TeleSéries
Teen Wolf — Ice Pick
15/06/2012, 14:02.
Júlia Berringer
Reviews
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Série: Teen Wolf
Episódios: Ice Pick
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 11/06/12
Inegável dizer que Teen Wolf melhorou muito nessa temporada. Lógico que a série ainda não é uma série de tirar o fôlego, como muitas outras, mas a tentativa dos produtores fazerem uma série mais madura na segunda temporada, está dando bons resultados. E o melhor de tudo, é que os momentos de descontração ainda estão muito presentes, principalmente com o Stiles.
O episódio 2×03 começa com Allison sendo sequestrada por seu próprio pai, mas para um treinamento. Nos mostrando mais uma vez, que de boa gente, os caçadores não tem nada. Os Argent criam os filhos homens para serem soldados, as mulheres, são líderes. Mamãe Argent deve ser uma grande líder, porque depois de achar um dos bilhetinhos do Scott dentro de um dos livros da Allison, se cortou sem piedade, e foi até o hospital visitar a mãe do garoto. Na hora dos pontos, nem anestesia pediu, e não esboçava nem um tipo de dor. Só sei, que aposto nela como grande vilã da temporada.
Nesse episódio, também conhecemos outra propensa à se tornar uma vilã: Erika. A guria que tinha epilepsia sofria bullying na escola. Derek viu nela uma ótima loba, e o utilizando dos mesmos argumentos que usou em Isaac, a transformou. Erika voltou para a escola seduzindo a todos. Lógico que o Scott percebeu o que tinha acontecido. E bom, Derek tem se saído um ótimo canalha nessa temporada, mas não tem como não gostar do estilo bad boy do Alfa.
O chefe veterinário do Scott também teve presença no episódio, ele, que tinha dado uma de esquecido, foi procurado pelo pai da Allison para falar sobre as causas da morte de um dos caçadores. O problema é que ele não foi atacado por um lobisomem, e sim, provavelmente, por aquela criatura estranha que apareceu no último episódio. Quando Scott aparece por lá machucado depois da briga com Derek, o veterinário diz que a ferida não se curou porque foi feita por um Alfa.
Lydia continua tendo alucinações que envolvem o antigo Alfa, o que está deixando todos, principalmente Stiles, muito preocupados. O que nos resta é saber no que ela se transformou, muitas teorias surgiram, dizendo ela ou Jackson podem ser a tal criatura, mas eu não boto fé. Acho que essa criatura é algo muito mais que isso.
Esse episódio foi ligeiramente fraco comparado aos dois últimos, mas acredito que ele foi só um abridor de caminhos para o que vai acontecer durante a temporada. De acordo com alguns spoilers, espere por muito sangue.
Pretty Little Liars – Blood Is The New Black
15/06/2012, 09:50.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: Blood Is The New Black
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 03×02
Data de Exibição nos EUA: 12/06/2012
SLAPT! Esse é o som do tapa na cara que as pessoas que disseram que a terceira temporada de Pretty Little Liars não teria sentindo estão levando. Segredos antigos estão sendo revelados, segredos novos estão sendo construídos e finalmente, nossas queridas mentirosas estão descobrindo alguma coisa!
Antes de tudo, devo informar: Alison era uma bitch de marca maior. Por mais que pareça difícil enxergá-la dessa forma, agora que nem mais o corpo dela está a sete palmos em baixo da terra, é necessário lembrar disso. Bela amiga, essa que te faz destruir o escritório do seu pai baseada numa prova falsa. O que me leva a crer que tudo isso foi planejado, do desaparecimento dela até a morte. Afinal, é meio suspeito que A esteja usando agora, anos depois, uma informação que foi deixada para trás, como a ponta de um fio descartada. O resultado disso tudo foi a Merebitch se reaproximando de Byron – o hipócrita de Rosewood, agora que ele está oficialmente separado. Falando em Meredith, que raios ela está fazendo na Rosewood High? Não podia caçar um emprego em outra cidade ou até mesmo na Hollis? O salário de professor universitário deve ser bem maior do que o de professor secundarista. Mas não, ela tinha que ir atazanar a vida da Aria e da mãe dela de pertinho…
Falando em Ella, a atitude dela marcando as respostas certas na prova de Emily foi um tanto questionável. E algo me diz que essa informação não vai ficar retida na calada da sala de aula tarde da noite. Outra mãe que deu a louca nesse episódio foi a de Spencer. Se ela não acredita na inocência de Garrett, por que está defendendo o bendito no tribunal? E por que não contou isso à Spencer? Justo quando eu achei que iria descobrir quem tinha roubado o corpo de Ali… Isso se ela está realmente morta. A essas alturas, não me surpreenderia se Alison aparecesse do nada e vivinha num final de temporada.
O luto de Emily está começando a dar nos nervos. Gente, se passaram CINCO MESES. Ninguém nunca disse pra essa menina que a vida continua? E, o que eu disse sobre Ali também vale para Maya. Não me surpreenderia se ela me aparecesse viva e incluída no Team A. Junto com Melissa, que não deu as caras mais uma vez nesse episódio.
O bom é que, pelo menos, Emily está conseguindo se lembrar do “sequestro” que sofreu em It Happened That Night, finalmente tirando a nossa pulga de trás da orelha e revelando que quem a raptou foi Jenna, só acrescentando um item a mais à desconfiança de Spencer em relação à visão da bitch número 2 de Rosewood. Desconfiança essa que foi confirmada, para elas, com um pequeno teste em que Jenna caiu como se fosse completamente inocente. Pelo amor de Cristo, será que ela ainda não aprendeu que tudo tem olhos naquela cidade? Dessa vez, quatro pares de olhos bem escondidos nas cabines do banheiros. Resta saber como Spencer pretende usar essa informação para ganhar vantagem. Espero que os tapas prometidos pelas outras três fiquem guardados e sejam devidamente entregados nos próximos episódios.
Mona se torna cada vez mais uma interrogação para mim. Já nem acho mais que ela é louca, mas que ela está fingindo isso tudo por um propósito maior, já que ela sabe que as meninas voltaram a receber as mensagens de A. Por que cargas d’água ela furou o dedo com aquela pinça? Bom mesmo foi ver Hanna perdendo a cabeça e se irritando de verdade com ela, com direito a cadeira voando e um crachá gentilmente jogado no lixo. E quem deve ter entendido tudo errado foi o coitado do Caleb, que descobriu que sua namorada conhece um senhor médico pelo primeiro nome e que teve com esse médico, conversas que não teve com ele. Além de ter descoberto por ele que aquela não era a primeira visita que ela fazia a Mona. Veremos o Caleb explosivo em 3, 2, 1…
E sim! Pela primeira vez na temporada, tivemos uma aparição da pessoa do capuz preto, ops, vermelho, no final de um episódio” Dessa vez, ele/ela apareceu renovando o guarda roupa do Team A. E pela primeira vez, conseguimos ver a mão e o relógio dessa pessoa. Será que Marlene King finalmente se compadeceu da nossa completa falta de informações e resolveu dar uma dica? Ainda não fui checar, mas tenho dois palpites sobre quem possa ser o dono do relógio: Lucas e Ezra. Lucas porque já está metido nessa história até o último fio de cabelo. E Ezra justamente pelo contrário. Ninguém em Rosewood é completamente inocente e além da linha do relacionamento com Aria, ele não tem muita história para contar. É no mínimo suspeito.
PS: Parece que o banheiro virou o QG das liars na escola, não? Daqui a pouco A descobre uma forma de colocar câmeras escondidas e escutas por ali.
The Killing – Donnie Or Marie
15/06/2012, 00:38.
Dierli Santos
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Série: The Killing
Episódio: Donnie Or Marie
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×12
Data de Exibição nos EUA: 10/06/2012
O penúltimo episódio da temporada de The Killing se preocupou em desvendar a dúvida deixada na semana anterior: qual dos dois assessores estaria envolvido no assassinato. E a série continuou nos enganando como fez durante toda a temporada. Era Gwen quem se atrapalhava nas perguntas, quem não tinha um cartão de acesso e quem havia usado o carro. Mas no final do episódio, quem vimos entrar no elevador, depois de muito suspense, foi Jamie.
A suspeita em Jamie deixou os espectadores surpresos. Ele era o amigo bondoso, companheiro de Richmond nas horas mais difíceis. Confesso que na primeira temporada, achava tanto ele quanto Gwen meio chatinhos, mas nesse ano eles ganharam muita profundidade. É só lembrar dela chorando ao telefone ou dele tentando ajudar seu amigo a ir para a cadeira de rodas. Só que o Jamie que apareceu no final do episódio era outro. E quem diria, sua história era mentira – o que pelo menos explica o porquê dela ter ganhado tanto destaque.
Particularmente, eu não gostaria que Jamie fosse o assassino, mas entendo que a essa altura, mudar o foco para o outro suspeito seria corrido demais. Mas, caso seja ele mesmo, ainda assim ficarei satisfeita com a série. Isso porque, durante duas temporadas, The Killing desenvolveu muito bem Linden. A personagem tem tantos detalhes, tantas qualidades e ao mesmo tempo consegue ser tão real. Depois de ir parar na clínica, parece realmente ter desistido dos chicletes e se rendido aos cigarros. Continua sendo uma ótima investigadora, percebendo o ponto fraco e conseguindo o vídeo do elevador. Para mim, Linden e Holder ainda são a melhor coisa da série.
Tivemos também Mitch ouvindo do seu marido e da sua irmã sobre o quanto foi egoísta. E eu tenho que concordar. Entendo as dificuldades, mas fugir, deixando dois filhos pequenos, é covardia. Independente do trauma, ela deveria pensar em seus filhos. Ainda assim, as cenas foram emocionantes.
Agora temos um Richmond desconfiado e algumas revelações para o último episódio. Alguém mais ansioso?
Veep – Tears
14/06/2012, 09:51.
Beto Carlomagno
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Minha alegria semanal durou muito pouco. A primeira temporada de Veep foi curtíssima, até mesmo para os padrões das séries da HBO – ela teve apenas oito episódios e chegou ao fim neste último fim de semana lá nos EUA -, mas se teve algo que não faltou à série foi qualidade, assim como a grande maioria das produções da emissora. Veep me surpreendeu desde seu início por seu humor diferenciado que equilibra perfeitamente piadas inteligentes com o humor negro e politicamente incorreto. Em todos os episódios temos o apoio de situações políticas que lembram o real para fazer um humor que requer mais do espectador, além dos diversos momentos que apelam para o ridículo e que funcionam tão bem. O elenco de Veep também ajuda a elevar o nível da série, em especial Julia Louis-Dreyfus que vem se destacando como a impagável e mais sem noção vice-presidente que já existiu. Tudo isto, é claro, está presente no episódio final da temporada.
Tears é como se fosse a segunda parte de um mesmo episódio que começaria com o episódio da semana passada, como se fossem os vinte minutos finais com as resoluções das tramas da temporada e uma pequena abertura do que pode ser abordado na segunda. O episódio mostra um pouco das consequências de todos os erros cometidos pela vice e seus funcionários no decorrer deste primeiro ano da série e a situação não está nada boa para o lado dela. Sua popularidade está em baixa e ela acaba se tornando persona non grata no universo político. Toda esta situação acaba deixando seus sentimentos aflorados o que a faz chorar facilmente. Com a necessidade de buscar uma solução para os problemas dela, Mike e Amy decidem usar este sentimentalismo repentino da Selina a seu favor fazendo com que ela se emocione durante uma entrevista e assim conquiste a simpatia da população novamente e, consequentemente, seu destaque no mundo político.
Assim como na maioria dos episódios da temporada, o season finale mostrou todos os lados da maioria dos personagens, deixando bem claro a humanidade de cada um deles e a força que a dualidade existente no ser humano exerce naquele escritório, com a capacidade que eles possuem de fazer o mal e de burlar as regras em busca de resoluções totalmente egoístas. E o egoísmo é o que movimenta a estes personagens. O final de temporada só veio para coroar a situação provando que eles estão na luta pela sobrevivência, apenas, não importa o resultado de suas ações. Mas como toda regra tem sua exceção, Gary continua provando ser o mais apaixonado ali por sua atual situação, além de o mais puro.
Tears ainda brinca com o espectador com diversas reviravoltas. Quando se achava que tudo estava bem e resolvido, um novo problema surge e nos prova, mais uma vez, que não importa se é o final de temporada, as coisas para Selina e sua equipe nunca saem do jeito que foi planejado. Além disso, temos um vislumbre de uma Selina cansada de todas estas situações. Será que ela aguenta mais? Só saberemos no ano que vem, mas o que já ficamos sabendo, no encerramento, é que este foi apenas o primeiro ano da vice no cargo e que ela terá que enfrentar pelo menos mais 3, ou oito, no total, caso o presidente seja reeleito, ou até 12, caso ela seja eleita presidente, e no máximo 16 com uma reeleição dela. Eu tenho que dizer, depois de uma temporada tão boa quanto esta, não me importaria em ter a companhia de Selina, sua equipe e seus problemas por todo este tempo – sem o Jonah, claro.
Nos vemos em 2013 galera.
Girls – Leave Me Alone
13/06/2012, 00:41.
Tiago Oliva
Reviews
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Série: Girls
Episódio: Leave me Alone
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 01×09
Data de Exibição nos EUA: 10/06/2012
Apesar de ter tido algumas reflexões interessantes, eu achei que esse foi um dos episódios mais fracos, ou pelo menos o que menos eu gostei de assistir. Até porque, quase tudo que as personagens descobriram sobre si mesmas, ou tiveram que ouvir à força, a gente meio que já sabia.
A inveja da Hannah pelo suicídio da colega escritora, talvez tenha sido a coisa mais deprimente que eu já vi. Enquanto ela tem talento, agora reconhecido pelo próprio professor, falta inspiração. Algo que a mãe dela já tinha percebido. E esse não é o problema. Ela sempre faz as piores escolhas. E mesmo percebendo isso, ela ainda escolhe o texto errado pra ler, acabando com uma das poucas chances de ter uma confirmação da sua vocação.
Já a Jessa, foi obrigada a ouvir da ex-patroa tudo o que, provavelmente, todo mundo pensa sobre ela. Atrás daquela figura descolada, que vive o momento, faz o que vem à cabeça e não leva nada nem ninguém a sério, existe alguém que não está feliz com o que é. Porque é bem óbvio que ninguém pode ser feliz sendo a Jessa. Ao contrário do que ela pensava, ela é tão clichê quanto a maioria, e pode ser decifrada até por alguém com quem nem tem tanto contato.
A briga da Marnie e da Hannah no final já vinha sendo anunciada há algum tempo. A impressão que eu tenho é que as duas estão tão erradas, que deveria cada um ficar bem calada. Na verdade, eu nunca achei que nenhuma das quatro fosse realmente o modelo ideal de amizade. Eu, pelo menos, não ia querer nenhuma delas como amiga. Mas foi bacana ver as duas sendo obrigadas a ouvir algumas verdades. E a Hannah dizendo que ela não aceita ser odiada por ninguém, pois já se odeia o suficiente, foi tão forte quanto ela dizer que tem um namorado e a Marnie não foi mesquinho.
A Shosh mais uma vez fez figuração e o Adam foi um egoísta que não fez nenhum esforço para entender a situação da Hannah. Mas depois dos últimos episódios, o saldo dele está positivo.
E vocês? O que acharam? Quem tem razão na briga Marnie vs Hannah?
Rookie Blue – Class Dismissed e Good Shoot
11/06/2012, 22:16.
Mariela Assmann
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Mais dois bons episódios pra lista de episódios gostosinhos de Rookie Blue. Acho que esse início de 3ª temporada tem sido bem sólido, e a série está mantendo a qualidade apresentada anteriormente, especialmente na temporada passada, que superou – e bem – a temporada de estreia. É, leitores. Definitivamente, Rookie Blue não é só um rostinho bonito que aquece nosso inverno com o clima do verão norte-americano.
Se comentei que a season premiere havia dado muito destaque pra Gail e Andy, preciso dizer que os episódios seguintes foram mais “democráticos”. Epstein e Nash tiveram um bom destaque, ela especialmente em Good Shoot. Mas preciso deixar minha indignação registrada: quando vão desvincular a policial Nash da mãe Nash? Cansa que o plot dela esteja SEMPRE relacionado aos dramas de conciliar a maternidade e a vida na policia, como aconteceu, mais uma vez, em Class Dismissed. Pelo menos em Good Shoot Leo teve apenas uma rápida menção no final do episódio. É óbvio que eu compreendo que as coisas se relacionam, mas acho que forçam um pouquinho a barra, nesse ponto.
Tô louca pra ver como vai ser ver a Nash detetive. Espero que ela se dê bem, faça escolhas certas. Aproveite bem os seis meses. Mas, cá entre nós, não sei se ela virará detetive, no final das contas. Ela é super competente, mas não acho que seja ela a detentora do perfil para o cargo.
Outra coisa que sempre acontece é o Epstein dar mancada. Ou ser o policial mais zicado do mundo dos seriados. Em Class Dismissed ele conseguiu a façanha de perder a viatura para um bando de adolescentes. E em Good Shoot ele “matou um cara”. Tá certo que esse segundo caso não se classifica como mancada, já que o menino estava mesmo armado. Mas podemos esperar que a morte do rapaz se manifeste em Dov de um jeito ruim. Talvez todo o trauma da morte do irmão dele volte, já que ele está enfrentando mais um “evento morte”. Talvez, ele tenha problemas em lidar com o trauma. E por um lado, gosto disso. Podemos esperar mais de Epstein, e apesar da zica que ele carrega, considero ele um bom personagem, que merece o destaque, sempre que o recebe.
Chris continua sendo um fofo do tipo mais gracinha. É muito engraçado ver os “eu de papelão” dele espalhados pela cidade, mas ao mesmo tempo é tão bonitinho. Acho que ele ama proteger as pessoas, faz por profundo prazer e altruismo. Ele é super boa gente, e a relação dele com o garotinho “rebelde” de Class Dismissed mostra isso muito bem, assim como o papo dele com a Traci. Aí, nos perguntamos: se esse doce não fez a Gail deixar de ser bitch, quem poderia fazer?
A resposta é Nick Collins. Até porque o novato bonitão tem um “quê” de cafajeste que deixa a loirinha bem mais mansa que de costume. E, de quebra, ainda descobrimos que ser bitch faz parte da personalidade dela, embora antes ela fosse uma “vadia” de outro tipo, e mais feliz. E era óbvio que ia rolar pegação entre os bonitos. Eraóbvio que Gail não daria o braço a torcer. Agora, vamos ver onde vai dar esse relacionamento. Creio que ele será construído ao longo da temporada, e a ideia me agrada. (Confesso, ainda me estressa um poquinho o “final sem final” entre Dov, Chris e Gail. Mas superarei isso, prometo).
Outra coisa que me agrada é como as coisas estão fluindo para Andy e Sam. Em Class Dismissed, houve alguns momentos de “dúvida”. Natural, já que como Swarek bem lembrou, há seis meses ela estava pronta pra se casar com Luke. Óbvio que Sam prefere ir devagar, checando todas as possibilidades do romance dar certo. E ele, mesmo sendo todo fechadão, tá se abrindo pra Andy, deixando ela – com seu jeitinho cativante de ser – ganhar espaço. Prova disso foi a carinha fofa que ele fez ao observar ela indo comprar sorvete, e o jeitinho que ele pega na mão dela, no final de Good Shoot. E o olhar de orgulho dele, quando ela coloca banca pra cima da testemunha da “lambança” de Dov, também foi muito legal.
À propósito, preciso dizer que Andy amadureceu, e muito. Ela já não comete mais os erros de novata que costumava cometer de balde na primeira temporada, e eventualmente na segunda. Ela é uma ótima policial, e seu progresso é notável. Só não acho que ela é a melhor candidata ao cargo de detetive porque gosto muito dela como policial.
E os episódios foram tão democráticos que até Barber, Noelle e Best tiveram seus momentos sob a luz dos holofotes. Bacana de ver o destaque que eles recebem, ainda que por poucos momentos. E nem teria como exigir mais tempo, já que Rookie Blue tem muitos protagonistas, e acho que nenhum desses três se enquadra nessa categoria. O mais apagado, até agora, é Shaw, mas até ele teve seus momentos de estrela, ainda que sejam eles perdendo o carro junto com Dov e sofrendo com a distância das filhas.
Por fim, preciso dizer que curti bastante os dois casos apresentados nesses episódios. A trama do mecânico apaixonado que faz a namorada de refém, no meio de uma caça ao tesouro escolar, rendeu. E nem preciso dizer que a trama “tinha uma arma, ou não?”, de Good Shoot, me cativou profundamente. Bom tiro, equipe de roteiristas. Com essa mira, Rookie Blue vai longe!
P.S.1: O dois episódios marcaram, respectivamente, 5,84 e 5,42 milhões na audiência. Houve uma pequena queda, se compararmos com a estreia da temporada. Mas são bons números para esta época do ano. Afinal, como diria a Andy, “qual é, vamos lá. É verão!” – lá no hemisfério norte, porque aqui “winter is coming” – e os americanos colocam o bloco na rua. Consequentemente, vêem menos televisão.
P.S.2: é tempo de finais da NBA, o campeonato nacional de basquete do EUA – o mais importante campeonato nacional do mundo. Então, nessa quinta-feira, nada de Rookie pra nós. Só nos resta torcer pras finais acabarem logo e termos episódio inédito dia 21/06. Caso isso não ocorra, só no dia 28/06. Infelizmente.
P.S.3: ADORO a Sue. Acho que ela e Epstein funcionam muito bem juntos, e torço pra ver cada vez mais dela em Rookie Blue.
Rizzoli & Isles – What Doesn’t Kill You
10/06/2012, 01:28.
Mariela Assmann
Reviews
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A série mais delícia da Summer Season está de volta. Foram longos seis meses de espera. E depois de assistir What Doesn’t Kill You, creio que ela valeu a pena. Nossa duplinha favorita de investigadoras está de volta, mas não vimos aqueles momentos de amizade e companheirismo que estávamos acostumados a presenciar.
Depois de Burning Down the House, e do tiroteio entre FBI, Polícia de Boston e Doyle, as coisas ficaram meio tensas entre Maura e Jane. E não poderia ser diferente. Foi difícil ver as duas tão estremecidas, e mais difícil ainda foi escolher um lado.
Ambas as amigas tinha razão, e não tinham razão, ao mesmo tempo. Jane foi meio turrona, mas agiu certo ao atirar em Doyle. O cara é criminoso mesmo, e o fato de protegera filha não significa que iria ficar amiguinho de todos os policiais que a rodeiam. E Maura, que tem tanto problema em gerenciar as emoções, teve sua razão em ficar magoada com Rizzoli, ainda que racionalmente soubesse que a amiga tinha agido dentro do que sua função exigia.
Gostei do fato de What Doesn’t Kill You ter começado exatamente no ponto que Burning Down the House parou. Assim pudemos ver todos os desdobramento dos tiros. Maura tentando lidar com o fato de ter que decidir sobre a vida do pai, enquanto a mãe ainda estava internada, e tendo que suportar o afastamento de Maura – e depois de Angela. Rizzoli lidando com o fato de ter sido aberta uma investigação na polícia, à procura do “tira sujo”. A detetive foi parar até no “almoxarifado”, em busca de evidências. E como nas séries policiais tudo sempre dá certo com base nas coincidências, a caixa de evidências que ela averiguou continha a arma do crime.
A trama por trás do tira sujo foi bem bacana – como são todas as de Rizzoli & Isles. Me arriso a dizer que é o seriado que tem os melhores e mais constantes casos -, embora tenha ficado evidente desde o início o envolvimento do cara do FBI (especialmente depois da reação de Doyle no hospital). E essas coisas sempre deixam uma tensão à solta, já que o perigo é constante.
Para contrabalancear essa tensão, sobraram cenas divertidas – o que dizer do 1° “encontro” de Maura e Jane; e das cenas de Rizzoli com o legista? Angela, mais uma vez, esteve perfeita. A dinâmica dela com Jane é excelente, e com Isles também. As cenas dela sempre me fazem rir, apesar de geralmente me deixarem com lágrimas nos olhos. Frost e Korsak também tiveram cenas divertidas, e esse último teve algumas das clássicas cenas “pai e filha” com Jane. Ou seja, o episódio foi extremamente bem balanceado, como costumam ser todos os do seriado. Prova disso foi a cena da “briga de gatas”, que nos deixou em estado de alerta, mas dando risadinhas.
Apesar de termos certeza da reconciliação entre Rizzoli e Isles, as cenas fofinhas e engraçadas de flashback me deixaram com o coração na mão, querendo que isso acontecesse logo. No final do episódio, as coisas estavam um pouquinho melhor que no começo – especialmente porque Doyle confirmou que atiraria em Jane -, mas ainda longe de ser o que já foram um dia. Voltarão ao que era? Certamente. E um forte indício disso é que Maura resolveu manter seu cargo, e não se afastar da Polícia.
O desfecho do caso também foi legal. Constance realmente tinha uma ligação com Doyle, mas não é a mãe biológica de Maura. Conforme ficamos sabendo através de Jane, a amiga foi entregue pelo bandido à Constance, sob alegação que a mãe biológica dela havia morrido. Mas na verdade foi um ato de amor de Paddy, que sabia que a filha acabaria morta. Foi triste ver Maura no cemitério, chorando sobre o túmulo da “baby Maura Doyle”. Isles está num momento de extrema confusão e vulnerabilidade, e como ela mesmo disse, ela se acostumou a ser uma pessoa sozinha, o que faz com que sua habilidade social seja reduzida. Normal, portanto, ela se afastar um pouco. Mas creio que logo ela buscará amparo em Jane, e nos deliciaremos com mais momentos entre elas.
A audiência do episódio foi de cerca de 5,62 telespectadores. Um bom número, ligeiramente menor que o da season finale da 2ª temporada. A série continua como uma das maiores audiências da TNT, e torço pra que seja renovada em breve.
Na semana que vem vai ao ar Dirty Little Secret. Será que teremos momentos divertidos e bacanas entre nossa dupla querida? Creio que sim. Então, até lá!
P.S.: o agente Dean se foi, mais uma vez. Resta saber quando ele voltará. Se é que voltará, já que Billy Burke está escalado para Revolution.
Pretty Little Liars – It Happened That Night
09/06/2012, 00:07.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: It Happened That Night
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 03×01
Data de Exibição: 05/06/2012
E, para a felicidade dos little liars de plantão, a terceira temporada de Pretty Little Liars começou! Vitória! Com It Happened that Night, mais um ciclo das armações de A se iniciou na vida de Aria, Emily, Spencer e Hanna.
No final do último episódio da segunda temporada, nossas queridas mentirosas acreditavam que tinham finalmente descoberto quem era A e que se livrariam das armações da pessoa do capuz preto. Mas não é assim tão fácil em Rosewood. Aria, Hanna e Spencer passaram o verão fazendo coisas normais, tentando seguir a vida, aproveitando a ilusão de liberdade e segurança. Emily foi para o Haiti ser voluntária na construção de casas, mas o que ela realmente buscava era esquecer a morte de Maya. Com isso, ela voltou de lá um tanto mais habituada com as festas e as bebidas. Mas eu tenho a impressão de que ela não vai beber por um bom tempo depois do que aconteceu naquela noite. E para completar a triste sina de Emily, ela ainda repetiu o ano escolar.
Enquanto Emily chora a morte de Maya, suas amigas estão muito bem acompanhadas. Aria e Ezra finalmente tornaram o relacionamento público, mesmo com a insatisfação assumida dos pais dela, que, por sinal, estão se separando mais uma vez, parece que definitivamente agora. Spencer e Toby continuam juntos e estão prestes a dar um passo adiante no relacionamento… pelo menos enquanto ele precisar tomar banho na casa dela por causa dos canos do loft novo. Hanna e Caleb também continuam juntos, e mais fofos do que nunca.
Alguns pedaços desse episódio me pareceram um grande dejávu. A cena do desaparecimento de Emily foi uma delas. A única diferença foi que Emily, ao contrário de Alison, apareceu, e bem viva. Bêbada e desmemoriada, mas viva. Para variar – ou não, alguém tentou incriminar as liars mais uma vez. Acredita-se que A atraiu Emily até o lugar onde o corpo de Alison estava enterrado, roubou o corpo e deixou Emily ali, pronta para ser pega. As meninas até que acreditaram que sairiam ilesas dessa história, pois ninguém as viu no local do crime… mas A tem olhos em todos os lugares e, já era claro que mais cedo ou mais tarde, iriam aparecerem provas da presença delas no local e no dia do crime. Dessa vez nem demorou tanto…
A saúde mental de Mona sempre foi uma coisa questionável, mas agora todos temos certeza da total falta de sanidade da primeira aprisionada no “Time A”. Hanna merece o prêmio de boa samaritana do ano por ter ido visita-la durante as férias, mesmo depois de tudo o que descobriu. Ou então merece se internar junto com ela. Outra pessoa que que pode estar precisando de algum tipo de acompanhamento psicológico – ou não – é Aria. Afinal, aquilo no banheiro foi uma crise de pânico ou realmente tinha alguém junto com ela? E os tais pesadelos?
Lucas continua sendo uma enorme interrogação. Só que agora ele está mais estranho do que nunca, talvez por influência de Jenna, que por sinal, voltou a enxergar e meteu o pé para longe de Rosewood. Mas até quando?
Outras interrogações são Garrett, Melissa e a ‘Cisne Negro”. Será que foi Garrett quem realmente matou Ali? Eu já estou começando a acreditar na inocência dele em relação a isso. Será que os cinco meses na prisão fizeram ele se “regenerar” e resolver ajudar realmente. E, céus, será que ele sabe quem mandou desenterrar o corpo da Alison? E Melissa, o que ela fazia no quarto da Alison na noite do assassinato? Quanto à “Cisne Negro”, eu acredito que seja Melissa, pela semelhança física… e pela falta de barriga. Aposto como ela está fingindo essa gravidez desde o acidente de carro que sofreu com Spencer.
Como todo bom episódio de Pretty Little Liars, esse terminou com muitas questões e respostas que, com certeza vão mudar ao longo da temporada. Coincidentemente ou não, It Happened That Night acabou com uma música que diz que não se pode mudar o passado e que o que está feito, já passou. Bom recado para as nossas queridas liars que, com certeza, queriam ter ficado a noite inteira dentro de casa naquela noite.
The Killing – Bulldog
08/06/2012, 21:04.
Dierli Santos
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Série: The Killing
Episódio: Bulldog
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×11
Data de Exibição nos EUA: 03/06/2012
O episódio anterior foi praticamente sobre Linden. Desde o início já fomos surpreendidos com o fato de ela estar internada e depois tivemos as revelações sobre um fato muito citado desde a primeira temporada: o caso anterior que a investigadora se envolveu e se obcecou. Paralelamente, foi ótimo observar os esforços de Holder em libertar a colega, retribuindo todo o cuidado que teve em Off The Reservation. Li reclamações de que 72 Hours não acrescentou na investigação, terminando com o mesmo cliffhanger do episódio anterior. Além de servir para desenvolver esse aspecto da Linden que tanto vimos ser citado, também acredito que garantiu o nome de Mireille Enos nos indicados a alguns prêmios de televisão. Mas quem estava reclamando da falta de acontecimentos, deve ter ficado satisfeito com Bulldog.
Começando pelo tão difícil mandado que autoriza os investigadores a enfim entrarem nas terras do cassino. Gwen tem o papel essencial ali, mostrando uma faceta diferente que nos ajuda a aceitar melhor a revelação do final do episódio. Teria ela aprendido mesmo com o melhor, a ponto de ter se envolvido em um crime tão hediondo?
Na investigação dentro do cassino, realmente acreditei que eles tivessem conseguido esconder o cartão de acesso. Mas foi ótimo ver aquela cena da Linden no elevador, uma pequena vingança para o que teve que passar pouco antes, na ala psiquiátrica. E depois, a parte que voltou ao começo da temporada: eles estão desconfiados ainda, tendo que agir por conta própria. Esse crime realmente conseguiu ser diferente de todos.
Com Stan, observamos novamente as conseqüências do assassinato de Rosie na vida dos outros. Alexi, que começou como um suspeito, foi ganhando história até culminar no assassinato. É claro, Stan não é um assassino a sangue frio que mataria uma pessoa na frente de seu filho. Mas Alexi é um adolescente que já passou por muitos traumas e precisava de vingança. Com Janek morto e Mitch de volta, espero que a família Larsen tenha um pouco de paz.
A relação de Linden e Holder está cada vez melhor. A cena com os dois no carro e Linden conversando com seu filho, dando o recado mesmo sabendo que ele havia desligado foi curta e emocionante.
Essa semana, tivemos o encaminhamento de várias histórias para o final. Semana que vem vai ao ar a primeira parte da season finale, que enfim deve revelar quem foi o assassino de Rosie Larsen. E você, acredita que seja Richmond (ou alguém de sua equipe) como a investigação agora parece apontar?
Teen Wolf — Omega e Shape Shifted
08/06/2012, 10:13.
Júlia Berringer
Reviews
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Série: Teen Wolf
Episódios: Omega e Shape Shifted
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×01 e 2×02
Data de Exibição nos EUA: 03/06/12 e 04/06/2012
Ok, Teen Wolf voltou com estilo, não tem como negar. Novos mistérios, problemas, e um Tyler Posey muito mais “encorpado” (como diria a Maria Clara Lima). Vale a pena também, chamar a atenção para a abertura da série, que me lembrou um pouco Fringe, não sei porque.
Logo no começo do episódio, já vemos Jackson emergindo do lago depois do Derek (novo Alfa), ter mordido ele. O garoto parecia bastante satisfeito por conseguir o que mais queria. Mal sabia ele que seu corpo reagiria a mordida. Coisa que deixou o Derek bastante assustado.
Falando em Derek, parece que o posto de novo Alfa deixou ele com o ego um pouco mais inchado. O fato é que conforme sua alcateia aumenta, também aumenta o seu poder e força. Por essa e por outras, Derek “ajuda” um garoto chamado Isaac, mas essa parte é do segundo episódio.
Agora falando na Lydia, depois dos 10 minutos de episódio que a MTV liberou há algumas semanas, eu estava crente que quando o 2×01 estreasse nos íamos ficar sabendo no que ela se tornou. Mas não foi bem assim. Depois de uma cena de tirar o fôlego onde ela começa a ter alucinações (ou será que era real?), ela some, e só reaparece dois dias depois. Nua, e sem se lembrar de nada do que aconteceu com ela.
Stiles voltou melhor do que nunca para essa segunda temporada. O guri, que já era todo apaixonado e atrapalhado, agora piorou. Em todo o tempo que a Lydia ficou no hospital ele estava lá. E quando a guria sumiu, quase implorou para o amigo lobo, Scott, achar a garota logo.
E ah, é claro: Scott. O nosso garoto lobo está se metendo em mais, e mais problemas a cada dia que passa. Primeiro, foi proibido de ver sua namorada pelo pai caçador dela. Mas é lógico, que não adiantou. Os dois continuam se encontrando escondido.
Uma coisa nova sobre essa temporada, que eu amei, foi a mudança de Allison, que não parece mais uma songa monga apaixonada. Ela continua amando o Scott sim, mas nesse episódio usa seus dons de Argent para ajudar o namorado a encontrar Lydia. Não me importaria se ela continuasse assim pelo resto da temporada. Mas a guria ainda está mexida com a morte da sua tia bitch Kate.
A parte mais importante do episódio acontece decorrente um novo personagem na trama, que aparece pela primeira vez, no funeral da Kate. Vovô Argent apareceu para o enterro da filha, e veio cheio da maldade. Logo de cara, já matou um Omega (lobisomem sem alcateia), e quando questionado sobre o código de não matar lobisomens que não sejam ameaças, ele diz que não existe mais código, não quando matam a sua filha. Ui. Scott que se cuide.
Bom, além do Isaac e do Vovô Gerard, um novo personagem ainda sem nome apareceu também. Um estudante/fotografo, que com toda a certeza do mundo, vai se interessar pela Allison.
Se o 2×01 foi ótimo, o 2×02 foi de tirar o fôlego. A primeira cena do episódio é de Isaac, ele e seu pai estão jantando quando o segundo pergunta à Isaac sobre suas notas na escola, de um jeito bem ameaçador. Após relatar ter tirado um D, o guri é tratado de forma violenta e bruta pelo pai, que acaba jogando um vaso de cristal na parede. Um desses cacos caem no rosto de Isaac, o que o deixo muito irritado. Mas é ai, que o machucado começa a sarar por conta própria. Percebendo o que está acontecendo, Isaac pega a bicicleta e foge. Seu pai vai atrás, mas na rua, em um beco escuro, dá de cara com uma silhueta, que ao primeiro ver, parece um lobisomem. Essa silhueta não era um lobisomem, e o matou.
Com o Vovô Argent no pedaço, Allison e Scott tem que achar um jeito melhor de se encontraram escondido. Crente que mamãe e papai Argent estão tendo uma noite romântica, os dois se encontram na floresta. Bom, esse com certeza não é o lugar mais seguro da cidade, mas é melhor do que no estacionamento da escola, onde os pais da Alison estão torturando o diretor da escola. Pra que? Só para o Gerard poder se tornar o diretor da escola.
E bem no dia que o novo diretor toma posto, Stiles e Scott vão para a diretoria, dar uma fugidinha da aula e assim procurar Isaac. Por que ? Scott sentiu o cheiro de lobo nele, e soube que ele se tornou um lobisomem. Mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, os policiais levaram ele como suspeito de assassinar o próprio pai, o que não seria uma coisa difícil de se esperar devido ao que o pai fazia com ele. Scott sai ileso da diretoria, e Stiles acaba ficando de suspensão. Ao que deu a entender, o pai de Allison não contou ao Gerard que o Scott é um lobisomem. Por enquanto.
Antes disso, ficamos sabendo que Isaac pediu para ser transformado, assim poderia enfrentar o pai. Scott fica todo bravinho com o Derek por estar mordendo todo mundo que pede, como se a mordida fosse algo bom. Mas na verdade, todos sabemos que o que ele está mesmo fazendo, é criando uma matilha para poder no futuro, travar guerra com os Argent. Derek também tenta novamente, e em vão, convencer Scott a se juntar a ele.
Enquanto isso, Jackson está todo lindo achando que vai se transformar, e até aluga uma câmera daquele fotografo do último episódio. O guri se decepciona, porque no final das contas, nada, nada aconteceu com ele durante a lua cheia. E ele continua sendo ignorante e tratando todos com indiferença, e eu só estou esperando o dia que ele vai precisar implorar por ajuda.
Se com Jackson, a noite de lua cheia foi tranquila, com Scott, não foi nada fácil. Ele pede ajuda à Allison para trancar ele em um freezer, assim ele não machucaria ninguém. Logo que tranca Scott, a criatura (que acredito ter atacado o pai de Isaac), aparece e a surpreende. Ao ouvir os gritos de terror de Allison, Scott consegue se libertar do freezer e espanta o monstro. Mostrando mais uma vez, que a guria faz ele se controlar, até mesmo em uma lua cheia, pois ele tinha plena consciência de tudo o que estava acontecendo ali.
Bom, Vovô Argent e Papai Argent mandaram um policial levar um pouco de wolfsbane e matar o Isaac na cadeia. E ai que Stiles aparece e salva a noite com a ajuda de Derek, que faz Isaac se “destransformar” com um só grito de Alfa.
Lógico, que nada disso chama mais a atenção do que a criatura nojenta que apareceu nesse episódio. O que ela é, ninguém sabe. Mas ela com certeza, vai dar problema não só para os lobisomens, mas para os Argent também. Como já havia sido dito, Teen Wolf vai abranger muitos assuntos nessa temporada, não só lobisomens. Ao julgar pelos 2 primeiros episódios, acredito que vai ser uma boa temporada, daquelas que dá gosto de assistir. Tomara que eu não me arrependa de ter escrito isso.
Game of Thrones – Blackwater e Valar Morghulis
07/06/2012, 12:39.
Mariela Assmann
Reviews
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Essa que vos escreve, imperdoavelmente, atrasou as review de Game of Thrones. Então, Valar Morghulis terá a honra de dividir esses breves comentários com Blackwater, que foi um episódio daqueles. Pode-se dizer que a dupla de episódios nos proporcionou duas horas de qualidade e boas histórias, que fecharam bem esse segundo ano da grande produção televisiva da HBO.
Mas antes de falar dos episódios em si, preciso dizer que achei, em termos gerais, a 1ª temporada melhor que essa segunda. Mas isso não significa que a 2ª tenha sido ruim, longe disso. Foi boa, boa demais. Mas ela não contou com os elementos ‘surpresa’ e ‘estreia’, que acompanharam sua antecessora. As críticas à adaptação do 2º livro também foram maiores, já que a obra televisiva se afastou um bocadinho da literária, o que não tinha acontecido até agora. O temor, segundo me consta, é que as pequenas modificações feitas agora – muitas delas necessárias ao bom andamento do seriado, diga-se de passagem – possam resultar em alteração drástica nos rumos futuros.
É fato que a 1ª temporada foi mais cheia de surpresas e reviravoltas. Mas essa segunda temporada foi sólida o bastante por nos fazer clamar aos Deuses – os antigos e os novos – pela chegada da 3ª temporada. Mais uma vez, uma longa espera nos aguarda. Só nos resta torcer pra que a próxima temporada chegue logo, e que com ela venha o inverno.
Mas há que ser dito, com absoluta certeza, que Game of Thrones se manteve, na 2ª temporada, como uma das melhores séries em exibição, com uma das melhores produções. E, certamente, continua sendo uma obra magnificamente adaptada.
E Blackwater é um exemplo disso. Foi o homem – sim, o próprio Martin – que escreveu o episódio. E conseguiu deixar a coisa toda tão redondinha que rendeu ótimas cenas, resultando naquele que é um dos melhores episódios de Game of Thrones.
As cenas de batalha foram bem gravadas, de forma que os recursos ‘limitados’ da produção não ficaram evidenciados – filmar batalhas sempre custa muito caro. E as histórias foram mais que bacanas. Cersei e Tiryon deram um show. A ‘Rainha’ completamente transloucada, mais humanizada em razão do medo. Uma personagem mais palatável, eu diria. E Tyrion, nosso adorado e venerado Meio-Homem, que se mostrou mais bravo do que os “homens inteiros” e liderou as tropas para a vitória de Porto Real. Bem feito, Stanis. Muito bem feito – só lamento a morte do Cavaleiro das Cebolas (que se foi cedo demais, na minha opinião. Por que a bitch de vermelho não embarcou no navio, Senhor da Luz?), na cena lindona do fogo vivo.
E o tratamento dado a Tyrion foi uma das coisas que mais fez doer meu coração, em Valar Morghulis. Depois de tudo que ele fez, Cersei e Joffrey deram mais uma prova que gratidão não é o seu forte e jogaram o pequenino numa “cela”. Sorte que a Shae é bacana demais, e que ela ama mesmo o anão – creio eu. Se não fosse ela, Tyrion seria o cordeiro no meio dos leões, e do Meistre, que se divertiu à beça com o “castigo” imposto ao anão.
Enquanto Tyrion amargava o esquecimento Real, Joffrey distribuia honrarias. Tywin – que não recolhe os dejetos de seu animal do chão – é a nova Mão do Rei, e Protetor do Reino (totalmente injusto o velho ter levado os louros pela vitória. Mas o mundo não é justo mesmo, então…). O ardiloso Mindinho é o novo dono de Harrenhal – rolou um momento “quero ser seu dono” com Sansa, também. E Margaery (tadinho do Loras, vocês viram o sofrimento dele ao falar do Renly?) é a nova noiva de Joffrey – agora entendi o desejo dela em ser A Rainha -, liberado pelos deuses de seu compromisso com a sonsa Sansa, que insiste que Porto Real é seu lar.
E por falar em lar, alguém mais teve muita pena de Rickon e Bran? Os menininhos perderam tudo, e acabaram tendo que deixar Winterfell para trás. As palavras do insano Theon Greyjoy viraram pó, assim como a fortaleza, que deixou de ser eterna. Agora, os pequeninos Stark partem rumo ao Norte, para encontrar Snow, sem imaginar o quão ao Norte ele está.
Lar que também é a obsessão da khaleesi. E essa obsessão que fez a loirinha triunfar na Casa dos Imortais. Cenas instigantes, bonitas. E nem preciso dizer que adorei ver Drogo, depois de uma temporada inteirinha. Eu sabia que ele voltaria do mundo dos mortos, mais cedo ou mais tarde, ainda que só em sonho. Os dragõezinhos de Dany estão crescendo, e já cospem fogo – muito medo do que Dracarys fará quando crescer. No final das contas, a loirinha ficou livre, deu à Xaros o que ele merecia, e ainda conseguiu um pouco de ouro. Na terceira temporada devemos acompanhar a saga de Daenerys para cruzar o mar, em busca do trono de ferro.
E por falar em trono, Robb arriscou o seu. O coração do Rei do Norte falou mais alto – assim como o ressentimento com a mãe pela ‘fuga’ de Jaime – e ele casou com a enfermeirazinha. A palavra dada aos Frey foi violada, e certamente haverá consequeêcias disso, no Norte. O mais provável é que as alianças se enfraquecem e, consequentemente, os exércitos nortenhos seguirão pelo mesmo caminho. Ou seja, problemas e ação – oba – de sobra.
Arya continua em fuga. E Jaqen agora é Morghulis, com direito a cara nova e tudo – será que o veremos novamente? Espero que sim! – Fico pensando nas peripécias de Arya em Bravos… e me deu uma saudade do “professor de dança”. Para onde a esperta Stark irá, só o futuro dirá. Mas espero que sua jornada seja longa e próspera, e que, eventualmente, ela cruze com Tywin novamente.
E por falar em jornada, interessante está sendo a de Jaime e Brienne. Gosto da interação deles, essa mistura de momentos quase ternos de compreensão com outros mais brutais e sarcásticos. E Jaime faz um pouco as vezes de telespectador, já que pergunta à “moçoila” tudo aquilo que queremos saber. Como será o restante da jornada deles até Porto Real? Muitos homens perderão suas vidas pelo caminho? Creio que sim, porque com Brienne não tem moleza. E acredito que quando ela e Jaime finalmente se enfrentarem – se é que isso irá acontecer – não restará pedra sobre pedra.
Snow tá cada vez mais longe de “casa”, e contou com a ajuda de Qhorin para ganhar a confiança dos selvagens. Acabou matando o lendário patrulheiro, e Ygrite ficou bem impressionadinha. No final das contas, os selvagens são mais organizados do que se pensava, e Jon chegou no “QG” nos caras. E ele vai conhecer o famoso e temido Rei além da Muralha, desertor da Patrulha da Noite. Vai ser legal? Sim ou claro? A propósito, espero MUITO que na próxima temporada a jornada de Snow seja mais bacana e cheia de elementos surpresa. E espero que o mesmo ocorra com a trama de Daenerys.
No final do episódio, o impactante gancho para a próxima temporada: as três trombetas soaram – seriam do apocalipse? Os white walkers apareceram, em bando. Bando mesmo. Com suas aparências sombrias, assustadoras e gélidas. Quero só ver o que acontecerá quando eles cruzarem a muralha. A guerra contra as criaturas colocará Lannisters, Baratheons e Starks lado a lado, combatendo um inimigo em comum? Creio que sim. E mal posso esperar por esse dia. Por que o inverno, finalmente, chegou.
Pena que teremos que esperar cerca de um ano para nos embrenhar nele!
Agradeço a companhia de vocês por aqui, em mais Game of Thrones. Quando o inverno chegar, venham para a fogueira do TeleSéries. Estarei por aqui!
Girls – Weirdos Need Girlfriends Too
06/06/2012, 01:07.
Tiago Oliva
Reviews
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