TeleSéries
Alcatraz – Paxton Petty
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Na altura do seu sexto episódio Alcatraz vem empolgando, ainda com muitos mistérios é verdade, mas já temos respostas! E respostas que fazem a gente elaborar milhares de teorias sobre o que realmente aconteceu na “Rocha”, apelido carinhoso do presídio. Além disso, temos a retomada da história da misteriosa Dra. Sengupta, de 1960, e também conhecida como a assistente do agente Emerson Hauser em 2012, Lucy Banerjee.
Neste episódio conhecemos o ex-prisioneiro Paxton Petty, um engenheiro de combate que serviu na Guerra da Coreia. Após uma das batalhas mais violentas, 14 medalhas de prata foram distribuídas aos soldados, mas Petty não recebeu a honraria. Extremamente magoado com o exército, ele foi responsabilizado por explosões de minas terrestres americanas que mataram estudantes na cidade de Wonju. Julgado e condenado pelo Tribunal Militar foi encaminhado para um presídio militar, onde ficou cinco anos, até fugir e aterrorizar a cidade de São Francisco com minas terrestres em três locais públicos. Petty foi preso e encaminhado para Alcatraz. O quarto “campo minado” de Petty foi achado só em 2012, por Hauser, e ele teve muito trabalho.
Falando em Hauser, que bela surpresa foi o jovem policial do Departamento de Polícia de São Francisco participando do transporte de Petty até Alcatraz, nos anos 60. Além de conhecer de perto nosso prisioneiro da vez, Hauser se enamorou por quem naquela época? Dra. Sengupta, também conhecida como a sua assistente Lucy na época atual. Ainda não sabemos como ele envelheceu e ela segue jovem, ou se a Lucy é uma parente mais jovem da Dra. Sengupta. Eu fico com a primeira alternativa já que é comum no seriado essa galera manter o rostinho preservado de 50 anos atrás. Outro dado que ajuda na minha hipótese é o fato de Hauser ter sequestrado Lucy do hospital onde ela estava em coma. A médica responsável pediu que Hauser (único responsável por Lucy?) começasse a pensar em deixar ela “descansar”. Hauser não aceita o diagnóstico e leva Lucy para Alcatraz na sala do Dr. Milton Beauregard e pede que ele “conserte-a”. Vale lembrar que pelos flashbacks que vemos os dois doutores, que não mudaram em nada nesses 50 anos, não se gostam nenhum pouco. Quer mais mistério? Segundo as pesquisas do Dr. Soto não existiu nenhuma mulher médica em Alcatraz. No entanto, nos flashbacks vemos Dra. Sengupta e Dr. Beauregard utilizando métodos de tortura em Petty para tentar descobrir onde está a quarta bomba ou campo minado.
Como já deu pra perceber, Hauser é peça chave desse episódio. Ele ainda é pego em uma das minas terrestres de Petty e é salvo por Madsen e o esquadrão antibombas. A equipe do FBI descobre que os locais onde são encontradas as minas podem ser achados através de letras de músicas, usadas para que o responsável pelas bombas lembre onde elas estão enterradas. E a primeira pessoa que descobriu isso? Dra. Sengupta novamente. A médica conseguiu dicas com nada mais, nada menos, que o Madsen avô, Tommy. Em troca da informação, Madsen pediu que a médica descobrisse porque, apesar de saudável, ele passava tanto tempo na enfermaria e porque tiravam tanto sangue dele. Sengupta questiona sobre o assunto o seu arqui-inimigo Dr. Beauregard, que fica irritado e ameaça sua colega de trabalho. Ainda assim não descobrimos o lugar de Tommy Madsen na história de Alcatraz, mas aos poucos o seriado está nos dando mais armas para imaginar o que aconteceu.
Ah, só pra constar. Não, Petty não faz a mínima idéia do que aconteceu. Segundo ele, foi dormir e no outro dia já era 2012. No entanto, ele diz que acordou deitado em um chão de uma “tumba”. What?? Enfim, acredito que os prisioneiros e guardas que retornam dão andamento na história, mas quem realmente está no centro do que aconteceu em Alcatraz em 1963 é Hauser, Dra. Sengupta ou Lucy, Dr. Beauregard e Tommy Madsen. A costura da história até fica interessante, pois nos focamos nos personagens centrais que são o núcleo do seriado. No entanto, não consigo deixar de pensar: os 63’s estão voltando um de cada vez? Porque não voltaram todos juntos? E a mais intrigante, o que Hauser quis dizer com “conserte-a” quando entregou Lucy para Dr. Beauregard? Qual tecnologia eles possuem em Alcatraz que pode curar a médica? Que volte o próximo 63’s.
Gossip Girl – Crazy, Cupid, Love
16/02/2012, 18:22.
Gabriela Assmann
Reviews
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OMG! O que foi esse episódio? Ainda não sei se gostei ou não.
O episódio começou prometendo. O Valentine’s Day sempre reserva bons momentos à Gossip Girl e só por conta disso a expectativa já era enorme, além, é claro, dos últimos acontecimentos que nos deixavam ansiosos por descobrir os rumos da trama.
Pra começar, achei o sumiço do Louis muito fora de contexto, principalmente em se tratando de Valentine’s Day. Até entendo que ele tenha compromissos em Mônaco, mas se era pro Príncipe sumir da trama que não tivessem feito a Blair casar com ele. Essa vai pra lista dos eventos Fringe que misteriosamente acontecem em Gossip Girl =P
Eu estava realmente empolgada com a ira de Chuck e Serena sobre este dia no qual todos viram românticos. Os dois solteiros, enfrentando decepções amorosas e unidos eram a promessa de que os ânimos podiam se acirrar no Upper East Side. Para me deixar mais ansiosa ainda a festa de Nate prometia recriar os tempos deles de Ensino Médio. Uma nostalgia incrível dos bons tempos da série bateu em mim vendo-os vestidos com aqueles uniformes. Nada como aquelas temporadas na qual eles ainda estavam na Escola. Infelizmente, não foi nada disso que ocorreu. Ambos – Chuck e Serena – estão mais maduros e desta forma mais centrados. Para nossa tristeza faz um bom tempo que não aprontam nada.
Embora eu esteja torcendo por Dair, confesso que as diversas menções aquele Valentine’s Day vivido por Dan e Serena no colegial me fizeram sentir saudade do casal e eu torci para que tivéssemos um revival fofinho nesse dia. Meus olhos até brilharam quando os velhinhos falaram que os dois deviam ficar juntos.
Tudo que consigo sentir no momento, mesmo sabendo que serei condenada por boa parte de vocês, é uma raiva profunda da Blair. “Blair Bitch” voltou a aparecer. Por que ela tinha que se meter e tentar juntar os dois se depois ia acabar traindo a melhor amiga? S. estava na dela, tentando esquecer do ex e seguir em frente quando Blair resolve agir como cupido e tenta promover a reconciliação do casal, reacendendo os sentimentos e as esperanças da amiga. Não condeno o tão esperado beijo e nem um possível relacionamento entre Dair, mas acho que as circunstâncias foram as piores possíveis. S. tinha acabado de confessar que não enviara o vídeo pra Gossip Girl e provou, mais uma vez, que faz de tudo pela amiga. A resposta foi a traição de B. A última pessoa que merecia ser traída dessa maneira pela mais nova Princesa de Mônaco era a melhor amiga. Mas se não fosse dessa forma não seria Gossip Girl.
O que mais gostei nesse episódio foi o encontro das Charlotte Rhodes. A verdadeira e a falsa finalmente se encontraram, e como falei na review passada, era apenas uma questão de tempo para que percebessem que algo estava errado. Mas eu achava que quem ia juntar as peças do quebra-cabeças seria o Nate ou a Lily, cujo sumiço me causou estranhamento. Por que ela não apareceu em momento algum? Acho que resolveram adiar a descoberta da verdade pela família Rhodes e deram um sumiço inexplicável para ela. Não duvido que ela e Louis estejam no mesmo buraco negro. Risos.
Gostei também dos impagáveis e super bem humorados momentos da Georgina com o marido. A cena em que ela resolve transar com ele e o bebê chora é ótima! Ri muito.
Nate fica chatinho quando se apaixona assim tão rápido e já começa a fazer de tudo pelas garotas, inclusive dar uma festa para poder encontrá-la no Valentine’s Day. As coisas podiam acontecer mais devagar, não? Mas quando se tem dinheiro e poder tudo pode acontecer, mesmo.
A dificuldade que tive pra escrever essa review me trouxe a resposta do questionamento inicial. Não. Eu não gostei desse episódio. Apesar do tão esperado beijo de Dair parece que as coisas continuarão na mesma, já que Blair não parece disposta a viver um romance com Dan, embora tenha ficado claramente balançada e feito uma declaração bonitinha pra ele, relatando tudo que ele fez por ela e dizendo que não tinha como não se apaixonar por ele.
Achei que Chuck ficou muito sumido nesse episódio, mas suas aparições nos momentos finais me deixaram ansiosa para uma possível reviravolta, afinal, trata-se de Chuck Bass. Parece que Dan mexeu com a pessoa errada. Está na hora de Serena e Chuck saírem do ponto de conforto e armarem uma contra-ofensiva em busca de seus amores.
A parte boa é que todo mundo está com o rabo preso novamente – inclusive Dan que normalmente era o bom moço – o que promete muitas confusões pelas bandas do Upper East Side. Até Charlie, que agora vive com a matriarca da família Rhodes. Aguardemos as cenas dos próximos episódios.
Ringer – It’s Easy To Cry, When This Much Cash Is Involved
16/02/2012, 13:54.
Anderson Narciso
Reviews
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Série: Ringer
Episódio: It’s Easy To Cry, When This Much Cash Is Involved
Temporada: 1ª
Número do episódio: 01×13
Data de exibição nos EUA: 14/02/12
Ringer está ficando a cada semana mais e mais intrigante. Siobhan (Shiv, ou a nossa Shibonga…) resolveu assumir de vez para nós telespectadores a carapuça de “vadia da CW”. Sério, por alguns instantes eu até pensava que Shiv estava também mais enrolada que caracol, mas o negócio é que ele esta traindo a todos, sem excessão. E seu grande plano está perto de se concretizar. Mas antes de qualquer coisa, preciso expressar minha revolta, pela CW ter retirado a MELHOR PARTE do “Previously”: “Siobhaaaaaaaaaan, Shiobhaaaaaaan”. Qual é gente, ver a tonta da Bridget gritar isso todo início de episódio, já valia pena. Mas ok. A cena já entrou para a galeria das cenas mais trashs de todos os tempos. Mas vamos ao que interessar e aos comentários de mais um excelente episódio de Ringer.
Em primeiro lugar, Bridget Kelly me surpreendeu com uma coisa: ela era fã de Whitney Houston. Todos sabem que a grande cantora faleceu na última semana e nossa tonta heroína resolveu simplesmente usar este episódio para fazer uma homenagem para ela. Você me pergunta como? Eu lhe respondo com esta fala de Bridget: “Eu estou sendo perseguida. Estão tentando me matar. Eu quero que você se torne meu Guarda-Costas”. Gente, sério, como eu ri. Ri demais. Até imaginei I Will Always Love You de fundo. Mas tudo bem, isso seria muito até para Ringer. Mas brincadeiras a parte, Bridget esta mais uma vez fazendo hora extra na “Escolinha Bridget Kelly para Detetives Idiotas”. E desta vez, resolveu carregar Solomon junto com ela. A loira passou o episódio inteiro seguindo os passos que Shiv costumava a fazer, sabe-se lá por que. Ficar horas sentada em uma mesa de Xadrez, realmente não é a cara da vilã.
Bridget até descobriu um escritório de Shiv, mostrando que agente realmente não conhece nada da vida dela. E lá, mais uma vez, Bridget protagoniza mais uma cena digníssima de protagonista burra: Enquanto bisbilhota tudo, Shibonga esta lá, lindamente espionando a ação, escondida em um armário. Bridget do nada, resolve ir até este armário, mas – NÃO ENTRA. E Shiv esta lá toda tranqüila. Não é pra menos. Até eu, com uma irmã retardada com esta, não ligaria. Mas sabem de uma coisa, o que mais me irrita é que, Bridget nunca consegue ligar os ponteiros. Acho que já esta na hora dela dar uns estalos. A história tem que ganhar uma agilidade quanto a isso. As coisas acontecem na cara dela e ela age como uma idiota. Semana retrasada foi o anel, agora o chave… Alou vamos acordar? Alguém está te roubando e você não está fazendo absolutamente NADA. E enquanto isso, Shibonga esta uma passo a frente dela.
Falando na megera, Siobhan se demonstrou fria e calculista neste episódio. Primeiro porque ela não contou o segredo para Henry à toa. Ela sabe que ele é burro que nem a sua irmã (não é para menos que o personagem vem se destacando na disciplina ‘Burrice aplicada a idiotice’ na Escolhinha Bridget Kelly). E, portanto, ele será apenas mais um peão de xadrez da moça. Ela revelou o seu plano para ele, mas ainda continua jogando. Prova disso é quando Tyler a convida para o chat, e o moço flagra Henry na cama dela. Mais tarde, quando Shiv liga para o rapaz, ele todo revoltadinho, é enganado, quando a vilã disse que Henry era o seu irmão. Meeeeeu. Como assim? Tyler, você também é um idiota? Ainda tem vaga na Escolinha de Bridget Kelly. Eu tinha relevado você acreditar que o filho que Siobhan espera é teu. Mas isso, também foi a gota d’agua. Outro ponto alto de Shibonga no episódio aconteceu quando ela praticamente megeramente sua audácia. Ela foi a sua casa, e deu de cara com Andrew. Que conversou normalmente com ela, e até a beijou. Claro, sem desconfiar de nada.
No núcleo Gossip Girl, Juliet esta prestes a ir ao tribunal. E Tessa diz que na verdade o Sr. C. não a estuprou. A amiga delas (que parece com a Boonie de The Vampire Diaries) resolveu contar tudo para Andrew anulando o caso. No final das contas, retomam, mas agora com um acordo financeiro, favorecendo o professor. E o que descobrimos? Tessa, e o professor armaram tudo, junto com Juliet para tirar dinheiro de Andrew. Eu sabia, sabia… Juliet parecia ter mudado, mas continua a mesma. Me surpreendeu o professor, com aquela cara de bom moço.

Outra personagem que merece comentários é Olivia. Por que é uma das únicas personagens inteligentes desta série enigmática. Ela soube se aproveitar da burrice de Henry muito bem. Gente me responde uma coisa: Quem guarda fotos intimas com a amante no celular? E que esposa não fuxica nisso? Olivia se aproveitou, roubou as fotos e ameaçou. Eu achei que isto havia sido esquecido, mas ela ameaçou por tão pouco: o sogro de Henry deveria investir na Martin/Charles. Sério produção? Apenas isso? Achei que ela ia fazer aquela extorsão contra Shibonga. Mas foi só isso? Eita, acho que retiro o adjetivo “inteligente.”
E nesta coletânea de personagens burros e ignorantes, Siobhan Martin ainda se torna o trunfo de Ringer, e que não me fez ainda abandonar a série. Isso porque, graças a ela, cadê vez mais a história fica intrigante. E eu quero, porque quero, entender todo o contexto do plano dela. No final, ela mostrou a Henry uma gravação, que vai falar incriminar Andrew, deixando todo o dinheiro para ela. Um bom plano. Mas que gravação é essa? E onde vai entrar Bridget Kelly nesta história? De tão trash que é, Ringer tá bom demais. Vai entender.
Ps1: Alguém sentiu falta do Agente Matttchado (Ênfase no “T” para o sotaque)?
Ps2: Falando no Agente, a quantas anda a investigaçao de Baldaway? E ele, esqueceu Bridget?
Ps3: “Andãããããããiiiiiãããã …. I Will Always, Love UUUUU”. Uma pequena homenagem a W. Houston. Vai fazer falta, Whitney!
How I Met Your Mother – The Drunk Train
15/02/2012, 22:51.
Mariana Freire Cabral
Reviews
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Série: How I Met Your Mother
Episódio: The Drunk Train
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×16
Data de Exibição nos EUA: 13/02/2012
Episódio cheio de “mas, hein?” e “como assim?!”, The Drunk Train começou de um jeito que nos levou a pensar que algo realmente bom aconteceria. Não tenho certeza se o final deixou essa sensação.
No início do episódio, foi interessante ver Kevin e Robin saindo com Lily e Marshall, porque nunca encarei o Kevin como parte de um casal. Não sei se era só eu, mas sempre achei o cara meio deslocado ali.
Tenho notado que nesta temporada a série está voltando a ser como era no início. Senti uma queda na qualidade das histórias na temporada anterior; mas, não só a história voltou aos trilhos, como os personagens recuperaram características que tinham perdido ao longo dos anos.
Lily e Marshall voltaram a mostrar aos outros casais como um casal perfeito deve se comportar. É claro que nenhum casal é perfeito; logo, a coisa não deu muito certo.
Barney, que nos dois episódios anteriores voltou a tentar fazer de suas noites algo LEGENDARY, voltou a carregar Ted em suas buscas. Ted, como sempre, o maior Forever Alone de todas as séries e, como sempre, fazendo o que não deve ser feito em um momento de fraqueza.
Alguém me explica por que o Ted é daquele jeito? Ele não era assim! Aquele encontro dele com a mulher na boate, que só serviu para o Barney encontrar a Quinn e mexer com ele, nos fez sentir vergonha alheia do protagonista.
Por falar nisso, ficou claro que Barney dormiu com a Quinn. Mas não acredito que a participação dela tenha chegado ao fim. Ela mexeu com ele; ele mexeu com ela; e ela é uma stripper.
A surpresa do episódio foi o pedido de casamento de Kevin. Robin realmente não tem sorte com os assuntos do coração. Quando ela amava o Ted, ele queria algo sério e ela não. Quando ela decidiu levar o relacionamento a sério com Don, se mudou para a casa dele e abriu mão de um bom emprego, foi largada. E agora, quando ela decide ficar com o Kevin, o problema é ainda maior.
Não entendi patavinas do porquê do Ted ter dito que ama a Robin. Na verdade, entendi sim. Ted está sozinho e desesperado para casar. Ele ama Robin; isto é um fato. Mas ele a ama como amiga. Mas ele está tão sozinho e sem esperanças, que está “apelando” para a pessoa mais próxima e mais lógica. Mas, se o relacionamento desse certo dessa vez, eles teriam o mesmo problema que ela teve com Kevin: Ted quer ter filhos.
Barney… sempre uma caixinha de surpresas. Ele estudou no M.I.T.?
Como os produtores de How I Met Your Mother já mostraram como podem ser sacanas, não duvido nada que o próximo episódio comece com Ted dizendo como ama a Robin e que ela nunca estará sozinha. Que ele a ama como amiga.
PS1: foi bom a Robin ter dividido a notícia com alguém. É uma coisa muito “pesada” para ficar guardando. E o apoio da Lily e do Marshall foi bem fofo.
PS2: todo mundo me chamava de doida quando eu dizia que ainda shippava Robin e Ted. Quem é a maluca agora?
PS3: mais uma vez, repito o que eu disse na review da semana passada: E a história inacabada de Barney e Robin?
Castle – Pandora
15/02/2012, 22:03.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: Pandora
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×15
Data de Exibição nos EUA: 13/02/2012
Pandora, de acordo com a mitologia grega, foi a 1ª mulher que existiu. Criada por Hefesto e Atena, e sob as ordens de Zeus, recebeu de cada um dos deuses uma qualidade. Mas de Hermes, recebeu traição e mentira. Enviada como punição aos homens, Pandora não resistiu à tentação e, contrariando ordens, abriu uma caixa dada como presente, pelos Deuses, ao seu marido – Epimeteu. Todos os males, até então aprisionados na caixa, saíram, causando destruição e caos no mundo. A única coisa que restou na “caixa de Pandora” foi a esperança.
E em Castle, o que significa Pandora? O mesmo: caos e destruição. E tudo isso nos foi apresentado em Pandora, a excelente 1ª parte do já tradicional duo de episódios do seriado.
O episódio teve a presença dos maiores elementos de Castle: drama, tensão, diversão, suspense e teorias conspiratórias – que dessa vez se confirmaram. E aquela velha tensão sexual/romântica que amamos, e dessa vez com um belo upgrade (o novo elemento que serve para acalmar meu coraçãozinho shipper).
O que dizer de um episódio no qual a CIA rapta Castle e Beckett, os inclui numa jogada e os obriga a manter segredo sobre tudo, sob pena de colocar a segurança nacional em risco?
E quando, adicionado a essa formula, temos um matemático brilhante que trabalhou para a agência influenciando, através de suas teorias, mudanças geopolíticas no mundo. E que, posteriormente, arrependido pelo “mal” feito, usou suas teorias para fazer o bem? E que visando esse mesmo bem, escreveu um “white paper” para uma “usina de ideias”, identificando todas as falhas de segurança dos EUA. Resumindo, o que dizer quando ao fator CIA se adiciona um “linchpin”, um X da questão, um motriz que causará uma onda gigantesca de devastação?
Mais ainda, o que dizer de um episódio que, além disso tudo, nos apresenta como criminoso Thomas Gage, o ex agente hiper-mega-ultra qualificado que traiu a nação e agora quer destrui-la?
Vocês já entenderam onde eu quero chegar, né? Pandora foi ótimo. Ou melhor, teria sido ótimo se não houvesse um outro ingrediente adicionado a isso tudo. Com a presença de Sophia Turner, o ótimo virou maravilhoso.
Sophia, a agente da CIA que foi a 1ª inspiração de Castle para um personagem feminino. Agente esta que ele seguiu durante um ano. E aí vocês podem pensar: “essa história de colocar alguém para “concorrer” com a Kate já cansou”. Mas dessa vez foi diferente. Porque Castle, reafirmando seu comportamento recente, não se deslumbrou com o reencontro. E, especialmente, por que Beckett, pela 1ª vez, demonstrou todo o seu desconforto com a situação. Sim, pessoal. Ela teve ciúmes, e deixou isso muito claro para “sua outra metade” (ADORO a Martha shipper). Brigou com Castle, insinuou que ele se juntasse ao “time de Sophia”, apesar de todos os protestos do escritor, e dele alardear que eles estavam todos no mesmo time. E se interessou na relação dele com Sophia, muito profundamente, embora tentasse disfarçar a curiosidade.
E aí Castle, muito maduro e apaixonado, tratou de tranquilizar Kate. Deixou claro que o que houve entre ele e Sophia nem chega perto do que tem com Beckett. E recorreu a ela quando desvendou o enigma do enxadrista. Afinal de contas, ela é sua parceira, não Sophia. Ganhou o jogo com essa, Rick. Comigo, com todo o fandom, e com Beckett, que ficou toda risonha.
Além disso tudo, Pandora valeu por outros inúmeros momentos. Ver Alexis incluída – SUPER – na história toda, com um “plot só dela”, e interessante, foi ótimo. Ainda mais que a história da garota incluiu Lanie, que eu adoro e sempre torço que apareça mais. E foi bem interessante ver a reação de Castle à possibilidade de sua dinâmica com Beckett ser alterada pela presença da filha. E sua reação quando Martha contou que sabia da briga, por que Kate contou para Lannie, que contou para Alexis, que contou para Martha.
Também foi legal ver Ryan e Esposito magoadinhos e curiosos com o caso secreto de Castle e Beckett, e Gates pisando fundo de raiva. Apesar de Beckett ter que responder à “namoradinha” de Castle (adorei a determinação dela em sair do porta-malas), é legal ver a “Sir” no escuro, embora eu já simpatize muito mais com ela.
Na semana que vem, vai ao ar Linchpin, que encerrará o caso. Certamente tá todo mundo ansioso para o desfecho, embora saibamos que Kate e Rick sairão ilesos do carro submerso. Podemos esperar mais ação, risco de vida, drama, comédia, intrigas e suspense. E muito mais momentos Casckett. Então, chega logo dia 20/02! Quem faz coro?
Hart of Dixie – Aliens & Aliases
15/02/2012, 19:25.
Anderson Narciso
Reviews
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Série: Hart of Dixie
Episódio: Aliens & Aliases
Temporada: 1ª
Número do episódio: 01×14
Data de exibição nos EUA: 13/02/12
Mais uma semana em Bluebell em que as coisas estavam começando a esquentar. Semana passada, tivemos o primeiro episódio de Hart of Dixie com uma deixa no final. Sim, porque até aqui, uma das críticas à série era sua “falta de histórias”, ou melhor, o desenrolar delas. E aquele final trouxe a sensação de que as coisas estavam começando a andar em Hart of Dixie. Gigi havia encontrado a foto de Lemon na mesa de Lavon, e o clima? Mais tenso impossível. Quando voltamos a este episódio, Lavon está sem saber o porquê de Gigi ter sumido. O prefeito, em um apelo, pede para Zoe descobrir o que acontecera, e assim ela vai até a secretária, que conta tudo. Resultado? Zoe fica arrasada. Não sei se teria sido uma reação consentida entre os fãs da série, mas vamos combinar que descobrir que o seu melhor amigo estava tendo um caso com a noiva da pessoa que você tem sentimentos, deve ser no mínimo estranho. Lavon não negou o caso, mas pediu para que Zoe mentisse para Gigi. Deu no que deu. Zoe inventou uma história de a foto estar na casa do prefeito por culpa dela, e a secretária inocentemente acreditou. Consequência disso é que a Dra. Hart ficou mais arrasada ainda. Enganar uma amiga, e mentir na cara de George. Ela passou o episódio todo evitando ele. Entretanto, isso nos rendeu algumas cenas engraçadas.
E chamem o esquadrão da moda para George Tucker. Até eu, que não sou detalhista e não fico reparando o que homem usa, tenho que citar: George Tucker estava com um terno muito, mas muito esquisito. Até para a moda de Bluebell. E é a partir do advogado mal vestido que o “caso” do episodio desta semana girou. Um professor de Bluebell garantia que tinha contato com Alienígenas. Sério minha gente? Olha, sinceramente, não achei nada de interessante nesta história, assim como achei o episódio meio parado, e de longe o mais chatinho destes primeiros. No final, Zoe descobre que os ataques que aparentemente faziam o professor se comunicar, eram decorrentes de uma infecção por chumbo, de uma tatuagem que ele fez há anos.
Enquanto isso, no meio disso tudo, Wade ainda sofre as consequências da aposta sobre o término do namoro de Dr. Dolittle com nossa Zoe. Sinceramente, bem feito! Mas por outro lado, ainda bem. Volto a bater na tecla de que a tensão dos dois é um dos carros-chefes desta temporada. E se eles tiverem algo, logo de cara, para mim as coisas vão esfriar. Entretanto, estou com medo do que possa vir adiante para Zoe e George. Não sei se vocês sacaram, mas esse lance da foto pode ter sido a ponta do Iceberg para o término do noivado entre George e Lemon. Com certeza, quando George descobrir tudo, a coisa vai ficar feia de verdade.
Aliás, falando em Lemon, ela carregou este episódio nas costas. Sério mesmo. Enquanto estava rodeada por toda aquela tensão, George a incumbiu de que se divertisse. Só que ela acabou nos divertindo. E para isso contou com a ajuda de Wade. Na verdade ele é que precisava de ajuda. Wade tinha que disfarçar e mostrar para o ex-namorado de sua peguete Joelle, que esteve com Lemon na noite passada no bar em que o cara freqüenta, e não com a verdadeira moça. Para isso, Wade transforma Lemon em um cover de Joelle. E rapazes, como Jamie King é bonita, não acham? Ela estava, usando os determinados termos de Bluebell, um “pitel”. E teve ótimas cenas com Wade e com George. E sozinha também. Mais alguem morreu de rir dela dançando country? Aliás, desde o ano passado, eu frisei que os produtores deveriam investir em mais cenas como essas ou com este trio, pois rendem bons momentos na telinha. Mais uma vez, fica a dica.
E no final, Zoe havia decidido contar para George (talvez por interesse próprio né, convenhamos!) sobre o caso do prefeito. Mas a médica percebeu que isso não era da conta dela (ainda bem que ela percebeu). E que isso ficaria a cargo da consciência de Lavon, e se um dia ele achasse que deveria contar que contasse. Eu acho que esta história ainda vai dar pano pra manga, e que George vai se separar de Lemon a partir disso. Alguém palpita? Finalizando, Lemon e George tomam um banho de lagoa, e Lemon em uma proposta super ousada, diz que quer fugir com o noivo! Na boa? Papo de bêbado, só pode. No próximo episódio, ela já volta a ser a mandona de sempre. Uma pena, pois Lemon assim rende bons momentos, assim como podemos ver uma Jamie King bem melhor de se admirar.
O negócio é que adoro a série, já cansei de falar. Mas infelizmente, uma série precisa de mais, para se manter. E Hart of Dixie neste momento precisa de um trilho na história. Algo que nos prenda e nos faça voltar, mesmo que sutilmente. Depois deste episódio, as coisas parecem voltar a estaca zero como sempre. E estamos chegando a um momento crítico de renovação e cancelamento de séries, precisando sobreviver a isso. Vamos agilizar a coisa, povo de Bluebell.
Smash – The Callback
14/02/2012, 18:51.
Tati Leite
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Estava ansiosa por esse segundo episódio. Não exatamente pela escolha da Marilyn, até porque nem esperava que a escolha fosse tão “rápida”, e sim para saber como a trama se desenvolveria após um piloto tão bem feito. Arrisco a dizer que a qualidade melhorou.
As tramas paralelas não são tão interessantes a ponto de me prender totalmente. A história da adoção, e o fato do filho adolescente de Julia aparentemente não ser chato, é legal mas, não sei, falta alguma coisa ali. Talvez porque é algo que já veio pronto, não temos o sofrimento do casal, as discussões, tudo está “bem resolvido”. Por mais fofo que seja Dev também é meio óbvio que as coisas entre ele e Karen terão os mesmos conflitos que os demais casais da ficção. A única história que me desperta um pouco mais de curiosidade será esse divórcio da Eileen porque pode gerar um problema para produção da peça.
Os bastidores da produção do espetáculo continuam excelentes. Aparenta mostrar como funcionam os bastidores da montagem de um espetáculo da Broadway. Digo aparenta por não ser algo da qual tenha muito conhecimento. Mas a sensação que fica é que o cuidado para fazer com que o público entenda como as coisas funcionam está sendo muito bem trabalhada.
Durante todo o tempo, intercalado com as apresentações musicais, acompanhamos a dificuldade entre decidir quem irá protagonizar o espetáculo. Ivy Lynn acaba sendo a escolhida.
Duas coisas parecem ficar claras: Karen ainda acredita que poderá ser a protoganista porque a vemos esperando a ligação e depois treinando a coreografia na sala de casa. A decisão de Ivy dormir com Derek não parece ter influenciado na decisão dele. A cena foi tratada com algo casual, ao contrário da cena com Karen no piloto. A impressão que fiquei é que Derek tentou se aproveitar da falta de experiência de Cartwright e o fato dela ter recusado fez inclusive que ele a respeitasse mais.
Falando em Derek, o personagem não parece ser tão cretino como foi apresentado no piloto. Não que eu não o ache um idiota (lindo, mas um idiota) mas a decisão em continuar o trabalho com Eileen mostra que ele não é tão horroroso quanto Tom faz questão de frisar. Tom é outro personagem que me desperta uma leve desconfiança. Entendo que ele é amigo de Ivy e que desde o início ele a queria para o papel, mas não consegui ver profissionalismo na opinião dele sobre Karen. E isso é um ponto muito positivo para mim. Gosto de personagens “cinzas” cujas atitudes ora me despertem raiva, ora me despertem alegria.
Modern Family – Me? Jealous?
13/02/2012, 22:16.
Tati Leite
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Episódio divertidíssimo. As histórias foram as seguintes: Phil está tentando impressionar um novo cliente e para isso conta com ajuda da esposa. Acontece que Claire começa a desconfiar que o cliente (Greg Kinnear) está dando em cima dela. Cam e Mitchell estão hospedados na casa de Jay e Gloria enquanto a casa deles está sendo dedetizada e conflitos surgem entre as duas famílias. Haley é forçada pelos pais a participar do programa big sister para melhorar seu currículo para a faculdade, acaba se divertindo com sua nova irmã deixando Alex furiosa de tanto ciúme.
Sofia Vergara e Eric Stonestreet são a melhor dupla do elenco na minha opinião. Cena com os dois sempre rendem ótimas cenas. Dessa vez Cam e Gloria tiveram uma crise na relação. Após uma inicial euforia sobre o tempo que passariam morando juntos, acabaram se desentendo por ciúmes. Ele irritado com a relação de Gloria e Lily, ela irritada porque Cam cuida da casa melhor que ela. A cena fofa ficou por conta de Lily e Gloria de jaqueta combinando. Manny consegue dar um jeito dos dois perceberem que estavam sendo infantis.
Mitchell teve mais um momento ‘meu pai não tem orgulho de mim’ para no final mais uma vez descobrir que Jay se orgulha sim dele. Foi a parte mais sem graça do episódio mas é sempre bom acompanhar a evolução de Jay dentro da história.
A descoberta de Claire que Phil tem ciúme se alguém a faz rir tinha tudo para ser o melhor momento do episódio. Principalmente com o depoimento de Phil dizendo que um homem pode levar a mulher dele pra cama (coisa que ele se arrependeu de falar) mas não pode fazê-la sorrir foi divertidíssima e estava certa que nada poderia superar esse momento, mas aí apareceu Betty Luke.
Haley e Alex estão discutindo e acabam irritando Luke que deixa claro que as duas são péssimas uma com a outra e que, mais que isso, tem sido péssimas com ele. As irmãs não só ouvem o irmão como resolvem vesti-lo de mulher como faziam quando ele era pequeno para desespero do menino. Como se não bastasse, Phil e Claire ao chegarem em casa e depararem com o filho vestido de mulher brigam com as filhas por elas não terem arrumado a casa e fazem Luke ficar sentado para que eles pudessem tirar uma foto dele. Com pais desses quem é vai ter medo de bullying na escola, né?
Supernatural – Plucky Pennywhistle’s Magic Menagerie
13/02/2012, 14:22.
Juliana Baptista
Reviews
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Série: Supernatural
Episódio: Plucky Pennywhistle’s Magic Menagerie
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×14
Data de Exibição nos EUA: 11/02/2012
Pois é, os palhaços voltaram crianças! Tanto eu quanto Sam conseguimos superar o episódio. Também já sou velha e também tenho um certo problema com esses seres assustadores com cara de assassinos que supostamente deveriam divertir as crianças. Quando aquele primeiro episódio sobre palhaços apareceu na primeira temporada, fiquei com um pé atrás, mas até que foi mais fácil de matar! Desta vez eles deram um pouco mais de trabalho.
No começo do episódio até fiquei com um pouco de esperanças em ter alguma notícia sobre os Leviatãs, mas como já era de se esperar, nada de novo. Pelo menos temos certeza de que alguém está colado atrás do pessoal do Dick Roman. Frank está espiando o movimento, mas mesmo assim está sem nenhuma novidade.
Outra coisa que me surpreendeu: eles falaram sobre as Amazonas! Será que eles vão continuar procurando a turma da Mulher Maravilha? Achei que o desfecho do episódio passado ficou meio vazio, sem explicações necessárias. Seria interessante que eles voltassem a encontrar as Amazonas e pelo menos matar mais uma meia dúzia delas e esclarecer mais algumas coisas.
Mas voltando a história principal: os piores pesadelos das crianças estavam se tornando realidade e punindo seus pais desnaturados. Um tanto radical, mas até que a intenção é boa. Foi um caso simples demais e os Winchesters acabaram rodando em círculos durante muito tempo pra quem tem toda a experiência que eles tem. Sério, era só um cara babaca fazendo um vodoo forte! E o que foi aquela cena do unicórnio soltando arco-íris pelo traseiro depois de ter matado o cara? Hahaha
Acho que o foco do episódio era relembrar e ressaltar o medo de palhaços que Sam tem. Aquele lugar, Plucky, tinha um quê de macabro, com aqueles palhaços com caras de assassinos e cabelos verdes. Aff, que horror!
Já aquele garotinho, Tyler fez Sam e Dean lembrarem da infância problemática deles com o pai ausente. E também de como o trauma de Sam apareceu: Dean o deixava numa lanchonete igual aquela para galinhar com a mulherada. E o pobre Sam ficou traumatizado em ter que ficar forever alone com aqueles palhaços horríveis! Bad Dean! O garoto que interpretou Tyler já fez várias pontas em diversas séries como Fringe, Once Upon a Time, Smallville mas na maioria das vezes com aparições pequenas como a deste episódio.
Já Howard, eu tinha a impressão de ter visto antes aquele cara em algum lugar. Mas pesquisei e não encontrei nada. By the way, achei a história dele meio fraquinha e óbvia. Punir outros pais porque odiava seus pais ausentes bla bla bla… Balanço geral: episódio meio engraçado, mas teriacaído melhor lá pela segunda temporada, não agora. História fraca, conflito passageiro entre os irmãos, nenhum monstro interessante, uma pena! Valeu pelo unicórnio e pelo Dean com cara de bobo por causa da mola maluca 🙂
Mas chega de reclamações. Vi a promo do episódio da semana que vem e parece ser bem mais interessante! Roteiristas, salvem esta temporada monótona! Por favoooooor!
Fringe – Welcome to Westfield
13/02/2012, 11:56.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Fringe
Episódio: Welcome to Westfield
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×12
Data de Exibição nos EUA: 10/02/2012
Em 14/01/2010 foi ao ar Johari Window, o 12° episódio da 2ª temporada de Fringe. O seriado ainda passava nas quintas, e o episódio marcou 6.529 milhões na audiência e 2.6 de rating.
Dois anos e alguns dias depois, vimos Welcome to Westfield, o 12° episódio da 4 ª temporada de Fringe. Muita coisa mudou. Agora, Fringe vai ao ar nas “malditas” sextas-feiras, e atinge míseros 3.08 milhões na audiência, e 1.1 na rating. Os altos índices de audiência (máxima de 13.27 milhões no episódio The Same Old Story – 1×02) estão em um passado distante, que não voltará mais. Certamente já tem fã chorando o cancelamento, ou torcendo para algum canal fechado dos EUA comprar a série.
Mas se muita coisa mudou, muita coisa permanece “igual”. Os roteiristas de Fringe – ao contrário do que aconteceu com os de muita série de sci-fi por aí – não perderam a mão, e continuam desenvolvendo muito bem – e coerentemente – a mitologia da série. Os episódios continuam empolgantes, surpreendentes e deixam os fãs sempre com um gostinho de quero mais. E teorizando muito, é claro.
Welcome to Westfield fez uma clara menção à Johari Window. O caso da “cidade amaldiçoada” de Westfield remontou à cidade de Edina, ainda que as semelhanças não fossem tantas. E ainda que nós não fizemos a conexão de instantâneo, acabaríamos lembrando do episódio, por que alguém nos lembrou da ligação existente. E que alguém.
Tudo começou com um sonho romântico/hot em tons de azul. Olivia e Peter em um momento in love, juntos e felizes. Olivia, ou aquela que seria a C-Olivia, estava tendo sonhos românticos com Peter. Será que o jovem Bishop estava gerando nela o efeito gerado nas suas outras versões? O sonho foi interrompido por uma ligação com uma espécie de aviso. “Estou prestes a voltar para casa”, diz Peter. Mal sabe ele que não há para onde voltar. Ele já está em casa. Mas, para Peter, Olivia e Walter estão esperando por ele em algum lugar.
Olivia é chamada para Westfield, a fim de investigar mais um evento fringe (a cena do avião remontou à Lost. Mas ainda assim eu acabei linkando com o avião do Pilot – 1×01 -, que inaugurou a série e sua mitologia). E, para a surpresa geral da nação – ou de todas as nações multiuniversos -, Walter apareceu em campo, louco para investigar. E para comer tortas de ruibarbo.
O clima sombrio que cercava a cidade de Westfield deixou tudo mais interessante. Era óbvio que algo aconteceria a Peter, Walter e Olivia, e que uma vez na cidade eles teriam problemas para deixá-la. Mas isso não tornou as coisas óbvias. Pelo contrário, manteve o suspense no ar. Cheguei a cogitar alguma coisa que causasse distúrbios de personalidade múltipla após a cena da torta, mas logo ficou evidente que se tratava de algo mais grandiosos.
E eu pensei logo “Massive Dynamic + exército”. E aí a 1ª bomba do episódio. Liv, muito naturalmente, citando o caso QUE ELES investigaram em Edina. Eu vibrei, confesso. Pensei: Ela está lembrando.
Mas em Fringe cada explicação vem cercada de uma dúvida e logo pensei que Olivia estava apenas sofrendo dos mesmos efeitos que os demais habitantes da cidade, já que os “sintomas” da loira se pareciam com aqueles citados por Cliff. E sim, pensei que um vírus, uma molécula, um experimento justificassem a “esquizofrenia coletiva”.
Mas Olivia é empata (olha o glyph code da semana passada tendo relação com esse episódio! Pensei que empath se relacionava com March. Mas agora creio que se insere em um contexto ainda maior, já que o code dessa semana foi Olive) e ela estava apenas somatizando os efeitos sentidos pelos habitantes. Ou seja, os roteiristas estavam jogando na nossa cara que ela estava lembrando, e ainda inseriram conversas de Peter e Liv para demonstrar o crescente interesse da agente no “parceiro”. Conversas com informações que logo na seqüência seriam usadas para “explodir nossas mentes”.
Walter e Peter, funcionando cada vez mais como a dupla de pai-e-filho que estávamos acostumados a ver, conseguiram salvar – se não a cidade toda – os habitantes que restaram, depois do maligno plano de Jones de fundir os universos começar a funcionar. Foi bizarro ver as pessoas se fundindo com seus duplos do outro universo. E amedrontador também. Qual a próxima cartada de Jones? Achei interessante que Walter cita que a fase 2 estava começando. Seria essa, mesmo, a fase dois referida por Jones e Nina, anteriormente, e a qual teria participação de Olivia?
Westfield se foi. Assim como também se foi o universo que Peter conhecia. E talvez essa seja a maior mensagem do episódio. Há coisas que mudam, e que não voltarão a ser como antes. Então, se estamos esperando que aconteça algo que restaure as coisas que aconteceram nas 3 primeiras temporadas, acho melhor desistirmos.
No final de tudo, Walter fazendo waflers, como era usual. E desejando que o jovem – que cada vez mais ele identifica como filho – desista de voltar pra casa. Pra mim, a dinâmica entre eles (assim como Peter/Olivia) está cada vez mais parecida com a do universo A não-modificado.
E para os segundos finais estava reservada a maior surpresa da noite de sexta. Olivia recordou. Assim, de repente. Talvez até inexplicavelmente – por enquanto. E agiu com Peter como se ele nunca tivesse ido embora. Para espanto de todos os seres vivos sobre a Terra, inclusive de Peter, que deve ter pensado que não poderia errar de Olivia novamente.
E agora, como ficarão as coisas? Como indica a promo de A Better Human Being, nada deve ser fácil. E nem imaginaria que fosse. Mas confesso que estou muito ansiosa para o que os roteiristas ainda tem para nos apresentar. Então, até semana que vem, pessoal!
P.S.: pode não ter relação alguma, mas será que pro plano de Jones dar certo, Olivia não precisa se recordar de Peter, e por isso as drogas ministradas por Nina? Não consigo parar de pensar que a loira está tendo mais facilidade em relembrar por causa das drogas administradas.
The Vampire Diaries – Dangerous Liaisons
12/02/2012, 23:09.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Dangerous Liaisons
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012
Finalmente a Família Original está reunida novamente. Se o Klaus já era encrenqueiro e algo com que se preocupar, vimos que ele tem a quem puxar, pois Esther não parece ser flor que se cheire. Pois é, Mamãe Original mal acordou de seu sono de beleza e já começou a mandar na filharada toda. E como se não fosse o bastante, resolveu fazer um baile para reunir a cidade e secretamente para comemorar o fato de que ela é quem manda em tudo ali, ou pelo menos pensa que manda.
Mystic Falls andava carente de umas boas festinhas, já que aquela dada pelo Conselho enquanto Caroline tinha sua festa de aniversário macabra não conta, mas este episódio compensou a ausência de festanças na cidade. Bem, e se os Originais fizeram questão de entregar convites para todo mundo, não quiseram chamar Bonnie e a mãe dela, pois as duas nem deram as caras pelo baile. A mesma coisa com Meredith, que também não apareceu… Mas dessa aí eu desconfio, e acho que boa coisa ela não andou fazendo.
O fato que é tudo girou em torno da festa dos Mikaelson (os Originais) neste episódio, comprovando a teoria de que episódio com evento é episódio bom. E como bom baile, cada um teve que arranjar acompanhante: Klaus convidou Caroline, na esperança de desenvolver mais esse “romance” dos dois, e realmente foram interessantes os momentos e conversas do casal, o que mostrou um lado mais sensível e bondoso do Klaus. Já Rebekah foi com Matt, tendo a intenção de matá-lo somente para fazer Elena sofrer, mas acabou dando para trás no último instante ao perceber que estava criando uma afeição pelo rapaz. Elena, contrariando os Salvatore, abusou de sua teimosia novamente e foi sozinha ao baile para saber de uma vez por todas o que Esther estava querendo com ela, mas como boa donzela em perigo, acabou sendo acompanhada por Stefan e Damon ao mesmo tempo assim que chegou ao evento.
Verdade seja dita: o que Elena teve de linda neste episódio, teve de estúpida. Mesmo sabendo que Esther não é nada confiável, concordou em ter uma conversinha com ela e ajudá-la no plano para exterminar de vez a raça Original, o que renderá à mulher no mínimo o título de pior mãe do ano. Apesar do plano absurdo, a conversa valeu para alguma coisa, pois foi explicada a razão de Mamãe Original estar vivinha da Silva mesmo não tendo se transformado em vampira. Enfim, como se não bastasse a Elena ter sido cúmplice da matança em andamento, magoou os sentimentos do Damon (que tentou protegê-la o tempo todo) e voltou a correr atrás do Stefan.
Ok, uma hora ou outra o drama de Stefan e Elena seria retomado, mas isso já está ficando cansativo. Ela fica pedindo para ele voltar a se importar, chora, faz drama e tudo mais. Ele tenta fingir que não liga mais para nada e que não quer a ex-namoradinha. Mas sejamos francos: apesar da mega torcida Delena, Stefan e Elena se merecem e cedo ou tarde vão cair um nos braços do outro e retomar aquela melação de temporadas atrás.
Pelo menos a falta de senso de Elena ao falar as coisas para o Damon sem ao menos pensar nos sentimentos do coitado teve um lado bom: o vampiro parou (pelo menos por enquanto) de ser babaca dela e foi se divertir com Rebekah, já que a loira também estava com o ego magoado por levar um fora do Matt. Só espero que essa pegação dos dois continue por algum tempo para Damon ver que Elena não é a única garota que existe no mundo, e para Elena também perceber isso. A única complicação é o fato que Rebekah (assim como o resto da parentada dela) está com os dias contados a não ser que alguém de um jeito de desfazer o feitiço da Esther bruxona.
P. S. [1]: Como amo teorias, acho bem provável que Esther não tenha convidado as Bennett para que ninguém ameaçasse sua macumba contra os filhos. Se bem que o boato sobre uma festa daquelas se espalharia rápido por Mystic Falls, já que a cidade é um ovo. Então acho que se esqueceram das bruxinhas mesmo.
P. S. [2]: Até que enfim Damon aliviou um pouco de sua tensão sexual. Vamos admitir que Rebekah e ele combinam. Na falta da ‘Vampbitch’, é de uma mulher assim que ele precisa. Espero que continuem desse jeito por uns bons episódios, dando bastante prejuízo para o setor de figurino da CW.
P. S. [3]: Duvido que o plano da Mamãe Original dê certo, mas se der, acho que teremos outro massacre de vampiros como aconteceu na primeira temporada, com a única diferença que será restrito somente aos Mikaelson.
P. S. [4]: E por último, não me conformo de que Caroline já tenha gostado do sem graça do Matt e do metidinho do Tyler, mas despreze o Klaus que está todo fofo com ela. Então, Tyler, continue mesmo em sua rehab de híbrido para que Caroline possa arranjar alguém melhor. Obrigada.
The Secret Circle – Valentine
12/02/2012, 23:08.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Série: The Secret Circle
Episódio: Valentine
Temporada: 1ª
Número do episódio: 01×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012
Happy Valentine’s Day everybody! Confesso que pela primeira vez um episódio de The Secret Circle me fez ficar com medinho. Ninguém me avisou que assitir Valentine sozinha no quarto lá pelas duas da manhã não seria uma boa escolha. Enfim, eu sobrevivi sem arranhões – que nem a Cassie – e sem pesadelos para chegar aqui e dizer que esse foi sim, um dos melhores episódios até agora. A suspeita de que os produtores acertaram no fio da meada a partir da segunda parte da primeira temporada só vem se confirmando a cada episódio e o meu medo da série não passar dela vai diminuindo na mesma proporção.
Parece que titio Blackwell não é das melhores pessoas mesmo. O final de Valentine deixou claro que falta pouco para descobrirmos isso. Até o episódio passado eu acreditava que ele poderia ser um bruxo bonzinho, mesmo tendo magia negra. Mas foi só descobrir um pouquinho mais sobre o tal medalhão que tudo mudou. John matou uma quantidade incontável de bruxos e concentrou o poder deles no medalhão que Cassie encontrou. Ao ativar o medalhão – na cena macabra do final de Medallion – os fantasmas dos bruxos mortos conseguiram sentir que ele foi usado e foram atrás de Cassie com a intenção de reaver o poder contido nele.
E não é que o Isaac queria ajudar dessa vez? Eu desconfiei dele no início, mas quando os fantasminhas nada amigáveis começaram a tentar pegar o medalhão que acreditei. Pelo menos isso serviu para todos saberem que, sim, o Jake não quer mais nada com os caçadores. Pelo menos até agora não teve recaídas.
Noção de perigo é um conceito que passa longe, muito longe da mente da Cassie, não? Depois de ter visto os tais fantasmas encapuzados o dia inteiro, ter sido quase enforcada pelo medalhão e de ter sofrido um acidente de carro – que devia ter tirado pelo menos um sangue da testa dela, but -, ela ainda segue os fantasmas – pela floresta escura – até uma igreja que não transmitia nem um pouco de tranquilidade no meio da noite e SOZINHA. Ninguém nunca disse a ele que depois de um acidente daqueles o mínimo que ela tinha que fazer era ser examinada por um médico? Ah, claro, ela é uma bruxa.
Mas o fato de ser uma bruxa não explica a força descomunal que fez ela reduzir o medalhão a um simples amassado de metal quando os fantasmas ameaçaram matar Adam – pausa para comentário sobre a atuação de Thomas Dekker possuído: adorei.
Enquanto Cassie, Jake e Adam estavam lutando com os fantasminhas, Faye, Melissa e Diana estavam numa festinha do pijama contra o dia dos namorados. Diana e Melissa drogadas foi de longe a parte mais engraçada do episódio. O pedaço da Melissa tendo overdose já não foi tão legal assim. Eu disse que ela ia acabar viciando… Parece que Faye percebeu que, se não mudasse, ia acabar perdendo a amizade de Melissa definitivamente, e esse triângulo Diana-Melissa-Faye pode render daqui para frente. Quanto à Diana beijando o entregador de pizza, eu não comentarei. Só vou dizer que ri bastante.
E, pelamordedeus, alguém me diz o que foi aquela cena de Faye e Jake no início do episódio? Gente, eu preciso dizer que meus hormônios adolescentes me fizeram sentir uma pontinha – de tamanho considerável – de inveja da Phoebe nas gravações – que a Lucy Hale não me escute. A única coisa estranha é o fato daquela cama já ter sido ocupada por Melissa e Nick…
Cassie e Adam finalmente se acertaram. Se fosse no início da temporada, eu teria me empolgado mais com o beijo do final do episódio, mas agora eu acho que ela combina mais com o Jake.
Por último, mas não menos importante, devo dizer que me decepcionei com o Lee. Então, quer dizer que, esse tempo todo, o objetivo final dele era usar Faye para acordar Eva? Espere pela fúria da Chamberlain mais nova quando ela descobrir, Lee.
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