Rookie Blue – Messy Houses e Coming Home

Data/Hora 26/07/2012, 13:05. Autor
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Não, pessoas. Eu não abandonei Rookie Blue. Minha agenda só tá meio bagunçadinha mesmo. Mas como vocês não tem culpa alguma, cá estou eu, correndo atrás do prejuízo e tentando colocar as reviews em dia. A má notícia é que ainda não consegui assistir o episódio da semana passada, então ainda não estou em dia. A boa notícia é que hoje passa mais um episódio nos EUA, então até sábado sai mais uma review dupla e faremos as pazes. Ufa!

Gostei bastante de Messy Houses e Coming Home. Achei que os dois episódios tiveram uma temática semelhantes, sobre (re)contrução da vida e seguir adiante, deixando o passado pra trás, ou nem tanto. E acho que a série tem mostrado um grande amadurecimento, com tramas mais sólidas. Certos aspectos que me incomodavam estão desaparecendo e, consequentemente, tenho gostado cada vez mais do que eu vejo.

Em Messy Houses, uma surpresa. Ou melhor, duas! Revimos o pai de Andy – que teve papel importante na 1ª temporada, com seu alcoolismo e suas confusões – e ficou bem apagadinho depois. A boa notícia é que o velhinho vai bem, e até tem uma nova namorada. A segunda supresa foi a aparição da mãe de Andy. E foi assim, de surpresa mesmo. No meio de um caso de uma família confusa, cujos pais bagunçadíssimos prejudicavam o crescimento dos filhos.

Embora o caso não tenha prendido minha atenção como o de Coming Home – quem não sabia que a mãe tinha “participação” na perturbação do menino? -, o andamento foi satisfatório. Especialmente porque no melhor estilo Grey’s Anatomy de viver, os casos tiveram completa relação com o que nossos personagens delicinhas estavam passando.

Gostei de ver Oliver abrindo o coração pra Dov, pra ajudar o mais “frágil” dos “novatos”, a superar seu trauma. E gostei de ver Andy enchendo a mãe de indiretas relacionada ao caso das crianças e a seu abandono. Achei só que a policial aceitou rápido demais se relacionar com a mãe, mas até isso é compreensível.

Ah, preciso dizer que tive peninha de Chris, descobrindo sobre Gail e Collins. adoro ele e o coração gigante dele, e ficou meio evidente que ele ainda sofre pela ex-namorada, muito embora ela tenha se “envolvido” com Dov. E a faceta garanhão dele só deixou isso bem claro.

Até Traci não tem me incomodado. Acho que essa fase de assistente de detetive trouxe muiiiiiiitos benefícios à personagem, que cresceu consideravelmente. Mas confesso que essa “crise conjugal” dela com Barber me incomoda um pouquinho. O detetive tem caído no meu conceito, exponencialmente. Especialmente pelo ocorrido no episódio seguinte.

Em Coming Home – que episódio! -, os holofotes ficaram sobre Oliver. E eu adorei esse fato novo. A trama da filha que se desencaminha pela ausência do pai em casa não é nova, mas nem por isso foi menos tocante. E propiciou momentos de amizade entre Sam e Shaw, o que adoro. O drama do policial me comoveu bastante, e torço pra que ele volte pra casa e consiga exercer o papel de pai.

Nesse episódio tivemos a confirmação, ainda, de que Andy e Swarek estão cada vez mais casal. E como eles são fofos juntos! Enquanto Andy tenta se relacionar com a mãe e se acostumar com sua fase mais “bagunçada”, Sam fica ao seu redor, tentando protegê-la. Querem coisa mais amada do que essa? É claro que investigar a mãe da namorada sem avisá-la não foi a decisão mais inteligente do mundo, mas morri de amores quando ele disse que não queria que Andy sofresse novamente, por isso ele agiu. E ele assumindo que estava errado demonstrou que o casal tem, sim, muito futuro. Estou até repensando minha ideia anterior, que era no sentido de que os roteiristas separariam o casal, em breve.

Estou curiosa, e cada vez mais, sobre a família do Sam. Quero saber porque ele evita tanto o assunto, então torço pra que McNally dê uma brecha pro namorado tocar no assunto, logo.

Meu dó de Chris continuou, no episódio. Pobre garoto, tendo que lidar com a confirmação de Gail sobre o affair dela com Nick. E isso mexeu um pouquinho na dinâmica entre os colegas, mas o coração de Chris, mais uma vez, foi maior que  os sentimentos dele. E isso resultou numa rápida aproximação entre o garoto propaganda da policia e o ex-militar, que também é ex-novato. Progrediu rápido na carreira, e merecidamente. Acho que ele e Gail combinam. Mas senti a loira um pouquinho mexida pelo interesse do ex. Mas pode ser só ilusão da minha cabeça shipper, é claro. Aliás, tem grandes chances de ser!

Sobre Barber, preciso dizer que apesar dele ser o detetive “instrutor”, e Traci ser sua “aprendiz”, acho abuso a questão do café, de ficar deslocando ela pra serviços menos importantes. Porque quando a coisa aperta é pra ela que ele recorre. Por isso não gostei da atitude de Traci, de se desculpar com ele. Entendo que há uma hierarquia entre eles, mas abuso de posição hierarquica é osso. Enfim, ela fez isso mais pelo bem do namoro do que pelo bem da carreira, e isso que me incomoda um pouquinho.

Dov… bom, ele é o Dov, né? Então não espero nada menos do que confusão constante partindo do policial. E não sei onde vai parar essa história dele com a irmã da sua vítima. Tá tornando a vida de ambos mais complicada, em uma relação de co-dependência. No final do episódio fiquei com a pulga “será que eles se envolverão romanticamente?” atrás da orelha, principalmente porque Dov tem mantido, infelizmente, Sue afastada. Torço pra que Epstein se recupere rápido, e pra que sua vida seja menos repleta de dramas. Mas acho que isso não vai acontecer.

Pra finalizar, preciso dizer que Noelle e Frank estão meio sumidos, mas isso não me incomoda. A rotatividade de personagens foco é super saudável ao seriado.

Até breve, muito breve.

Saving Hope – Consenting Adults

Data/Hora 25/07/2012, 14:45. Autor
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Antes de mais nada, preciso pedir desculpas aos leitores pelo atraso desta review. Mas ainda há tempo de comentar o episódio desta semana de Saving Hope. E em segundo lugar, você fã, pode comemorar: a série foi renovada hoje pelo canal CTV – confira aqui.

Mas vamos ao que interessa. O sétimo episódio teve a mesma dinâmica da maioria, mas com uma perspectiva diferente. A história começou a caminhar para um rumo neste episódio, o que já era tempo. Um dos pacientes da semana fori uma indiana, que tinha um casamento arranjado pronto para ser feito. Ela entra em coma após ter uma reação alérgica a anestesia – em uma cirurgia realizada por Alex, e ali se encontra com Charlie. Neste encontro, ela se aproxima dele, dizendo que nunca gostou do noivo, e que vive sendo repreendida. A moça claramente gostou do moribundo de primeira – com direito a momentos constrangedores como ela e Charlie cantando, e até os dois se beijando. Pois é, rolou beijo até no além.

Enquanto isso, Charlie em coma estava sendo acompanhado por um animador contratado por Alex, para ajudar no tratamento. O cara era ruim que só vendo, mas como todos sabem, no Hope Zion, todos os pacientes em coma acordam – menos Charlie. Deste modo, a paciente Sandha acorda para a felicidade geral de todos, possivelmente ajudada pelo músico. Mas claro, não se lembra de nada do “coma”.  Apenas que ela tinha a sensação de alguém estar cuidado dela – o que foi bem aceito por Alex.

O outro paciente deste episódio consistiu em um rapaz que tatuava o corpo e fazia implante de objetos para marcar determinados eventos. Neste caso, os chifres que ele implantara estavam se infeccionando. O paciente não queria retirá-los, forçando o Dr. Goran a bater de frente com o paciente. O tatuado reluta, mas após desmaiar, Goran acaba realizando a cirurgia e salvando a vida de seu paciente. Foi um caso sem muita notoriedade, mas que tenta passar a mensagem de que devemos ser quem achamos que somos. Com este caso, o médico voltou a brilhar sem a chatice de Megan lhe importunando.

Para completar, Dawn está de volta. A ex-esposa de Charlie desta vez não veio somente fazer uma visita. Desta vez ela aparece para confrontar Alex mais uma vez. Só que a nossa médica – e até Charlie, que não esperava que Dawn viesse com esta notícia: ela vai entrar na justiça, para que possa tomar decisões por Charlie, e assim desligar os aparelhos, assinando uma ordem de não ressuscitar. Para ela, o rapaz já sofreu bastante, e não vai acordar.

Foi o clímax do episódio e em minha opinião o melhor momento. Desta vez, nem o flash de Alex e Charlie foi tão bom, em um episódio um pouco fraco, se comparado com o excelente da semana passada! A série tem mais seis episódios nesta temporada para exibir, e vamos ver qual será o destino de Charlie. Mas com a noticia da renovação, eu não duvido que veremos o rapaz acordar só ano que vem. Será?

White Collar – Most Wanted

Data/Hora 24/07/2012, 12:13. Autor
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Como um personagem começa um episódio preso em uma cadeia particular em Cabo Verde e no final acaba recebendo uma carta de agradecimento do FBI, em New York? Aprendam com Neal Caffrey. No final da premiere da quarta temporada de White Collar, Neal acaba preso. No entanto, como acontece normalmente na série, ele foge. Obviamente a ajuda de Mozzie e Peter foi essencial para a fuga, principalmente porque Neal foi ferido pelo maluco do agente Collins, que completamente sem noção atirou na perna de Neal dentro da prisão improvisada de Dobbs.

No entanto, Peter nunca cansa de dizer que Neal sabe fugir, por outro lado Peter também sabe muito bem como pegá-lo, e sabe melhor ainda como pegar Neal de outra pessoa, no caso, de Collins. E com o incidente de frutas proporcionado por Hector, Neal consegue fugir novamente. Achei estranho o fato de Collins ter saído à caça de Caffrey e não conhecer Mozzie, o principal comparsa de Neal.

Depois de recuperar Caffrey, Peter ainda precisava de uma forma para levá-lo de volta a trabalhar com ele em New York. Neal se mostra com muita vontade de recuperar sua antiga vida na cidade e a sorte nunca cansa de acompanhá-lo. O trio acaba descobrindo que o misterioso Dobbs era na verdade o quarto homem mais procurado do mundo, Robert McLeish. Melhor ainda foi escutar Peter cantando a música (canção de ninar, segundo Mozzie) quando reconhece a referência dos nomes das mulheres nos barcos de Dobbs. Com a captura de McLeish, Peter conseguiu uma chance de que seu chefe Reese convencesse o Departamento de Justiça a deixar Neal voltar ao trabalho no FBI.

Agora, além de soltar Caffrey, o plano incluía prender McLeish. Como Caffrey encanta as pessoas muito rapidamente Hector e Maya novamente entram na jogada para ajudar Neal. Peter precisou até adquirir habilidades de bartender para colocar o plano em prática, mas teve muito menos habilidades para explicar para Mozzie e Neal o porquê de ter atravessado o mundo em busca de Caffrey. A explicação de Peter foge do foco principal de seus motivos. O agente do FBI foi atrás de Neal porque tinha medo do que Collins poderia fazer com ele, mas muito mais isso, Peter foi atrás de Neal porque o considera um amigo. O abraço dos dois no primeiro episódio desta temporada explica todo o sentimento envolvido. Sentimento esse que Neal não está acostumado a conviver.

O plano do de Mozzie, Neal e Peter funciona. Eles entregam Dobbs a Collins e convencem o agente a desistir de Neal e ficar com as congratulações e festa por ter prendido um dos criminosos mais procurados no mundo. No entanto, na volta para casa as coisas ficam difíceis para Peter. Para o Departamento de Justiça foi Collins quem ajudou Caffrey a capturar Dobbs e não Peter. Assim, o agente Burke ficou sob desconfiança do FBI, forçando Reese a transferi-lo para outro departamento. Para onde vai Peter e se Neal vai junto com ele ainda não ficamos sabendo. A minha aposta é que a saída de Peter seja provisória e logo ele e Neal voltem a trabalhar juntos nos crimes do colarinho branco, afinal o nome da série é White Collar.

Quem também se despediu de Neal, mas por livre e espontânea vontade foi Mozzie. Mas esse volta logo, logo. Enquanto isso, em New York, Caffrey parece feliz em estar de volta, perto da June, com seu trabalho e, claro, a sua amiga tornozeleira. Ele ainda recebe a visita de Ellen, mas ela deve se mudar devido aos últimos acontecimentos. Vivendo sobre o programa de proteção às testemunhas, Ellen provavelmente terá que ir para um lugar bem longe de New York, mas prometeu que antes disso contará a Neal mais informações sobre seu passado e seu pai. Não sei como Caffrey aceitou esperar mais por essa conversa, eu já imaginei Ellen sumindo antecipadamente e deixando Neal no vazio. Ele que notadamente está se sentindo um pouco vazio… de saudades de Maya.

O segundo episódio desta temporada termina melhor que a estreia e mantém um cliffhanger no final assim como no primeiro episódio. Não gosto muito desse recurso quando ele me causa uma ânsia de preocupação que só vai ser amenizada no próximo episódio, e foi esse o caso. White Collar terá sua principal dupla de personagens separada e a figura mais engraçada da série, Mozzie, ficou distante. No entanto, devemos voltar a ter mais participações da sempre cativante Mrs. Suits, Elizabeth Burke.

Diminishing Returns é o nome do próximo episódio e deve explicar para onde Peter está sendo mandado, como a dupla lidará com isso e se já teremos Mozzie de volta. Sim, Mozzie, porque é impossível não ficar com saudades dele, mesmo quando chamado bizarramente de Barry.

The Newsroom – I’ll Try to Fix You

Data/Hora 24/07/2012, 11:49. Autor
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Série: The Newsroom
Episódio: I’ll Try to Fix You
Temporada: 1ª
Número do episódio: 1×04
Data de Exibição nos Estados Unidos: 15/07/2012

Reclamem do que quiser: do elenco, da parte cômica, da reutilização da forma, do figurino, da parte política, da iluminação, da trilha sonora, dos cabelos, do tom de voz, enfim. Fiquem à vontade para apontar cada erro de The Newsroom. Só não digam que Aaron Sorkin não sabe como contar uma história. O sonho de todo roteirista é enganar o telespectador, fazendo com que ele pense que está vendo uma coisa quando na verdade está vendo outra. Pena que tão poucos conseguem. Ninguém poderia imaginar que por trás de toda aquela história do escândalo do Will, estava uma tentativa da presidente do canal de tentar tirá-lo dos holofotes. Sem contar que eu já nem sei qual a intenção dessa série, de tantos temas que são abordados. Não que isso seja ruim, desde que seja feito de forma coerente como temos visto. Novamente, em um mesmo episódio, tivemos discussões sobre vários assuntos como o controle de venda de armas (poucos dias antes do massacre do Colorado), da valia da imprensa de celebridades, da briga entre informação e entretenimento, sobre a existência do Pé Grande (essa gerando mais controvérsia que qualquer outra) e sobre o cuidado ao lançar uma notícia no ar. E todas com começo, meio e fim.

Mas o grande acerto do episódio foi tirar da McKenzie a parte cômica e jogar para o Neal. Não que esse tenha se saído melhor (até porque a história do Pé Grande tirou boa parte da credibilidade do personagem), mas porque, por ser menos importante, o estrago é bem menor que quando a protagonista tenta fazer macacada. Acho que foi a primeira vez que eu vi a McKenzie falando com um tom sério. Isso no momento em que ela descobre as implicações da renegociação do contrato do Will. E se saiu muito bem. Por mais que eu odeie triângulos amorosos, tenho que admitir que o trio formado por Jim, Maggie e Don tem feito o seu trabalho da melhor maneira possível. Acho que é a parte que mais me interessa na série.

De todos os episódios até agora, o único que me incomodou de verdade foi o segundo. A evolução dos episódios é evidente, e acho um pouco injusto cobrar que uma série mostre a que veio no seu quarto episódio. As notícias, como a da demissão da equipe de roteiristas, não têm ajudado a manter a esperança (quem conhece o trabalho do Sorkin sabe que isso está longe de ser um problema). Claro que minhas expectativas ainda não foram correspondidas, mas ainda tenho esperança de que a série encontre seu brilhantismo.

Rizzoli & Isles – Throwing Down the Gauntlet e Money Maker

Data/Hora 23/07/2012, 15:18. Autor
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Os tempos estão difíceis para Maura em Rizzoli & Isles. Mas nem isso faz com que nossa duplinha favorita de investigadoras perca o rebolado. Elas continuam nos propiciando os momentos mais delicinhas dessa Summer Season.

Em Throwing Down the Gauntlet o caso propiciou momentos divertidíssimos, através da interação entre Angela e Giovani. O bonitão atirado marcou presença no episódio, e o fato dele acreditar que Maura e Jane “jogam no outro time” torna as coisas engraçadas. E a comicidade da Angela dispensa comentários. É a cara dela transformar a delegacia em comitê de campanha do candidato que se preocupa com a merenda das crianças.

Enquanto tudo era só riso, em se tratando de Giovani e Angela – uma fantasia de Mulher Maravilha, Giovani? Sério?! – Maura sofria com o fato de ter descoberto mais sobre sua mãe biológica. Situaçãozinha complicada, já que Hope acreditava que Isles tinha morrido no parto.

A interação entre mãe e filha rendeu momentos bacanas, especialmente por que Hope é muito parecida com Maura – e vice-versa – e suas colocações são tão engraçadas quanto as da filha. Ver as duas gênias trabalhando juntas no caso da jovem morta só comprovou que a fruta não cai longe do pé, e acabou propiciando o inicio de uma amizade entre as médicas.

Contudo, essa interação também trouxe momentos dolorosos para Maura, que precisou lidar com algumas colocações da mãe, que mencionou que a morte da filha teria sido melhor, e com o fato de ter uma irmã, criada no seio da família.

Mas se o episódio acabou com indefinição quanto à história familiar de Isles, o mesmo não se pode dizer do caso, que foi solucionado, como de costume. E é claro que o candidato de Angela estava envolvido no assassinato das duas garotas, ainda que indiretamente. Porque confusão é a marca registrada da mamãe Rizzoli.

Em Money Maker, vimos o desenrolar da trama de Isles. É muito fofo ver a médica toda preocupada com suas atitudes, visando agradar a família – que desconhece sua identidade. E é mais fofo ainda ver o quão forte e bela é a amizade entre Rizzoli e Isles. A fala sobre a doação de rim, de Jane, exemplifica bem o que estou dizendo. Angela, Jane e Maura parecem uma família feliz, e acho isso lindo.

Mas antes de falar do drama de Maura, preciso dizer que adorei o caso dos investidores financeiros que na verdade eram agenciadores de garotas de programa de luxo. Achei interessante como os fatos foram se descortinando, e como chegamos, no final de tudo, à esposa traída. É, o clichê esteve presente, mas é difícil desvincular amantes de maridos e esposas traídos, mesmo. Enfim, mais um bom caso, que aguçou a curiosidade e manteve os telespectadores ligados até o final.

A trama de Maura também se desenvolveu bem. No final das contas, descobrimos que sua irmã está doente, e necessita de um transplante de rim. E a médica, como esperado, quer oferecer seu rim, anonimamente, para salvar a vida da irmã.

E ela mantêm seu plano, apesar da contrariedade de Jane. Até que as coisas desandam e Kayleen descobre o segredo de Maura – que lugar para “esconder” a prova, Isles! É claro que a aproximação das duas não seria amistosa, já que Kayleen carrega muita mágoa da mãe e, consequentemente, da irmã “morta”. Situação complicada, certamente. Que só piora quando Hope chega e Maura revela ser sua filha. A mulher não quis nem escutar. Coitadinha da Maura, não poderia ter sido pior para ela. Mas, pela expressão de Kayleen, a garota irá procurar sua irmã mais velha, e a relação das duas deve ser a ponte para a aproximação de Maura e Hope. Torço por isso.

A audiência de Rizzoli & Isles só faz crescer, mesmo após o anuncio da renovação da série. Coisa linda de se ver. O que não é lindo é essa que vos escreve ficar atrasando review. Então ainda nessa semana as reviews de Crazy for You e Cuts Like a Knife sairão, e ficaremos todos felizes, em dia e satisfeitos. Até lá.

PS: a adição da irmã foi ótima. É muito divertido vê-la censurando o pessoal soltinho da delegacia. Ela falando do momento de dançarinos de Francesco e Barold foi impagável. Mas pelo jeito a doce – cof, cof – irmã carrega um trauma que pode trazer momentos mais dramáticos à sua participação na série.

Dallas – Truth and Consequences, The Enemy of My Enemy e Collateral Damage

Data/Hora 23/07/2012, 15:08. Autor
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A audiência de Dallas caiu pela metade desde de seu episódio de estreia. De quase 7 milhões de espectadores, pouco mais de 3.5 milhões ainda acompanham a série.

A audiência caiu porque o interesse das pessoas não acompanhou o drama novelesco da série, que prometia ser uma coisa e não foi. As reviravoltas típicas de um folhetim não foram suficiente para sustentar o roteiro quase pobre de novidades. Infelizmente, isso foi um dos motivos para eu pensar em desistir da série. Três episódios depois, ainda estou achando que a renovação da série foi um tanto precipitada diante de tamanhas expectativas. Resta saber se alguém mais se sentiu enganado com Dallas. 

O episódio Truth and Consequences foi o início da derrocada. Para quem não lembra, foi nesse episódio que Southfork foi vendida para o confabuloso J.R. Ewing, que passou os últimos tempos tramando para usurpar a fazenda do irmão. Com J.R. no comando, restava a Bobby impedir que o herdeiro do irmão começasse novamente a perfurar o solo da fazenda em busca do petróleo.

Saímos de um dos maiores impasses da história da série para cair em um pequeno jogo de xadrez. Quem faz a próxima jogada nem sempre leva o jogo.

E as jogadas não param. Ser imprevisível é a única motivação dos personagens, e por causa disso, desse interesse comum e reduzido, que a série acabou se tornando previsível demais.

A trama amorosa é tão descartável quanto o resto. E daí que Rebecca ama o Chris, se o Chris ama a Elena e a Elena resolveu ficar com John Ross? A confusão é tanta que não dá nem para rolar uma simpatia com os casais. Sinceramente, Rebecca é um personagem bobo. Chris é o típico bonzinho atormentado. Elena era para ser a mulher de punho forte, mas acabou se mostrando mais ingênua do que a Rebecca. E John Ross? Ah, esse aí tem um relacionamento sério com seu próprio ego. Para piorar tudo, ainda tem a falsa Marta, Veronica. Que de uma hora para outra mostrou-se ser desequilibrada mental e maníaca por sexo.

Na velha guarda, toda vez que olho para a Ann tenho vontade de revirar os olhos. O que uma mulher criada daquelas, que sabe atirar de rifle, faz correndo e chorando feito uma adolescente após relembrar o passado triste com seu ex Harris Ryland. Tentar abalar o casamento entre ela e Bobby é um desperdício de tempo.

Em The Enemy of My Enemy, sexto episódio da trama, a briga dentro da família cresce. Christopher parece cada vez mais revoltado com os problemas do mundo, Bobby acredita que pode haver guerra com dignidade, J.R. está em um spa curtindo férias em Las Vegas, enquanto o mundo gira e gira. Na verdade, a sombrancelha texana estuda os movimentos de um antigo inimigo da família. É, são os inimigos dos inimigos. Todo mundo tem.

Do outro lado do campo, quem corre para ganhar o jogo é John Ross, impedido de transportar o petróleo por causa do acordo entre Ann e Ryland, ele apela para a mãe, futura governadora. E ela, se compromete até os ossos com Ryland.

Rebecca ainda tenta enganar o irmão, enquanto ajuda a família Ewing a reconquistar o solo de Southfork. Se não a fazenda, ao menos o direito ao petróleo. Ela consegue, mas a coitadinha ainda não conquistou o que mais quer do marido (ou ex), a confiança. Logo depois, passa mal e vai parar no hospital. Ela logo descobre que não está doente e sim… grávida. Agora ela quer se livrar do irmão  Tommy e seguir o caminho do amor. Será? Porque vamos combinar, entregar cesta de café da manhã pra ex do marido, levar a sogra para almoçar e sair por aí vomitando no banheiro alheio é teatrinho demais para alguém que diz apenas precisar ser compreendida. Mas o pior de tudo é, quem liga para a Rebecca?

Em Collateral Damage, as coisas não melhoraram a chegar ao opnto de eu precisar rever o episódio para entender o que tinha acontecido. Seria Dallas uma espécia de Lost do folhetim? Chego a me perguntar se o quebra-cabeça de damas, cavalos e peões não estaria complicando o que a princípio deveria ser mais simples.

No último episódio, a úncia coisa realmente interessante foi… bom, não houve nada de interessante a não ser a ‘misteriosa’ morte de Veronica. John Ross precisa pagar a dívida, e quer pagar com o petróleo. Bobby pediu desculpas para Ryland. Chris ainda quer Elena, mas chorou feito um bebê (de desgosto?) por causa do DNA do filho com Rebecca.

Enfim, dizem por aí que americano não tem paciência para séries muito difíceis, talvez por isso a audiência caiu tanto. Para mim, Dallas não é difícil, apenas complicada demais para seu universo cada vez mais vazio. Talvez fosse a hora de reinventar a série e deixar parte as velhas mazelas texanas que rodam os Ewings.

Tirando a vingança e o romance, o que resta em Dallas? Quase nada.Para mim, Dallas tornou-se apenas uma série de picuinhas. Agora é entrar na reta final e torcer para que aconteça uma única reviravolta: na qualidade do roteiro.

Covert Affairs – Sound and Vision

Data/Hora 22/07/2012, 20:42. Autor
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Estou soltando tiros pelo ar depois de ter assistido Sound and Vision! Que episódio! Nunca pensei que Covert Affairs conseguiria chegar a ter esses momentos intensos na trama. Realmente, foi um tapa na cara dos fãs e principalmente, na minha cara. Eu amei o episódio do começo ao fim. Tivemos tudo o que Covert Affairs traz de bom e com uma dose duplicada em momentos cute entre Annie e Auggie. Quem torce para esse casalzinho, não tem o que reclamar, tirando a parte do casamento com a Parker.

Mas cá entre nós, um relacionamento de quatro meses e a distância já dá motivos para uma pessoa querer subir de nível? Quer dizer, Auggie tomou uma decisão um tanto arriscada querendo se casar com Parker. Certamente é um tiro no escuro e novamente não estou fazendo trocadilhos.

Olhar para Annie escutar a notícia de que o seu querido amigo iria se casar, não só a fez se entristecer como a colocou em alguns dilemas de sua vida. Jai morreu e nunca teve a oportunidade de ter um relacionamento sério (pelo que sabemos) e isso foi um dos motivos, pelos quais, Auggie quis se casar. Segundo ele, a vida é muito curta e nunca saberemos o dia de amanhã. Mas a verdade é que Annie está confusa e se envolver com um colega de profissão pode ser arriscado, principalmente pelo fato do seu caso com Ben ter dado toda aquela complicação que felizmente teve um desfecho feliz. A verdade é que torço para que Annie fique com Auggie, mas acredito que o momento não seja certo para isso. A vida de ambos está em fases diferentes e se colocarmos os dois juntos nesse momento, pode acabar com uma relacionamento que poderia ser prolongado.

E acabei que não comentei nada do que aconteceu com Danielle no último episódio, mas até agora eu estou muito satisfeito pelas suas participações da série. Graças a ela, Annie não morreu na explosão. Porém, estamos nessa situação frustrada, já que Annie é uma espiã e não poder compartilhar nada com Danielle, enquanto a própria acaba forçando um pouco a barra. Mas eu acredito que a série se trate exatamente disso: como lidar com seu lado profissional e o seu lado pessoal juntos e em sincronia.

Enquanto a missão desse episódio, não foi extremamente radiante ver aquela briga entre Lena e Joan na CIA? Finalmente, os roteiristas encontraram um personagem que colocará algum drama interligado com o casal de espiões que foram testados em quase todo o episódio. Arthur está investigando a família Wilcox. Pela primeira vez, concordei com Henry ao colocar toda a culpa em Arthur. De certo modo, o diretor da CIA sempre se mostrou muito infeliz em suas decisões envolvendo Jai e em sua habilidade em trabalhar na CIA. É claro que o próprio personagem era muito chato, mas até entendo o seu lado. Quem não ficaria frustrado vendo seus colegas de trabalho subindo de cargo, enquanto ele se mantinha preso no mesmo lugar? Arthur tem culpa nisso.

Bom, pela primeira vez, Joan se mostrou individualista. Ela quis mostrar que ainda mandava, ao tirar dois de seus melhores funcionários que se encontravam em posições totalmente distintas. O departamento de Joan está decaindo e muitas coisas estranhas estão acontecendo diante de nossos olhos e não estamos percebendo.

Pois é covertianos… Annie continua sozinha. Mas pelo menos, ainda temos Simon para confortá-la.

Leverage – The Very Big Bird Job

Data/Hora 21/07/2012, 23:23. Autor
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A equipe de Nate está de volta, em uma nova cidade e em uma nova sede, a “Leverage Associados”, filial de Portland. Até quem não assistiu o episódio The Very Big Bird Job sabe que esse nome foi dado por Hardison. Nesta temporada Leverage se muda para Portland, onde oficialmente são feitas as gravações. Nos anos anteriores a cidade se fantasiava de Boston, mas nesta a quinta temporada deve ganhar mais destaque na série. Leia mais sobre o que esperar do novo ano do seriado aqui.

Depois das férias merecidas, que cada um tirou bem à sua maneira, a equipe de Leverage voltou com tudo. Antes mesmo da chegada de Sophie e Nate à Portland, Hardison e Parker, o novo casal mais estranho/engraçado da televisão, já tinha abordado uma senhora indefesa na saída de um tribunal, obviamente, após um julgamento injusto. O “precisa de alguma ajuda” de Parker e Hardison já resume todo o objetivo do time de Leverage e já faz a gente lembrar em todas as pessoas que eles já ajudaram e nos episódios emocionantes proporcionados por cada missão diferente.

Para continuarem com seu trabalho, o time de Leverage precisou mudar de casa. O antigo apartamento de Nate está vigiado pela Polícia Estadual, FBI e o carrinho de pretzel da Interpol. Agora Portland parece o caminho mais seguro e Sophie é a única que não gostou inicialmente da mudança de endereço. O esconderijo foi equipado por Hardison para evitar ser descoberto novamente, principalmente pelos inúmeros inimigos que a equipe de Nate coleciona. E Hardison sempre escolhe os melhores esconderijos, o da “filial” de Portland fica atrás de um restaurante e o hacker já providenciou a compra de uma microcervejaria para maquiar o verdadeiro objetivo do local. A discussão de Eliot sobre como é ruim colocar uma cervejaria perto de um restaurante foi para lembrarmos das inúmeras cenas engraçadas do seriado e para esperarmos muitas mais durante a quinta temporada. Sophie foi a mais cômica se empolgando e achando que Eliot também ia reclamar da cidade.

O caso da vez não é muito diferente dos anteriores, uma viúva que não ganha indenização pela morte do marido em uma tragédia no trabalho. As melhores partes ficaram por conta de Eliot e sua incansável capacidade de proteger os mais indefesos com uma surra atrás de outra. Com certeza a melhor foi ele recuperando o ursinho de pelúcia. O pagamento pelo serviço, como sempre, não é necessário. Como afirmou Nate: “Nós operamos com um fluxo de receita alternativo”.

O grande lance da missão foi o aparato montado por Hardison para simular um voo falso e o grande vilão do episódio, Scott Roemer, dono da Global Transit Airlines, acaba acreditando que realmente estava pilotando o Big Bird. Roemer se mostrou um dos vilões mais detestáveis que já apareceram em Leverage, mas como sempre, teve o que mereceu e ainda muito mais. Com certeza se ele tivesse caído na ilha de Lost teria mais sorte. O cenário fake do acidente também ficou muito bom, um dos melhores trabalhos da equipe. Para fechar o esquema da missão, Hardison ainda incorporou novamente um estrangeiro e virou Abdullhah Ib Jabreen, um nome melhor que o outro.

Quem também se divertiu muito nesse episódio foi Parker, quase uma mulher aranha, pegou até carona se segurando embaixo de um carro da equipe de Roemer. Já Sophie pareceu começar a gostar um pouco de Portland, principalmente quando ela acha um teatro para alugar e tenta convencer Nate a colocá-lo pra funcionar.

A missão dá certo, eles conseguem mais dinheiro do que a viúva precisaria para criar a filha e ainda acabam com Scott Roemer e a sua empresa. O que não dá certo é a cerveja de Hardison, mas vale lembrar que foi a primeira tentativa e todos sabemos que essa não é a área de especialização da equipe de Leverage. Mas acho que eles ainda conseguem uma boa cerveja até o final da temporada.

A premiere do seriado termina um pouco macabra. Hardison está ajudando Nate com um plano que os dois escondem do resto do grupo. Nate convence Hardison que é melhor dessa forma, mas o hacker não se sente bem com a situação. O chefe da equipe de Leverage afirma que “todas as coisas boas chegam ao fim” e Hardison aparece com o mapa mundi aberto com vários pontos marcados e diz à Nate que vai “apreender o dinheiro”.

O cartaz promocional da quinta temporada da série afirma que “a vingança está no futuro”. Provavelmente esta missão em que Hardison está ajudando Nate tem alguma coisa a ver com essa vingança, e talvez uma possível aposentadoria dessa vida de salvador de indefesos. O que é mais provável é que Hardison não consiga ficar muito tempo mantendo o segredo de Nate e deve abrir a boca, principalmente para Parker. O episódio não explicou muito o que está por vir e provavelmente as informações serão administradas em pequenas doses durante a quinta temporada. Nos resta filosofar, quem aí tem uma teoria da conspiração para explicar os planos de Nate?

As primeiras impressões de ‘Political Animals’

Data/Hora 21/07/2012, 16:11. Autor
Categorias Opinião, Reviews


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A vida da ex-primeira-dama e atual Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton é no mínimo curiosa. Quem não se interessa por tudo que ela passou quando os escândalos envolvendo seu marido Bill Clinton, presidente dos EUA na época, chegaram a mídia? Quem não gostaria de saber o que passava pela cabeça dela naquele momento e quais seus motivos para tomar as decisões que tomou? E quem não gosta de uma boa história sobre os bastidores da política? Se você concorda com estes apontamentos, não irá se decepcionar com Political Animals, minissérie norte-america do canal USA com seis episódios que estreou no último domingo por lá.

Political Animals conta a história de Elaine Barrish (Sigourney Weaver), uma ex-primeira-dama e ex-governadora do Illinois – o estado onde Hillary nasceu, coincidência? – que perdeu nas primárias e acabou no cargo de Secretária de Estado dos EUA. Agora, além de lidar com as situações complicadas do seu trabalho, ela ainda precisa lutar para manter a sua família junta e nos eixos.

A série começa com Elaine discursando sobre sua derrota nas primárias. É neste momento que conhecemos sua família, que é apresentada por um locutor durante a entrada individual e que serve também para apresentar cada um para o público, uma forma um pouco explicativa demais para o meu gosto, mas que até que funciona no contexto. Conhecemos então o marido Bud Hammond (Ciarán Hinds), ex-presidente e mulherengo; o filho Douglas Hammond (James Wolk), descrito como o filho perfeito que trabalha com a mãe e tem pretensões políticas; o outro filho Thomas (T J) Hammond (Sebastian Stan), abertamente gay e problemático; e por último a mãe de Elaine, Margaret Barrish (Ellen Burstyn), espirituosa e que fala o que pensa sem medo.

É neste início do episódio piloto que mais nos lembramos dos Clintons. Descobrimos que Elaine também foi traída durante o casamento, que as traições também foram descobertas enquanto seu marido era presidente, e que, assim como Hillary, ela também ficou ao lado dele naquele momento. Mas as maiores similaridades terminam por aqui, já que, assim que perde a corrida pela presidência, Elaine consegue a força necessária para pedir o divórcio.

Dois anos se passam desde a campanha e agora Elaine é a Secretária de Estado e está prestes a casar seu filho Douglas. Neste momento também conhecemos uma figura que será importante para o desenvolvimento da série, a jornalista Susan Berg (Carla Gugino), que acompanha a carreira e a vida de Elaine desde o começo e foi uma das principais jornalistas a expor o caso da traição de seu marido. O embate entre as duas fica claro logo na primeira cena em que dividem. Susan está ali para passar uma semana com Elaine, acompanhando seu dia a dia para fazer uma matéria. A dinâmica entre as duas atrizes é boa e segura o momento, Gugino se sai bem no embate com Weaver e consegue se destacar. Neste momento também já percebemos que há algo além da relação profissional, que Susan possui algum sentimento mais forte em relação a Elaine que a faz agir de forma mais agressiva. Como a série não tem muito tempo para esconder as motivações dos personagens, logo descobrimos que Susan é uma feminista radical e que sua decepção com Elaine surge quando ela resolveu ficar ao lado do marido.

E como desgraça pouca é bobagem, Elaine ainda precisa lidar com uma crise diplomática enquanto resolve os últimos detalhes do noivado de Douglas e lida com os problemas constantes de TJ, que desta vez são ainda mais sérios. Além disso, não é porque ela está divorciada que seu ex-marido também não estará presente e trazendo ainda mais complicações para a sua vida.

Political Animals não é uma das melhores minisséries já feitas, mas tem qualidade acima da média e é diversão pura. O elenco também faz um bom trabalho, com exceção de Ciarán Hinds, que não me convence como o garanhão sedutor. Sua trama também não é a mais original da televisão, afinal se apoia em diversos clichês de famílias problemáticas já vistos na televisão, mas traz para o espectador discussões que entretêm e seu criador Greg Berlanti sabe bem como tratar este tipo de família, afinal foi produtor de Brothers & Sisters, cuja dinâmica é parecida. Além disso, este universo dos bastidores da política chama a atenção. Agora, só uma coisa me deixa com um pouco com o pé atrás, será que vão conseguir abordar e encerrar de forma satisfatória as tantas histórias que tiveram início neste piloto com apenas seis episódios?

p.s. Adrian Pasdar, de Heroes, faz o presidente dos EUA e Dylan Baker, de The Good Wife, o vice.

The Glee Project – Fearlesness e Theatricality

Data/Hora 20/07/2012, 23:53. Autor
Categorias Reviews


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Hello Gleeks! =P

A review dessa semana será dupla visto que eu tava muito abalada semana passada pra escrever. Antes que vocês tivessem que ler as insanidades que eu escrevo quando meu lado pré-adolescente vem a tona achei melhor dar uma segurada e esperar a poeira baixar.

Fearlesness foi (quase) todo errado. Achei bacana o dever de casa quando eles tiveram que cantar o rap Now we found love. E vamos combinar que a linha entre ser confiante e ser ridículo é bem tênue, mas eles até que conseguiram se sair bem. A mentora da semana foi Jane Lynch, o que ocasionou uma reação insana e desmedida das pessoas. A Jane é demais, mas nunca pensei que eles fossem surtar mais com ela do que com outros que estiveram ali antes. Enfim… a Jane acabou dando uma de Sue e escolhendo a mala da Lily. Super concordei com a irritação da Aylin e não estou falando isso só porque gosto dela. Ela foi melhor na tarefa.

O Charlie e a Aylin voltaram a ser fofíssimos e resolveram assumir um relacionamento, embora eles não soubessem como denominar a relação que tem. Tudo estava bom demais pra ser verdade e eu previ que alguma coisa devia acontecer.

O clipe da semana foi bem legal, já que teve tudo de melhor em Glee unido. Mashup (One Way or Another/Hit me with your Best shot), raspadinha e piscina. Grande parte dos concorrentes mandou bem e Ali finalmente mostrou a que veio, superando limitações e merecendo a menção honrosa por encarar de peito aberto o tema da semana: coragem.

Quando vi que safaram o Michael e o Abraham (que nem apareceu direito nessa semana) sequer foi mencionado pro bottom vi que uma das famosas injustiças do Ryan aconteceria. Era óbvio que iam desmanchar o casal e a eliminação do Charlie só pode ter sido uma forma de retaliação a eles dois. O Charlie ainda tinha muito a render, ao contrário da Nellie que é super talentosa, mas definitivamente não vai perder a timidez e vencer o programa. Em Charlie eu via um possível personagem de Glee, além de que ele simplesmente arrasou na performance de última chamada. Foi demais o que ele fez. Foi tããão triste a despedida dele e da Aylin. Quase não acreditei no fim de Charlin =(. Muito fofo ele dizendo pra ela dar “nada menos que o melhor”. Espero que a eliminação sirva para ela ter cada vez mais gás e, em nome dos dois, vencer essa competição.

Já o tema do episódio 02×07 foi Teatralidade. Como pudemos ver desde o começo foi a semana da Ali. Ela já teve um bom momento no 02×06 e emendou esse bom momento em Theatricality. O dever de casa foi vencido por ela que obteve destaque no videoclipe e também uma sessão com Grant Gustin, o Sebastian dos Warblers.

Adorei o fato de cada um ter que encarnar um personagem para o clipe da semana. Só grandes nomes do pop/rock mundial. Menção honrosa pra Shana que teve que se superar usando aquele vestido de carne peculiar da Lady Gaga.

O Michael foi muito mal e novamente se safou do bottom por pouco, só porque a Lily Mae insuportável, o Abraham e a Nellie (Who?) foram pior. O Abraham tem muito problema com a sua sexualidade e demonstrou isso novamente essa semana. Foi só tocarem na androgenia dele que ele surtou. Entendo que tenha trauma e tudo, mas né?

Por mim eliminavam a Lily sempre, mas ela foi muito bem cantando Someone Like You. Até porque, vamos combinar, ganhou um presentão dos produtores. Quando vi a apresentação dela tive certeza que ela ficaria.

E finalmente a eliminada da semana foi a Nellie. Ela é talentosa, mas não pra Glee. Ela devia se lançar como cantora num estilo mais reservado. Gosto muito dela, acho uma grande voz, mas não acho que mereça um papel em Glee e nem continuar em The Glee Project. Era pra ter sido eliminada semana passada já.

Achei Aylin meio apagadinha essa semana, mas acho que ela sentiu o baque da eliminação do Charlie. Espero que semana que vem volte a crescer na competição.

PS: vocês viram que fofo a música que o Charlie fez pra Aylin? Agora to amando ele ainda mais e odiando ainda mais o Ryan.

Fonte do vídeo: Gleek Brasil

Falling Skies – Homecoming

Data/Hora 18/07/2012, 15:05. Autor
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Apesar do chamarisco na promo do episódio, a chegada de Karen não é o único motivo de movimentação nesta semana de Falling Skies. Weaver foi mordido por um dos arreios que ficaram revoltados quando a 2nd Mass salvou as “crianças perdidas” dos skitters, durante o episódio Young Bloods. A situação da ferida se agrava e leva a 2nd Mass a ter momentos emocionantes neste último episódio Homecoming, momentos dignos de um E.R.. Noah Wyle certamente relembrou os anos vivendo John Carter no County Hospital, em Chicago. No entanto, a precariedade da situação de Weaver com certeza era muito maior que qualquer paciente dos quinze anos de E.R.. Sem os equipamentos necessários e lidando com um veneno alienígena desconhecido o trabalho de Anne e Lourdes não foi nada fácil. Até o faz tudo Jamil montou uma engenhoca para conseguirem salvar a vida de Weaver.

Ficou evidente a importância do capitão da 2nd Mass neste episódio, Weaver é um líder. Apesar de Tom ser respeitado, ter voz de comando e certamente ser o preferido dos alienígenas, Weaver não coloca sentimentos acima de suas decisões. Apesar de algumas resbaladas emocionais durante a segunda temporada o capitão segue sendo a linha mais central de comando de todas as pessoas que procuram sobreviver através da proteção da 2nd Mass.

Para sobreviver também é importante o amor, sempre presente em Falling Skies. Tom e Anne definitivamente estão formando um casal, como atriz Moon Bloodgood fez questão de afirmar no painel da série durante o Comic-Con 2012. Prova disso são os primeiros cinco minutos do episódio Homecoming, onde os dois acordam cheios de amor pra dar, tem aquela típica escapada falando de ex e logo depois iniciam uma discussão quando Tom descobre que Anne estava escondendo a precariedade da saúde de Weaver. Mais adiante o tratamento de Weaver novamente é motivo de discussão e Anne faz uma consideração muito pontual: os dois não podem se dar ao luxo de uma briga de casal na atual situação do mundo, precisam é tentar sobreviver. Com amor, é claro.

A preocupação foi tanta em salvar Weaver que a 2nd Mass não deu a importância devida a chegada de Karen e ela ainda parece ter uma ligação forte com os soberanos. A ex-namorada de Hal se mostra mais perigosa e merecedora de preocupação do que Ben. O fato de ter sido a única sobrevivente das crianças que tiveram seus arreios retirados e foram jogadas na floresta não colou muito bem e realmente pareceu uma jogada para os alienígenas conseguirem levar Ben para fora da 2nd Mass. E funciona.

Quem chega para alertar Tom sobre o perigo eminente foi nada mais, nada menos, que John Pope! Como afirmei na segunda review desta temporada, ele vai, mas ele sempre volta. Mas Pope retornou muito machucado desta vez, teve a vida salva por Anthony e agora provavelmente os dois estão quites, já que Anthony só aceitou acompanhar Pope por ele ter salvo sua vida em outro momento. O ex-líder dos selvagens alerta Tom sobre Karen e o desejo dos alienígenas de chegarem até Ben. Mas foi tarde demais, depois de Maggie ter percebido o perigo em Karen e tentado encurralá-la, Karen e Ben fogem do acampamento.

Maggie acaba muito machucada, nunca na vida uma ex-namorada do seu atual rolo pareceu tão assustadora. Ben parecia hipnotizado, Karen assustou inclusive Pope. Até na Comic-Con em San Diego a atriz que a interpreta, Jessy Schram, deu uma de assombração e apareceu de surpresa no painel da série. Nesse pouco tempo que Karen permaneceu na sua volta à 2nd Mass pareceu muito falsa, óbvia, robotizada e escapou de Maggie em uma acrobacia metida a Carrie-Anne Moss em Matrix. O desmaio dela quando Hal a pega beijando (ou quase) Ben pareceu totalmente falso e assim ela conseguiu colocar os irmãos Mason um contra o outro e bagunçou total a situação no acampamento. Maggie foi quem teve a percepção mais interessante quando Hal conta a ela o que aconteceu entre Ben e Karen: Ben é quem está realmente em perigo.

Maggie tem problemas e ainda não sabemos quais, mas se o mundo foi praticamente destruído por alienígenas, a população dizimada e ela conhece um cara como Hal, bonito, simpático e prestativo e acha que não merece ficar com ele. Sim, ela tem problemas. Aparentemente o passado de Maggie esconde mais alguma coisa que ainda não sabemos, mas certamente, seja o que for, não deveria impedir ela de tentar ser feliz na atual situação do planeta terra. Outro com problemas é Hal, quando não está apaixonado pela moça que acha que não merece ele, está hipnotizado pela “Karen, a estranha”, ou como disse Pope “assustadora do inferno”.

Agora com Weaver salvo resta saber as próximas decisões da 2nd Mass. Acredito que eles devam continuar rumo a Charleston, mas Tom vai querer uma equipe para ir atrás de Ben e Karen. De novo? Acho difícil Weaver aceitar. Não seria lógico. O problema de combustível foi resolvido através de Tector que ficou emocionadíssimo por ter achado recursos suficientes para abastecer os geradores do hospital e viabilizar a sequência da viagem do grupo. Pope alertou que a localização da 2nd Mass já é conhecida pelos alienígenas “cabeças de peixe” e um ataque é eminente. Segundo ele, os “cabeças de peixe” querem encontrar Tom e Ben, por causa da rebelião de skitters da qual os alienígenas acreditam que Ben faz parte.

Tom e Weaver precisar partir com a 2nd Mass do hospital, Pope deve baixar a guarda agora que precisa de proteção e Anthony já não lhe deve mais a vida. O grupo deve seguir para Charleston e sabe Deus o que Ben e Karen devem estar fazendo. O irmão do meio dos Mason parece mesmo ter sido hipnotizado por Karen, pois apesar de ter dito no episódio anterior que cedo ou tarde teria que ir embora do acampamento ele se posicionou contra a chegada de Karen, afirmando que ela ainda tinha ligação com os alienígenas e era um perigo para a 2nd Mass. Depois acaba até sendo beijado pela ex-namorada de seu irmão. Ben está em perigo, não só por estar acompanhado da assustadora Karen, mas porque os “cabeças de peixe” estão atrás dele. Eu apostaria que o porco espinho dos Mason está levando Karen para onde os rebeldes skitters estão organizando a rebelião e ela deve entregar a localização dos rebeldes para os soberanos. E vocês apostariam em qual situação?

Falling Skies chega ao sexto episódio da segunda temporada e até agora este foi o que “passou mais rápido”, na minha opinião. A temporada não é brilhante, mas diverte e já é bem mais concisa que o primeiro ano da série. Vale lembrar que Falling Skies foi renovada semana passada para a sua terceira temporada e um novo alienígena já foi prometido para o próximo ano da série.

PS: O que é o Matt pra lá e pra cá com uma arma quase maior que ele?

Teen Wolf — Restraint

Data/Hora 17/07/2012, 00:20. Autor
Categorias Reviews


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Resumo do último episódio, Frenemy: Derek persegue o Kanima, mas acaba apanhando de graça. O avô de Allison também fica cara a cara com o monstro, mas os dois não parecem esboçar nenhum tipo de perigo um ao outro. Scott e Stiles tentam proteger Danny, já que o aparente é que o Kanima ataca pessoas que devem ou deviam alguma coisa ao Jackson em si. A dupla dinâmica SS consegue prender (por algumas horas) Jackson, mas em um momento de descuido, enquanto Scott e Allison estavam no maior love dentro do carro, ele foge. Como Jackson é Jackson, ele vai logo contar à seu pai, que é advogado. E por fim, Lydia descobriu que o Kanima precisa de um líder, e não de um amigo, como antes havia sido dito. Ainda fica em aberto a história de existirem dois Kanimas, e não só o Jackson.

Bom, logo no começo do episódio, Scott e Stiles leram a ordem de restrição, dizendo que eles não podiam ficar a menos de 15 metros de Jackson. Nem precisa dizer que Stiles deu uma de bobo, e fez todo mundo rir com a possibilidade de precisar ir ao banheiro ao mesmo tempo que Jackson. A mãe de Scott ficou super brava, e quis deixar o menino de castigo, mas ele precisa trabalhar. Sem computador, mas ele precisa para a escola. Depois de um tempo ela percebeu que o maior castigo era deixá-lo sem seu melhor amigo.

Allison teve a brilhante ideia de conversar com Jackson, porque ela achava que tinha alguma vantagem, e que podia arrancar alguma coisa do passado do Jackson, que estivesse atrapalhando o presente. Já que o Kanima era pra ser um lobisomem, mas como tem assuntos inacabados no passado, se tornou o que é. O que acontece é que Jackson acaba engolindo uma cobra, e ficando meio, possuído. Ele a ataca verbalmente, mas depois cai em si. Mas não rápido o bastante pra Scott não flagrar ele e Allison no vestiário masculino. Assim, começa uma briga, que os leva (juntamente com Stiles e o fotógrafo, do qual não me lembro o nome), diretamente para a detenção com o Sr. Harris, professor estranho de química.

Durante a detenção, Jackson passa mal, e a cobra que ele tinha engolido, sai pelo seu olho. Uma cena um tanto nojenta de se ver. Quando o professor os deixa organizando livros na biblioteca, o Kanima resolve aparecer, e acaba imobilizando o fotógrafo e a Erika, que tem uma convulsão. Scott e Stiles à levam para Derek, que tira o veneno da guria.

Antes disso, também na detenção, Scott, Stiles e Erika descobrem o assunto mal resolvido de Jackson. Ao que parece, seus pais biológicos foram assassinados, e Jackson, ainda bebê, foi retirado do corpo já morto da mãe.

Lembram daquele garoto esquisito e lindo que deu uma flor pra Lydia ? Na verdade, pelo o que minha mente lerda entendeu, ele era uma ilusão, sendo o Peter (ex Alfa) quando mais novo. Ele quer se aproveitar da imunidade dela, e disse que tem uma missão pra guria cumprir. Nos resta imaginar o que.

Importante dizer também que Scott, vendo o estado de Erika, resolveu se juntar à Derek Pack, mas querendo fazer tudo do jeito dele. Ingênuo. Até parece que Derek e sua marra vão deixar ele mandar.

E Stiles parece ter encontrado um novo interesse amoroso (até que enfim): Erika. A guria comentou que tinha uma quedinha por ele, e enquanto passava mal, Stiles ficou o tempo todo ao seu lado.

E pra quem não percebeu: O carro que o Kanima enconta no 2×05, é o carro do professor Harris. E aí, dá até pra entender tamanha preocupação do professor com Jackson, quando ele passa mal. Mas Teen Wolf sempre me surpreende, então não vou colocar todas as minhas fichas que é o Harris que está controlando o Jackson-Kanima.

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