TeleSéries
Once Upon a Time – A Curious Thing
01/05/2014, 09:00.
Júnior Melo
Reviews
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E o drama acabou! Ou quase isso. Antes que se possa sair dando pulos e soltando fogos porque tudo se resolveu em Once Upon a Time, vamos conversar sobre esse tanto de acontecimentos em um único episódio.
No conto de fadas, acompanhamos a preparação do casal Charming e Snow para contar a todos da gravidez, que vem como uma promessa de esperança agora que tem uma nova bruxa no reino. Eles só não contavam que Zelena estava atrás do bebê. A única pergunta que fica dessa cena é: o que aconteceu com Aurora e Philip? O casal não teve nem chance de piscar. Espero que não tenham morrido, pois a participação dos dois, mesmo que rápida, acrescentava à história – falando neles, por onde anda a Mulan? Oito meses depois (sério, como está a contagem dessa gestação da Snow? Tudo está começando a ficar confuso) os nossos heróis decidem que para impedir Zelena é necessária a ajuda de Rumple. Os acontecimentos do flashback foram caminhando devagar, um tanto cauteloso, toda essa preocupação tinha um motivo: eles estavam preparando uma grande surpresa.
Durante esses episódios, teorias e teorias foram montadas, mas acho que ninguém chegou perto de descobrir a verdade. Zelena nunca esteve por trás da maldição, os próprios heróis lançaram uma maldição neles mesmos, ao descobrirem pela Bruxa Boa do Sul que apenas uma Magia de Luz – advinda do amor – poderia impedir a Wicked. Uma grande virada, quem diria. E as coisas não pararam por aí, pois para fazer uma maldição é necessário abrir mão daquilo que se ama mais: no caso da Snow, o Charming. Todos pensam: a maldição funcionou, o Charming ainda está vivo… O que aconteceu?
Nesta review decidi começar pelo conto de fadas, pois com essa bagagem de acontecimentos, fica mais fácil acompanhar as coisas que aconteceram na cidade. Henry está cada dia mais irritado com Emma por tantos segredos. Acostumado a sua vida em New York, ele resolve que vai voltar sozinho para a cidade, mas é impedido por Hook, que faz isso para salvar o garoto da Zelena. Adorei o fato de um acontecimento está conectado ao outro, tudo ia se fechando e fazendo sentido. Tanto intrinsecamente na cidade, quanto nas histórias da cidade e no conto de fadas. Enquanto que Hook e Henry preparavam a fuga, Emma, Snow, Regina e Charming buscavam o livro do Henry. O plano era fazer o garoto lembrar e com o beijo de sua mãe, quebrar a maldição da cidade da mesma forma da primeira maldição.
Da metade para o final do episódio foram surpresas e revelações a todo o instante. Os macacos da Zelena indo buscar o Henry, os mocinhos derrotando-os, Zelena conseguindo Henry, Emma usando seus poderes. Foi tudo tão intenso que a todo o instante meus olhos ficaram vidrados e a boca aberta. Ainda com a pergunta que fiz acima na cabeça, recebi a resposta bastante surpreso. Snow e Charming agora dividem um coração, não da forma metafórica, da forma literal mesmo. Foi uma cena bonitinha/melosa, assim como as cenas de Evil Hood, mas que são fofas e gostosas de ser ver. Assim, também, como a cena da Regina com o Henry, finalmente ela foi reconhecida como mãe! Não lembrava que gostava das cenas dos dois até ter uma cena dos dois – agora que o Henry está com sua memória de volta.
O drama acabou, repito. A maldição foi encerrada, todos lembram do ano perdido – incluindo Henry. Emma sabe sobre os lábios de Hook e por isso não confia mais nele – pobre dos corações dos shippers de Captain Swan – e ela ainda sabe sobre a vantagem que tem em Zelena. O drama pode até ter acabado, como enfatizei, mas isso não significa que as surpresas acabaram. Acho que essa temporada prova que Once Upon a Time é uma série pouco previsível, e se alguém tinha dúvidas disso, não tem mais. O que virá a seguir? Não faço a menor ideia(!), só consigo pensar que a cidade deve se juntar para salvar Rumple, pois enquanto Zelena o tiver, ela estará segura, e só então acabará com o reinado do mal da Wicked Witch. Até semana que vem!
Castle – Law & Boarder
30/04/2014, 22:04.
Ana Botelho
Reviews
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Ah, como é bom uma calmaria antes da tempestade, vocês não acham? E, além de uma semana calminha, a gente ganhou muito mais do que esperávamos. A sexta temporada está chegando ao fim, e o queridinho do Marlowe está fechando-a com chave de ouro: tivemos bromance, tivemos friendship de Lanie e Beckett e tivemos (fooooooogos *bom, bom*) strip poker. Ai, ai.
Queria pedir desculpas já por um erro que irei cometer: não vou me ater ao caso, porque as histórias secundárias foram incrivelmente boas. Aliás, o tema central que rondou o episódio ficou na questão do quanto uma competição, um jogo, pode ser mais importante, para algumas pessoas, que certos valores morais, afetuosos. No caso de Logan Moore, a nossa vítima, o mundo do skate e os seus praticantes super habilidosos – e também cegos pela vitória – foram os responsáveis pela morte dele e de seu amigo, Jay. No caso de Castle, o mundo do Scrabble, o qual Beckett parece dominar mais que o nosso escritor, fez dele motivo de piada e fez surgir, também, um doce gosto de revanche.
Quando Castle perde pela primeira vez, Beckett não se contenta em zoar com a cara dele a sós, ela precisa divulgar isso para a família. E olha como a palavra família fica mega bonitinha aqui e como ela consegue traduzir o espírito que rondava aquela cena entre o casal, Martha e Alexis. Na verdade, achei essa cena um contraponto muito bacana com as dúvidas e medos que estavam na cabeça de Beckett quando ela achava que não conseguiria fazer parte da família já formada por Castle, ou quando ela achava que Alexis nunca a “aceitaria”. Certa vez eu disse que Castle possuía uma das mais perfeitas cronologias que eu já vi em séries, e que tratava do relacionamento deles como algo real, algo que anda degrau após degrau. E depois de 5 anos, a cronologia continua perfeita. Nós vimos o amadurecimento deles, a coragem de passar para mais um nível na relação e, agora, acompanhamos Beckett ganhar, a cada episódio, uma posição especial na família do Castle.
Outra coisa que deixou essa sexta temporada redondinha, além da fidelidade e respeito ao tempo do casal, foi o quanto a série nos permitiu participar do planejamento do casamento. Nós vimos TUDO. Nada foi escondido, nada surgiu do além. Data, local, vestido, música. Acho que fiquei mais por dentro desse planejamento do que fiquei quando minha tia resolveu se casar. E vocês têm ideia do quão admirável é isso? De todas as dúvidas que eu tinha/tenho relacionadas a um possível imprevisto que surja no dia do casamento, ou antes, que atrapalhe a união dos dois, uma certeza ficou: não importa quando, nessa temporada ou depois, quando ele realmente acontecer, será perfeito. E a perfeição já começa nos olhinhos brilhantes de Beckett ao “surtar” com Lanie sobre a escolha do vestido da madrinha da noiva. Tão fofa, tão menininha, tão completa, tão diferente daquela Beckett amedrontada de tempos atrás.
Mas é claro que essa cena fofa entre as duas amigas, e a cena caseira-linda-familiar do início não foram capazes de apagar a derrota de Castle para Beckett no Scrabble. E enquanto ele pedia revanche, e perdia ainda mais sua dignidade e sua postura de “eu sou o vencedor, beijo no ombro”, uma guerra acontecia, e acontecia fora dos tabuleiros. Afinal, quem aí não queria ser o padrinho de uma pessoa tão ilustre como o escritor de best-sellers Richard Castle?
Antes de tudo, preciso dizer que eu ADORO Ryan e Espo. A amizade deles e a relação que eles possuem de lealdade, de agilidade, dentro e fora do departamento, sempre foram mais que simples histórias secundárias. E quando Castle chegou à NYPD, o bromance duplo, que virou triplo, ficou ainda melhor. Por isso, quando Espo ouviu na cena do crime que Lanie seria a madrinha, ele e Ryan se viram no direito de concorrer ao título de padrinho do Castle. E foi muito engraçado vê-los disputando o carinho e a atenção do escritor, com canetas especiais, receitas secretas, cafés quentinhos e ATÉ carinho na perninha. Quem diria, ein?
Porém, todas as bizarrices e agrados não foram suficientes, porque Castle já tinha um padrinho. Quando ele disse aos dois que seria Alexis, eu fiquei “hã? como assim?”, porque era algo que eu realmente não esperava. Mas depois comecei a achar muito fofo da parte dele e vamos dizer que fiquei 1% a mais apaixonada pela figura paterna que ele representa. Em época de tamanha crueldade nesse mundo que a gente chama de real envolvendo pais e filhos, a ficção está aí pra mostrar como uma verdadeira relação paterna deve ser e Castle está fazendo – e sempre fez – isso muito bem.
Aliás, sabe o que Castle faz muito bem também? hahaha, adivinhem.
A julgar pelo tamanho do cabelo da Beckett e pela aparência mais “madura” do Castle, eu diria com certeza que estávamos assistindo a primeira temporada. Que nada se perde e tudo é encaixado depois, a gente já sabe. Mas quem esperava um strip poker depois de tanto tempo? Eu até reclamei uma vez que Castle nunca mais tinha jogado com os outros escritores, mas esse jogo com Beckett foi infinitamente melhor. Achando que ia ter uma terceira chance para finalmente conseguir ganhar de Beckett, Castle é surpreendido quando a detetive chega cheia das malícias (adoro), com um baralho na mão e sugere aquele pôquer ingênuo, sabe. Infelizmente, o final do jogo fica no nosso imaginário. E eu mando um grande beijo pras (os) portadoras (es) de uma imaginação fértil igual a minha.
Com mais um caso resolvido e com a descoberta de que Logan foi morto porque estava querendo trazer à tona o culpado pela morte de seu amigo Jay, Castle se despede dos episódios que não necessitam de um desfibrilador ao lado. Law & Boarder finalizou a calmaria, e a tempestade se aproxima. Veritas está chegando, assim como a season finale, e eu mal posso esperar pela segunda-feira. Tentarei fazer as próximas reviews o mais rápido possível para que a gente possa surtar junto, quase que em tempo real. Até semana que vem!
PS1: “Eu sou radical. Radicalmente lindo” – CASTLE, Richard.
PS2: O penteado da Beckett estava muito perfeito, além do normal.
PS3: Lanie, capriche na despedida de solteira da Beckett. Grata.
The Vampire Diaries – Resident Evil e Man On Fire
30/04/2014, 17:23.
Mônica Castilho
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É impressão minha ou The Vampire Diaries está com mais hiatus do que o normal nesta temporada? Enfim…
Eu realmente entendo o aguardo pelo episódio Resident Evil, afinal teria Stefan e Elena juntos depois de tanto tempo, algo nostálgico. Ou melhor, os teria como um casal sim, mas estariam “juntos”, entre grandes aspas, pois o episódio não mostrou nada mais do que como seria se ambos fossem humanos e pudessem ter uma história normal, sem todo o drama sobrenatural, usando para mostrar tal possibilidade, visões que Stefan e Elena tinham dessa vida paralela. Um pouco interessante apenas a título de curiosidade, porém extremamente meloso, a impressão que tal episódio deixou foi que serviu apenas para saciar a abstinência dos que “shippam” Stefan e Elena, já que entre os fãs da série existe tal disputa entre os que preferem a moça com o Stefan e os que torcem para que ela fique com Damon. Mas para Damon as coisas também não foram melhores do que para o seu irmão, pois mesmo Elena não voltando para o ex-namorado, apesar das visões que fizeram seu coração indeciso balançar, não voltou para ele idem, e ambos sequer serão amigos pelo menos por enquanto e por escolha do próprio Damon. Resumindo: Elena acabou ficando sem ninguém.
Se Resident Evil serviu para alguma coisa, foi para esclarecer o fato do “universo” querer que Stefan e Elena fiquem juntos. Revolta shipper à parte, sinceramente considerei super válida essa tal profecia, na verdade, ser puramente a vontade de Markos, o líder dos viajantes, prometendo amor verdadeiro apenas para unir as cópias e usar o sangue dos mesmos. Tudo bem, a promessa romântica é bonita e tudo mais, mas cá entre nós, o universo tem muito mais com o que se preocupar do que se um casalzinho de adolescentes numa cidade super escondida vai ficar junto ou não, né!
Man On Fire foi mais útil, mais bacana e mostrou que, como sempre e mesmo sem querer, Damon faz suas burradas, e uma que ele fez lá na década de 80 teve seus efeitos na atualidade. Ok, ele matou a amada do Enzo, mas ao invés do cara aceitar e no máximo fazer um escândalo básico, ameaçou matar Stefan (a quem antes ele havia culpado), Elena, o irmão da Liv e sabe-se lá quem mais ele poderia ferir em tal surto. Depois disso tudo, ao descobrir que na verdade o melhor (e único) amigo foi o culpado da morte da moça, se matou para culpar Stefan e jurou vingança já como fantasma. Tipo… Oi? Se quer se vingar, não seria mais fácil como vampiro, tendo como tocar e machucar pessoas e tudo mais? Fora que se ele não queria ficar com a Maggie e na verdade parecia bem interessado na Caroline, qual o motivo de ele ter se matado? Essa foi, sem dúvidas, a morte mais sem noção de The Vampire Diaries.
E por falar em sem noção, foi revelado o propósito do sangue do casal doppelganger (vulgo Elena e Stefan). Basicamente, o sangue dos dois juntos tira a magia das coisas, ou seja, Markos quer tirar a magia de Mystic Falls para que os Viajantes e ele possam ficar ali e se estabelecerem no lugar, já que até então uma maldição das bruxas não permitia isso. O interessante nessa coisa toda será a maneira como Stefan, Damon, Elena e Cia. descobrirá os efeitos do sangue. Na pior (e, cá entre nós, mais interessante) das hipóteses, haverá uma morte em massa de vampiros na cidade. Aliás, poderíamos fazer apostas sobre o que entrará em apocalipse primeiro: o “outro lado” ou Mystic Falls.
P. S. [1]: Só eu que torcia para o casal Enzo + Caroline? Mais um motivo para achar a morte do Enzo sem noção, já que tudo caminhava para os dois ficarem juntos… Ou ninguém reparou no olhar de Caroline para Enzo quando ele contou que só queria encontrar Maggie para agradecê-la e não para ficar com ela?
P. S. [2]: Elena pelo menos por enquanto quer ser somente amiga de Stefan e Damon, e então eu me pergunto… Qual será a vítima, ops, interesse amoroso dela agora?
Nashville – Crazy
30/04/2014, 10:29.
Gabi Guimarães
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Um episódio cheio de acertos de contas. E de revelações.
Antes de entrar em um hiato prolongado no início de abril, Nashville nos presenteou com um episódio quase perfeito, onde finalmente tivemos a oportunidade de conhecer e entender melhor alguns dos personagens que tanto amamos. Crazy desenvolveu arcos bastante importantes e abriu novos caminhos que certamente darão o tom deste final de temporada – afinal, restam apenas três episódios para a season finale.
“O seu talento é o meu talento! Eu abri mão dos meus sonhos por você. E agora você está vivendo a vida que eu deveria ter. Eu deveria estar nos palcos! Você acha que a sua infância foi uma tragédia? Sua vida foi um piquenique comparada com a minha.” – Beverly
Eis que conhecemos Beverly O’Connor, a famigerada mãe de Scarlett – e irmã de Deacon. Uma mulher amarga, invejosa, que culpa a filha por tudo o que deu errado em sua vida. Uma artista frustrada em virtude de uma gravidez indesejada. Uma mulher cuja relação com a filha é apenas um hábito, desses contra o que a gente luta, mas não consegue se livrar. Uma relação baseada em “pisar em ovos”, em mentiras, mágoas e ressentimentos, de ambos os lados. Enfim, tivemos a oportunidade de conhecer e entender Scarlett um pouquinho melhor. Enfim, pudemos entender e sentir a letra da belíssima Black Roses (obrigada, Liam!).
“Essa é para você, mamãe.” – Scarlett
“… and I’m done trying to be the one
Picking up the broken pieces
and I’m done trying to be the one
who says I love you dear
but I’m leaving…”
Uma cena que, ao mesmo tempo em que foi linda e poderosa, foi também muito, muito triste, e representou uma verdadeira catarse emocional para Scarlett – além de um tremendo tapa na cara de Beverly. Afinal, a verdade dói. A constatação de que Scarlett “não está mais sob o seu feitiço”, como bem diz a letra da música, foi uma grande humilhação para ela. Merecida, diga-se de passagem.
O problema é que este reencontro com sua mãe parece ter jogado Scarlett de vez nos braços de seu vício… e de sua derrocada. Embora eu tenha perdido a paciência com a personagem inúmeras vezes e por mais da metade desta temporada, torço por ela. As dificuldades que ela enfrenta agora apenas a tornam humana. Mas devo dizer que achei um pouco forçada essa transição da “menina doce, ingênua e batalhadora” da primeira temporada para a “menina prodígio viciada em remédios e cheia de problemas familiares” desta segunda. Algo não soou bem para mim nesta jornada, e acho que isto ocorreu justamente pela personagem ter mudado tão drasticamente de uma temporada para a outra. A carreira musical de Scarlett a tirou de sua zona de conforto e foi um fator importante para desencadear toda esta insatisfação e infelicidade, claro, mas afinal, a mãe de Scarlett sempre foi uma bitch inescrupulosa, então por que isso nunca foi um problema antes? Beverly quase nunca foi mencionada até agora, e Scarlett parecia ter um bom relacionamento com ela. Pelo menos agora, sinto que a história tem potencial, e estou ansiosa por ver onde tudo isso a levará.
O escândalo envolvendo a paternidade de Maddie era uma tragédia anunciada. Deacon, ainda muito abalado com o fim de seu relacionamento com Megan, leva outro soco na boca do estômago ao ver seu nome envolvido na bagunça que Maddie criou. A decisão de enfrentar a situação de frente e ir à público esclarecer a história foi a melhor possível diante das circunstâncias, mas isso não seria tarefa fácil, já que Teddy, Rayna e Deacon teriam que representar uma “família feliz” diante das câmeras.
“É porque eu sou um alcóolatra. Na verdade, esta é uma palavra muito gentil. Naquela época eu era simplesmente um bêbado. Rayna tentou, mais vezes do que eu gostaria de admitir, me levar para a reabilitação, mas eu não estava pronto para ser pai (…) Meu relacionamento com Maddie é a melhor parte da minha vida.” – Deacon
Todos nós sabemos do passado difícil de Deacon, que vez por outra volta a assombrá-lo. A série nunca escondeu ou fez rodeios em relação ao seu vício, e o próprio Deacon fala abertamente sobre os fantasmas de seu passado. Quem não lembra daquele flashback no início da temporada? Fato é que ele é alcoólatra e nem sempre foi fácil amá-lo ou conviver com ele. E Rayna sabe bem disso, já que sofreu por muito tempo ao ver o amor da sua vida num eterno ciclo vicioso de autodestruição. Mas agora se questiona se a decisão de esconder dele a sua gravidez foi mesmo a mais correta. O desabafo com Tandy foi honesto e válido: afinal, o que há de tão especial na vida que Maddie tem hoje? Teddy e ela estão separados e, como a própria Rayna apontou, ele se transformou em uma pessoa que ela sequer consegue reconhecer. A verdade é que a vida de Maddie e tudo o que ela conhecia foi virado de cabeça para baixo mais de uma vez. Foi mesmo a melhor decisão?
E então chegamos àquela que foi provavelmente a minha cena favorita da série até hoje. A hora da verdade, enfim. A hora em que Rayna e Deacon sentam para conversar honestamente sobre Maddie, sobre a decisão de não deixá-lo criar sua própria filha, sobre o passado, sobre tudo aquilo que sempre incomodou a ambos, mas que eles nunca tiveram a coragem – ou a vontade, talvez – de falar a respeito.
“Você deveria ter me contado, Ray (…) Por que você não me deu mais tempo para ser pai dela?” – Deacon
É fácil entender e se identificar com Deacon e a dor de não ter sido parte da vida da própria filha. Mas Rayna também tem a sua dose de razão, e teve de tomar a decisão mais difícil de sua vida. Ela queria casar com Deacon e ter aquela filha linda com ele, em um lar amoroso e harmonioso que ele, naquele momento, não podia lhe dar. Então, ela fez o que tinha de ser feito. Com o coração partido, mas fez.
“Quando é a hora certa de bagunçar a vida da sua filha?” – Rayna
Rayna também tem um forte argumento aqui. Existe um momento certo para virar a vida da sua filha do avesso? E, por mais que me doa admitir, ela também tem razão ao apontar que a primeira atitude de Deacon quando descobriu ser o pai biológico de Maddie foi encher a cara.
“Você se embebedou e eu quase morri. Eu menti para você. Eu menti. E aposto que você se ressente muito por causa disso, mas te garanto, eu te culpo mais por nos colocar nessa situação primeiro.” – Rayna
Quem aqui teria a coragem de tirar a sua razão? Meu coração ficou despedaçado ao ver a tristeza e a dor estampadas no rosto de Deacon, mas ele também sabe: Rayna tem razão. Este é um peso que ele terá que carregar para o resto da vida. Mas o faz com imensa humildade e dignidade (na maioria das vezes), e acho que por isso mesmo Deacon é e sempre será meu personagem favorito. Um anti-herói, cheio de falhas, defeitos e fantasmas do passado, mas que tenta, a todo custo, fazer a coisa certa. O lado bom aqui é que só depende dele ser um bom pai para Maddie a partir de agora. Torço muito pela sua felicidade, e assistir a evolução – e involução, às vezes – do personagem é um dos grandes motivos que me fazem assistir e amar esta série. #TeamDeacon
E, se na review anterior eu tinha comentado que não entendi o “chilique” de Luke em relação à Deacon e o fato de ele ser o pai de Maddie, este episódio veio para explicar, logo de cara, que falar no nosso guitarrista favorito é, para Luke, cutucar uma ferida antiga. Uma ferida que existe desde 1992, mais precisamente, quando Luke já arrastava um caminhão por Rayna, mas ela só tinha olhos para Deacon, e sofria com seu comportamento errático. Ok, eu entendi. Mas, no fim das contas, eu ainda acho o comportamento de Luke bastante imaturo e ridículo. Por que diabos Luke ficou tão irritado ao ver Deacon admitindo seus erros em público? Ao ver que a entrevista correu bem e toda a história de Maddie foi esclarecida? Continuo achando essas atitudes muito estranhas… E desnecessárias. Morro de preguiça. Aposto que ainda existe algum outro motivo mais sério para toda esta implicância, não é possível!
Enquanto isso, Juliette tenta salvar sua carreira ainda em chamas. Após meter os pés pelas mãos ao anunciar precocemente sua ida para a Highway 65, Juju fica surpresa ao perceber que as rádios de Nashville ainda não querem saber dela. A sugestão de Glenn, a princípio, fez todo o sentido para mim, afinal, Charlie Wentworth é o herdeiro de um verdadeiro império midiático e poderia facilmente ajudar Juju a cair nas graças das rádios novamente. Mas minha alegria durou pouco. Onde diabos foi parar aquele cara bacana e que, apesar dos pesares, tentava fazer a coisa certa? O término do relacionamento dos dois havia sido tão perfeito, então para que trazê-lo de volta? Para estragar tudo? Charlie parecia outra pessoa. Um playboyzinho metido a conquistador, que foi logo interpretando o contato de Juliette com segundas intenções. Também não gostei muito da reação blasé de Avery quando Juliette lhe contou sobre as investidas de Charlie (e acho que ela concorda comigo), mas pelo menos ele foi homem o suficiente para confrontá-lo. E Avery o conhece muito bem: tudo em Charlie se resume a dinheiro e poder. Mas, por tudo o que viveu com Juju, ele já deveria estar careca de saber que ela não está à venda. Agiu como o babaca que sempre foi, mas a gente meio que fingia acreditar que não era. Não sei onde diabos este arco desgovernado pretende ir, mas não estou pagando para ver. O tempo de Charlie na série já terminou, e ele definitivamente não deveria ter sido ressuscitado.
Gunnar, por outro lado, enfim se transforma em um namorado decente. Ou quase. Com ele, parece que é sempre assim: um passo para frente, dois para trás. Achei fofo ele ter comprado tempo de estúdio com o monte de dinheiro que recebeu por seus royalties para Zoey, enfim, poder gravar sua demo e dar o pontapé inicial em sua carreira como cantora. Talento para isso, ela tem de sobra.
“A oportunidade não baterá à sua porta, Zoey. Você tem que fazer acontecer. Você tem que se perguntar: ‘o quanto eu quero isso?’.” – Jackie
Mas bastou a oportunidade de ir para Los Angeles bater à sua porta para Gunnar estragar tudo. Sério mesmo? Ainda bem que ela tem a cabeça no lugar e não cedeu à tentação de ser sustentada pelos royalties de seu namorado “novo rico”. Bom para ela! No mais, este não tem sido um plot dos mais interessantes, não é mesmo? Sonolento e desinteressante desde sempre.
A boa notícia é que Nashville retorna de seu hiato nesta quarta-feira, e, apesar da audiência inconstante, sua renovação agora é tida como quase certa. Inclusive, estamos vendo um investimento maior na série, que na semana passada ganhou um especial de uma hora na ABC chamado Nashville On The Record, que nos presenteou com os atores interpretando, ao vivo, os maiores sucessos da série. Apesar de não ser uma notícia oficial, acho que agora sim podemos respirar um pouquinho mais aliviados: Nashville, muito provavelmente, terá uma terceira temporada. Yay!
Até a semana que vem!
PS: Nashville nos entrega um episódio impecável e… Sem nem sinal de Will Lexington e Layla. Coincidência?
PS2: Por outro lado, um episódio que tem Maddie e Daphne cantando Ho Hey não tem como dar errado! É muito amor.
The Following – Silence
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“Robert: – O que você acha que a morte é?
Emma: – Silêncio.”
O público ainda nem conseguiu acreditar na morte de Lilly e Emma também entra para a lista de possíveis mortes ainda suspeitas em The Following. Enquanto isso, Mike, Ryan e Max se safaram (por enquanto) de responder mais questionamentos sobre o que aconteceu quando Lilly foi morta. Possivelmente, na sequência, o FBI descubra que as circunstâncias podem ter sido bem diferentes das apresentadas pelo trio. Mesmo assim, por enquanto a única coisa que importa é matar Joe Carroll.
Para isso, uma das armas que tem funcionado bem é a relação entre Carroll e Hardy. A proximidade de Ryan afeta Joe, assim como a possibilidade de Claire estar viva mexeu muito com ele. No entanto, dessa vez não foi somente Carroll que se sentiu incomodado, Emma ficou furiosa com a possibilidade de Claire ainda ter algum poder sobre ele. Claro que Joe, ao perceber isso, fez o teatro dele muito bem feito e conseguiu garantir que Emma seguisse ao seu lado.
Mesmo assim, toda a contrariedade de Emma veio à tona quando ela e Robert encontraram Claire sozinha e sem nenhuma proteção. Emma viu ali uma oportunidade de acabar definitivamente com a sua maior rival, mas acabou sozinha, na fria neve do Condado de Ware. Emma perder a cabeça e a concentração a ponto de ser pega por Claire até era esperado. Claire dar uma de sem noção e fugir do FBI e ir sozinha ao encontro de Joe também não seria novidade. O que surpreendeu foi a chegada dos gêmeos Mark e Luke no local. Sedentos por vingança, os dois irmãos ganharam um ótimo trunfo nas mãos, tanto para ameaçar Carroll, quanto Ryan. Como disse o próprio Luke: “Essa é a reviravolta que eu não imaginava”. É, nem a gente Luke.
A emoção e a raiva fazem as pessoas cometerem erros estúpidos e em Silence vários personagens resolveram se deixar levar pelos sentimentos e tiveram finais trágicos. Além de Mike não ter conseguido não matar Lily a sangue frio em The Reaping, Emma deixou-se ser “morta” por Claire, que por sua vez foi pega por Mark e Luke. O pastor sensacionalista e ganancioso Kingston Tanner não ouviu as recomendações de Ryan e também acabou morto. Já Ângela, apesar da estupidez de colocar fogo em si mesma louvando Joe, parece ter boas chances de sobreviver.
Enquanto isso o show maior de Joe era muito bem organizado. Fora Ryan e Mike que conseguiram entrar na igreja antes que as janelas e portas fossem trancadas com explosivos, o resto da polícia, SWAT e FBI ficaram do lado de fora sem muitas ferramentas para entrar e não arriscar a vida de inúmeros inocentes. Claro que Ryan e Mike também acabaram fazendo parte do espetáculo de Carroll, que teve como ponto principal, até agora, o confronto entre um pai e um filho.
Com tanta brutalidade e frieza que ocorre em The Following, a situação em que Carroll colocou Kingston Tanner e seu filho já era de se esperar, bem como a reação do pastor. Mesmo sendo ganancioso, Kingston preferiu se matar do que ser obrigado a assassinar Preston ou fazer seu filho ter que matá-lo. No entanto, mesmo com o sacrifício do pai Preston ainda não está a salvo. E quem está a salvo em The Following? Depois de um baita cliffhanger… que venha a season finale.
“Eu sou Joe Carroll e eu vou liderar a missa de vocês a partir de agora…”
The Voice – Live Show 1 e Resultados
29/04/2014, 10:01.
Felipe Ameno
Reviews
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E finalmente chegamos aos programas ao vivo. Infelizmente aqui no Brasil estamos uma semana atrasado, e inevitavelmente já assistimos o programa sabendo quem será eliminado. Isso por um lado é bom, já que não nos apegamos à apresentação. Mas por outro é ruim, pois se ela for muito boa, saberemos que será uma injustiça.
Dois pontos chamaram muito minha atenção, fazendo um paralelo a temporada passada: estou pegando uma implicância com a Shakira, o contrário aconteceu com a Christina Aguilera, que passei a respeitar como artista e principalmente como técnica. Talvez minha implicância tenha relação com uma falha técnica muito grave, com uma das participantes já previamente prejudicadas pela produção do programa.
Não assisti a primeira temporada da colombiana como técnica, mas nessa ela só tem tomado decisões erradas, tanto na escolha dos participantes como das músicas. Ela eliminou muita gente boa e tinha tudo para montar um super time. Mas saber cantar todos que estão ali sabem, e fazem muito bem. Porém tá faltando liga e conexão com o público de cada candidato. Tudo isso teve reflexo direto nos primeiros resultados do grande público, quando duas participantes do seu time ficaram na berlinda. Sem contar que pegou muito mal pra ela dublar seu mais novo single, Empire, que ela apresentou no programa de resultados. Errou feio, errou rude Shakira!
Depois de tanto reclamar, finalmente consegui me despir da minha implicância contra Bria e Christina. Mas continuo achando que as duas estão dividindo o mesmo público. Outra coisa que me incomodou foi o figurino de quase todos os participantes, principalmente o da Sisuandra, da Audra e o dos técnicos.
Apresentações
Abrindo o programa tivemos Bria Kelly (Team Usher) cantando o uber sucesso de Adele, Rolling in the Deep. Uma música muito arriscada, já que é conhecida por todo mundo, e fiquei incomodado com isso, uma vez que a versão original é única. Mas, felizmente, Kelly me surpreendeu e apresentou uma versão original, com uma pegada rock’nroll, que nem de longe lembrava a entoada por Adele. Um risco que deu muito certo e com certeza ganhou muitos pontos com o público de casa. Minha única reclamação é sobre a insistência dela em levar aquela guitarra para o palco se ela não a toca! Diferentemente da semana passada, embarquei na música e deixei isso pra lá, porém espero que o Usher perceba isso e conserte pra próxima apresentação.
Na sequência tivemos DelvinChoice (Team Adam) cantando UnchainedMelody, do Alex North. Não reconheci a música até ele cantar os primeiros versos. Essa música é mundialmente conhecida por ter feito parte da trilha sonora do filme Ghost e pela versão da cantora country LeAnn Rimes. Sabemos que Delvin canta muito bem, mas achei ele meio desconectado da música. Sobrou talento, mas faltou emoção.
Just Give Me a Reason, da Pink, foi a música cantada por Dani Moz (Team Shakira). Como foi comentado pelos jurados, é uma música muito difícil, já que não deixa muito espaço para o cantor respirar. Gostei da apresentação de Moz, mas nessa altura do programa ainda estava pensando em Bria Kelly, o que não deve ser uma coisa muito boa…
AudraMcLaughlin (Team Blake) cantou, como o próprio Carlson falou, um clássico nunca antes apresentado no The Voice, Angel of the Morning, da Juice Newton. Ela é a que eu menos gosto do time do Blake, mas é uma questão de gosto pessoal. Sem contar que, como disse no início do texto, ela foi muito prejudicada pelo seu figurino, muito feio. Assim como o Delvin, muito talento, mas pouca emoção. A sorte de Audra, e de todos os outros participantes do estilo country, é que eles têm um apelo muito grande lá fora e são completamente diferentes um dos outros, logo não competem entre si. Com certeza vai longe na competição.
Depois de tantos clássicos, T.J. Wilkins (Team Usher) cantou Waitingonthe World to Change, do John Mayer. Ok, a música não é tão atual assim – é de 2006 – mas foi bom ver T.J se arriscando e colocando sua marca registrada nessa música. Você simplesmente esquece da versão original e embarca totalmente na sua performance. Presença de palco, afinação, tudo perfeito.
Quando descobri que Christina Grimmie (Team Adam) iria cantar Dark Horse, da Katy Perry, eu fiquei assustado. Essa música está bombando atualmente e acreditava que ela não teria como mostrar seu talento, já que Perry é uma excelente show woman, mas sabemos das suas dificuldades vocais. Mas, pela segunda vez em um curtíssimo espaço de tempo, fui surpreendido e esqueci que estava vendo um programa de talentos. O Adam definiu muito bem: parecia que estávamos vendo sua apresentação no VMA. A versão ficou SENSACIONAL, os vocais estavam ESPETACULARES. E ela só tem 20 anos – com uma carinha de 12!
E quando a gente achou que não poderia ficar melhor, Sisaundra Lewis (Team Blake) toma o centro do palco e, contidamente, canta Don’t Let the Sun Go Down on Me, do Sir. Elton John. Pela primeira vez na competição ela mostrou vocais suaves, mas sem deixar de lado sua marca registrada. Foi simplesmente lindo, mesmo vestida com uma capa de sofá bem brega. Vamos combinar que ela estava muito mais bem produzida durante os ensaios. Estou gostando muito do rumo que Blake está dando para Sisaundra, eles estão fazendo uma dupla inesperadamente boa.
Kristen Merlin (Team Shakira) definitivamente precisa de um pouco de sorte. Depois de ser esquecida pela produção nas batalhas e arrasar nos playoffs, no meio da sua apresentação o microfone parou de funcionar. Infelizmente ninguém vai lembra do que ela estava cantando – Stay, do Sugarland – e que estava muito bom. Vamos lembrar da sua coragem de continuar cantando, até um produtor programa aparecer e arrancar o microfone de sua mão e entregar outro (foi impressão minha ou ele foi extremamente grosseiro). É Merlin, tá fácil pra você não…
E, mais uma vez, quando a gente achava que não podia ficar melhor, KatPerkins (Team Adam) chega com uma voadora e ARRASA com Magic Man, do Heart. Assim como Grimmie, achei que estava vendo um show exclusivo de Perkins. Foi muito bom ver a sua interação com a plateia, com os roqueiros que apareceram durante a apresentação. E que voz! Ela vem num crescente nessas últimas três semanas, impressionante! Fiquei com a música na cabeça, e isso definitivamente é uma coisa boa.
O último artista do time do Blake, JakeWorthington, se apresentou ao som de Anymore, do Travis Tritt. Um clássico da música country pouco conhecido da galera. Assim como Bria, qual foi a necessidade de Jake estar com aquele violão? Mas quem se importa, o cara manda muito, contagia a galera, impossível não gostar dele, mesmo não conhecendo pessoalmente. E dessa vez além da presença, seus vocais estavam impressionantes! Acho que o fato dele ter ficado parado a apresentação toda contribuiu para ter fôlego para continuar.
Tess Boyer (Team Shakira) foi a penúltima a subir no palco. A música escolhida foi I’ll Be There for You, do Bon Jovi. Acho que ela foi a única não trolada pelos figurinistas, pois estava linda. E ela canta muito bem, mas não curti muito a apresentação. Acho que depois de Bria, Christina, Sisaundra e Kat, fica difícil competir.
E por fim, Josh Kaufman (Team Usher) encerra pela segunda vez consecutiva o programa. Se o melhor sempre fica para o final, isso aconteceu de novo. A música escolhida foi a atual, porém desconhecida, Stay with Me, do britânico Sam Smith. O que dizer de Josh? E da produção? Sem palavras, foi tudo muito lindo e de bom gosto e sem falar na voz desse cara! Foi tudo incrível, mas tenho um pouco de medo de quem começa assim lá em cima, pois é difícil se manter no topo durante tanto tempo, vide Matthew Schuler, do time da Christina Aguilera, na temporada passada. Todos achando que ele estaria na final, representando seu time, mas acabou sendo eliminado e a até então desconhecida Jacquie Lee foi surpreendendo a todos, semana após semana, e chegou na final.
Resultados
O artista que tivesse uma música no top 10 do iTunes, ao final da votação, teria o número de downloads multiplicado por 5 e convertido em votos. Quem escolheu músicas mais atuais ou muito conhecidas, corre o risco do pessoal de casa não querer pagar para ter a mesma música em outra versão, a não ser que tenha sido muito boa. Isso pode prejudicar os candidatos, que mesmo tendo ido muito bem, ficam com menos votos por causa dessa regra.
Para começar o programa tivemos uma apresentação de Adam e seu time cantando Sledgehammer, do Peter Gabriel. Logo depois os primeiros resultados, com Josh contemplado pelo bônus do iTunes, e seguido por Kat.
Depois foi um festival do grupo entrar em sair do palco, intercalando com a apresentação de gosto duvidoso da Shakira e de Blake e seu time cantando a animada Put Some Drive In Your Country, do Travis Tritt (o Blake gosta mesmo desse cara, segunda música dele nessa semana). E aos poucos o top 10 foi sendo revelado: Kristen, Audra, Delvin, Jake, Bria, Christina e Sisuandra, deixando T.J, Dani e Tess como os menos votados.
E diferente da temporada passada, os menos votados tiveram a oportunidade de cantar mais uma vez, lutando pela possibilidade de continuar no programa por causa do InstantSave (via Twitter). T.J cantou, I’ll Be, do Edwin McCain. Dani foi de Adele, com Turning Tables. E Tess cantou Dark Side, da Kelly Clarkson, e acabou sendo salva pelo público.
Achei injusta a eliminação do T.J: ele realmente era muito bom. Dani teve um grande momento – no playoff– mas depois se perdeu novamente. Achei muito estranho ela cantar a música da Adele com um sorriso nos lábios, quando na verdade a música é extremamente triste. E Tess só confirmou que tem um grande apelo popular. E não que ela seja ruim, mas vocalmente preferia o T.J.
Não gostei dessa “novidade”, deles terem que cantar para continuar no programa e senti falta de uma apresentação de todos do top 12. E o engraçado é que os únicos técnicos a se apresentarem com seus times foram os que mantiveram todo os seus candidatos: Blake e Adam. Usher perdeu um grande cantor, mas ainda tem dois muito fortes e um possível ganhador, Josh. E Shakira tem que apostar todas as suas fichas em Kristen, que a é única que pode mantê-la no programa.
Agora não tem jeito, estamos nas mãos dos americanos. E como saem dois por semana e todos são muito bons, algum seu favorito vai acabar deixando o programa. O que nos resta é torcer, silenciosamente. Até semana que vem!
Ps1: Pelas minhas andanças pela internet, descobri que T.J esteve em um programa chamado High School Musical: Get in the Picture, onde o vencedor gravaria a música dos créditos do filme High School Musical 3: SeniorYear. Achei esse prêmio justo, #SQN! Então, T.J ficou em sexto lugar. Mas o mais engraçado é que James Wolpert – do time do Adam na temporada passada – também esteve nesse programa (o que eu não consigo imaginar) e terminou em quinto! Olha imagem dos dois aí em baixo.
Ps2: Shakira estava impossível nos comentários, prolixa e interrompendo e cortando todo mundo. Sem contar que falou sem ser chamada. Achei que o Adam ficou meio revoltado com ela em um determinado momento.
Agents of S.H.I.E.L.D. – Providence e The Only Light in the Darkness
28/04/2014, 18:58.
Lucas Leal
Reviews
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Fazendo um saldo da temporada pouco antes do seu trecho final, podemos ver que Marvel conseguiu se firmar muito bem. O maior problema da série hoje é a audiência e o risco de cancelamento, mas em qualidade a série está muito melhor do que quando começou, curiosamente quando sua audiência era muito alta.
Em uma sociedade imediatista como a atual, o maior erro foi começar devagar. Se os plots, as traições e outras tramas tivessem surgido desde o início, tenho certeza que a série seguiria com a audiência elevadíssima. Mas o show teve seu tempo. Tempo de amadurecer seus personagens, de criar os elos e de contar sua história, até para que o impacto da traição tivesse ainda maior importância.
E a traição doeu. Apesar de já ter sido revelada no episódio anterior, Turn, Turn, Turn, é nesses dois últimos episódios que lidamos com as consequências disso.
Em Providence, Garret e Ward, assumindo a posição clássica dos vilões, me lembrando a máxima do Star Wars, sempre onde há um lorde Sith, há um aprendiz. E Ward realmente é filiado da HIDRA, aprendiz do Clarividente. Clarividente que abandonou de vez sua alcunha, afinal ele não tem quaisquer poderes nesse sentido, o que inclusive indignou Raina, mas falaremos mais sobre isso adiante.
Vimos, portanto, um de preparação, ditando o novo rumo da série, afinal a série é Agents of SHIELD e a SHIELD praticamente não existe mais.
O episódio focou no Team Coulson, lidando com toda a problemática da SHIELD ter sido tomada pela HIDRA. As repercussões e os sofrimentos dos personagens e a união do agente Tripplet no Team Coulson. Nada mais óbvio, com a saída de Ward, traidor-nazista-asqueroso -maldito, a equipe vai precisar de um novo especialista, e Tripplet, sem Garret de mentor, vai se aliar a Coulson.
E o time fugiu da sede da SHIELD, que foi ameaçada ser inspecionada pelo governo, com a aparição de Adrian Pasdar, interpretando o Coronel Glenn Talbot. De pronto sabia que conhecia o rosto, mas não reconheci de onde conhecia o ator, mas depois pesquisei e encontrei que ele foi o intérprete de Nathan Petrelli em Heroes. Sendo um ator um pouco mais conhecido, acredito que possa participar de um arco da série e não apenas uma aparição.
Enfim, voltando ao time de Coulson, fugindo do Coronel, eles se deparam com uma pista de Nick Fury na insignia da SHIELD do agente Coulson. O time logo resolve persegui-la e chegam a uma ‘safe house’ da SHIELD, montada pelo diretor desaparecido Nick Fury.
Enquanto isso, Ward e Garrett traçam planos de ir além na sua traição e a hora era perfeita, com uma SHIELD fragilizada e sem conhecimento do status de Ward. E foi usando disso que os dois foram tomar a “Geladeira”. Lá, evidente, soltaram Raina “Flowers”, pegaram o 0-8-4 que o team Coulson achou no Peru, uma arma fortíssima, recuperaram o Gravitonium, e ainda soltaram Ian Quinn, o quase assassino de Skye. Além de terem soltado outros vilões que agora vão permear o universo da série.
E aqui para mim foi o pulo do gato. A série finalmente vai nos jogar de cabeça em todo seu potencial. Finalmente nos colocou frente a frente com o vilão principal, um vilão que antes era um mocinho e amigo do personagem principal. Pior, pegou o outro mocinho e fez de vilão coadjuvante. Como se não bastasse, investiu e ampliou sua mitologia, e integrou ainda mais a série com os filmes.
Pena que Joss Whedon planejou a série como fez com sua Buffy, Firefly, Angel e outras, nas quais a coisa só esquenta depois das cartas estarem na mesa e hoje as pessoas não têm mais paciência de acompanharem a história e o amadurecimento da série. Então, infelizmente para SHIELD essa melhora e afirmação pode ter sido tarde demais.
Apesar disso, no episódio da sequência – para mim o melhor da série até agora – vimos de perto o que eu acredito ser o único defeito da série: Brett Dalton.
Sempre achei o intérprete de Ward limitado, em alguns momentos prejudica a trama da série pelo seu papel traidor. Apesar disso, Clark Gregg (Coulson), Ming-Na Wen (Melinda May) e, quem diria, Chloe Bennet (Skye) seguraram o episódio.
Ward volta a se reencontrar com o team Coulson para tentar recuperar a senha do drive de Skye com todas as descobertas do team Coulson sobre o soro e afins, o que vai propiciar à Centopéia evoluir com seu projeto de super soldados. Mas o retorno não deu muito certo e Ward quase foi pego no super detector de mentiras do agente Koenig, que era o segurança da ‘safe house’. Era, já que Ward elimina o moço no final.
Aqui cabe ressaltar um erro da série, pois o agente perguntou a Ward, preso no super detector de mentiras, se ele era filiado da Hidra e Ward não respondeu, deu uma resposta sobre outra pergunta e ficou tudo por isso mesmo. Apesar disso e da interpretação de Brett, que peca nos momentos chaves para elevar a trama a um patamar maior, o choro de Skye quando reencontra Ward e logo após descobre que ele é um traidor-nojento-assassino-desgraçado, foi tocante. Pior, Skye se viu sozinha em uma base isolada, sem contato com ninguém para socorrê-la, para comunicar a situação ou da traição de Ward.
O sofrimento de May ao abandonar AC e seguir seu próprio caminho, depois de ser distratada diversas vezes pelo agente. E, ao que parece, vai caber a May agora desenrolar as pontas soltas da série. Ela vai atrás de sua mãe, agente de uma agência governamental, para localizar uma tal ‘Maria’. Aqui fica evidente que é Maria Hill, a braço direito de Fury, o que já se confirmou pelo anúncio da participação de Cobie Smulders na série. Resta saber se será apenas um episódio ou um arco, tendo em vista que com o fim de HIMYM, a atriz está livre para participar mais da série. Melhor, ao que tudo indica, esse desatar de nós levará May até o diretor “falecido” Nick Fury e teremos mais uma participação de Samuel L. Jackson, dessa vez espero mais longa.
E, por fim, o ponto alto da série: após a visita de Garret e Ward à geladeira, tivemos a aparição de Marcus Daniels dando vida ao vilão ‘Blackout’, que havia sido capturado por Coulson e que possui um super poder de absorver energia. O moço é aficionado por Audrey Nathan (Amy Acker), violoncelista, que vem a ser exatamente a mulher pela qual Coulson revelou ser apaixonado e ter vivido uma grande paixão.
Claro, no fim ele salvou a moça, mas manteve sua distância e ainda não revelou que não está realmente morto. Apesar disso ver o sofrimento da moça, interpretada por Acker, ótima atriz que participa de Person of Interest, foi um dos pontos altos do episódio. Além disso, o sofrimento de AC, por ter que manter a distância foi palpável. Tanto que ele resolveu perdoar May por ter guardado segredo, afinal ele guarda um muito maior de quem ama, sem ter recebido ordem para tanto!
Mas espero que Audrey retorne para novos episódios e que finalmente AC reencontre o amor ao lado dela. E espero, também, que o team Coulson, quando retornar para a base secreta e encontrar o corpo de Koening, não desconfie da desaparecida May, mas sim de Ward e as coisas andem ainda mais quentes até o final da temporada!
Grey’s Anatomy – Change of Heart
28/04/2014, 17:26.
Mariela Assmann
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Eu estou aqui fazendo a mea culpa. O que nos foi apresentado no último episódio de Grey’s Anatomy foi a coisa mais óbvia da história da série. E eu não vi isso vindo. E confesso: só não achei a saída escolhida por Shonda Rhimes péssima porque ela é… ÓBVIA!
Como não pensei nisso antes? Era evidente que com a Fundação Avery no comando do GSMH, inclusive como acionista majoritária, um médico do hospital não poderia levar o prêmio. Mas isso me revolta profundamente.
Primeiro porque COME ON, é a Cristina Yang, a comunidade médica inteira estava esperando a vitória dela. Logo, ninguém suspeitaria de favoritismo. Inclusive, ELA TINHA TODOS OS VOTOS (ah, Shonda, você é mesmo uma vadia sádica). E mais: nenhum médico do GSMH pode ganhar? Pois então não permitam a indicação. E nem me venham com a ladainha de que “ser indicado é uma honra”.
Mais revoltada do que eu, só a Meredith. Quão fofa foi ver ela preocupada com a Yang e defendendo a honra da amiga com unhas e dentes? Fofíssimo. Me desespera saber que só teremos mais 3 episódios dessa interação.
Além de Mer não ter superado a perda do prêmio de Yang, Weber também não deixou barato. No início até achei feio ele ir questionar a mama Avery. Mas no final das contas eu estava com sangue nos olhos, e achei que foi pouco. Ela não deveria ter agido como agiu. Negócios são negócios, é claro. Mas foi meio cruel com a Yang, especialmente por ela ser toda convencida e ter tido certeza de que ganharia.
E o dia da Yang, que começou mal, só piorou. A gente sabia que não ia dar coisa boa a trama das 3 crianças doentes, mas quebrou meu coração a escolha da Yang. Sei que ela escolheu certo, mas fiquei como a mãe da galerinha, me perguntando “como você pode escolher”? Enfim, só más notícias no dia de Cristina, que salvou uma das irmãs enquanto a outra morria. E para coroar, Owen, em uma tentativa de tirar a ex-peguete da apatia, ainda colocou a cereja no topo do bolo.
É claro que Yang não reagiria bem. É claro que a Yang vai querer passar longe do GSMH. E mais: se a informação vazar pra galera, Derek, Meredith, Callie e Bailey são outros que vão começar a arrumar as malas. Quero só ver como eles contornarão isso, já que não tem os bilhões necessários para afastar os Avery do hospital.
Aliás, por falar em malas, Karev anunciou sua partida. Talvez eu esteja em negação, mas não consigo acreditar que ele deixará o hospital. Por outro lado, assim como Robbins, quero ver nosso crianção bem e amadurecido. E para isso, talvez, seja necessário deixa-lo ir. Vamos ver como a trama de Alex será conduzida nesses três episódios. E se ele realmente for embora, espero que ainda tenhamos muitos momentos fofos e bacanas entre ele e a Arizona, assim como tivemos nesse episódio.
E a Bailey? A vontade de vencer na vida é tão grande que ela vai fazer o procedimento do vírus HVI sem o consentimento dos pais do garoto? Nooooossa. Prevejo momentos de tensão, e torço pra que dê certo o procedimento, pelo menos. Porque se o garotinho morrer, adeus pra carreira da Miranda.
Duas coisas me frustraram de verdade no episódio. Uma foi a forma como Amelia foi inserida. Acho que uma crise “quero casar mas não sei se aguento a vida familiar” não foi a melhor forma de trazer ela pra série. Espero que ela ganhe histórias melhores nos episódios que ainda participar, e que ela fique para a próxima temporada, afinal o personagem é bem bacana.
A outra foi o plot Japril. SÉRIO, SHONDA? “Não estamos discutindo um filho fictício, então toda essa droga tem algum sentido”. Não. Apenas não. O plot deles é chato mesmo e sempre será, com filho ou sem filho. Por favor, ABC, anuncie que os dois resolveram criar o filho na fazenda dos pais de Kepner e livrem-nos dessa storyline idiota. Obrigada.
Nessa quinta-feira, outro reencontro nos espera. E a despedida final se aproxima. Infelizmente.
P.S.1: tentei escrever algo sobre os residentes. Mas só lembrei da Jo suja de sangue. Foi mal.
p.S.2: e no meio do caos, é hora de reavaliar as bolsas de pesquisa. Sério?
The Blacklist – The Pavlovich Brothers
28/04/2014, 16:45.
Mariela Assmann
Reviews
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Oi, pessoas. Fiquei devendo uma review pra vocês, de Milton Bobbit, e nem percebi. Só quando fui assistir The Pavlovich Brothers que percebi que faltava algo, e aí já era muito tarde para falar do episódio anterior (que teve um caso BEM bacana e diferente, com destaque para o Ressler, mais uma vez <3).
O grande trunfo de Milton Bobbit foi aprofundar Lizzie nas investigações sobre Tom e suas reais intenções com ela. E claro que isso envolveu Red e Dembe, porque cega pelo ódio e um pouco confusa, Elizabeth foi menos inteligente do que de costume (e olha, ela sempre precisa que Red desenhe pra ela).
E essa trama se intensificou em The Pavlovich Brothers. Mias uma vez, Lizzie pouco participou das investigações principais do FBI, limitando-se a passar dicas pontuais de Red para Ressler, apenas para justificar o seu afastamento.
Mas engana-se quem pensa que as investigações e a busca por Tom não se cruzaram. Pelo contrário: os irmãos Pavlovich foram inclusive utilizados por Red para extrair Tom de seu esconderijo. As cenas de ação e tiroteio foram bem bacanas, como de costume. E pena que uma bala não se alojou no crânio de Tom, porque é claro que na sequência ele deu uma confundida nas nossas mentes mais uma vez.
Lizzie é muito panaca, não? Que agente especial não saberia que não se quebra o polegar de alguém “algemado”? ATÉ EU SEI DISSO! Ok, o apelo da cena foi a pancadaria que seguiu-se à tolice da agente, mas ele poderia ter se libertado de outra forma. Acabou que Tom fugiu (mas não de verdade) e o plot inteiro serviu apenas para que ele tentasse convencer Lizzie de que é, na verdade, um dos mocinhos, e que Red não é quem ela pensa ser.
E depois disso ela encontra algo que parece ser uma foto. Teria Elizabeth descoberto, enfim, que Red é, sim, seu pai? E caso a tal preciosa informação seja essa, de fato, como vai se desenrolar o relacionamento entre eles?
Que fique bem claro que eu entendo a crise pela qual a Elizabeth passou no episódio. Deve dar muita raiva mesmo saber que o seu marido na verdade tinha outras intenções, e que tudo que você viveu não foi real. Mas ela é uma agente especial, teoricamente bem treinada, preparada para lidar melhor com momentos de tensão.
E me intriga a forma que ela achará para continuar escondendo toda a sujeira da sua vida pessoal do FBI. Afinal de contas, eles são o FBI. Já deveriam ter percebido algo.
Quanto às investigações do FBI, elas foram um pouco de mais do mesmo, muito embora o caso novamente tenha sido bem interessante. O que me incomoda um pouco é as coisas só funcionarem quando o Red intervém e revela os segredos da lista negra. Não quero acreditar que uma agência como o FBI não consegue resolver nada sozinha.
Outra coisa que me incomoda é o subaproveitamento da Meera Malik. Já passou, e bem, da hora dela ter um plot decente. E olha, perderam duas boas oportunidades de fazer ela ter mais destaque nesses dois últimos episódios, já que Lizzie estava bem ausente. Só me resta torcer pra que ela receba algum destaque, eventualmente.
Merece destaque o desfecho do caso: Ressler (mais uma vez) mandou muito bem no tiroteio. Salvou a garota Chinesa e matou todos os caras maus. Palmas lentas pra ele.
Hoje à noite vai ao ar The Kingmaker, o episódio no qual descobriremos o segredo que Red guarda de Lizzie. E se o grande segredo não for a paternidade, ficarei BEM surpresa. Até lá.
P.S.1: Depois do episódio de hoje, restaram apenas mais dois. Berlin e Berlin: Conclusion. Parece que descobriremos o que motivou Tom a se aproximar de Lizzie, enfim. E mais: Berlin se refere à capital da Alemanha, ou seria uma sigla? Mal posso esperar para descobrir.
P.S.2: todos os diálogos do Red são muito bons. Parece que ele sabe sempre a coisa certa a falar. E rola sempre uma ironiazinha básica que deixa tudo melhor ainda, então <3.
Orphan Black – Governed by Sound Reason and True Religion
28/04/2014, 13:34.
Mariela Assmann
Reviews
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O que foi esse episódio? Confesso que precisei ver duas vezes Governed by Sound Reason and True Religion para começar a entender o que se passou em Orphan Black no último sábado. E bem… acho que a minha compreensão ficou só no começo, mesmo.
Mais uma vez, durante o episódio, acompanhamos a trajetória das nossas 4 clones favoritas. Só que dessa vez nada de reuniãozinha do Clone Club: elas mantiveram cada qual “no seu núcleo” e acabaram o episódio afastadas, cada qual com seus – vários – problemas pra lidar. Que tristeza. Mas vamos aos trancos e barrancos de cada uma delas, antes de lamentar a separação.
Helena foi “resgatada” do hospital pelos religiosos e logo descobrimos que salvou-se porque é uma “gêmea espelho”. E se antes ela estava nas mãos do fanático religioso super extremista Tomas, agora ela caiu nas mãos dos Proletheans, os fanáticos religiosos que aceitam uma ajudinha da ciência. Aliás, Tomas foi encontrar com Deus nesse episódio, já que Henrik Johanssen, o líder dos Proletheans até tentou abrir os olhos do cara, falando sobre o milagre que é ter se salvado de um tiro no peito por ter os órgãos espelhados, mas Thomas insistiu em ver Helena como uma aberração. Decisão errada.
Mas está longe de podermos respirar aliviados, achando que Helena será bem tratada pelos Proletheans, que acreditam que a ciência dá uma ajudinha pra Deus (como a cena da inseminação artificial mostrou bem). Aparentemente, eles tentarão fazer o milagre frutificar. Ou seja: já que Helena é a gêmea de Sarah, que pode engravidar, os religiosos vão tentar fazer com que ela tenha um bebê também. E daí a expressão “um novo dia”, usada por Henrik, que pode significar a união definitiva entre a ciência e Deus. Ou algo do tipo. Helena deve sofrer bastante na mão dos caras.
E Sarah também teve, de certa forma, que lidar com os Proletheans. Eu me enganei ao pensar que Kira estava no poder dos religiosos. Bem, ela meio que estava, no final das contas. Só que a raptora dela foi, mesmo, a Sra. S, que aparentemente fez a encenação do rapto de Kira apenas para proteger a menina, e, consequentemente, Sarah (Yours, love. It’s always been yours).
É difícil confiar em alguém, em se tratando de Orphan Black, porque tudo é muito dúbio e as coisas mudam rapidamente. Mas eu estou inclinada a confiar no bom coração da Sra. S. E acho que agora, de posse da informação sobre o projeto LEDA, ela irá atrás de mais informações sobre as clones e sobre sua origem.
Outra coisa bem importante dos acontecimentos do núcleo da Sarah foi a frase “not like this one” que Shioban responde para a vadia da Brenda (que encontrou Deus e se vendeu aos Proletheans). Acabamos o episódio sem saber o que de tão especial há em Kira – além dela ser filha de uma clone. Mas é cada vez mais evidente que há algo de especial na garotinha. Ou ela é apenas a garota mais esperta – e sensível – do mundo.
Sarah é, no momento, a que está em melhor situação: ela reencontrou Kira e é, teoricamente, a que conta com um suporte – o Felix. Digo teoricamente porque Orphan Black está me fazendo desconfiar da minha própria sombra, e começo a pensar que talvez Fee não seja tão bem intencionado. Não quero crer que ele monitora, atualmente (acho que antes ela estava sem supervisão, mesmo), a Sarah. Mas talvez ele esteja sendo chantageado ou algo do tipo. O fato é que achei que Fee dispensou Alison muito fácil, além de não ter falado pra Sarah que a “tia” Alison está precisando de ajuda. Enfim, estou confusa, e não sei se o suporte de Sarah será realmente benéfico.
De qualquer forma, ela está melhor do que Alison, que está completamente sozinha e realmente devastada. Depois de deixar Aynsley morrer para se ver livre do monitoramento, a soccer mom descobriu que na verdade Donnie é o seu monitor, como ela suspeitava no princípio. E isso realmente a quebrou: ela está bebendo cada vez mais. Plus: enquanto ingere um sem número de pílulas. Será que Alison vai seguir o caminho de Beth, desenvolvendo alguma grave doença mental? Será que ela acabará matando Donnie? Não faço ideia do que vem à seguir, para Alison. Mas estou com o coração partido por ver ela tão mal.
Cosima também está em maus lençóis. Especialmente porque fica cada vez mais difícil dizer de que lado Delphine está. Eu acho que a francesa se apaixonou de verdade por Cos, e está jogando duplo apenas para poder ter acesso à ciência da Dyad e salvar a amada. Mas como saber se ela não é uma vadia sem coração que está apenas se aproveitando do corpo de Cosima enquanto a monitora? NÃO SEI DE MAIS NADA.
O fato é que eu acho que Cos já percebeu que Delphine tá esquisita. Pelo menos quero crer que o coração de Cosima não esteja interferindo no seu cérebro. Afinal de contas, ela é espera desde os seis anos, não é? E nos propiciou dos dos melhores diálogos do episódio na cena de seu encontro com Rachel. Porque nem de longe a sexualidade de Cos é a coisa mais importante sobre ela, mesmo.
Mas Cosima está cercada de “inimigos” por todos os lados. E se, por um lado, poderá estudar sua própria biologia, de outro lado precisará estudar a de Sarah. Pareceu-me que Rachel impôs a “traição” à Cos, e não sei como ela lidará com isso. Ela é esperta o suficiente para enganar o Dyad Institut. Resta saber se ela vai continuar querendo enganá-los.
P.S.1: Leekie e Donnie teriam alguma ligação genética? Qual a motivação de Donnie para ser monitor?
P.S.2: Cosima fingindo não confiar em Sarah e ter sido enganada por ela enquanto tira sarro de Leekie e de Rachel = <3.
P.S.3: viram? Eu disse que a bundinha do Fee já era personagem do seriado. Governed by Sound Reason and True Religion veio pra confirmar isso.
P.S.4: Art agora é do Clube das Clones. E sua carreira na polícia está ameaçada depois que ele mexeu com o doberman sangrento da Rachel. Pra ajudar, De Angelis não quer largar o osso. Essa mulher ainda vai trazer muito incomodo para as clones, anotem aí.
P.S.5: A real motivação de Rachel seria …. ser mãe? Toda essa caçada à Sarah seria por causa disso? É uma hipótese.
P.S.6: porque a Sra. S trouxe Fee junto com Sarah, de Londres? Apenas apego ao garoto ou por alguma outra razão?
P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!
Elementary – The Man With The Twisted Lip
28/04/2014, 10:56.
Gabriela Pagano
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Para começar, Mrs. Hudson finalmente REAPARECEU na série (ele apareceu, uma vez, no episódio 19 da primeira temporada)! Sim, porque ela já foi citada várias vezes esse ano, mas, finalmente, pudemos rever o rosto dessa senhora. Não, pera… senhora só na série da BBC. Em Elementary, a senhora Hudson é uma mulher jovem, de uns “quarenta e poucos” anos. Mas a aparição foi coisa rápida, só para fazer um charme.
No caso dessa semana, Sherlock e Watson trabalhavam em algo, digamos, bastante moderno. É que a irmã de uma moça – que frequenta o mesmo grupo de apoio para ex-viciados que Sherlock – desapareceu e ele precisava encontrá-la. E assim o fez, mas a mulher, que teve uma recaída em heroína, estava morta – assassinada, não de overdose. E não percamos o foco: o verdadeiro assassinado era um homem cujo cadáver estava próximo ao dela. O cara, um desses inventores de robôs ou coisas do tipo, foi executado em um parque da cidade e a irmã da “conhecida” do Sherlock testemunhou tudo, sendo morta por precaução do assassino.
O que eu achei curioso é que, enquanto a moça perdia a irmã, Sherlock ganhava o irmão. Mycroft acabou de chegar na cidade e tem apenas um objetivo: (re)conquistar o coração da Watson! Mas isso fica para depois. Voltemos à investigação policial.
O desenvolvimento do caso de polícia não foi excepcional: como acontece no mundo de protótipos, invenções tecnológicas, o cara tinha alguns inimigos, concorrentes e gente tentando roubar-lhe o projeto. E, daí, até uma mosca-robô saiu cometendo uns assassinatos por New York.

Mas havia algo nos distraindo da NYPD nesse episódio – e estava distraindo Sherlock também. Como eu disse antes, era a proposta amorosa de Mycroft para com Watson (até pareci uma personagem de novela de época da Globo falando agora). O legal é que, antes da série estrear, em 2013 – quando foi divulgado que “o” Watson seria “a” Watson -, muita gente questionou se, em determinado momento, Sherlock e a nova companheira teriam um caso amoroso. A gente ainda não tem certeza disso, já que Holmes demonstrou, sim, algum sentimento “a mais” pela amiga. Mas chega a ser divertido que seja justamente o IRMÃO dele a ter um envolvimento com ela, primeiro.
Ainda não sabemos o que vai acontecer daqui para frente – alguns conflitos grandiosos foram colocados: Watson dá estabilidade a Holmes, mas, ao mesmo tempo, ela tem direito de ter a vida dela. E mais… ela pensa em sair de casa, ir morar sozinha! Como Sherlock vai ficar com a situação toda, bem… as previsões não são as melhores. Afinal, nesse episódio, ele chegou a esconder heroína em um dos livros da sala. Talvez, ele nos surpreenda. Mas é difícil não imaginar que, em uma série aclamada como Elementary, que tem tudo para ficar no ar durante muitos anos, em nenhum momento Holmes sofra uma recaída. Seria humano explorar algo assim… Entretanto, não sejamos ansiosos.
Por enquanto, sabemos que Watson mais ou menos aceitou o pedido de Mycroft e um romance pode ou não começar em breve. O problema é que alguns criminosos frequentam o restaurante do irmão de Sherlock (Mycroft está envolvido?) e, tendo Watson fotografado um deles – que notou o ato -, ela terminou o episódio sequestrada por ele. E teremos que aguardar o próximo capítulo para saber como isso será resolvido. O próximo capítulo, aliás, que será dirigido por LUCY LIU! Mal posso esperar.
Modern Family – Australia
27/04/2014, 17:05.
Maísa França
Reviews
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Ah, as viagens em família. Sempre cheias de aventuras e lembranças. Com Modern Family não poderia ser diferente. Sempre que temos uma viagem, a série nos proporciona momentos únicos. Dessa vez o destino foi a ilha do outro lado do mundo: Austrália.
Quando a notícia da filmagem na ilha foi divulgada, o produtor Steven Levitan prometeu aos telespectadores que eles filmariam com um canguru, um coala e um bumerangue. E cumpriu. A cena do canguru, inclusive, foi uma das mais nonsenses e previsíveis da TV, mas se tratando de Phil Dunphy, isso faz todo o sentido.
Começamos com a família reunida, mas logo vemos cada grupo dos personagens em suas próprias aventuras. Phil foi o responsável pela viagem pois tem raízes australianas e queria se conectar a elas. Apesar das diversas situações constrangedoras e extremamente doloridas (queimadura de água-viva e levar um soco de um canguru estão entre elas), ele conseguiu essa conexão e vamos combinar que ver o Phil feliz é uma das melhores coisas da série porque para ele não há tempo ruim.
Se dependesse de Claire e Jay, nós não conheceríamos nem um pedacinho da ilha mágica já que eles fizeram questão de focar no trabalho em plenas férias. Achei esse plot meio fraco, mas como a série tem explorado o relacionamento entre pai e filha, tem sido bem legal de ver. Aqui, mais uma vez, vemos que Claire é, na verdade, uma versão feminina de Jay quando se trata de trabalho.
Cam e Mitchell renderam bons momentos pela ilha. Deixaram a família de lado para desfrutar da “famosidade” de um amigo extremamente chato. Apesar das aventuras do casal, o único momento que me animou foi quando falaram da festa no iate do Hugh Jackman, afinal quem não ficaria animado com isso? Mas confesso que vê-los cercados pelos motoqueiros foi um tanto quanto hilário. As crianças, por outro lado, deram um show à parte. Lily roubou a cena e a busca pela lembrancinha perfeita casou perfeitamente com a busca de Haley pelo cara perfeito. Os trocadilhos entre as meninas nas diversas situações proporcionou risos espontâneos, bem como Luke ter perdido sua bermuda no mar e ter suas partes íntimas vistas de perto por uma australiana daquelas de deixar qualquer garoto sem ar.
As últimas cenas, no entanto, foram as que tiveram sua maior grandiosidade. Ver a família reunida fazendo diversos passeios deu o tom mágico que a viagem precisava e que vai nos ajudar a lembrá-la por um bom tempo.
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