda me parece meio sem rumo. Ideias são lançadas e abandonadas muito rapidamente, personagens consistentes são esquecidos e reaparecem pontualmente apenas para executar uma tarefa e serem novamente relegados ao ostracismo. Ou situações são resolvidas de forma muito óbvia, principalmente se Emery está envolvida nessa solução.

Existem roteiros que se arrastam e outros, como de Star-Crossed, que aceleram tanto a história que ela vai se desintegrando pelo caminho. A três episódios do final da temporada, ainda é tempo de imprimir outro ritmo à história, uma vez que enredo ela tem de sobra.

The Crazy Ones – Love Sucks

Data/Hora 26/04/2014, 10:00. Autor
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“O que aprendemos? Que o amor não dura. Ele morre. Sem exceções.” – Lewis

“O romance acabou e o amor é uma bobagem (…) Você matou o amor!” – Simon

É… as coisas não andam muito animadoras para o pessoal da Lewis, Roberts & Roberts quando o assunto são os relacionamentos amorosos. Mas… que episódio!

Love Sucks não só nos presenteou com duas participações que, ainda que pequenas, foram especialíssimas, mas também nos trouxe de volta o sensacional Brad Garrett e seu Gordon Lewis.

E não há como negar: o episódio foi todinho dele. O sócio grandalhão e burocrata da agência mais insana da televisão roubou a cena, e eu até arrisco dizer que ofuscou as participações de Pam Dawber e David Copperfield ao mostrar um lado mais sentimental e humano do personagem.

Mais uma vez, a campanha publicitária do momento – o “Smart-specs”, um genérico do Google glass – não teve tanta importância no episódio e serviu apenas como pano de fundo para a tentativa meio atrapalhada de Simon de curar o coração partido de Gordon, que levou um sumário pé na bunda de seu amado Timothy. Como assim, Timothy?

E gente… que dó! Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra! As acusações de Timothy de que Gordon não sabe ser minimamente espontâneo são verdadeiras, e Simon sabe disso. Mas especialista em relacionamentos como é (só que não!), ele jamais estaria disposto a desistir de seu amigo e sócio sem fazer de tudo – TU-DO! – para ajudá-lo (mesmo que o placar seja Casamentos 6 x 0 Simon, mas… quem está contando?).

“Espontaneidade é a minha especialidade.” – Simon

Com isso em mente, Simon tenta ensinar essa tal virtude impossível de ser ensinada ao amigo para que ele reconquiste o seu amor. Achei de uma fofurice absurda a cena em que Simon leva Gordon àquela sessão de brain-storming com Andrew e Zach para a nova campanha do óculos. Toda aquela noção de “anti-ideia” e de “celebração da imprecisão” foi sensacional e me fez rir muito.

“Olhe só você. Parece o Miles Davis da conversa fiada. Está arrasando!” – Simon

Simon só não contava com a astúcia de Gordon naquela reuniãozinha despretensiosa pra lá de forçada com seus vizinhos. Dizer que ele se sente desconfortável socializando com estranhos não é um exagero – “eu deveria estar assistindo NCIS agora!” –, e nada melhor do que os tais “smart-specs” para ajudá-lo com os tópicos incômodos da conversa. Quem não riu com os seus conhecimentos ~afiados~ sobre o sistema de transporte público da Costa Rica ou sobre Dearborn, Michigan? Recarregar página. Hahaha

Lily

Mas o fato é que a separação e o pessimismo crescente de Gordon em relação ao amor afetaram Simon. Justo agora que ele estava saindo com uma tal escritora chamada Lily Schecter (Dawber), que aparentemente escreveu “Noventa Danças, Noventa Nações”, um livro com singelas 800 páginas sobre “uma mulher que se recupera de seu próprio divórcio viajando e dançando pelo mundo” (Se, assim como eu, você revirou os olhos, saiba que um indignado Andrew defenderia este clássico da literatura moderna argumentando que “a dança é uma metáfora para a sua catarse emocional”! Não é óbvio?)

O relacionamento parecia ir muito bem, até que…

“Sairemos mais algumas vezes. Diremos ‘eu te amo’ enquanto nos casamos, mas um dia esquecerei de tirar o lixo, e então você tentará me matar com uma faca de cozinha. Podemos encurtar para: ‘a conta, por favor?’, e poupar anos de infelicidade?” – Simon

… contagiado pela amargura de Gordon, Simon mete os pés pelas mãos, e nem mesmo David Copperfield consegue remediar a situação!

Mas a cereja do bolo, com toda a certeza, foi a cena mais espetacular da série até hoje: Gordon, num “bearaoke” – “é como o karaokê, mas com homens gays, grandes e peludos” (mas, por favor, não o confundam com o “Manilowke”, que ~obviamente~ é um “karaokê com músicas do Barry Manilow”!) – provando para Timothy e para si mesmo que pode SIM ser espontâneo e indo à luta para reconquistar o amor do seu homem.

“I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

Yeah, you wreck me…”

Desacreditei de tudo nessa minha vida quando vi aquele marmanjo grandalhão cantando Wrecking Ball em nome do amor de Timothy. Gente, que coisa mais sensacional! Hahaha Eu chorei de rir, literalmente. Genial!

E, se no fim das contas, tudo terminou aparentemente bem para Gordon, com Simon a história foi bem diferente…

“Eu tive um relacionamento com o Woody Harrelson e a mulher dele por uns 4 meses. Mas nunca conheci alguém maluco como você. Você é como… um alienígena! Ligue-me quando estiver curado.” – Lily

Oops!

O outro arco do episódio foi totalmente ofuscado pelo primeiro, mas nem por isso deixou de cumprir seu papel com competência. Até porque, com o arco principal envolvendo apenas Gordon e Simon, haveria de ter um plot engraçadinho aguardando Syd, Lauren, Andrew e Zach, certo?

“Não seja gentil. Não ajude ninguém.” – Andrew

E, MEL DELS, que mulher chata e grudenta essa Jean! Andrew, coitadinho, desrespeitou a “continuidade do espaço-tempo” ao devolver as chaves da “moça do RH” apenas para aprender da maneira mais difícil que ser gentil e altruísta nem sempre é uma coisa bacana. Ainda bem que todo mundo nessa vida tem uma alma gêmea, não é? Neste caso, Sydney e sua “torção severamente leve, QUASE moderada” no tornozelo – cortesia de Gordon – provaram ser a resposta para toda a carência de Jean. Foi como juntar a fome com a vontade de comer! E gente, podem me chamar de idiota, mas eu ri com o chaveiro-assinatura de “mini-jeans” da Jean. Eu sei, eu sei…

PS: Por que a minúscula participação de Pam Dawber foi, assim, TÃO especial? A maioria de nós certamente ainda nem era nascida, mas em 1978, a atriz estrelou a série Mork & Mindy com ninguém menos do que Robin Williams. A série marcou a estreia de Williams na televisão, e a reunião com Pam em The Crazy Ones, 36 anos depois, foi sua ideia!

PS2: Conheçam a “Dra. Katherine Salazar Lewis Ruffington”, a cachorra de Timothy e Gordon. Say whaaat? HAHAHA COMO não fomos apresentados a essa preciosidade antes?

PS3: Review super atrasada, eu sei… Tive um probleminha de saúde que me atrapalhou muito nas últimas semanas, mas prometo trazer a review da season finale o quanto antes para vocês! E, apesar dos pesares, espero do fundo do coração que não tenha sido uma series finale…

PS4: Deixo vocês com o “Gay Best Friend Breakup Blues” – “disponível para casamentos e bar mitzvahs!”:

 

Once Upon A Time – Bleeding Through

Data/Hora 24/04/2014, 16:18. Autor
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Zelena está cada vez mais forte e com mais armas a seu favor. No episódio passado vimos que ela conseguiu “envenenar” o beijo do Hook. Neste episódio ela foi mais além e conseguiu pegar algo que ninguém conseguiu: o coração de Regina.

Após um confronto com Regina, pensei que demoraria a ver uma nova cena das duas, mas Zelena é cara de pau e resolve enfrentar sua irmã mais uma vez, e sem luta dessa vez. Claro que as intenções dela seriam apenas para ver o sofrimento da irmã ao saber que seu coração estava sendo roubado. Na cena do roubo fui só ou eu ou todo mundo ficou realmente preocupado com o filho do Robin Hood? Robert Carlyle, mesmo aparecendo pouco nessa parte da temporada, está conseguindo surpreender com o seu Rumple incontrolável. Lembra os momentos da primeira temporada do Rumple, quando ninguém sabia muito bem de que lado ele estava – o lado dele mesmo.

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Sob posse do coração de Regina, Wicked tem todos os ingredientes para a sua maldição de viagem no tempo. Há algum tempo li uma teoria na internet que me chamou a atenção. E não é que ela estava certa? Os ingredientes da maldição são as coisas exatas que o Mágico de Oz dá para os amigos de Dorothy na história real. A coragem do leão, que em OUAT foi a de Charming; o cérebro do espantalho, ou de Rumple, neste caso; e o coração do homem de lata, que aqui foi Regina. Um ótimo toque da série. Agora resta saber como tudo isso junto vai se transformar em uma maldição. Com medo do que Zelena possa fazer, Regina resolve buscar uma ajuda do além para descobrir mais sobre sua irmã. A cena do círculo à la jogo do copo foi uma das coisas que jamais imaginei ver em Once Upon A Time, estava bem encaixada na história e, confesso, até me deu alguns sustos.

No flashback, seguimos a história de Cora jovem. Uma atendente de uma taverna que sonhava em mudar de vida ao encontrar o príncipe encantado. Poderia ser uma belo conto de fadas, mas lembremos que é da Cora que estamos falando. Ela se entrega para o primeiro príncipe que aparece e acaba se dando mal, pois o homem era o jardineiro do rei. Grávida, Cora se vê sem saída. A complexidade da personagem aparece aqui, sentimos pena dela ao ser enganada por um cara que apenas queria usá-la e logo em seguida, repulsa, por ela usar um príncipe de verdade apenas para o seu bel-prazer. E as coincidência típicas de Once Upon A Time surgem, o tal príncipe nada mais é que o pai da Snow. Conexões e conexões. As coisas dão errado para Cora quando a mãe de Snow, a verdadeira prometida para Leopold, conta para ele sobre a gravidez. Agora entendemos a razão de Cora querer que Regina casasse com ele.

OUAT S03E18 3

E assim como entendemos a história de Regina, Snow e Cora, compreendemos a de Wicked, que abandonada pela sua mãe por não ter escolhas (ela tinha, mas a ambição foi maior), agora quer retornar o tempo e matar a mãe de Snow para que nada daquilo aconteça. Se isso acontecer tudo vai mudar, Snow não terá nascido, Emma também não e Regina muito menos. A cada vez que penso sobre essa viagem no tempo fico mais preocupado. Sinto que ela não vai ocorrer, mas tenho medo de que a série surpreenda e leve todos para o passado em mais uma maldição. Faltam quatro episódios para o fim da temporada, já passamos por 18 episódio, só resta agora aguardar roendo as unhas. Até semana que vem.

P.S.: Emma está controlando bem os seus poderes. Cena hilária dela mudando o lugar da xícara. E o que foi o beijo Evil Hood? Sem comentários. E a cena de Regina e Snow era algo que eu não sabia que queria tanto até assistir.

Parenthood – The Pontiac

Data/Hora 23/04/2014, 17:00. Autor
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Os homens Braverman resolveram fazer a mudança de Zeek e Camille. Foi muita testosterona junta e Crosby e Adam resolveram esquecer a idade que têm e abraçaram o lado criança que ainda existe neles, com resultados desastrosos, como esperado. Crosby se machucou e sobrou para o coitado do Drew fazer a mudança. Coitado num primeiro momento, porque como disse Camille, Zeek mostrou que pode ser um cara legal e presenteou o neto com o carro que ele e Victor reformaram. Drew correu para Portland e o final feliz do casal se concretizou.

E por falar em Victor, quem diria que Sydney não seria o único gênio da família? E o garoto que tanto sofreu conseguiu escrever a melhor redação do colégio. Isso serviu para unir Julia e Joel, mas achei que as coisas entre eles ficaram inacabadas e realmente espero que uma nova temporada venha para que tenhamos um final real para os dois. Na verdade, tive essa impressão com quase todos os personagens e acho que os roteiristas estão apostando em uma renovação. Eu não aposto, mas torço muito!

E a mãe do Ryan consegue ser um personagem mais chato do que ele! Amo a Amber, mas realmente prefiro ela sem todo o drama do Ryan. Ele não só voltou, como foi expulso do exército (então nem fugir dos problemas ele pode mais) e no final ainda tivemos uma cena com Amber que me leva a crer que caso Parenthood seja renovada, ainda veremos bastante dele. Aparentemente a despedida dos dois rendeu mais do que o esperado.

Depois de uma temporada enrolando, Hank e Sarah finalmente conversaram e Sarah foi bem sincera sobre o medo de ficar com o Hank sabendo que ele tem Aspergers. E aos 45 minutos do segundo tempo, Hank e Sarah finalmente se acertaram. E se alguém não torcia por Hank e Sarah, com certeza mudou de opinião desde o último episódio. Hank tem se mostrado um cara mais legal do que eu imaginava e está realmente lutando contra a doença. Só espero que isso dure por alguns episódios e que a gente não seja surpreendido com uma separação entre temporadas novamente.

Mas a melhor parte do episódio com certeza foi a volta de Hailey. Ela voltou com tudo, inclusive com uma namorada. E foi Max quem pegou as duas no flagra e dedurou sem nem perceber que fez isso. Durante a cena em que Hailey e Kristina conversam tudo o que eu conseguia pensar era porque essa série já não está renovada? Como sempre, Parenthood toca em assuntos difíceis de forma linda e essa cena foi maravilhosa e sensível e fechou com chave de ouro essa temporada.

No final, os Braverman se despediram da casa num de seus famosos jantares em família e nos resta torcer para que essa não tenha sido a nossa despedida de Parenthood e dessa família tão cativante.

Grey’s Anatomy – Go It Alone

Data/Hora 23/04/2014, 15:56. Autor
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O dia da entrega do Harper Avery chegou. Trouxe com ele uma série de questões. E foi embora, deixando Cristina Yang desconcertada e de mãos vazias.

Na review de I’m Winning eu já havia mencionado que achava que Yang não ia levar o prêmio. Justamente porque ela estava MUITO confiante, e é a cara da Shonda dar esse tombo em Yang e encaminhar a sua saída. E ela encaminhou, por bem ou por mal.

Ninguém duvida do brilhantismo de Yang. Do quão genial ela é. Mas talvez – e apenas TALVEZ – sua arrogância a impeça de ser A MELHOR. Talvez em seu habitat comum, o GSMH, ela não esteja mais sendo desafiada à altura. E essa ausência de estímulos e desafios, além do excesso de dramas e tramas pessoais, deve ser o gancho para a partida de Yang. Com a perda do prêmio, ela deve se dar conta de que sua vida precisa de um chacoalhão. E ele virá com a sua partida (só mais quatro episódios, tristeza).

O mais importante nessa trama toda, pra mim, foi ver que Hunt e, principalmente, Meredith, foram até Boston para ficar ao lado de Yang. Mostra o quanto os dois conhecem a amiga: sabiam que apesar da carapaça durona, Yang precisava de apoio. Afinal de contas, até a mais badass das cirurgiãs cardíacas tem seus momentos de insegurança.

Eu não sei como Yang vai reagir à perda. Não sei se ela vai se fechar, se ela fará a Olivia Dunhan e será blasé. Só sei que suas reações de agora moldarão o final da personagem. Então, torço pra que o plot seja lendário.

Além de trabalhar a questão do Harper Avery, Go It Alone trouxe de volta o mimimi interminável e chatíssimo de Japril. É claro que o casamento dos dois não apagaria suas crenças diferentes e suas visões de mundo desiguais. Mas toda essa discussão, apesar de crível, me cansa demais. E tende a continuar cansando, já que April saiu de casa, mas as coisas não devem ficar assim, e muita água ainda há de passar por debaixo dessa ponte antes de Jackson aceitar o Senhor Jesus no seu coraçãozinho ou de Kepner parar de ter dó do marido descrente. Será que é possível que os dois personagens resolvam ir embora de Seattle? Os fãs agradecem.

JERRIKA HINTON, TESSA FERRER, CAMILLA LUDDINGTON

Os casos médicos iniciados nos dois episódios anteriores seguem de vento em popa. E agora vejo que essa tragédia cardiológica no meio da qual Yang se encontra deverá ser o seu caso de despedida. E que caso: 3 irmãos na lista de transplante. Não tem como não se solidarizar ao drama da família.

O caso do garotinho com imunidade inexistente também é muito interessante, especialmente porque é o responsável por fazer Bailey voltar a ter uma trama legal. Mas eu estou um pouco com o pé atrás em relação ao desfecho da trama. Me parece bastante arriscado o tratamento que Miranda escolheu, e se ela errar as consequências podem ser desastrosas. Torço para que meu sexto sentido esteja errado.

Os residentes estão mais interessantes pra mim agora (especialmente depois que descobri que dois deles não continuarão na série). Vê-los fazendo plantões intermináveis e se desdobrando entre os conhecimentos de várias áreas é bacana. Me agrada especialmente a Jo, que tem um destaque bacana em qualquer área médica, e ainda tem funcionado muito bem com Alex.

E por falar no Karev, ele também está se desdobrando para continuar mandando bem no hospital e nos plantões particulares. Mas quando Robbins descobrir, as coisas tendem a ficar um pouco piores: será que o amor da pediatra pelo seu pupilo será o suficiente para fazê-lo permanecer? Estou doida pra saber esse desfecho.

Greys Anatomy - Go it Alone 2

Outro plot que me agradou em Go It Alone foi o de Calzona, que voltou à fase de águas tranquilas e felizes. Callie carregará o novo bebê do casal, e Arizona terá muitos vestidos de festa vomitados. Coisa mais fofa <3

Aliás, tirando Japril, tá sendo bacana acompanhar as tramas “casal” desse final de temporada. Mer e Der sendo Mer e Der enquanto equilibram a vida pessoal e profissional me faz muiiiiito feliz. Meu ship mais antigo consolidado e estável = muitas razões para sorrir.

Amanhã vai ao ar Change of Heart. E é exatamente para isso que devemos estar preparados: mudanças. Só nos restam 4 episódios, então elas devem vir aos montes. Até lá!

P.S.1: cena Mer-Yang-Karev fofíssima e cheia das implicâncias que só eles conseguem fazer com tanto amor. Quero muitas nesses últimos 4 episódios.

P.S.2: Bailey é fofíssimo! Quero ele em todos os episódios. Mas sinto falta das garotinhas, ainda.

P.S.3: por culpa do Chief não tivemos tequila no Joe’s. Que raivinha!

The Voice – Playoffs, Partes 2 e 3

Data/Hora 23/04/2014, 11:00. Autor
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Acabou que no texto da semana passada eu nem tive a oportunidade de explicar, na minha humilde opinião, a importância dos playoffs. Depois de duas rodadas cantando o que os técnicos queriam e tendo que dividir o palco com outros candidatos, algumas vezes mais fortes e outras não, nessa etapa do programa voltamos às origens e eles retomam as rédeas das apresentações. Isso é muito importante, pois é possível ver quem evoluiu, comparando à blind, e principalmente se soube aproveitar as dicas dos técnicos.

Uma grande surpresa, muito grata, foi o time da Shakira, pois não tinha noção do quanto ele era bom. Isso é um indicativo que a técnica não fez um bom trabalho e que provavelmente muita gente boa foi eliminada, não por ser ruim, mas por culpa única e exclusivamente dela. Mas os poucos que sobraram mandaram muito bem, sem exceção, elevando o time da cantora e se tornando uma ameaça para os outros times. Vai depender de como ela os guiará pelos live shows.

O time do Adam também é muito bom, mas não se compara ao da temporada passada, que nessa etapa tinha a grande vencedora Tessanne Chin, Will Champlin, o terceiro colocado e James Wolpert, que acabou em quinto. E Usher provou que o uso correto do steal  pode o levar para a final.

Team Shakira

Team Shakira

Essa semana teve como abertura a apresentação de Kristen Merlin ao som de Two Black Cadillacs, da Carrie Underwood. Uma música muito difícil e que Merlin cantou excepcionalmente bem. Sabíamos que ela era muito boa, mas infelizmente não vimos a sua evolução, já que suas duas batalhas não foram passadas na íntegra. Uma falha gravíssima da produção e que pode prejudicar Kristen. Mas acredito que seu talento vai passar por cima disso tudo.

Na sequência Deja Hall cantou Battlefield, da Jordin Sparks. Um adendo: as duas primeiras apresentações foram ao som de duas vencedoras do American Idol. Apesar de ter visto uma evolução na Deja, ela escolheu muito mal a música. Talvez com uma música mais atual, tipo Let It Go, tema do filme Frozen, ela teria mais chances. Os vocais foram impecáveis, mas esquecíveis. Muito fraca perto dos outros candidatos.

Assim como todo mundo, não tinha parado para prestar atenção em Tess, a não ser pelo fato dela ter sido a única candidata a passar por três técnicos diferentes. Também ela sempre “batalhou” com pesos pesados dos outros times – Bria Kelly (Team Usher) e Jake Worthington (Team Blake) – e foi muito esperta ao escolher a Shakira (já que todos quiseram roubá-la depois de sua última batalha), provavelmente sabendo que ela possuía um dos times mais fracos e que teria mais chances.

Ela cantou Human, da Christina Perri. Confesso que não gosto da versão original da música, mas Tess fez uma versão muito melhor, transformando a música em sua! Sem contar que estava afinadíssima e prendeu a atenção da plateia, dos técnicos e provavelmente de quem estava em casa.

O penúltimo candidato do time da Shakira foi o único homem: Patrick Thomson, que cantou Trouble, de Ray LaMontagne. Realmente ele tem um timbre bem diferente, mas estava de paraquedas nesse time, onde as mulheres imperam. E pra completar não fez uma apresentação excelente, o que só contribuiu para não lembrarmos muito dele.

E pra fechar Dani Moz chegou dando uma voadora, cantando uma versão acústica de The Edge of Glory, da Lady Gaga. Pra completar ela ainda tocou piano. Pronto, me ganhou! Achei a apresentação verdadeira, com algumas falhas – principalmente de ritmo, já que o nervosismo deve ter falado mais alto em algumas horas -, mas deixei tudo isso de lado e embarquei na apresentação. Dani chegou devagar na competição e a cada apresentação vem mostrando seu talento, além de ser lindíssima!

Apesar de todo o teatro, Shakira não teve muita dificuldade de montar seu time: Dani Moz, Kristen Merlin e Tess Boyer.

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Team Adam

Team Adam

Abrindo os trabalhos para o time do vocalista do Maroon 5, o escolhido foi Delvin Choice que cantou, EXCELENTEMENTE, Let’s Stay Together, do Al Green. Delvin é um dos candidatos mais sólidos do programa e se tenho alguma crítica é em relação ao seu visual. Produção, arrumar esse cabelo. E que figurino foi aquele? Sem contar que ele precisa cantar umas músicas mais atuais, pra conquistar o público jovem.

Depois foi a vez do superestimado Jake Barker, que escolheu She Will Be Loved, da banda do seu técnico. Essa é uma das músicas mais marcantes do Maroon 5 e foi eternizada na voz do Adam. Só perdoaria essa escolha se ele mandasse muito bem, o que obviamente não aconteceu. O tempo de Jake no programa já acabou faz tempo.

Kat Perkins resolveu homenagear seu pai cantando Open Arms, do Journey, e acabou emocionando a todos. Uma apresentação impecável, inesquecível e muito honesta. Assim como o Delvin, Kat tem que melhorar sua apresentação pessoal, pois já tem certa idade e não pode mais bancar a roqueira rebelde. Uma observação: o que foram aquelas orelhinhas durante os ensaios? Desnecessário!

Outro perdido na competição e muito mal roubado pelo Adam, Morgan Wallen resolveu bancar o country e cantar Stay, do Florida Georgia Line. Nem sei o que falar. Próximo!

E pra fechar a segunda noite de playoffs Christina Grimmie cantou I Won’t Give Up ,do Jason Mraz. Muito bonita a apresentação, ela é muito nova e arrebenta, mas tenho problemas em distinguir ela da Bria Kelly. Se isso acontece comigo, acredito que muita gente também tenha esse problema.

Assim como Shakira, Adam não teve muitos problemas para montar seu time, que ficou com Christina Grimmie, Kat Perkins e Delvin Choice.

Team-Adam-Final

Team Usher

E para fechar os playoffs dessa temporada temos o time do Usher. Começando os trabalhos tivemos T.J. Wilkins cantando o clássico de Rufus e Chaka Khan, Tell Me Something Good. Achei muito interessante a abordagem do técnico ao fazer T.J imitar um instrumento com a sua voz. Uma música pra cima, animada e que agitou a plateia.

Na sequência Melissa M.J Jiménez optou por se arriscar e cantou uma versão acústica de Halo, da Beyoncé. Assim como Jake, se ela tivesse acertado teria sido perfeito, porém isso não aconteceu. Faltou fôlego e, principalmente, afinação. Uma pena, pois gostava de M.J e ainda tenho a batalha dela contra a Brittnee cantando a maravilhosa Give It to Me Right. Mas valeu a intenção e principalmente a audácia.

Toda vez que o time do Usher vai se apresentar fico esperando ansiosamente por Stevie Jo, não pela sua apresentação, mas para ver sua mãe! The Thrill Is Gone, do B.B King foi à escolha de Jo. Assim como Jake e M.J, essa apresentação deixou, muito, a desejar. Não sei se foi o nervosismo, mas não consegui entender nada que ele cantou, já que ficou priorizando fazer firulas com a voz do que propriamente cantar. E para piorar, sua mãe pouco apareceu.

Bria Kelly ousou na escolha de Wild Horses, do The Rolling Stones. Como já disse antes, tenho problemas em distinguir ela e Christina Grimme. Não consegui entender porque ela resolveu levar a guitarra, já que não conseguiu tocá-la. Teve um momento que achei que ela ia cair com o microfone na mão. Enfim, vocalmente ela é uma das melhores, mesmo eu achando que ela grita muito, mas essas outras coisas tiram a minha atenção e não consegui apreciar muito a apresentação.

E o melhor fica sempre para o final. Josh Kaufman, que Usher roubou sabiamente do time do Adam, cantou ESPETACULARMENTE It Will Rain, do Bruno Mars. Não tenho muito que dizer dessa apresentação, pois foi simplesmente perfeita. Afinação, presença de palco e principalmente a emoção. Foi um dos pontos altos dessa rodada. Aquele tipo de apresentação épica que pra sempre vai ser lembrada.

Com isso, Usher monta seu time: T.J. Wilkins, Bria Kelly e Josh Kaufman.

top12-team-usher

Semana que vem começam os live shows, que pra gente aqui infelizmente não serão ao vivo. Aproveito pra dizer que 5 dos 12 candidatos que foram para essa última etapa do programa eu comentei lá no meu primeiro texto, no especial que fiz sobre os Blind Auditions (Jake Worthington, Sisaundra Lewis, Delvin Choice, Kat Perkins e T.J. Wilkins).

E vocês, estão torcendo pra quem? Deixem nos comentários.

Ps: Coisa mais fofa as filhas do Josh!

Castle – That ’70 Show

Data/Hora 23/04/2014, 10:00. Autor
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You can dance, you can jive, having the time of your life

   See that girl, watch that scene, digging the dancing queen

Parem pra refletir e me digam: tinha outra maneira de eu iniciar essa review se não fosse cantando um refrão de umas das músicas mais badaladas dos anos 70? Nessa semana, Castle juntou duas das coisas que eu mais gosto nessa vida. O episódio excêntrico calhou de vestir a roupa de um ano lindo, charmoso, dançante. Se eu não pude viver a época da Disco, essa série maravilhosa que eu chamo de minha trouxe para a tela do meu computador um pedacinho dela. Pra você que não assiste Castle, ainda há tempo. Anda, corre, faz uma maratona e vem se deliciar comigo. Pra você que é fã assíduo, resta-me dizer: IT’S THE SEVENTIES, SWEETIES!

Em um apanhado de cenas engraçadas e constrangedoras, em That ’70 Show a primeira delas não demorou para aparecer e estava apenas esperando Castle e Beckett saírem do quarto onde estavam fazendo sei lá o quê (sim, esse mesmo sei lá o quê que não vemos há bastante tempo). Martha, achando que tinha conseguido captar a essência dos dois para transformar o casamento em algo perfeito, mostrou aos pombinhos um altar cercado de flores rosas, que nem eu que me considero “mulherzinha” teria coragem de aceitar. É claro que eu entendo o lado da Martha, afinal, quem a culpa de estar tão empolgada com o casamento? Mas se tratando de seu gosto meio “duvidoso”, é difícil para Castle e Beckett deixarem em sua mão uma tarefa acreditando que ela não irá transformá-la em um completo carnaval. A solução para mantê-la ocupada logo surgiria, mas isso é papo pra daqui a pouco.

castle - that '70 show 01

Quando a vítima da semana foi encontrada, por um momento achei que estava assistindo a um caso em Bones. Mas o estado em que a vítima se encontrava tinha uma explicação: o corpo estava lá há mais de três décadas! Vinci Bianchi, um famoso gângster em seu tempo, desapareceu em 1978 misteriosamente e calhou da NYPD achá-lo, sim, achá-lo, porque reconhecê-lo logo de cara (ou de ossos) logicamente só poderia vir da mente brilhante de Mr. Castle. E eu não preciso dizer que o nosso escritor quase deu pulinhos de alegria com esse caso e com o rumo que ele tomou, né? Principalmente quando a investigação os levou até Harold Leone, uma espécie de conselheiro para Vinci.

E é na casa de Harold que a história começou a caminhar por uma estrada interessante: o amigo de Vinci não conseguiu superar a sua morte e vive, desde então, como se ainda estivesse em 1978. Então ele, a decoração da sua casa, a sua assistente, tudo parecia respirar os ares da época da discoteca. Castle e Beckett precisavam dele e do que tinha para contar, então por que não fingir que eles também estavam vivendo os anos 70? Harold simpatizou com Castle e, claro, que ele aproveitou da situação para aumentar o seu ego e fazer o que gosta: fingir que é realmente um policial. Até um “pelos poderes concedidos a mim” rolou. E eu estava amando ver o seu ego inchando enquanto Beckett bufava. hahaha, por favor.

Porém, a mentirinha contada pelo casal para Harold começou a tomar dimensões maiores, até que o departamento inteiro teria que entrar na dança. E é como dizem… quando o gato sai, os ratos fazem a festa. E, nesse caso, a gata da vez foi a nossa Sir.

castle - that '70 show 02

Mesmo sem Gates “em casa”, Beckett relutou quando Castle disse que a única chance que eles tinham para tirarem algo de Harold era transformar o departamento em um dos anos 70, para que ele não desconfiasse. Claro que, sem saída, Kate teve que atender – mais uma vez – às loucuras e ideias insanas de Castle, que estava pensando além do apenas “vamos tirar a informação dele”. Nessa hora, o túnel de rosas assombrava a cabeça dele e, para que Martha não ficasse totalmente triste e sentisse que Castle confia em seus gostos e decisões, ele destinou a ela o papel de transformar o local e as pessoas em algo condizente com a época. Tirando alguns exageros, o que eu poderia dizer? Ah, sim, AMEI.

Amei principalmente porque o episódio ali se transformou num poço de gargalhadas. Se eu já tinha morrido com Lanie vestida de vermelho ao lado de um corpo e “flertando” com Harold, ver Espo e Ryan interpretando dois policiais famosos dos anos 70, Snookie Watts e Ray Price, numa mistura de Starsky e Hutch com sei lá mais o quê me fez ir às nuvens. Aliás, acho que o bigode e o cabelo grande caíram bem no Ryan. Ou não.

Porém, assim como a tecnologia consome nossos dias, ela também resolveu atrapalhar a conversa entre Harold e os dois machões, digo, Ryan e Espo. A menos que em 1978 o iPhone já fosse tão comum, Harold não teria problema em desconfiar, mas o telefone o fez retroceder com seu depoimento. É claro que os detetives, junto com Beckett e Castle, dariam um jeito de resolver esse impasse, mesmo com a volta surpresa de Gates e a bronca que eles tomaram. “Captain Castle”? É, isso não ajudou muito. Mas quando Harold, em uma Disco com Ryan e Espo, tenta matar Frank Russo, a história começa a sair debaixo do tapete. A gente descobre, então, que Harold e Vinci se amavam, mas que para disfarçar e fazer a união de duas famílias, Vinci iria pedir em casamento uma mulher. No entanto, Vinci desiste, talvez por não querer perder Harold, talvez por não querer passar a vida em uma mentira, e não a pede em casamento, acabando, dessa forma, sendo morto por vingança.

castle - that '70 show 03

Com o caso finalizado, restava a Harold encarar a nova vida e, pela primeira vez, consciente de qual século estava, mas sem nunca tirar Vinci da memória – e do coração. E para comemorar, e quem sabe honrar o nome de Vinci, todos, incluindo Gates, foram dançar o ritmo que embalou a vida dos jovens, homens e mulheres, que saborearam os anos 70. Beckett, linda, charmosa, maravilhosa, com um vestido e penteado de matar, não só seduziu Castle ao dizer que ela tinha muitos talentos, mas também me fez repetir a cena e babar nela váaaarias vezes. Não preciso dizer que fugir um pouco das preocupações do casamento me agradou, assim como o hiato nem doeu tanto depois de ver uma produção como essa. Em tempos que uma season finale é esperada, com uma possível volta de um dos três vilões da série, é bom sentar, rir e acompanhar o desenrolar de uma história sem que as unhas sejam todas roídas e o coração batendo a 120 por minuto.

Já não era surpresa que That ’70 Show agradaria, até porque Castle tem uma produção muito boa, que sabe onde catucar quando quer um episódio fora do normal. Eu nem acredito que estamos a três episódios de nos despedir de mais um ano e acho que nenhum hiato do mundo vai conseguir me preparar para isso. Agora vai ser assim: vamos direto, sem pausas, para um final que promete abalar o nosso mundinho. Espero vocês aqui, na semana que vem. Até lá!

PS1: A cara de desejo do Espo ao ver Lanie vestida de vermelho no departamento e também os olhares trocados na discoteca foram as únicas manifestações Esplanie que conseguimos desde Under Fire. Assim não dá, gente.

PS2: A Gates dançando foi muito engraçado. A vibe dela tava ótima!

PS3: Na cena em que nossa detetive provoca Castle enquanto dança, só há uma coisa a dizer: Beckett, your Stana is showing!

PS4: O que foi a Beckett tentando atuar o que estava no script? hahaha aquele soco na mesa foi tudo.

PS4: A música citada é Dancing Queen, do ABBA.

Orphan Black – Nature Under Constraint and Vexed

Data/Hora 22/04/2014, 17:22. Autor
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Confesso que eu demorei a vida pra ver Orphan Black, apesar de todo o burburinho nas redes sociais. Mas quando vi, por influência (e insistência) de uma amiga, foi BEM rapidinho. E foi bom não ter assistido na época que a primeira temporada foi ao ar. Depois do final da primeira temporada, COMO VOCÊS CONSEGUIRAM SOBREVIVER À TANTA ESPERA? Mas o importante é que O Clube das Clones está de volta. E em graaaaaaaaaaaaaande estilo.

Durante os meses desse interminável hiato, muitas questões mantiveram nossas mentes fervilhando. Ficamos nos perguntando se Rachel Duncan é uma vilã ou outra clone que acabaremos, inevitavelmente, amando. Também ficamos nos questionando se seria a Mrs. S a raptora de Kira. Isso sem falar das indagações sobre a ligação dela com a pesquisa que originou os clones – seria ela a cientista da foto apresentada pela mãe biológica de Helena e Sarah? E Sarah, teria um monitor? Cosima estaria fadada a seguir o triste destino de Katja? E, por fim, onde estaria Kira – e quem teria levado ela?

Muitas perguntas, várias teorias, muito tempo para teorizar. Mas respostas, mesmo, não tivemos nenhuma. Pelo contrário: os vários vídeos promocionais apenas nos fizeram surtar mais e mais, nos dando novas coisas para teorizar. E o episódio de retorno de Orphan Black seguiu essa mesma linha. Foram poucas as respostas que tivemos. Mas foi ótimo rever nossas clones queridas, rir e chorar com elas, e acrescentar novas perguntas à nossa já considerável lista. Então, vamos aos reencontros.

Orphan Black - Orphan Black - Nature Under Constraint and Vexed 2

Sarah passou o episódio inteiro sendo… Sarah. Exceto quando ela foi Cosima. Mas ainda assim ela foi Sarah, se é que vocês me entendem. Da correria do início do episódio, passando pela captura dela por Art e pela Deangelis e pelo embate épico com Rachel, e chegando à visitinha dela à Art, foram poucos os momentos nos quais não ficamos roendo as unhas, com os olhos arregalados em direção à tela. Não é à toa que ela é a clone favorita de muita gente por aí: ela é uma diva badass. Ponto.

Cosima, além de ajudar Sarah, também passou o episódio às voltas com aquele que deve ser o seu plot condutor da temporada: a tentativa de descobrir mais sobre sua genética (“minha genética, minha decisão” foi a cara de Cos, <3) e evitar, assim, sua morte prematura. E é claro que a outra metade do ship, Delphine, está ajudando ela. E achei que sua decisão de entregar o sangue de Cos à Leekie, embora controversa, foi correta. Afinal de contas, Cosima precisa de ajuda para se salvar, e ninguém melhor do que a Dyad, a agência “criadora”, para dar essa mão.

Alison está tentando reestruturar sua família. Mas nem por isso deixou de ajudar Sarah a conseguir uma arma. Me faz infeliz saber que ela acha que está livre de “sua monitora” Aynsley (e que ainda não consegue lidar direito com o fato de ter “matado” sua bff [e ainda “roubar seu papel no teatro]), enquanto que o verdadeiro monitor Donnye está por ali. ME DEPRIME. Sorte que, apesar de ter limpado a casa de armas, sua pistola de cola quente está por ali. E ela não hesitará em utilizá-la.

Rachel, que mal vimos na temporada passada, teve um tempo maior de tela. Ela é chique e poderosa, e sabe muito bem o que quer: Sarah ao seu lado (muito provavelmente por saber que ela é uma espécie de “líder” do trio de clones, e acabaria trazendo todas para a sua causa cooptando Sarah). E talvez ela não seja a vilã que todos acreditávamos (ainda assim, WELL DONE, SARAH! A surra que ela deu em Rachel foi merecida, pela empáfia da clone executiva).

Rachel, provavelmente, não quer o mal para suas “irmãs”. Os métodos da Dyad são errados, claro, mas acho que a questão toda de monitorar as clones visava preservar a vida delas. E, claro, avaliar as “melhorias” genéticas, visando mercantilizar a clonagem humana, muito provavelmente. Por isso acho que a Cos acabará se juntando à organização: ela não é tão ruim quanto aparenta, e acaba sendo quem melhor conhece a genética das clones. Aguardemos as cenas dos próximos episódios.

Orphan Black - Nature Under Constraint and Vexed 3

E já que falamos sobre vilões, eles são, sem sombra de dúvida, os fanáticos religiosos. Os caras “do peixe”, responsáveis pelo primeiro susto do episódio já na cena inicial do bar. E pela frustração do final do episódio. Afinal de contas, Helena ESTÁ VIVA (e segue sendo educada: excuse me, my sistrree shot me. COMO NÃO AMAR?), mas os caras do peixe sabem onde ela está. E muito provavelmente, além de Helena, eles também tem Kira nas mãos. PERIGO!

Preferia que a garotinha estivesse com Rachel, que aparentemente só quer reunir todas as clones (e tirar vantagem financeira disso), do que na mão dos bandidos fanáticos. Tá certo que não ficou claro que eles estão com Kira, mas aposto nisso. Espero que eles não façam com ela (aberração que é, na visão deles, em razão de ser filha de clone) o que fizeram com Heleninha.

E, claro, que a Sarah descubra onde a mais descabelada das clones está e evite sua (re)captura. Porque uma garota pode sonhar em ouvir as lines mais adoráveis da Helena pra Sarah novamente.

Dito tudo isso, é possível afirmar que Orphan Black voltou com tudo. Continua apostando na dubiedade do caráter de alguns personagens (Paul consegue me fazer odiá-lo e amá-lo como ninguém, e ainda não tenho certeza da lealdade dele à Sarah, especialmente com Rachel tão perto. Também tenho dúvidas quanto à confiar cegamente no Art), na interação de Fee com as clones (especialmente com Alison, com quem ele funciona divinamente bem), em um ship adorável (Cophine <3) e em bundinhas aparecendo, ocasionalmente (a do Felix já é personagem).

No próximo episódio, as coisas devem ficar ainda mais intensas, já que a maluca da Helena está de volta, e que devemos descobrir mais sobre a Mrs. S e sobre os fanáticos religiosos (e se eles tem, afinal de contas, alguma ligação). E ainda tem uma pá de novos personagens pra aparecer. JÁ É SÁBADO?

P.S.1: Sarah sendo Cosima foi impagável. O lance de não enxergar por causa do grau dos óculos, o beijo em Delphine, a tentativa de ser uma nerd sexy, tudo foi bem bacana. Mas por mais que eu diga pra mim mesma que era Sarah sendo Cosima, o lance do machucado na boca ter desaparecido e depois reaparecido (na cena em que ela procura o Art) de forma tão evidente me faz pensar que talvez não era Sarah ali. Apesar de todo o badass way of life.

Orphan Black - Nature Under Constraint and Vexed 4

P.S.2: que Alison é uma grande psycho ninguém duvida. Mas ela é uma psicopata amável demais. As cenas dela comprando a arma no estacionamento do supermercado, dançando e cantando no teatro e se defendendo do ataque dos capangas de Rachel foram DEMAIS! Só por elas a espera já teria valido à pena.

P.S.3: Nature Under Constraint and Vexed, o nome do episódio, é na verdade uma quote da obra de Francis Bacon, The Plan of The Work. Parece que todos os episódios da segunda temporada terão como título quotes do autor. Bem apropriado quotar o “criador” do empirismo, não? Talvez uma dica de que o que vale são as experiências sensoriais e socioambientais, e não tanto a genética, já que temos clones completamente iguais e … diferentes. Enfim, apenas uma teoria.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!

New Girl – Big News

Data/Hora 22/04/2014, 16:33. Autor
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Bem-vindos de volta à temporada mais longa da história da Fox. Não em números de episódios, mas em até que ponto uma história que já se esvaziou pode ser esticada sem estourar a paciência dos fãs. Isso e os sucessivos intervalos entre um inédito e outro, tornam o terceiro ano da série uma prova de resistência.

Contudo, para não sermos completamente rabugentos, precisamos admitir que New Girl ainda tem seus momentos, pequenos lampejos da comédia cativante e despretensiosa que foi um dia. Por isso, vamos tentar manter o bom humor e ver o lado bom deste trem desgovern… desta série tão querida.

O gancho do último episódio foi o término do namoro entre Nick e Jess e a proximidade forçada de ambos, que dividem o mesmo quarto de um superpopulado loft. Com a falta de espaço, é inevitável que haja constrangimento, especialmente na hora de trocar de roupa. Jess tem uma solução heroica para tal saia justa.

New Girl - T3E21- Big News - Closet - TSEstou trocando de roupa no armário, igual ao Super-Homem. Ainda podemos nos ver pelados?

Após confirmarem e disfarçarem muito mal que estão tranquilos apesar da separação, chega a hora de dar a grande notícia para os demais amigos e companheiros de apartamento. O plano logo vai por água abaixo porque, finalmente, o centro das atenções será a vida de Winston, que passou no teste para a Academia de Polícia.

Sendo assim, resolvem deixar o anúncio para outro momento e se voltam para suas fontes de conforto: Nick procura o Sr. Tran, aquele do parque, com quem conversa telepaticamente e tem incríveis revelações. O velhinho, com a serenidade de um sábio, não diz uma palavra sequer e consegue dar ao personagem de Jake Johnson a reflexão da qual ele precisa para resolver suas questões. Jess, por sua vez, liga para a mãe, que não ajuda muito, pois tem um ataque histérico prevendo que nunca terá netos.

A solução de Nick para demonstrar que está tudo em paz é, então,  concentrar-se na festa de comemoração de Winston. Ele pergunta ao amigo como gostaria de celebrar e, claro, o dono do gato Ferguson tem uma ideia mirabolante, chamada de “fritada de mel”.

Parênteses para um esclarecimento.

Nos Estados Unidos, a fritada (em inglês, roast) é uma modalidade de comédia já consagrada e por aqui começa a dar seus primeiros passos. Consiste em colocar um convidado, geralmente uma celebridade, em uma espécie de trono para que humoristas a ridicularizem da maneira mais constrangedora que conseguirem. O melhor é ver como o alvo da brincadeira reage aos comentários sobre suas fraquezas, escândalos, entre outros assuntos delicados. Ao final, o “fritado” toma a palavra, podendo se vingar devolvendo a piada sobre aqueles que não pouparam seu ego.

Voltando à ideia que só poderia ser de Winston, a fritada de mel teria o mesmo formato, porém em vez de coisas ruins os amigos falariam sobre o que torna Winston uma pessoa tão adorável.

Ao saber que Nick terminou com Jess, Coach o convence de que esconder seus verdadeiros sentimentos é o melhor para todos. Aliás, ligar para ex de dentro da banheira contando o quão infeliz você está longe dela (e) não vai ajudar em nada sua causa, viu? Fica a dica.

New Girl - T3E21- Big News - Coach - TS

Em resumo: Cece e Coach ficam sabendo da separação e Schmidt também. Jess e Nick tentam conversar justamente quando o comprimido para ansiedade dado por Coach começa a fazer efeito em Miller. Consequentemente, quando Jess pergunta (de novo!) como ele está se sentindo, é claro que responde que está tudo bem. Melhor que bem, se sente incrível.

Mesmo com toda comoção, todos repetem com certa ironia que a noite deveria ser de Winston. Aliás, brincar com a irrelevância do personagem não caiu bem para os fãs do futuro policial. É verdade, todos querem saber como o casal lidará com o fim coabitando o mesmo espaço. Sobre isso: Jess, chega de DR e se joga em Dirty Dancing para curar sua ressaca emocional. Funcionou antes, não funcionou?

Alheio ao drama, Winston capricha no visual para ser fritado com mel. Todos prontos para o que Nick tem a dizer sobre a fofura do amigo?

Winston é tão fofo que ursinhos de pelúcia o compram para seus filhos.

Com um Nick dopado que não consegue parar de sorrir admitindo para Jess a dificuldade de se terminar um relacionamento entre duas pessoas que moram juntas, e com o choro compulsivo da professora completamente bêbada, o episódio termina com a melhor cura que a Senhorita Day conhece: Patrick Swayze.

Embora tivesse seus momentos, Big News falhou grandemente em dar esperanças de que as coisas ainda têm jeito para a série.

Ah, e Schmidt está ajudando, sem interesse algum, Cece a terminar os estudos tirando muito sarro da cara dela, que agora está namorando aquele moço australiano criador da pior piada sobre cangurus de todos os tempos. Como a Rachel de Friends diria para o Joey, “sorte sua ser bonito”.

E você, fã guerreiro da série? O que tem achado de New Girl?

Nesta terça-feira (22) será reapresentado o episódio Menus, então até a próxima!

Person of Interest – Death Benefit

Data/Hora 22/04/2014, 11:10. Autor
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Foi somente um teste? Ou, pela primeira vez, a Máquina pedia o sacrifício de alguém? A morte de Roger McCourt era necessária? Ou o CPF indicado deveria dizer mais sobre Finch, Reese e Shaw do que sobre o próprio Senador? Ou, de uma forma que somente ela pode entender, Finch seria a vítima, como se provou no desenrolar da história, e era a ele que ela queria proteger?

De qualquer forma, pela primeira vez a equipe toda se arriscou por nada. O ponto a que se chegou foi o ponto de partida.  Se McCourt era protegido pela Decima Technologies, ao final, continuou a ser seu aliado e o caminho para a ativação do Samaritano está aberto. A caçada vai começar. E talvez o mundo venha abaixo, não entre escombros produzidos por um arsenal bélico. Mas pelo embate entre duas mentes brilhantes que serão contrapostas nos próximos lances da partida. De um lado Greer e o seu Samaritano. De outro Finch, sua equipe e a Máquina.

E, ainda que soe maniqueísta ao extremo, talvez o que se aproxime no horizonte seja o embate entre o bem e o mal enquanto princípios de ação, e o poder de decisão sobre uma única vida, seja o que definirá o futuro do mundo.

O mal, enquanto conceito, carrega diversas possibilidades. Uma morte premeditada, uma única vida. O holocausto, milhões de pessoas. A morte velada, que se insinua de manhã à noite no fazer diário da vida, nas carências e afetividades negadas. A morte explícita que atinge diariamente rostos abandonados que desejam apenas um copo de água ou uma fatia de pão. O mundo está repleto de situações que, na banalidade das definições, podemos citar como exemplo. Mas que, na concretude das situações vividas, rasgam a pele e, quiçá, a alma de quem as sentem.

E talvez o teste fosse esse. O que se está disposto a perder? O que se está disposto a arriscar? O que se está disposto a sentir e enxergar?  Princípios inalienáveis são as amarras de Finch. Se, para ele, a vida é essencial de per si, o antônimo do mal, nascido de sua concepção de mundo, chama-se esperança. Talvez seja isso que ele vê em cada pessoa que salvou, uma vida de cada vez, semana após semana, com os CPFs indicados pela Máquina. Talvez nem ele se dê conta disso. Talvez para ele tudo o que faz seja apenas obrigação nascida da responsabilidade de ter criado um sistema que lhe diz que vidas podem ser salvas e ele não queira mais um Nathan em sua vida.

Talvez…

Mas, talvez, Finch mesmo não saiba o que sua criação já entendeu, que, como diria o Talmude, “quem salva uma vida, salva o mundo inteiro”.

Ou, (quem sabe?) não seja esperança, seja ingenuidade e Reese e Shaw estivessem certos. Pois na ética de Greer não há lugar para complacência. E Finch pode ser o CPF da vez, pois Greer já percebeu que ele é o único adversário à sua altura. E os olhos do Samaritano irão persegui-lo até encontrá-lo.

Finch se foi. E a pergunta é: até quando? Pois, sob diversos aspectos,  a guerra pode ter se tornado um embate pessoal, mas as consequências não serão tão restritas assim.

E embora a letra de Medicine (música do episódio) seja um desejo, não será uma saída.

Chicago Fire – Until Your Feet Leave the Ground e A Heavy Weight

Data/Hora 21/04/2014, 22:01. Autor
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Clima pesado define esses dois episódios. Não lembro de ter visto o batalhão numa torta de climão por tanto tempo como aconteceu em Until Your Feet Leave the Ground e A Heavy Weight. Jones foi a protagonista disso tudo e deixou muitos por aí se corroendo de remorso pelo acontecido – eu confesso que sou uma dessas pessoas.

Jones veio pra ser aquela que amamos odiar e, por fim, acabamos gostando muito mais que o previsto. Afinal, ela era um personagem cativante e que aos poucos se mostrava muito mais interessante do que poderíamos imaginar. Mas os roteiristas fizeram questão de, mais uma vez, sambar na nossa cara porque nós não temos coração e já tínhamos criado diversas teorias sobre como ela atrapalharia muita gente por ali. Em um episódio com clima morno, Jones roubou a cena com seu comportamento suspeito e descobrimos que o pior aconteceu: ela se suicidou.

Fomos pegos de surpresa porque, para nós, ela não passava de uma garota mimada com vontade de enfrentar o pai. Mas, na verdade, ela se mostrou até mais forte do que poderíamos imaginar. Mas, infelizmente, nós só conseguimos descobrir sua coragem e determinação através da morte. Seu fardo já estava muito pesado e ela resolveu dar um basta da pior maneira possível. O suicídio foi a única – e nesse caso, melhor – saída que a personagem encontrou para dar um basta em todos esses fantasmas que a acompanhavam.

O suicídio de Jones foi o pivô do desentendimento entre Herrmann e Mills e, também, pelo clima extremamente pesado que rondou o batalhão. A morte de Darden, no início da primeira temporada, não foi tão sentida por todos como a morte de Jones. As situações eram diferentes e, talvez por isso, a preocupação dos produtores tenham sido exatamente isso: mostrar o quão difícil é perder um amigo nessas circunstâncias. Chega a ser tão assustador que Chief Boden pede para que todos ali se apoiem para que isso não se repita e, de fato, é a coisa mais sensata a se fazer. Com isso, sentimos mais uma vez que o Batalhão 51 é uma verdadeira família.

Tão família que vemos sempre a preocupação que um tem pelo o outro. Dawson foi bombardeada pela famosa pergunta “você está bem?” depois que recebeu um bilhete deixado por Jones. Não é pra menos. Depois que vimos o quão chocante foi para Shay lidar com um suicídio, a preocupação do batalhão não seria menos. O que pensamos ser um bilhete suicida era, na verdade, uma frase motivadora que pode deixar Dawson ainda com mais vontade de ser bombeira, apesar de todas as circunstâncias que a rodeia. Seu envolvimento com Casey a impede de tomar o lugar de Jones no batalhão e a paramédica logo terá de escolher entre Casey e sua carreira.

Outro fato importante que mostra o batalhão sendo super família é quando eles se unem para fazer o bem a um desconhecido ou a uma pessoa aleatória nessa vida. O felizardo da vez foi Bloom, que conseguiu tirar das costas o peso do remorso graças à Severide e sua equipe.

Os resgates trouxeram emoção, mas foram ofuscados pelos dramas apresentados. Afinal, quem lembrará de um resgate quando se tem a notícia de que Clarke é, agora, um tenente e o Chief Boden será papai? Quando se trata de surpresas e dramas, os resgates viram detalhes em Chicago Fire.

 

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