Grey’s Anatomy – Everything I Try to Do, Nothing Seems to Turn Out Right

Data/Hora 11/05/2014, 22:45. Autor
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Há um episódio da despedida de Cristina Yang, Grey’s Anatomy resolveu dividir o foco da trama essa semana. As histórias de Calzona, Japril, Karev, Bailey e Amelia ganharam destaque, e pouco (perto do que era esperado) se viu de Yang. Mas isso não fez com que o episódio fosse dispensável. Pelo contrário, já que encaminhou algumas tramas da próxima temporada da série, Afinal de contas, já que a série foi renovada, o show tem que continuar.

Bailey enfrentou – OU NÃO – as consequências de ter passado por cima da vontade dos pais do seu paciente. E mais uma vez um médico sai impune de uma situação beeeeem grave. Tudo bem que o garotinho se curou, que a Bailey foi genial. Isso não desculpa o fato de que ela agiu contra as ordens. Mas se Izzie e Meredith sairam impunes de graves situações, porque Miranda não sairia? Afinal, é assim que as coisas funcionam na Shondaland.

ARMANI JACKSON, KEVIN MCKIDD, JESSE WILLIAMS, MARK ADAIR-RIOS, BRESHA WEBB

Já Stephanie resolveu brincar de roleta russa e tomou a para si a responsabilidade do erro. E em tempo de demissões, a sua decisão acabou saindo melhor que a encomenda já que ela ganhou uma forte aliada dentro do hospital. Ou seja: a médica deve continuar na série na próxima temporada. Espero que ela ganhe uma história bem desenvolvida, pois ela tem potencial para ser mais legal. Bem mais legal.

E já que falei de residentes, preciso me despedir da Leah. Gostei da trama dela e, especialmente, da forma como o Chief colocou a situação para ela. É bacana ver que as vezes os médicos não dão certo e que eles podem ir embora e ser felizes em outras áreas. Talvez Shonda esteja aprendendo que “morte” e “saída” não são sinônimos.

Jo deve continuar na série, por outro lado, até em razão de seu romance com Alex. Mas foi bacana ver April e Callie fazendo um terrorismo psicológico básico com ela, já que ela estava uma puxa-saco de marca maior nesse episódios. Mas não arrisco o destino de Shane. Fico me perguntando se ele não vai embora com a Cristina, pois eles funcionam bem como um time de pesquisa. E ele não faria falta alguma no hospital.

E por falar em falta, Alex está sentindo muita falta do hospital. Ele tem perfil de médico ativo, que opera o tempo inteiro, e logo essa rotina da clínica vai cansá-lo. Ainda mais agora, que ele está enfrentando problemas para conseguir pacientes. Não achei legal vermos o velho Alex idiota-que-só-vê-o-próprio-umbigo de volta, maas gostei muito da forma como Arizona lidou com ele. É sempre bom ver ela sendo badass nos corredores do hospital. Foi isso que fez eu me apaixonar por ela.

Aliás, Arizona lidou bem, também, com a revelação que Callie não pode ter mais filhos. Se solidarizou com a esposa, propôs gestar o bebê e soube recuar para não gerar uma nova crise entre as duas. Ainda acho que elas arrumarão uma forma de ampliar a família, mas fiquei meio chateada com a Shonda, que definitivamente não quer dar sossego pro casal. Sai pra lá, Rhimes!

Já Japril está conseguindo lidar melhor com o bebê não-hipotético. E eu até simpatizei com eles nesse episódio, o que me faz pensar que estou perdendo a lucidez. Nunca desgostei-gostei-desgostei tanto de um plot em tão pouco tempo. É o poder que April Kepner tem sobre mim. Espero que no último episódio da temporada e no 11° ano de Grey’s Anatomy eles sejam mais parecidos com o que foram nesse episódio do que foram nos passados.

Grey's Anatomy - Everything I Try to Do Nothing Seems to Turn Out Right 3

E já que estou falando de casal, o que falar de MerDer? Derek me chateou nessa temporada, várias vezes. Sei que a oportunidade oferecida à ele é meio única, mas ele desconsiderou a opinião da Mer em várias etapas desse processo. E agora ele chega com essa ideia de mudar para Washington. Achei repentina a ideia, e não gostei da forma como ele a colocou. Especialmente depois de tentar trazer Amy para perto também para ficar mais próximo dela. E logo agora, que Amelia e Meredith estão se entendendo tão melhor!

Claro que eles acabarão não partindo. Só espero que essa decisão não coloque o relacionamento em risco. Mimimi MerDer não tem mais espaço em Grey’s Anatomy, espero que Shonda saiba disso.

E por falar em Amelia, AMEI ela nesse episódio. E estou clamando aos deuses (os novos e os antigos) para que a personagem seja a “substituta” de Cristina Yang na próxima temporada. Ela nunca será a person da Mer, mas elas fazem uma dupla muito bacana.

Por fim, é preciso falar de Yang. O mais importante, nesse episódio, foi ver a aceitação do Owen da partida dela. Finalmente ele entendeu que o lance deles não funciona mais. E até perdoo esse namorico de despedida. Mas só porque ele tem uma data (e breve) para acabar. Também foi bacana ver os momentos (ainda que poucos) de interação com a Mer. Cada segundo, agora, é muito precioso.

Nessa quinta-feira vai ao ar Fear (of the Unknown), o último episódio de Sandra Oh. E antes do adeus, vale relembrar a história da amizade de Yang e Meredith. Para já começar a chorar e entrar no clima para a season finale. Até lá!

Modern Family – Sleeper e Message Received

Data/Hora 11/05/2014, 18:34. Autor
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Os dois últimos episódios de Modern Family foram um tanto quanto mornos. Não fossem por algumas cenas (principalmente com Ty Burrell) e as lições que a série sempre nos passa, esses poderiam ser apenas aqueles episódios para cumprir tabela, mas ainda bem que esses detalhes conseguem manter a série viva. Os dois últimos episódios da temporada prometem entrar para a lista dos melhores. Então, prefiro pensar que a cereja do bolo desse ano na série está sendo guardada para o casamento de Cam e Mitchell.

Mitchell se mostrou um tanto quanto carente nos últimos episódios. Atitude desnecessária, mas que mostrou que a relação dele com Jay evoluiu muito. Melhor dizendo: o comportamento de Jay com o filho foi o que evoluiu. Se fosse nas primeiras temporadas da série, quando a aceitação de Jay era menor, quase nula, nós não teríamos diálogos bem construídos e que mostram que ele tem orgulho do filho, apesar deste não se convencer muito bem disso. Jay pode tentar parecer durão mas, no fundo, é um homem sensível e isso é mostrado de modo muito sutil na série.

Os preparativos do casamento têm mostrado as alegrias e tristezas de se preparar uma festa desse estilo. O que mais foi mostrado até agora foram as indecisões entre Cam e Mitchell e o quanto eles precisam abrir mão de seus gostos pelo bem do outro. Temos, também, algumas pistas do que vem por aí. O enfeite do bolo e o vestido de daminha de Lily estão entre elas.

Ty Burrell roubou a cena diversas vezes nesses episódios. Em Sleeper, por ser o centro da atenção do plot da família Dunphy, e em Message Received, quando mostrou que sua química com Julie Bowen é algo sensacional. Quando a relação de Phil e Claire é explorada, somos presenteados com ótimas cenas. Dessa vez, a mente diabólica de Claire resolveu armar uma pegadinha para seus filhos, devolvendo na mesma moeda (na verdade, sendo bem pior) a armação que as crianças fizeram para os pais. A interação das crianças também anda bem legal de se ver e os planos que eles fazem juntos mostra a típica cumplicidade entre irmãos.

Já Manny e Gloris (juntamente com Jay) no último episódio nos mostraram a lição de que algumas barreiras precisam ser quebradas para que nós consigamos dar um passo à frente. As barreiras foram mostradas na forma de picles, na comida feita pela sogra e no carinho na barriga de Stella (vamos combinar que a Gloria resistiu bastante àquela barriguinha fofinha, né? Eu já teria pegado a Stella pra mim!). Foram atos simples, mostrados com objetos ordinários (como Modern Family sabe fazer de melhor), que nos trouxeram mais essa lição para a vida.

Person of Interest – A House Divided

Data/Hora 09/05/2014, 16:19. Autor
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Strike!  Foi isso que a Vigilância conseguiu em A House Divided. De uma só tacada sequestrou os membros do governo envolvidos na quebra de privacidade de seus cidadãos e os responsáveis pelos dois sistemas que lhe permitem executar essa tarefa. Controle, Senador Harrison, Manuel Rivera (assessor do presidente dos EUA), Greer e Finch serão julgados – aparentemente – em transmissão nacional, e não restam dúvidas sobre o veredicto. Se não conhecêssemos Collier, poderíamos ter alguma esperança quanto à sentença a ser executada. Mas o conhecendo e, agora, sabendo de suas motivações, podemos ter certeza de que a pena de morte será a ordem do dia.

Collier era mais interessante quando suas motivações me pareciam fruto de um inconformismo gerado pela convicção entre certo e errado, fruto de certo olhar sobre o mundo, do que disparadas por um gatilho pessoal. Simples assim! Ingenuidade minha desejar uma “voz” que representasse essa dicotomia? Muito maniqueísta? Talvez.

Mas é mais fácil perdoar quando se supõem motivações que vão além de uma aspiração pessoal. No final é apenas vingança!? Muito pequeno para o tamanho do esforço pessoal e coletivo, empreendido por Collier. Candidatos a “heróis” são mais atraentes quando olham o mundo e não o próprio umbigo. Mesmo quando esses heróis se façam ao avesso, revestidos de uma evidente loucura.

E se podemos intuir com uma certeza inegável qual será a sentença para os acusados, dificilmente poderemos ter essa mesma convicção sobre quem deu a ele a informação sobre Nothern Lights e o sistema de vigilância que, indiretamente, levou seu irmão ao suicídio. Esse, o próximo mistério a ser desvendado. Em um primeiro momento pareceu-me coisa da Máquina, mas isso é totalmente improvável. Afinal, por que ela iria gestar um inimigo tão feroz? Depois pensei em Root. Em 2010, ela era outra pessoa. Mas é tão improvável quanto a primeira hipótese, porque afinal, ela sempre foi apaixonada pela Máquina e não iria querer criar esse inimigo para ela. Então… enigma!

Resta-nos saber se esse enigma será solucionado no próximo episódio ou na próxima temporada. Ou se é apenas uma informação irrelevante.

Mas a pena de morte não parece estar na ordem do dia apenas para os réus no julgamento presidido por Collier. Depois de correr contra o tempo o episódio todo, Reese, Shaw e Root, parece, terão que lutar contra o mesmo destino, senão para eles próprios, no caso de Reese e Shaw, pelo menos quanto a Root.

Ela irá enfrentar o gigante. As instalações do Samaritano foram localizadas e, segundo a Máquina, cabe a ela essa tarefa. E o que é mais angustiante neste caso é que a resposta sobre o destino de Root encontra-se menos no desenvolvimento da história do que nos planos de Jonathan Nolan para a série. Ela poderá sobreviver para mais uma season premiere? Ou sua existência acaba em Deus ex Machina, último episódio desta temporada? Ou, ainda, a quarta temporada tem espaço para o personagem além do primeiro episódio?

Segundo Jonathan Nolan, nesse tipo de história existem perdas pelo caminho, quem será a bola da vez: Ruth ou Shaw? Porque Reese e Finch estão praticamente a salvo. Ou o caldeirão de maldade do criador de Person gerou a última gota de sua poção macabra com a morte de Carter?

Enquanto aguardamos a definição do futuro de Shaw e Root, torcemos para que nem a pena de morte alcance Finch nem a expiação pública, pois esta, se não é definitiva, pode ser tão cruel quanto.

Uma observação: os três nerds podiam continuar na história. Apesar de transformar os personagens em uma multidão, eles são simpáticos! Enfim…

Depois de A House Divided, resta-nos apenas Deus ex Machina e a certeza de que a fall season é curta demais!

Orphan Black – Mingling Its Own Nature With It

Data/Hora 09/05/2014, 15:00. Autor
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Eu já pensei muito sobre Mingling Its Own Nature With It. E não estava conseguindo chegar à conclusão alguma sobre o quanto eu gostei dele. Não me entendam mal: ele foi um ótimo episódio, assim como são todos os de Orphan Black. Mas eu fiquei com uma sensação de estar faltando alguma coisa. Até que tive uma epifania.

Meu problema com o episódio não foi ter faltado alguma coisa. Nem mesmo a forma de direção meio diferente de T.J. Scott ou o roteiro entrecortado de Alex Levine. Meu problema com o episódio foi Sarah.

Apesar de eu amar todas as clones, Sarah ocupa um lugar especial no meu coração (Cos vem LOGO atrás). E ela me conquistou com o jeito badass de ser, com seu ânimo inquebrantável, com a forma com que sai de toda e qualquer situação, nem que pra isso precise beber sabonete ou arrebentar uma parede. E nesse episódio, Sarah não foi badass. Ela foi o contrário disso tudo. Foi boba, foi ingênua, foi “desleal”. Foi frágil. E isso que calou fundo no meu peito.

Não desgostei do episódio, eu percebi, então. Desgostei de Sarah – embora o amor continue ali, intacto. Em suma: fiquei desconfortável por perceber que Sarah, a que protege, também precisa ser protegida. Porque faz as suas burradas.

Sarah se reuniu com Kira e elas fugiram da cidade junto com Fee (e eu xinguei demais ele por ter abandonado a Alison na review passada, tudo para morder a língua nesse episódio). Mas no ímpeto de proteger a filha, ela buscou abrigo na cabana de Cal, alguém do seu passado e… O PAI DE KIRA (embora eu esteja inclinada a achar que ele não é, de fato, o pai da pequena, já que tudo se esclareceu rápido demais).

E nessa jogada Sarah feriu profundamente os sentimentos de Felix. Primeiro, por ter escondido a identidade de Cal por tanto tempo. Segundo, por não ter revelado o destino da viagem à Felix. E terceiro – e talvez mais importante -, por ter tirado de Felix o espaço que era dele.

Cortou meu coração ver Felix chorando, e fiquei bravinha com a Sarah por não ter dito nada, por não ter explicado nada. Por não ter impedido Felix de partir, ou pelo menos ter pedido para ele ficar. Não parecia a Sarah que aprendi a admirar e a amar.

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Manning viu que o policial estava no rastro dela, mas uma noite de sexo foi capaz de fazê-la cair na besteira de acreditar que estava segura (rá!). Ela, sempre tão preocupada com Kira, cegou-se na presença de Cal. E a chegada de Daniel não foi uma surpresa, tamanha a panaquice de Sarah.

Ela, que sempre conta com sua coragem e astúcia para sair dos perrengues, dessa vez contou com a sorte. Isso é, desde que possamos chamar um acidente de trânsito feio de sorte. Mas só por isso que ela não vai direto pra Dyad. Só por isso.

Agora o destino de Sarah está, mais uma vez, nebuloso. E se ela era a que estava em vantagem, por estar acompanhada, agora isso se inverteu, e ela está completamente sozinha e vulnerável. Vamos ver para onde ela seguirá agora, especialmente depois de receber de Daniel a confirmação da existência do projeto LEDA.

Aliás, de todas as clones, Cosima é a que está em melhor situação. E ela passa longe de estar bem. Afinal, ela está no epicentro da coisa toda, trabalhando na Dyad e vigiada de perto pelo Leekie, pela Rachel e pela Delphine (que não sabemos de que lado está, de fato).

Finalmente fomos apresentados à Jennifer, a nova clone. E tudo para descobrirmos (ou confirmarmos) que ela está morta. E isso entristece e aflige, já que a garota parecia ser uma nova clone para amarmos, e agora tudo que nos resta é esperar que o destino de Cos não seja o mesmo que o dela.

E é da desconfortável autópsia que Delphine e Cosima fazem em Jennifer que nasce a esperança da cura: se a doença que acomete as clones se origina no útero, seriam Sarah e Helena – e seus úteros saudáveis – a cura para ela? Talvez essa seja uma das linhas que a série explore, daqui para a frente.

Nos próximos episódios, Cosima deve aprender mais sobre Jennifer e sobre sua doença. O que terá profundo impacto nela, certamente. Por isso torço tanto pela reunião do Clone Club: elas nunca precisaram tanto umas das outras.

Alison também está em maus lençóis. Ela está completamente quebrada, devastada. E as pílulas e o álcool apenas transmitem para o mundo o seu interior estraçalhado. A nossa amada soccer mom está sucumbindo ao fato de ter deixado Aynsley morrer e à descoberta de que Donnie era, enfim, seu monitor.

Sua queda na estreia de Blood Ties foi trágica, por várias razões. Porque parte nossos corações ver ela assim, porque esse pode ser um caminho sem volta, e porque ele certamente abrirá os olhos da Dyad e de Donnie, alertando-os de que algo não vai bem. Só espero que o retorno de Fee signifique dias melhores para Alison.

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Por falar em dias melhores, Helena definitivamente não está vivendo seus melhores dias. Ela se casou com Henrik, que eu achava que era casado com uma das mulheres da seita (que deve ser, então, poligâmica). A cerimônia foi de dar medo, e a única coisa que me anima quanto ao futuro de Helena é Grace, que definitivamente está desconfortável com a presença de Helena. E a garota é esquisita o suficiente para

E a chegada de Artie ao sítio pode trazer alguma modificação ao cenário, muito embora eu ache mais fácil os Proletheans acabarem com ele do que ele acabar com os Proletheans.

No episódio dessa semana, Governed as It Were by Chance, as coisas devem voltar a ficar mais frenéticas. E confesso que estou ansiosa pelo retorno da Mrs. S. Ela e Sarah fariam uma dupla IMBATÍVEL.

P.S.1: Angela DeAngelis tomando um olé da espertíssima Alison. Quem não amou?

P.S.2: Blood Ties é um musical de verdade. Ele é uma criação dos escritores canadenses Johnson and Johnston, e é baseado na história real de um final de semana de despedida de solteiro que dá muito errado. O trailer do musical está disponível aqui.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!

The Vampire Diaries – What Lies Beneath

Data/Hora 08/05/2014, 20:01. Autor
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Como de bizarrices e pessoas voltando dos mortos The Vampire Diaries está cheia, nada melhor do que um apocalipse no “outro lado” para que essas duas coisas pudessem acontecer simultaneamente.

Todos sabem que o plano destinado às criaturas sobrenaturais está se destruindo a cada novo progresso dos Viajantes, então restou para Stefan e Elena – essenciais para o tal apocalipse – se esconderem numa casa do falecido pai da Caroline com a vampira e Damon enquanto o resto do pessoal tentava mantê-los protegidos e também encontrar um jeito para sair de tal situação. Entretanto, o inesperado disso tudo nem foi os tais viajantes, mas o próprio Enzo, que por o mundo dos sobrenaturais mortos estar desmoronando, pôde interagir com os vivos. Resumindo: transformou a casa em que o pessoal estava em um lugar mal-assombrado.

Enzo

Beleza, o Enzo mal começou a assombrar o povo e já desistiu assim que Damon – ainda ressentido pela morte do amigo – prometeu lhe trazer de volta, então por enquanto ele nem é mais uma preocupação (o que, cá entre nós é uma pena, pois agitaria a trama). O problema é que se Enzo e a avó da Bonnie estão conseguindo interagir fisicamente com os vivos, nada impede de outros espíritos de seres sobrenaturais revoltados e injustiçados tentarem atormentar seus desafetos. Outro problema talvez ainda mais grave seja o Tyler, que até tinha perdido um pouco de sua utilidade na trama, mas a recuperou após ser possuído por um Viajante, com os “pequenos” detalhes que desta vez não existe a tal faca mágica que exorciza esses seres e o fato do tal Viajante ter se fixado de vez no corpo do híbrido.

Sinceramente, este episódio passou longe de ser um dos melhores. Teve um drama aqui e outro ali, como sempre, e também não sendo nenhuma novidade teve Damon e Elena juntos, cujos términos e voltas estão se tornando tão rotineiros que eliminam quaisquer expectativas e surpresas quando os mesmos se separam e voltam episódios depois. Ainda sobre Elena, ela é a mocinha em perigo novamente enquanto os Viajantes tentam tomar a cidade e, sinceramente, após tantos acontecimentos frustrantes e já chegando ao fim da atual temporada da série, seria interessante que esse grupo de seres sobrenaturais obtivessem êxito e abalassem as estruturas de Mystic Falls. Talvez um evento assim seja o começo de algo suficiente para melhorar a trama e tirar o foco do esgotado recurso que é o triângulo Damon, Elena e Stefan.

Viajantes

P. S. [1]: Agora que os fantasmas estão de volta, poderiam também melhorar a trama trazendo Lexi e Alaric novamente, já que praticamente anularam as chances de uma volta de Katherine ao mandarem a vampira para o “lado negro”.

P. S. [2]: Como alguém que acompanha a série desde a primeira temporada, nunca pensei que diria tal coisa, mas isso faz total sentido na atual altura da trama: Caroline e Stefan, fiquem juntos! Atualmente, apesar dos pesares, parecem ser o único casal que faz sentido na história toda.

P. S. [3]: E por falar em Caroline, é mais uma que tem a casa perdida num incêndio e fica totalmente de boa com isso. Gente, qual o problema de vocês?

Once Upon A Time – Kansas

Data/Hora 08/05/2014, 13:00. Autor
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Que essa temporada teve um ritmo bem rápido não é novidade. Mas eu jamais imaginei que tudo ia encerrar faltando dois episódios para acabar a temporada. Durante o episódio fiquei pensando no que eles iriam fazer com os outros dois episódios (que serão transmitidos no mesmo dia, em um episódio especial de duas horas). E, como não podia deixar de ser, a surpresa chegou montada em um cavalo branco cantando beijinho no ombro para todos.

O tema central do episódio foi a batalha do bem contra o mal. Em Storybrooke os nossos heróis montavam um verdadeiro plano de guerra para proteger o bebê da Snow, que estava prestes a nascer, como vimos no episódio passado. Protegido o hospital, Emma e Hook partem juntos para deter de vez a Wicked, com os poderes de luz da Emma. As angústias começaram aí, pois com um grande truque (é horrível odiar a Zelena porque ela é a única vilã da série que é muito esperta) ela consegue fazer com que Emma beije Hook e assim perca seus poderes. Tudo está perdido, não há mais ninguém que possa combater a bruxa. Acabou, a maldição vai mesmo acontecer. Certeza que todos pensaram isso e ficaram ainda mais frustrados ao verem o bebê ser roubado da própria Snow segundos depois de nascer. Zelena é uma grande bruxa, super poderosa, e isso ficou bem claro, mas a cena dela entrando no hospital e derrubando todo mundo ficou mais engraçada do que qualquer outra coisa. Uma pequena falha que tirou um pouco do clima proposto naquele momento.

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Com todos os ingredientes em mãos, nada mais impedia Zelena de seguir em frente com a sua maldição. Neste momento eu já tinha desistido de torcer para tudo dar certo, pois não via mais esperança. E a surpresa voltou em seu cavalo branco dando um belo tapa na minha face. A profecia da magia de luz ainda estava de pé e com ninguém mais que Regina. Após destruir a maldição da memória com um beijo em Henry, a Evil Queen (ainda pode chamar ela assim?) despertou o seu lado bom. Para mim esse foi o ponto alto do episódio. A luta da Regina com a Zelena foi empolgante? Sim, muito. Todos caindo com o poder da Zelena foi mais uma vez engraçado? Por favor, melhor que muita série de comédia. Mas o importante aqui foi o discurso de Regina. Ninguém nasce malvado ou bonzinho, nossas escolhas nos fazem assim. Zelena acreditava ser destinada para o mal, para ser Wicked, e acabou levando uma lição de moral da irmã que tanto odiava.

No flashback, pegando o gancho do discurso da Regina, tivemos a batalha do bem contra o mal dentro da própria Zelena. Após transformar o Oz em um macaco voador, a Bruxa começou a ganhar fama como uma poderosa feiticeira, chamando a atenção da Bruxa Boa do Sul – que apareceu no episódio passado. A Bruxa Boa ofereceu a Zelena um lugar na irmandade das Bruxas da Bússola (o nome não é esse, mas foi o que ficou parecendo). O livro da profecia dizia que uma bruxa vinda de um ciclone ocuparia o lugar do Oeste (o ponto da inocência) e seria uma grande e poderosa feiticeira. Zelena preencheu o lugar com louvor… Até o momento em que Dorothy apareceu. Pensei que ela não fosse mais aparecer, mas nos 45 do segundo tempo a garotinha chegou em Oz e chegou causando. Vinda também de um ciclone a garota acabou despertando a inveja de Zelena – que já estava curada da sua inveja por Regina, por começar a pensar que poderia ser boa. A inveja trouxe a velha Wicked de volta. Com a ajuda do livro da profecia, Zelena deixa de acreditar que é uma boa pessoa e aceita as suas verdadeiras cores, mandando a garotinha de volta para Oz da mesma forma que a história acontece. Foi muito bem contada a história da Dorothy, seguiu fiel a sua maneira ao conto original e encaixou super bem com a história proposta pelos roteiristas. E agora sabemos quem condenou a Bruxa Boa do Sul a morar na Enchanted Forest.

OUAT S03E20 1

De volta a Storybrooke temos tudo resolvido. A maldição foi impedida por Regina, que despertando o seu lado bom resolve dar uma segunda chance a sua irmã e consegue recuperar a adaga de Rumple. A família Charming vive feliz com o seu mais novo membro, um pequeno Charming. Rumple e Belle estão mais felizes do que nunca e vão até se casar… Espera, ainda faltam 10 minutos para o episódio acabar! E quando tudo tinha acabado, estava apenas no começo. Rumple nunca foi muito honesto em suas promessas, sempre visou o bem próprio, alguém tinha dúvidas de que dessa vez seria diferente? Buscando a vingança da morte de Neal, ele desobedece Regina, Belle e qualquer outro que quisesse e tivesse a petulância de entrar em seu caminho, e mata a Wicked. Isso é a prova de que acabou, não é? Não! Agora tudo só piora, a maldição foi reativada depois da morte da Wicked (se é que ela está morta mesmo). Dando palpites, não acho que essa maldição prossiga, deixar essa maldição acontecer significa abandonar tudo o que já aconteceu em Once Upon A Time e recomeçar do zero. Os roteiristas têm que ter muita coragem para fazer algo assim. E vocês? O que pensam dessa season finale? Vamos esperar roendo nossas unhas, até semana que vem!

Nashville – Your Good Girl’s Gonna Go Bad

Data/Hora 08/05/2014, 10:38. Autor
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“Eu não pertenço a este lugar.” – Scarlett

Deacon culpa Rayna. Beverly culpa Deacon, Rayna, a própria Scarlett e também o universo. Scarlett culpa Juliette. O mundo culpa Juliette. E, neste jogo onde não há vencedores, vimos o desenrolar de mais um episódio irrepreensível de Nashville na reta final desta segunda temporada.

Já imaginávamos que este antepenúltimo episódio se concentraria no surto psicótico de Scarlett e suas consequências possivelmente desastrosas. E talvez por isso mesmo eu estivesse um pouco receosa. Ao longo da temporada, não poupei críticas à personagem e sua drástica mudança de comportamento. De uma personagem querida pelo público, Scarlett foi se tornando, semana a semana, a personagem mais aleatória da série. Irreconhecível. Com o fim da temporada logo ali, entretanto, era chegada a temida hora da resolução deste arco.

E eu não me decepcionei. Ao nos apresentar Beverly, Nashville nos explicou quase que didaticamente porque Scarlett é como é, e porque ela nunca poderia ser uma grande estrela da música country. Foi uma grande mistura de sentimentos: dor, tristeza, vergonha e frustração, que, por fim, levaram Scarlett à constatação do óbvio. Foi muito bacana ver a evolução e o amadurecimento da personagem nestes 42 minutos, ainda que de forma tão radical e dolorosa.

No fim das contas, foi com a ajuda de Zoey que Scarlett teve a epifania de que tanto precisava: ao dizer para a amiga que não sabia como diabos tinha chegado no fundo do poço, foi buscar as respostas dentro de si mesma. Que lindo ver Scarlett assumir a responsabilidade por seus próprios erros, por suas próprias más decisões, e, assim, retomar as rédeas da sua vida. A jornada foi bastante difícil – e às vezes chata de acompanhar, é verdade –, mas valeu a pena por proporcionar não só a ela como a tantos outros personagens um momento para reflexão. Welcome back, Scarlett. Nós sentimos a sua falta!

BeverlyDeacon

“Tem que se decidir, Beverly. Ou sou o idiota que nunca te apoia, ou sou o cavaleiro no cavalo branco, sempre se precipitando e salvando a todos (…) Você é uma maníaca narcisista cheia de raiva. A culpa é sua.” – Deacon

Com a sanidade mental de Scarlett em jogo, foi inevitável ver a vida e o passado da família Claybourne vir à tona. Deacon e Beverly decidem lavar toda a roupa suja, e, em meio à uma montanha de acusações e ressentimentos, ficamos sabendo que a decisão de não seguir uma carreira musical foi de Beverly, que sequer estava grávida de Scarlett quando a oportunidade surgiu. Jovem e apaixonada, preferiu ficar para trás para casar e constituir uma família. Foi abandonada pelo marido pouco depois com uma filha pequena para criar, e… o resto a gente já sabe. No fim das contas, Beverly é apenas covarde. Frustrada e amarga, preferiu passar a vida toda culpando o mundo e todos à sua volta por suas decepções do que tomar a responsabilidade daquela decisão para si. Muito mais fácil apontar o dedo para Deacon e dizer que ele não a amava porque preferiu sair dali do que colocar a mão na consciência e encarar de frente que a sua infelicidade só tem uma única culpada: ela mesma.

Deacon, infelizmente, não agiu muito diferente da irmã quando resolveu que culpar Rayna pela derrocada de Scarlett seria uma boa ideia. Lembremos que há alguns episódios, quando toda a coisa começava a desandar para ela, Deacon alertou Rayna sobre isso: Scarlett definitivamente não nasceu para uma vida sob os holofotes. Ele tinha razão, mas culpá-la pelo que houve, como se ela tivesse deliberadamente tentado prejudicar Scarlett, é ingenuidade demais. Rayna nunca quis nada além do melhor para sua pupila, e prova disso foi tê-la liberado de seu contrato, colocando a Highway 65 – e toda a sua vida, diga-se de passagem – em grande perigo. Agora, é tudo ou nada. Se seu novo álbum falhar, a Highway 65 também falhará. Se isto não demonstra grande respeito e consideração por Scarlett e pelo próprio Deacon, não sei o que mais o faria. Ainda bem que ele se redimiu e pediu perdão pelas duras e injustas palavras.

ScarlettRayna

“Acho que passou muito tempo se preocupando com o que me faria feliz. Agora é hora de pensar no que fará você feliz (…) Você quer isso?” – Rayna

“Não, eu não quero. Eu não sei o que quero, mas sei que não é isso.” – Scarlett

E falando em Rayna, foi ótimo vê-la um pouco afastada de seus próprios dramas familiares e amorosos (Maddie e Luke, estou olhando para vocês!) para dar lugar ao profissional. Foi ótimo vê-la cantando novamente – uma raridade nesta temporada! –, focando no lançamento de seu novo disco, na sua nova gravadora e, mais do que isso, sendo uma parte fundamental do tratamento e recuperação de Scarlett. Não seria exagero da minha parte dizer que a menina a vê como uma figura materna, e que não foi capaz de suportar a ideia de tê-la decepcionado. Ver Rayna consolá-la e assegurar que seu futuro será brilhante – “você só precisa seguir um caminho diferente” – foi reconfortante. Scarlett está apavorada – quem em seu lugar não estaria? –, mas finalmente livre para descobrir o que quer da vida.

JujuJeff

“Eu sou a maior babaca do mundo.” – Juliette

E o que dizer de Juliette? Bom, para começar, já aviso que estou provavelmente quase tão furiosa quanto ela pela maneira como foi tratada por todos ao longo do episódio. Scarlett, Deacon, Rayna, Avery… Ninguém se salvou! Juju foi injustamente descartada como um sapato velho por cada um deles em diferentes momentos do episódio.

Ok, todos sabemos que Juju não é exatamente flor que se cheire. A primeira temporada está aí para não nos deixar esquecer. Mas… Será que todos ali ignoram por completo a linda evolução e o amadurecimento da personagem? Essa frieza e indiferença eram realmente necessárias? Scarlett, ainda que sob o choque de seu surto psicótico, o que é perfeitamente compreensível, foi a mais injusta de todas. Não acho que Juliette foi cruel com ela em nenhum momento deste seu processo de autodestruição. Muito pelo contrário: justamente por conhecer melhor do que ninguém as dores e agruras de crescer com uma mãe doente e ausente, Juju tentou mostrar para Scarlett que… o show deve continuar, apesar de tudo. E ela tem razão. Se podemos ter uma certeza nessa vida é a de que o mundo não para para que possamos consertar nossos corações partidos. Essa foi a lição que Juliette tentou ensinar para Scarlett. Se ela tinha algum desejo ou intenção de se tornar uma cantora de sucesso, este sacrifício também era necessário. Nada de errado com as intenções de Juju, portanto. Nem vou entrar no mérito de culpá-la por sua internação, porque foi nonsense demais até mesmo para Scarlett.

E aí, no meio de toda esta confusão, está Avery. Sempre ele. Sim, ele precisava estar ali para Scarlett. Não o julgo por isso. Mas há tempos ele vem negligenciando Juliette perigosamente. Desde a sua reação blasé em relação às investidas de Charlie (que sumiu novamente, amém!), até as suas atitudes estupidamente incoerentes sobre o que é ou não permitido na sua vida profissional. Ficar à sombra de Scarlett, tudo bem, mas quando Juju lhe ofereceu aquele contrato irrecusável com a Edgehill Records, ele surtou. Tudo muito confuso, muito nebuloso. Menos os sentimentos que ele e Scarlett sentem um pelo outro. A cena entre os dois no hospital foi linda, de dois amigos que realmente se importam um com o outro. Para que Scarlett visse “uma cara conhecida” ao acordar.

Ele foi o primeiro amor da vida dela. Essas coisas não se apagam repentinamente. Não acho que haja algum sentimento romântico ali. Não mais. E acho que seria um erro insistir nisso. Mas fato é que Juliette ouviu tudo o que foi dito ali naquele quarto de hospital e, somando isso a todo o resto, prevejo problemas no paraíso.

Hands

Juju tem sua parcela de razão ao estar tão revoltada com tudo. Mas… Jeff Fordham? Sério? Confesso que ri alto com este novo “casal”. Impulsiva e cheia de raiva, a cada minuto do episódio tornou-se claro que a velha Juliette emergiria a qualquer momento. E desta vez, quem pode culpá-la? Sangue de barata nós sabemos que ela não tem. E assim, nos 46 minutos do segundo tempo, a nossa anti-heroína roubou a cena do episódio que até então era de Scarlett. É… Velhos hábitos não mudam nunca. E aqui, mais do que nunca, percebemos que Your Good Girl’s Gonna Go Bad – título do episódio – tem um sentido ambíguo: ele se refere à Scarlett? Juliette? Ambas? Façam suas apostas. Mas o escorregão de Juju, como não poderia deixar de ser, teve plateia cativa: Gunnar viu tudo. O que isso representa para o futuro de Avery e Juliette? Mais problemas no paraíso. E lá vamos nós odiar Juliette e seu alterego mimado e imaturo de novo… Por um breve momento, os papéis haviam se invertido entre Juju e Scarlett. Durou pouco, e agora as coisas voltam à sua ordem natural. E eu não sei se gosto muito dessa ideia.

Falando em Gunnar – e em sua personalidade volúvel –, vejo-o bastante apagado nesta temporada. Meio incerto, meio sem função, sendo um namorado às vezes machista, às vezes adorável, ganhando rios de dinheiro com os royalties de sua canção de sucesso. Em sua defesa, o fora inacreditável que deu em Jeff Fordham e sua proposta “irrecusável” foi sensacional. Ele, que a princípio pareceu tão indiferente e insensível ao que aconteceu com Scarlett, foi quem melhor a defendeu. Enfim, Gunnar reconheceu que, sem ela, ele não seria o compositor e cantor que é hoje. Não vejo a hora de vê-los compondo juntos novamente. No more drama, please. (e como foi bom ver Zoey e Scarlett acabarem com aquela briga sem sentido. Chega!)

Jeff Fordham, por sua vez, está cada vez mais enrascado na Edgehill Records por sua incompetência e sequência de decisões incrivelmente burras – isso para não mencionar a completa falta de caráter e escrúpulos… Ah, e o sexo com Juliette! Não sei onde pretendem levar o personagem, mas com a promoção de Oliver Hudson ao elenco regular da série, a única certeza que podemos ter é que Jeff ainda nos trará muita dor de cabeça. Will Lexington que o diga.

Jurei para mim mesma que não ia mais repetir o quanto esse personagem é chato e cansativo, mas não dá. Parece que, a cada semana, Will se supera e arranja um jeito inédito de ser um completo babaca. Junto com Layla, sem dúvida é responsável pelos minutos mais monótonos e chatos de cada episódio em que aparece. E a casa vai cair em breve para ele. Nem mesmo Jeff e sua “negação plausível” foram capazes de dissuadir Will daquela ideia estapafúrdia de reality show. Somando-se com o desespero de Layla em continuar “relevante”, é sério que ele acha tudo isso uma boa ideia? Depois não diga que Jeff – e todos nós – não o avisamos!

Alguém sentiu falta de Teddy? Nem eu.

Faltam só mais 2 episódios para a season finale, e o episódio desta quarta-feira traz ninguém menos do que Michelle Obama para a nossa amada Nashville.

 

Até a semana que vem!

Bates Motel – The Immutable Truth

Data/Hora 08/05/2014, 09:00. Autor
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E chegou aquele (temido) dia, no Bates Motel, que todos os hóspedes-espectadores terão que fazer as malas e voltar para a casa. Partir e esperar a próxima temporada do hotel mais macabro da televisão. Mas é claro que a gente não ia se despedir do lugar sem que antes eles nos oferecessem o que o motel tem de melhor atração: as fortes emoções! A season finale da série foi tão boa, tantas coisas aconteceram, que nem parece que coube tudo em quarenta minutos.

No capítulo anterior, o Dylan matou o Nick Ford, que era o líder de uma das famílias que mantinham um enorme negócio de maconha na cidade. Isso colocava a vida do Norman em maior perigo ainda, já que os capangas do agora defunto poderiam se vingar tirando a vida do menino. Isso, é claro, não aconteceu e nem vai acontecer, uma vez que ele é o protagonista do programa e está vivo no filme Psicose – que, teoricamente, se passa no futuro da série. Mas a gente gosta de sofrer um pouquinho, acompanhar as cenas sem piscar os olhos. Pois bem. Depois de sair correndo da casa do Nick rumo à floresta, o Dylan acabou na beira da estrada e deu de cara com o carro do xerife Romero, que não só lhe deu cobertura, como resolveu toda a situação em White Pine Bay (nos mostrando que é ele quem manda na cidade, podem os ricaços se espernearem).

Ele não só encobriu o assassinato cometido por Dylan, como ainda bolou um plano contra Zane na casa da irmã do bandido. A moça ligou para o irmão e pediu para que os dois se encontrassem, pois ela queria conversar com ele sobre como acabariam com Dylan. Só que, na verdade, Dylan e Romero estavam com ela e pretendiam encurralar Zane, que já deu problemas demais por essa temporada. O que é estranho é que, na “hora H”, a moça pegou uma faca e foi ao encontro do irmão, que ainda chegava à propriedade. Ele estava armado e atirou nela, obviamente. O xerife Romero, que  se encontrava no mesmo andar que eles na casa, só apareceu mesmo quando Zane ia disparar contra o Dylan. Agora, ao que tudo indica – e assim Romero deseja -, o filho mais velho de Norma Bates vai assumir o negócio de maconha do município.

Mas, ainda assim, devo dizer que a cena toda foi estranha. Por que a moça foi confrontar o irmão na porta de casa? Romero orientou que ela ficasse no quarto, no andar de cima. É claro que o irmão dela a mataria! E por que o Romero demorou tanto para aparecer e atirar em Zane? Será que ele já não planejava que a irmã também fosse morta naquele dia? Aposto que sim… Além disso, o Dylan não pareceu muito comovido com a morte dela, não. Sei lá, os dois tiveram um caso…

Bates Motel 2X10 03

Ok. Não dá para julgar. Ele estava cheio de problemas familiares (é a família Bates, né?). Apesar de ter encontrado o Norman – e ganhar um “eu te amo MUITO” da mãe -, os conflitos só cresciam. O Norman colocou na cabeça que foi ele quem matou a Miss Watson e a Norma, desesperada, planejou fugir do país. O que o Dylan não esperava – e nem a gente – é que a Norma comprasse uma passagem de avião para ele também, pois fazia questão de ter toda a família reunida. Não bastasse isso, ela ainda fez uma declaração linda para o filho, dizendo que, apesar de todo sofrimento e a forma como ele foi concebido, ela não desejava que nada fosse diferente. Foi uma das cenas mais comoventes da série! E acho que ela falou de verdade, com o coração (isso, é claro, até ela ter que escolher entre Norman ou Dylan novamente…). Mas foi importante para o enredo!

Enquanto isso, o Norman quis tentar suicídio. E juro que quase torci para que ele conseguisse, ele anda problemático demais. Só que a Norma, que está sempre em volta dele, chegou a tempo de impedir e ainda tascou uma bitoca na boca do filho. A relação entre ela e o Norman é bastante estranha, sempre teve esse lado meio sexual, meio complexo de Édipo. E essa condição se torna cada vez mais acentuada.

Para piorar, o Romero pediu para que o Norman – que pesava de tanta culpa – fizesse um teste de polígrafo, para que ele descobrisse quem matou a professora. E ele fez. Foi o teste de polígrafo mais macabro que eu já assisti! E, em uma cena poética, um tanto desvairada, Norman teve uma nova alucinação e imaginou que a Norma confessava que tinha matado a professora, não ele. Aí, foi fácil o menino passar no teste e sair inocente. Se for parar para pensar, foi uma saída um tanto bizarra para salvar o personagem. Conveniente em demasia. Mas, ao mesmo tempo, é difícil para nós, leigos, sabermos o que se passa na cabeça de uma pessoa com distúrbio mental. Alucinações totalmente fora da realidade, incabíveis, são completamente possíveis.

A cereja no bolo ficou para os segundos finais, quando Norman encarou a câmera…

Bates Motel 2X10 01

Lembra alguma coisa? Me recordei daquele filme… Psicose

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Castle – Veritas

Data/Hora 06/05/2014, 19:39. Autor
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Especial, simbólico, emocionante. Surpreendente, mágico, assustador. Completo, romântico, elétrico. A verdade é que eu poderia usar todos os adjetivos do mundo para qualificar o episódio dessa segunda e nenhum deles conseguiria expressar, fielmente, as sensações passadas por ele. Fiquei meia hora aqui pensando em como começar essa review e a única conclusão que cheguei foi a de que não há palavra desse nosso português, não há texto, tampouco review, que sejam suficientes para exprimir o que foi Veritas. Eu tenho mais 900 palavras pela frente e, com certeza, falharei nessa missão.

Vincit Omnia Veritas

Ir além das nossas expectativas: quando Castle NÃO fez isso? É claro que eu esperava bastante desse episódio, mas não esperava tudo o que vi. A sensação que eu tive assim que os 42 minutos terminaram foi a de que eu estava assistindo a uma season finale, ou até uma series finale. Se a série terminasse ali, naquele abraço de Castle e Beckett, ela faria todo o sentido, a história terminaria completíssima e o arco mais importante da série seria resolvido. Veritas foi simbólico do início ao fim, com todos os seus segundos carregados de uma emoção inexplicável, proveniente de uma das histórias de luta e força mais bonitas que já vi na televisão. O caráter de Beckett, e tudo o que ela é hoje, foi construído pela vontade de fazer justiça e colocar atrás das grades o assassino de sua mãe. Como eu disse, a série poderia terminar ali, mas não terminou. O ciclo da caçada pela justiça de Beckett se fechou e, talvez, somente agora outros ciclos conseguirão ser abertos na vida da detetive.

Castle - veritas 01

Quando o episódio se inicia, com uma série de flashbacks, a gente já sabia do que ele se tratava e que iríamos avançar ainda mais no caso de Johanna. Beckett estava atrás de Jason Marks, a última pessoa ainda viva que poderia ajudá-la a conectar Vulcan Simmons ao senador Bracken. Infelizmente, Marks aparece morto, o que me fez suspirar, afinal, Beckett estava agora sem rumo, sem pistas. E, pra piorar, sua dívida com o senador havia sido quitada em In the Belly of the Beast, onde ele “a salva” das garras de um capanga de Vulcan. Agora, Bracken estava livre para matar Beckett, assim como fez com Johanna.

Porém, a repulsa, o nojo e a raiva de ver o assassino de sua mãe solto e se candidatando à presidência dos EUA era maior que a falta de pistas e com certeza bem maior que o beco sem saída no qual se encontrava. Quando Espo e Ryan avisam que não havia formas de provar e conectar Vulcan à morte de Marks, Beckett opta por fazer o que sabe de melhor: não ficar esperando em casa até a resposta cair do céu. É claro que a maioria dos detetives das séries de TV tentam repassar a ideia de força, da ausência do medo, mas com Beckett a questão é diferente. O medo está ali, a fraqueza também, mas ela deixa tudo isso de lado quando se trata de justiça, mais ainda quando se trata da morte de sua mãe – e isso sim é a maior amostra de coragem.

Então, exatamente por ser corajosa – assim como Johanna era, e Beckett sabe disso -, ela vai até a garagem onde o carro que Vulcan dirigia na noite da morte de Marks estava. O que ela não esperava, nem eu, era que ele aparecesse lá. Eu tremi na base. Aquele homem me assusta, desde a primeira vez que ele apareceu, e o último encontro deles não havia sido nada amigável. Não sei porque ela ainda perguntou para quem ele trabalhava, se sabia que ele nunca diria nada. Mas ela não desiste, e diz que só sairá de lá com respostas. E até onde iria Beckett para conseguir as respostas que queria? Torturar e matar alguém? As perguntas me invadiam conforme o corpo torturado, morto, baleado de Vulcan era exibido na tela.

Sombras do passado

Não, eu não acho que Beckett cruzaria a linha que há entre justiça e tortura para conseguir o que quer. Mas a história ficou muito confusa, principalmente quando Lanie, ao telefone, avisa que o resultado da balística apontava que a arma do crime era a arma de Beckett. Nada restava a ela senão fugir, ou Bracken ficaria livre para sempre. Nesse momento, enquanto Beckett sumia misteriosamente do departamento, Castle ficava sabendo, através de Espo e Ryan, da primeira sombra do passado que retornava: Smith estava vivo.

E as cenas seguintes foram demais pro meu coração de fã. Castle escolhe os balanços para encontrar Beckett. Sim, aqueles mesmos balanços que podem, por si só, contar a trajetória dos dois. Foi nos balanços que Beckett disse a Castle que havia uma parede e que ela, um dia, cairia. Foi nos balanços que ela, em Always, sob uma chuva torrencial, tentava afastar a frustração de não concluir o caso da sua mãe, ao mesmo tempo que criava coragem para bater na porta de Castle e dizer que tudo o que ela queria era ele. Foi ali, também, que Castle a pediu em casamento, e teve um sim como resposta. E agora, era ali nos balanços que Castle e Beckett tentavam descobrir como chegar em Smith.

Achá-lo não foi difícil, porque parece que Smith sempre sabe quando estão o procurando. Quando se encontram com ele, a gente descobre algo revelador: há uma fita que incrimina Bracken por várias fraudes e também pela morte de Johanna, que ele diz ser gravada por um ex-associado, mas que a gente vê depois que foi gravada por Montgomery. O jogo tinha virado. Beckett ao mesmo tempo que corria atrás dessa fita, fugia de Bracken. Mas ele a acharia.

castle - veritas 02

O encontro dos dois foi algo épico. Bracken a acha no hotel e, covarde como é, a deixa sozinha com seus capangas para que eles façam o trabalho sujo. Nessa cena, a atuação da Stana foi o ‘que’ a mais, o fator principal. Ela fingiu estar dopada tão bem, mas tão bem, que eu só percebi que ela não estava quando surrou a cara de um dos bandidos. Fiquei tão tensa na hora que ela levou uma jarrada (?) na cabeça, que nem percebi o erro de continuação que as cenas seguintes tiveram. Mas isso não importa.

Castle a salva, como sempre, e eu me perguntei o que seria dela se o prefeito não tivesse obrigado a Montgomery a aceitá-lo no departamento. Aliás, se Beckett teve forças para seguir com o caso de sua mãe, que todos saibam, então, que Castle é o grande responsável por isso, estando ali sempre pra ela, como esteve quando a levou de volta para seu apartamento para investigar as coisas pessoais de Johanna que a detetive guardava. E na caixa com os pertences, eles descobrem que Johanna tinha “subliminado” uma mensagem, que dizia que ela sabia onde estava a fita. E quem imaginava que a resposta para tudo estava tão perto assim? Beckett ligou os fatos a tempo e achou, na família de elefantinhos que sua mãe tinha, a fita que, finalmente, incriminava Bracken e libertava Johanna para que ela ficasse em paz para sempre.

castle - veritas 03

O final foi simplesmente maravilhoso. Ver Beckett destruindo Bracken em rede nacional e o prendendo era o que eu esperava desde a primeira temporada. A descida das escadarias representou, para mim, a descida de alguém que subiu ao poder pisando nos outros. O orgulho não estava somente em mim, mas também nos olhos brilhantes de Castle, que a observava sabendo a importância que teve para que esse dia chegasse. Já perdi as contas de quantos abraços esses dois já deram, mas com certeza nenhum deles foi igual a esse último – nem nunca será. E eu ficava me perguntando como aquele tanto de história acumulada nesses 5 anos conseguia ser comprimida naquele pequeno espaço entre o abraço dos dois; amor, ódio, tristezas, cicatrizes, tudo era enlaçado pelos seus braços de uma maneira carinhosa e especial. Foi como se o mundo em volta tivesse parado para assistir ao encontro de duas pessoas que nasceram para ficar juntas e que agora, mais do que nunca, sabem disso.

Veritas foi muito mais que um episódio de conclusão de um caso. Pelo contrário: ele fechou um ciclo de dor e de luta que durou anos e anos e que nós, fielmente, acompanhamos cada passo, cada obstáculo, cada tapa que Beckett levou para conseguir fazer justiça ao nome de sua mãe. É claro que Beckett, mesmo envolvida nessa história, foi mudando, e mudando, e mudando sempre ao longo do tempo. Mas a sensação que fica é que só agora ela está realmente livre para seguir sua vida, talvez não em total paz, mas sem aquele sentimento de não conseguir cumprir o que tinha prometido quando sua mãe morreu.

Na minha mente, Castle ainda tem história pra mais mil temporadas. 3xk voltou nessa sexta temporada e depois desapareceu, o que me leva a crer que nos esbarraremos com ele num futuro não muito distante. Já vi as promos do episódio da semana que vem e já vou avisando: peguem lenços, bombas de oxigênio e tudo que ajudem vocês a conseguir sobreviver, porque não será fácil. A sétima ainda não foi confirmada, mas não vejo como não ser. É um show estilo procedural, mas que ultrapassa a qualidade de um procedural comum. Eu sei disso, você sabe disso, os escritores e atores sabem disso e a ABC também. Então aproveitem a season finale e voltem aqui para surtar comigo hahaha até lá 😉

PS1: O que aconteceu da metade pra baixo do cabelo do Esposito? Tirou pra lavar?

PS2: Eles poderiam ter trabalhado melhor a continuação da cena em que Beckett é agredida na cabeça. Sangrou, passou mal e depois nem doendo tava mais? Estranho.

PS3: Os ângulos das câmeras estavam melhores que nunca. A cena no parque foi filmada de vários lugares e eu agradeço muito por isso.

PS4: Eu disse que esse episódio foi o melhor de todos, e acho que foi mesmo. Meu top 1 agora fica entre Knockdown (3×13) e Veritas.

PS5: Só eu senti que aquela cafungada no cangote do Castle foi meio que… real? hahaha as Stanathans piram!

PS6: Pra finalizar, Castle está certíssimo: Johanna sentiria orgulho da filha que tem.

Grey’s Anatomy – We Are Never Ever Getting Back Together

Data/Hora 06/05/2014, 18:00. Autor
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O que falar desse episódio? Que ele foi perfeito? Que eu fiquei surtando com todo o plot da Yang? Que eu sorri feito boba com as conversas telefônicas entre Mer e Yang? Que ele foi muito, muito triste? Sinceramente, eu não sei.

Yang disse que havia superado a perda do Harper Avery, e falou para os seus colegas – claramente furiosos e ensandecidos com o “boicote” pela parceira com a Avery Foundation – fazerem o mesmo. Mas Meredith – e nós também – sabia que Cristina ainda não havia superado o ocorrido. E foi apenas ao dar alta para a família dos 3 filhos com doenças cardíacas que Yang se deu conta de que ela também precisava se afastar para curar as feridas. Para seguir adiante.

E em foi em Zurich que ela reencontrou o seu passado. Talvez, a porção mais dolorosa dele: o abandono. E foi em Zurich que presenciamos o retorno triunfal de Preston Burke.

E tudo foi muito bem trabalhado. Nenhum diálogo de Yang e Burke foi em vão. Nenhuma expressão facial dos atores foi em vão. Todas as cenas passaram a tensão de dois amantes que se separaram de forma dolorosa. Passaram, também, a ponta de orgulho que um sente pelo outro, por tudo que o outro construiu. Mostraram a química ainda existente. Deram um rumo novo para a saída de Yang. E foi impossível não torcer para que ela aceitasse aquilo, mesmo que com os corações estraçalhados. Cristina Yang merece o que Burke ofereceu pra ela.

Foi interessante observar que mais uma vez Shonda fugiu do óbvio. Todos nós achamos que Yang ia ficar furiosa com o lance de não poder ganhar um Harper Avery e que isso motivaria sua partida. Mas não. Pelo menos não diretamente. Foi a proposta do Burke, aliada com a vontade de Yang de ser mais e melhor e de dar continuidade na sua pesquisa que foram os fatores determinantes. Ela não estava, pelo menos explicitamente, pensando em partir antes disso. Well done, Shonda.

Grey's Anatomy - We Are Never Ever Getting Back Together 2

Foi bacana também de vermos que não, Cristina não vai ficar com Burke. Ela sempre quis ser ele, conforme suas próprias palavras. E ela conseguiu, no final das contas. Enquanto que o Burke também conseguiu o que ele queria: uma família. Gostei de ver Burke admitindo que ele e Yang não podem trabalhar juntos, porque acabariam juntos. Ele tem a consciência que o Owen não tem: por mais inevitável que possa ser o amor dos dois, ele não basta, e é potencialmente destrutivo.

Cristina irá, dessa forma, para Zurich. Irá comandar um hospital cardiológico com 49 impressoras 3D e um fundo ilimitado. Yang será Yang, em sua plenitude. E Meredith soube disso apenas olhando para sua person. QUE DOR!

Poucas frases doeram tanto em mim quanto esse “you’re leaving”. Nós já sabemos o quão ligadas Meredith e Cristina são. Já sabemos o quão bem elas conhecem uma a outra. E esse episódio reforçou esse nosso conhecimento com as conversas “de caixa postal” entre as duas e com as observações pontuais de Burke (“mande um olá para Meredith”, “Meredith guarda rancor”). Meredith sabe. E ela está devastada com isso. E não estamos todos nós?

Em Seattle, o Chief continua furioso. E fez do Avery seu bode expiatório. Compreensíveis as atitudes dele, e bem oportunista a April, de usar a situação pra melhorar sua relação com o marido. Mas, no final das contas, a metáfora foi perfeita: o casamento do hospital com a fundação, embora precipitado e cheio de consequências ruins, vai ser preservado. Afinal de contas, sempre há uma forma de melhorar as coisas.

JAMES PICKENS JR., JERRIKA HINTON, SARA RAMIREZ, ELLEN POMPEO, CATERINA SCORSONE, PATRICK DEMPSEY

O que mais me agradou no SGMH foi a cirurgia conjunta de Amelia e Derek. Agora sim Amelia foi bem aproveitada. Foi legal ver a Amelia que aprendemos a amar ali: sendo divertida, fofa, se impondo e salvando o dia. E mais bacana ainda foi ver Derek sendo um irmão “babão mas consciente” e indicando Amy pra trabalhar com Callie. Parece que uma nova neurocirurgiã andará pelos corredores do hospital na próxima temporada. YAY!

E por falar em Callie, quão fofas foram ela e Arizona nesse episódio? Demais! Chegou a dar dó de April, já que o filho fictício das duas alegra bem mais do que o seu, bem real.

Finalizando, preciso comentar sobre os residentes. A cena final, do bar, foi bacaninha. E eu só não entendi muito bem o porquê de Jo ter ligado para o Alex (foi só pra ele ter função no episódio?): ela tava ferrada mesmo, mas não por incompetência. O que pesou ali foi o excesso de trabalho. De qualquer forma, é bom saber que alguém será demitido. Eles tentam, mas não conseguem cair nas nossas graças.

Só mais dois episódios. É o que ainda temos de Cristina Yang. Mas, especialmente, só mais dois episódios nos restam de uma das mais bonitas e duradouras amizades da televisão. Espero que eles sejam épicos. Assim como We Are Never Ever Getting Back Together foi.

P.S.: o que vai motivar o Alex a voltar para o Hospital? Não faço ideia! E por quanto tempo Miranda continuará impune? Mesmo que tenha dado certo a jogada dela, foi MUITO errada.

The Voice – Live Show 2 e Resultados

Data/Hora 06/05/2014, 10:15. Autor
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Emoção é a palavra que define o The Voice dessa semana. Apresentações épicas e um resultado um tanto quanto polêmico, deixando dois times com apenas um candidato cada. Infelizmente esse sistema de duas eliminações por semana é muito ruim, pois não deixa espaço para o candidato errar. Assim como acontece toda temporada, chegamos num ponto que todos são muito bons vocalmente e a diferença vai estar na apresentação e, principalmente, na escolha da música.

Shakira estava bem mais contida nos comentários e efetivamente cantou quando se apresentou com seu time no programa dos resultados. Não que isso vá mudar muita coisa, mas ela ganhou uns pontinhos comigo depois da lambança que fez durante a temporada e, principalmente, na semana passada.

Nessa semana os técnicos tiveram a ajuda de grandes produtores musicais na preparação de seus candidatos. Graham Nash, da legendária Crosby, Stills, & Nash, acompanhou Adam. O produtor musical Busbee foi a escolha de Shakira. O produtor de 55 músicas que chegaram ao topo das paradas country, Steve Hendricks, só poderia ser a companhia de Blake, e Usher levou Natural, seu produtor e diretor musical por quase 14 anos.

O programa começou de uma maneira um pouco diferente, com a apresentação pela primeira vez na televisão americana da banda britânica Rixton. Eles cantaram seu hit Me and My Broken Heart, mas vou confessar à vocês que achei a batida um tanto parecida, pra não dizer uma cópia, da música do Rob Thomas – o vocalista do Matchbox Twenty, que teve uma breve carreira solo – Lonely No More. Você pode ver o vídeo e ouvir a música clicando aqui e tirar suas próprias conclusões.

Apresentações

A primeira a se apresentar foi Kat Perkins (Team Adam) e a música escolhida foi Landslide, do Fleetwood Mac. Confesso que essa música tem um sentido muito especial pra mim, toda vez que escuto fico emocionado e a Kat não me decepcionou. Numa apresentação bem intimista, somente ela e um violão, fomos envolvido por sua bela voz e embarcamos na música. Com isso ela mostrou sua diversidade, pois estamos acostumados a vê-la em apresentações bem dinâmicas e foi bom ver e ouvir uma versão mais calma de Perkins.

Depois de quase ter sido eliminada na semana passada, Tess Boyer (Team Shakira) chegou cheia de gás para os ensaios de Ain’t It Fun, do Paramore. Porém ela não guardou o suficiente para a sua apresentação, pois no palco ela estava um tanto quanto perdida e um pouco sem graça. Acredito que ela devia estar preocupada em acertar as notas que esqueceu e levou a sério que as coisas não tem graça, como diz a música.

A primeira a subir ao palco do time do Blake foi Audra McLaughlin, que escolheu You Lie, da atriz e cantora Reba. Que ela canta muito, disso ninguém tem dúvida, mas é um tipo de música que eu particularmente não aprecio, porém lá fora eles gostam muito e acredito que ela tenha estabelecido uma boa base de fãs. Se redimiram com ela no figurino e ela estava muito linda e foi uma apresentação quase que angelical, mas que infelizmente não me envolveu.

Audra

Já comentei isso no texto anterior e vou repetir: tenho muito medo do que possa a vir a acontecer com Josh Kaufman (Team Usher), um dos meus candidatos favoritos. Depois de duas semanas com apresentações épicas, ele cantou o clássico de Kenny Loggins, This Is It. Não que a apresentação tenha sido ruim, muito pelo contrário, mas já não foi à altura das duas anteriores e isso vai decepcionando o público, que acaba optando por votar naquele que mais foi se desenvolvendo ao longo da temporada. Não vamos esquecer de Matthew Schuler e sua apresentação perfeita de Hallelujah. Três semanas depois ele foi eliminado…

Agora vamos falar da MELHOR apresentação da noite. Todo mundo que acompanha meus textos sabe que não ligava muito para Christina Grimme (Team Adam) e ousava dizer que ela não merecia estar aqui. Ainda bem que eu quebrei a cara, pois ela está arrebentando e é a de longe que mais evoluiu na competição. Quando vi que ela ia apresentar essa música, Hold On, We’re Going Home do rapper Drake, eu fiquei pensando o que ela ia fazer. Mas já dei um certo crédito, baseado na sua apresentação VMA style da semana passada. E ela não me decepcionou.

Christina

Além de estar afinadíssima Christina começou tocando piano e fez uma versão tão original da música que esquecemos a de Drake, e olha que eu sou um grande fã do rapper e essa música é uma das minhas favoritas dele. Só que ela conseguiu o impossível e ouso dizer que gosto mais da versão de Grimme! O mais interessante foi saber, através do Adam, que toda a apresentação foi conduzida e idealizada por Christina. Estamos olhando para uma potencial vencedora dessa temporada. Parabéns ao Adam pela humildade de reconhecer e dar o crédito a quem merece!

Após uma apresentação dessa fica meio difícil continuar o programa. Quem subiu ao palco na sequencia foi Jake Worthington (Team Blake), que cantou Run, do George Strait. Eu gosto muito do Jake mas acho que seu tempo no programa está acabando. Ele tem muito carisma mas está deixando a desejar nas apresentações. Sua sorte é que o seu bromance com o Blake faz com que os fãs do técnico votem muito por ele. Continuo achando ele muito engraçado e espirituoso, contudo o programa se chama The Voice.

A segunda e última integrante do time do Usher, Bria Kelly, escolheu I’m with You, da Avril Lavigne. Foi difícil assistir essa apresentação pois estamos tão acostumados a ver Bria sempre imponente no palco e cheia de si que foi estranho vê-la tão vulnerável como estava. Em alguns momentos achei a música gritada e isso me incomodou um pouco. Diferente da Kat, ela não conseguiu emocionar a plateia. Uma pena, pois é uma forte candidata e como falei no início do texto, esse escorregão poderia custar sua permanência no programa. E pela primeira vez na temporada ouvimos um outro técnico, nesse caso o Adam, “criticando” abertamente um candidato.

Fechando o time do Adam, Delvin Choice cantou Bright Lights, do Gary Clark, Jr. Só tenho uma coisa pra dizer: sambou na cara do Josh e mostrou para todos porque Adam o escolheu! Na semana passada ele não tinha ido muito bem (no meu ponto de vista) e com essa apresentação ele se redimiu por completo. E cereja do bolo foi o final, onde ele envolveu a plateia toda antes de cantar a parte final da música! GENIAL! Ponto positivo para o técnico, já que pelo que vimos nos ensaios, a ideia foi dele.

Delvin

E finalmente pudemos ver uma apresentação inteira e sem falhas da Kristen Merlin. A música escolhida foi o sucesso do Passenger, Let Her Go. Ela mandou muito bem, foi perfeita e fez uma versão bem bacana de uma música tão conhecida atualmente. Muito bacana ver também que ela estreitou os laços com seu pai por causa do programa. Acho isso um pouco oportunista da parte dele, mas imagino que ela tenha deixado tudo isso de lado pra curtir a presença dele.

E pra fechar o programa tivemos uma Sisaundra Lewis (Team Blake) versão rock’nroll! Ela nunca decepciona e Oh Sherrie, do Steve Perry, foi a música da vez. Semana após semana Lewis vem mostrando sua poderosa voz de uma forma diferente. Ela já cantou de diversos clássicos à Lady Gaga e nunca decepciona. Acho que por sua história de vida, idade e por saber que sem o título de vencedora do The Voice ela não teria muitas chances nesse meio tão competitivo, ela é a minha candidata ao título dessa temporada. Fico esperando ansiosamente cada semana pra saber o que ela e Blake vão aprontar pra gente!

Resultado

Assim como na semana passada, continuamos a ver os candidatos subindo e descendo, em fila indiana, para receber os resultados. As primeiras a serem chamadas, sem grandes surpresas, foram Christina (que recebeu o bônus do iTunes) e Sisaundra. Seguidas por Kristen, Josh, Audra, Delvin e por fim Jake, deixando Kat, Bria e Tess (pela segunda semana consecutiva) como as menos votadas.

Bria foi a primeira a se apresentar e cantou Crazy on You, do Heart. Viu como a escolha errada da música pode custar sua participação no programa? Se Bria tivesse cantado essa música no programa anterior, provavelmente não estaria nessa posição. Ou talvez sim, já que sua maior “rival” é Christina, que foi a melhor, sem sombra de dúvidas.

Na sequência Tess subiu ao palco e cantou Who Knew, da Pink. Mas diferente da semana passada, ela não estava com o mesmo gás e vontade de vencer. E pra fechar Kat cantou Paris (Ooh La La), da Grace Potter e The Nocturnals. Uma apresentação perfeita, como sempre. Ela definitivamente não merecia estar nessa posição, e sim o Jake. Por mais que goste muito dele, seu tempo no programa está acabando. Como disse o Blake, ele é muito carismático e já fez sua base de fãs, logo vai fazer sucesso ganhando ou não o programa.

Resultado

Ainda bem que o povo americano pode se redimir e salvou a Kat. Agora o Usher e Shakira só tem um artista cada. Usher, apesar de ser um excelente técnico, pecou demais na escolha das duas músicas de seus candidatos e isso se refletiu nos resultados. Engraçado que nem ele parecia estar gostando das apresentações de seus artistas, pois sempre que a câmera o focalizava, estava com uma cara fechada. Coincidências a parte, foram os técnicos que se apresentaram com seus times nesse programa. Shakira, que dessa vez cantou de verdade, aproveitou mais uma oportunidade de promover seu álbum e cantou a música The One Thing, com Tess e Kristen. Usher subiu ao palco cheio de moral com Josh e Bria, cantando Always on the Run, do Lenny Kravitz. Mais uma semana, essas apresentações iam ser duetos! Tum dum tuss!

Carlson aproveitou para confirmar Gwen Stefani, que vai substituir a gravidíssima Christina Aguilera na próxima temporada. Além de Pharrell Willians, que já tinha sido anunciado oficialmente anteriormente.

Um mês para a final e apenas quatro apresentações, quem vocês acham que serão os finalistas? Façam suas apostas! Até semana que vem.

Kat e as Orelinhas

Ps: Alguém avisa pra Kat que ela não tem mais idade pra usar isso na cabeça! Tá feio Kat!

Chicago Fire – A Dark Day

Data/Hora 06/05/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews


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#OneChicago.

Há semanas os produtores de Chicago Fire e Chicago PD vinham aguçando nossa curiosidade ao anunciarem que um grande acontecimento seria responsável pela união das duas séries. A história começou no episódio 2×20 de Chicago Fire e terminou no episódio 1×12 de Chicago PD mas, na review, darei ênfase ao episódio apresentado dentro da trama da série dos bombeiros. Se tiver curiosidade de saber como tudo terminou, corre pra ver o episódio da série dos policiais comandados por Voight.

A Dark Day entrou para o hall dos melhores episódios da série – com grandes chances de ser o melhor – até agora. Numa sequência de acontecimentos eletrizantes, o episódio teve um ritmo como nenhum outro até agora. Num molde parecido com o da season finale da primeira temporada, o episódio foi centrado em um único acontecimento. Desta vez, quando tudo convergia para um começo de episódio calmo, fomos surpreendidos por uma explosão. E aí o episódio realmente começou.

A partir daí, ficamos sem fôlego durante os 40 minutos restantes e tivemos os núcleos bem divididos e uma integração nunca antes vista na série. Casey e Dawson tiraram o dia de folga para ajudar na corrida beneficente realizada pelo Hospital Chicago Med e o que seria um dia tranquilo acabou com Dawson embaixo dos escombros da explosão e resgates e situações rodeados de tensão do início ao fim.

Herrmann teve sua primeira oportunidade de agir como tenente do batalhão e, apesar do medo e de ser pego de surpresa, se saiu melhor que o esperado. Casey se juntou ao batalhão logo depois do acidente mas Herrmann foi o responsável por grande parte da equipe de resgates. Enquanto isso, Mills e Cruz, comandados por Boden, se juntaram na busca de uma segunda bomba que poderia estar ativada nas redondezas da primeira explosão. Mills tem se saído muito bem no batalhão e mostrou mais uma vez sua coragem ao se arriscar desativando a bomba encontrada. Sem contar que ele mandando Boden calar a boca para poder se concentrar foi sensacional!

Com Dawson de folga, Rafferty foi chamada para integrar o resgate junto com o batalhão 51. Seu trabalho com Shay salvou várias vidas, inclusive a de duas garotinhas vítimas do acidente: a sobrinha de Kim Burgess (de Chicago PD) e a irmã de uma das médicas do Chicago Med (o que aconteceu com as duas, você vê em Chicago PD). Dessa vez, Shay se mostrou ainda mais corajosa ao arriscar a própria vida para salvar os outros. O ferimento na barriga da paramédica por pouco não a insere na lista de mortos do acidente.

Tratado como um atentado terrorista e com ações especiais entre bombeiros, policiais e agentes do FBI, após o resgate, o restante do episódio foi resumido em buscar o responsável por tal atrocidade. Exceto pela participação de Burgess desde o início do episódio, esse crossover épico se resumiu a concentrar as tramas em suas respectivas séries e pequenas interações entre os elencos. Apesar disso, o(s) episódio(s) foi(foram) sensacional(sensacionais)!

PS: será que vem Chicago Med por aí?

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