TeleSéries
True Blood – In The Beginning e Somebody That I Used to Know
31/07/2012, 19:28.
Marco C. Pontes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Quase no fim e fica a pergunta: O que aconteceu até agora?
Os dois últimos episódios chegaram para mostrar que coerência realmente não está no vocabulário de True Blood e que desenvolvimento nem chegou para os primatas. Las Blooditas, como vou chamar de hoje em diante. NADA. NADA justifica a morte do personagem do Christopher Meloni, que era sensacional. Só esperava que então Russell tornasse um problema para Eric e Bill e até agora (considerando também o oitavo episódio) nada aconteceu. Russell “convertido” só engana a Salomé e a Nora. Está na cara que ele ainda vai fazer a maior baderna.
Mas True Blood PARA MIM sempre foi uma série trash, despreocupada de conteúdo e mitologia, então nem me incomoda tanta que a Autoridade tenha se perdido no meio dessa temporada (e aquela mitologia tá bem canalha). Como também não rir de todos os vampiros chapadões de SANGUE correndo por New Orleans e Bill mostrando que realmente joga em outro time, cavalgando em Eric.
Muito esperto da parte dos diretores e roteiristas colocar gente de tudo quanto é etnia no mesmo grupo de ódio. Somos todos iguais, inclusive na hora de sermos preconceituosos. Got it. Na verdade, cada vez estou mais certo que a sexta temporada vai ter como ponto central uma guerra generalizada entre esse povo todo.
True Blood brincando de Game of Thrones com muita informação junta num único episódio. O excesso de ênfase nos plots secundários (e alguns deles inúteis) realmente tem me irritado. Mas True Blood é aquele vício, aquela série que você tem dificuldade pra largar, mesmo vendo que a série tá descendo a ladeira.
A história do Sam será importante quando a guerra entre humanos e vampiros começar. Os plots do Jason e do Hoyt, cada vez mais odiando os vampiros, parecem caminhar no mesmo sentido. Os lobisomens deverão escolher um lado nessa história. A aparição da Lilith, apesar de tosquíssima visualmente (gastaram todo dinheiro para efeitos especiais em Game of Thrones?), lembra o retorno de cristo no arrebatamento (que aparentemente está por vir). Esse plot todo me faz feliz, mas ainda está precisando de um pouco mais de desenvolvimento.
Gostei da quase evolução da Tara, que finalmente está se tornando gente. O mais legal do episódio foi mostrar as muitas tramas que serão desenvolvidas nesses quatro últimos episódios. A Guerra entre Populistas e Sanguinista promete ser épica. O plot da Sookie soa interessante pra mim e acredito que vai surpreender, mas sabemos que no final, ela vai escolher ter a super vagina.
O ruim é que Alcide parece solto na trama, não desperta interesse nenhum. Gostaria de uma trama para Pam e Tara, pois elas também parecem soltas na trama… Mesmo assim, as cenas entre elas são divertidíssimas. .Deus (Lilith) agora é a desculpa para todos os atos insanos por parte da vampirada alucinada pelo SUPER SANGUE. O torpor mental experimentado pela turma de vampiros se justifica a qualquer custo, mesmo que seja o sangue de crianças, bebês ou mães de família. Nada segura esse povo!
P.S: Tivemos o retorno de Lafayette bichá má e macumbeira.
P.S: O fim dos dias está chegando. Vampiros contra humanos.
P.S: Hoyt, Hoyt…Você é sério candidato a tomar o lugar da Tara no ranking de personagens que desejamos mortos (de verdade!).
P.S: Até o Eric sabe que tudo que está acontecendo por causa de Lilith é uma furada. Tem que ver isso aí, Bill!
P.S: Que obsessão tensa que os roteiristas têm com a bunda do Sam. Não pode.
Diálogo lindo do episódio:
Pam: ” Isso é seu”
Tara: ” Pensei que você estivesse puta…”
Pam: ” Você não me conhece tão bem. Minha cara de vadia e minha cara feliz são a mesma.”
Rizzoli & Isles – Crazy for You e Cuts Like a Knife
31/07/2012, 10:34.
Mariela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Ao me preparar para escrever essa review, me peguei pensando nos oito episódios já exibidos nessa temporada. E cheguei a seguinte conclusão: posso procurar, e não acho um episódio ruim de Rizzoli & Isles. Não me canso de dizer o quão impressionada fico com a regularidade da série, a excelência da mesma. Tem muita série por aí que é regular. Mas poucas conseguem tal regularidade enquanto mantem um alto nível. E R&I consegue fazer isso, sem sombra de dúvida.
E os dois episódios objeto dessa review ilustram bem o que eu quero dizer. Crazy for You foi um episódio redondinho, instigante, com um caso bem construído, que me deixou com o coração na boca antes do seu desfecho. Era natural que o nível caisse um pouquinho no episódio seguinte. Mas não. Cuts Like a Knife conseguiu ter um caso ainda mais instigante e interessante. Ainda mais bem construído. Por isso tudo digo e repito que a série merece a audiência que tem, e a renovação mais uma vez obtida bem cedo.
Em Crazy for You, enquanto Maura se entertia com uma reunião nada convencional de médicos legistas – com direito à declaração de amor do Dr. Pike e tudo -, Jane corria risco de morte ao ser aprisionada pelo seu amoroso esposo.
Pessoas, o que foi aquela reunião? Um médico mais excêntrico que o outro. Dos convidados, só se salvava o texano. De resto, insanidade e bebedeira.
Pra mim o desfecho do caso foi uma surpresa, já que nunca imaginei que o amável e atencioso padeiro era um lunático obcecado por Jane. Muito muito assustadora a obsessão do cara, a reconstrução do quarto, as fotos-montagem na parede, Jane vestida de mulherzinha. Enfim, um caso bacana, bem sólido, com uma reviravolta final. Ponto para os roteiristas de Rizzoli & Isles, novamente.
Ah, não posso esquecer de Angela e de seu super carro, que propiciaram o encontro dela com a ex-noiva de papai Rizzoli e ex-peguete de seu filho problema. Será que vem um netinho para a cômica mamãe Rizolli, ou Jane ganhará um irmãozinho? Aguardemos as cenas dos próximos episódios.
Em Cuts Like a Knife, mais um super caso. Adorei a discussão sobre a imigração de jovens garotas, em busca de uma vida melhor, e o desenvolvimento da trama de aprisionamento sexual das mesmas. Acho legal mexerem com essas questões polêmicas e controvertidas, inclusive tocando no aspecto das falsas agências de caridade.
O caso era tenso, dramático mesmo. Mas foi bem contrabalanceado pelos momentos “sonho” de casamento de Isles (nossa superculta poliglota) e de – forçadamente – Jane. O sonho dela não é perfeitamente compatível com sua personalidade? Adorei.
E também achei uma comédia a trama envolvendo Frost e Frankie. Quem diria que o Código dos Homens seria tão engraçado? Dividir a mulher pode, mas um guarda-chuva nem pensar? Diversão pura, especialmente por ver Maura tão interessada, antropologicamente, no tal código.
E quem diria que um policial e um detetive poderiam ser tão “espertos”, e cair tão, mas tão fácil na lábia da traficante de drogas? Aparentemente, o vacilo custou mais caro para Frankie, que viu suas chances de ser detetive diminuirem consideravelmente, apesar de todo o lobby de Angela com o chefe – ainda acho que rolará algo quente entre eles.
Agora, estamos pertinho do 10° episódio. E provavelmente teremos um grande hiato antes da exibição dos últimos cinco episódios da temporada, assim como no ano passado.
A única certeza, nesse ponto, é que sentirei falta da série, quando esse momento chegar. E de que antes de nos despedirmos dessa temporada, ainda veremos mais 7 ótimos episódios. Alguém discorda?
Dallas – No Good Deed
30/07/2012, 11:54.
Maria Clara Lima
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Quando Dallas estreou…
É o que eu penso toda vez. Sempre que vou assistir um episódio da série, lembro-me da expectativa da estreia. Porque, quando Dallas estreou, prometia ser uma temporada daquelas. Envolvido entre um sentimento nostálgico e a torcida para que tudo desse certo, o seriado teve início com um ótimo episódio duplo escrito pela Cynthia Cidre, a manda-chuva da continuação de Dallas. Teve melhor audiência da semana, muitas capas de revista, burburinho na internet. Quando Dallas estreou, o clima novelesco parecia promissor, e não assustador.
Mas agora que Dallas estreou, a insatisfação deu lugar a vontade de assistir a série. Talvez pela falta de empatia com os quase 20 anos de trama da primeira versão. Não sinto pena do Bobby, não torço pelo J.R, não tenho empatia pelos primos. Quando Dallas estreou, fazer com que a audiência se envolvesse na vida dos Ewings era o maior desafio. Infelizmente, continua sendo.

No Good Deed foi mais entre os outros episódios normais. Já se está na reta final da série, e a empolgação da estreia começa a virar história. Pobre John Ross, pobre coitado, espancado na prisão enquanto aguarda julgamento por um crime que não cometeu. Pobre John Ross, deve dinheiro e petróleo para meio mundo de gente, e mesmo assim, está sendo testado pelo pai mequetrefe e pelo tio orgulhoso. Pobrezinho… mas mesmo assim, ainda não consigo sentir pena, sabe?
Muito menos simpatia pelo Chris e todo sacrifício heroico que se propôs a fazer para salvar o primo. Pobre Chris, entregou a tecnologia que tanto lhe custou para desenvolver ao bandido latino, ao menos parte dela. Pobre Chris, fez isso tudo e ainda não recuperou o amor da Elena, e agora tem que lidar com a gravidez da (ex)-esposa. Ah, pobrezinho.
Enquanto isso, J.R. está em Las Vegas, bolando um plano infalível para roubar a propriedade da… não, espera, isso ele já fez. Bom, não sei mais o proquê do Senhor Sobrancelha estar vivo. Mas, pobrezinho. Já Bobby, me pergunto a mesma coisa, não seria mais fácil ele morrer logo também? Bom, não darei ideias, o pobre coitado está doente (???) e sofre (???) com isso.
Sem falar que a pobre Elena, enganda, coitada, e a Rebecca, essa pobrezinha, está grávida e ainda tem que lidar com o irmão.
TWIST.

O irmão da Rebecca não é irmão coisa nenhuma.
TWIST.
Assisti ao episódio logo depois que foi ao ar na semana passada. Então faz um pouco de tempo. Tive que me esforçar para lembrar do que mais me impactou, não me levem a mal, minha memória não é tão ruim, é apenas que de marcante mesmo não teve nada. Ao menos o bastante para que eu desejasse que primeiro de agosto chegasse logo e pudesse matar as minhas inquietações com a série.
Logo estarei pensando: Quando Dallas terminou, nem o papel de novelinha conseguiu cumprir, um total desperdício de tempo. Concordem ou não, Dallas poderia ter sido bem melhor.
Rookie Blue – Leap of Faith e The Girlfriend Experience
30/07/2012, 10:55.
Mariela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
AI.MEU.DEUS. Que episódio foi The Girlfriend Experience?! Ótimo, ótimo. Me deixou em uma expectativa imensa pro episódio continuação, Out of Time, que vai ao ar somente em 09/08/2012, infelizmente. Um hiato de uma semana, por causa dos jogos olímpicos, que veio em uma hora realmente complicada. Só nos resta torcer pra semana passar logo, e pro Brasil, de quebra, ganhar umas medalinhas.
Mas, antes de comentar sobre o episódio que foi um dos melhores dos três anos de série, pra mim, preciso falar de Leap of Faith, que também foi um bom episódio.
O caso da semana usou dois clichês bem presentes em séries policiais, e nem por isso o caso deixou de ser interessante. É comum vermos os protagonistas de séries policiais correndo atrás de testemunhas raptadas, e também não é raro que algum “psíquico” apareça pra dar umas dicas na delegacia. E a junção desses dois elementos deu muito certo.
Foi legal ver como cada um da delegacia reagiu à presença do psíquico, aceitando logo de cara, ou dando o braço a torcer aos poucos, ou não dando. E é bacana ver como brincaram, deixando sempre em aberto a possibilidade das informações que ele repassava serem oriundas da esposa do criminoso, e não dos sonhos. Acho que deu para ter certeza mesmo só no final do episódio, com as coisas que ele falou pra Traci, Noelle, Oliver e Peck.
Adorei ele dizendo pra Andy que Sam não diria o “Eu te amo” em retorno, e McNally decidindo falar mesmo assim. Sam é todo cético e fechado, e não me admira que ele nunca tenha dito um “eu te amo” na vida. Mas aos pouquinhos a determinada e sapeca Andy vai quebrando a resistência do bonitão, e as coisas – que já vão às mil maravilhas, como a caliente cena inicial do episódio deixa evidente – só tendem a melhorar. Ainda bem!
E Barber, em um momento de redenção com a “opinião pública”, resolveu propor para Nash. Que, ainda que relutantemente, aceitou ser a Sra. Barber. Muito original o pedido de casamento do detetive. A sintonia entre os dois voltou a ser evidente, e o detetive parou de implicar com sua aprendiz por coisas banais. Prefiro – muito mais – quando as coisas entre os dois estão assim.
E por falar em sobre como as coisas estão entre, é inevitável falar de Gail e Collins, e consequentemente de Chris. Que dó, que dó, que dó. O garoto-propaganda da Polícia não está conseguindo lidar com o término do relacionamento dos dois. Ainda há sentimentos, da parte dele. E ver a química entre Nick e Peck não ajuda muito.
Química que Dov tinha com Sue, mas jogou tudo no lixo porque ele é zoado e confuso mesmo. Amei a interação dos dois, e o Dov, apesar de tudo, é um fofo. Torci pra que ele desistisse de acabar com a “garota das bombas”, mas infelizmente isso aconteceu. Só espero que vejamos ela novamente, gosto bastante da personagem.
E já que estamos falando de namoros e namorado(a)s, passemos à The Girlfriend Experience. Episódio redondinho, que deixa na boca um enorme gosto de quero mais.
Mais uma vez vimos alguém trabalhar disfarçado. E nossa experiência em Rookie Blue nos diz que isso nunca acaba bem. Gail deu show na operação, especialmente porque não encarnou personagem algum, apenas foi ela mesma. Sim, ela foi sincera com um estranho, um potencial homicida. Mas não consegue ser ela mesma com as amigas ou com o “peguete”. Não é fácil sem uma Peck, mesmo.
E quando parecia que tudo, dessa vez, acabaria bem, eis que um lunático coloca a vida de Gail em risco. A dúvida: seria o cliente da moça ou o namorado da “acompanhante” sumida que não estava sumida? Ou seria, ainda, uma terceira pessoa, que nem cogitei? Quero a continuação desse episódio JÁ!
Barber e Traci estão muito bem, obrigada. Os preparativos para o casamento vão de vento em popa. E o casamento dos dois parece estar forçando o relacionamento Sandy, já que passar as férias juntos é, aparentemente, um enorme passo no relacionamento, no ponto de vista masculino. Por isso não creio que seja só medo de avião, não. É medo do comprometimento e de suas consequências, certamente.
Dov e Chris também estão trabalhando seu relacionamento. É bom vê-los resgatando os tempos aureos da amizade, e descobrindo detalhes especificos sobre o outro que ainda desconheciam. Tudo de forma leve e sem perder o bom humor. E se o passeio deles resulta no “desvendar de um crime”, melhor ainda. Torço pra Chris se recuperar, e parar de sofrer pela Gail. Mas confesso, sou insana e fiquei torcendo pra Peck estar ligando para Diaz no final do episódio, e não para Nick. Quando pararei de shippar errado?
Agora é esperar quase duas semanas para saber o desfecho do caso. Pelo que ouvi por aí, alguém retornará à série. E alguém a abandonará, definitivamente. Tragédia a vista. Meu coração já está apertado.
White Collar – Diminishing Returns
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Peter Burke acabou não indo para muito longe de Neal. O destino do agente do FBI é um castigo e ele acaba migrando para a “caverna”, um setor de arquivamento bens apreendidos. Trabalhando para um chefe linha dura Peter se conforma e tenta focar no trabalho para sair o mais rapidamente dali. Enquanto isso Neal precisa aguentar o descaso de Jones e Diana que o culpam pela transferência de Peter.
Ao contrário do que pareceu no episódio passado, Burke não deve ficar muito tempo afastado do setor de crimes do colarinho branco. Neal está engajado na solução dos casos e tenta abrir caminho para que Peter volte logo a ser seu chefe. Até Mozzie voltou para ajudar neste episódio. Obviamente ele não poderia ficar muito tempo distante, mas vê-lo disfarçado vestindo a jaqueta do FBI e ajudando Peter logo no terceiro episódio da temporada foi uma surpresa. A audiência agradece, Burke e Caffrey também. Como o próprio Mozzie disse: “quem precisa da polícia quando se tem o Mozzie?”
O episódio Diminishing Returns também completa mais peças do quebra-cabeça da vida de Neal. Peter não cansa de tentar conhecê-lo melhor e o questiona novamente sobre sua história. Descobrimos que Neal cresceu com Ellen no sistema de proteção às testemunhas. Depois da decepção de descobrir que seu pai foi um policial corrupto e que confessou assassinato, Neal começou a usar seu nome verdadeiro com o sobrenome de solteira de sua mãe e assim nasceu Neal Caffrey.
Esses trechos deixam a série mais encantadora, pois finalmente vamos conhecendo junto com Peter quem é Neal Caffrey sem a tornozeleira. Ellen cumpriu sua promessa à Neal no episódio anterior e contou que seu pai confessou ter matado um policial. Pela forma que foram apresentados os fatos, acredito que vamos conhecer mais sobre os pais de Caffrey nesta temporada e duvido que seu pai seja um assassino. Talvez descobrir isso ajude Neal a mudar seu pensamento de que não importa o quanto trabalhe para o FBI, ele sempre será um criminoso.
Neal continua a contar a sua história a Peter quando vai almoçar com ele no seu novo trabalho, mas não é só nesses momentos que a dupla volta à ativa. Caffrey resolve tentar desvendar um caso que está sem solução há vinte anos e que Peter estava nervoso em perder. O criminoso sempre aplica o golpe na mesma semana a cada cinco anos e desta vez Peter estaria confinado na “caverna”. Mas Caffrey conseguiu envolver o agente no caso, ele queria que Burke levasse os méritos pela captura do criminoso e dessa forma voltasse ao crimes do colarinho branco.
Dá gosto de ver o Neal trabalhar. Abre um cadeado ou porta em segundos, como disse o Peter: “desde quando Neal Caffrey precisa de chaves?” Nunca. E quando Neal está mais engajado que o normal, facilmente consegue solucionar um caso que estava há vinte anos sem nenhum suspeito.
Peter se empolga com o trabalho de Neal e acaba participando do caso e assim matando a saudade dos espectadores em ver os dois trabalhando juntos novamente. Uma das boas cenas da dupla foi quando Peter distrai o alvo David Cook, enquanto Neal investiga o celular do suspeito. O plano final para pegar Cook também é criado por Caffrey e é ótimo vê-lo ensinando Peter a como induzir uma pessoa a optar por uma determinada cor.
Quem reaparece para ajudar sempre brilhantemente é Elizabeth. Um pouco distante nos dois primeiros episódios da temporada, a personagem volta como a esposa incentivadora e que sempre tem uma carta na manga, como quando sabia exatamente qual loja de diamantes Neal e Peter estavam procurando. Também vale realçar o café quentinho que Elizabeth sempre tem pronto quando a equipe do FBI precisa se reunir na casa dos Burke. Sou fã da Senhora Engravatada.
Neal e Caffrey estão mais próximos do que nunca, mas não há como negar que são duas personalidades muito diferentes. Peter gosta de andar na linha e Neal é o oposto disso, por isso mesmo os dois criam uma certa harmonia quando trabalham juntos. Agora, os dois passam por situações delicadas. Caffrey realmente está engajado em ajudar o FBI e tentar melhorar sua reputação. Peter, mesmo odiando suas novas tarefas, pretende seguir o conselho do seu chefe: baixar a cabeça, trabalhar e voltar o mais rápido possível ao crimes do colarinho branco. A audiência agradece.
Leverage – The Blue Line Job
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois de uma premiere que apresentou a nova sede e a nova cidade da equipe de Nate Ford, Leverage começa a trabalhar mais forte no desenvolvimento dos casos de cada episódio. The Blue Line Job trás um formato diferente de pessoa a ser ajudada. O jogador de hóquei Craig Marko está a duas partidas do final da temporada no time da segunda divisão Oregon Otters. Quem pede ajuda à equipe de Nate é o filho de Marko, Danny, que teme pela saúde do pai devido às brigas que, por contrato, o jogador precisa provocar durante os jogos.
A discussão em torno do caso se torna muito engraçada. Esporte em geral sempre é motivo de opiniões diversas e a surpresa em Leverage foi o interesse de Sophie em hóquei e o conhecimento de Parker sobre a Teoria de Schelling de intimidação nacional. Genial. Sophie ainda enlouquece Nate quando conta que roubou um troféu famoso de hóquei, a taça Stanley, mas não se lembra onde guardou. E além de tudo, seu parceiro no roubo foi um famoso jogador profissional russo, Vlad Busiak (Thure Riefenstein).
Vlad acaba participando da resolução do caso deste episódio. Desta vez, a equipe de Leverage deve ajudar alguém que não quer ajuda e não sabe que precisa ser ajudado. A situação é que Danny acredita que o pai está com um sério problema de saúde que vem sendo escondido pelos médicos do time. O caso acaba ganhando outra amplitude quando um problema maior é descoberto, Pete Rising (Treat Williams), o dono do time, está desviando o dinheiro e falindo com o clube.
Quando se fala em time, se fala em emoção e o hóquei é um esporte empolgante, o que ajuda muito no ritmo do episódio. Eliot se passando pelo jogador Jacques Labert foi hilário, principalmente pelo apelido de “Jack, the bear” (o urso) e por ter supostamente vindo da Liga das Renas do Norte, que obviamente ninguém conhecia. Além de tudo Eliot ainda acaba virando ídolo no clube.
Enquanto Eliot fica sozinho, o amor está no ar em Leverage. Hardison e Parker formam um dos casais mais engraçados da televisão na atualidade e o fato de estarem juntos só vem ajudado na resolução dos casos de Leverage. A série está mais romântica, com os dois casais principais em lua de mel. A cena de Sophie deitada no colo de Nate enquanto ele observa o animalzinho de estimação da personagem de Sophie, Zacato, pode-se dizer que foi o momento fofo do episódio.
Em The Blue Line Job também vale destacar as duas boas participações especiais de Williams e Riefenstein. A cidade de Portland, como previsto, vem sendo mais explorada na série, principalmente com imagens gerais da cidade intercalando cenas dos personagens, uma alternativa muito utilizada nos seriados americanos. A cena da equipe discutindo o rumo do caso depois que Peter desiste de investir na Liga Mundial de Hóquei também merece ser lembrada. O trabalho de câmera rodando o tempo todo em volta do grupo chamou a atenção e deu um ar mais nervoso para a decisão.
O time de Leverage acaba salvando outro time, o Oregon Otters, que acaba nas mãos dos próprios jogadores. Como sempre, Nate consegue uma recompensa melhor do que a esperada. O final do episódio é bem emocionante e o soco que Nate difere no vilão da história fecha mais um “job” de sucesso de Leverage. Nate bancou o batedor e o personagem que normalmente é o autor dos socos no seriado fez o homem das frases impactantes. Essa review encerra com uma citação de Eliot: “Escolhas ruins são escolhas ruins, não importa porquê você as faça”.
Saving Hope – Heartsick
29/07/2012, 20:28.
Anderson Narciso
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Mais alguém perdeu o fôlego? Mais alguém aí achou este episódio excelente? É minha gente, Saving Hope surpreende. Após um morno episódio, mas com um final que prometia, tivemos a dívida paga e momentos bem legais nesta semana.
Envolvente por si só, o drama de Charlie chegou a um nível crítico. Alex e Dawn foram para a justiça brigar pelo direito de desligar ou não os aparelhos do nosso paciente. E é de partir o coração as caras que nossa belíssima Erica Durance faz só de pensar que vai perder o amado. Sim, eu concordo que às vezes prolongar o sofrimento de um paciente pode ser uma crueldade sem tamanho. Eu no lugar de Dawn não sei se faria diferente. Mas claro que nós, como telespectadores, temos acesso a mais informações do que ninguém, e ter o poder de ver Charlie lutando para tentar voltar a vida é o que pesa mais. E ora, o personagem é cativante, quer você queira ou não. Portanto, confesso: eu estava torcendo por Alex neste embate.
Paralelo a este grande dilema, tivemos neste episódio a melhor história e, consequentemente, interpretação de Daniel Gillies como o Dr. Joel Goran. O médico teve quee lidar com um policial, Jimmy, que trouxe um detento com morte cerebral para realizar um transplante. Em meio a isso, Joel percebeu que o policial queixou-se de dor – apenas para conseguir remédios; o policial aparentava ser um viciado. Mas a verdade é que, o policial atirou em uma criança há alguns anos e veio passando por problemas. Goran a princípio não sacou a situação, mas quando descobriu correu atrás para ajudar o rapaz. Entretanto, Jimmy estava com sua arma a ponto de suicidar-se. Joel conseguiu conversar com ele, mas em vão. O policial atirou no seu próprio pescoço – tudo na frente do médico. Claro que isso iria afetar Joel, que teve um diálogo até bem tocante com Alex. Por um segundo, eu juro, eu torci pelos dois, mas não tem jeito, Alex tem que ficar com Charlie.
Charlie enquanto isso, teve uma participação mais reduzida. Não deixou de ter seus diálogos com os personagens quase mortos – desta vez o prisioneiro que doaria seus órgãos para outros pacientes. Mas não fora nada de extraordinário, que em outros episódios já não tenha demonstrado. Em contraponto, além de brigarem pela “posse” de Charlie, Dawn e Alex se ajudaram na operação do paciente que receberia o coração. Foi uma cirurgia completa, e sem o trabalho de equipe das duas, nada teria dado certo. Aproximou o contato das duas, mas não impediu de seguirem com a disputa
Outro segmento deste episódio, mesmo que bem pequeno, mas que me cativou, foi Gavin e Maggie. Desde o primeiro episódio eu achava que os dois combinavam. E o psicólogo não esconde os seus sentimentos sobre a moça para ninguém. O Dr. Murphy chegou a implicar com Joel, que não anda dando muita corda para a namorada – mas o ápice foi o beijo de Gavin com Maggie. E olha, espantem-se mas até que com o Gavin, a Maggie não fica tão chata. Acho que, talvez quando ela divide a cena com Goran, sua personagem tenha a ambição falando mais que o coração. Prova disso é que a cena dela com o psicólogo foi bem natural, e posso apostar que a partir dali, um novo triangulo amoroso vai surgir nos corredores do Hope Zion.
O desfecho do episódio foi surpreendente e emocionante. Dawn havia ganhado o direito sobre Charlie, e decidiu que tinha chegado a hora de desligar o aparelho. Alex claro entrou em desespero. Houve bastante discussão, tudo isso assistido por um Charlie que, demonstrou estar cansado de tudo, e de, principalmente, esperar. Ele estaria pronto para partir? Para Alex, definitivamente não. Ela tentou se despedir do amado, mas em meio a choros ela disse que não, ela não ia desistir do amado, e não ia se despedir. E aí podemos ver que Charlie ficou feliz com esta ação. Ele também não esta pronto para se despedir.
Foi o episódio mais intenso e emocionante da temporada até aqui. Saving Hope esta acertando a mão, e tem tudo para finalizar a temporada brilhantemente. A partir de semana que vem, a série dá uma pausa, para todos curtirem as Olimpíadas de Londres, mas os nossos médicos voltam com episódios inéditos no dia 16 de agosto. Portanto, até lá!
Covert Affairs – The Last Thing You Should Do
28/07/2012, 23:30.
Mario Madureira
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Em mais um episódio tivemos o drama dos espiões da CIA que tiveram seus disfarces revelados. E que maneira de contar para alguém querido que você é um espião, não é mesmo? Imagine você preso num cativeiro sob ameaça de morte e de repente seu (sua) noivo (a) te conta: “Então… Sou espião da CIA, tudo bem?”. É claro que não foram com essas palavras que Auggie revelou para Parker que fazia parte da corporação secreta dos EUA, mas diante de uma situação dessas, que escolha o nosso querido cego tinha? Ele havia acabado de pedir sua amada em casamento e como sabemos, um casamento se baseia em confiança, o que significa: sem segredos entre o relacionamento. E com essa pressão, The Last Thing You Should Do trouxe uma perfeita sincronização de drama, ação e principalmente conflito na medida certa.
O episódio em si não é aquele que quebra a trama linear, mas é aquele episódio que acrescenta alguns fragmentos para a história. O importante é nunca quebrar essa linha contínua, pois o episódio acaba se tornando sem relevância para a série. Acredito que o principal contexto de Covert Affairs dessa semana, fora o pedido de casamento de Auggie, tenha sido o trabalho em equipe entre Annie, Lena e Joan.
Essa nova temporada está tirando Joan de sua zona de conforto e certamente estou apreciando tudo isso. Para nós, covertianos, que sempre tivemos aquela imagem limitada que Joan sempre ajudaria no final das contas, simplesmente acabou. Estamos conhecendo uma nova Joan, uma esposa ciumenta, que quer o seu espaço no trabalho, por que acredita no seu potencial e na burocracia apresentada na legislação americana. Mas a verdade é que para salvarmos as pessoas importantes em nosso ciclo de amizades, às vezes é necessário ser deixado de lado algumas relevâncias para que a missão seja concluída. E é nesse segmento que Joan não acrescentou em nada na missão, enquanto Annie assumiu o controle e decidiu o que seria certo.
Falando em Annie, é incrível como ela cresceu profissionalmente, não acham? Pegamos duas temporadas que serviram apenas para Annie se adaptar com essa rotina de missões, enquanto em três episódios trabalhando para Lena, Annie assumiu o controle de uma missão que deu certo, além de possuir ao mesmo tempo, uma missão super perigosa que está caminhando em um rumo totalmente benéfico. A nossa pequena Walker está crescendo na vida e isso é muito gratificante.
Eu fui o único que levou às mãos a boca quando Auggie e Parker tentaram pular daquele prédio? Não que tenha sido uma mega cena de ação, mas a adrenalina por presenciar um homem cego tentar salvar a sua noiva e ver ao mesmo tempo, a Agencia assistindo aquilo, enquanto desejavam que tudo desse certo, nos leva a um ápice de também querer que aquilo dê certo. Já pensou se Parker cai e morre? É claro que ainda desejo que Auggie fique com Annie, mas ainda insisto que o momento não é oportuno para essa relação, então não queria que algo assim acontecesse para Parker.
Em relação ao contexto, acredito que a partida de Danielle deixará Annie carente e isso poderá causar algumas “turbulências” com Simon. Quando me refiro a “turbulências”, quero dizer ao aproveitamento sexual que a senhorita Walker está tendo com o ricaço (nada boba). Mas a questão é que apesar de Danielle não influenciar muito no contexto da história, não quero que ela saia da série. Ela representa o pouco de família que Annie possuí e acredito que isso seja uma parte fundamental para a vida da nossa agente secreta.
No próximo episódio veremos (quem sabe) o desfecho dessa missão de Simon. Portanto, encontro marcado em Paris, covertianos.
Pretty Little Liars – The Remains of the A e CrAzy
28/07/2012, 23:25.
Ariel Cristina Borges
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Série: Pretty Little Liars
Episódios: The Remains of the A e CrAzy
Números dos Episódios: 03×06 e 03×07
Datas de Exibição dos EUA: 17/07/2012 e 24/07/2012
The Remains of the A e CrAzy foram, definitivamente, dois episódios que somaram muitos pontos para a terceira temporada de Pretty Little Liars.
É engraçado ver o que Hanna está sendo capaz de fazer para se vingar em A por causa do término do seu relacionamento com Caleb. Em outras épocas, ela nunca tomaria a atitude de anotar e trocar o bilhete escondido na pulseira da mãe de Garrett no hospital. Assim, ela teria evitado um encontro nada agradável com Wilden e não seria uma suspeita do assassinato de Alison – outra vez.
E não é que April Rose tinha mesmo a prova da inocência de Garrett? Spencer não gostou muito de saber que o sangue encontrado na tornozeleira de Alison não era de Garrett, mas a nossa Lucy Liu já esteve enganada outras vezes, com quando desconfiou de Toby e Ian. Sem dizer que dessa vez, até A, seja lá quem essa pessoa for, confirmou que o assassino não é Garrett.
Caso Ezra: Especialistas em análise comportamental dizem que a postura dele quando foi confrontado por Aria sobre o dinheiro em sua gaveta de meias foi no mínimo suspeita. Mentira, não tem especialista, fui eu mesma quem disse. Porque se o seu namorado tem um carro que ganhou de herança e tem planos de restaurá-lo ele provavelmente já encheu a sua paciência falando disso e não foi bem o que aconteceu com Aria. Ela nunca tinha ouvido falar nesse tal carro. E ainda tem outro PS. Que carro em estado de restauração vale 50 mil dólares? Parece que o professor mais fofo de Rosewood tem alguma coisa a ver sim com o mistério envolvendo a morte de Alison, ainda mais quando ele tem o valor exato da recompensa de Jason na gaveta…
Toby finalmente colocou a cabeça para funcionar e começou a perceber que Spencer está sim escondendo alguma coisa dele. Ainda mais depois que foi “obrigado” a ir para a tal festa da igreja com Hanna, que por sinal não fez nem o mínimo para disfarçar que estava ali por um motivo completamente diferente do que foi dito a ele.
Como quem é vivo, sempre aparece, Holden deu as caras nessa mesma festa e desencadeou uma lembrança sobre a “noite apagão” na mente de Emily. Agora além de saber que Jenna dirigia o carro que a sequestrou, ela sabe que Holden – ou alguém muito parecido e com a mesma tatuagem falsa da mesma “festa” no pulso – estava com ela numa cafeteria, que por sinal foi onde ela provavelmente perdeu a jaqueta que foi achada por Hanna numa das caixas do bazar.
A pergunta que não quer calar e que veio na mente de todos logo no início do CrAzy: Se o sangue na tornolezeira não é de Garrett, de quem é? “A” deixou bem claro que é fácil conseguir o sangue de Hanna. Mas se isso foi para dizer a ela que o sangue na tornozeleira é dela e foi plantado na prova ou se foi só para assustá-la, não se sabe.
Versão mais velha de Alison à vista! Cece mal chegou e já mexeu os pauzinhos. Provavelmente Emily vai se arrepender de não ter pedido para ela ligar para Jenna e falar que estava brincando quando disse que era namorada de Nate… E o que Jason quis dizer que tudo com Cece é intenso? Algo me diz que nós ainda vamos ouvir falar bastante nessa nova habitante de Rosewood…
O tal site de relacionamentos na internet deu certo resultado para Ella… Mas tinha que ser com o mesmo cara que Ashley está – ou estava – de rolo? E, convenhamos, Zack é um partido muito melhor que Ted, que fala “oie”. Engraçado seria ver a reação de Aria ao descobrir que a mãe dela saiu com um homem bem mais novo quando Ella foi terminantemente contra o relacionamento da filha com Ezra no início, justamente por ele ser mais velho.
Parece que os laços de Spencer e Jason se apertam mais a cada dia. A ponto de ela achar ok Toby mentir para a polícia depois de tudo o que ele passou. Não foi legal, Spencer. Jason dirigiu bêbado porque quis, oras. E até que ia ser engraçado ver ele e Garrett na mesma cadeia…
E a louca mais odiada de Rosewood resolveu dar as caras outra vez nesse episódio. E, como sempre, virou tudo de cabeça para baixo. Que Mona não tem nada a ver com as ações atuais de A, todos já estão quase convencidos. Mas que ela ainda sabe de muita coisa, ela sabe. Por exemplo, o tal site com uma foto de Maya que precisa de senha para ser acessado… E que alguém não está seguro. Mas isso já ficou claro para qualquer um desde o primeiro episódio.
PS 1: Não soube diferenciar quem era mais louco quando Hanna e Aria resolveram explorar o manicômio à noite e entrar numa sala que nunca fica aberta, elas, ou os pacientes dali. Pelo menos, no final, quem estava lá era só Mona…
PS 2: Nate, coitado, tem um dedinho meio podre para escolher mulher, não? Primeiro se interessa por Emily… Mas ela provavelmente nunca se interessaria por ele. Depois por Jenna, que de boa moça não tem nada. Nete, darling, um conselho: Fique solteiro.
Breaking Bad – Madrigal
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23

Série: Breaking Bad
Episódio: Madrigal
Temporada: 5ª
Número do Episódio: 5×02
Data de Exibição nos EUA: 22/07/12
Esse episódio poderia muito bem ser ao primeiro da temporada, já que nele toda a trama desse ano é revelada. Percebemos que assim como nos dois últimos anos, não teremos uma desacelerada na trama, como previsto. Porém longe de ser um problema. Pelo contrário: era isso mesmo que – pelo menos eu- esperávamos. Mostra que a capacidade do Vince Gilligan de surpreender como já fez não se esgotou. E o trabalho que ele está fazendo tem um rumo. Mas não significa que não tenha problemas. São mínimos. Mas existem.
O veneno volta ao foco. Jesse fica inquieto que alguém possa acha-lo e mostra uma preocupação com as pessoas que nem mesmo conhece, fazendo dele um personagem bom e bem diferente daquele que vimos anos atrás. Em contraposto a Walter, que se torna pior a cada episódio. A cena em que ele acha a capsula e chora de culpa é de quebrar o coração- e colocar mais um emmy na estante do Aaron. Outro ponto é que apesar do Walt agir dessa maneira no fundo ele só quer o bem para a família, ou não, pois esse personagem tem se tornado muito obscuro. Aliais, por onde anda o câncer. E os familiares não se questionam o que ele anda fazendo por ai ( menos a Skyler, que sabe muito bem o que ele anda fazendo, inclusive entrou no meio também). Partes a serem mais exploradas e explicadas, por que câncer não some do dia pra noite.
Dois Misteriosos personagens deram as caras: Primeiro o senhor que se matou no banheiro. Ligando a história dele ao D.E.A, especulo que ele trabalhava para o Gus e sabia que era questão de tempo ate ele entrar no meio da investigação conduzida pelo Hank, ele inclusive já começou a apresentar dúvidas. No momento que o chefe diz ” tudo estava ocorrendo debaixo do nariz, e eu nem percebi”.Não que ele já tenha feito a conexão com o Cunhado. E sim que ficará mais observador com o que acontece ao seu redor.
A outra personagem foi a ex-funcionária do Los Pollos- e do cartel de drogas. Igual ao outro, serviu somente como ligação para que o Mike aceitasse a proposta do Walt de voltarem a ativa. Um detalhe interessante revelado: Mike é um ex-policial que investigava venda de drogas na Philadelphia. Sabemos agora como ele foi o personagem quase perfeito. Pois: R.I.P. Gus.
Assim como na semana passada, senti falta dos coadjuvantes. Marrie não deu as caras. Saul quase nada. Skyler está servindo pra iniciar e finalizar o episódio (saudades dela bad ass). Está na hora de arrumar alguma trama pra esses personagens. Não só de Jesse/Walter vive essa serie. Porém no meio da temporada deve rolar algo mais focado neles.
Continuum – The Politics of Time e Playtime
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Série: Continuum
Episodios: The Politics of Time e Playtime
Temporada: 1ª
Nº do episódio: 1×07 e 1×08
Data de Exibição no Canadá: 15/07/2012 e 22/07/2012
Os episódios das duas últimas semanas de Continuum foram bem diferentes entre si, mas cada qual teve a sua importância no todo. É bem verdade que Playtime foi muito mais gostoso de assistir e o nível de relevância era bem superior a The Politics of Time, mas o episódio 1×07 teve o seu momento.
O principal, a meu ver, em The Politics of Time não foi nem mesmo a união de Kagame ao mais novo presidente do sindicato, o que lhe permitirá controlar todo o porto e, ao seu devido tempo, a própria cidade, já que Jim Martin com certeza ganhou muitos pontos que provavelmente o levarão à prefeitura. O que realmente chamou a minha atenção nesse episódio foi o começo de uma tridimensionalidade para Fonnegra, ponto onde a série vinha falhando miseravelmente. Até agora Carlos era apenas o acessório de Kiera nos episódio e pela primeira vez tivemos um vislumbre de quem ele é de verdade.
Uma pena que Alicia tenha sido a vítima, pois gostei dessa amizade colorida entre ela e Fonnegra. O que não gostei foi da indignação de Carlos com o (ex) amigo ao descobrir que Martin teve um caso com Alicia. A impressão que tive é que Carlos não aceitou o relacionamento dos dois (ciúmes?) e não perdoou o amigo por ter mentido, mas desde quando Martin mentiu? Ele omitiu o relacionamento extraconjugal porque não era relevante ao caso! Não fazia a menor diferença ele mencionar o caso dos dois, já que ele não era culpado.
Para todos os efeitos, Martin e Alicia brigaram por conta da falcatrua na doação da campanha e não em conseqüência da vida amorosa deles. E Martin nem ao menos era culpado da venda de si mesmo para os doadores endinheirados da campanha! Ele só ficou sabendo do rolo juntamente com Carlos e Kiera! Tudo bem, depois ele foi devidamente introduzido a Kagame, mas ainda assim Kagame pode ter se aproximado dele com um discurso favorável ao lado defendido por Jim e não apenas com o tradicional ‘eu doei, agora você fará o que eu disser’.
Seja como for, a ideia desse episódio era justamente mostrar que todos mentem e guardam segredos, Kiera não é a única. Aliás, Kiera aprendeu a lição e percebeu que ninguém é 100% honesto e livre de segredos, ela principalmente. Todos têm os seus motivos para guardar aquela informação crucial de outra pessoa, mesmo quando você confia a sua vida a este outro alguém.
Ainda me incomoda essa necessidade de mostrar um lado meio obscuro de Greg, mas isso é porque eu sou fã do casal Cameron e não quero vê-la deixando o marido para lá ou passando a desconfiar dele.
A propósito, há quanto tempo será que Kiera descobriu que foi traída? Recentemente? Logo após o casamento? Parece pouco, mas é uma informação que pode mudar completamente a forma como ela enxerga o marido nos dias atuais.
Já Playtime teve ares completamente diferentes. Cheio de ação, foi possivelmente o melhor episódio da temporada (ou chegou bem perto). Cada um teve o seu tempo de tela, menos Greg e Julian, que foram negligenciados nessa semana, mas eu perdôo porque tudo casou muito bem. E cada vez mais os roteiristas nos mostram uma estranha proximidade entre Kiera e Kellog. Se ele está apenas manipulando-a, se sente algo pela Protetora, ou se tem outra coisa na sua agenda que eu ainda não captei, eu não sei, mas que ela se sente balançada pelo ex-Liber8, ela se sente.
E Kellog tem se mostrado bastante útil para a Protetora e até mesmo preocupado com ela. Não foi a toa que ele tentou salvar a sua vida, avisá-la que fora hackeada e ainda foi o único capaz de pará-la quando Kiera estava a um triz de atirar em Carlos.
É bem verdade que Alec desligou o plug, mas se não fosse Kellog atrasá-la, era uma vez Carlos Fonnegra (e era uma vez Kiera também).
O mais interessante foi percebermos que Kiera pode ser hackeada (o que é uma coisa lógica) e que ela vira uma bomba relógio quando controlada (e me faz perguntar o que já implantaram na mente dela e o que já retiraram de importante). Por outro lado, fala muito sobre a personagem e sua confiança na tecnologia que nem a fez titubear em solicitar um novo reboot para Alec. Instintos são importantes, mas a tecnologia implantada dentro dela, faz parte do que Kiera é como pessoa e como Protetora, não dá para simplesmente ficar sem.
O problema é que agora Alec está na mira do Liber8. Não há outra pessoa nesta época capaz de reconhecer o que está instalado na mente da Protetora, e ao salvá-la Alec colocou um alvo no próprio peito. Resta saber como Kagame usará do conhecimento adquirido.
A grande questão que o episódio nos deixou de presente é o que o velho Sadler enviou para o novo Sadler por meio dos arquivos supostamente deletados da mente de Kiera. Pode ser qualquer coisa, inclusive algo que mudará completamente a forma como vemos Alec daqui para frente.
Estou muito ansiosa e é difícil acreditar que só teremos mais dois episódios nesta temporada. Continuo na torcida para que a série seja renovada.
Falling Skies – Molon Labe
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Maggie estava certa, quem realmente ficou em perigo foi Ben. Karen foi enviada pelos soberanos para trazer o garoto Mason para uma emboscada e através dele descobrir onde os rebeldes estavam se organizando. Muito bitch essa mulher. Mas os alienígenas maus não contavam com a astúcia da 2nd Mass que chegou bem a tempo de Tector meter uma bala no arreio que eles estavam tentando recolocar em Ben. De lambuja, Tom ainda consegue levar o cabeça de peixe como refém. O tiroteio no resgate de Ben foi uma das melhores cenas de ação da temporada até agora.
A ideia de um alienígena como refém não deu certo em nenhuma vez na história de Falling Skies, e essa não foi diferente. A 2nd Mass sofreu forte represália e o resultado foram duas baixas consideráveis. Nesse mês durante a Comic-Con 2012 em San Diego os participantes afirmaram que ainda nesta temporada alguém importante do elenco iria morrer. Acredito que já temos essa pessoa, Jamil é uma baixa considerável, ele era o atual faz tudo do comboio e ainda deixa a coitada da Lourdes sozinha. A aspirante a médica além de passar dia após dia cuidando de gente doente e não ter mais esperanças de encontrar alguém da sua família vivo, ainda perde o namorado comido por uns projetos de Transformers. Mundo cruel esse, com aliens pior ainda.
Além de Jamil, os alienígenas mataram cruelmente Boon, um dos batedores. Apesar do personagem ter aparecido pouco no seriado, a cena foi tão fria que não tem como não se importar com ele. A lágrima que cai do rosto de Weaver resume qualquer sentimento e Tector fica completamente inconformado com a perda do amigo.
Tom deu o troco encurralando o mestre de Karen, que mostrou que os aliens estão bem cientes das fraquezas humanas. Mas se a emoção e o sentimento de família podem ser uma fraqueza de acordo com os alienígenas, também é o que mantém as pessoas unidas lutando pela sobrevivência.
O soberano diz que eles invadiram o planeta porque os humanos só ficam brigando por recursos escassos, mas não quis responder a pergunta de Tom sobre qual é a tarefa deles na terra. Deve ser a mesma que eles tem feito pelos vários planetas que passam matando e escravizando a população. Eu vibrei quando Tom acertou um tiro no meio do cabeça de peixe. Vibrei ainda mais com a estratégia de Tom para conseguir fugir com a 2nd Mass do hospital, a cara da Karen quando encurralada foi impagável.
A invasão dos parasitas no hospital foi assustadora, como mencionei antes, aqueles bichos me lembraram um pouco de Transformers. Nessa ocasião, foi o sentimento de união que salvou Anne e Lourdes. Matt procurou ajuda corajosamente e encontrou o grupo do pai fazendo uma busca no hospital. Aliás, se aprendemos alguma coisa com os últimos episódios de Falling Skies, é que ninguém fica pra trás.
E quem parou de ficar para trás e começou a se dar bem neste episódio foi Hal, finalmente. Maggie esqueceu a bobagem do “eu não te mereço” e tascou um beijo no menino Mason antes que outra ex-namorada maluca com força sobrenatural apareça no pedaço. Falando nela, Karen conseguiu ficar mais sem noção ainda com aquela bandeira branca de paz, e o discurso de “paz” ainda é “soltem meu mestre e suas vidas serão poupadas”. Baita acordo de paz.
Quem surpreende cada vez mais é Weaver, além de chorar na morte de Boon, quando soube de Jamil foi rapidamente consolar a menina Lourdes. Weaver também segue firme na busca por Charleston, e eu continua achando que temos uma furada em vista. Quem concorda comigo e discorda de todo mundo é Pope que satirizou falando que encontrariam clubes de strip-tease e parques temáticos em Charleston. Adoro o Pope.
Ben foi embora, como há muito tempo ele sabia que precisava ir, mas somente depois dos acontecidos neste episódio é que conseguiu convencer Tom disso. Pelo menos nesta vez foi embora sozinho e não acompanhado pela maluca da Karen. O fato do cabeça de peixe tentar acessar a mente de Ben através dos espinhos ainda me lembrou Harry Potter tentando impedir “Aquele Que Não Deve Ser Nomeado” de ler seus pensamentos.
Pesquisei sobre o título deste episódio e achei muito interessante o significado. A expressão foi dita por Leônidas, o rei de Sparta. Em 480 a.C. o império Persa, liderado pelo rei Xerxes, queria invadir e escravizar a Grécia. Sparta estava decidida a parar a invasão, mas possuía um exército muito menor. Xerxes mandou um enviado pedir que Leônidas entregasse as armas, pois não valeria à pena lutar diante de um exército muito maior como era o da Pérsia. Então Leônidas respondeu com essas duas palavras: “Molon Labe”, ou “Venha buscá-las”. Em Falling Skies, a história não é muito diferente.
Nuvem de Séries
24 30 Rock 90210 American Horror Story American Idol Arrested Development Arrow Battlestar Galactica Bones Breaking Bad Brothers and Sisters Castle Chicago Fire Chuck Community Criminal Minds CSI CSI:Miami CSI:NY Damages Desperate Housewives Dexter Doctor Who Downton Abbey Elementary ER Friday Night Lights Friends Fringe Game Of Thrones Ghost Whisperer Gilmore Girls Glee Gossip Girl Grey's Anatomy Grimm Hart of Dixie Heroes Homeland House How I Met Your Mother Law & Order Law & Order: Special Victims Unit Lost Mad Men Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. Medium Modern Family NCIS New Girl Once Upon a Time One Tree Hill Parenthood Parks and Recreation Pretty Little Liars Prison Break Private Practice Psych Pushing Daisies Revenge Samantha Who? Saturday Night Live Scandal Scrubs Smallville Smash Supernatural Terminator: The Sarah Connor Chronicles The Big Bang Theory The Following The Good Wife The Mentalist The New Adventures of Old Christine The O.C. The Office The Simpsons The Sopranos The Vampire Diaries The Walking Dead The X Files True Blood Two and a Half Men Ugly Betty Veronica Mars White CollarCategorias
- 15 Razões (24)
- Audiência (70)
- Biblioteca de Séries (1)
- Borracharia (21)
- Colírio (5)
- Conexão (14)
- Entreatos (16)
- Estilo (31)
- Ficção (séries virtuais) (29)
- Gastronomia (67)
- Ligado no Streaming (30)
- Memória (26)
- Opinião (558)
- Séries & Eu (6)
- Sintonia (11)
- Sobre o TeleSéries (72)
- Spoilers (578)
- TeleRatings (314)
- TV Brasil (2,638)
- Comic Con (84)
- Novos Pilotos e Séries (1,403)
- Participações Especiais (991)
- Programação EUA (571)
- Upfronts (44)









































