Falling Skies – Mind Wars

Data/Hora 23/07/2014, 19:07. Autor
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Mind Wars mostrou a jornada de Tom a procura do grupo de Hal. Já com Matt embaixo das suas asas, o papai Mason quer reunir novamente a família. Claro que os objetivos maiores como reconquistar a Terra e expulsar os espheni do planeta continuam em pauta, mas primeiro é necessário reagrupar a 2nd Massachussets, que vem fazendo muita falta na luta diária contra os alienígenas.

O que parecia fácil se complicou quando Tom, Matt, Weaver e Cochise perceberam que estavam sendo procurados pelo soberano espheni, o mesmo que Tom ateou fogo na prisão. Para complicar ainda mais, Cochise precisou se separar dos amigos e Tom caiu em uma armadilha de desconhecidos. Ainda bem que eles não confiaram de cara em Nick e Cooper, o que não foi nada difícil. No mundo atual onde se passa Falling Skies comida já é artigo raro na Terra, e dois estranhos cozinhando no meio do nada e não se preocupando em esconder o cheiro da comida de possíveis saqueadores realmente foi muito suspeito.

Falling Skies 4x05 Pope e Sara

Enquanto isso, Hal segue no comando do restante do grupo fugitivo da prisão. O mais interessante é a presença de Shaq, um “colega” de Cochise que não é muito amigável, mas vem sendo bem prestativo como soldado volm. A parceria entre humanos e alienígenas rendeu até a derrubada de um dos mechs que impediam a passagem do grupo para o local onde estão Lexi, Anne, Ben e Maggie. A armadilha de Hal, Tector e Shaq só não foi mais divertida que a entrada triunfante de Pope e Sara.

O clima alegre do grupo de Hal contrasta com o humor de Matt depois que viu seu pai ser capturado, e também com a situação que Anne vive com Lexi. Após tentar descobrir algumas informações com o espheni de refém, Ben foi machucado, Lexi ficou com febre de surpreendentes 47 graus e o prisioneiro (a quem Lexi chamou pela primeira vez de pai) acabou fugindo.

Falling Skies 4x05 Matt

“O verdadeiro soldado não luta porque odeia o inimigo, mas porque ele ama quem deixou pra trás”, citou Dan Weaver

Ainda durante a jornada de Tom – que virou um resgate – Weaver tentou dizer umas palavras bonitas para Matt sobre como aprender a controlar o ódio e canalizar ele de uma forma “mais saudável” (como se isso fosse possível ), mas Matt preferiu mesmo “fazer eles pagarem pelo que fizeram”. Na realidade, Matt passou o episódio todo questionando a necessidade de matar outro ser humano ou animal. Esse questionamento do personagem foi apresentado desde a primeira cena com o coelho que Tom queria que se tornasse a próxima refeição do grupo. Ao final de Mind Wars, é difícil diagnosticar se Matt chegou a alguma conclusão. No entanto, o comentário de Weaver quando Matt desiste de atirar no homem que capturou seu pai resume muita coisa: “Não peça desculpas, você é um ser humano”.

Falling Skies 4x05 Shaq

PS1: Clima esquentando entre Ben e Maggie hein?

PS2: Se no episódio anterior, Evolve or Die, nós tivemos que aguentar um meio de comunicação medonho de tão sem noção dos espheni, agora em Mind Wars aquele equipamento que mostra toda a localização do exército espheni valeu a tecnologia alienígena.

Rookie Blue – Two Truths and a Lie, Deal With The Devil e Exit Strategy

Data/Hora 23/07/2014, 11:49. Autor
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O dia pelo qual todos esperávamos chegou. Quem diria que um jogo consistindo em duas mentiras e em uma verdade acabaria se transformando em uma jornada tão sentimental. Well done, Swarek. Continue assim.

Em Two Truths and a Lie, o caso que McNally e Swarek estavam investigando enquanto os colegas saiam para a rua à paisana em Going Under teve desdobramentos. O cara desaparecido estava na verdade morto, e as investigações conduziram para um suspeito que havia passado um tempo na penitenciária de Millburn. Coincidententemente, o suspeito tinha uma forte ligação com o pai do Sammy. E a viagem para Millburn acabou fazendo com que Sam e Andy acabassem tendo uma conversa nada usual sobre o passado dele.

Foi bacana ver Andy enfrentando o sogro, ouvindo e compreendendo Sam. E agora sabemos o porquê dele detestar o pai mas também se sentir um pouco culpado pela ruína da relação deles: foi um falso testemunho de Swarek que mandou o cara de volta para a prisão, e lá ele acabou matando uma pessoa e ferrando com seu tempo de pena.

E foi lindo ver Swarek finalmente confiando na namorada, buscando apoio nela, deixando ela ver uma parte “feia” de sua personalidade e vencendo o medo de arruinar o relacionamento deles com isso. Enfim, foi um bom episódio para os shippers Sandy.

Rookie Blue - Deal With The Devil

Em Deal With the Devil, algumas surpresas. E uma certeza.

A certeza foi a mancada de Dov com a Chloe. Eu sei que muitos de vocês estão pensando “caramba, Mariela, o problema do Chris é sério e eles são melhores amigos”. E eu concordo com vocês. Acho que o Dov precisa dar apoio (e puxões de orelha) no Chris. Mas também acho que ele precisa ser mais atencioso com a Chloe. Ele tem um histórico bem ruim com suas ex e costuma ferrar as coisas com frequência. Então não vai ser surpresa se ele e a garota mais divertida da 15ª acabarem em breve. E isso será uma pena para Dov, que é um personagem bem chatinho sem um par interessante (o que é um absurdo, já que a pessoa não deve depender de alguém pra ser interessante. Mas enfim…). Eu torceria por um casal entre os fofos Nick e Chloe. Mas pelo jeito o Wes continua na jogada. DAMN, LIFE!

As surpresas foram o comportamento do Oliver e o retorno de Holly.

Eu não esperava que a Holly reaparecesse assim, mas agora vejo que foi ingenuidade minha. Ela não morreu, mudou de cidade ou trocou de emprego. Então, mais cedo ou mais tarde veríamos a garota. E, claro, a interação de Gail com ela. É bem a cara da Peck reaparecer como se nada tivesse acontecido e querendo voltar para a ex, com o rabinho entre as pernas. E doeu um pouco com a Holly falou que estava saindo com alguém, já que sabemos que Gail não é tão durona quanto aparenta ser. O discurso dela antes do final do episódio deu mostras claras disso, e foi muito muito muito bacana ver a loira baixando a guarda, ainda que por alguns segundos. Preciso dizer que torço pra elas voltarem? Acho que não, né?

O caso do novato idiota ressurgiu (e mostrou que Duncan não aprendeu NADA com suas mancadas). E eu fiquei MUITO surpresa com o comportamento do Oliver. Sim, eu compreendi. E fiquei de coração partido pelo Oliver e pela Andy. Mas não imaginava que o policial iria acabar se curvando às manobras políticas, por mais que o motivo fosse nobre.

rookie blue Exit Strategy

Aliás, a vida do Oliver não está fácil, né? Depois de ter problemas com a filha (que voltou para ser fofa com o titio Sam e dar dor de cabeça para a Peck), ferrar as coisas com a Andy e ter que ficar com o cargo de comandante, ele ainda descobriu sobre o vício de Chris e teve que lidar com a pressão do Superintendente (que já odeio) e com uma batida frustrada. Quarta-feira do caramba! Pelo menos ele e Andy ajustaram as coisas, com uma pequena ajudinha de Sammy (que tá um fofo) e uma grande ajuda de Peck (que fez uma dupla incrivelmente legal com a “Andy Malvada” nesse episódio).

E por falar em mancadas, a Traci deu uma bem feia, né? Steve tentou ajudar ela, mas ela pisou feio na bola ao procurar Dex e revelar sobre a batida, arruinando tudo para a 15ª. E ela ainda se fez de ofendida depois, por causa da vigilância do atual namorado sobre o ex-marido. Mandou mal, Nash! Não sei como o caso vai se resolver, mas se eu fosse o Steve, faria ela correr atrás. Sem moleza para ela.

Em Exit Strategy ainda descobrimos que apesar dos esforços do Dov, o Chris continua se drogando. E mentindo, o que é ainda pior. Acho legal esse apoio ao amigo, e concordo que a chefia precisava saber dele. Só continuo sem entender o porquê de Dov não se abrir para Chloe. Poxa, ela é TÃO bacana e poderia ajudar tanto o Epstein, mas ele sempre mete os pés pelas mãos e arruina tudo. Tô sentindo cheiro de fim de relacionamento.

Para finalizar, preciso dizer que só faltam 3 episódios para o final da temporada (que iria ser de 22 episódios), e isso significa que teremos uma temporada BEM morna. Pra isso mudar um tantinho que seja os 3 episódios finais tem que ser MUITO bons. E não sei se isso será possível. Então, só nos resta torcer para que pelo menos essa reta final seja empolgante.

P.S.: foi bacana o desfecho do caso de Exit Strategy, muito embora desde o princípio do episódio eu soubesse que o filho era o culpado. O elemento surpresa acabou se desdobrando entre a tentativa de suicídio e o risco de explosão.

P.S.2: atrasei as reviews em razão de uma mudança e de uma internet capenga. Mas prometo fazer tudo em dia a partir de agora 🙂

Falling Skies – Evolve Or Die

Data/Hora 21/07/2014, 20:02. Autor
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Evolua ou morra. Essa é a ameaça espheni sobre os humanos e esse é o tema que pauta e dá nome ao quarto episódio da quarta temporada de Falling Skies.

Como a turma da 2nd Massachussetts não está pretendendo “evoluir” da forma que os espheni querem e muito menos deseja morrer, a resistência humana continua na série alienígena da TNT.

Falling Skies 4x04 Tom, Matt e Weaver

Ainda fugindo dos espheni, Tom e Weaver se separam do grupo para tentar resgatar Matt no campo de concentração onde Cochise avistou o pequeno Mason. No caminho, já foi possível perceber que a paranoia de Weaver não era tão surreal assim. Uma nova espécie já os estava perseguindo, nem espheni, nem volm e nem humana, mas sim uma nova aberração em que os espheni estão transformando os humanos que não se renderem aos seus comandos.

Matt deu sorte e foi resgatado por Tom, mas Weaver viu a própria filha transformada em um monstro. Por outro lado, Weaver descobriu que o plano espheni é falho, pois não apaga a memória e o livre arbítrio da raça humana. Jeanne reconheceu o pai e salvou a vida dele de um ataque skitter. Agora, além de ter deixado Mia e outras crianças para trás, Tom tem outro incentivo para resgatar as crianças: não deixar que elas sejam transformadas em uma nova espécie de aberração dos espheni.

Falling Skies 4x04 Hal e Tector

Enquanto isso, Hal teve que manter o grupo unido e buscar suprimentos para o grupo fugitivo. No entanto, tudo isso fica bem mais complicado quando Pope está envolvido. Apesar de ter sido eficiente em achar combustível, Pope é instável demais e agora conseguiu achar uma versão feminina de si próprio. Ao mesmo tempo que a inserção de Sara no elenco pode trazer momentos mais cômicos para a série, também será mais uma personagem apta a dificultar o comando dos Mason, ou de qualquer outra pessoa que tente comandar algo organizadamente.

Já no mundo feliz de Lexi, Anne surpreendeu. Apesar da preocupação com a filha, ela teve os pés no chão para analisar a situação e organizar uma estadia em paz no local até conseguir descobrir o que vem acontecendo e o que os espheni planejam com a sua filha. Além de capturarem o espheni amigo de Lexi como refém, Anne e Ben logo devem ganhar a companhia de Hal, já que Dingaan localizou um áudio gravado por Lourdes convidando as pessoas para virem até “um lugar de paz, onde todos serão bem-vindos”.

Falling Skies 4x04 Espheni e Lexi

Falling Skies chega quase na metade da sua quarta temporada e o clima da série é um tanto monótono. Mesmo assim, na última semana a TNT anunciou a renovação do seriado para uma quinta temporada. A emissora também comunicou que com mais dez episódios no ano que vem, Falling Skies encerra seu ciclo. Nada mais justo, apesar de não estar empolgando muito nesta temporada, a série ganha mais um ano para encerrar sua história adequadamente. Os fãs agradecem.

Falling Skies 4x04 Espheni Comunicação

PS: O que foi aquele meio de comunicação medonho dos espheni no final do episódio? Fiquei sem palavras.

Suits – Leveraged

Data/Hora 17/07/2014, 14:43. Autor
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Com um episódio morno esta semana, Suits trouxe uma perigosa atração para Rachel e Mike entrando em um túnel sem saída no caso contra Harvey. Na Pearson Specter os problemas tomam proporções ainda maiores quando segredos são revelados.

Jeff Malone, o caso de Jéssica, tem me incomodado desde o princípio. Entrou na série fazendo exigências, conseguiu seu lugar na firma, mas até agora parece muito mais preocupado em ser respeitado do que ser competente. Jéssica e principalmente Harvey já demonstraram seu desconforto com a postura do advogado. No episódio, ao derrubar os sete processos contra clientes da firma, Jeff não consegue prever que estava fazendo um favor a seu inimigo, e agora, os ataques da CVM virão diretamente contra Harvey.

Enquanto Mike luta contra Harvey no caso das Indústrias Gillies, quem acaba passando mais tempo com Rachel é seu antigo amor, Logan. Nunca vou questionar o sentimento de Rachel por Mike, mas não dá pra negar que a sombra do passado dela e de Logan juntos ainda balança sua cabeça. Bastaram algumas horas juntos para ela se sentir a vontade com Logan e quase hesitar em negar a tentativa de aproximação dele. Mike que se cuide, porque Logan está tentando muito mais do que adquirir a empresa, está tentando reconquistar Rachel.

E agora quero falar sobre Mike. O garoto está tão preocupado em ganhar o caso que só falta dizer “os fins justificam os meios”. Neste episódio chegou a ser triste vê-lo utilizar um golpe baixo contra Louis para desestabilizá-lo frente ao juiz. Por mais que as intenções dele sejam boas, a pressão do chefe e a vontade de se provar perante seu antigo mestre estão fazendo com que ele se perca em um caminho que já se mostrou perigoso demais. Sempre gostei dos ideais positivos de Mike, mas é exatamente isto que o levou a esta situação. Agora ele corre uma corrida que não pode vencer. Seu futuro longe do grupo de investimentos agora é somente uma questão de tempo.

Suits sempre foi dinâmica em seus casos, mas o começo desta temporada tem demorado a engrenar. O próximo episódio vai trazer muitas notícias bombásticas e nos resta aguardar para que Harvey consiga dar conta de ganhar o caso contra Mike e ainda se defender contra as acusações da CVM. Na dúvida, é melhor não duvidar que ele faça isso e ainda saia com a típica pose Harvey Specter.

 

Rizzoli & Isles – Too Good to Be True e Doomsday

Data/Hora 14/07/2014, 14:58. Autor
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Antes de começar a discutir episódios de R&I eu preciso me desculpar. Estou em processo de mudança e minha vida virou uma pequena – ou grande – desordem. Fiquei inclusive sem internet e, consequentemente, sem assistir aos episódios dos seriados que acompanho. Mas agora as coisas estão voltando para os eixos e coloquei Rizzoli em dia nesse final de semana. Então, antes que The Best Laid Plans seja exibido, vou falar do 3° e do 4° episódios dessa temporada.

Eu sei que Goodbye acabou ficando sem review. E isso é uma pena, já que foi o episódio de despedida do Frost e a homenagem ao Lee. E só pra não deixar passar completamente em branco, digo que foi uma bela forma de relembrar o personagem e dizer adeus à ele, bem como ao ator. O clima do episódio foi de bastidores, e em algumas cenas não deu para separar a ficção da realidade, saber se o sentimento era de atores ou de personagens. E assim como nossos personagens queridos, nós também precisamos seguir em frente.

Too Good to Be True foi o primeiro passo para isso. O caso do episódio, que foi bastante interessante, mostrou à Korsac, Frankie e Jane que eles precisam pensar em “preencher” a vaga criada pela morte de Frost (em razão das necessidades tecnológicas, especialmente). E com isso ficou evidente a necessidade de seguir em frente. O episódio mesclou, assim, momentos de humor com aquele peso que os personagens tentavam se acostumar a carregar.

Outro assunto abordado em Too Good to Be True foi a gravidez de Jane. E foi nele que ela deu largos passos na “caminhada da gravidez”, já que além de revelar para a mãe (e, consequentemente, para os irmãos) que está esperando um bebê e contar para Casey que ele será papai, a morena ainda aceitou a ajuda de Maura. Acho que Jane não precisa do Casey para levar a gravidez adiante ou para criar o filho. Mas ela precisa de apoio. E buscá-lo na família Rizzoli e em Maura foi uma grande e acertada decisão.

Rizzoli and Isles 2

E essa faceta mais aberta de Jane também esteve presente em Doomsday, no qual vimos o melhor da interação de Maura e Jane e, de quebra, tivemos a oportunidade de assistir um final de episódio deliciosamente fofo e divertido.

Nesses dois episódios vimos Jane sair ilesa de um tiroteio e de uma explosão. E como ela bem fala para Angela, a profissão dela envolve riscos constantes. Sabemos do amor de Jane pela profissão que ela escolheu, e que um afastamento não é opção. Então ficou bem crível o pedido para que Maura tome conta do bebê caso algo aconteça para Rizzoli. Comovente.

Além da história da gravidez de Jane ter evoluído, os roteiristas ainda se preocuparam em dar plots para Frankie e Korsac. Fiquei feliz em ver que o segredo de Frankie não envolvia um namoro às escondidas (e ri da solução de contar para Angela que ele está namorando uma stripper, para ficar plausível), e é bem coerente que ele tenha se sentido desafiado a ser mais e melhor com a morte do Frost, que acabava sendo o “cara da tecnologia”. Frankie quer servir melhor para servir sempre e abrir caminho pelos méritos próprios. Bacana.

Legal também vermos Korsac lisando com o seu futuro. O coaching – e Kiki – estão fazendo diferença na vida do Sargento, e ele está, agora, qual o próximo passo que deve dar. Se o sargento vai optar por virar Tenente ou aposentar-se e poder curtir um tempo legal e saudável antes de partir para uma melhor não sabemos, mas é bacana acompanhar esse processo de decisão. E ver a Jane lidando com tudo isso também, é claro. Afinal de contas, ela acaba de perder um parceiro, e a possibilidade de perder outro a aterroriza. Será uma jornada interessante, creio eu, independentemente do seu final.

E antes de encerrar esses comentários, preciso dizer que estou gostando os casos dessa temporada. Depois do assassinato/rapto do 1° episódio, tivemos um caso envolvendo uma suspeita/testemunha coberta em sangue e com amnésia, um caso envolvendo um serial killer e, por fim, um caso que misturou conspiracionismo com um crime por ganancia. Todos com boas linhas de investigação, um desenrolar instigante e finais bacanas. Continue assim, equipe da Nash.

Amanhã vai ao ar, nos Estados Unidos, The Best Laid Plans. E eu prometo voltar antes do final da semana para comentá-lo com vocês. Até lá!

P.S.: palmas lentas para a cena inicial, entre Maura e Jane, em Doomsday. Tem como não rir e não morrer com a fofura da Isles?

Pretty Little Liars – Miss Me x 100

Data/Hora 13/07/2014, 22:14. Autor
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THIS SHIT JUST GOT REAL, BITCHES! O episódio de número 100 chegou e graças aos céus não decepcionou. Não teve o nível das season finales de Pretty Little Liars, mas convenhamos que foi até acima da média para o quinto episódio da temporada. Sobrevivemos a 100 episódios de muita enrolação, mas também de muitos momentos de tirar o fôlego, emoção, risadas e entretenimento de qualidade (mesmo que algumas pessoas discordem, a série não teria sobrevivido até aqui se não fosse por isso). E por mais que eu fale mal e xingue a Marlene King toda semana, eu mesma já teria desistido dessas meninas se não gostasse. E estou aqui há um pouco mais de 70 episódios, já que comecei nas reviews juntinho com a season 2. Então obrigada por me aturarem esse tempo todo e continuem me fazendo companhia pelas duas temporadas que nos restam, por favor! Clique aqui para continuar a leitura »

Falling Skies – The Exodus

Data/Hora 13/07/2014, 21:23. Autor
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Em The Exodus ficou um pouco mais claro o que todos já sabiam: Lexi é parte espheni e se considera uma ligação entre os alienígenas e os humanos. O que é estranho na personagem é… aliás, o que não é estranho na personagem? Lexi cresceu absurdamente rápido, mudou a cor dos olhos, pele e cabelos, tem poderes inexplicáveis e uma personalidade que parece mudar de acordo com o humor de quem a cerca.

Falling Skies 4x03 Anne e Lexi

Apesar da estranheza gerar curiosidade, Lexi ainda parece uma personagem muito confusa e em algumas vezes irritante, pois ela não apresenta personalidade fixa. Lexi parece manipular, mas também ser manipulada. Em alguns momentos parece nem saber o que está fazendo, mas logo depois discursa como se fosse o futuro dos humanos e alienígenas na Terra e não explica nada a ninguém. Maggie se armou novamente e Ben está entre o amor pela irmã e pela dúvida sobre quem é realmente Lexi.

Finalmente Anne chegou até a filha e os espectadores agradecem o final da choradeira, mas a novela deve continuar. Já no campo de concentração da nova colisão, Mira não aguentou a pressão e um erro seu acaba fazendo Matt pagar um preço caro. No entanto, Cochise já avistou o pequeno Mason e podemos esperar um resgate no próximo episódio.

Falling Skies 4x03 Tector, Dingaan e Weaver

The Exodus começou chato e sonolento, mas os últimos 15 minutos passaram voando, principalmente porque apresentaram a fuga da prisão, com um roteiro mais intenso e racional. O plano de Tom, Weaver, Hal, Tector, Pope e Dingaan foi posto em prática e funcionou. Com alguns contratempos, é claro – só para aprimorar a emoção -, mas tudo correu bem. No final das contas, Pope foi o anti-herói da noite, mas isso já é algo corriqueiro em Falling Skies.

Apesar da estratégia ter dado certo, as aulas de história do professor Mason estão um pouco chatas. Coitado do Dingaan que precisou escutar toda a história de Jerônimo e o exército mexicano em Guadalupe, quando na realidade só estava preocupado em não explodir na hora de escalar a cerca espheni. Outro ponto que vale ser ressaltado na fuga da prisão foi o criativo uso das câmeras. Principalmente na cena onde Tom foge dos saltadores de moto.

Falling Skies 4x03 Pope

O recado final de The Exodus foi simples: não adianta lutar para viver se é para estar sozinho. Só existe sentido em continuar lutando e vivendo se for em conjunto, com pessoas que se importam umas com as outras. Ninguém consegue ir muito longe sozinho e Pope e Digaan aprenderam isso nos acontecimentos desse episódio. Nesse ensinamento, Tom Mason foi um ótimo professor, citado até por Pope: “É como Tom disse, temos que confiar uns nos outros. E vamos começar agora”.

PS: O traje Faraday usado no episódio é inspirado em um experimento do físico britânico Michael Faraday, que criou a  Gaiola de Faraday para  demonstrar que uma superfície condutora eletrizada possui campo elétrico nulo em seu interior, já que as cargas se distribuem de forma homogênea na parte mais externa da superfície condutora.

Falling Skies – The Eye

Data/Hora 09/07/2014, 19:50. Autor
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No segundo episódio da nova temporada de Falling Skies a principal percepção é um avanço significativo nas histórias apresentadas em cada um dos núcleos da narrativa. Na prisão, o plano de fuga avançou muito e está iminente. Ben, com a ajuda de Maggie e Kadar, assumiu o controle no núcleo das “pessoas que vivem felizes e sem guerra” ao lado de Lexi. Anne continua transtornada, mas já vem caindo um pouco na real, o que deixa o núcleo dela, junto ao grupo viajante, com objetivos e rumos mais consistentes.

Na prisão, o feitiço virou contra o feiticeiro. A ideia de libertar os presos mais perigosos de suas celas surtiu efeito contrário para os espheni. Tom conseguiu se reunir com Hal, Weaver, Tector e até Pope, que como nós já sabemos, apesar de ser um canalha, no fundo tem um bom coração e só precisa manter a fama de mal. Além de ser muito bom para o desenvolvimento da história ver esses personagens mais próximos, a reunião acelerou o plano de fuga da prisão. Vale ressaltar também o novo personagem que se juntou ao grupo, o especialista em fugas de prisões alienígenas, Dingaan.

Falling Skies 4x02 Dingaan, Tector e Hal

Já o mundo feliz de Lexi não anda tão feliz. Ben acordou para colocar ordem no galinheiro e vem mexendo com a calmaria do local. Kadar voltou a fazer exames em Lexi para tentar descobrir um motivo para o envelhecimento rápido da menina que mal deveria ter um ano, mas aparenta 21 e já trocou a cor dos olhos, cabelos e até a etnia. Lexi parecia quase uma índia e agora está mais para uma albina. Na realidade, ela é uma híbrida, metade humana e metade espheni, mas as verdadeiras consequências disso nós só saberemos mais adiante.

Já na prisão, o plano de Tom foi muito bem pensado, sendo apresentado como um mistério para o espectador que precisou acompanhar com certa angústia até entender o que realmente estava acontecendo. Claro que as expectativas foram melhores do que o imaginado e foi até um pouco irritante ver a facilidade com que Tom teve acesso à visão aérea e também na descoberta da fonte de força que mantém o muro da prisão. A aparição de Cochise novamente, mas dessa vez se mostrando mais ativo em ajudar Tom e salvar Matt, também foi positiva para o episódio, pois deixou os volm mais presentes na história.

Falling Skies 4x02 Tom

E quem diria que o pegador da temporada até agora é… Matt Mason. Além de perder aquele cabelinho, o caçula de Tom já se adiantou e arranjou uma namoradinha. Sim, tivemos um momento fofo em meio a essa guerra alienígena. Também vem pintando um clima entre Maggie e Ben, o que vai esquentar e muito o enredo da temporada. Estou na torcida.

As respostas que Tom precisava estavam realmente na nave e agora a rebelião tem todas as armas para explodir na prisão. O enredo da quarta temporada de Falling Skies parece se desenvolver com agilidade, o que promete uma boa temporada considerando que são apenas dez episódios. O maior mistério é Lexi, a híbrida. Ainda deve ser apresentado mais adiante quais são seus poderes e qual foi o objetivo dos espheni ao criá-la. Falling Skies não retorna movimentando muito os nossos batimentos cardíacos, mas tem a consistência de uma boa série de ficção científica. O importante é que os laços da história se cruzem para que a temporada se desenvolva criativamente e explore uma pouco mais as emoções do público.

Falling Skies 4x02 Anne

PS: Os espheni falam em um perigo maior, além dos volm. Mais um? Tipo, “nós não somos tão maus, tem coisa pior”. Assim fica difícil a vida.

Frase do episódio: “Por favor, pare de falar como um biscoito da sorte”. Ben Mason.

Pretty Little Liars – Thrown From the Ride

Data/Hora 07/07/2014, 21:28. Autor
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Devagar, devagar, quase parando. Isso define Thrown From the Ride, episódio que precedeu o esperado – e absurdamente divulgado – 100º. Mas isso não é tão surpreendente se tratando de Pretty Little Liars e da montanha russa emocional a que somos submetidos toda semana. O que podemos fazer é torcer – e torcer muito – para o próximo episódio não decepcionar. Okay, se levarmos em consideração a volta de Caleb para Rosewood e a de Alison para a escola, é bem difícil que o número 100 de PLL seja chato. Mesmo assim, é bom não contar vitória antes do tempo.

Começando do lado mais apagadinho e causador de bocejos, falemos de Emily/Paige/Sydney. A novata ainda não disse a que veio. Emily estava super decidida a manter a distância de Paige no episódio passado e agora mudou de ideia subitamente (mesmo que ainda não saiba se sente algo por Alison). E Paige, pela primeira vez, fez algo decente da vida. Pela metade, mas ainda assim fez e o aviso dela vai ser suficiente para que as meninas se mantenham atentas à volta de Alison para a escola, já que dois anos de ameaças não foram suficientes para que elas aprendessem o estado Unagi de constante observação. Não devem ter assistido Friends, tadinhas.

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Se Aria estava no estado de surto constante logo depois da morte de Shana, agora é a vez de Hanna. Ela percebeu que tinha sido feita de fantoche por Mona depois do desaparecimento de Alison e, como recaída, voltou a roubar roupas de lojas. Não pode, Hanna! Acredito que essa confusão mental seja tudo o que Mona quer que ela e as outras meninas passem. Estando vulneráveis, é mais fácil mexer com elas. O ato é: mesmo no meio de uma crise por perceber que é uma Alison 2.0, ela é a única que tem dado atenção a Ali. Prova disso é que foi ela quem acompanhou Ali quando a recém-viva-novamente foi buscar os documentos do funeral de sua mãe e quando ela foi fazer o exame de corpo-delito.

Por mais que Alison estar viva seja tudo o que as meninas queriam, eu confesso que gosto dessa resistência, que mesmo pequena, faz com que elas não abaixem a cabeça a tudo o que Ali fala ou que façam o que ela pediu depois de relutar bastante, como foi com a gravação. Ainda não consegui formar uma ideia concreta sobre ela. Em alguns momentos, parece a mesma Alison bitch e manipuladora, como quando falou ao telefone com Hanna depois de ter tentado falar com todas as outras sem sucesso. Depois, ela parece realmente ser a menina de 17 anos que sofreu demais para a pouca idade que tem e ainda está assustada e vulnerável. Mesmo assim, não consigo aplicar o “inocente até que se prove o contrário” nesse caso e, para mim, ela não vale muita coisa não. Melhorou um pouco, mas continua não valendo.

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Depois desse episódio, ficou claro e evidente que em algum momento dessa temporada Aria e Ezra voltarão a ser Ezria. Me surpreendi por não terem ficado juntos ali mesmo. Só falta Aria engolir o orgulho e perdoar o cara que levou uma bala por ela, porque correr para ele quando as coisas ficam ruins, ela já corre. Aria tem uma amiga que passou exatamente pelo que ela está passando e com quem ela vai se lamentar por ter assistido o funeral de Shana três milhões de vezes? Agora eu só espero que o Jake não volte porque minha certeza em relação aos casais dessa série acaba quando eu falo que Toby e Spencer devem ficar juntos e que o Andrew se console com outra pessoa. Quanto a decidir entre Caleb e Travis/Ezra e Jake… fica difícil não ter uma dorzinha no coração ao escolher um ou outro.

Não me entendam mal. Eu gosto do Andrew, e gosto muito dele. Ele é absurdamente fofo, para não destoar do resto do elenco da série, também é bem bonitinho e ajudou Spencer no jardim. Mas o Toby é meu personagem principal nessa série toda e não importa quanto tempo passe longe: Spencer e Toby são Spencer e Toby. Afinal, quem é melhor para aguentar e dar suporte a ela com tudo o que vem acontecendo em todos os aspectos da vida dela? Só ele, o carpinteiro mais lindo da Pensilvânia. Falando em drama de Spencer, nada de dica sobre o segredo de Melissa, mas a possibilidade de seu pai ter matado a mãe de Alison é grande e, sinceramente, não é de se surpreender muito. Peter Hastings nunca pareceu muito certo e ele e Jessica já tinham um histórico de relacionamento complicado, afinal de contas. O sumiço de Veronica, que, supostamente foi para um spa, também não ajuda a formar uma boa imagem dele. Estou apenas aguardando as cenas dos próximos episódios.

PS1: Se Jason sabia que Spencer não podia confiar no pai deles porque Peter deve ter feito algo a Jessica, por que ele não falou algo ou pediu ajuda? O que ele deve a Peter para guardar um segredo assim?
PS2: Onde Alison arrumou aquela cicatriz? Tem mais história aí embaixo, produção!
PS3: Acho que odiei o cabelo novo da Hanna. Sorry, produção.
PS4: O que foi Alison mandando sms e ameaçando enviar com “-A” na assinatura????
PS5: Mona está apenas cozinhando a vingança, com certeza.

The Leftovers – Penguin One, Us Zero

Data/Hora 07/07/2014, 13:22. Autor
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Depois de tantos questionamentos jogados no ar, era óbvio que assistiria ao segundo episódio de The Leftovers, porém já tinha decidido que essa seria a última chance que daria a série. Sei que essa afirmação pode soar um tanto quanto precipitada, mas apesar de ter gostado da apresentação, já tinha esquematizado em minha cabeça que o desenrolar dessa história não seria muito bom, contudo precisava da confirmação final. E infelizmente – ou felizmente – ela não veio em Penguin One, Us Zero.

Tenho alguns critérios pessoais para saber se estou ou não gostando da série ou do filme: quantas vezes eu mexo no celular durante a exibição e a contabilização dos minutos para acabar. Bom, assistindo a esse episódio de The Leftovers eu impressionantemente não olhei para o meu celular uma única vez (que ficou carregando sossegadamente) e quando fui ver o relógio da televisão era 23h52, ou seja, o episódio já estava quase acabando. Isso só pode ser um bom sinal.

Dizer que o começo foi muito confuso é meio redundante, já que toda a série é confusa, mas essa questão do Wayne é ainda totalmente obscura. Será que abraçar uma pessoa quando ela está na pior é tão incomum nesse “mundo novo” que precisa daquela fazenda e desse mistério todo? Porque aparentemente esse é o seu talento e inclusive ele ofereceu um para Tom, tentando tirar dele a culpa de ter matado a sangue frio o policial que tinha Christine em sua mira.

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Muita gente achou a Liv Tyler estranha e confesso que também demorei um pouco para reconhecer, mas fiquei muito feliz em saber que ela não se tornou mais uma dessas atrizes compulsivas pela juventude eterna e assumiu algumas expressões em seu rosto. Muito interessante a iniciação nos Culpados Remanescentes, eles são bem organizados e existem vários passos antes de você se tornar um deles. Meg teve/está tendo dificuldades de se desapegar do mundo real e mergulhar de vez nessa nova vida de culpa. Contudo, já no final do episódio, ela parece que entendeu o recado e vai toda decidida derrubar a árvore/sua vida antiga. Entretanto, Meg nos deve ainda muitas explicações.

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Outra que está arrebentando é Amy Brenneman e infelizmente sua Laurie apareceu muito pouco nesse episódio. Deve ser um trabalho muito difícil para um ator interpretar um personagem que não fala e ela está fazendo um trabalho impecável. Passar todos os sentimentos somente pelo olhar é um exercício e tanto. Emmy, Globo de Ouro e SAG, fiquem de olho!

E a gente esperando algumas respostas e a série vai lá e joga mais alguns questionamentos no ar como se a gente já não tivesse dúvida o suficiente. Fiquei intrigado com a Nora e claramente ela vem usando sua história (perdeu a família toda no arrebatamento) para ter “vantagem”. Confesso que gostei da teoria de Amiee (amiga maluca da Jill) e começo a acreditar que ela matou toda sua família e disse que eles sumiram. Mas tudo isso para não pagar uma xícara de café que ela mesmo derrubou? Veremos.

Só eu achei normal o Kevin não estar batendo bem da cabeça? Definitivamente não estaria muito normal se vivesse nesse mundo e ainda mais sendo o delegado dessa bagunça toda! E se isso já não fosse o bastante para pirar alguém, o cara ainda tem um fator genético! E para piorar mais ainda, Lucy, vulgo prefeita que não vai muito com a cara dele, é sua madrasta! Receita completa para uma camisa de força. Bom, pelo menos Jill e Amiee viram o careca da caminhonete e ele achou os bagles na tostadeira. Nem tudo está perdido.

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Pelo que foi mostrado no teaser, o próximo episódio será centrado em Matt, um ex-reverendo. Ele apareceu nesse episódio entregando uns panfletos para Jill e Amiee quando elas foram no café, e é o homem que abraça Nora na rua, pois é seu irmão. Confesso que não fico mais vendido para esses vídeos, e quem assiste The Walking Dead sabe do que eu estou falando. Os teasers são sempre ótimos, porém os episódios nem sempre são bons. E que venha Two Boats and a Helicopter.

Ps1: Nora completamente insensível ao entrevistar o casal de velhinhos. E não entendi a pergunta se Charlie, o filho deles, tinha vindo ao Brasil? O que será que ela quis dizer com isso?

Ps2: Essa gangue de pré-adultos (Jill, Amiee e os gêmeos) já me irrita desde o primeiro episódio e esse episódio serviu só para confirmar isso.

Ps3: Só eu achei o episódio mais “saudável”? Como os Culpados Remanescentes não apareceram muito, consequentemente tivemos menos fumaça na telinha!

Ps: Como era de se esperar, a HBO não ia nos decepcionar e temos mais uma abertura sensacionalmente intrigante, assim como a série.

 

Suits – Two in the Knees

Data/Hora 03/07/2014, 15:19. Autor
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Não importa de que tipo de homem você esteja falando, basta colocar uma mulher no meio e todo o cenário muda de figura. Foi assim que Mike se livrou mais uma vez de ser descoberto e que Jeff manipulou Louis sem pensar que suas reais intenções iriam ser descobertas em Two in the Knees.

Era questão de tempo, e sabíamos que uma hora ou outra agir contra seu pupilo iria afetar Harvey. Ele pode estar lá, com seu terno bem cortado e fazendo a mesma pose de poder de sempre, mas a verdade é que ele nunca hesitou tanto para tomar decisões. No entanto, Harvey não é Harvey à toa. Manobrou as intenções de seu cliente o máximo que conseguiu e, mesmo que momentaneamente, protegeu Mike.

Essa não é a primeira vez, e com certeza não vai ser a última, que Harvey se expõe para proteger Mike. Mas foi a primeira vez que o vimos se importar com algo além de vencer o caso. Antes, ele protegia seu associado sim, contra tudo e todos, mas os dois trabalhavam juntos. Mas desta vez, mesmo estando em um ring, Harvey segurou o braço na hora de socar seu adversário. E isso é um ato de grandeza para o personagem. Ele pode dizer quantas vezes for que criou Mike do nada, que sem ele o rapaz não seria mais do que poeira do seu sapato, mas a verdade é que nesse discurso existem muito mais palavras vazias do que qualquer outra coisa.

Suits – Two in The Knees2

Quem nasceu para ser bobo da corte, nunca será realeza. Foi assim que Jeff se aproveitou de Louis até onde pode para ficar perto de Jéssica. Eles até tentaram mostrar um lado diferente do advogado revelando um pouco do seu passado e tentando transformá-lo em algo mais do que um simples romance para Jéssica, mas a verdade é que isto está longe de colar. A realidade é que ele gosta tanto desse joguinho de sedução que sua imagem de advogado, ao menos agora, fica arranhada em segundo plano. Enquanto ele tenta de todas as formas quebrar a defesa de sua superior pelo menos podemos nos divertir assistindo a cenas como essa acima. Louis achando que o rapaz era gay foi demais.

Aqui retornamos ao caso de Mike, e mais precisamente à situação de Rachel. Vemos mais um flashback dela e temos alguns detalhes de como seu relacionamento com Logan aconteceu. Bater novamente naquela mesma porta foi muito mais do que enfrentar o passado, foi superá-lo de uma maneira tão digna que somente ela poderia ter feito. Foi enfrentando aquilo que ela conseguiu defender Mike. Foi revelando seu passado que ela mostrou quem ama de verdade e foi ali que ela salvou a pele de Harvey, Mike e qualquer outro que pudesse ser prejudicado com a descoberta dos segredos de Ross.

O fim do episódio mostra que o caso está tomando cada vez mais proporções maiores com muita lenha ainda para queimar, e que problemas grandes estão chegando para a Pearson Specter logo adiante. Mas, como nem tudo acontece para o mal, vemos que apesar de adversários no caso e inimigos por um breve momento, Harvey e Mike estão longe de esquecer a relação que criaram por três anos.

 

 

Falling Skies – Ghost in the Machine

Data/Hora 30/06/2014, 15:29. Autor
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Finalmente a série alienígena da TNT retornou com sua quarta temporada para saciar os fãs de séries sobre ficção científica. Falling Skies de certa forma é única em seu gênero, pois é bem difícil compará-la com alguma outra série da atualidade e talvez por isso seu retorno nos passa aquele sentimento de que estamos revendo velhos amigos que não encontraríamos em nenhum outro lugar a não ser… em um mundo devastado por uma guerra alienígena.

Um dos méritos de Falling Skies é a sua reinvenção a cada temporada. Quando a narrativa parece não ter mais para onde se desenvolver em meio a espécies alienígenas que não param de surgir, brigas internas, mudança de locais e desconfianças, a série chega com novas histórias e problemas mais graves. Em Ghost in the Machine, tudo parecia ir em direção a um retorno até Charleston, mas o sorriso de Tom e sua turma durou pouco. Lexi abriu a boca para nos deixar um tanto aterrorizados antes do ataque alienígena ao grupo humano e… tick, tick, boom!

Falling Skies 4x01 Todos

Foi como o início de um jogo de sinuca. Todas as bolinhas estavam felizes e reunidas no meio da mesa com um forro verde até que “boom”, uma tacada espalhou tudo. Foi assim que Tom e os “bad ass” ficaram cercados na prisão alienígena que surgiu dos céus, o grupo de Anne ficou livre e desesperado em busca dos outros e Lexi, Matt, Maggie, Lourdes e Ben foram parar na “cidade feliz onde a guerra não existe e Lexi é uma adolescente, loira e de olhos verdes”…. Oi!??

Tudo bem, é preciso um tempo para digerir a informação. Enquanto isso, vale analisar os outros elementos que o início da quarta temporada de Falling Skies apresentou. É importante ressaltar a qualidade dos efeitos especiais que segue o padrão da última temporada. O retorno de Tector, que agora mais aparece como um parceiro de Hal, e a presença mais constante de Pope são notáveis no episódio de estreia. Dois personagens importantes para quebrar o gênero do arco de personagens que cerca Tom e sua família.

Falling Skies 4x01 Lexi

Depois da batalha próxima a Charleston, a história da série pula quatro meses e o episódio mostra como os três diferentes grupos se estabeleceram. Anne está fora de controle em busca de Lexi e isso até cansa seus companheiros e inclusive os espectadores. Anne se tornou uma nova líder para o grupo que continua livre, mas ela só tem objetivos individualistas, o que prejudica a sobrevivência dela e do grupo.

Já na “cidade feliz onde a guerra não existe…” a história é outra, bem mais intrigante. A nova Lexi loira parece ser uma mentora do local e tem discípulos que parecem fanáticos religiosos ao seu redor para ajudá-la. O poder que ela tem ainda não está claro e em certos momentos parece apenas de premonição, mas claro que suas habilidades vão muito além disso. Longe dali, Anne vem tendo pesadelos que a fazem lembrar das coisas que aconteceram quando ela estava em poder dos espheni e grávida de Lexi.

Falling Skies 4x01 Matt

É difícil estabelecer distâncias geográficas de um grupo para o outro, mas Matt está em um lugar que parece um campo de concentração onde as crianças sofrem lavagem cerebral e parecem um pequeno exército sendo criado. Matt é uma das crianças que está sendo apresentada a vídeos de propaganda, precisa usar uniforme e seguir as ordens de um líder. A mensagem que é passada é de que os espheni são amigos e desejam viver harmoniosamente, mas é claro que Matt – sendo o Mason que é – já organizou a sua própria resistência.

Ainda assim, o mais interessante é o que acontece na prisão. Misteriosamente, Weaver e Tom não são mortos, mas mantidos em prisões individuais. Esse é um dos grandes mistérios do início dessa temporada: quais são os planos dos espheni para Weaver e Tom? Já Hal e Tector estão no cerco alienígena e tentam descobrir formas de destruir a grade que os mantém sob poder alienígena e podendo ser exterminados a qualquer momento.

Falling Skies 4x01 Hal e Tector 02

No entanto, a esperança maior ainda é Tom, que planeja colocar em prática um plano que vem organizando já há um tempo. Ele se tornou um “vigilante”, como acabou chamado na prisão alienígena. Por vezes foge da cela e parte em defesa dos oprimidos (a sina de Tom), causando preocupação entre os espheni. Os volm estão afastados, preocupados com sua própria defesa. Cochise ainda se mostra amigo de Tom, mas a ajuda volm já não pode ser algo que os humanos possam contar.

O lado positivo da estreia de Falling Skies é que a série chegou apresentando muita história para desenvolver em dez episódios. Se o enredo se desenrolar sem delongas, a série tem tudo para apresentar uma grande temporada.

PS: Para uma coisa o “campo de concentração” fez bem para o Matt: ninguém merecia conviver com aquele cabelo das primeiras cenas do pequeno Mason em Ghost in the Machine.

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