The Killing – Openings e Keylela

Data/Hora 10/05/2012, 22:55. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image


Série: The Killing
Episódios: 
Openings e Keylela
Temporada: 

Número dos Episódios: 
2×06 e 2×07
Data de Exibição nos EUA: 28/04/2012 e 06/05/2012

Em The Killing às vezes eu me sinto assistindo duas séries diferentes. Uma é do episódio da semana passada, com muitas coisas acontecendo, novos suspeitos e ao mesmo tempo nada. Porque a gente sabe que o suspeito da vez não é culpado, ainda é muito cedo para isso. Mas por favor, não estou reclamando da ausência da revelação do mistério final. Eu só peço que a série continue as investigações da maneira mais realística possível e continue focando nas dificuldades dos personagens. Como aconteceu em Keylela.

Openings, apesar de ter bons momentos como Gwen decidindo voltar e a (sempre boa) dinâmica entre os dois investigadores, acabou dando mais destaque para os novos rumos da investigação. Eu sei que sou minoria, mas eu ainda prefiro ver uma conversa como a de Richmond com Stan. Ou a amiga visitando o pai de Rose. É nesses pequenos momentos que mais sinto satisfação em ver The Killing.

Além disso, há todo o clima de medo na mente de Linden. Será exagero? Bom, ela lidera uma investigação de assassinato que envolve pessoas muito poderosas na cidade, não tem um lugar fixo para morar, acredita que invadiram sua casa e ainda tem o medo de perder a guarda do seu filho. Parece plausível. Em uma discussão no carro, Holder diz “pelo menos eu domino o meu vício”. Seria vício essa obsessão dela em desvendar o caso? Eu sei que faz parte da natureza de Linden querer fazer justiça e no olhar dela podemos perceber a dor em deixar seu filho sozinho, distante e com ódio dela. A pessoa que invadiu sua casa provavelmente é a mesma que estava bancando a paparazzi fotografando todos os seus passos no começo da temporada.

Richmond, com sua equipe de volta, reestrutura sua campanha e dá espaço para Stan desabafar. Stan, que havia encontrado mais uma decepção ao saber da verdade sobre sua cunhada. A impressão que temos aqui é que pouco aconteceu, mas uma preparação de terreno começou em ambas as histórias.

Enquanto isso, a investigação volta para o cassino, história iniciada na primeira temporada. Os dois continuam sendo tão bem aceitos lá quanto antes, mas agora uma camareira esquisita aparece do nada com mais pistas. Vamos torcer para que Holder esteja bem.

Once Upon a Time – An Apple Red as Blood

Data/Hora 10/05/2012, 21:31. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A fruta mais simbológica da série foi o objeto mais importante desse episódio. A maçã. Tanto no passado, quanto no presente, a maçã tem se mostrado um inimigo fortíssimo contra os nossos heróis. Mas qual é a relação dessa fruta com Regina? Por que sua devoção é tão grande por essa fruta? Apesar de não sabermos, o que acreditamos é quem o comê-lo sofrerá terríveis consequências. E foi isso que Branca de Neve fez para salvar seu amado. Por meio de uma chantagem proporcionada por Regina, Branca se entregou ao fruto proibido e seu corpo se tornou sua própria tumba.

Em seu penúltimo episódio, Once Upon a Time nos mostrou uma Regina temerosa. Sua última e definitiva façanha foi aplicar a maldição e destruir todos os finais felizes. Seu medo se tornou o seu pior pesadelo quando ela sonhou que todos os habitantes da cidade presenciavam sua sentença de morte. Sua árvore de maçãs está ficando podre e isso devido à presença de Emma, que a cada dia enfraquece a maldição. Ela pode não acreditar na maldição, mas sua presença é um perigo a maldição que ronda a cidade e isso motivou Regina a buscar por uma antiga façanha, que não só funcionou com a mãe, como também servirá para a filha. A maçã envenenada.

Fiquei feliz em rever Jefferson nesse episódio, sem saber ao certo como ele sobreviveu à queda de três andares de sua mansão. Regina resolve buscar o artigo em sua antiga casa e para isso, precisa do Chapeleiro Maluco para ajudá-la. No entanto, como na Dimensão dos Humanos não existe magia, ela é forçada a entregar seu anel, o único artigo mágico que ela ainda tem. É interessante de ver que Regina é uma vilã que possui uma motivação a ser a antagonista da trama. O amor destruiu a vida de Regina e, desse modo, ela não quer que ninguém tenha um amor. Ela está tão disposta a destruir todos os finais felizes, que ela entregou o único objeto que ainda a lembrava de Daniel. O que ele pensaria se olhasse Regina nesse estado? Acreditamos que mesmo o amor sendo algo abstrato, ele pode mudar alguém completamente. Mas para melhor ou pior? O amor pode ser bom quando alguém o recebe, mas pode ser ruim para alguém que o perde.

Agora a dúvida que não quer se calar: o que Rumpelstiltskin está aprontando? Ele decidiu viajar, pois a maldição está enfraquecendo a parte de ficar preso na cidade. É uma pena pensar que desde o início era isso que Mr. Gold queria. Ele queria escapar da cidade para poder achar seu filho. Ele pode não ter comentado, mas também nem precisava. Mr. Gold não poderia contar para Regina, já que ela poderia usar isso contra ele de alguma forma. Mas com o seu novo plano, ela não deixaria ninguém sair da cidade. Aonde será que o filho de Rumpelstiltskin estará?

Uma das cenas que eu mais admirei foi Mary dando uma lição de vida para Emma. Me lembrou bem aquela situação de mãe ensinando para a filha um pouco sobre a vida:

“Pensei que você tinha ido embora. Mas não tinha certeza, pois você nem se despediu. Lembra quando eu parti? Quando fugi? O que disse? Você disse: temos que ficar juntas. Somos como família. Você não deveria ter ido. Por que foi, depois de tudo? O que há de errado com você? Fugir é o melhor para seu filho ou o melhor para você? Está voltando a ser a pessoa que era antes de chegar aqui, e pensei que você tinha mudado. Agora, você tem que fazer o que é melhor para Henry. [Emma pergunta o que seria] Você é mãe dele e é seu trabalho cuidar dele. Descubra”.

Uma coisa que seria interessante a ser abordada em algum episódio seria a vida pré-Storybrooke de Emma. Quais foram as suas conquistas antes de toda essa loucura acontecer? E com o Pinóquio? Já pararam para pensar que alguém pode ter ido na Dimensão dos Humanos para fazer algo com Emma antes de toda essa maldição acontecer?

A batalha entre os soldados foi até que bacana. Estava com saudades dos sete anões e também da Vovó e da Chapeuzinho. É claro que não esperava um Senhor dos Anéis embutido no episódio, mas valeu a criatividade e também o pó mágico das fadas, que sinceramente eu preciso da receita.

Agora o melhor contexto da história. Henry finalmente teve o seu momento de herói. Como a série é dedicada para todos os públicos, Henry é o herói das crianças. É como se um reflexo de todo o público infantil estivesse representado em um único personagem e esse seria o Henry. Em busca de fazer com que Emma acreditasse na maldição, ele procura novamente August, que declara a sua desistência ao cargo que lhe foi atribuído quando era criança há muito tempo atrás. Ele queria passar os seus últimos dias como humano com o seu pai – que nem lembrava que tinha um filho. É triste pensar, mas Pinóquio tem seus próprios problemas e tudo o que tinha ao seu alcance, ele fez.

Henry resolve falar com Emma, mas sem muito sucesso, pois ela afirma que iria embora. Sua chegada em Storybrooke havia mudado muito Henry, chegando a conclusão que ela não estava fazendo bem algum ao menino. Mas ele gosta dela e isso torna a situação mais triste ainda. Emma decide desistir da reivindicação de maternidade de Henry e principalmente, resolve desistir de ajudar as outras pessoas na cidade. O filho da esperança não desiste. É engraçado pensar que o filho da esperança se torna a única esperança da esperança. Para provar que Regina realmente é a bruxa má ele toma uma atitude:

“Sinto muito que chegamos a isso. Pode não acreditar na maldição ou em mim. Mas eu acredito em você.”

Agora o corpo de Henry se tornou sua própria tumba. O último episódio está por vir. A maldição finalmente será quebrada? Emma finalmente acreditará nos contos de fada? Todos lembrarão quem realmente são? E quais surpresas nos esperarão no próximo episódio? Uma coisa é certa: A Land Without Magic contará sobre a história de Storybrooke, uma cidade que finalmente presenciará a batalha final.

Atenção Oncers: Para aqueles que estão se preparando para a season finale, pode dar uma espiada nessa entrevista que Adam e Edward fizeram sobre o último episódio. Para todos um ótimo season finale!

Revenge – Absolution

Data/Hora 10/05/2012, 21:25. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Com pedaços vingativos de neve no cenário de Revenge, Emily descobre que seu pai foi assassinado pela família Grayson. Este episódio trouxe um pouco daquele ar de novela mexicana que eu adoro. Aqueles momentos revelações, onde descobrimos relações entre personagens que não sabíamos que existia torna não só o episódio significativo para a trama, quanto também para o telespectador, afinal de contas, quem não gosta de se surpreender com uma bela cama de gato?

Emily aproveitou o desfecho do julgamento de Daniel e por ele ter sido absolvido dos crimes, para verificar como Charlotte estava lidando com todos os acontecimentos. A pobre menina estava tentando conhecer mais sobre o pai e Emily acaba encontrando uma foto de próprio, a levando a uma pequena consideração. Havia um diário que ela não possuía do pai e em uma cena em que Emily incorpora a agente de FBI, ela esgana Nolan e descobre que o diário estava com ele. E o pior: descobre que ele tem mais segredos do que pensávamos.

Sempre questionei a lealdade de Nolan com a família Clark e sua relação com o pai de Emily, já que o próprio fazia mil artimanhas para a nossa vingadora e não recebia nada em troca, tirando o fato de seu relacionamento com o Tyler que ele se aproveitou e muito, nesse episódio vemos um Nolan em busca de redenção. Ele havia sido expulso de sua antiga casa e acolhido pela sua tia Carole, uma ex-funcionária da Global Grayson, que ajudava David Clark em sua inocência contra o crime da queda do avião. Depois que Nolan acaba fazendo amizade com David e começa a ajudá-lo a provar a sua inocência, ele descobre que o próprio havia sido assassinado e que sua tia estava correndo perigo. Ele era leal a David e a sua tia, já que ambos haviam ajudado-o a se reerguer após um período de dificuldades financeiras.

Engraçado, mas essa relação de amor e ódio vinda de Emily torna Nolan um pouco engraçado, já que o próprio tem essa personalidade de ter acesso a qualquer pessoa, mas ter medo de sua própria companheira. Mas a Emily é compreensível. Ela percebeu que Nolan estava protegendo sua família, quando não teve oportunidade de provar a inocência de David. Quando tentou, ele já estava morto. No entanto, Emily ainda possui uma carta nesse jogo, que ainda pode trazer a vingança que tanto quer.

O episódio ainda aproveitou para explorar o relacionamento entre Charlotte e Victoria e achei a cena não só importante, como necessária. Já estava cansado de ver Charlotte parecer uma criança mimada. Agora ela se tornou, finalmente, uma mulher. Mas algo que não esperávamos é ver Emily deixar uma amostra de sua aparição no túmulo de seu pai. Agora Victoria sabe que existe alguém, fora ela, que sabe sobre David e que mora naquela cidade.

Fora tudo isso, Daniel resolveu seguir o rumo de sua família e protegê-la. Ele se tornará um herdeiro da Global Grayson. Conrad havia contado toda a verdade sobre o passado de David Clark até as artimanhas de Victoria para livrá-lo da prisão. Ele sabia de tudo. Daniel poderia ter revelado tudo isso para as câmeras, no entanto, não o fez. Uma vez Grayson, sempre Grayson. Emily sabia que Daniel estava ciente, e não só ficou decepcionada como também cansada, mas ela não vai desistir.

Na reta final, a vingança se torna mais árdua e difícil. É hora de colocar a mão na massa. O novo plano de Emily: se casar com Daniel. Se vingar da família Grayson e matar o assassino de seu pai. Ficaremos juntos com a Emily até o final, nem que isso nos custe a nossa própria vingança.

New Girl – See Ya

Data/Hora 10/05/2012, 21:23. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Série: New Girl
Episódio: See Ya
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×24 (Season Finale)
Data de Exibição nos EUA: 08/05/2012

Nick resolveu mesmo se mudar e a galera foi ajudá-lo a levar seus pertences para seu novo apartamento, que ele irá dividir com Caroline. Jess ainda não se conformou com a ideia. Schmidt e Winston não estavam curtindo a ideia também, mas viram que nada que fizessem iria mudar a mente do amigo, então deixaram pra lá. Mas Jess não queria desistir.

A caminho de seu novo lar, Nick, que dirigia o caminhão de mudança, acompanhado de Schmidt e Winston, surtou e passou direto pelo prédio onde deveria parar. Ele dirigiu loucamente e na maior velocidade, como Britney careca foge de paparazzi. Ele dirigiu até um deserto, onde saiu do caminhão e começou a correr e a gritar. Para quem estava tão certo da decisão que havia tomado, ele estava bem surtado, né?

Quando Winston e Schmidt o pressionaram a voltar ao caminhão, o surto de Nick subiu de nível e ele jogou as chaves do carro para longe, no meio do deserto. Excelente! Winston começou a surtar porque tem medo do escuro e logo iria anoitecer. Então eles ligam para Jess para que ela os busque.

Chegando lá, Jess vê uma boa oportunidade de mostrar a Nick o que ele estará perdendo se resolver mesmo se mudar. No dia anterior, os três haviam entrevistado um sujeito esquisito para morar no quarto de Nick. Jess tentou assustar o cara por achá-lo muito esquisito, mas os amigos disseram que ela também é esquisita e que eles quase não a aceitaram no apartamento. Então eles resolveram aceitar o novo inquilino para que Nick se sentisse mal por ser substituído e mudasse de ideia. Só que não adiantou.

Enquanto o novo inquilino se “ajeita” em seu novo lar, Schmidt vai até o médico para tirar seu curativo (lembram que ele está com o “membro” quebrado?). Mas a coisa ainda não tá bem “sarada”, e ele tem que colocar uma espécie de cueca de gesso para sarar de vez. De certa forma, o gesso é até bom, porque ele não consegue ficar excitado. Quando estava só com o curativo, só de ter a Cece no mesmo recinto Schmidt já surtava de dor.

Schmidt sai do médico e vai até o trabalho de Cece, que estava em uma sessão de fotos com um modelo. Cece é modelo e este é um dos motivos pelos quais Schmidt é louco por ela desde o episódio piloto. Mas ele não gostou nem um pouco daquilo e deu um piti no estúdio. E aí foi Cece quem não gostou nem um pouco daquilo. Então, quando Jess vai buscar os amigos e leva Cece junto, o clima fica meio estranho entre o casal.

Jess vê a situação em que se encontram no deserto e se recusa a levar Nick para seu novo apartamento, e, para se assegurar de que ele não vai, ela também joga as chaves no deserto. Nick fica furioso, e Winston surta ainda mais porque agora a noite está ainda mais próxima. Mas não tem outro jeito. O reboque só poderá comparecer no dia seguinte. Eles terão que passar a noite inteira ali, acampados.

O momento serviu para que Nick visse o que ia perder se mudasse de casa, e era exatamente esta a intenção de Jess. Mas Nick não curtiu aquilo, pois já tinha se decidido e não queria mudar de ideia (e aquele surto psicótico no volante?).  Então ele sai em busca de suas chaves, e Jess vai atrás.

Mas antes Jess havia conversado com Schmidt, que havia dito a ela que iria terminar com Cece da maneira que ele havia visto em um livro, dizendo a ela não não gostava mais dela para que ela se sentisse mal e fosse embora. Ai, essa é velha! Schmidt diz a Jess que Cece nunca será feliz com um cara como ele, e por isso ele a deixará livre, porque ele a ama e quer vê-la feliz.

Então, quando Jess se vê sozinha com Nick, ela diz a ele que ele deve morar com Caroline, porque é o que o fará feliz. Mas aí surge um coiote frenético e os dois surtam, e a Jess imita o papaléguas tentando espantar o coiote (CLÁSSICO!) e, sem seguida, ataca o bicho se fingindo de… “coiote”, não sei exatamente o que ela tava tentando ser. Só sei que ela conseguiu expulsar o bicho e os dois voltaram ao acampamento, sem as chaves.

Nick fica surpreso por Jess dizer que quer que ele vá se o isso o fizer feliz. Ele diz que ela não quer que ele se mude porque não saberia se virar sem ele. Ela diz que ficará, porque está bem desde o dia em que o conheceu. (own)

Schmidt termina com Cece porque viu uma mensagem do tal modelo com quem ela estava trabalhando no celular dela. Ela fica furiosa por ele ter mexido no celular dela e diz que um relacionamento devia ter confiança. Ela percebe o jogo dele porque ele não para de falar do tal livro de onde ele tirou a ideia de como terminar. Schmidt diz que se ela dormiu com ele é porque o gosto dela para homens não é lá grande coisa. E ela lutando contra seu próprio sentimento por ele, e perdendo miseravelmente, e se entregando a ele, e ele faz uma sacanagem dessas!

No episódio da semana passada, os dois estavam super de acordo que queriam algo sério e que durasse bastante. O que aconteceu?

Cece simplesmente se afasta e a gente fica meio no vácuo. Acho que eles terminaram, pelo jeito que eles estavam se evitando no dia seguinte. Mas nada ficou muito oficial. A gente vai ter que esperar pela próxima temporada para saber.

Então o dia amanhece. E Jess “encontra” suas chaves. Na verdade, elas estavam em seu bolso o tempo todo, mas ela não podia desperdiçar aquela oportunidade de reunir todos uma última vez, além de ter uma chance de convencer Nick a mudar de ideia.

Então Nick vai para o apartamento que ele dividirá com Caroline, e o resto da galera vai pra casa. E rola toda aquela tristeza e sentimentalismo que uma boa season finale deve ter. Jess, Schmidt e Winston, cada um em seu quarto, amargando as saudades do amigo.

Então eles ouvem um som vindo do quarto de Nick, tocando uma da fitas antigas que ele havia gravado na adolescência e que eles acharam enquanto estavam “acampados” no caminhão de mudança no deserto. Nick estava de volta. Ele expulsou o sujeito esquisito do quarto dele e voltou a ocupar seu lugar de direito.

E os shippers de Jess e Nick ficaram chupando dedo. Por mais que Nick conheça Schmidt e Winston há muitos anos, ele é mais ligado na Jess, já que foi ela quem acabou lhe convencendo a voltar, mesmo que sem ter a intenção no final das contas. E foi a ela que ele disse que voltou, no finalzinho do episódio, à porta do quarto.

Essa tensão sexual entre eles também ficará para a próxima temporada. Nick e Caroline é outro enigma para cozinharmos em nossas mentes durante o hiato. Eles terminaram ou só decidiram não morar juntos? Não vimos a conversa deles, se é que houve conversa.

Winston… Eu sempre fecho minhas reviews de New Girl falando do Winston e de como ele é sem graça e absolutamente desnecessário à série. Então, vou dar uma colherzinha de chá (em nome da season finale) e dizer que neste episódio ele estava engraçado. Os surtos que ele deu no deserto ao perceber que a noite estava se aproximando e eles não teriam como ir para casa foram muito bons e me fizeram rir um bocado. Boas perspectivas para a próxima temporada…

Renovadíssima, New Girl agora só volta na próxima temporada. Ficamos com várias coisas não resolvidas, e dois casais super shippados pelos fãs com status indefinido. O jeito é esperarmos… E fazermos uma maratona para rever a primeira temporada nos próximos meses, só pra não morrer de saudades da personagem de quem mais amamos sentir vergonha alheia… É a Jess!

Hart of Dixie – Disaster Drills & Departures

Data/Hora 10/05/2012, 21:18. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Série: Hart of Dixie
Episódio: Disaster Drills & Departures
Temporada: 1ª
Número do episódio: 01×21
Data de exibição nos EUA: 07/05/12

Alegria e emoção. Estes dois sentimentos resumem bem o significado deste episódio. Não sei se a emoção seja por talvez nós estarmos assistindo ao penúltimo episódio de Hart of Dixie, mas o sentimento que predominou foi extremamente de “adeus”. E começamos aqui, exatamente de onde paramos na semana passada. Zoe estava super aflita após o evento com Rose, e que segundo Brick poderia ser muito grave. A médica não se perdoava por ter deixado passar os sintomas da crise de Rose, e culpa a ligação íntima com a amiga por ter atrapalhado no diagnóstico. Sinceramente, para mim a culpa disso tudo tem um nome: George Tucker. A médica está tão obcecada por ele que simplesmente ignorou e deixou passar tudo ao seu redor. E além da enfermidade, outras consequências dessa obsessão são o afastamento dela e de Lavon e o ódio de Wade.

Zoe estava praticamente sozinha em Bluebell quando resolve ligar para o seu pai, apenas para desabafar. No outro dia ele – o Papai Hart – aparece na cidadezinha e encontra uma médica que diz agora apenas ligar para as doenças dos pacientes e não para sua vida pessoal. Zoe teve boas cenas com Ethan Hart e olha, adoraria vê-lo mais vezes em Bluebell. Falando em coisas adoráveis, o que foi Jaime King de camisola preta neste episódio? Não, para mim já valeu por todas as cenas. Lemon estava de alguma forma mais “madura” que a personagem que conhecemos no ano passado, e eu simplesmente estou adorando. Jaime, além de linda (e com um corpo…ehr, desculpem-me .. foco Anderson!), é uma excelente atriz e merece muito destaque nesta série. Foram bem engraçadas as cenas dela com George – que resolveu perdoá-la de vez, aceitando-a como o amor de sua vida. Ela ficando com a cabeça presa na cama foi ao mesmo tempo sensual e hilariante. Por favor, mais cenas destas em Hart of Dixie.

E Wade? Coitado, ele só se dá mal, literalmente! Depois de ser prejudicado por Zoe na semana passada, ele viu suas esperanças de abrir um novo bar crescerem com a ajuda de Lavon. O prefeito o incentivou a falar com uma gerente de banco, mas tudo dá errado e Wade simplesmente “canta” a moça em vez de conversar sério. Claro, foi nervosismo, mas o caipira não sabe desembolar as coisas, coitado! Lavon ainda deu uma dura nele depois disso. Olha, sinceramente eu torço para Wade conseguir sucesso na sua vida e que ainda tenhamos oportunidade de ver isso. Ver Wade sendo concorrente do Rammer Jammer ia ser um excelente plot para a próxima temporada. Fora que Wilson Bethel já conseguiu o carinhos de quase todos os fãs da série. O cara manda bem, sou fã dele (e da ex-esposa dele)!

O episódio ainda teve espaço para Rose usar Magnólia de “escrava”, que se sentia culpada por maltratar a menina, e ainda alguns conflitos de Annabeth. Tudo se encaminhava bem, e o clima de despedida cresceu ainda mais quando Zoe disse que iria embora da cidade após conseguir sua tão sonhada bolsa de cardio através do seu pai. Nada a prendia mais em Bluebell. Mas foi através da própria Annabeth que Zoe viu que além de tudo ela é humana, e tem todo o direito de ter suas relações e amizades. E o melhor, em Bluebell. A médica já esta bem ligada a cidade para a deixar assim, e mais – ela está apaixonada por George, e definitivamente ela não teria coragem de partir. E no final, vale ressaltar que a cena dela com Rose contando sobre o seu primeiro beijo foi também ótima. Todos comemoram: mais Zoe em Bluebell.

Semana que vem, teremos o último episódio da temporada, mas não podemos deixar de pensar que talvez seja o da série. A CW já renovou algumas séries, mas nada de Hart of Dixie ainda. Vamos torcer e fazer movimentos nas redes sociais, afinal, Hart merece mesmo uma segunda temporada.  #SaveHartOfDixie . Até semana que vem.

Ps1: Adorei a cena em que o prefeito encontra Lemon e George no Rammer Jammer. É bem constrangedor e engraçado.

Ps2: Outra coisa que curti foram os conselhos de Brick para Zoe. Brick cresceu também como personagem e ele deixou bem claro que não quer perder sua “colega” de trabalho. Brick e Zoe são os médicos da cidade e ele reconhece a capacidade de Zoe. Pontos comigo Brick.

Ps3: A preparação para a “grande tempestade” não foi atoa. A season finale promete fortes emoções!

Ps4: Posso falar de novo da Lemon? Ah, Jaime King… rs!

Game of Thrones – The Old Gods and the New

Data/Hora 09/05/2012, 19:30. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Loucura. É esse o estado de espírito que define The Old Gods and the New. E explico agora o porquê dessa minha opinião.

Theon Greyjoy, na vibe de impressionar o pai, enlouqueceu. Resolveu invadir e ocupar Winterfell e ser chamado de príncipe, tratou todos aqueles que o rodearam a maior parte da vida com despeito e maldade, e matou Sir Rodrik. O olhar insano dele foi algo. Traidor. Eu ainda acreditava que ele iria enxergar a luz e escolher o lado certo. Mas não, escolheu errado. Para mim, a única vantagem da invasão foi o fato dela ter colocado medo no Rickon, que tava chatinho há muito tempo (tadinho, “abandonado” pela mãe, pelas irmãs e pelos irmãos). Mas, falando sério agora, é curioso observar como a personalidade fraca do Theon faz com que ele seja altamente ,manipulável. Fica bem claro que ele não está invadindo Winterfell com a pior das intenções, mas sim para conquistar o lugar que acredita ser seu, de direito, no coração do pai. E essa busca desenfreada por atenção e poder leverá Theon para uma estrada sem volta, creio eu.

Robb, o “irmão”, já está sabendo da invasão, e quer a cabeça de Theon (só uma notícia desse gabarito pra fazer o Rei do Norte largar da paquera com a misteriosa enfermeirazinha). Um de seus vassalos foi enviado para retomar Winterfell e livrar os pequeninos Starks que ficaram para trás. O que Robb e Lady Stark não sabem é que os selvagens podem ser domados e criar vínculos de afeto e lealdade. E graças a Osha e sua selvageria na cama Bran e Rickon conseguiram escapar do castelo, devidamente seguidos por Hodor e protegidos pelos lobos. Ou seja, Theon se ferrou. Quero que as tropas de Robb entrem em Winterfell e esmaguem o inseto Greyjoy.

Loucura a gente também viu lá por Qarth. Dany está mais sedenta por poder, quase encarnando um Viserys. Mas, embora veja a insanidade da busca desenfreada de Daenerys pelo Trono de Ferro, eu entendo sua motivação. A Khaleesi perdeu tudo que já teve na vida (1° praticamente toda a família e a pompa, quando bebê; e depois seu grande amor e eterno marido), e não está conseguindo digerir a informação que indica que ela precisa ter calma e começar pequenininha, e não sair pedindo toda a frota de navios dos imortais de Qarth. Alguém, no juízo de suas faculdades mentais, cogitou a hipótese de entregarem tudo pra ela com base no “se”? Duvido. E agora que a pessoa misteriosa roubou os dragões da platinada, e ela perdeu o restante do seu khalasar, as coisas devem ser ainda mais difíceis. E Xaro – o homem mais rico de Qarth, conforme nos informaram à exaustão – deve ter uma nova esposa em breve, pra desgosto do meu coração shipper que tá esperando drogo retornar do mundo dos mortos, com cavalo, trança e tudo.

E loucura, loucura, loucura também em Porto Real. Que pandemônio foi aquele? Pessoas furiosas, com fome. Com sangue nos olhos. O momento valeu demais. Pelo cocô de vaca que jogaram na cara do Joffrey, e pelo tapa que ele levou de Tyrion – que não perdeu a mão. É, realmente é um Rei cruel e idiota, que merecia ser ele o esquartejado. Nem a hombridade de mandar buscar a Sansa ele teve. Por falar nela, ela tá sofrendo a cota parte que lhe cabe por ter sido tão idiota no início da 1ª temporada. Agora está lá, odiando o Rei secretamente, e tendo que fingir sonhar ser a Rainha pra permanecer viva. Sorte dela que, aparentemente, o Cão tá ficando mais mansinho, e resolveu ajudar a garota – ou a pombinha – mesmo sem ordens de Joffrey. Será que a resposta de Clegane para Tyrion significou que a auxiliada era Sansa, ou será que ele agiu estritamente visando os interesses do Rei? Tenho minhas dúvidas, mas acho que o Cão simpatiza com a pomba.

Tenso foi o papo entre Cersei e Tyrion. Deu até medinho da Rainha, que está sofrendo com o afastamento de Myrcella – assim como o principezinho, que chorou e chorou. Só não temo maiores consequências para o acontecimento porque o ameaçado é o Tyrion, o mais astuto dos astutos. Isso significa que ele não será facilmente enganado, e também não acho que haja alguém que ele ame tanto assim, nem a prostituta/aia.

Já que estamos falando de astúcia, é bom falar de Arya. A situação da pequena tá cada vez mais enrolada, tipo novelo de lã. Mas ela continua dando seu jeitinho de permanecer viva e incógnita dentro do covil de Tywin – que tem “mágoa” do pai, quem diria! -, mesmo após a visitinha de Baelish. Mas a decisão de roubar os planos de guerra dos Lannister foi extremamente estúpida – o que diabos ela faria com o papel? Ilusão achar que ela mandaria um corvo – e ela precisou gastar o 2° nome “da morte” pra não ser descoberta – que eficácia do Jaqen! Resta saber até quando esse disfarce de copeira culta perdurará. Estou louca pra saber qual o destino da brava Stark após sua farsa ser descoberta. Será que Gendry livrará a pequena?

E agora, chega de falar de astúcia. Vamos falar de vacilo, de bobeira. Caramba, Jon. Você pode mais do que isso (e mais que Theon também, que precisou dar 90 golpes de espada para arrancar a cabeça de um velhinho). Foi vacilo puro ele ter peninha de Ygritte. E inevitavelmente eles se envolverão. O patrulheiro e a selvagem. O que o futuro revelará para Snow, que pretende manter a honra, e está disposto a morrer pela muralha? Algo ruim, se ele não ficar mais esperto rapidamente.

Só mais 4 episódios e tchau, Game of Thrones. Creio que o ritmo do desenrolar da história ficará mais rápido nesse final de temporada, e mais eventos chocantes deverão acontecer, tal qual na temporada de estréia. E que venham os episódios finais.

Castle – Always

Data/Hora 08/05/2012, 20:20. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Como promessa é dívida, cá estou eu. Escrevendo essa review ainda no calor do momento – e que calor, e que momento – para dizer que Always foi um ótimo episódio. Que apesar de tratar do “plot principal” da morte de Johanna Beckett, o fez sob outro ângulo. É claro que a investigação foi mostrada, e o caso era instigante e interessante, afinal todos queríamos descobrir a identidade de quem ousou mandar uma bala no peito de Kate. Mas o episódio foi muito mais sobre a detetive aceitando seguir adiante, aceitando suas limitações frente ao poder do “lado do mal”. E dando novo peso para as coisas da sua vida. Kate Beckett não é mais uma mulher presa ao passado – todas pira!

Mas, antes de falar do episódio em si, preciso falar – rapidamente, prometo – dessa quarta temporada. Não foi uma nem duas vezes que vocês me “ouviram” reclamando, dizendo que as coisas estavam lentas, que histórias estavam sendo requentadas. Que essa 4ª temporada não era tudo aquilo que tinha sido a 3ª. E depois da exibição de Always, tenho certeza que muitos de vocês pensaram “pagou com a língua” ou “vai ter que se retratar”. Continuo pensando que a 4ª temporada poderia ter sido bem melhor que foi. Que alguns casos foram muito desinteressantes, para o padrão Castle. Que houve excesso de enrolação, sim – embora agora, olhando para trás, eu consiga entender um pouco melhor o andor lento da carroça. E episódios brilhantes, como Rise, Cops & Robbers, Kill Shot e Always não mudam isso.

Sei que vocês estão pensando “como ela é chata”. E sou mesmo. E além disso, exigente. E mimada por Castle. Porque as 3 primeiras temporadas foram ótimas, e vieram num crescente lindo. E, pra mim, a 3ª foi a melhor delas. Eu esperava que a 4ª temporada elevasse tudo isso à enésima potência, e o fato da ABC promover lindamente suas séries não me ajudou muito (seus trolls, parem de fazer promos lindas e mirabolantes, ou sites que são mentirosos). Criei expectativas e muitas vezes não recebi o que esperava. Problema meu, é óbvio. Mas como escrevo pra vocês, prefiro deixar tudo bem claro. Isso significa que não curti a 4ª temporada? Longe disso, continuo gostando de Castle, e muito. Continuo achando os casos consistentes, rindo e chorando com o show. E, obviamente, shippando, e me contentando com as migalhas que prometi varrer para o lixo.

Quer dizer, eu me contentava com migalhas. Por que o que tivemos em Always foi um lauto banquete. Não tem como reclamar do andamento que a história teve no episódio. Inclusive, como já vinha falando nas últimas reviews, acho que o “rompimento” da dupla serviu muito bem para dar a chacoalhada que as coisas precisavam, mudar a dinâmica que estava enraizada na mesmice. Castle e Beckett foram até o fundo do poço (exagerada sou eu). Mas eis que lá, inteligentemente, tinha uma corda com nós (porque se fosse uma mola ou uma escada, a subida seria muito fácil e pouco emocionante). E os dois foram escalandos, ora solo, ora juntos. Na subida, as feridas se abriram. E doeram. E todo esse processo fez com que quando eles sairam do poço, as coisas não fossem mais as mesmas. As cicatrizes do processo os modificaram, os amadureceram. E os deixaram prontos para dizer aquilo que deveria ser dito e, sobretudo, para serem um casal – ainda que por uma noite.

E foi magnífico ver o encerramento do processo da Beckett. Ela saiu de um universo no qual resolver a morte da mãe era a coisa mais importante, ainda que sem ter uma vida, propriamente dita;  para outro no qual ela quer viver, em plenitude. Ela compreendeu a importância de Castle na vida dela. A magnitude dos sentimentos – do amor companheiro, porém quente, de Rick; do amor urgente, represado, dela. E ela escolheu ter isso na sua vida. Porque sem isso nada mais teria sentido – nem mesmo a resolução do crime. É muita coisa, não é? Muita mudança. As palavras de Alexis, que também vive um processo de transição e reavaliação de prioridades, foram perfeitas para o momento de Kate. Coroaram a linda cena da detetive decidindo que nada mais daquilo importava mais. Porque quando a pessoa está pendurada em um prédio e só pensa em ficar com a pessoa amada, alguma atitude precisa ser tomada. E ela foi.

Foi de cortar o coração ver Kate voltando sozinha – e na chuva – nos balanços que ela frequentou com Rick. Castle foi duro com ela, talvez como devesse ter sido há muito tempo. Mas dizem por aí que o amor tudo revela, e praticamente tudo perdoa. Só não suporta ver o processo de “morte” da pessoa amada. Foi demais para Castle. E foi demais para Beckett. Porque ela só conseguia suportar esse processo todo em razão de dividí-lo com o escritor. Por isso a urgência no “invadir” o apartamento de Castle, se desculpando e o beijando. Por que ali ela deu vazão a um sentimento há muito represado. O muro caiu e as águas fluiram. Rolaram, invadiram, inundaram.

E nem aquela fechada de porta nervosa foi capaz de impedir o tsunami que viria a seguir. Parabéns aos atores e à produção pela cena. Ficou nada menos que perfeita. Linda mesmo. Esteticamente, inclusive. Ficou bem quente, mas não apelativa. Ficou fofa – e a pegada de mãos deixou claro que é paixão, mas também é amor. Espero que vejamos mais 200 milhões de cenas como essa, na série. Repitam esse plot, produtores. Prometo não reclamar.

Agora a dúvida que fica é sobre como as coisas se desenvolverão, a partir daí. Eu achava que eles se tornariam um casal, mas logo romperiam, já que o segredo de Castle viria a tona. Mas Kate já sabe e, como ela mesma disse, nada disso importa mais. Então, aposto que o início da próxima temporada mostrará eles tentando achar o tom do relacionamento. Óbvio que nem tudo serão flores, haverá tensão de sobra. Mas creio que teremos nosso shipper como casal, pelo menos por um tempo. E nos deleitaremos com inúmeros momentos entre eles.

Pronto, eu poderia parar por aqui e creio que ninguém reclamaria. Mas pra ninguém pensar que esqueci de um pedaço do episódio, vamos dar uma comentadinha sobre o caso.

Houve pouca evolução, apenas a identidade do atirador foi descoberta. E teve aquele cliffhanger com a possível morte do tiozinho amigo do Castle (só consigo pensar nele assim), que deixou todo mundo de coração na mão, já que Beckett ficaria bem desprotegida caso ele morra. Aí, vai ser tudo com Castle mesmo – e com Javi e Ryan (to com dó dele, ainda), óbvio). Mas acho que a proposta de Always não era evoluir muito na história, mesmo. Mas sim mostrar a reação de Beckett à ela. Propósito completamente diferente de Knockout, por exemplo. Portanto, duas grandes season finales, muito diferentes entre si, embora parecidas.

Pra próxima temporada, a promessa que o pai de Castle será introduzido na história. Ele deve estar ligado de alguma forma à morte de Johanna, ou a manutenção da vida de Beckett. Não consigo pensar nesse plot de outra forma, a não ser que comecem a introduzir um novo caminho dentro do seriado e não foquem apenas nesse drama misterioso. Ainda não sei o que pensar.

Mas terei cerca de quatro meses para isso. Outro hiato chegou, e com ele a saudade e o questionamento “o que farei 4 meses sem Castle?”. Rever, re-surtar, re-teorizar. Criar novas teorias. Fazer tudo isso de novo. E aguardar, ansiosamente, a liberação do material promocional da 5ª temporada. Quando menos esperarmos será dia de season premiere, que continuará de onde Always parou. Até lá, nos “vemos” pelas redes sociais. Obrigada pela companhia, pela audiência. E que venha a próxima temporada.

P.S.1: esse P.S. foi só pra justificar o uso da imagem acima. Foi mal!

Fringe – Brave New World (part 1)

Data/Hora 08/05/2012, 19:11. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Já disse isso muitas vezes, mas não me canso de repetir: adoro a forma que os roteiristas de Fringe “brincam” conosco. Sempre fico perplexa ao observar que coisas antes desimportantes e sem sentido ganham muita importância e se tornam altamente explicativas. E como nossa perspectiva muda a cada novo episódio. Quem era bonzinho já não é mais, e quem era vilão… bom, quem era o vilão deixou de existir.

E nossas especulações estavam corretas. William Bell é o vilão mor de Fringe. E agora a batalha é de gigantes. Por mais inteligente que Jones fosse, ele não é páreo para o brilhantismo e a cientificidade de Walter. Mas com Bell na área – mais diretamente -, as coisas mudam de figura. Agora, é correr rápido, ou o bicho pega. E estraçalha – se os amigos não são poupados, o que será dos inimigos?

O reaparecimento de Bell também traz implícito o questionamento “de que lado estaria Nina Sharp?”, já que a ligação dela com Bell é enorme. Prova disso foi a relutância dela em aceitar que o cientista escondeu sua morte. Será que a adoção de Olivia teria sido apenas mais uma etapa do plano de Bell, ou Nina está limpa, dessa vez? E os Observadores, que andam meio sumidos ultimamente? Qual seria a ligação deles com Bell, se é que existe uma?

E se Bell é o Super-Vilão, Olivia é a nova “Menina Superpoderosa” do pedaço. As doses massivas de cortexiphan resultaram em mais habilidades do que estávamos acostumados, e aparentemente ela pode controlar moléculas – além de gerar combustão, pode impedí-la – e pessoas – vide o momento marionete com Peter. Quais os outros poderes que Olivia terá? Vale lembrar que o código da semana foi POWERS, uma menção às habilidades recém-descobertas de Liv e, principalmente, àquelas que ainda desconhecemos. Será que Olivia vai fazer a Jean Grey – a.k.a Phoenix, de X-Men – e virar tão poderosa que causará destruição massiva? A loirinha perecerá, nessa batalha?

Nós sabemos que Peter vai fazer de tudo para proteger a amada. Especialmente depois de já ter perdido Olivia antes, como ele mesmo pontuou, e por eles estarem planejando construir uma família feliz (e morar em uma casa com berçário). Mas me preocupa a possibilidade de êxito do Mr. X na tarefa de matar Dunhan. E mais, quem será Mr. X? Muito se especula que seria Peter ou Bell. Ou ainda um dos “serviçais” de William. Confesso que não vejo como seria Peter, mas Fringe me surpreende tanto, sempre, que não duvido de mais nada. Mas julgo muito mais apropriado que seja um cara malvado do lado dos vilões.

E acho que a ênfase tão grande que deram no bolo de limão se regenerando, e à informação de que cortexiphan serve para regeneração celular pode significar que um dos poderes da agente é a regeneração, o que evitaria sua morte (como nessa linha do tempo ela recebeu bem mais da substância, isso não significa que nas outras experiências de “quase morte” ela devesse ter se regenerado). Enfim, é esperar para ver. E tentar crer. E, mais ainda, entender tudinho. A parte dois de Brave New World promete ser super bacana, eletrizante, e colocar um fim nessa temporada de forma que faça jus ao transcurso da mesma, que foi maravilhoso.

Quanto à relação de Walter e Astrid, esse episódio foi diferente. Lembrou muito a interação deles nas três primeiras temporadas, na linha do tempo azul “original”. Mais afeto, mais carinho, mais companheirismo. E mesmo sem acreditar que Bell estivesse vivo, Astrid seguiu com Walter atrás do cientista. Resultado? Eles encontraram o “esconderijo” – notaram que o lugar se chamava Eden? É a gênese do Novo Mundo – das criaturas da “Arca de Noé” moderna, que repovoarão o mundo. E na 1ª sequência de ação pura de Astrid desde o início do seriado, ela é baleada. E desfalece nos braços de Walter, que tem o tão aguardado reencontro com o mui amigo Bell.

Creio que seja cedo para dizermos “descanse em paz” para Astrid (Asterisco, Astro, Alex), até porque nos eventos futuros, em 2036, ela estava viva. Então não deve ser confirmada a morte dela. O que eu agradeço demais, já que ainda estou de luto pelo Hot Lee do B.

Na sexta-feira, acabará essa temporada. A season finale não será series finale, e estamos todos felizes e saltitantes. E aguardando a explosão mental que virá a seguir. Pois que venha. Estamos preparados.

P.S.1: no dia 19/05 vai rolar em São Paulo o Fringe Event, no qual os fãs da série vão teorizar sobre a season finale e sobre a 4ª temporada do seriado. Quer mais informações sobre o evento? Então acessa o Facebook e aproveita para confirmar presença. Nos vemos lá!

P.S.2: Olivia super poderosa é bem legal, mas senti uma pontadinha de vergonha alheia da loira brincando de marionete com Peter. A produção é tão inteligente, poderiam ter achado uma forma melhor de Peter ser salvo. Mas está tudo tão bem que relevaremos.

P.S.3: achei super interessante o papo de Bell e Jones sobre o Bispo. O ‘Bishop’ acabou confundindo geral, e quando Bell falou que o bispo precisava ser sacrificado, logo pensei no Walter. Mas aí Jones foi atrás de Peter, e fiquei meio surpresa. No final das contas, nenhum dos Bishops era o bispo, mas sim o próprio Jones. Que tornou essa temporada de Fringe tão linda com suas vilanias. RIP, Jones.

P.S.4: ver o lado B vermelho no “previouslly” me deixou feliz e triste, ao mesmo tempo. Quero eles de volta, já!

P.S.5: sexta quero todo mundo assistindo online. A review da finale sai no sábado de manhã, eu prometo. Assim podemos divagar bastante, juntos.

Supernatural – Reading is Fundamental


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Série: Supernatural
Episódio: Reading is Fundamental
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×21
Data de Exibição nos EUA: 04/05/2012

Episódios finais são sempre assim: tanta informação, respostas e surpresas que nem consigo assimilar tudo.

O episódio começa com aquela argila que Dean e Sam roubaram de Dick Roman na semana passada. Os irmãos resolvem quebrar a pedra para descobrir o que ela guarda e depois de algumas marteladas, descobrem que tem um pedaço de rocha com símbolos talhados. Mas como o negócio é muuuito antigo, eles não conseguem decifrar o que está escrito.

Só que ao tirar esse objeto da pedra, eles desencadearam fenômenos meteorológicos estranhos, nascimentos precoces, acordaram Castiel do coma e fez com que um raio caísse na cabeça do jovem Kevin Tran e ele se transformasse em um profeta.

Kevin Tran, o garoto da turma avançada. Ele só queria passar em Princeton, mas se tornou o profeta que poderia ler todos aqueles símbolos talhados na pedra. Nem ele sabe por que, mas segue sem saber direito pra onde, atrás de sua missão.

Cas acorda do coma bem no estilo “peladão da rave” como bem descreveu Meg. Cas sabe quem ele é, reconhece os Winchesters, mas não está batendo muito bem da cachola. Ele ficou meio sequelado por ter trocado de barreira com Sam e está instável, uma hora fala coisa com coisa, depois fica divagando sobre abelhas. Apesar de ser um episódio sério, com várias respostas para nossos questionamentos, Castiel consegue trazer vários momentos engraçados pra história. Quem não riu com o “Pull my finger”?

Cas explica que a pedra se trata de uma das “Palavras de Deus”. Ele confessa que não pode ler, já que ela foi escrita por um Metatron (e não um Megatron Transformer, apesar de visualmente parecidos). Metatron são escribas de Deus, uma espécie de Anjo Supremo que desvenda a palavra divina. No nosso caso, Kevin se torna um profeta que é capaz de traduzir a Palavra de Deus.

Enquanto Sam está explicando para Kevin que o que ele está lendo sobre os Leviatãs é real, aparecem Hester e Inias, dois anjos do antigo clã de Castiel. Eles querem levar Kevin para o deserto para que ele aprenda a palavra de deus longe dos homens. Até aí, tudo bem, eles estão apenas cumprindo o protocolo do céu! O que mais me chamou a atenção foi a atitude de Hester, para um anjo ela é muito vingativa e instável emocionalmente. A maioria dos anjos que apareceram em Supernatural ficam só com poker face, sem esboçar nenhuma emoção, fazem seu trabalho e vão embora. Inias é assim, mais centrado e pé no chão, mas Hester é meio descontrolada e fora do padrão dos anjos.

Enquanto Dean, Sam, Castiel e Kevin vão pra cabana do Rufus para ganhar um tempo. Eles precisam que Kevin decifre a Palavra de Deus, mas sabem que a dupla de anjos irá aparecer em pouco tempo. Já Meg cara de trakinas mostra uma atitude muito suspeita! Eu não acredito que ela esteja contra Crowley e totalmente do lado dos Winchesters e Castiel. Não é a primeira vez que ela trai Sam e Dean, e também porque ela iria querer ficar do lado de um anjo com uns pinos a menos?

Fiquei empolgada com essa história de que o Crowley está só esperando sua hora chegar para mostrar seus planos. Certeza que ele está morrendo de raiva de Cas por causa da traição, mas também não fez amizade com Dick Roman. Assim, independente de quem ele for apoiar, será uma surpresa. Crowley, aparece logo, seu lindo!

Uma cena que eu achei bacana no episódio foi quando Cas diz para Sam que foi positivo ele ter pegado suas dores, já que antes ele estava vazio e sem emoções. Acho que os roteiristas fizeram isso para tirar a culpa do Sam pelo fato de Castiel ter ficado meio pinel. O mais triste é que Cas pensa que está tudo bem, que ele não precisa ficar “melhor”.

Um ponto que ficou meio mal explicado: de onde Meg tirou aquela faca de matar anjos? Será que foi o Castiel que deu pra ela? Ainda estou com um pé atrás com essa mulher! Pelo menos ela serviu de alguma coisa, matou Hester que estava descendo a porrada em Castiel num ataque chiliquento de inconformismo.

Kevin traduz a Palavra que afirma que só há uma maneira de matar os Leviatãs: com um osso de um mortal justo banhado no sangue dos três caídos. Sendo que um deles, é o de um anjo caído. Tcharã, Cas é um anjo caído! Pronto, agora só falta o sangue de mais dois e o tal do osso do mortal justo. Até que não é tãããoo difícil assim!

Daí quando pensamos que tudo está bem. Inias leva Kevin para casa e lá tem o capanga de Dick Roman disfarçado de detetive. Fiquei chocada, não imaginava que os Leviatãs fossem mais fortes que anjos. Sério, se os anjos não são os mais importantes, quem seria o escudeiro mais poderoso de Deus?

The Vampire Diaries – Before Sunset

Data/Hora 07/05/2012, 18:14. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Série: The Vampire Diaries
Episódios: Before Sunset
Temporada: 
Número dos Episódios: 3×21
Datas de Exibição nos EUA: 03/05/2012

O que foi esse episódio de The Vampire Diaries, produção? Está certo que teve toda a tensão do mundo para que Salvatore & Cia derrotassem Alaric-Sociopata (ou seria Vampiropata?) antes do sol se pôr, mas depois do rebuliço que fizeram por causa dos Originais, Klaus é detido com a maior facilidade do mundo e vira tipo uma uva passa por causa do feitiço da Bonnie? Façam-me o favor, né!

Como eu já disse na review passada: as bruxas estão inventando feitiços cada vez mais bizarros para dar jeito em tudo. Na boa, se era para derrotar o Klaus desse jeito mixuruca, que fizessem isso antes de o personagem causar todo o alvoroço e tal. Tudo bem que Klaus mereceu, porque poderia muito bem ter ido embora com a Rebekah ou até mesmo ficar em Mystic Falls, mas se aquietar e brigar somente pela Caroline (e olhe lá!). Resultado: ele teve a morte mais boba do mundo e com um drama todo forçado para tentar compensar essa tal “morte” sem noção, perdendo definitivamente o posto de vilão para Alaric-Vampiropata.

Enfim, revoltas por causa de Klaus à parte, o episódio foi bom e Alaric provou estar dando conta de fazer todas as maldades na cidade agora. Além disso, teve o momento constrangedor de Elena com Stefan e Damon, em que a garota admite (finalmente) estar sendo egoísta por não escolher nenhum deles pelo simples fato de querer os dois para sempre ali com ela. Façam-me o favor, né!²

Mas vamos falar de Elena só mais tarde, pois nosso mais novo vilão está querendo exterminar a vampirada sem dó nem piedade. Prova disso foi a degustação de verbena que ele fez com a Caroline… Isso sem mencionar os lápis, que deram aflição só de ver, e a tortura foi pior pelo fato de a vampirinha ser uma fofa e ter ficado choramingando. Foi de partir o coração, admitam. Alaric só não fez um estrago maior (lê-se: matar Damon e Stefan) porque Elena teve um raro momento altruísta de ameaçar se matar para salvar a nação, além do fato de que depois disso o mais novo vilão teve que libertar os Salvatores para resgatarem a Elena de Klaus, já que a vida da moça e do Vampiropata estão ligadas. Aliás… Já está virando modinha na série essa coisa de ligarem a vida de um com a vida de outro.

Pronto, chegou a hora de falar da Elena. Ok, Klaus foi burro em querer drenar o sangue da moça e ir embora, por isso tudo deu no que deu, mas tem horas que a Elena merece, viu. Depois de ser salva pelos Salvatores (de novo), vem com aquele papinho de que não quer perder um deles se fizer a escolha dela e tal… Ou seja, está se comportando praticamente como a Kath VampBitch. Infelizmente (ou não), a culpa dessa enrolação da Elena não é somente dela, porque os irmãos deixam ela os fazer de gato e sapato, e agora vêm com esse papo de que o rejeitado deverá deixar a cidade (mesmo depois de admitirem que estejam fazendo tudo isso só por causa de uma garota). Ok, ok… É óbvio que nenhum deles vai sumir (e mesmo se isso acontecer, voltará depois de dois episódios, no máximo), afinal eles também são protagonistas e sem eles a série não teria graça. Só vejo duas soluções para isso: um deles se apaixona perdidamente por outra personagem e o outro fica com a Elena ou a Elena não fica com nenhum deles e ponto final.

Obviamente uma hora o sol tem que se pôr, e com isso Alaric ficar à solta. Só que ao invés de ele sair caçando os vampiros como se não houvesse o amanhã, resolveu atormentar o Conselho para desmascarar a Prefeita e a Xerife na frente dos outros membros, revelando que elas têm parentes que deveriam ser exterminados (Tyler e Caroline). Agora eu me pergunto: Alaric é um vampiro, então que moral ele tem de ir a um conselho que caça vampiros e tentar liderar o povão? E mesmo que ele consiga liderar o Conselho, será que ocorrerá outra caçada aos vampiros tipo a que teve na época da Katherine? Pois é, o final dessa temporada promete!

P. S. [1]: Que magia foi aquela da BonnIsqueiro para aparecer numa cena de cabelo preso enrolado e cinco minutos depois com ele todo liso? Quero aprender, é sério! Haha.

P. S. [2]: Assim como é em relação à VampBitch, tenho a esperança de que Klaus um dia voltará todo revoltado, atirando pedaços de cerca e jogando botijões de gás em todo mundo. Mas caso ele não volte, os vampiros deveriam adicionar essa técnica aos seus repertórios para quando quiserem entrar em casas onde não foram convidados.

P. S. [3]: Isqueiro e GPS já foram inventados. Bonnie, não precisamos mais de você.

P. S. [4]: Enquanto Damon e Stefan iam se livrar do caixão de Klaus, Elena (que há cinco minutos era a moribunda) estava farreando e bebendo com o pessoal, e depois se pergunta por que fica caindo por aí. Além do mais, só eu que fiquei tensa esperando que acontecesse algo enquanto todo mundo comemorava a vitória na casa dos Gilbert? Seria legal se alguém estragasse a festinha.

P. S. [5]: Alaric é um vampiro que quer exterminar a raça dos vampiros. Apesar de ele estar sendo um vilão muito bom, não há lógica nisso.

P. S. [6]: Atuação de Joseph Morgan no momento da morte de Klaus: nível épico.

Grey’s Anatomy – Let the Bad Times Roll

Data/Hora 07/05/2012, 18:12. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Tentei bravamente resistir, mas preciso iniciar a review elogiando mais esse episódio de Grey’s Anatomy. A tensão das entrevistas foi muito bem dosada com os momentos cômicos – especialmente de April -, o drama de Arizona foi contrabalanceado pelos momentos fofos de Derek estimulando Mer e Lexie declarando – finalmente – seu amor por Mark.

Primeiro, preciso falar da Bailey. Ela, a Nazi que recebeu os internos lá na saudosa 1ª temporada. E que agora é babá de futuros atendentes (não ficou muito claro se aqueles eram residentes para substituir Karev, Mer, Yang, April e Avery; ou se eram residentes de outros hospitais em busca de vagas para atendentes, no caso de todos os residentes aceitarem empregos em outros hospitais. Mas acho que é a segunda opção que tá valendo). A condição de Miranda me desgosta, um pouco. Antes ela era toda badass e confiante, e agora ela é insegura, surta em momentos de tensão e tá longe de ser AQUELA cirurgiã geral. Se tem uma coisa que quero ver na próxima temporada, acreditando que Chandra permanecerá no elenco, é o renascimento da Bailey “quase Nazi”. Ela merece.

E confesso que torço para que os cheiradores de pão fiquem bem longe do Seattle Grace. Impossível aceitar que algum daqueles almofadinhas esnobes (como se desse pra perceber isso daquelas poucas cenas. Mas ainda assim, achei isso) substitua nossos queridos. Se algum deles aceitar oportunidades profissionais fora do SGMW, que contratem alguém capaz de substituir o “fujão” à altura.

Dito isso, preciso confessar que também estou torcendo pra que a Julia fique bem longe do Mark. Alguém mais achou muito bonitinha a declaração da Lexie pro Sloan? Alguém mais achou hilária a cara de “e agora, o que eu faço?” do Mark? A declaração da Lexie foi meio “adolescente apaixonada”, mas é natural que seja assim. Ela sempre é meio atrapalhadinha nos relacionamentos afetivos dela, e as palavras dela foram uma espécie de desabafo, depois de meses e mais meses fingindo não sentir mais nada pelo amor da vida dela. Eu, que estava cética quanto ao retorno do casal, tô torcendo muito pra que eles reatem ainda nessa temporada. E ganhem bastante destaque na próxima.

Falando em destaque, o desse episódio ficou com Avery, April, Yang, Karev e Meredith. Todos eles se submeteram à prova de fogo que foram as baterias de teste, e alguns sairam mais chamuscados que outros. Mas antes de falar do resultado final, é preciso falar das reações de cada um.

Alex – como já suspeitávamos por aqui – acabou conseguindo fazer os testes. Perdeu a 1ª parte da prova, mas demonstrou competência e atitude nas seguintes, inclusive quando foi mais duro com seus avaliadores. Ele passou pelas provas, e o resultado foi muito merecido. E é inegável que nosso adorável ogro evoluiu e amadureceu muito como médico, e que não mede esforços para salvar seus pacientes – ou permanece com eles até o final. Parabéns, Karev. Torcíamos por você.

Yang não teve problemas com conteúdos e procedimentos, como esperado. Seu problema foi quanto à sua atitude, o que também não é novidade. A postura “sei de tudo e estou ciente disso” de Yang não agrada à todos. E o examinador “velha-guarda” não ficou nem um pouco empolgado com as atitudes de Cristina. Mas ela passou, e qualquer resultado diferente disso seria uma tremenda injustiça. Então parabéns, Cristina. Nós já sabíamos.

Avery sentiu o peso do sobrenome e do comportamento da mãe e quase dançou. Médicos precisam estar atentos, ainda que o mundo esteja ruindo à sua volta. Mas depois do empolgante encontro do pretendente à cirurgião plástico com April, no banheiro masculino, as coisas se acalmaram e Jackson manteve a tradição da família. Parabéns, Avery. Esperamos que você e sua mamãe se cruzem muito pelos corredores do Seattle Grace na próxima temporada.

April surtou. E suou. Misturou ciência e religião, Jesus e sexo. Fez uma salada de todos os ingredientes e comeu até se lambuzar. A menina surtou, simplesmente. Demonstrou todo seu despreparo emocional perante situações de estresse e sucumbiu. Quer dizer, ao que tudo indica. Porque podemos, por enquanto, apenas supor que ela reprovou nos testes, já que tínhamos a informação de uma reprovação. Mas houve apenas uma cara de espanto, nada mais que isso. Então podemos ter algum tipo de surpresa no próximo episódio. Se ela realmente não passou, que receba o nosso “sentimos muito”. Mas ela mereceu falhar, na minha opinião.

Meredith mostrou garra, fibra, determinação (méritos dela, ainda que o maridão querido tenha dado aquela ajudinha com a metáfora do espelho). Amo mais a personagem a cada episódio. Mesmo vomitando, ela foi lá e fez. E, sadicamente, respondeu só perguntas sobre estômago. Mas deu seu recado, mandou os avaliadores lidarem com o vômito – afinal, eles são médicos – e foi aprovada. Parabéns Mer! Você mereceu, e muito. Torcíamos demasiadamente por você.

O mais triste do episódio foi ver Arizona, a doce, sofrer com o drama do amigo de infância, que está à beira da morte. E isso serviu para a loira reviver a morte do irmão. Acho que vem mais drama por aí, que essa história ainda não está finalizada. Só nos resta aguardar as emoções, literalmente, do próximo episódio.

Semana que vem vai ao ar Migration. Será que finalmente descobriremos quem migrará do Seattle Grace? É, as despedidas estão chegando.

P.S.: você também estão achando bonitinho o “namorinho” do Chief com a Mamãe Avery? Eu tô curtindo demais.

The Secret Circle – Traitor e Prom

Data/Hora 06/05/2012, 11:52. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Série: The Secret Circle
Episódios: Traitor e Prom
Temporada:
Números dos Episódios: 01×20 e 01×21
Datas de Exibição nos EUA: 26/04/2012 e 03/05/2012

A temporada está acabando e os fãs começam a entrar em desespero com o cancelamento iminente de The Secret Circle. Se perguntassem sobre a renovação alguns episódios atrás, com certeza, as pessoas ficariam em cima do muro, mas agora que eles finalmente pegaram o ritmo, pode cancelar não, CW!

Depois de descobrir que é filha de Blackwell e irmã de Cassie, Diana entrou em surtos. Em Traitor, Diana confirmou tudo com Charles e resolveu que não, não ia usar a dark magic dela para não ficar como Cassie.  E o pedaço do “sou sua amiga e você não vai virar um monstro”? Ficou onde? Os ânimos também ficaram exaltados no encontro entre John e Charles, depois que a verdade sobre a paternidade de Diana veio à tona. E é claro, é super normal saber o número do celular do seu desafeto de cabeça, não é, Charles?

Cassie está começando a deixar transparecer que o elixir não funcionou nela. Em Crystal, Jake já ficou desconfiado. Agora, ela beija Adam no velório de Jane. Melhor – ou não – que isso foi só Adam bêbado pedindo conselhos sentimentais a Melissa, esquento eles deviam estar procurando o cristal do avô dele. Parece que esse assunto ainda vai render, infelizmente, eles vão descobrir que foi tudo armação de titio Blackwell e o casal chuchu vai voltar à ativa.

Acontece, que de uma forma completamente inesperada, Faye e Jake encontraram o cristal inutilizado da família dela, e só deu tempo de levar para a casa abandonada, que os witch hunters botaram as asinhas de fora e conseguiram pegar o cristal para eles. É claro, não ia ser tudo tão fácil. O tal cristal foi parar num parque de diversões macabro com o bruxo traidor, aquele que está ajudando Eben a ter poderes com o sway (aquele objeto que tira os poderes de um bruxo e passa para um humano). E quando, por uma obra do destino, ou por Diana, Cassie resolve não matar o bruxo traidor,  descobrimos a identidade dele: Nick. Sim, Nick, o vizinho, o que deveria estar morto.

Como isso foi possível nós só descobrimos em Prom, episódio em que mais uma festa da escola aconteceu em Chance Harbor e, na minha opinião,  o episódio perfeito para anteceder uma season finale.

De vestido longo, salto alto e smoking, o círculo saiu para mais uma missão super secreta: Encontrar o cristal da família de Adam que foi escondido pelo avô dele na escola anos antes e fazer isso antes de Nick, que quer o cristal para entregar a Eben e conseguir continuar “vivo”.

Para descobrir onde o cristal estava escondido, Diana e Cassie usaram o sangue Balcoin partilhado por elas para voltar ao passado – quase como quando Cassie voltou ao incêndio nas memórias de Jake – e descobrir onde o cristal estava escondido. Eficientes que são, elas não descobriram só isso. Finalmente, a máscara de titio Blackwell caiu, e Cassie teve que admitir que Diana estava certa em não confiar cegamente nele. A dúvida partilhada por todos nós desde o início da temporada em relação às datas de nascimento próxima dos membros do círculo foi respondida: Eles foram todos planejados por Blackwell, que se encarregou de engravidar duas integrantes do círculo, Amelia e Elizabeth, e de induzir via feitiço as outras integrantes a engravidarem de seus respectivos namorados. Aí você se pergunta a razão disso tudo: Para voltar dezesseis anos depois e usar o poder do círculo para montar a caveira de cristal que pode fazer com que ele fique mais poderoso do que já é. Mal caráter!

Como sempre, os dez minutos finais da série foram os mais emocionantes. O encontro entre o círculo e Eben enquanto Nick tentava entregar o cristal a ele rendeu algumas coisas: Nick morreu de novo enquanto quase matava Jake. E pelas mãos de Melissa, que custou a acreditar que ele não era o mesmo Nick da vida anterior. O último cristal, que não devia ir parar nas mãos de Blackwell, agora que todos sabem das suas reais intenções, foi justamente para lá. E Faye, que não sei por que raios resolveu se separar do resto do círculo para ajudar John contra Eben, foi levada pelo caçador mal caráter.

Para completar o drama na vida de Diana, ela descobriu que foi Charles quem matou Amelia. Desiludida com os dois pais, ela foi chorar nos braços do australiano de sotaque fofo, Grant, que chegou, convenientemente na hora em que ela estava saindo de casa, para quem sabe, nunca mais voltar.

PS: Acho que uma possível aproximação de Melissa e Adam seria bem proveitosa, já que ele nãos ente mais nada por Cassie e ela, provavelmente, vai sair do luto eterno por Nick. O relacionamento de Jake e Faye também está indo por uma linha, quem diria, fofa. Gostei, de verdade, apesar de sempre ter torcido para ele ficar com Cassie.

A série demorou, mas pegou um ritmo legal desde a volta de Blackwell, e tem bastante potencial para continuar, resta saber se a CW pensa o mesmo.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »