Falling Skies – Young Bloods

Data/Hora 03/07/2012, 19:35. Autor
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O episódio Young Bloods não faz mistério com o nome e foca nas crianças e jovens, uma característica permanente em produções do Steven Spielberg. A primeira cena já começa com Matt (apelidado de Eminem?) servindo de isca para os skitters e o desfecho rendeu algumas risadas. Por outro lado, os efeitos especiais ficaram devendo um pouco na hora em que os alienígenas chegam perto de Matt. Os skitters são feitos como bonecos de verdade manipulados por vários homens dentro deles, mas nos movimentos de mais ação são usados os efeitos especiais de computador, os quais nessa cena não colaram muito bem.

O pior foi que vi um erro de continuidade, alguém mais? No final da cena, Tector e o outro batedor Boon aparecem olhando de frente para o Matt (aparecem os ombros deles e o garoto ao fundo encostado na parede). Mas eles na realidade deviam estar bem em cima do garoto ou no máximo no telhado ao lado de Matt por causa da direção do primeiro tiro e principalmente devido aos takes anteriores em que Matt olha para o skitter e atrás do alienígena, onde deveriam estar os batedores não tem ninguém e nem sequer o prédio é o mesmo em que depois aparecem Tector e Boon. Mesmo assim, vi esse “detalhe” na segunda checada no episódio e o riso não foi comprometido quando Tector estoura (literalmente) os miolos dos dois skitters.

E o drama da família Mason só aumenta. Além de Tom estar possivelmente ligado aos alienígenas e Ben estar certamente conectado com os skitters, Matt finalmente é enviado para a sua primeira missão, entra na turma dos selvagens da 2nd Mass (agora liderados por Tom) e quase é arriado também. O garoto se junta ao grupo de “crianças perdidas” para tentar recuperar as outras “crianças perdidas”. O resultado foi um banquete para os skitters de futuras crianças com arreios. Agora, imaginem um caracol feio, sem a concha nas costas e com uma boca que se abre em várias agulhas e se acopla na espinha. Bem pior que isso foi ver como os arreios são colocados nas crianças por aqueles bichos cada vez mais feios dos skitters.

Quem também precisou fazer as pazes com Tom foi Tector que está cada vez mais aparecendo no seriado. O batedor usou Matt de isca para pegar skitters, mesmo se arrependendo depois e mostrando ser o mais “certinho” dos selvagens teve que lavar muita roupa suja (literalmente) e ajudar Tom a recuperar as crianças das mãos dos alienígenas para poder voltar ao grupo de batedores. Ainda bem, isso significa mais cabeças feiosas explodindo.

Como o amor sempre está no ar em Falling Skies (e não estou falando do pega no ônibus hospital entre Anne e Tom, flagrados pela coitada da Lourdes), o premiado desta vez foi Weaver. Depois de sofrer com a morte de Jimmy, o líder da 2nd Mass reencontra a filha Jeanne que estava entre as crianças do grupo encontrado por Ben e Hal entocado em um armazém. Weaver recebe uma recompensa depois de tanto sofrimento, e consegue dar a bússula (lembram dela?) para a sua filha, como ele sempre gostaria de ter feito. A chegada da menina faz Weaver, agora mais conhecido como “papai urso”, repensar ainda mais sobre seu comportamento e tentar mudar algumas características ruins que o afastaram da família e nos assustaram durante a 1ª temporada, como seu descontrole e a sua raiva. A não permanência da filha de Weaver com o grupo da 2nd Mass não surpreende, mas esse grupo de “crianças perdidas” deve reaparecer mais a frente e se juntar ao comboio de Weaver.

Mais um país entra nas notícias geográficas de Falling Skies, a aspirante a médica Lourdes pede notícias da cidade de Parra (México) ao líder das “crianças perdidas” Diego (namorado da Jeanne). Lourdes têm parentes na cidade e descobre que ela foi completamente destruída. O amor continua no ar e a garota é consolada pelo faz tudo Jamil. As bandeiras e o orgulho americano também continuam por todos os lados, mesmo a série sendo gravada no Canadá. Quando Ben e Hal têm as motos roubadas aparece ao fundo um outdoor (intacto apesar do local estar cheio de carros destruídos) de um menino batendo continência. Ao fundo do garoto uma enorme bandeira dos Estados Unidos com a frase “orgulho de servir”. Irônico porque o outdoor fica próximo ao prédio usado para colocar os arreios nas crianças e, quando isso acontece, elas acabam servindo aos alienígenas.

O episódio também seguiu com o drama de “o que diabos acontece com Ben”, que depois da morte de Jimmy ficou ainda mais recluso, apesar das investidas de Hal para tentar ajudá-lo. Enquanto o medo de ver ele se tornar um skitter cresce, a preocupação com Tom diminui, afinal ele não parece ter mais nenhuma sequela do parasita que se infiltrou no olho dele. Segundo o site TV Line o showrunner de Falling Skies, Remi Aubuchon, concordou que neste momento Ben pode ser uma ameaça muito maior para a 2nd Mass que o seu pai. Ben adquiriu habilidades depois do arreio que não possuía anteriormente e que agora ajudam muito a 2ns Mass, como sua agilidade, audição apurada e velocidade. No entanto, é claro que a conexão entre ele e os skitters ainda é forte e pode assustar muito as outras pessoas do grupo.

Falling Skies está chegando quase na metade da 2ª temporada e o andamento da série está bom até aqui, o ritmo é bem mais constante que na 1ª temporada. Em cada episódio temos uma reviravolta no caminho da 2nd Mass e novidades que apimentam ainda mais essa trajetória. Personagens diferentes estão ganhando destaque. Tom, Weaver e Ben continuam sendo o centro da estória contada em Falling Skies. Matt tem tido participação mais efetiva no andamento da série. Tector ganha cada vez mais espaço e é uma figura diferente que devemos conhecer ainda mais na sequência da temporada. Weaver está passando por diversas situações emocionais difíceis e Tom se mostra cada vez mais apto a ser um líder de todos. É natural a forma como os membros da 2nd Mass o respeitam e a forma objetiva e justa como ele lida com as situações não deixam dúvidas de que assume com autoridade o papel de protagonista.

Cada vez os skitters passam mais medo, cada patrulha parece que vai apresentar uma nova situação, cada personagem parece que pode mudar o rumo dos acontecimentos. A 2nd Mass segue ainda rumo a Charleston, o possível local seguro onde todas as milícias estão sendo agrupadas em uma organização de força contra a invasão. Tom parece certo da esperança, mas com o skitter de olho vermelho podendo piscar pra ele na próxima patrulha é melhor o comboio seguir com cuidado. Os alienígenas têm se postado muito na defensiva, parecem que concordam com o caminho que a 2nd Mass está seguindo, ou ainda tem um plano de controle de Tom e/ou Ben. O único ataque neste episódio foi ao grupo das “crianças perdidas” e os skitters tiveram várias baixas entre os seus, mas ainda não revidaram – ainda.

True Blood – We’ll Meet Again

Data/Hora 02/07/2012, 17:48. Autor
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Uma difícil despedida, uma bela morte e uma fornicação há muito tempo necessária.

Tivemos praticamente tudo neste novo episódio de True Blood, só faltava Jason sem roupa mesmo. Como sempre, a série continua pecando nos infinitos plots que colocam todos os episódios, deixando claro que não querem deixar Sookie ser a protagonista por um bom tempo.

O engraçado é que todo mundo fala que não se importa mais com Sookie, mas na primeira oportunidade, vão correndo espiar pela janela para descobrir o que está acontecendo dentro da casa do Anjo da Morte. Alcide, por exemplo, estava bem CONFIANTE de que não iria ajudá-la mais, mas logo na primeira oportunidade, oops… mentiu por ela, de novo.

Pelo menos finalmente os dois ficaram juntos, mesmo que para que isso aconteça, bons drinks precisaram aparecer. Tara é outra que pediu para Bill ficar longe de Sookie, mas foi só Jessica falar que Sookie está passando por uma barra (de ter que escalar Alcidão) que Bill já foi correndo atrás da super-vagina. Gente, por favor, há coisas mais importantes do que a Sa(fada): suas vidas.

Por isso que a rejeição por parte de Eric foi bem necessária. Ele só fez aquilo porque se importava bastante com Pam, mas bem quando vejo os dois juntos pela primeira vez nessa temporada, aparentemente não vai acontecer mais. Uma pena. Porém, é óbvio que mesmo não possuindo mais aquele grande laço com o maker, Pam vai ajudar bastante o Vicking.

Porém, agora Pam poderá se concentrar na nova profissão: MÃE CONTROLADORA. Ela nem deixou Tara beber o sangue em paz, gente! Será ótimo ver as duas juntas, fazendo Festa de Cadáveres e brincando de ‘quem manda em quem’.

A storyline de Terry parece ter chegado ao clímax. Estava precisando mesmo de uma introdução ao problema, já que até agora só vimos casas pegando fogo e Terry se debatendo na cama e atrapalhando o sono de beleza de Arlene. Sempre achei que o que havia acontecido no Iraque era algo do tipo mesmo. Os soldados ficam bem entediados, precisam fazer festinha e usarem drogas. Uma ótima maneira de proteger o terreno.

Estava achando que adicionarem o plot das Fadas novamente não seria uma coisa boa e sinceramente, tá bem ruinzinho. Ok, sabemos que agora as Fadas gostam de fazer Orgia com os humanos, mas só. Grande coisa a prima da Sookie falar o óbvio (que os vampiros vão querer transformá-la) e também que os pais de Sookie foram mortos por vampiros. Acho que todo mundo já deve ter pensado nessa possibilidade. A questão é: quem os mataram?

Sei que passamos os três últimos episódios esperando para que a ação finalmente chegue, mas tenho que fazer uma ressalva em relação ao movimento Sanguinista: Eles são muito lerdos ou eu que sou muito apressado?

P.S: Sempre achei que se alguém fosse contra algo naquele Conselho da Autoridade seria o menino, afinal, ele é uma criança, ou seja, só faz birra com os mais velhos.

P.S: Lafayette perguntando para a prima o que aconteceu com o carro sendo que ele que causou o drama.

P.S: Sookie bêbada = única forma de se redimirem por colocarem Sookie como coadjuvante.

P.S: Pam estava quase morrendo quando Pam chegou. Porra Pam, não podia ter demorando mais um pouco não?

P.S: Quando apareceu a Autoridade na cama, sem roupa e com um laptop no colo, imediatamente pensei que ele estava vendo um pornô básico.

P.S: Papai Bill nem ficou bravo por Jessica ter dado uma festa, ficou bravo porque a maconha era ruim mesmo.

Nota do editor: True Blood acabou de ser renovada pela HBO.

Rizzoli & Isles – Welcome to the Dollhouse

Data/Hora 02/07/2012, 00:40. Autor
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Vou começar a review com um mega YAY. Rizzoli & Isles foi renovada pela TNT para a sua 4ª temporada. É claro que amei a notícia – e sei que vocês também – já que a série tem se tornado mais querida para mim a cada episódio. Acho incrível a constância que a série tem. Então, vocês já sabem o que vou dizer agora: Welcome to the Dollhouse foi mais um bom episódio. Bom não, ótimo.

O caso foi esquisito e deu medinho. Especialmente por que depois de American Horror Story (ai, aquela abertura) não consigo desvincular bonecas de coisas amedrontadoras e cruéis. Então o caso da semana caiu como uma luva para a minha mente insana e perturbada. Além de ter o fator pavor no tema, achei o desfecho pouco óbvio, já que desde que começaram a ligar todos os acontecimentos com “20 anos atrás”, pensei que o policial de trânsito era o assassino das 3 vítimas – a do passado e as do presente. Portanto, fiquei surpreendida quando soube que era o filho o responsável pelas mortes atuais, inspirado na vontade de encontrar a mãe. E a morte de Jonathan pelo pai criou uma atmosfera tocante e eficaz, no que se refere à criar o famoso drama presente na série, para contrabalancear os inúmeros momentos cômicos.

Lorraine Braco, novamente, fez um ótimo papel com Angela. A cada novo episódio mamãe Rizzoli (ou seria mamãe Vanilla?) se mostra mais sem noção, e com um potencial maior para ferrar os filhos e embaraçá-los. Convocar Rondo (estou adorando vê-lo com mais frequencia) e sua turma para defender as moçoilas indefesas de Boston foi a maior mancada de Angela até agora, e ela só se safou pelos seus dotes culinários e, é claro, o aroma que exala, que deixou Cavanaugh um tanto quanto apaixonado (será que veremos um affair em breve?). E se não bastasse essa mancada, ela ainda quebrou o juramento que fez sobre o Gray’s Anatomy (best. moment. ever. Todo amor do mundo por Maura) e mandou aquele bilhetinho cara de pau para o Casey.

Dito isso, é preciso dizer que fiquei com o coração na mão quando Jane o convidou para correr ou patinar. Era evidente que ela não sabia de nada, mas ainda assim deu dó do Casey. Dó maior da Jane, vendo o amado indo embora com tanta dificuldade e limitação. Ficou claro que os dois tem futuro, e creio que Maura vai usar sua posição privilegiada para ajudar no processo de restabelecimento de Casey. Torço bastante pelos dois, porque Jane gosta dele de verdade.

Maura está melhor a cada episódio. O timing cômico de Sasha é ótimo, porque o humor dela é sutil, como a situação exige. Então até os momentos absurdos tem credibilidade, e compramos a personalidade da Maura interinha. Além disso, oOs diálogos entre as duas amigas são nada menos do que ótimos. Sério, se todo o resto fosse ruim – o que definitivamente não é -, valeria ver a série apenas pela interação entre as duas. Uma das melhores duplas no ar, certamente. Ali sobra química, e não estou falando em termos sexuais.

Os momentos com Frost e Frank também estão se tornando mais divertidos, e o aprendiz de detetive tem se saído muito bem na empreitada. O que foi a cena com o 1° suspeito e a Marlene?! Morri rindo da boneca, e do desespero do marido apaixonado (a reação da Jane quando conheceu Marlene também foi ótima). E foi super bacana ver Korsak interagindo com animais novamente, eu estava com saudade dessa faceta dele. E a Barney Milles era a maior fofura sapeca do mundo.

Enfim, Welcome to the Dollhouse foi bem bacana. E nessa semana tem mais Rizzoli & Isles para nós. E só nos resta aguarda, comemorando pelo nível mantido pela série. Então, até lá.

Rookie Blue – Girls’ Night Out

Data/Hora 01/07/2012, 23:10. Autor
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Depois de 3 longas semanas de hiato, Rookie Blue está de volta. E o melhor, renovadinha pra 4ª temporada. Obrigada, ABC. Estamos contentes de poder acompanhar nossos novatos favoritos em mais uma temporada. Outra boa notícia? Girls’ Night Out foi um episódio bem legal, que deu continuidade às tramas centrais dessa 3ª temporada.

Mas antes de falar das tramas, preciso confessar que a ressaca de Gail e Andy me divertiu demais. O que foi a Gail atirada no banco de trás do carro do Diaz, totalmente acabada? Ri muito.

Epstein está afastado de seu trabalho, e isso mexe muito com o policial. Sue bem que está tentando auxiliar o namorado, mas ele não quer fazer terapia, pois acha que isso não o auxiliará. Então Dov resolveu fazer as coisas do seu jeito torto, e comeceu deixando um saco de mantimentos na porta da família do rapaz que matou. Sério, Dov? Bom, é óbvio que o gesto de “caridade” não resolveria as coisas, e Epstein acabou se encontrando com a irmã do menino, dizendo que faria o que fosse preciso para superar a situação. A garota exigiu saber o que havia acontecido, detalhadamente (até me lembrei – bem de leve – da Teddy “torturando a Yang, em Grey’s Anatomy). Obviamente, foi muita pressão para Dov, que acabou sendo um pouco rude com a garota. Totalmente compreensível a falta de tato, mas o fato é que Dov precisa, urgentemente, amadurecer. Ele é o novato que menos progrediu, apesar de eu achar ele um ótimo personagem.

Nash progrediu. Começou colocando tudo a perder, contaminando a cena de um homicídio. Mas, com o apoio dos amigos e, principalmente, superando o ciuminho bobo de Jerry (que não combina com o bom, e experiente, detetive que é), ela conseguiu dar a volta por cima e amarrar todas as pontas soltas do assassinato do bonitinho envolvido com tráfico de drogas. Mas um bom caso, à propósito. Não deixo ninguém sem respirar, nem levou as fãs mais sensíveis às lágrimas, mas foi bem bolado.

Chris mostrou, mais uma vez, que tem um coração enorme, do tamanho de um caminhão, e ajudou Gail, respondendo elogiosamente à pergunta da loira sobre sua personalidade. Coitadinho. Não sabia que isso seria usado “contra” ele, já que Gail usou as palavras de Diaz para abrir a guarda para Collins. Que dó, que dó, que dó! A carinha dele de cão abandonado, no final do episódio, após ouvir os “apaixonados” combinando o jantar foi de cortar o coração. Acho que ele tinha gostado – um pouco demais – da reaproximação da sarcástica “amiga para sempre”.

E já que citei Nick, devo dizer que ele é o novato mais experiente da televisão americana. Mas essa personalidade “militar” dele pode acabar colocando-o em apuros, já que ele ainda pensa e age como militar, e não como policial. Isso pode tanto ajudá-lo como prejudicá-lo, como ficou bem explícito no episódio da perseguição e dos tiros nos pneus dos carros.

A má notícia é que vimos pouco de Sandy no episódio. Nosso casal fofinho – e caliente – continua junto, mas não vimos muitos momentos casal na telinha. Mas foi bacana ver Sam seguindo os conselhos de Andy e tentando ser menos controlador, ao mesmo tempo que ela reconhecia ser legítima a preocupação dele em evitar perigos aos novatos, afinal, eles fazem muiiiiita droga, pra não usar umapalavra pior.

Ah, e guardei a cereja do bolo para o final: Nash não falou de Leo no episódio! Será que os roteiristas reconheceram que ela pode ser desvinculada do papel mãe, eventualmente? Torço para que sim.

Até semana que vem, pessoas. Porque graças aos céus acabou a NBA.

 

 

 

Dallas – The Last Hurrah

Data/Hora 01/07/2012, 12:26. Autor
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O último churrasco de Southfork foi menos animado que uma festa corporativa de final de ano. Talvez seja a sede de poder que toma conta de mim quando vejo a série. Sempre espero espetáculos, e o que se viu em The Last Hurrah foi apenas um ensaio do que estar por vir. Claro, se acontecer.

O impacto da volta de Dallas começa a se enfraquecer. Agora a série precisa provar que é deliciosamente capaz de se sustentar sozinha, bebendo a glória do passado em pequenas doses para não se embriagar. Aí é que está o desafio.

A venda da fazenda, por exemplo, não me causa tanto impacto. Se Southfork deixar de pertencer ao Bobby, J.R. perderia o interesse na propriedade? Claro que não. Bobby apenas deixaria de ser o alvo das malvadezas do senhor Sobrancelhas. Esse jogo de intrigar ficaria mais divertido se fosse tocado pela nova geração. Até porque sabemos que os dois irmãos não saíram mais na porrada pelas terras da Mama  Ewing. E para falar a verdade, Bobby não tem interesse algum nisso. Talvez porque ele ainda não se deu conta de que o perigo agora tem mais de 70 anos de experiência.

O que prendeu um pouco a minha atenção nesse episódio não foi a manjada trama familiar, e sim, o drama amoroso de Rebecca e as chantagens de John Ross.

O certo é que ninguém é bom ou mal em Dallas (ou em qualquer outro lugar do planeta). O que move o ser humano são suas metas e seu nível de moral. Ah, o maquiavelismo dessa série chega ao ponto de você começar a torcer pelo “vilão”, pois entende o porquê de sua crueldade.

Com John Ross, sinto-me compelida aos seus encantos. É bem verdade que a megalomania petrolífica do garotão é desmedida, mas fazer o quê? Se ele quer ser um barão do petróleo, ele tem todo o direito do mundo, não acham? Se ele quer todas as terras do Texas, a terra da Mama Ewing e as mulheres do mundo todo… que mal tem nisso? John Ross pode. Nem que para isso ele precise chantagear Rebecca e mandar dar “cabo” de um pessoa ou outra.

Aliás, acredito que em algum ponto dessa história o ‘bad boy’ mostrar que também tem coração.

Mas para isso, ele precisa sentir o terreno primeiro. Por que não contar para Elena que Rebecca mandou o e-mail para Chris? Porque isso faria os dois de vítima, mesmo John não tendo participação nisso, ele não se daria bem. Mas aos poucos ele vai envolvendo Elena, nem que seja apenas como sua parceira de negócios. Afinal, é melhor ter a moça no radar do que não tê-la de nenhum modo.

Chris Ewing já pensa diferente. Confuso entre o amor de sua esposa e de sua namoradinha de infância. O homem toma uma decisão extrema. Magoar Elena no seu ponto mais fraco. A cena final foi um soco no estômago da personagem e de todos nós que assistimos toda a cena. Não duvidei em nenhum momento que aquilo era uma manobra para afastar Elena da vida do Chris. A crueldade dos Ewing ainda não o contaminou daquela maneira. Não chamo isso de um ato corajoso, e sim, a saída mais fácil. Provocar a raiva em quem você para evitar uma tragédia maior é mais comum do que pensamos. Bom, às vezes a tragédia poderia ser um solução melhor. Se é que alguém me entende.

Mas a história do quarteto não para por aí. O show todo volta-se para Rebecca. Que no meu ver, não é de todo mal. Entrou numa história e se apaixonou por sua “vítima”. Será que ela vai contar tudo para o marido? Saberemos apenas no próximo capítulo.

Mas enquanto o churrasco tomava conta de Southfork, convidados bebiam e dançavam o melhor do country, a cobra sobrancelhuda se movia em caminhos misteriosos. Não só quer que o mundo se exploda, como também quer manipular toda a história. John Ross, seu filho, a ex-mulher Sue Ellen, Elena, Marta, quem estiver por perto. Assim que é o J.R., age sozinho e de maneira mais egoísta possível.

Fico pensando se isso seria o último desejo do velhinho. Porque, sabe como é, nessa idade, o veneno consome o corpo todo, e o fim já está próximo…

The Last Hurrah foi isso. Um episódio morno, apenas isso. O último grito para o passado. Agora vamos esperar que o presente reine.

Pretty Little Liars – Kingdom of the Blind e Birds of a Feather

Data/Hora 30/06/2012, 22:41. Autor
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Nome: Pretty Little Liars
Episódios:  Kingdom of the Blind e Birds of a Feather
Temporada:
Números dos Episódios: 03×03 e 03×04
Datas de Exibição nos EUA: 19/06/2012 e 26/06/2012

E a cada episódio, a terceira temporada de Pretty Little Liars sobe nos conceito dos espectadores. Esses quatro primeiros episódios já renderam mais revelações do que a segunda temporada quase inteira e, convenhamos, a relevância das novas informações é praticamente incomparável, e esses dois últimos episódios foram um prato cheio delas.

Kingdom of the Blind e Birds of Feather serviram para confirmar a desconfiança do grande público – e minha, em particular – em Melissa. A irmã má de Spencer não só perdeu o bebê muito tempo antes do divulgado como pode ter mentido sobre a paternidade da criança. No caso, o pai do ‘evil baby’ que ela carregava pode ser Garrett, o que explicaria completamente a súbita vontade da mãe dela em defendê-lo das acusações da morte de Maya e Alison. Para completar, Melissa era o Cisne Negro no baile de máscaras. Mas eu não comprei a história de que ela foi chantageada para usar aquela fantasia. Agora, todos os suspeitos de estarem envolvidos no Team A estão surgindo sendo chantageados ou mentido para se proteger de alguma coisa, e vindo de Pretty Little Liars, isso só pode ser uma forma de tirar a nossa atenção do que realmente está acontecendo.

Jenna é mais um exemplo de pessoa suspeita que diz estar mentindo por causa de proteção. Até porque, se A tem olhos em todos os lugares, qual era a razão dela estar dirigindo em plena luz do dia? Jenna não é do tipo que simplesmente é ameaçada e não faz nada. Mesmo depois de ter ficado cega, ela continuou mal caráter.

Mona está se revelando o destaque principal da temporada. Depois de falar coisas no mínimo suspeitas para Hanna em Blood Is the New Black, 03×02, ela desatou a falar as coisas normais da antiga Mona. Mas o ataque de gritos que ela teve depois da provocação de Caleb foi de dar, no mínimo, um susto. Ataque esse, que a deixou sem direito a visitas. Mas eis a questão que ficou no ar no final do último episódio: A já conhecida pessoa da luva preta apareceu mexendo no site de Radley e mudando o status de visitas de Mona no final de Birds of Feather. Seria uma pessoa que não tem nada com o hospital psiquiátrico usando habilidades de hacker ou será que Wren, o médico do sotaque fofo, que está supervisionando o tratamento de Mona e é ex-noivo de Melissa, ex-caso de Spencer, o médico que cuidou de Emily quando ela ficou doente – por causa de A – e de Toby quando ele sofreu um acidente – também por causa de A – está mais envolvido no Team A do que só diz a aparência?  Foi coincidência ou não o fato da mãe de Caleb ter sofrido um acidente em Montecito justo depois que Wren conversou com ele em Radley?

Falando em Caleb, ele e Hanna protagonizaram o primeiro momento “segurem os lencinhos” da temporada. Para variar, por causa das ameaças de A. Assim, alguém diz para essa pessoA, ou para esse grupo de pessoAs que já está ficando chato assistir términos de relacionamento das liars por causa do “posso colocar seu namorado em risco”. Primeiro Spencer e Toby, agora Hanna e Caleb… E mais uma vez, Wren aparece na história, completamente solícito a Hanna justo agora que ela terminou o relacionamento. Aí tem coisa, produção!

Como se não bastasse ter matado a coitada da Maya e deixado Emily num luto desesperador, que, graças a Deus, passou. Emily não é mais a mosca morta que vive choramingando pelos cantos. Ela resolveu acordar para a vida e se  movimentar um pouco mais. É claro, ela ainda sente a falta de Maya. Mas pelo menos agora não fica bêbada até esquecer os acontecimentos de uma noite inteira. Virou menina responsável e até arrumou um emprego. Inclusive, fez até uma amizade nova, Nate, um primo de Maya… que não me passou a mínima confiança, só para constar.

Ezra e Aria ficaram meio apagadinhos nesses dois episódios. Os destaques deles foram individuais, como Ezra mentindo para proteger Emili e Ella – seria uma forma de unir o útil ao agradável e ganhar pontos com a namorada e a sogra? – e Aria tentando arrumar um namorado para mãe pela internet – atitude deplorável, convenhamos. Pelo menos serviu para Ella se aproximar de Ashley, uma amiga divorciada no meio de tantas casadas em Rosewood.

E, como quem é vivo sempre aparece, além de Melissa, Jason e Wilden também resolveram dar as caras de novo pelas bandas de Rosewood. Jason já chegou fazendo alarde, perguntando por que a mãe de Spencer está defendendo Garrett no tribunal, o que todos querem saber. Além disso, ofereceu uma super recompensa para quem desse informações sobre os restos mortais de Alison, e mesmo dizendo para Spencer que havia desistido disso, preencheu um cheque de 50 mil dólares e foi encontrar alguém. A pessoa quando é rica, é outra coisa. Vai lá, ter 50 mil dólares na conta para cobrir o cheque! Wilden também chegou gerando discórdia, como sempre. Primeiro, ignorou completamente a ordem de Mona não ter visitantes e passou horas interrogando-a. Depois, fez mais uma de suas perguntas super suspeitas a Spencer, e foi embora. Detetivezinho chato esse.

PS: As pessoas próximas das liars resolveram adotar uma frase de efeito: “Nada de segredos”. Ai, se eles soubessem que aquilo foi só o início…

Saving Hope – The Flight

Data/Hora 30/06/2012, 18:26. Autor
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Saving Hope retornou esta semana aos mesmos pés dos episódios passados. Tudo bem, eu confesso, esta mesmice enjoa, mas olha os médicos do Hope Zion já me cativaram, infelizmente. Não vou reclamar caso a série seja cancelada, mas confesso que, ela serve para tapar o buraco muito bem da temporada do meio do ano.

Para variar um pouco o ambiente, entretanto, tivemos uma festinha de aniversário para o neurologista, o Dr. Shahir. E mais alguém ficou surpreso em descobrir que ele é gay? Nem desconfiava… Enfim, o namorado do médico monta uma festa bem ‘drag’ para ele, em que todos do hospital estão convidados. Lá, temos algumas situações paralelas e sem graça, como Maggie e seus dois amores. Para mim, tanto faz, ela continua uma chata sem sal. Ela podia se juntar com o Dr. Gavin e viverem no feliz mundo da chatice, deixando Goran brilhar sozinho na série.

Enquanto isso no Zion, temos novamente como base dois pacientes que dividem a cena. No mesmo esquema, um interage com Charlie e outro com Alex. Um deles, é um jogador de hóquei que chega ao hospital por causa de umas costelas, mas acaba descobrindo, que devido a várias lesões, ele desenvolveu aneurismas que podem estourar a qualquer minuto. Ele enfrenta a opinião da médica, que tem a difícil missão de convencer um paciente a abandonar a sua carreira de esportista em prol da sua saúde. O paciente, inclusive, repudia a ideia, desmerecendo a médica e sua esposa – apenas para levar um sermão de Alex que diz que sorte é a dele de ter alguém acordado o apoiando! Hum…paciente que reflete na vida do médico, acontece nas melhores séries médicas!

Mas o grande caso da semana ficou com Eddie, um gangster que chega ao hospital baleado. Digo que, até agora, a história dele foi a mais legal, rendendo até outras histórias. Ele chega a “morrer” na cirurgia, e encontra Charlie, mas devido a não aceitação do paciente, ele retorna para o corpo e vive. Depois de um tempo, ele entra em coma, e aí sim, temos a dinâmica moribundo – paciente. Eddie passa o episódio inteiro inconformado por estar ali, e querendo se vingar do outro gangster que fez isso com ele.

Aliás, a vingança não demora tanto, já que seus amigos resolvem travar um tiroteio dentro do hospital com a outra gang (Shonda Rhimes, é você?). Uma das balas atinge uma paciente aleatória, causando para Goran um desafio de fazer uma cirurgia arriscada. Ele até convence o marido e a paciente a fazerem, mas na hora H ele volta atrás. Ele prefere que a mulher passe mais tempo com o marido – já que era de alto risco o procedimento. E Goran mais uma vez se mostra o melhor personagem da série. Nem tudo é cortar, ele reflete e ainda completa – “Era o que Charlie faria”.

Enquanto isso, na sua luta por tentar voltar, Eddie acaba convencendo Charlie de que ele não está lutando para voltar – já que ele tem pneumonia e o risco de morte aumenta ainda mais. Charlie discorda, claro, mas depois que vê que Eddie acorda do coma ele começa a suspeitar de que talvez, ele esteja mesmo desistindo. E olha, eu tenho de concordar. Ele é muito tranquilo para quem ta ali, quase morrendo. Ele aparenta um estado de aceitação, e isso me incomodou desde o primeiro episódio. Não sei se é porque ele é medico, mas mesmo assim não é uma atitude normal.

Mas o melhor de Saving Hope continua sendo os flashs dos finais de seus episódios. Charlie e Alex tem uma química do caramba. E ela o questionando se eles não fosse médico, será que eles estariam para ele, foi uma prova de amor do cara… E ele a amolece contando pequenos detalhes que ele nota nela, como ela franzir a testa antes de acordar. Ele prova que olha para ela além da grande médica. E assim, minha torcida aumenta mais para ele acordar logo, e eles poderem ficar juntos…

A péssima noticia? A audiência caiu ainda mais esta semana. E conhecendo a NBC, é quase certo que ela vai passar o facão logo, logo. Como será que esta história vai se desenrolar ? Charlie vai acordar, e Alex vai poder viver a vida com seu amado? Semana que vem tem mais…

PS: Este episódio teve quase nenhum reflexo da luz azul. Todos comemoram!

Continuum – A Test of Time

Data/Hora 29/06/2012, 23:02. Autor
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Série: Continuum
Episodio: A Test of Time
Temporada: 1ª
Nº dos episódios: 1×05
Data de Exibição no Canadá: 24/06/2012

Esse foi sem dúvida o melhor episódio de Continuum até agora. E cada vez eu gosto mais das visões do futuro. O roteiro tem tomado bastante cuidado para nos ligar com os eventos de 2077 e com a vida de Kiera por lá. Não é como se ela tivesse caído em 2012 e nunca mais fosse voltar. A personagem anseia pelo retorno e os flashfowards, além de nos dar vislumbres de como será a vida daqui a 65 anos, tem mantido viva esta outra realidade de Kiera. Se não tivéssemos ligação com sua outra vida, não daríamos a mínima para o seu retorno, torceríamos para que ela simplesmente se adaptasse no presente e pronto. Mas não, com essas doses homeopáticas de seu dia a dia (e nem sempre de forma cronológica), temos a oportunidade de ver que ela realmente ama o marido, quais as escolhas que fez na vida, o que a levou a se tornar uma Protetora, qual a sua posição diante do mundo etc, e, por conseqüência, podemos escolher se queremos que ela volte ou não. Qualquer decisão que nós, como fãs, tomarmos, será embasada em fatos concretos e não na visualização de apenas um lado da história.

Mas deixando isso de lado – porque eu me empolgo, sou pró-retorno, quero muito ver Kiera novamente em 2077 um dia – o episódio tratou de testar teorias. Estão interligadas as linhas temporais dos viajantes do tempo ou não? Se matarem algum antepassado aqui em 2012 a pessoa deixará de existir em 2077? E mais importante, os atos de agora influenciarão o futuro ou independente do que conseguirem no passado, aquela linha temporal sempre estará marcada pelo domínio das Corporações?

Kagame anunciou no episódio passado que eles entrariam em guerra, mas agora explicou melhor suas intenções. Segundo ele, não adianta o uso da força sem estratégia, não é assim que eles conseguirão impedir a mudança governamental. O problema é que sua guerra psicológica vai de encontro aos métodos agressivos de Travis, que é o típico homem de ação. E Kagame sutilmente repreendeu o seu segundo em comando ao dizer que ele fez o que precisava ser feito na ausência de Kagame…mesmo que tenham ficado com alguns homens a menos no grupo. Para bom entendedor…

Mas esta continua sendo uma guerra e, ainda que estejam dispostos a travá-la mais com a cabeça do que com os músculos (ou armas), é impossível não sujar as mãos. Algumas baixas ocorrerão, então, por que não unir o útil ao agradável? Ninguém sabe até onde esta linha temporal está interligada com o futuro que eles conhecem e a melhor forma de tirar a prova e ainda se livrar da Protetora é realmente marcar como alvo os antepassados de Kiera.

É claro que as coisas não saíram exatamente como eles esperavam. Kagame acabou frente a frente com a mãe grávida dele mesmo, Kiera conheceu a avó ainda adolescente (e particularmente problemática) e acabou tendo uma grande influência no futuro da avó, e Kellog, coitado, foi o que realmente saiu perdendo na história. Qual será o seu papel agora que o Liber8 não quer mais saber dele e, por conseqüência, ele perdeu a função de informante para Kiera? Vai ser babá dos avós da Protetora? Aliás, como ela teve coragem de deixar a vida dos seus antepassados sob os cuidados de um ex-Liber8!? Justamente o menos confiável deles!

Fiquei um pouco decepcionada com a bala que tirou a vida da suposta avó de Kellog. Já estava até amuada no meu canto, inconformada com a morte da garota (porque faço parte do grupo que acredita que esta realidade faz parte do futuro que nós conhecemos) até Alec lançar a dúvida novamente: a prova não prova nada. Quem garante que a garota era de fato a avó de Kellog? Ele pode muito bem ter se enganado.

O lado negativo deste engano, é que põe por terra a minha teoria de que o Kellog sabia do seu envolvimento com a sua família no passado e por isso vem agindo como age. Mesmo assim, não dá para negar que algum conhecimento prévio ele tem e não caiu de paraquedas em 2012.

Por falar em conhecimento prévio, Kellog plantou a semente da dúvida ao dizer que no futuro os guardas estavam envolvidos na fuga e que não há como garantir que outros não foram enviados para o passado também. Mas o mais importante, fez Kiera pensar que não é por acaso que ela está ali: alguém a queria em 2012.

Não sei até onde ela conhece o Sr. Sadler no futuro, mas seria a minha primeira suspeita: Alec Sadler, o homem que a conheceu no passado. Será que a ideia realmente não passou pela cabeça dela ainda?

E a família de Alec apareceu um pouquinho mais dessa vez. Ainda não têm uma importância real para a história, mas começam a dar sinais de que vão se envolver no imbróglio. E me pergunto qual a origem de toda essa raiva reprimida que Alec tem de sua nova família. Ele obviamente os vê como pessoas insignificantes, não merecedoras de sua atenção, carinho ou mesmo respeito. A minha pergunta é: por quê? Só porque não é o seu pai que está ali? Ou é porque despreza as crenças dos Randol? Ou ainda porque os acha simplórios demais?

Mas Julian tocou na ferida ao dizer que Alec pode não gostar, mas aquela é a família dele, nada vai mudar isso. E eu tenho aqui comigo a certeza de que são justamente os Randol que motivarão a entrada de Alec no topo do governo e posteriormente a cooperar com o Liber8.

É claro que até agora nada confirma que o Sr. Sadler está de fato ligado com o grupo terrorista (pode ter apenas se aproveitado do momento para levá-los para o passado e garantir que o seu futuro seja aquele mesmo), mas a cada episódio eles dão novas insinuações do possível envolvimento de Sadler. E nesse não foi diferente, ou o empresário apenas teve um palpite e resolveu mudar o local da reunião assim do nada, impedindo os seus funcionários (marido de Kiera, inclusive) de serem explodidos? Onde há fumaça, há fogo.

Finalmente chegamos ao meio da temporada. Os contornos da série já estão se delineando melhor e eu fico cada dia mais intrigada e encantada. Lá no piloto eu disse que fazia muito tempo que uma série não chamava a minha atenção a ponto de me fazer escrever sobre ela. Agora, passados cinco episódios ratifico a minha impressão inicial. Continuum é a estreia que mais me agradou. Pode não ser a melhor série no ar, mas é sem dúvida a que mais mexe comigo.

The Glee Project – Sexuality

Data/Hora 29/06/2012, 23:01. Autor
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Wooow! Eu estava ansiosa por Sexuality. Acho que com essa turma o tema Sexualidade tinha tudo pra decolar. Lily Mae bitch ia querer comprovar o que adora dizer e mostrar toda sua sexualidade; Aylin que exala sexualidade pelos poros tinha tudo pra deixar o Oriente Médio ainda mais chocado com sua performance e alguns outros poderiam aproveitar a oportunidade pra se soltar – como Nellie acabou fazendo.

Quando anunciaram o tema da semana e a tarefa do dever de casa “I Wanna Sex You Up” do Color me Badd a reação da Aylin diva já mostrou que ela pretendia quebrar tudo essa semana. E como de costume a Lily já tava arrumando encrenca e dizendo que a inimiga da semana era a Aylin (como se a inimiga dela de toda semana não fosse nossa querida turca).  Mas ok. Achei fofo o Michael lindo dizendo que não sabe ser sexy e que pra ele a matemática que é sexy. A Nellie a gente já sabia, mas o Michael tem tudo pra ser sexy né? Vamos combinar… E quem venceu o dever de casa da semana foi o super sexy fofo Charlie.

Um parágrafo a parte porque eu não posso deixar de comentar a participação da Naya em The Glee Project. Óbvio que todo mundo já sabia que a mentora da semana seria ela, afinal, não tem ninguém nesse mundo (exagero?) mais sexy que ela. Naya é o tipo de pessoa que faz mulher hétero virar lésbica e homem gay virar hétero. E não to brincando, gente. Volta e meia leio algum comentário assim. Não é a toa que na terceira temporada de Glee ela ofuscou todo mundo. Só achei que ela podia estar com uma roupa mais sexy… Não gostei da performance deles, achei aquelas caras e bocas meio forçadas, mas a Naya gostou e quem sou eu pra discordar de Santana Lopez de Lima Heights? HAHAHA Os comentários dela foram super relevantes. Achei a mentora que fez comentários mais relevantes até aqui!

Parece que o susto da semana passada fez bem ao Mario, a Lily e a Nellie. Lily e Mario perderam um pouco da arrogância e foram bem na tarefa dessa semana. Nellie superou toda timidez e acabou mostrando uma sexualidade que ninguém sabia (e nem esperava!) que ela tivesse. Já Charlie deixou os elogios de Naya subir a cabeça e se perdeu nos encantos da fofa da Aylin e acabou metendo os pés pelas mãos enquanto tentava conquistá-la e queria mandar em tudo que ocorria a sua volta. Ela mesma assumiu que estão confusos quanto aos sentimentos. Achei os dois mais frios essa semana, talvez até devido aos acontecimentos.

Na apresentação do mashup de Moves Like Jagger + Milkshake os destaques foram Nellie, Blake, Aylin, Lily e Abraham, segundo os jurados. Para nossa alegria o bottom três foi Tyler (novamente), Michael e Charlie (novamente). Não aguento mais a desculpa do Tyler. Tudo bem que ser transexual não deve ser fácil, mas já deu, né? Ele é bem menos talentoso que os outros e tá usando essa desculpa há tempo já.

Por fim Charlie novamente roubou a cena na apresentação para Ryan, mas acabou levando uma chamada ao declarar seus sentimentos por Aylin. Ryan disse que isso não pode prejudicá-lo na competição. Michael me fez ter vergonha alheia ao esquecer a letra de duas músicas das três que teve que interpretar na semana. Tyler deve ter feito mais do mesmo, porque nem consigo pensar em nada relevante sobre a apresentação dele pra destacar aqui.

Com a eliminação justíssima de Tyler eu já não sei quem eu quero que seja eliminado no próximo episódio. Nellie que era forte concorrente cresceu nessa semana. Outro que apareceu essa semana foi Abraham e seu cabelo tingido, que segundo muitos fez ele recuperar a masculinidade (oi?). Michael precisa dar uma melhorada. Ele é muito mosca morta. E torço sempre pra que Ali faça algo diferente e nos surpreenda. Pra mim ela tá um pouco sumida. E pra dar uma agitada na competição tá na hora da Lily Mae voltar a ser bitch. Ela não tá me convencendo assim… rsrs.

PS: fiquei tensa com a promo do próximo episódio 🙁

Teen Wolf — Abomination e Venomous

Data/Hora 28/06/2012, 14:00. Autor
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Série: Teen Wolf
Episódios:Abomination e Venomous
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×04 e 2×05
Data de Exibição nos EUA: 18/06/12 e 25/06/2012

Primeiro de tudo, desculpem a demora. Se você assiste Teen Wolf, sabe o drama que foi achar o 2×04 legendado. Passei pela mesma coisa, mas pronto, consegui ver os dois episódios, e a cada dia mais, me surpreendo com o grande avanço que a série teve.

O 2×04 começa com Stiles em uma oficina, esperando seu jipe ser consertado, quando acidentalmente coloca a mão em uma gosma estranha na maçaneta da porta. Começa então, a ficar paralisado, primeiro as mãos, e de repente, não consegue mexer nenhuma parte do corpo. O mesmo acontece com o mecânico, que acaba sendo esmagado pelo jipe.

Enquanto isso, Vovô Argent coloca Allison na parede e à questiona sobre lealdade. O que com certeza vai ser um ponto com muito destaque durante a temporada inteira. Vai existir um momento, que ela vai ter que escolher entre Scott e sua família, e isso já é um fato.

Stiles e Scott descobrem que existe um livro raro que pode desvendar os mistérios do metamorfo, mas ele está com Gerard. Durante um jogo de Lacrosse, Vovô Argent convida Scott para jantar com a família Argent. Scott e Allison, no meio de confusão, conseguem dar uma escapada para procurar o livro, mas descobrem que na verdade ele está em um pen-drive, pendurado na chave do escritório de Gerard. Scott corre para a escola, e quando estava prestes a pegar as chaves, ouve seu “amigo” metamorfo fazendo barulho na piscina.

Antes disso, Stiles estava com as chaves, mas acaba se deparando com Derek e sua lobo-vaca Erica, que estão ali pelo mesmo motivo: Querem saber o que é esse metamorfo. O problema é que a criatura apareceu por lá, e paralisou Erica e Derek. Stiles agarra seu frenemy Derek, mas eles acabam caindo dentro a água. E aquela foi a salvação. O metamorfo odeia água. Foi ai que Scott apareceu e salvou o dia, espantando o bicho com um simples espelho.

Descobrimos então, que o metamorfo se chama Kenema. Só se sabe que nem ele mesmo sabe quem ele é. Se é que isso faz algum sentido.

No final do episódio, vemos que Gerard não tem nada de vovô bonzinho, e sabe exatamente o que Scott é. Enfiou uma adaga no guri, e o deixou sangrando, enquando ameaçava a vida da mãe dele.

No 2×05, Derek e sua pack estão atrás do Kenema. Primeiro eles pegam Jackson e o fazem experimentar do veneno do Kenema, segundo Derek, o veneno da cobra não pode afetar a própria cobra. Jackson fica totalmente paralisado, e é intimado pelo Isaac à voltar a polícia e dizer que ele não viu nenhuma briga entre Isaac e o pai morto. Assim feito, Isaac está livre e volta para a escola. Com essa oportunidade, ele faz Lydia provar do veneno do Kenema. A guria não sente absolutamente nada, e isso basta para Derek pensar que ela é o metamorfo, e eles vão ter que matá-la.

Scott, Stiles e Allison passaram o episódio tentando salvar Lydia das mãos da Derek Pack. Stiles e Allison, super inteligentes, resolveram se trancar na casa do Scott com a companhia de Jackson e Lydia. Jackson estava bastante irritado, pois descobriu que alguém tinha editado duas horas de seu vídeo na lua cheia. Crente que era a Lydia, ele chamou ela pra um canto, e gritou com ela e fez aquele escândalo que ele sempre faz. A guria chorou, e os dois acabaram se beijando. O problema é que na mesma casa, Isaac entrou pelos fundos e tentava atacar Stiles e Allison. Lydia ouviu o barulho e foi ver o que estava acontecendo, enquanto isso, Jackson estava jogado ao chão, se transformando. No Kenema. Isso mesmo, Jackson é o Kenema e Lydia é totalmente imune.

O episódio acaba com um mistério, mas deixa outro no ar. Logo depois de Derek, Scott, e suas packs verem que Lydia não é o metamorfo, o Kenema vai em direção à um carro estacionado no meio da estrada. Quando o Kenema coloca sua “mão” no vidro, a pessoa de dentro do carro faz o mesmo. Depois de o metamorfo observar a pessoa do carro por uns segundos, ele sai correndo, e o carro sai em arrancada pela estrada.

E eu aqui achando que essa temporada ia ser fraca…Teen Wolf conseguiu manter um ótimo ritmo em todos os 5 episódios que fez até agora. E se o próximo episódio for tão bom quanto a promo liberada, a série só tem a ganhar mais, e mais espectadores.

Rizzoli & Isles – Dirty Little Secret e This Is How a Heart Breaks

Data/Hora 27/06/2012, 23:15. Autor
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Preciso dizer que amei esses dois episódios de Rizzoli & Isles? Definitivamente as duas amigas – SIM, elas voltaram às boas – alegram nossa Summer Season com suas ótimas tiradas, casos redondinhos e corações partidos.

Fico impressionada com a qualidade da série da TNT. Isso porque é muito, mas muito raro o seriado deixar a peteca cair. Os episódios são sempre tensos, dramáticos e divertidos na medida exata, de forma muito balanceada, o que os torna deliciosos de assistir. A dinâmica entre o elenco é perfeita. Angie Harmon e Sasha Alexander funcionam muito bem juntas, e Lorraine Bracco é uma das coadjuvantes mais queridas de todos os tempos. Por isso preciso confessar que torço de montão pela renovação da série. Como a audiência tem sido bacana, acho que a tendência é a renovação, mas meu coração não descansará enquanto não sair o anuncio oficial.

Os casos de Dirty Little Secret e This Is How a Heart Breaks foram instigantes, cativantes. Bem construídos mesmo.

No 2° episódio da temporada, vivemos a tensão de ver Maura e Jane em perigo, caindo nas garras de um professor de yoga mafioso. A tensão que o episódio trouxe, somada ao fato das amigas ainda estarem estremecidas, deu o tom certo para que ficassemos apreensivos por mais de 40 minutos, desejando que as duas ficassem logo à salvo, e de preferência voltassem à ser BFFs. E isso aconteceu, depois de tiroteio, acidente de carro, inundação e “operação improvisada” no meio do nada. Claro, com direito a final fofo, com abraço e confissão de “senti saudade”, tudo sob olhares atentos da “mamãe Angela”.

Para contrabalancear a tensão, presenciávamos a cara de pau do Sr. Rizzoli, que resolveu dar uns pegas numa amiga de Tommy (mui amiga, diga-se de passagem), e queria renegar a ex-mulher e os filhos para poder se casar na igreja com a novinha. Foi engraçado, embora um tantinho triste.

Em This Is How a Heart Breaks as coisas entre Maura e Jane já haviam se normalizado, e isso significou ótimos momentos de parceria entre as amigas. E aMaura rebelde (cavalgar nua em protesto pela redução das verbas da equipe de é a cara dela), pixando com o “cara da ereção” – sério, produção?! Não tinha uma forma mais convencional de descobrirem a vida do bonitão? – foi a cereja do bolo. Ri demais. Mas nem só de momentos divertidos e engraçados viverá o homem, e o retorno de Casey trouxe aquele draminha de amor necessário em todo seriado.

Além disso, o episódio abordou um assunto super atual e importante, que é o problema dos veteranos de guerra que, desestabilizados após presenciar o horror dos conflitos armados. E esse drama, misturado com o controverso e polêmico – embora muito belo – ambiente da arte de rua, rendeu um ótimo e emocionante caso, com um homicídio triplo de dar pena. E como Casey traz as marcas da guerra, acho que esse assunto continuará rendendo. Ponto pra produção, que consegue aprofundar assuntos sem perder a leveza do seriado.

Ah, adorei a aparição do Rondo. Foi muito divertido ver ele e seus informantes dando as pistas pra resolução do caso da forma mais esquisita possível, mas foi bem tocante descobrir um pouco mais sobre o drama do sem-teto.

Enfim, dois episódios bacanas demais, super ilustrativos da qualidade de Rizzoli & Isles, meu passatempo favorito da Summer Season.

True Blood — Whatever I Am, You Made Me

Data/Hora 27/06/2012, 16:57. Autor
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Torresminho de Tara. Quem quer?

Ninguém, óbvio. E nem vai rolar comidinha, uma vez que até Pam sabe quando está na hora de educar direitinho suas crias. Mas verdade seja dita, o plot de Tara se transformando em vampira está começando a ficar interessante, começando pela boca grande da menina, contando praticamente tudo para Alcidão e virando a nova empata-foda da série.

Os flashbacks de Pam ficaram mais bem contextualizados dentro do episódio, mas ainda está precisando de mais emoção, principalmente pela própria Pam, quando não está contando as coisas em off.

Ver o passado de Pam e Eric juntos é delicioso e mal espero pelo momento do reencontro. Só não compreendi bem porque Pam está tão preguiçosa para exercer seus deveres como mamãe orgulhosa, sendo que claramente ela se apaixonou por um Eric bem nobre e justo, frisando a importância que um maker tem sob a sua cria e vice-versa.

O que mais me emociona continua sendo os momentos BFFs entre Eric e Bill. Percebam que até no início Bill nunca entendeu que não teria como ganhar uma luta com o loirão. Bill e Eric, aliás, mostraram que além de serem melhores amigos, ainda possuem o mesmo gosto pelas mulheres. Falando nisso, qual será a verdadeira agenda de SALOMONA, que quer ser amiga de todos, mas sempre está lá com a Pikachu pra fora.

Espero ansiosamente pelo retorno de Russell e o grande combate que irá acontecer entre o Grupo dos Sanguinistas e os Populistas, como a Autoridade. Só espero que não demore muito, pois obviamente, esse é o arco mais promissor desta temporada.

Aparentemente, veremos um grande desenvolvimento em Jason nessa temporada. Por que olha, para ele não aceitar um coito com Jessica é porque o negócio tá complicado mesmo. Em tempos difíceis, só a conversa basta. Ou será que não?

Como se todas as outras tramas aleatórias não fossem o suficiente, vai que aparece o FADO MÁGICO em Bon Temps, deixando Jessica toda excitadinha. Da última vez que alguém que desaparecia no meio do mato apareceu na série era Crystal, e sabemos que as Panteras foi um péssimo plot, com uma terrível condução e conclusão. Espero que não aconteça o mesmo com o novo irmão de Sookie.

Só não entendo a grande barra que Alcidão está passando, quase batendo em Sookie e tudo o mais. Não é como se ele amasse mais a Debbi ou algo do tipo, sem contar que claramente ele acha que seu relacionamento com Sookie é bem diferente do que realmente é.

Sabemos que ela mentiu para você, Alcide, mas você devia correr atrás de um fechamento logo, porque daqui a pouco vovó Loba vai começar a reclamar novamente e perguntar por que ainda não comeu os restos de Marcus.

No geral, o terceiro episódio foi bem mais satisfatório do que os anteriores. Adicionar um novo plot porque perderam um (Terry, viaje com seu amigo e não volte!) é meio desnecessário e isso só faz a trama ficar mais sobrecarregada, e que, diga-se de passagem, está bastante atualmente.

P.S: Ver a bunda do Andy duas vezes em três semanas. WHY TRUE BLOOD, WHY?

P.S: Será que a irmã de Eric, Nora, realmente é contra a coexistência?

P.S: Jason é bom de cama porque a primeira vez dele foi com uma mulher claramente BEM mais experiente. Mistério solucionado.

P.S: Não consigo levar em consideração NADA do que o menino fala. Parece um bebezinho enjoado que claramente não quer tomar banho.

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