Pretty Little Liars – Whirly Girl e Surfing the Aftershocks

Data/Hora 30/06/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Pela primeira vez na temporada, eu tive um sentimento não muito bom para escrever a review de Pretty Little Liars. Não que os episódios tenham sido ruins… pelo contrário. Mas a questão é: Alison voltou e, ao que parece, a postura “passiva” dela era coisa de momento. Por mais que o lado dela na história tenha sido explicado e que no fim das contas não restem dúvidas de que ela foi, sim, uma vítima, ela “colheu o que plantou”. Ninguém ganha tantos inimigos dispostos a se juntar num clubinho da vingança (coisa que eu ainda acho extremamente infantil para o padrão de uma série de adolescentes de 17 anos que viaja para outra cidade sem que os pais sequer desconfiem) sem perturbar a cabeça das pessoas. E mesmo depois de supostamente terem conseguido se livrar de A, Hanna, Aria, Spencer e Emily continuam jogando de acordo com as regras de Alison e sendo manipuladas por Mona, que agora não precisa mais se esconder atrás de um casaco com capuz e uma assinatura anônima. Sei que isso é uma forma de incorporar um novo plot principal na história agora que ninguém precisa mais chorar a morte de Ali e que já foi confirmado que eles têm mais duas temporadas pela frente depois dessa, mas até que ponto a produção de PLL vai conseguir fazer isso sem deixar a série ainda mais cansativa?

Confesso que fiquei chateadinha ao ver que Jason está indo embora por tempo indeterminado novamente. Poxinha, sei que ele é sempre apontado como o culpado de grande parte das coisas ruins que acontecem em Rosewoood, mas se tem uma coisa que eu aprendi em cinco anos de Pretty Little Liars (e em todo filme de suspense da vida) é que o suspeito óbvio nunca é o vilão. Não há dúvidas de que ele esconde bastante coisa (aquele apartamento numa área não receptiva de não sei onde é prova disso), mas eu não acredito mais na hipótese de ter sido ele quem deu a pedrada em Ali na noite em que ela desapareceu por dois motivos: agora, essa é a opção óbvia, a que as meninas tem em mente e porque eu falei dessa possibilidade na review da última season finale. Já desisti de ficar chateada com erro nas teorias de PLL, de verdade. Okay, aquilo de ficar olhando a Ali dormir foi bem creepy, mas ele com certeza sabe qual é o segredo rolando entre Papa Hastings e bitch Melissa. Afinal de contas, o mesmo sangue corre nessas veias (no caso dele ainda é pior, porque Jessica DiLaurentis também não valia muita coisa).

Falando em Melissa, preciso saber se odiar mais um personagem cada vez em que ele aparece na tela é normal. Porque o que eu sinto por ela não pode ser natural, de verdade.  Volta a ser desprezível assim lá em Londres com o Wren, cara! Essa moça distinta nunca precisou da permissão dos pais para nada e agora está com um segredo morrendo de vontade de sair e não conta porque o pai não deixa. Isso é verdade? Mesmo?

Pretty_Little_Liars_S05E03_720p_KISSTHEMGOODBYE_NET_0947

Spencer, até agora, tem sido a única das quatro que não está indo de acordo com as regras da Alison. Que ela sempre foi minha personagem preferida, nunca escondi. Mas confesso que agora tenho sentido cada vez mais que fiz uma boa escolha. Adorei o fato de que cogitou a possibilidade de ir embora com o Toby (TOBY, TOBY VOLTOU!!) e também o fato de que ela foi contra a opinião das amigas para tentar inocentar o Jason quando todas as setas apontavam para ele. E mesmo que ele tenha ido para Nova York e tivesse mentido quando disse que não estava por lá: ainda não acredito que ele seja culpado de alguma coisa.

Aria parece que deu uma relaxada mínima na paranoia em relação a Shana. Mas não é para menos. Até agora acharam o corpo dela (quando estavam à procura das meninas) e ninguém associou que elas poderiam ter ligação com o acontecido. Policiais lentos, a gente vê por aqui. Mas a melhor parte disso tudo mesmo foi a reação do Ezra quando ela contou a ele o destino de Shana. Deu uma aquecidinha no coração, esperança de Ezria voltar aos tempos bons quando eles não eram absurdamente entediantes.

A menina nova que chegou no time de natação dando uma de fangirl para cima da Emily pareceu tão sem sal para mim que eu nem gravei seu nome. Pelo menos ela entrou na relação certa: Emily e Paige. Falta de graça ali não falta e de repente pode ser que ela consiga fazer alguma coisa efetivamente interessante acontecer por ali. Ou não. O que é mais provável, tendo em vista que o último acontecimento relevante com Emily e Paige foi quando elas foram sequestradas e Emily matou um cara que atirou no Caleb.

Pretty_Little_Liars_S05E03_720p_KISSTHEMGOODBYE_NET_1181

O que nos leva a Hanna. A auto análise que levou o episódio inteiro na cabecinha de Hanna mostrou uma coisa que eu mesma nunca tinha percebido. Ela foi transformada numa versão física da Alison por Mona. Será que ela ainda seria tão interessante se continuasse sendo Hafty Hanna? Será que agora ela consegue desconstruir a imagem de Alison projetada nela mesma e descobrir o que/quem ela é? Onde será que o Caleb (que ainda não voltou) entra nessa história? E o coitado do Travis, que provavelmente vai ser colocado para trás de novo? A vida dela, provavelmente, vai ser abalada nos próximos episódios e eu espero que tudo termine bem porque Hanna é amor.

Essa transformação dela também serviu para provar que Mona tem probleminhas sérios e nunca devia ter saído de Hadley. Ou melhor, devia ter sido internada numa clínica melhor, porque aquela ali tem zica, tem armação e só serviu de “lugar seguro” para ela. Primeiro ajudar a menina a fugir, depois fazer uma versão dela para si mesma e ainda ameaçar as amigas dela como forma de vingança? Isso faz, no mínimo, levantar desconfianças sobre as faculdades mentais da moça, que com certeza, não estão nos melhores dias.

PS: só eu fiquei muito, muito curiosa para saber quem é a pessoa no salão junto com Mona, no final do último episódio?

Orphan Black – By Means Which Have Never Yet Been Tried

Data/Hora 24/06/2014, 15:12. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Vamos nos despedir apropriadamente de Orphan Black? Então dá o play em Water Prayer Rasta Mix e vem comigo.

Genialidade em forma de episódio. Assim pode ser descrito By Means Which Have Never Yet Been Tried, o episódio que encerrou a eletrizante e maravilhosa segunda temporada de Orphan Black.

Muita gente reclamou que nessa temporada as tramas de OB se sucederam de forma muito rápida e, com isso, a compreensão de muitas coisas teria ficado prejudicada. Não acho que foi o caso. Sim, as coisas foram aceleradas. Os plots apareciam, se resolviam e iam embora – dando lugar a outros ainda mais intrincados – em poucos episódios. Mas pra mim esse foi um dos pontos altos da temporada. Os roteiristas não tiveram medo de “gastar” plot porque tinham outro ainda melhor para nos apresentar na sequência. Que série consegue fazer isso com tamanha competência?

Mas, deixando a temporada como um todo um pouco de lado (volto a falar dela no encerramento do texto), vamos ao episódio em si.

Nessa semana três clones ficaram no olho do furacão. Inevitavelmente, os holofotes se voltaram para Sarah, a protagonista da série. Mas a poor, poor Rachel e a Cosima também tiveram função MUITO importante no episódio. Aliás, acho que nessa semana todo mundo teve, não?

Helena e Alison estavam por ali. Kira foi importante. Assim como Fee, a Mrs. S, o Paul, o Cal, a Marion. Pudemos ver quase todo o pequeno grande elenco de Orphan Black em By Means Which Have Never Yet Been Tried. E em grandes atuações.

Logo no início do episódio a sensação já era de O QUE É QUE ESTÁ ACONTECENDO? Sarah se rendeu precocemente, para livrar Kira de seu “cativeiro”. E enquanto a clone selvagem e sobrevivente se submetia a questionamentos e tentava não demonstrar vulnerabilidade (essa cena teve respostas improvisadas pela genial Maslany), Siobhan e Fee recebiam a visita de Cal. Quem diria que ele seria tão importante na conclusão da trama? You go, Cal!

Orphan Black - By Means Which Have Never Yet Been Tried 3

Enquanto o brother sestra Fee ajudava Art a lidar com o retorno de Helena (que não colocou fogo em rancho nenhum, né?), S. e Cal fizeram contato com um alguém infiltrado na Dyad. Alguém ouviu Paul por aí? O cara é, na verdade, um militar do alto escalão (Major Dresden, muito phyno) que espionou o Instituto e acabou conseguindo informações muito valiosas sobre o Projeto LEDA. Tudo porque o exército desenvolveu o projeto Castor, e as informações sobre as clones eram importantes para eles. Mas falaremos disso na sequência.

E nesse cenário aparece Marion Broyles, que negociou com Paul a libertação de Sarah e Kira. Foi mais ou menos assim: Cal ajudou S. a chegar no informante – S. oferece Helena para Paul, para que ele oportunize a fuga de Sarah e Kira – Paul dá as informações sobre o Projeto Castor para Marion em troca da libertação das duas. Mas antes de Marion voltar para a Dyad, muita coisa aconteceu por lá. E não foi só crazy Science.

Rachel continuou mais louca que o Batman nesse episódio, e com isso Sarah seria submetida a um procedimento para retirada de um dos ovários. Mas isso não era suficiente para que Rachel se tornasse fértil, então ela precisava do tal código que o Professor Duncan usou para proteger as sequências genéticas. E ela chamou o pai para um bate-papo com chazinho que acabou com um gosto amargo e salgado (por causa das lágrimas, sacaram? Sou uma ótima piadista).

Quando o Duncan fala que trouxe o seu próprio chá eu saquei que ele se sacrificaria para acabar com o projeto LEDA de uma vez por todas. Afinal de contas, ele já teria feito o que precisava para salvar Cosima, e perdeu toda a vontade de viver depois que percebeu que a sua querida Rachel não existia mais. Pior: nem lembrava mais dele e de todo o seu amor. E com um “você não me merece mais” ele morreu nos braços da filha. Que cena!

Mas quem achou que isso tornaria o coração da clone vadia mais molenga se enganou. Ela ficou com mais raiva ainda, e foi ter uma conversinha com sua “irmã” (você não pode usar essa palavra, Duncan. Shut up!) Sarah, que estava pronta para uma ooforectomia. Rachel surtou, jogou o material genético colhido para salvar Cos no chão. E achou que havia vencido a guerra contra Sarah e as outras irmãs. Mas ela se precipitou. Porque é foi aí que entraram Scott e Cosima.

jpeg

A primeira maldade que Rachel fez no episódio foi mandar Delphine para a Alemanha sem nem ao menos permitir uma despedida Cophine. Mas Delphine mostrou sua lealdade ao Clone Club antes da partida e mandou a agenda de Rachel para Cos. E a geek monkey, mesmo batendo na porta do céu, fez um super experimento científico junto com Scott para salvar sua irmã.

Acompanhamos o passo-a-passo da construção do “extintor arremessador de lápis bem apontado” graças à genialidade da produção da série, que uniu a cena da elaboração do artefato com uma cena da aula de ciências que Cos dá pra Kira. Tudo pra que a garotinha fizesse um desenho para Sarah, possibilitando que ela voltasse a sua atenção para o extintor.

Depois que Scott libertou uma das mãos de Sarah e lhe disse um “oi” enviado por Cosima e que ela percebeu o desenho e o “aperte” no extintor, sabíamos que Sarah escaparia da situação. Afinal de contas, Manning é badass que só. Mas ainda assim a cena do lápis cravado no olho de Rachel foi bastante perturbadora. E nem vou ser hipócrita e dizer que fiquei com pena. Foi puro nojinho mesmo.

Tá certo que isso tudo seria quase que desnecessário, visto que os esforços da S. e do Cal deram certo e Marion ia libertar Sarah. Mas tem como não morrer de amor por Cos (e por Scott e Delphine também) depois desse trabalho de equipe tão genialmente executado? Não tem.

Depois disso tudo, um bom pedaço do episódio já havia transcorrido. Mas nos enganamos em pensar que os minutos finais trariam um desfecho mais lento e comum para a temporada.

E primeiro os roteiristas brincaram com nossas emoções e resolveram passar um bálsamo em nossos coraçõezinhos apreensivos e machucados. Helena conhecendo suas irmãs e reencontrando Kira foi lindo. Tão lindo que eu achei que nenhuma cena conseguiria superar aquela (é impressionante como Tatiana Maslany interagindo com Tatiana Maslany desperta tantos sentimentos).

Orphan Black 1

Mas aí veio a cena de dança do clone club. E vamos combinar: que cena foi mais legal/genial/maravilhosa do que essa? Além dela ser muito difícil de fazer, tecnicamente, ela mostrou porque Tat é a atriz mais mais MAIS da atualidade. Ela conseguiu dançar de 4 formas muito diferentes, e trazer toda a personalidade de Ali, Helena, Cos e Sarah a tona apenas através de seus movimentos. Levantem-se e aplaudam, porque ela merece.

Mas é claro que essa cena feliz não encerraria a temporada. E eu já comecei a preparar meu coração para o pior (leia-se morte da Cosima) depois disso. Ou eu pensei que estava me preparando, porque a cena da Sarah e da Cos na cama (também um primor, em todos os sentidos. Talvez a minha preferida da temporada toda) me mostrou que eu não estava pronta para a emoção que viria a seguir.

NOT COOL, roteiristas. Como vocês colocam aquela cena da Cosima e da Kira no episódio? Gente, eu literalmente passei mal. Quando a Cosima, depois de não abrir os olhos, viu a luz e a Delphine, eu achei que ela iria morrer mesmo. MAS EU ME ENGANEI, SENHORAS E SENHORES. E nunca fiquei tãããão feliz por estar enganada. <3

Orphan Black - By Means Which Have Never Yet Been Tried 4

E o finalzinho do episódio ainda conseguiu trazer 4 novas tramas, a serem exploradas na nova temporada. Isso enquanto explodia completamente nossas mentes:

1 – Helena sendo levada pelo esquadrão de elite do Major Paul;

2 – Charlotte, a mini-clone filha de Marion, sendo apresentada à Sarah;

3 – Cosima descobrindo que está no Livro do Dr. Moreau o código criado por Duncan; e,

4 – O projeto Castor e os clones masculinos – sendo o Prolethean Mark um deles – sendo revelados.

Vocês têm noção que em menos de 3 minutos os roteiristas conseguiram nos dar todas essas informações e encaminhar de uma forma tão tão taão interessante a trama da 3ª temporada? GENTE, QUE SÉRIE É ESSA? Foi ou não foi um ótimo encerramento para uma temporada perfeita?

Claro, essa temporada teve seus deslizes. Nem todos os episódios foram perfeitos. O Tony foi inserido em um mal momento, sua trama não se desenvolveu. Mas esses detalhes não tiram o brilhantismo de Orphan Black, uma das melhores séries em exibição na atualidade.

E com Tatiana Maslany capitaneando o elenco. Eu sei que já falei muitas vezes (só nessa review foram várias) sobre as qualidades de Tat. Mas não tem como encerrar o texto sem elogiar mais uma vez a canadense, que além de construir 5 personagens completamente diferentes – ao ponto de esquecermos que ela interpreta todos eles – ainda interpretou outros 2 (Jennifer e Tony) com absoluta competência. Isso sem falar em todas as oportunidades na qual ela interpretava a clone A sendo a clone B e assim por diante. A interpretação de Tatiana Maslany é um deleite para a alma. E sim: todos os prêmios deveriam ser dela.

Finalizando esse livro-review, creio que para a 3ª temporada (que deve ser confirmada em breve pelo Space e pela BBC) podemos esperar mais episódios bem escritos, eletrizantes e bem atuados. Provavelmente teremos o retorno de Tony, o que aumenta a responsabilidade de Maslany. Descobriremos mais sobre Paul e seus militares, e sobre o destino de Helena. E temos um novo mundo de clones masculinos para desvendar. O único problema vai ser esperar quase um ano até esse dia. Nos vemos lá o/

Orphan Black - By Means Which Have Never Yet Been Tried 5

P.S.1: Acho que Rachel não morreu. Apesar do ferimento ter sido bem feio, creio que vai resultar apenas em um tapa-olho. E torço por isso. Arrisco dizer que se a 2ª temporada foi sobre a redenção de Helena, a 3ª pode ser sobre a redenção dela.

P.S.2: assistam ao vídeo abaixo Ele mostra como a cena de dança foi gravada. É impressionante e genial.

 

P.S.3: mais alguém aí já está louco pra ver Charlotte e Kira sendo BFFs?

P.S.4: Na mitologia, Castor é filho de Leda. Ou seja, o Projeto Castor é um projeto derivado do LEDA.

P.S.5: espero que a Delphine não esteja ao alcance do poder de Rachel quando ela acordar. Só espero.

P.S.6: será que os clones masculinos serão tão bem desenvolvidos quanto os interpretados pela Tat? Ari Millen dá conta do recado?

P.S.7: #SaveCosima continua, minha gente. E as esperanças aumentaram.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA.

Rizzoli & Isles – A New Day

Data/Hora 23/06/2014, 14:39. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Um novo dia chegou à Rizzoli & Isles. E pode-se dizer que foi um bom dia. Ou pelo menos um bom começo.

Jan Nash assumiu a condução da série com a partida de Janet Tamaro. E esse episódio foi roteirizado por Michael Sardo, estreante na série. Mas quem achou que isso significaria uma revolução na forma como as coisas aconteceriam se enganou. A série continuou sua jornada sem maiores percalços – ou seja, não houve perda de identidade -, e houve o resgate de alguns elementos que fizeram R&I ser amada e que andavam meio esquecidos. Ou seja: win win.

Um dos primeiros acertos dos estreantes Nash e Sardo foi trazer um caso que estava intimamente relacionado à pequena “tragédia” pessoal de Jane. Rizzoli está aprendendo a lidar com sua nova condição, e está aterrorizada com isso, como o seu sonho indica. E colocar um caso que envolveu um bebezinho desaparecido colocou as coisas em perspectiva: quanto a nova condição de Jane modifica a sua “capacidade” e sua parcialidade como Detetive? E assim, consequentemente, ficou interessante observar uma Jane mais vulnerável. Ela precisa pensar em uma série de coisas agora, e elas envolvem enjoos e evitar riscos. Parece fácil, mas para uma detetive fica bem difícil. Ainda mais para uma bem acostumada a ser badass.

Tirando toda essa parte da Jane descobrindo como ser uma grávida ativa e detetive, o episódio ainda contou com bons momentos de humor. O melhor da interação entre Maura e Jane esteve presente, e Angela investigando a nova condição de Jane foi impagável. Ah, e preciso citar também que fazer Maura e Frankie concluindo que sentem-se como irmãos – ainda que com lábios macios – foi um enorme acerto. O casal não tem química, e se for para “sacrificar” a química entre Rizzoli e Isles, que seja por um relacionamento pleno de química. O que ainda não vimos com nenhuma das protagonistas até agora, diga-se de passagem.

O caso em si foi bem previsível. Desde bem cedo deu pra sacar que a madrasta do pequenino era a assassina. Só a participação do pai estava sob judice. Mas há que se elogiar ao episódio nesse aspecto também: a previsibilidade não significou um caso arrastado, já que antes da metade do episódio as cartas já estavam todas na mesa, e aguardávamos apenas a localização do bebê. Fugiu um pouco do esquema de revelar o culpado só no fim do episódio, e essa fuga foi interessante.

E o final do episódio foi bem genial. A forma como a morte do Frost foi introduzida foi bem inteligente, considerando que a morte do Lee inviabilizou que ela se desse de forma muito elaborada. E com certeza o segundo episódio dessa quinta temporada será uma bela homenagem ao intérprete e ao personagem.

Por fim, espero que essa nova temporada resgate o espírito das 3 primeiras, com casos mais interessantes, plots mais consistentes e aquele humor gostoso que só R&I sabem fazer.

P.S.1: eu acredito que a gravidez de Jane não chegará ao final. Só não sei como ela seria interrompida, se for o caso.

P.S.2: Tia Maura é ou não é a melhor tia do planeta? <3

Rookie Blue – Going Under

Data/Hora 23/06/2014, 13:39. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Outro bom episódio de Rookie Blue ocupou nossa semana. Yay! Embora Wanting tenha sido mais empolgante, Going Under conseguiu encaminhar as tramas iniciadas por ele de forma bem satisfatória. E ainda por cima mostrou que o Nick está se recuperando de seu rompimento com a Andy de forma mais que satisfatória. You go, Collins!

Nessa semana o caso principal envolveu policiais trabalhando à paisana, disfarçados, e essas investigações peculiares são sempre interessantes de acompanhar. E em Going Under ainda havia um elemento extra – o traficante de Cris estava na área – e isso deixou as coisas ainda mais imprevisíveis.

Confesso que fiquei torcendo para o Chris se ferrar. Claro, não torci para que e alguém se machucasse ou algo do tipo, mas eu queria muito que ele fosse descoberto. Seria uma forma de ele ser auxiliado, já que não parece que ele vai se abrir para ninguém. Eu acho que ele ainda vai se meter em alguma confusão bem grande e que Dov vai acabar sacando o que está errado com o amigo. Mas é esperar pra ver, já que nesse episódio ele se safou bonito de ser pego.

E a investigação de Traci e Steve só não foi por água abaixo por que Nick foi esperto demais. Confesso que eu achei muito legal a interação dele com a bartender, mas deu pra sacar que alguma coisa não daria certo ali. Sorte que Collins é mais esperto que eu e acabou encerrando a noite com chave de ouro, embora não da forma que a garota do bar esperava.

Enquanto a investigação rolava no bar, Andy e Sam investigavam um caso de desaparecimento que valeu mais pela interação dos dois do que pelo caso em si. Foi bacana ver Sam baixando um pouco a guarda e conversando com a Andy sobre os problemas que teve com queixas contra ele. Demonstrou boa vontade da parte dele, e que ele conhece Andy e está disposto a se adaptar para fazer o relacionamento dar certo.

E Andy só participou da investigação do Swarek por causa de Duncan, que fez queixas sobre a conduta de McNally. Injustificadas, diga-se de passagem. Mas o bom coração dela pode trazer complicações para o caso, já que ela deixou de fora dos relatórios boa parte dos erros do novato, para ajudá-lo. O problema é que agora ela pode ser considerada uma má instrutora e, consequentemente, a culpada pela conduta de Duncan.

Eu ainda acho que ele vai desistir da reclamação. Talvez Andy já falar com ele, apesar de ter sido orientada para não fazer isso. Mas também temos que considerar a possibilidade de ela abordá-lo e complicar de vez sua situação. Seria a cara da Andy fazer isso. Pelo menos Oliver sabe que Andy agiu bem. Ele sabe inclusive que ela pegou leve nos relatórios, já que ela reportou todo o problema pra ele desde o princípio. E isso será de grande ajuda, porque Oliver é um fofo. E a preocupação dele com Gail só confirmou isso.

Rookie Blue - Going Under

Aliás, Chloe também foi uma fofa com a Gail. A personagem me conquista mais e mais a cada episódio. Que bom que ela sobreviveu ao tiro. Se ela tivesse saído da série, teríamos perdido uma personagem muito boa.

Para o episódio de hoje de noite, creio que podemos esperar novos desdobramentos do vício do Chris, e talvez novidades sobre a reclamação contra a Andy. E, quem sabe (uma garota pode sonhar), um desfecho decente pra Holly e Gail. Quem sabe.

P.S.: a interação de Steve e Nash, ao ouvir o papo da bartender com o Nick, foi demais. Impagável.

Suits – One-Two-Three Go e Breakfast, Lunch and Dinner

Data/Hora 22/06/2014, 13:07. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A Pearson Specter deu adeus a Mike Ross na última temporada, mas o futuro de ambos está ainda mais conectado agora do que antes. A quarta temporada de Suits não perdeu tempo para conflitar não só interesses financeiros, como também pessoais entre o fundo de investimento em que agora Mike trabalha e um grande cliente de Harvey. Confesso que achei que as coisas demorariam mais a engrenar, mas fiquei feliz ao ver que eles começaram com tudo.

Embora fora da empresa, Harvey ainda trata Mike com a mesma boa e velha indiferença de quando ele era apenas um associado novato. No entanto, é exatamente essa costumeira falta de consideração do Sr. Specter que cria a tensão entre o cliente Mike e seu agora advogado Harvey. É nesse meio tempo que Logan Sanders aparece e demanda que Harvey tome conta da aquisição da mesma empresa de que Ross estava atrás. Circo armado e é hora do show.

Muito mais do que um simples caso para a firma, a situação afeta principalmente Rachel. A agora associada direta de Harvey revela que seu antigo caso, mencionado na primeira temporada, era Logan. E apesar de estar contra Mike e trabalhando para o ex, ela não se omite em revelar tanto a Mike quanto a Harvey seu passado. Aqui vale destacar como Mike e Rachel se saem bem dessas situações, seus problemas ficam do lado de fora da casa e bem longe da cama, ao menos por enquanto.

Suits - One-Two-Three Go e Breakfast, Lunch and Dinner2

Ele desde o começo foi o alívio cômico da série, e é incrível como Suits consegue a cada dia mais usar Louis como um desafogo para quando os momentos estão tensos ao extremo. Antigamente, quando ele e Harvey ficavam se engalfinhando pelo escritório era engraçado pelo simples fato de cada provocação gerar uma situação hilária. No entanto, hoje em dia vejo a relação de Louis por Harvey muito mais como uma idolatria do que uma rivalidade. Basta lembrar do “você é o cara!” para notar o quanto ele valoriza e respeita Harvey.

Talvez todas essas maluquices do personagem tenham feito com que, com o tempo, ele conseguisse nos conquistar. Eu adoro ver ele se dar mal, na depressão ou algo do tipo, mas acho ainda mais engraçado as extravagâncias de quando ele está feliz. E foi exatamente isso que Jéssica tirou dele nesses dois episódios.

Ao colocar Jeff Malone, seu affair, para tomar conta de algo que Louis julgava ser o escolhido, Jéssica fez exatamente o que Harvey fazia, desvalorizou seu funcionário o colocando de lado em uma situação em que ele deveria estar incluso. Felizmente a genial Donna fez uma de suas intervenções mais do que necessárias e acabou resolvendo esse erro de Jéssica.

Se antes a relação de Harvey e Mike era de Batman e Robin, como os mesmos já definiam, com a saída de seu pupilo, Harvey agora está um tanto quanto mais fechado e recluso. Com o cenário se complicando a cada episódio, vai ser difícil tanto para Harvey quanto para Mike não acabarem mal com essa briga. Como bem definiu Harvey: é uma luta de rua, onde somente um vai ficar de pé.

Game of Thrones – The Watchers on the Wall e The Children

Data/Hora 19/06/2014, 15:21. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Assim como o navio partindo até Braavos, Game of Thrones nos abandona mais uma vez com o fim desta tão polêmica quarta temporada. Os dois últimos episódios trouxeram a guerra na Muralha em uma proporção tão grande que até mesmo a Batalha na Água Negra ficou pequena, enquanto ao Sul grandes personagens tomaram novos rumos.

O tão aguardado nono episódio, sempre um expoente ao longo da temporada, não foi menos do que grandioso. Exército imenso, mamutes e gigantes tomaram a tela e atacaram o frágil Castelo Negro. Bom, como o tempo é de Copa, acho a metáfora válida. O peso da camisa dos antes amedrontados Patrulheiros veio à tona. Conhecemos um novo lado dos homens que se vestem de preto quando a hora da verdade chegou: coragem, bravura, irmandade. O espírito daqueles que morreram com honra durante centenas de anos estava ao lado dos poucos que ali combatiam os selvagens. A cena em que o juramento da Patrulha da Noite é citado é o símbolo de tudo isto. Foi um dos destaques da batalha.

E falando em destaques, Ygritte e Jon Snow finalmente se reencontraram e a famosa frase foi repetida pela segunda e última vez. O amor da selvagem por Jon foi tão grande que o pequeno momento de hesitação dela acabou por lhe custar a vida. Jon, tão bravo diante da batalha, ajoelhou-se e se limitou a lamentar a morte daquela que o fez quebrar seus votos, enterrando-a posteriormente.

Game of Thrones - The Children1

O último episódio dessa temporada foi mais longo que os demais, mas engana-se quem pensa que esse tempo foi usado para explorar algum personagem em específico ou desenvolver um novo cenário. The Children foi um ping-pong de núcleos tão grande que até um episódio duplo faria dar nó na cabeça de quem assiste.

Normalmente criteriosa no número de tramas exploradas por episódio, a produção jogou tantos acontecimentos para o final da temporada que acabou perdendo o impacto e oportunidade de fechar a temporada de uma forma melhor do que a que acabou acontecendo. Apesar de bonito e poético, o navio no horizonte é um final muito aquém para uma temporada que foi, na minha opinião, a melhor de todas.

Jon, em uma última tentativa de tentar evitar um segundo ataque dos selvagens, vai até Mance com a intenção de matá-lo. Apesar de falha, a tentativa teve mais sorte que juízo. Stannis, o novo Lannister nadando no dinheiro do Banco de Ferro, rumou surpreendentemente para o Norte e acabou salvando a vida de Jon, dissipando assim o exército selvagem que havia batido à porta da Muralha na noite anterior. Não sei se ficou confuso apenas para mim, mas ficou meio nebulosa a escolha de Stannis de atacar primeiramente o Norte.

Dany, que ao final da última temporada era carregada e nomeada a “Quebradora de Correntes”, desta vez chorou. Com ex-escravos pedindo para voltar à vida que tinham antes e seus dragões causando dor ao povo, ela se viu contra a parede. Sua despedida desta temporada foi triste. Com a dor de uma mãe que precisa, mas não quer ferir seus filhos ela se vê obrigada a parar com as ameaças dos dragões, colocando-os no instrumento que ela tanto detesta, as correntes. Sem Jorah, com Daario longe e problemas na cidade ela parece muito mais distante do Trono de Ferro comparada ao início da temporada.

Já Bran finalmente chegou ao seu destino. Ele, que talvez tenha o núcleo com mais problemas e menos valorizado na série, pode ter causado o maior questionamento nesse fim de temporada. Após perder Jojen confrontando esqueletos vivos, ele se encontra com um povo totalmente novo que demonstra uma forte ligação com a magia. Sem muita explicação, ele é guiado ao encontro do corvo de três olhos que após se apresentar diz a Bran que ele será capaz de voar. Olha, eu amo a parte mágica do mundo de Westeros, mas a saga do Bran destoa muito de todo o tal “jogo dos tronos”. Eu espero que ele sente com aquele velhinho agora e tenhamos uma boa dose de explicação, como aconteceu com os wargs por exemplo. A história dele tem potencial, mas precisa ser melhor trabalhada na próxima temporada.

Game of Thrones - The Children2

E eis que, uma última vez, Tyrion decidiu brilhar na temporada. Libertado pelo irmão Jaime uma noite antes de ter sua sentença concluída ele vai atrás daquele que julga culpado pelas injustiças que sofreu e acaba sofrendo mais uma decepção. Ao se aproximar da cama no quarto de seu pai, Tyrion encontra a mulher que, mesmo lhe traindo no tribunal, ainda amava. Talvez só o ódio pudesse se comparar a decepção de vê-la ali, entregue ao seu pai. E foi exatamente o ódio que o fez matá-la sem hesitar, sem pena, sem misericórdia. Assim como a vida dela, o amor que ele sentia morreu ali, nas suas mãos.

No entanto, ele estava ali por seu pai, encontrá-la potencializou o sentimento de tristeza por Tywin para ódio. E foi com ódio, e uma besta em suas mãos, que Tyrion o encontrou. Ali, vulnerável na latrina e não o poderoso Tywin intimidador. Nada de que Tywin dissesse poderia mudar sua cabeça, e com dois dardos atirados à queima roupa o poderoso Lannister caiu. Sem remorso, Tyrion então partiu para bem longe da Capital, para qualquer lugar onde possa esquecer seu sobrenome e tentar esquecer seu passado.

Longe disso tudo aconteceu uma das coisas mais legais do episódio. O encontro de Arya com Brienne. Primeiramente por Arya, apesar de não confiar, admirar Brienne logo de cara por sua personalidade meio masculina e um tanto quanto parecida com a sua. E segundo, é claro, pela luta sensacional que acabou dando fim a um personagem considerado maldoso, mas que eu gostava bastante. Sandor tinha seus problemas e já tinha feito muita coisa errada servindo por anos os Lannisters, mas sua convivência com Arya mostrou um lado dele mais humano que por um momento me fez esquecer que ele era mal e me importar por assisti-lo agonizando após perder uma luta para uma mulher, coisa que para ele era humilhante. No fim, vemos Arya indo embora de um lugar que só lhe trouxe dor e sofrimento. Sem família, ela agora ruma às Cidades Livres, um cenário pouco explorado pela série e que com certeza vai dar o que falar daqui para a frente.

Perceberam quantas sub-tramas? Quantas decisões? Quanta coisa para um episódio só?

Não posso deixar esse final manchar a melhor temporada de Game of Thrones até o momento. Tivemos tantos acontecimentos grandiosos que fica até difícil citar todos. Em praticamente todos aconteceu algo que nos deixou de boca aberta. Tyrion e Mindinho na minha opinião roubaram a cena e foram donos dos maiores atos. Sei que muitos ficaram descontentes por cortarem algumas partes dos livros, mas isso é natural até certo ponto. O quinto ano da série promete ainda mais com o Trono caindo no colo de Cersei, Stannis fortalecido e Dany agindo sem seus dragões. Já Arya, Bran e Petyr são uma total incógnita em minha cabeça. Espero que a dança das cadeiras com o Trono de Ferro continue porque, afinal de contas, todo mundo quer saber quem vai reinar por último.

Orphan Black – Things Which Have Never Yet Been Done

Data/Hora 18/06/2014, 11:23. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Depois de um episódio controverso, eis que Orphan Black apresenta Things Which Have Never Yet Been Done. O episódio teve um roteiro ágil e competente, que dosou bem drama, ação e humor, e que trouxe Helena de volta pras nossas vidas. Como não dar 5 estrelas para um episódio desses?

Cosima, Alison, Sarah e Helena, nossas amadas clones, tiveram uma história para chamar de sua nesse episódio. E até a vadia da Rachel teve um plot no episódio (btw, me devolve os abraços que te ofereci, sua $¨@)(&¨)#).

Voltamos a acompanhar a trama de Helena, que estava beeeeem de boa com os Proletheans, e agora traz seus bebês no seu útero (resta saber se eles irão se desenvolver e ela ficará grávida). E ela pode até ser espertona, mas é ingênua que só, e realmente estava achando bem bacana ficar lá e gerar os “meus bebês”. Mas Grace, que passou a nutrir uma admiração por Helena, acabou com a alegria da clone desgrenhada quando revelou que Johanssen é o pai de todos os bebês da comunidade, e que os “bebês da Helena” estavam sendo implantados em outras mulheres, como ela mesma. E Helena definitivamente não curtiu saber que seu material genético tá no cérvix da galera.

Orphan Black - Things Which Have Never Yet Been Done 2

E aí a parceria que eu previa lá pro início da temporada começou, e as duas “irmãs” resolvem fugir juntas. Só que é claro que a coisa não seria tão fácil assim, e Johanssen acabou aparecendo. Bom, azar é dele, porque enquanto Grace e Mark (que não era tão leal ao “sogro” quanto eu imaginava) fugiam, Helena “inseminou” o mal caráter. E colocou fogo em tudo pra garantir que os “milagres” parassem de ser realizados. Cena épica (e com uma fotografia belíssima).

Alison também ganhou uma história bem legal no episódio, e ele ficará marcado, para sempre, como aquele em que caímos de amores pelo Donnie. Ele deixou de ser um bobalhão completo para ajudar Alison a proteger a família. Até encarar Vick the dick e DeAngelis ele encarou, então podemos perdoar o fato de que ele não sabe usar a máquina de perfurar o concreto.

Imagino que depois disso DeAngelis e Vic vão dar um tempo para a família Hendrix, que se uniu no crime e reacendeu a chama da paixão. Afinal de contas, nada como concretar um corpo na garagem pra voltar a sentir atração pelo marido, certo? Alison <3!

Enquanto o professor Duncan faz progressos, junto com Scott, na decodificação das informações sobre a gênese das clones, Delphine precisou agir rápido para tentar salvar a vida de Cosima, que está com uma espécie de metástase (termo tecnicamente incorreto, eu sei, mas na falta de algo melhor…) da doença originada no útero. E inevitavelmente, então, as tramas de Cosima e de Sarah – sua IRMÃ – se misturaram no episódio.

Depois de muito um pouco de receio, Sarah acabou ajeitando tudo com Delphine e Kira doou medula óssea para tentar salvar a vida da auntie Cos. E apesar de toda precaução de Sarah e da Mrs. S, a vadia da Rachel conseguiu roubar a Kira do hospital. E usou Delphine para isso. Tem como não querer estrangular a clone de cabelo chanel?

Orphan Black - Things Which Have Never Yet Been Done 3

Depois de se aproveitar da lealdade de Delphine –  a “nova Dr. Leekie” – clones “boazinhas”, Rachel se passou – brilhantemente, diga-se de passagem – por Sarah, devolvendo a pegadinha da season premiere desta temporada. E Kira se foi. O que a doida da Rachel quer com a Kira eu não sei. Espero que seja apenas brincar de casinha e que ela não machuque a Kira (e se ela encostar de novo no Fee vai ter treta). Aliás, eu creio que ela não fará isso. E a fofura da Kira pode, inclusive, fazer o coração de Rachel amolecer e as coisas terminarem bem, muito embora o promo da season finale não indique isso.

Confesso que estou completamente ansiosa pelo próximo episódio, apesar de ele poder ser o último da série, que ainda não foi renovada e cuja trama pode, sim, acabar satisfatoriamente no próximo sábado. Então, que venha By Means Which Have Never Yet Been Tried!

P.S.1: videochamada entre Cos, Sarah e Alison? C-H-O-R-E-I!

P.S.2: Kathryn Alexandre, a magnífica dublê da Tatiana Maslany, apareceu nesse episódio. Ela fez a parteira/tia creche que quase é estrangulada por Helena.

P.S.3: Graeme Mandon, um dos criadores da série, falou no Twitter que a cena que mostrava as crianças sendo retiradas da creche antes do incêndio foi cortada por motivos de tempo de episódio. Mas deixou claro que nenhuma criança morreu no espetáculo pirotécnico de Helena.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA.

Pretty Little Liars – EscApe From New York

Data/Hora 15/06/2014, 18:41. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Aaaaaaaaaand we’re back! Está aberta novamente a temporada de amor e ódio, conspirações, teorias furadas e montanha russa emocional que é a vida dos fãs de Pretty Little Liars fora do hiato. Será que dessa vez pelo menos uma das muitas descobertas que faremos vai ser de verdade? Porque a quinta temporada só tem um episódio e já desfez algumas das ideias que nós tínhamos em mente como concretas. Para falar a verdade, Rosewood funciona como um grande tabuleiro de xadrez onde as peças se movem tão rápido que fica difícil lembrar as posições anteriores de todas as peças.

Pretty Little Liars - EscApe From New York

E para a felicidade geral do público dessa série, Ezra Fitz não está morto. Tudo bem, ele está no meio do caminho, mas vai sair dessa. Ele TEM que sair dessa e abrir o bico, contar tudo o que sabe, se é que ele sabe mais do que sussurrou para Aria. Sobre isso: uau, Shana. Primeiro te odiei, depois criei uma leve afeição por você para te odiar de novo e agora você está morta. E a única coisa que me incomoda nisso é o fato de que as meninas podem ser culpadas por isso mais uma vez, já que tem impressões digitais espalhadas por todo o teatro. Confesso que me surpreendi um pouco com a revelação de que era ela no telhado perseguindo as meninas, porque em sua última aparição, Shana saiu correndo, com medo de A. D@ A verdadeir@, ao contrário do que pensam Hanna, Aria, Emily, Spencer e, agora, Alison. Não seria assim tão fácil matar essa pessoa, quem quer que ela seja.

E a Red Coat, que todo mundo achava que era a versão vingativa da CeCe, não era nada mais que mais uma das artimanhas de Alison para manipular. Só que dessa vez, a manipulação foi para o lado inimigo, para variar. Não sei dizer se o alívio foi maior que a frustração nesse caso. Alívio de existir menos um vilão representando um “grupo de odiadores da Alison” para nos preocuparmos e frustração porque Red Coat foi o foco das atenções de metade da temporada passada… para nada. Mas pelo menos ela matou o maldito do Wilden (aquele sim, ninguém tinha dúvidas de que não prestava) e agora está na França, com o passaporte falso de Alison, ou seja: a única possibilidade que ela tinha de sair do país sem ser rastreada (ou não) por A. Isso quer dizer que habemus Ali por bastante tempo, o que pode fazer o nível de Pretty Little Liars subir bastante.

Pretty Little Liars - EscApe From New York

Quanto à Mona, achei que ela tinha chegado ao nível mais baixo na vingança contra Ali e estava se regenerando quando começou a gostar de Mike. Mas agora ela desceu mais. Porque efetivamente fazer um “grupo de odiadores da Alison” e se reunir num lugar abandonado, escuro e escondido é muito filme adolescente da sessão da tarde. Até para Pretty Little Liars. Para falar a verdade, me lembrou de Meninas Malvadas, quando a Lindsay Lohan se junta com os amigos numa missão contra Regina George. Pelo menos isso trouxe o Lucas de volta (muito melhor do que quando foi, convenhamos) e serviu para Melissa mostrar as garrinhas e acabar com qualquer dúvida de que ela não é uma boa pessoa. E está longe disso. Só resta esperar para descobrir o que eles vão fazer – e quem vai permanecer aliado a Mona.

PS 1: Já que essa é a temporada dos retornos, marcada pela volta de Lucas e Caleb, Jenna (que ninguém sabe onde se meteu) e Jason podiam voltar a aparecer com mais frequência.
PS 2: Elas REALMENTE acharam que iam conseguir fazer uma emboscada para A no hospital? Mesmo? Depois de tantos anos?
PS 3: Com mais duas temporadas pela frente, eles realmente precisam arrumar uma forma de fazer Pretty Little Liars continuar absurdamente atrativo – outra temporada de enrolações e enrolações não vai segurar o público todo para mais dois anos, e isso é fato.

Revolution – Declaration of Independence

Data/Hora 13/06/2014, 18:14. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Foi um bom series finale. Bem à altura da série. Um episódio curto, que deixou um encerramento legal e uma abertura desnecessária. Bem, pelo menos não foi clichê.

Pois bem, Truman e o Presidente têm um esquema bem armado – bem clichê também, mas efetivo. Lembram-se do “sarau” do último episódio, no qual Ed mata Marion? Sim, temos mais mortes. Miles e a turminha do agito chegam causando. Claro que a confusão rola solta. No meio dela, os Patriotas arrumam um jeito de matar a galera importante do evento e culpar os protagonistas, e quase todo mundo compra a ideia. Sendo assim, começa mais uma caça a Miles e o resto todo.

Enquanto isso, Neville conspira pra matar o presidente. Com a ajuda de Connor, encontram o local para raptá-lo, mas meio tarde: Miles e Bass chegaram primeiro. Depois de uma super confusão, Connor e Bass discutem sobre o que fazer com a caça, e Monroe filho debanda para o lado de Neville, enquanto Bass decide manter sua palavra e não matar o refém. Tendo sido levado a Miles e Rachel por Sebastian, após ouvir várias palavras rudes, a autoridade máxima dos Patriotas é salva. Acontece que os homens do presidente eram, na verdade, joguetes anti-patriotas, surpreendendo-o. E assim termina: Texas e os Patriotas brigados, com o presidente cativo. Miles wins!

A parte interessante e legal do episódio ficou, de novo, com Aaron e Priscilla. Pois que a mulher, após tanto esforço do marido, consegue se libertar da nano. Eu achei assustadorazinha a cena que ela olha pras filhas sem globos oculares, mas foi legal. Uma vez de volta, Priscilla conta a Aaron o que viu em todo o seu tempo desacordada, e mostra que “isso não acabou”. Acontece que várias imagens aleatórias foram vistas pela moça enquanto voltava à realidade, e elas consistem no plano da nanotech para dominar o mundo. Então, várias pessoas começam a receber visitas de entes já falecidos – Jason, por exemplo, aparece para Tom -, que os mandam para uma cidadezinha em Idaho.

Todos seguem as indicações. Como um exército zumbi. E a nanotech domina o mundo. E o bem não vence o mal. MWAHAHAHAHA!

Adeus, revolucionários! Até a próxima série de Sci-Fi!

Rookie Blue – Wanting

Data/Hora 12/06/2014, 21:15. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Enfim, Rookie Blue voltou a ter cara de Rookie Blue. Depois de 3 episódios quase que descartáveis, a 5ª temporada da série apresentou um episódio bom de verdade, e que deve engrenar as coisas. Pelo menos a história tem potencial para isso.

Nessa semana, o caso policial foi bom. E isso fez toda a diferença. O que parecia ser um homicídio simples acabou se desdobrando em dois homicídios e uma tentativa de homicídio. Como se isso não bastasse, ainda havia a possibilidade de estourar uma guerra entre gangues, o que colocou uma dose extra de tensão na história. E sem esquecer do desfecho do caso, que envolveu Andy na proteção da testemunha dos crimes – uma criança.

O melhor: as coisas não foram previsíveis. Assim como “quem seria o criminoso” movimentou apostas, a sobrevivência das duas vítimas “dano colateral” do assassinato do chefe da gangue também nos deixou ansiosos e ligados no episódio. Isso sem contar o vacilo do novato da Andy, que foi um verdadeiro teste para cardíacos.

Nessa temporada nós ainda não tínhamos visto toda a 15ª trabalhando junto, e foi muito legal ver os policiais interagindo entre eles e com o Detetive Peck, o Sam e a Nash. E o Oliver está se saindo um ótimo chefe. Palmas lentas para a equipe…

… menos para o novato. Além de ser um verdadeiro idiota nos episódios passados e de ter abusado da paciência não só da Andy, o garoto foi um estúpido insensível com o garotinho/testemunha e deixou Andy na mão na hora mais complicada do episódio. Merece uma suspensão longa e dolorosa, especialmente por ter chateado tanto a McNally, que ficou pensando ter sido a culpada pela “falha de treinamento”.

Sorte que Andy tem Oliver e Sam para lhe abrirem os olhos e consolarem, especificamente no caso desse último.

Como Nash bem disse, Andy continua fazendo a sua listinha de prós e contras, mesmo que todas as suas tentativas mostrem que os contras vencem. E se isso não quer dizer que ela ama de verdade o Sam e que realmente quer ficar com ele, não sei mais o que poderia passar essa mensagem.

O fato é que é legal ver Sam e Andy sendo amigos e se reaproximando semi-lentamente. Especialmente porque o maior problema deles é a falha de comunicação, e eles claramente estão trabalhando nisso. E a cena final, no carro, foi um exemplo de que a persistência de Andy pode dar bons frutos, e de que o Swarek talvez consiga entender, finalmente, que certas coisas não podem ficar implícitas, precisam ser ditas. Foi fofinho, confesso.

rookie-blue-blog-ep504-02-560

Fofinha também foi a trama de Chloe e Dov. E Nick tentando ajudar Chloe sem dar muito na vista do Dov que estava especulando sobre a vida sexual deles foi demais. Aliás, eu gosto muito das interações entre Chloe e Nick. Nos três primeiros episódios isso ficou faltando, mas nesse teve de sobra. Espero que continue assim.

Só senti falta da Holly nesse episódio. É a cara da Gail simplesmente nunca mais falar com a ex, mas eu achei que a Holly apareceria para tentar retomar o relacionamento. Ainda espero que isso aconteça, acho meio sem sentido a trama acabar assim.

Espero que os próximos episódios de Rookie Blue sigam a tendência desse último. Aí sim a 5ª temporada estendida será uma delícia de acompanhar.

P.S.1: Steve e Nash funcionam bem juntos e separados. Gostei muito da participação deles nesse episódio.

P.S.2: Chris continua meio perdido. Ou completamente, já que agora parece ter se envolvido com drogas pesadas. Esse plot vai ser interessante de acompanhar.

P.S.3: qual será a reação do superintendente ao saber da suspensão do enteado? Outra trama que promete.

Orphan Black – Variable and Full of Perturbation

Data/Hora 12/06/2014, 17:49. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Demorei para escrever essa review porque, confesso, não sabia o que pensar sobre Variable and Full of Perturbation. E quanto mais eu pensava sobre o que escrever e sobre o episódio, mais bagunçadas minhas conclusões ficavam. Mas como o próximo sábado e Things Which Have Never Yet Been Done já estão logo aí, não posso mais protelar a review. Então, mãos à obra.

O maior problema de Variable foi Tony. Não que o plot não seja bacana, pois ele é. E tem um potencial enorme. E não que o personagem não seja carismático. Tony foi uma grata surpresa, e sua interação com Sarah e, especialmente, com Felix, foi interessante de se assistir. E vocês podem estar se perguntando “qual o problema do plot, então, Mariela?”. O problema é que agora não era o momento de inserir essa história na trama.

Tony apareceu com uma história completamente desconectada do enredo da temporada quando faltavam apenas 3 episódios para o fim dela. E depois dessa passadinha para dar um alô, pegou um ônibus e partiu rumo ao afastamento das suas “irmãs”. Poderia se dizer que sua história se justifica em razão da informação que ele trouxe, sobre Paul ser um “fantasma”. Mas eu tenho certeza que essa informação poderia ter sido incluída de outra forma, os roteiristas de Orphan Black são geniais o bastante para fazer isso sem “perder” tanto tempo de episódio.

Orphan Black - Variable and Full of Perturbation

Sendo assim, o transclone poderia ter aparecido, tranquilamente, na terceira temporada. Não enquanto Alison e Donnie lidam com a morte do Leekie, enquanto Helena está “sumida” e Cosima morrendo. Assim, a história dele seria melhor desenvolvida. De qualquer forma, há que se elogiar a audácia de Orphan Black de inserir um clone transgênero na série. Poucas séries – das que eu assisto/assisti, apenas Orange is the New Black e The L Word – tem personagens transgêneros em suas tramas, e eu realmente espero que possamos conhecer Tony melhor e, consequentemente, aprender mais sobre esse assunto que embora tão em voga, é tão desconhecido da sociedade. Mais um passo de Orphan Black rumo a conscientização da audiência e a diminuição do preconceito. Palmas lentas.

Enquanto Fee e Art se ocupavam com Tony, Alison e Donnie faziam uma espécie de terapia de casal. Depois de ser mais Alison do que nunca e enquadrar o marido que bebeu justo no dia que ela voltou da reabilitação, Ali resolveu por em prática os conselhos de Vic the Dick e compartilhou com Donnie a história da morte de Aynslee. O que ela não esperava é que ele tivesse algo do gênero para confessar em retorno.

Orphan Black - Variable and Full of Perturbation 5

Mas como casal que comete crimes acidentais unido permanece unido, o mais grave a se encarar é um porta-malas sujo de sangue e uma arma registrada utilizada para um homicídio. Só eu achei a reação da Alison a cara dela?

Aparentemente essa história serviu para unir Donnie e Alison, que devem voltar a viver um período mais tranquilo, conjugalmente falando. Ou não, já que o corpo do Leekie ainda está na garagem. É esperar para descobrir.

Por falar em descobrir, Delphine teve um grande papel nesse episódio. Depois de descobrir sobre o ataque cardíaco que vitimou Aldous, a francesa passou a trabalhar sobre ordens diretas da clone vadia Rachel. E depois de um rápido arranjo, Ethan foi de bom grado trabalhar sua sequência sintética na Dyad, já que além de Kira, essa é a única esperança de que Cos sobreviva.

Há tempos a audiência pedia um episódio com mais destaque em Cosima. E bem, nós ganhamos um. Apenas não foi bem do jeito que esperávamos.

Orphan Black - Variable and Full of Perturbation 4

Quão legal foi ver Cosima jogando RPG com os meninos e mostrando quem é que manda no laboratório? Quão desconfortável e chateante foi ver Cosima chutando Delphine para fora do seu espaço? Quão fofo foi ver Cosima contando para Scott que é um clone, e vê-lo responder que é uma honra trabalhar com ela? Quão animador foi vê-la recepcionando seu… Ethan? E quão devastador foi vê-la convulsionando? MUITO! Por favor, Cosima, não morra. Não é só a Sarah que precisa de sua Geek Monkey.

O episódio também foi bacana para os shippers Cophine. Elas esbanjaram fofura e alegria, e até mesmo quando Cosima respondeu o je t’aime de Delphine com um “tenho informações suficientes pra destruir sua carreira” foi possível soltar um aaaawwn. Informação adicional: o hélio parece ser bem mais divertido que o polônio.

Eu espero que a presença de Ethan – que é uma pessoinha excêntrica e esquisita, eim? – na Dyad sirva para mais coisas além de deixar Rachel louca da vida. Confesso que senti uma certa pena dela (novamente, seria um indício de amor?) quando o professor Duncan respondeu, friamente, que Sarah é um erro, que as clones foram projetadas para não procriarem mesmo. Toda a esperança dela de que a cura pudesse significar também fertilidade se foi e a quebradeira no escritório foi bem justificada.

Orphan Black - Variable and Full of Perturbation 6

Aliás, a clone de cabelo chanel não tá numa fase boa, definitivamente. Seu segurança modelo, aka Paul, virou fantasma e sumiu. E olha que ela ainda nem tem certeza de que o Leekie, praticamente seu pai, está mesmo morto. Dias difíceis esperam Rachel Duncan. Acho melhor nos preparamos para amá-la e confortá-la. Pois como bem disse Cosima, é preciso amar todas elas.

E pra finalizar essa review, preciso falar sobre a interação entre Ethan e Kira, e sobre seu presente para a garotinha: A Ilha o Dr. Moreau. Acho que todos nós concordamos com mamãe Sarah de que o livro é inadequado para a criança, mesmo que ela seja um prodígio. Mas Kira não achou, e até acordou na calada da noite para dar uma conferida na trama de ficção científica. O fato é que o que captou o interessa da little monkey não foi a história em si, mas sim as anotações doidonas do Professor Duncan. Eu, eim? Será que Kira viu lógica naquilo tudo ou apenas ficou fascinada com a ciência por trás das anotações?

O fato é que embora as clones não sejam monstros, poderíamos comparar Ethan com o Dr. Moreau. E cada vez mais eu acho que o professor não é tão coitadinho quanto parece. MEDO!

Nunca quis tanto dois episódios como quero os próximos de Orphan Black. E nunca quis tanto que dois episódios demorassem para passar. É esse o efeito que a série tem sobre mim.

P.S.1: o mobile construído por Kira e Sarah denuncia que sim, elas precisam da Auntie Alison. Logo.

P.S.2: nós também esperamos que Helena esteja bem, Sarah. Nós também.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA.

Rookie Blue – Heart Breakers, Money Makers

Data/Hora 09/06/2014, 16:23. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Das duas uma: ou eu estou de má vontade com Rookie Blue, ou os roteiristas estão. Digo isso porque Heart Breakers, Money Makers foi mais um episódio ok, e apenas isso. Assim como os que o antecederam.

A noite de combates não foi suficiente para aquecer as coisas. Chris soou exagerado surtando por causa das lutas de boxe, Dov esteve apagado, enfiaram um mimimi no relacionamento da Gail e da Holly, Andy e Sam ainda não desceram do muro, o novato é um chato e… bem, vocês me entenderam.

Acho que o maior problema desse início de temporada de Rookie Blue está sendo os casos preguiçosos. Mais uma vez as coisas foram desinteressantes. Sair para confiscar bens não é a coisa mais empolgante do mundo, e mesmo que esse “confisco” tenha envolvido uma mulher neurótica por ter sido passada pra trás e Gail e Dov quebrando as regras, não é algo de que nos lembraremos no futuro.

Holly e Gail não tem nada em comum, aparentemente. Quando Dov e Gail conversaram sobre o relacionamento da loira eu fiquei feliz, achando que veríamos uma Peck mais mole e sensível. Mas a noite com as amigas vadias da namorada acabou jogando areia nas coisas. Porque o que pra Gail era um ponto alto do relacionamento (a ausência de conhecimento sobre o universo da outra fazia o papo fluir e as afinidades apareceriam com o tempo), para as amigas de Holly era apenas um joguinho para passar o tempo. E sim, Gail tem todo o direito de te ficado chateada, apesar de não ter sido Holly que falou isso. Porque a defesa que a legista fez foi muito tacanha.

Creio que a história delas não acabou aí (e eu ESPERO MESMO que não tenha acabado assim), e que Holly tentará mudar a cabeça de Gail. Eu agradeceria se isso acontecesse e me lembraria do mimimi só porque ele fez a Gail “malvada” dar as caras e oferecer bebida cuspida para a outra policial. EW, mas eu ri!

Rookie Blue - Heart Breakers Money Makers 2

Nick tá sofrendo, mas ele não está mimimizando. E todos nós agradecemos muito por isso. Ele preferiu subir no ringue e tomar uns socos na cara para curar a dor de amor, afinal de contas, quem está no jogo, eventualmente será ferido. Foi legal ver ele falando pra Andy que isso faz parte da vida, e que não deveríamos deixar de arriscar por causa disso. Vem cá, Nick. Eu dou um abraço em você e coloco gelo no machucado.

Chris surtando por causa das bebidas foi meio sem noção, mas até que foi legal ver ele animado com algo, pois já fazia um tempo que ele andava apagadinho. Mas o mais legal desse plot foi ver uma Chloe animada e ponderada, que além de acalmar Chris, ainda fez o papel de treinadora de Nick e nos entregou as melhores cenas do episódio. Aquele tapa em Nick e a sua tentativa de dar água para o amigo foram algo.

Sam voltou pra delegacia, e fez pouco mais que carregar caixas. Mas é natural que seja assim tanto pra você quanto pra mim, já que ele gastou um longo tempo no hospital. E a parceria dele com a McNally e o novato mala não foi de todo mal.

Por fim, preciso dizer que o Oliver é um ótimo personagem, e está funcionando bem como chefe. Mas ainda quero ver como ele agirá em situações que envolvam mais riscos. Porque vamos combinar, a vida da 15ª Divisão tá fácil demais.

P.S.: parece que eu estava com preguiça de escrever essa review. Mas não, juro que não. Só não achei o que falar sobre o episódio, mesmo. =/

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »