TeleSéries
Agents of S.H.I.E.L.D. – Nothing Personal
06/05/2014, 09:00.
Lucas Leal
Reviews
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Passado mais uma semana, agora faltando apenas dois episódios para o final, a série vem com mais uma episódio, entregando mais respostas. Eu achava que o T.A.H.I.T.I. só voltaria a ser discutido em uma nova temporada, se a série fosse renovada, mas Melinda May, em sua busca por respostas, após chegar em Maria Hill, resolve ir no túmulo de Coulson e encontra um vídeo que nos revela que quem liderava o projeto T.A.H.I.T.I. era ninguém menos que o próprio agente Coulson!
Passado o choque inicial, o próprio Coulson nos explica – em vídeo – que o projeto tinha o intuito de salvar algum vingador que eventualmente tivesse morrido. Mas Coulson não concorda com os rumos tomados, pedindo sua demissão pela problemática do projeto, pois o mesmo era um tremendo fracasso, com as pessoas ressuscitadas voltando com uma série de sequelas, incluindo degeneração mental e psicose completa e outros problemas que incapacitariam o agente Coulson.
A única saída que demonstrou ser razoavelmente eficaz – apesar de inconsistente – para burlar os efeitos colaterais foi reconstruir as memórias do ressuscitado. E foi exatamente o que fizeram com Coulson. E por certo que Nick Fury fez bem em colocar May para espionar o Coulson sabendo de tudo isso. Mas Coulson vai além, recomenda o encerramento do projeto e que por circunstâncias nenhuma as drogas ali produzidas deviam ser injetadas em alguém. Ocorre que agora foram injetadas em Coulson e Skye, além da HIDRA saber disso e com certeza tentará tirar proveito para injetar em outras pessoas para expandir seu projeto de super soldados! Realmente, a trama andou demais.
No outro espectro, a série também se movimentou muito. Seguindo os passos da HIDRA, a série jogou minha tese pro buraco. Rapidamente, Fitz-Simmons descobrem o assassinato do agente Koening e uma mensagem de Skye avisando que o assassino era Ward. Imaginei que aqui as desconfianças, tanto da mensagem quanto do assassinato, iam recair sobre May. Que ela havia bolado algo para prejudicar Skye e Ward, mas essa teoria que eu criei sequer foi cogitada e rapidamente se confirmou que Ward é da HIDRA.
Fitz foi o mais revoltado e inconformado. Após criar um vínculo mais próximo de Ward. E Coulson que prometeu que ia ter seu chilique depois.
Nesse momento em que eles planejavam tomar uma atitude contra Ward, a base secreta de Fury é invadida pelo Coronel Talbot. Passado o choque inicial, descobrimos que o Coronel chegou lá com a ajuda de Maria Hill, que foi informada da localização do time do Coulson pela agente May. Rapidamente a situação se inverte e Hill resolve ajudar o team Coulson a fugir do Coronel e ir atrás de Ward. Enquanto isso, Ward e Skye seguem a questão da desencriptação do HD com todos os segredos do team Coulson. Enquanto Ward é enrolado por Skye, que consegue ir para a lanchonete em que conheceu Mike Peterson, e consegue notificar a polícia de que Ward é foragido.
Skye apenas não contava com as habilidades de Ward e com um trunfo que a HIDRA tinha na manga. Mesmo despejando toda sua raiva no moço, que não se abalou, Skye não conseguiu fugir graças à aparição de Deathlock, que já seguia Ward à distância a mando de Garrett. E foi o Deathlock que conseguiu obter a senha do HD e obter os segredos de Skye. Aqui o ponto fraco do episódio, com Deathlock ameaçando Ward de morte para fazer Skye entregar a senha.
Honestamente, achei que Skye já estaria um pouco mais casca grossa para cair em um truque tão besta. Ainda que não fosse um blefe, melhor mais um agente da HIDRA morto, não? Mas os sentimentos da mocinha afetaram o seu julgamento e ela não só salvou a vida de Ward como ainda entregou todos os segredos do team Coulson.
Apesar disso, Coulson consegue se infiltrar no Ônibus e resgatar Skye e ainda conseguiu pegar a Lola de volta, ainda que baleada. A sequência de ação foi de tirar o fôlego, apesar disso gostei ainda mais da sequência de início em que Maria Hill sai do departamento de justiça falando com Pepper Potts ao telefone. Ótima a integração com os ocorridos no filme com Hill indo trabalhar com Stark.
E o episódio chega ao fim com a calmaria antes da tempestade, com todos à beira da piscina em um hotel estudando os próximos passos, que ao que parece terão origem no presentinho que Skye deixou junto com o HD desencriptado. E ficou a promessa da sequência da Vendetta pessoal de Coulson e o resto do seu time, com Tripplet cada vez mais integrado e com May de volta, contra a HIDRA, Garret e Ward, não necessariamente nessa mesma ordem.
E o próximo episódio parece que será focado em Ward e no seu passado ao lado de Garrett! É esperar para ver.
Game of Thrones – First of His Name
05/05/2014, 21:45.
João Freitas
Reviews
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Você espera uma eternidade para ela começar e quando percebe já está na metade da temporada, isto é Game of Thrones. É com a nomeação de Tommen, o novo governante dos Sete Reinos, que mais um episódio revelador se inicia, no qual velhos rumos são traçados por Dany enquanto no Norte temos uma prévia da guerra que se avizinha.
Depois de apossar-se da cidade escrava Meereen, Dany tem, popularmente falando, a faca e o queijo na mão: o poder de 10 mil homens somados ao fogo de seus dragões seria, sem dúvida, o bastante para retomar toda a Capital em um ataque surpresa diante de um exército exaurido e desmotivado após o reinado de Joffrey. No entanto, o senso de justiça falou mais alto que o desejo pelo Trono de Ferro e isso no mundo de Westeros é tão raro quanto um rei sábio e bondoso. Ela me ganhou completamente ao abrir mão de seu objetivo maior em prol daqueles que ela libertou.
Nascida da Tormenta, a Não-Queimada, Mãe dos Dragões, Khaleesi ou qualquer outro apelido. Não importam os títulos dados à personagem, o que fala mais alto é sua nobreza, de sangue ou não, ela tem e tem muita. Talvez muitos de seus seguidores tenham começado a acompanhá-la por ela ter direito ao trono, mas com o tempo aprenderam que Dany é mais que uma herdeira de direito, ela é a rainha dos Sete Reinos por mérito.
Se Dany é a nobreza, Mindinho definitivamente é a escória. Ninguém nunca questionou a inteligência do personagem que confunde seus inimigos ao mesmo tempo que nos intriga e surpreende de uma forma única. Sua ambição é sua motivação, e seus limites, se é que existem, ainda não foram mostrados. Talvez por ser o único dentre tantas mentes no reino a pensar de maneira tão exclusiva seja o motivo que faça com que ele esteja se saindo tão bem em seu plano. Sua mais nova peça no tabuleiro é Lisa Arryn, que de nova não se mostrou nem um pouco ao revelar que a morte de seu antigo marido foi planejada por Lorde Baelish. Chega a ser assustador pensar no que a mente maligna de Mindinho está planejando para o futuro. A única certeza que temos é que ele não vai parar por nada.
E o combate finalmente apareceu pelas bandas do Norte. Sem enrolação nenhuma, Jon chegou à antiga Fortaleza de Craster e liquidou com os desertores da Patrulha. Sem temor e decidido, o ataque foi muito mais do que simples mortes, foi um ataque que libertou a escravidão das mulheres de Craster e acabou com o risco de Mance saber sobre a decadência atual da Patrulha. De quebra, tivemos o reencontro de Fantasma e Jon. Não me xinguem, não tem como não gostar dessa cena. Dragões são lendários, mas lobos são lindos e fiéis.
O único porém em todo esse clímax do final do episódio foi por conta da decisão de Bran de não se revelar para seu irmão. Esse seria o primeiro momento em que algo de bom aconteceria desde o Casamento Vermelho com os Starks, mas infelizmente não ocorreu. Agora, Bran ruma ao extremo Norte para encontrar respostas, tanto para ele como para nós.
As labaredas sobem e cumprem a profecia que Jojem havia proferido anteriormente. Os corpos mortos, pulverizados serão. Assim como todas as memórias que aquele lugar profano continha em suas paredes. Jon ruma agora de volta ao Castelo Negro e se prepara para a maior batalha de sua vida contra os selvagens.
No próximo episódio, no entanto, teremos o grande julgamente de Tyrion e com sua cabeça em perigo, ninguém vai querer perder, não é mesmo?
Elementary – Paint in Black
05/05/2014, 20:35.
Gabriela Pagano
Reviews
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“Eu acho que ela é a pessoa que você mais ama no mundo.” Foi utilizando a frase simples e sucinta que Mycroft definiu, com perfeição, o sentimento de Holmes por Watson – melhor do que eu tentei fazer, por meses, durantes as reviews. Watson é a pessoa que Holmes mais ama na vida. Se ele a enxerga como mulher ou como amiga, isso não importa e, talvez, nem ele conheça a resposta. O fato é que Holmes está disposto a fazer qualquer coisa nesse mundo – incluindo suplicar e se humilhar diante de uma agência de inteligência do governo – para manter Joan viva. E essa foi a necessidade do último episódio de Elementary.
Paint in Black era a continuação do capítulo anterior da série, The Man With The Twisted Lip, algo incomum na atração, que costuma apresentar episódios independentes. Na semana anterior, Joan foi sequestrada por um grupo de mafiosos que frequentava o restaurante de Mycroft, logo depois de ela aceitar iniciar um romance com o irmão de Sherlock Holmes. Agora, a gente lidava com duas emoções em relação a isso: a primeira, ver a heroína do programa ser salva. A segunda, saber se o romance entre ela e Mycroft vingaria já que, ao que tudo indicava, o personagem fazia negócios com os foras da lei…
Para conseguir resgatar Watson, Mycroft ofereceu os serviços do irmão – o melhor detetive do mundo – para encontrar uma lista de clientes roubadas de um banco. Algo em que os suecos tinham interesse. Holmes, outrora a personificação da autoconfiança, foi tomado pelo medo. Uma falha, agora, custaria a vida de Joan. Nem preciso dizer que ele ficou enfurecido com o irmão e chegou a dizer a Mycroft que desejava que ele tivesse morrido de leucemia, doença a qual já havia nos sido revelada que Mycroft venceu. O irmão de Sherlock, no entanto, não fez o sentimentalista e cumpriu a missão de manter o irmão focado nas investigações para salvar a vida de Watson. E a maneira como tudo se desenrolou foi bastante simples, muito mais simples do que qualquer outro caso de polícia que Sherlock já resolveu em Elementary (não precisava daquele medo todo…).
Já a Watson ganhou alguma simpatia dos homens que a mantinham em cativeiro. É que o primo de um deles havia sido baleado e ela fez tudo o que pôde para tentar ajudar a vítima. Um enredo um tanto clichê, é verdade. Mas acho que era mais uma desculpa para a personagem não ficar totalmente de fora do episódio, já que a atriz Lucy Liu estava dirigindo o capítulo, e, talvez por falta de tempo com a proximidade da season finale, teve a participação reduzida na frente das câmeras.

Paint in Black, mais do que mostrar toda a trajetória do resgate da Watson, serviu mesmo para explorar a relação dos irmãos Holmes – uma relação que foi bastante trabalhada ao longo dessa segunda temporada, mas que parece longe de chegar a um ponto definitivo, de amor. E isso caracteriza bem o cotidiano de qualquer irmão na vida real. Podem se amar, se odiar, intercalar os dois sentimentos… mas, ao final, um sempre pode contar com o outro. E a parceria entre Sherlock e Mycroft resultou, é claro, no sucesso da operação em encontrar a lista com os nomes dos clientes. O que aconteceu depois disso é que foi imprevisível…
Holmes queria avisar a NSA para dar cobertura na troca entre Watson e a lista que os mafiosos queriam, já que ele não confiava nos suecos. Mas Mycroft acabou o “traindo” e foi ao encontro dos homens sozinho. E, aí, aconteceu o que Holmes previa: Mycroft entregou aos mafiosos o que eles desejavam e o chefe deles, ao invés de soltar a Watson, ordenou aos capangas que matassem a dupla. Então, eu fiquei pensando “É agora que Sherlock aparece para salvar o irmão mau caráter”. Nem pensar. Agentes secretos apareceram, sim, mas eles nada tinham a ver com Sherlock. Eles trabalhavam em parceria com Mycroft – que, ao que tudo indica, também é um agente secreto na Inglaterra e estava infiltrado em Nova Iorque.
A partir de agora, uma série de conflitos nos foi colocada: como Holmes, que durante o episódio inteiro menosprezou a capacidade de dedução do irmão, irá lidar com isso? Afinal, Mycroft não é tão medíocre como ele acreditou – e sentiu prazer em acreditar – a vida inteira. Watson e Mycroft ainda ficarão juntos? Ele estava interessado nela de verdade ou tudo fazia parte do plano ultra secreto? Essa resposta, ao contrário do sentimento de Sherlock por Joan, não é simples assim…
The Following – Forgive
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Como citado na review anterior, do episódio Silence, o suicídio de Kingston Tanner surpreendeu Carroll, mas não foi uma garantia de que Joe manteria Preston vivo. Em Forgive, o filho do pastor morreu no lugar de Mike Weston, logo no início do episódio. Joe não gosta de perder seus brinquedinhos do FBI. Ao contrário de Lily, Carroll mata mais pelo prazer de matar e pelo show que isso proporciona, do que somente para ferir a vítima e/ou seus familiares e amigos. Esses são os dois serial killers da segunda temporada de The Following, cada um alimentado com uma motivação diferente.
Dessa forma, foi a necessidade de brincar um pouco mais com Ryan e também de não eliminar desnecessariamente e de forma muito sem graça outro brinquedo de Carroll, que fez Joe não matar Mike, o “mini Ryan”. Foi então que aconteceu a reviravolta. Joe não esperava que Claire estivesse em perigo, muito menos nas mãos dos gêmeos Luke e Mark. Para salvá-la, o plano de Ryan, muito bem bolado em pouco tempo, garantiu que o ex-agente do FBI saísse da igreja com Carroll e Mike e Max na cola deles.
A viagem de Ryan e Joe aproximou os dois “amigos”. A intervenção de um seguidor de Carroll – que provocou o acidente – fez com que Joe assumisse o controle da situação e deixasse que os dois ficassem em posições mais iguais: muito machucados e dispostos a salvar Claire. A cena de Joe tirando Ryan acidentado do carro chegou a ser engraçada. Até surpreendeu o fato de Carroll ter matado seu seguidor, mas conhecendo Joe, já foi grande coisa ele lembrar o nome do sujeito sem a Emma por perto para sussurrar no seu ouvido. A morte de Tim foi necessária, ninguém mais entenderia o que Carroll estava prestes a fazer. Ao invés de fugir, Joe optou por resgatar Ryan e seguir ao encontro dos gêmeos.
Todas as cenas que envolveram Ryan e Joe e fizeram com que os dois trabalhassem juntos engrandeceu a série como um todo. A conversa, os olhares na mesa de jantar dos gêmeos, os pedidos de Ryan para Joe falar a verdade e impedir que eles matassem Claire. Todo o ódio entre os dois foi misturado com uma certa cumplicidade entre os personagens. Esse tipo de relação, muito incomum no cinema e na televisão, foi o toque especial da segunda temporada de The Following.
Ao mesmo tempo que Joe é o vilão, ele também é um herói. O trabalho do ator James Purefoy é cirúrgico e é impossível não se apaixonar por Joe Carroll. Nem mesmo seu maior rival na série não consegue resistir aos encantos do serial killer. Entre as conversas dos dois, chamou a atenção quando Carroll falou que se fosse preso, provavelmente não tentaria escapar de novo e quando disse que esperava que Ryan fosse feliz com Claire, pois de certa forma, ele e Ryan eram muito parecidos. “Colocando de lado as morais opostas, nós somos praticamente a mesma pessoa”, disse Joe.
O jantar dos gêmeos teve como objetivo trazer à tona a dor e o medo de Ryan e Joe, mas o mais engraçado foi Carroll não calando a boca e interrompendo Luke a todo momento. Além disso, o encontro teve esclarecimentos e confusões sobre quem matou quem em The Following. É tanto assassinato que nem os assassinos sabem mais quem foi responsável por qual morte. Mark e Luke achavam que Ryan tinha matado sua mãe, já Carroll acreditou que os gêmeos, e não Claire, haviam sido responsáveis pela morte de Emma. Sabem de nada, inocentes.
Já Mike e Max também se destacaram no episódio. Como não amá-los? A entrada deles em cena no resgate de Ryan e Claire foi ótima e toda a perseguição que se seguiu acelerou o ritmo de Forgive. As cenas em que Max acha que Mike está muito ferido e depois quando os dois se beijam foram os momentos fofos do episódio. O relacionamento dos dois é outro ponto interessante já engatilhado para ser desenvolvido na próxima temporada. Vale ressaltar que Max é tudo que um fã de uma série de ação quer em um personagem secundário que auxilia o protagonista. Ela sempre tem um celular não rastreável, uma faca escondida em algum lugar ou mesmo um abraço para dar a Ryan.
No final, mesmo com Carroll preso, Claire decidiu se afastar de Ryan, ainda assim dizendo que o amava. A personagem cansou a paciência nessa temporada. Além de decisões idiotas que comprometeram toda a caçada a Joe, no final ela ainda vem com aquele papo já conhecido: “te amo, mas é melhor ficarmos separados”. Ah, vai. Nunca deveria ter saído da proteção às testemunhas. Esse tipo de obviedade e comportamento sem sentido de um personagem contrasta com a inteligência em que foi armada a relação de Joe e Carroll. Deu para sentir saudades da Carry Cooke, mas eu diria que a cara de pavor de Claire quando encontrou Ryan e Joe juntos valeu a pena.
Ainda assim, muito devido ao comportamento de Claire, Forgive foi cheio de reviravoltas, mas o saldo final não foi tão surpreendente assim. Carroll ficou vivo e foi preso, Ryan decidiu não matá-lo. Na decisão de Hardy, pesou a lembrança que o próprio Joe trouxe à tona. Quando era mais novo, Ryan foi responsável pela morte do homem que assassinou seu pai e nunca conseguiu conviver bem com isso. De certa forma, matar Joe seria como se ele repetisse o mesmo erro. Sendo assim, o fato de Carroll seguir vivo faz sentido e alimenta especulações para o que pode acontecer na próxima temporada. Por enquanto, o mistério que vai enlouquecer os fãs até lá é “quem deu carona a Mark?”. Apostas?
Star-crossed – Give Me a Torch
04/05/2014, 17:34.
Regina Monteiro
Reviews
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Star-Crossed continua tropeçando na qualidade dos roteiros: informações demais em um curto espaço de tempo; conflitos que se perdem na trama; abuso de situações repetitivas no desenvolvimento da história: festas, mal entendidos, desrespeito ao toque de recolher sem que isso gere consequências para os atrianos; sequências tão óbvias que não geram expectativa; um triângulo amoroso que não se define; personagens secundários mal aproveitados.
Give Me a Torch contemplou um pouco de tudo isso.
Primeiro tivemos Roman e Drake tentando desestabilizar Castor junto ao Conselho. Em um roteiro mais sério, a expectativa pelo testemunho de Soraya iria produzir pelo menos certa angústia quanto à credibilidade de Roman. Mas era óbvio demais que ela não apareceria! E passamos pela cena pensando que ela bem poderia ter sido suprimida do episódio.
Depois tivemos Roman e Drake armando uma cilada para Castor e, para isso, tendo que roubar uma parte da munição guardada no falso compartimento de ventilação de seu casulo. Mais clichê que a porta semi-aberta para denunciar a presença dos dois, impossível. Triste também que, quando Teri invadiu o casulo, havia pessoas para frustrar os seus planos, mas na hora em que Roman e Drake fizeram o mesmo não havia uma viva alma para atrapalhar os seus planos.
A cena em que Teri deixa a câmera no casulo de Castor foi um verdadeiro desastre. Um verdadeiro “faz de conta que eu não vi o que eu de fato vi!”: Teri planta a câmera que Castor finge não ver, mas certamente viu; eu vi, você viu, o mundo viu! Somente Teri acreditou na rapidez do seu gesto.
Essa cena só não foi pior do que aquela em que, vigiando o casulo de Castor, ela o vê fazendo-lhe inúmeros elogios e acredita serem verdadeiros. Será que somente ela não percebeu que o moço só faltou olhar direto para a câmera enquanto falava? E, fiquei pasmada, lá estavam de volta as moças servindo de plateia para o discurso de Castor! De onde, afinal de contas, saíram aquelas bitches?
Mas a sessão desastre não parou por aí. Taylor organiza mais uma festa, porque, afinal de contas, nem só de escola podem viver adolescentes normais! E lá estava o cenário pronto para mais um drama mexicano: Emery, que não pode ficar com Roman, cai de novo nos braços de Grayson e, óbvio, com a melhor das boas intenções, dos Falcões Vermelhos também. E precisamos de um santo para quem suplicar contra os mal-entendidos, óbvio, Roman iria vê-la na reunião dos recrutas de Grayson e entender tudo ao contrário.
Disse que mais clichê que a porta semi-aberta do compartimento de ventilação no casulo de Castor, impossível, mas volto atrás. Mais clichê que as imagens de uma gravidez atriana, no computador da mesa do bar de bandeja para Vartan associar a uma gravidez de Emery, impossível! E a sequência em que Roman e Drake conseguem explodir o Suvek e, ao mesmo tempo, implicar Castor foi coisa de amador.
No meio dessa “comédia de erros”, a única salvação foi Vega e seu Suvek que continua inteiro. Tudo isso pelo espaço de quarenta minutos, pois na sequência, em um outro episódio, a equipe de criação joga tudo pelos ares para recomeçar a trama do zero ou mal aproveitar algumas das situações apresentadas em Give Me a Torch.
A dois episódios do final da temporada, vejamos o que restará para a próxima, na hipótese de uma renovação da série pela rede CW.
Revolution – $#!& Happens
04/05/2014, 16:32.
Carol Cadinelli
Reviews
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Quase um mês se passou, e pudemos tirar uma folga de Revolution. A qualidade, que vinha se mantendo, continuou se mantendo, surpreendentemente (experiências anteriores nos mostram que, em Revolution, hiato é sinônimo de queda de qualidade, em geral), e eu designaria esse episódio como bom-quase-ótimo.
Pois bem, temos o nosso comboio voltando de Austin. Charlie não poderia estar mais apática, e as cenas de flashback dela durante a viagem são excelentes. Depois de toda a confusão na capital do Texas, era até estranha a tranquilidade da volta. Então, claro, os mocinhos perceberam que tinham companhia. Capotaram a charrete e se separaram, e Miles ficou pra dar conta do serviço. Perigosamente ferido, o moço tenta pegar o caminho pra casa, mas acaba preso numa armadilha. Lembram-se da cabana que ele estourou no início da temporada? Pois é, Miles fica preso nos destroços dela.
Enquanto isso, Charlie, Bass e Connor retornam a Willoughby, e surpreendem-se ao saber que Miles ainda não chegou à cidade. Partem então, mãe e filha, pai e filho, em busca de Matheson. As crianças se separam e Charlie se vê emboscada por Tom, que quer o filho de volta. Neville encurrala a menina, que nada diz a ele sobre a morte de Jason, e ameaça matá-la se ela não disser onde o mocinho está. Mesmo sob a mira de uma arma, Charlotte não conta ao sogrão que o amado morreu, e Neville só descobre a partir de uma expressão facial da moça. O que se segue é bastante tenso: Neville diz que vai matar, atira três vezes. Charlie se abaixa e se salva dos tiros. Neville se aproxima, a arma na cabeça de Charlie. Ela diz “Atire!”, ele atira. ELA NÃO MORRE. As balas de Tom estavam findadas, Charlie ganha uma nova chance de viver. Após fugir, a mocinha encontra Connor, que tenta convencê-la que não há como Miles ainda estar vivo, mas Charlie não desiste e diz que devem continuar procurando.
Rachel e Bass, separados dos filhotes, buscam pelo amigo e amante. Rachel, como sempre, fica toda chata com o Bass, culpa-o por tudo o que aconteceu com Miles, e os dois discutem perto demais um do outro. Bass agarra Rachel a força, e ela manda-o ficar longe dela. Confesso que fiquei com nojinho, acho que o Bass merece alguém mais legal que ela xD
De volta a Willoughby, Aaron faz de um tudo para a nanotech devolver a Priscilla e, ao saber do desaparecimento de Miles, implora que seus filhinhos salvem o amigo. As nano se recusam a salvá-lo – o que me irritou muito. Detesto essa nanotech dominadora. Se eu já ficava irritada com a cara da Priscilla quando era ela mesma, sendo uma marionete de um ser dominante do Aaron baby me irrita mais ainda. Agora, não dá pra dizer que os bebês não têm bom gosto: pedindo pizza e lendo Neil Gaiman não tem pra ninguém! Aaron apela, diz que ser humano não é só sobre as experiências físicas, mas sobre lealdade e amizade também, maaaaaaaaaas… as crianças não se convencem. Sadly.
Na armadilha, Miles delira. Encontra uma garrafa de bebida e enche a cara. Pensa em suicídio, tenta, mas está bêbado demais. Ao cair no sono, sonha com Ben, que o acusa de traição e diz que ele deve se afastar de Rachel e Charlie se não quiser que elas morram. Ao acordar, Miles percebe que as duas são mais importantes pra ele do que imaginava, e resolve se salvar por elas. Então, o moço toma uma atitude arriscada, explode o teto da armadilha e sai, no meio do fogo, todo herói épico.
Novamente, devo dizer que curti a unidade na história: todos os núcleos giraram em torno do mesmo propósito, apesar de separadamente. Tenho que exaltar a Tracy Spiridakos, que nesse episódio sambou na cara de todo mundo. Ela conseguiu transfigurar a Charlie de um jeito que me surpreendeu. No mais, tudo nos padrões que já estavam sendo apresentados. Foi um episódio dinâmico, mas teve um fundo psicológico legal. O fundo científico não deu o ar da graça, Abrams, c’mon, precisamos resolver isso. No geral, valeu o episódio.
Esperemos agora pela reunião do clã. Até a próxima, revolucionários!
Person of Interest – Beta
03/05/2014, 20:10.
Regina Monteiro
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“Mantenha-se vivo, Harold! Eu vou buscar você.” (John Reese)
Beta poderia ter sido apenas essa cena e o episódio já teria valido a pena. Mas Beta não foi somente essa promessa e essa despedida incerta. Foi a sublimação do amor, quando a vida estava na ponta dos dedos, no toque de apoio, na caminhada às cegas sobre uma ponte esquecida, e avançou rumo à morte, sem hesitação, sem certezas, a não ser a de que o amor oferta tudo, até que não lhe sobre mais nada a ser doado, a não ser as lembranças que a memória capta e a alma guarda.
Foi também a revelação do ódio, quando Finch, avesso a qualquer ato de violência sem sentido, avesso a qualquer ato de violência extrema, sucumbe diante da obsessão pelo poder, diante das vítimas que a sagacidade e a falta de escrúpulos são capazes de fazer e pede a vida de todos pela vida de Grace.
Foi a sublimação da amizade quando até os corações mais duros fraquejaram diante do inevitável e os olhos revelaram o que teria sido melhor demonstrado pelas lágrimas que teimaram em não cair.
Beta foi ainda um ato de contrição, quando Finch recordou o inevitável, o destino anunciado em um clic de mouse em um dia distante, quando, por sua culpa, sua vida deixou de lhe pertencer, para, simbioticamente, tornar-se parte de um todo maior, quando sua Máquina ganhou vida.
Foi, pela segunda vez, nesta temporada, revelação, um momento único que durou quarenta minutos, em que nos percebemos parte da história, porque, tal qual na morte de Carter, estávamos presentes: alertamos Grace para que não falasse de Finch e alertamos Finch antes de dar o primeiro passo em direção àquilo que acreditava ser o seu destino, de que a razão era melhor instrumento de decisão que a emoção; oferecemos o sofá da sala para que Reese, Shaw e Root se escondessem dos olhos do Samaritano e desejamos segurar a caneta que escrevia a história. Fomos as câmeras ocultas que se afligiram pelo futuro dessas pessoas (personagens?) que já fazem parte de nossas vidas; derrubamos, deste lado da tela, as lágrimas que Shaw e Reese não puderam libertar naquela ponte, ao ver Finch se distanciando, prisioneiro de Greer.
E, ao final, se foi Finch a dizer o ato de contrição, fomos nós a pagar a penitência com a tortura de ver os acontecimentos se desenrolarem sem que pudéssemos interferir!
Foi redenção pelo início incerto da temporada, quando tudo parecia que iria desandar, mas que, em Beta, tornou-se pura arte de fazer roteiros.
E porque Beta foi isso tudo, entre idas e vindas, ações inusitadas e ironias sutis, o coração já dói ao pensar que temos apenas míseros oitenta minutos restantes para conviver com esses seres que nos encantam, com esta história que aprisiona; oitenta míseros minutos que nos separam da espera sem fim pelo retorno de uma nova temporada.
Grimm – Nobody Knows The Trubel I’ve Seen
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“Ninguém sabe dos problemas que passei, ninguém sabe do meu sofrimento.”
Nobody Knows The Trubel I’ve Seen começou chato e lembrou alguns momentos massantes da série, normalmente protagonizados por Adalind. A hexenbiest perdeu seu bebê e iniciou uma via-crúcis em busca de alguém que pudesse ajudá-la a recuperar Diana. No entanto, um plot que foi se desenvolvendo paralelo à desgraça de Adalind acabou chamando mais atenção e ganhou o episódio.
Nick agora tem uma “irmãzinha” Grimm! Theresa Rubel, mais conhecida como Trubel, chegou até Portland perdida e desamparada, mas muito perigosa. A moça não sabia que era uma Grimm e nem o que isso significava, começou a ver monstros e achou que estava ficando louca. Sorte que Trubel também teve desenvolvidos seus dons naturais de Grimm para salvá-la dos inúmeros wesens que ela foi encontrando pelo seu caminho. A personagem mal chegou ao seriado e já caiu nas graças de todo mundo. A torcida agora é para que ela se mantenha no elenco fixo, ou pelo menos em alguns bons episódios, seria muito interessante ver Nick com uma aprendiz de Grimm.
A chegada de Trubel contrasta com a saída de Diana de cena. A bebê deixou saudades e o plot que envolve a Família Real voltou a ser um tanto sem graça. Nem a aparição do pai de Sean e Eric melhorou as coisas. Agora, Adalind vai voltar a ficar ao lado da realeza para tentar conseguir ajuda e recuperar seu bebê. Ainda sem saber que na realidade Viktor não está com Diana, Adalind já começou a obedecer às ordens dele. E, se tratando desse conto de fadas, nós já sabemos o final: a hexenbiest vai acabar se dando mal, se irritar e ficar mostrando a cara feia para todo mundo novamente.
O vai e vem da hexenbiest tem se tornado chato. A personagem rendeu muito mais nos últimos episódios no papel de mãe, com uma pitada de humor e fugindo com Meisner. O fato de que Adalind é vulnerável e troca de lado com facilidade nós já sabemos, mas essa volatilidade da personagem já está cansando no seriado. Enquanto isso, ainda nada foi mostrado sobre a vida que Diana e Kelly estão levando.
Grimm está terminando uma temporada consistente e a série já adquiriu uma maturidade que permite que siga formulando histórias por muitos anos ainda. Mesmo com algumas passagens mornas, no geral o seriado tem conseguido trazer histórias novas, como a chegada de um novo Grimm em Portland. Para os próximos episódios a aposta em Trubel melhora, e muito, as expectativas para o final dessa temporada.
PS: Para quem não lembra, Grimm já está renovada para uma 4ª temporada.
Game of Thrones – Oathkeeper
02/05/2014, 22:02.
João Freitas
Reviews
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Literalmente cruzando por Westeros, desde para lá do Mar Estreito até depois da Muralha, o episódio da dominação de Meereen por Daenerys trouxe também, em Porto Real, uma reaproximação Lannister e um Jon Snow convencendo em seu papel como ainda não tínhamos visto no Castelo Negro.
Astapor, Yunkai e agora Meereen, Dany vem se mostrando uma verdadeira líder do povo. Após derrotar duas das cidades escravas, pensei que teríamos algum contratempo que atrasasse a tomada da cidade, porém, não foi o que aconteceu. Apesar da falta de uma unidade militar, para confrontar a revolta de escravos, ter deixado a tomada de Meereen com um aspecto de fácil, nada tirou o brilho da libertação dos escravos. Como ela bem diz “irei responder injustiça com justiça”, e assim o faz, pregando todos os mestres nas cruzes que levam à cidade. Com uma cena muito parecida com o final da última temporada, a Mãe dos Dragões se consagrou novamente perante seu novo povo e com a bandeira de sua casa tremulando em frente a estátua da cidade ela observa, um por um, todos os seus objetivos sendo alcançados. Como o lema de sua casa diz, com “fogo e sangue” ela está buscando o que quer.
Enquanto resolvemos as coisas com Dany, na Capital elas vão de mal a pior. Como se nada tivesse acontecido, após a tão falada cena de estupro que ninguém compreendeu no episódio anterior, Jaime se mostra o bonzinho novamente. É conflitante ver um selvagem sedento por Cersei contrastar com o calmo e bondoso Jaime perante Brienne. Os presentes e a causa nobre no entanto fizeram a despedida de Brienne de Porto Real ser realmente bonita. A espada, brilhantemente nomeada com o nome do episódio, tem como objetivo salvar Sansa, seja nas mãos de quem ela estiver.
A relação de Tyrion e seu irmão talvez seja o único laço verdadeiro dentro da Casa Lannister (excluindo o incesto). Gostei muito da cena entre os irmãos, na qual ambos acreditam que nenhum deles trairia um ao outro. É muito estranho ver como Jaime separa seu “amor” pela irmã de suas atitudes. Cersei já lhe pediu para matar Sansa e Tyrion e o mesmo faz absolutamente o contrário, ele ajuda os dois. Eu achei a redenção dele bem feita desde que ele perdeu a mão, e gosto do personagem, mas o estupro é, e ainda vai ser, muito lembrado para diminuir qualquer ato que ele fizer, por mais nobre que seja.
Gélido, o Norte finalmente parece estar trazendo tudo o que prometeu. Jon Snow nunca foi um personagem que me convenceu, mas quando o rapaz teve a autorização para ir atrás dos desertores que se abrigaram na antiga casa de Craster, seu discurso foi mais que clichê e foi realmente tocante. No entanto, as incertezas dessa empreitada ainda são muitas. Brann foi capturado e certamente vai complicar qualquer ataque planejado por Snow, que em meio aos seus irmãos, tem infiltrado o capacho de Lorde Bolton em busca de Brann. É esperar pra ver quando a neve vai ser manchada de sangue novamente.
Redondo, o roteiro acertou quando cada citação final nos diálogos levava ao próximo cenário/personagem. Das poucas coisas que incomodaram, a falta de resistência militar de Meereen e o super foco na bondade de Jaime Lannister logo depois do episódio passado foram talvez os únicos deslizes. O plano aberto da posse de Meereen foi o mais bonito desde a saída do exército com Dany de Astapor e somente isso já valeria o episódio. Mas tinha mais, os misteriosos white walkers voltaram e a cena final transtornou muitos: o bebê, último filho de Craster, deixou a vida humana em um toque do demônio. Não sei vocês, mas agora todas as lendas sobre o Norte parecem ainda mais assustadoras.
Enfim, não posso concluir essa review sem antes dizer: Ollena, minha querida, como não te amar? Você desdenha dos nobres, ri dos lemas das casas e ainda mata o Joffrey. Por favor, não vá embora.
New Girl – Dance
02/05/2014, 13:39.
Carla Heitgen
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A noite parecia promissora. Jess, ainda de ressaca emocional pelo término com Nick, entrega-se de corpo, alma e muita purpurina ao baile da escola. Seria uma boa distração para a professora, não fosse o tema da festa “O amor dura para sempre, e sempre, e sempre, e…”. Espera. Quantos “e sempre” têm nessa faixa gigante, Jess?
Oficialmente, infinitos, mas só couberam doze.
Todos os seus amigos são solidários, especialmente pela ironia de Jessica promover um evento cujo tema é justamente amor eterno. Eles fazem fila para abraçá-la. Schmidt é o primeiro a consolá-la, tomando-a em seus braços como se fosse uma boneca de pano. É ele quem leva Nick a uma sauna, onde Miller tenta convencer de que está entrando em forma após a separação, fazendo exercícios e comendo saladas. Quer dizer, só a proteína da salada. Por quê?
Eu não gosto de alface. Eu acho nojento comer coisas da terra que são verdes.
Nick, protetor de tudo que pode ser extraído da natureza.
Tentar mudar seu estilo de vida não é suficiente para superar a dor de cotovelo. A solução, então, é fazer algo para desviar a tensão que reina quando o ex-casal está sozinho. Pessoas normais pensariam em algo triste ou desestimulante para abafar a vontade de agarrar o outro e sucumbir à recaída. No caso de Jess e Nick, basta chamar o Winston que tem o superpoder de acabar com qualquer clima, de qualquer ambiente.
Voltando à preparação do baile, apenas a senhorita Day demonstra entusiasmo. Nenhum dos outros professores parece estar disposto a cuidar de um monte de pré-adolescentes em seus horários livres e eles vão embora na primeira oportunidade que encontram. Resta a ela convocar seus colegas de apartamento e Cece para ajudar.
E mesmo com a porta trancada e a falta de luz, impedimentos provocados por uma pessoa que não queria estar ali, a festa continua. Schmidt vigia a comida; Winston, com sua capacidade de estragar o clima, cuida para que casais mais animados não cedam à tentação e Nick, por não ser exatamente um modelo de bom rapaz, toma conta de um estacionamento vazio.
Para resumir, a festa ocorre, mesmo no escuro, porque nossos bravos amigos sempre salvam o dia (como quando a nova garota levou um bolo de um pretendente e os meninos cantaram Time of Your Life, ou quando ela se vestiu de Elvis para animar o recém-enlutado amigo Nick, o qual, posteriormente, preparou a festa surpresa improvisada mais organizada já vista para sua amada).
Teve Schmidt brigando com um valentão infantil que fez comentários maldosos sobre um menino obeso; Nick encontrando dois amigos que tomavam bebida escondido, e como os personagens de New Girl têm um quê de Peter Pan, em vez de repreendê-los, unem-se a eles; Cece e Jessica brincam de detetives para investigar quem está sabotando a festa; e o melhor supervisor de todos, o Winston, que precisou fugir de um monte de meninas histéricas que simplesmente o acharam o máximo e o seguiram como se fosse um cantor/ator da Disney. Sabe o que é? O cara tem gingado. Só os amigos não veem.
O resultado foi até divertido, com as encrencas de cada um convergindo para uma intensa correria no estacionamento. Contudo, fora o início, o (não) carisma de Winston e algumas (raras) gracinhas do Schmidt e de Coach, foi um episódio fofo sem as risadas. O novo interesse romântico e garotão da Cece nem apareceu, só foi lembrado por piadas do tipo “o namorado da Cece é tão novo que…”. A impressão que fica, ao final, é de que os roteiristas estão reciclando ideias já utilizadas e isto cansa. Cansa muito.
Mas tudo bem. Semana que vem já é a season finale da terceira temporada de New Girl e, quem sabe, a turma volta mais inspirada e renovada.
Até lá!
Arrow – Seeing Red
01/05/2014, 14:41.
Marco C. Pontes
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Os acontecimentos do último episódio com certeza foram desnorteadores, mas nada começa do nada. Vamos relembrar o que aconteceu desde a chegada de Slade Wilson em Starling City.
O grande feito do décimo oitavo episódio foi mostrar que não se dá para confiar em pessoas aleatórias só porque essas pessoas aparentam querer te ajudar. Simplesmente inaceitável e totalmente clichê Isabel ter conseguido o controle das empresas Queen, sendo que ela nunca gostou de Oliver. Consigo entender o lado de Oliver ao não ter pensado muito bem sobre o que estava fazendo, afinal ele tinha outras coisas para se preocupar, mas esse desespero do roteiro ficou muito visível e fez do episódio ficar um pouco menos interessante do que foi. Tirando isso, o episódio foi muito memorável, provavelmente o melhor episódio da temporada. Slade Wilson mostrou que sua fúria não tem limites e ele pode até passar uma noite na delegacia para provar isso. Não tinha dúvidas de que Slade não contaria a verdade para Thea, mas ele novamente provou ser um grande jogador ao jogar a menina contra a própria família.
No episódio seguinte, Slade mostrou que sempre estará cinco passos na frente. Oliver e companhia abriram o episódio explodindo a divisão de ciências aplicadas da Queen Consolidated, mas logo em seguida Slade ataca o quartel general da equipe. É importante ressaltar o tanto que foi fácil para Slade se infiltrar no local e o tanto de estrago que ele fez, para mostrar o tanto que essa luta é desigual. Só um milagre mesmo para fazer com que Slade Wilson vá para o saco. Oliver conseguiu “salvar” Roy e matar Isabel, mas o inocente não sabe de nada, já que Slade conseguiu seus super soldados e ainda colocou Isabel no meio do grupo.
Slade também jogou a bomba da verdade em Laurel, mas o roteiro novamente não ajudou muito Katie Cassidy, tornando as cenas em que a personagem luta para decidir se vai contar as reais identidades do Arqueiro e da Canário totalmente sem sal e desconectadas. Mesmo assim, foi interessante o diálogo que ela teve com seu pai, que está fazendo ótimos amigos na nova moradia.
Slade continuou mostrando que sua vingança nunca terá fim no episódio dessa semana. A morte de Moira não é um choque, mas os eventos que ocasionaram o acontecimento com certeza foram. A história do filho de Oliver, por mais aleatória que tenha sido, veio a calhar para dar à personagem o encerramento que precisava. O ódio de Thea contra os dois trouxe o amor de volta, mas mãe é mãe e até mesmo na hora da morte, Thea não parava de chorar. Quando Moira mostrou que sabia quem o filho era e que ela nunca havia se sentido tão orgulhosa dele, tudo estava claro – Mama Queen não viveria para ver outro dia. Uma cena muito chocante, com certeza. Os produtores e roteiristas de Arrow estão brincando com o fogo, afinal quem garante que conseguirão entregar episódios tão bons quanto esses em um futuro próximo?
A personagem sempre foi muito consistente. Ela sempre foi uma malvada, é verdade, mas Moira sempre tentou fazer o melhor da situação. Seu passado foi bastante conturbado, mas ela sempre colocou os filhos em primeiro lugar, até mesmo no momento da sua morte. Entretanto, não havia dúvidas de que Slade mataria Moira. Aparentemente, Sebastian Blood precisa ganhar a eleição e os dois se sentiram muito injustiçados quando uma ricaça que destruiu metade da cidade estava na frente do candidato que aparenta ser a pessoa mais bondosa do mundo.
Bates Motel – The Box
01/05/2014, 10:00.
Gabriela Pagano
Reviews
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O nono – e penúltimo – episódio de Bates Motel foi um dos melhores da temporada! Não tivemos nenhum momento leve, de pouco peso. Durante todo o tempo, acompanhamos Norma lidar com o sumiço do filho Norman, que foi praticamente enterrado vivo. Precisa dizer mais alguma coisa? Tenso, tenso, tenso.
No início do capítulo, quando a Norma chegou ao motel vinda da casa do advogado, com quem tinha dormido, achei meio cômico ela entrar em casa toda malandra, tentando não acordar o Norman. Ela quis dar uma de espertinha, achava que ia se safar, e nem imaginava que o filho não estava ali. Nessa hora, só consegui pensar “Sabe de nada, inocente /piscadela”. Mas o restante do capítulo foi bem complicado para ela.
O Norman estava sendo mantido refém pelo pessoal do Nick Ford. E, gente, precisava colocar o menino naquelas condições?! Porque, embora ninguém tenha jogado terra em cima dele, ele foi quase enterrado vivo. Poxa, ele é só um adolescente que nada tinha a ver com os negócios do Dylan ou da mãe. Um cativeiro – desses em um quarto mofado, com colchão velho jogado ao chão, como a gente sempre vê em filmes – estava de bom tamanho. O que me preocupou mesmo foi o fato de os capangas do Nick terem visto que o Norman carregava o colar e um artigo de jornal da Miss Watson. Acho que o Nick não desconfiou que o Norman assassinou a filha dele – ninguém pensa uma coisa dessas -, mas que ele ficou intrigado, ah, isso ficou.
Ainda bem que o Dylan resolveu esse probleminha, já que, ao que parece, Nick Ford foi fazer companhia à filha no mundo dos mortos. Como toda a história vai se desenvolver, principalmente na disputa pela cabeça de Zane, prefiro não tentar adivinhar. Mas bem que eu gostaria de ver o Zane morto. E espero que o fato de o Dylan ter matado o Nick não custe a vida dele, pois o Dylan é um dos melhores personagens da série!

A Norma estava tão nervosa com a situação toda que descontou em quem mais se preocupa com ela. A Emma – que, às vezes, acho uma intrometida irritante; em outras, me afeiçoo a ela – pediu demissão por se sentir excluída da família Bates (já pode criar um grupo de apoio com o Dylan) e tudo o que obteve foi um “Ok, eu entendo” vindo da Norma. Já o advogado bonitão foi vítima da mais desesperada histeria da senhora Bates… e sem nenhum motivo. Mas com aquela cara de bobão, aposto que logo ele perdoa a Norminha e tudo vai ficar bem.
O que ninguém esperava é que nesse episódio obteríamos a grande resposta da temporada: quem matou Miss Watson? E para o meu espanto (!!!) FOI O NORMAN. Não achava que ele teria sido capaz disso, até para a história se tornar mais complexa. Mas foi ele. E o grande conflito da season finale será a maneira como ele vai lidar com isso. E, provavelmente, será da pior forma. O Norman tende a não se culpar pelas coisas que faz, sempre tem um “bode expiatório”. E, a julgar pelo filme Psicose e, mais ainda, pelo preview do próximo capítulo, melhor a Norma se cuidar.
Agora, outra questão é levantada: qual será a postura do xerife Romero em relação a tudo isso? Ele é um homem honesto, mas me parece meio inclinado a ajudar a Norma sempre que for preciso…
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