TeleSéries
Game of Thrones – The Mountain and the Viper
04/06/2014, 22:44.
João Freitas
Reviews
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É após um episódio como esse que pensamos “CHEGA, não dá mais pra mim, não vou mais me iludir”. Seja no núcleo da Dany, na Muralha ou em Porto Real, nada parece dar certo. A série voltou de uma pequena pausa com sangue nos olhos, e mostrou que as surpresas até o fim da temporada estão longe de acabar.
Ao saber do passado de seu escudeiro, Dany foi firme, como uma rainha deve ser. Mandar Sor Jorah embora foi talvez o ato mais difícil que ela já teve que tomar (e talvez por isso, não conseguiu ordenar que o matassem), mas ela fez o que tinha que fazer. Eu sempre senti pena dele, seja pelo exílio ou pelo amor oculto e não correspondido pela Dany. O fato é que Jorah não merecia isto, vê-lo finalmente dizer que a ama de joelhos pedindo perdão foi duro demais. Mas a trama de Tywin e Varys funcionou, e agora Dany perdeu um de seus grandes conselheiros. Sempre fortalecida a cada episódio, dessa vez Dany ficou mais fraca.
Do outro lado do mar, houve trocas de poder importantes: Roose Bolton, aquele traidor que deu o golpe fatal em Robb, é o novo dono do Norte. E graças a Reek, Ramsay agora é um Bolton legítimo. Juntos eles seguiram para suas novas terras e podem ou não intervir na luta que se aproxima na Muralha.
Já no Ninho da Águia, Mindinho e Sansa ludibriaram o conselho do castelo e agora mandam e desmandam em quem deve passar pela Porta da Lua. O pobre e pequeno Robin Arryn, novo Senhor do Vale, é a mais nova marionete de Petyr. No entanto, o destaque todo aqui fica com a ex-tonta Sansa Stark. Ela leu a situação perante o conselho e agiu tão friamente ao inocentar Petyr que ele a amou ainda mais depois disso. Na cena seguinte, vemos os dois conversando e Sansa diz saber o que Petyr quer. Após isso, vemos ela de preto e com um novo semblante. Menos inocente e mais adulta ela parece ter mudado, não só a mente, mas acredito que de menina para mulher. Sua troca de olhares com Petyr é quase uma denúncia, acho que ela não está longe de ceder ao desejo dele.
E então, a hora de Oberyn finalmente chega. Diferentemente do universo criado por Tolkien, em Westeros não há o bem e o mal totalmente definidos, há interesses. No entanto, por alguns minutos, tivemos essas linhas separadas diante de nossos olhos no mundo de Game of Thrones. De um lado, o ódio de Cersei somado à força cruel de Gregor Clegane. De outro, a esperança de Tyrion somada à vontade de fazer justiça por Oberyn. A Montanha e a Víbora fizeram jus às suas alcunhas e digladiaram-se de maneira tão bela quanto um combate entre dois grandes guerreiros deve ser.
Sem piscar os olhos acompanhava a destreza nos movimentos da Víbora, enquanto a Montanha tentava de todas as maneiras acabar com a luta. Oberyn não queria que aquilo terminasse rápido, ele queria mais, ele queria que Gregor sofresse, que confessasse seus atos contra Elia Martell. Ver o sorriso no rosto da Víbora a cada embate de espada e lança me dava certeza de que aquilo acabaria bem. Eu pensava, hoje sim. Hoje teremos aquilo que merecemos, um pouco de justiça.
“Você estuprou minha irmã. Você a assassinou. Você matou os filhos dela!”
Por diversas vezes Oberyn dizia o motivo de estar fazendo tudo aquilo. Imagino quantas vezes aquilo se passava em sua mente. Quantas vezes ele imaginou aquele cenário? Os gritos de sua irmã até a morte. O maior mérito desse combate não foi sua coreografia de luta, foi a série nos fazer torcer não somente por Tyrion, mas também por Oberyn. Desde o momento em que apareceu, no início da temporada, a Víbora se mostrou um total badass, mas foi no seu discurso a Tyrion, ainda no episódio passado, que ele conseguiu me ganhar. Foi ali, na fragilidade de ambos ao deixar as lágrimas saltarem aos olhos, que Oberyn se mostrou tão injustiçado quanto o anão.
É difícil para mim escrever essa parte, Martin insiste em matar todos os personagens com quem eu me identifico. Ned, o homem que morreu com honra. Robb, o Rei que nunca perdeu uma batalha, e agora Oberyn. A Víbora Vermelha de Dorne que caiu perante a emoção.
A cada esquiva, a cada golpe desferido pela lança dele, eu pensava “hoje sim, você vai morrer, Montanha”. E quando Oberyn conseguiu derrubá-lo, eu estava certo de que aquele era o fim. Era a nossa vez, um pouco de felicidade para quem vê essa série. Hoje sim, hoje sim, hoje não.
Tão rápida quanto a mudança do meu semblante ao assistir, Oberyn perdeu seus dentes e sua cabeça. Tyrion é sentenciado à morte e sobem os créditos. Por quê? Por que sempre assim? Por que sempre se negar a dar um pequeno momento de glória para aqueles que já sofreram tanto?
É assim, odiando o amor que sinto por Game of Thrones que me despeço de Oberyn Martell, a Víbora Vermelha de Dorne.
PS: “O pilar e as pedras” TARGARYEN, Daenerys.
Nashville – On The Other Hand
02/06/2014, 21:22.
Gabi Guimarães
Reviews
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Novos rumos à vista.
On The Other Hand, season finale que veio coroar uma sólida e bela temporada para Nashville – muito superior à primeira, há que se dizer –, trouxe a promessa de novos rumos, novos arcos e novos dramas para a terceira temporada. Mais do que isso, trouxe algo pelo qual podemos esperar ansiosamente: uma reaproximação entre Rayna e Juliette. Considerando que (quase) todos os arcos desenvolvidos já haviam sido resolvidos (ou quase isso), não sabia muito bem o que esperar para o encerramento desta temporada. Fui positivamente surpreendida e termino a temporada feliz e satisfeita com a série.
A jornada teve alguns escorregões aqui e ali, é verdade, mas acho que o mais importante a frisar aqui foram justamente os esforços do roteiro em se livrar daquilo que obviamente não estava dando certo. Lamar, Peggy, e tudo o mais que envolvia o arco político da série foram, aos poucos, sendo eliminados para dar mais espaço ao que realmente interessa: os bastidores da música country, Rayna, Juliette e todo o drama que essa combinação não falha em nos proporcionar. Talvez este tenha sido justamente o maior mérito desta segunda temporada: trazer Nashville de volta à sua essência.
Com isso, vejo personagens como Teddy e Tandy cada vez mais avulsos e aleatórios na trama, sem função alguma. De que adianta ser o prefeito de Nashville se o arco político da série morreu junto com Lamar – e Maddie parece preferir Deacon cada vez mais?
Falando desta season finale mais especificamente, a minha única reclamação… adivinhem? Vai para ele, o inigualável Will Lexington.
A minha decepção ao perceber que o arco sofrível do personagem e sua imensa dificuldade de auto-aceitação irá se estender para a terceira temporada me deixou em pânico. Sério? Isso era mesmo necessário? Will passou os 22 episódios desta temporada num eterno ciclo vicioso de autorrejeição e autodesprezo que basicamente levou o nada a lugar nenhum. Até mesmo quando esboçou uma evolução, na já distante primeira metade da temporada, quando desistiu da covarde ideia de tirar sua própria vida, Will não demorou a nos decepcionar novamente. Pois bem, a merda será toda jogada no ventilador assim que a season premiere chegar, lá por meados de setembro. Eu avisei, você avisou, nós avisamos… Hell, até o Jeff Fordham avisou! A moral da história é a seguinte: TODOS nós sabemos o que vem por aí, e eu não acredito que exista uma única pessoa neste fandom que esteja genuinamente ansioso para acompanhar o desenrolar deste arco que não acrescentou absolutamente nada à série e inacreditavelmente ainda se estenderá pela próxima. Foi triste perceber quanto tempo desta finale foi desperdiçado com este arco tão pobre. Uma temporada inteira já era mais do que suficiente. #ficadica Layla, aparentemente, era a única que não havia percebido, e sua reação diante da confissão emocionada de Will disse tudo. Conhecendo a índole da moça, sabemos que Will não terá qualquer solidariedade ou apoio, muito pelo contrário. Humilhada, espero que a porrada tenha sido forte o suficiente para expulsá-la definitivamente da série. Outra personagem sem propósito, que sequer chegou a mostrar a que veio. Mas ah… Não esqueçamos: Ms. Grant não pode ir embora antes que Juju descubra que foi ela quem vazou para a imprensa o seu affair com Charlie Wentworth! Seria tão, mas tão legal, não? Pois é, quem nasceu para ser Layla jamais será Juliette Barnes…
Mas as minhas breves reclamações ficam por aqui. O restante do episódio me agradou muito, e até mesmo o plot do lançamento do álbum de Will serviu para impulsionar a história. Adorei ver Rayna tomar as rédeas da situação como a líder em que se transformou desde a fundação da Highway 65 e jogar o jogo sujo de Jeff Fordham, devolvendo-lhe as “gentilezas” na mesma moeda – e com a bênção de Deacon. Afinal, os fins justificam os meios? Creio que, nesta situação, a resposta é um sonoro “sim”. Talvez por isso mesmo o negócio com Sam Boone tenha sido tão pontual, deixando as picuinhas do passado para trás, e mostrando ao executivo da Edgehill Records que Rayna, definitivamente, não está para brincadeira. Mas o ponto alto do episódio – pedidos de casamento à parte, mas já chegaremos lá – foi todo o arco envolvendo Rayna e Juliette (tinha foto melhor para abrir esta review?). They’re back, baby!
Desesperada com a inevitável e iminente descoberta de sua traição por Avery, Juju perde a razão, o juízo e a noção e, sucumbindo diante das ameaças cretinas de Jeff, aparece no evento de Deacon para a Sober House completamente bêbada. Que papelão ridículo. Ainda bem que Mr. Claybourne estava lá para salvar o dia – e o seu evento! – e impedir que Juju invadisse o palco quando Avery cantava uma canção em sua homenagem. (Aliás, quando foi que a banda de Avery, Gunnar e Zoey se reuniu novamente? Adorei este retorno, claro. Mas fiquei um pouco confusa: eles não tinham decidido que a banda não era uma prioridade e tal? Talvez tenha sido apenas uma participação especial em um evento ainda mais especial. De qualquer forma, adorei – como sempre! Mais reuniões dessa banda linda na terceira temporada, por favor!).
Em poucos minutos, vimos uma Juliette completamente surtada tentando a todo custo sair de seu contrato com a Highway 65, insultando Rayna, e sendo a Juliette de sempre… Mas, por outro lado, também vimos que Rayna já a conhece melhor do que isso – afinal, Juju não é tão indecifrável assim –, e sabia que deveria haver algum motivo escuso por trás desse comportamento errático. Gostei de vê-la sendo sincera com Rayna para variar um pouco, e gostei mais ainda de ver a nossa rainha defendendo e protegendo Juju com unhas e dentes – com direito até a “segurada de cabelo” enquanto ela, transtornada, vomitava sem parar. A minha cena favorita desta finale, com toda a certeza, foi aquele confronto entre Rayna, Juliette e Jeff. Que cena, gente… QUE. CENA!
“Oi Jeff! Obrigada pelo pior minuto e meio da minha vida.” – Juliette
“Hey, Jeff! A saída é por aqui.” – Juliette
“Aproveite o show!” – Rayna
… tudo isso culminando com um high-five histórico entre as duas. Para lavar a alma! Melhor impossível.
Mentira. Melhor que isso só vendo as duas unidas no palco depois de tanto tempo e talvez mais unidas do que nunca. Decisão muito acertada do roteiro, ao meu ver, colocando ambas – a rainha e sua antagonista – do mesmo lado, para sacudir um tiquinho a ordem natural das coisas e nos deixar com aquele gostinho de “quero mais” para a próxima temporada. Mal posso esperar!
Mas o que deu o tom dessa finale foi mesmo os dramas românticos de ambas. O pedido de casamento de Luke – e Deacon –, e o derradeiro embate entre Juliette e Avery.
Foi difícil assistir. Foi difícil ouvir Avery dizer todas aquelas duras verdades (?) para ela. Será que Juliette realmente não sabe o que é o amor, como ele a acusou? Eu me recuso a acreditar nisso, apesar dos pesares. A Juliette da primeira temporada, talvez. Mas, mesmo com seus desprezíveis escorregões em momentos cruciais, será que ainda podemos dizer que Juliette não sabe amar e ser amada? É claro que ela não se transformou numa pessoa perfeita da noite para o dia, mas venho batendo na mesma tecla desde o início da temporada: sua evolução é inegável. Tão inegável que ela foi a primeira a reconhecer esse ciclo vicioso de autodestruição que já é tão inerente ao seu caráter que é difícil separá-lo de quem ela é.
“Acho que quando eu sinto que alguém vai me machucar, apenas garanto que eu me machuque primeiro. Ou pior. Incendiar a casa enquanto ainda estou dentro. E o Jeff apenas me viu pelo que eu realmente sou. Uma favelada coberta de brilhantes. Eu não mereço você. E, no final do dia, garantirei que eu tenha o que eu mereço. Nada e ninguém. Eu sei que preciso de ajuda. Mas, por favor… Por favor, não me obrigue a ficar sozinha de novo.” – Juliette
Uma das cenas mais comoventes de Nashville até hoje, capaz de emocionar até o mais duro e gelado dos corações. Juju sabe que precisa de ajuda. E isso só demonstra o quanto ela cresceu e amadureceu até aqui. Somente uma pessoa madura e consciente é capaz de enxergar a própria situação com tanta clareza, e eu acho que, no fim do dia, é isso o que transforma Juliette em uma personagem tão querida para tantos e tantos fãs da série. De longe, ela (junto com Deacon) é a personagem mais humana. Cheia de defeitos e graves falhas de caráter, com certeza, mas em constante mudança e evolução. Mas a pergunta que não quer calar é: Avery será capaz de perdoá-la? A mágoa pela traição foi muito grande, mas lembremos que ele fez o mesmo com Scarlett nos primórdios da série. O que será de Juvery? O que vocês acham?
E o que dizer de Rayna e seu triângulo amoroso?
Fiquei um pouco surpresa com o pedido de casamento de Luke, confesso. Até porque não faz nem cinco minutos que ele estava colocando o amor que Rayna sente por ele em cheque. Oi? Já falei que não sou muito fã do personagem, e também fiquei surpresa por Rayna ter aceitado se casar com ele sem pensar duas vezes (estar diante de milhares de fãs entusiasmados talvez tenha tido algum peso, não?). Alguém aí acha que Rayna genuinamente ama o Mr. Wheeler? Se é verdade que uma imagem vale mais do que mil palavras, as carinhas de Deacon e Maddie não precisam de legenda, não é mesmo?
A menina, aliás, parece estar preterindo Teddy por Deacon já há algum tempo, deixando seu pai adotivo ainda mais deslocado na trama. Observem, por exemplo, que o descontentamento dela pelo casamento da mãe é porque ela deseja ver Rayna e Deacon juntos, e não uma reconciliação dela com Teddy. E isso já diz muito, não? Além de espalhar rancor e ressentimento por toda a temporada, pra que mais serviu Teddy? Qual poderá ser a função do personagem daqui pra frente? Fica aí mais uma pergunta que não quer calar. Mas outro fato que também não dá pra calar é na armadilha da chatice em que Maddie está caindo. Toda essa coisa de “artista incompreendida” já se tornou bastante cansativa, e a personagem corre o risco de se tornar caricata caso continue repetindo como um disco quebrado o quanto a vida é injusta. Rayna, Deacon e Teddy – em um dos poucos, senão o único ponto em que concordam – tem toda a razão de querer poupá-la do brutal mundo da música por enquanto. A sua educação importa, Maddie. Um pouquinho mais de paciência e compreensão, por favor! (Mas não deixe de cantar, porque você é uma linda, ok? Grata.)
O inesperado pedido de casamento de Luke, entretanto, fez o imenso amor de Deacon por Rayna acordar de seu estado adormecido. Nós sempre soubemos que ele estava lá, em algum lugar, escondido, aguardando o momento apropriado para sair – e sempre estará –, mas talvez a urgência da situação tenha apressado um pouco as coisas.
“Essa nossa coisa… Eu sei o que eu fiz. Parti seu coração de mil jeitos diferentes, e eu sinto muito por isso. Mas algo mudou. Eu. Eu sei como te amar agora. Aquele homem que você sempre quis que eu fosse? Eu sou esse homem. E eu posso ser um marido agora, e eu posso ser pai. E eu posso te dar tudo o que sempre quisemos ter. E talvez seja tarde demais, e eu deva seguir em frente, mas eu não posso. Tentei muito, mas o que sempre acontece é que eu melhoro em mentir para mim mesmo. Eu não quero mais fazer isso. Você e eu, Ray. É assim que deveria ser. Você sabe disso. Maddie, Daphne, você… e eu.” – Deacon
Fica até difícil dizer alguma coisa depois desse lindo discurso do Deacon, não? Eu acredito nele, mas… Rayna também acreditará? Ela aceitará o pedido de Deacon, jogando Luke para escanteio? Nunca acreditei no amor dela por Luke, vocês já estão cansados de ouvir, e o que a história dela e Deacon representa certamente é muito maior, mas depois de tudo, de todo o sofrimento que sempre a acompanhou… será o suficiente para convencer Rayna? Eu quero acreditar que sim, mas não sei o que esperar… E vocês?
Para terminar, o que dizer sobre Gunnar e Scarlett? Ele teve uma temporada apagada, sem muita expressão; com ela foi justamente o contrário: a promessa de uma carreira de sucesso, o trabalho incansável, a solidão, as lágrimas, a derrocada… tudo para voltar ao começo. Mas estaria este recomeço longe de Nashville? Adoro ver esses dois juntos, musical e amorosamente, e a cena final ao som daquele lindo dueto nos deixou com uma promessa de reaproximação. Gunnar deixou claro que não quer que ela vá embora… Scarlett ficou muito emocionada com a linda canção em sua homenagem… Existe algo mal resolvido entre eles, nós sabemos, mas… O que isso significará para eles? Espero que Scarlett fique em Nashville, mas… E Zoey? Mal posso esperar, mal posso esperar!
Um anel no dedo, outro na palma da mão… E agora, Rayna?
Deixo aqui o meu muito obrigada pela companhia ao longo desta temporada… e até setembro!
Orphan Black – Knowledge of Causes, and Secret Motion of Things
02/06/2014, 15:38.
Mariela Assmann
Reviews
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Que série é essa? QUE SÉRIE É ESSA? QUE. SÉRIE. É. ESSA?
Não sei como começar essa review, já que ainda não consigo reagir “apropriadamente” à Knowledge of Causes, and Secret Motion of Things. O que foram aqueles minutos finais? Sarah se despedaçando por Cosima e Donnie sendo… Donnie! Cabeças explodindo. Literalmente. Mas antes de falar sobre esses 5 minutos finais, preciso falar sobre os cerca de 37 minutos que os antecederam. Tão brilhantes quanto.
Nessa semana observamos que as semelhanças entre a Mrs. S e Sarah são muitas. Paul está certo: foi da mãe adotiva que Sarah herdou essa vontade – e a habilidade – de “explodir” as coisas. Enquanto Sarah foi ver Kira – e resolver o probleminha de Alison na rehab -. Mrs. S foi dar um olá para Leekie e promoveu o encontro entre Rachel (que tem sentimentos, vejam só!) e o professor Duncan.
E nem todo mundo aguenta a pressão do Dia da Família… Ruir. Sério, será que existirá futuro para a família Hendrix depois de tudo que aconteceu nesse episódio? Eu sabia que Donnie é um tapado de marca maior, afinal de contas foram váááárias as reuniões do Clone Club na casa dele sem que ele percebesse nada de esquisito. Sem contar que ele foi torturado por Ali e humilhado publicamente por ela. Muitos de nós, fãs da série, achamos que ele aguentou tudo isso por ser parte do plano de Leekie. Só que não. Ele não sabia era de nada. A cara de enjôo dele ao presenciar Sarah e Alison lado a lado foi genial. E a cara de fúria dele depois de ouvir o discurso de Ali (que partiu meu coração em pedacinhos bem pequenos) dava dicas do que viria a seguir. Bom, pelo menos de uma parte da cena final da série. Mas falo disso depois.
Mas não foi só Ali e Donnie que movimentaram as coisas na rehab. Antes disso Ali, esperta que só, descobriu que Vic estava tramando com DeAngelis. Pena que ela descobriu isso tudo apenas depois de desabafar sobre a “negligência criminosa” com Aynslee. Sério, Ali? SÉRIO? Claro que Sarah teve que aparecer para falar com Vic e tentar evitar que a Alison fosse dividir a cela com as garotas de Orange is the New Black. Afinal de contas, já passou da hora de tirar a pedra que impede o rio do Vic de fluir. Só que Fee resolveu dar uma ajudinha e BAM. Gliter e sangue para todos os lados.
A sequência que envolveu Fee e Alison tentando esconder um desmaiadíssimo Vic enquanto Sarah tentava se passar por Ali (se passando por Donnie) foram muito divertidas. E deram mostras de que a produção de Orphan Black sabe muito bem o que faz, inserindo doses bem vindas de comédia dentro dos episódios, o que nos possibilita parar de roer as unhas e dar uma respirada ocasional.
Sarah ainda teve tempo (tudo ficou menos distante nesse episódio ou foi impressão minha?) de dormir com Cal e Kira e até mesmo de tomar o café da manhã com eles. E de voltar para ambos depois de toda ação na rehab. E foi nesse momento que caiu sobre ela a bomba da gravidade do estado de saúde de Cosima. Mas ainda não falei disso, então vamos para um “previously in Knowledge of Causes, and Secret Motion of Things”…
… Delphine conseguiu o que queria ao esconder de Cosima a informação sobre a origem do material genético usado em seu tratamento. O procedimento médico de implantar “a cura” no útero de Cos foi realizada e as chances dela melhorar aumentaram. Mas na sequência Cosima descobriu tudo que Delphine escondeu dela (e descobrimos como o dente da Kira foi parar na Dyad) e nossos coraçõezinhos shippers foram partidos. Cos expulsou Delphine do laboratório e agora que fazer “crazy science” sozinha. Mas, eventualmente, ela acaba aceitando que Kira é a resposta para sua melhora e liga pra Sarah. Pronto. Podemos seguir com a review.
É claro que Sarah se desespera ao saber que Cos está morrendo. E Kira, espertinha, escuta a mãe falando sobre o dente e prontamente extrai um. Tem como não amar profundamente essa menina? <3 E é então que mãe e filha partem, juntas e sozinhas, para a jornada pró-Cosima. Mesmo que Cal tenha ficado bravinho, afinal de contas ele passou vários episódios fugindo da Dyad e agora Sarah vai levar Kira diretamente para eles. O que Cal não sabe é que é necessário. Então, go Sarah!
Cosima estava sofrendo por estar morrendo. Sarah estava sofrendo por Cosima estar morrendo. Alison estava sofrendo por estar na rehab e ver sua família ruindo. Não vimos a Helena no episódio, mas ela estar sofrendo, pois está com os Proletheans. Mas elas não eram as únicas que sofriam. Rachel – sim, pasmem, Rachel! – também sofria nesse momento. (E nós sofríamos por vê-las sofrendo, é óbvio).
Depois de 20 anos, Rachel reencontrou o pai, que julgava estar morto. E de quebra descobriu que Leekie, seu amado mentor, foi o responsável pelo “acidente” que vitimou sua mãe. É claro que ela não lidou bem com tudo isso. E sobrou para Leekie, que foi “traído” inclusive por Marion Bowles, a chefe badass da Dyad.
Ela chegou com tudo e bem que levou um papinho com o médico e falou sobre “controlar” Rachel. Mas no final das contas quem seria controlado seria o próprio Leekie, já que ele falhou em “neutralizar” a maior ameaça à Dyad: Sarah. Só que Rachel mostrou que além de ter um coração, há sentimentos nele, e deu a chance do seu mentor tentar sobreviver. O problema é que eles não contavam com a estupidez do Donnie.
Papai Hendrix buscava reparar o mal que Leekie fez à sua família. Desabafou, armado (espero que não seja uma das armas registradas da Alison), cobrando explicações do médico. E se demitiu. Mas ao bater a mão no volante, BAM. Miolos voando por todos os lados. COMO ASSIM, DONNIE?
Como Ali reagirá ao acontecimento. E, principalmente, como Rachel reagirá ao saber da morte do mentor? Será que Rachel vai sair do lado negro da força? E Helena, foi inseminada? As coisas ficarão realmente feias em Orphan Black. E isso tudo faltando 3 míseros episódios para o final da temporada. Como lidar?
P.S.1: na cena entre Alison e Sarah a produção de Orphan Black foi tão ousada que colocou um espelho. UM ESPELHO REFLETINDO PERFEITAMENTE AS CLONES. E não dá nem pra perceber a câmera. Well done, Orphan Black.
P.S.2: Tatiana interpretando Sarah interpretando Alison interpretando Donnie. Well done, Orphan Black. [2]
P.S.3: R.I.P. Dr. Leekie (ah, vai… ele merece). Só espero que os conhecimentos dele não sejam necessários para salvar Cosima.
P.S.4: Paul está sempre indo para o lado que o vento sopra. Não consigo confiar nele. Mas também não consigo desconfiar dele de verdade. Damn me!
P.S.5: Bem vinda, Michelle Diva Forbes.
P.S.6: Volta, Helena. Sentimos saudade.
P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!
Rookie Blue – All By Her Selfie
02/06/2014, 14:41.
Mariela Assmann
Reviews
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All By Her Selfie, o segundo episódio da 5ª temporada de Rookie Blue, focou em Andy McNally e em sua tentativa de treinar o novo novato da 15ª Divisão. E se achávamos o Dov atrapalhado, foi porque ainda não conhecíamos Duncan Moore.
Eu confesso que não gostei muito do novato. E também não fui muito com a cara do episódio. Lembram como comentei na review de Blink ter ficado feliz pelo fim dos mimimis amorosos? Pois então, eu me precipitei.
Em All By Her Selfie Andy voltou a ter dúvidas em relação à Swarek, já que o cara continua todo durão e não fez o mínimo esforço para se reconectar com a irmã. A moça partiu (e foi mal aproveitada, diga-se de passagem), mas não sem antes falar algumas coisas para Andy, que repensou a possibilidade de ser “feliz para sempre” ao lado de Sam. Aparentemente, ele é perito na arte de magoar. E, assim, ela corre muitos riscos.
Eu entendo o lado da Andy, de verdade. Mas ela sabe como o Sam é desde a primeira temporada. Quando ela abriu mão do relacionamento leve que estava tendo com o Collins, sabia que estava optando por voltar para um Swarek “danificado”. Ainda é muito cedo para dizer se o Sam tentará com mais afinco se abrir para Andy e fazê-la feliz. Mas espero, de verdade, que esse plot não seja mais do mesmo. O casal tem muita química. Seria uma pena vê-la desperdiçada.
Outro relacionamento que eu achei que tinha se consolidado era o de Dov e de Chloe. Mas o Dov ainda estava todo inseguro. Até dá pra entender isso, afinal de contas ela era casada e não contou nada, mas acho que os roteiristas estão se repetindo demais. E pelo que vi do promo do próximo episódio, isso tende a piorar, já que Wes estará de volta. Só espero que não repitam os desastres da vida amorosa do Dov novamente. Ele e Chloe tem um bom potencial juntos, não deveria ser jogado ao vento.
Por falar em vida amorosa, Chris voltou à ativa com tudo, não? Ele está bem parecido com o que era no início da série, antes de namorar com Gail. Mas estou sentindo falta de ver o policial Chris em ação, achei ele mal aproveitado nesses dois primeiros episódios. Espero que ele ganhe plots policiais interessantes. Aliás, espero isso para o Nick também, ele mal apareceu em All By Her Selfie, e na temporada passada ele tinha histórias legais, mesmo antes do envolvimento dele e da McNally. Mas eu sei que as histórias funcionam quase como em um carrossel de personagens, por isso é muito cedo para criticar o desenvolvimento da temporada.
E nem só de dramas amorosos o episódio foi feito. Aliás, boa parte dele focou na parte policial mesmo. E temos um novo chefe na área: Oliver tirou o uniforme de sempre e vestiu a camisa branca. Isso mesmo, Best foi substituído por Shaw, que chegou com tudo, tentando colocar ordem na zorra que virou a 15ª (cá entre nós, ela sempre foi, né? E a gente adora isso).
E uma das primeiras providencias dele foi alertar McNally que Moore não estava pronto para ir para as ruas. Mas sabemos que Andy é teimosa, e ela é a oficial encarregada pelo novato, agora. E terá muiiiiito trabalho com Moore, que é um pouco arrogante, além de ser sem noção e bem atrapalhado.
As coisas que ele fez nesse episódio foram escatológicas, e olha que estamos falando da 15ª Divisão. Já vimos de tudo por lá. Sair tocando em tudo na cena do crime, dar a notícia da morte para a esposa da vítima daquele jeito, não acatar as ordens da McNally, enfim, foi um festival de mancadas. Mas depois do discurso final da Andy eu acho que ele achou o rumo, e trabalhará duro para mostrar que tem valor por si só, e não pelo fato de ser enteado do superintendente. Posso estar sendo otimista demais, mas torço para que não.
Espero que o episódio dessa noite me surpreenda positivamente. E ele tem tudo para fazer isso, já que Rookie Blue é justamente a série que despretensiosamente chega e ocupa um espaço considerável dos nossos corações.
P.S.1: Nash voltou a ter um plot que dividiu vida pessoal/trabalho. Funcionou bem. Torço para que os roteiristas não voltem para aquela Nash das primeiras temporadas, nas quais ela era muito mãe e pouco policial.
P.S.2: Gail merece mais tempo de tela. Nós merecemos mais do seu sarcasmo.
Agents of S.H.I.E.L.D. – Ragtag e Beginning of the End
30/05/2014, 14:41.
Lucas Leal
Reviews
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SHIELD veio para sua reta final com dois bons episódios, um de preparação e um de verdadeiro encerramento, que ainda assim souberam deixar ganchos para a próxima temporada.
No penúltimo episódio, tivemos um aprofundamento da personalidade e das camadas do agente Ward, mostrando seu passado e os ‘motivos’ que podem ter levado-0 a se tornar um traidor, nojento e asqueroso. Paralelamente, no presente, vimos o Team Coulson em busca do paradeiro de Garret e Ward para ativar um vírus que Skye colocou no HD roubado pela HIDRA – o que podem fazer acessando um computador deles – e para tanto resolvem invadir a Cybertek, responsável pelo “Deathlock” e que tem ligação com o passado de Garret e com o presente da Centopéia.
Vimos como Mike ‘Deathlock’ Peterson é manipulado por Garret que usa o filho de Mike para mantê-lo na rédea curta e como Raina conseguiu sintetizar a droga que foi injetada em Skye e em Coulson. Raina também aproveitou e revelou o segredo de Skye para Ward, que é o fato dela ter uma origem sobre-humana. Também foi interessante ver o Team Coulson, sem o aparato tecnológico da SHIELD, recorrer ao avô de Triplett e traquitanas de muito tempo atrás para poder ter alguma vantagem e invadir a Cybertek.
Nota: só eu que fiquei com o nome da Skynet (a empresa vilã do Exterminador do Futuro) na cabeça toda vez que falavam Cybertek?
Aqui o ponto alto humorístico do episódio, com Coulson e May tentando invadir a Cybertek como ‘inventores’, tentando empurrar seus produtos ultrapassados com o resto do time na orelha deles gritando instruções. Depois fazendo a ‘transferência dos arquivos’ que não eram digitais, mas físicos, então foram literalmente atirados pela janela. Hilário!
Daí a primeira bomba: Garret e sua aliança com Cybertek é um pouco mais profunda. O “Clarividente” é o primeiro ‘Deathlock’, com partes mecânicas em seu corpo, que estão falhando e vão levá-lo à morte. Evidente que nesse ponto a série foi pro caminho óbvio, Garret usaria a droga sintetizada de Raina para sobreviver e foi o que aconteceu.
Junto com a droga vieram eventuais poderes, dando um ar de “Clarividente” de fato a Garret. Em especial quando na finale ele pegou uma das portas do laboratório do ‘ônibus’ para fazer uns rabiscos e uns padrões para lá de estranhos. Mistério para próxima temporada, já que na finale Coulson acabou fazendo os mesmos padrões em uma parede!
O time de Coulson finalmente descobre o paradeiro de Garret e Ward e vão para ilha do Fidel, onde fica a base deles, mas infelizmente chegam após eles já terem fugido. Nesse ponto da história, Fitz-Simmons descobrem o paradeiro do avião onde Garret e Ward estão e resolvem não acatar as ordens de Coulson de ‘aguardar ajuda’ e entram no avião para seguir rastreando o destino de Ward e Garret. Mas Ward localiza a dupla primeiro e aprisiona os dois e os leva para o ‘ônibus’.
Entrelaçando o presente com o passado, descobrimos que Ward era um adolescente rebelde, problemático, que se colocou em uma enrascada após incendiar sua casa e quase matar seu irmão. Iria para cadeia por tentativa de homicídio, mas foi socorrido pelo agente Garret, que o ‘adotou’. Ao que me parece, Garret já tinha intenção de ter um aliado, bandido, e leal ao seu lado e adotou Ward para tal. Claro, o treinou para que fosse um agente de verdade da SHIELD e uma arma do mal e letal, o fez de forma muito rígida, abandonando-o no meio do nada, deixando-o à própria sorte, apenas com um cachorro ao seu lado.
Ward se virou bem e sobreviveu, mas no fim teve um teste difícil para acatar as ordens de Garret. Isso porque o filiado da HIDRA ordenou que Ward desse cabo do cachorro, sem nenhum motivo, apenas para mostrar sua força e para que Ward aprendesse a ser um assassino sem paixão, sem sentimentos.
Após corrermos todo o episódio entre passado e futuro, nesse momento a série fundiu os dois e voltou para o presente após a captura de Fitz-Simmons, e Garret manda que Ward elimine os dois. A dupla consegue fugir e acabam se prendendo em um compartimento do avião. Voltando ao passado, vimos Ward titubeando e não assassinando o cachorro que foi seu parceiro por anos como Garret queria. E, ao que parece, Garret acabou sabendo ao olhar pela sua sniper.
Assim, tudo levava a crer que Ward faria o mesmo e não conseguiria dar cabo de Fitz-Simmons, e talvez Garret o fizesse, mas superando os ‘erros’ do passado e mostrando que as lições não aprendidas foram superadas, Ward desacopla o compartimento de Fitz-Simmons e os deixa no meio do mar, a deriva, naufragando para morte certa!
Paralelamente Team Coulson consegue achar a base secreta em Cuba e o local para ativar o vírus de Skye, mas de repente se materializam super soldados para acabar com a festa. Assim terminou o penúltimo episódio, de preparação para a season finale, não chegando a empolgar, mas colocando os personagens nas situações ideais para um final arrasador. E foi o que aconteceu!
Tivemos Fitz-Simmons no fundo do mar, lutando contra a morte até o último segundo, uma morte certa que despertou uma emoção genuína, pelo amor de Fitz por Simmons e pelo seu altruísmo em deixar ela tentar se salvar e se sacrificar para que ela conseguisse isso. Os dois pensando em como podiam se salvar, lamentando o seu azar e dando a morte como certa durante muito tempo. Em como criaram um chamariz, que acabou salvando a vida deles pois no momento mais inesperado se materializa Nick Fury e os resgata no meio do nada!
A sacada e as conexões foram reais e funcionaram perfeitamente. Depois dos acontecimentos de Homem Aranha 2, que estreou pouco antes da finale, tive a certeza de que Fitz-Simmons poderiam realmente morrer. Então quando Fitz revela o seu plano e informa que iria se sacrificar, tive o temor concreto de que isso aconteceria. Mas o fato deles terem conseguido se salvar, ainda mais graças ao Nick Fury e ao plano mirabolante dos dois, me deixou muito satisfeito.
No outro lado da temporada tivemos Team Coulson em sua última etapa para parar Ward e Garret. O início do episódio mostrando a Cybertek antes de chegarmos em Coulson, foi uma sacada muito boa. Em especial pelo link do início com o primeiro dia do funcionário que entrou por conta do ‘programa de incentivos’ e o fim onde vimos que o programa era a mesma motivação de Mike “Deathlock” Peterson, ou seja, todos ali tinham familiares sequestrados.
No fim, a série plantou sementes para a próxima temporada, com Raina, Quinn e o Gravitonium se separando de Ward e Garret pouco antes do Team Coulson chegar. Achei evidente nesse momento que o final provavelmente seria dos dois mortos, mas não foi o que aconteceu. Em uma ótima sequência de ação, talvez a melhor até aqui, Triplett e Coulson vão para neutralizar Garret, May vai atrás de Ward e Skye vai atrás da solução que vai possibilitar a vitória. Óbvio que tudo deu certo, Skye e May invadem a base da Cybertek, alteram a diretriz padrão dos super soldados (que é defender Garret), abrindo espaço para Coulson e Triplett invadirem a Cybertek atrás da dupla Ward-Garret. Claro, não antes do general “Aaron Pierce”, de 24h, morrer nas mãos de Garret para mostrar seu poderio para os militares que pretendiam comprar o projeto dos ‘super soldados’.
Daí, o pulo do gato de Skye que foi acabar com o ‘programa de incentivos’, liberando o filho de Mike Peterson que pode finalmente se vingar de Garret metendo um foguete no peito! E, claro, finalizando com um pisão na cabeça. Além de May dando uma verdadeira e merecida surra em Ward, como todos esperávamos!
E, apesar de tudo, Garret ainda sobreviveu e quase voltou do além para uma última cartada. Por sinal, quase a série terminou com uma ótima ponta para a próxima temporada com o Clarividente virando um “Deathlock” Ultimate, mas Coulson tinha outros planos, tipo explodi-lo!
Bacana as aparições de Nick Fury, para salvar Fitz-Simmons como já falado, para ajudar Coulson contra Garret e, finalmente, para explicar porque Coulson foi ressuscitado em uma cena realmente emocionante e ainda deixar Coulson como o novo diretor da SHIELD e colocar sob sua responsabilidade a reconstrução da entidade.
Dessa forma, a série deixou suas pontas soltas para a próxima temporada, como o mistério de Coulson e a escrita que ele e Garret compartilharam, fruto do soro alienígena, o passado de Skye, o que será de Ward agora capturado, Raina, Quinn e Gravitonium ainda à solta e, principalmente, a reconstrução da SHIELD e a captura dos prisioneiros liberados da geladeira.
Encerramos a temporada com um outro agente Koening dando as boas vindas a uma nova base secreta, o Playground, que provavelmente será o novo QG da SHIELD e do Team Coulson. E Raina indo falar com o pai de Skye que sabe do paradeiro da filha dele!
Resumindo, o saldo da temporada foi extremamente positivo, me agradaram demais os acontecimentos, as respostas dadas foram razoáveis para boas, os mistérios agradaram, a ação foi extremamente satisfatória e da metade em diante a série finalmente conseguiu me fazer gostar de todos os personagens, salvo Ward que, ao que parece, finalmente vai sair de cena para a entrada do Triplett, que foi um acréscimo e tanto para o Team Coulson e para série. Acredito, assim, que a segunda temporada iniciará com uma premissa muito melhor que nos filmes e estou ansioso para ver se finalmente os acontecimentos da série vão ter reflexos nos filmes e não apenas o contrário!
Orphan Black – To Hound Nature in Her Wanderings
28/05/2014, 17:00.
Mariela Assmann
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To Hound Nature in Her Wanderings me enganou direitinho. De cara comentei com a amiga com a qual assisti o episódio, em meio à risadas, que parecíamos estar assistindo uma comédia. Afinal de contas, a road trip de Sarah e Helena foi uma das coisas mais engraçadas que a série já exibiu, e as cenas da Helena no bar, após conhecer seu “namorado” Jesse, não ficaram devendo em nada para elas.
Mas logo eu veria a outra face da moeda, e os risos deram lugar à apreensão.
O episódio foi genial. E por mais repetitivo que seja, isso merece ser dito. O foco ficou em Helena e Sarah, mais uma vez, mas Alison e Cosima também ganharam um pouco mais de tempo de tela. Em compensação, Rachel e Kira não apareceram nessa semana, o que é uma pena. Mas não podemos ter tudo, então é bom nos contentarmos com o que temos. Que passa longe de ser pouco.
To Hound Nature in Her Wanderings começou com a viagem de Sarah e Helena à Cold River, que acabamos descobrindo não se tratar de uma cidade, mas sim de um instituto. Foi lá que no início dos anos 70 os cientistas Duncan iniciaram as pesquisas genéticas que lhes dariam “garotinhas”. E sim, a alcunha “o lugar dos gritos” cai bem, porque as fotos que Sarah encontrou deram o recado do que se encontrava por lá (porque os canos precisavam ranger bem naquela hora?).
Em 1976 o projeto LEDA foi incorporado pelos militares, mas ele acabou desativado por questões éticas. Na conversa de Sarah com Duncan descobrimos que foi quando os militares abandonaram o projeto que o Dyad entrou na jogada. Segundo o professor, quando se vai longe demais, perde-se o controle da situação. E foi no Dyad que as coisas saíram de controle: a coisa ficou séria por causa do movimento neolution dentro do Instituto, comandado por ninguém mais, ninguém menos, que Aldous Leekie, o responsável pela morte da esposa de Duncan. Tá bom pra vocês?
No episódio passado eu havia me convencido que Leekie era um cara legal e super preocupado com as clones. Aparentemente, não é beeeem assim. Mas ainda acredito que a preocupação dele com as clones é verdadeira, afinal de contas ele passou completamente dos limites por elas, o que significa que não deve tolerar perdê-las. E esse pode ser o único ponto favorável ao homem que transformou Rachel em uma vadia sem coração (explicado o vídeo que Sarah viu naquela visitinha ao apartamento da bitch clone).
Outro indício da ausência de escrúpulos de Leekie foi a informação revelada por Scott (que sabe dos clones [mas não que Cosima é um] e agora trabalha no Dyad). Como assim o material utilizado no tratamento de Cosima é de um dente de uma parente (filha/sobrinha) das clones? Conseguiram um dente da Kira ou há outra filha de clone por aí? E Delphine escondeu isso de Cosima porque sabe que ela não aceitará um tratamento nessas condições ou para proteger Leekie? ORPHAN BLACK, PARE DE MEXER COM A MINHA CABEÇA DESSE JEITO!
Enquanto tudo isso acontecia no núcleo relacionado com as descobertas de Sarah (que teve o auxílio da ótima dupla Art e Fee nas investigações), Helena era esquisita/fofa/linda/vem cá que quero te abraçar em um bar e contava a sua nada mole vida para Jesse, o seu “namorado”. Detalhe que a vida era uma junção das vidas de Sarah, Cosima e Alison. Malandra é a Helena. E depois de vários drinques e uns torresmos de porco Helena beijou o “namorado” e depois distribuiu porradas. Diversão a perder de vista. Mas como nem tudo que reluz é ouro, isso tudo aconteceu sob o olhar atento de Mark, o detestável capanga dos Proletheans.
Nossa “sugar honey” só precisava ficar dentro do carro, mas aparentemente Sarah pediu demais de sua sestra e Helena acabou presa. Mas claro que a irmã apareceu para libertá-la. Pena que foi a irmã errada. Grace, a creepy, apareceu para falar com Helena sobre os “seus bebês” e a loira desgrenhada resolveu voltar para a Fazenda de livre e espontânea vontade. O que me consola é que ela não está sedada e está cada dia mais esperta. Logo, os Proletheans não oferecem tanto risco para ela. Na verdade, o plano de Helena deve ser receber “os seus bebês” e dar no pé. Ou ser resgatadas por suas sestras antes disso. Enfim, vamos ver onde essa história vai parar. E se Helena é, de fato, ótima com crianças. Seria bom vê-la brincando com as sombras novamente. Woof, woof!
No núcleo rehab da trama Alison fez um mui amigo. Vic the dick está de volta, senhoras e senhores. E todo o papo budista quase nos enganou. Só que quem está por trás de toda a encenação de Vic é Angie, a policial enxerida que cismou em conseguir desvendar toda a história das clones através de Alison. Coitadinha da Ally! Ela está frágil, longe dos filhos e resolve confiar no Vic, tudo para quebrar a cara logo adiante. O que nos dá um tantinho de esperança é o fato de Sarah estar estudando uma forma de resgatar Alison da rehab. Fofura pura! Espero que o esquadrão de resgate chegue logo para extrair a Alison. E que isso não signifique que ela terá que ficar longe dos filhos dela. Ah, e que ela tenha uma chance de arrancar as bolas do Donnie antes de partir. Obrigada.
E já que falei em fofura, preciso dizer que quase chorei com a descrição que Sarah fez de Cosima. Eu amo quando Sarah interage com Helena, acho linda a forma que elas estão aprendendo a lidar uma com a outra. Mas confesso que a interação entre Sarah e Cos mexe muiiiiito comigo.
Foi tão fofo ver Sarah preocupada com a saúde de Cosima, e ver a geek monkey tentando ser forte e deixar a sua irmã mais esperançosa foi de cortar o coração.
Eu espero MESMO que o tratamento dê certo, que a chegada do professor Duncan (que deve ir para o Dyad junto de Sarah e Mrs. S – que, a propósito, teve um diálogo ÓTIMO com o Paul – depois daquele discurso sobre Rachel – o monstro – correr o risco de ficar doente também) signifique avanços para o tratamento ou mesmo a descoberta do genoma original, porque não consigo nem pensar na possibilidade de continuarmos nossa jornada científica sem Cosima. Me nego a pensar nisso. De verdade.
Mal posso esperar pelo episódio de sábado. Mal posso esperar pela renovação de Orphan Black para sua terceira temporada. Tá demorando, BBC!
P.S.1: Sarah e Helena, Yin e Yang.
P.S.2: mais um episódio sem o bumbum do Fee aparecer. Estão descansando a imagem!
P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!
Modern Family – The Wedding (Part 2)
27/05/2014, 10:10.
Maísa França
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Guardar o melhor pro final. Foi isso que Modern Family fez nessa quinta temporada. Foram dois episódios reservados para mostrar o casamento de Cam e Mitchell. Dois episódios que poderiam ter se resumido à um só mas que conseguiram cumprir o que prometeram desde a estreia da quinta temporada da série, fechando-a de um modo único.
A quinta temporada está longe de ser uma das melhores da série, mas trouxe episódios memoráveis e a segunda parte do casamento é um deles. Foram nove meses planejando a cerimônia perfeita e, somente após a quarta tentativa, ela, de fato, aconteceu. A trama ficou um pouco arrastada por ter se estendido em dois episódios, mas podemos levar em consideração que esse foi o tempo que levaram para arrumar o clube de golfe para que o casamento acontecesse lá.
Além disso, os dois episódios foram necessários para que Jay desse o braço a torcer e conseguisse o clube de golfe para o casamento. E, mais do que isso, para que ele estivesse preparado para levar o filho até o altar (coisa que poderia não acontecer, visto que eles estavam brigados). Foram momentos clichês, mas que conseguiram mostrar o quão bonito é o amor que todos da família compartilham uns com os outros. Principalmente o amor de Cam e Mitch.
Mas nem só de noivos se faz um casamento. O discurso de Claire, que era a madrinha do casal, foi emocionante e extremamente egocêntrico, mostrando o melhor lado da personagem. Phil teve seu destaque por ser a pessoa que, com palavras simples, oficializou o casamento.
O núcleo das crianças teve algumas sacadas muito boas com o “casamento” de Luke e Manny e, também, com a pequena Lily, que não via a hora de ir logo pra casa. Haley também teve sua parcela importante mostrando, mais uma, vez como evoluiu como pessoa, assim como Alex, que também está um pouco mais madura.
Apesar de não ter explorado muito os personagens e algumas situações, The Wedding (Part 2) fechou a trama de toda a quinta temporada e deixou algumas expectativas para o novo ano. Veremos como será o cotidiano do “novo casal” da família e também poderemos acompanhar melhor o crescimento das crianças e o relacionamento de Haley e Andy (se ele acontecer).
Game of Thrones – Mockingbird
23/05/2014, 22:54.
João Freitas
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Surpresas e mais surpresas são o que o Mockingbird nos trouxe. Romance, traição e uma boa quantidade de sangue jorrando marcaram o sétimo episódio da quarta temporada da série. A sempre em risco vida de Tyrion ganha uma nova esperança enquanto o Ninho da Águia tem seu novo senhor de forma surpreendente.
Após o explosivo discurso do último episódio, Tyrion se viu refém da realidade na qual uma luta de espadas decidirá se seu pescoço irá ou não à forca. Os trechos dele tentando convencer seu irmão Jaime e Bronn a lutarem contra o campeão de Cersei são muito bem feitos, principalmente com Bronn. Os dois discutindo sobre o que seria mais vantajoso para o antes mercenário e agora cavalheiro foi sensacional. No entanto, Tyrion se viu sozinho quando até mesmo Bronn disse que uma luta contra a Montanha, Sir Gregor Clegane é brincar com a morte.
E então, Oberryn surge. O Príncipe de Dorne vai até Tyrion e consegue, em apenas uma cena, fazer com que a nossa torcida para o combate não seja só pelo Lannister se salvar, mas também pela vingança do Dornês. Ele cita a época onde Tyrion não tinha sua boca para se defender de acusações e mostra que odeia a Família Lannister tanto quanto o anão. Que dupla, gente! Eu já gostava do Oberryn pela audácia com que encarava as situações diplomáticas e Tywin, mas agora, mal posso esperar para vê-lo vencendo essa luta e obtendo sua vingança.
A vingança, o sentimento que motiva Oberryn, é algo tão forte que motiva os seres a coisas inimagináveis. Arya é, talvez, o maior símbolo disso, é uma tristeza que ela não tenha tido ainda tanto espaço nessa temporada para brilhar. Entretanto, nesse episódio vimos pela primeira vez ela e o Cão se dando bem, como amigos (ou qualquer coisa parecida com isso) e tenho que dizer que achei bem bonita a cena. A tal história de como o Sandor ficou com o rosto desfigurado serve bem para ilustrar que ali, naquele mundo, não existe bem e mal, mas sim interesses que levam a atitudes e alguns vão mais longe que outros em busca do que querem.
E falando em conseguir o que quer, chegamos a Daario e Daenerys. Fazia tempo que os olhares se cruzavam, que a coisa tava prometendo e finalmente aconteceu. Primeiramente fico feliz pela personagem da Dany, que largou a santidade a qual tinha se entregado desde que Drogo partiu pra se entregar aos prazeres da carne. Em segundo lugar, e tenho certeza que as mulheres vão discordar veementemente de mim, aquele ângulo era realmente necessário?
E o final do episódio estava guardado para o belo Ninho da Águia em um cenário lindo de neve. Sansa fez a coisa mais importante dela na série e construiu Winterfell em neve (vocês não sentem saudades da casa dos Starks?). Em meio a um desentendimento com o filho de sua tia Lisa, a mesma é protegida e amparada mais uma vez por Mindinho. E eis que Petyr faz sua jogada e consegue beijá-la. Lysa vê toda a cena e minha antiga dúvida, se ela era a mulher mais recalcada dessa série, fica mais do que clara. Em seu ódio, Lysa ameaça jogar Sansa pela Porta da Lua e é acalmada apenas por Petyr, que após deixar a filha de Catelyn em paz, diz em alto e bom som: “Eu só amei apenas uma mulher a minha vida toda… a sua irmã”. E com essas palavras Lysa aprendeu a voar, direto para a morte.
Não teremos episódio neste próximo domingo, dia 25. A série retorna somente no dia primeiro de junho, trazendo o embate que tem tudo para ser épico entre a Montanha e Oberryn Martell. Já posso ouvir os gritos de dor de ambos os lados. De que lado você vai ficar?
The Vampire Diaries – Home
22/05/2014, 20:24.
Mônica Castilho
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A quinta temporada de The Vampire Diaries acabou e a ficha ainda não caiu. Esta esteve longe de ser uma das melhores temporadas da série, dando a impressão de que todo o esforço para tentar consertar algo que um dia foi muito bom, só piorou ainda mais as coisas. Tivemos Silas, que mesmo sendo temido até pelo próprio Klaus, não durou a metade do que prometeu; tivemos questões com doppelgangers, várias, que juntamente com os Viajantes serviram para povoar ainda mais a série (a qual já contava com personagens demais) e também se encerraram tão brevemente como começaram. Talvez o mais importante tenha sido o Doutor Wes com seus mistérios da Augustine e o vírus vampírico canibal, o que daria muitos problemas interessantes mas que foram equivocadamente resolvidos. Resumindo: houve problemas, demais até, mas nenhum que se aprofundou tanto ao ponto de causar um maior impacto. O que mais se aproximou disso foi Markos com seus Viajantes, mas o que lhe sobrou de participação, faltou de carisma.
Mesmo esta season finale e o episódio passado tendo salvado um pouco a trama, foi difícil remediar a situação. Ok, temos Stefan de volta, mas a troco da vida de Damon. Alaric, o personagem que desde sua morte tem sido alvo de pedidos para que voltasse, também finalmente está de novo em Mystic Falls e acredito que sua presença melhorará bastante a trama. Entretanto, quando Stefan morreu, tal fato me causou revolta pois temos que admitir que um Salvatore apenas não segura a trama como protagonista, já que a Elena em si é uma mosca morta que só sabe chorar e atrapalhar. E se eu mal apostava em Damon para segurar a coisa quando Stefan morreu, imagina o Stefan então sozinho.
O plano até que foi bem estruturado, e em minha opinião teria tido muito mais chances de dar certo se a Elena não tivesse atrapalhado. Para começar, ela já atrasou Damon antes de ele ir a Mystic Falls causar a explosão dos Viajantes (lembrando que o vampiro não fez a passagem de volta para o mundo dos vivos por segundos). Não sendo o bastante, ela obviamente morreu por acompanhar o Damon no plano de explodir o Grill e quando voltou foi mais um “peso” para Bonnie carregar para o nosso lado novamente, e tal vaga poderia muito bem ter sido utilizada pela Lexi. Tudo isso só fez a Elena se tornar cada vez mais insuportável, fato que já vinha aumentando bem antes desta temporada. Inclusive, é impossível não sentir uma pequena raiva quando ela começa a chorar (algo que faz a cada cinco minutos), ou então faz aquela cara de choro ao invés de fazer alguma coisa útil de fato.
Tudo bem, a culpa do insucesso do plano não foi exclusivamente da Elena. Luke foi o tal que, ao invés de tentar ajudar a irmã no feitiço caso isso fosse possível, interrompeu o mesmo. Por falar de Liv, sua atitude de cumprir com a própria palavra a tornou admirável e provou que ela não é uma vilã, e sim alguém que apenas lutava por uma causa que pensava ser justa. Já o Luke… Sem comentários, hm?
Bem, apesar de todas as complicações, o objetivo foi conquistado: Stefan foi salvo juntamente com Enzo, que viria de carona, e Bonnie morreu. Nenhum desses acontecimentos foi surpresa, na verdade, e o único fato chocante foi a morte de Damon. Ele pode voltar? É claro que pode, pois assim como tentaram (e conseguiram) trazer Stefan de volta, duvido que deixem a morte do Damon por isso mesmo, e tristezas à parte, a “despedida” dele e de Bonnie foi algo bonito de se ver.
Home foi um bom episódio, excluindo o quesito sentimental por conta das despedidas (pelo menos temporárias) de personagens queridos. Tivemos surpresas, alegrias (lê-se: Alaric), uma dose de ação, um pouco de romance, ameaças sendo eliminadas, Stefan tendo seus olhos abertos para Caroline… Enfim, tudo o que a maior parte da temporada não teve. Entretanto, ficou aquela sensação de que faltou alguma coisa, como se este episódio servisse caso fosse até uma series finale, já que teve o encerramento dos problemas em aberto com os Viajantes, a partida de Damon e Bonnie e… Somente isso. Sim, porque por mais que haja a morte de dois personagens importantes, ainda ficou aquele buraco na questão do que todos os outros que ainda estão vivos enfrentarão. Ficou em aberto a questão de saber quem é o vilão da vez, já que qualquer plateia precisa de alguém para torcer, e ver uma ameaça muito maior do que simples contratempos causados nas tentativas de resgatarem os que foram destruídos junto com o “outro lado”. Por enquanto, a única certeza que temos é que a história voltará a se passar na nossa velha e amada Mystic Falls.
P. S. [1]: Espero mesmo que nessa tentativa de resgatarem Damon e Bonnie, a qual com certeza acontecerá, desta vez por favor levem a Lexi junto.
P. S. [2]: Considerando que a Katherine foi para outro lugar, este pode muito bem não ter sido destruído, e na hora em que tudo desmoronava, meu único pensamento foi na VampDiva comendo pipocas e assistindo a desgraça dos inimigos.
P. S. [3]: Como assim nenhum beijo, mimimi ou similares, Stefan e Caroline?!
P. S. [4]: Elena, pare de chorar fazendo careta. É feio. Sério.
Rookie Blue – Blink
22/05/2014, 16:35.
Mariela Assmann
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Tudo muda em um segundo, em um piscar de olhos. E na season premiere da 5ª temporada de Rookie Blue lidamos com as consequências de uma dessas piscadas.
A trama de Blink continuou praticamente do ponto no qual You Can See the Stars. E confesso que fiquei um tantinho decepcionada com o episódio. Não que ele tenha sido ruim, longe disso. Mas Rookie Blue veio em um crescente tão legal no final da 4ª temporada que estava esperando um pouco mais da série.
O maior acerto do episódio foi ter colocado fim às indefinições amorosas. Agradando ou desagradando, pelo menos tivemos desfechos. E isso evita o mimimi prolongado e aquele “vai-não-vai” que não faz bem, na maioria das vezes, aos seriados.
Andy confessou o seu amor por Swarek no episódio anterior, e através de uma conversa dela com Dov descobrimos o porquê dela ter feito isso, mesmo estando feliz e bonitinha com o Nick. Ao ver Swarek morrendo, a policial se deu conta de que não conseguiria viver sem ele. E todo aquele sentimento que ela havia se obrigado a represar, em razão de Sam ter sido meio jackass na temporada passada e da existência de Marlo retornou com força.
E ela já colocou um ponto final no namorico com o fofo do Nick no final do episódio, o que permitiu que ela ficasse ao lado de Sam até ele acordar. E sorrir para ela e nos fazer esquecer de toda sua idiotice e de toda a fofura do Nick. McSwarek tem química, e isso é inegável. Mas espero que os roteiristas desenvolvam melhor o Sam, e que ele seja mais honesto e aberto com a Andy. Aliás, com a irmã dele por perto, quem sabe o passado dele seja melhor trabalhado, o que só tem a acrescentar. Quero crer que a irmã de Sam veio para ficar, já que Nick foi tão longe – e colocou sua carreira em risco – para buscá-la.
Espero que o Sam fale mais e mostre mais. E que McNally seja feliz, enfim, porque ela merece. E se não for pedir demais, quero que o Nick não fique muito devastado e que continue pela 15ª. Seria uma pena vê-lo partir.
Outro casal que se acertou foi Chloe e Dov. E dou graças por isso, já que a garota é um ótimo par para o Dov. Foi ótimo que os roteiristas não tenham alongado a história dela com o Wes. E, além do mais, Chloe propiciou as cenas mais divertidas (com o Oliver) e também mais dramáticas (quase achei que ela morreria sob o olhar do Dov) do episódio. Um baita trunfo para os roteiristas.
Holly e Gail também vão bem, obrigada. Mas Gail não está nada bem. A loira está perturbada por ver os seus amigos morrendo e por ter se atirado para fora do armário. E destruiu com seu cabelo por causa disso. Holly foi fofa e compreensiva e conseguiu colocar um pouco de juízo – e amor – na cabeça – e no coração – da namorada. E a cena final delas foi muito bacana. Só não estou aceitando o novo corte de cabelo. Foi tipo “ei, você namora uma menina agora. Vamos reforçar os estereótipos”. Não curti mesmo.
O outro Peck da série continua na sua cruzada para conquistar nosso coração e ele está fazendo tudo certo. Nash irá enfrentar dias difíceis com o ex-marido lutando pela guarda de Leo (que comeu fermento) e contar com o auxílio do namorado nesse processo certamente será um ganho. Ainda mais quando ele é um detetive super bem relacionado e zeloso. Só boas notícias.
Não tão boas assim são as notícias para Frank. Realmente a 15ª Divisão é meio bagunçada, e sobram dramas pessoais por ali. E por causa disso o Inspetor John Jarvis chegou para colocar ordem no recinto. E a 15ª tem um novo chefe… por enquanto. Vamos ver quais consequências isso trará para nossos dramáticos policiais.
O caso da semana foi bacana, apesar de bem forçado. Não o caso, em si, mas a situação. Baixou a Shonda Rhimes na Tessie Cameron e ela decidiu que a tragédia acompanhará os personagens em todos os lugares possíveis. E também achei meio falha a abordagem da Andy e do Dov. Mesmo desarmados eles poderiam ter imobilizado a garota com a arma em várias oportunidades, evitando a morte do garoto. Mas, por outro lado, o caso serviu para mostrar que os dois amadureceram como policiais, já que antigamente eles teriam enfiado o pé na jaca tão fortemente que não teria sobrado ninguém vivo para contar a história. Pontos positivos por isso, então.
Espero que a 5ª temporada de Rookie Blue siga a tendência de crescimento que a série demonstrou sempre, e que os 22 episódios que a temporada terá não interfiram na qualidade da trama. Quem aí está preparado para voltar às rondas? Eu estou o/
P.S.1: Marlo poderia ter aparecido. Espero que ela não suma, simplesmente.
P.S.2: só para variar Luke não apareceu… de novo.
The Voice – Live Show Final e Resultados
21/05/2014, 22:03.
Felipe Ameno
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E chegou a tão aguardada noite da final do The Voice. Um pouco mais cedo do que de costume, como falei/reclamei ao longo dos textos,e vou morrer sem entender o porquê dessa redução de episódios. Mas enfim, vamos ao que interessa! Vimos uma noite em que o resultado foi completamente inesperado, pelo menos pra mim, consagrando Josh Kaufman como o grande vencedor e consequentemente quebrando a hegemonia de Blake e Adam, coroando Usher como técnico vencedor.
Deixa-me explicar o que quis dizer como inesperada: achava que Jake seria o grande vencedor, que a zebra da noite poderia ser Christina e nunca cogitei a vitória de Josh, mesmo achando ele um candidato muito forte. Quem acompanhou meus textos sabe que sempre tive um pé atrás com ele e isso não seria diferente na final. Também vivi uma relação de amor/ódio com os outros finalistas, por vezes amando, por vezes torcendo por sua eliminação.
Jake nunca figurou entre os mais votados, mas também não esteve entre os menos. Definitivamente ele não tem uma voz superpotente, mas para o estilo country isso não é necessário. Basta ver o próprio Blake, que não tem um alcance vocal muito extenso e já deixou isso claro diversas vezes no programa. Óbvio que, como o próprio nome já diz, eles estão procurando “a voz”, contudo o candidatado tem que ter um mínimo de carisma e principalmente conquistar a plateia e a audiência.
E nessa equação o Jake saía na frente, já que possui uma boa voz e um carisma que transborda da tela. Sem contar que ele uniu forças com um técnico com muito apelo lá fora e é do gênero mais popular dos EUA. Desde a eliminação de Sisuandra (todos chora) e Audra, todos os fãs de Blake puderam concentrar seus votos nele. Aliado a isso, ele veio de duas semanas com apresentações espetaculares, primeiro de Heaven na semifinal e Right Here Waiting, do Richard Marx, na final.
Em contra partida, a maior rival de Jake, Christina, vinha de duas semanas com apresentações um tanto quando controvérsias. Eu só mudei minha opinião em relação à Christina no primeiro live, quando ela cantou Dark Horse e foi quando eu passei a prestar atenção nela. Depois ela teve duas semanas excelentes, com as versões de Hold On, We’re Going Home e How to Love. Mas como diria minha avó, o caldo desandou no final e ela quase foi eliminada. Credito essa culpa única exclusivamente ao Adam, que mesmo querendo dar liberdade criativa para sua candidata, poderia ter dirigido melhor seus números e não ficar enfeitando demais, desviando a atenção do que realmente importava no jogo.
Com o escorregão de Christina e a ascensão e o crescimento do Jake, tudo caminhava pra mais uma vitória para a coleção de Blake. Porém falhei ao ignorar completamente a força de Josh e, consequentemente, de Usher. Não parei para analisar e ver que semana após semana ele continuava no topo, com suas apresentações mais baixadas no iTunes. Eu simplesmente deletei o Josh da competição! E com isso, paguei pela língua!
No episódio das apresentações, cada candidato cantou três músicas: uma escolhida pelo público, como sendo a favorita da temporada; um dueto com seu técnico e por fim uma de sua escolha.
Christina abriu o programa cantando Wrecking Ball, da Miley Cyrus, que ela cantou nos blinds. Não tinha curtido da primeira e continuei não gostando. Acho que essa implicância é pela escolha da música, que já está muito batida. Preferia que ela reprisasse qualquer outra. Na sequência tivemos o dueto entre Josh e Usher, com o clássico Every Breath You Take, do The Police. Também não curti, ficou meio estranho e não me empolguei. Jake subiu ao palco para também cantar a música que o colocou na competição, Don’t Close Your Eyes, do Keith Whitley. Foi legal ver a evolução do Jake e ele foi muito bem.
Josh subiu ao palco para cantar, agora sozinho, Signed, Sealed, Delivered, I’m Yours, de Stevie Wonder. Essa música foi a que o colocou no time do Usher, já que batalhou com Delvin, que acabou sendo a escolha do Adam. Foi legal ver o Josh cantando uma música animada. E aí tivemos uma das melhores apresentações da noite: o INCRÍVEL dueto de Christina e seu técnico. Eles cantaram o sucesso do Gotye, Somebody That I Used to Know. Sutileza define essa apresentação, com arranjo simples e principalmente Christina estava contida e tudo fluiu. Eles não precisaram de vários elementos de cena, nem chuva de bolas. Foco total em seus vocais!
Uma dobradinha de Jake. Ele cantou uma versão country e sensacional do clássico Right Here Waiting. Uma das suas melhores apresentações até aqui, mas vamos combinar que aquele portão no palco não tinha nada a ver. Na sequência ele cantou com seu técnico A Country Boy Can Survive, do Hank Williams, Jr. Não gostei dessa apresentação, pois Jake cantou muito baixo e parecia um backing vocal do Blake.
E pela última vez como candidata, Christina cantou Can’t Help Falling in Love, de Elvis Presley. Uma escolha ousada. Vamos combinar que ousadia é a palavra que define Christina! Excelente apresentação, apesar de preferir ouvi-la cantar uma música mais contemporânea. E fechando a noite a apresentação mais “macabra” da história do The Voice. Não entendi nada o que eles quiseram passar com aquele palco esquisito. Josh cantou Set Fire to the Rain. Foi bem, mas é complicado cantar Adele. Ela é única.
Como já sabemos os resultados, vou comentar o que mais me chamou atenção. Primeiro amei a apresentação de Jake e sua “gangue”: Audra McLaughlin, Kat Perkins, Kristen Merlin, Morgan Wallen e Ryan Whyte Maloney. Eles cantaram Summertime, do Kenny Chesney. Só mesmo o Jake pra reunir tanta gente boa e ficar muito maneiro! Sem contar os diversos vídeos mostrando o bromance de Jake e Blake. Eles formaram uma dupla dinâmica e muito engraçada! Agora, quem conseguia entender o que eles estavam falando?
Os meninos da temporada, Delvin Choice, Jake Barker, Morgan Wallen, Patrick Thomson e Stevie Jo mandaram muito cantando She’s Gone, do Hall & Oates. Eles foram sensacionais, um dos pontos altos da noite. E já não pudemos dizer os mesmo das meninas, que cantaram Umbrella, da Rihanna. As vozes de Dani Moz, Deja Hall, Madilyn Paige, Melissa Jimenez e Tess Boyer não combinaram e ficou bem sofrível ouvir.
A noite foi dominada por apresentações country! Foram quatro no total: além de Jake e sua “gangue”, tivemos Jake e Alabama, ao som de Mountain Man, Justin Mooore cantando Lettin’ the Night Roll e Tim McGraw e sua City Lights.
Ed Sheeran também fez hora extra. Cantou com Christina All of the Stars (amo ouvi-la contida e simples) e apresentou seu novo single, Sing (que mais parecia uma música do Justin Timberlake do que Ed, mas enfim, curti).
Outra apresentação que chamou muito atenção foi Josh, Sisaundra, Stevie Jo e TJ Wilkins. Que quinteto é esse gente! SENSACIONAL! Eles cantaram Am I Wrong, de Nico & Vinz. E como cantaram. Zeram o mundo! Já Christina chamou seus amigos e eles estragaram a música Team, da Lorde. Bria (histérica), Tess (mais bonita que cantora) e Jake Baker (Justin Timberlake depois da gripe suína) não conseguiram se entender e a música ficou uma bagunça!
Pela segunda temporada consecutiva, Robin Thicke se apresenta na final do The Voice. Ele cantou com Josh seu novo single, Get Her Back. Momento fofoca: pra quem não sabe, Thicke era casado com a atriz Paula Patton (Missão Impossível 3), mas ele foi pego aos beijos com uma modelo. Agora que o casamento acabou ele está tentando de tudo fazer a mulher voltar pra ele.
Ainda estou tentando entender o que aconteceu com o Coldplay. Eles apresentaram sua nova música de trabalho, A Sky Full of Stars. Não sei se foi o sono, mas vi muitos Chris Martins no palco. Achei que a música tinha sido remixada por um dos DJ’s do momento: David Guetta, Calvin Harris, Avicii. Ou talvez foram todos juntos?
E por fim deixei pra comentar os duetos dos técnicos. Blake e Shakira apresentaram Medicine, do novo álbum de Shelton. Boring. Aqui no Brasil temos as batalhas dos passinhos, lá fora é a batalha dos falsetes. Usher e Adam “falsetaram” Untitled (How Does It Feel), do D’Angelo. Muito bom e Usher foi o grande vencedor, ele deixou Adam no chinelo.
Outra que se deu bem foi Kristen Merlin, ela foi escolhida pelo público e vai seguir em turnê com Will, Jacquei e Tessanne (finalistas da quinta temporada). Ela merece e fiquei muito feliz com a notícia.
E com isso terminamos mais uma temporada do The Voice. Foi uma experiência muito bacana escrever sobre o programa. Queira agradecer à Mariela pela oportunidade e ao pessoal que acompanha comigo pelo Facebook, em especial Simone, Tati, Thamires, Ana Lauria, Ana Moreira, Louise e Monique! Até a próxima temporada!
Ps: se uma imagem vale mais do que mil palavras, que tal duas?
Orphan Black – Ipsa Scientia Potestas Est
21/05/2014, 17:20.
Mariela Assmann
Reviews
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O momento pelo qual ansiávamos desde que Helena voltou à vida pedindo educadamente por ajuda aconteceu, e a reunião entre Sarah e Helena foi o foco de Ipsa Scientia Potestas Est. E não tem como não dar 5 estrelinhas douradas brilhantes (que só não brilham mais do que Alison, a ausente da semana) para um episódio no qual o fio condutor é Helena e a tentativa de seus amigos de trazer civilidade à ela.
Helena é, de longe, um dos mais assustadores personagens atualmente no ar. A sua ausência de limitadores “morais” e sua inconstância a tornam uma bomba relógio prestes a explodir. E nunca sabemos quando Helena ouvirá o chamado das trevas que as freiras implantaram dentro dela lá na tenra infância, o que deixa todas as cenas das quais ela participa tensas e angustiantes.
Nesse episódio não foi diferente. Mas, apesar disso, Helena funcionou muito bem como alívio cômico do episódio, o que foi necessário em razão da ausência de Alison, que sempre cumpre bem esse papel (IMAGINEM UM ENCONTRO ENTRE AS DUAS! <3). A interação de Helena com o “broher sestra” Felix foi ótima, e o mesmo pode ser dito da interação entre ela e Arthur. Aliás, a cena toda da comilança da loira do cabelo bagunçado foi divertida, especialmente o momento no qual ela deixa Art ansioso por uma grande revelação e complementa dizendo que realmente gosta de rosquinhas. Impagável.
Mas apesar dos inúmeros momentos comicamente deliciosos, a melhor cena do episódio foi a que misturou toda a instabilidade e a fúria da Helena com a paciência e a aceitação da Sarah com a dominação e a esquisitice de Rachel. Sei que Art e Paul (uma parte importante e vistosa da cena, claro) estavam ali, mas no final das contas ela se resumiu à Tatiana Maslany dando show, mais uma vez.
Rachel deu mostras claras de que ser a “clone consciente” não faz muito bem para ela. Não foi dessa vez que soubemos o que aconteceu na viagem de Rachel e Paul para a Ásia, mas é evidente que a loira do cabelo comportado tem um trunfo contra o ex-militar. E agora que Daniel, seu monitor, está morto, é no novo empregado que a toda poderosa da Dyad pensa ter encontrado um novo supervisor. Mas é claro que ela não compraria o produto antes de testá-lo, correto? E foi isso que Rachel fez em uma das cenas de sexo mais esquisitas já exibidas nos seriados: testou Paul, avaliou cada pedaço do seu ser (inclusive os dentes, CREEPY). E manteve Paul submisso, afinal de contas, ela quer ter tudo sob controle.
Do outro lado da rua foi muito interessante ver Helena tentando voltar ao seu modus operandi e querendo resolver os problemas com tiros na testa. E não houve quem não ficou um pouco frustrado por não ter visto os miolos da clone mais vadia voando por aí. Mas Sarah, prudentemente, evitou que Helena riscasse mais uma clone da lista, em especial agora que Rachel e Paul conseguiram incriminar Felix (que nunca terá um encontro normal com o cara do necrotério, aparentemente). E no final das contas, não foi só a Helena que Manning fez chorar.
Eu confesso que não esperava por isso, mas foi com Helena que encontramos maiores informações sobre o projeto LEDA. Aparentemente o cientista Duncan, pai de Rachel, não morreu no incêndio do laboratório. Assim, talvez o DNA original também não tenha perecido no incêndio (e aí uma cura para Cosima estaria mais próxima), e Duncan tenha sumido com ele para evitar que novas clones fossem feitas ou para esconder alguma outra coisa.
Aliás, deu para perceber que Leekie ficou surpreso – e um pouco apavorado – com a possibilidade de Duncan estar vivo. E por falar no médico, sempre achei que ele era uma espécie de vilão. Mas já não estou muito certa disso. O fato dele ter passado por cima das ordens de Rachel e ter dado seguimento ao tratamento de Cosima demonstra que ele tem uma ligação emocional muito grande com as clones. E quem sabe toda essa questão do monitoramento seja fruto – ainda que um meio esquisito – da preocupação dele com suas clones. O que nos leva a questionar o quão envolvido ele estava no projeto LEDA. Tem até gente imaginando que Leekie seria o “pai” das clones. Confesso que não faço ideia no que pensar, mas estou inclinada a achar que o Leekie tem, no fundo, boas intenções. E Cosima pode tirar proveito disso.
Outro que me confunde é o Paul. Não faço ideia do porquê de tanta submissão à Dyad e à Rachel. Mas ainda acho que toda a lealdade e a devoção que ele mostrou à Sarah anteriormente não sumiram no espaço. Acho que o fato dele estar seguindo Sarah pode ser positivo, no final das contas. E que ele ainda vai se mostrar um bom aliado para Manning. E caso ele não se mostre… bem, Sarah sempre pode usar a Helena para resolver seus problemas, não?
Delphine teve um bom episódio, no qual achamos ela fofa e vibramos com o apoio que ela deu à Cosima. Então, por enquanto, seguimos crendo que ela é do bem. Espero que isso continue assim, porque Cophine é fofura extrema.
Finalizando a lista dos personagens que estão sob judice temos Cal. Uns dirão que se ele quisesse prejudicar Sarah e fazer o mal a Kira, já teria feito. Concordo. Mas qual a razão de tantas identidades diferentes? E porque Rachel já sabe de sua existência e de sua ligação com Kira? Será que Cal está mais vinculado aos militares e, em razão disso, talvez, ao projeto LEDA? O que me conforta é saber que Kira é bem esperta e sensitiva. Caso ela não confiasse no Daddy, já teria dado mostras disso. E a garotinha parece ficar bem confortável com ele. Então, só pagando para ver.
Os Proletheans apareceram menos nessa semana. Mas nem por isso foram menos assustadores. Além de descobrirmos que eles estão procurando por Helena, para que ele carregue o bebê inseminado, ficamos sabendo que Grace foi castigada por não querer falar sobre o que fez com Helena de uma forma bem peculiar… e aterrorizante. E para tudo ficar ainda mais esquisito, Mark resolveu demonstrar seu afeto pela garota – que será a mãe do “filho de Helena” se ela não retornar – beijando sua boca costurada. Alguém aí teve pesadelos?
No próximo episódio, acompanharemos a viagem de Helena e Sarah rumo ao passado. E tenho certeza que a busca delas acabará fazendo com que os seus caminhos se cruzem com os da Mrs. S. Caso eu esteja certa, creio que o encontro será explosivo. E mal posso esperar por ele.
P.S.1: Se Duncan é o Swan Man, é ele o Zeus do projeto LEDA? Caso seja, seria ele o “pai” das clones, todas? Mais questionamentos.
P.S.2: Cosima sempre aparece, mas sempre aparece pouco. Tá na hora de mudar isso, acelerar esse plot dela, afinal de contas, chegamos na metade da temporada e Cosima merece mais.
P.S.3: Cosima imitando Aldous foi DEMAIS!
P.S.4: meathead? Não chame Helena assim, Sarah! <3
P.S.5: vamos todos abraças a Sarah, agora que ela descobriu que Cos está doente? </3
P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!
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