TeleSéries
White Collar – Wanted
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White Collar estreou a quarta temporada e, como era de se esperar, todo mundo está atrás de Neal Caffrey, ou melhor, James Maine. No entanto, ao contrário do especulado sobre a volta do seriado, Caffrey e Mozzie não fugiram para Porto Rico, no Caribe. Os dois se refugiaram em uma pequena ilha em Cabo Verde. Segundo Mozzie (ou Barry Soetoro) e Neal, a ilha precisaria ser “grande o suficiente para se misturar e pequena o suficiente para limitar a exposição”. Leia mais aqui sobre o que esperar da quarta temporada de White Collar.
Caffrey aparentemente se adapta bem à nova vida, conhece uma mulher (Maya) que no início o ignora e Neal fica ainda mais engajado em conquistá-la. Mozzie e Neal conheceram vários moradores locais, fizeram amigos, parceiros e inclusive recrutaram o vendedor de frutas Hector para pequenos trabalhos e vigilância. As imagens gerais ambientando o seriado mudaram um pouco, dos ângulos de baixo para cima da movimentada New York para as imagens aéreas das ilhas de Cabo Verde. Tudo parece bem até que Peter consegue entrar em contato com Neal e logo depois disso o agente Kyle Collins (Mekhi Phifer), do Gabinete de Assuntos Internacionais do FBI, descobre as informações levantadas por Peter, Jones e Diana e assim parte ao encontro de Caffrey.
Peter foi o responsável pela fuga de Neal, o sinal que ele dá a Caffrey no final da terceira temporada é decisivo para Neal descobrir que não poderia mais ficar em New York. Mas o sentimento de Peter com a fuga de Caffrey é muito mais do que saudade do amigo ou de responsabilidade por sua fuga. Peter sabe que se Caffrey for pego por Collins provavelmente passará o resto da vida na cadeia e como Peter ressalta em vários momentos que isso Neal não merece.
Todos estão engajados em achar Neal Caffrey e nem a senhora engravatada (como diria Mozzie) escapou dessa. White Collar tem personagens encantadores e bem trabalhados e uma das mais cativantes é Elizabeth Burke e ela mais uma vez é figura chave neste episódio. É através dela que Peter consegue um encontro com Ellen Parker, antiga parceira do pai de Neal e dessa forma consegue contatá-lo para avisar sobre Collins.
Peter afirmou na comutação de Neal que “enquanto tratarmos ele como um criminoso, ele vai pensar que é um” e isso resume os sentimentos de Neal sobre o FBI. A chegada de Collins, enviado por Kramer especialmente para pegar Caffrey, não ajuda em nada nessa relação e Neal cada vez mais se vê como um vigarista que não pode ser amigo de um agente do FBI, como deixa claro quando fala ao telefone com Peter. Mas, o que mais assusta Burke é que Collins não tem escrúpulos e trazer Caffrey de volta para os Estados Unidos vivo não é nenhuma exigência. Além de correr o risco de ficar preso pelo resto da vida, Neal pode não sobreviver a caçada de Collins.
Mas o senhor engravatado não está para brincadeira, colocando sua carreira toda em risco Peter parte para Cabo Verde na tentativa de achar Caffrey antes de Collins. No início Mozzie, como sempre, desconfia de Peter, mas o trio volta a estar junto neste episódio. No entanto, Caffrey é traído por uma das pessoas pagas para ajudá-lo e fica nas mãos do agente mau do FBI. Henry Dobbs (Gregg Henry) é um figurão que manda na ilha onde Neal e Mozzie se refugiaram. Os dois resolveram pagar Dobbs em troca de ficarem invisíveis para o resto do mundo e não serem perturbados pelas autoridades locais. Mas Dobbs não gosta do FBI rondando a “sua” ilha e quando Neal vai pedir ajuda à ele, Dobbs o entrega para Collins.
Tudo indica que o próximo episódio se encarregará de uma boa reviravolta no destino de Neal. A maneira como termina a premiere da quarta temporada de White Collar não dá muitas opções para Caffrey, mas como duvidar da capacidade de Mozzie e Peter para livrar Neal dessa enrascada?
Neal Caffrey terminou a terceira temporada acreditando que era mesmo um vigarista e não merecia a vida que estava levando em New York, que não importa o que fizesse acabaria preso. O primeiro episódio do quinto ano da série mostrou um Caffrey ainda desconfiado, mas muito surpreso com a atitude de Peter em colocar a carreira em risco para ajudá-lo. O abraço dos dois quando se reencontram é realmente engraçado, Neal ainda não é acostumado a ter e receber carinho de pessoas dessa forma, como se fossem da sua família. Outra passagem muito engraçada é Peter e Elizabeth dando uma de dupla do FBI e o agente Burke lembrando de Neal a todo momento.
A amizade de Peter e Caffrey é muito forte, isso ficou muito claro neste início de quarta temporada. Além disso, Neal é cativante, irritantemente cativante diria Peter. Wanted é o título deste episódio e Neal é mais desejado do que procurado. Diana e Jones também se dispuseram a ajudar Peter a achar Neal, o próprio chefe de Burke lhe deu um sinal para que fosse atrás de Neal, mesmo não podendo protegê-lo.
A quarta temporada de White Collar vai mostrar se essa amizade em torno de Caffrey vai ajudá-lo a retomar a vida de consultor do FBI, com seus amigos próximos e morando na cidade em que gosta ou o seriado vai tomar outra direção. O segundo episódio da temporada dará mais sinais sobre para qual lado vão correr Neal, Mozzie e Peter. A torcida é para que seja para o mesmo lado, de preferência em direção à New York e a mais e mais casos de crimes do colarinho branco. Mas o mundo é grande, Neal fala oito línguas diferentes (inclusive conversação em Suaíli) e como Peter nunca cansa de lembrar: “Ele foge”.
True Blood – Hopeless
16/07/2012, 16:13.
Marco C. Pontes
Reviews
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Misericórdia ao invés de sadismo?
Em outro bom episódio, True Blood não fez tudo aquilo que cumpriu semana passada, sem contar que a sequência do hospital, além de ter sido extremamente rápida, mostrou que os membros da Autoridade (mais especificamente, o Doctore de Spartacus), são rápidos no gatilho e…. Sabemos que isso não é verdade.

Já fiquei extremamente entusiasmado no começo do episódio ao perceber que tudo aconteceria dentro do esquadrão da Autoridade. Como já tinha previsto, não tem como menina Salomé não ser a traidora e a pessoa que libertou Russell, mesmo ele não ter comentado nada quando estava enfiando uma vara em Roman.
Estou aqui para avisá-los que ROMAN NÃO MORREU. Não iriam desperdiçar Chris Meloni na série só para ficar seis episódios; sem contar que no IMDB consta que o personagem tem ainda muitos episódios pela frente. Fiquei extremamente feliz com essa notícia, uma vez que acredito que o personagem é a melhor coisa que aconteceu em True Blood em um bom tempo. Pode não estar suprindo as expectativas de alguns fãs, mas foi uma ótima adição à série.
Falando nele, perceba o tanto que ele estava feliz ao ter capturado Russell: Além de estar usando uma cor alegre, era polo e era curta. Coisa inédita! Pena que é tão lento que nem percebe que a real traidora é aquela que anda fazendo ‘amizades’ por aí.
A temporada e o arco central (guerra civil vampiresca) finalmente vão começar agora com Russell mostrando quem é o boss. Pena que a maioria das outras storylines está bem precária e como é praxe reclamar aqui, vou começar a falar sobre o monstro de Lost, que perdeu a oportunidade de matar logo Terry e o Sargento e mesmo com o primeiro indo embora, tenho certeza que ainda veremos muito do safado nessa temporada. Infelizmente.
Fico triste por Arlene, que além de gastar seu precioso tempo fazendo uma rodinha com Sookie e Holly para falar mal dos homens, não consegue MESMO ficar com um homem por mais de uma temporada. É uma pena, mas eu sei por que isso acontece: os pelos pubianos dela devem ser vermelhos.
O problema mesmo é que em breve devem mostrar Lilith. Só falta ter sido essa louca que orquestrou tudo isso, só não entendo porque demorou tanto tempo para colocar esse planinho em prática.
Quando eu achava que não veria mais aquele Lounge das (Sa)fadas, Sookie decide que está na hora de extravasar um bom da energia que ela devia ter perdido noite passada com Alcidão, mas Eric e Bill foram super empata-foda. Só precisamos descobrir logo quem foi o vampiro que matou os pais de Sookie. Como é True Blood, provavelmente até a Pam deve fazer parte dessa orgia.
Só que, pensando bem, Russell pode muito bem ter sido o assassino. Convenhamos que ele é uma Shakira (LOCA LOCA LOCA) pra cima do sangue de Sookie, então…
Mesmo que tenha sido um acontecimento bem do nada, foi interessante ver Alcidão querendo ser o líder da alcateia. Em breve teremos uma briga entre galinhas, já que mesmo sendo lobos, os dois ficam com várias ao mesmo tempo.
Ainda não boto fé no plot de Lafayette, mas pelo menos vimos que todas aquelas cenas bem vergonha alheira que andaram nos apresentando nos últimos episódios tiveram um propósito. Só espero que ele não tenha que voltar para o México e lidar com aquele tio psicopata de Jesus novamente.
P.S: Alcidão faz a casa de Sookie parecer uma Casa de Bonecas. Nem tem edredon o bastante para cobrir o corpão do lobão.
P.S: Jess e Hoyt juntos de novo? Não mesmo, sempre soube que Hoyt era gay.
P.S: Melhor coisa que o Terry já fez até aqui foi começar a correr aleatoriamente para longe do Sargento. Ele corre engraçado.
P.S: Como não rir de Luna SUSSURRANDO pra vovó Loba sobre os caçadores de metaformos sendo que a filha dela estava no colo?
Pretty Little Liars – That Girls Is Poison
15/07/2012, 23:05.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: That Girl Is Poison
Número do Episódio: 03×05
Temporada: 3ª
Data de Exibição dos EUA: 10/07/2012
Depois de já termos descoberto alguns fatos importantes nesse início de temporada, ficou claro em That Girl Is Poison que o acontecimento que vai se estender por alguns episódios até ser completamente descoberto – isso se for descoberto – é o que aconteceu na noiteem que Emily foi sequestrada e acabou no túmulo sem corpo de Alison.
Momento no sense do episódio: Jenna. Enxergando. Na frente de todo mundo. A parte dela ainda ser um alvo, ela esqueceu, não? E foi super conveniente também ela “voltar a enxergar” na semana do aniversário dela e dar uma festa. Festas em Rosewood sempre são sinônimo de uma das liars atacando de Charlie’s Angels, e dessa vez não foi diferente.
Os comprimidos de milizopam que Aria descobriu no equipamento de fotografia de Lucas confirmam que ele está no Team A, já que Emily foi dopada com esse medicamento – Paige finalmente apareceu para um fim mais útil. Eles também indicam a possibilidade de uma certa ligação de Garrett com a noite em que o corpo de Alison foi roubado, já que esse tipo de comprimido é administrado em presos e Garrett além de estar preso, já foi policial e pode ter tido acesso a esse medicamento com facilidade.
Spencer também tentou dar uma de agente secreta mas, como sempre, Wilden se meteu nos planos. Ela só conseguiu descobrir o que queria porque Nate, o primo de Maya – que parece que não vai ser tão mosca morta – perdeu a cabeça quando viu Garrett depois da visita que fez à sua mãe no hospital. Resta saber quem é April Rose, para quem Garrett deixou aquele recado e, mais ainda, que prova é essa. Porque se fosse uma prova da inocência de Garrett, ele teria contado para a advogada dele para tentar ser solto da cadeia.
Enquanto isso, curtindo a dor de cotovelo e usando moletom, estava Hanna. Mas o que ela imaginou ser só um castigo de sua mãe acabou se tornando algo útil para a causa das liars. A jaqueta que Emily usava naquela noite, que devia ter sido queimada, apareceu numa caixa de bazar. Mas, se era uma prova contra Emily, porque foi mandada por A para o bazar?
Ezra e Toby também apareceram nesse episódio para o bem dos corações das expectadoras. Ezra conseguiu um emprego, aê! Aria não precisa mais dar uma de mãe e comprar comida para ele. E a câmera toda fofa que ele deu a ela? Fofo, fofo. Ainda é estranho assistir Aria e Ezra andando de mãos dadas livremente pela cidade depois de duas temporadas sofrendo com o namoro escondido dos dois. Toby apareceu e, além do corte de cabelo diferente, só mostrou que Jenna é extremamente manipuladora e mente com maestria para todo mundo, inclusive para os pais deles. Nada que qualquer pessoa que assiste Pretty Little Liars desde o início já não soubesse.
PS: Parece que Ashley finalmente esbarrou com um homem decente pelo caminhoem Rosewood. Seráque Hanna vai ganhar um padrasto nos próximos episódios?
Covert Affairs – Hang on to Yourself
15/07/2012, 12:03.
Mario Madureira
Reviews
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Ainda estou procurando o termo certo para definir esse retorno de Covert Affairs. Após terminar de assistir o primeiro episódio desse terceiro ano, comecei a sentir uma sensação de que essa temporada trará um novo ambiente totalmente novo a ser explorado, principalmente pelos novos personagens e consequentemente, os seus novos objetivos.
Em cada cena senti um frio na barriga por retornar para a DPD que há meses eu não via. Para quem não se lembra, tivemos mais seis episódios encomendados para finalizar a segunda temporada e resumidamente, Danielle aceitou o novo emprego de Annie e a própria se tornou especialista em armas, que segundo a nova chefia do pedaço Lena Smith, é algo muito raro em espiões do sexo feminino. A verdade é que a nossa Annie Walker está entrando em uma nova fase cheia de desafios e uma grande oportunidade para a sua carreira profissional.
E em comentários a parte, eu fui o único que ficou com o pé atrás quando se deparou que Sarah Clarke era a nova chefa de Piper? Depois de sua grande traição como Nina em 24 horas, a atriz volta para o ramo policial trazendo uma nova perspectiva para o personagem. Vou perdoá-la de tudo o que ela fez, só por que deu essa nova oportunidade para Annie.
Falando em novas perspectivas, esse episódio foi um sopro de informações e não estou fazendo trocadilhos. Depois daquela chamada polemica anunciando que alguém morreria, nunca pensei que fosse Jai. É claro que odiava o seu personagem e até hoje nunca encontrei o seu lugar na série, mas a sua morte trouxe um novo rumo para a trama, principalmente para Auggie. Agora que ele está investigando a morte de Jai e Annie está em outro departamento, o relacionamento de ambos se tornou um pouco distante. Mas ainda tivemos aquele momento casalzinho quando ambos treinavam luta de boxe (o que isso tem a ver?).
Ainda estou com uma pulga atrás da orelha em relação à morte de Jai. Uma morte não significa que seu personagem nunca mais participará da série. E afirmo essa conclusão, pois Sendhil Ramamurthy ainda aparece como personagem principal. Pois é… Aquele momento decepcionante pensando em episódios que teremos flashbacks dele. Mas nesse caso eu não ligo, afinal de contas, poderemos ter algumas respostas sobre sua morte e o porquê ela ocorreu.
O que mais me chamou a atenção nessa nova fase foi o a série adotando uma trama linear. Terminamos o episódio com Annie Walker aos amassos com o seu suspeito que possui uma tatuagem igual a uma caixa de Jai que foi encontrado por Auggie. O que será que aquele símbolo significa? Seria um grupo secreto? Seria Simon Fisher um aliado de Jai ou um terrível inimigo? E quem seria aquele casal de turistas que estavam pedindo informações?
O que eu tenho a dizer a vocês, covertianos, é que Annie está de volta! E para que não digam que sou frio em relação ao Jai, aqui está os meus pêsames: Descanse em paz, Jai.
Observação: Adorei a falsidade de Annie gritando com Simon quando o carro bateu. Aquele sorrisinho já atraiu muitos homens.
Saving Hope – The Great Randall
14/07/2012, 17:56.
Anderson Narciso
Reviews
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Saving Hope surpreendeu esta semana, confesso. Na review passada desabafei com vocês o quanto estava descrente pelo episódio, e pela mesmice que estava acontecendo. Mas The Great Randall me deu um tapa de luva, e mostrou que a série tem sim, muito potencial, desde que saiba conduzir suas histórias.
No inicio do episódio, nos deparamos com uma Alex indecisa. Isso porque a médica começa a pensar na possibilidade de estar grávida de Charlie. É claro que, seu drama é interrompido por um paciente que chega sem memória e com um ferro fincado em seu abdômen. O paciente não sentinha dor nenhuma, a ponto de tirar o ferro antes da cirurgia causando o maior problema para os médicos. Eles conseguiram estabilizá-lo, para descobrirem que ele estava hipnotizado. O hipnotizador conhecido como o “Grande Randall” vai até o hospital para tirar o paciente do transe. E não é que funcionou? Deste modo, descobrimos que o paciente é Chester Mills – um rosto conhecido dos fãs de Rookie Blue, na participação especial do ator Matt Gordon. Alex demora, mas finalmente descobre que o paciente sofria de porfiria, atacando o fígado e até mesmo a pele. O paciente mobiliza a médica, mas infelizmente a doença não tem cura e a partir dali, ele teria que aprender a lidar com sua dor.
E enquanto Randall ia embora do Hope Zion, não é que ele se depara com Charlie e consegue falar com ele? O moribundo corre atrás do ‘médium’ até que o mesmo vai até Alex. A médica até que ia acreditando no cara, mas quando ele falou em algo de cobrar, ela achou que estava sendo enganada – momento Ghost ? Por um momento, achei que Charlie ia ter uma comunicação direta com Alex, mas novamente, ficou no quase. Mas, de alguma forma, parece que Alex sabe que o amado está ali vagando pelo hospital. Só preciso ressalvar que a atuação de Michael Shanks conseguiu humanizar o Dr. Charlie. Gostei bastante, e foi algo que ele não havia ainda expressado nos outros episódios.
Outra coisa que gostei neste episódio foi o destaque que o Dr. Murphy recebeu. Ele lidou com uma paciente que tinha alucinações de uma maneira bem interessante. Mostrou apreço pela paciente, lutou até conseguir que a mesma se tratasse sob sua supervisão. O personagem tem um potencial bem grande, e poderia ser muito bem explorado nos outros episódios. O médico inicialmente pareceu que ficaria sob a sombra de Megan, e estaria ali apenas para ficar rastejando aos pés dela. Mas depois deste episódio, o médico mostrou ter carga para lidar com casos bem surpreendentes. Gostei.
Quem não estava muito bem no episódio foi o Dr. Goran. Isso porque sua participação se resumiu a apenas uma crise de relacionamento com Megan – coisa que, como disse acima, estava ofuscando Murphy. Megan estava chateada por não ter participado da cirurgia que Goran a prometeu, e com isso pressionou para que o sexo sem compromisso se tornasse algo mais sério. O médico rejeitou no inicio, mas acabou voltando atrás e quer ser reconhecido como namorado da médica sem graça. Espero que isso não reduza o seu ritmo na série que estava indo tão bem.
E em um episódio em que quase tudo funcionou, é claro que o flash do final não poderia ter sido diferente. Charlie e Alex aqui discutem sobre ter filhos. Tudo isso, sendo plano de fundo para o momento em que Alex conta a Charlie – em coma, que não está grávida, e fazendo o espírito do rapaz chorar por não se tornar pai. É gente, tá de partir o coração estes dois!
E com uma narração que te faz pensar, Saving Hope se despediu esta semana: Há uma diferença entre dor e sofrimento. Dor é no corpo, sofrimento é na mente… e parece que não terá fim. Talvez a chave seja sentir a dor e aprender com ela. E algum dia o sofrimento pode desaparecer. E assim, retiro o que disse na semana passada, de que a série precisava ter um fim para que Alex e Charlie fossem feliz. Como enfatizei no início desta review, é só Saving Hope saber conduzir suas histórias, que a série tem ainda bastante o que mostrar.
Ps: Algumas pessoas vieram me perguntar sobre os episódios da série. Saving Hope tem 13 episódios encomendados, com season finale marcada para 13 de setembro.
Continuum – Time’s Up
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Série: Continuum
Episódio: Time’s Up
Temporada: 1ª
Número do episódio: 1×06
Data de Exibição no Canadá: 08/07/2012
Continuum voltou de sua semana de folga com um dos episódios que eu menos gostei até agora. É bem verdade que Time’s Up foi importante por nos mostrar toda a implicação política por trás das mudanças que irão ocorrer no governo do Canadá, mas eu não comprei a forma como eles nos apresentaram os acontecimentos.
Admito que não sou uma grande conhecedora da situação canadense atual e isso atrapalha um pouco na análise da questão como um todo. Não há a menor dúvida de que o episódio traça um paralelo com a história recente do Canadá (e a situação econômica mundial), possibilitando ao espectador comprar a ideia de Corporações assumindo o governo. As coisas não vieram do nada, as bases já estão lançadas há alguns bons anos, assim como a indignação de parte da população.
Ainda assim, não consegui me identificar com os protestos em frente a Exotrol e muito menos com a súbita participação de Julian no grupo de agitadores infiltrados entre os protestantes até então pacíficos. Eu sei que Julian se mobilizou especialmente após o discurso de Alec no episódio passado, mas para mim foi tudo rápido demais e explicado de menos.
Por outro lado, o episódio ganha pontos por colocar todas as cartas na mesa de uma única vez: Alec descobriu, agiu de acordo ao tentar proteger um membro da família, falou com quem precisava ouvir (o padrasto) e ao final – só ao final – contou para Kiera. Com isso os roteiristas começaram a trabalhar algo para o que vinham só dando rápidas pinceladas, que é o envolvimento da família de Alec na formação do Liber8.
O que não me agradou muito foram os flashbacks. Não sei explicar muito bem, mas não me sinto confortável com uma Kiera em cima do muro. O que mais me atraía na personagem era justamente esta fé inabalável que ela tinha no sistema, fosse ele certo ou errado. Uma Protetora que não acredita no sistema, é um alvo muito grande para o Liber8 no passado e, principalmente, para o nosso estilo de vida atual. Assim, chegará o dia em que, a despeito do seu amor pelo marido, filho (e, suponho amigos) que estão lá no futuro, ela preferirá ficar em 2012 porque não conseguirá mais engolir o governo da sua própria linha temporal. Sem falar que o episódio deu a entender que o marido não é esta pessoa que ela pensa que é e isso soa perigoso para mim.
Mas deixando essas preocupações de lado, embora eu tenha achado mal feitos todo o envolvimento do Liber8 com os tumultos e a investigação relativas ao sequestro da Presidente da Exotrol, sou obrigada a admitir que Kagame é um líder que sabe o que faz. Coloca Travis no chinelo. Para ele isso é jogo de estratégias e nesse ponto ele não se enrosca: Kagame é um excelente estrategista.
Achei um pouco exagerada a votação para a eliminação da Sra. Sherman. Não consigo acreditar que a população seria assim tão favorável à morte de alguém simplesmente por prováveis tramóias econômicas e políticas, principalmente quando esta eliminação seria causada por um grupo possivelmente terrorista (afinal, não é todo mundo que sai por aí raptando presidentes de empresas e obrigando-os a ler cartas de culpa na internet). Mas aqui eu esbarro naquele ponto que comentei lá no início: eu desconheço a situação canadense atual e tampouco sei como o povo de lá se sente a respeito das grandes corporações e a crise financeira que abala o mundo.
Para mim faz muito mais sentido a decisão de Kagame ao final: coagir Sherman a confessar seu crime, mas não matá-la. É muito mais eficiente e não corre o risco de perder o apoio popular.

Agora, pela primeira vez, começo a vislumbrar as sementes do Liber8 sendo plantadas em nossa geração. Onde isso irá levar a linha do tempo eu não sei, mas já ficou bastante claro que nesta história não há mocinhos e bandidos, todo mundo está em uma zona cinzenta. O que enxergamos é caráter ou falta dele, mas ainda não é possível dizer quem deve vencer esta guerra.
E para finalizar eu preciso comentar quatro coisas:
1) Adorei a cena de Kellog vasculhando o apartamento de Kiera e pegando a peça que ela escondia. Só não consigo entender porque Kiera ainda liga para ele, afinal, Kellog se desvinculou do Liber8.
2) Não concordei com a atitude de Carlos e Kiera em relação ao dinheiro e o resgate de Sherman e tampouco acredito que a empresa cederia 20 milhões com tanta facilidade, sem discutir mais acirradamente. Achei que os dois policiais foram muito arrogantes neste momento e por demais solícitos com um grupo terrorista. Eu sei que aqui não é os Estados Unidos, mas um pouco do lema “não negociamos com terroristas” bem que poderia ser empregado, não?
3) Era tão óbvio que aquele chefe da segurança era um dos responsáveis pelo sequestro que nem teve graça.
4) Sonya está se fazendo mostrar mais agora que Kagame retornou. Eu fico feliz, porque amo a Lexa Doig e é sempre maravilhoso vê-la em tela, mas também é legal porque as cenas entre os dois juntos são muito mais intelectuais. Ambos são inteligentes e se completam. Só agora dá para vermos porque ela seria uma boa escolha para substituí-lo na liderança. Espero que essa parceria continue por um bom tempo.
The Newsroom – The 112th Congress
12/07/2012, 14:01.
Tiago Oliva
Reviews
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Série: The Newsroom
Episódio: The 112th Congress
Temporada: 1ª
Número do episódio: 1×03
Data de Exibição nos Estados Unidos: 08/07/2012
Se esse fosse o primeiro trabalho de todos os envolvidos na realização de The Newsroom, se ninguém soubesse quem é Aaron Sorkin, Jeff Daniels ou o que é HBO, esse seria o episódio que indicaria que estamos diante de uma série grandiosa. Em outra mão, seria também o episódio que revelaria os primeiros críticos ao Sorkinismo. O próprio criador da série tentou negar que existissem episódios que chamassem mais a atenção que outros, mas agora fica claro que ele estava blefando. O roteiro foi de um primor absurdo, visto raramente, inclusive no cinema. Enquanto outras séries usam uma temporada inteira pra cobrir o período eleitoral, The Newsroom fez isso em 50 minutos de maneira majestosa.
Discutindo a fundo o complexo de Clark Kent, o episódio evidencia o momento em que o super herói, aqui o âncora Willl McAvoy, se dá conta do seu poder e da sua consequente responsabilidade. A abertura, com o pedido de desculpas do apresentador pelos tempos de apatia, foi não menos que espetacular. A antítese criada pelos fatores audiência e qualidade faz quase que uma auto-referência à própria série. Como esse episódio foi escrito há um bom tempo, fica evidente que o roteirista já imaginava a repercussão negativa que a série teria nos dois primeiros episódios, e tratou de preparar uma resposta à altura. Personificando a figura do antagonista estava Leona Lansing, diretora executiva do canal, que apesar de consciente de sua responsabilidade como formadora de opinião, entende que não vale a pena lutar contra o poder político e contra grandes corporações. Sobraram críticas ainda aos movimentos partidários disfarçados de movimentos sociais, ao partidarismo burro que põem suas ideias acima do bem da população e aos políticos alheios aos projetos em que estão envolvidos. Tudo isso mostrado sem nenhum pudor em constranger ninguém.
Se o episódio falha em algum momento, novamente isso acontece na parte da comédia. Começo a desconfiar que a razão pra isso não funcionar tão bem está no fato de que só a McKenzie é responsável por esta árdua tarefa, o que faz com que a personagem se torne quase que uma palhaça no meio de um campo de guerra. Outro ponto que deve ser trabalhado de forma mais cuidadosa é o desenvolvimento dos casais. Por duas vezes um personagem foi falar alguma coisa pra outro e quando estava próximo foi surpreendido pelo seu par. Primeiro foi o Will, que tentou se desculpar com a McKenzie e justamente na hora chegou seu namorado. Depois foi o Jimmy, que provavelmente ia se declarar pra Maggie, quando chegou o Don e a beijou. É claro que isso não chega a atrapalhar o resultado final, mas já foi visto tantas vezes, em tantas outras séries, que poderia ser evitado.
O que importa realmente é que agora sabemos que a série vai corresponder a toda expectativa gerada antes da sua estreia, e que foi diminuída pelos primeiros episódios.
True Blood – Let’s Boot and Rally
10/07/2012, 23:26.
Marco C. Pontes
Reviews
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A trama não andou, não mudou, não melhorou. Mas acho que isso já é normal, certo?
Enquanto True Blood continua entregando grandes episódios cheios de enganação, o melhor é rir de todas as bizarrices que acontecem, pois convenhamos, estamos falando de True Blood e, se você queria desenvolvimento, está vendo a série errada.
A libertadora de Russell deve ser a outra mulher e não Nora. Claramente está muito fácil para ser a última, sem contar que o traidor entre o conselho ser o menino também foi bem previsível. O rumo do arco central da temporada finalmente vai dar mais uma andadinha, principalmente depois do último discurso da Autoridade.
Importaram o monstro de fumaça de Lost, porque copiar as coisas de outras séries é tendência e a HBO sabe bem disso! O problema da trama do Terry é que essa é provavelmente a trama menos desenvolvida e jogada para o escanteio na história da série, o que me irrita, na verdade, sendo que às vezes acho que seria uma boa storyline, mas ainda não dá pra ter certeza qual será o caminho daqui para frente.
Jason começou a fazer figuração na série e até Jessica já está em outra. Como não rir da menina fazendo amizade com Tara, que pouco tempo antes, tinha mostrado que não conhece as etiquetas sociais vampirescas? Mas toda amizade tem um limite e quando tenta drenar o ex-namorado, Jessica não deixa barato!
Lafayette era um personagem bem legal, mas também está perdido na série. Seria legal da parte dos roteiristas entregarem algum desenvolvimento, já que os mesmos continuam na mesmice e aparentam serem adeptos à lei do mínimo esforço.
A volta de Russell finalmente aconteceu e a partir do momento que derem mais foco no personagem e na questão do populismo e da guerra civil, a série vai voltar a ser o que era. Afinal, sabemos desde a primeira temporada que a série é ótima quando foca nos vampiros e sua inserção entre os humanos e peca demais no sobrenatural, aliás, na orgia sobrenatural. Por isso acho que essa temporada será bem divertida e interessante, se conduzida de maneira apropriada.
Como não rir de:
1) Lafayette falando que é um bom homem sendo que era traficante.
2) Emma lobinha que agora terá que aguentar a vovó Loba.
3) Alcidão dizendo que esperou muito por aquele momento e Sookie vomitando no sapato dele nem ao mesmo ter visto o pacote direito.
4) Jason dando a LOKA no episódio, fantasiando com os pais, a infância e usando um pijama do He-Man.
5) O bromance entre Eric e Bill que está cada vez mais forte. O negócio evoluiu e já estçao até comparando tamanho de CANINOS na traseira de um carro.
6) Toda a sequência no Macumbeiro do Russell, principalmente do gordão cagando nas calças porque o lugar estava escuro.
7) Hoyt na balada, com aquela roupa que o fazia parecer mais gay do que o normal.
8) Tara drenando Hoyt na cabine ao lado de Jessica sem que a última percebesse.
Falling Skies – Love and Other Acts of Courage
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No último parágrafo da última review de Falling Skies, do episódio Young Bloods, mencionei que Tom Mason precisava ficar atento com o skitter de olho vermelho. E ele voltou. O episódio Love and Other Acts of Courage surpreende todas as expectativas sobre o relacionamento entre humanos e skitters. A 2nd Mass vai investigar uma explosão próxima ao acampamento e descobre diversos skitters mortos. Como disse Weaver, “esses malditos andam se matando agora?” Logo depois Rick reaparece e leva os líderes da 2nd Mass até onde está Ben, o misterioso Ben.
Tom encontra o filho e ele está com nada mais, nada menos que o skitter de olho vermelho, e o mais surpreendente é que a “coisa” está machucada e quer fazer uma parceria com os humanos para derrotar os soberanos (os alienígenas responsáveis por toda a destruição). Como se não bastasse tanta confusão na mente de Tom, Ben está disposto a defender com unhas e dentes o skitter. Na primeira cena do episódio vemos como o garoto está ligado a ele, mas conexão entre os dois parece ser algo mais que uma simples comunicação, parece adoração de uma seita. Segundo Ben, os skitters tentam derrotar os soberanos há mais de 100 anos. E a Nasa nesse meio tempo nada né?
Depois de tantas perdas Tom e Weaver não estão dispostos a fazer nenhum tipo de parceria com os skitters e nem sequer conseguem acreditar nas histórias contadas pelo skitter capturado. O alien pede para conversar somente com Tom, outra vez percebemos como ele é visto como um líder pelos alienígenas. Na expectativa de descobrir os planos dos inimigos e o porquê do interesse em Ben, Tom aceita conversar com o skitter, mas o papo não termina muito bem. O acampamento da 2nd Mass é atacado e eles são obrigados a se refugiar em um hospital descoberto por Hal, Maggie, Craze e Tector. O skitter de olho vermelho foge, Ben quer ir atrás dele e a 2nd Mass consegue se abrigar em um local com suprimentos médicos, quartos, camas limpas e… rufem os tambores… luz elétrica!
Weaver se mostra cada vez mais sensível ao amigo Tom, principalmente quando permite que um grupo seja enviado para procurar Ben. No entanto, Tom segue sob os comandos de Weaver e é repreendido severamente quando não permite que o capitão da 2nd Mass atire no skitter de olho vermelho. Weaver também continua mais receptivo às opiniões de outros membros do comboio, um exemplo é quando conversa com a médica Anne sobre a recuperação de Rick, em outros tempos a médica teria se arrependido de tocar no assunto. Rick se recupera, mas acaba sendo atingido quando tenta salvar o skitter de olho vermelho e vira mais uma baixa na 2nd Mass. Se é que podemos considerá-lo uma baixa, já que estava sumido desde a temporada passada.
E o amor segue abatendo os corações solitários na 2nd Mass, e o casal da rodada é Hal e Maggie, que ficam cada vez mais próximos. Conhecemos mais da personagem Maggie e ela conta sobre seu passado e da luta contra o câncer. No entanto, o beijo dos dois acaba afetando Maggie de alguma forma e ela tenta manter distância de Hal. Ele não entende as atitudes da parceira de patrulhas, abre seu coração para a garota e até salva a vida dela durante um ataque ao acampamento. Tanto esforço foi recompensado e os dois acabam se aproximando novamente. Este plot deve ter ganho força neste momento pois de acordo com a promo do próximo episódio de Falling Skies, Karen (a ex de Hal) estará de volta ao acampamento e provavelmente sofrerá das mesmas desconfianças que Rick enfrentou e Ben ainda enfrenta. Além, é claro, da briga pelo namorado.
O episódio de número cinco de Falling Skies já esclareceu um mistério. O skitter de olho vermelho, na tentativa de fugir dos soberanos e se aliar aos humanos, foi o responsável por Tom não ter sido morto no primeiro episódio. Depois da mal sucedida conversa com o big boss alienígena Tom foi o único humano sobrevivente entre todos que saíram da nave, evidentemente poupado pelo skitter que comandava o mech que matou todos os outros. Mas ainda fica difícil confiar que o skitter queria realmente poupar Tom (os soberanos não perceberam isso?) ou queria adquirir informações sobre a 2nd Mass com o tal parasita que foi encontrado no olho de Mason. Aliás, descobrimos porque os skitters andavam tão silenciosos, estavam ocupados organizando a sua suposta rebelião.
Charleston ainda é uma esperança de vida para cada uma das pessoas que segue Tom Mason e se mantêm fugindo dos alienígenas. E agora os humanos têm mais uma alternativa, se aliar aos skitters. O problema é como confiar em seres que invadiram a terra e mataram muitas vidas. O fato dos skitters estarem sobre domínio dos soberanos, terem sido escravizados e seus lares destruídos não faz com que a 2nd Mass consiga acreditar nas reais intenções dos skitters.
O que pode ser uma armadilha, também pode se tornar uma esperança, e vice-versa, pois a dúvida também paira sob Charleston. Apesar da confiança de Tom na força que está sendo montada na cidade, durante a 1ª temporada a 2nd Mass foi traída por outro grupo de humanos. Lembrando de Arquivo X, “eu quero acreditar”, mas em quem? Com Charleston ainda distante, a 2nd Mass tem chão para percorrer até decidir sobre seu destino e nele certamente o skitter de olho vermelho cruzará o caminho novamente.
Saving Hope – Out of Sight
07/07/2012, 15:03.
Anderson Narciso
Reviews
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Alex está em casa. Finalmente, não é doutora? Tudo bem que o noivo está em coma e tal, mas achei que a médica já ia morar no hospital. Só tava faltando ela levar as trouxas para lá! Graças a sua chefa que a manda a ir para casa em uma dia de grande cirurgia. O hospital receberia uma paciente que teria suas mãos colocadas de volta depois de amputadas. Alex até que vai para casa, mas lá se depara em todos os cantos com Charlie. Ela não se sente bem. A presença dele de qualquer modo é muito forte no ambiente.
Enquanto isso, a chata da Megan está lá toda se oferecendo para o Goran, afim de conseguir uma vaga na cirurgia. Para isso, ela conseguiu até ignorar um “João ninguém” que chega ao hospital e que ela teria de tratar antes de possivelmente entrar na cirurgia. Mas Goran na verdade vai atrás de Alex e pede para que ela volte ao hospital e mostre a cirurgiã que ela é – e não deu outra. Sem Alex, a cirurgia poderia ter sido um fracasso. Megan ficou chupando os dedos, mas Saving Hope mostra que, milagres vem de onde menos se espera: o paciente desconhecido proporcionou a médica um procedimento bem legal, e que pode destacar ela dentro do hospital. Mas na verdade, é que estou pouco me lixando para esta personagem.
Charlie… bem, na boa? O personagem já me encheu o saco. Esta dinâmica dele com pacientes que estão para morrer, já está repetitivo e chato. Não está funcionando. Eu gosto bastante das cenas dele com a Alex, mas de fato, ficar de moribundo com outros pacientes não dá mais. O companheiro do personagem esta semana, foi um paciente que está em coma há 27 anos … o quê? 27 anos? Imagina 27 temporadas de Saving Hope (mmm NÃO MESMO). Enfim, o paciente estava lá já velho e seu espírito, alma ou o que seja, estava lá ainda novo… e a dinâmica que Charlie aprendeu com este paciente é que as pessoas que estão vivas e acordadas podem seguir muito bem sem o paciente que está em coma. Aliás, Alex é uma delas…
A médica foi persuadida a dar uma festa em sua casa para comemorar a cirurgia que foi bem sucedida. E os médicos e coadjuvantes contratados para a cena lotaram a festa da médica. E ela conseguiu se distrair, e por um minuto se esquecer de Charlie. Mas logo depois ela cai aos prantos pelo feito. Oh Alex, não se acanhe, acontece… A gente sabe que você ama ele! A médica volta correndo ao hospital, apenas para deixar claro que, ela nunca vai conseguir esquecer ele, sob qualquer circunstância. Claro que, novamente, o melhor momento do episódio é o flash no fim que mostra mais momentos de Charlie e Alex. Química é o que não falta para estes dois! Mas eu fico pensando, até quando a série vai poder levar esta história… a que ponto os criadores pensam em dar rumo a esta dinâmica – que como eu disse já está ficando cansativa?
A agonia do telespectador aumenta ainda mais, para que eles fiquem juntos de uma vez por todas sem dúvida, mas com isso vem o porém da série descansar em paz, amém! Ehr…produtores, bora providenciar isso?
The Glee Project – Adaptability
05/07/2012, 21:19.
Gabriela Assmann
Reviews
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Hello everybody! =P
Estava ansiosa pelo episódio dessa semana porque a promo dele foi muito enganosa. Pelo menos agora aprendo, de uma vez por todas, a não confiar em promos! Rs
O tema da semana era adaptabilidade. Na minha humilde opinião Mario e Ali, por enfrentarem dificuldades todos os dias e estarem sempre tendo que se adaptar ao mundo (que infelizmente não contempla como deveria as pessoas com necessidades especiais) seriam os que se destacariam essa semana.
E a semana já começou a toda. A música do dever de casa foi You Oughta Know da maravilhosa Alanis Morissette e eu quase chorei de emoção. É uma das músicas mais fodas dela. De acordo com o tema, eles tiveram que se adaptar e cantar a canção toda, embora só tivessem ensaiado um pedaço. Para melhorar ainda mais as coisas a linda da Aylin ganhou e teve direito a uma sessão especial com o mentor da semana – Kevin McHale, o Artie de Glee. Adoro ele *–*
Os participantes só descobriram a música do clipe da semana quando foram ao estúdio de gravação. Price Tag de Jessie J foi a música da semana e novamente Aylin amou. Ou seja, nossa diva tinha tudo pra arrasar essa semana. A decepção da semana ficou por conta do Charlie. O cara se focou tanto – inclusive fazendo um pacto com Aylin de que não ficariam mais durante o jogo – que passou o nível e pesou a mão. Para não demonstrar falta de profissionalismo ele encarnou um personagem e acabou ficando bizarro e monopolizando de forma negativa a gravação. Ele é talentoso, fofo, tudo de bom, mas precisa encontrar o equilíbrio.
Para surpresa geral da nação os piores desta semana não foram 3, mas 6. O que fez com que eles tivessem que se adaptar e fazer duetos. E Lily que passou o tempo todo reclamando (e eu rezava pra ir pro bottom, rs) acabou se saindo bem. Os piores foram Mario e Charlie que cantaram Com’t let the Sun go down on me de Elton John e George Michael, Ali e Abraham que destruíram (sem exagero) Last Friday Night da Katy Perry e Nellie e Blake que cantaram Waiting for a girl like you da banda Foreigner. É muito sério que eu fiquei com vergonha alheia da Ali e do Abraham, eles destruíram a música da Katy, mas como ela fez umas piadinhas se safou do bottom 3. E os 3 piores foram Mario, Abraham e Charlie, pela falta de profissionalismo novamente.
Por fim, para a alegria geral da nação o eliminado da semana foi o Mario. Além de não se destacar como deveria, essa semana ele voltou a ter picos de arrogância. Cara mala! E gente, palmas pro pessoal da edição que conseguiu montar essa cena de uma forma muuito legal. Eu jurei que o eliminado tinha sido o Abraham, mas depois era o Mario. O discurso de despedida dele foi legal. Acho que fica a lição.
Ah, senti falta de um carinho entre Aylin e Charlie pelo menos nessa hora de angústia, né? Não precisavam radicalizar… Acho que esses dois precisam encontrar o equilíbrio, embora ela esteja melhor a cada semana e ele pior. Acho que ela pode ajudar ele a não entrar no buraco, embora a situação seja uma faca de dois gumes sob a qual já opinei em reviews anteriores. Montar casal em The Glee Project não me parece uma boa estratégia…
Eu gostei bastante da participação da Shanna nesse episódio. Quando ela aparece é sempre muito bom. A Nellie voltou a ser um picolé de xuxu, infelizmente. E o Blake finalmente mostrou ter alguma fraqueza.
Então, vamos apostar? Quem vai ser o mentor da semana que vem? Quem vai ser o eliminado na semana do “destemor”?
Até mais, pessoal! =)
PS: mais alguém sentiu falta da linda da Naya nesse episódio? Rs
PS 2: achei sacanagem deixarem a Aylin tanto tempo de perfil no clipe. Será que não viram que esse não é o melhor ângulo dela? =P
The Newsroom – News Night 2.0
05/07/2012, 13:20.
Tiago Oliva
Reviews
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Série: The Newsroom
Episódio: News Night 2.0
Temporada: 1ª
Número do episódio: 1×02
Data de Exibição nos Estados Unidos: 01/07/2012
Passado o alvoroço da estreia, chegou a hora de The Newsroom mostrar a que veio. E a série não fez feio. O desafio estava em consolidar a audiência, tanto da série, como do telejornal apresentado pelo protagonista. Como o sucesso do furo de reportagem da reestreia do “News Night” dependeu de um misto de sorte e coincidência, se fez necessário criar uma fórmula de sucesso, e esse papel coube à nova produtora executiva, McKenzie. Eu ainda tenho sentimentos conflitantes em relação à atriz, mas acredito que ela conseguirá acertar o tom. Confesso que desta vez ela me irritou menos que na estreia, e no fim eu já estava até torcendo pra ela. A personagem também não parecia muito certa dos seus planos. A apresentação do novo modelo de trabalho não convenceu a equipe, o que certamente contribuiu para o fracasso do programa que estavam produzindo.
Eu gosto dessa ideia de fazer com que a equipe nem sempre acerte, diferente de outras séries, deixando tudo muito inverossímil. O único problema aqui foi que, por se tratar de uma notícia real, dava pra saber de antemão que a governadora não daria a entrevista, e que os planos falhariam em determinado momento. Talvez isso complique um pouco o desenvolvimento da série, já que haverá limitações no desenvolvimento do noticiário, uma vez que não será possível incluir a participação dos principais envolvidos no assunto da vez, exceto por VT’s antigos, como no caso da Sarah Palin. Por outro lado isso funciona, já que se tratando de um passado recente, e as questões discutidas naquela época ainda estão em voga, como no caso da lei de imigração.
A tentativa de demonstrar imparcialidade no assunto tratado – propositalmente ou não – se mostrou falha. Apesar de a apresentação dos prós e contras da aprovação da lei de imigração ter sido equilibrada, os argumentos dos que eram favoráveis aos imigrantes eram bem mais convincentes. Apesar de compartilhar das posições de Sorkin, acho que isso pode atrapalhar um pouco na tentativa de tornar Will um personagem amado, tanto pela sua equipe, quanto pelos espectadores da série, já que ele sempre será do contra, por ter ideias republicanas. O problema maior é que, imagino que a cada fim de episódio, ele vai passar por cima das suas próprias crenças pra mostrar que é um homem do bem, como aconteceu no caso do imigrante ilegal amigo do Neil.
No mais, tudo funcionou bem. O triângulo Maggie/Jimmy/Don mostrou um bom desenvolvimento e promete criar uma história interessante. Eu só espero que a série não tente recontar através deles a história de Will e McKenzie, o que tornaria tudo um pouco redundante. Os discursos empolgaram, principalmente quando a produtora executiva explica os motivos que a levaram a trair o apresentador. A parte cômica, como a confusão da McKenzie ao enviar os e-mails, foi um pouco exagerada, mas não chegou a incomodar. Me pareceu também que a série se preocupou menos em se levar tão a sério, o que deixou tudo mais natural e prazeroso de ver.
Espero ansiosamente a abordagem de um tema mais polêmico que os até então apresentados. Sorkin já disse que não pretende fazer episódios que chame mais atenção que outros, mas eu duvido muito disso.Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada pela HBO. E vocês? O que acharam? O episódio conseguiu manter a qualidade do primeiro?
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