TeleSéries
Dallas – Revelations
18/08/2012, 03:25.
Maria Clara Lima
Reviews
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Montanha-russa. Quando penso em Dallas penso no sinuoso e inconstante caminho de uma montanha-russa. Para quem começou a aventura de assistir uma série que propõe a continuação de um clássico, quem começou essa aventura do topo, merece acabá-la com um alto nível.
E Dallas acabou em alto nível.
Cynthia Cidre voltou ao comando do roteiro da série no episódio final, o que para mim fez toda a diferença, já que a minha maior birra durante a temporada era a tentativa dos roteiristas em forçar o “twist”, a vontade de surpreender o espectador. Claro, sei que é assim que funcionam as novelinhas, mas a cada cinco minutos ficava um pouco estressante. Às vezes, tinha a impressão que era obrigatório fazer isso mesmo que não fizesse sentido algum. ALGUM.
O que vimos no episódio final foi uma história sólida, e me perdoem, mas acredito que Dallas começou realmente apenas no décimo capítulo. Será que toda a temporada foi um prelúdio do que estar por vir? Da verdadeira nova geração em busca de poder e das riquezas do rancho de Southfork?
Se isso foi apenas um prelúdio, confesso que estou ansiosa para o espetáculo começar. Mas vamos ao ato final desta introdução.
Clichês. O que seríamos sem eles? (pergunta retórica). Quando o episódio anterior terminou com o tiro e a provável morte misteriosa, fiquei boquiaberta! Não pelo fato em si, mas pela ousadia de usar tal artimanha no roteiro! Rebecca matou o irmão/amante! (Game of Thrones crossover?) Na lata! Até o momento eu simpatizava com ela, mas tudo ficou muito estranho. Na verdade, ela foi a personagem coringa da primeira temporada da nova Dallas. Daquelas que não sabemos se é vilã ou mocinha…. do jeito que eu acho que deve ser. Cansei dessa guerra entre bons e maus.

Por falar em bons… Bobby sai do hospital. Por que Bobby estava no hospital? Alguém me explica que ideia mais anos 80 de dar ao Ewing um câncer? Nunca gostei dessa parte da história, e essa necessidade de ser bomzinho do Bobby me deixa mais a vontade para torcer pelo Sr. Sobrancelhas. Sim, porque mamãe pode dizer que não, mas em briga de irmãos, sempre há um favorito.
Mas ele saiu do hospital, decidido por o irmão mais velho no xilindró. Talvez Bobby não seja tão do bem assim… mas enfim, nesse meio tempo eles resolvem dar trégua e fazer de tudo uma festa.

Confesso que eu fiquei emocionada, para não dizer morta de chocada, quando achei que a história caminhava para uma reconciliação. Sei que a série iria acabar… provavelmente iria… mas não seria bacana ver os Ewings juntos contra outro mal? John Ross pedindo a Elena em casamento, Bobby Filho com a Rebecca, todos juntos e felizes. Hm, acho que isso é pedir demais.
Até porque logo o castelo se desfez, John Ross perdeu o amor da vida dele, o seu negócio, e ainda poderia ir para a cadeia. BAM! Agora sim temos um motivo para vingança… o sentimento que move as terras do Texas.
Devo confessar também que achei muito desconfortável a Elena aceitar se casar com o Pequeno John numa manhã e na outra está na cama louca de amor pelo Bobby Filho. Cadê a coerência nos sentimentos, minha gente? Cadê o amor? Aliás, a Elena não fez sentido nessa temporada. Toda hora mudava de ideia, de humor, de motivos, parecia a Carrie em Homeland. (Queremos crossover?) Não faz sentido eu achar o Chris o vilão da história, mas eu acho.

Também não faz muito sentido aquela história da Sue Ellen, mas Dallas me deixou tão confusa que acho que eu não faço sentido também… A Anne se sujeitando a gravar uma conversa para safar a ex-Ewing das falcatruas não condiz com o medo exagerado que ela demonstrou ter do seu próprio ex. Mas não vou negar que eu gostei deste twist.
O único personagem que fez sentido para mim nessa história toda foi o John Ross. Não porque eu estou apaixonada por ele, mas porque ele desde o princípio queria algo e no final ele conseguiu exatamente o que queria. Apenas deu um ou dois tropeços no meio do caminho. Tropeços esses que J.R. fez o favor de “paitrocinar”.
Todo mundo odeia a Rebecca. Até os deuses do clichê! Mas morri de rir quando foi revelado que ela era na verdade: (tan dan daaan) Neta do Cliff Barnes! Arquiinimigo da família Ewing.
E com isso terminamos, pessoal. Até o próximo capítulo!
The Glee Project – Glee-ality
18/08/2012, 00:59.
Gabriela Assmann
Reviews
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E aí, pessoal? O que acharam da finale de The Glee Project? A review dessa semana já seria particularmente dramática pelo fato de ser o último episódio da temporada o que faz um clima de despedida se abater sobre mim, mas fica ainda mais dramática depois do resultado de The Glee Project.
Essa semana já começou mal pra mim, visto que postaram spoilers na minha timeline do twitter e eu acabei vendo o resultado antes da hora. A única coisa boa disso é que tive mais tempo para me acostumar com ele.
Após o resultado resolvi observar a repercussão por alguns dias e fico imensamente feliz de saber que a grande maioria das pessoas concorda comigo. Pois bem, vamos aos fatos.
Os outros participantes voltaram e eu fiquei bem feliz de vê-los novamente, especialmente Charlie e Shanna, que para mim mereciam estar na final no lugar de Ali e Blake. Foi super fofo ver Charlin novamente (a quem possa interessar os dois ainda estão juntos). O mentor da semana foi Chris Colfer e novamente foi destacado que estava a procura de um personagem, não de um bom ator ou cantor. Por se tratar da última semana todos tiveram direito a uma sessão com Chris e a escolher a música que cantariam na apresentação para Ryan.
A ideia do vídeo foi muito legal. Eles cantaram Tonight e o cenário era um baile de formatura. Os ex participantes participaram do vídeo bem como Damian, vencedor da primeira temporada de The Glee Project. Eu achei que no vídeo a Ali não apareceu tanto como a Aylin e o Blake, o que já havia acontecido em Actability. Especialmente a Aylin, na minha opinião, foi muito bem na parte que lhe coube e parecia realmente uma adolescente muçulmana fugindo dos pais para ir ao baile e arrasar.
Antes do anúncio do vencedor cada um recebeu a chance de fazer a última apresentação para o Ryan e para uma plateia especialmente convidada para a ocasião. Estavam presentes alguns dos ex participantes e também alguns atores do elenco de Glee, como Dianna Agron (ela tava tão linda que me senti levando consecutivos tapas na cara. Beleza assim, demais, chega a ser ofensiva), Amber Riley e Darren Chris. A pressão nesse momento deve ser insanamente gigante. Imagina chegar para cantar e dar de cara com seus ídolos?
Nas apresentações achei que se destacaram Ali e Aylin (que fez uma versão de Rolling in the Deep infinitamente superior a da Lea e do Jonathan), com Blake ficando um pouco mais apagado, mas esperto que é ele deu um golpe em todo mundo e resolveu recitar um poema que acabou emocionando a todos. Cabe ressaltar que foi muito injusto com as outras duas concorrentes. Se ele tem direito a esse espaço elas também deveriam ter, até porque esse fato foi determinante para o resultado final.
Após as apresentações Ryan pediu opiniões a plateia. Senti que eles estavam mais inclinados a escolher Ali como vencedora. Neste momento dois comentários me chamaram atenção e acho que merecem destaque aqui. O primeiro foi da Dianna Agron que disse que Ali tinha muito a contribuir com Glee, enriquecendo as experiências porque ela é real, já que todos sabem que o Kevin pode levantar e andar a hora que quiser. Vendo a cara de pânico do lindo do Charlie quando ninguém citava a Aylin eu tinha certeza que ele ia se manifestar a qualquer momento. E quando se manifestou foi de tirar o chapéu. Ele teve uma sensibilidade incrível e tocou no ponto que pra mim foi a chave desta temporada e desta final.
“Ryan, eu acho que Aylin pode não ser a melhor atriz, mas você pode levá-la até lá.
O que Aylin tem potencial para fazer por você e por esse show é pegar esse muro
de medo e intolerância que tem definido a década pós 11 de setembro e divide esse
país e jogá-lo no chão”.
Pois bem, o Ryan fez questão de ressaltar que com as perdas no elenco precisavam de alguém pra preencher lacunas pontuais, tentando aí explicar a escolha que viria a seguir. Lamentavelmente apelaram para o óbvio e escolheram Blake para ganhar os sete episódios na quarta temporada de Glee. Não que ele não seja talentoso, mas ele não é a cara de Glee como Aylin e Ali são. Glee não é um show de galãs, é um show de pessoas diferentes com suas vulnerabilidades.
Essa final foi a prova de que pode-se até falar dos losers, desde que eles não sejam tão “losers” assim. Pelo visto, para a Fox, ser muçulmano é um fardo pesado demais para ser exposto em um show grande da televisão norte americana. Lamentavelmente o muro ao qual Charlie se referia continuará dividindo os Estados Unidos até que alguém tenha coragem suficiente de virar os holofotes para uma muçulmana talentosa e capaz de desafiar o que for preciso para fazer o que acha certo.
Grimm – Bad Teeth
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A maré turva de sangue está solta e a cerimônia da inocência é afogada por todo lugar…
A primeira temporada de Grimm encerrou sem encerrar muita coisa e a segunda temporada vem mostrando que talvez não seja necessário encerrar tudo assim tão rápido. A mãe de Nick apareceu e como muito bem colocou Monroe “ela não deveria estar não tão viva assim”? Adoro o Monroe e ele deve ter cada vez mais trabalho nesta segunda temporada de Grimm já que seu amigo Nick não para de arrumar problemas. Além do reaparecimento da mãe que deveria estar morta, Juliette sofreu com um feitiço de uma hexenbiest no final da primeira temporada e ainda segue adormecida no hospital. Para completar o circo Nick agora tem que lidar com um wesen muito pior do que qualquer outro que ele já teve notícia.
Tantas perguntas sem respostas no final da temporada passada tinham tudo para causar frustração… só que não! Grimm está conseguindo manter o desenrolar da história da season finale na premiere da segunda temporada, e vai muito bem obrigada. Já começamos com sangue, muito sangue, e a chegada do wesen super ultra power perigoso chamado Mauvais Dentes, que já assusta antes mesmo de se transformar.
Vale destacar que Grimm ganhou uma abertura mais estendida, que explica a história de Nick e a premissa do seriado. Para quem acompanha regularmente a série não acrescenta muita coisa, mas é útil para quem não conhece o seriado e for tentar assistir um episódio para ver se empolga, é bem válido – “Esta é a vida de um Grimm”.
Bad Teeth começa praticamente onde a primeira temporada acabou, na cena da luta de Nick com Kimura. No entanto, dessa vez a cena foi mostrada dando mais atenção à chegada da mãe de Nick na casa e isso é uma boa forma de relembrar a season finale sem ao mesmo tempo cansar o público com repetições. A chegada de Kelly é muito significativa, além do papel de mãe ela vai ajudá-lo a entender essa ebulição de coisas estranhas acontecendo: as sete famílias, as moedas, os wesen que falam francês, os que falam alemão, as sete chaves dos cavaleiros, o mapa, a liga secreta da “Língua do Dragão”… a lista é grande e a cabeça de Nick já recebeu muita informação neste episódio.
O importante é que agora Nick tem uma mãe para ajudá-lo e não é qualquer mãe, é uma Grimm. Isso significa que além de ajudá-lo a pegar um wesen, ela também limpa a bagunça na casa inteira e na manhã seguinte prepara o café. No entanto, como era de se esperar Nick fica muito P da vida com o fato de ter ficado 18 anos sem ter a mãe por perto, principalmente para explicar coisas da família como o fato de conseguir ver monstros pela rua e ser perseguido por ceifadores. Sim, a mamãe Grimm tem muitas explicações para dar, Nick precisa dessas explicações, mas mais que tudo ele quer a mãe novamente ao seu lado.
Outros personagens de Grimm também estão com a vida complicada, o coitado do Hank tem pesadelos com a imagem de Monroe transformado em blutbad e dorme com uma arma no colo na frente da porta. Rosalee e Monroe seguem tentando salvar a vida de Juliette e isso parece ficar cada vez mais difícil. Juliette pelo jeito vai esquecer tudo que Nick contou pra ela no final da temporada passada e sabe-se quando ele vai resolver abrir o coraçãozinho Grimm pra ela de novo.
Outro que está passando trabalho é o capitão Sean Renard – no final da primeira temporada ele teve seu apartamento invadido e saiu bem machucado. Além disso, ele está cada vez mais tendo que agir e colocar em risco seu disfarce, como quando precisa obrigar a hexenbiest mãe a fazer um antídoto para o feitiço de Juliette. Pode ser resultado de empolgação com o início da temporada da série, mas estou perigosamente me apegando ao chefe de Nick. Inclusive em algum lugar dessa história toda algo me diz que o capitão tenta proteger o Grimm. Posso/devo estar totalmente errada, eu sei, mas #prontofalei. A verdade é que precisamos saber muita coisa ainda sobre o capitão Sean Renard.
Enquanto não descobrimos quem é realmente o chefe de Nick nos contentamos com os acontecimentos da estreia da segunda temporada. O episódio acabou e a impressão que dá é que os problemas de Nick só aumentaram. Pelo menos agora existem dois Grimms no páreo e essa informação já chegou aos ouvidos do chefe de Nick através de Kimura. A mãe Grimm acredita que as sete famílias enviaram o Mauvais Dentes para pegar a chave de Nick e matá-lo e ele termina o episódio no meio da emboscada do wesen. A “Língua do Dragão” provavelmente vai continuar mandando wesens em busca das moedas. Além disso, Nick precisa chegar ao hospital em 45 minutos para salvar a vida de Juliette. E agora, #comofas?
O final do episódio foi daqueles finais perigosos, ou cai em uma frustração gigantesca ou é um sucesso. E Bad Teeth foi um sucesso. Apesar de deixar muitas questões abertas o primeiro episódio da segunda temporada trouxe tantas informações novas que a nossa cabeça doeu junto com a do Nick. Grimm mostrou que tem muita lenha para queimar ainda e fritar as nossas cabeças tentando entender tantas famílias, lendas, mitologias, wesens e moedas.
PS: Quem riu do Monroe quando o teste com a gata enfeitiçada deu azul e não amarelo ou verde?
Pretty Little Liars – What Lies Beneath
17/08/2012, 23:56.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Eu não vou começar mais uma review falando de como a terceira temporada de Pretty Little Liars está sendo N vezes mais empolgante que as outras duas. What Lies Beneath foi mais um daqueles episódios calminhos no início que foram acelerando para o final e terminaram num BOOM.
Começando com as amenidades, finalmente um adulto me empolgou em Pretty Little Liars. Ella e sua agenda badalada de encontros para um café surpreenderam e agradaram ao público. Mas o que surpreendeu mais ainda foi o gran finale, com ela sossegando o facho por causa de um rapaz dez anos mais novo. Convenhamos que depois de ser traída pelo marido com uma aluna mais nova e de descobrir que a filha namora um cara mais velho, o futuro de Ella não podia ser diferente. Zach é pelo menos, bem mais empolgante que Ted, o pastor, que por sinal nem deu as caras nesse episódio. Seja feliz, momma Montgomery!
Depois de duas temporadas seguindo pistas e pistas, invadindo propriedades e descobrindo portas escondidas que dão em salas medonhas, Emily e Hanna ainda não entenderam que antes de entrar num lugar desses, deve-se checar se há câmeras por perto. Elas não checaram e acabaram presas num quarto escondido no chalé dos Kahn – tenho a impressão que esse nome vai aparecer ainda mais por aqui. Tudo bem, elas descobriram algumas coisas sobre Maya e recuperaram a bolsa de viagem dela. Mas a essa altura do campeonato, elas deviam tomar um pouquinho mais de cuidado. Principalmente quando se vai mexer com vidro, não é Han?
Hanna se cortou e sem poder ir ao hospital por não poder explicar o motivo, é claro, foi socorrida por Wren, o doutor sotaque. Alguém me responde em que mundo um médico daqueles é chutado por duas adolescentes e continua feliz, atrás delas? Primeiro Spencer, agora Hanna. Tudo bem que Toby e Caleb não são de se jogar fora e combinam demais com as meninas, mas os roteiristas podiam ser mais amorosos com Wren e o deixar ser feliz com uma menina pelo menos por alguns episódios, não?
Falando em ser feliz com uma menina, está para nascer pessoa com relacionamentos mais complicados do que Emily. Ela tem uma ex-namorada morta, uma ex-namorada na faculdade e uma ex que virou atual e provavelmente vai virar ex de novo… Por causa de um menino que é primo da ex-namorada morta, o que complica um pouquinho mais a situação dela. Nate e Emily se beijaram por causa do sentimento que os dois ainda nutrem por Maya ou porque os dois estão começando a nutrir sentimentos um pelo outro. As circunstâncias são complexas demais para um “casinho sem compromisso”.
Ezra, o professor não-tão-certinho fez uma revelação que pode mudar o rumo do relacionamento dele com Aria. Ele encontrou Maggie, a ex-namorada grávida que foi subornada para sumir no mundo. Ele não entrou em contato com ela, mas fica a questão no ar: Maggie sumiu no mundo, mas ela teve o bebê de Ezra ou não? Será que Aria vai virar madrasta antes do que ela – e qualquer outra pessoa, – imaginava?
E chegando ao BOOM habitual do final do episódio, Verônica Hastings esteve certa esse tempo todo, minha gente. Garrett não é o culpado pelo assassinato de Maya. Mas que ele sabe de alguma coisa, ele sabe. Foi ele quem deu a carona à Maya até a cabana dos Kahn na noite em que ela morreu. Maya pretendia se encontrar com Emily ali, mas ela não recebeu seu bilhete a tempo. Ela só desistiu quando Noel chegou na cabana com Jenna e enquanto fugia, ela foi pega por alguém que convenientemente não apareceu na câmera, mas pela hora, Garrett já havia sido preso. Mas só eu achei estranha demais a facilidade com que Noel enviou esse vídeo para Spencer? Se foi ele mesmo, provavelmente, ele quer que ela pare de procurar coisas relacionadas a ele porque ela pode encontrar mais do que isso… Se não foi, não seria a primeira mensagem com remetente bloqueado que Spencer receberia. Agora, com tudo o que Garrett sabe sobre Jenna, sobre o assassinato de Alison e sobre o clube NAT, porque Noel não entregaria esse vídeo à polícia para inocentá-lo, já que agora ele está com Jenna e ao que parece, ele está metido nessa história até o último fio de cabelo? E agora que tem esse vídeo, o que as liars vão fazer com ele?
O foco da terceira temporada tem sido, diferentemente das outras duas, na morte de Maya. Mas não deve-se esquecer que o mistério principal da série é “Quem matou Alison DiLaurentis” – se é que ela está mesmo morta. Pode ser que quando desvendarem o assassinato de Maya, descubra-se mais sobre o assassino de Ali, mas esses são detalhes que vão ter que ficar para os próximos episódios… Ou, de repente, para uma próxima temporada.
Leverage – The French Connection Job
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O episódio The French Connection Job traz o passado de Eliot à tona. Conhecemos o homem responsável por tirar o batedor do lado negro da força. Toby ensinou Eliot a usar facas para cozinhar e não para outros fins e agora a missão da equipe de Leverage é recuperar a reputação e o emprego de Toby em um instituto de culinária onde ele dava aulas para jovens carentes e com antecedentes criminais. Nate percebe que o problema pode ser resolvido com a ajuda da polícia, mas a pedido de Eliot eles assumem o caso.
David Lampard é o “fdp” da vez, um investidor que trabalha com escolas de culinária, cobra horrores nas mensalidades, financia o curso com juros altíssimos e tira todos os bens materiais de quem não pagá-lo depois. Além disso Lampard está envolvido em tráfico, inicialmente Nate acredita se tratar de cocaína, mas logo eles descobrem que o produto é bem mais sofisticado: as raras trufas francesas.
Além de conhecermos mais sobre os dotes culinários de Eliot, outros personagens destacaram sua “coisa” nesse episódio. Hardison é nerd e fica extremamente empolgado quando suas novas bugigangas tecnológicas chegam por encomenda. Sophie começa a dar aulas de teatro e Nate, segundo Parker, gosta de controlar pessoas. Todos estão com a sua “coisa”, menos Parker que começa a ficar deprimida por não ter a sua. Eliot tenta ajudá-la a conhecer mais sobre comida, Sophie passa mais dicas para ela sobre teatro e tudo isso acaba ajudando na solução do caso de Leverage.
Parker é diferente e ela também tem sua “coisa”, a diferença é que a coisa de Parker é roubar coisas, isso que a deixa feliz, é isso que ela ama. Nate tenta ajudá-la e pergunta à Parker o que ela pensa quando vê Michelangelo de David. Resposta: “Tem dois sensores de presença no chão, precisaria de cordas ligadas a um helicóptero para passar pela clarabóia”. É essa a Parker que amamos em Leverage.
Quem está se dando bem com a sua “coisa” é Sophie. Após ter ficado muito chateada com a mudança de endereço do escritório de Leverage ela parece estar se achando e trabalhando muito mais próxima da sua verdadeira paixão. Sophie achou seu lugar no mundo dentro de Portland com as aulas de teatro. Mais do que isso, os alunos dela até já participaram do caso de Leverage deste episódio e a sua escola de teatro tende a render muito mais dentro do seriado.
Mas a vez de mostrar a sua coisa neste episódio é de Eliot e ele está impagável no papel de professor de culinária, com aquela vibração ninja como disse Lampard. No restaurante o inimigo de Lampard, Jean-Luc, manda vários capangas atrás de Eliot e ele acaba com cada um deles enquanto cozinha, é uma das melhores cenas do episódio. Ele derruba todos os homens muito facilmente, entre uma frigideira e outra, enquanto ensina para os alunos que um tomate roxo na realidade é uma cebola. Acabam os capangas e Eliot continua fazendo sua comida até que o guarda-costas de Lampard o reconhece de outras primaveras e Eliot precisa acabar com ele também, com direito a luta de facas.
A equipe de Leverage tem se puxado cada vez mais na escolha dos nomes dos disfarces, o Nate interpretando seu personagem Gnar Slabdash, “com G mudo”, ficou muito engraçado e chega a irritar Lampard por causa do nome estranho. Parker também foi hilária como crítica gastronômica e as cenas dela recebendo as dicas de Nate, Sophie e Eliot foram das mais engraçadas do episódio.
O desfecho de The French Connection Job não poderia ser diferente: todos os vilões foram presos graças à equipe de Nate e o amigo de Eliot, Toby, recuperou seu instituto de culinária e sua reputação. O caso deste episódio foi um dos fáceis, assim como o caso do episódio anterior, a diferença é que neste a equipe de Leverage pareceu ter se divertido um pouco mais. Sophie usou sua paixão pelo teatro, Eliot sua paixão pela culinária, Hardison descobiu um laser na aula de culinária, Parker conseguiu entender a paixão pela comida e Nate pode fazer o que mais gosta e controlou todas as peças de Leverage em prol da boa causa que só nossos Robin Hoods modernos sabem fazer.
Falling Skies – The Price of Greatness
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Falling Skies chega ao penúltimo episódio do seu segundo ano e, ao contrário da primeira temporada, desta vez a season finale não é dupla. Normalmente credito isso ao fato da série ter conseguido fazer dois últimos episódios ótimos que merecem ser exibidos separadamente e melhor que isso, agradam a audiência sozinhos. Falling Skies parece ter conseguido exatamente isso, o episódio The Price of Greatness foi o mais instigante e empolgante da temporada até agora e a série tem tudo para terminar por cima e mandar mais expectativa lá para a terceira temporada que já está confirmada.
A 2nd Mass chega finalmente a Charleston e a cidade era tudo que se esperava dela… só que não. A chegada do comboio foi digna de uma recepção de heróis, almoço diversificado, glória para Tom Mason, camas e roupas limpas. No entanto, o que Tom e Weaver não esperavam era encontrar um governo comandado por um ditador e um exército que não tinha a intenção de enfrentar os alienígenas.
O episódio também apresentou o grande convidado da série para essa temporada, o eterno John Locke de Lost Terry O’Quinn, que interpreta Arthur Manchester, um antigo professor de Tom na faculdade de Boston. O que Mason também não esperava é que seu amigo tinha se tornado um ditador que só se preocupava em montar um novo governo, levantar uma nova cidade e entrar para a história mundial. Claro que ele esqueceu completamente que o mundo no momento está sob invasão dos alienígenas e sem mundo ele não vai entrar para a história mundial. O’Quiin, assim como em Lost e Hawaii 5-0, continua dando medo.
The Price of Greatness conseguiu manter um suspense o tempo todo sobre o que era essa nova cidade erguida em um local no subsolo, quem eram essas pessoas, o que elas queriam, o que Arthur queria, como eram as hierarquias e qual era a posição do exército nisso. Apesar da indicação do coronel Porter, o comandante do exército de Charleston, general Bressler, dispensa o auxílio de Weaver e Tector nas patrulhas, simplesmente pelo fato delas não existirem. Os dois são integrados ao exército, mas a desconfiança só aumenta. Segundo o general a ordem é reagrupar, reconstruir e não procurar briga.
Quem retornou com estilo ao seriado é a filha de Weaver. Jeanne havia aparecido no bom quarto episódio da série, Young Bloods, e já se imaginava o retorno dela mais para o final da série, mencionei inclusive isso na review. Ela acaba sendo bem importante para a 2nd Mass se dar conta ainda mais cedo sobre a furada em que se meteram. A “cria” do Weaver faz jus ao pai e dá um belo discurso na audiência que deveria tratar de eleições, mas quem acaba com tudo é Tom, quando lê um trecho de um livro sobre a Revolução Americana, de autoria de Arthur. A leitura de Tom mostrou que as palavras de Arthur no livro são exatamente o contrário do que ele está implantando atualmente. E assim, como a história que se repete, começa a cair um governo.
“Haviam alguns que defendiam a acomodação, que acreditavam que o inimigo só seria enfurecido por uma rebelião total. Mas eram minoria perto daqueles que entendiam que a liberdade só viria quando o inimigo fosse expulso da terra deles”. Tom Mason dando um tapa de luva em Arthur.
Quem assumiu seu lado militar foi Tector, ele já não é mais um dos selvagens e se diferencia ainda mais de seus antigos amigos, acaba até atirando no grandão Lyle. O Tector limpinho, de roupa nova (pijama novo como ridicularizou Pope) e sem o lenço vermelho ficou realmente muito estranho, tão estranho que cheguei a ficar com raiva dele na hora que o mandam prender a equipe de Tom. Mas Tector não decepciona e acaba indo preso junto com todo mundo. Tudo bem, a ideia dele não foi exatamente inteligente na hora, mas foi bonita, estamos trabalhando aqui com Steven Spielberg e eu adoro essas cenas de lealdade. Aliás, nem o nome verdadeiro ajuda Tector a parecer um militar do exército de Charleston, Aloysius Murphy não é nome de sargento que mata skitters como se fossem cachorrinhos.
No final das contas Tector nem ficou muito tempo preso e seu ato de lealdade pode até ter influenciado na decisão do exército de implantar o golpe militar. Sim, golpe militar em Falling Skies! Me empolguei e pulei do sofá nessa hora. Adoro ver referências em séries, principalmente históricas, e um golpe militar fez todo o sentido na atual situação. Pope até fez uma piadinha: “Bom trabalho rapazes, parece que nos jogaram bem no meio de um golpe à moda antiga”. Aliás, Pope é ótimo como anti-herói, ele odeia o Tom mas não o entrega para Arthur e ainda chama ele de ditadorzinho. Bem feito, o Arthur foi muito “bitch” prendendo toda a 2nd Mass e ameaçando as pessoas para descobrir algo de Tom e Weaver e poder achar um motivo para prendê-los, ele até pretendia levá-los a julgamento por traição. Muito “bitch”.
Em Charleston a 2nd Mass ficou em uma situação em que nunca havia se encontrado antes. Protegidos, sim, mas sem poder tomar ação alguma. As pessoas que encontraram no local não sabiam lutar e muitos agiam sem pensar no próximo, como o médico que colocou Anne para trabalhar na ala pediátrica porque ele não aguentava mais limpar narizes. Hal fazia treinamento militar com outros que mal conseguiam montar a própria arma. Sem falar do Matt que briga no primeiro dia da escola e quebra um dente do coleguinha que disse que a 2nd Mass nunca havia lutado contra alienígenas. Pessoas que visualmente não estavam adaptadas a nova realidade do mundo, ou estavam fugindo dela.
Falling Skies tem mostrado nessa temporada que a atual realidade é de briga por território. Os humanos precisam resgatar seu mundo para poderem voltar a viver suas vidas, os alienígenas não vão sair de livre e espontânea vontade ou vão sair apenas após cumprirem sua missão. Mas qual missão seria essa? Esperar para ver o que eles querem tirar do planeta não é uma opção muito agradável e a 2nd Mass sabe disso. Arthur pensava no mundo pós-invasão, mas se esqueceu que a invasão permanece. Ele espera fundar uma nova democracia, mas os humanos ainda vivem escondidos e fugindo dos alienígenas.
Os diálogos estão muito bem encaixados neste episódio e conseguiram explicar a relação entre a 2nd Mass e Charleston. Frases pontuais ajudam no rumo da história e a indignação com a situação vai crescendo. O exército vai se virando aos poucos contra o comando civil. Quando Tom vai pedir que Arthur solte Maggie após o incidente com as armas, já que ela era inocente, o líder de Charleston se recusa pois afirma que precisa mostrar autoridade. Tom rebate ele muito bem: “E não fazer nada, o que isso demonstra?” Não ficaremos sabendo. Graças ao golpe militar a 2nd Mass está entre as vozes de comando e a chegada do menino sem arreio com um recado dos rebeldes para Tom indica que eles vão partir para a luta contra os soberanos. Com o exército novamente no comando, que venha a season finale.
PS1: Não importa o quanto destruído está o planeta sempre existe uma bandeira gigantesca dos Estados Unidos para pendurar em algum lugar. E com direito a um ótimo destaque no movimento de câmera e enquadramento.
PS2: Existe casal mais chato que Maggie e Hal? Se existe esses dois pelo menos estão entrando para o top 5.
Teen Wolf — Master Plan
16/08/2012, 14:18.
Júlia Berringer
Reviews
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O final de temporada de Teen Wolf não poderia ter sido melhor. Pra mim, Master Plan foi o ápice da evolução da série, e juntou tudo o que de melhor pode acontecer. Fechou uma história, mas abriu ciclo para uma nova, deixando assim todos satisfeitos, mas com aquele gostinho de quero mais.
O mistério do sumiço de Stiles no final do episódio 11 fez todo mundo já imaginar que Gerard era o culpado por isso. Ele também pegou a Erica e o Boyd. E quando o Stiles deu uma de Stiles e deu uma brincadinha, Gerard bateu nele pra caramba. Eu sei que é de mentira, mas me deu muita aflição ver como o rosto dele ficou depois. Vovô Argent liberou ele depois disso. Stiles foi pra casa e encontrou seu pai desesperado. Essa cena mexeu muito comigo, e eu acabei dando uma choradinha.

Scott e Isaac estavam trabalhando juntos para encontrar o Stiles, mas foi aí que o Derek e o Peter apareceram a viraram tudo de cabeça pra baixo em relação ao Jackson. O pai da Allison ao ver que ela está totalmente mudada, e que o Gerard estava a controlando, resolveu se juntar aos lobinhos e ajudar a acabar com o Vovô Argent. Amei.
Enquanto Isaac, Scott e sua mãe viam o corpo de Jackson se transformar em uma coisa que eles não sabiam o que era, Peter e Derek pesquisavam sobre a transformação na internet, o que foi um tanto engraçado.
Mas o Vovô Argent não é nada bobo, ele vai atrás do corpo de Jackson. E aí que começa a verdadeira guerra. Os lobos tentam, em vão, mais uma vez, matar o Kanima, mas é meio impossível. Enquanto isso, Allison boba Argent aparece e machuca o Isaac. Gerard então, dá uma revira volta na história e manda o Kanima segurar o pescoço de Allison. Adorei! “Pra ela parar de ser besta”, como minha mãe diria. Gerard estava morrendo, estava com câncer e tinha todo um plano em mente: Ele usaria Allison para fazer chantagem com o Scott, e assim ganhar uma mordida do Alfa. Mas o Scott se mostrou um pouco esperto. No dia em que Gerard o ameaçou na frente do hospital, ele sacou tudo. E no dia da delegacia, trocou os remédios de Gerard por outras pílulas, que ao entrar em contato com a mordida de lobo que o Derek deu nele, fizeram Vovô Argent morrer. Ou pelo menos, é o que parece, já que seu corpo sumiu enquanto uma coisa ainda melhor que sua morte acontecia.
Depois que o Gerard se espatifou no chão, o jipe de Stiles invadiu o lugar e atropelou o Kanima. Junto com o Stiles, estava a Lydia, que devolveu para o Kanima (Jackson) a chave da casa dele, que ele tinha dado para ela, e numa cena super fofa, Jackson foi voltando ao normal, mas ainda assim, estava morrendo. Ele perguntou se ela ainda o amava, e ela disse que sim. Foi aí que em meio a névoa, Jackson se levantou e pronto! Virou um lobisomem! Lydia correu para os seus braços e todos viveram feliz para sempre, só que não…Stiles chorou bastante, e me deu vontade de invadir a tela e consolar o guri.
As coisas também não voltaram ao normal com o Scott e a Allison, a mimada da série está super confusa, e acabou terminando com ele. Scott bobinho disse que vai esperar por ela.
E lembram da Erica e do Boyd ? Eles conseguiram escapar dos Argent, mas não de uma pack de Alfas que eles encontram no meio do caminho quando estavam voltando pra casa. Essa mesma pack apareceu e fez uma visitinha na mansão dos Hale, o que não deixou o Peter, muito menos o Derek, muito felizes. Acho que eles ficaram até um pouco assustados.
O final do episódio foi super fofo. Scott e Stiles, sem namorada, sem popularidade, juntos, como sempre estiveram. E não posso deixar de comentar: O veterinário e a Maya foram vistos em roupas justinhas e pretas, seguindo o rastro de “sangue” do Gerard no final do episódio, o que dá a entender que eles vão ter papéis importantes na 3ª temporada, que aliás, foi confirmada e terá 24 episódios. Todos comemoram! Só sei que eu estou muito ansiosa para a nova temporada e cheia de perguntas também. Tomara que a 3ª temporada seja ainda melhor que essa, se é que isso é possível…
True Blood – Gone, Gone, Gone
14/08/2012, 11:47.
Marco C. Pontes
Reviews
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Avisaram True Blood que faltavam dois episódios para o final e foi isso que ganhamos: correria.
Fico muito irritado quando True Blood faz isso. Desde a terceira temporada, a série promete diversas storylines, mas sempre ficam jogando mais plots do que necessário e a bagunça acontece. Desnecessário dizer que é a mesma coisa que anda acontecendo nessa temporada e sentimento depois de ter visto esse episódio foi: emergência e desespero. É assim que dá pra caracterizar a necessidade da série tentar juntar seus plots nos últimos momentos, sendo que deviam ter feito isso há muito tempo atrás.
Considerando a quantidade incrivelmente escassa de tempo que o show foi dedicado às ações de esgotamento de Tru Blood, ainda há uma quantidade poderosa de medo gerado através desse acontecimento. As cenas breves, quando Jason remove Sookie de sua antiga casa após o ataque, bem como o vazio vago do Merlotte, e o perigo sutil de Hoyt sair da cidade, são todos muito percebidos, mas não tão eficazes. Só faz você desejar que a série expandisse sua visão de mundo para melhor encapsular o efeito prejudicial que a falta de Tru Blood anda fazendo, ao invés de gastar tempo com storylines nada atraentes.
Continuam a gastar o tempo com a Autoridade em vez de testemunhar como as ruas estão diferentes, agora que o sangue se esgotou. Isso é lamentável, porque ficar fazendo drama em uma sala de reuniões subterrânea dificilmente é mais emocionante do que ver de perto o estrago causado pela pelo próprio plano.
Mas veja… Pelo menos uma coisa boa aconteceu: Lafayette finalmente conseguiu passar o episódio inteiro sem ser possuído. E mesmo aparecendo sem roupa, a BUNDA DE SAM finalmente ficou sem pagamento nenhum após o fim do episódio.
Fiquei chocado, porém, com o momento de Hoyt no episódio. Estava na cara que não dava para continuar com o personagem, se livraram bem dele. Palmas também para Ryan Kwaten, o Jason, que finalmente mostrou que não funciona só para comédia.
True Blood fez meio em não mostrar coerência com o episódio passado, deixou tudo para trás e quis se focar, novamente, em plots irritantes. Se Tara está se tornando a coisa mais interessante de True Blood, é porque a decadência está enorme.
Pertubador o que fizeram essa semana: correram de cena em cena tentando segurar as pontas, só para no final continuarem do mesmo jeito. Assim não dá. Sem contar que não foi nada previsível Russell se rebelar contra Lilith, a matagal, e seus seguidores, né? Demorou tempo até demais para o ancião se libertar daqueles loucos.
Perturbante também foi assistir Eric fazendo aquele discurso para Russell. Com certeza ele só ‘acredita’ em Lilith porque é de conveniência absurda para o vampirão. Ou será que Eric realmente acredita em Deus agora, uma vez que viu seu idolatrado Godric sendo morto? Espero que não. Se isso realmente acontecer, não teremos mais salvação. Todo mundo está ficando louco naquela autoridade e claro que tinham que colocar Jessica, só para abalar tudo. Na verdade, estão fazendo mal uso dela… De novo. Sem contar que Bill só chegou tendo pregar o evangélico vampiresco e tentando converter a menina. Desespero naquele homem é o que não falta.
P.S: Sookie percebeu que só a super vagina não a protege, precisou de uma arma. Sookie realmente é muito patética por precisar de pauzinhos de Chineses para se salvar.
P.S: Alguém podia apresentar a magia da depilação para Lilith, né? Já é a segunda vez que ela aparece no mundo moderno e nada de aparar aquele matagal.
The Glee Project – Actability
13/08/2012, 21:01.
Gabriela Assmann
Reviews
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Oi Gleeeeks!
Como podem ver estou super animada essa semana. A review uns dias atrasada não é porque não gostei do episódio da semana, mas sim porque eu tava ocupada mesmo.
Neste episódio nossos queridos concorrentes tiveram que gravar um trailer de filme. Não houve dança, apenas canto e atuação, o que, em tese, dava uma vantagem para Blake e Ali que são os que atuam melhor.
O dever de casa da semana foi inovador e enquanto eles cantavam eram mostrados cartazes com uma palavra que eles teriam que interpretar no momento. O vencedor foi Michael e ele ganhou uma sessão com a mentora da semana – a diva Dianna Agron. Acho que a mentora foi muito bem escolhida, pois Dianna é uma das melhores atrizes da série, visto que a Quinn é uma personagem cheia de nuances e que exige muito da atriz.
Os participantes gravaram então a música Perfect da Pink (que eu aaaamo) em estúdio e depois atuaram no trailer de um filme interpretando personagens pré estabelecidos. Os personagens foram escolhidos tocando na ferida de cada um, o que levou-os a emoções fortes, caso principalmente de Aylin que interpretou uma muçulmana que não seguia a sua cultura e depois foi obrigada a se adequar pois engravidou.
No vídeo os destaques, na minha opinião, foram Michael e Blake. Ambos dominaram as cenas em que apareceram e interpretaram muito bem seus personagens. A mais apagada foi, surpreendentemente, Ali, que mal apareceu no vídeo. O trailer ficou muito bom e fiquei louca de vontade de ver o filme que na verdade nem existe, o que é uma pena =(
Lembrando das atuações da semana e da trajetória de cada candidato os jurados se sentiram na necessidade de chamar os roteiristas de Glee para auxiliar na eliminação da semana, visto que mais do que o talento, o que importa em The Glee Project é ser alguém que resulte em um bom personagem e que motive os roteiristas a escreverem. Com esse auxílio, todos receberam a chance de fazer a apresentação de última chamada para eles, o que eu achei bem legal e justo.
Cada um recebeu a sua tarefa e se apresentou para Ryan e para os roteiristas. O destaque na apresentação de última chamada, na minha opinião, foi Aylin. Ela simplesmente arrasou cantando Fighter da Christina Aguilera.
Confesso que na hora da deliberação eu estava morrendo de medo que a nossa muçulmana linda fosse eliminada, principalmente no momento em que um dos roteiristas destacou Lily, Michael e Blake como os melhores personagens. Ryan então surpreendeu novamente e disse que era hora de eliminar mais do que um concorrente e que a escolha que restava agora era entre alguém que fosse uma estrela ou alguém que fosse interessante a ponto de merecer um arco de sete episódios em Glee. A essa altura eu já nem sei o que sentia, tamanha era a ansiedade em que eu me encontrava.
Eu esperava que as eliminadas da semana fossem Aylin e Ali, visto que Michael sempre foi protegido pelos jurados e Blake eu não tinha dúvidas de que chegaria a final, pois parece ser o preferido deles, embora eu veja que ele não tem o perfil de Glee, pois não tem (ou não aparenta ter) nenhuma fraqueza. E então, surpreendentemente, para nossa (minha) alegria, a eliminação foi justamente dos que eu esperava que fossem eliminados: Lily Mae e Michael.
Minhas reclamações nas semanas anteriores, principalmente no episódio passado, se deviam ao fato de que eles consideravam o desempenho em uma tarefa, mas não a trajetória do candidato. Assim, embora Michael tenha sido o destaque dessa semana acho que mereceu a eliminação, pois era o mais fraco e já devia ter saído há horas. Lily Mae também, já que ela é talentosa, mas é extremamente arrogante e não aceita ser criticada. Ah, não teve preço ver ela ser eliminada antes da Aylin. Era tudo que eu esperava! =)
Amanhã é a final da segunda temporada de The Glee Project. E aí, quais são as suas apostas? E suas torcidas? Seguindo o questionamento do Ryan, eles devem escolher uma estrela ou alguém que dê um bom personagem? Entrando na brincadeira, minha torcida é TODA por Aylin, o que vocês já devem estar cansados de saber. Acho que ela daria um personagem excelente e ainda não representado, que ela é super carismática, talentosa e que o time de mulheres de Glee tá mais desfalcado que o de homens com as formaturas da temporada passada. Mas, minha aposta é Blake que parece ser o preferido de todos para vencer. Embora, se a decisão for exclusivamente do Ryan eu tenho um pouco de esperança que Aylin possa vencer.
PS: adorei saber que os outros participantes voltam na final e vai ter reencontro Charlin.
Pretty Little Liars – Stolen Kisses e The Kahn Game
13/08/2012, 10:18.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Série: Pretty Little Liars
Episódios: Stolen Kisses e The Kahn Game
Números dos Episódios: 03×08 e 03×09
Datas de Exibição nos EUA: 31/07 e 07/08
A terceira temporada de Pretty Little Liars vem, cada vez mais, mostrando a que veio. Stolen Kisses foi, provavelmente, o episódio mais fraco até agora, e mesmo assim, teve cenas daquelas que deixam qualquer fã grudado na tela com a respiração presa.
Começando do início, o site de Maya. Quando Emily disse que não a conhecia tão bem quanto pensava, ela não poderia estar mais certa. Maya sempre foi meio estranha, mas usar um site como diário? Ok, o site era protegido por senha. Mas qualquer nerd/hacker da vida conseguiria abri-lo, e foi o que aconteceu. Pelo menos Caleb e Spencer são do time das “boas intenções”. E provavelmente ali tem mais do que simples pensamentos e desabafos, senão Mona não se daria ao trabalho de dar o endereço de bandeja do jeito que fez. Sim, levando em consideração o fato de que ela foi uma das versões de A, ela praticamente entregou o ouro às liars.
Falando em Mona, vamos ao drama de Radley. Foi quase bonitinho ver Hanna defendendo a pseudo-amiga daquele jeito, mesmo depois de tudo o que ela fez. Mesmo que as verdadeiras intenções dela sejam divididas entre a amizade e a necessidade de manter Mona por perto para conseguir mais respostas em relação ao team A. Mas o que foi aquele beijo no Wren? O beijo deu nome ao episódio, mas para início de conversa, a cena teve erro de continuação. Hanna se aproxima de Wren sozinha, e quando se afasta, ele aparece tirando as mãos do rosto dela. Mãos que não estavam ali antes. E, como assim, “ah, minha amiga não vai mais sair da cidade, vou te dar um beijo para comemorar”. Hã? Tudo bem, o climinha entre eles dois está diferente há alguns episódios, mas nem um abraço antes do beijo? Para quem estava morrendo de saudades do namorado e com sangue nos olhos porque terminou com ele por causa de A, Hanna pareceu bem… livre.
Hanna e Caleb não foram os únicos cujo relacionamento foi prejudicado nesse episódio. Depois que Toby foi à festa da igreja com Hanna e depois que ele teve que mentir para a polícia para proteger Spencer e proteger Jason por tabela, ele ficou desconfiado. Já que a Lucy Liu de Rosewood nunca iria contar tudo para ele, ele decidiu que ia descobrir tudo sozinho. E sumiu no mapa, literalmente. Só não demora muito para voltar, ok, Tobias? Não me abandone assim!
Cada vez mais, a noite em que Emily foi dopada se estica. Ela já lembrou de ter sido pega por Jenna e de estar na cafeteira com Holden. Agora ela ainda esteve na casa de Paige por alguns minutos e beijou a ex companheira de equipe. E pela primeira vez na temporada inteira ela pareceu feliz, estando ao lado de Paige. Isso é bom, porque a Emily viúva/amarga/sem senso de humor já estava começando a dar nos nervos. Mesmo parecendo que Nate significa um pouquinho mais do que só o primo de Maya, por enquanto é bom vê-la bem ao lado de Paige.
Aria, coitada, nunca mais vai querer conhecer a família de um namorado na vida… Como se não bastasse descobrir que Erza mudou o sobrenome só para não ser mais associado à família Fitzgerald, Diane, sua querida sogra, se mostrou super receptiva quando ofereceu dinheiro para Aria se separar de Ezra. Os argumentos da matriarca Fitzgerald foram até válidos – por causa de Aria Ezra perdeu dois empregos e rejeitou uma proposta de crescimento profissional – mas, por favor, ele fez tudo por livre e espontânea vontade.
Aparentemente melhor que Diane é Wes, o irmão mais novo de Ezra que deu o ar da graça pela primeira vez em The Kahn Game. Aparentemente, porque o menino só teve três cenas no episódio e contou um segredo tenso do passado de Ezra para Aria. O querido professor de Rosewood não tem um passado dos mais limpinhos – como todos os outros habitantes dessa cidade – e ela não gostou muito de ter descoberto isso pelo irmão dele. Mas, realmente, uma ex-namorada adolescente e grávida sendo subornada pela sua mãe para sumir da sua vida não é um bom cartão de visitas para uma namorada atual. Resta saber se a tal Maggie não vai querer emergir da piscina de dinheiro dos Fitzgerald e fazer uma visitinha a Ezra em Rosewood, de repente com uma criança à tiracolo.
Caleb, que não é fraco nem nada, jogou verde, colheu maduro e descobriu que Hanna ainda recebe mensagens de A. Bom, eles voltaram. Ruim, Wren ainda liga para ela. Ele não vai gostar muito de saber que ela deu um beijo no médico do sotaque charmoso, mas a ação dele deixou mais que isso no ar. Ele se fez passar por A para descobrir se Hanna ainda era ameaçada, mas… E se ele realmente tiver alguma coisa a ver com isso? A facilidade dele em mandar uma mensagem anônima para ela foi porque ele tem habilidade com os aparelhinhos eletrônicos ou por costume? Ninguém é 100% livre de suspeitas nessa cidade e Caleb levantou muitas delas agora.
Aí você achava que um Kahn dava trabalho suficiente… Até descobrir que Noel tem um irmão mais velho, que pode ser tão problemático quanto. Simplesmente, a festa que foi frequentada por Maya e que deixou o carimbo no pulso de Holden é dada por Eric Kahn. Como se não fosse o bastante, Jenna também é figurinha repetida nessa festa. E pela primeira vez, ela apareceu com medo. E, com certeza, ela sabe mais sobre o desaparecimento do corpo de Ali do que aparenta.
O que dizer sobre Cece Drake? De duas uma: Ou ela é uma “boa pessoa” – difícil de acreditar – ou ela está só preparando o terreno para dar o bote nas liars de uma vez. Emily já deve o telefonema dela para Jenna se fazendo passar por namorada de Nate. Spencer, agora deve a inscrição da universidade. Resta esperar para saber o que ela vai fazer para ajudar Hanna e Aria… E quando ela vai começar a cobrar os favores.
PS 1: Só eu achei que Spencer e Caleb foram animadinhos demais na comemoração quando conseguiram abrir o site de Maya? Ela e Hanna podem estar se acostumando a trocar de par…
PS 2: Marlene King, querida produtora executiva… Já pode começar a aliviar para o lado dos fãs Sherlock Holmes que querem juntar as pecinhas sozinhos, não? Pelo menos uma das nossas considerações podia ser verdadeira, só uma!
Leverage – The First Contact Job
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A grande lição do último episódio de Leverage, The First Contact Job, é escutar as pessoas com atenção. Nate está mantendo um grande segredo do resto da sua equipe e acredito que isto esteja atrapalhando o seu envolvimento nos casos. Por não escutar com atenção o “cliente” deste job, Nate acaba não resolvendo o grande problema do cientista Oren Metz. A lição é maior ainda porque Sophie percebe o erro do parceiro, tenta dar várias dicas para Nate, mas acaba deixando ele seguir em frente e perceber por si próprio a falha que cometeu. Até Hardison toca no assunto tema do episódio com Parker quando afirma que ela entende, mas não o escuta.
A equipe de Leverage é muito boa e isso faz com que Nate consiga dar a volta por cima e atender a todas as expectativas do cliente, que como ele percebeu tardiamente, iam muito além de dinheiro e do um milhão de dólares que Nate conseguiu tirar do vilão do episódio, James Kanack. Nate parecia com pressa para resolver o caso e acabou conseguindo dinheiro para Oren, mas só depois percebeu que o importante era recuperar a reputação do cliente. Aí sim Nate tirou a preguiça de lado e fez o que normalmente a equipe de Leverage faz, acabar com o vilão da história.
O caso da vez pende para a ficção científica e chega a dar pena de tão idiota que é o vilão deste episódio. Kanack acaba acreditando mesmo que está se comunicando com alienígenas e que eles querem abduzi-lo. O mais engraçado acaba sendo o próprio estereótipo do vilão, principalmente pela arrogância dele em querer ter o nome famoso, independente de como isso acontecer. Parker e Nate acabam brincando com o nome dele chamando Kanack pelo nome errado, como Kaneck, Karmack, Kojack e por ai vai.
A solução deste caso foi diferente pelo fato de que Nate precisou solucioná-lo duas vezes. Mas fora isso não teve nada de especial e angustiante ver nossos heróis acabando com Kanack. Pareceu um caso fácil, o forte do episódio está nas relações dos personagens. Além aprendermos uma lição com Nate, Eliot está impagável interpretando o nerd com cara de bobo, que fala demais e não para de citar o amigo Lenny que foi abduzido por alienígenas.
Quem continua mantendo a classe é Sophie, além de dar dicas a Nate para que ele se dê conta do erro que está cometendo durante o caso, ela interpreta uma professora que decifra os códigos enviados pelos alienígenas e ainda testa seu talento de diretora de teatro trabalhando no personagem de Eliot. Sophie falando que Stanley Kubric faz a direção parecer muito difícil quando na verdade é fácil, foi muito engraçado. Parker também foi hilária fazendo o dedinho do ET o tempo todo durante o episódio e levando Eliot a loucura com isso.
Se tratando de Parker, ela está rendendo ótimas interações com Hardison, principalmente depois que viraram oficialmente um casal. O hacker reclama que perdeu o resto de domingo e ela entrega ele ao resto do time contando que Hardison queria mesmo era mais tempo para jogar seus games online. E a discussão do ácaro? Ou o mais conhecido “dermatophagoides farinae”. Os dois até apostam quem escolhe o próximo encontro, ganha quem conseguir chegar primeiro nos arquivos de Kanack.
Além da parceria intensa com Parker, Hardison tem aparecido com novos brinquedinhos tecnológicos. E o melhor de tudo é quando ele coloca nome nos dispositivos, neste episódio conhecemos Marvin, um aparelho que finge panes em equipamentos eletrônicos. O hacker do grupo também participa de uma das melhores cenas do episódio junto com Eliot. Hardison faz o batedor de bobo quando os dois vão enviar a mensagem para Kanack e Eliot acaba descontando na van de estimação, Lucille. Depois os dois logo fazem as pazes e emendam uma cantoria dentro da van. Eliot também ganhou pontos na ótima cena em que precisa bater nos seguranças de Kanack, mas não podia quebrar nada no local.
A equipe de Leverage fez aquele tipo de final costumeiro para encerrar este episódio. Depois de enganar o vilão durante o tempo inteiro, com os membros da equipe interpretando diversos personagens, eles chegam no desfecho do caso aparecendo como eles próprios e deixam Kanack completamente enlouquecido e parecendo um maluco na frente de toda a imprensa. Nate consegue fazer com que o vilão pague com a mesma moeda e sofra a mesma humilhação que fez o cliente do job pagar no início do episódio.
Após consertar seu erro, Nate devolve a reputação e a possibilidade de voltar normalmente ao trabalho à vítima de Kanack, o cientista Oren. No final, para retomar a lição aprendida neste episódio Nate agradece a Oren por relembrá-lo de escutar as pessoas. Assim, muito mais que conseguir um monte de dinheiro, a equipe de Leverage faz justiça e deixa todo mundo feliz, principalmente os espectadores.
Falling Skies – Death March
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Na estrada. Assim se passa o episódio oito da segunda temporada de Falling Skies. Sem cenas de ação, Death March se baseia principalmente no diálogo e na condução do mistério sobre a história de alguns personagens. Quem ganhou a vez foi Tector que aparece como um dos personagens principais desse episódio junto com Weaver.
As cenas do batedor e do capitão da 2nd Mass envolvem um bom trabalho de diálogo. De novo o sentimentalismo de Weaver fica muito evidente. Ele se importa cada vez mais com cada membro da 2nd Mass e sabe lidar com cada pessoa de uma forma diferente. O modo que ele consegue fazer Tector se abrir pende para o engraçado se tratando de Weaver, mas funciona.
A divulgação desse episódio anunciava que os espectadores conheceriam um segredo do batedor. Acabei achando que a história dele funciona e impacta (principalmente nos Estados Unidos), mas achei meio batida. Esperava uma história mais criativa para o Tector. No entanto, vale ressaltar novamente que a história de veterano do exército traumatizado no Afeganistão tem uma apelação sentimental muito forte.
Outra história que esperei que fosse mais impactante foi a de Maggie. Quase achei que ela tinha feito mudança de sexo de tanto que o Pope assustou a guria dizendo que Hal iria descobrir quem ela era e o quê ela era. Pelo menos o menino Mason não ficou apavorado com o passado de Maggie, isso sim seria um exagerado em plena guerra com alienígenas. Deu pra rir de Pope perguntando se Maggie iria fazer uns “masonzinhos” quando eles chegassem em “Chucktown”
Enquanto Charleston não chega Falling Skies está gostando de matar alguém a cada episódio. Dessa vez foi um dos pacientes do ônibus-hospital de Anne. Tudo acaba afetando a coitadinha da Lourdes, tomara que Charleston traga algo de bom para essa menina. Ela ainda sente falta de Jamil e agora se apegou até nas ferramentas dele. É de dar dó. A esperança está tão grande na 2nd Mass que Matt, com apenas nove anos, até já fez um testamento. Fiquei na curiosidade de saber o que ele tinha pra deixar de testamento. Tive que rir do pequeno Mason.
Realmente a realidade do mundo de Falling Skies não é inspiradora para uma criança. Matt sente falta de amigos e se empolga quando Weaver e Tector atropelam uma menina. Mas a criança tinha um arreio nas costas, já estava bem transformada, com características semelhantes aos skitters, as unhas pontudas e não respondendo mais como humana. A coisa querida do Matt ainda foi tentar ficar amigo dela depois de ter feito o próprio testamento. Outro que recaiu no sentimentalismo foi o “Weaver Coração Mole” que só sentiu a menininha apertando a mão dele e já concordou que ela viajasse com o comboio.
Já o Mason pai ficou meio escanteado neste episódio, participando mais das cenas junto a Anne dentro do ônibus. A hora era de Weaver e Tector. O episódio girou tanto em torno deles que espero que a história do batedor seja melhor desenrolada nos dois últimos episódios da série. Tector provavelmente deve virar uma das vozes fortes de comando, junto com Weaver e Tom.
De qualquer forma as conversas de Tector e do capitão da 2nd Mass já funcionaram no final do episódio. Foi Tector que fez Weaver se manifestar ao resto do comboio após terem encontrado Charleston destruída. O capitão não decepcionou, puxou um otimismo sei lá eu da onde, deu tiro pra cima e fez discurso de “vamos em frente”. E foi esse tiro que chamou a atenção da patrulha do coronel Jim Porter, do Primeiro Exército Continental da nova capital dos Estados Unidos: Charleston, Carolina do Sul.
A cidade enganou direitinho, a visão de destruição por todos os lados não permitiu mais a esperança de se encontrar vida humana. O episódio poderia terminar por ali e deixar todo mundo se perguntando o que a 2nd Mass faria a partir daquele momento. Mas o desenrolar de Tector e Weaver foi fundamental para dar uma razão a tanta conversa durante o episódio. A ideia também é boa, Charleston ficou camuflada pela destruição e assim se esconde mais facilmente dos alienígenas.
Ficamos na curiosidade de conhecer como é a nova capital dos Estados Unidos, onde até temos plantações de morango. Estou quase começando a acreditar nos clubes de strip-tease e parques temáticos que Pope satirizou que encontrariam em Charleston. Tom, por outro lado, virou o moço da publicidade. Porter já afirmou que a fama dele chegou antes na nova capital. Sim, todo skitter quer um pedacinho de um Mason.
Death March foi um dos episódios mais devagares de Falling Skies até agora. Apesar de finalmente chegarem a Charleston, a cidade ainda não foi apresentada, não tivemos nenhuma cena de ação e o enredo se baseou na força das histórias pessoais um tanto fracas de alguns personagens. Acredito que Tector e Maggie podiam render histórias bem mais criativas e instigantes sobre o passado de cada um. Assim, essa parte emocional de Falling Skies ainda não consegue segurar o barco da série sozinha, talvez possam fazer mais sentido nos dois episódios finais. Por outro lado, esteticamente achei um dos episódios mais bem trabalhados até agora em Falling Skies. Os diálogos de Weaver e Tector foram bons, mas que faltou um skitter sendo explodido com um tiro na cabeça, isso faltou.
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