Supernatural – There Will Be Blood

Data/Hora 15/05/2012, 18:17. Autor
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Série: Supernatural
Episódio: There Will Be Blood
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×22
Data de Exibição nos EUA: 11/05/2012

Penúltimo episódio da temporada e o que temos? Um monte de desdobramentos previsíveis. Não tenho como disfarçar a minha decepção com esta trama! Nem na season finale eles capricham! Não vou me surpreender se o próximo episódio tiver o final mais sem graça de todos os tempos.

Kevin Train é sequestrado por Dick e seus capangas e traduz mais uma palavra de Deus. O garoto pareceu pouco relutante em colaborar com os leviatãs! Foi só mostrar que a mãe dele estava de refém que ele colaborou sem reclamar. Em toda temporada o vilão sequestra alguém da família para que a pessoa colabore. Criatividade, pra onde você foi?

Depois passamos pra história do Dick Roman comprar a empresa de xarope de milho e começar a infectar toda a humanidade. Mas o mais estranho é que Dick está fazendo isso a tempos, infectando as pessoas aos poucos e Dean e Sam SEMPRE COMERAM comida industrializada e nunca foram afetados. Com esse episódio, deu a impressão que Dick comprou a fábrica num dia e no dia seguinte todo mundo começou a ficar retardado! Como se não tivesse um período de transição. Sério, eles fabricam toda a comida do mundo da noite pro dia? Hoje estou bem, amanhã pareço um zumbi.

A única coisa que deu pra aproveitar dessa história de comida infectada é que foi engraçado ver Dean tendo que abrir mão da “comida de estrada” que ele sempre comeu. Agora os Winchesters precisam se alimentar de “comida de coelho” para não se infectarem. O curioso é que em momento nenhum mostrou os dois comendo, só comprando as comida! Perderam a oportunidade de fazer uma cena descontraída.

Mudando de assunto, Bobby está se tornando um espírito vingativo. Agora ele fica nervoso e quebra espelhos, derruba luminárias e fecha portas. Com toda a experiência de Bobby, pensei que ele pudesse ser mais controlado. Ele até tenta ajudar os Winchesters, mas os irmãos sempre ficam com o pé atrás. Eles não conseguem mais confiar em Bobby, se isso me irrita, imagina o Bobby!

Não sei por que tanta frescura em ter um aliado do outro lado do plano espiritual. Eles descobrem tanta coisa, porque não tentar achar uma maneira de controlar um espírito vingativo? E se formos analisar, Bobby tem raiva de Dick, mas no próximo episódio o Leviatã master provavelmente irá morrer, daí ele não terá de quem ter raiva!

Crowley aparece como o esperado, mas ele se nega a dar o sangue para Sam e Dean. Nós não podemos culpa-lo, se você fosse o Rei do Inferno também ficaria com o pé atrás de dar seu sangue por aí. Ele não se negou a colaborar, disse que só daria seu sangue depois que os Winchesters tivessem os outros ingredientes. Ele ainda não sabe que Castiel está de volta ou sabe, mas só está esperando a hora certa…

O foco principal do episódio era conseguir sangue do alfa que fugiu de Crowley no fim da temporada passada. Para isso, Crowley dá uma pista aos Winchesters que vão atrás do chefe. Chegando lá, eles encontram Emily, uma suposta vítima de sequestro que a 12 anos está sendo preparada para o alfa. Primeiro que essa menina já tinha uma cara de culpada, depois não surpreendeu ninguém quando ela caguetou os Winchesters e colocou os dois naquela armadilha.

Acho que a única novidade da história foi o fato de que a fórmula que Dick Roman coloca na comida dos humanos, também mata as outras criaturas sobrenaturais: vampiros, lobisomens, metamorfose etc. O senhor Roman realmente não quer saber de concorrência para a sua espécie e acha que 7 bilhões de humanos não são suficientes!

O que Dick não contava era que seu capanga Edgar não conseguisse matar o Alfa para não dar a chance de ninguém conseguir seu sangue e ameaçar a raça dos Leviatãs. Da forma mais boba possível, Dean e Sam conseguem arrancar a cabeça de Edgar e “salvar” o Alfa. O cara se sente agradecido e dá um pouco de sangue para os irmãos, mesmo sabendo que na “próxima temporada” eles irão voltar para mata-lo. A cena mais estranha foi o vampiro abrindo mão do molequinho e deixando-o ir com os Winchesters! O cara nem reclamou nem nada…

Acabando com o clima Sessão da Tarde, Dean e Sam voltam ao quarto de hotel e descobrem que Bobby conseguiu fugir. O que eles não sabem é que Bobby está possuindo o corpo da camareira do hotel. Pensando bem, ele não tinha opções! Se os Winchesters tivessem deixado o canil fora do cofre, ele não precisaria fazer isso.

A cena final pertence a Dick Roman. Certeza que ele pretende matar Crowley para que ele não dê seu sangue para Sam e Dean. Ele prende o rei do inferno numa armadilha pintada sob o teto. Acho que quarenta minutos serão insuficientes para resolver e explicar tudo no próximo episódio!

As primeiras impressões de ‘Apartment 23’


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“Don’t trust the B—- in Apartment 23′ (não confie da vadia do apartamento 23) era o nome original. Mas acabou ficando só “Apartment 23”, onde acontecem coisas que até Deus duvida.

A série conta a história de June, uma garota simples de Indiana que se muda para Nova York depois de conseguir um ótimo emprego. Quando ela chega à “melhor cidade do mundo” seu próprio mundo  “meio que” vai abaixo. A empresa onde ela ia trabalhar é fechada por causa de falcatruas de seu chefe e o apartamento onde ela ia morar é interditado (por fazer parte dos bens da empresa). Sozinha, desempregada e sem muito dinheiro, June procura uma pessoa para dividir um apartamento. Aí conhecemos Chloe.

Mas era melhor nem ter conhecido.

Chloe se apresenta extremamente agradável e “normal”. Mas ela tem um plano maligno por trás desta máscara. Chloe está sempre mudando de colega de apartamento, pois sua  “missão” no mundo é expulsar mocinhas do interior de Nova York. Ela sempre dá um jeito de infernizar a vida de quem vai morar com ela para que a pessoa perceba que Nova York não é um lugar decente para pessoas normais viverem. E como Chloe não é lá muito normal, ela está no lugar certo.

June é quieta, caseira, simples e dedicada. Chloe é porra louca, vive alcoolizada, andando nua pela casa e usando as coisas da colega. Ah! E ela é amiga de James Van Der Beek; sim, o Dawson de Dawson’s Creek. O personagem de James é peculiar.

De início a gente sente vergonha alheia do sujeito por estar fazendo papel dele mesmo mostrando que não há mais espaço para ele no universo artísticos. Vemos ele tentando voltar à ativa, pegando papéis em filmes ruins, tentando dar aulas de atuação, mas ele sempre acaba como Dawson. A verdade é que ele não faria falta nenhuma à série; mas ele está ali, então a gente se diverte um pouco com a desgraça alheia.

James não faria falta porque a série está repleta de personagens fantásticos para “apoiar” as duas protagonistas. Robin, a vizinha obcecada das duas, já foi colega de apartamento de Chloe, mas esta infernizou sua vida assim que pôde. Mas Robin ainda é apaixonada por ela e vive fazendo de tudo para conquistá-la. Foi ela quem disse “Não confie na vadia do apartamento 23” para June assim que ela foi ver o local.

Quando June chegou em seu “novo emprego” e viu tudo invadido pela polícia e os funcionários saindo correndo e levando o que podiam, um sujeito muito bacana explicou a ela o que havia acontecendo e, mais tarde, no mesmo dia, ao vê-la abandonada na calçada, ofereceu-lhe um emprego de garçonete em uma cafeteria. Este sujeito, chamado Mark, acaba se tornando amigo dela e é um personagem muito interessante.

Um terceiro personagem de apoio que também nos chama a atenção e que nos faz rir um bocado é o vizinho pervertido Eli. Eli passa um bocado de tempo na janela de sua cozinha, porque é quase colada na janela da cozinha do apartamento de June e Chloe. Às vezes ele se masturba com a visão que ele tem delas, às vezes só se mete no assunto delas mesmo, e algumas vezes até ajuda a resolver algum problema.

Apesar de tudo o que Chloe faz para infernizar sua vida, June acaba encontrando bons e justificáveis motivos para algumas coisas (MAS NÃO TODAS). A verdade é que Chloe é uma mistura de sociopata com psicopata que não consegue expressar nenhuma emoção, seja facial ou íntima, e que realmente não POSSUI nenhuma emoção.

A série é divertida e surpreendente. Você nunca sabe o que esperar de Chloe…. e ela SEMPRE surpreende. Vale a pena acompanhar a luta de June para permanecer sã morando com Chloe. Vale a pena acompanhar James Van Der Beek se esforçando para não parecer mais lame do que ele está. E vale a pena acompanhar as histórias que, a cada episódio, nos mostram um pouquinho mais da “sem-noçãozice” de Chloe.

Glee — Prom-asaurus

Data/Hora 13/05/2012, 21:17. Autor
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Série: Glee
Episódio: Prom-asaurus
Temporada:
Número do Episódio: 3×19
Data de Exibição nos EUA: 08/05/12

Rachel travou e não conseguiu passar na audição do NYADA. Kurt surpreendeu a todos e passou com louvor. Apesar de todo o esforço e ajuda de seus amigos do Glee, Puck não conseguiu passar na prova de geografia, e isso quer dizer que ele não vai se formar. Descobrimos também que a Beiste acabou ganhando um olho roxo do marido, que todos pensavam (inclusive eu!) que era um cara super gente boa. Super corajosa, ela deu um pé nele. And that’s what you missed on Glee!

Bom, a Brittany tinha esquecido completamente das suas funções como presidente. E qual jeito melhor de se mostrar responsável em relação ao seu cargo do que um baile com o tema dinassauros ? Brittany S. Pierce é a pessoa mais criativa do mundo! Porém, não bastou a ideia genial dela para o episódio ser bom. O episódio uma grande carga emotiva, mas as músicas não me agradaram muito. E quando se trata de Glee, eu sempre espero ótimas performances musicais. No 3×19 não foi bem assim…

Rachel que está toda de mal com a vida desde o último episódio (já que ela perdeu a chance da sua vida, ficar famosa, cantar na Broadway, fugir dos  paparazzi…), ficou pior ainda quando o Finn se juntou com a Quinn em uma campanha para rei e rainha. Resolveu então criar uma festa “anti-baile” com o apoio de Blaine (que ficou super chateado já que a Brittany baniu o gel de cabelo do baile) e de Kurt, que depois do último baile, tinha medo de passar por mais alguma humilhação. Finn não gostou muita da ideia dela, e resolveu ir ao baile e dar uma força para a Quinn, que por sua vez estava usando a condição dela para ganhar mais votos. O que por um lado era pura mentira, já que a fisioterapia estava fazendo efeito e ela já podia ficar de pé e dar uns passos com dificuldade. Quando Finn descobriu a história ficou muito irritado, e quase fui expulso do baile pela segunda vez.

Enquanto isso, a festa da Rachel estava péssima. Becky (que estava muito brava porque não foi indicada para ser a rainha do baile) e Puck (de mal com a vida escolar) estavam lá também, mas ninguém estava se divertindo. Quando Rachel foi colocar seu vestido de baile e mostrar a todos como estava, Finn apareceu e convenceu a guria à ir ao baile com ele. Blaine e Kurt foram também, mas o Puck e a Becky resolveram ficar jogando strip-poker. O que não deu muito certo, e em uma cena super fofa, Puck corou a Becky como rainha. Com coroas de papel, os dois foram ao baile, e a cheerleader até ajudou Puckerman a realizar seu maior sonho: batizar o ponche da Sue.

Lógico que o Blaine não pôde usar gel no cabelo, e acabou ficando super fofo com seu cabelo armado! Santana e Quinn estavam contando os votos para rainha, e quando descobriram que  a loira tinha levado a melhor, Quinn não se sentiu muito bem, as duas fizeram uma falcatrua e nomearam Rachel a rainha do baile, ao lado de Finn. Rachel ficou sem saber o que fazer, achando que era uma brincadeira com a cara dela, mas depois de um discurso fofo que ganhou do namorado, ela começou a achar que “tudo é possível”.

Além de Finchel,  Sam e Mercedes estão super bem também. Tina está toda chorosa porque ela não quer que tudo acabe, mas não se preocupem, o Mike está consolando a moça.

Enquanto os coroados da noite tinham sua dança, Quinn se levantou da cadeira enquanto cantava com Santana, o que chocou e deixou todos os estudantes muito emocionados.

Na próxima semana nós vamos ter 2 episódios, um em seguido do outro, inclusive, as Nacionais! Então, deixo aqui minhas esperanças para dois ótimos episódios, sem clichês e sem música ruim!

Sobre os números musicais:

Big Girls Don’t Cry foi bom, mas nada que tirasse o fôlego ou que fosse magnífico. A voz da Lea e a voz do Darren nasceram para cantar juntas, ou só eu penso assim ?

Dinosaur foi horrível. Desculpem, mas não deu certo colocaram um pouco mais de Heather-Ke$ha. Além do que, a música é ridícula (na minha humilde opinião de Gleek). What Makes You Beautiful também não me agradou, tentaram imitar Friday, como no baile do “ano passado”, mas ficou terrível…

Gostei de Love You Like a Love Song. Acho que os produtores sabem muito bem escolher músicas solo para a Naya. Take My Breath Away é um exemplo disso também. Além de trilha sonora para um momento Finchel, foi também a trilha da cena “milagre do baile”, como diria o Sam, onde a Quinn fica em pé.

Smash – Previews

Data/Hora 13/05/2012, 17:10. Autor
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Que promo bem enganosa, heim? Vamos combinar… Enfim, achei melhor assim. Aquela promo tinha me deixado em pânico.

Pela primeira vez na vida eu gostei um pouco da Karen. Fiquei com pena dela. Embora a Ivy não conhecesse o Dev acho que a Karen não merecia isso. Se bem que tenho uma teoria que não serve só pra esse caso, mas pra todos. Quem tinha compromisso é o Dev, logo quem deve ser cobrado é ele. Mas a Karen nesse episódio até tentou ajudar a Ivy e mostrou que ela é uma boa pessoa e que não merece ser passada para trás, embora saibamos que o show business é assim. E até gostei dos números que ela fez nesse episódio. Tá evoluindo.

Acho que até a Ivy viu que tinha sido um pouco má com a Karen e se arrependeu, principalmente quando todos estavam na igreja. Foi bem bonita essa cena, o número musical e todo mundo se arrependendo e se perdoando.

O meu ódio pelo Derek só aumenta e já tá quase se equiparando ao que sinto pelo Ellis. Que nojo senti dele naquela conversa entre a Ivy e ele. Como assim só tá dando suporte pra Rebecca? Se fosse assim podia ter conversado com a Ivy antes. Ele é extremamente nojento e tudo de ruim. Argh.

Michael é outro que tá se passando né? O momento em que ele ataca a Julia em público foi tenso. Ela conseguiu ser forte e resistir, mas eu sinceramente não sei até quando. A química e a tensão sexual entre os dois é muito evidente. Gostei do retorno do personagem para movimentar a série, porque aquela família feliz da Julia sinceramente não me convence.

Adorei Julia e Tom passarem todo episódio de mal um com o outro. Sensacionais os momentos em que ele retruca ela e ela fica brava. Tenho muito apreço por relações de amizade como a dos dois, porque no fim, amizade é a relação mais preciosa que temos. Amores vem e vão, amizades ficam. Acho que os desdobramentos do caso Julia-Michael mostrarão isso ainda mais fortemente. No fim, apesar das discussões e da briga, como bons amigos os dois se acertaram. Achei fantástica a cena em que os dois discutem. Confesso que a certeza que eu tinha de que o musical devia vir em primeiro lugar até acabou dando lugar a uma dúvida. Mesmo que tenha sido um erro dela, será que a vida dela não deve ter prioridade sobre o trabalho?

E quanto a Rebecca, vocês acham que ela foi envenenada ou que ela mesma se sabotou? Tenho minhas dúvidas… E acho que se foi envenenada, embora em um primeiro momento todos os indícios apontassem para a Ivy, foi o Ellis. Não acredito que colocariam uma das protagonistas da série para fazer isso. Sei que, para nossa alegria, finalmente ela vai embora.

Ela não consegue fazer nenhum número bem como a Ivy e a Karen fazem. Aliás, arrasaram naquele número conjunto, enquanto a Rebecca manda mal em todos. Aposto que metade do problema era ela. Muito legal ter um episódio novamente voltado para os bastidores do musical. Quando isso acontece o nível de Smash sobe muito. Gostei bastante de Previews.

O que vem a tona agora é que novamente a vaga da Marylin está em aberto. Sinceramente não sei quem ocupará. Cada uma tem prós e contras e certamente veremos um bom embate. Em favor da Ivy o fato de ela já ter trabalhado com o Michael e os dois terem química juntos. Em favor da Karen o fato dela ser a substituta natural. Seria um embate da competência x a ‘bondade’? Façam suas apostas que a season finale promete ser arrasadora.

The Secret Circle – Family

Data/Hora 13/05/2012, 10:14. Autor
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Série: The Secret Circle
Episódio: Family
Temporada:
Número do Episódio: 01×22 (Final de Série)
Data de Exibição nos EUA: 10/05/2012

Eis que chegamos ao final de temporada de The Secret Circle. Em circunstâncias normais, Family poderia significar uma virada no enredo da série. Mas, com o cancelamento como fato consumado, só nos resta imaginar como poderia ter sido uma segunda temporada.

Mesmo assim, vamos aos fatos: Que Blackwell não valia nada desde o começo muita gente já desconfiava. A intenção obscura dele, que só foi revelada aos 45 do segundo tempo, era formar uma raça pura de bruxos, eliminando todos os que não tem sangue Balcoin. Era para isso que ele precisava da caveira de cristal, não para matar Eben, como todos pensavam.

Foi incrível assistir as “gêmeas do mal”, como diria Faye, juntando as magias negras para reverter o feitiço de titio Blackwell e matá-lo. Finalmente Diana ativou a magia negra dela. Era isso ou todos os outros bruxos do mundo morriam.

Falando em Faye, ela terminou o episódio anterior sendo levada por Eben, e, numa tentativa de salvá-la, quase que Jake, Melissa e a própria Faye viram cinzas de bruxo. E, pasmem, eles foram salvos por Dawn e Charles, que finalmente, conseguiram algum poder sem os cristais.

É preciso destacar que a atitude de Charles em tomar os demônios de Eben para si foi respeitável, a primeira da temporada. E a cena de Jake matando Eben, agora um simples humano, me fez dar pulinhos de alegria. Minha paixão pelo Jake só aumentou depois do momento justiceiro dele.

Quanto aos relacionamentos amorosos, a relação de Melissa e Adam podia ter sido um pouco mais explorada nesse último episódio, porque estava claro que eles iam ter alguma coisa.  Faye e Jake, ficaram, de certa forma, fofos. Um belo casal. Diana desistiu da magia e foi embora com Grant. Cassie foi a única forever alone que terminou brincando com os poderes.

Para terminar, todos ficaram intrigados com  o objeto que Jake ganhou de seu avô. “A luta ainda não acabou”, quer dizer que tem mais coisa escondida aí em baixo, como os outro quatro Balcoin que apareceram no final observando a casa de Cassie. E, claro, Adam, o virtuoso, se aproveitando do poder da caveira de cristal.

A última esperança dos fãs é que a CW mude de ideia e renove a série. Ou então todos terão que procurar os cristais das suas famílias e dar um jeito nesse cancelamento.

Revenge – Legacy

Data/Hora 13/05/2012, 10:13. Autor
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Algum tempo atrás, existia uma ex-presidiária que estava aproveitando a sua nova vida após ser libertada da prisão. No entanto, após o amigo de seu falecido pai, Nolan, lhe entregar metade de sua companhia e toda a verdade sobre o seu pai, ela não quis aceitar. Até que ela leu os diários de seu pai e descobriu a verdade. Essa menina era Amanda Clark, e estava dando início a sua investigação para descobrir o que realmente havia acontecido com o seu pai, David Clark.

Fiquei impressionado com esse episódio. É claro que o desenvolvimento do episódio não teve ação ou qualquer outra forma a deixar o telespectador ansioso para dar continuidade do andamento da mesma, mas foi um episódio totalmente necessário para o desenvolvimento da trama. Legacy certamente comprovou que a escolha de Emily VanCamp como protagonista foi uma escolha perfeita, pois ela soube mostrar a fase da Amanda como uma adolescente infernizada pelo seu passado e no final ainda presenciamos a mudança de aparencia e caráter quando VanCamp assume o papel de Emily Thorne.

Sem muitas revelações ou cenas que dariam algum indício do que esperar para a season finale, o episódio mostrou como tudo começou. Desde o encontro entre Victoria e David, até Emily conhecer todas as suas vítimas. É interessante visualizar cenas do passado e compará-las as motivações dos personagens em seu estado atual. Começando por Amanda/Emily, por exemplo, presenciamos fortemente os golpes e ataques em que Emily aplicou aos seus adversários que tiveram participação no golpe aplicado ao seu pai. Mas agora vemos como Amanda os conheceu desde o princípio.

O bacana do episódio também foi à oportunidade de conhecer o início do relacionamento entre Jack e Nolan, que cá entre nós, o Jack ficou muito esquisito com aquele visual, mas foi interessante como todos os personagens se interagiam entre si naquela época. Nolan é mais ligado com Jack do que pensávamos. Foi por causa dele, que eles tiveram que morar naquele bar. O curioso disso tudo foi conhecer essa personagem, Ky, a namorada de Jack. O que aconteceu com ela daquela época? Ela resolveu ir embora, já que seu futuro não era promissor naquele bar? E ainda tivemos a grande revelação de que a mãe de Jack e Declan ainda está viva em algum lugar.

Enquanto isso, visualizamos o início do relacionamento entre Lydia e Conrad que se desenvolveu graças a infeliz justiça cometida contra o pai de Emily, do mesmo modo, que ainda tivemos a honra de ver Amanda em sua época de aprendizado. Mas ainda estou curioso. Como ela conheceu seu tutor japones? Como ela desenvolveu todo o seu plano de vingança?

Estamos com dois episódios para nos despedirmos de Revenge nessa temporada. Ainda não temos nenhuma resposta para nossas perguntas. A única coisa que temos é apenas algumas imagens de Emily com sangue em seu rosto amaldiçoando a pessoa que ela mata com sede e poder. Emily está cavando uma cova. Para quem será? Estamos a dois passos para descobrir em qual caminho essa vingança tomará. Será que Emily terá a vingança que tanto quer?

The Vampire Diaries – The Departed

Data/Hora 12/05/2012, 19:27. Autor
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The Departed
Temporada: 
Número dos Episódios: 3×22 (Final de Temporada)
Datas de Exibição nos EUA: 10/05/2012

Wow! Foi realmente difícil encontrar palavras para descrever este episódio!

A terceira temporada de The Vampire Diaries teve uns deslizes e até chegou a ficar meio confusa, pois foram tantos elementos presentes que em alguns momentos não dava para saber se o foco era o Stefan estripador, os Originais atormentando todo mundo ou o perigo de extermínio dos vampiros. Entretanto, nesses últimos episódios da temporada, tudo foi voltando aos eixos e a Season Finale despertou uma ansiedade insuportável (no bom sentido) para a volta da série.

Flashbacks são, em sua maioria, muito interessantes. Geralmente esse recurso era usado para mostrar fatos ocorridos há algumas décadas ou séculos, mas desta vez o alvo central foi a vida da Elena no ano anterior, pouco antes da morte dos pais da garota. Pudemos ver a protagonista feliz e sem aquela tensão toda que a acompanha desde a aparição dos vampiros, embora tenha dado para notar que Elena sempre teve dificuldade em tomar decisões quando a questão é relacionamentos, mesmo com um humano (na época, Matt). Enfim, os flashbacks acima de tudo serviram para aumentar o drama do episódio e não para impressionar, com exceção de um momento que tem a ver com a escolha de Elena, mas falarei disso mais tarde.

Algo que impressionou foi o rolo envolvendo o que fazer com o corpo do Klaus, já que Damon havia escondido, mas Elena o “vendeu” para Elijah e Rebekah, só que no final Alaric dá um jeito de matar o pobre coitado. O que ninguém esperava era que Bonnie fosse colocar o espírito dele no corpo do Tyler para ninguém morrer, já que aparentemente Klaus falava a verdade sobre ter criado a geração dos Salvatores, Caroline e da mãe de Bonnie (além do próprio Tyler, é claro). O problema é que se Klaus (no corpo de Tyler) ficar em Mystic Falls, Caroline vai confundi-lo com o namorado e isso pode gerar algumas confusões, porque todos nós sabemos que Klaus tem uma queda pela vampirinha. Além do mais, Bonnie parece que aceitou mesmo usar a magia negra, e logo isso certamente trará algumas consequências. Será que a bruxa ficará má ou terá um alter ego revoltado feito o Alaric?

Com tanta confusão acontecendo na cidade, Matt dopou Elena e a tirou de Mystic Falls com o consentimento de Jeremy. A moça só acorda quando já esta dentro do carro e logo fica sabendo que Klaus morreu, portanto Damon e Stefan podem morrer também, então tem que de uma vez por todas revelar sua decisão. Elena decide o óbvio e (contrariando um monte de fãs Delena) acaba escolhendo Stefan. Como os irmãos estão muito distantes um do outro, e só pode voltar com Matt a tempo de se despedir de seu escolhido, ela liga para Damon para dizer que o escolheu Stefan e que poderia ter sido diferente caso ela tivesse o conhecido primeiro. É aí que os flashbacks têm uma das funções mais legais do episódio, pois é mostrado que Damon foi o primeiro que Elena conheceu, e ele disse que ela queria era um amor que a consumisse, o que a deixou um tanto mexida, mas o vampiro a fez esquecer de que eles se viram. E algumas horas antes de Matt a levar para fora da cidade, Elena disse que estar perto de Damon a consome. Conclusão: ainda pode haver uma esperança de Elena mudar o que decidiu.

Klaus estando morto e Alaric solto por aí, Rebekah decide acabar com a vida do ex-professor da maneira mais fácil e óbvia: matando Elena, já que se ela morrer, ele morre. Coincidentemente, ela provoca um acidente com o carro onde Elena e Matt estão, similar ao que matou os pais da moça, e por consequência também provoca a cena mais épica da temporada e talvez até mesmo do seriado todo. Impossível não ficar com o coração na mão vendo Matt e Elena no carro, intercalando com cenas do acidente da garota e dos pais no mesmo local. E como num bom DéjàVu, Stefan aparece novamente para salvar Elena do carro, assim como no primeiro acidente. Entretanto, talvez por culpa por todo mundo acabar morrendo por ela, ela pede que Matt seja salvo… E então adeus, Elena e… Adeus, Alaric.

A questão é: morte em The Vampire Diaries nem sempre é algo definitivo. A pessoa volta como vampiro, fantasma, por feitiço ou sei lá o que, mas um dia acaba voltando. Além disso, a protagonista não morreria, né… Ou seja, nem deu para ter pânico ao vê-la se afogando. Obviamente, depois de Elena morrer, Bonnie poderia inventar um feitiço louco e trazê-la de volta, quase como foi quando Klaus quebrou a tal maldição para se tornar híbrido. O fato é que, caso ficasse tudo bem com a Elena, por mais quanto tempo ficaria nessa de ela ser uma humana frágil e todo o pessoal sobrenatural se arriscar para salvá-la? Não poderia haver melhor momento para acontecer algo que também era óbvio que aconteceria um dia: Elena finalmente virar uma vampira! E também não poderia haver melhor desfecho para a temporada, com aquele gostinho de “quero mais” após Elena acordar de sua “morte”. Mas para ela virar vampira, tem que ter sangue de vampiro no sistema dela, não? Pois é, Dra. Fell usou essa pequena trapaça para curá-la depois do desmaio do episódio anterior, já que não foi um simples desmaio, e sim uma hemorragia cerebral. Ok, ok, a explicação para o sangue estar no corpo da Elena foi bem plausível.

Como eu disse, Elena virar vampira um dia aconteceria, mas a curiosidade é para o que acontecerá na nova vida dela. Talvez ela no começo se negue a completar a transformação, mas obviamente logo vai aceitar se alimentar e terá que lidar com o que ela é de agora em diante. Damon mesmo tendo sido rejeitado não abandonará a moça nesse momento, primeiramente porque até dá pra imaginar os Salvatores ensinando ela a se controlar, e também porque o trato de o rejeitado se afastar da cidade até a morte dela foi por água abaixo, já que agora ela viverá para sempre. Outro ponto importante a se pensar, é que todas as memórias que vampiros fizeram alguém esquecer, acabam voltando caso essa pessoa vire uma vampira; ou seja, Elena se lembrará do primeiro encontro que teve com Damon (antes de conhecer Stefan) e de como o que ele disse mexeu com ela, assim como lembrará da declaração de amor que ele fez na segunda temporada (mais precisamente no episódio 2×08, intitulado “Rose”). Isso reforça ainda mais a teoria de que ela irá repensar com quem vai ficar, já que pareceu que a escolha dela foi quase por gratidão ao Stefan.

E então, quem aí está surtando para a próxima temporada?

P. S. [1]: Agora que Klaus teve seu corpo destruído e se apossou do de Tyler, para onde o Tyler vai? Será que vão arranjar outro corpo para Klaus ocupar ou o Tyler passará definitivamente a ser o novo Klaus? Confusão… Além do mais, já que ele está vivo, o que aprontará agora?

P. S. [2]: Essa Season Finale foi um festival de mortes. Alaric, Elena, Tyler, Klaus… Está certo que desses somente Alaric morreu mesmo. Elena virou vampira, Klaus se apossou de Tyler e só o destino de Tyler que está incerto, já que está possuído talvez para sempre.

P. S. [3]: Seria a Bonnie uma possível ameaça para a quarta temporada? Ela é super poderosa e agora perdeu o medo de fazer magia negra. Além disso, ajudou Klaus e está revoltada por a relação com vampiros tê-la feito sofrer.

P. S. [4]: Agora fica a questão de quem criou a geração da Elena, né? Meredith injetou um sangue de vampiro qualquer nela, então cedo ou tarde terão que acabar com essa vontade de matar Originais, para o bem de Elena.

Fringe – Brave New Worl (part 2)

Data/Hora 12/05/2012, 12:59. Autor
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E o momento de nos despedirmos da 4ª temporada de Fringe chegou. Momento feliz esse, apesar da despedida. Feliz porque Fringe é forte e, mais uma vez, triunfou sobre os nefastos índices de audiência e foi renovado. Momento triste esse, por causa da despedida. E não da despedida de hoje, já que sabemos que o reencontro é “breve”. Despedida definitiva que teremos na próxima temporada, após 13 episódios. Despedida que se dará após 100 episódios, e após milhares de teorizações.

Então, alegria e tristeza se misturam no peito. Mas um sentimento reina soberano, não disputa espaço com ninguém. É o orgulho de assistirmos uma das séries mais bem estruturadas, com uma afiadíssima equipe de roteiristas que pensou tudo tão detalhadamente que até o que não fazia sentido nenhum fez sentido, no final das contas – e que se preparou muito bem para um possível cancelamento, ao contrário de muitas outras por aí. Se Fringe tivesse encerrado ontem, teria encerrado bem, praticamente fechadinha, já que o cliffhanger ficaria de fora, creio eu.

A 2ª parte de Brave New World foi ótima. Maravilhosinha mesmo. Altamente explicativa, ordenada. Tensa na medida certa. Ofegante na medida certa. E feliz. Muito feliz.

Tudo começou com os BFFs Bell e Walter olhando para uma tela, com uma linda imagem. A imagem do novo mundo criado por William Bell. Ele, o possuidor do complexo de Deus que já havíamos conferido ao Jones. E a 1ª “surpresa” da noite: descobrimos que a ideia de destruir os Universos, porque Deus era malvado, foi de Walter, após perder Peter duas vezes (tal ódio só seria possível nessa nova linha do tempo, assim). E que isso que motivou o pedido para se livrar de partes do seu cérebro – 0 medo do que estava se tornando. Mas Bell se desiludiu com o mundo, também. E ele resolveu brincar de Deus – e não era o que eles faziam desde o princípio, como William bem colocou? – e criar um novo mundo. Sem seres humanos, como ficará claro na sequência.

Pausa dramática: e não é que o vilão foi bonzinho? Permitiu que Astrid fosse removida e salva. Como já era previsto, nossa querida agente não morreu. E ainda conseguiu dar para Peter e Olivia as pistas necessárias para chegar ao galpão esquisitão.

E eis que, nesse momento, temos a 2ª surpresa da noite – pelo menos para mim. A doce e amável Jessica era mais uma das serviçais de Bell, e atraiu Peter e Liv para uma armadilha. E uma armadilha daquelas, já que até o September – querido, ele está de volta! – caiu, e ficou preso na esquisita figura do chão (uma espécie de runa, tecnologia além de Bell, pelo que entendi, o que poderia indicar que ela veio do futuro, dos Observers. E aí nasce um possível link entre a ação de Bell e os carequinhas do futuro). Adorei a cena no galpão. Foi tensa, bem construída. Jessica testou os limites de September, e conseguiu ultrapassar sua habilidade de prever o futuro com uma das criações de Bell (e September foi baleado, e talvez tenha sido esse o tiro apresentado na Opera House). O que ela não contava é que Liv, nossa Jean Grey, estivesse tão poderosa – e super rápida. Completamente adorável. Sim, já havíamos comentado sobre os poderes de Olivia aqui, mas talvez não imaginássemos a magnitude deles.

Igualmente bacana – e intrigante – foi o papo de September com Olivia, sobre a Opera House. Interessante saber que a conversa deles sobre Olivia ter que morrer em qualquer possibilidade de futuro ainda não tinha acontecido. September precisaria buscar no futuro a explicação para isso.

E como “conversar” com os mortos é normal em Fringe – ou pelo menos já foi, um dia, lá pelas primeiras temporadas -, Jessica forneceu as dicas necessárias para que o paradeiro de Bell fosse “localizado”. Pra mim essa foi uma das mais assustadoras e esquisitas cenas dessa temporada, senão da série inteira. Vou dormir uma semana toda lembrando do “ding ding ding”. E descobrimos o que era bastante óbvio – a utilidade de Olivia, para Bell, era ser a fonte de energia que destruiria o mundo. Ela foi reativada bem no momento conveniente.

BINGO! Por isso Liv precisava morrer. Porque sendo ela a causadora da destruição, nenhum tipo de futuro seria possível com a existência dela. Tudo explicadinho.

A procura por Bell – a gota de água no oceano – também rendeu ótimos momentos. Curti muito a participação da Nina nesse episódio, e acho que meio que definiu que ela não estava, definitivamente, ao lado de Bell. (Mas como já me enganei muitas vezes, com muitos personagens, não tenho nada consolidado na mente). As palavras dela pra Olivia, sobre ela ser capaz de atravessar o universo, foram super bacanas. Momento meio mãe e filha, mesmo. E Liv e Peter pulando juntos para o “nada” foi meio assustador, embora fofo. Mas é claro que nossa garota super poderosa poderia fazer a travessia de forma segura. Facinho pra ela.

E o que falar das cenas no navio? Walter mexendo no revólver enquanto Bell divagava, e os “novos Adão e Eva” chegando pra festa? Adorei. Foi formidável mais essa analogia com questões bíblicas, bastante presentes nessa temporada. Reforçaram o complexo de Deus de Bell – que nem pretendia viver nesse novo mundo. Tudo isso no meio da tempestade causada pela Phoenix Olivia, bem no vórtice, na origem do novo mundo.

Outra pausa dramática, e dessa vez mais longe. Porque esse foi o momento mais surpreendente do episódio. Eu não imaginava que Walter atiraria em Olivia, e acho que nem Bell (sempre que Olivia é baleada, o atirador é o “mesmo”. Ora o Walternate, ora o Walter). Bell aproveitou para “tocar o bell” e desaparecer, ainda falando da sua ideia de, junto com Walter, recriar o mundo. E a partir daí os momentos mais doídos da finale. Era óbvio que Liv não morreria? Sim, muito óbvio. Mas o tiro foi muito impactante, e o desespero de Peter deixou todo mundo com o coração na mão (grande interpretação de Joshua). E Walter tentando ajudar e sendo repelido pelo filho foi de cortar o coração, igualmente. O tapa no rosto de Peter restabeleceu o clima de tensão sem desespero, e Walter partiu para o processo – tão desesperador e triste – de retirar a bala do cérebro de Olivia com um abridor de cartas e uma antena devidamente mordida. O pedido de desculpa para “Olive” foi de cortar o coração pela segunda vez em poucos minutos.

Mais linda foi a cena na qual, finalmente, o buraco de bala fecha. Foi tudo. O alívio de Peter e Walter foi comovente. Olivia estava viva, e sobrou apenas uma bala amassada pra contar a história (seria essa a bala que Etta levava em seu colar, em 2036? Se era ela, Olivia não necessariamente estaria morta naquela realidade).

O mundo foi salvo. Os Universos foram salvos. E finalmente o Governo Americano reconheceu a grandiosidade da Fringe Division e resolveu investir fundos para equipar melhor a mesma. E o agora General Broyles não hesitou em chamar Nina para se juntar ao time, numa cena que lembrou muito um encontro dos dois, naquelas escadarias, lá na primeira temporada. O diferencial foi o beijo, que agora não aconteceu. Portanto, veremos mais de Nina na 5ª temporada, e isso me deixou feliz.

No hospital, mais momentos felizes e fofos. O papo de Peter e Walter sobre possíveis sequelas em relação ao tiro. Walter e Astrid – que teve seu nome falado de forma correta, pela 1ª vez – e suas balas, e o abraço super fofo no momento família. E Peter e Olivia, a procura pela casa e a revelação – não surpreendente, mas extremamente bem-vinda – de que Etta está a caminho. Sim, eles serão uma família, e o berçário é agora super necessário. Podemos ter esperanças que corra tudo bem na gravidez, já que Etta apareceu em 2036. Mas podemos ter esperanças de que todos sobreviverão após os 13 episódios que restam?

E no final do episódio, um cliffhanger bacana. September chegou, e não para compartilhar os sanduíches do “vovô” Walter. Foi para dar o aviso: eles estão vindo. Assim, a 5ª temporada deve focar na chegadas dos Observers, para expugar o mundo de humanos. O que combina com o código da semana, que foi PURGE.

Mas também há que se levar em consideração, dentro do contexto bíblico, ou ainda sob o ponto de vista da moral, que a purgação pode se referir a Walter, que havia dado a ideia de destruir os universos e no final das contas consegui exorcizar seus próprios fantasmas e se transformar no redentor. Ele venceu seus próprios medos, e triunfou sobre eles. Foi bonito, lindo de se ver. E acredito que na próxima temporada teremos um Walter mais confiante em suas próprias habilidades e no seu caráter.

Agora, é esperar até setembro. Com aquele grande sorriso no rosto, afinal teremos Fringe de volta quando a próxima temporada começar. E para mais 13 episódios épicos, alucinantes e de alta qualidade. Tenho certeza. Então, até lá!

P.S.1: se Liv pode atravessar para o outro Universo facinho, e de forma segura, isso significa que poderemos ver o pessoal do “Lado B”em alguma de suas visitinhas? Diz que sim, produção! Ou a ponte será reaberta? YAY!

P.S.2: acho que veremos Bell novamente, já que Walter não conseguiu atirar nele, e em 2036 ele estava devidamente preso no âmbar, após ter feito algo horrível com Olivia. Agora, o questionamento? Esse algo horrível foi ter utilizado Liv para causar a destruição dos Universos ou vem algo ainda pior por aí? A posição de Bell no âmbar indica que ele empurrou algo para fora, como se tivesse tomado o lugar de alguém. Seria esse o seu gesto horrível? Veremos.

Veep – Catherine

Data/Hora 12/05/2012, 12:15. Autor
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Série: Veep
Episódio: Catherine
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×03
Data da Exibição nos EUA: 06/05/2012

Veep conseguiu, mais uma vez, criar um episódio hilário do começo ao fim. Estamos quase no meio do caminho desta primeira temporada, que terá oito episódios, e Veep ainda não perdeu o fôlego. A história continua nos eixos, dando continuidade ao tema central que tem guiado a série, e abrindo espaço para novos assuntos que geram piadas ainda mais engraçadas. Tudo bem, é muito mais fácil manter o interesse por uma série com poucos episódios, mas ainda assim é bom ver esta sequência de acertos.

No episódio desta semana, Catherine, vemos Selina e sua equipe lidando mais uma vez com sua comissão de trabalhos limpos. O problema é o seguinte. Como vimos no segundo episódio, o senador Doyle pediu que ela não colocasse ninguém da indústria do petróleo em sua comissão, mas ela precisa deles. Com isso eles decidiram dar o cargo para alguém que foi do petróleo, que está fora agora, mas que ainda tem seus contatos e que deve agradar os dois lados. O que ela estava enganada. Mas como a vida de uma vice-presidente não é fácil, os problemas não param por ai. Selina ainda precisa enfrentar as fofocas de jornais e paparazzis de que teria uma rixa com a primeira-dama dos EUA, enquanto sua equipe procura o cachorro perfeito para ela adotar e, além de se reaproximar de sua filha Catherine, ainda ganhar uns pontos com os eleitores. Tudo isso sem contar que ela vem sendo chamada de diva pela imprensa e as comemorações de seus 20 anos em Washington estão se aproximando.

Ufa! Problemas e mais problemas para Selina e risadas e mais risadas para nós. Todo o contexto que contei acima, que parece muito para uma comédia de meia hora, nos é apresentado nos primeiros minutos do episódio e o restante dele é todo usado para o desenvolvimento da história. E é nesta velocidade que Veep se destaca, principalmente por conseguir aliar a isto seu humor rápido e certeiro, suas piadas sem medo de serem ofensivas e seu sarcasmo constante. E Veep também consegue ser sutil e brilhante em certos momentos, como na cena em que Selina está discutindo com sua filha sobre seu egocentrismo em um armário repleto de fotos suas. E por ela não notar seu estrelismo e seus ataques de diva, tudo fica ainda melhor. Ela não acha, nenhum pouco, que mudar o nome de um furacão que se chamaria Selina pelo seu bem com os eleitores seja uma atitude egoísta de uma diva.

No meio deste turbilhão de acontecimentos ainda temos tempo de conhecer melhor Mike, que tem um cachorro inventado apenas para fugir do trabalho, Dan comprova ser sem qualquer escrúpulo no que diz respeito a sua carreira, Jonah está ficando cada vez mais chato e Gary continua impagável nas suas tentativas de agradas Selina. E, além de tudo, mesmo com o humor, Veep ainda consegue trazer para o roteiro as constantes manipulações feitas na política para que as pessoas consigam o que quiserem. E desde que elas pensem que a ideia foi delas, tudo está bem. Brilhante! Sério, não me canso de ver e elogiar Veep e se você ainda não assiste, deveria começar.

Parks and Recreation – Win, Lose or Draw

Data/Hora 12/05/2012, 12:14. Autor
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Série: Parks and Recreation
Episódio: Win, Lose or Draw
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×22 (Final de Temporada)
Data de Exibição nos EUA: 1o/05/2012

É a decisão final! Será que Leslie ganhará a eleição para city counselor, ou será seu rival mais próximo, Bobby Newport? O episódio foi todo intenso e digno de um final de temporada. Mas o resultado da eleição não foi o único motivo de apreensão. Ben teve que tomar uma decisão importante, enquanto Leslie se via dividida entre torcer pelo próprio sonho e a possível partida de seu amado.

Ao ver o excelente desempenho que Ben havia conseguido como gerente de campanha de Leslie, Jen Barkley, a gerente de campanha de Newport, ofereceu um emprego a Ben em sua agência, em Washington. Ben se vê frente a uma excelente oportunidade, mas também se vê com um grande dilema. Passar seis meses em Washington… e longe da Leslie?

Quando ele conta a Leslie, ela fica arrasada, entra na cabine de votação e começa a chorar, enquanto vota para ela mesma. O melhor momento de sua vida até então foi arruinado com uma coisa daquelas. Leslie sabe que os últimos meses foram meio conturbados; eles já começaram a namorar quando a campanha já havia começado, ou seja, eles nunca tiveram muito tempo para o relacionamento. Agora que as eleições haviam acabado eles teriam tempo de viver a vida de um casal normal. Mas se Ben for para Washington por seis meses, sabe-se lá o que poderia acontecer neste meio tempo.

Ben também não está curtindo esta necessidade de tomar uma decisão. Ele pensa da mesma maneira que Leslie e acaba decidindo não ir. Quando ele vai dizer a Leslie o que decidiu, antes mesmo que ele pudesse dizer qualquer coisa, Leslie pede para ele não ir. Então eles estão de acordo e tudo fica de boa. Mas neste momento Ann entra no recinto com o resultado da votação. Leslie não venceu.

Todo mundo fica arrasado! Principalmente a Leslie, né? Ela se sente responsável por toda a luta em vão que seus amigos desempenharam nos últimos meses, dedicando todo o seu tempo livre à campanha dela. Ela disse que nunca se perdoaria por aquilo, mas Ron diz que ninguém fez nada esperando uma recompensa pessoal. Todos que a ajudaram o fizeram porque acreditavam que ela podia mudar alguma coisa na cidade.

Leslie começou a rir histericamente quando viu o resultado na TV. Quando questionada sobre o motivo, ela disse que só estava rindo porque todos os seus sonhos e esperanças estavam acabados.

A diferença de voto entre Leslie e o primeiro colocado, Bobby Newport, foi de apenas 21 votos. Então Ben pediu uma recontagem que, pela diferença de votos, é garantida pela lei. Então, na recontagem, ainda teve 21 votos de diferença… só que para Leslie. Leslie venceu as eleições!

Bobby Newport deu uma entrevista dizendo que nunca se sentiu tão aliviado em toda a sua vida.

Momento de muita alegria e muito choro, e até quem estava assistindo se emocionou. Então Leslie diz que Ben deve ir a Washington. Ela está realizando o seu sonho, e não pode simplesmente pedir para que Ben não realize o que quer que ele possa vir a sonhar. Então ele aceita o tal emprego que Jen o havia oferecido.

Por falar em Jen, no episódio anterior, vimos que Jen e Chris tiveram um vuco-vuco frenético. Chris curtiu a noite e disse a Ann (por que ele falou com a ex sobre isso?) que aquilo o deixou mais leve. Então, ele foi atrás dela antes que ela fosse embora. Jen dá um jeito ali no armário de suprimentos mesmo e manda Chris andar. Quando ela vai embora ela diz ser uma pena não poder se despedir de Chris, e Leslie diz que ele estava logo ali, uns dois metros de distância, e Jen diz que já está indo embora. Pelo jeito, ela só queria a coisa física mesmo. Tadinho do Chris, nunca tem sorte!

Tom ainda não desistiu de conseguir Ann de volta. Ele disse que teve um sonho na noite anterior que, depois do resultado das eleições, Ann chegava para ele, se declarava e eles voltavam. E, por mais incrível que possa parecer, isto aconteceu mesmo. Mas Ann estava extremamente bêbada, assim como o restante da galera; então ninguém tentou impedir o que aconteceu.

Ann se declarou. Disse que Tom era esquisito, mas que gostava dele mesmo assim. E ainda disse que eles deviam morar juntos. E Tom concordou, dizendo que não adiantava se arrepender depois quando ficasse sóbria.

April começou o episódio embaixo de uma mesa, pois tinha deletados TODOS os arquivos do Departamento de Parques e Recreação acidentalmente. (Sei lá o motivo de se esconder debaixo de uma mesa por causa disso) Andy chegou para resgatá-la, tentando fazer os arquivos voltarem ao computador soprando e batendo na máquina, como ele faz com seu X-box. Não deu certo, né? Depois de Andy planejar toda uma vida no exterior com April, escolher empregos para ambos e maneiras de disfarçar suas identidades (trocando de rosto e queimando suas digitais com ácido, de maneira que nem paparazzis conseguiriam encontrá-los), Donna aparece e com apenas um clique no teclado faz tudo voltar ao normal. Ela diz que é muito comum o Jerry “apagar tudo por acidente” então ela sempre tem um back up.

E por falar em Jerry… O cara mais atrapalhado e detestado da série fez uma trapalhada master e foi ainda mais detestado. Ele se esqueceu de votar! Jerry pensou que a votação ia até as 20h, mas ia até as 18h. Então ele pediu para Ron não contar à Leslie que ele não tinha votado para ela. Ron só disse para ele torcer para que Leslie não perdesse por um voto de diferença.

No final das contas, com Ron bêbado como todo o resto, ele acabou soltando que Jerry não havia votado. A última frase da tenmporada foi a frase mais dita pelos personagens desde o episódio piloto: “Damn it, Jerry!”

Como sempre, temos algumas coisas a serem resolvidas na próxima temporada. Ann e Tom vão morar juntos mesmo ou ela vai ficar sóbria e dar um jeito de mudar tudo? April disse para Andy seguir seu sonho de ser policial; será que isso vai acontecer? Nenhuma pessoa em sã consciência daria uma arma para Andy. Como ficará o relacionamento de Leslie e Ben quando ele se mudar para Washington. E, o mais importante de tudo, como será ter Leslie em uma posição no governo que a possibilite realizar tudo o que ela sempre quis mas nunca conseguiu por fazer parte de um departamento tão abandonado?

O jeito é esperar até a próxima temporada… e morrer de saudades até lá.

Grey’s Anatomy – Migration

Data/Hora 11/05/2012, 17:53. Autor
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Só mais um episódio e a 8ª temporada, essa linda, acabará. A boa notícia é que Grey’s Anatomy foi oficialmente renovada para a 9ª temporada, e os principais atores renovaram seus contratos por dois anos (vem uma 10ª temporada por aí?).

Em Migration, continuamos acompanhando a saga dos nossos residentes. O clima ficou mucho loco após a aprovação de Alex, Jackson, Meredith e Yang. A festa rolou solta, devidamente acompanhada das bebidinhas clássicas de Grey’s. Me lembrou os velhos tempos do seriado, no qual a casa de Mer era praticamente um antro de festas inesquecíveis e muita tequila. Saudades.

E a mais empolgada de todos com a festa foi April, que não soube lidar com sua reprovação, muito menos com as inúmeros retornos negativos de suas entrevistas de emprego que vieram na seguida. Ela surtou, de verdade. E apesar de toda a chatice de Kepner, não pude deixar de sentir pena da residente quanto até Owen a dispensou. Nem Avery conseguiu consolar a amiga – com benefícios – e fiquei com peninha dele também. Depois do sexo, a situação entre ele e Kepner ficou bem esquisita, e não o ajuda o fato da habilidade de Kepner para lidar com o assunto ser zero, ou negativa. Será que Sarah Drew tá saída? Ou April acabará ficando por Seattle? É esperar para ver.

E se os testes ferraram com a vida de April, o mesmo não se pode dizer de Alex. O médico conseguiu que sua dedicação aos pacientes fosse reconhecida, e foi bacana saber que o Hopkins quer ele. Levantou a moral dele, algo que sempre é bacana, ainda mais em se tratando do Karev. E foi legal ver a interação dele com o Chief, que ensinou ele a se posicionar nessas ocasiões, barganhando sempre que possível. Fiquei super feliz por ele, queria ter dado o abraço que a Yang deu nele – Yang abraçando pessoas? Tudo em nome da nostalgia!

Achei compreensível a reação da Arizona, gritando e acusando Alex, afinal ela é uma das grandes responsáveis por ele ter se tornado o profissional que é atualmente, e na Pediatria. E a loira tá super sensível por causa de todo o drama envolvendo seu amigo, que está em uma situação irremediável. Foi de cortar o coração ver Arizona tendo que lidar com tudo aquilo, numa fase tão feliz para ela, após superar todo o trauma vivido com o acidente de Callie – que estará sempre ali pra mulher, que lindo!

Mer resolveu ir para Boston – e em dia de season finale de Fringe, só consigo pensar num encontro dela com a Fringe Division -, colocando a família sobre sua vontade de permanecer em Seattle, especialmente por Yang – ainda que Lexie também tenha entrado na ciranda. Cortou um pouquinho meu coração quando Yang disse que Owe era a “person” dela, mas compreendo a médica e todo o esforço que ela estava fazendo para decidir seu futuro. No final das contas, Mer resolveu priorizar sua relação com Derek, que tem uma ótima proposta em Boston, e poderia voltar a pesquisar a cura para o Alzheimer. Isso pesou na decisão, sem dúvida.

E Yang surpreendeu a todos. Porque quando parecia que ela estava atrás da reconciliação com Owen – com direito à sexo e tudo – ela simplesmente anunciou que estava de partida. Mayo ganhou, e a Dra. Yang está de partida. E não estão todos eles? Quem fica, ficará com um quadro praticamente branco, e muita dor no coração. Que o diga Hunt.

Mas nem só de decisões profissionais é feito esse final de temporada. Também há algumas decisões amorosas que devem ser tomadas antes do apagar das luzes. Miranda não entende direito os propósitos de Ben, e acaba dando showzinho da sala de operação, sob os olhares de Der e Mer. Praticamente jogou as palavras cruzadas de Ben no chão e sapateou. O que ela não sabia é que as cruzadinhas eram um pedido de casamento. Deu peninha do anestesista. Bailey se produziu toda para dizer o sim – junto com o pedido de desculpas – mas aí tinha outra decisão na jogada (sim, daquelas profissionais) e as coisas já não eram tão simples assim.

Complicadas também estão as ideias do Mark, que tá agindo super esquisito por que não sabe o que quer da vida. É inevitável rir toda vez que ele e Lexie trocam palavras, dado o estado que os dois ficam. É sem jeito demais, hilário demais. É amor puro entre esses dois. Torço muito pra que se a Mc House não for de Derek e Mer, ela seja de Lexie e Mark. Seriam moradores substitutos à altura.

No final do episódio, o prometido gancho com Flight, a season finale que promete ser a mais dolorida da série – quer confirmar isso? Assista esse promo, mas se prepare antes. Derek, Meredith, Cristina, Lexie, Mark, Arizona. Todos eles embarcaram no vôo da morte. Alguém – ou “alguéns” – deverá morrer. E todos os personagens que embarcaram são muito queridos, fariam muita falta na próxima temporada. Shonda, a Rainha do Drama, ataca novamente. É muito bitch, mesmo. Então preparem os lencinhos de papel. Dia 17/05 é dia de despedidas. E dia 18 nos reencontramos na última review da temporada. Até lá!

Gossip Girl – The Fugitives

Data/Hora 11/05/2012, 17:05. Autor
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Ainda to em choque, Brasil! Que episódio sensacional! Ao melhor estilo Gossip Girl. Me fez lembrar os tempos épicos das duas primeiras temporada. Não sei se é porque eu me empolgo demais com a reaproximação dos quatro protagonistas, mas achei os últimos dois episódios bem acima da média do que a série andava produzindo ultimamente.

Embora algumas coisas eu tenha percebido logo de cara, o resto do episódio foi bom demais. Sinto que os roteiristas também não tem certeza da renovação e por isso estão fechando diversas tramas. Ou então deve se confirmar uma temporada de treze episódios para fechar a série e eles querem que a última temporada seja um tempo de felicidade.

Pois bem, vamos aos encaminhamentos… Eu estava ansiosa pela explicação que dariam para o sumiço de Bart Bass e até que conseguiram me convencer. Embora eu ache muito do além alguém sumir dessa maneira, sem avisar a esposa e o filho, somente porque está sendo perseguido, achei que a história contada ficou bem redondinha, sem nenhum ponto de fuga. Porém, sou meio desligada e posso ter deixado escapar algo.

Logo que o Andrew disse que não ajudaria a investigar e principalmente quando a Diana disse que o perseguidor do Bart era um tal de Nevins eu desconfiei do Andrew. Como que o perseguidor seria alguém que nunca apareceu na série?

Fiquei triste de ver a maneira como Bart tratou o Chuck no primeiro momento. Aquela frieza foi cruel, e não foi difícil entender porque o filho é do jeito que é. Mas após todas nesse episódio, Chuck comprovou mais uma vez o que vem nos mostrando ultimamente: ele está mais maduro e especialmente mais humano. O Chuck de agora é uma pessoa muito melhor que o Chuck antigo. E no final do episódio foi muito bonitinho os dois voltando para casa juntos.

Em The Fugitives novamente os amigos se reaproximaram para resolver questões pendentes. E de novo, com a graça de Deus, o Dan estava muito ocupado fazendo outras coisas. Cara mala! Ele é um personagem que só foi legal nas primeiras temporadas e depois acabou se perdendo. Nunca uma ligação telefônica foi tão providencial, pois acho que ele vai acabar indo pra Itália sem a Blair.

To reparando há um tempinho que a Blair não quer mais namorar com ele e não sabe como informá-lo disso. Quem mais mandaria a ex do cara (ainda que ela seja sua melhor amiga) para a entrevista com o namorado? Mas eu to amando muito tudo isso. Dair já deu o que tinha que dar e tá mais do que na hora da Blair se dar conta de que ama o Chuck. O Dan podia terminar sozinho. Tirando todos esses pormenores foi impagável ver a Serena se fingindo de Blair e depois a Dorota se fingindo de Serena. Ri muito!

Amei também quando a Serena conta pra Blair que era a Gossip Girl. A Blair foi muito Blair naquele momento. E confesso que eu não havia pensado antes, mas acho que realmente as duas poderiam ter aprontado muito juntas. Ia ser muuuito legal. Outro momento impagável do episódio foi Lola e Ivy atuando como prostitutas. Acho que a dívida que a Ivy tinha com eles está muito bem paga agora. Uma hora tinha que servir pra alguma coisa a formação de atriz delas! =P

E o Nate que quase estragou o plano do Chuck se comoveu com a conversa da Diana e deixou ela ir embora sem punição nenhuma. Tomara que ela resolva se regenerar mesmo e não apareça mais pelo Upper East Side pra encher o saco.

Por fim, depois de Blair e Serena terem uma conversa linda e reafirmarem mais uma vez a amizade a Gossip Girl resolveu botar novamente as asinhas de fora. Eu não estou acreditando ainda que tenha sido a Serena que entregou as páginas do diário para o blog, mas tudo pode acontecer né?! Só sei que com certeza essa suspeita vai abalar a amizade das duas. Com isso volta a bater aquela curiosidade sobre quem é a Gossip Girl.

Podemos esperar de tudo dessa season finale, né? Eu acho que vai ser um baita episódio. Aposto que a Blair vai ter que escolher e vai optar por não ir com o Dan pra Itália, mas sim ficar com o Chuck. Outra curiosidade que tenho é saber qual vai ser a reação da Lily ao saber do acontecido com Bart, especialmente em um momento em que está separada do Rufus. Acho que na próxima temporada a Serena terá que correr muito pra reconquistar a amizade da Blair. Agueeenta coração!

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