TeleSéries
Castle – Driven
02/10/2014, 22:29.
Ana Botelho
Reviews
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Série: Castle
Episódio: Driven
Número do Episódio: 7×01
Exibição nos EUA: 29/09/2014
Nota: 4.6
É um lindo dia de sol, com algumas nuvens soltas pelo ar: Hamptons está em festa. Havia chegado, então, o dia que você estava esperando e ansiando há muito tempo. Tudo deveria caminhar perfeitamente, afinal, a história de vocês dois já havia tropeçado em pedras suficientes ao longo dos anos. Você ri, se olha no espelho, está linda. O telefone toca. Surpreendentemente uma voz desconhecida ecoa pelo telefone e lhe dá a pior notícia que você poderia escutar: o homem da sua vida acabou de ter o carro despencado em um barranco. E o que deveria ser o dia mais feliz vivido por você, se tornou, em questão de segundos, uma corrida contra o tempo, o impulso, a dor e, sobretudo, contra o medo.
Quando o telefone tocou, no final de Better or Worse, e a imagem de Beckett observando o carro de Castle queimar surgiu na tela, eu fiquei extremamente desapontada com o desfecho que uma temporada ótima daquela havia recebido. No entanto, eu já deveria ter aprendido, com anos e anos de experiência com Castle, que nessa série nada é em vão e até o ruim, o fraco, pode ser justificável no futuro. Foi o que aconteceu nessa season premiere e eu vou dizer uma coisa pra vocês: Driven lacrou a vida e mostrou o porquê dessa série ser a queridinha do meu coração.
Permito-me dizer que, com certeza, esse foi um dos episódios mais dolorosos e sofridos para Beckett. A procura, a dúvida e o medo a deixavam à beira de um colapso nervoso e por várias vezes eu a vi surtar, querendo despejar no mundo – e em quem mais estivesse pela frente – a injustiça que havia pairado sobre a sua vida. Aliás, vida essa que nunca foi fácil, nem simples, mas que com força e determinação, teve os problemas enfrentados e batidos. Contudo, como lidar com o sumiço do seu noivo/amante/amigo no dia em que os dois iriam selar no papel o que já estava escrito desde sempre?
Simplesmente não lidando. Cada vez que Beckett recebia uma informação sobre Castle, e depois voltavam para o mesmo ponto, era mais um resquício de lucidez que ia embora. A dor que a rasgava por dentro já podia ser percebida na maneira em que conduzia as investigações e em como ultrapassava limites até mesmo desconhecidos por ela. E eu via a nossa detetive sempre envolvida em um círculo vicioso: desespero, alívio, preocupação. Foi assim quando ela descobriu que Castle não estava dentro do carro que havia pegado fogo, mas logo em seguida pensou que ele seria esmagado junto com a SUV. Nada mais fazia sentido, e se as coisas já não estavam boas, ficariam bem piores depois: por que Castle pagaria Cardano para esmagar a SUV, como apareceu no vídeo?
“Ou há um lado secreto dele que ninguém conhece. Nem mesmo você”
Sério, eu queria dar um soco naquele cara do FBI quando ele disse isso. Beckett já estava com uma dificuldade enorme em lidar com toda aquela situação e, quanto mais parecia que Castle estava escondendo algo dela, mais caótica ficava a cabeça da detetive. E quando digo caótica, é no pior sentido possível: ela chegou ao ponto de perguntar para Martha se Castle estava com dúvidas em relação ao casamento. Meu coração sofria com cada suspiro pesaroso que ela soltava, com cada cara de dor ao ter que lidar com questões difíceis de ser respondidas. E quando Esposito surgiu atrás dela com um café – ação que por anos e anos Castle executou de maneira brilhante e sedutora -, por um segundo Beckett achou que tudo tinha voltado ao normal, até que a realidade, sem pedir licença, entrou arrasando qualquer ponta de felicidade.
Após dois meses de buscas, para felicidade geral da nação de Beckett, Castle é encontrado em um quase cosplay do filme Náufrago (Wilsoooon): desacordado dentro de um barquinho no meio do oceano. E engana-se quem pensa que os problemas do casal estariam resolvidos, já que ao mesmo tempo que Castle não lembrava (ou não queria lembrar) de nada, Beckett tinha, bem frescas na memória, todas as pistas que indiciavam Rick como o próprio mandante do seu sumiço. Mas é aí que entra aquela velha história da confiança que é preciso ter num relacionamento, aquele tiro no escuro que, mesmo você sabendo que pode não pegar em lugar algum, é preciso ser disparado. Beckett não estava, há dois meses atrás, vestida de noiva e o esperando em Hamptons à toa. Ela sabia quem ele era, o conhecia como mais ninguém, a convivência de anos tinha feito seu trabalho bem direitinho. E contra todas as provas – vídeo, cabana, dinheiro sacado -, Beckett decidiu enxergar o que não era visível aos olhos.
O abraço dos dois foi quase que uma redenção: as perguntas ainda estavam sem resposta, mas o coração de Beckett pode suspirar aliviado como se ela finalmente voltasse para casa após uma longa – e torturante – viagem. E, nesse ponto, é que vemos o caminho que a sétima temporada vai trilhar ao longo dos episódios. Baseado em uma confiança mútua, a qual é sustentada pela capacidade de amar o outro apesar de qualquer muro construído, Castle e Beckett vão, dia após dia, fazer o que fizeram com o caso de Johanna: ir o mais fundo possível, contra qualquer coisa que vier, para descobrir quem realmente foi a mente por trás daquilo tudo. O casamento, talvez, seja adiado mais um pouquinho, e eu juro que não reclamo. Que história de amor real não teve seus capítulos – muitas vezes estendidos – de conflito e sofrimento?
Achei uma das melhores estreias de Castle de todos os tempos. Envolvente, dinâmica e um belo teste para corações fracos, ela fez muito bem a ponte da resolução do caso de Johanna para o novo plot da sétima temporada. Como sempre, o roteiro segue sem buracos e a história mais verídica impossível. Eu sei que fica chato sempre dizer aqui o quanto Stana Katic arrasa no que faz, mas é meio que impossível. Metade do crédito do episódio vem dela que soube expressar tão bem as emoções, fazendo com que os 42 minutos se tornassem os 42 minutos mais sofríveis da minha vida. Que essa não seja a última temporada de Castle e que seja doce a experiência de ter, por mais um ano, a companhia de Kate, Rick, Espo, Ryan, Lanie, Martha, Alexis e Gates nas noites de segunda-feira. Até semana que vem =)
Ps1: essa mania da Stana de tirar o cabelo pra lavar tá demais. Sou super apegada ao cabelão e estou sofrendo 🙁
Ps2: achei bacana a forma que exploraram a reação dos meninos frente às pistas que sugeriam ser Castle o mandante do próprio “sequestro”. Espo, como sempre, o mais emotivo e Ryan sempre tentando enxergar o melhor.
Ps3: foi muito simbólico Beckett usar o quadro que antes servia para organizar as pistas do caso de Johanna como um auxílio ao desespero de não conseguir encontrar Castle. Fiquei um pouco abalada, talvez muito <3
Revenge – Renaissence
01/10/2014, 10:38.
Matheus Odorisi
Reviews
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Série: Revenge
Episódio: Renaissence
Número do Episódio: 4×01
Exibição nos EUA: 28/09/2014
A terceira temporada de Revenge, que terminou há quase cinco meses, nos deu um encerramento nunca antes visto na história da série: Emily finalmente consegue se livrar dos seus dois maiores algozes: enquanto Conrad é esfaqueado por um ressuscitado David Clarke, Victoria é internada em um hospício. Ah, e perdemos Pascal e Aiden como efeito colateral desse desfecho também. R.I.P. Depois de prolongar a vingança por três temporadas, o que mesmo com a agilidade do roteiro por vezes resultou num tom arrastado, a fórmula de Revenge parecia esgotada. Não havia muito mais rostos para serem marcados na foto que servia como checklist para a vingança, e o principal mistério da série, a identidade de Emily, já não era segredo para as pessoas mais importantes na vida da loira: seu antigo amor e sua maior inimiga.
Como dar um frescor, então, para o início da quarta temporada? Iniciar uma nova vingança, é claro! A estratégia já usada em outros momentos da série – como quando a falsa Amanda Clarke morreu no barco e deu mais um motivo para odiar os Greyson -, dessa vez foi mais radical: a vingança da vez é de Victoria. A personagem até ganhou a narração do início do episódio (aquela que muitas vezes a gente não presta atenção porque está checando se a legenda tá sincronizada, e muitas outras vezes também não fazem sentido). Destruída depois de ter sido internada, ficado viúva, perdido seu dinheiro pro governo (em um processo muito mal explicado) e sido afastada de seus filhos, que também não andam em seus melhores dias, Victoria tem motivos de sobra pra traçar sua agenda de vingança. E o alvo, é claro, Emily.
Depois de seis meses dos acontecimentos da última temporada, as duas personagens principais parecem não ter mudado muito. Victoria fez do hospício um novo lugar para suas manipulações. Convenhamos que manipular gente desequilibrada deve ser muito mais fácil. Eu até pensei que esse núcleo seria mais explorado, até senti uma vibe Orange Is The New Black, mas não deu metade do episódio e Vic já conseguiu fugir, claro, com a ajuda das amigas.
Já Emily, que agora é dona da antiga mansão Greyson, tenta seguir sua vida dando festas sem climão, mas é claro que não consegue. Em sua festa de Memorial Day, coloca na mesma lista de convidados uma viúva e o assassino de seu marido, faz com que a verdade seja revelada no meio do discurso (essas festas sempre tem discursos) e tudo termina em closes e gritos.
Parece não haver outro caminho para as duas personagens. Ainda no hospício, quando Victoria consegue ligar para a sua antiga casa e é Emily quem atende, a Greyson propõe uma trégua, um fim ao ciclo de ódio que as une. Porém, o que cada uma quer em troca é impossível: Emily nunca terá sua infância de volta (e nesse momento a personagem fala da infância e de Aiden, e não de seu pai, que já sabemos que está vivo) e Victoria nunca terá Pascal. A vida das duas depende desse ódio, e elas não sabem viver sem manipular as pessoas. Nolan até acusa Emily de ser viciada no jogo da vingança, o que ela realmente é. Por isso a alegria da loira ao ver Victoria em sua porta depois da fuga. De volta ao jogo.
Como season premiere o episódio foi fraco. A baixa audiência mostra que o público não se empolgou muito. As storylines de Jack, que decidiu virar policial (e realmente ficou parecendo um stripper no uniforme, como Nolan diz), Daniel, que assume cada vez mais a personalidade agressiva e arrogante do pai, e cuja falência iminente o faz vender seus bens (mas ainda paga o aluguel absurdo de sete mil dólares de sua irmã), e de Charlotte, que parece ter passado os seis meses de hiato se drogando, não empolgaram muito. Apesar do ator não colaborar muito, Daniel parece ser o mais promissor em sua ascensão à vilania sem competição depois que seu pai saiu do páreo. E é impressionante como Charlotte continua sendo umas das personagens mais insuportáveis da televisão atual.
Mas se há algo que Revenge sabe fazer são cliffhangers. Na última cena do episódio, depois de fugir e ir bater na porta da casa da inimiga (o que faz pouco sentido, já que é uma fugitiva, mas depois da cena carnavalesca da fuga, as definições de verossimilhança foram atualizadas), Victoria é capturada por David. Eu não achei que o pai de Emily fosse se revelar logo no primeiro episódio da temporada, mas isso muda muita coisa. Agora resta saber se ele continuará sua própria agenda de vingança após sequestrar tão facilmente sua ex-amante e delatora. Mas como sabemos, nada em Revenge é fácil.
P.S.1: O novo cabelo da Margeaux. Não!
P.S.2: O novo penteado do Nolan. Não!
The Good Wife – The Line
30/09/2014, 13:02.
Gabi Guimarães
Reviews
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Série: The Good Wife
Episódio: The Line
Número do Episódio: 6×01
Exibição nos EUA: 21/09/2014
Dizer que a quinta temporada de The Good Wife foi espetacular se tornou um lugar-comum e uma bela redundância durante toda a última Fall Season. Em seus 22 episódios, a série soube se reinventar como poucas, saindo de sua tão criticada zona de conforto enquanto transformava os seus rumos de forma drástica e definitiva. Foram tantos plot twists que, a certa altura, nada mais era capaz de nos surpreender (será?). Robert e Michelle King, criadores da série, foram pegos de surpresa ao final da quarta temporada com o pedido de demissão do ator Josh Charles – intérprete de Will Gardner, e portanto, um dos pilares da série – e sabiam que tinham apenas 15 episódios para preparar o palco para a sua saída e dar um final digno à um personagem ao mesmo tempo tão essencial para a série quanto querido pelo seu público cativo. Mas o fizeram com tamanha maestria, que é justo dizer que a série apenas ganhou com o duro golpe da saída de Josh. Mais do que uma decisão corajosa e ousada, a controversa morte de Will se mostrou uma decisão acertada (e como é dolorido perceber isso!). Depois de ver Alicia trocar a Lockhart & Gardner – e, com ela, a confiança, amizade e lealdade de Will – pela incerteza representada pela Florrick & Agos, no brilhante Hitting the Fan (5×05), foi difícil testemunhar o ressentimento de Will em The Decision Tree (5×10), e a busca de Alicia por respostas após a sua morte. A ideia de que Will possa ter morrido magoado e decepcionado com ela era muito mais do que Alicia poderia suportar. The Last Call (5×16) foi a hora mais cruel, triste, e ao mesmo tempo bela de toda a série. E esse “ano estranho” terminou com Eli – sempre ele! – questionando Alicia: “o que você acha da ideia de concorrer à Promotoria?”.
E agora, Alicia?
Fim da digressão.
Como não poderia deixar de ser, trago comigo enormes expectativas em relação ao sexto ano da série. E a season premiere não decepcionou.
Duvido que o desdém de Alicia pela proposta insólita de Eli dure por muito mais tempo, até porque é uma ideia genial. A constatação é óbvia: Peter não é ninguém sem Alicia. Desde o escândalo em que esteve envolvido no já longínquo episódio piloto, ficou claro que o todo-poderoso governador de Illinois e suas ambições políticas não iriam a lugar algum sem o apoio incondicional de sua “boa esposa”. Eli sabe bem disso, e vê-lo manipulando Peter com suas “pesquisas de intenção de voto” não só foi impagável, como também me lembrou um pouquinho de Frank Underwood (sdd, House of Cards). Alicia tem um bom desempenho tanto com eleitores liberais quanto com os conservadores, numa combinação tão única quanto poderosa em qualquer cenário político, o que acaba por transformá-la em um instrumento de manobra no governo Florrick. Mas… Será que “Santa Alicia” toparia o desafio e mergulharia de cabeça numa carreira política? E o que isso significaria para a Florrick & Agos?
E nesta equação, entra Diane. A season finale da quinta temporada nos trouxe Mrs. Lockhart, enfraquecida dentro de seu próprio escritório após a morte de Will e encurralada por David Lee e Louis Canning, oferecendo seus serviços – e sua clientela de 38 milhões de dólares – à Florrick & Agos. Não pensem que a ironia desta situação passou despercebida aos olhos de Alicia, que, em uma cena impecável, chega a mencionar a “familiaridade” que tem com a situação agora vivida por Diane. Como não amar, minha gente? É, o mundo dá voltas… E agora é a vez de Diane virar a mesa e sair da LG sem olhar para trás. O que foi uma traição imperdoável por parte de Alicia, agora parece ser a única saída para ela. Hipocrisia? Talvez. Mas o instinto de sobrevivência de ambas fala mais alto. O luto pela morte de Will, aliás, teve esse efeito (in)desejado: reaproximar Alicia e Diane, que se viram obrigadas a deixar de lado as diferenças e a rivalidade entre seus escritórios para lidar com a bagunça inesperada e inoportuna deixada por ele em suas vidas.
Mas, ao que parece, nada disso importa muito por enquanto. Cary foi preso por envolvimento com tráfico de heroína (!) e, enfim, sofre as consequências de ter um cliente como Lemond Bishop e uma sócia que, por acaso, também é a primeira-dama do Estado. Por ora, todas as atenções e esforços estão voltadas para ele (e David Lee sabe disso, claro, contra-atacando Diane ao destruir a reputação já fragilizada do rapaz).
Castro e Polmar já deixaram claro: assim como a “ajuda” de Bishop, não irão facilitar a vida dele. Agos corre um grande risco, e isso só ficou realmente claro para mim quando ele precisou cortar a própria mão para provar sua lealdade. Como diabos Cary vai sair dessa quando a única linha de investigação que poderia provar a sua inocência é justamente aquela que eles não podem seguir (sob pena de irritar Bishop)?
Os inesgotáveis poderes investigativos de Kalinda, aliados à sua falta de escrúpulos e de um compasso moral, serão suficientes para salvar Cary desta manobra política? Aliás, chantagear e ameaçar a pessoa que minutos antes a protegeu parece um pouquinho demais, até para ela. É incrível como Kalinda consegue me encantar, irritar e assustar, tudo-ao-mesmo-tempo-e-agora. Mas se Kalinda quer, Kalinda consegue… O resto é só dano colateral, certo Cary? Será que desta vez ela terá uma carta na manga para salvá-lo de si mesmo?
The Good Wife será capaz de nos presentear com mais uma temporada impecável? Ainda é cedo para dizer. As expectativas são grandes, e a season premiere foi promissora. Os King disseram, em entrevista recente, que esperam encerrar a série em uma eventual sétima temporada. Até lá, muito ainda vai rolar. Fato é que, com ou sem Will Gardner, TGW provou que sabe se reinventar e sair da sua zona de conforto como poucas antes dela conseguiram. Eu estou ansiosa por embarcar nesta jornada, e fico feliz de anunciar que, a partir de agora, serei responsável pelas reviews semanais da série por aqui. Vem, gente!
PS: Menção honrosa para a Marissa, filha de Eli. Alguém PELAMORDEDEUS contrata ela como personagem regular? PRE-CI-SO. Melhor personagem DA VIDA (junto com Elsbeth Tascione, claro)! Despachada, me fez gargalhar com TODOS os diálogos dela no episódio, em especial na cena memorável da estagiária sem calcinha. Marissa pra Presidente, por favor! Nem é pedir muito, vai?
PS2: Com um pai como o do Cary, quem precisa de inimigos? U$8 mil? Sério?
PS3: Julianna Margulies RAINHA ganhando o Emmy (que, aliás, Josh também deveria ter ganhado). Mais que merecido! Aliás, não existe justificativa plausível para a ausência de TGW entre as melhores séries dramáticas do ano…
PS4: Saudade, Josh Charles. #RIPWill
Once Upon A Time – A Tale of Two Sisters
30/09/2014, 10:35.
Júnior Melo
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Série: Once Upon A Time
Episódio: A Tale of Two Sisters
Número do Episódio: 4×01
Exibição nos EUA: 28/09/2014
Muito buzz se criou em cima dessa estreia da nova temporada de Once Upon A Time. Acho que nunca antes se esperou tanto por uma temporada da série como foi por essa. Era óbvio que muitas expectativas seriam postas depois da season finale passada e, infelizmente, quando se tem muitas expectativas é muito difícil que elas sejam correspondidas. Foi assim com esse episódio.
A trama começou prometendo bastante ao mostrar o momento da morte dos pais de Anna e Elsa. E foi muito bem pensado criar novas histórias a partir de possibilidades deixadas no filme Frozen. Ao saber que os reis guardavam um segredo nessa viagem, senti que essa seria, com certeza, a melhor temporada de OUAT.
As cenas do flashback de Frozen foram cenas muito introdutórias, não conseguiram prender a atenção para este episódio. Contudo, participação dos personagens do filme, é interessante os ver em live-action. E quem merece o destaque é a Anna, que ficou muito parecida com a do filme, não só na caracterização como nos trejeitos também.
Enquanto a parte de Frozen era apenas introdução, a dos nossos velhos conhecidos não podia ser da mesma forma. No fim da temporada passada tivemos um vislumbre de que Regina iria voltar a ser a Evil Queen de sempre, afinal de contas, mais uma vez sua vida amorosa tinha sido destruída pela linhagem de Snow. Porém retornar para a Regina do mal seria um erro, pois a personagem já amadureceu tanto. Seria como dar um passo para trás. Aqui, o episódio acertou em cheio. Regina nunca vai poder ser uma pessoa 100% boa, então ao trabalhar em cima disso é como um refresco para a trama. Vai ser interessante ver a Regina tentando reescrever o livro dos contos de fadas para que os vilões ganhem seu final feliz. Só não consegui compreender uma coisa: se no livro os vilões não podem ter o final feliz… Por que o Rumple, de certa forma, conseguiu o seu ao se casar com Belle? Ele também é um vilão. Ainda na torcida para que o casal Regina e Hood desenrole. Regina merece um final feliz.
Falando em Rumple, a novela da adaga foi resolvida, ainda bem. Não ia aguentar mais uma temporada de sofrimento Rumbelle. Roteiristas, deixem os dois serem felizes por pelo menos meia temporada. E como falar de Rumbelle sem citar aquela cena incrível dos dois dançando como no filme de A Bela e a Fera? Foi tão sutil e tão belo (perdão pelo trocadilho). Parabéns aos responsáveis. Agora o plot de Rumple vai girar em torno daquele chapéu de feiticeiro que ele encontrou (É o chapéu do Mickey que ele usa em Fantasia!!) e no recomeço que ele quer dar na sua vida. E ao assistir o episódio, fiquei com a impressão de que a história dele vai se enrolar com a de Frozen. Além do fato de Elsa ter ficado presa no cofre dele, há também a possibilidade de Anna também ter sido feita prisioneira pelo Dark One. Vamos aguardar para saber como isso vai se desenrolar, pois de OUAT podemos esperar muitas reviravoltas e surpresas.
O episódio não foi tão bom como os da temporada passada, mas também não foi ruim. Senti um clima muito introdutório e de pouco desenvolvimento, então o jeito é esperar os próximos e torcer para que apenas esse tenha sido assim. Ainda tenho expectativas altas quanto a essa temporada, mas vou tentar controlar para não me decepcionar. O que esse episódio deixou foi uma promessa: Frozen vai encontrar a floresta encantada. E esse encontro vai ser muito legal de se assistir.
P.S.: Só eu encontrei várias referências a filmes da Disney nesse episódio? Além do chapéu do Mickey e da cena de Belle com Rumple?
P.S.2: Como a esposa de Hood mudou rápido de ideia sobre Regina. Tudo bem, ela salvou a vida dela, mas ainda assim achei muito apressado.
P.S.3: Marshmallow, o homem de neve, apareceu!
P.S.4: Beijo Captain Swan. Sem mais.
Bones – The Conspiracy in the Corpse
29/09/2014, 10:18.
Maria Clara Lima
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Série: Bones
Episódio: The Conspiracy in the Corpse
Número do Episódio: 10×01
Exibição nos EUA: 25/09/2014
Uma década. Isso é tempo bastante para se formar uma geração, para a Terra dar dez voltas completas ao redor do sol, e cerca de 3650 voltas em torno de si mesma. É tempo bastante para uma vida começar a acabar, para o amor acontecer, para nascerem revoluções, modas, infinitas listas de melhores e piores do ano. 2005, 2006, 2014… É muito tempo mesmo. São dez anos de muita coisa, e o que se sente quando olhamos para trás é um tipo de nostalgia hipócrita, de achar que tudo o que é passado é melhor do que agora.
O passado começou para mim na verdade bem mais cedo do que para a maioria de vocês. Começou em 2010, quando resolvi retomar meu amor pelo ator David Boreanaz (aquele mesmo, o vampiro de Angel que fez muita gente suspirar nos anos de 1990). Eu estava numa de não me apaixonar por mais nenhuma história que tivesse a fórmula secreta para fazer os fãs sofrerem que quase desisti da duplinha do Hart Hanson: mocinho ama mocinha, ou vice-versa e só ficarão juntos depois de muitos anos de sofrimento? Não, queria mesmo distancia. Mas de nada adiantou, e apesar das promessas de que “só veria mais um episódio”, acabei vendo cinco temporadas inteiras em um único mês e estava ali pronta para entrar no sexto ano, e já escrevendo resenhas para o TeleSéries.
Talvez tenha sido isso, a saudade da paixão… Paixão, esse é o melhor sentimento para descrever o meu estado quando o tecno pesadinho do Crystal Method ensaiava os primeiros acordes há algum tempo. Coração acelerado, suor nas mãos, vontade urgente de estar perto, acompanhar minuto a minuto cada um dos cinquenta e tantos que têm os episódios.
Isso já não acontece mais. Ando numa de achar que nunca mais vai acontecer mesmo, e que só vejo Bones, porque… oras! porque é Bones. Daí, a saudade hipócrita. De achar que antes é melhor do que agora. E foi justamente com esse sentimento incoerente que o final de setembro começou para mim. Senti saudade do passado no momento em que Bones retornou. Dez anos depois, e é tudo o que consigo dizer.
The Conspirancy In the Corpse
É a primeira vez que escrevo uma resenha sem rever o episódio mais do que umas cinco vezes, como de costume. Na verdade, vi apenas uma vez. Foi o bastante para entender que a ansiedade não faria mais parte da minha rotina com a série. Um episódio de estreia de temporada, um episódio que marca o décimo ano de Bones, não deveria ter sido assim tão…
Assim como? Ora, assim tão mal escrito, cheio de buracos, e ideias fracas. Esperava que tivessem vontade de se redimirem pelos buracos deixados no nono ano. Mas da primeira cena, até a última, foram poucos os momentos que senti Bones na história.
A série mais parecia um crossover de CSI com algum filme de sessão da tarde, daquele bem baratos e sem pé nem cabeça. Pareceria também que eles queriam acabar logo com aquilo tudo. Uma pressa que me deixou angustiada. Como aceitar que depois daquela season finale, as coisas aconteçam daquele jeito? Booth saiu tão rápido da prisão e a morte do Sweets, então… tudo tão raso! Se você chegou até aqui e não assistiu ao episódio, deixe-me fazer um pequeno resumo:
Brennan suborna alguém importante, tira Booth da cadeia. Booth está com raiva do sistema, e o sistema está querendo se vingar do Booth. A turma toda aparece para ajudar. Daisy está grávida (porque a atriz está gravida, e é assim que a gravidez acontece em Bones) e Sweets morre.
Fim.
Nada realmente parece fazer sentido algum. Não é que não apenas não faz sentido, porque há sentido na coisa toda, o que não faz sentido é fazer um episódio tão apressado, deixando escapar temas que poderia ser bem explorados, como a separação momentânea de B&B, do reencontro entre Daisy e Sweets, a própria vida do Booth na cadeia, e da luta da Brennan para tirá-lo de lá. Aproveitar também para aprofundar a história do vilão – que em Bones parece mais boba a cada temporada. Ainda não engoli todo aquele auê sobre o Broadski, Pelant e esse último, qual era mesmo? Cada vez mais desinteressantes, vejo cada vez menos sentido em perder tempo com um vilão da vez.
Era bem melhor quando a série era sobre a Brennan. Tive saudades do passado. (Desabafo).
Complexo Shonda
Mas se houve algo para deixar todos sem palavras foi a morte do Sweets. Não que eu gostasse do personagem, na verdade desejei eu mesma matá-lo várias vezes, mas estou simplesmente cansada das coisas acontecerem por acontecer em Bones. Será igual ao Vincent? Quando mataram o “squint” preferido de todos por nada! E não venham de dizer que Christine nasceu naquele dia porque eu mesma não acredito nisso.
Só sei que não compro essa história de que “se eu quiser apimentar as coisas basta matar alguém”. Isso é apelar demais, e não sou fã de desespero. A história costumava ser boa por si só, sem precisar de artifícios tão mequetrefes.
Para falar bem a verdade, não gostei da cena da morte do Sweets. Talvez o Stephen e o Hart se achem gênios ao inventarem essa técnica (ou ao menos amarem ela) de “fica por conta da imaginação de vocês”, e não mostrar a cena quando coisas grandes acontecem… começo a sonhar com uma temporada inteira de flashbacks, porque digo, renderia ao menos duas inteiras.
Tive saudades de como grandes momentos eram escritos em Bones. Foram tantos.
O Bom no Ruim
Quando o episódio acabou, demorou alguns segundos para eu entender como eu estava sendo hipócrita. E como eu não precisava ter saudades do que já passou. Porque quando anunciaram as cenas do próximo episódio, eu entendi que dez anos era realmente tempo o bastante para Bones começar novamente. E a saudade se foi.
Desde o final da leitura de O Lado Bom da Vida, do Mathew Quick, procuro ver as coisas de modo menos fantasioso. E pensar de que há sempre algo bom para acontecer. É o que chamam de esperança, acho. Então, no momento em que The Conspirancy in the Corpse acabou, me restou apenas a esperança de que (e plots) melhores estão para acontecer! Quem sabe?
Vi também algo que até então não tinha me tocado: nem sempre quando algo acaba é o fim. Pode ser um recomeço. Então vi coisas boas.
O que eu vi de bom nisso tudo foi a possibilidade de explorarem o lado mais cínico do Booth. De tirar dele toda aquela aura de santo e cavaleiro da armadura cintilante. Também seria bom mudar a dinâmica das coisas: Jeffersonian + FBI = amor. Fórmula batida.
Seria ainda melhor que a história voltasse um pouco para a Brennan novamente. Mas não a tratasse de forma imbecil. Gostei de vê-la sacando o Booth de maneira mais rápida, mais confiante. Do tipo, “conheço bem como ele funciona, e só o conheço bem porque estou ao lado dele há uns quinze anos, quase”. Mas há sempre coisas novas para aprender: não que aprender a ajudá-lo seja novidade, mas estar ao lado do parceiro enquanto ele se descobre novamente será bacana de acompanhar. “Não vou te machucar”, disse a Brennan. SIM, NÓS SABEMOS! <3
Há também uma boa possibilidade de que com a partida do Sweets a série comece focar um pouco mais. Eu sei, bem egoísta o pensamento, mas não suportava aqueles episódios focado em alguém menos importante do que B&B. (Sim, mea culpa novamente, mas relevem, estou com um leve mau humor).
Mas a melhor de tudo é que ao final das coisas a saudade não cabia mais. Porque não se pode ter saudade do novo, podem até chamar de esperança, mas o mais legal sobre a volta de Bones é que nada mais será como antes. Até que os roteiros ruins sejam abandonados, estamos de olho.
Sobre o Sweets
Me sinto mal por não gostar dele. Ele foi importante para a história, importante para B&B, e espero que, sinceramente, tenha um propósito nisso tudo.
Modern Family – The Long Honeymoon
28/09/2014, 19:16.
Maísa França
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Série: Modern Family
Episódio: The Long Honeymoon
Número do Episódio: 6×01
Exibição nos EUA: 24/09/2014
E, finalmente, Modern Family está de volta. E com mais um Emmy de melhor comédia na estante e um por melhor direção pelo espetacular episódio Las Vegas. Digam o que quiserem mas essa é, sim, uma das melhores comédias exibidas atualmente na TV – e eu digo isso, praticamente, em todo episódio – e é, também, merecedora de todos os prêmios e indicações que vem recebendo ao longo dos cinco anos de história.
As situações aparentemente comuns da rotina da família ainda continuam sendo o trunfo da série, que começou a sexta temporada com o pé direito. Como de costume, os núcleos foram divididos durante todo o episódio e se encontraram no final em uma surpresa para Gloria. Aqui vale ressaltar que, por mais que suas rotinas sejam repletas de peculiaridades, todos os personagens conseguem, no final, se encaixar como um perfeito quebra-cabeças e isso, talvez, seja uma das características mais fortes da série que, querendo ou não, é mais próxima da nossa realidade do que muita comédia por aí.
Tivemos um salto temporal de três meses desde o casamento de Cam e Mitchell e descobrimos que a vida não é uma eterna lua-de-mel. Não precisava da série pra mostrar, mas um choque de realidade – mesmo quando vindo da ficção – é sempre bom, não é? Cam prolongou demais os dias românticos do casal e Mitchell, no sufoco, conseguiu colocar um basta nas atitudes exageradas do marido, que vinha abusando de flores e da pequena e ácida Lili para surpreender, a cada dia, o ruivo. Como nem tudo são flores na vida de um casal, é preciso que haja esse espaço para que ambos não se sufoquem. carinho e atenção devem ser dados na medida certa e a série retratou a resolução da situação de um modo sutil, como só os roteiristas de Modern Family sabem fazer.
Outro plot do episódio foi centrado em Gloria e Jay. E, uma das coisas mais legais quando a rotina do casal é mostrada, é que a série faz questão de deixar claro, sempre que pode, que Gloria está com Jay por amor e não por dinheiro – ou melhor, só um pouquinho pelo dinheiro, como ela mesma diz. Um casal deveras estereotipado desse modo é alvo de chacotas e comentários por onde passa e esse é um dos motivos de várias pessoas não assistirem a série – acredite, muitas pessoas usam esse clichê como desculpa para não acompanhar Modern Family. Dessa vez, Gloria queria mostrar que se preocupava com o visual de Jay e devolveu na mesma moeda a falta de vontade do marido em se vestir bem. O resultado disso é uma Gloria fora dos padrões de vestimenta que estamos acostumados a se vestir mas que consegue se transformar num mulherão em pouco tempo. É, Jay, você realmente é um homem de sorte!
Na casa dos Dunphy, as férias estavam perfeitas e todos estavam em harmonia porque Alex não estava em casa. Mas dias felizes têm hora para acabar – e, bem, isso não é pessimismo – e Alex provou isso para a família assim que chegou em casa. Mas como dizem, é preciso experimentar alguns dias caóticos para que os dias felizes sejam realmente aproveitados. E isso define muito bem os Dunphy, afinal a rotina naquela casa é sempre uma loucura se comparada aos dias de paz que tiveram nas férias. Mas Alex, ainda bem, vem para devolver o caos e ordem ao mesmo tempo, pois parece ser a mais sensata ali já que a irmã mais velha, por mais que nos surpreenda com situações maduras em algumas cenas, ainda continua sendo tão imatura quanto na primeira temporada. Mas Haley, nós te amamos! E amaríamos muito mais acompanhar de perto o íntimo dessa família nada convencional fora das câmeras.
Red Band Society – Sole Searching
28/09/2014, 11:00.
Arthur Barbosa
Reviews
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Série: Red Band Society
Episódio: Sole Searching
Número do Episódio: 1×02
Exibição nos EUA: 24/09/2014
Nota do Episódio: 3.5
Sole Searching, segundo episódio da primeira temporada de Red Band Society, foi um pouco mais organizado que o seu antecessor, trazendo maiores detalhes sobre os seus personagens e seus dramas. Nos primeiros minutos pensei que o enfoque maior seria em Jordi Palacios (Nolan Sotillo), já que o mesmo iria retirar a sua perna em uma cirurgia, devido ao câncer agravante em seu corpo.
“Às vezes a maior caminhada é aquela que você faz sozinho.”
Só que para a minha surpresa o enfoque foi nas consequências de tal acontecimento, em relação ao personagem Leo Roth (Charlie Rowe), que virou quase um irmão para Jordi no hospital. Afinal, com a realização do procedimento médico, Leo não se sentiria mais sozinho, pois teria uma pessoa igual a ele, compartilhando os mesmos sentimentos e tudo ficaria bem. Infelizmente, às vezes as coisas não saem como nós planejamos e Jordi continuou com a sua perna. O jovem ainda terá uma grande luta pela frente, com muitas sessões de quimioterapia até a chegada da próxima cirurgia.
Para desafogar as mágoas, Leo vai com o seu antigo amigo Astro (Dash Hosney) a uma festa na frente do hospital e acaba dando trabalhos para todos. Uma das coisas que eu mais gostei foi que o papo da juventude está se tornando cada vez mais atual e literário, com referências a Jogos Vorazes! Quem sabe essa não possa ser a mais nova cantada para nós homens conquistarmos as gatinhas em uma balada, hein? Rs!
“Como disse Theodore Roosevelt: ninguém se importa o quanto sabe até que saibam com quanto se importa.”
Outra personagem que deu o que falar neste episódio foi a loirinha que usa aplique no cabelo: a mimada Kara Souders (Zoe Levin). Ela é super grossa, trata as pessoas como se fossem lixos e se acha o centro das atenções. Ela merecia um belíssimo tapa na cara, mas como os produtores e roteiristas não me pedem ajuda para escrever a série, pelo menos eles nos deram uma pessoa que, aos poucos, está tornando essa história diferente: a doce e adorável Emma Chota (Ciara Bravo).
A jovem anoréxica, além de ter todo um estilo próprio de se vestir (aqui vai a minha menção honrosa à boina preta da garota), ela é super inteligente e educada. Imagina você ter que ouvir da boca de uma menina que sua própria filha precisa de atenção? Sarah Souders (Andrea Parker) e Daniella (Tricia O’Kelley), por favor, repensem em suas atitudes e sejam mais amáveis com Kara, afinal, o seu coração não vai aguentar tanta pressão sozinho. Fiquei feliz ao ver as três se abraçando no final, sendo o ponta pé para a mudança, principalmente aquela que diz respeito à relação entre Daniella e Kara, que sempre foi bastante conturbada. Tenho certeza de que a amizade entre Emma e Kara irá muito mais além do que uma simples troca de favores (por exemplo, uma comendo a dieta da outra), na qual poderemos ver muitas cenas engraçadas entre as duas no hospital.
Para finalizar vamos à parte em que todos mais gostam em qualquer série: shippar os casais, que até agora nenhum foi formado oficialmente, mas o potencial e a torcida para que fiquem juntos é enorme: Jordi e Emma, Leo e Kara, Jordi, Emma e Leo (possível triângulo amoroso) e Dr. Jack McAndrew (Dave Annable) e a moça que estava no balcão do bar. Mas, confusões e constrangimentos virão por causa deste último, afinal, a mulher é mãe de Jordi e o encontro dos três não será nada natural.
“Às vezes, você não precisa andar com os sapatos de outras pessoas para saber como elas se sentem. Às vezes, o melhor a se fazer é sentar-se ao lado delas.”
P.S. 1: Até mesmo a evil enfermeira Nurse Jackson (Octavia Spencer) tem amor em seu coração e acabou elogiando a sua colega de serviço, Nurse “Brittany” Dobler (Rebecca Rittenhouse), pelo ótimo trabalho e deu até conselhos para Leo em relação a sua vida. Como não amar essa mulher que é durona e amável? <3;
P.S. 2: Vamos ajudar a Kara a conseguir avançar na lista de transplantes usando a hashtag #HartAndSoul [#CoraçãoeAlma] no Twitter, por favor;
P.S. 3: Desde o episódio anterior estou tentando descobrir com quem o Dr. Jack McAndrew parece, pois eu o já conhecia de algum lugar. Analisem bem a imagem acima e percebam que ele é a cara do ator brasileiro Reynaldo Gianecchini (Em Família). Qualquer semelhança entre os dois é uma mera coincidência, mas ainda acredito que os dois são gêmeos e foram separados na maternidade;
P.S. 4: Achei estranho eles ainda não se pronunciarem como um grupo, ou seja, a Red Band Society, mas acho que isso irá ocorrer quando todos estiverem reunidos. Tomara que seja no próximo episódio! Um grande abraço a todos! =)
Sleepy Hollow – This Is War
27/09/2014, 11:50.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: Sleepy Hollow
Episódio: This Is War
Número do Episódio: 2×01
Exibição nos EUA: 22/09/2014
Quando uma série vai muito bem em sua primeira temporada, chega a dar um receio – apesar da ansiedade – de como será o desempenho da segunda temporada em diante, ao ter sua história obviamente estendida. Sleepy Hollow provou que a trama vai muito bem e, inclusive, demonstrou tamanha qualidade que até expôs uma melhoria tanto na produção quanto na narrativa.
This Is War foi um episódio que fez jus ao seu título e realmente mostrou o que prometeu na nomenclatura: guerra. E como em toda batalha, com lutas, tiros, risco de morte e explosões, foi normal que o público se perdesse um pouco no que estava acontecendo nos primeiros minutos, principalmente ao levar em conta de que no final da temporada anterior havia sido mostrado Ichabod enterrado vivo e Abbie no purgatório, mas agora eles estavam ali, com o lapso de tempo de um ano, tendo Henry como prisioneiro e caçando o Cavaleiro Sem Cabeça.
Tudo muito bacana, mas e se nada fosse real? Pois é, como se já não bastasse o cérebro esquentar um pouco para entender de onde toda aquela guerra tinha vindo, ele piora com a frustração de que nada realmente aconteceu e Ichabod continua no caixão onde sempre esteve preso enquanto Abbie está no purgatório, sem contar a Jenny, que sobreviveu e está tentando escapar do próprio Henry, e Katrina, literalmente presa à paixão doentia do Cavaleiro.
Sem Abbie ou até mesmo Katrina para ajudar, Ichabod impressiona neste episódio. Não que nunca tivesse tido um importante papel na solução dos casos, mas de uns tempos pra cá – desde o final da temporada passada – ele perdeu um pouco do ar bobão. Isso talvez tenha acontecido porque ele já se acostumou com a modernidade, mas chega a ser interessante, de qualquer maneira. O fato é que ele dá muito bem conta do recado até resgatar Jenny da onde Henry – que não está preso coisíssima nenhuma – a mantinha em cativeiro e encontrar uma chave misteriosa do próprio Benjamin Franklin.
Como todos sabem, já que foi exaustivamente repetido no seriado, ninguém pode sair do purgatório sem que outra alma fique no lugar, por isso mesmo que Abbie está lá, pois Katrina saiu. A questão é que, com a tal chave, a pessoa poderia sair sem precisar colocar outra em seu lugar, ou seja: Abbie poderia ser libertada… Assim como Moloch, caso Henry conseguisse a chave antes, o que não foi o caso e, obviamente, tudo ficou bem. Quer dizer, pelo menos por agora, já que ainda faltam resgatar a Katrina, que andou até meio esquecida no meio da confusão toda.
Por fim, com o fracasso de Henry ao libertar Moloch no mundo dos mortais para trazer uma guerra real, dava até para se pensar que o tal demônio iria se vingar de Henry por ele não ter feito o que deveria. Engano. O tinhoso transformou o servo no Cavaleiro da Guerra. Ok, não que ele já não fosse, mas embora seus poderes psíquicos sejam inquestionáveis, fisicamente o Henry não está em sua melhor forma, temos que admitir. Só que agora o antigo “Devorador de Pecados” ganhou uma armadura que, basicamente, é controlada por ele sem que o próprio a vista. Ou seja, não é igual ao do Sem Cabeça, que se o fulano leva um tiro, é realmente atingido. Resumindo: o que estava complicado, ficou ainda pior, e com um aliado tão poderoso quanto Henry, parece que Moloch está cada vez mais perto de seu objetivo.
P. S. [1]: Gente, sendo bruxa a Katrina não poderia fazer umas magias e escapar de onde está presa não?
P. S. [2]: Uma nova temporada começa, mas o Ichabod ainda não muda de casaco.
The Voice Brasil – Audições às Cegas II
26/09/2014, 09:42.
Lucas Leal
Reviews
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Série: The Voice Brasil
Episódio: Audições às Cegas II
Número do Episódio: 3×2
Exibição: 25/09/2014
Nota do Episódio: 1.8
Começamos o segundo programa, a segunda audição às cegas, na busca por mais uma voz que, quem sabe agora, consiga alcançar o estrelato.
E o programa teve um início forte! No primeiro grito virando duas cadeiras, asimpática Twyla, cantando Chain of Fools (Don Covay). Ficou claro que ela acabaria virando as quatro cadeiras pela qualidade e pela reação dos técnicos. Gostei da candidata, potente, vibrante, mas um pouco exagerada em alguns momentos, que até calharam bem com o número, que apesar da boa qualidade, não me agradou em particular, apesar de eu não saber bem o porquê.
Após as 4 cadeiras viradas a candidata ainda teve o luxo de cantar junto com 3 dos 4 técnicos e ainda pode gritar e exagerar ainda mais, sem o risco de não ser mais escolhida.
Mas daí o programa caiu na palhaçada, com piadinhas de CB e Lulu – os problemas de sempre – e perdemos minutos preciosos de tela. E no fim, após a intervenção de Thiago, a escolha da candidata foi a óbvia, Lulu Santos.
Seguimos o programa com o primeiro número sertanejo que não me desagradou. Danilo Reis e Rafael, defendendo Sinônimos. Apesar de ser uma dupla sertaneja a apresentação me lembrou mais a versão do Zé Ramalho do que dos sertanejos e talvez por isso tenha me agradado mais (como sempre falo, escrevo a resenha enquanto assisto o programa e fiquei muito feliz em Carlinhos Brown falar do Zé Ramalho pouco depois de ter escrito!)
Os candidatos também conseguiram virar 4 cadeiras e, pela reação da mãe de um deles nos bastidores, ficava evidente que iriam pro time Daniel.
Falando no “príncipe”, mesmo com uma dupla sertaneja desse quilate ele não luta pelos candidatos e isso sempre me cansa. Mas o que não me cansa é falar mal do treinador, que obviamente foi o escolhido e ainda assim pareceu surpreso com a escolha, o que mostra o quanto ele é desinteressado e se sente inferiorizado no programa. E se sente inferiorizado com razão, pois, honestamente, não me lembro de uma outra disputa de quatro cadeiras que Daniel tenha levado!
Prosseguimos com Isadora Morais, com um número mais suave, interpretando At Last (Etta James), e que me agradou pelo potencial da candidata – que fez jus a vaga no programa. Mas não me arrebatou. Surpreendentemente ela também não arrebatou muitas cadeiras, mas sim Lulu Santos. Acredito que possa evoluir muito no programa.
O próximo número foi de samba, com Biano Rafa cantando Recado (Gonzaguinha). Apesar da voz não ter muito alcance vocal, achei ela bastante melódica e gostei do número. Achei que alguma cadeira viraria, mas não foi dessa vez. Concordei com a análise do Lulu, pareceu um pouco barzinho da noite e não foi algo brilhante. Apesar disso, honestamente, achei ele superior a alguns candidatos da semana passada. Mas nada a se lamentar.
Seguimos com a “cantriz” Letícia Pedroza , que entoou Telefone (Tim Maia). Tava faltando um candidato cantando português com a fonética do inglês, agora não falta mais. Sempre lembro da saudosa Ludmillah “babado, confusão e gritaria” Anjos. E não me surpreendi quando ninguém virou a cadeira, salvo Carlinhos Brown, que treinou Ludmillah. Só para não deixar passar: preferia Biano Rafa à Letícia Pedroza.
O número seguinte foi gringo. A estadunidense Princess La Tremenda cantou I Say a Little Prayer For You, da Aretha Franklin). Eu gostei da voz, mas não gostei dela cantando, não gostei dos trejeitos dela. Pelo menos nome de estrela ela tem. Enfim, achei que ela não foi bem, mas conseguiu virar a cadeira de CB, vamos ver se evolui na sequência do programa.
Voltando do intervalo tivemos a versão masculina e brasileira de Andrea Begley (The Voice UK), Edu Camargo, cantando Eu Preciso Te Esquecer. Conseguiu virar três cadeiras: Carlinhos Brown, Claudinha e Lulu.
Confesso que minha comparação com Andrea não é só porque o candidato é deficiente visual, mas sim porque ele toca piano, tal qual Andrea, e o participante também tem uma voz suave, melódica, mas que também não conseguiu me cativar ao ponto de ganhar minha torcida. Porém achei justíssima a entrada dele no programa. E a escolha dele foi pelo time do Lulu.
O número seguinte foi de Mariana Mira, que escolheu Karma (Joss Stone). Achei que ela tava com um tom muito baixo, se ouvia pouco a voz dela em relação a banda (ao final do número CL ressaltou isso inclusive). Depois da metade do número melhorou, mas não ao ponto de ser escolhida.Na última nota ela acabou convencendo Lulu Santos, mas não me perguntem porque. Acredito que não deva ir tão longe no programa.
Mas o feedback de Lulu foi ótimo: deixou claro que o número não foi tão bom, que foi uma aposta e que ela precisa se aprimorar! Vamos ver se o programa finalmente tem um coach de fato e ela melhora.
E não sei se estou chato, mas só eu que tenho me incomodado com as músicas de fundo depois que os participantes são escolhidos? Não sei se por causa que escrevo o texto junto o que me faz ouvir mais o programa, mas tal qual semana passada as escolhas estão óbvias. Tocaram Michael Jackson para quem cantou MJ, Paula Fernandes para sua clone mal sucedida e agora Joss Stone para quem cantou Joss Stone. Santa obviedade!
Depois vimos Romero Ribero cantar Deixa Acontecer (Revelação). Vou resumir: odiei. Logo de cara foi horrível, melhorou depois, mas ainda assim seguiu péssimo. Até Lulu abanou a cabeça. Mas, como não sou eu sentado lá, ele conseguiu virar uma cadeira, não surpreendentemente CB.
Parece que depois da primeira temporada, na qual tinha um bom time, Carlinhos resolveu avacalhar de vez e rivalizar com Daniel! Espero que no fim se salve, tal qual na temporada passada, na qual apesar de não ter um ótimo time (era inferior ao de CL e Lulu), tinha alguns ótimos cantores que foram até a final, e poderiam ter ganhado o programa (Lessa e Lucy).
Depois de mais um intervalo, voltamos com Amarildo Fire, interpretando Tantinho (Carlinhos Brown). E com três notas já deu para ter certeza que ele canta melhor que o Carlinhos. Acho que por isso CB virou a cadeira, mas foi o único. Mais um número apenas mediano.
A seguir assistimos a performance da dupla Kiko e Jeanne – “osirmãosapaixonadosdoBrasil” -, que resolveu cantar Meu Universo é Você, do icônico Roupa Nova. Olha, ou eu estou muito chato ou esse programa teve um dos piores níveis de candidatos das três temporadas, não gostei nada. Depois do ótimo início deste segundo programa, a qualidade foi caindo, caindo e…o pior foi Daniel e CB virarem para eles (talvez para lutar para ver quem consegue montar o pior número) e saber que eles vão se apresentar de novo em breve! Carlinhos Brown e Daniel sequer lutaram pela dupla, espero que pelo arrependimento de terem virado. Mas não, foi porque “fica ao cargo deles”. Daniel, que fica ao cargo deles a gente sabe, é a regra, mas vocês precisam tentar convencer as pessoas!
Como os técnicos não fazem isso, as escolhas seguem sendo as mais óbvias possíveis e evidentemente, eles foram para o time do sertanejo. E Daniel até esboçou uma comemoração pelo milagre. “Consegui ganhar de você” disse ele a CB. Quem sabe agora pega gosto e luta mais! Ânimo, Daniel.
E assim encerramos mais um programa, talvez O de pior qualidade dos técnicos do The Voice, mas com muita melhoria na edição e na apresentação: Fernanda Souza é melhor que Miá e Suzuki juntas.
Não surpreendentemente, não vimos CL virando para quase ninguém. Pode ser que pela montagem do programa ela já tivesse com o time cheio ou quase cheio e esses candidatos fossem realmente a raspa do tacho. A conferir.
O final do programa foi com um número solo de Claudia Leite, menos “passável” que os habituais com todos os técnicos, mas isso não significa que tenha sido necessário, e nem mesmo que tenha sido bom!
E como na próxima quinta não tem The Voice por conta do debate presidencial, nos vemos daqui a duas semanas. Até lá!
Faking It – The Morning Aftermath
25/09/2014, 21:00.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Faking It
Episódio: The Morning Aftermath
Número do Episódio: 2×01
Exibição nos EUA: 23/09/2014
Faking It, o donut mais deliciosinho da minha Fall Season, está de volta. E com uma cobertura pra lá de gostosa.
The Morning Aftermath retomou os acontecimentos de Burnt Toast praticamente sem passagem de tempo. E logo demos de cara com uma Amy que, assustada, descobre um Liam Booker nuzinho em sua cama. É, karmy army, suas preces não foram ouvidas e Amy e Liam realmente não dormiram juntos.
E o pânico da Amy (e aqui preciso fazer uma pausa rápida pra dizer que a Rita Volk é a rainha suprema das expressões faciais) só aumentou quando Karma is a bitch resolveu tentar reparar a amizade das duas cedinho da manhã. Tudo enquanto Liam se equilibrava para o lado de fora da janela. Karma admitindo seu egoísmo – enquanto continuava sendo egoísta – e Liam vivendo perigosamente valeram a cena.
O episódio foi uma mistura PERFEITA de cenas fofas e engraçadas com aquela pitadinha de sofrimento que é óbvio que estará presente em todos os episódios. Afinal de contas, há algo que grite “SOFRIMENTO” mais alto do que contar para sua melhor amiga de todos os tempos – que NÃO é lésbica ou bi (aparentemente) – que você a ama romanticamente, ser rejeitada, dormir com o “amor da vida” dela e ter que conviver com o medo de perder a amiga em questão todos os segundos do seu dia? Hmmm, acho que não.
Os diálogos de Faking It continuam ágeis e divertidos. Mas a profundidade da temática continua ali. As reações de Farrah – e os ótimos diálogos entre ela e Amy -, a storyline da Lauren, a mistura de sentimentos entre o “triângulo amoroso” protagonista, tudo demonstrou que Carter – o criador da série – não está mesmo para brincadeira, e que Faking It é MUITO MAIS do que uma série sobre fingimento. Pelo contrário: ela fala de vida real. E o faz com base nas dúvidas. Afinal de contas, a vida não é sobre certezas.
Gostei muito da história da Lauren. Eu não fazia ideia do que as pílulas que a loira ingeria significariam, e acho que a série tem muito a ganhar explorando o fato dela ser intersex. Pouca gente sabe o que isso significa – e a reação dos amigos à revelação reproduziu bem a reação da audiência – e a temática é bastante importante. Educar as novas gerações sobre temas polêmicos é vital para a criação de um mundo mais compreensivo e empático. Estou ansiosa para o desenrolar da história. E também por mais cenas entre Shane e Lauren. Eles fazem uma dupla ácida e engraçada que precisa de mais tempo de tela.
Também foi bacana ver Karma tentando reparar seus equívocos e mostrando para Amy que não vai deixar a amizade entre as duas mudar em razão dos sentimentos da loira. Mas Karma é Karma, e é claro que ela não pensa muito antes de executar seus planos. Uma serenata, Ashcroft? Sério? Viveremos juntas até o fim dos dias? SÉRIO? Sim, ainda que de forma não intencional, ela está aguando a plantinha da esperança que mora no coração de Raudenfeld, e isso não poderia ser mais errado, já que, INFELIZMENTE, essa premiere deixou mais claro que é por Liam, e só por ele, que o coração da Karma acelera.
Quero muito ver o desenrolar dessa história. Shippo Karmy, mas já estou torcendo para aparecer uma outra garota na vida da Amy, para que ela possa vivenciar essa nova fase da sua vida em plenitude. E para que a Karma, no meio do ciúmes, perceba seus reais sentimentos. O quê? Uma garota pode sonhar.
O alívio cômico do episódio ficou por conta da história estapafúrdia do sequestro do Tommy. Foi legal ver como eles mesmo brincaram com o absurdo da situação, fazendo com que os próprios personagens vacilassem quanto a melhor saída para a “chantagem”. No final das contas as fotos comprometedoras tiradas com os brinquedinhos sexuais impediram – e impedirão, creio eu – Tommy de falar qualquer coisa. E pudemos dar algumas boas risadas.
O ápice de um episódio recheado de pontos altos? Rita Volk e sua Amy Raudenfeld. É impossível não se apaixonar por ambas, atriz e personagem, mais profundamente a cada episódio de Faking It. A cena da farmácia foi genial, as duas cenas entre Amy e Farrah foram demais. E o mais legal foi ver Amy finalmente “enfrentando” a Karma e dizendo que ela precisa ter mais cuidado com suas ações. A dúvida que resta é: a amizade das duas sobreviverá intacta a iminente descoberta de Karma? Tenho sérias dúvidas.
E querem saber? Do alto dos meus 28 anos, mal posso esperar pelo próximo episódio dessa série “adolescente” que se leva mais a sério do que muita série “adulta”.
P.S.1: sobre o gif (fonte da imagem) acima: aaaaah, a sociedade…
P.S.2: quer saber mais sobre intersex? Clica aqui.
P.S.3: audiência da premiere da segunda temporada foi a 2ª maior da série, perdendo apenas para o piloto. Bom sinal!
Doctor Who – Time Heist
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Série: Doctor Who
Episódio: Time Heist
Número do Episódio: 8×05
Exibição no Reino Unido: 20/09/2014
Time Heist foi, sem dúvida alguma o melhor episódio da temporada até agora. Em minha opinião, é claro, sintam-se à vontade para discordar. Mas assisti ao episódio duas vezes e o prazer foi o mesmo, não é sempre que isso acontece.
O quinto episódio dessa temporada foi o episódio menos conexo com os demais e, talvez por isso, tenha se assemelhado tanto com uma outra época de Doctor Who, na qual os fãs apenas esperavam uma aventura empolgante, personagens interessantes e saber o que estava acontecendo na tela, sem ficar teorizando para o futuro ou esperando ansiosos para que os roteiristas saibam o que estão fazendo e em algum episódio expliquem os ganchos deixados em aberto e façam tudo ficar coerente.
Praticamente tudo funcionou em Time Heist. É incrível como a adição de companheiros certos dá uma renovada positiva na série. Até agora nenhum dos personagens adicionais apresentados tinham me cativado e eu fico muito feliz se nenhum reaparecer. Porém, isso não aconteceu dessa vez. Psi e Saibra tinham carisma, conteúdo e funcionaram muito bem com Clara e o Doctor. Arrisco-me a dizer que Psi tem muito mais química com Clara do que Danny. E aqui não estou falando de relacionamento amoroso, porque não foi isso o que o episódio quis implicar, e sim de se encaixarem em cena, amizade pura e simples. Seria ótimo se Psi e Saibra pudessem estender sua temporada na TARDIS, eu creio que a série teria muito a ganhar com uma tripulação de quatro e não apenas de um (o Doctor) e uma companheira eventual (Clara) que trata as aventuras no tempo/espaço como um estorvo à sua vida de verdade.
Inclusive, isso é algo que já comentei outras vezes. Eu sinto falta de companheiros que fiquem em tempo integral na TARDIS. Não gosto desta sensação de que o Doctor precisa mendigar migalhas do tempo de Clara e que ela o trata como um hobby, quase um incômodo. Sem falar que o Décimo Segundo parece ser bem mais preciso quando se trata de levar a TARDIS para algum lugar ou tempo específico. Seria muito mais producente se Clara o acompanhasse por um tempo e depois ele a deixasse exatamente em um ponto X da vida dela para que continuasse como se nunca tivesse saído. A menos que ela ficasse viajando com o Doctor por mais de, sei lá, sete anos (o que não é comum nos acompanhantes, principalmente nos que estão noite e dia com o Doctor), acho pouco provável que as pessoas notassem uma diferença tão grande na aparência física dela. Esse vai e volta para a vida e a TARDIS me enlouquece.
Apesar disso, gostei da cena inicial. É incrível como não tem uma única peça de roupa que não fique linda em Jenna Coleman. Esta garota não é real!!! E a forma como o Doctor se fazia de desentendido para o encontro que Clara teria era simplesmente hilária. O que me traz ao último comentário que o Doctor faz no episódio, de que seria difícil alguém superar um assalto a banco em um mero encontro romântico. Não creio que isso signifique que o Décimo Segundo ainda se enxergue como namorado de Clara, muito pelo contrário. Porém, ele com certeza briga por um espaço na vida da garota, por importância no dia a dia dela e não gosta de ser deixado de lado. O Doctor, apesar dos pesares, sempre foi bastante orgulhoso e centrado em si mesmo e ter que aceitar que alguém preferiria a vida comum a passar tempo com ele desvendando o espaço não é uma coisa que ele aceite muito bem.
Seja como for, mesmo um pouco forçada, Clara embarcou na história do assalto. E o episódio foi perfeito em nos esconder como eles chegaram até o banco, pois se fosse uma história linear ela não teria a menor graça.
Achei ótimo que eles apagassem suas memórias quando já estivessem no planeta e como o Doctor assumiu a liderança naturalmente. Os questionamentos de Saibra e Psi também eram muito apropriados, e as desculpas que o Doctor dava para manter-se no comando eram as melhores. E a verdade é que ele está tão acostumado à posição que ela vem naturalmente, pois ele não tem a menor dúvida de que ninguém ao redor é mais adequado ao papel e isso acaba contagiando as pessoas. No fundo acho que esse é o motivo de todos o seguirem, e não exatamente o seu intelecto.
Gostei bastante da interação da equipe durante o assalto e criei um vínculo muito rápido com Psi e Saibra. Fiquei incrivelmente angustiada quando Saibra foi capturada pelo Teller e quando decidiu acabar com a própria vida para não virar ‘sopa’. Ainda que a série tenha ‘revivido’ a personagem, é de uma força sem tamanho a cena em que o Doctor dá a ela a possibilidade de escolher o suicídio para não sofrer um destino muito pior. E não foi com menos emoção que eu senti a morte de Psi. Pensar que ele deu a vida por Clara, alguém que ele tinha acabado de conhecer, e o quanto doía nele não ter lembrança de pessoa alguma que possa ter amado algum dia. Foi uma cena impactante e descobrirmos que os dois estavam vivos não diminuiu a força do sacrifício.
E quando temos a confirmação que o Arquiteto é o próprio Doctor percebemos que não faria o menor sentido que ele tivesse enviado aqueles dois para a própria morte. Aceitar o fim da vida durante o percurso é algo natural e necessário em algumas ocasiões, mas forçar alguém à morte conscientemente nunca encaixaria na personalidade do Doctor, mesmo o Décimo Segundo, que não se esforça para ganhar o amor e a aprovação dos que o cercam.
Desde o início eu imaginei que o Teller não fosse mau. As correntes, a caixa onde ficava hibernando, tudo indicava que o alienígena era manipulado por Delphox. E é interessante pensar que a própria Delphox não era uma vilã. Ela apenas era uma funcionária fazendo o seu trabalho. Karabraxos sim era uma pessoa sem muito caráter e amor à vida alheia, mas ainda assim é difícil classificá-la como vilã.
Sinto por Delphox/Karabraxos ter uma participação tão pequena. Keeley Hawes é uma grande atriz e esteve ótimo no papel, mas ela pode muito mais e foi, de certa forma, desperdiçada, ainda que tenha sido Karabraxos a responsável por toda a trama, afinal.
Observações:
1) Só tenho uma perguntinha: o Doctor sempre teve um telefone dentro da TARDIS, para onde alguns ligavam e pediam ajuda, então por que ele instalou (ou ativou) o telefone de fora da TARDIS (que até agora apenas a tal mulher de The Bells of Saint John e Clara tinham o número)?
2) Achei legal que o Doctor falou para Clara trocar os sapatos quando iam assaltar o banco.
3) O banco de dados acessado por Psi para chamar o Teller para si trouxe imagens de vários criminosos que já passaram pelo universo de Doctor Who, seja na própria série, seja nos seus spin off (como John Hart, de Torchwood e O Trickster, de The Sarah Jane Adventures).
Agents of S.H.I.E.L.D. – Shadows
25/09/2014, 14:00.
Júnior Melo
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Série: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.
Episódio: Shadows
Número do Episódio: 2×01
Exibição nos EUA: 23/09/2014
Antes de assistir ao episódio, tinha duas impressões sobre a nova temporada da série: ou ela vai aprender com os erros da primeira e ser tão boa quanto os últimos episódios foram, ou eles tentarão dar uma nova roupagem para a história para tentar chamar a atenção. E depois de assistir Shadows, tenho a certeza de que a temporada será algo muito melhor do que essas duas opções.
No fim da temporada passada, a S.H.I.E.L.D. não existia mais, a HYDRA havia ganhado força dentro da própria “agência”, o que levou a organização ao seu fim. Porém, Coulson e sua equipe ficaram encarregados de reorganizar tudo. Criar uma nova S.H.I.E.L.D.. Isso desanimou um pouco, pois pensei que esse primeiro episódio mostraria apenas isso, a busca deles por novos recrutas. Então começar o episódio já com novos personagens e uma missão foi bastante reconfortante.
A missão do episódio não foi das mais elaboradas, como já vimos em episódios anteriores, mas se tem uma coisa que a série sabe fazer é uma boa trama de ação. As cenas de perseguição, luta e tiros (muitos tiros) são sempre bem intensas e deixam quem assiste com o coração acelerado. Eles ainda inseriram um novo Mike, só que sem o lado bom daquele. A Centopeia acabou, mas ainda existem muito seres humanos com poderes por aí, gostaria de saber mais sobre o tal Carl.
A HYDRA parece ganhar cada vez mais força, mesmo estando escondida pelo mundo. O que é uma preocupação para Coulson e seu time, que mesmo conseguindo novos recrutas não tem número suficiente para enfrentar a organização nazista. E espero que a temporada não foque apenas nesse duelo entre S.H.I.E.L.D. e HYDRA, pois acho que não tem tanta história assim para ser desenvolvida nesse plot.
Agora vamos aos pontos positivos do episódio. E posso citar vários, pois o episódio seguiu num bom ritmo e mostrou que essa temporada tem muito potencial para ser melhor que a primeira. Primeiro, destaco o SSR 084 e a ligação com o fim da HYDRA no passado. Esse artefato é apenas o início do que pode ser um ótimo plot. Para que a HYDRA o quer? Qual a função dele? E – para mim – o principal: de onde ele veio? O jeito vai ser esperar por resposta nos próximos episódios.
Outro ponto positivo: é sempre muito bom ver as ligações que a série faz com o universo Marvel e como isso pode ser tão bem trabalhado na TV mesmo quando não pode ser mostrado nos filmes. E a Agente Carter, mesmo em 5 minutos de participação, mostrou que a série dela vai ser bem interessante de se assistir.
Também gostei do desenvolvimento dos personagens antigos. 22 episódios foi o suficiente para conhecermos muito bem cada um dos personagens da série, do TEAM GOOD GUYS (Ward poderia ser colocado nesse time), e esse primeiro episódio trouxe um novo ar para esses personagens já conhecidos. Sinto como se já não os conhecesse tão bem assim, pois eles amadureceram e agora têm novos dilemas. O destaque, claro, fica por conta de Fitz, que sempre foi o alívio cômico da série e agora tem uma parte tão dramática na história. Não façam ele sofrer, por favor! Já estava ruim vê-lo com seus problemas em terminar frases e após a revelação de Coulson foi difícil até continuar olhando para Fitz sem Simmons. Skye também merece um destaque agora que está sendo treinada pela May, e deixou de lado o jeito mocinha para trajar as vestes de badass.
Esse primeiro episódio, em questão de trama, já se mostrou bem superior ao piloto da temporada passada. Sinto que temos muitos caminhos que podem ser trilhados e confio nos roteiristas para fazer um bom trabalho e elevar cada vez mais o nível da série. Resta agora acompanhar essa nova fase tanto da S.H.I.E.L.D. quanto de Agents of S.H.I.E.L.D. para saber como tudo vai se desenrolar.
P.S.1: Hunter deve fazer o papel de Fitz nessa temporada, dei boas risadas com ele. Já gostei do personagem.
P.S.2: O que foi o Whitehall aparecendo como se nunca tivesse envelhecido? O que aconteceu durante esse tempo?
P.S.3: Espero que eles não trabalhem tanto com o governo perseguindo a S.H.I.E.L.D., foi a parte mais sonolenta do episódio.
P.S.4: Só eu tive a impressão de que a caixa que a Skye olhou (a SSR 139) vai ter alguma utilidade no futuro?
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