Once Upon a Time – A Land Without Magic

Data/Hora 21/05/2012, 09:57. Autor
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Uma vida está em jogo. E quando não existe explicação científica ou racional para a forma com que Henry tenha sido envenenado, Emma começa a palpitar sobre uma única possibilidade: magia. As mãos tocam no livro da verdade. A magia ilumina a mente de Emma. Um flashback a incendeia com o seu passado e mostra a sua missão. Esperamos vinte e um episódios para escrever essa frase com convicção. Agora podemos esperar de tudo. O que vai acontecer com os personagens? Será que ela aceitará a missão? Será que ela aceitará ser uma princesa? Não sabemos. Mas de uma coisa temos a certeza: ela acredita na maldição. Ela acredita em magia. A Emma finalmente acredita em tudo.

Começamos o episódio a todo o vapor contando passo-a-passo como foi que James conseguiu fugir do castelo até a cena em que ele salva Branca de Neve (presenciado no episódio piloto). Voltamos a rever um personagem bem esquecido: o caçador. Quem não sentia saudades dele? Depois que ele provou do amor verdadeiro de Emma, sua memória começou a voltar aos poucos e isso causou a sua definitiva morte.

Acho que todas as cenas do episódio eram situações que realmente queríamos e não agüentávamos mais esperar. Como Emma jogando Regina contra prateleira e depois a segurando pelo pescoço, mostrando não só superioridade, mas que seria capaz de tudo para salvar seu filho. E foi isso que ela provou ao lutar bravamente com Maleficente, ou diria Dragão Maleficente? Algo muito bacana feita foi à troca de cenas e a comparação indireta realizada pelos roteiristas. Mostrando o Príncipe Encantado colocando a poção do amor na barriga do dragão e a Emma tentando retirar a poção de dentro do dragão em nosso mundo. Sempre existe aquela conversa que o filho puxa mais para um lado dos pais do que o outro, e realmente algo que eu não tinha percebido, mas a coragem de Emma foi puxada pelo seu pai, mas ela tem o carinho e o afeto da mãe.

É claro que não poderíamos terminar uma temporada sem antes Rumpelstiltskin fazer mais um de seus acordos. Dessa vez foi com James, para fugir da Floresta Infinita e salvar Branca de Neve. Após fazer o que Rump queria e se transformar em um verdadeiro cavaleiro, James foge com o seu cavalo para salvar Branca de Neve. E na cena que nunca cansamos de ver, o beijo do amor verdadeiro faz Branca acordar e ele a pede em casamento. E por obrigação, tenho que citar uma frase que chega a ser cômica vinda de Branca:

“Ainda temos um probleminha com o seu pai e minha madrasta. [James comenta que aceita sugestões] Aqui está uma: vamos conquistar o reino [James comenta como eles iriam fazer isso] Da mesma forma que fazemos sempre: juntos”.

Entre outras cenas do episódio não deixaria de comentar o retorno de Jefferson ao cobrar de Regina um posicionamento em relação ao acordo feito entre ambos. Já que Regina não cumpre, Jefferson pensa em uma única solução. Já que ele não conseguia matar Regina, a única pessoa que teria coragem suficiente seria o Mr. Gold e a única forma de despertar a sua raiva é trazendo de volta o seu antigo amor: Bela. Que estava confinada em um asilo para loucos.

Ainda tivemos a oportunidade de ver a transformação por completo do Pinóquio se tornando em madeira, tudo pelas suas mentiras e por não seguir o conselho da Fada Azul. Ele pode ter ido embora, mas ele foi feliz. Ele se transformou em madeira sabendo que Emma acreditava em tudo.

Mr. Gold enganou a todos. Ele ainda anseia por poder e se aproveitou da oportunidade para usar Emma e Regina como forma de recuperar a sua poção do amor. Ele conseguiu e seu plano se tornaria realidade, pois ele sabia que de uma hora ou outra a maldição seria quebrada.

Henry morre e o que nos sobra são as lágrimas de Emma e um pequeno violino de fundo. Uma perda fatal. Regina abraça o doutor. A freira fecha os olhos e Emma se aproxima de seu filho com a dor no seu coração. Em pouco tempo, ela sentiu um sentindo para a sua vida. Agora, ela se sente culpada, já que ela teve todo o tempo para ficar com o seu filho, mas preferiu abandoná-lo. E com um beijo na testa e um ‘Eu te amo’, ela se despede de seu filho.

Até que a magia explode pelo hospital vindo do beijo de Emma. E essa magia de amor, quebra a maldição. Faz com que as memórias de todos voltem a ser como era antes. Faz com que Henry acorde de seu sono profundo. E faz com que todos olhassem com ódio para Regina. Ela seria aniquilada. Este seria o seu fim. No entanto, com uma poção de amor caindo na poça de água milagrosa que traz luz a escuridão, traz o que todos anseiam e finalmente a salvação de Regina: magia. O poder está em Storybrooke.

Como esses roteiristas tem coragem de terminar uma temporada dessa forma nos deixando não só curiosos, mas com o coração na mão? Agora a magia está em nosso mundo. Estamos todos em perigo! Alerta Vermelho, pessoal! Mas com brincadeiras a parte, Once Upon a Time nos trará grande frutos e grandes cenas pela frente ainda. Vingança, aceitação e um romance virão para a vida de Emma. Será que ela se acostumará com sua nova vida? Era uma vez nos faz lembrar de tanta coisa não é? Lemos o primeiro capítulo. Não sei vocês, mas eu estou preparado para ler o segundo.

Grey’s Anatomy – Flight

Data/Hora 19/05/2012, 10:58. Autor
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Chegou o dia de nos despedirmos da 8ª temporada de Grey’s Anatomy. Essa temporada linda que fez reacender o amor pelo seriado, e que foi uma verdadeira homenagem aos seus fãs e às primeiros anos da série.

E, como não poderia deixar de ser, o encerramento da temporada foi muito bom. Sim, eu adorei o episódio. Vi uma comoção nas redes sociais, pessoas afirmando que essa foi a pior season finale de todas. Que o roteiro foi ruim, que o episódio ficou sem final e o gancho utilizado foi ruim. Discordo veementemente de tais opiniões. E essa review é, tmabém, para explicar o porquê da minha opinião.

Desde a 2° temporada de Grey’s, no famoso episódio-bomba, temos certeza de uma coisa: a série não é UM drama. A série é O drama. Isso significa que deveria existir uma categoria própria pra Grey’s Anatomy – o drama do drama. E logo nos descobrimos outra característica marcante de Shonda: ela faz os personagens sofrer, e mais, ela mata nossos personagens favoritos. Sempre foi assim, e sempre será. Na cabeça da Rainha do Drama saída de ator significa, constantemente, morte. Por que ela gosta de drama. Quanto mais dramático melhor. Então, não é surpresa a morte de um dos personagens mais amado pelos fãs. Lexie se foi. Ela não seria a minha escolha, obviamente. Pra começar eu teria mandado a April no avião, pra mim ela que deveria ter morrido. Talvez, Avery. Ou, no máximo, Teddy. Nunca a Lexie. Mas a Chyler Leigh, segundo informações que rodam por aí, na web, pediu pra sair, para se dedicar a um novo projeto. Aí é dar munição para a Shonda, que juntou a fome com sua vontade de comer.

E a cena da morte foi muito bem feita. Mesmo. A atuação da Chyler foi perfeita, ela se despediu em grande estilo. Foi muito, muito triste. Na verdade, foi quase desesperador. E por isso a cena foi tão boa. Ela ganhou o devido destaque na hora da morte. O que significa que Shonda gosta dela. Senão ela só mandava um ônibus passar por cima dela (piadinha infame).

Claro que xinguei Shonda até a miléssima geração. Especialmente porque se ela pretendia matar Lexie, não devia ter dado falsas esperanças para os nossos corações shippers. Eu estava plenamente convencida que Slexie vivaria casal novamente ainda nessa temporada. Não foi assim que o destino – leia-se drama bitch – quis. E isso tornou tudo mais triste – e inaceitável também; mas somos fãs e infelizmente, nos cabe aceitar as decisões que os escritores fazem, já que reclamar também não adianta. Ou abandonar a série, e não conheço ninguém que pretende abandonar Grey’s por causa desse episódio.

E eu, do alto do meu romantismo, espero um final poético. No melhor estilo Romeu e Julieta, já que achei tão bonito o discurso “de despedida” do Mark pra Arizona. Sei lá, seria uma forma de redenção da Shonda, pra mim. Se outro ocupante do avião morrer, em setembro, creio que deva ser ele. Lexie o estará esperando.

Eu gostei muito do discurso de Yang, sobre bombas, ônibus atropelando amigos e tiroteios. Ela falou um pouquinho do que nós, fãs, pensamos. O Seattle Grace Mercy é realmente um atrativo para a morte. E curti que ela conseguiu manter a calma – embora procurasse feito louca pelo tênis – e dar a volta por cima. Depois de uma 7ª temporada de estresse pós-traumático, Yang conseguiu assumir o controle em uma situação de caos.

Mer também esteve muito bem (à propósito, uma grande atuação da Pompeo). É claro que ela se desesperou. Mer é uma pessoa cheia de perdas, na vida. Mas ela conseguiu colocar as ideias em ordem, fazer uma série de procedimentos em Derek e em Mark, e os dois devem sua vida à ela, principalmente. Foi desesperador ver ela chorando pela irmã, achando que o marido estava morto e ainda dizendo pra Cristina que ela continua sendo sua “person”. De cortar o coração, profundamente.

Arizona, que era a principal aposta dos fãs para ir para a terra dos pés juntos, sobreviveu. E apesar de estar enxergando o próprio osso e cuspindo sangue, ela também manteve o controle e até acalmou o piloto do avião. E suas palavras para Mark, sobre sua família, foram belas. Acho legal que ela, depois de todos os problemas que os dois enfrentaram, seja a pessoa que está ali por Mark, nesse momento tão devastador pra ele.

Antes de comentar as outras tramas do episódio, preciso dizer que adorei a forma como a transição de cenas foi feita, mostrando o hospital e a mata. Mostrou a posição antagônica de ambos, a calma conflitando com o desespero.

Gostei da trama da Teddy, e do desfecho que deram pra ela. Gostei mesmo. Não acho que foi desperdício de tempo de episódio ou coisa assim. A redenção dela veio naquele discurso sobre lealdade, pra Owen. Embora eu ainda ache que o Owen não agiu totalmente correto (agora, achei louvável ele demití-la, mas ficar sem checar os recados foi mancada!), Altman supervalorizou a situação toda, compreensivelmente. Foi ótimo vê-los novamente como amigos, e sentirei falta da Teddy na próxima temporada – se não houver reviravolta nenhuma e ela não decidir ficar. A beleza do final do episódio é justamente essa: tudo pode acontecer quando setembro chegar. E adoro surpresas.

Não gostei do tempo que dedicaram à Bailey e Ben. Pra mim foi excessivo. Fico triste em ver Miranda reduzida à um personagem secundário. Mas fiquei feliz que, aparentemente, os dois acertaram os ponteiros e na próxima temporada não haverá mais mimimi.

Callie e o Chief serviram como o alívio cômico do episódio – ainda acho que Callie ficou “cômica” demais. Esses momentos eram necessários pra que conseguíssemos secar as lágrimas antes de recomeçar a chorar. Mas é óbvio que as tramas que eles estavam envolvidos eram de menor importância.

Em April e Jackon nem prestei muita atenção, só sei que eles falaram sobre amizade. E curti bastante a cena da ligação do Alex, explica bem a motivação dele pra sair. E talvez explique o porquê dele ficar, na 9ª temporada – minha aposta.

No final das contas, um episódio “inacabado”. Um ótimo cliffhanger (gancho é exatamente isso, minha gente. Final sem final), na minha opinião. Além de deixar as perguntas “quem mais morrerá?”, ainda deixa a pessoa pensando “quem permanecerá na próxima temporada?”. E como reagirão os outros médicos, quando soberem? Ótimas perguntas, pra mim. E que deixarão todos os fãs ansiosos pela season premiere da próxima temporada.

Finalizando, preciso dizer que adorei escrever pra vocês sobre meu seriado favorito, especialmente sobre essa8ª temporada, que foi o renascimento da série. Obrigado a todos pela companhia. Até a nona temporada, pessoal!

P.S.: críticas abaixo em 3…2…1!

Glee — Props e Nationals

Data/Hora 19/05/2012, 09:54. Autor
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Série: Glee
Episódio: Props e Nationals
Temporada: 3ª
Número dos Episódios: 3×20 e 3×21
Data de Exibição nos EUA: 15/05/12

Essa semana tivemos 2 episódios, um em seguida do outro, e para a alegria geral dos Gleeks, os dois foram igualmente maravilhosos! Lembraram aqueles primeiros episódios, com humor e drama sempre na medida certa, nunca deixando a boa música de lado.

Props foi ótimo! Sem mais. 30 segundos de episódio e eu já estava rindo. Adorei que deram um papel de destaque pra Tina nesse episódio, ela merece. O triste é que ela precisou bater a cabeça e pensar que era a Rachel para conseguir ter um solo. Mas esse papel de destaque que deram para ela foi mais como um jeito de falarem que ela vai ter mais presença na próxima temporada, o que eu acho difícil de acreditar. Sinceramente.

Tina resolveu soltar a franga para um assunto sempre muito presente no Glee Club: Rachel. Que sempre ganha os solos, que sempre aparece mais… Mas a verdade é que a noiva do Finn só pensa em conseguir uma segunda chance para o NYADA. E vê nas Nacionais um ótimo pretexto para conseguir o que ela quer.

Bom, no sonho, Tina vira a Rachel, Rachel vira a Tina, Finn vira Kurt, Puck vira Blaine, Santana vira Artie, e tudo fica uma loucura! Mas tudo muda quando a Tina que na verdade era a Rachel, diz para a Rachel que na verdade é a Tina, que ela vai ter seu momento no ano que vem. E que se estivesse no lugar dela (Tina versão Rachel), iria atrás da reitora até conseguir uma segunda chance. Ufa! Confesso que esse foi o parágrafo mais difícil que já escrevi na vida. Quando a Tina acorda, vai logo atrás da Rachel verdadeira dar essa ideia. As duas viajam até uma cidade vizinha onde a reitora está fazendo algumas audições, e praticamente imploram para ela aparecer nas Nacionais de Chicago.

Sue quer vencer de qualquer jeito, e isso é fato. Mas quando vê que Unique (o garoto que o Kurt e a Mercedes ajudaram a sair do armário no 3×16, Saturday Night Glee-ver), está fazendo muito sucesso. Tenta convencer o “Porcelana” a se vestir de mulher, mas não rola. E o Puck resolve arriscar, mas o Will não gosta nada da ideia. O problema é que Puck se vestindo de mulher só piora ainda mais a sua situação com os garotos do futebol, que começam a humilhar o Noah. E é por pouco que não acontece uma tragédia, graças a Treinadora Beiste que aparece. Quando ela o chama para conversar, ele se acaba de chorar, e a atitude dele faz ela aparecer que ela tem que tomar uma iniciativa e deixar o marido de uma vez por todas (já que ela tinha mentido sobre ter deixado ele). E assim ela fez. Além disso, ainda conseguiu uma outra chance do Puck passar de ano!

Sobre os números musicais:

I Won’t Give Up foi lindo! Eu amo essa música, e a Lea (ou Rachel) cantou super bem. Outro solo que eu amei, foi o da Rachel/Tina, eu sempre gostei da voz dela, e acredito que ela devia mesmo ter mais solos. Ela cantou Because You Loved Me perfeitamente bem, contudo, eu não conseguia me controlar e acabei rindo na maior parte da perfomance, Sue/Will e Will/Sue estavam fantásticos!

Mean foi o melhor na minha opinião. Adoro e senti falta dos solos do Puck, só ele e um violão, e a Shannon arrasou junto com ele. Além do que, essa música deu super certo no contexto do episódio. Detalhe que eu quase tive um filho quando ele cantou “Washed up and ranting about the same old bitter things”. Desculpem, precisei compartilhar a emoção com vocês.

Flashdance… What A Feeling, foi super legal também. Adorei, pena que demorou 3 temporadas para elas cantarem um dueto juntas… A música também deu fechamento ao episódio, onde os garotos no ND estavam no ônibus indo para Chicago.

Nationals começa com Mercedes de cama. Todos ficam muito preocupados, até porque, pelas palavras de Sue, eles estão entrando em um Jogos Vorazes dos corais sem uma das vozes mais poderosas. Além disso, Will estava super ansioso e morrendo de medo de decepcionar o pessoal do ND. Mas não era só ele que estava a flor da pele, todos estavam, o que causou até uma briga geral entre os membros do coral, mas logo eles se acertaram e se uniram novamente para um bem maior: Ganhar as Nacionais.

Além de estar morrendo de medo da competição, Rachel também está preocupada em saber se a reitora do NYADA vai aparecer por lá. Já Finn, também tem motivos extras para ganhar a competição, porque apostou com o cara dos mullets 500 doláres que eles iriam ganhar.

O New Directions seria o primeiro a performar, e antes disso, naquela roda de concentração que todos os Gleeks já conhecem, Finn disse que na noite anterior, eles fizeram uma roda e viram que o maior motivo para eles quererem ganhar as Nacionais era o Will. Lógico que o cabelo de miojo (como diria a Sue), ficou todo emocionado. Mas aí, de repente, nossa Mercedes aparece toda gata e inteirona, pronta para participar da perfomance também!

Os juízes da competição esse ano foram: Lindsay Lohan (rolou muitas fofocas de que ela ia filmar totalmente drogada e acabada), Perez Hilton e um vereador.

Nas performances, Quinn conseguiu dançar direitinho, e confesso que foi lindo. No meio da performance solo da Rachel, a reitora apareceu e ficou toda animadinha com as performances dos ND. Até “apitinho” com a boca rolou.

Depois disso, Mercedes e Kurt foram dar boa sorte para Unique, mas Wayne (a outra parte da Unique), estava enlouquecendo de medo. Os dois dera uma força, e o cara finalmente tomou coragem. O que deu um gancho para ficarmos sabendo que provavelmente ele vai para o ND ano que vem.

Depois da performance do Vocal Adrenaline, os juizes votaram. Lindsay votou nos ND, Perez no Vocal Adrenaline, e o vereador apoiou os ND também. Sendo assim, até que enfim, New Directions foram os campeões das Nacionais! Antes mesmo de saber quem eram os campeões, Jesse St James foi falar com a reitora, e disse que Rachel é a pessoa mais talentosa que ele já conheceu, e que ela não iria se arrepender em ter a garota do NYADA. Sem expressar nenhuma decisão, ela foi embora.

Mas voltando, foi lindo ver finalmente, em câmera lenta, os ND sorrindo, e não chorando. Quando eles apareceram no McKinley High andando lindos e divos no corredor com o seu troféu, copos de raspadinha apareceram, mas dentro deles, ao contrário do que estamos acostumados, existiam papeizinhos coloridos.

Finn ganhou os seus 1000 doláres, e Will conseguiu finalmente, dormir com a sua noiva. Naquele sentido.

No final do episódio, Figgins pede um favor à Rachel, Finn e o pessoal do New Directions. Fazer um discurso e se apresentar na hora de entregar o prêmio ao professor do ano. Não precisa nem dizer quem é né ? Will levou o prêmio, e foi super merecido. E ainda ganhou um discurso super emocionante dos seus alunos. Digamos que eu chorei na primeira vez que eu vi, chorei na segunda vez, e estou chorando agora pela terceira vez! Ok, sou sensível demais, eu sei. Mas que foi lindo, foi.

Sobre os números musicais:

Edge Of Glory foi perfeito! Sem comentários, as Troubletones sempre arrasam, mas dessa vez elas se superaram. Lea arrebentou, e colocou Celine Dion no chinelo com a sua performance de It’s All Coming Back To Me Now. Se a reitora não der uma vaga no NYADA para a Rachel depois dessa, ela precisa ser internada.

Precisa dizer alguma coisa de Paradise By The Dashboard Light? Maravilhoso. Me lembrou aquele velho Glee, aquele por quem eu me apaixonei há 3 anos.

Starships foi muito bom também, e Pinball Wizard não fica atrás. O Vocal Adrenaline usa de muitos efeitos visuais, e tudo ficou realmente lindo.

Tongue Tied foi uma performance linda, eles chegando na escola, as coisas acontecendo para todos eles. Foi lindo. Eu sei que usei muito essa palavra, mas realmente foi lindo. We Are The Champions, para mim, foi resumido em lágrimas. Me envolvo demais com as séries que eu assisto, e em momentos assim acabo sentindo um orgulho enorme dos personagens.

Que o próximo episódio, sendo o último da temporada, seja tão maravilhoso quanto esses dois!

Balanço da temporada – ‘Desperate Housewives’

Data/Hora 17/05/2012, 23:24. Autor
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Ontem chegou ao fim a saga das quatro donas de casa desesperadas de Wisteria Lane, mas antes de mais nada preciso esclarecer que nunca passei pelo que passei ontem vendo o final de Desperate Housewives. Isto porque, antes de ontem, eu nunca tive uma série que gostasse tanto e que fosse tão importante para mim com data marcada para terminar. Quando as séries são canceladas depois da exibição do último episódio, não há aquele sofrimento de acompanhar seus personagens favoritos sabendo que é a última vez. É como tirar o band-aid de uma vez entende? Agora, o final anunciado te faz ficar remoendo e sofrendo a cada segundo do episódio que leva ao encerramento com o pensamento constante de que esta será a última vez que você verá estes personagens. Claro que sempre teremos as reprises e boxes de DVDs e downloads, mas nunca será a mesma coisa.

Agora, deixando meu sofrimento um pouco de lado, e depois de uma retrospectiva com alguns dos melhores momentos da série, vamos falar especificamente da oitava e última temporada da série. Depois do final da sétima temporada de fazer o público perder o fôlego, com Carlos matando o padrasto de Gaby e as outras três ajudando-os a escoder o corpo, a oitava temporada começa com eles fazendo a limpeza do ambiente e enterrando o corpo no meio da mata. Tudo sob mais uma narração impecável de Mary Alice que diz que apenas o verdadeiros amigos ficam, depois da festa, para ajudar a limpar. O grupo faz um pacto de mater segredo sobre o acontecido naquela noite. Só que, como tudo em Wisteria Lane, as coisas não são tão simples assim. Susan e Carlos começam a ter problemas em lidar com o que eles fizeram, o que desencadeia uma série de problemas para todos eles durante a temporada. Carlos acaba se tornando alcoólatra o que o obriga a se internar em uma clínica de reabilitação. Susan, em sua necessidade de se expressar para poder deixar a culpa de lado, acaba entrando para um curso de pitura e como resultado ela pinta as cenas do assassinato e do corpo sendo escondido.

Bree, por sua vez, enfrenta o sofrimento de ser a base que mantém sua ação e de seus amigos firme. Ela tenta, durante grande parte da temporada contornar todos os problemas sem incomodar os outros. Isto inclui lidar com bilhetes ameaçadores idênticos aos que Mary Alice recebia na primeira temporada – ela só compartilha estes bilhetes com Gaby, que concorda em deixar as outras amigas no escuro. Ela também precisa lidar com o namorado policial, que logo se torna o ex, e que faz de sua cruzada pessoal perseguir Bree e suas amigas. Toda a pressão pela qual ela passa acaba levando Bree a sair de sua sobriedade e voltar a beber. Aqui começa o caminho dela para o fundo do poço. Em um momento de desespero, Bree nos surpreende com um dos momentos mais tensos desta temporada. Ela pega uma arma e parte para um motel prota para cometer suicídio. Ainda bem Renee chega e a impede.

Para Lynette, a temporada foi focada no fim de seu casamento com Tom e nas suas tentativas  – frustradas – de recuperá-lo. Lynette teve que lidar com seus sentimentos, sua busca por ser uma nova mulher e com a nova namorada de Tom, Jane. Gabrielle é a que se mantém mais forte durante a temporada, afinal ela não tem escolhas já que se marido perece diante da circunstância. A evolução da personagem é considerável se compararmos com aquela Gaby fútil e adúltera da primeira temporada. Já Renee finalmente encontra seu grande amor: o novo vizinho Ben, que entra na série no começo da temporada. Os dois são as causas de um dos momentos mais tristes desta oitava temporada: a morte do Mike. Depois que Ben pega dinheiro emprestado de um agiota e não consegue pagá-lo, Renee assume a dívida. Quando o agiota invade a casa de Renee, Mike o coloca para fora. Ele então garante para Mike que ele deveria tê-lo matado. O agiota então retorna e mata Mike na frente da casa dele com Susan. Uma das cenas mais tristes da série que levou a um episódio emocionante com o velório de Mike e as recordações que cada um da vizinha tinha dele.

Com o passar da temporada as coisas foram só se complicando para o lado de Bree, que acabou se tornando a principal suspeita do assassinato de Alejandro depois que a polícia encontra o corpo e a digital de Bree está no botão da camisa do morto. Quando chegamos aos dois últimos episódios que encerraram a temporada ontem, Bree está sendo julgada pelo assassinato. Além disso, ela acabou se envolvendo com seu advogado. Lynette e Tom ainda estão separados. Susan está decidida a se mudar de Fairview para morar perto de sua filha Julie, que está prestes a dar a luz a seu primeiro filho. Gaby está trabalhando enquanto Carlos se tornou conselheiro para pessoas com vícios. E Renee está desconfiada de que alguma coisa grave aconteceu naquela noite do janter que Alejandro foi morto, já que Ben esá envolvido e não conta nada para ela.

Além de tudo isso, no primeiro episódio do finale de duas horas, Give Me the Blame, temos o retorno de Karen McCluskey, que andou sumida da série depois de ter tido um pouco de destaque no começo quando descobriu que seu câncer estava de volta e desta vez sem chances de cura. Bree, Gaby, Lynette e Susan descobrem que Karen está saindo de casa e se mudando para um hospital por seu câncer ter atingido um estágio crítico. Sensibilizadas pelo antigo desejo de Karen de poder morrer em casa, elas se oferecem para fazer turnos e cuidarem de Karen para que ela não precise ir para o hospital. Tirando este momento, o resto deste primeiro episódio do final é focado no julgamento de Bree, que tem ganhado cada vez mais destaque na imprensa.

A sitaução de Bree não é nada favorável. Quando Ben é colocado para depor e se recusa a falar, ele acaba preso, o que leva Renee a testemunhar depois de ser pressionada pela promotora que a ameaça mandar Ben de volta para a Austrália. Renee então conta que na noite da morte de Alejandro ela viu Bree chegando em casa de madrugada coberta de lama e folhas e levando uma pá. Diante da derrota, Trip, advogado de Bree, a beija e consegue tirar dela toda a história do assassinato. Com isso em mãos, mesmo com ela pedindo para que ele não faça, Trip chama Gaby para testemunhar novamente decidido a arrancar dela uma confissão. Bree o impede fingindo um desmaio. Quando Gaby chega em casa, ela conta o que aconteceu para Carlos e Karen ouve tudo. Neste ponto as coisas começam a tomar forma para a conclusão.

Karen assume o assassinato já que está quase morrendo como forma de agradecer àquelas mulheres por tudo que elas já fizeram por ela. Assim, todas as acusações contra Bree são retiradas e a promotoria decide não indiciar Karen diante de sua condição. Uma resolução simples e eficiente para a história sem precisar arrastá-la ainda mais. Finishing The Hat, a conclusão da série, mostra a vida das donas de casa entrando nos eixos. Renee finalmente se casa com Ben. Katherine retorna de Paris para fazer uma proposta para Lynette. Ela se tornou uma empresária de sucesso na França e agora está querendo trazer sua empresa para os EUA e quer Lynette para tomar conta de tudo. Tom e Lynette finalmente se acertam e, depois de ela aceitar a proposta de Katherine, eles se mudam para Nova York.

Gabrielle acaba se tornando uma empresária de sucesso com uma loja de roupas. Ela e Carlos se mudam para a Califórnia. Bree começa a namorar com Trip. Eles se mudam para o Kentucky, onde ela entra para a política e acaba se tornando senadora. Já Susan vai morar com a filha e a neta. Mesmo sendo a primeira a se mudar, a cena de Susan saindo de Wisteria Lane é a última e serve como despedida dela e dos espectadores daquela rua que nos fez companhia por oito anos. Neste momento temos um vislumbre de todos os que passaram por aquela rua e morreram ali enquanto Mary Alice faz sua narração final, sendo também a última a aparecer. Mas se você acha que Wisteria Lane acabaria com a saída das nossas amadas donas de casa, se engana. Antes de Susan partir ela recebe a nova moradora de sua casa e ela, como já devíamos esperar, tem um segredo. Não poderia ser diferente em Wisteria Lane.

Desperate Housewives encerrou sua caminhada por Wisteria Lane com a qualidade que a série sempre teve. Durante esta oitava temporada todos os elementos pelos quais a série é conhecida e que apaixonaram os fãs marcaram presença. Temos o humor habitual, o suspense que guia a temporada e o drama pessoal e coletivo. A temporada teve alguns problemas por tentar abordar muitos personagens e temas, às vezes resultando no esquecimento de um ou outro, mas nada que atrapalhasse no resultado final. E estes dois últimos episódios foram compostos por todos estes elementos que fazem parte da história da série. Fãs não devem ter se decepcionado e duvido que algum não tenha se emocionado com a cena do último jogo de pôquer entre as donas de casa. Eu, como sou um pouco exagerado, me emocionei desde a primeira cena e até agora estou um pouco anestesiado, sem acreditar que terminou.

Veep – Chung

Data/Hora 17/05/2012, 19:42. Autor
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Estamos na metade da temporada de Veep e a série continua crescendo no meu conceito. A consistência do humor e dos personagens é incrível, assim como o desenvolvimento gradual de cada um com a suas personalidades ficando cada vez mais marcantes. E tem como não amar Selina? Ela está cada dia mais enrolada com suas alianças políticas (ou com o fim delas) e isto gera momentos hilários.

O episódio começa com Amy e Dan indo ao lançamento do livro do Governador Danny Chung no lugar de Selina que não o suporta. Durante a caminhada dos dois mais uma vez a tensão sexual entre eles é perceptível e por mais que Amy adore declarar sua raiva por Dan o tempo todo, os dois forma uma boa dupla e rendem trabalhando juntos. Quando eles retornam ao gabinete da vice-presidente, eles discutem com ela a possibilidade de Chung se candidtar para presidente nas próximas eleições, o que a deixa nervosa e com medo de perder o apoio do presidente durante as eleições. Com isso ela pede para que seu investigador descubra alguns podres sobre Chung. O que chega ao ouvido dela é que ele não poderia se candidatar por não ter nascido nos EUA, ter sido naturalizado depois. Este é o ponto principal do episódio e que dará partida na confusão enfrentada por Selina e sua equipe.

Selina concede uma entrevista para o Meet the Press e, depois do programa, durante uma conversa com o apresentador, ele a questiona sobre a possibilidade de Chung se candidatar à presidência e ela responde que acha improvável, “já que ele nem americano é”. Como de costume, as péssimas escolhas de palavras de Selina na hora de se expressar deixam a  declaração com cara de racista pelo governador ser descendente de chineses. Mais uma vez Selina está envolvida em uma polêmica colossal e isso é o  interessante de Veep. Os roteiristas não têm medo de fazer da protagonista uma personagem destestável às vezes, com seu ego gigantesco e sua prepotência inigualável, e com isso a série só ganha pontos, a meu ver. Temos a possibilidade de presenciar durante cada episódio de Veep aquele humor negro que foge das convenções do politicamente correto que dominam a televisão atualmente. E isto é um sopro de vigor.

Veep também continua fazendo humor sobre o estigma que persegue o ambiete político de um lugar sujo, repleto de pessoas desonestas e que estão dispostas a fazer qualquer coisa para atingir seu objetivo. Que o diga a cena em que Amy e Dan vão atrás de um do senador do Arizona para que ele apoie da vice na lei dos votos. Para que ela consiga o que quer, que vencer na votação, ela aceita deixar sua opinião de lado sobre a imigração só para poder receber o apoio. A cena do jantar é mais uma construída para mostrar a dinâmica entre Amy e Dan.

Jonah tem se tornado um dos personagens que mais me irritam com seu jeito arrogante e idiota ao mesmo tempo, mas nem ele consegue estragar a série. Mike está cada vez mais engraçado por seu cansaço diante do trabalho – a cena dele dormindo na limousine é impagável. Sue a cada episódio se mostra a mais competente entre os funcionários da vice. É impressão minha ou ela está se tornando uma espécia de mistura entre April e Donna, de Parks and Recreation? Ah, o episódio ainda nos mostra um pouco mais da vida da vice fora do gabinete com seu namorado, o que gera momentos hilários como a cena de Amy e Gary ouvindo a conversa dos dois na escada ou a cena do celular. Nunca vou me cansar de elogiar Julia Louis-Dreyfus. Ela domina o papel e já tem suas ações e trejeitos que fazem são dela basicamente, como quando ela começa a engasgar quando não sabe o que dizer. E o que fica no final? A certeza de que Veep não tem medo do ridículo (o que é ótimo) e que na política nada importa a não ser você mesmo.

Smash – Bombshell

Data/Hora 17/05/2012, 14:10. Autor
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Hello leitores! Esta é, antes de tudo, uma review de despedida. Acho que na próxima temporada a Tati estará de volta pra assumir as reviews de Smash, e caso não esteja devo compartilhar com vocês que esse foi o último episódio da série que eu assisti. O meu lado pré-adolescente – lado o qual vocês deverão levar em consideração ao ler essa review – não consegue aceitar a maneira como uma série tão promissora degringolou tanto.

Enfim, confesso que nem sei o que escrever já que quase não vi o episódio até o fim. Gostei da maneira como ele começou. Eu me senti vendo A Favorita sem saber quem ia ganhar o papel. Achei que o mistério ia se resolver só no fim do episódio, mas logo já mostraram quem seria a Marilyn. Final que, aliás, foi totalmente previsível. Era óbvio que a “boazinha” sairia com o papel no final. Até nos cartazes promocionais da série quem aparece no topo da pirâmide é ela.

E vamos combinar que de boazinha a Karen não tem nada.Quero dizer, na minha opinião. Porque sei que tem muita gente por aí achando o contrário.  Pra mim ela fingiu-se de boazinha o tempo todo, mas sempre se encarregando de passar a perna em alguém, mas bem de leve pra que a pessoa não levasse um tombo e ninguém percebesse, mas machucando a canela aos pouquinhos, até que por fim a pessoa cai. A Ivy pode ter até dormido com o Derek, mas a única pessoa que usou ele e se beneficiou de alguma maneira disso foi a Karen.

A-M-E-I que pelo menos a Ivy deu o golpe do anel. Bem feito pra Karen. Mereceu ficar sabendo, porque durante todo tempo ela foi uma bitch e se encarregou de sabotar a Ivy aos pouquinhos. Aposto um milhão de reais com vocês que na próxima temporada a Karen vai estar com o Derek, que, aliás, ultrapassou o Ellis e agora é o personagem mais odiado da série. Só não me cobrem se isso não acontecer. A aposta foi feita no calor da emoção e eu não teria, definitivamente, como pagar.

A química de Julia e Tom é ótima! Os dois são o que ainda restou de promissor em Smash. Michael separado e Julia grávida dele mudarão os rumos da família de Jules, aposto. Impossível que isso não abale as estruturas deles, que queriam tanto adotar uma criança. Quem sabe o Frank e o Leo não aceitam adotar o filho do outro? Risos.

É claro que a Ivy não vai morrer, a não ser de desgosto. Ela merecia mais e não foi valorizada. Caso ela morra, vai ser aquela velha história do só valoriza quando perde, e Karen, Eileen e Tom se sentiriam culpados para o resto da vida. Especialmente o Tom que sempre se disse amigo da Ivy mas nunca intercedeu por ela – sim, estou exagerando. Ele defendeu ela várias vezes. Mas agora estou um pouquinho raivosa com o final da 1ª temporada. É bom deixar isso claro, na remota hipótese de vocês ainda não terem percebido. Com amigos assim quem precisa de inimigos? Nem digo o Derek, porque ele não tem sentimentos.

Enfim, por hoje era isso, não sei mais o que escrever. Aos que continuarão acompanhando Smash desejo a sorte de melhores episódios. Que a série volte a ter a dinâmica que tinha no começo da temporada. Nos cruzamos pelos outros reviews da vida. Até lá!

Gossip Girl – The Return of the Ring

Data/Hora 17/05/2012, 10:16. Autor
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É com dor no coração que digo que essa é a season finale que precede a última temporada de Gossip Girl. É o último verão dos amigos que poderemos acompanhar. Sim, eu sei que já havia dito aqui que achava que a série devia terminar e continuo afirmando isso. Quero que termine para que no futuro possamos sentir saudade e ter boas lembranças, mas é impossível não ficar triste e saudosa. Agora, com a confirmação de uma sexta temporada com apenas 11 episódios tenho a certeza de que é por isso que alguns fechamentos começaram a ser dados, como o retorno de Bart Bass.

Achei esse episódio com a cara das primeiras temporadas. Cheio de armações e uma competição pra ver quem é mais bitch. Como não podia deixar de ser a Blair venceu essa parada. Se as páginas do diário da Blair foram parar em Gossip Girl, pelo menos não foi intencional e a Serena tava tentando resolver. Já a Blair, de pura birra foi lá dar o troco, fazendo a amiga perder o emprego. Mas tudo fruto das armações da Gossip Girl, que confesso, nunca tive tanta curiosidade como tenho agora para saber quem é.

A S. com aquela alma de bitch que nunca a abandona deu o troco no mais alto estilo. Me senti de novo na primeira temporada da série na qual a Serena transou com o namorado da Blair naquele mesmo local. A diferença é que daquela vez era com Nate e ambos estavam bêbados, aconteceu. Dessa vez foi com Dan, e ambos estavam bem sóbrios. E S. teve a intenção de magoar a amiga mesmo, o que ficou bem claro quando ela disse umas boas verdades para o Dan.

“Ela nunca vai mudar. Não vê? A Blair que você ama não é a verdadeira

é a que você inventou no seu livro. E ela sempre amou Chuck”.

Mas como eu bem havia previsto anteriormente chegou a hora de Blair fazer a sua escolha. E como esse episódio se refere a escolhas, também foi a hora de Lily fazer a escolha dela. Blair precisava escolher entre Chuck e Dan e Lily entre Bart e Rufus. É, a família Humpfrey perdeu as duas para a família Bass. E aposto que com aquele cabelo do Dan a escolha da Blair nem foi tão difícil assim u.u

Chuck segurou as pontas, comandou muito bem a empresa enquanto o pai estava “morto” e ainda se tornou um homem muito melhor, mas Bart não soube reconhecer isso e na primeira oportunidade mostrou que continua ganancioso e botando o dinheiro acima de tudo, tirando o Chuck do comando das Indústrias Bass. Chuck ficou mexido com isso e cansado de tanto sofrer nas mãos da Blair resolveu acatar os conselhos do pai e desistir dela. Para Lily Bart havia mostrado ser outro homem, um homem que agora dava valor para as pessoas. Foi por isso que ela se convenceu a escolher ele em detrimento do Rufus. Ou eu perdi alguma coisa no meio dessa história?

Serena queria Dan, que se revoltou com ela, com a filmagem e com o mundo e resolveu ir com a Georgina para Roma. Lá promete escrever um livro novo com ajuda dela. MEDO. Será que depois das palavras de Serena sobre Blair ele ficou tão revoltado que vai escrever um livro queimando – mais ainda – os amigos? Talvez a última temporada seja em torno disso…

Lola também fez a sua escolha. Ela optou por devolver o dinheiro que era de Carol, que William deu para ela, para Ivy, alegando que se Cece tinha deixado o dinheiro para ela é porque ela merecia. E ainda prometeram, juntas, destruir Lily. Eu até entendo que a Lily tenha andado um pouco fora da linha ultimamente, mas não acho que mereça esse povo com tanta sede de vingança.

Pra terminar a temporada de uma maneira muito baphonica Serena retornou aos tempos de escola, aos tempos de maior bitch do universo. Quando ela fez aquela ligação saindo da casa do Dan NUNCA pensei que ia ser para o Damian. Infelizmente parece que ela vai se afundar de novo, inclusive nas drogas. Fico muito triste com isso. Não quero que a personagem tenha um fim de Marissa Cooper.

E Blair finalmente retomou a consciência e resolveu correr atrás de Chuck. Os dois vivem nessa de um errar, ir se desculpar e o outro ser orgulhoso e não aceitar. Acho que na última temporada finalmente vão conseguir ficar juntos e em paz, e ambos bem sucedidos, como sempre sonharam, ainda mais agora que Blair comandará a empresa da mãe e que Chuck está correndo atrás do prejuízo.

Agora só nos resta esperar até setembro e ver qual vai ser o destino – eterno – dos nossos personagens preferidos. A única certeza que tenho é que sentirei muita saudade.

PS: só eu que não entendi nada daquele vídeo que o Nate estava vendo?

How I Met Your Mother – The Magician’s Code

Data/Hora 16/05/2012, 16:30. Autor
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Série: How I Met Your Mother
Episódio: The Magician’s Code (1 e 2)
Temporada:
Número do Episódio: 7×23 e 24 (Final de Temporada)
Data de Exibição nos EUA: 14/05/2012

Nascimento de criança em série de comédia nunca é simples, né? E a pobre da Lily teve que sofrer com esta realidade. Barney havia levado Marshall para Atlantic City a pedido dela mesma para que seu marido relaxasse. Mas foi uma péssima escolha da data já que ela entrou em trabalho de parto quando os dois já estavam longe e extremamente bêbados. Ainda bem que ela tinha a companhia de Ted e Robin. “Ainda bem”? Talvez fosse melhor ter estado sozinha.

Robin disse que havia passado uns meses na fazendo de sua tia quando era adolescente e que havia feito o parto de muitas éguas, o que a fez tratar Lily como um animal enquanto não chegava a hora de ir para o hospital, escovando seus cabelos e dando-lhe torrões de açúcar. Apesar de detestar aquilo, Lily achou a atitude muito reconfortante e começou a curtir. Ted, em sua empolgação em ser tio, enviou um e-mail para todo mundo que conhecia com a notícia de que Lily havia entrado em trabalho de parto, com apresentação de PPS e tudo o mais.

Enquanto Ted e Robin tentavam distrair Lily de suas dores com histórias “interessantes”, mas que na verdade eram bem chatinhas e sem sentido algum, Barney tentava levar Marshall de volta para Nova York. Os dois estavam bem bêbados, mas Marshall estava pior; então Barney se sentiu responsável pela questão, além de ter sido mesmo o responsável por tê-lo embebedado.

Os dois não conseguiriam deixar Atlantic City de carro, ou de trem (já que só de taxi chegariam até o trem), porque havia um grande evento no local e as ruas estavam instransitáveis. Então, eles tentaram ganhar uma moto que estava sendo sorteada para quem conseguisse o maior prêmio no caça-níquel. Mas eles não conseguiram. Então Barney roubou a moto, e foi preso pelos seguranças do cassino.

Enquanto Marshall lutava para subir dois degraus sem se esborrachar no chão, Barney conseguiu se livrar da “cadeia” do cassino e ainda conseguiu uma carona para Nova York, em um ônibus cheio de idosos. No meio do caminho, Barney descobriu que o ônibus ia para Buffalo e não para Manhattan, mas o motorista se recusou a parar em Nova York para eles; a menos que houvesse uma emergência.

Ao ouvir que Marshall perderia o nascimento de seu filho se o ônibus não parasse, a velharada começou a fingir que estava tendo um infarto. Vários idosos começaram a dizer que precisavam ir para o hospital e que deveria ser o hospital onde a esposa de Marshall estava dando à luz. Cambada de velhinhos gente boa!

Mesmo sem Marshall, Lily teve que ir ao hospital porque suas contrações já estavam com quatro minutos de distância, mas, ao chegar lá, ela não pôde receber uma peridural porque o trabalho de parto estava indo rápido demais. Robin quis ajudar e levantou o lençol que cobria a amiga para ver em qual estágio ela estava, mas caiu dura no chão assim que viu a cabeça no moleque saindo dali. Ted teve que tirá-la do local a pedido da médica. Então Lily ficou ali sozinha. Mas não por muito tempo.

A pior pessoa do universo chegou. O pai de Lily apareceu para “apoiar” a filha, que não o queria ali naquele momento e se lembrou de quando era pequena e ele a aterrorizou quando ela foi tirar as amigdalas. Então, ela chamou os seguranças e ele foi tirado do quarto.

Na última hora, quando Lily estava sozinha e não havia mais como esperar, Marshall chegou. Coisa linda de deos! Ele não perdeu o nascimento do filho, mas teve que pagar uma promessa a Barney.

Em Atlantic City, quando Barney estava lutando para conseguir uma maneira de voltar para Nova York, ele disse a Marshall que se ele conseguisse poderia escolher o nome do meio do bebê. Então, quando Marshall disse a Lily qual seria o nome, ela adorou. Marshall também havia adorado.  Até eu adorei!

O mais novo integrante da turma se chama Marvin Wait-For-IT Eriksen. “Marvin” porque era o nome do pai de Marshall, que morreu na temporada passada. Eu não estou louca! Eu me lembro de que quando Lily e Marshall estavam empolgados com a ideia de ter um filho, eles escolheram um nome que serviria tanto para menino quanto para menina. O nome era Jamie. Mas acho que a morte do pai de Marshall mudou um pouco as coisas.

Na sala de espera, Robin e Ted conversaram como bons amigos. Robin disse que sentia falta de conversar com Ted e Ted disse que sentia falta dela também. Novamente, acredito que eu não esteja louca. No episódio anterior, quando Ted sai do bar para conversar com Robin, ele ia dizer a ela que a amava e que não abriria mão dela. Onde foi parar esta ideia, Ted?

Robin disse a Ted que ele não conseguia ser feliz com ninguém porque ele se sabotava indo sempre atrás de pessoas indisponíveis, como ela, Stella e Zooey. Com Victoria, que tinha tudo para dar certo, ele sempre encontrava um jeito de terminar. Então ele decide ligar para Victoria, mesmo sabendo que a última vez que ele a viu ela estava noiva. Quem sabe ela não tinha se casado?

Ele marca de encontrá-la no bar, mas, quando ela aparece, suas dúvidas quanto ao possível noivado dela se acabam. Ela aparece vestida de noiva! Como aconteceu na última vez que eles se encontraram, Victoria diz a Ted que deixaria Klaus por ele; era só ele pedir. Então Ted lembra do que Robin lhe disse e resolve fugir com Victoria. Mas quando eles entram no carro sua consciência pesa.

Ted já foi abandonado no altar e sabe como isso magoa. Ele não teria coragem de fazer isso com outro homem. Ou teria? Ele diz a Victoria que precisa levá-la de volta à igreja, e ela concorda. Então é isso. Eles se despedem e Ted deixa Victoria seguir a vida dele, separada da dele. Mas, quando eles passam em frente à igreja, ele segue reto, e não para. Ele não quer saber! Ele quer ficar comVictoria e dane-se o universo!

Enquanto isso, Robin foi encarregada de tirar fotos de Marvin com seus pais. Ela nunca conseguia uma boa pose; ou o bebê estava chorando, ou Lily, ou Marshall. Ela consegue uma foto perfeita quando eles saem com o menino de casa pela primeira vez para ir ao bar falar com Ted para não fugir comVictoria. Então Lily e Marshall percebem que na primeira saída de seu filho ao mundo eles o levaram a um bar. Que tipo de pais eles são?

Barney ficou preocupado com o que havia acontecido na última vez que ele falara com Quinn. Ele ofereceu um emprego a ela no banco onde ele trabalha mas ela havia negado, dizendo que gostava de ser stripper. E ela havia saído da sala nervosa e dizendo que daquele jeito eles não dariam certo. Quando voltou de Atlantic City, Barney tinha quase certeza de que encontraria seu apartamento vazio e que Quinn teria ido embora. Mas não foi isso o que aconteceu.

Para comemorar seu relacionamento super sério, sério a ponto de aceitar um apartamento todo rosa só para ficar com Quinn, Barney e sua namorada vão viajar para o Havaí. Mas na hora de passar a bagagem pelo raio-X, a mala de Barney apita e ele se vê obrigado a explicar o que havia dentro de um baú que ele levava. Segundo ele, era um truque de mágica e havia explosivos dentro. Os guardas apontaram-lhe a arma e disseram para ele abrir o baú. Mas ele não podia. Um truque mágico só podia ser revelado a outro mágico.

Eles perderam o voo e foram levado a uma sala privada para lidar com o caso, porque Barney se recusava terminantemente a revelar seu truque. Quinn ficou muito chateada por Barney fazer tanto drama com uma coisa tão besta como aquilo, ainda mais depois de saber que haveria uma convenção de mágicos no Havaí naquele fim de semana e que ele pretendia ir, mesmo estando lá com ela. Ela já ia saindo de cena como no episódio anterior quando Barney resolveu confessar tudo. (e eu já imaginava aquilo)

Barney pediu um lenço para o segurança (que nem sabia que ele próprio tinha um lenço no bolso) e cobriu a caixa. Ao tirar o lenço, a caixa havia sumido; no lugar dela, havia uma espécie de caixa de ferro. Ele então pediu a chave que estava pendurada no pescoço de Quinn, que se surpreendeu de ter uma chave pendurada ao seu pescoço. Com a chave, Barney ativou uma contagem regressiva de 5 segundos, que fez a caixa explodir e desaparecer, deixando em seu lugar um vaso com terra. Em seguida, Barney tirou uma lâmpada de gênio do seu bolso e regou o vaso com pedaços de papel verde e brilhante, que fez com que um caule subisse e, ao topo, formasse uma flor vermelha que, ao se abrir, mostrou uma aliança de noivado.

MEU DEUS! Quanta produção para um pedido de casamento! E quem teria coragem de dizer não depois disso tudo?

Barney ficou de joelhos e Quinn aceitou, é claro!

Barney e Quinn foram correndo contar a novidade para os amigos, que ficaram super empolgados. Robin ficou  meio sem jeito de como recebr a notícia, mas disse a Barney que ficou muito feliz por ele. Barney também ficou meio sem jeito com ela, mas agradeceu as congratulações (aquela cena bem Rachel e Ross mesmo).

Então… Voltando à cena que nos deixou intrigados no final da temporada anterior a esta: o casamento do Barney! Durante esta temporada, pensamos que a noiva seria Nora, que, provavelmente por causa da maldição que joguei para ela, desapareceu da série e nunca mais deu sinal de vida. Agora sabemos que Quinn é a noiva de Barney; ou seja, eles vão se casar. Só que não!

Quando Ted é chamado para conversar com “a noiva”, quem ele vê é Robin. Aí a gente fica master confuso e surta! Desde a temporada passada eu penso que a noiva poderia ser a Robin, e várias vezes durante esta temporada eu tive quase certeza, mas foi uma surpresa por Barney ter acabado de ficar noivo de Quinn. E os shippers de Robin e Barney vão à loucura!

A Nora eu torci para desaparecer. Mas a Quinn é uma excelente personagem, e super engraçada! Ela combina muito com a série e tem feito o Barney muito feliz. Eu não queria que ela se fosse. Mas está mais do que claro que Barney ainda gosta da Robin e que a Quinn pode ser só um rebound que ele está usando para esquecer Robin.

E Ted? Acredito que ele esteja confundindo amor de amigo/irmão com algo mais. Ele ama Robin de uma maneira mais profunda do que deveria e isso o deixa confuso. Mas o futuro dele não é com ela, nós sabemos disso. Robin sempre deixou claro para Ted que nunca quis compromisso sério e casamento. Como será que ele se sentirá quando ela assumir compromisso e se casar com Barney?

A próxima temporada nos reserva muitas surpresas. O que acontecerá para Quinn deixar de ser a noiva de Barney e Robin assumir seu lugar? Ted diz que naquele casamento deu tudo errado. O que será que ele quis dizer com aquilo? O jeito é a gente wait for it!

Game of Thrones – A Man Without Honor

Data/Hora 16/05/2012, 09:22. Autor
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Menos ação, mais conversa. Foi de conversas – e um pouco de sangue espirrando – que A Man Without Honor foi feito. Sobrou diálogo pesado e tenso no episódio, e quase todos os papos foram interessantes, embora alguns tenham sido um tanto quanto repetitivos,oque acarretou em um episódio mais “lento”. Além disso vimos a confirmação do que eu falava na semana passada. Robb e Snow não tem um quinto da esperteza de Arya.

Tá, a culpa nem foi do Robb, dessa vez. Ele não poderia imaginar que enquanto negociava a rendição, Jaime tentaria fugir – nem coberto da própria *palavra censurada* ele deixa a empáfia de lado, né? -. Mas levar a enfermeira com ele foi uma espadada no pé – pra manter as coisas na época certa – e abriu brecha pra seus vassalos, que querem sangue, se rebelarem e questionem suas atitudes. A sorte dele é que Catelyn é praticamente uma Pagu – aquela que é mais macho que muito homem –  e colocou todos em seus devidos lugares, com a assessoria sempre bem vinda de Brienne. A cena dela com Jaime, o homem sem honra em questão, que tá pra morrer mas continua com a língua afiada, foi ótima. Como assim questionar a honra de Stark? Apesar de concordar com boa parte do discurso de Jaime acerca da dificuldade em se manter a honra em Westeros, eu faço um pedido: estraçalha ele, Catelyn (embora eu tenha certeza que isso não ocorrerá, já que a morte dele pode significar a morte de Sansa e – até onde Cat sabe – de Arya).

E não pensem que Robb é o mais tapado da família. Esse privilégio é de Snow, que passou o episódio inteiro discutindo sua masculinidade (porque quando Game of Thrones não mostra, ela precisa referir, detalhadamente) com a selvagem Igritte, que manipulou o sonso de bom coração direitinho. Agora ele está lá, sem seus irmãos da muralha e sem Fantasma, perdido no meio da imensidão branca e gelada e cercado de selvagens. Como ele sairá dessa?

Antes de falar dos espertos da família Stark, pausa pra comentar o drama de Sansa – que não é esperta demais nem de menos. A garota menstruou, e o pavor de gerar monstrinhos filhos do Joffrey tomou conta dela. E com razão – cá entre nós, Tyrion sabe escolher mulher, né? Adoro sua “prostituta”. E isso ainda gerou um dos melhores diálogos do episódio, entre Sansa e Cersei, que finalmente percebeu o monstro que o filho é. Os conselhos dela para a “nora” foram ótimos, especialmente aquele pedaço referente ao amor enfraquecer a pessoa. Mostrou uma Cersei mais humana, quase amedrontada diante da vida, que sofreu nas mãos de um Robert fanfarrão e sem amor, e que se culpa por amar ao irmão (que, pelo jeito, foi um ótimo “marido”). E por falar nisso, adorei os momentos dela com Tyrion. Foi a primeira vez que percebi afeto entre eles.

Bran Stark é esperto que só. Adorei ele priorizando a estratégia à fome. Tomara que eles consigam correr muito a frente de Theon e seu séquito enlouquecido. Sim, porque não acreditei nem por um minuto que os corpos carbonizados são de Bran e de Rickon. Se forem eles, cadê Osha e Hodor? Agora, se forem elesmesmo, há um problema a vista. O choro chegará atrasado.

Mas Arya ainda é a mais esperta dos Stark, embora a cada dia que passe Tywin esteja mais perto de desvendar a verdade. Ele já sabe que a garotinha não é plebéia, e Arya não tem feito muito esforço para esconder sua cultura. E apesar da cena da faca, e da vontade de ver o Lannister pai morto, acho que Arya se sente a vontade com ele. Gosto muito dos papos deles. Só torço pra que eles não acabem entregando a pequena – fã das mulheres guerreiras.

E por falar em guerreira, Daenerys está enlouquecida após o roubo dos dragões. E com razão, já que quase todo seu pequeno khalasar foi morto na ação. Ela está desconfiando de todos, até de Jorah (já entendemos que ele ama a khaleesi, produção). Mas pelo menos ela tem se mantido afastada de Xaro. Eu temia que se “afastando” de Mormont ela acabasse caindo na lábia do mercador. Que, no final das contas, é pior do que eu pensava. Dos imortais sobraram poucos (por falar em sobrar, sobram cenas de assassinato coletivo em GoT).  Só o alpinista social e o charlatão, mesmo. Um mais louco que o outro. E preciso confessar que não vejo a hora de descobrir a identidade da mascarada, e rever os dragõezinhos, é claro.

Por fim, é preciso falar de Theon. Que perdeu completamente a razão. Nessa vibe de querer deixar o lado “tolo” de fora da equação, o Greyjoy tem se mostrado cada vez mais irritadiço e cruel. É claro que esses aspectos da personalidade dele estavam lá já na primeira temporada. Mas os Starks controlavam eles. Agora, com incentivo, isso tudo aflorou e tem crescido exponencialmente. Não sei qual é o limite do idiota nervosinho, mas creio que teremos uma ideia no próximo episódio, que se chamará The Prince of Winterfell. Então só nos resta esperar o próximo domingo chegar!

Hart of Dixie – The Big Day

Data/Hora 16/05/2012, 08:57. Autor
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Antes de qualquer outra coisa: COMEMORA GALERA, HART OF DIXIE FOI RENOVADA! Fiquei muito feliz com a noticia da renovação! A gente merecia né? Bom, e o que dizer deste final de temporada? Hart of Dixie não poderia se despedir em melhor estilo! E é chegado o grande dia do casamento de George e Lemon e Zoe! Ops, foi só um sonho rs! Passado o susto, a cidade está parada esperando o evento do ano. Incomodados com a situação, Zoe e Lavon resolvem ignorar o casamento. A médica vai para Mobile fazer compras e se distrair. Entretanto o prefeito não tem a mesma sorte quando um super imprevisto acontece: a tempestade está finalmente para chegar.

Lavon tenta conversar com George, que o ignora, forçando o prefeito a cancelar o casamento na praça, afinal, ele não poderia colocar em risco a situação de todos! George fica furioso até que Lavon encontra uma solução: transferir o casamento para um galpão de bombeiros. O advogado inicialmente recusa a ideia, mas vendo que não tinha outra solução, acata a sugestão. Lemon está em casa se arrumando com as outras dondocas de Bluebell quando uma série de coisas começam a dar errado – inclusive o tempo. Lemon se desespera, como sempre, enquanto George esta surtando para acontecer o casamento. Mas na verdade todos sabiam que o casamento estava destinado ao fracasso. Lemon esteva tão linda de noiva, que nos momentos finais eu estava sim assistindo “Lemon of Dixie”. Eu fiquei com pena dela quando George voltou e disse que não iria se casar. Na verdade achei de um extremo ridículo ele fazer isso apenas por descobrir que Zoe iria ficar em Bluebell. Só fez minha antipatia por ele crescer ainda mais! Belo soco Lemon, belo soco (só para constar, eu teria dito SIM viu Jaime King? Você estava muito gata!)

Em um episódio simples, em que tudo aconteceu, e que na verdade a ação se resumiu a praticamente duas histórias, eu com certeza daria toda atenção especial a esta – afinal eu venho torcendo A TEMPORADA INTEIRA por isso. E tudo começa com Zoe encontrando Wade, na estrada, com o carro estragado. Enquanto ela oferece carona para ele, a médica tenta se desculpar – sem sucesso – com o caipira. Para completar, a tempestade chega e força os dois a irem para um celeiro. E é ali que … bem, eles tem a tão esperada… DR que eles tinham de ter. Zoe diz que sabe dos sentimentos de Wade, enquanto este os nega até a morte. Depois se justifica com algo do tipo “você foi só uma transa que eu não consegui”. Hm, quer saber a verdade? Duvido! Como não se apaixonar por Rachel Bilson, me diz? Conversa vai, conversa vem, o tão esperado beijo é interrompido por uma carona para a casa. Mas para a alegria geral da nação, o momento não demora acontecer – Zoe, em um excesso de fofura, faz propositalmente a luz acabar, para que Wade fosse até a casa dela, e lá, eles deixam fluir – O TÃO ESPERADO BEIJO, A TÃO ESPERADA A NOITE! Posso dizer que comemorar foi pouco né? Sou time “Zade” assumido, e quero que a médica fique com o caipira.

Foi só alegria. E o momento poderia ser interrompido? Claro, afinal o enxerido do “Golden Boy” foi atrás de Zoe e teve a petulância de beijar a nossa médica na porta da casa dela! Na boa, foi muita escrotisse do George para uma noite só. Enfim, Zoe volta para Wade no fim do episódio mas com aquela cara “e agora José?”. Quem será que Zoe escolhe? George ou Wade? Bom, é com muito gosto que eu posso dizer: NA PRÓXIMA TEMPORADA a gente descobre (é tão bom poder falar que temos uma próxima temporada!). Esta foi a minha última review desta fall season! Depois de cobrir algumas séries da CW, hora de descansar um pouco. Mas nos vemos em Setembro com a segunda temporada de Hart of Dixie! Até lá!

Ps: Na boa? Vou sentir muuuuita falta de Hart nestas férias viu. Chega logo Setembro!

Ps2: O Lavon ficou bem jogado de escanteio neste episódio em? Nada se resolveu para a vida do coitado!

Two and a Half Men – The Straw in my Donut Hole e Oh Look! Al Qaeda!

Data/Hora 15/05/2012, 23:29. Autor
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Série: Two And A Half Men
Episódios: The Straw in my Donut Hole e Oh Look! Al Qaeda!
Temporada: 9ª
Número dos Episódios: 9×23 e 9×24 (Final de Temporada)
Datas de Exibição nos EUA: 07/05/2012 e 14/05/2012

O episódio The Straw in my Donut Hole é basicamente sobre Alan se aproveitando das bajulações pós-hospitalares. Achei mancada o Alan se aproveitar de Walden para receber presentes e dinheiro, já que ele é o único que se importa de verdade com Alan.

Já com as outras pessoas, Judith, Evelyn, Berta, Jake e Lyndsey, não faz mal dar uma exploradinha, já que todas elas só dão dor de cabeça para o pobre coitado. Todo mundo só se preocupa com Alan quando pensa que ele irá bater as botas!

Walden compra uma cama nova, tv de plasma, canal de esportes e pornografia. Berta cozinha seus pratos favoritos o dia todo. Judith oferece seu apartamento em Palm Springs para um tempinho de férias e abre mão da pensão alimentícia de Jake. Lyndsey se oferece para dar um pouco de alegria para o namorado enquanto ele come torta de pêssego. Mas quando Alan começa a se dar bem demais, todos nós sabemos que algo vai acontecer para mudar isso.

Zoey fica de saco cheio de tanta gente puxando o saco de Alan e insiste que tudo não passa de uma armação. A cada episódio que passa, ela tem mais ódio do hóspede do marido.

Ele vai morrer depois da gente. Uma semana depois de uma devastação nuclear, o mundo vai estar povoado apenas por baratas e Alan Harper.

Zoey

Alan vai se consultar e quem é o médico? Jason Alexander de Seinfield! Até que o papel de médico fanfarrão caiu bem pra ele. Acho que os melhores diálogos (tirando aquele entre Alan e Judith sobre a pensão) ficaram por conta dos dois! Dr. Goodman diz que Alan está ótimo e que seu coração está novo em folha. Isto deixa Alan triste, mas ele pede para que o médico guarde segredo para ele poder continuar aproveitando as mordomias.

Alan afirma pra todo mundo que sua doença é bem grave. Evelyn compra roupas de cowboy e Walden até instala uma cadeira rolante para que Alan não precise fazer esforço ao subir e descer escadas.

Zoey está decidida a acabar com a alegria de Alan e o ameaça. Até aí eu entendo a posição dela, ela não liga que Alan explore a família dele, só que pare de se aproveitar de Walden. Nesta cena Alan se mostra bem calculista e esquisito. Zoey manda alguém investigar Alan e faz um vídeo o desmascarando. Pensei que nesta cena teria mais provas contra Alan, mais vídeos e mais fotos do que apenas algumas imagens dele jogando vôlei com umas gostosas na praia. E assim acabou a farra do infarto.

Já em Oh Look! Al-Qaeda! o último episódio desta nona temporada traz uma das grandes dúvidas da série: o que Jake e Eldridge vão fazer da vida? São duas antas que acabaram de sair do ensino médio (sabe-se lá como) e não sabem fazer nada além de comer e fumar maconha.

Óbvio que iria sobrar para Walden resolver esse pepino. Alan resolve pedir ao amigo para que dê emprego ao par de mulas em sua nova empresa Electric Suitcase Inc. Como Walden já conhece muito bem os dois, se recusa a dar o emprego, mas Billy, seu sócio, fica com pena de Alan e contrata os jovens.

Para que nada pudesse dar erradom Billy coloca Jake e Eldridge para trabalhar no monitoramento do sistema de banda larga. Eles só vigiar as luzes dos servidores e se por acaso a luz ficasse vermelha, era só trocar por um novo.

Mas é claro que eles iriam fazer cagada mesmo num trabalho tão bobo. Eldridge faz download de 40 mil horas de pornografia e entope todos os servidores da empresa. E assim, os dois estão demitidos.

Sem emprego, os dois precisam arranjar alguma coisa em 24h. Aí que eles recebem o convite de alistamento de um cara do exército. E o pior, eles aceitam. Jake e Eldridge chegam com aquele discurso de propaganda do exército todo decorado na casa de Walden e contam a notícia. Todos ficam desesperados e Alan tenta desfazer o mal entendido.

O oficial diz que não tem nada que ele possa fazer e que Jake está definitivamente alistado no exército. Poucos minutos antes do final, temos uma cena fofa de todos se despedindo de Jake e lembrando-se de cenas de quando ele era apenas um garotinho gordinho e engraçado. Até eu fiquei com saudades dessa época! Ele era um personagem bem mais significativo e divertido.

E assim termina a temporada de Two and a half men: Walden e Zoey numa relação super enrolada, Alan bancando o parasita e sempre se dando mal e Jake no exército. De forma geral, a temporada foi bem fraca tendo em vista que o personagem principal foi substituído e a trama totalmente alterada. Poderíamos ter plots bem mais interessantes e desdobramentos inusitados.

Teremos uma décima temporada, mas sinceramente, o foco da série se alterou bruscamente e o público se dividiu entre os que odiaram a mudança e os que aceitaram Walden Schimdt. Eu até tentei dar uma chance para Chuck Lorre, mas sem Charlie, Two and a half men nunca mais será o mesmo.

The Killing – Off The Reservation

Data/Hora 15/05/2012, 23:24. Autor
Categorias Reviews


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Série: The Killing
Episódios: 
Off The Reservation
Temporada: 

Número dos Episódios: 
2×08
Data de Exibição nos EUA: 20/04/2012

The Killing sempre surpreende. Como pode um episódio tão alheio à investigação ser tão bom? Eu preciso me controlar para não escrever todo esse texto falando só sobre Linden. Ela dominou todo o episódio, desde o primeiro minuto de sua busca ao colega até o final. Quando teve o seu pedido de equipe de busca negado, pareceu outra pessoa enfrentando o seu chefe.

E toda a procura por Holder foi muito tensa. O desespero de Linden nas buscas era perceptível em cada momento. Afinal, era seu parceiro – o mesmo que outrora ela parou de confiar -, mas que agora ia pedir abrigo quando precisava. Além disso, ela que havia o colocado naquela situação. Seguindo seu instinto (e com a pequena ajuda de uma menina), enfim conseguiu encontrá-lo. Holder estava bem, mas o mesmo não se pode dizer da ruiva.

Apesar de fazer tudo por essa investigação, Linden foi afastada não só do caso como da polícia. Antes disso ela descobriu que Rosie realmente não era prostituta, mas sim uma simples camareira e garçonete. A conversa com a menina pareceu sincera, e ainda preencheu outras lacunas da história (suas roupas e a substância encontrada sob suas unhas). Infelizmente, logo depois Linden teve que entregar seu distintivo e sua arma.

A história de Stan pode ter sido um pouco previsível, mas ainda assim verossímil. É compreensível até onde um homem arrasado consegue ir. E o pouco de esperança que ele se agarra. A expressão dele quando ficou clara a armação por trás do discurso bonitinho foi de partir o coração

Agora, o momento mais triste do episódio foi, sem dúvida, a despedida entre Linden e seu filho. Foi algo simples, mas cheio de emoção. Tentando ser positiva e lutando para convencer a si mesma que deveria realmente fazer isso. Ela precisa continuar a investigação e não pode se dedicar ou arriscar seu filho. Triste, muito triste.

PS: Não sou de ficar elogiando o aspecto técnico, mas esse episódio bem merecia.

PS2: Ainda estou aguardando Richmond voltar com tudo e se vingar.

PS3: Mitch, cadê você?

PS4: Eu não podia escrever só sobre ela, mas nas imagens eu não resisti.

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