TeleSéries
Veep – Full Disclosure
06/06/2012, 01:03.
Beto Carlomagno
Reviews
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Veep está chegando ao fim de sua temporada, infelizmente no próximo domingo já irá ao ar o final de temporada, e justamente agora Selina dá uma reviravolta. A personagem, que sempre pareceu um pouco incompetente se apoiando em todos para tomar suas decisões, finalmente toma as rédeas do jogo e se mostra uma líder e capaz de manipular e mandar como ninguém. E ela também prova que, ao contrário do que eles imaginam, ela sabe de tudo que acontece naquele escritório e conhece muito bem as pessoas que a rodeiam, vide as conversas com Amy e Dan e a forma com que ela passa a tratar Gary. Tudo bem que a resolução do impasse da gravidez foi um pouco rápida para o meu gosto, acho que poderia ter rendido mais na história, mas no fim das contas o resultado foi extremamente positivo.
O episódio desta semana ganhou o nome de Full Disclosure porque, mesmo na política, os problemas e erros que acontecem por lá acabam vazando. Diante da imprensa toda criticando seu trabalho e suas decisões, a vice resolve apoiar a decisão de Amy e liberar todos os arquivos de sua administração para provar para a imprensa que eles não têm nada a esconder, mas claro que nada disso acontece antes que eles censurem uma série de documentos que não devem ver a luz do dia jamais. A série mais uma vez cria um diálogo brilhante com a realidade ao utilizar a jogada clássica de dar algo para que os jornalistas se distraiam e esqueçam os podres que eles não terão acesso nunca.
De resto, as piadas politicamente incorretas que já são de praxe, os muitos palavrões – acho que Veep é a série com o maior número de “fuck” por episódio que já vi -, a conclusão do relacionamento de Selina com seu amante da forma que só Selina poderia fazer e o uso impecável pelos roteiristas da situação comum da série, com Selina perguntando para Sue se o presidente ligou, para fazer uma piada impagável. Agora, se tem um problema, este é a sensação de que não temos assunto para tratar no season finale. Este sétimo episódio pareceu fechar a maioria das histórias que vinhamos acompanhando durante a temporada. Vamos ver o que os roteiristas farão. Nos vemos semana que vem!
p.s. Só eu que já estou pegando raiva do Jonah?
Veep – Nicknames & Baseball
31/05/2012, 12:55.
Beto Carlomagno
Reviews
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Veep me surpreende a cada episódio com sua capacidade de equilibrar humor inteligente, com pegada política e sarcástica, com piadas politicamente incorretas que beiram o mal gosto e que, consequentemente, são as mais engraçadas e os pontos altos de cada episódio. Nos dois últimos episódios – que receberão um review conjunto por motivos maiores – vemos uma Selina ainda mais desbocada – palavrões são ditos a torto e a direito – e raivosa por seu lugar como vice-presidente, ao mesmo tempo em que ela aparece ainda mais infantilizada diante de situações que a contrariam, é impagável vê-la girando na cadeira emburrada enquanto Mike lê as possibilidades de discurso que não a agradam.
No episódio Nicknames, a trama central volta a ser sua comissão para a aprovação da lei ambiental que ela quer que seja seu legado no governo. Diferente dos outros episódios da temporada, neste temos uma cena pré-abertura que revelam muito desta personalidade infantilizada de Selina, com ela dormindo no meio de uma uma votação do senado que esta sendo exibida ao vivo na televisão, uma ação que serve para contrastar com as decisões da vice e revelar a hipocrisia da personagem quando ela discursa, no final, sobre a necessidade de controle, de não fazer tudo que se tem vontade a qualquer momento e lugar.
Este lado infantil de Selina ainda serve para nos proporcionar momentos hilários quando ela descobre sobre seus apelidos. Como quem não se importa e só quer saber por pura curiosidade, a cada novo nome pelo qual ela é chamada vemos suas expressões mudarem. Quando chegam no que diz que nem viagra pode fazer um homem ficar excitado por ela, ela nos entrega um dos discursos mais engraçados do episódio, quase uma peça publicitária. Os apelidos também a incomodam porque fazem seu segurança rir a todo momento, o que, segundo ela, não poderia acontecer, já que ele deveria ser um “robô gueixa”.
Quem também se destaca no episódio é Dan, que com o passar da temporada tem só comprovado a fama de aproveitador. Tudo para ele é uma oportunidade, assim como qualquer um pode ser descartável a partir do momento que não tem mais função para seus planos de crescimento. E neste episódio esta sua característica teve mais uma vez utilidade – em partes. Dan se aproxima de Jonah para conseguir informações sobre a Casa Branca, o presidente e a posição deste em relação à lei ambiental que Selina quer aprovar. A situação também é aproveitada pelos roteiristas para mostrar um pouco mais de Jonah, além do chato do escritório que todos já conhecem. E a conclusão? Ele é um chato em qualquer lugar, mas ainda assim rende cenas engraçadas que só ganham pelo estilo nonsense do personagem.
Uma coisa muito boa de Veep também é sua preocupação com a continuidade. Normalmente seriados de humor com meia hora de duração, apesar de uma temática maior, normalmente possuem foco majoritário nas histórias independentes de cada episódio, limitando a trama principal apenas a ser um fio condutor que abre e encerra a temporada com pequenas citações no decorrer da mesma. Como venho ressaltando na maioria dos reviews, Veep continua com a lei ambiental de Selina como foco e utiliza os outros afazeres da vice-presidente, afinal ela não trabalha em apenas uma coisa por vez, para criar histórias isoladas por episódio. E aqui, no episódio Nicknames, tivemo uma grande mudança nos rumos da série. Quase no final do episódio ficamos sabendo que o presidente vetou a lei de Selina e, para não criar problemas com ele, ela acaba abandonando sem lutar por seu trabalho. Com isso o que lhe resta? Cuidar de um programa para obesos, o que descobrimos que a incomoda profundamente.
Com este gancho gigantesco, começamos o sexto episódio, Baseball, com Selina em um evento para sua campanha pelo emagrecimento. Entediada até a morte e incomodada pelo grande número de gordinhos que ali se encontram, ela não se preocupa nenhum pouco em mostrar qualquer animação, torcendo apenas para sair dali o quanto antes para seguir para seu próximo compromisso. Só que não é só seu problema com gordinhos que a está incomodando. Em mais um momento inimaginável da série, ela desabafa com Amy que pode estar grávida e aqui a série dá mais um giro de 180°. Quem assiste a série sabe como Selina é com sua filha, imagina esta situação agora com ela tentando abrir caminho para ser presidente e com uma criança pequena em suas mãos. Isso não pode dar certo de nenhuma forma. A situação é ainda mais séria porque Selina não é casada e isso pode complicar sua subida ao cargo mais importante do mundo.
Claro que não seria um episódio de Veep sem grandes imprevisto e muita confusão entre os funcionários de Selina que mais uma vez acabam tendo que lidar com outros compromissos da vice sozinhos e criando um cenário caótico. Além disso, temos um pouco da história de Gary, que conta que seu pai não aprova seu trabalho e que gostaria que ele tivesse um emprego mais masculino. Veep tem lidado bem com seus protagonistas, mostrando aos poucos suas vidas sem precisar se distanciar das histórias principais que eles estão ali para contar. O episódio Baseball também nos apresentou uma figura que acredito que ainda vai aparecer na série e causar problemas: o jornalista que fica questionando Mike na coletiva e vai até a escola para acompanhar a vice.
A conclusão do episódio é mais duvidosa que esclarecedora. Depois de uma maratona para conseguir testes de gravidez e de Selina fazê-los da forma mais nojenta possível, ficamos com a chocante notícia de que ela está realmente grávida. Os roteiristas estão ficando especialistas em criar situações chave nos finais dos episódios que fazem com que o espectador fique curiosíssimo pelo episódio seguinte, o que é bom e dá vigor para a série. Agora, faltando apenas dois episódios para o final da temporada, ficam as dúvidas: será que Selina está realmente grávida? Afinal, não dá para confiar muito naqueles testes feitos naquela situação. Além disso, se ela realmente estiver, como ela vai lidar com tudo isso? Não sei o caminho que eles vão seguir, mas tenho certeza de que será hilário.
Girls – Welcome to Bushwick
31/05/2012, 00:24.
Tiago Oliva
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Revenge – Reckoning
28/05/2012, 22:21.
Mario Madureira
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Em certo ponto, tive um momento de amor e ódio com o último episódio dessa temporada e eu direi porque. É claro que existe a questão da moralidade e que não devemos sucumbir às situações maléficas e devemos, de certo modo, perdoar as pessoas que nos magoaram e seguirmos em frente. No entanto, creio que Revenge não seja sobre perdoar e isso ficou claro no piloto. Mas o que exatamente foi aquilo? Emily permitindo se entregar em um momento lá longe… Em um passado inexistente, onde seu pai lhe diz para nunca deixar de ser a menina dócil que acredita em tudo e em todos. Então, ela perdoa o homem de cabelo grisalho. E como as provas da família Grayson finalmente foram entregues a polícia para incriminar Conrad e seus cúmplices, Emily finalmente teve sua vingança.
Não, ela não teve e estou revoltado com isso.
Eu queria realmente que ela tivesse terminando o trabalho com o homem do cabelo grisalho! Emily se deixou levar por toda essa situação para simplesmente chegar na hora H e se render ao um passado distante? É claro que seu pai não queria isso para ela, mas também não seria justo tudo o que fizeram com ele passar em branco. O homem do cabelo grisalho não merecia a morte, mas ele merecia sim pagar por tudo o que fez. E Emily deveria saber disso mais do que todos.
Também descontaria a minha raiva em Mike (criador da série) por renascer dos túmulos uma versão simbólica para a morte de Victoria. A verdade é que os personagens se esforçaram muito ao longo dessa jornada para terem um destino não só triste, como injusto. Victoria é má e merece pagar pelo que fez. No entanto, se ela estava tentando se redimir, por que não deixar isso acontecer? Ou o criador pretende trazer a mesma situação ocorrida com David para outro personagem, na próxima temporada?
É claro que não esqueceria o aperto no meu coração quando vi ressurgir das praias do Japão Amanda, grávida. Emily VanCamp trouxe uma Emily não só desapontada, mas trouxe um sentimento de rendição em relação a sua vingança. Ela escolheu trocar de nome para poder se vingar e quando finalmente desiste disso, as consequências seguem a tona. Agora Jack nunca mais poderá ser seu, pois ele é o único personagem moralista da história, que escolheria o caminho de uma família feliz. Mas toda essa raiva acumulada dentro de mim se vem por querer o melhor para Emily. E de certo modo, se sua dor não passar com uma mera vingança, acho que a única coisa que poderia salvá-la seria o amor. E isso ela não tem mais.
Não poderia deixar de comentar as cenas lindas entre Nolan e Emily, que me emocionaram muito. Emily sempre com aquela atitude fria em relação à Nolan, e o seu fiel escudeiro sempre lá: protegendo-a e ajudando-a.
Vale ressaltar também que existem dúvidas em relação ao que há de vir para a segunda temporada: Victoria e Charllote morreram? Jack ficará com Amanda? Conrad pagará por tudo o que fez? Daniel e Ashley terão um caso? E quem será a mãe de Emily?
Os olhos de Emily mostraram que essa história não teve um fim. Seus olhos ardem de raiva e uma nova vingança pode ressurgir das cinzas. Mas por enquanto, Emily só tem a dizer: Adeus David. Adeus Jack. Adeus Amanda Clark. Olá, Revenge.
Rookie Blue – The First Day of the Rest of Your Life
28/05/2012, 22:14.
Mariela Assmann
Reviews
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Rookie Blue está de volta. Nossos novatos favoritos chegaram para tornar a Summer Season mais delicinha. E chegaram marcando presença, naquele que prometia ser The First Day of the Rest of Your Life. Bom, pelo menos pra Andy, ele foi.
O episódio foi centrado, principalmente, em McNally e Swarek – e não poderia ser diferente. O episódio retomou a história 3 meses após os acontecimentos da season finale da 2ª temporada. E a nossa 1ª surpresa foi que Andy seguiu as regras, à risca, e ficou esse tempo todo longe de Sam. O afastamento foi compreensível, é claro. Afinal, a carreira dela na polícia – que ela tanto ama – estava em jogo. Mas achei meio bobinho que ela tenha ficado todo esse tempo sem ao menos falar com ele, tendo em vista que ela quebrou regras bem piores, e reiteradas vezes. Por isso entendi a birra do Sam. E foi tão bonitinho quando ele disse que enquanto ela pensava em não quebrar as regras, ele pensava em ficar com ela. Vacilou, Andy! Quem consegue ficar três meses longe do Swarek – mesmo que se jogando nos esportes radicais? QUEM?!
Feito o desabafo, o importante é que, no final das contas, a casualidade – acho engraçado como nos seriados as coisas mais aleatórias acabam levando os policiais a desvendar AQUELES casos – acabou fazendo com que a policial fosse reintegrada. E o melhor e tudo: ela não precisa mais ficar longe de Sam. Finalmente os veremos como um casal, e creio que muitos momentos de fofura virão. Mas muitos momentos de tensão, também. No final do episódio, vimos o começo da relação. Passos de formiguinha, Sam agindo da forma mais blasé possível, e os dois em um namorinho adolescente no sofá. Quanta inocência depois daquela pegação.
Outra que ganhou algum destaque no episódio foi Gail, que tem uma trama todinha renovada, e parte importante dela é o novato Nick Collins (gostei de Peter Mooney, achei uma boa adição ao elenco). Peck, aparentemente, ainda usufrui de benefícios relacionados à posição de sua mãe, e continua com a personalidade meio bitch (a tiradinha dela pra Andy, sobre o Luke, nos fez recordar BEM disso). Ficou meio evidente que agora os dramas da loirinha serão aqueles relacionados ao ex-noivo, que é insano no cumprimento ao dever, e quebrou o coração da loira – cabe um bem feito aqui? Eu gostei da dinâmica Gail-Nick, mas achei que a trama Chris-Peck-Epstein ficou meio “em aberto”. Não ficou bem claro se eles resolveram as coisas ou simplesmente seguiram adiante sem falar mais do assunto. No final do episódio, a piadinha de Tracy, no bar, deixou indícios de que as coisas não foram tão bem resolvidas. Mas isso foi só um palpite meu, já que a coisa não foi tão explícita e eles estão sempre fazendo piadas mútuas, mesmo.
Chris até teve algum destaque, foi escolhido, ao lado de Noelle (que está com complexo, agora que está grávida), garoto propaganda da polícia – mas a alegria durou pouco, já que ele seria apenas “um rostinho bonito”. Tudo porque ele coloca o dever acima de tudo, principalmente de questões pessoais que poderiam tirar seu foco – isso ele faz MESMO. No limbo ficaram Dov e Traci, totalmente apagadinhos no episódio. Mas isso é completamente compreensível, é impossível um episódio – quem dirá uma premiere – focar em vários personagens ao mesmo tempo, de forma satisfatória. Ainda mais quando tantos são os “personagens principais”.
Eu gostei bastante do caso, as tramas envolvendo desaparecimento de crianças costumam ser tensas e bem bacanas, em virtude disso. O avô alcoolatra deu um peso dramático bem vindo à história, e a coisa conseguiu até mesmo ser um pouco emocionante. Não foi aquilo tudo, não nos levou às lágrimas, nem nos deixou sem fôlego. Mas foi um bom começo.
The First Day of the Rest of Your Life foi, então, um bom episódio. Não chegou a empolgar, mas passou longe de ser ruim. Resta saber se o que vem por aí segurará o nível do seriado, que cresceu muito na 2ª temporada. Eu acho que sim, e torço pra isso. Até o 2° episódio, pessoas.
P.S.: o episódio marcou 6.09 milhões na audiência, menos do que a premiere do ano passado. Mas são bons números. Teremos que acompanhar aevolução dos números durante a temporada para saber qual será o destino da série.
P.S.2: quero que Luke volte logo e veja o casal Sandy. Morrerei de felicidade.
Glee — Goodbye
27/05/2012, 11:35.
Júlia Berringer
Reviews
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Série: Glee
Episódio: Goodbye
Temporada: 3ª
Número dos Episódios: 3×22 (Final de Temporada)
Data de Exibição nos EUA: 22/05/12
Demorei para fazer essa review, porque não sabia organizar meus sentimentos. A verdade é que passei os últimos 3 dias sentindo muita raiva do Ryan e do episódio muito regular que tivemos como final de temporada. Depois percebi que eu estava com raiva mesmo era de dizer adeus. Soa uma pouco estranho e exagerado, mas falando sério, não existe uma só pessoa que não se envolva demais com os personagens de suas séries preferidas. Assim como a vida, esse episódio me mostrou mais uma vez que nem tudo é como nós esperamos, e as vezes as coisas tomam rumos totalmente diferentes e inesperados.
Os primeiros minutos foram ótimos, e eu me iludi, achando que o episódio seria tão bom quanto os dois últimos. A primeira cena fez meus pelos do braço se arrepiarem, o crescimento dos personagens foi uma coisa que ficou em destaque o tempo todo, e foi realmente lindo. Mas dar adeus à Kurt, Santana, Quinn, Mercedes, Puck, Mike, Finn e Rachel não foi tão fácil quanto pensei que seria.
O episódio também surpreendeu, e muito. Quinn resolveu ajudar o Puck com a sua prova, e eles acabaram tendo um casinho, que me deixou meio assustada. Foi sem nexo, e eu achei que Glee já tinha superado essa história, odiei. E agora ? Ela vai pra Yale e o Puck vai com ela? Ela vai desistir de tudo e seguir ele ? Ok, essa última é muito pouco provável, porque a Quinn tem seus momentos, mas continua sendo a Quinn. Além disso, ela teve um momento com a Sue que me fez chorar muito… Ela chorou também, e sinceramente, não aguento mais ver essa guria chorar! Outra que vai seguir a vida sem o namorado (Sam não vai se formar esse ano), é a Mercedes que está indo para L.A., ser cantora de apoio em uma gravadora. Santana desistiu da faculdade para ficar com a Brittany (que teve uma segunda chance de fazer o ano de novo, olha que sorte! Ela adorou ter essa oportunidade!) em Lima, mas depois decide ir pra New York com o dinheiro que a mãe dela guardou por 18 anos. O Puck passou na prova e vai se formar! Agora sobre o futuro dele, ninguém sabe. Mas eu vou sentir falta dele. O Mike conseguiu entrar numa ótima faculdade, e também vai tocar com a sua vida.
Finn, Rachel e Kurt resolveram abrir suas cartas de admissão juntos. Somente Rachel foi aceita no NYADA, o que me revoltou, porque o Kurt merecia muito! Mas o bom, é que ele tem mais um ano pra ficar perto do Blaine, principalmente depois de tudo que ela fez para ter sua terceira chance. Kurt acabou ganhando mais um ano para ficar pertinho de Blaine.
Finn não conseguiu ir para NY também, e resolveu ir pro exército, não só para redimir seu pai, mas porque ele sabia que Rachel o seguiria à qualquer lugar que ele fosse. Querendo que ela realizasse seus sonhos, enganou a guria, dizendo que estavam indo para a igreja se casar, quando na verdade, levou ela até a estação de trem, onde terminou o namoro com ela e deu uma verdadeira prova de amor à sua “ex”-namorada. Fiquei revoltada com isso também, porque adoro Finchel, e não quero que a Rachel dê uma de doida e arranje um outro cara em NY. Na estação, e meio à muitas lágrimas, Rachel se despediu de seus amigos do Glee Club que estavam à espera, o que também me emocionou bastante.

Agora que minha raiva passou, ainda me sinto um pouco chateada, não gostei dos “finais inacabados” que o Ryan deu aos personagens. Quero despedidas decentes! As coisas ficaram muito no ar, então, o jeito é esperar por outra temporada. Rachel, Finn, Kurt e Santana são os formandos totalmente confirmados para a quarta temporada, então, ainda nos resta um pouco de esperança.
Quero a opinião de vocês, acham que mesmo depois de tudo isso, e com os boatos que a quarta temporada vai ser uma série dividida em vários cenários e histórias aleatórias, Glee vai continuar a ser o mesmo? Tenho minhas dúvidas, mas se não for pra ser a mesma coisa, que seja algo melhor… Mas, bom, como sempre, os que nos resta é esperar e roer as unhas até setembro.
Sobre os números musicais:
Sit Down, You’re Rocking The Boat foi um jeito de mostrar aos Gleeks quanto os personagens mudaram. Nem me lembro quando o Kurt abandonou aquele cabelinho, ou quando a Mercedes deixou para trás o black power dela.
Forever Young foi para chorar, e eu adoro a voz do Matthew. I’ll Remember foi outra que me deixou abalada, e o discursinho do Kurt me fez sentir muito bem. Me senti parte do Glee Club. Me julguem.
You Get What You Give foi o presente dos formandos para os que continuariam no ND, e foi muito bonitinho. In My Life foi o presente dos não formandos para os formandos, mais precisamente, ao Finn, que sempre apoiou o Glee Club, mesmo quando não tinha nada a ver com o ND, e também foi fofo.
Glory Days foi a trilha sonora da formatura dos garotos, e caiu como uma luva na cena.
Já a música que encerra o episódio é Roots Before Branches, aquela qual a Rachel começa a cantar chorando os olhos pra fora, e acaba cantando sorridente. Sinceramente, essa mudança de humor dela me irritou! Mas eu ainda à amo, e vou sentir falta das suas chatices até setembro.
Girls – The Return
25/05/2012, 00:33.
Tiago Oliva
Reviews
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Série: Girls
Episódio: The Return
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 01×06
Data de Exibição nos EUA:20/05/2012
Pra quem não conhece, Girls é uma dramédia da HBO que acompanha a vida de 4 garotas em Nova York. Se você logo pensou em Sex and the City está enganado. Aqui as protagonistas mal têm dinheiro pra pagar o aluguel e lutam pra conseguir emprego, se virando com o que aparece. A série foi criada por Lena Dunham, que apesar de eu nunca ter ouvido falar antes, parece ser alguém que já fez alguma coisa importante (em uma pesquisa rápida, descobri que ela fez um filme independente que foi bem aceito em festivais). Ela também interpreta Hannah, a mais estranha das garotas, que mantém uma “espécie” de relacionamento com Adam, um cara que não faz literalmente nada da vida (ele é carpinteiro e ator, mas você só descobre isso na Wikipédia). Na verdade, apesar de estarem sempre experimentando todas as posições do Kama Sutra, ele não sabe que existe uma relacionamento entre eles. A colega de quarto de Hannah é Marnie, que sempre reclama que o namorado é muito presente e que se sente um pouco sufocada. Em outro apartamento moram Shoshanna, que luta para perder a virgindade, e sua prima Jessa, inglesa que trabalha de babá e provavelmente terá um caso no estilo Presença de Anita com o pai das crianças. Até o momento vimos Hannah perdendo a mesada que ganhava dos seus pais, conseguindo um emprego em que era apalpada por seu chefe, descobrindo que tem HPV e perdendo o emprego. Marnie é dispensada pelo namorado quando este descobre, através do diário de Hannah, que ela não gosta tanto dele assim. Desesperada, ela implora pra voltar, e quando ele acaba cedendo, ela termina de novo. Shoshanna, por enquanto, apenas “quase” perdeu a virgindade, mas o garoto desistiu de ir adiante quando descobriu a sua situação. Jessa descobriu que estava grávida, ou já chegou grávida em Nova York (não ficou muito claro), agendou um aborto, faltou ao seu próprio aborto, mas acabou perdendo o bebê. A série é recheada de cenas de sexo, seios da Lena Dunham, diálogos rápidos e inteligentes e um pouco de humor. Vale pra quem gosta de séries sem muita história que mostram como é a vida na Big Apple.
Feita a introdução, necessária, vamos ao episódio. Ah, e à boa notícia: vocês acompanharão review do seriado por aqui, a partir de hoje.
Esse episódio não pareceu um episódio de Girls. Não fosse pelas cenas de sexo, um desavisado poderia tranquilamente achar que se tratava de outra série. Na verdade, esse episódio mal pareceu uma série. Mais pareceu um daqueles filmes em que a protagonista super descolada da cidade grande, volta pra sua cidade natal no interior, acha todo mundo muito bocó, parado no tempo, e no final descobre que tem muito daquele lugar. A diferença é que aqui, em momento algum, ela se sentiu à vontade. A cena em que ela tenta repetir com o farmacêutico as esquisitices que ela pratica na cama com o Adam deixou claro o quão diferente ela é de todas aquelas pessoas. Acho que o objetivo dessa história toda foi tentar justificar um pouco a personalidade da Hannah através da sua origem. Os pais não sabem muito bem o que fazer em relação a ela e, provavelmente, nunca souberam. Até mesmo na decisão que eles tomaram em conjunto – de não sustentá-la mais – cada um teve um motivo diferente. Enquanto o pai esperava que ela percebesse que ela não conseguiria ser uma escritora nunca, a mãe queria que ela tivesse inspiração com a dificuldade, uma história pra contar.
A história da menina que quer ir pra Los Angeles virar dançarina serviu como metáfora da vida da própria Hannah. Sabe aquela colega de trabalho que tem mal hálito e fica falando de quem tem mau hálito? Tipo isso. Provavelmente se alguém tivesse lido os seus textos, teria feito as mesmas observações que ela fez a respeito da dança. O próprio pai questionou o seu talento como escritora. Na verdade, ela descrevia a si mesma quando falava como seria a vida da garota em L.A., morando em um apartamento sujo, se sentindo com medo, sozinha e estranha o tempo todo. Mas mesmo sabendo que é isso que a cidade grande reserva pra todo mundo, ela não caberia mais numa cidade pequena com aquelas pessoas e toda aquela tranquilidade.
A conversa com o Adam no final foi bastante interessante. Ao mesmo tempo em que ele demonstra total desapego, quando diz que não teria problema nenhum se ela falasse da noite de sexo que teve com outro cara, ele diz que sente falta dela. Apesar de reclamar que vai ter que levantar da cama quando ela pede que ele diga o que vê pela janela, ele obedece. O tão pouco que ele oferece pra ela parece bem maior do que toda a atenção que ela recebeu durante a noite toda do farmacêutico.
De forma geral, eu gostei do episódio. Esperava um pouco mais de humor, por ter sido escrito com a colaboração do Judd Apatow. Estranhamente, este foi o episódio menos engraçado até agora. Espero que eles foquem também nas outras personagens. Seria legal saber a origem dessas meninas, e como elas se tornaram quem são hoje.
Agora, é esperar pelo próximo episódio. Até lá!
[REVIEW] House – Everybody Dies
25/05/2012, 00:25.
Redação TeleSéries
Especiais, Reviews
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Terminou. Parecia que esse momento não ia chegar nunca. Eu não queria que chegasse. Sabe aquela primeira série da sua vida? A primeira que você realmente acompanha semanalmente, aquela que faz você começar a se tornar um fã de seriados? Muitos tiveram essa experiência com Friends, Lost, Arquivo X, entre outras. A minha foi com House. A série estava na segunda temporada, assisti um episódio na TV e foi amor à primeira vista. Desde então seis anos se passaram, mais de 100 episódios; vi a série no seu auge, vi todo mundo ser fã de House. Vi também muita gente começar a abandoná-la, entendia a mudança, mas não entendia por que aquelas pessoas não gostavam mais daquela maravilha. Infelizmente vi a série ser considerada por muitos irrelevante, afinal, depois de oito anos, ainda eram poucos os que realmente amavam o seriado. Nesses seis anos vi séries melhores, vi séries que me emocionaram mais, vi séries que me divertiram mais, mas não vi nenhuma série que criou em mim o carinho que tenho por House. E essa série foi capaz de me emocionar sempre que quis, lembro de passar o resto do dia com um aperto no coração depois de episódios como Wilson’s Heart ou Help Me, do jeito que nenhuma outra série conseguia me deixar.
E assim chegamos a 21 de maio de 2012, o dia em que a série mais importante da minha vida acabou. Espero conseguir compartilhar com vocês um pouco do que foi a experiência de assistir à Everybody Dies, um episódio simples e genial, feito para quem é fã da série. Digo isso, pois provavelmente quem abandonou a série em algum momento vai achar o final meio decepcionante, mas quem seguiu com House durante as oito temporadas com certeza se apaixonou pelas sensações que esse episódio trouxe.
Sendo mais racional, foi um episódio simples. Nada muito marcante para o fim da série. Não foi um House de drama pesado como o que nos acostumamos a ver quando a série encerrava suas tramas, ou até como vimos na temporada passada, em episódios como After Hours. Foi um episódio que encerrou a série de uma maneira simples, bonita e eficaz.
Everybody Dies é primeiramente um grande estudo da mente de Gregory House, com o nosso amado protagonista preso num prédio em chamas, alucinando com todas as pessoas que já passaram por sua vida. Kutner, o seu funcionário que se suicidou; Amber, a namorada de Wilson que morre no acidente de ônibus ao qual House sobrevive e depois aparece na mente do médico por uma temporada inteira; Cameron, a médica apaixonada por House, que foi tão importante em seus anos de série; Stacy, a sua esposa lá das duas primeiras temporadas (fazendo um papel que provavelmente seria de Cuddy caso Lisa Edelstein tivesse aceitado participar do episódio). Todos passam pela mente de House para conversar com o doutor à beira da morte. Cada um com a sua particularidade, estudando as atitudes de House ao longo dos anos. É uma reafirmação da vida que o médico levou por tanto tempo, coisas que já lhe foram ditas em outras situações, mas que dessa vez contam com uma diferença: a condição da única pessoa com quem House se importa de verdade, seu amigo Wilson.
House está sendo egoísta mais uma vez, afinal, qual o seu motivo para continuar vivendo? Ele está indo para a cadeia, abandonando seu amigo em seus últimos meses de vida, perdendo seu emprego e sua equipe, não restaria mais nada. Na conversa com Stacy, House deixa claro como sabe que está sozinho no mundo, falando que a vida que ela está tentando lhe mostrar (com uma esposa, filhos e etc) é impossível, pois não existe mais ninguém em sua vida. O que muda tudo é Wilson.
House pode ter criado uma relação com Cuddy durante a série, mas de verdade, a única pessoa que realmente sempre esteve lá para ele foi Wilson. Seu melhor amigo em todas as situações, para tudo que House precisou Wilson estava lá, durante oito anos. Uma relação de amizade única e especial, a melhor trama que David Shore podia ter escolhido para terminar a série. House não se importa nem com ele mesmo às vezes, e já mostrou isso várias vezes, mas Wilson é a pessoa que pode mudar House. Descobrir que o amigo está morrendo é o maior baque que ele pode sentir. Sem Wilson ele não tem ninguém. E é exatamente pela única pessoa que importa em sua vida que House resolve não realizar um último ato de egoísmo. É na verdade um imenso ato de solidariedade. House finge a sua morte para ficar livre de tudo e assim poder passar os últimos cinco meses de vida com seu amigo. “Eu estou morto, como você quer passar os seus últimos meses de vida?”. Ele dá a sua vida para poder ter um final feliz com Wilson.
House fingir a sua morte ainda é uma última grande homenagem de David Shore às histórias de Sherlock Holmes, que tanto inspiraram o seriado. A famosa história onde Sherlock finge sua morte só deixando uma pista para Watson é agora reencenada por House e Wilson.
Depois de tanto tempo no ar, House não era mais uma série que precisava de um episódio final para fechar muitas tramas ou responder perguntas. E é exatamente a simplicidade do fim que deixa Everybody Dies tão bonito. Nós não sabemos o que House vai fazer depois que Wilson morrer, mas também não precisamos saber. Sabemos que House continua vivo por aí, fazendo sabe-se lá o que, mas de qualquer jeito a série encerra deixando seu protagonista vivo para sempre. A imagem da morte de House não vai existir em nossas mentes, estamos livres para imaginar como foi o restante da vida do melhor médico que a televisão já viu.
O clima do episódio é construído por uma sequência de emoções diversas. Ao começarmos a assisti-lo já temos a tensão de House alucinando em um prédio pegando fogo, e disso segue a nostalgia de ver tantos personagens que fizeram parte dessa história. Depois o drama aumenta com House chegando perto do suicídio, seguida da cena da suposta morte após encontrar o olhar desesperado de Wilson pela janela. Esse é o momento da explosão de lágrimas no episódio, quando você pensa “Eles realmente tiveram a coragem de matar o House”, e entra em desespero na mistura desse drama com mais uma dose de nostalgia ao ver o restante dos personagens falando em seu funeral. Taub, Thirteen, Masters, Foreman, Adams, Park, todos em frases curtas descrevendo como House mudou a sua vida. Como aquele chefe ranzinza e odioso mudou a sua vida para melhor. Mas aí o celular toca. Quando o celular começa a tocar as lágrimas começam dar lugar a um sorriso. Uma última e maior pegadinha para o médico mais brincalhão que já vimos. Num episódio chamado Everybody Dies, na verdade tivemos um grande Everybody Lies.
Ao contrário do que imaginávamos, o fim da série não vem com uma morte, mas sim com uma brincadeira. Os dois opostos que sempre estiveram presentes em House, o drama e a comédia. Se as lágrimas voltam a aparecer no fim, elas são de alegria. Para quem já viu House passar perto da morte, sofrer com alucinações, ir para o hospício, ir para a cadeia, quase morrer ao realizar uma operação em si mesmo, entre tantas outras situações onde o drama e as dificuldades predominavam, o fim se torna uma libertação, um último suspiro de alegria. Depois de tudo que passamos nesses oito anos, a amizade predominou. A música final (indicada por Hugh Laurie para os produtores) é perfeita. “Aproveite a vida enquanto você pode”, ou como diz House no início do episódio, “Você nunca viu A Sociedade dos Poetas Mortos? Carpe diem!”. Ao longo da série House vai abandonando várias coisas em busca de libertação; além dos vícios e dos relacionamentos, é marcante como House abandona Cuddy no fim da sétima temporada, tirando o peso daquele romance que trouxe mais tristezas do que alegrias. E agora, após abandonar quase tudo, House abandona literalmente a sua vida, mas em busca da felicidade.
E ainda não é só a felicidade de House que marca um episódio que traz a morte no nome. Todos mereceram seu final feliz. Taub, que batalhou tanto contra a tristeza em seu tempo na série, finalmente feliz com suas filhas e em paz com as mulheres; Cameron, que sofreu tanto até não aguentar mais a equipe, agora feliz com um marido e filho, e ainda trazendo um último golpe de nostalgia com aquela foto da primeira equipe de House em seu computador, lá onde tudo começou; e enfim Chase, que se tornou tão importante para a série, o único que foi da equipe de House desde o início, que teve a sua vida marcada em tantos momentos, que aos poucos se tornou um “jovem House”, que nessa temporada cresceu tanto se tornando um dos melhores coadjuvantes da série, conseguindo carregar tramas sozinho, sendo decisivo em uma grande virada nesta última temporada ao ser esfaqueado e causar um dos melhores momentos do ano discutindo com House. Chase se tornou o principal médico e melhor personagem da equipe, e nada mais digno do que encerrar a série assumindo o posto de House. “Robert Chase M.D.” marcado na porta da sala do setor de diagnósticos, ele com certeza aprendeu com o melhor.
Enfim, esses foram os últimos 43 minutos de House. Vai ser estranho não ter mais essa série para acompanhar daqui pra frente. Mas é com um sorriso no rosto que House nos deixa após fazer parte de nossas vidas por tanto tempo, provavelmente a depressão por ter perdido essa série vai bater em alguns dias, ou até mesmo na próxima fall season, quando todas as suas séries favoritas estiverem voltando, mas House não. E isso faz parte, mas posso dizer que fui feliz pelo tempo em que acompanhei a série, e o final digno que era tão merecido aconteceu. Todo mundo morre, mas House vai viver pra sempre no coração de quem teve a sua vida tocada pela série.
Adeus, House. Obrigado por tudo.
Enjoy yourself, it’s later than you think…
Colaboração especial de Lucas Paraizo
Confira nossos especiais sobre os coadjuvantes inesquecíveis, os casos bizarros e os episódios memoráveis da série.
Supernatural – Survival of the Fittest
22/05/2012, 23:54.
Juliana Baptista
Programação EUA, Reviews
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Série: Supernatural
Episódio: Survival Of The Fittest
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×23 (Final de Temporada)
Data de Exibição nos EUA: 18/05/2012
“Carry on my wayward son. There’ll be peace when you are done. Lay your weary head to rest. Don’t you cry no more.”
Todos nós já estávamos sentindo certa saudade dessa música! Pena que quando ela toca, estamos nos preparando para nos despedir dos Winchesters e esperar intermináveis meses até a próxima temporada.
Como os leitores já estão acostumados, durante esta sétima temporada eu andei reclamando bastante do desempenho do enredo principal. Achei que depois que o Kripke abandonou a série, a qualidade caiu consideravelmente, a história ficou enrolando e parecia que ninguém sabia muito que fazer. No começo deste ano, Sera Gamble também resolveu sair da equipe, aí sim, a trama de Supernatural ficou mais perdida que cachorro em dia de mudança.
Nesta temporada tivemos muitas coisas sem explicação, por exemplo, as amazonas e suas filhas instantâneas. Elas sumiram, pareciam que iriam voltar pra explicar alguma coisa, prometeram, mas nunca mais apareceram. Enfim, não vou ficar citando todos os problemas senão a review vai virar um paredão de roteiristas.
Vamos ao Survival of the Fittest! Crowley voltou e ficamos o tempo todo em dúvida sobre quem ele estava enganando, Dick Roman ou os Winchesters? Quem seria o morto mais útil? Dick, apesar de ter aquela cara de banana (James Patrick Stuart não esboçou mais de uma expressão facial durante toda a temporada, estou duvidando que ele é pai da Kristen Stewart ou irmão do Steven Segal) tinha algumas cartas na manga. Roman tenta negociar com Crowley, antecipa o movimento dos Winchesters, se multiplica, mas mesmo assim não consegue escapar da arma letal do osso banhado em sangue.
Dean e Sam conseguiram todos os ingredientes em menos de três episódios. Essa foi ou não foi a arma mais rápida de ser fabricada para matar arqui-inimigos de final de temporada? Sem contar que eles não tinham certeza que o sangue do Crowley era legítimo, Cas não estava em seu estado mais confiável já que continuava bancando o “peladão da rave” e Meg estranhamente continuava aliada aos Winchesters sem nenhum razão BEM CONVINCENTE, vamo combinar!
Não entendi porque Crowley não matou Castiel na hora que descobriu que ele estava vivo, ele sabia que Cas já tinha dado o sangue pros Winchesters e que ele não estava cem porcento da cachola. Crowley também poderia ter pegado a Meg nessa hora já que ela estava de trairagem pro seu lado e ele sabia disso!
Bobby acabou sendo inútil no fim das contas. Isso me deixou indignada! Bem que podiam ter dado um final definitivo bem melhor do que esse. Ele possui a camareira, dá uns rolês por aí, não consegue fazer nada efetivo, quase mata a pobre mulher, quase mata o Sam e pede para os garotos queimarem o cantil? Sério que isso foi o fim do Bobby? Dúvida básica: como eles conseguiram derreter e evaporar o cantil sendo que prata precisa de mais de dois mil graus celcius pra entrar em ebulição? Foi mal, mas achei forçado. Pensei que Bobby seria mais útil na morte do Dick Roman, não apenas um encosto atrapalhando o plano final.
E o profeta Kevin Train da turma avançada? Ficou só de enfeite no episódio todo! Ele já tinha traduzido a palavra, não conseguiu fugir, não conseguiu explodir o laboratório da melequinha do mal, não adicionou nenhuma informação relevante pra ninguém! Alguém me explica pra que ele serviu nesse episódio?
Plano Kamikaze em ação: entrar na Sucrocorp loucamente, esguichando boráx na cara dos leviatãs e tentando achar o Dick Roman verdadeiro com a ajuda de um anjo biruta. Porque não? E o pior é que foi super simples: Dean enfiou o osso enfeitiçado em Dick Roman, que acabou explodindo e levando Dean e Cas para o purgatório junto com ele. (Dean é o cara que mais viajou neste planeta: viaja pra lá e pra cá na terra, já foi pro inferno e agora, para o purgatório! Só falta o céu para zerar toda a checklist do rapaz!).
Crowley sabia que a morte de Dick iria levar para o purgatório quem estivesse próximo, mas não fez questão de avisar. Acharia mais justo de TODO mundo que estivesse na sala tivesse ido também: inclusive Sam e Kevin. Porque só Dean e Cas? A diferença era de poucos metros…
Achei meio estranho Crowley querer ser o rei da bagaça toda. Ele estava planejando isso tudo o tempo todo? A próxima temporada será caçar Crowley e tentar sair do purgatório? Só saberemos em outubro, que venha a oitava temporada.
O que acharam desse desfecho? Deixem suas impressões nos comentários! 🙂
‘Private Practice’ – um balanço da temporada
22/05/2012, 23:48.
Anderson Narciso
Especiais, Reviews
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Addison Montgomery está em terapia. E nós somos o terapeuta. E deveríamos? Bem, quando Private Practice finalizou sua quarta temporada eu estava com a ideia de que abandonaria a série. Não porque o show apresentava histórias ruins, pelo contrário. Ela já vinha apresentando um crescimento considerável. Mas eu simplesmente não suportava ver a protagonista namorar Sam. Isso porque eles formam o casal mais sem graça da TV. Não apresentam absolutamente química nenhuma. E aí veio a surpresa: o ator Benjamin Bratt, nomeado ao Emmy e protagonista de vários longas metragens, havia sido confirmado como fixo para a quinta temporada. Foi quando meu interesse em continuar vendo o show se despertou.
Neste momento havia ainda uma esperança de que nesta quinta temporada Addison pudesse se separar de Sam e viver um novo amor com Jake Reilly (Bratt). Mas logo um balde de água fria foi jogado. Por que o médico estava ali para fazer Addison conseguir ter seu filho. E o relacionamento deles não passou daquilo nos primeiros episódios. Enquanto isso, Sam assumia o papel de personagem mais chato da atualidade, sendo contra o procedimento de fertilização em Addison, e não a apoiando em momento algum. Até o casal se separar, foi esta ladainha. Eu não sei o que acontece com Shonda Rhimes, ela tem o dom de unir casais sem sal. O que ela sabe escrever de drama, sabe juntar casais sem graça. E convenhamos, ela parece ter tirado este casal do nada. Tudo bem que na história Sam tinha uma queda por Addie na faculdade e tal. Mas não consigo entender de onde Shonda achou que este casal daria certo. Quanto a Jake, conhecemos um pouco de seu passado conturbado com a esposa morta por overdose de drogas, a enteada que ele cuida, entre outras coisas. Mas o principal, vimos ele se tornar parte da família Oceanside e era como ele já estivesse lá desde o início. Talvez ele tenha entrado para suprir a vaga de Naome, deixada na temporada passada. Mas convenhamos, ela não fez falta nenhuma.
Falando em casal chato, outro que continua dando as caras na série é Violet e Pete. E nesta altura do texto, eu me pergunto, como assistir uma série com dois casais chatos? Como faz? Acho que o que pesou menos é que ambos os casais passaram grande parte da quinta temporada separados. Pete e Violet entraram em crise novamente. Aliás, é o que os dois mais sabem fazer. E os dois separados começaram a ter aventuras sexuais. Sinceramente, foram diversas cenas entediantes protagonizadas por estes dois. E a amizade “forçada” dela com Addison (para suprir as faltas de confidencia com Naome) eram mais chatas ainda. Até as histórias finais com Pete sendo preso por causa da eutanásia que ele realizou achei extremamente chatas.
Mas então, porque a continuar assistindo uma série com casais e histórias chatas? Bom, porque pelo menos há personagens e histórias que salvam a série. E concordem comigo,salvaram muito bem. A começar por Cooper e Charlotte, que tiveram suas vidas totalmente modificadas a se depararem com Mason, o filho de Cooper. Filho de um caso de Cooper há anos atrás, o garoto entrou na vida deles e modificou completamente o rumo dos dois. Charlotte não gostou de início, mas acabou se apegando ao garoto. Principalmente quando descobriram que a mãe do garoto, Erica, tinha câncer no cérebro. O caso rendeu até um interessante cross-over com Grey’s Anatomy e me emocionou muito. A cena do garoto se despedindo da mãe foi de arrepiar. Claro que ele não aceitou facilmente e uma das interessantes histórias abordadas na temporada foi como eles tiveram de lidar com esta situação. E imagino o quanto seja difícil para Charlotte ter de se assumir “mãe” de uma hora para outra. Mas ela demonstrou muito amor pela criança e só me fez confirmar ainda mais o porquê acho ela e Cooper o melhor casal de Private Practice.
Mas esta temporada não teve para ninguém. Amelia Shepherd roubou a série e deu um show. Primeiramente com seus problemas com as drogas. Ela acabou se tornando uma viciada e levou a sua vida ao extremo. Conheceu outro viciado – Ryan, com quem teve um caso até o rapaz morrer de overdose. E é aí que ela resolve se tratar. O episódio, que foi um especial de duas horas, voltado para a intervenção da personagem foi extremamente emocionante! Um dos melhores da série. Amelia se mostrou uma das melhores personagens atuais aí. Mas seus problemas estavam apenas começando. Depois de se tratar e voltar a exercer a medicina, ela descobre que estava grávida de Ryan. E o pior, seu filho era anencéfalo. A médica teve de lidar com a situação e, claro, não foi nada fácil. Ela acabou se afastando de todos – incluindo Addison. E o final da temporada foi outro episódio emocionante com o parto da personagem e a tomada de decisão do transplante de órgãos do bebê. Inclusive achei muito bom a série abordar casos delicados como este, mostrando os médicos em diversas posições muitas vezes contrárias entre eles mesmos. Foi ótima esta abordagem.
E quem recebeu o devido destaque na temporada foi a própria dona do show, Addison Montgomery. A personagem, que andava bem apagadinha, cresceu novamente ao passar pelo processo de fertilização, a frustração de não conseguir engravidar, até conseguir adotar um bebê rejeitado pela mãe. Tudo isso intercalado com as sessões de terapia que a personagem realizava, sendo praticamente uma narrativa em todo inicio e final dos episódios desta temporada. Shonda talvez tenha feito isso para confirmar que o show se trata, sim, de Addison, e ele deve girar ao seu redor. Addison conseguiu ter seu filho, o que a fez se afastar de Sam – que não queria assumir o compromisso da paternidade – e se aproximar de Jake- que foi todo carinhoso com ela, do inicio ao fim. No fim da temporada, Sam resolveu voltar atrás e pedir a mão da médica em casamento, enquanto que Addison iniciava um romance com Jake. Sério Shonda? Insistir no erro?
Mesmo apresentando alguns personagens fora do eixo, Private Practice amadureceu suas histórias, e apresentou os melhores casos da série, ironicamente no ano em que o show caiu na audiência – fazendo-o até mudar de dia de exibição. A série foi renovada para a sexta temporada, mas o que se fala é que serão apenas treze episódios finais. Bom, apesar dos pesares, por mim, Private poderia continuar até o fim de Grey’s Anatomy. Mas sério, não reclamaria se a série da nossa Addison terminasse mais cedo, e ela fizesse uma visitinha permanente pelos arredores do Seattle Grace Mercy West. É praticamente impossível, afinal Kate Walsh diz que já não quer continuar fazendo a personagem, mas quem sabe acontece? Não custa nada torcer!
‘Bones’ – um balanço de temporada
21/05/2012, 23:00.
Maria Clara Lima
Reviews
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Acho que nunca esperei tanto uma temporada começar como eu esperei essa a sétima temporada de Bones. Não só em tempo (porque a temporada começou em novembro, quase 2 meses depois do normal) mas em ansiedade. Booth, Bones, bebê? Que coisa mais louca era aquela. Não sabíamos se amávamos ou se odiávamos a ideia, só sabíamos que estaríamos lá quando tudo começasse. Me juntei aos outros e fui de coração aberto.
Eis que Bones chegou ao fim e vi que toda a ansiedade e confusão não passou de um grande exagero. Porque, mais uma vez, muita coisa aconteceu, sem acontecer. Não é? No melhor Hart Way of Life. Mas não foi de todo ruim e vou dizer porquê. Mas antes, vamos dar um ‘play’ no Marc Scibilia (nossa trilha sonora para a review), e lembrar que por mais turbulenta que tenha sido essa viagem, tudo acontece um dia.
O que deu certo
Lá estavam eles, fazendo confusão sobre coisas que ninguém mais faria. Como sempre a química entre Booth e Brennan era o centro das atenções da série. Mas sim, era outro tipo de dinâmica, não era mais “ele gosta dela, ela gosta dele”, porque havia amor. A união de B&B, apesar de ter sido esdruxula, aconteceu e tínhamos que lidar com o fato de que nunca veríamos ela realmente acontecer. Mesmo assim, não se pode negar que vê-los na mesma casa, compartilhando ainda mais a intimidade foi algo para além dos sonhos. Então, para ilustrar a gostosura de ver B&B juntinhos e felizes trarei algumas cenas.
A primeira cena deles dessa temporada, ainda atrapalhados pela intimidade recente e a falta de espaço, fez meu coração palpitar. Ali, quase esqueci toda conveniência do Hart por ter escolhido pegar o bonde na gravidez da Emily sem nos dar satisfações. Mas enfim, ali estavam eles. Aos beijos e falando de sexo. O que por sete anos foi o desejo da maioria dos fãs.
Outra cena que me emocionou bastante foi quando a Bones estava examinando um esqueleto e ela colocou música para ouvir com a criança. Como se já não bastasse Anchor da Mindy Gledhill ser uma perfeita trilha para a doutora, o ato em si foi bonito demais.
Para não falar de cenas e sim de construção de personagem, vimos uma Brennan apressada por mudanças. Ela já não podia ser tão lógica e racional com aquela avalanche de hormônios e da emoção de ser mãe, de ser amada por todos, era algo muito impactante para simplesmente ela continuar sendo “a mesma”. Apesar de sentir falta da Bones “porra-louca” de antes, eu entendo a mudança.
Booth superprotetor e apaixonado foi um deleite.
O novo estagiário também. Finn é muito crocrante e, pasmem, tem até história.
O que deu errado
Fora isso, muita coisa nessa temporada parecia fora do lugar, sem alma.
Às vezes, não conseguia reconhecer que série era aquela. Parecia um “complete as lacunas com uma palavra”, e tudo era tão mecânico. Sempre disse que não me importava com os casos, mas aprendi a vê-los com outros olhos nessa temporada. Não é que não me importo com eles, é só que eles não precisam ser o arco principal da série como andavam fazendo na sexta temporada. Na sétima, eles não foram nem isso. Eles foram um desperdício de tempo entre cenas “fofas”. E que tipo de série se constrói em cima de “desperdício de tempo e cenas fofas”? Desculpem-me xiitas e fãs alucinados, criticamente falando Bones era quase um Shakespeare e agora se contenta com as fagulhas de um Nicholas Sparks.
Toda série é uma fórmula. Mas que seja uma fórmula ganhadora. Com enredos intrigantes e boa interpretação. Costumávamos brincar de “o que aprendi com Bones”, mas brincando assim, descobri que nessa temporada não aprendi nada. Não consigo lembrar de um único caso, tirando o mini arco do Pellant.
Então, se tirarmos que as cenas “fofas” do episódio não são nem 5 minutos ao todo, tivemos desse modo 90% do tempo jogados no lixo.
O time também não estava encaixado direito. Cam ficou perdida (onde está o doutor namorado?), Angela e Hodings perderam o foco, e o Sweets, ah! Nem vou começar, sei que muitos gostam dele, mas eu nem vi Freaks and Geeks e não estou afim de ver uma série dele. Não gostei do destaque que deram ao personagem, mesmo com a Brennan impossibilitada de acompanhar os casos, poderia ter posto ao menos a Cam ou outro agente, não? Até a Shaw poderia ter sido uma opção melhor, apesar de eu também não curtir muito ela. Aliás, o que ela faz nessa série?
Hart prometeu muito e fez pouco. A série se perdeu, talvez na pouca ambição de se fazer algo grandioso em 13 episódios.
Melhor caso e episódio
Sem dúvida eles acertaram no vilão. O hacker-assassino é de meter medo em qualquer um. Claro, sentimos falta e choramos até hoje a morte da pobre corveira, mas acho que encontramos um vilão a altura. Gostei do mistério, do que pode estar por trás do ódio e sede de vingança do moço lá. Me pergunto como as mesmas mentes que inventam um personagem assim pode criar uma temporada tão vazia e calcada em firulas.
Superemos, irmãos.
O melhor episódio, sem dúvidas, foi o de apresentação do Christopher Pellant. The Crack in the Code reuniu os elementos (sabe? Os Shakespeareanos?) para um episódio digno. Com um bom enrendo, bons recursos cenográficos, boas atuações. Parecia que Bones ia finalmente trilhar um bom caminho. Mas foi só a promessa, a segunda metade da temporada foi terrível. Mas esse comentário fica para depois.
Não posso deixar de falar como foi agradável ver o time do Jeffersonian trabalhando junto para resolver o caso (para compensar a quase ausência da Emily Deschanel), e a gigante ameaça para B&B. Foi uma maravilha.
Momento tosco
Michael Vicente dentro da gaveta. Sem mais.
Parker “construindo” uma bomba. Opa, não foi bem isso, né? Bom, simplesmente a aparição do Baby Booth foi terrível. O menininho tava tão pouco à vontade, que chegou a dar dó dele.
B&B brincando de Twister. O que foi a Brennan correndo para dentro de um tornado? Se eu fosse o Booth, teria dado uma surra nela. Af.
Manjedoura. Que lugar foi aquele para B&B ter um filho? Isso foi um tapa na nossa cara para relembrar que Christine veio ao mundo com uma Bones imaculada? Nem vou voltar nesse assunto que já me aborreço.
The Present in the Past
O final dessa temporada foi uma chama de esperança. Vamos tocar From the Ground Up do Sleeping at Last para entrar no clima? Então vamos lá, adeus sétima temporada!
De novo, o Pellant aparece para colocar as coisas em ordem. Porém, aparece ainda de modo atrapalhado, sem ganchos. Confesso que a cena inicial na côrte me deu um dejávù ao mais uma vez ser “poupada” de certos acontecimentos. Não é porque a série é um procedural que a sequência dela não importa. Para mim, importa bastante. Não vi, durante toda a temporada, o desenrolar do caso do Pellant, então ouvir a Brennan dizer que estava confrontando o caso com alguém ou o Booth falando que o hacker é um assassino perigo, mais uma vez é “barato” demais. Hart, pare de pular as coisas e escreva. Não tenha preguiça de desenvolver as histórias, porque quem perde é o público.
Passado esse mal estar, eu adorei todo o episódio. A direção do Boreanaz sempre ajuda. Ele pode até ser um ator mediano, mas tenho visto ele crescer como diretor e afirmo que os episódios que ele dirige, com mudanças de câmera rápidas e ‘closes’, me dá a sensação de que eu estou dentro da história. Parece que é possível sentir tudo com os personagens (Lembram de The Blackout in the Blizzard?). O resto da história fluiu como deveria ser.
Pellant
Tenho medo. Só o que digo. Ele tem tudo para se tornar o vilão mais temido de todos os tempos. Gostaria que a série explicasse como ele consegue por vírus de computador em ossos e em códigos de livro ou trocar o toque de celular das pessoas sem ao menos chegar perto do aparelho. Começo a achar que Pellant é um mágico e não um gênio. Ele conseguiu separar todo mundo e virar o jogo. Algo que ninguém jamais ousou fazer. Gostaria de saber proque B&B está no alvo de vingança desse malfeitor. Será um mistério respondido em breve? Não sabemos.
Cam
Antes de odiar a Cam, eu amei a Cam. Dá para entender? Bom, primeiro adorei ela estar de volta ao seu posto de chefe. Algo que ela não chegou nem perto durante toda a temporada. E a cena dela chorando por causa da Bones foi tocante. Aí, vemos o quanto é difícil dosar o carinho e a amizade com o profissionalismo. Na verdade, ela foi a mais calma e fria de todos, e só assim, o Jeffersonian pode continuar no caso. Espero que a Cam da oitava temporada seja a forte Cam que conhecemos.
Hodings e Angela
Alguém dá um abraço na Angie? Michaela detonou nesse episódio. Não que seja uma surpresa, mas sentia tanta falta da amiga maluquinha da Brennan. Ela e Hodings são parte do motivo por eu ver a série e gostaria de vê-los melhor aproveitados. Sinto coisas boas acontecendo com eles na próxima temporada. A sexta foi tão proveitosa. Quero mais bebê Michael, papai da Angela e toda a gostosura que é esse casal.
Wendell
É o meu ‘squint’ preferido. Adoro o alívio cômico que ele traz nas cenas com a Bones. Ele foi o que deveria ser nesse episódio, não mudaria nada.
Caroline
Diva! Nunca me deixe, Cherrie!
Sweets
Até que o Lance não estava muito pentelho nesse episódio. De cara, ele enfrentou o agente Booth e se manteve na profissão de psicólogo até o fim. Um teste de amizade e de amadurecimento que eu não esperava ver em uma dose tão balanceada. Quase gostei dele, e espero que continue assim. Chega do doutor bobão, até porque ele já passou da idade de bancar o filhão do Booth.
Max
Não sei se dou um beijo ou um soco no estômago do Max. Quer dizer que o Papa Bones tava nesse episódio apenas para tumultuar? “Não acredite no sistema”, ele diz para alguém que sempre trabalhou pelo sistema. Ah, e esse alguém cai na dele. É bom o Max saber o que está fazendo, e ainda bem que a Bones não deixou a pobre Christine para trás. Mais uma vez, espero não soar repetitiva, queria ter visto a cena da conversa entre pai e filha e a hora que ela decidiu deixar tudo para trás.
Família B&B
Eye sex. Expressão em inglês comumente usada entre os fãs de casais que não podem realmente ter algo mais intimo e ficam enrolando – por anos – com esse tal de olhar sensual. Até que B&B inventou outro olhar. Largamente usado nessa temporada. O eye trust/love/desire you for the rest of my life. É como se eles traduzissem em um olhar toda a confiança, amor e desejo de ter um perto do outro para sempre. São segundos, às vezes frações de segundos, mas está lá.
Esse episódio teve de tudo. Foi um resumo de sete anos de agonia. Apesar de ter terminado como terminou, os “eu te amo” ditos por aí parecem tão vazios quando se tem o carinho daquela cena do batismo. Prestem atenção: BATISMO. Quando, em um milhão de anos, alguém imaginou a Brennan participando desse ritual? Segurando a mãozinha da filha enquanto ela recebe a unção sagrada? Deus, me arrebate nesse segundo, porque o amor foi muito forte.
A Christina também não ajuda nesse momento. Ela é tão bonitinha que chega a doer. Ainda não sei dizer se foi uma boa ideia trazer um bebê para a série, mas com certeza não quero nunca que ela parta. Temi que a Bones fizesse a mesma escolha da mãe e deixasse a filha para trás. Mas aquela cena dela ajeitando a filha no banco de trás do carro, aquela cena… não consigo descrever.
Booth é um louco de pedra. Bater no Pellant do jeito que bateu, olhar para a Bones com aquela cara de “eu falhei”. Não consigo me concentrar quando o assunto é ele. Só digo que sei que ele fará de tudo para trazer a família dele de volta. E espero que todos estejam preparados quando a hora chegar.
*****
Quando o Boreanaz postou uma foto dele se despedindo do escritório dele do FBI, eu pensei: Vão separar os dois. Aquela história dele superproteger a Brennan ia dar nesse desfecho. Sabia que ele mataria por ela (desde o início, não é?), não só por ser parceira dele, mas por ela agora ser mãe da filha dele. Então, quando ele disse “adeus” a vida dele de agente, ainda lá no hiatus, antecipei toda essa agonia. Até porque isso seria mais uma coisa óbvia a se fazer: separar os dois.
Só não consegui prever o efeito que isso teria sobre mim. Vendo outra vez a Bones fugir, sendo que agora com a filha dele… não sei o que vai acontecer, só desejo uma coisa: drama!!!! Cenas chorosas, tensas e dramáticas! Ah, que venha o oitavo ano!
Um balanço de temporada
A sétima não foi uma das melhores. Mas também não foi o fim do mundo (há pessoas que adoram a famigerada terceira temporada, escrita durante a greve de roteiristas). Ainda me emociono em ter tido o privilégio de acompanhar de pertinho a gravidez da Emily Deschanel. Ela estava linda, e linda como só ela sabe ser, a Bones ficou ainda mais perfeita. O Boreanaz cresceu junto dela, os dois formaram um dos mais belos casais dessa temporada principal. Não foi a temporada mais memorável, foi uma temporada de memoráveis pequenos momentos. De toques e olhares. Espero que a próxima os pequenos momentos tornem-se grandes o bastante para fazer a oitava temporada inesquecível.
Mas a minha esperança não é apenas uma força de expressão. Sabe o porquê das músicas inseridas nessa review? Se você não conhecer as letras, tira um tempo e leiam elas, assim vocês vão ver que o time que toma conta de Bones conhece cada nuance da série. Cada detalhe que faz dessa história a preferida de muita gente. E é nesse time que devemos nos agarrar e cobrar que façam um melhor trabalhar em setembro. Roteiristas, produtores, diretores, estamos todos preparados pela volta por cima. Nós, os fãs, merecemos.
E é assim, com o coração cheio de esperança que me disperso mais uma vez. Até setembro! Espero que vocês voltem por aqui.
Revenge – Grief
21/05/2012, 09:58.
Mario Madureira
Reviews
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A caça do homem com cabelo grisalho e os preparativos para o casamento de Emily e Daniel começam. Emily continua em seu caminho por vingança e agora em busca de algo mais concreto e algo que possa suprir a sua dor: a morte do assassino de seu pai.
Este episódio certamente teve frases bem engraçadas. Considerei hilário quando Conrad chama Victoria de súcubo demoníaco ou quando Nolan afirma que essa vingança está se tornando algo pervertido. Mas com piadas a parte, esse episódio não deixou muito claro algumas situações.
É claro que todos estão ansiosos para o grande momento de Emily, mas talvez eu esteja sentindo falta de mais ação e uma vingança mais apimentada. Sinto saudades da época em que Emily riscava a cara de uma pessoa que ela havia eliminado. Me parece que ela deixou de lado algo tão importante como esse fator, para se manter focada na vingança principal. Creio que o drama desse episódio nos trouxe um pouco da pequena Amanda, quando se divertia na praia com Sammy, seu pai e seu amigo Jack. Mas o amor foi deixado para trás e de repente recuperado. Num contorno de emoções, Emily se entrega aos braços de Jack quando ambos deixam de lado os problemas para se beijaram e vivenciarem um momento do amor contido de ambos.
E foi muita mancada terem matado o Sammy. Eu ainda sonhava com a possibilidade de Amanda (a verdadeira) vivendo com Jack em uma casa pacata com o Sammy e uma casa com um quadro de David escrito “Te amo infinito vezes infinito”. Mas como nem tudo o que é bom dura, Ashley se mostrou uma verdadeira aliada aos Grayson ao ver de longe que Jack beijava Emily. Estou revoltado com isso também. Ashley está entrando na minha lista negra (pelo menos ela está envolvida com algo).
De contra partida, Lydia voltou para se jogar para cima de Conrad e se aproveitar de seu dinheiro novamente. Não acredito que ela o ame mesmo e achei ótimo Victoria ter acabado com a farsa dela novamente.
Algo que não mudou em todo o episódio: Victoria continua tentando conquistar os filhos e a eterna briga com Conrad continua. Charlotte continua drogada. Daniel continua sendo manipulado por Emily e pela família. Emily não teve sua vingança e o panaca do Nolan achou que não ia ser pego com aquele péssimo plano.
O último episódio promete ser o mais bombástico de toda a temporada. Haverá uma grande reviravolta na trama que decidirá de vez as rédeas dessa vingança. Será que todos descobriram os planos de Emily? Será que Victoria finalmente vai se divorciar de Conrad? Será que o homem do cabelo grisalho vai morrer pelas mãos de nossa vingadora? E será que o panaca do Nolan vai conseguir escapar dessa enrascada?
Emily: agora é tudo ou nada. Você se preparou uma temporada inteira para esse momento. Não nos decepcione. Queremos a nossa Revenge!
Nuvem de Séries
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