TeleSéries
Falling Skies – Compass
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O terceiro episódio da 2ª temporada de Falling Skies começa a dar mais atenção aos personagens. O nome do episódio Compass (Bússula, em Português) podia significar uma nova tomada de direção, o que realmente acontece quando Weaver desiste de levar a 2nd Mass para Catskills e decide viajar com o grupo até Charleston. No entanto, a bússula significa muito mais do que isso. Já no início da 2ª temporada a 2nd Mass perde um dos seus melhores lutadores e Falling Skies um dos seus bons personagens. Jimmy é morto pelos skitters em uma das patrulhas que foram longe demais. Seu melhor amigo Ben segue querendo matar o maior número de skitters possível e esse ódio misturado com irresponsabilidade e ansiedade acaba custando a vida de Jimmy. A preocupação de todos com o comportamento de Ben é evidente, o que faz sentido já que vimos como os alienígenas ainda têm controle sobre ele. Certamente essa situação tende a se desenrolar mais pelo resto da temporada.
Quem sofreu com a morte do garoto foi Weaver, que se aproximou muito de Jimmy na 1ª temporada e lhe deu a bússula que gostaria de ter dado para a sua filha. Jimmy começou a ver em Weaver uma figura de pai e protetor e Weaver a ter um carinho de família que lhe faltava e o tinha transformado no homem duro e sem escrúpulos que conhecemos em alguns momentos da 1ª temporada.
As dúvidas sobre Tom continuam e Weaver se mostra ainda fiel ao amigo, mesmo temendo com o que pode ter acontecido com ele na companhia dos alienígenas. Pope e o seu grupo de selvagens tentam obrigar Tom a deixar a 2nd Mass com medo de que ele possa ser uma bomba relógio. Pope inclusive promete tomar conta dos filhos de Tom, “até do espinhudo”. Mesmo assim Weaver mantém Tom no grupo e faz ele entrar na turma dos batedores para que Pope fique de olho nele e dessa forma não tente mais expulsá-lo. Impagável é a cara de Pope com a notícia, melhor ainda é o grupo dos selvagens obedecendo mais ao Tom que ao Pope.
No entanto, a bússula (de novo) acaba se tornando mais um motivo para uma briga entre Pope e Tom. Weaver chega no limite da tolerância e, como já era de se esperar, o temperamento de Pope faz ele se separar da 2nd Mass já no terceiro episódio. O resto do grupo dos selvagens decide ficar ao lado de Weaver e Tom, mas Anthony acredita que tem uma dívida com Pope por ele ter salvo sua vida e se sente na obrigação de seguir o ex-líder dos batedores. O resto do time dos selvagens fica com a 2nd Mass. Melhor para a turma de Weaver já que o trabalho dos batedores tem sido essencial para a segurança do comboio e principalmente tem sido responsável pelos momentos mais engraçados da série. Mesmo com o afastamento de Pope acredito que os selvagens vão seguir sendo o grupo mais divertido. Agora é esperar para ver em qual momento Pope volta, porque ele sempre volta.
Fugindo um pouco dos desdobramentos internos o grande acontecimento no episódio foi a chegada do avião ao acampamento da 2nd Mass com a piloto misteriosa Avery Churchill. Tom e companhia descobrem que há mais vida humana na terra, inclusive na Europa. Nos Estados Unidos, na cidade de Charleston (Carolina do Sul) foi montada uma nova capital e três mil civis elegeram um governo, formando o Congresso Continental. O objetivo é reunir as milícias que surgiram após a invasão e através de um comando central retomar o planeta.
Weaver inicialmente teme ter mais baixas no seu grupo, que de 300 pessoas já está em 176 sobreviventes. No entanto, a morte de Jimmy o faz mudar de idéia, se juntar às milícias de Charleston, continuar a luta contra os alienígenas e não mais abrigar o grupo em Catskills. A mudança de planos agrada a Tom que havia descordado de Weaver sobre ir para Catskills, segundo ele essa atitude seria o mesmo que mostrar aos alienígenas que a 2nd Mass desistiu.
Tom se mantém bem, nada mais de parasitas em seu corpo, convulsões e coisas do gênero. A saúde é tanta que ele já lascou um beijo na médica, entrou para os selvagens, já chegou mandando no grupo de Pope e conquistando o respeito de seus homens. A chegada de Churchill e seu interesse e conhecimento sobre Tom também intensificam essa visão de que ele é um dos principais líderes da luta contra a ocupação, mesmo Tom insistindo que ele é só um professor de história.
Esse episódio também deixou mais referências nas nossas cabeças. Pela primeira vez temos citações de outros países envolvidos na batalha contra os alienígenas. Além das bandeiras americanas bem evidentes e a escola que serviu de quartel general para a 2nd Mass na 1ª temporada (J. F. Kennedy High School) agora temos uma referência britânica no enredo de Falling Skies. O nome da personagem que aparece como possível salvadora da pátria é Avery Churchill. Sobrenome de peso e significado para os britânicos, Winston Churchill foi primeiro ministro do Reino Unido e ficou famoso por sua atuação durante a Segunda Guerra Mundial. Além disso, Churchill foi o primeiro Cidadão Honorário dos Estados Unidos.
Nem Kennedy, nem Churchill. A 2nd Mass está nas mãos de Weaver, Tom e Ben. São os personagens mais evidentes e que têm ligação direta com o futuro do grupo. Agora, eles seguem com o comboio para outro local, enfrentando o frio, a neve, as doenças, os skitters, mechs e beamers. Precisam curar as feridas da dor pelas pessoas que perderam e seguir em frente. Os alienígenas se mostraram mais recuados, mas quando vieram buscar o corpo de um skitter morto por Ben ficou sacramentado que eles devem revidar.
True Blood – Authority Always Wins
26/06/2012, 11:57.
Marco C. Pontes
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Talvez não tenha trama que suporte tantos ‘plots’ descartáveis… True Blood deu uma melhorada nessa semana. Trouxeram novas teorias e desenvolveram bastante as coisas. Porém, será que isso é o suficiente?
Provavelmente o que mais me chamou a atenção foi o repentino ‘bromance’ entre Eric e Bill. Agora que perceberam que a super-vagina da Sookie não vale a pena, estão na super amizade, até mentindo para tentarem não entregar o outro. Isso que é amor.
Perceba que depois desse episódio não há dúvidas de que Fada Sookie não é mais a protagonista da série. Até Tara está mais interessante, mesmo tendo passado o episódio inteiro muda e só ter soltado um comentário nada previsível no final. Precisavam dar algo a mais para Sookie fazer enquanto Tara está dormindo, no mínimo. Outra solução seria deixar Lafayette matar a prima mesmo, mas sei que isso nunca aconteceria. Só nos meus sonhos.
Sem contar que tudo que aconteceu com menina Tara pode ser resumido em menos de três minutos e quando pensei que iria ficar livre da voz dela durante o episódio inteiro, a safada resolve falar! Até agora não senti emoção nesse plot. Provavelmente seria bem mais interessante se a narração fosse em primeira pessoa (Tara), para sabermos exatamente o que está passando pela cabeça da menina durante a transição.
Adorei o fundamentalismo religioso que adicionaram à série. Lilith, de Supernatural, agora também está em True Blood, mostrando que dessa vez conseguiu ser mais foda ainda, já que foi a primeira vampira, foi criada a imagem de Deus e Adão e Eva como alimentos da safada. É compreensível que a série uma hora tocasse na religião. Os vampiros que são os adoradores de Deus, e isso só mostra o quanto eles são como os humanos, desesperados para acreditarem em algo, fé, terem uma origem e a necessidade de se darem bem com a outra criação de Deus.
A ideia de colocarem flashbacks de Pam para explicarem a importância do relacionamento com o seu maker é até um alivio, se não tivesse sido tão aleatório se pensar no desenvolvimento do episódio. Pam obviamente é uma das minhas personagens preferidas e por ter sido uma CAFETINA só aumentou minha adoração.
As histórias dos outros coadjuvantes estão bem jogadas na série, como se fosse natural um menino chegar do nada na delegacia e atacar um policial. Talvez a única que vá realmente para frente seja a de Terry e do Scott Foley, mas parece que, como sempre, o desenvolvimento será lento. Ainda não dá pra bolar alguma conspiração, mas o Reverendo também deve estar com uma agenda para essa temporada.
E claro, nosso querido Elliot de Law & Order: SVU chegou para causar como Autoridade e tocar o terror na América. Já deu pra perceber que ele dará o tom da temporada, junto com Russell. Espero ansioso pelo embate entre o último e Eric, afinal, Eric matou o boy toy do antigo Rei da Louisiana.
Talvez True Blood consiga se recuperar e fazer os outros fãs perdoarem a grande aleatoriedade de histórias que a série teve nas suas três últimas temporada. Se continuarem a seguirem o arco principal, desenvolvendo-o de maneira eficaz e melhorando a participação de Sookie na PRÓPRIA série, com certeza estaremos diante de uma das melhores temporadas até agora.
P.S: Vovó Loba fazendo drama. Quem precisa disso?
P.S: O que mais me alegrou em True Blood desde o início da série era a questão da sociedade dos vampiros se relacionando com a sociedade humana. Levando em consideração que essa temporada as coisas serão mais ‘existenciais’, veremos bastante disso. Sem contar que é um arco que faltou nas outras temporadas de True Blood.
P.S: Jason já comeu tudo o que tinha que comer. Porque continuam fazendo o loirinho passar vexame?
P.S: Como não rir do Reverendo achando que o corpo de Jason vale só 10 mil dólares?
The Glee Project – Vulnerability
24/06/2012, 12:55.
Gabriela Assmann
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Como o tema “Vulnerabilidade” já dá a entender tivemos uma semana de emoções fortes em The Glee Project. Adorei poder entrar novamente em contato com a história de vida dos participantes e dessa vez de maneira ainda mais profunda. Acho que esse episódio pode marcar um recomeço para todos os concorrentes.
Assim que lhes é passado o dever de casa Aylin e Lily já tem uma pequena rusga, já que Lily tem se mostrado muito competitiva, o que é importante, já que se trata de uma competição, porém ela parece não se importar de passar por cima dos outros para conseguir o que quer. A música do dever de casa da semana foi My Life Would Suck Without You da Kelly Clarkson – que curiosamente é vencedora de um reality show. Kelly ganhou o American Idol.
O grupo fez uma boa apresentação para o mentor da semana, o gatíssimo e fofíssimo Cory Monteith, o Finn de Glee e namorado da Lea Michelle, a Rachel de Glee (porque meu espírito fofoqueiro não poderia omitir essa informação de vocês =) ). Cory escolheu Nellie como a preferida e eu concordei com ele. Achei que Nellie se destacou. Por ser a escolhida de Cory ela ganhou o direito de ter uma sessão de acompanhamento com ele e o papel principal no clipe da semana.
Everyboy Hurts do R.E.M foi a música escolhida para ser a trilha do clipe semanal que tratou sobre o bullying. Ao invés de receberem orientações de dança eles tiveram uma espécie de sessão psicológica onde puderam contar suas experiências com bullying. Achei muito tocante poder ouvir as histórias deles, tanto dos que sofreram bullying como dos que praticaram (pela personalidade da Lily não fiquei impressionada por ela ter contado que praticava bullying na escola). Eles ficaram realmente emocionados e se doaram para a tarefa da semana.
O trabalho ficou muito melhor do que o da semana anterior. Blake acabou se destacando por ser um ótimo ator. Como ele já trabalhava com isso era meio previsível, mas atuando ele realmente se destaca em meio aos demais. Então ficaram entre os cinco piores Nellie, Lily, Mario, Ali e Charlie. Nellie e Ali acabaram se salvado, deixando na última chamada Lily, Mario e Charlie, os dois primeiros por falhas técnicas e uma arrogância exarcebada, e o último por comportamento inadequado durante as filmagens.
Confesso que por mim Lily e Mario poderiam ser eliminados de uma vez só. Eles estão se achando demais. É uma arrogância e uma soberba que estão sem controles e prejudicando a convivência no Glee Project Campus. Porém, os três foram muito bem em suas apresentações. Lily cantou Mercy – Duffy; Mario Over the Rainbow e Charlie cantou Fix you, do Coldplay. Além de terem cantado muito bem os três se saíram muito bem na “entrevista” com Ryan, embora Lily sempre me deixe com a impressão de que faz tudo calculadamente para se salvar da eliminação.
Enquanto aguardavam os resultados Mario conseguiu se indispor novamente com os colegas, afirmando que vários haviam desafinado e que ele não merecia estar no bottom 3. Aylin que já mostrou que não leva desaforo pra casa acabou falando para ele que o comentário havia sido desnecessário. Lily também respondeu e disse que Mario precisa ser menos arrogante. Até concordo, mas é o sujo falando do mal lavado. Mario podia levar em consideração o que Aylin disse, porque ele realmente gosta de falar muito e escutar pouco.
Então fomos todos surpreendidos e Ryan optou por dar uma nova chance para os três. Essa semana não teve eliminados. Espero que sirva de lição para Mario e Lily botarem os pés no chão e para Charlie parar de fazer bobeiras e pensar melhor antes de tomar atitudes impensadas como a que teve no set. Roubar a bengala do Mario foi totalmente sem noção.
PS: Eu to achando super cute o Charlie e a Aylin. Já sou shipper do casal, embora ache que um envolvimento amoroso em The Glee Project não é uma boa coisa, porque pode acabar prejudicando o desenvolvimento de um eventual personagem em Glee, já que o público ficaria com a imagem do casal na cabeça.
Continuum – Wasting Time e Matter of Time
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Série: Continuum
Episodio: Wasting Time e Matter of Time
Temporada: 1ª
Nº dos episódios: 1×03 e 1×04
Data de Exibição no Canadá: 10/06/2012 e 17/06/2012
Antes de qualquer coisa eu preciso avisar que escrevi as resenhas após cada episódio, e não tudo de uma vez depois do quarto. Como eu estou postando as duas juntas, pode parecer estranho algumas dúvidas que eu tive no terceiro episódio e que foram respondidas no próximo, por isso é bom ter em mente que eu escrevi os textos individualmente, cada qual a seu tempo. A boa notícia é que eu acho que agora consegui colocar as resenhas em dia…
Terminei o terceiro episódio sem saber muito bem o que falar sobre ele. Não porque tenha sido ruim ou algo do gênero, apenas me faltam subsídios para uma boa discussão. Clique aqui para continuar a leitura »
Dallas – The Price You Pay
23/06/2012, 18:50.
Maria Clara Lima
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Com J.R. Ewing não se brinca. Conselho que muita pessoas do Texas e adjacências levam bem a sério e algo que John Ross deveria nunca esquecer. Quando eu disse que Dallas era uma série cheia de reviravoltas, com certeza tinha em mente as peripécias da velha sobrancelha. Qualquer um em Southfork é capaz de ter segredos e promover intrigas, mas com uma navalha em mãos, isso é para poucos.
A cena de abertura mostra que a série não está aqui para desperdiçar seus dez capítulos. Mistério dado, é mistério resolvido em pouco tempo, como no caso da falsa Marta. Pensei que o mistério ia durar por muitos episódios, mas não, em Dallas não há tempo para enrolação. Logo, o traidor passa a ser o traído, ou perseguido, ou dentro da mira do mais esperto. Entenderam?
Quando você pensa que JR vai degringolar o herdeiro, ele estende um braço amigo, quer ajudar, treinar o filho para a maldade. Inimigos? Não. Aliados.
Temam o futuro de Dallas, pessoas. JR e John Ross estão agora determinados a dar continuidade à briga das últimas décadas. Sendo que dessa vez, nem todos os Ewings estão cientes disso.
O outro lado, o tido como o lado bom da família, se emerge em uma drama sem fim. Papa Bobby e o seu câncer, já operado, agora tem que lidar com o tratamento da doença, e claro, com o segredo. Mas mais uma vez, a série te dá o golpe e o mistério do papa Bobby não dura muito tempo.
Nem o mistério, nem a vontade do Chris de se manter distante da Elena. No pouco tempo que os dois passaram juntos, já deu para sentir que a paixão interrompida será o ponto fraco do Ewing adotivo. Porque se você achava que o quarteto amoroso era só uma pimentinha na trama, estava enganado, a Rebecca é muito mais do que uma simples pedra no caminho de Chris e Elena. Como todos em Dallas, a menina boazinha que marca almoços com a ex do marido e não sabe atirar (olha que isso é uma habilidade imprescindível no Velho Oeste) também está envolvida em uma trama secreta com o irmão, que está disfarçado de peão da fazenda. É, o clã do bem precisa mesmo se preocupar.
Ainda mais agora que a víbora sobrancelhuda deu um jeito de se infiltrar em Southfork. Incapacitado? Melhorar a memória? ah, J.R., nunca se cansa de fazer o papel de Ewing rejeitado. De qualquer modo, o velho conseguiu ficar mais perto da sua presa. Mas o que dizem sobre manter os inimigos mais perto? Acho que nesse caso, é pura bobagem.
Por que, pensem bem, vocês acham que foi coincidência Cliff Barnes aparecer em Southfork no momento que Bobby quer vender a fazenda? A mesma pergunta (safada) que J.R. fez, eu também faço. Nada nesta novela é uma coincidência. Muito menos, ele querer comprar o projeto do Christopher.
Um ponto bacana desse episódio foi mostrar que os personagens tem motivos. Por exemplo, o próprio Chris. Por que o garoto prodígio sente-se pressionado por fazer com que sua fonte de energia alternativa dê certo? Não seria mais fácil ele procurar outro ramo? Bom, não. Ewings são fortes, destemidos e nunca desistem. Matam e morrem, se for preciso. Se ele quer ser um Ewing, ele deve merecer.
Assim como Chris, Elena também sente a mesma necessidade de mostrar que é capaz. A filha da empregada tornou-se uma pessoa bem educada, e por causa de sua força e inteligência, ela é vista como uma igual pelos fazendeiros. Os dois têm motivos de sobra para lutar por um final feliz.
Mas aí temos o John Ross. Quais seriam os motivos dele, além de ser filho do pai, para querer tanto poder? Algo ainda a ser respondido.
Todo mundo tem um preço. Essa tem sido a lição de Dallas. Além de planos secretos.
A saga continua. Agora os Ewings do mal querem provar que Matricarca Ewing estava louca ao deixar Southfork para Bobby, enquanto isso, tentem a qualquer custo, ter a propriedade de volta. John Ross está envolvido em um esquema de suborno. Rebecca está arrependida do acordo com seu irmão. Isso e muito mais, você acompanha nos próximos capítulos.
Para quem ficou ansioso pelo próximo criprocó texano, aqui fica o vídeo promocional do quarto episódio!
Saving Hope – Blindness
23/06/2012, 16:21.
Anderson Narciso
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O terceiro episódio de Saving Hope continua caminhando na direção que os dois primeiros estavam indo. O diferencial de Blindness esteve na química entre os protagonistas. Eu precisava ver se realmente existia algo forte entre Alex e Charlie. E olha, este terceiro episódio foi exatamente o que eu precisava para ter certeza disso.
Tudo bem, eu preciso fazer uma ressalva que iniciar um episódio com Erica Durance apenas de sutiã me ganhou. Mas são “pequenos” detalhes, claro. O negócio é que Alex está fazendo de tudo para tentar acordar o noivo. Soa desesperador fazer terapia sensitiva, mas pelo menos ela agora, de fato, está fazendo tudo a seu alcance para ver o amado acordar novamente.
Mas enquanto o moço não acorda, a vida continua no Hope Zion Hospital. Maggie parece estar se envolvendo em um triângulo amoroso – enquanto anda se agarrando com o Dr. Goran, o psicólogo Dr. Murphy anda desenvolvendo uma paixonite pela moça. Sem graça confesso, não vejo química nenhuma entre eles, e Maggie é uma das coisas mais sem graça que eu já vi na TV. Joel, pelo contrário consegue voar solo, e ter um envolvimento na série bem legal. Esta semana ele teve um envolvimento maior com os pacientes, conseguindo até convencer a chefe de cirurgia a permitir uma cirurgia complicada, mas que daria uma nova perspectiva a chefia. Claro que ela foi um sucesso, e o médico promete ser o mais novo queridinho do Hope – se já não é.
Falando em pacientes, eles não param de chegar. Aliás, confesso que me envolvi muito mais nos casos desta semana do que nos duas anteriores. Desta vez, tínhamos um paciente que a principio poderia ter câncer, mas que Alex acaba descobrindo que ele tem problemas mentais – inventou diversas doenças, inventou uma noiva, além de ingerir coisas. Ele até no final deu uns conselhos para Alex sobre ela acreditar em algo inacreditável, mas não passou perto de ser o centro do episódio.
Diria que as atenções se voltaram para o caso dos irmãos que na disputa pelo amor de uma mulher, acabam se envolvendo em um acidente. Um deles, não sobrevive à complicada cirurgia feita por Alex e acaba morrendo. E aí, ele consegue encontrar Charlie que ainda vaga pelos corredores do hospital. Só que o paciente acaba ficando mais tempo do que devia, na companhia do nosso moribundo. Tudo isso por conta de assuntos inacabados. E isso começa a soar desesperador para Charlie. Ele estaria ali apenas para terminar seu assunto com Alex? Porque ele não acorda? “Ótima pergunta” diria o cirurgião. Mas foi através deste caso que, Charlie se aproximou ainda mais de Alex, e conseguimos ver o quanto ela está sofrendo por isso. Ele não apresenta nenhuma melhora, e diante de lágrimas, Alex relembra de bons momentos dos dois. E sim, eles têm uma baita química. A cena dele tentando abraçar ela foi bem emocionante. Já posso “shippar” os dois né produção?
Estou na torcida por Charlie, acho que o personagem tem um baita potencial. Mas repito que, com uma premissa desta, não sei o que se tornaria depois dele acordar. O jeito é ver como as coisas irão continuar a fluir. Semana que vem nos vemos.
Ps1: As luzinhas azuis no meio das cenas me incomodam um bocado. A vocês também?
Ps2: Mais cenas de Erica somente de sutiã produção!
Girls – She Did
20/06/2012, 21:43.
Tiago Oliva
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Série: Girls
Episódio: She Did
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 01×10 (final de temporada)
Data de Exibição nos EUA: 17/06/2012
Esse episódio foi tão bom, que dá vontade de só listar as coisas bacanas que aconteceu nele, sem nem precisar falar muita coisa. Mas acho que o maior mérito foi ter fechado direitinho todas as histórias, algumas de forma melhor que outras. A ideia toda da festa misteriosa foi muito boa, porque o mistério funcionou não só para os personagens, mas também pra gente. E mesmo quando a gente sacou que se tratava do casamento da Jessa, ainda ficou o mistério de “com quem”. E eu achei tão coerente ser o cara que ela tanto odiou, não que ela não tivesse motivos pra não ter gostado dele, mas porque o desprezo dela foi muito gratuito. Fato é que ela tem no casamento a esperança de finalmente se tornar adulta, coisa que a gente sabe bem que não vai acontecer. E ainda teve a Shosh revoltada porque estava vestida de branco em um casamento, o Adam emocionado, a Hannah dançando Halo e o Elijah admitindo que transmitiu HPV pra ela. Quero muito que ele vá morar com ela e se transforme na 5ª Girl. A única coisa que eu não gostei, não só na festa, mas no episódio inteiro, foi o discurso dos noivos contando como se conheceram. Como se alguma história pudesse justificar alguma atitude da Jessa, ficou muito didático.
Achei que a briga da Marnie e da Hannah não ia dar em nada, que elas fossem fazer as pazes e continuar vivendo juntas. Mas foi bem mais bacana como aconteceu. Elas entenderam que elas não conseguem mais viver juntas, mas que isso não quer dizer que elas não possam ser amigas. A dúvida que eu tenho é se a Marnie conseguiria viver com alguém, ou se alguém conseguiria viver com ela. E como bem disse o Adam, um apartamento metade vazio cria oportunidades para que aconteçam coisas novas. O problema é que pra Hannah coisa nova nem sempre significa coisa boa. E o legal é que essa mudança toda vai servir pra reestruturar a relação das Girls na próxima temporada, e provavelmente a Shoshanna vai ter mais visibilidade com a Marnie morando com ela.
Por falar na Shosh, eu curti muito que ela tenha se ajeitado com o Ray. Finalmente deram alguma coisa pros dois fazerem. E serviu como libertação pra ela, pois na cabeça dela, a virgindade que afastava os homens. Mas só uma dica Shosh: a virgindade era o menor dos seus problemas. Começar a falar devagar e construir melhor seu raciocínio pode ser um bom começo. Na verdade, continua do jeito que você tá, porque é assim que a gente gosta.
A Marnie, como de costume, foi a parte menos interessante do episódio. Eu nem me lembro quantas vezes ela já mudou de opinião em relação ao Charlie. Eu já disse antes que ela é a personagem mais chata, mas provavelmente é também a mais possível. Mas foi bacana ela comendo bolo com a mão e beijando o gordinho, provavelmente em mais uma tentativa de se libertar de tanta caretice. Só foi meio forçado o Charlie aparecer exatamente na hora.
A parte toda da Hannah com o Adam foi muito legal. Acho que todo mundo já esperava que essa lua de mel fosse passar logo, mas tudo foi tão verdadeiro. Só achei o discurso do Adam meio estranho, porque primeiro ele diz que ela se ama e não deixa ninguém amá-la, e logo depois ele já parece entender o problema de auto-estima dela, dizendo que ela não se acha bonita, boa escritora ou boa amiga. Mas o diálogo todo foi tão bom, que eu prefiro acreditar que eu tenha perdido alguma coisa. E a briga toda foi a coisa mais injusta do mundo, porque ela tinha todos os motivos do mundo pra achar que ele resolver se mudar pra casa dela por pena, e ele tinha todos os motivos do mundo pra ficar com raiva dela por ela ter convidado o Elijah pra ocupar a vaga no apartamento. E o final, com a Hannah perdendo o ponto, sem documentos e comendo bolo sozinho, foi um resumo perfeito da personagem, e de tudo que a gente acompanhou durante a temporada.
O episódio fechou perfeitamente uma temporada quase perfeita. Se eu tivesse que listar algum defeito na série, eu teria que parar um pouco e pensar. A segunda temporada já foi confirmada pela HBO e inclusive já está sendo filmada. Pra quem quiser mais informações, a Lena Dunham (Hannah) volta e meia revela alguma novidade no seu twitter. Mas se você não quer esperar tanto, indico o filme Tiny Furniture, escrito, dirigido e estrelado pela Lena, e ainda conta com as participações da Jessa, do Ray e da Zoey de Nurse Jackie. O filme tem todo o clima da série e mais parece um episódio estendido. Até a próxima temporada!
Falling Skies – Worlds Apart e Shall We Gather at the River
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“Get off my planet” gritaram as promos da 2ª temporada de Falling Skies , e a batalha continuou. Os alienígenas de Steven Spielberg voltaram mais agressivos e com naves espaciais (beamers) mais perigosas. As duas horas da premiere do seriado, exibidas no domingo pela TNT, enfrentaram concorrência rigorosa, mas ainda atingiram 4.5 milhões de espectadores. A 2nd Mass está vindo com força máxima e quem acompanhar a série vai dar um belo passeio, porque desta vez Tom Mason (Noah Wyle) e companhia não vão ficar parados em uma base fixa e vão, de acampamento em acampamento, buscar a sobrevivência e matar a maior quantidade possível de Mechas e Saltadores.
Tom entrou na nave alienígena no final da 1ª temporada e o que aconteceu nos três meses que separaram aquele momento da volta dele no episódio 2X01 devemos demorar mais alguns episódios para descobrir. Inclusive o porquê de, entre todas as pessoas soltas da nave alienígena, só Tom ter sobrevivido. O que era aquele parasita que foi tirado do olho do Tom? Qual o seu objetivo? Existem mais destes dentro do corpo dele? Essas dúvidas vão seguir para os próximos episódios. Aliás, achei muito Arquivo X o parasita que vira uma libélula-borboleta-(completem com outro inseto).
Com esses dois primeiros episódios já deu pra ver que o Ben vai ser um personagem importante na 2ª temporada. Era de se esperar, afinal ele teve um arreio preso às suas costas e pode estar se transformando em um saltador. Como diz o Hal no 2º episódio agora ele escuta como um coelho e enxerga como um falcão. Ben e Hal estão muito mais maduros, mas Hal precisa controlar o ódio que Ben mantém dos alienígenas. Matt começa a se interessar pelas armas, o que não deixa de ser uma boa ideia quando se está fugindo de alienígenas que pretendem te matar ou te aprisionar em um campo de concentração.
Falando nisso, gostei da referência histórica apresentada na conversa de Tom com o big boss alienígena e da ironia sobre como os humanos já estavam acostumados com esse tipo de “acordo”. Como eles disseram a Tom: “opressão faz parte da sua natureza”. Ficção científica também é reflexão e essa volta de Falling Skies veio cheia de ironias, outro exemplo é o saco de dinheiro que Tom acha e usa para fazer uma fogueira. Ainda temos mais referências quando Tector conversa com outra batedora e ela conta que Bob Dylan ainda está vivo, escondido em uma mina em Minnesota transformando canções de protesto em baladas de guerra e transmitindo-as em um rádio que ele mesmo construiu. Toque interessante no roteiro.
No final das contas até agora não adiantou em praticamente nada a visita de Tom à nave espacial. Ele não descobriu como salvar Ben e a única informação que conseguiu foi que a opção de paz seria somente se aceitassem viver em um campo de refugiados. Inclusive ainda preciso de explicações do porquê Tom não morreu na hora que negou a proposta. Talvez seja por fazer parte da única resistência de humanos que ainda sobrevive (se realmente for a única), talvez por ter carregado aquele parasita por algum motivo. Os alienígenas certamente viram nela um líder porque buscaram informações sobre Tom e sabiam até que ele era professor de história antes da ocupação.
Quem ainda vai querer muitas explicações sobre tudo que aconteceu com Tom na nave é Weaver, mas ele anda mais simpático. Depois de Tom ter salvo a vida dele no ataque em Boston o capitão da 2nd Mass está se mostrando mais confiante em Tom, na sua equipe e mais companheiro. Mesmo Tom tendo se mostrado perigoso por não saber o que os alienígenas fizeram com ele na nave e ter tido alguns lapsos de memória durante aquele período, Weaver segue fazendo de tudo para ajudá-lo, mesmo que tenha que colocar o resto da equipe em perigo. Em outros tempos acredito que Weaver já teria descartado Tom ou trancado ele na caminhonete mais fedida do comboio. Agora o capitão da 2nd Mass está mais “Um por todos e todos por um, menos o Pope”, mais ou menos isso.
Aliás, Pope continua ótimo, você pode amá-lo e odiá-lo novamente em segundos. A nave alienígena ataca os veículos e ele fica indignado “a Harley não!”, figuraça. Ele volta na 2ª temporada com uma equipe de batedores, Weaver os chama de selvagens, mas entre eles estão Anthony um dos homens de confiança de Tom e Weaver. Do novo personagem Tector (Ryan Robbins) ainda deu pra ver pouca coisa, mas ele deve se desenvolver mais durante a temporada. Até agora aprendemos com ele que a falta de banho ou no caso o suor misturado com areia nos deixa impermeáveis (?). Já conhecemos melhor Jamil (Brandon Jay McLaren) que chega na 2ª temporada para substituir o Tio Scott e se já mostrou bem eficiente no conserto da ponte, apesar de não ter sido nada esperto quando se abrigou perto das caixas de TNT. Para quem esperava ver o Terry O’Quinn dando sopa na premiere de Falling Skies más notícias, o eterno John Locke de Lost dá as caras só nos dois últimos episódios. Aguentem firme.
E o amor está no ar… terráqueo. Tom voltou cheio de saudades da médica Anne e Hal já esqueceu sua ex-namorada e atual menina de recados dos alienígenas Karen, pela ex-time do Pope, Margaret. Além do casal de batedores, a aspirante a médica Lourdes se encantou com o faz tudo Jamill e já sacou um beijo nele no 2º capítulo. Com um monte de alienígenas cercando não era o momento de se fazer de difícil mesmo. Go girl!
Achei ótimo terem transmitido em sequência os dois primeiros episódios, só o 2X01 deixaria muitas perguntas sem respostas, agonia exagerada no público e frustração. O episódio 2X02 se encarregou de explicar umas coisas e nos aguçar a curiosidade em outras, e teve a explosão. Ah… quem não gosta de uma boa explosão? Ainda mais quando ela serve para matar aqueles saltadores horríveis que parecem aranhas gigantes com torso e braços. E ainda com um olho de cada cor, aquele olhinho vermelho alá “O Exterminador do Futuro” é de arrepiar e pior é o tal parasita que entra por ali. Sem falar naquelas coisas dentro da nave que pareciam aqueles “casulos” do filme Matrix onde as máquinas “cultivavam” os humanos. Tirem as crianças da sala!
Senti falta de conhecer mais da menina que emprestou a moto ao Tom (apesar de ter se mostrado uma chata), acho que em algum momento ela deve aparecer novamente na temporada. Sem falar da ideia da moça com esse monte de alienígenas soltos por aí em preferir ver as montanhas sozinha como combinara com a mãe do que achar abrigo e segurança com outras pessoas. #ForeverAlone
Depois dessas duas horas de estreia deu pra ver que a 2nd Mass veio com tudo para a 2ª temporada de Falling Skies. Como disse o Tom, “temos que tornar o preço da ocupação tão alto que os alienígenas terão que se retirar”. Agora os personagens já não mostram mais tanto medo, mas sim têm ódio dos alienígenas. Os efeitos especiais deram conta do recado, os aliens estão mais assustadores, as naves espaciais não tem nada de novo, mas convencem. A maquiagem tem feito um bom trabalho nas caras de cansaço e sujeira do elenco que enfrentou muito frio durante as gravações e um belo estrago nas costas de Ben, que vem sofrendo com as consequências do arreio.
Esses dois primeiros episódios nos proporcionaram um pouco de tudo, deu pra chorar com a reunião da família Mason, deu pra ficar com vergonha alheia com beijo roubado, deu pra ter aquela agonia “corre logo eu sei que tu é o herói e vai sobreviver mas saí de ponte seu $#@*&”, deu pra curtir as novas naves espaciais (beamers), deu pra imaginar o cheiro do Tector e deu pra agradecer ao mundo porque não ter tido um parasita saindo do seu olho. E quase deu vontade de entrar no mundo de Falling Skies, ganhar um gás de emoção na vida, andar de moto sem capacete, estar cada dia em um lugar, matar uns alienígenas e ganhar uma carona de moto com o Noah Wyle. No entanto a ficção não fica tão interessante e divertida quando isso fica atrelado ao fato de que bilhões de pessoas foram mortas no mundo.
Uma ficção científica nunca responde tudo, nem tenta, mas precisa dar ferramentas para que tenhamos nossas próprias perguntas e respostas, para que a imaginação dirija nosso roteiro. Além de tudo uma ficção deve divertir, e nesse quesito Falling Skies já engatilhou. Que venham os Mechs, Skitters e Beamers. Garantam a pipoca, o refrigerante e seria bom ter o Pope por perto por medida de segurança.
The Killing – What I Know
20/06/2012, 01:13.
Dierli Santos
Reviews
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Série: The Killing
Episódio: What I Know (Final de Temporada)
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×13
Data de Exibição nos EUA: 17/06/2012
Depois de 26 episódios, enfim sabemos quem foram os responsáveis pelo assassinato de Rosie Larsen. Linden e Holder enfim conseguiram juntar todas as peças do quebra-cabeças e desvendar o caso. A resolução contou com algumas coincidências, mas isso não impediu que o episódio final da temporada (talvez da série), tenha sido bom.
Durante os minutos finais, eu não consegui segurar o choro. A partir do momento em que Linden começa a assistir ao vídeo, mais especificamente. Tudo o que se desenrola depois é lindo e emocionante. Se a série abusou de algumas coincidências e reviravoltas na história, nesse momento ela compensou tudo isso.
The Killing se mostrou, em muitos momentos, uma série diferente, mas a parte da investigação foi parecida com outros dramas de casos do dia. Quantas vezes em SVU não temos um suspeito normal e legal até que, ao ser descoberto, se transforma totalmente? As mudanças repentinas nas personalidades de Jamie e Terry foram assim. A tia, aliás, foi a grande surpresa do episódio. Apesar de ser uma grande coincidência ela ter matado a sobrinha sem saber, isso amarrou várias pontas soltas, tanto na investigação quanto no roteiro da série. Agora fica claro, por exemplo, por que eram necessárias tantas cenas mostrando o quanto Terry era loucamente apaixonada por Ames. Depois de What I Know, todas as vezes que ela repetiu que o amante iria largar a esposa por ela são essenciais. Também faz mais sentido sua reação quando um dos seus sobrinhos prende o outro no porta-malas do carro e o porquê de ter ajudado tanto a família da irmã, que já tinha os abandonado. O mesmo serve para Jamie. Toda a enrolação que muitos reclamaram na verdade construiu, pouco a pouco, as circunstâncias do que ocorreu. É fácil entender que Jamie realmente fez tudo pelo Richmond, principalmente quando ele já ficou ao lado dele na época mais difícil – quando nem a família do candidato estava lá. O discurso (mentiroso) motivacional faz todo o sentido afinal, depois de tudo, ele iria desistir. Todos os atos dele desde o começo foram para ajudar Richmond.
A cena da revelação também foi um dos pontos altos do episódio, desde a expressão de Linden ao ver o farol do carro até o encontro no quarto de Rosie. A tensão e os olhares quando todos percebem o que aconteceu rendeu as melhores atuações.
No fim, The Killing foi para alguns somente quem matou Rosie Larsen. Mas para alguns, também foi conhecer mais sobre Linden, uma das melhores representações femininas na televisão atualmente. Foi observar como ela funciona, seu amor pelo filho e seus traumas anteriores. Segredos do passado de cada pessoa envolvida foram revelados, assim como o impacto e as conseqüências da morte dela em suas vidas.
Esse pode ser o final de The Killing, já que conseguiu dar um desfecho para todas as tramas. Além de revelar o grande mistério da série, individualmente foi um episódio excelente, equilibrando as revelações da investigação com os momentos emocionantes. Se realmente foi um adeus a Linden, estamos todos tristes, mas satisfeitos.
The Glee Project – Individuality e Dance-Ability
20/06/2012, 01:09.
Gabriela Assmann
Reviews
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Olá queridos leitores! É com um grande atraso (confesso), mas também um grande prazer que trago para vocês as reviews dos três primeiros episódios de The Glee Project. A partir dessa semana as reviews serão semanais. De antemão já aviso que não assisti a primeira temporada, portanto não terei como fazer comparações entre as temporadas. Sei apenas de alguns dados gerais como quem foram os vencedores e quantos participantes eram.
O primeiro episódio, denominado de 2×00 apresentou as audições que nesta temporada foram realizadas virtualmente e também em três cidades: Nashville, Nova Iorque e Chicago. Neste episódio já pudemos ver alguns dos candidatos que seriam selecionados para ir ao Glee Project Campus tendo destaque. Também cabe destacar que as histórias dos candidatos estavam sempre em foco, bem como o fato de que não basta cantar bem e ser um grande artista, para estar em The Glee Project é necessário ter uma história impactante e que motive o Ryan a escrever.
De todos os candidatos que fizeram audição, 80 foram selecionados para ir para a segunda fase em Los Angeles. Estes participaram de workshops, aulas de canto e dança. Após esses dois dias, 30 foram selecionados para se apresentar para o produtor de Glee, Ryan Murphy. Destes 30 deveriam sair 12 competidores, porém o grupo era tão bom que acabaram sendo selecionados 14 talentosos candidatos (ainda assim alguns candidatos muito bons ficaram fora): Lily, Mario, Dani, Charlie, Ali, Michael, Tyler, Aylin, Blake, Taryn, Shanna, Maxfield, Nellie e Abraham. Nesta primeira semana eles gravaram o clipe de The Edge of Glory, música da Lady Gaga e que tem muito a ver com o momento que eles estão vivendo. A apresentação mostrou que o grupo reúne grandes talentos.
No segundo episódio os candidatos já estavam no Glee Project Campus e as tarefas começaram seguindo a mesma dinâmica que conhecemos. O tema da semana foi individualidade e o dever de casa deles era cantar Born This Way. Shanna se destacou e foi escolhida pela primeira mentora – a diva Lea Michelle – como a vencedora do primeiro desafio, ganhando assim destaque no clipe que seria gravado. Shanna ficou confiante com a vitória e acabou indo muito bem na gravação do clipe de Here I go Again do Whitesnake, também. Os piores foram Aylin, Tyler e Max. Aylin e Tyler não estavam conseguindo se soltar e mostrar o que havia encantado a todos nas audições. Tyler estava com dificuldades para lidar com as mudanças que estava tendo em seu corpo e Aylin parecia não conseguir se libertar das pressões impostas pela família muçulmana.
Na última chamada Aylin e Max cantaram super bem, ao meu ver. Tyler ficou devendo um pouco. Porém, como já falamos anteriormente The Glee Project busca um personagem e não somente um bom artista e por isso, por ter menos condições de ser um bom personagem para Glee, Max foi o primeiro eliminado do programa.
Já na semana seguinte o tema foi habilidade de dança. O dever de casa era We Got the Beat, de The Go-Go’s. Taryn que estava muito triste e sentindo falta da mãe não aguentou a pressão e acabou desistindo da competição. Eles uniram forças para superar essa adversidade e simplesmente arrasaram no dever de casa e o escolhido como melhor por Samuel Larsen, vencedor da primeira temporada e ator de Glee, foi Abraham. Ao contrário de Shanna, Abraham sentiu a pressão e não conseguiu ter um bom desempenho na gravação do clipe. Na bem da verdade o grupo não é muito bom em dança, já que praticamente todos foram muito mal na gravação de Party Rock Anthem de LFMAO.
Por fim os piores foram Dani, Tyler (novamente) e Lily. Dani interpretou Landslide até que bem, mas confesso que achei que ela ficou devendo muito pra versão da Naya, da Heather e da Gwyneth. Tyler melhorou muito da semana anterior para essa e Lily se soltou. O critério utilizado acabou sendo o mesmo da semana anterior e Dani foi eliminada por não ser uma artista que se encaixaria no que Ryan procura para o Glee.
Por fim, alguns adendos gerais sobre o programa e os participantes. Amo reality shows musicais e o formato diferente de The Glee Project me agradou bastante. Acho interessante que não haja interferência do público. Dessa forma, a tendência é que o resultado seja mais justo.
Quero declarar modestamente minha torcida para Aylin. Amei ela e já consigo imaginar um personagem para ela em Glee. Amei ainda mais a maneira como ela se soltou na segunda semana. Acho que tem tudo pra crescer. Maaas, prometo que tentarei ser o mais imparcial possível. Sobre o romance ou as pegações dela comento mais adiante, porque ainda nem dá pra saber se vai pra frente. (Azarada do jeito que sou, declarando minha torcida só prejudico a Aylin, rs).
Creio que a vencedora dessa temporada precisa ser uma mulher e que tenha uma voz muito boa, o que seria o caso, por exemplo, da Nellie. Com a saída da Lea, da Naya e da Amber o New Directions tá muito desfalcado de vozes femininas. Nas vozes masculinas o Darren dá conta do recado.
Para finalizar quero dizer que amei o festival de beijos proporcionado pelo jogo da garrafa e que lembrei, saudosamente, do 2×14 Blame it on Alcohol, um dos episódios de Glee que eu mais gosto.
Continuum – A Stitch in Time e Fast Times
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Série: Continuum
Episodios: A Stitch in Time e Fast Times
Temporada: 1ª
Número dos episódios: 1×01 e 1×02
Data de Exibição no Canadá: 27/05 e 3/06/2012
Já faz um tempo que não faço qualquer tipo de resenha de seriado. Há vários motivos, mas dois são os principais:
Mas Continuum mexeu comigo o suficiente para me fazer sentar na frente do computador e escrever alguma coisa. Talvez não seja a melhor série de todos os tempos e nem eu a mais tarimbada das críticas, mas para mim o que importa é que o episódio piloto me empolgou e resolvi dividir essa empolgação com o mundo. Clique aqui para continuar a leitura »
True Blood – Turn! Turn! Turn!
16/06/2012, 19:19.
Marco C. Pontes
Reviews
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Mesmo com altos e baixos, não dá para não amar True Blood.
Serei bem sincero. Estava morrendo de vontade de ver a Premiere da quinta temporada de True Blood, mas depois me lembrei do péssimo final da quarta temporada e pensei Oops… Melhor não. Convenhamos que a quarta temporada não foi das melhores. Muitas storylines e personagens jogados na série de qualquer jeito, com resoluções patéticas e com pouco desenvolvimento. Porém, nenhuma série é perfeita. True Blood pode ter perdido o mojo no passar dos anos, mas com certeza não é aquela coisa ridícula que muitos ficam falando.
O melhor do episódio foi Jason e Jessica. Simples assim. Pra começar, aquele “já que você está sem roupa, venha fornicar comigo” do Reverendo, passando por Jessica falando que Jason era DELA E DE MAIS NINGUÉM até chegar a uma Jessica bipolar, que estava mais interessada em se enturmar com universitários do que prestar atenção no homem cujos afetos todas (e todos) querem. Agora que ela finalmente conseguiu Jason, fica se fazendo de difícil? Provavelmente não vai conseguir continuar com esse comportamento por muito tempo.
No final da temporada passada até tinha comentado com uma amiga que sabia que Tara deveria virar uma vampira. Vidente? Não. Isso se chama simplicidade. Claro que menina Tara iria voltar, mas como, com aquela cabeça rachada? Vampira. Não tinha outro jeito mesmo.
Acho que a maioria das pessoas deu um suspiro de alívio em setembro do ano passado, quando acharam que Tara tinha morrido de verdade. Mas ela acordou, pessoas. É decepcionante? Não sei… Só com o tempo saberemos. Na minha concepção, foi um tiro no pé. Com essa nova mudança, é só um motivo a mais para a personagem continuar a constante birra e a crise existencial. O que eu queria mesmo era ver aquela Tara engraçada, louca e radiante das primeiras temporadas de volta. Agora, Tara é vampira, a coisa que ela mais odeia no mundo. Como sairá coisa boa disso?
Talvez esteja errado. Talvez essa mudança fosse o que a personagem precisava para se desenvolver mais ainda e cair na graça do público novamente. Verdade seja dita, até hoje, só vimos Jessica passar por todos os estágios ao se tornar vampira. Talvez fosse legal ver isso novamente e ainda com uma pessoa que ODEIA esses seres.
Aliás, como será que Pam vai se sair como mamãe? Falando nisso, perceba que Sookie ficou de figuração na própria série por causa de Tara e nem Eric e Bill foram ao encontro da (sa)fada. Se bem que Eric não iria mesmo atrás de Sookie, já que fez a fila andar novamente.
True Blood tem essa mania de fazer cenas perturbadoras. Menino Alcide e Sam tiveram que presenciar a alcateia comendo (no mau sentido) Marcus, porque senão a carne ia vencer. Esse plot, na verdade, foi um dos piores plots desenvolvidos temporada passada e para piorar, continuam batendo na mesma tecla, achando que vai sair coisa boa daí.
Pessoalmente, gosto de Alcide, mas quero vê-lo com Sookie. Se ele realmente vier a se tornar o novo Lobo Alfa, daria uma boa storyline, mas sinto que devem dar foco no restante da alcateia primeiro,como por exemplo, a mãe de Marcus. Ou seja, um desenvolvimento vai acontecer bem lentamente durante a temporada e chegando ao final da mesma, tudo vai parecer forçado e apressado.
Porém, acho que o arco central dessa temporada deve render bastante. Por um lado, temos a Autoridade dos Vampiros e de outro temos também Russell Edgington.
Sookie deveria ser enterrada viva. Agora tem três machos que a querem, mas sinto que nesta temporada Sookie deve dar uma pausa na sua vida romântica. Provavelmente vai ter que gastar seu tempo inteiro cuidando de Tara.
No geral, a premiere da quinta temporada foi bem bagunçada, mas começou a desenvolver os arcos centrais desse novo ano. Minha esperança é que True Blood faça uma temporada divertida, com tramas boas e interessantes.
P.S: E o menino da manjedoura que nem esperou o corpo esfriar pra evaporar completamente da vida de Lafayette?
P.S: Em cinco anos de série, nunca havia visto bunda mais nojenta e peluda igual vi nesse episódio. Sim, Andy, estou falando com você!
P.S: Fugir da Autoridade com certeza não seria fácil, não sei porque Eric achou que daria tempo de dar uma rapidinha.
P.S: RUSSELL EDGINGTON IS BACK!!! Mesmo não aparecendo direito nesse episódio, já espero ansiosamente pela próxima vítima do vampiro. Eric, provavelmente.
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