TeleSéries
The Newsroom – Bullies e 5/1
10/08/2012, 17:55.
Tiago Oliva
Reviews
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Após os dois últimos episódios, já é possível afirmar que The Newsroom encontrou seu caminho. Apesar de ainda estar um pouco longe de entregar o que prometeu, a maioria dos erros que puxavam pra baixo os pontos altos dos primeiros episódios parecem mais raros. Não se trata de uma correção, já que os episódios já estavam prontos quando a série recebeu as primeiras críticas. Se a tentativa de corrigir alguma coisa realmente existir, só será vista na segunda temporada. Ainda assim, a impressão que dá é que alguém estava cozinhando, e depois de errar no sal, ora pra mais, ora pra menos, o tempero está chegando ao ponto certo.
Coincidentemente ou não, os dois episódios mostraram a vontade e a conseqüente responsabilidade dos jornalistas ao levar uma notícia ao ar. Enquanto no primeiro, este fardo ficou restrito à Sloan, no segundo todos tiveram que o carregar. Afinal de contas, o anúncio da morte de Bin Laden era aguardado por quase dez anos, não só pelos que gostariam de noticiar, mas principalmente pelos que gostariam de ouvir. As reações foram as mais sinceras possíveis. Uma pena que a mais interessante ficou a cargo de uma personagem secundária. Eu gostaria muito de ver um dos protagonistas entendo que aquela vitória não resolveria toda a dor que o atentado causou. Ainda assim, duvido que alguém não tenha se emocionado com o Don contando à tripulação a novidade. Só foi desnecessária a repetição do recurso, com o segurança do Will fazendo o mesmo com os policiais. Mesmo que os dois episódios não tenham tido uma comunicação explicita entre si, no segundo o cuidado com o furo jornalístico foi maior, já que no primeiro, a ânsia pela notícia quase custou a demissão da Sloan.
Mesmo com o número de acertos tendendo a superar o de erros, algumas coisas ainda precisam ser corrigidas. A principal delas é a tentativa de usar de recursos cômicos onde não cabe, como no caso do psiquiatra, que tornou o personagem completamente inverossímil. O principal mérito da série ainda reside na escolha dos temas abordados e na atuação do Jeff Daniels. Resta torcer para que todo o potencial da produção seja finalmente utilizado. Os três episódios finais serão cruciais para elevar a média da temporada. E vocês? Concorda que a série está finalmente chegando o ponto certo?
P.S.: Acho que o mais me incomoda em The Newsroom é a galera usando Blackberry em 2011! Alguém usava Blackberry em 2011?
Teen Wolf – Battlefield
09/08/2012, 15:26.
Júlia Berringer
Reviews
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Falta só mais um episódio para essa temporada acabar. E o penúltimo episódio foi uma surpresa pra todo mundo. Você nunca sabia o que ia acontecer em seguida, e todo se tornou muito emocionante. Acho que esse episódio foi o que mais refletiu o quanto a série cresceu e se transformou. Muita violência, sangue, e cenas que te deixam se fôlego.
O que era pra ser uma simples final do campeonato de Lacrosse, se tornou em um grande cenário de guerra. Nós sabemos que Vovô Gerard agora está no comando do Kanima, e que aquela confusão toda na delegacia acabou com o Matt morrendo afogado.
No começo do episódio, vemos que Stiles ficou um pouco chocado com toda a situação. Ele conversa com a conselheira (oi, Maya? Quem é a A?), que não parece ser uma conselheira comum. Ele desabafa um pouco, mas no final das contas, a gente sabe porque ele se sente tão mal quando essas coisas acontecem. Porque ele é um mero humano no meio de uma luta de criaturas sobrenaturais. Mas a verdade é que ele ajuda muito mais do que pensa que ajuda. Do jeito dele, todo atrapalhado, mas ele é o cérebro da pack.
Com tudo o que aconteceu no último episódio, o pai dele também conseguiu voltar à ser delegado. Deixando isso de lado, ele vai até o jogo de Lacrosse apoiar o filho no banco, ou pelo menos isso é o que nós pensávamos. Que o Scott está repetindo de ano em várias matérias, nós já sabíamos, mas que o Jackson pretendia jogar a final, ninguém conseguia imaginar. O problema é que exatamente por Scott estar repetindo, ele não pode entrar em campo. E quem entra no seu lugar é Stiles. Que no começo fica todo atrapalhado, mas em meio a tanto caos, consegue marcar os pontos da vitória.
O problema é que dentro de campo nós temos o Jackson. E Gerard fica ameaçando para Scott, a todo momento que ele vai matar todo mundo se ele não contar onde o Derek está. O episódio inteiro é a mesma coisa. O ridículo, é que Derek está na mansão dos Hale o tempo inteiro. Vovô Argent virou lesado, ou essa foi só uma tentativa, criada pelos produtores, de criar uma história ?
Derek teve uma conversa não tão amigável com Boyd e Erica, que querem abandonar o Alfa e procurar uma nova pack. O problema é que a nova pack que eles encontram, é nada mais, nada menos, que uma armadilha criada pelos Argents, e sua mais nova evil líder, Allison. Allison está dando uma de menina mimada como sempre, atirando arco e flechas e querendo matar todos os lobisomens do mundo. Ela captura e quase mata os dois lobos, mas seu pai (que já está preocupado com a atitude dela), a para.
Depois da visita não muito legal de Boyd e Erica, Derek também recebe Peter na humilde residência dos Hale. Peter quer ajudar Derek, e isso não me cheira bem por algum motivo…Mas enfim, ele diz que existe um jeito de salvar o Kanima, fazendo seu coração lembrar do amor humano. Ok, Jackson não é nada carinhoso ou boa pessoa, mas ele, bem lá no fundinho, ama a Lydia. E é ela que pode salvá-lo do Kanima.
Legal também chamar a atenção para o Isaac. Eu sempre gostei dele, apesar de sentir raiva as vezes. Mas ele tem bom coração, e nesse episódio isso ficou bem claro. Primeiro ele procura Scott e pede um conselho sobre fugir ou não. Tira a dor de um cãozinho e chora. E depois disso, vai até o jogo de Lacrosse pra tentar salvar o dia. Infelizmente Jackson o paralisa. Depois Gerard o encurrala no vestiário, querendo cortar o guri no meio. Mas o Scott aparece e salvo o guri. Acho fofo e quero mais momentos Isatt (ou seria Saac ? Só sei que até já shippo eles).
O Gerard desaparece misteriosamente nessa hora, e o Scott corre pro jogo ver se as ameaças do Vovô Argent vão ser cumpridas. Quando o jogo acaba e ninguém se machuca, Scott até se alivia um pouco. Mas não dura muito, e as luzes se apagam. Quando elas reacendem, tem alguém jogado no meio do campo. Parece que o Kanima atacou novamente, e dessa vez, atacou a si mesmo: Jackson. A mãe do Scott tenta acordar o garoto, mas ele está sem pulso e não respira. E esse não é o único drama da noite, Stiles desaparece.
Agora nós resta a questão: Será que o lado humano de Jackson lutou com o Kanima, fazendo-o machucar a si mesmo, ou esse é mais um plano de Gerard?
Parece que o último episódio vai ser cheio de surpresas e mil e uma possibilidades. Alguém tem algum palpite ? Não sei vocês, mas aposto minhas fichas que o 2×12, vamos ver ainda mais sangue, violência e cenas de deixar todo mundo sem fôlego e tendo pequenas síncopes de emoção.
Breaking Bad – Fifty One
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Série: Breaking Bad
Episódio: Fifty One
Temporada: 5ª
Número do Episódio: 5×04
Data de Exibição nos EUA: 05/08/2012
Primeiro quero me desculpar pela falta de review semana passada. Problemas pessoais. E falando em problema, o episódio foi focada nisso. Ele finalmente deu um rumo para a temporada (pensando bem, o da semana passada deu o pontapé inicial). Faltam apenas quatro episódios para a season finale e a serie não pode se dar ao luxo de desperdiçar tempo em histórias que não andam.
O agora doido assumido Walter, está se aproveitando da fraqueza que a mulher vem apresentando para fazer tudo aquilo proibido por ela- comprar o carro do Walter Junior, voltar viver na mesma casa… Mas no fim a inércia dela se mostrou útil, servindo como parte do plano. Skyler já percebeu a muito tempo que ela esta envolvida no meio de tudo e o que lhe resta é tentar proteger os filhos. Não importa mais o que acontece com ela, isso mostra o medo que ela sente mas também como ela ficou tão esperta quanto o Walt, porém de uma maneira diferente (afinal ela ainda se preocupa com o que acontece ou venha acontecer. Diferente dele). Outro ponto é a forma fria- “Esperar pelo câncer voltar”- e de certa maneira engraçada- “eu pensei que você fosse o perigo”- no qual ela lida com a situação. Um mode de dividir opiniões sobre a personagem ( pelo o que eu andei lendo a maioria parece não gostar dela).
Os outros personagens não tiveram muito destaque. A investigação do Hank está progredindo a passos de ‘tortuga‘. Marie como alivio cômico. Jesse não serviu pra muita coisa, na verdade serviu: somente dele aparecer já é legal. O relógio que ele deu de presente para o Walt além de bonito, foi usado na frase ” até pouco tempo a pessoa que me deu esse relógio apontou uma arma na minha cabeça, eu o fiz mudar de ideia sobre mim, assim como irei fazer com você”. Antes que eu me esqueça: usado também pra fechar o episódio, com algum tipo de referencia que eu não peguei.
O plano da amiga do Mike estava indo bem arquitetado e ate então sem falhas, mas como nada é perfeito, Mike acabou descobrindo tudo e a decisão dele foi coerente. Na venda de drogas é cada um por si e se deslizar o próximo morto é você. Além do mais chances foi o que não faltou pra ela.
White Collar – Parting Shots
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O quarto episódio da quarta temporada de White Collar chega para colocar Peter Burke de volta ao seu escritório no departamento de crimes do colarinho branco. Não demorou muito o castigo de Burke no arquivamento de evidências, a solução do caso da viúva milionária ajudou que o agente fosse reintegrado. Ou isso, ou os chefes de Peter cansaram de vê-lo fugindo do arquivo de evidências e usando seu horário de folga para solucionar os crimes de colarinho branco ao lado de Neal. Outra forte possibilidade é o chefe de Peter ter se cansado do trabalho na van, dado o efeito negativo que a van causa nas pessoas – como lembrou Jones no episódio. O importante é que Peter Burke está de volta e #todoscomemora.
Quem retorna neste episódio para o seriado é Sara, e a volta dela agrada aos olhos de Caffrey que já esqueceu Maya, seu amor tropical. Sara sempre foi uma personagem forte e segura e mantém a serenidade quando reencontra Neal. A conversa dos dois foi sincera e provavelmente o casal deve reatar nos próximos episódios.
Outra mulher importante na vida de Neal segue em New York, mas meu medo se confirmou e Ellen sofreu uma tentativa de assassinato. O próximo episódio deve se encarregar de apresentar a situação da sua saúde após o ataque. Neal não ficou menos que devastado com a cena que encontrou ao chegar na casa da mulher que representa o que ele tem de mais significativo se tratando de família.
A dificuldade que Neal tem com família não é a mesma que ele encontra com as mulheres. Ele não tem nenhum problema em encantar qualquer uma que seja, mais ainda quando se trata de uma viúva deprimida e sozinha. O caso deste episódio precisou de uma infiltração de Neal e acabou virando uma paella. A viúva Sophie teve sua vida salva por Caffrey duas vezes, uma mais cinematográfica que a outra. Também neste episódio outra boa atuação de Neal foi ele fugindo muito facilmente da perseguição do detetive particular. Classe.
Apesar da atuação de luxo que Neal vem repetindo, o caso foi relativamente fácil e rápido de ser resolvido. O tempo curto explica-se pelo fato de que o episódio se concentrou em mostrar mais sobre alguns acontecimentos segundários. Ellen sofre tentativa de assassinato, Sara retorna à vida de Neal e Peter é reintegrado ao departamento de crimes do colarinho branco. Assim, uma das melhores coisas do caso acabou sendo o nome fictício que Peter inventou para o disfarce de Caffrey: “Neil Armstrong”.
Além do nome de astronauta, Mozzie acabou com Neal chamando-o de “bochecha rosadinha” e dizendo que ele estava com um “olhar desconfiado de engravatado”. Mozzie ainda ganhou o dia se disfarçando de detetive particular com uma câmera fotográfica muito estranha e uma luneta absurda. Também vale destacar neste episódio o início da amizade entre Mozzie e Ellen, fatos assim mostram como Caffrey está rodeado de bons amigos, apesar da falta que uma família fez em sua vida.
Não sabemos a situação da saúde de Ellen, mas um novo personagem vai entrar na vida de Neal e em White Collar para ajudar a explicar o que aconteceu com o pai de Caffrey e a sua família. Ellen pede que Neal confie em Sam, um policial que trabalha disfarçado e que pode ajudá-lo e ela parece acreditar que a bronca vai muito além de um caso mal resolvido, ou um caso que culpou um inocente e sacrificou toda a sua família.
Seja qual for a verdade que Neal está buscando, podemos concordar que ele está muito bem acompanhado para solucionar o mistério maior que o atormenta. Com Peter de volta à ativa no FBI e Mozzie e Sara retornando ao dia a dia de Neal, Caffrey está bem equipado de amigos que podem ajudá-lo a descobrir quem foi realmente seu pai. Aliás, quem não gostaria de ter esses amigos por perto para resolver qualquer problema? Neal tem um problemão pela frente, além do mistério sobre seu pai, agora ele também vai precisar descobrir quem tentou assassinar a única pessoa que ele ainda chamava de família e provavelmente os dois casos estão ligados.
A review deste episódio encerra com uma frase de Neal, o golpista mais encantador da televisão: “Meu nome é Neal Caffrey e sou a melhor coisa que já lhe aconteceu.”
Dallas – Family Business
07/08/2012, 16:41.
Maria Clara Lima
Reviews
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Quando toca a abertura de Dallas, você espera que algo grandioso vá começar. Bem, venho há muito tempo reclamando das artimanhas descabidas do roteiro da série. Muitas reviravoltas, personagens com motivos nada profundos, exaltação ao passado, pouca criatividade, tudo isso estava me fazendo perder a vontade de assistir a série. Continuar o legado de Dallas não estava sendo nada fácil.
Mas aí que chegou o penúltimo episódio da temporada para acender uma réstia de esperança. A abeertura tocou e logo eu já sabia que esse seria um bom episódio. Confirmado, Family Business é o indício de que a série pode ser o que ela realmente prometeu.
No momento, há duas grandes histórias para essa temporada. A guerra na família Ewing e o mistério da Rebecca. Até agora, as duas histórias parecem não se cruzar, até agora. Mas deixo minhas suspeitas para depois, até porque neste episódio eu simpatizei bastante com a moça, que tenta sem medidas reconquistar a confiança e o amor do marido.
Enquanto isso, o irmão, que não é irmão, tenta colocar a mão na grana que a mais nova Ewing havia prometido. Assim, em doses homeopáticas, vamos aprendendo o que realmente aconteceu com Rebecca.
Mas esse episódio, apesar de jogar com as duas principais histórias do momento, teve destaque mesmo para o clã dos Ewings. A doencinha boba do Bobby finalmente apareceu com mais força para desaguar como o drama que a série precisava. Em torno disso, Chris, John Ross, Helena, Anne, Sue Ellen, todo mundo se junta para resolver de uma vez por todas a questão do petróleo em Southfork. E por isso, só por isso, o episódio se salvou.
Nada de twists rápidos, closes de câmera, e suspensezinho barato. Bobby sofre um aneurisma e coloca em cheque os verdadeiros motivos dos herdeiros Christopher e John Ross. Os rapazes decidem que juntos eles podem ir mais longe do que nunca e ainda lutar para que o Dom Sobrancelha não reine nas terras de Dallas.
Nada de twists rápidos. Todo o episódio girou em torno disso. De como essa briga colocou novamente em risco toda a família. Sue Ellen, encurralada pelas ameaças de Ryland, só conseguia se culpar e culpar JR por mais uma desgraça. Isso é o que dá agir assim como uma louca. Mas enfim, mãe é mãe e é por isso que temo bastante pela Ann. O que será que Ryland pode aprontar ainda? Bom, isso fica para o próximo episódio. Porque nesse, o importante mesmo é que J.R. e Bobby finalmente tiveram a chance de acertar as contas.
O que acontece se um deles morre? A briga acaba. Cada um tem o seu motivo. Bobby quer honrar a vontade da mãe e J.R. quer reclamar seu direito de nascimento. Nenhum dos dois está errado, apenas que J.R. é bem menos ético quando se trata de vencer. E é por isso que a cena dele assinando o papel que devolve Southfork para o irmão foi a mais emocionante da temporada.
Talvez isso fosse algo mais criativo. Os Ewings contra os vilões! Quem sabe? Seja o que for… guarde bem essa imagem. Não é toda hora que vemos ISSO.
J.R. Ewing em seu momento de tristeza.
Quando Bobby decide dar continuidade a investigação que pode por o irmão atrás das grades, quase fiquei com pena do Dom Sobrancelhas. Quase. Porque não deu muito tempo e logo o choque e terror tomou conta de mim. Será que o Bobby morre?
Falando em morte…
Eu não esperava isso.
Quem será que morreu?
Seguimos tocando banjo!
True Blood – Everybody Wants to Rule the World
06/08/2012, 17:00.
Marco C. Pontes
Reviews
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Sério, sempre o Bill. Que inferno esse homem.
Não dá para não começar a review sem reclamar sobre o personagem menos gostoso de toda a história de True Blood, Bill Compton. É inegável que depois de ter mentido loucamente para Sookie nas últimas temporadas, todos os fãs de True Blood devem ter se virado contra ele. E agora temos mais outra razão para continuarmos sendo ‘haters’ dessa pessoa SUPER amigável.
Salomé deve ter uma vagina mágica, igual a da Sookie e da Lilith. Deve ser a droga mais poderosa de todo o universo, porque não dá pra entender o motivo pelo qual Bill, que além de ser totalmente a favor de tudo que está acontecendo, fica dando DICAS de como ACABAR com o movimento populista. Fico é com pena de Eric, que obviamente não vai poder ter mais romance com ele, e como o próximo macho já está tomado (Russell), ele vai ter que ficar só na mão mesmo.
O episódio foi bem legal, uma vez que juntou praticamente todos os plots em um arco só. O único problema disso tudo é que Alcidão continua jogado sem rumo na série, como se fosse interessante ouvi-lo conversando com o pai e relembrando de Deb, a vadia do V.
Não imaginava que iriam colocar Sookie em um plot tão sem graça, até chegar os Obamas e mostrarem o que aquilo realmente tem a ver com os pais dela: NADA, mas quem está contando? Da mesma forma, espero que tenham dado fim, GRAÇAS A LILITH, ao plot do Monstro de Lost. O melhor de tudo isso foi ver Arlene dando uma de ruiva-louca, algo que todo mundo sabe que ela é, mas quase nunca vemos isso em tela.
Mas pelo menos uma coisa teve progresso: o romance entre o Reverendo e Rusell. Está na cara que Reverendo deve estar pensando: ‘porra, já que com o Jason não vai rolar, né…’ porque não há outra justificativa. Finalmente mostraram que Russell não é aquele vampiro brincalhão que estávamos vendo nas últimas semanas. Agora a porra ficou séria, já que Sam e Luna vão se envolver mais ainda no arco central. Claramente tenho meus preconceitos com Luna, já que até hoje ela está com o Sam e também por ter se transformado nele, com tantas outras escolhas bem mais interessantes, mas tá valendo né.
Fico preocupado com Pam, que além de ter sido jogada do palquinho, ainda precisou ouvir de Tara que ela iria ajudá-la. Gente, ainda não confio nessa louca. Nunca confiei e nunca confiarei. Nem dançando no Pole Dance fez com que minha paixão por Tara aparecesse. É o que tem pra hoje.
Eric precisa voltar logo para colocar Tara no seu lugar e também ajudar Pam, matando o ‘novo’ xerife. Infelizmente, algo assim não vai acontecer tão cedo, graças a Bill, o TRAIDOR pequeno.
Outras observações:
– “Todas as minhas crenças estão reviradas” – CROMPTON, Bill. Não importa, Bill. Quero sua true death AGORA!
– Os Obamas não usam máscaras porque não querem ser reconhecidos? Porra Jason, que sagaz você.
– Salomé querendo já fazer filhos com Bill. COMO?
– A bunda do Sam claramente recebe maior cachê do que o próprio Sam.
– Porque a vovó Loba não saiu correndo ou pelo menos fez Lobinha sair correndo quando viu Russell? E porque ela não se transformou quando Russell estava indo embora com a neta? PQP, né?
– Não sei como a gordinha achava que iria conseguir fugir, CORRENDO. Não sei mesmo.
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Covert Affairs – Speed of Life
06/08/2012, 10:10.
Mario Madureira
Reviews
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Aqui está a fórmula para um episódio muito bom: crie vários conflitos para personagens distintos e jogue a responsabilidade desses problemas para a personagem principal. Speed of Life foi bem isso, pois Annie foi obrigada a lidar com vários problemas ao mesmo tempo. Enquanto Danielle partia para Califórnia, Auggie levava um fora e Simon chegava a Washington.
Apesar desse relacionamento entre Annie e Simon ser profissional, eles tem uma ótima química e da até uma pena em saber previamente que essa relação não vai acabar bem. Mas se depender do europeu, isso não vai acontecer, por que ele tem muito interesse em Annie, apesar de estar fazendo um ótimo jogo com ela para conseguir despistá-la de seu comércio irregular. Mas o que provou que dessa vez o bichou pegou mesmo, foi juntar além da CIA, o FBI, DIA e todos os outros departamentos que queriam um pedaço desse caso que poderia promover ótimos frutos para todos os envolvidos. Porém, da mesma forma que eu, a CIA também é individualista e segurou o caso por dias até ser obrigada a compartilhar as pistas com o FBI. Então, o agente pateta Rossabi resolveu mais uma vez se aliar com sua “prostituta de luxo” a fim de conseguir capturar o criminoso.
É claro que a junção de todos os departamentos não deu muito certo. Ambos capturaram o espião e um farsante se passando por Simon. Enquanto todos os departamentos americanos agiam contra os suspeitos, Simon andava elegantemente por uma avenida movimentada trocando a sua mala com um homem que havia se passado por policial. Mas a verdade é que Simon é o primeiro criminoso de toda a série que tem bolado um ótimo crime que está dando muito trabalho para o os defensores da justiça. E com todo esse pesadelo, Annie é demitida e volta para a DPD. É muito decepcionante em saber que agora a senhorita Walker voltou a trabalhar para Joan, por que eu estava adorando a nova parceria com Lena. Sinceramente, cansei de Joan e Arthur e está na hora de Covert Affairs abranger seus horizontes para outros universos da CIA.
Agora entramos num momento Adele, ao comentarmos sobre a triste realidade de Auggie. Parker volta atrás em sua decisão sobre o casamento e abandona Auggie aos prantos no quarto. Não é triste saber que a única luz que o nosso querido cego presenciava era Parker? Agora que a própria foi embora, Auggie está desolado, preso e sem rumo em sua vida. Ele não quer terminar como Jai (apesar de ser uma motivação pouco favorável para uma decisão como essa), mas a realidade é mais difícil e casar com um espião da CIA não deve ser fácil, afinal de contas, haverá dias que ele viajará para outros lugares e ocasiões que ele terá que partir em função do trabalho. Um exemplo disso foi à pizza que Annie encomendou para Danielle e no final não pode comer com a irmã.
Falando em Danielle, que situação mais tensa aquela em que Annie teve que atender a irmã enquanto estava lidando com Simon, não acham? É muita coisa para processar. Fingir ser alguém para uma pessoa que está ao seu lado e ao mesmo tempo ser outra pessoa para seu familiar no telefone é algo totalmente insano. Somente para profissionais bem treinados para lidar com uma missão como essa e apesar de Annie ter feito burrada, ainda acredito em sua capacidade para terminar o que começou.
Por isso covertianos, Annie com sua grande teimosia e ambição, continuará a fingir sua identidade para capturar Simon em segredo da CIA. Mas o pior ainda está por vir. Daqui a duas semanas, o agente Mossad dará as caras para… Tentar matar Annie! Será um Velozes e Furiosos bem personificado.
Warehouse 13 – A New Hope e An Evil Within
04/08/2012, 13:06.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: Warehouse 13
Episódios: A New Hope e An Evil Within
Temporada: 4ª
Nº dos Episódios: 4×01 e 4×02
Datas de Exibição nos EUA: 23/07/12 e 30/07/12
Ei Warehousers! Quem aí sentiu saudades do pessoal do Depósito 13? O problema é que não existe mais Depósito, porque o Walter Sykes (que morre de ódio de tudo e todos ali) explodiu o lugar e foi responsável pela morte da H. G. Wells, do Steve e até da Sra. Frederic. Pois é, mas como (pelo menos na série) o mundo está cheio de artefatos mágicos que podem fazer coisas cada vez mais impossíveis, Artie não ficou tão preocupado assim com toda a destruição.
Por outro lado, enquanto Artie ocupava-se em achar o Astrolábio de Magalhães, que se ativado até 24 horas depois da explosão iria desfazer todos os estragos no depósito, Claudia se interessava mais em usar o Metrônomo para ressuscitar o Steve. Como se não bastasse esse tempo limite curto e o fato de o Astrolábio estar na França, a explosão do depósito abriu a Caixa de Pandora, que fez com que o mundo todo perdesse a esperança, resultando em rebeldias e desespero. Ou seja, Warehouse 13 virou um misto de Código Da Vinci (por causa dos padres suspeitos e até da intervenção do Vaticano no caso) e Supernatural (com essa coisa de libertar algo que atinge o mundo todo).
Bem, a equipe toda foi para a França a fim de caçar o tal do astrolábio milagroso, e ela ia se desfazendo conforme as horas passavam. A primeira vítima foi Claudia, sendo enterrada viva, depois Myka foi presa e levada para sabe-lá-onde, Pete morreu após achar o artefato e por fim só restou Artie que, se antes tinha dúvidas sobre os efeitos colaterais do uso do objeto, agora não poderia ter mais… Afinal, a equipe se foi.
Enfim, artefato ativado, Depósito reconstruído, equipe bem de novo (inclusive H. G. e Sra. Frederic), só faltava agora desativar a bomba que explodiria tudo novamente. Já que Artie é o único que se lembra do “futuro”, desta vez consegue salvar o local e por fim matar o Walter. Seria um final feliz, se não fosse o efeito colateral do artefato, que soa mais como uma profecia macabra do que como qualquer outra coisa, dizendo que o mal foi libertado (como se já não tivessem libertado o mal com a Caixa de Pandora).
E quanto a Steve? Pois é, ele não foi ressuscitado pela façanha de Artie porque morreu há mais de 24 horas, então Claudia cumpre sua promessa de trazê-lo de volta à vida. E como um efeito colateral não bastasse, agora provavelmente teremos outro, já que ela usou o Metrônomo para reviver o amigo.
História principal à parte, o artefato aleatório da vez foi uma chave que transformava a visão das pessoas em relação à quem a pegasse. Ou seja, se fulano encostou na chave, as pessoas que estavam perto irão vê-lo como um monstro cheio de tentáculos. Já pensou? Um monte de gente louca correndo atrás de você porque te vê como uma fera nojenta… Sorte que a Myka superou a fobia de tentáculos (?) dela para chegar perto do “monstro” Pete. Mais um artefato na coleção dos bizarros. Aliás, esta temporada já começou bem bizarra, embora toda essa história de destruição mundial tenha agitado bastante a série.
P. S. [1]: Agora é saber o que é o tal “mal” que foi libertado por Artie e achar um jeito de reverter esse efeito sem reverter o efeito do artefato. E achar logo, né… Porque aqueles padres estranhos dão mais medo do que o Walter.
P. S. [2]: E essas alucinações de Artie com a Claudia? E começando até mesmo antes de ela ressuscitar o Steve. Será que ela tem algo a ver com os vilões nesta temporada? Bem que ela ficou legal se comportando como alguém do lado negro.
P. S. [3]: Por último, mas não menos importante… O que é aquele visual da Myka de “acordei e não penteei o cabelo” no segundo episódio?! Me expliquem, sério.
The Glee Project – Tenacity e Romanticality
03/08/2012, 11:46.
Gabriela Assmann
Reviews
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Oi Gleeks!
Essa semana novamente nossa review será dupla. Não porque tive um ataque pré-adolescente, mas sim porque estive sem tempo mesmo. Embora algumas coisas justifiquem um novo ataque desses. Ryan Murphy que se cuide! Humpf!
Em Tenacity, episódio 2×08, haviam sete concorrentes disputando o prêmio. O tema do dever de casa foi Survivor das Destiny’s Child e a escolhida pela mentora da semana – Amber Riley, a Mercedes de Glee – foi Ali. Aylin reclamou de novo e disse que merecia vencer. Dessa vez vou ter que discordar dela, achei que Ali mereceu vencer.
O clipe da semana exigiu muita tenacidade dos candidatos. Eye of the Tiger foi gravado em plano sequência, ou seja, cada vez que alguém errasse era necessário voltar ao começo do vídeo. E foi erro atrás de erro. Ninguém se safou. Tiveram que gravar tantas tomadas que Abraham torceu o pé e se machucou e Shana chegou a vomitar de exaustão. Grande parte desta infinidade de tomadas se deveu aos erros de Abraham, Michael, Lily e Aylin quando deviam pular corda e cantar. Por conta desse erro é que foram escolhidos Michael, Lily e Abraham para o bottom três. Cabe ressaltar que Ali não acertava a cesta de maneira nenhuma e isso nem foi citado por eles. Acho que ela deve ser tratada com igualdade e isso não tem acontecido. Claro que sei que ela tem melhorado muito e mostrado a que veio, mas não pode ter os erros relevados dessa maneira sempre.
Michael cantou Brick do Bem Folds Five e foi bem aos olhos dos jurados e do Ryan, embora eu não tenha gostado. Abraham cantou Man in the Mirror do MJ e foi muito, muito mal, além de ter levado uma chamada por estar sempre puxando o saco do Ryan. Lily ganhou, novamente, um presente e cantou magistralmente I’m the Greatest Star do musical Funny Girl. Ela tá sendo claramente favorecida nas escolhas de músicas.
E o eliminado da semana, depois de ter voltado e implorado ao Ryan para que olhassem para a personalidade dele, foi o Abraham. Pelo visto não era só eu que estava cansada das desculpas que ele arrumava pra tudo, mas ainda acho que o eliminado devia ser o Michael, que, pra mim, é o mais fraquinho.
Já com somente seis candidatos e há duas semanas da final do programa o tema foi Romanticality. Já no dever de casa eles formaram casaisinhos e confesso que não esperava nada tão inusitado quanto Lily e Aylin. Me quebrou a cara. Mas o casal que foi mais bem avaliado foi Blake e Ali. Blake acabou sendo escolhido pelo mentor lindo da semana – Darren Cris, o Blaine de Glee – e ganhou destaque no vídeo da semana, além de poder escolher sua parceira para o vídeo. Ele escolheu Ali e assim acabaram ficando Michael e Lily e Aylin e Shanna.
No clipe de We Found Love da Rihanna quem se saiu pior, na opinião dos jurados, foi Blake, Shanna e Aylin. Na hora do anúncio do bottom 3 meu coração chorou e quase surtei. Mais uma injustiça foi cometida, visto que os três que se salvaram eram piores do que os três que foram pra apresentação de última chamada, principalmente a Ali e o Michael. Como Shanna nunca tinha ido pro bottom e Blake é protegido dos jurados achei que a Aylin seria eliminada e quase surtei.
Acho um erro grosseiro analisar o desempenho somente em uma semana sem levar em conta o todo. E por conta desse erro a Shanna foi eliminada. Se fosse pra eliminar qualquer um eu tiraria o Michael que é o mais fraquinho de todos. Já dos que estavam no bottom eu eliminaria o Blake. Não quero outro Finn e acho que os dois não são personagens tão ricos quanto as garotas. Infelizmente perdemos uma grande competidora que foi eliminada por um erro do programa em botar os três melhores no bottom e também porque eles não queriam deixar só um garoto na competição.
Agora só falta mais uma eliminação até a final. Quem você quer ver na final? Quem você quer que vença a competição? Façam suas apostas!
PS: Amei a Aylin comentando o que a família dela iria imaginar dela além de ter namorado ter beijado uma garota! haha Nossa turca preferida arrasa!
PS 2: o que foi aquela tosquice do Michael e da Lily forçando um casal e fazendo jantarzinho? Apelação totaaal!
Teen Wolf — Fury
03/08/2012, 10:35.
Júlia Berringer
Reviews
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Teen Wolf está melhor do que nunca, isso é fato. O último me deixou sem fôlego e eu não consegui tirar os olhos da tela um só segundo. O ritmo foi ótimo, e eu gosto tanto de como Teen Wolf não nos enrola, que até fico irritada quando vejo episódios de Pretty Little Liars, por exemplo.
Resumo do que aconteceu nos últimos episódios: Descobrimos que quem está no controle do Kanima é o Matt, o fotográfo super estranho que tinha uma queda pela Allison. Falando nela, ela tentou ajudar e acabou estragando tudo. Scott, com toda sua sutileza, falou para a guria ficar fora do caminho. Como se não bastasse a patada que levou do namorado, ela também perde a mãe. A Líder Argent foi mordida por Derek, e pediu ajuda à seu marido para “se matar” e não virar lobisomem. Lydia (que estava sendo controlada pelo Peter), armou para o Derek e conseguiu ressuscitar o ex Alfa. Também vale ressaltar, que o veterinário, chefe do Scott, e a conselheira da escola, parecem ser algum tipo de ser que ajuda os lobisomens.
Scott e Stiles convenceram o pai do Stiles à ir a delegacia com eles, para recolherem provas contra Matt. No início o pai dele não acreditava, mas depois pegou confiança. Teve sua certeza quando viu seus companheiros de polícia todos mortos ao chão, e Matt apontando uma arma para a cabeça de Stiles. Antes disso, eles estavam olhado as câmeras de segurança do hospital, na noite em que Jessica (a mulher grávida) morreu, e viram que Matt parou e pediu informação para a mãe do Scott. Eles ligaram para ela ir até a delegacia. Mas ai o Matt apareceu e prendeu ela, e o pai do Stiles em uma das celas. Não que eles fizeram muita falta, afinal, em uma briga entre lobisomens, caçadores e Kanima, eles não teriam muito uso.
Descobrimos então, a razão de Matt ter matado todas aquelas pessoas. Tudo aconteceu quando o pai do Isaac deu uma festa em sua casa, para comemorar a vitória de seu time de natação. No meio à tantas bebidas, os garotos do time de natação jogaram Matt (que estava lá para trocas alguns gibis com o filho do Isaac) na piscina. O garoto quase morreu afogado (daí o medo de água), e ninguém fez nada para ajudá-lo. Dá até pra ficar com pena se não fossem as caras de maníaco que ele fez durante todo o episódio.
Allison está super revoltada, e virou outra pessoa. E não é por menos. O problema é que ela deu para achar que sozinha, consegue matar o Derek. Me irrita esses repentes dela de querer se meter à ser caçadora. Mas é lógico, ela não conseguiu. Agora ela está tomando seu lugar como líder, e seu primeiro mandato, foi ir até a delegacia, onde toda aquela confusão estava acontecendo. Chegando lá, ela ficou frente à frente com o Scott, deu uma de louca, e mandou ele ficar fora de seu caminho, exatamente como ele tinha feito com ela.
Além disso, Matt deu um tiro em Scott na frente de sua mãe, e ela ficou toda louca e preocupada, mal sabia ela, que em vão. Quando a Allison e sua pack de caçadores chegaram lá, em meio à confusão e briga, Scott acabou se transformando e sua mãe assistiu horrorizada.
Também teve cena Stiles + Derek. Adoro ver os dois trabalhando junto, mas dessa vez foi meio impossível, já que os dois estavam paralisados pelo Kanima. A verdade é que Matt infringiu as leis do Kanima, e matou gente que não merecia. Assim, ele estava se transformando no próprio Kanima, mas não durou muito. Gerard apareceu, e causou a morte do Matt, do pior jeito possível: O afogou. E agora, vovô Argent é o novo mestre do Kanima. Quem parece não ter gostado da ideia, foi Peter, que assistiu toda a cena de longe.
Todos descobrimos também, que o Scott estava de conversinha como Vovô Argent, e estava contando tudo o que descobria para ele. Ao que parece, ele só entrou para a pack do Derek para contar de todos os seus passos para os caçadores. Derek ficou super chateado, porque nós sabemos, no fundinho ele ama muito o seu lobo aprendiz. Também fiquei chateada, estou de mal do Scott até segunda-feira que vem! E tomara que ela chegue logo, porque eu tive síncope só de assistir a promo do episódio. E vocês, animados para o episódio da semana que vem ?
Continuum – Family Time
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Série: Continuum
Episodio: Family Time
Temporada: 1ª
Nº do episódio: 1×09
Data de Exibição no Canadá: 29/07/2012
Esta semana Continuum nos apresentou um episódio divisor de águas. Não foi um episódio perfeito, mas com certeza foi importante.
Não tenho muita certeza se conseguirei ser coerente ou falar de tudo o que eu quero, pois tenho ideias demais sobre o episódio passando pela cabeça no momento, mas com certeza tentarei.
Vamos começar com os adolescentes surtando ao serem descobertos e principiarem o que Kagame define como o início de tudo o que ele é. Não creio que a importância do evento para o líder do Liber8 seja apenas o enfoque que a luta ganhou na mídia ou mesmo a proximidade com Kiera. A meu ver, tudo está ligado a Julian e Alec.
No episódio passado Kagame descobriu que Alec está envolvido com Kiera de alguma forma. Como eu não tenho dúvidas de que o Liber8 tem alguma conexão com Sadler no futuro, eu imagino que esta ligação de Kagame com Julian vai muito além do que usar um adolescente como ‘laranja’ em sua luta. Tenho a impressão de que esse evento foi programado por Kagame (que se mobilizou quando soube que o jovem Sadler já estava pronto e em contato com a Protetora) para se aproximar de Julian e assim construir as bases do que será o seu grupo terrorista no futuro (e, talvez, seja a ligação com Julian que colocará Kagame em contato com Sadler no seu tempo de origem).
Parece meio confuso, mas tudo faz sentido se pensarmos que Sadler no futuro tem o conhecimento dos acontecimentos desta época e pode ter informado o líder do Liber8, inclusive deixando-o ciente de que a revolta de Julian seria imprescindível para o desenrolar dos acontecimentos que levarão o futuro a ser como deve ser.
Isso, é claro, deixa Sadler numa zona ainda mais cinzenta do que já está: o empresário será mocinho ou vilão no futuro? Qual a importância nos acontecimentos presentes para moldar a vida do rapaz e suas escolhas?
É claro que todas essas teorias estão baseadas em algumas migalhas, tais como a expressão facial do Sadler mais velho no primeiro episódio, ou mesmo a confirmação de que ele sabia exatamente que Kiera iria para o passado, já que implantou informações para ele mesmo nas memórias dela. Nada disso faz de Alec um bandido, mas que coloca a pulga atrás da orelha de todos nós, coloca.
Outra coisa importante foi a confissão de Kiera para Carlos enquanto este agonizava na despensa. A menos que Fonnegra encare tudo o que ela disse como um delírio (o que seria muito sem graça), a Protetora terá muito o que explicar. A parte do filho e marido é mais fácil, mas a parte deles nem sequer existirem se ela não fizer as coisas certas aqui já não é tão tranquilo assim.
Ainda não me decidi se o desabafo (as lágrimas e a confissão do único amigo) era dirigido a Carlos ou a Alec. Eu, que não gosto muito da união Carlos/Kiera, prefiro pensar que ela falava de Alec. O garoto é, afinal, seu único e verdadeiro amigo. O único ali que a conhece de verdade, com quem ela sempre pode contar e que faria qualquer coisa por ela. E até a parte do mentir diariamente para ele se encaixa, já que Kiera sabe muito sobre o futuro de Alec (e, pelo que eu pude perceber pela forma como ela o tratou no futuro, não é muito fã do empresário), e todos os dias esconde do garoto quem ele será ou como ele chegará até o topo.
Mas por mais que eu queira, não dá para descartar Carlos desse desabafo, já que o parceiro estava ali morrendo, ela tenta se aproximar dele e incluí-lo em sua vida já há algum tempo e mesmo assim mente para ele todos os dias sem exceção. A parte do ‘meu único amigo’ é que eu não consigo comprar, pois Fonnegra não é o único amigo de Kiera e jamais teve qualquer demonstração desse tipo de proximidade entre os dois em qualquer episódio da série. Este posto pertence a Alec, quer os produtores da série aceitem isso ou não.
E, claro, sempre há Kellog, de quem ela certamente não falava, mas que vale a menção porque é o único que está ao lado dela e que a entende de verdade. Confesso que eu venho torcendo para esses dois acabarem na cama há muito tempo e foi uma pena não terem mostrado a cena, mesmo assim, eu não tinha a menor dúvida de que ela iria procurá-lo depois de tudo o que passou. Tem certas coisas que só conseguimos dividir com um certo tipo de gente. Kellog pode ser um manipulador inteligente e traiçoeiro, mas ele entende Kiera, já sofreu nas mãos dela (não apenas uma perda importante, mas duas!), já foi caçado, humilhado e mesmo assim está sempre ali, disponível. Como não procurá-lo?
Não fico muito feliz com a traição a Greg (porque, não me canso de dizer, sou pró ‘família Cameron’), mas é como disse Kellog: “lá você é casada, aqui você está sozinha. Como eu”.
A morte de Randol me entristeceu mais do que eu imaginava possível. Fiquei furiosa com a polícia por atirar no padrasto de Alec sem nem ao menos titubear ou fazer uma verificação mais aprofundada da situação. Ainda mais em uma época como a que vivemos, onde os adolescentes são tão envolvidos com o crime quanto os adultos, em especial crimes de ódio e revolucionários.
Acho que valeria pelo menos uma menção ao final do episódio de que o Randol pai não era o responsável pelo seqüestro e sim Julian.
Imaginem uma pessoa decepcionada, esta sou eu.
A boa notícia é que o traje de Kiera está de volta, todo negro. Pode até ser mais bonito, mas eu gostava da cor original. Espero que Kiera retorne às origens logo.
Alguns não gostavam muito da Kiera Protetora, toda funcional e meio alienada. Eu gostava, mas não creio que Kiera seja realmente desconectada com a realidade e com os sentimentos alheios, independente da dependência da tecnologia e do seu traje. Ela apenas estava em uma época estranha, tentando se adaptar. Creio que agora, mesmo usando e abusando da tecnologia do futuro (ela fica invisível!!!), ela não volte a ser tão preto no branco, pois já conhece 2012, já tem uma relação maior com a realidade atual, e principalmente, já tem alguns (poucos) conhecidos por aqui. Não é mais uma estranha no ninho. Bom, pelo menos não muito.
É difícil acreditar que falta apenas um episódio para o final da temporada. Não consigo imaginar minhas semanas sem Continuum. Nem parece que 11 semanas atrás a série não existia na minha vida.
The Newsroom – Amen
31/07/2012, 22:48.
Tiago Oliva
Reviews
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Série: The Newsroom
Episódio: Amen
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×05
Data de Exibição nos EUA: 22/07/2012
No episódio passado, eu fiquei com o pé atrás com o final ao som de Fix You. Achei um pouco sentimental demais. Carregado demais. Quase cafona. Além de não ter entendido a escolha da música. Já se vão no mínimo 3 anos que a música estava no auge, e ao contrário do que alguns possam dizer, a época não coincide com a data em que o episódio se passava. Estou voltando ao último episódio porque o fim desse episódio foi igualmente “quase cafona”. Não entendi a escolha do filme Rudy para usar como referência. Qual o sentido em usar uma obra que ninguém conhece como analogia e ainda ter que explicar? Se a intenção era fazer com que as pessoas fossem atrás do filme, pelo menos pra mim não funcionou (ao contrário da referência a “Meu Jantar com Andre” em Community). Antes de falar das partes boas gostaria ainda de mencionar como dispensáveis as milhares de vezes que alguém quebra alguma coisa, bateu a cabeça, gritou com alguém no meio de todo mundo ou tentou arrombar uma porta. Além da trama digna de High School Music, onde o namorado da McKenzie aproveita da sua profissão pra tentar se eleger.
Mas nem tudo são pedras. O desenvolvimento da história da guerra entre os tipos de jornalismo está funcionando bem, e ao contrário de outras partes da série, não me pareceu muito inventiva. Em outras palavras, eu comprei o argumento. Pela primeira vez a comédia funcionou de verdade, num tom certinho, na cena em que o Jim, Lisa, Maggie e Don discutem porque o Don esqueceu o encontro com Lisa. Não teve gritaria, o texto foi engraçado, inteligente, ninguém bateu a cabeça ou quebrou nada (apesar de que, quem teria aquele tipo de discussão no meio de uma redação?). E o Jeff Daniels continua incrível. E Neal funcionou pela primeira vez.
Por mais que eu tente defender The Newsroom, acho que fica evidente que existe um problema na série. E pra mim, todo o problema está no exagero. Algumas coisas parecem forçadas demais e acabam engolindo a parte boa. Ainda assim, a série é sem dúvidas uma das melhores coisas no ar. Talvez atrás apenas de Breaking Bad. Ainda preferiria assistir o pior episódio dessa série que o melhor episódio da maioria das outras que estão por aí.
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