How to Get Away with Murder – It’s All Her Fault

Data/Hora 08/10/2014, 11:20. Autor
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Série: How to Get Away with Murder
Episódio: It’s All Her Fault
Número do Episódio: 1×02
Exibição nos EUA: 02/10/2014
Nota do Episódio: 8

Depois da tempestade a calmaria. Essa frase é a que melhor define o segundo episódio de HTGAWM. Perto do Piloto, It’s All Her Fault foi mediano. Fica difícil comparar, já que a estreia foi arrasadora, contudo já temos insumo suficiente para criarmos algumas teorias e conspirar sobre o futuro da série.

O que na realidade mais me incomodou foram às repetições de cenas. Caramba, só dois episódios foram ao ar e muitas cenas do primeiro se repetiram no segundo! Teve alguns momentos que eu parava a exibição para ver se estava no episódio certo.

O Connor acabou virando um michê de informação, ele usou a mesma tática para conseguir evidências em ambos os episódios. E olha que pra mim ele é um dos personagens que mais podem render. Outras duas mal aproveitadas são Bonnie e Michaela. A eterna Paris de Gilmore Girls já mostrou, no pouco que apareceu, que gosta do marido da chefe (arrisco a dizer que eles tiveram um caso) e a aprendiz de Olivia Pope foi uma mera coadjuvante. Contudo ainda há tempo de se redimir com eles, já que a temporada está só começando.

O caso da semana: O Excêntrico Max

Temos que reconhecer o esforço dos roteiristas para tentar nos impressionar, com reviravoltas à lá Risco Duplo e uma acusação para uma absolvição, mas infelizmente não fiquei tão empolgado com o caso da semana e matei a charada no minuto que Eloise apareceu.

It’s All Rebecca Fault?

Já não ia muito com a cara dessa tal de Rebecca, e agora sabendo que talvez seja ela a culpada por colocar todos naquela roubada, estou com mais raiva ainda. Outro que começou a me incomodar é o Wes, porém estou decidindo se é especificamente contra ele ou transferência imediata por causa de sua companheira.

Lila Stanguard

Ficou ainda mais evidente que Sam, o marido de Annalise, não só teve um caso com Lila como talvez seja seu assassino. Agora estou tentando encontrar o motivo que conecta Rebecca, Griffin e Sam. Tenho algumas teorias, umas bem mirabolantes, mas ainda são prematuras. Vamos esperar mais um pouco para debater sobre isso.

O melhor da semana

E pela segunda semana consecutiva, a melhor parte ficou reservada para Viola, quer dizer, Annalise. Que Davis é muito competente a gente já sabia, devido sua extensa carreira nos cinemas, mas agora ela vem roubando todas as cenas e dando um show de interpretação. Mas é claro que um bom texto ajuda.

Quando uma mulher fica com a pulga atrás da orelha, ela faz de tudo para saber a verdade. Quando essa mulher é a professora Keating, ela não só descobre a verdade como faz de tudo para te incriminar!

Agora essa relação também é muito complicada. Annie é casada com Sam, que pega a Lila e a Bonnie, mas gosta de Nate, que por sua vez também é casado. Ela desacredita o “namorado” no tribunal, que perde o emprego, tudo pelo cliente. Desconfia que o marido seja um assassino, corre para o amante e tenta incriminá-lo, mas volta pra casa e transa loucamente com ele. No final chora.

Depois dessa confusão toda, só nos resta esperar Smile, or Go to Jail. Eita ShondaLand, derrubando os forninhos e tirando nosso sono!

Nashville – That’s Me Without You e How Far Can I Go

Data/Hora 08/10/2014, 10:02. Autor
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Série: Nashville
Episódios: That’s Me Without You e How Far Can I Go
Número dos Episódios: 3×01 e 3×02
Exibição nos EUA: 24/09 e 01/10/2014
Nota dos Episódios: 8

Oi gente! Pra tristeza de todos – inclusive minha – a Gabi Guimarães não pode mais seguir com as reviews de Nashville (vocês encontram ela nas reviews de Parenthood e The Good Wife), então eu assumo, retornando ao posto que foi meu em temporadas passadas. Gabi, farei o possível para manter o nível.

Falando nisso, Nashville retorna para a sua terceira temporada com o mesmo problema das anteriores: a série parece começar fraca, sempre em baixa, para engrenar alguns episódios depois e ficar incrível somente a partir da metade da temporada. Gostei muito da season 2 e esperava mais do retorno da 3, mas vamos por partes.

Tô cansada demais do Will. No começo cheguei a sentir pena dele, mas, pra mim, já deu. Ele não tinha o direito de usar a Layla daquele jeito, por mais insuportável que ela seja. Achei interessante, também, como do limão a garota está tentando fazer uma limonada. Se a situação é a pior possível, ao menos ela está tentando conseguir algum benefício em troca do segredo que tem documentado. Ou Will entra no jogo dela ou o mundo saberá que ele é gay. Pressinto que o segredo não vai durar muito tempo, visto que cada vez mais pessoas descobrem ou desconfiam dele.

Pra aumentar a minha birra com o Will ele ultrapassou a diva Rayna nas paradas de sucesso. Apesar disso, gosto da maneira como Nashville aborda as transformações do mercado fonográfico e a necessidade da reinvenção dos artistas. Mesmo muito relutante parece que Rayna finalmente vai se render à indústria. E quem não se rendeu ao ramo foi Tandy. Para alegria de todos a ‘irmã má’ de Rayna está se mudando para a Califórnia e resolveu sair da sombra da família.

Os roteiristas encontraram uma boa maneira de unir novamente Scarlett e Gunnar. Eu sou shipper do casal e fico feliz com isso. Achei os momentos da viagem divertidos e acho que ambos ficam muito melhores juntos. Aquela Zoey é uma chata e o boy magia do Gunnar merece coisa muito melhor. Scarlett andava chatinha ultimamente, mas no fundo é uma pessoa bem legal que parece estar se reencontrando. Estou ansiosa por cenas dos próximos capítulos.

nashville-season-3-episode-1-3~1Não gostei muito do encaminhamento que foi dado para a carreira de Juliette. Tudo indicava que os caminhos no country e na música pop estavam difíceis para ela, mas eu nem sequer havia cogitado a hipótese de ela fazer musicais. Pra mim, o mote central da série é a competição – e, bem no fundo, o carinho e cuidado – de Juliette e Rayna e isso acaba ficando um pouco de lado com este rumo que Juju escolheu seguir. Em compensação o grande momento destes dois primeiros episódios foi, pra mim, o momento em que a garota descobre que o pai da criança que ela está esperando é Avery e não Jeff. Espero que ela levante correndo daquela maca e que o bebê sirva como um recomeço para os dois. Amo eles juntos e acho que tudo que a Juliette precisa é de alguém como o Avery. Achei bapho também a cena dela cortando os cabelos.

Por fim, devo comentar que fui iludida mais uma vez. Eu cheguei a cogitar que Rayna fosse dar uma chance pro Deacon, mas a mágoa dela parece ser grande demais pra isso. Eu até entendo. Talvez no lugar dela eu fizesse a mesma coisa, mas acho que já passou da hora de superar e de dar mais uma – talvez a milésima – chance pro Deacon provar que ele de fato mudou. Até quando Rayna vai ficar com aquele mala do Luke? Ele é gentil e está sempre disposto a ajuda-la, mas por algum motivo não me passa confiança, eu não sei explicar ao certo por quê.

Estou ansiosa pelas cenas dos próximos capítulos e na torcida para que como nas duas primeiras temporadas Nashville engrene. E vocês?

The Blacklist – Lord Baltimore e Monarch Douglas Bank

Data/Hora 07/10/2014, 10:34. Autor
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The Blacklist está de volta. E eu também – embora bem atrasada.

No final da temporada passada vimos a trama envolvendo Red e Berlin caminhando bastante. E a série voltou explorando essa trama.

A nova temporada começou com Red em um show pirotécnico em Camarões, queimando dinheiro dos EUA para descolar algumas informações sobre a identidade e o paradeiro de Berlin. E quando ele descobre que Lord Baltimore é um dos contratados do bandidão começa a se desenrolar uma história bastante peculiar.

Krysten Ritter participou super bem do episódio interpretando Rowan/Nora Mill, que tem transtorno de personalidade múltipla. Em razão disso o que parecia ser um caso envolvendo gêmeas e uma falsa morte acabou sendo um caso excêntrico com a cara de The Blacklist. A analista de Quântico era, portanto, Lord Baltimore, e seu papel no episódio era sequestrar Naomi, a (ex)esposa de Red, que estava no programa de proteção à testemunha. E ela cumpriu seu papel antes de ser capturada por Lizzie.

No segundo episódio vimos o desenrolar da trama do sequestro de Naomi (os fãs de Weeds certamente bateram o olho na personagem e reconheceram a ótima Mary-Louise Parker). Berlin resolveu manter a mulher cativa para arrancar pedaços dela e enviar para Red, em um ato de vingança em razão de tudo que aconteceu com sua filha. Por culpa de Red, é claro, segundo ele.

E Red perdeu – talvez pela primeira vez – o controle. Saiu matando vááárias pessoas na busca pela esposa. E mais uma vez The Blacklist conseguiu casar perfeitamente os dois casos da semana.

O assalto ao “banco dos criminosos” acabou se tornando tudo que Red precisava, já que “A Fórmula” – na verdade Kaja, uma mulher com uma super memória e a “chave” dos cofres do banco e seu banco de dados – estava aos cuidados do FBI. É claro que Red aproveitou Kaja para desviar todo o dinheiro de Berlin e chantageá-lo.

blacklist - Monarch Douglas Bank

Berlin desistiu da vingança para ter o dinheiro de volta, e Red conseguiu salvar Naomi – e optou por “não encontrar” a esposa, em uma bela cena. Mas ainda deveremos ver mais dessa trama e, consequentemente, conhecer melhor o passado de Red.

É claro que Berlin voltará a trama, mais cedo ou mais tarde, até porque continua sendo um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Mas por enquanto acredito que The Blacklist vai tentar focar em uma nova trama, criar um novo fio condutor.

Achei interessante ver que Lizzie amadureceu desde o final da temporada passada – os acontecimentos da premiere da segunda temporada se passam cerca de dois meses após a finale. Não foi só o cabelo da agente que mudou: agora ela também esconde algumas coisas de Red (quem seria seu informante secreto?) e está um tanto quanto paranóica – o que se justifica, já que aparentemente Tom está seguindo ela.

Gostei também da interação entre Ressler e Keen. Eu já torcia para um envolvimento romântico entre os dois, e o afeto que só faz crescer entre eles me faz torcer ainda mais. É legal ver que Lizzie entende o parceiro mesmo que ele não se abra com ela, e que ele está sempre pronto para auxiliá-la. Quero muito ver essa relação crescer – ainda que ela se restrinja à parceria profissional e à amizade.

Também achei bastante bacana ver que Aram continua tendo uma participação com mais destaque na série. Mostra que o “erro” cometido com a coadjuvância de Meera Malik não se repetirá. E Samar Navabi é uma personagem bastante promissora.

A agente da Mossad (Agência de Inteligência de Israel) ajudou Lizzie e Ressler e conseguiu conquistar a confiança de Cooper – que está de volta por influência de Red. Agora ela está trabalhando com a equipe de Red. O que Cooper não sabe é que ela recebeu ordem do próprio Red para se infiltrar no time. Ainda não entendi muito bem onde essa trama vai dar, mas eu acredito que ela será uma das principais da segunda temporada.

Ontem foi ao ar, nos EUA, o 3° episódio dessa 2ª temporada – que está arrebentando na audiência, como de costume – , Dr. James Covington, e eu espero que The Blacklist continue empolgante! Até a próxima review.

P.S.: a Sony estreia hoje The Blacklist, às 21h30.

Once Upon A Time – White Out

Data/Hora 06/10/2014, 19:20. Autor
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Série: Once Upon A Time
Episódio: White Out
Número do episódio: 2×02
Exibição nos EUA: 05/10/2014
Nota do episódio: 9

Como visto no episódio da semana passada, Anna sumiu na sua viagem para a floresta encantada e por isso Elsa está à procura da sua irmã. No episódio desta semana, continuamos na busca de Anna pela cura ou solução para os poderes de Elsa e tivemos um grande avanço na trama.

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Sempre que uma nova temporada de Once Upon A Time começa, um medo assola: eles irão enrolar na mesma história por toda a temporada. Felizmente, desde a ilha do Peter Pan não tem feito mais isso. A história de Frozen evoluiu bastante e mostrou que não vai ficar só focada em encontrar Anna. Elsa continua em busca da sua irmã e por isso constrói uma muralha de gelo para que ninguém possa sair de Storybrooke, o problema é que com a muralha, a energia da cidade foi desativada. David, Emma e Hook foram investigar melhor essa situação e foi então que encontraram Elsa. Ao contrário do que aconteceu na temporada passada, os roteiristas resolveram colocar logo esse encontro – todos sabemos como demorou para que os personagens encontrassem Zelena. Para os que achavam que Elsa seria a vilã da temporada, bem, depois da cena dela com Emma ficou bem claro que a personagem só quer mesmo encontrar a irmã.

Já na Floresta Encantada, seguimos o encontro de David e Anna. A linha do tempo de Frozen se mostrou meio confusa para algumas pessoas depois do episódio passado, mas acho que neste deu para localizar bem as coisas. Tudo o que acontecer nos flashbacks será passado antes de Snow e David terem se conhecido. Anna foi pedir abrigo para David e acabou se deparando com a Peep, uma maga poderosa que usava de seus poderes para extorquir dos camponeses. É sempre uma delícia ver Once Upon A Time construir histórias que nos levam de volta às suas raízes e essa trama do episódio trouxe essa sensação. Foi leve, divertida, com magia, e o melhor: fez total sentido dentro da história de Storybrooke. Anna se mostra cada vez mais como uma das personagens mais cativantes da série, ela está muito perto de se tornar uma Ariel. Agora resta saber se Rumple sequestrou mesmo Anna para pegar os poderes de Elsa – ou para apenas aprisioná-la mesmo.

OUAT S04E02(2)

Outro destaque do episódio vai para a Snow que protagonizou uma das cenas mais engraçadas da série. Após a energia ter sido desativada, alguns cidadãos foram atrás de Snow para que ela resolvesse tudo, afinal de contas ela era a nova prefeita, a comandante da cidade. Ela gritando com o Grumpy, Happy e a Nanny foi hilário, ali é possível enxergar que Snow está além de ser apenas uma princesa badass. Ela está em uma nova fase da sua vida, além de ser mãe, ainda tem que lidar com os problemas da cidade. Snow é praticamente uma mulher da nossa sociedade, que trabalha e chega em casa tem que cuidar dos filhos e que por dentro ainda é uma princesa guerreira.

Esse episódio deixou de lado o caráter introdutório e tratou logo de desenvolver a história, foi um episódio bem fechadinho e gostoso de assistir. Trouxe algumas dúvidas interessantes como, por exemplo, quem é aquela mulher do fim do episódio? E ainda teve um gostinho de Once Upon A Time primeira temporada. Sobre criar expectativas? Acho melhor não tê-las e assim aproveitar mais cada cena, cada minuto dessa temporada.

P.S.: Emma e Hook!

Sleepy Hollow – The Kindred

Data/Hora 06/10/2014, 18:20. Autor
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Série: Sleepy Hollow
Episódio: The Kindred
Número do Episódio: 2×02
Exibição nos EUA: 29/09/2014

O segundo episódio da temporada mostrou que o clima de guerra veio para ficar pelo menos por um bom tempo, e isso não se resume somente ao problema com demônios e cavaleiros do Apocalipse, mas também com as brigas dentro da delegacia onde Abbie atua, já que temos uma Capitã nova que promete complicar ainda mais as coisas.

Capitã

Sinceramente, eu não entendo o motivo pelo qual séries policiais ou similares colocam um Capitão/Capitã bem insuportável no lugar de um anterior que era super legal e amado por todos quando este se afasta por algum motivo. De qualquer maneira, o clichê não torna as coisas menos difíceis de aguentar, e já deu para perceber que a nova Capitã atormentará todos a sua volta. Bem, apesar do clima desagradável causado pela mesma, não podemos deixar de considerar que a moça é mais uma das que não sabem nada do que realmente acontece em Sleepy Hollow, e isso explica todas as suas medidas drásticas para combater a “insanidade” do local. O problema é que, ações justificáveis ou não, as consequências já foram sentidas com o afastamento de Jenny, que teve que voltar para a cadeia, fazendo o lado do bem voltar ao que era no começo: apenas Ichabod e Abbie.

Por falar em Ichabod e Abbie, o time voltou a ser o original e parte dos objetivos também, já que resgatar Katrina tornou-se novamente prioridade, e se tem algo na trama que está começando a ficar cansativo é esse tal constante resgate da mulher.  Desde o começo está sendo dito que a esposa de Ichabod é uma bruxa poderosa e, por isso, independente da relação dela com o protagonista, ela precisa ser resgatada. E foi, pelo menos do purgatório. Entretanto, tanto se falou do poder da bruxa mas ela ainda não mostrou muito a que veio, a não ser para seduzir o Sem Cabeça, o que chega a beirar o cômico pelo vilão ter uma fraqueza tão simples quanto esta: a atenção extra de Katrina.

Katrina

Ok, então vamos fazer a contagem: temos uma bruxa (Katrina) e uma guerreira (Jenny) a menos, e para compensar, alguém tem a brilhante ideia de criar um monstro tipo o do Frankenstein, mas aqui com o nome de Kindred, com direito à cabeça do Cavaleiro fazendo parte da “criação” para combater o próprio Sem Cabeça e o Henry. Os tempos estão difíceis, mas será que ninguém poderia adiar um pouco essa atitude que tem tudo pra dar errado? Fora que eu me pergunto se por algum azar na vida (que é o que o pessoal dessa série mais anda tendo), o Sem Cabeça consegue decapitar o Kindred e com isso pegar a tão disputada cabeça de volta. Mais um motivo para comprovar que essa ideia não foi muito esperta. Como se ainda não bastasse – sim, tem mais!! – eles deixam o bicho solto pela cidade.

Com isso tudo, Sleepy Hollow anda se provando mais “violenta” do que a temporada passada, além de ter retomado o foco no principal Cavaleiro – o Sem Cabeça – que permaneceu meio esquecido por um tempo. Katrina, por sua vez, embora ainda ande mostrando-se o único elemento decepcionante na trama, dá a entender que tem potencial para render frutos no futuro e pode até estar tramando algo que ainda não chegou ao conhecimento do público (vamos torcer!!). Apesar disso, temos outros personagens que andam tomando destaque, como Jenny e Henry, os quais provaram-se bastante expressivos, além do próprio Irving, que evidentemente voltará em breve, com o adendo que provavelmente se vendeu para o outro lado sem saber, o que significa mais uma perda importante no grupo de Abbie e Ichabod. O fato é que, até então, algo que não falta para a série é uma história interessante.

P.S. [1]: Fiquei feliz com a volta do estranhamento de Ichabod com as coisas atuais, desta vez a respeito da indústria de casamentos. Esse elemento que deixa tudo mais leve, já estava fazendo falta na série, principalmente agora que a mesma anda mais “violenta”.

P. S. [2]: Se tem algo em que Katrina e Ichabod combinam, são nos figurinos. Ambos estão usando as mesmas roupas desde o começo da série. Gente, tá complicado isso já.

Modern Family – Do Not Push

Data/Hora 06/10/2014, 17:17. Autor
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Série: Modern Family
Episódio: Do Not Push
Número do Episódio: 6×02
Exibição nos EUA: 01/10/2014
Nota do Episódio: 4.8

Aah, Modern Family… sempre explorando de modo sutil e divertido aquilo que muita gente tem vergonha em dizer. O segundo episódio da temporada, que foi melhor que o de estreia, ligou todos os personagens por um tema comum e trouxe o melhor de cada um para as cenas. Os defeitos, medos e qualidades dos integrantes da família foram mostrados no melhor estilo, aproveitando a essência de cada um dos personagens e divertindo a cada diálogo, mesmo falando de algo sério: a exposição, seja ela das qualidades ou dos defeitos.

Cam e Mitchell ficaram o episódio todo para tirar uma nova foto para enfeitar a sala. Eu já vinha perguntando quando isso aconteceria e fui bastante surpreendida com a ocasião. Aqui, os pais de Lily tentavam de todo modo mudar a essência da garota, que forçava um sorriso a cada foto, simplesmente para a foto sair bonita. Mas bem, se aquela é a verdadeira Lily, direta e divertida como estamos acostumados a ver, por que mudar só para uma boa foto? O modo mais sutil com que os pais trataram a garota a deixou bastante magoada e só depois disso eles perceberam que a verdadeira Lily continua ali – apesar do sorriso forçado.

Enquanto isso, Gloria e Jay comemoram mais um aniversário de casados com presentes de luxo… ou quase isso. Jay aqui mostra que dinheiro não é tudo e faz o próprio presente cheio de significado para o casal e Gloria adora mas só depois de quebrar o coelhinho de cerâmica achando que o verdadeiro presente estava dentro. Gloria é consumista, sim e a expectativa em torno de um bom presente acabou deixando isso bem claro mas, no fundo, o amor do casal ainda continua sendo uma das coisas mais legais de ver na série. Eles se completam a cada dia quando se pressionam e descobrem um pouquinho mais do parceiro.

Os Dunphy, para mim, tiveram o plot mais completo de todos (mesmo se tratando do mesmo assunto), porque mesclou o sentimento de todo mundo da família ao mesmo tempo de modo extremamente engraçado e tocante. Na viagem para a Universidade onde Alex poderá estudar, vimos uma mãe insegura porque a filha vai morar longe ao mesmo passo em que vemos Alex não muito feliz porque vai ficar muito perto da família – onde ela é tão pressionada que acaba não conseguindo ser ela mesma. Aí vemos a garota finalmente se encontrando e podendo ser a verdadeira Alex sem julgamentos.

Enquanto isso, Phil, Luke e Haley, se destacando dos demais, entram como cobaias em uma pesquisa. Presos em uma sala onde pensavam estar em teste, os três conseguem surpreender a si mesmos – e a nós – pelas confissões e ensinamentos que a situação proporcionou. Os desabafos de Haley sobre seu futuro e sua vida atual, as indiretas de Phil sobre a filha e o comportamento do Luke, foram o trunfo do episódio e me fizeram torcer por ainda mais cenas com revelações como foi com essa.

Apesar do episódio ter funcionado muito bem, ainda sinto falto do pequeno Joe. Espero que ele participe um pouco mais da trama, afinal, Lily com essa idade já aparecia bastante.

Parenthood – Vegas

Data/Hora 04/10/2014, 12:04. Autor
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Série: Parenthood
Episódio: Vegas
Número do Episódio: 6×01
Exibição nos EUA: 25/09/2014
Nota do Episódio: 4.5

É (quase) chegada a hora da despedida. E como vai ser difícil ficar sem os Braverman!

Carisma. Acho que este é o adjetivo que melhor define esta família que conquistou os nossos corações. Prova disso é que Parenthood nunca foi exatamente um sucesso estrondoso de audiência, e sua renovação, temporada após temporada, se deu muito mais pelo amor e lealdade de seus poucos mas apaixonados fãs do que por seus números propriamente ditos. Desta vez não foi diferente: sofremos (muito!) com a indecisão da NBC, que depois de uma negociação que parecia interminável, decidiu dar à série uma última temporada, com 13 preciosos episódios que darão um ponto final à história desta família tão querida.

Diante da incerteza de uma sexta temporada, a season finale passada nos deixou com um gostinho melancólico de series finale. A casa de Zeek e Camille foi finalmente vendida, Julia e Joel deram sinais de que uma reconciliação seria possível, Sarah e Hank se reencontraram, Kristina e Adam estavam cada vez mais perto de realizar o sonho de construir uma escola para Max, e Amber… ah, Amber! A primogênita de Sarah terminou a última temporada com um teste de gravidez nas mãos.

Jason Katims, criador da série, disse em entrevista recente que esta será, sem dúvida, a sua temporada mais emocionante (Deus nos ajude!), e que ela deve girar em torno de um grande arco principal. Alguém duvida que muitas lágrimas rolarão até a series finale? Pois peguem seus lencinhos: a 6ª temporada de Parenthood começou!

Ao que tudo indica, esse tal arco grandioso será sobre a saúde deteriorada de Zeek, e o meu coração já ficou bem apertadinho ao imaginar onde essa história poderá nos levar daqui a exatos 12 episódios. O que seria dos Braverman sem um de seus principais alicerces? A possibilidade da morte de Zeek é assustadora, mas quase palpável, mesmo que ainda estejamos na season premiere.

O que era para ter sido uma viagem divertida e relaxante, rapidamente se transformou num pesadelo. O destino era Las Vegas, mas a comemoração do aniversário de Zeek é interrompida quando ele sofre um mal súbito em pleno cassino. Com direito a muitas reclamações e resmungos por parte do patriarca ranzinza, vimos toda a família se unir, de uma maneira ou de outra, para cuidar dele. Sarah, Adam e Crosby acabam cedendo à sua teimosia (e quem resistiria?), e aquela cena do “jogo em família” em Vegas já começou a soar como uma despedida. Será?

Baby

Mas se para alguns a vida pode estar chegando ao fim, para outros é apenas o começo. E vem um novo Braverman por aí! O mistério não durou muito: logo no primeiro segundo da season premiere, vimos o bebê de Amber. Pois é, Sarah será vovó.

Confesso que, apesar de Amber ser a minha Braverman favorita (como não amá-la, gente?), a equação “Amber + Ryan” já vinha me cansando há algum tempo, e acredito que o casal durou muito mais do que deveria. Quem aí não teve vontade de socar a cara de Ryan quando ele partiu o coração de Amber para voltar ao Afeganistão?

Aliás, para falar a verdade, acho que só senti empatia por Ryan e sua atitude de menino-traumatizado-pelos-horrores-da-guerra em seus primeiros cinco minutos de tela. Por isso mesmo, revirei os olhos quando o personagem voltou para a série no final da última temporada, e não sei bem o que esperar desta gravidez. Não acredito que Amber optará pelo aborto, e sua reação ao ouvir a batida do coração de seu filho não me deixa mentir. Fato é que eu definitivamente não gostaria de vê-los juntos novamente. Se Ryan não consegue nem cuidar de si mesmo, como diabos criará um filho com ela?

Além disso, como Sarah vai reagir diante desta notícia bombástica?

KristinaMax

E se Amber é a minha Braverman favorita, não posso negar que Adam e Kristina não ficam muito atrás. Adam é uma daquelas pessoas que qualquer um gostaria de ter por perto: bom pai, marido, irmão e amigo, é ele o grande responsável pela união da família. Se as nossas suspeitas se confirmarem e os dias de Zeek realmente estiverem contados, ele pode descansar em paz: seu primogênito é um ser humano fantástico. Junto com Kristina, Haddie, Max e Norah, foi provavelmente responsável também por grande parte das lágrimas que choramos até hoje nessas cinco temporadas.

Aliás, a maneira como Parenthood sempre abordou a Síndrome de Asperger no personagem de Max é de uma delicadeza e bom senso incríveis, e nunca falha em me emocionar. Pontual e impecável, a performance de Max Burkholder, mesmo em meio a um elenco de peso, sempre foi, pelo menos para mim, um dos pontos altos de toda a série.

Max não gosta de metáforas. Isso não é nenhuma novidade. E apesar de todo o esforço e dedicação de Adam e Kristina, observar a tinta da parede secar não diminuiu a sua relutância em frequentar a tão sonhada Chambers Academy (saudade, Gwen!). A conversa de pai para filho que finalmente o convenceu do contrário ilustra perfeitamente por que eu tenho tanto respeito por Adam. E o que dizer de Kristina? Quantos pais você conhece por aí que construíram uma escola do zero para garantir que seu filho tenha a chance de desenvolver todo o seu potencial, não importa o quão especial ele seja? Isso é amor incondicional. A felicidade estampada no rosto de Kristina ao receber Max na porta da escola em seu primeiro dia de aula não tem preço, e acho que este é um dos arcos mais promissores da temporada.

JuliaJoel

E o que dizer de Joel e Julia? Em quase nada eles lembram aquele que um dia foi o “casal perfeito”, e isso é muito triste. Ao contrário do que sugeriu a season finale, vimos que Julia cansou de pedir perdão ao (ex)marido e seguiu com sua vida – e como! Foi um soco na boca do estômago vê-la totalmente entregue e envolvida em uma nova relação logo nos primeiros minutos do episódio. Mas, por mais que eu entenda e até mesmo apoie a atitude dela, como é difícil vê-los separados! Torço pelo casal, mas Joel foi duro demais com Julia num passado não tão distante, e agora pode ser tarde demais. Espero que este não seja o caso, e foi muito bom ver Joel ali, pronto para abraçá-la quando as notícias sobre o colapso de Zeek chegaram (e para ajudar nos retoques finais da construção da escola de Kristina. Uma vez Braverman, sempre Braverman!).

Em tempos de temporada reduzida, gostei bastante do que vi nesta season premiere. O que será que nos aguarda nesta Farewell Season? Eu estou ansiosa para descobrir, e fico feliz de dizer que, a partir de agora, serei a responsável pelas reviews semanais da série (a desta semana atrasou um pouquinho, mas a próxima sairá em dia, prometo!). E vocês? O que acharam?

ZeekCamille

PS: Um personagem que não funcionou nem mesmo por cinco minutos e que me irrita profundamente sempre que aparece? Hank. O arco do fotógrafo nesta temporada parece ser uma receita feita sob medida para o tédio. Quem se importa com Ruby, suas más decisões, péssima atitude e sua mãe desesperada? Elas jamais deveriam ter voltado de Minnesota. Hank tinha mais chances de dar certo como o “amigo” compreensivo de Max. Sarah merece coisa muito melhor. Saudade, Mr. Cyr!

PS2: Volte logo, Haddie. Sentimos falta da sua amizade com a Amber! <3

Agents of S.H.I.E.L.D. – Heavy is the Head

Data/Hora 04/10/2014, 11:00. Autor
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Série: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.
Episódio: Heavy is the Head
Número do episódio: 2×02
Exibição nos EUA: 30/09/2014
Nota do Episódio: 9.5

Esse episódio continuou a história do primeiro episódio, mas me pareceu desenvolvê-la de forma melhor. Houve, ainda, momentos parados, quando se trata dos assuntos do governo é sempre uma quebra do ritmo, mas no todo foi bem superior e ainda trouxe algumas perguntas interessantes.

A missão para resgatar o Obelisco falhou, Creel conseguiu levar o artefato e a agência ainda perdeu dois de seus agentes, o que é uma perda enorme para eles que estão em busca de novas pessoas. Queria entender porque, agora que é o diretor da SHIELD, Coulson está ficando tão secreto. Entendo que em alguns momentos certas informações não devam ser divulgadas, mas por que esconder a morte dos agentes para Skye? Espero que com esse novo cargo o personagem não se torne muito diferente.

SHIELD S02E02

Na tentativa de combater a SHIELD, General Talbot usa Hunter como agente duplo. Hunter começou como um bom personagem, engraçado, com boas tiradas, mas depois desse episódio ganhou uma nova faceta. Ele não vai ser apenas um alívio cômico, muita história ainda deve se desenrolar dele. Como não sentir raiva e ao mesmo tempo o compreender ao tentar matar Creel sozinho? Personagens que causam essa dualidade de sentimentos são sempre bons personagens.

A trama envolvendo a missão para resgatar o Obelisco e prender Creel não chamou tanto a atenção, pois acabou caindo no mesmo de sempre. Isso é ruim? Repito mais uma vez: não! A série consegue fazer dessa mesmice algo bom, é sempre interessante assistir a construção e desenvolvimento dos planos, perceber que algo vai dar errado, mas no fim das contas tudo dá certo. Faz parte da trama de ação.

SHIELD S02E022

Agora o que despertou a curiosidade mesmo foram dois fatos: Coulson e seus surtos. O que são aqueles símbolos alienígenas? Presumo que seja alien por serem parecidos com os que existem no Obelisco. E qual a relação entre Coulson, Skye, o Obelisco e o homem que estava com Reina. Falando nela, o outro fato importante do episódio foi a aparição da personagem. Descobrimos que agora ela não faz mais parte da HYDRA, mas não significa que ela é uma das mocinhas. Uma terceira organização/agência está aparecendo? Será a volta do Projeto Centopeia? Mal vejo a hora de ver essas perguntas sendo respondidas.

E, por fim, mas não menos importante (e menos sofrível), temos Fitz que ainda não melhorou. É tão difícil ver o personagem assim. Se tem algo que os roteiristas acertaram, foi em fazê-lo sofrer, é uma comoção geral de quem assiste. Por que machucar um personagem tão inocente? Pelo menos vimos um avanço em seu estado. A ausência de Simmons parece ser o que mais dificulta. Estava torcendo para que ela voltasse e ajudasse Fitz, mas tenho minhas dúvidas depois de ver a promo do próximo episódio.

Foi um episódio mais interessante por conta das tramas secundárias do que pela trama principal, mas ver Agents of S.H.I.E.L.D e seus clichês de ação é sempre um deleite. Esse episódio para mim consolidou que será uma boa temporada, com tramas interessantes e que provavelmente terão muitas reviravoltas pela frente.

P.S.1: O homem que estava com Reina é o pai de Skye?

P.S.2: Será que agora a história com o governo vai ficar de lado? Espero que sim, pois não vejo mais grandes desenvolvimentos de tramas depois disso. Ficará chato e repetitivo, como disse na review passada, se focarem nisso. Torcendo para que tenha acabado com aquela cena final.

Gotham – Selina Kyle

Data/Hora 03/10/2014, 23:12. Autor
Categorias Reviews


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Série: Gotham
Episódio: Selina Kyle
Número do Episódio: 1×02
Exibição nos EUA: 29/09/2014

Após um ótimo episódio piloto, Gotham apresenta uma continuação que pode ser considerada, pelo menos, em um nível abaixo de sua premiere. Como o próprio título já diz, esse segundo capítulo direcionou-se mais para a personagem Selina Kyle (Camren Bicondova), orfã de rua que se envolve no plot principal.


Gotham pode ser considerada uma série diferente das demais por alguns motivos, e, um deles, é a questão de vários, vários personagens mesmo que têm que ser colocados durante os quarenta minutos. Até mesmo por isso, a princípio, cada episódio levará o título de um deles. Porém, a dificuldade, é relacioná-los e não criar diferentes plots desconexos e que não há alguma relação importante entre eles. E, infelizmente, ocorreu nesse capítulo.

Como, por exemplo, a aparição de Fish. Sua aparição foi algo que não acrescentou à história, e seu plot secundário com Falcone foi bem aquém do esperado. Além do que, a atriz Lili Taylor exagera bastante na sua atuação, soando por vezes forçada no papel. O mesmo ocorre com Edward Nygma, o Charada, cujo trabalho no episódio não durou mais do que trinta segundos e só serviu para como um ‘oi, eu estou aqui’.

Por outro lado, outros fatores funcionam muito bem em Gotham. A interpretação de Ben Mckenzie é um ponto alto, e sua química com seu parceiro, Harvey Bullock, está ótima. Os dois conduzem o plot principal com atuações de destaque, e nos momentos que Selina aparece, a mesma também convence – a atriz mirim parece confortável no papel, pelo menos, a princípio.

Ainda espera-se mais um pouco para ver o desenvolvimento de Bruce, são poucas as aparições do garoto; entretanto, sua relação com Gordon ainda renderá momentos importantes e intensos para a trama. Mas, ao menos, uma de suas técnicas para enfrentar seus medos já foi vista e foi algo positivo para o episódio. E o que dizer de Pinguim? Apesar de suas aparições ainda não possuírem relação com a trama principal, o personagem já se mostra um dos mais interessantes e que se destacam.

Por fim, a ambientação e caracterização de Gotham City continuam excelentes. O produtor, Bruno Heller, conseguiu expressar perfeitamente uma cidade num clima sombrio e com uma atmosfera mais ”dark” – a fotografia é excelente e o figurino é excepcional. Ainda há muito a se apresentar, e, se os plots forem bem amarrados e correlacionados, a série continuará como uma das melhores dessa Fall Season.

Chicago Fire – Wow Me

Data/Hora 03/10/2014, 21:45. Autor
Categorias Reviews


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Série: Chicago Fire
Episódio: Wow Me
Número do Episódio: 3×02
Exibição nos EUA: 30/09/2014
Nota do Episódio: 4.3

Wow me! Wow me! Era o que eu pensava em todo episódio da série até aqui. E Chicago Fire, finalmente, conseguiu! Não me lembro de ter gostado tanto da série quanto agora. Não me lembro de dois episódios seguidos tão bons quanto os que foram apresentados. E, por último, não lembro de querer elogiar tanto a série num texto quanto agora e eu, realmente, espero que essa empolgação dure bastante. A série dos bombeiros realmente começou com o pé direito e entregou mais um bom episódio carregado de uma carga dramática exemplar.

Seguir em frente não é fácil e a série está mostrando (de novo) como a morte de um amigo pode influenciar as pessoas de várias maneiras. Lá no piloto, quando vimos a morte de Darden, experimentamos aquela sensação de um formigueiro desorientado, mas isso logo passou. Com a morte de Shay, entretanto, as coisas foram muito diferentes e a influência do acontecimento na rotina do batalhão foi muito mais sentida.

Apesar da situações clichês que envolvem a perda de algum personagem, tenho que admitir que Chicago Fire está sabendo lidar direitinho com a situação, sem forçar demais a barra. Severide encontrou conforto na bebida e demorou um bom tempo para admitir, em voz alta, que a amiga faz muita falta. Os pequenos crossovers com Chicago PD continuam e Erin foi o ombro amigo da vez. Ombro amigo que, convenhamos, deveria ser o de Casey. Achei que ele tem sido um pouco negligente com a situação real do amigo e foi preciso que Herrmann desse aquele toque para que ele se ligasse que Severide precisa de ajuda. Isso não mudou em nada os acontecimentos desse episódio, mas espero que a relação dos dois fique cada vez mais próxima e convincente.

Casey tá no centro dos conflitos internos de Severide e Gaby, mas com a moça as coisas são um pouco diferente. Atendendo ao pedido feito no episódio passado, Casey pediu Dawson em casamento (de novo) e dessa vez foi uma coisa inesperada e fofa, como um bom pedido de casamento precisa ser. Gaby precisa dividir seu interior entre ser feliz com Casey, tentar esquecer sua culpa pela morte de Shay e, ainda, se preocupar com seu futuro como bombeiro. Essa história dela como membro efetivo de um outro batalhão ainda promete muita coisa porque empecilho é o que não está faltando – mas não vou me prolongar nisso porque é melhor esperar acontecer.

Mills foi o grande susto do episódio, pois ficou perto dos minutos finais por alguns instantes. Só resta saber, agora, se o ligeiro apagão do rapaz ainda é uma sequela da explosão do episódio anterior ou Mills tem algum problema sério. Se for algum problema que, por um acaso, precise de ajuda familiar, Peter agora tem para quem correr. Ou não, já que dispensou a família do avô paterno quando descobriu o preconceito sofrido por seus pais.

A ideia do Molly’s II continua de pé e eu mal vejo a hora de ver o resultado do food truck de Cruz. Mas enquanto esses momentos de felicidade não chegam, vamos sofrendo até o próximo episódio.

Faking It – You Can’t Handle The Truth or Dare

Data/Hora 03/10/2014, 17:26. Autor
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Série: Faking It
Episódio: You Can’t Handle The Truth or Dare
Número do Episódio: 2×02
Exibição nos EUA: 30/09/2014

Outra semana e outro ótimo episódio de Faking It. A cada episódio que passa eu fico mais impressionada com a belezinha que a série é. O roteiro é sério mas não é chato. As piadas são fáceis mas não idiotas. Bandeiras são levantadas e ensinamentos são repassados, e tudo isso com a maior naturalidade do mundo. Well done, MTV. Você me surpreendeu positivamente.

Dito isso, vamos a You Can’t Handle The Truth or Dare, no qual Karma e Amy resolveram fazer uma noite das garotas para tentar retomar a amizade. É comovente ver o empenho das duas em voltar à normalidade, e ao mesmo tempo é engraçado e dolorido. Engraçado porque as situações nas quais as duas acabam se colocando são impagáveis (Amy usou “fazer xixi”, mas deveria ter dito “tomar um banho frio”). Dolorido porque voltar para o normal significa sofrer: ou por ter o amor negado ou por estar negando o amor. Situaçãozinha difícil a delas.

Além disso, fica aquele gostinho amargo na boca. Ao mesmo tempo que torcemos pra que as coisas voltem ao normal, também temos certeza de que não deixa de ser ingenuidade delas achar que tudo se resolverá tão rapidamente.

Talvez o único que consiga ver bem a situação toda é o Shane, e ele bem que avisou que as coisas ficariam estranhas entre elas. E justamente para evitar isso Amy acabou chamando Lauren para participar do final de semana Karmy. Sério, Amy? Além das coisas ficarem estranhas, isso aconteceu com audiência. Ideia genial.

E Lauren, sabedora de que o convite tinha sido motivado por pena e justamente para evitar que Amy e Karma ficassem sozinhas, resolveu propor um jogo EMOCIONANTÍSSIMO de verdade ou consequência.

Faking It - You Can't Handle The Truth or DareKarma, inocentezinha, escolheu consequência. E Lauren tratou de mostrar que não estava para brincadeira quando propôs que ela beijasse Amy. Um beijo longo e de língua. Só que não foi dessa vez que vimos as garotas se beijando pra valer, já que Karma trapaceou – verdade OU consequência, senhorita. Não verdade e/ou consequência – e acabou escolhendo verdade (e tendo que responder, na cara da Amy, como foi o sexo com Liam. AWKWARD). E a coisa só degringolou, já que Amy e Karma não queriam “perder” para Lauren e tentaram expor o segredo da loira “malvada” para Leila e Elizabeth – que apareceram com suas camisetas Karmy e foram as fangirls shippers mais fofas do mundo.

Claro que a coisa não ia acabar bem, e quando Lauren pegou bem pesado Amy fez beicinho e disse que não queria brincar mais. No final das contas a única vantagem do jogo da “verdade ou consequência” foi que Amy e Karma conversaram e tentaram colocar um limite nas suas interações: dormir na mesma cama pode, mas de conchinha já é demais. É legal que elas definam limites. Talvez ajude a lidar melhor com a situação (ah, Karma, trocar de roupa na frente da Amy também não tá podendo!).

Mas nem só de final de semana de garotas foi feito o episódio. Liam e Shane também tiveram alguns momentos de tela. E eles valeram a pena por causa de Shane e de Theo, o garoto novo. Liam

Não sei se vocês concordarão comigo, mas o preconceito que o Shane sofreu no bar só mostrou o quão idiota o Liam é. “Com licença, é hora do meu amigo tomar a medicação dele”. Não, eu não comprei a história de que ele tentou preservar os sentimentos e a integridade física do Shane. Theo mal conhecia o Shane e se portou de forma diferente. Não estou dizendo que o enfrentamento físico é o caminho para resolver essas situações. Sou uma pacifista, e acho que o enfrentamento físico usualmente não é resposta pra nada. Mas me pareceu que o Liam se sentiu envergonhado pela situação, enquanto que o Theo pensou apenas em proteger o amigo que estava sendo ameaçado.

Sim, eu sei que minha ideia do Liam não é muito boa. Mas a cada episódio que passa ela piora mais e mais. A Karma errou com ele? Sim. E o Shane também. Mas ele está SUPER overreacting. A mentira que a Karma contou pra ele foi quase uma mentira do bem. Ela TRANSFORMOU A VIDA DA MELHOR AMIGA DELA EM UM INFERNO só pra conseguir a atenção dele. E mais: se ele não fosse um idiota que quer transar com lésbicas a mentira não teria colado. Então não consigo sentir dó dele e nem me sensibilizar com o coração cheio de pregos. DESCULPA.

Dito tudo isso, preciso dizer que adoro o Shane. Ele tem tiradas muito engraçadas e lida com o preconceito de uma forma muito madura. E não quer mais ficar escutando histórias sobre alimentar o lobo bom ou o lobo mau. You go, Shane!

Na próxima semana, brasileiras aparecerão na Hester High School. E Katie Stevens – cuja família é portuguesa – vai gastar o português tentando arrumar uma namorada sexy para Amy. Quem já está esperando insanamente a próxima terça-feira? o/

Faking It - You Can't Handle The Truth or Dare 3P.S.1: a cena da discussão do triângulo amoroso Bella-Edward-Jacob foi fenomenal, especialmente quando Lauren percebeu que ela se aplicava ao triângulo formado por Amy-Karma-Liam e fomentou a discussão, encerrando a cena com um “estamos falando de Twilight mesmo?”. Muito amor pela Lauren e seu sarcasmo.

P.S.2: agora Lauren também sabe do segredo da Amy. E foi interessante ver como as duas estão interagindo melhor, de forma mais amistosa. Amy conseguiu fazer Lauren se abrir, e agora suas amigas já sabem que ela nasceu intersex. Cena fofa e bonita de se ver. Espero que o processo de transformação das duas em irmãs seja constante e interessante!

Scandal – Randy, Red, Superfreak and Julia

Data/Hora 03/10/2014, 10:34. Autor
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Série: Scandal
Episódio: Randy, Red, Superfreak and Julia
Número do Episódio: 4×01
Exibição nos EUA: 25/09/2014
Nota do Episódio: 4.1

Depois de uma terceira temporada um tanto quanto confusa, com muitas reviravoltas, algumas mortes e com muitas histórias paralelas e personagens sem função, acho que Shonda resolveu aparar todas as arestas e já começamos o novo ano de Scandal resolvendo um monte de problemas e dando novos ares a série.

O primeiro, e maior problema, a ser resolvido seria a saída de Columbus Short, que chegou a ser preso devido uma briga de bar. Por esse motivo – ou não -, logo depois foi anunciado seu desligamento da série. Confesso que realmente achava seu personagem, Harrison Wright, um tanto quanto desnecessário. Até tentaram introduzir uma história promissora de terrorismo, que envolvia a mãe de Oliva Pope e a sexy Adnan, mas com uma temporada já cheia de escândalos, esse plot acabou não rendendo e passou uma impressão de um rascunho muito mal feito de Homeland.

E qual a solução mais óbvia que titia Shonda usaria para tirar Harrison da história? Matando-o. Mas dessa vez sem requintes de crueldade (como foi com a de James e que mesmo depois de tanto tempo ainda estou tentando me recuperar daquele fatídico episódio), foi até bonito e teve um contexto bem interessante para história (vou falar disso mais pra frente). Com isso, todo esse plot foi desmanchado (aleluia) e de acordo com Papa Pope, Maya, a.k.a Mama Pope, também já tinha sido “tomada conta” – seja lá o que isso for.

Porém, vamos abrir um parêntese e deixar claro que mesmo com tudo isso, esses personagens podem voltar no futuro, inclusive o Harrison! O seu enterro foi de caixão fechado, não vimos o corpo e isso pode ter sido uma grande encenação para salvá-lo. Ok, posso estar soando um pouco (muito) paranoico, mas em se tratando de Shonda Rhimes e suas reviravoltas, tudo é possível.

Em que lugar do mundo estará Olivia Pope?

Depois de ter ameaçado fugir no final da segunda temporada e desistido, parece que Olivia finalmente resolveu seguir os conselhos de seu pai e foi para bem longe. E levou a tiracolo Jake, já que o moço tinha se tornado um monstro depois de assumir chefia da B613. Eles se refugiaram em Zanzibar, um arquipélago de ilhas paradisíacas da costa da Tanzânia. Olivia virou Julia e os dois viviam felizes e contentes num dos lugares mais lindos do mundo. Só que isso não por muito tempo.

Julia recebe uma carta e mesmo contra a vontade de Jake, ela abre e acaba descobrindo a morte de Harrison. Muito abalada, ela resolve voltar à Washington para prestar uma última homenagem ao amigo.

Superfreak

Quando chega a sede da OPA, Olivia não reconhece seu escritório. Enquanto caminhava pelas salas, dividíamos, eu e Oliva, o mesmo sentimento: vazio. Confesso que foi muito estranho ver aquele lugar tão silencioso. Para sua surpresa, e não a minha, quem descobriu seu paradeiro foi Quinn. Então ele leva Olivia para um tour e descobrimos o que aconteceu com os outros gladiadores.

Randy

Huck agora é um atendente em uma loja de eletrônicos. Ainda mais esquisito, ele paralisa ao ver sua antiga chefe e amiga. Depois de tudo que sofreu nas mãos da B613, ele sempre contou com Olivia para mantê-lo no eixo e fiquei imaginando como seu psicológico ficou ainda mais abalado depois de encontrar com sua família no final da temporada passada. Sentindo-se abandonado, ele não quis saber de papo furado, só se ela estava ali para ficar ou de passagem.

Red

A segunda parada foi a grande conhecida de Olivia, Casa Branca. Era lá que Abby estava, ocupando o antigo posto de Pope, o de secretária de impressa. O encontro das duas foi o ponto alto do episódio, pelo menos pra mim. Abby não economizou nas palavras e falou umas belas verdades na cara de Olivia, culpando-a pela morte de Harrison e principalmente por ter deixados todos os outros gladiadores na mão.

Parece que já vimos esse filme umas 100 vezes.

E dentro da Casa Branca as coisas pareciam caminhar sob controle, a medida do possível. Todos se recuperando de suas perdas: Cyrus de James, Melie de Jerry e Fitz de Olivia. Conhecemos Lizzie Bear, porém sua participação foi muito rápida e não sabemos muito bem o que ela vai aprontar ao longo da temporada. Contudo, pelo que foi mostrado, podemos esperar ótimos embates entre Bear e Beene.

Melie, como era de se esperar, não está nada bem depois da morte do filho. E tudo ainda fica pior quando ela descobre que Olivia está de volta. Em uma conversa sincera, regada a cereais e uísque, descobrimos que o presidente tentou tirar sua vida depois dos acontecimentos do final da temporada passada.

Jake faz uma visita surpresa para David com o intuito de cobrar uma atitude, já que arriscou sua vida dando os arquivos secretos da B613 e até agora ele não tinha feito nada. E aparentemente vai continuar sem fazer, já que Rosen foi nomeado por Fitz para Procurador-Geral.

Olivia, achando que passaria ilesa por D.C, foi chamada para resolver um escândalo. Confesso que esse plot era até interessante, mas com tanta coisa acontecendo, foi o menos importante para o episódio. Ele só serviu para mostrar, mais uma vez, como as pessoas são baixas e fazem tudo pelo poder.

Olivia e Fitz

O encontro mais esperado do episódio aconteceu bem no final. Apesar de achar que a relação dos dois está um pouco chata, ela é uma dos dramas centrais e não podia ficar de fora. Enquanto Olivia discursava sobre o poder feminino, eles se cruzavam e se viam depois de tanto tempo. Muito bonita a cena e é inegável que os dois têm muita química, até pela troca de olhares.

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Mas agora vamos resolver logo isso que já está ficando muito chato!

Are we gladiators or are we bitches?

Depois de todos esses acontecimentos, os gladiadores se reuniram para dizer o “último” adeus à Harrison.

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E alguém tinha dúvida que Olivia não ia voltar pra ficar?

Queria agradecer à Mariela por ter me cedido Scandal e peço desculpas pela demora para liberar o texto. Ontem, 02/10, foi ao ar lá nos EUA o segundo episódio, intitulado The State of the Union e depois de uma semana um tanto confusa pra mim, vou colocar os episódios em dia e consequentemente os textos. Espero vocês muito em breve. Até lá!

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