TeleSéries
The Vampire Diaries – Promised Land
14/05/2014, 16:08.
Mônica Castilho
Reviews
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Depois de um episódio maçante, The Vampire Diaries compensou com um extremamente chocante que, entre milhões de emoções, me levantou a dúvida se é uma nova tática da série intercalar episódios bons com ruins e se começará a imitar essas outras séries que dão o que falar por matarem personagens importantes sem remorso simplesmente pela polêmica. O fato é que, nesta temporada não tão boa para a trama, tivemos que dizer adeus a Katherine, uma das melhores personagens do seriado, e agora também a Stefan.
Começando pelo final do episódio: a morte de Stefan definitivamente foi o ponto alto. Ele pode voltar? Claro, até porque Bonnie e Enzo estão querendo tramar alguma coisa para isso, e sinceramente quase tudo indica que o Salvatore irá de fato voltar. Entretanto, ele estando morto abre a margem para a chance de uma resposta negativa a esta dúvida, além do fato de que somente vê-lo morrer nos braços de Caroline foi algo desesperador.
Não serei hipócrita em elogiar Stefan só porque ele está (pelo menos por enquanto) morto, pois temos que admitir que há tempos ele vinha apenas sofrendo pela Elena e nada mais fazia na série. Ponto. Somente de uns episódios para cá que o coitado finalmente começou a ter uma trama mais interessante para si e ameaçar uma química com Caroline, mas então morreu de uma maneira bem boba, ainda por cima, pelas mãos do viajante possuindo o corpo do ex da vampira loira (alguém mais sentiu a ironia?).
Agora sobre os Viajantes e o tal comprometimento que eles têm com a causa deles, em livrar Mystic Falls dos outros seres sobrenaturais e tal… Gente, qual o problema desse povo? Eles vivem dizimando grupos e mais grupos dos seus por uma causa da qual eles não participarão, já que além de estarem mortos o outro lado está desmoronando, e mesmo assim continuam sem perceber que enquanto isso o Markos está tranquilamente planejando em atacar a adega da mansão dos Salvatore quando se apropriar da mesma ao expulsar os vampiros dali. A causa da Liv e do tal irmão dela é a única que faz sentido, pois apesar de eles também estarem tentando matar os outros e se arriscando, no fundo (pelo menos por enquanto) eles apenas querem proteger o mundo para os Viajantes não atacarem.
O fato é que as maldades dos viajantes e principalmente de Markos estão dando de dez a zero na Katherine e até no próprio Klaus. E por falar na VampBitch alvo das maiores saudades, é inaceitável ver o bando de Viajantes se matando ou morrendo e indo para o outro lado após isso, enquanto a Katherine foi sabe-se lá para onde, acentuando a injustiça. Outro absurdo é Damon e Elena, os quais não largam esse joguinho de romper e reatar todo episódio e sequer estavam na pior hora do mesmo, quando Stefan é assassinado na frente de Caroline, a qual ficou sozinha pedindo ajuda inutilmente. E, bem, enquanto Bonnie não encontra uma solução para ajudar o “outro lado” onde Stefan está, provavelmente ficaremos tão desesperados quanto Caroline.
P. S. [1]: Talvez maior que a ansiedade para Bonnie trazer Stefan de volta é a espera pela reação de Elena e Damon ao descobrirem o que aconteceu. Entretanto, se a morte de Stefan teve um lado bom, foi motivar todos a ajudarem Bonnie a salvar o outro lado.
P. S. [2]: Com Stefan morto e o sangue das doppelganger não podendo mais ser utilizado, me pergunto se Liv finalmente poderá ajudar de verdade Elena & Cia. a vencerem o Markos e fazer o tal feitiço para trazer de volta alguns dos seres sobrenaturais mortos (ou seja: Stefan e Enzo).
P. S. [3]: Poderiam aproveitar e trazer o Alaric de volta também. E a Lexi. E a Jenna…
Grimm – The Inheritance
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“’Não’, disse o Rei. ‘Prefiro morrer ao invés de te colocar em um perigo tão grande, como no qual você deve se encontrar nessa jornada’.”
Três. Eu disse três Grimms se encontraram em Portland em The Inheritance. Pena que o velhinho Rolek ficou por pouco tempo. No entanto, ele conseguiu atingir seu objetivo: entregar sua chave para outro Grimm. No caso, Nick. A chave era a herança da família de Rolek, o que dá referência do título do episódio: The Inheritance (A Herança). Aliás, quem diria, a fama de Nick já chegou até a Pensilvânia. Como Rolek ficou sabendo que existia um detetive em Portland que também era Grimm? Talvez por algum wesen que tenha encontrado pelo caminho. De qualquer forma, essa informação o velho Grimm levou com ele. Descanse em paz, Rolek Porter.
Mesmo assim, Portland ainda conta com outros dois Grimms, e dois Grimms de peso. Além de Nick, Trubel está se mostrando cada vez mais eficaz ao enfrentar wesens e, no caso desse episódio, os bandidos do Verrat. Além de Hank, Monroe, Rosalee e a própria Juliette, Nick conseguiu garantir uma ajuda ainda melhor para seus problemas do dia a dia de um Grimm: alguém como ele.
“Josh: – Que tipo de policial você é?
Nick: – Me perguntam muito isso.”
O lado doloroso é que cada vez mais Trubel nos envolve em sua história e, com isso, vem o medo de perder a personagem, seja com ela fugindo ou saindo de Portland, ou morta por algum wesen do mal. Em The Inheritance, Trubel conta para Nick, Juliette, Rosalee e Monroe os momentos de sua vida nos orfanatos, como foi quando encontrou pela primeira vez com um wesen e como se sentiu quando foi tratada como louca por anos e anos até chegar a Portland.
O apetite da Grimm tem o mesmo tamanho da simpatia que a personagem vem ganhando do público através dos episódios. Trubel também fica cada vez mais próxima de seus novos amigos, inclusive de Juliette. Segundo Nick, nessa altura do campeonato, qualquer outra mulher já teria terminado com ele. Cá entre nós, se tratando do Nick são necessários vários wesens do mal e Grimms problemáticos para uma mulher largá-lo de mão.
Mesmo assim, Juliette não é qualquer outra mulher e por esse motivo será novamente alvo de Adalind. Mesmo com Renard em seu encalço, a hexenbiest está organizando um plano horrível contra Nick e, para chegar ao Grimm, vai utilizar novamente de Juliette. As chamadas para a season finale da série dão conta que algo terrível vai acontecer. No entanto, ainda dou um voto de confiança de que Trubel novamente vai ser de grande ajuda nesse caso. Se não for para salvar Nick, será para ser seu braço direito contra mais uma investida de Adalind. A hexenbiest não se cansa de ser inconveniente, mesmo depois de ter recebido ajuda de Nick, Juliette, Rosalle, Monroe, Renard e Hank, ela novamente vai aprontar contra eles.
Mas pensando além de Adalind, The Inheritance foi carregado de tensão, principalmente nas cenas que envolviam Trubel e a descoberta de outro Grimm em Portland. A cena da luta no estacionamento do hospital foi um dos momentos mais inspiradores, principalmente pela atuação de Trubel ajudando Nick e Hank a acabarem com os Verrat.
No próximo episódio, além de ser season finale, teremos o casamento de Monroe e Rosalee! “Nesse sábado?” Sim Nick, nesse sábado, ou melhor, sexta-feira, pela NBC dos Estados Unidos.
PS: E o chapéu “seletor” da Adalind? Lembrou muito Harry Potter. Achei certo que ela ia colocá-lo na cabeça.
The Voice – Live Show 3 e Resultados
14/05/2014, 09:50.
Felipe Ameno
Reviews
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Se eu já achei os episódios da semana passada emocionante, não podia imaginar o que o The Voice iria preparar para os telespectadores nessa semana. Sem muitas explicações, Carlson já começou o programa das apresentações jogando a bomba de que TRÊS participantes seriam eliminados no dia seguinte.
Fiquei me perguntando o porquê dessa violência toda e criei uma teoria na minha cabeça, só para tentar me acalmar. Pelo que entendi essa temporada foi reduzida em duas semanas, se comparada a anterior. Acredito que isso aconteceu muito provavelmente por causa da agenda dos técnicos, principalmente o Adam e o Blake, já que eles praticamente ficam disponíveis ao programa o ano todo.
Não podemos culpar a audiência por essa redução, já que The Voice continua sendo um dos programas mais vistos da televisão lá nos EUA. Então vou continuar com essa minha teoria, só para ficar mais fácil aceitar todas essas eliminações de uma só vez.
Muito bom ver os novos técnicos no palco. Pharrell cantou seu novo single, Come Get It Bae, muito bem acompanhado, e depois voltou e fez companhia à Gwen Stefani que cantava Hollaback Girl, produzida por ele. Blake mostrou sua nova música de trabalho, My Eyes que tem a participação Gwen Sebastian, que esteve na segunda temporada do programa e fez companhia ao seu antigo técnico durante os ensaios dos candidatos dessa temporada. Adam levou ao palco seu companheiro de Maroon 5, James Valentine.
É muito comum que as emissoras enviem artistas de suas séries para fazer presença VIP nesse tipo de programa. Quem esteve no estúdio dessa vez foi J. K. Simmons, da série cancelada GrowingUp Fisher, e os protagonistas da renovada About a Boy, David Walton e Benjamin Stockham. Todos eles interagiram com Carlson. Só que meus olhos de águia reparam que tinha outra estrela das telinhas: Emily Mortimer, a MacKenzie Mc Hale de The Newsroom. Ela estava bem atrás da família do Delvin. Puxa NBC, a série que ela participa é da HBO, podia ter pelo menos sido citada né…
Apresentações
E a primeira a se apresentar foi a Sisuandra (Team Blake). Todo mundo que acompanha minhas reviews sabe a minha torcida por ela e confesso que fiquei um pouco decepcionado com a escolha da música. Ela pode cantar qualquer coisa que vai ficar muito bom, mas o que precisava era de um grande momento, que cativasse plateia e o público e isso não aconteceu com River Deep Mountain High da Tina Turner. Não que tenha sido ruim, muito pelo contrário, foi ótimo, mas esquecível… Duvido que isso tivesse acontecido se ela tivesse cantado I Have Nothing, da Whitney Houston, ou Song for, You do Ray Charles. Essa música da Whitney é um pré-requisito se você quiser ganhar um programa desse. Tessanne Chin, da temporada passada, Melanie Amaro, da primeira temporada do The X Factor são alguns exemplos de candidatas que tiveram o seu momento do programa ao cantarem essa música.
Na sequencia quem subiu ao palco foi Josh Kaufman. Usher mais uma vez mostrando ser um excelente técnico, saiu da zona de conforto e levou seu candidato à um estúdio de gravação. Os olhos de Josh brilhavam igual criança quando chega na Disney. Ele cantou uma versão acústica de I Can’t Make You Love Me, da Bonnie Raitt, e foi muito bem. Emocionante e tocante na medida certa!
E a primeira surpresa da noite ficou a cargo de Kat Perkins (Team Adam). Quando li que ela ia cantar Get Lucky, do Daft Punk, confesso que fiquei intrigado. Só que ela não só colocou a sua marca na música como transformou completamente. Uma versão heavy metal brilhantemente executada, tanto vocal quanto melodicamente! Um salve especial pra banda do programa.
Kristen Merlin (Team Shakira) cantou I Drive Your Truck, do Lee Brice. Gosto muito da Kristen, mas não sou seu fã. Ela canta bem, foi emocionante como a música pedia, mas as vezes esqueço que ela participa do programa (o que não deve ser um bom sinal).
O inconstante Delvin Choic (Team Adam) escolheu I Believe I Can Fly, do R. Kelly. Pelo que a gente pode ver, essa música tem um significado muito importante pra ele, mas sinceramente achei tudo muito brega. Começando pela música, pelo cenário, enfim, tudo muito ruim. Apesar de ter se esforçado muito e cantado bem, achei uma apresentação sofrida de se ver. Uma pena, já que ele tinha tido ido muito bem na semana passada.
E com uma dobradinha Team Blake, encerramos a noite para o técnico. Primeiro vimos Audra McLaughlin cantando Forgive, da Rebecca Lynn Howard. Ela estava muito linda, com um ar mais maduro e menos perdida, mas assim como a Kristen, não curto muito esse tipo de som. E a voz dela é sensacional, eu que realmente não gosto desse estilo.
Na sequência, fechando a noite do Blake, tivemos Jake Worthington. Com uma postura mais séria, dessa vez ele realmente resolveu cantar. A música escolhida foi Hillbilly Deluxe, do Brooks & Dunn. O mais engraçado é que não consigo entender o que ele fala, principalmente quando conversa com o técnico, mas impressionante com isso muda ao cantar. Ele deu uma desafinada legal no final da música, mas a apresentação como um todo foi a melhor que ele teve nessa fase do programa.
E pra fechar a noite, Christina Grimmie manteve a fórmula do sucesso da semana passada e fez mais uma nova roupagem para um sucesso do hip-hop: How to Love do Lil Wayne. Dessa vez a ideia foi do Adam. E mais uma vez foi SENSACIONAL. Realmente nunca pensei escutar ao Lil Wayne desse jeito. Acabei me esquecendo de comentar semana passada e isso foi mostrado agora, a tristeza da Christina com a eliminação de Tess e Bria. Elas tinha ficado muito próximas!
No geral as apresentações foram muito boas, em especial a Kat. Além da banda, que já comentei, os cenários estavam IRADOS. Em especial os das apresentações da Sisuandra, Audra, Jake e Christina.
Resultados
Tivemos duas apresentações em grupo. Audra, Jake, Kristen e Kat cantaram Chainsaw. Kat não deixou pra trás e fez bonito nesse grupo essencialmente country. Já Sisuandra, Josh, Delvin e Christina cantaram Latch. E o mais legal dessa apresentação foi ver Sisuandra e Christina cantando de igual pra igual!
Como três iriam embora, logo quatro se apresentaram para tentar o instant save do Twitter. Só que antes, Josh e Christina foram salvos (por causa do bônus do iTunes) e surpreendentemente Jake, deixando Kat (pela segunda semana consecutiva), Audra, Sisuandra e Delvin na berinda.
(You Make Me Feel Like) A Natural Woman da Aretha Franklin foi a escolha de Sisuandra, impecável como sempre. Depois foi a vez da Audra com Done, da The Band Perry. Kat chegou chutando a porta com Barracuda, da Heart e pra fechar, Delvin cantou Young Girls, do Bruno Mars (amo essa música).
E pela segunda semana consecutiva, Kat foi salva pelo público. Fiquei me perguntando o porque isso aconteceu com ela duas semanas consecutivas e sem merecer. Mais uma vez cheguei a uma teoria (a segunda desse texto). Assim como a Kristen, eu as vezes me esqueço da Kat e isso definitivamente não é bom. Acho que isso deve acontecer com as outras pessoas e quando lembram que ela ainda está no programa, a salvam.
Se Josh e Christina chegarem a final, saem na frente pois os bônus do iTunes que eles receberam ao longo da temporada vão contar para os votos da final, que já vai ser na semana que vem lá fora. A Sony costuma passar ao vivo, logo se for igual à temporada passada, teremos uma maratona de The Voice esses dias!
Confesso que fiquei um pouco decepcionado com essa versão express, pois saiu muita gente boa de uma só vez… O NBC, tem que ver isso aí! Pra que essa pressa?
Ps: Sempre esqueço de comentar o momento confessionário no programa de resultados! Muito bom!
Nashville – All Or Nothing With Me
13/05/2014, 21:42.
Gabi Guimarães
Reviews
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Já podemos comemorar, Nashies! Depois de muita espera, muita especulação e muitas incertezas (cortesia da ABC), já que a audiência da série patinou por grande parte desta temporada, na última sexta-feira (9) recebemos a aguardada notícia da renovação da nossa amada Nashville para uma terceira temporada completa, com 22 episódios. Let’s celebrate!
Passada a euforia, entretanto, é preciso dizer que o episódio dessa semana foi apenas morno. O que não é exatamente um problema, se considerarmos a grande carga emocional de seus antecessores, com o surto psicótico de Scarlett e suas consequências tomando grande parte da trama. All Or Nothing With Me foi como uma breve calmaria antes da tempestade que promete ser esta season finale.
Quer dizer, calmaria para todos, EXCETO para Juliette, que começa o episódio com uma enorme ressaca moral pela atitude autodestrutiva, egoísta e – por que não? – babaca que tomou no episódio da semana passada. Nem toda a água do mundo seria capaz de lavar a sua alma e a sua vergonha neste momento, e ela sabe disso. E esse é o seu maior defeito: Juju não sabe encarar seus problemas de frente. Como disse na review passada, não achei nada justa a maneira como ela foi tratada por todos na ocasião do surto de Scarlett, e isso inclui o próprio Avery e suas atitudes incoerentes. Juliette foi ignorada, descartada, e reagiu da única maneira que sabe: fazendo besteira. A autodestruição parece ser sua amiga de infância, mas desta vez a besteira em questão tomou proporções épicas. Jeff Fordham? Não me conformo.
Mas não se enganem: não estou defendendo a atitude de Juju. Só me incomoda essa involução da personagem a esta altura do campeonato justamente porque ela parece estar em um eterno ciclo vicioso, repetindo os mesmo erros again and again and again… Até quando, Juju? Aliás, não sei o que me incomoda mais: o fato de ela ter escolhido Jeff Fordham – entre todas as pessoas do mundo! – para ser seu “cúmplice” nesta estupidez, ou se foi a traição a Avery. Poxa, depois de tudo o que eles passaram juntos, depois de toda a cumplicidade, amizade e lealdade de Avery, depois de tudo o que ele representou para ela e para a sua evolução, fica muito, muito difícil engolir ou perdoar este “deslize”.
O fato de Avery pedir perdão pela maneira como a vem tratando já logo no início do episódio não tornou as coisas mais fáceis para ela; a culpa está devorando-a. Avery, todo arrependido e apaixonado, sabe que algo está errado, que a namorada está distante, mesmo apesar das garantias de Juliette de que tudo está bem, e foi bastante doloroso assistir as cenas dos dois juntos e ver a dor de Juliette estampada em seu rosto. É, Juju… Quando você vai aprender que devemos arcar com as consequências dos nossos atos, custe o que custar?
E as coisas apenas se complicarão mais para ela, já que está cercada por Zoey – sua nova backing vocal, Gunnar – seu novo compositor, e o próprio Jeff Fordham, que está disposto a insistir no erro e quer a todo custo trazê-la de volta para a Edgehill Records. Que essa história não vai acabar bem, já temos certeza, mas… Como Avery irá descobrir a traição de Juliette? Achei bastante louvável (apesar de delicada) a decisão de Gunnar de contar a verdade ao amigo (podemos chamá-los assim? Quem diria!), mas com a carreira de Zoey em jogo, a cautela falou mais alto… Será que Avery se sentirá traído também por Gunnar e Zoey? O que vocês acham?
Por outro lado, um arco que vem me incomodando bastante é o que envolve toda a vida profissional de Juju. Gente, sério mesmo que as rádios de Nashville AINDA não querem nem saber de ouvir o nome dela, quanto mais tocar suas músicas (nem com a inestimável ajuda de Charlie Wentworth)? Este arco, abordado semana após semana, já se tornou cansativo, para ser generosa. Está mais do que na hora de os tablóides e a conservadora indústria fonográfica de Nashville encontrarem outro bode expiatório, até porque, o que diabos mais Juliette pode fazer para se reinventar? Quantas maneiras possíveis de redenção existem para ela? Don’t Put Dirt On My Grave Just Yet, como Rayna bem apontou, é mais do que uma grande canção, é uma afirmação. Get over it, people!
E Luke, feridas no Afeganistão à parte (??), contribui para que o boicote à Juliette continue, impedindo-a, a princípio – e para surpresa de Rayna –, de participar de seu show tributo ao exército americano. Ainda bem que este foi apenas um pretexto para conhecermos um pouquinho mais do passado de Juju. E, mais uma vez, sua história nos deixou de coração partido. Ficamos sabendo que o seu pai era um “Falcão Negro”, piloto do exército americano, que morreu em treinamento quando ela tinha apenas 4 aninhos. Poxa, a vida realmente não deu muitas tréguas para a pequena Juliette, hein? Pelo menos essa história foi suficiente para amolecer o coração endurecido de Luke, que não só a reconvidou para seu show, como também fez um dueto com ela. A música escolhida? Don’t Put Dirt…, claro!
Luke, aliás, também vem me incomodando muito com suas atitudes (talvez até por eu nunca tê-lo considerado um personagem necessário ou mesmo carismático). Acusar Rayna de organizar aquele show apenas para promover a Highway 65 foi um pouco longe demais, não? Ele claramente duvida do amor que ela sente por ele. E nisso, para falar a verdade, acho que está coberto de razão. Apesar dos pesares, não vejo a nossa rainha do country realmente apaixonada por ele.
No mais, todo aquele arco envolvendo um acidente no Afeganistão (!!) foi meio bizarro e deslocado. Aliás, em uma opinião bastante pessoal, sempre acho estas homenagens efusivas ao exército americano um tanto quanto pedantes, e nem mesmo a participação especialíssima de Michelle Obama conseguiu me convencer do contrário. Pelo menos foi um belo show – olá, Kellie Pickler! –, e serviu como pano de fundo para aqueles que considerei os melhores momentos do episódio.
O primeiro deles foi justamente o acerto de contas entre Deacon e Rayna. A aproximação entre ele e Maddie trouxe à tona várias perguntas e inseguranças, como era de se esperar. Deacon não consegue sequer se lembrar onde estava na noite em que sua filha nasceu, e foi justamente neste momento que teve clareza suficiente para entender a decisão que Rayna tomou todos aqueles anos atrás. Ela fez o que precisava ser feito para proteger sua filha, e agora Deacon consegue aceitar e acolher esta decisão. Afinal de contas, naquele momento conturbado, ela fez a única coisa certa.
“Eu disse que nunca iria perdoá-la por não ter me contado [sobre a Maddie] há 14 anos, e não vou perdoar. Porque isso significaria que você fez algo errado. E você não fez. Só estava protegendo a nossa garotinha. Finalmente entendi isso. Tudo o que eu fiz foi transformar isso num inferno, então me desculpe. Eu sou grato.” – Deacon
Rayna também ficou grata por, enfim, receber a compreensão do pai de sua filha. E isso me traz àquele que foi, de longe, o meu momento favorito do episódio: o acerto de contas entre Deacon e Teddy. E foi uma brisa de ar fresco vê-los, enfim, agindo como os adultos que são. Foi lindo ver Teddy deixar aquela postura defensiva e tantas vezes babaca de lado para pensar no bem-estar de Maddie. Deixou a menina ir dormir na casa de seu pai biológico, e teve toda a paciência do mundo para acalmar o coração angustiado de Daphne quando ela precisou. Acho que esta foi a primeira vez que tivemos a oportunidade de ver um lado mais humano de Teddy. Claro que o reconhecimento de Deacon de que ele criou uma menina maravilhosa ajudou a acalentar seu coração magoado, mas vê-lo baixar a guarda e compartilhar com Deacon a noite do nascimento de Maddie foi muito emocionante. Por um Teddy mais humano, por favor!
“Você criou uma garota e tanto, Teddy. E estava lá para tudo isso. Eu só queria saber o que perdi.” – Deacon
“… Maddie nasceu um pouco antes do sol nascer. Ela já saiu chorando. Cara, ela tinha um belo par de pulmões. Ainda tem (…) Naquele momento… Era um amor que eu nunca tinha conhecido.” – Teddy
O final do episódio foi um enorme presente para os fãs da série: Rayna, Maddie, Daphne e Deacon, juntos no palco, como uma grande família feliz, cantando A Life That’s Good. Lindo, lindo, lindo (mesmo com a carinha contrariada de Teddy na primeira fila). Quem sabe um dia essa família ainda não tenha uma chance de ser feliz (inclusive com Teddy)? Eu quero muito acreditar nesse final perfeito para eles.
Enquanto as coisas caminham bem para uns, nem tudo são flores para Scarlett. Como voltar para sua vida “normal” depois do que houve? Scarlett está lutando para devolver à sua vida algum senso de normalidade, mas ainda está incerta sobre o que fazer. De volta ao Bluebird, se deu conta de que aquele não é mais o seu lugar. Depois de todas as experiências sob os holofotes, Scarlett mudou, claro. Nem poderia ser diferente. E ela não demorou a perceber que sua antiga vida também não mais lhe convém. Se é verdade que ela não nasceu para ser artista, o mesmo pode ser dito agora sobre sua vida antiga. A verdade é que ela parece não pertencer mais à lugar algum. Desconstruída – e destruída –, o que Scarlett precisa agora é de uma transformação radical, e ela sabe disso. Será que a veremos mesmo ir embora de Nashville para que tenha a chance de um recomeço? De qualquer forma, foi ótimo vê-la mais tranquila, serena, e feliz pela conquista de Zoey. Um alívio, na verdade.
Para terminar, Will, Layla e seu reality show. Os avisos em tom de ameaça de Jeff Fordham ressoam incessantemente como um alarme na mente de Will, e logo vem a constatação do óbvio: com aquela quantidade insana de câmeras pela casa seguindo todos os seus passos, ele não será capaz de esconder quem é de verdade. A irritação, o mau-humor, a impaciência, o seu desamor à Layla, o personal trainer que lhe deu o número de telefone… Tudo caminha para uma revelação… bombástica? Não… Tudo neste arco é óbvio, monótono e não tem nada a acrescentar à série. Os roteiristas bem que podiam nos fazer um favor e mandar Will e Layla para longe de Nashville no lugar de Scarlett, não?
Amanhã teremos a season finale desta segunda temporada, e o episódio promete fortes emoções:
Até a semana que vem! E comemoremos: a terceira temporada vem aí!
Once Upon A Time – Snow Drifts e There’s No Place Like Home
13/05/2014, 19:35.
Júnior Melo
Reviews
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E eles voltaram no tempo, porém fizeram de uma ótima forma. A season finale de Once Upon A Time levou a série a outro nível, com toda a certeza. Esse episódio, não só pela sua duração, me fez pensar que estava assistindo a um filme, um desses filmes de Sessão da Tarde, mas isso não foi ruim, foi ótimo. De longe o melhor episódio dessa temporada (acho que duela com a Winter Finale).
Logo após a morte de Zelena, o portal foi reaberto pelo seu pingente. A população de Storybrooke agora vive feliz, pois não há mais maldição e não há mais bruxas ou qualquer outra coisa que planeje destruir eles. Foram tantas cenas fofas nesse início da primeira parte que, não nego, queria que o episódio fosse todo assim. É tão difícil as coisas estarem calmas, sempre estão todos correndo de um lado para o outro tentando resolver algo que está acontecendo. Uma pausa para respirar não faz mal. Regina está mais feliz do que nunca com Robin Hood, Snow e Charming se preparam para divulgar o nome do seu filho em uma “cerimônia de coroação”, todos estão felizes… Menos Emma. Ela ainda pensa em voltar para Nova York e continuar a viver a sua vida de mentira. Mesmo entendendo as razões da Emma de não querer continuar em Storybrooke sinto que foi errado, ou um pouco tardio, pois depois de tudo o que ela passou com seus pais ela ainda não aprendeu que os ama e que eles também a amam? Ela não consegue perceber que da mesma forma que ela não consegue ficar longe do Henry, os seus pais não querem e não podem ficar longe dela? Emma, às vezes tão inteligente, às vezes tão estúpida.
E falando em estupidez, Emma acabou se mostrando Emma. Depois de fugir das perguntas sobre sua permanência em Storybrooke, ela e Hook acabam indo investigar o que é o tal portal de Zelena e como fechá-lo, porém acabam sendo sugados para dentro dele. Neste momento fiquei preocupado. Como disse na review passada, voltar no tempo é algo sério. Seria como abandonar tudo e começar do zero… Mas eu disse isso pensando em todos da cidade irem para o passado e não só Emma e Hook. Os dois retornam para o exato momento em que Snow está sendo caçada por Regina, um pouco antes de conhecer David. Sem poderem interferir no passado, Emma e Hook se mantêm escondidos de tudo e todos, mas nada funciona tão bem com Emma – não é querendo ser o chato com ela, mas a Emma se superou nesse episódio. Ela acaba impedindo que Snow e Charming se conheçam e consequentemente impede o seu nascimento, o que leva a milhares de outras coisas. A missão agora, antes de retornar para casa, é fazer com que os dois se reencontrem e se apaixonem.
Tendo que juntar os seus pais, Emma e Hook – com a ajuda do Rumpelstilskin e do Hook do passado – montam um plano que Snow vá ao baile de noivado de Charming e Abigail para roubar o anel da mãe do príncipe. Ver a Emma em trajes de baile foi estranho, mas uma estranheza boa, como se só ali – junto com ela – percebêssemos como ela pertence àquilo tudo, como ela também faz parte daquele mundo sem nunca ter feito parte de verdade. O plano acaba dando errado e Emma é presa pela Evil Queen e, pior, acaba ficando com o anel que deveria estar com Snow.
Isso nunca vai se resolver se depender da Emma, pensei comigo. Na segunda parte, com ela presa, as coisas começaram a andar na direção correta. Hook convence Snow e Charming a ajudá-lo a resgatar a princesa Leia – as referências à cultura pop desse episódio foram mais do que hilárias. Emma, presa no castelo de Regina, acaba conhecendo uma mulher que seria morta por Regina por proteger Snow. Era óbvio que essa mulher teria um papel importante e era óbvio que Emma iria querer salvá-la, bem, falemos dessa mulher depois. Os nossos heróis conseguem salvar Emma – que meio que já tinha se salvado e à sua companheira de prisão com os dotes malandros aprendidos com Neal –, mas infelizmente não conseguem salvar Snow. Ela é presa e queimada por Regina. Passei alguns segundos de boca aberta olhando para a tela sem entender o que acontecia. Emma chorando e sentindo a falta da mãe foi doloroso de se ver, porém, mais doloroso ainda, foi quando ela descobriu que Snow estava viva e nem ao menos se importou com a felicidade dela – pois não a conhecia.
Transcorrido toda essa epopeia, Snow e Charming começam a se entender, ou quase isso. Emma e Hook decidem levar a mulher que Emma salvou para o futuro, pois ela deveria ter morrido e a “não-morte” dela pode causar coisas ruins no passado. Antes que tudo pudesse se resolver, Snow foge com o anel da mãe de Charming e com o cantil de água dele. Os dois vão para a ponte dos Trolls, onde eles começaram a se apaixonar, o problema é que as coisas não se resolveram com o pó de fada das Trevas que Snow acabou usando para se salvar de Regina. Emma mais uma vez tenta salvar o dia… Ainda bem que dessa vez ela não conseguiu. Snow resolveu tudo sozinha e, finalmente, as coisas ocorreram como deviam acontecer.
Geralmente, em um episódio com tantas reviravoltas, os roteiristas da série acabam se perdendo, mas nesse episódio tudo se manteve muito conexo ao que já tinha acontecido. A volta ao tempo foi benéfica para a série. Com o problema do amor de Snow e Charming resolvido, Emma, Hook e a companheira nova deles vão até Rumple e tentam voltar para casa, porém há – sempre – um problema: a varinha que os levaria para casa só pode recriar o portal se a pessoa que o transpôs a utilizar… e Emma está sem magia. Rumple acaba trancando-os no cofre secreto dele, no qual tudo o que é de pior está guardado lá. Essa foi a melhor cena do episódio, o diálogo entre Emma e Hook emocionou e muito, depois disso ainda houve Rumple querendo saber o que acontecia com Bae. Rumple como sempre se mostrou uma personagem cheia de facetas, ele liberando Emma e bebendo a poção mesmo sabendo que o seu filho morria foi algo que não pensei que ele faria. Não faça mais isso, Once Upon A Time, ou faça, porque foi muito perto da perfeição. Os três voltam para Storybrooke e é como se nada tivesse acontecido. Esperei algo mais preocupante no retorno deles, mas na verdade foi como se eles nunca tivessem sumido.
O grand finale tinha chegado. Emma e Hook voltaram ao Granny’s e descobriram que o nome do filho de Snow e Charming, em uma homenagem, era Neal. Quem não tinha chorado até agora, chorou aqui. Mesmo não gostando do Neal, não tinha como não se envolver. O final foi quase um final de novela, casamento de Rumple e Belle – ainda não acredito que Rumple se safou da morte de Zelena, sério que não terão consequências? Teve Regina e Robin curtindo a vida de amor, Snow e Charming… sendo Snow e Charming. E quando se pensou que tudo estava bem, a surpresa apareceu: a mulher que Emma salvara era a esposa morta de Robin Hood. Climão. Não sei qual o problema dos roteiristas com Regina, quando ela finalmente consegue ser feliz, eles vão lá e acabam com a felicidade dela. Qual o problema, gente? Só não entendi uma coisa, lembro de ver Robin Hood e sua esposa grávida – quase morrendo – em um episódio de flashback com Rumple… Em que momento depois disso ela foi presa por Regina? Esses flashbacks e conexões ainda vão acabar com a minha cabeça.
Let it go, let it go! Não tinha maneira melhor de acabar com um episódio do que com a Elsa. Ela acabou indo parar em Storybrooke quando o portal se abriu no cofre de Rumple. Ela estava presa em uma espécie de jarra mágica. O que nos leva a pensar: Elsa é muito, muito poderosa para ser mantida presa pelo próprio Rumple – se ele a prendeu, significa que ele tem medo dela e do que ela pode fazer –; além disso, alguém mais tem a impressão de que ela vai ser a grande vilã da próxima temporada? Ah, e a grande pergunta que fica: de quem ela vai ser parente? E mais uma temporada acabou, obrigado a todos que acompanharam as resenhas. Até a próxima temporada!
New Girl – Cruise
13/05/2014, 11:00.
Carla Heitgen
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Acabou. Só que não.
Mesmo agonizante, New Girl foi renovada para uma quarta temporada. E fora algumas piadas proporcionadas especialmente por Coach e Schmidt além de alguns ganchos interessantes, a season finale do terceiro ano da série foi, para acompanhar o tema náutico do episódio, a declaração oficial de naufrágio da criatividade e humor de outros dias.
A começar pela fórmula de trama que segue a linha “ficar bêbado – tomar decisões alcoolizado – tentar resolver o problema posteriormente, quando estiver sóbrio – piorar a situação”. Já vimos isto antes e a sensação é que estamos em um constante déjà-vu.
A premissa: quando estavam namorando, em uma noite de bebedeira, Nick e Jess adquiriram uma viagem de cruzeiro sem direito a reembolso. Com sua pão-durice afetada pela bebida e sob o efeito alucinógeno provocado pelos estágios iniciais da paixão, o bartender acreditava que o amor dura para sempre e não permite qualquer tipo de devolução. Só que, sim, romances acabam e pessoas são obrigadas a fazer uma viagem de sonho com seus respectivos ex-namorados para não perder o dinheiro que investiram.
Ao darem a notícia juntos, eles persuadem os amigos a ir com eles. Mas não ficaria um climão, já que o rompimento foi recente? Imagina. Mas e se acontecesse uma briga ente eles em pleno confinamento marítimo? Para onde os amigos escapariam para não se envolverem?
– Será uma prisão flutuante com bufê – diz Schmidt, irredutível.
– Acho que é uma boa desculpa para comprar um biquíni novo – Cece e a afirmação que fez Schmidt mudar de ideia rapidinho.
Nick e Jess mudaram o plano de romântico para cruzeiro entre amigos. Mas pelo preço, o máximo que conseguiam foi isso:
Como nestes estilos de passeio há muitas atividades a fazer, tudo correria bem, pois os seis só voltariam para a cabine para dormir. No entanto, embora tenham conseguido adaptar as acomodações para não românticas, o roteiro era todo planejado para casais. Logo, Miller, que não gosta de desperdício, quer fazer tudo e não demora para perceber que aflorar o romantismo em programas super atraentes como fazer cisnes de toalha é muito para quem acabou de terminar. E a noite acaba com o que parecia ser um beijo, mas acabou acidentalmente virando uma lambida na orelha.
Coach dá um show à parte. Muito macho para admitir seu medo de barcos, se oferece como voluntário para simulações de emergência que acabam em pura e divertida histeria. Algo positivo em New Girl: O treinador está completamente entrosado e aquele jeito rude de gritar com todo mundo como se fosse um técnico de basquete em final de campeonato garante boas oportunidades cômicas. Tanto que o ator Damon Wayans Jr agora faz parte do elenco fixo da série.
Schmidt, por sua vez, sob o pretexto de dar um anel de formatura para Cece, que terminou os estudos com sua ajuda, quer, na verdade, se declarar para a ex-namorada. E fazê-lo em um passeio de cruzeiro lhe parece uma excelente ideia. Seria, se Winston não estragasse tudo.
Nick e Jessica procuram ficar bem distantes um do outro, o que em um navio do porte em que eles estão não é difícil. A atmosfera pesada, entretanto, chega ao resto do grupo, que faz uma intervenção dentro de uma cabine trancada, cuja fechadura quebra e obriga os “selvagens” a sobreviver sem banho e comida por 3 dias, tempo que leva para darem falta deles.
Sobre os ganchos interessantes, Nick e Schmidt voltam a dividir a cama, quer dizer o beliche, como nos tempos de faculdade para que o ex-casal não precise dormir no mesmo cômodo. Com isso, eventuais ficadas e namoros prometem ser bem embaraçosos. Schmidt voltou a investir em Cece, mas não quer atrapalhar seu namoro com o cara mais novo, que é tão legal que só apareceu em dois episódios e… reparem o olhar da modelo para o personagem de Max Greenfield na foto de capa… é muito amor.
Cruise teve alguns momentos muito engraçados. Não o suficiente, contudo, para justificar uma redenção ou promessa de histórias melhores. New Girl terminou em baixa, mas renovada pela Fox.
Você acompanha ou já acompanhou New Girl? O que achou?
Game of Thrones – The Laws of Gods and Men
13/05/2014, 10:00.
João Freitas
Reviews
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E assim como vocês eu fiquei sem palavras. E assim como a vocês, a injustiça me comoveu. E com certeza, assim como vocês, eu não vou me esquecer tão cedo deste episódio. As mortes estavam lá, assim como a ganância pelo trono. No entanto, não é disso que vamos nos lembrar. Iremos lembrar do dia em que um anão, que pouco se importa com o poder, se agigantou diante da Corte Real, do poderoso Tywin Lannister e da cadela que um dia ele cometeu o erro de amar, para dizer o que ele engoliu por uma vida inteira.
O início do episódio nos introduz em Bravos, que já foi muito citada anteriormente, cidade onde fica localizado o Banco de Ferro. O motivo? Stannis finalmente agiu, parou de lamentar sua derrota na Batalha de Blackwater e foi em busca do apoio da única instituição a que todos temem, inclusive o Rei de Westeros. Aproveitando-se da antiga dívida do reinado de Robert com o Banco, Davos e Stannis convencem os líderes do Banco que a Casa Baratheon é a melhor opção do Banco de Ferro para retomar todo o ouro que lhe pertence. E com o apoio do Banco, Stannis volta ainda mais forte na luta pelo Trono de Ferro.
Outro arco que tomou o episódio foi o quase esquecido (e agora fracassado) resgate de Theon Greyjoy por sua irmã Yara. Em uma invasão direta em busca de seu irmão Yara acaba percebendo ao encontrá-lo que o Theon que ela conhecia já não existe mais. A loucura de Theon em posse de Ramsey é tão grande que agora ele irá enganar sua própria família a favor de seu Senhor. Eu, que nunca fui muito fã de Theon desde a “traição” dele aos Starks, devo tirar o chapéu para a atuação que vem sendo feita, é incrível o medo e o temor que “Reek” passa até mesmo em seu olhar na presença de seu Senhor Ramsey.
E então o julgamento de Tyrion se iniciou. Como sabíamos, todas as falsas acusações bem arquitetadas por Cersei caíram nos ombros do anão, o fazendo parecer ainda mais culpado do que antes. E, talvez, aqui esteja o grande mérito desse julgamento: ele brinca com você desde o princípio, te instiga a acreditar em algo e segue outro caminho. Ele massacra Tyrion desde o príncipio, não lhe dando nada senão calúnias. E quando estamos preparados para uma sentença, um sopro de esperança surge quando Jaime oferece um acordo a Tywin em troca da vida de seu irmão.
A sorte parece surgir, a agonia dá lugar à esperança antes inexistente e respiramos aliviados. “Ele vai se salvar!”, penso eu, erroneamente. E logo após esse vislumbre, Tywin chama Shae, que em seu testemunho fere Tyrion muito mais do que qualquer outro, faz seu coração sangrar. E a partir deste momento ele desaba. Sua mente, sempre tão inteligente, simplesmente desiste.
E o motivo pelo qual iremos lembrar desse episódio aparece: nesse momento Tyrion cede à pressão, cede a tudo o que aguentou por toda a sua vida. Uma vida que, desde o momento em que nasceu, foi considerado culpado pela morte de sua mãe. Uma vida que desde o momento em que nasceu, foi considerado uma mancha ao nome de sua família. Uma vida onde todos olhavam para ele como um nada.
“Eu queria ser o monstro que vocês acham que sou. Eu gostaria de ter veneno suficiente para matar todos vocês.”
Seu discurso é uma libertação, é um desabafo, um sopro de honra e a personificação de grandiosidade. Ele explodiu em ódio. E como foi absolutamente incrível a forma de interpretar do Peter Dinklage! A sua rebeldia na tela refletia a de todos que assistiam e prazerosa foi a sensação de ouvi-lo dizer cada uma daquelas palavras.
Tyrion é culpado sim, culpado por salvar a vida de um bando de tolos insignificantes. Culpado de ser tão melhor do que a família em que nasceu. É culpado por em um mundo regido pela busca por poder, viver de prazeres. Culpado por ser um dos personagens mais incríveis criados nessa saga.
Vida longa ao anão.
Chicago Fire – One More Shot
13/05/2014, 09:00.
Maísa França
Reviews
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Depois de um ótimo episódio apresentado na semana passada, Chicago Fire tinha tudo para engrenar essa reta final e nos deixar sem fôlego até o último episódio. Pena que não foi isso que aconteceu. Uma das coisas que sempre me incomodou na série (e eu sempre repito, pra deixar bem claro) é o fato de alguns plots serem esquecidos tão facilmente. E dessa vez não foi diferente.
Como que, diante de um super episódio, com direito a crossover com Chicago PD e um caso super importante, o atentado ocorrido simplesmente não é comentado? Nem parece que Dawson ficou presa nos escombros e Shay teve um super ferimento. Ou melhor, nem parece que metade do hospital da cidade ficou esculhambado, né? A séria caminha para o final de sua segunda temporada e a parte cronológica ainda faz questão de nos deixar confusos. Talvez isso melhore – ou não.
O ritmo do episódio não foi frenético, mas conseguiu mostrar, mais uma vez, a união do batalhão 51, principalmente quando o assunto é ajudar o próximo. O plot da (indecisa) Dawson está chegando ao fim aleluia e estamos perto de descobrir se ela será um bombeiro ou continuará no 51 como paramédica. Mas só estamos perto de descobrir porque grande parte do batalhão se mobilizou para que ela chegasse a tempo no teste. Caso contrário, teríamos uma Dawson paramédica ad eternum, isso se ela não resolver ter outra profissão… ou se ela passar no teste, claro. Aqui, vale a ressalva de que Mills ajudou muito mais do que Casey, ou seja…
O que também me incomodou bastante foi o retorno da Devon. Por que raios essa pessoa tinha que voltar do além para atormentar Shay? Fazia tempo que a série não dava uma dessas e nos deixava com cara de paisagem – ou morrendo de raiva. Ao que tudo indica, Devon permanecerá na vida de Shay para pagar toda sua dívida e eu, sinceramente, acho esse plot uma incógnita e nem tenho muito o que pensar.
Ainda fomos apresentados ao substituto de Clarke, Newhouse. O cara já apareceu super ajudando nos casos e do pouco que sabemos dele, já o fez se tornar um personagem interessante. Acho que ele não será tão misterioso quanto Clarke, mas promete ser um personagem legal de se acompanhar. E, bem, quem não quer saber logo como é feito esse trabalho de investigação que o cara tem como segundo emprego? Ou melhor, quem não quer saber o que Mills está afim de descobrir?
No meio de tudo isso, os bombeiros ainda encontraram lugar para falar de relacionamentos e logo teremos dois casamentos por aí. Isso se Casey não ficar enrolando em fazer o pedido para Dawson. Chief Boden tá um ponto a frente no quesito e logo já deve estar de casório marcado.
Com todos esses ganchos soltos, que venha uma season finale digna 😉
Elementary – Art in the Blood
12/05/2014, 12:00.
Gabriela Pagano
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No início do episódio, quando Sherlock entrou em casa depois de receber um telefonema de Watson – que lhe informava estar bem após o sequestro -, o detetive logo quis se desculpar com os agentes secretos, que ali se encontravam, pelo irmão ser um homem criminoso. Ele estava reluzente com esse triunfo pessoal. Cheio de si. E não sabia de nada o inocente.
Logo em seguida, Mycroft contou para o irmão que vinha trabalhando para o serviço de inteligência da Inglaterra – o MI6 – nos últimos dez anos. Sherlock não só ficou furioso ao notar que o irmão não era tão medíocre como imaginava, como ainda não se perdoou por não ter percebido isso durante toda a última década – ele não é tão genial como pensava. A Watson também não gostou da novidade e acabou com qualquer esperança que o Mycroft tinha de reatar o affair com a moça ( e a nossa também, sniiiff…).
Nesse episódio, a NYPD teve a participação praticamente nula, já que a história se concentrou nos agentes ingleses – e me dói o coração dizer que eles nem fizeram tanta falta assim. É que o chefe de Mycroft queria contratar Sherlock para um caso especial: um ex-analista do MI6 havia sido morto e ele tinha certeza de que não se tratava de um roubo seguido de morte. Como Holmes não tinha exatamente a opção de negar o favor – tratava-se de uma retribuição do que eles fizeram por Watson -, ele e a ex-médica começaram as investigações.
O ex-analista, que tinha tatuagens “secretas” no corpo, visíveis apenas com luz especial (<33333), acreditava que o MI6 tinha um espião e essa pessoa, provavelmente, era o autor do crime. Sherlock começou as investigações, mas, após colher algumas evidências, apenas as entregou para a agência secreta, sem tentar decifrá-las. O universo, entretanto, conspirou para que ele continuasse na investigação. Quase por acaso, a NYPD disse ter encontrado a arma de onde veio o disparo que matou o ex-analista britânico e as digitais, que ainda não haviam sido reconhecidas, tinham uma cicatriz peculiar. Na mesma hora, Holmes levantou da cadeira e saiu em disparada. Aí, é claro, a gente já sabia que as impressões eram de Mycroft.

Enquanto isso, Joan e Mycroft faziam as pazes no apartamento dele. O irmão de Sherlock contou que havia deixado o MI6 um tempo atrás, mas foi obrigado a voltar quando Sherlock, ainda no vício por drogas, se meteu com uns terroristas e seria preso. Joan ficou comovida e tascou um beijo no rapaz. Esse foi o primeiro beijo de um dos protagonistas da série! Foi um tanto estranho no começo, mas Joan e Mycroft combinam…
O que Mycroft não esperava era que Sherlock estava a caminho da casa dele, pois, tendo reconhecido a impressão digital do irmão, acreditava que ele era o verdadeiro espião do MI6. Aparentemente, Joan não comprou a história e achou que deve haver uma explicação mais complexa… Também acredito nisso. Que Mycroft anda bonzinho demais e muuuuito irmão exemplar e altruísta, é verdade – e não confio em gente boazinha demais -, mas não acredito que os roteiristas iriam cultivar um afeto por Mycroft no coração dos espectadores e destruí-lo tão rápido. Nem tudo deve ser como parece. Apesar disso, a gente deve considerar que Mycroft ficou bastante incomodado, lá no início do episódio, quando Sherlock foi convidado a trabalhar nesse caso… Bom, impossível saber o que vem aí. Estou ansiosíssima por essa season finale, que vai pegar fogo!
The Blacklist – The Kingmaker e Berlin
12/05/2014, 10:00.
Mariela Assmann
Reviews
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The Blacklist é uma daquelas séries que conquista desde o piloto. E não houve um episódio sequer que tenha decepcionado. Todos os casos foram interessantes e serviam de um bom “plano de fundo” para o arco central da série, envolvendo Lizzie e Red. Eventualmente, serviam para mais do que isso: acabavam sendo instrumentos para que o Red chegasse à algum objetivo. E os últimos episódios exibidos, The Kingmaker e Berlin, são a cobertura do bolo (espero que a cereja seja a season finale).
Em The Kingmaker, além de vermos o cerco sobre Red se fechar, ainda tivemos o embate entre ele e Lizzie. Tom, antes de partir, entregou à Liz um segredo de Red: a morte do pai adotivo da Liz poderia não ter acontecido da forma como ela imaginava. Reddington bem que tento “enrolar” Elizabeth, mas ela acabou (pasmem!) sendo bem esperta e colocou ele contra a parede.
A cena da revelação do assassinato do pai de Lizzie foi perfeita. Mais uma vez James Spader deu um show de atuação. E com a descoberta de Elizabeth, tudo mudou. A dinâmica instaurada entre eles, que move a série desde o princípio, se modificou. E deu a tônica para Berlin. Mas falo disso em instantes. Antes eu preciso falar do caso do Kingmaker.
Durante The Kingmaker foram várias as vezes que imaginei estar assistindo Scandal. O Kingmaker bem que poderia estar no time de Olivia Pope, não? Sim! Mas não foi isso que mais me chamou atenção no caso. Foi a forma como o FBI resolveu tudo praticamente sem a ajuda do Red. Saiu do comum da temporada, e isso me agradou bastante. E, de quebra, liberou Red para tratar de assuntos de seu interesse com a Aliança, que foi a responsável por contratar o Anslo Garrick para capturar Red (e acabou evitando a sua morte, no final das contas), lá no 10° episódio da temporada.
As coisas quanto a esse plot ainda estão meio no ar, já que não sabemos qual o grande segredo do grupo de pessoas Red guarda. Mas eu creio que o rompimento entre o Red e a tal Aliança deve repercutir na finale da temporada, já que Berlin está atacando Red com todas as suas forças, o que pode fazer com que o tal segredo da Aliança venha a público, afinal de contas. Ou eles podem acabar salvando a pele de Red, especialmente o Alan, que parece mais inclinado a colaborar.
Berlin trouxe de volta a trama do Tom. Depois de romper com Red, Liz procurou Ressler (AWN! <3) para desabafar, e juntos eles procuraram o FBI para contar toda a história do drama pessoal de Elizabeth. E, claro, ela acabou falando sobre o rompimento dela e do Red, e até pediu demissão da força-tarefa. Compreensível.
Mas com uma ameaça biológica rondando a cidade, Liz teve que engolir seu orgulho e o seu pranto e continuar trabalhando com Reddington. Mas ela relutou bastante em se aproximar do criminoso nesse episódio, o que nos conduziu pra belíssima cena final, na qual Liz constata que eles precisam um do outro, e que o afastamento é inevitável. E ele se entrega ao FBI feliz, já que ganhou o “carinho” que esperava.
Nesse episódio o FBI também me surpreendeu. Eles continuaram bem espertinhos, e a forma como Lizzie acabou ligando vários dos casos e concluindo que Red é o alvo dos atentados, como ele havia dito, foi quase que surpreendente. E ela descobriu que Berlin é uma pessoa, também. Ou seja: em dois episódios ela foi mais genial que no resto da temporada inteira.
A operação para propiciar a queda do avião mostra que Berlin não está para brincadeira: ele vem com força total pra cima de Red, o que gera a expectativa que o episódio de hoje à noite seja repleto de ação. Afinal de contas, uma ameaça biológica sempre dá uma agitadinha na vida e traz potencial de drama. Ou seja: Berlin Conclusion tem tudo para ser um final de temporada épico.
E é por isso que eu espero: muita ação, pancadaria entre Lizzie e Tom, a revelação de Red (tá mais que na hora de Elizabeth saber que é filha dele), perigo de vida e muito, muito drama. E se meu ship zarpar, eu prometo não reclamar.
Grimm – My Fair Wesen
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“Não mais um pássaro cinza, feio e desagradável de olhar, mas sim um cisne lindo e gracioso.”
Trubel aterrissou em Grimm, na vida de Nick e no coração dos fãs da série com muita facilidade. Nick ganhou um parente distante – e também Grimm – para seu convívio diário e se tornou um tutor de Trubel. E até mais do que isso, Nick é praticamente um irmão mais velho para essa Grimm que não fazia ideia do que eram os “monstros” que tentavam matá-la. Trubel teve os pais adotivos mortos por wesens e, depois disso, frequentou orfanatos e clínicas psiquiátricas. Agora ela ganhou um protetor, e mais do que isso, ganhou amigos e uma cidade para abrigá-la. Portland, a capital dos mundos Grimm e Wesen.
Pela primeira vez, Trubel percebeu que não é louca e que os monstros que via também podem ser um sinal de que ela tem um dom e através dele pode ajudar Nick e Hank a resolverem os casos da Polícia de Portland. No entanto, Nick já começou a ficar muito preocupado com o envolvimento de Trubel nos casos e agora tende a afastá-la da Polícia. Outra saída seria uma alternativa como a desculpa sugerida por Hank durante o caso do episódio: Trubel seria uma estudante de criminologia ou coisa parecida. De qualquer forma, o mais importante é que a personagem se mantenha na série, pois ela entrou e ampliou todas as expectativas sobre a terceira temporada de Grimm, que por sinal já se encaminha para o final.
As cenas mais interessantes de acompanhar em My Fair Wesen foram as que mostraram Nick ensinando para Trubel que alguns wesens, como Rosalee e Monroe, não vão tentar matá-la e que o convívio amigável é possível. A moça também já se sente mais à vontade para pesquisar no trailer da tia Marie e chegou a dar pena da carinha dela quando se deparou com o desenho da espécie wesen responsável pela morte de seus pais adotivos, a Siegbarste.
O jeito arisco e impulsivo de Trubel também rendeu boas cenas. Ela se infiltrou no caso dos wesens Lebensauger e ladrões de roupas de grife e sentiu na pela a satisfação de salvar a vida de alguém. No entanto, isso apavorou Nick, que ficou muito preocupado com as atitudes de Trubel. Por outro lado, todos os primeiros acontecimentos da Grimm na vida de Nick também fizeram a moça confiar mais nele e querer saber mais sobre como ser um Grimm e como se comportar corretamente. Tudo isso traz um vigor maior para a série e muita história para queimar nos próximos episódios e também na temporada seguinte.
My Fair Wesen também mostrou alguns novos passos de Adalind e Renard. O plot que envolve a hexenbiest segue lento e pouco promissor, mas Trubel também pode mudar isso. O que Renard e Adalind vão achar de ter outro Grimm por perto? Renard foi fiel a Nick por precisar dele, mas como será o tratamento com Trubel? Ela pode ser aliciada por Renard para ajudá-lo, mas ao mesmo tempo a moça é muito desconfiada e ainda não foi iniciada em toda essa situação que envolve a Família Real, a questão do chefe da Polícia de Portland ser um bastardo e ter uma filha com poderes especiais. De qualquer forma, Nick precisa proteger Trubel dos perigos que ela ainda não conhece e que podem ser muito piores que uma ou outra raça wesen.
Faltam dois episódios para que a terceira temporada de Grimm chegue ao final e ainda vamos ter pela frente o casamento de Rosalee e Monroe e saberemos mais sobre uma nova chave que está em Portland. A série tem tudo para encerrar seu terceiro ano como o melhor da série, lembrando que Grimm já está renovada pela NBC para a quarta temporada.
Orphan Black – Governed as It Were by Chance
12/05/2014, 00:45.
Mariela Assmann
Reviews
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Eu achei o episódio passado mais parado, reclamei dele, reclamei da Sarah dele. Mas depois de Governed as It Were by Chance eu compreendi muito melhor Mingling Its Own Nature With It. Compreendi melhor a decisão de um roteiro fragmentado. E gostei muito mais do episódio do dia 3. Mas essa review não é pra falar dele. É pra falar de Governed as It Were by Chance. Um episódio perfeito com o final mais AWESOME da face da Terra.
Não foi sorte Sarah ter se acidentado, afinal de contas. Foi o resultado de uma decisão (até agora) correta: procurar Cal. O suposto pai da Kira causou o acidente que poderia ter matado Manning e Daniel, mas que matou… NINGUÉM (ô povo difícil pra morrer esse de Orphan Black, eim?).
Eu ainda não sei qual é a do Cal, e estou especialmente encucada com o fato do seu projeto de polinização dele ter ido parar nas mãos dos militares (não sabemos sob quais condições), especialmente depois que a Cosima enfatizou que o projeto LEDA tem cara de projeto militar. E depois da cara de Cal quando a Sarah mencionou a Dyad, a pulga atrás da orelha aumentou consideravelmente de tamanho. Mas dou o benefício da dúvida para ele. Primeiro, porque Orphan Black me deixa meio paranóica e saio desconfiando de todo mundo. E segundo porque, afinal de contas, se ele quisesse fugir com a Kira, já teria fugido. E as semelhanças – físicas e “psicológicas” – dele e da garotinha ficam cada vez mais evidentes aos meus olhos. Então, quem sabe, ele seja só um cara legal que vai ser uma mão na roda para Sarah. QUEM SABE!
E por falar em Sarah, ela voltou a reinar no meu coração nesse episódio. Tá certo que ela ainda está confiando cegamente no Cal e eu acho que essa decisão pode não ser a mais correta, mas ela voltou ao nível badass ao qual me acostumei e isso me faz muito feliz. Sem contar que ela foi espertona e conseguiu se passar pela Rachel e invadir o “covil” da proclone. Isso depois de ter furtado o celular de Daniel, e de ter observado (embora em situação de risco de vida) o código de desbloqueio. Palmas lentas para a Srta. Manning.
Sarah conseguiu juntar uma série de novas evidências sobre o projeto LEDA nesse episódio, já que invadiu a casa da Mrs. S e conseguiu jornais que mostram que o casal de cientistas da foto que a Amelia lhe entregou é na verdade… O CASAL QUE CRIOU RACHEL! E a invasão à casa de Rachel trouxe mais informações sobre os cientistas.
Os dois, britânicos, eram geneticistas ligados com pesquisas sobre combinação genética. E meio que descobrimos, então, que Sarah deveria ter sido… Rachel. Sim! Se Amelia não tivesse fugido, como contou que fez na season finale da primeira temporada, Sarah seria a filha do casal. Descobrimos ainda que Cosima não daria uma boa elaboradora de perfis, já que ela meio que errou a parte da clone consciente ter crescido sem afeto dos pais. Não foi dessa vez que descobrimos o porquê de Rachel ser a “dona vadia”.
Pena que a visita ao apartamento da Rachel não acabou muito bem, já que Daniel é a phoenix da semana (dá próxima cheque os sinais vitais direito, Sarah!). Mas mesmo nesse momento Sarah foi Sarah, riu (ou cuspiu) na cara do perigo e foi bem ousada, mesmo quando algemada aos canos do banheiro. E ela conseguiu ser esperta ainda: descobriu que Daniel é o monitor da Sarah, e que além de ter um caso com ela, reporta os passos da clone malvada para Leekie.
Tudo isso rendeu um ótimo diálogo, interrompido para Daniel fazer um corte em Sarah, BEM NO LUGAR QUE BETH TINHA A CICATRIZ. O que isso significa eu ainda não sei, mas deve significar algo. Por que sim.
Logo depois o desespero tomou conta de Sarah e ela apelou para o sentimentalismo (e o show da Maslany começou aí). Só que Daniel não tinha sentimentos. E eis que a profecia de Kira (MEU DEUS, A MENINA É A MAIS ESPERTA!) se concretizou e umA anjA apareceu para salvar a Sarah.
Sim, senhoras e senhores. As sestras estão reunidas novamente. E que cena, QUE CENA! Um show duplo da Tatiana, que mandou bem demais como Helena, com sua angústia e seu medo revestidos de uma falsa calma, e como Sarah, com sua ferocidade transmutada em medo e desespero.
Helena: Hello sestra. Good to see you.
Sarah: Helena, what are you doing here?
Helena: I followed you from mother’s house.
Sarah: I shot you! You were dead!’
Helena: Yes you did. It’s a miracle. We were meant to be together.’
Sarah: Stay away from me.
Helena: Please, sestra. I need your help. Don’t send me back. I was married. I think he took something from inside of me.
Essa cena foi muito, muito significativa. Helena mostrou, mais uma vez, como sua essência é pura, apesar de atormentada. Ela está com uma faca na mão, em frente à pessoa que tentou matá-la, que está completamente impossibilitada de reagir. E ela pede por favor (assim como pediu no hospital, na season premiere dessa temporada). Mostra, mais uma vez, como o vínculo que ela tem com Sarah é forte. E perceber o quanto o abraço a completa e conforta só comprova isso.
E Sarah, por mais assustada (compreensivelmente) que esteja, compreende o drama de Helena. A dor e a angústia dela. E responde ao abraço de Helena com um apoiar de cabeça que demonstra que sim, ela consegue sentir a conexão. Enfim, Sarah sentiu a conexão.
Eu poderia parar de escrever agora, mas ainda há mais o que falar. É preciso dizer que Mrs. S também mexeu os seus pauzinhos e encontrou o tal do Carlton, que foi quem deixou Sarah na sua porta. E depois de um pouco de ação (de é que vocês me entendem) com o moço, vestida para matar, ela conversou sobre ele sobre o projeto LEDA. E essa conversa confirmou algumas coisas que já sabíamos: ela conhecia Amelia, sabia sobre o projeto e . A novidade é que um tal de Kasov foi o entregador. E que Mrs. S vai tentar encontrá-lo para IMPEDIR QUE SARAH SAIBA A VERDADE. Sim, impedir que Sarah descubra o que ela está prestes a descobrir. O porquê dessa vontade, se para proteger Sarah e Kira ou a si mesma, saberemos nos próximos episódios.
Também preciso comentar sobre Alison e sua rehab. Tadinha de Alison, “presa” na reabilitação. Se por um lado ela fica livre de Donnie, por outro ela fica longe de seus filhos e quase sem contato com o Clone Club. Pelo menos Fe está de volta, e tira um tempinho para visitas sociais. Agora a torcida é pra que Cos, Sarah e Helena façam um grupo de resgate e tirem Alison do “cativeiro”. Go, Clone Club!
E o que falar do final do episódio? Os proletheans perderam Helena (que escapou depois de Grace tentar mandar ela “de volta por inferno” e de colocar a garota pra dormir, com uma PEQUENA ajuda de Art), mas ficaram com os óvulos dela. E uma “nova vida” se inicia, nas mãos dos malucos. A única parte boa disso tudo é que Helena não foi estuprada e nem fertilizada! Comemoremos!
P.S.1: o prêmio de melhor checagem de sinais vitais fica dividido entre Sarah e Grace.
P.S.2: Felix falando na busca da Alison para ter sua dignidade de volta enquanto ela faz “pipi” no potinho sob vigilância foi impagável.
P.S.3: Tia Cosima (morri com a fofura de Kira chamando Cos de tia!) tá cada vez mais adoentada. AI MEU CORAÇÃO!
P.S.4: o mito grego dos filhos gêmeos de Zeus e Leda caiu como uma luva na série. Crianças meio “deusas” e meio humanas? Grande sacada. Seria, então, o projeto LEDA um projeto militar para criar “supercrianças”?
P.S.5: Por favor, mais cenas entre as clones, mais conversas telefônicas, via skype, mais abraços. Mais Tatiana Maslany interagindo com Tatiana Maslany!
P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!
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