Rizzoli & Isles – Home Town Glory e Melt My Heart to Stone

Data/Hora 28/08/2012, 00:03. Autor
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E pra fechar o ciclo dos primeiros dez episódios da temporada, e manter minha vergonhosa – e recente – tradição, eis que vos apresento a review de Home Town Glory e Melt My Heart to Stone.

Confesso pra vocês que achei o décimo episódio da temporada bem mediano, pelo que vinha sendo apresentado anteriormente.Mas ainda assim me proporcionou bons 40 e poucos minutos em frene ao computador. Rizzoli & Isles é a delicinha da Summer Season, definitivamente. Mesmo quando abusa de clichês.

Em Home Town Glory vimos se desenrolar a trama de Lydia. Tadinha da Angela, toda animada em fazer um chá de fraldas para a loira, sem sonhar que o bebê que ela carrega ou era o filho de seu ex-marido ou seu primeiro neto. Deu muito dó dela, quando descobriu que Maura e Jane sabiam de tudo e não contaram pra ela, deixando que ela passasse pelo ridículo de ajudar a menina. Mas, querem saber? O coração de Angela é enorme, tenho certeza que ela ajudaria Lydia mesmo sabendo de tudo.

Tommy Rizzoli, um dos prováveis pais da criança, deu as caras, mas não foi de muita serventia, definitivamente. É óbvio que nunca reclamarei das participações de Colin Egglesfield, pois ele dá um toque todo especial às cenas, se é que vocês me entendem. Mas o ator poderia ter sido melhor aproveitado, já que apareceu.

O caso de Home Town Glory foi interessante, já que a vítima foi um velho amigo da família Rizzoli. O desfecho dele foi, sim, um tanto óbvio – já que os crimes em “banda” acabam sempre com um culpado de dentro, e no início do episódio dá pra perceber que os culpados era dois -, mas isso não prejudicou o episódio, como um todo, já que a trama paralela, de Angela, foi muito bem explorada.

O final do episódio foi uma delicinha. Adoro as cenas em família, com Angela e seus rebentos E com Maura devidamente inserida sob as asas da fofa mamãe Rizzoli.

A primeira coisa que preciso falar sobre Melt My Heart to Stone é sobre a surpresa da semana. A Homicídios tem um novo detetive. Ou melhor, uma nova detetive: Riley Cooper. Sim, ela mesmo. A sirigaita que levou um relacionamento paralelo com Frost e Frankie e foi presa como traficante de drogas. A detetive na verdade trabalhava disfarçada, e o êxito na missão das drogas foi decisivo para que ela ocupasse o lugar pretendido por Frankie. É claro que o pessoal da Delegacia não curtiu muito, e Korsak foi o mais razoável com a moça, mas depois Jane, e finalmente Frost e Frankie, deram o braço a torcer. Acho que Daniella Alonso – que você conhece de Covert Affairs – foi uma boa aquisição para o elenco, e suas aparições (sim, como a moça tá escalada como recorrente em Revolution, ela não deve ser fixa no elenco) tem tudo para somar na trama.

O que não foi lá uma grande surpresa foi o fato de Dennis ser um psicopata. Tá certo que o fato dele ser um pichador não indicava a profunda psicopatia do sujeito, mas ele ter retornado à vida de Maura exatamente quando o serial killer escultor andava à solta logo me lembrou da mão que ele deu para Maura, em agradecimento. E aqui preciso fazer um parêntese. Isles sentiu um cheiro de cadáver em todas as esculturas encontradas. Por que da mão ela não desconfiou? Indagações à parte, até que foi interessante a construção da psicopatia de Dennis, ver o seu modus operandi.

E o episódio abriu uma série de possibilidades pra reta final dessa terceira temporada. Lydia, aparentemente, abandonou o Rizzolizinho na porta da casa de Maura. E Jane se derreteu toda com o “irmão/sobrinho”. Será que todos os instintos maternais de Jane aflorarão e ela vai querer criar o bebê? Pra mim, ela se apegará, veremos cenas divertidíssimas de Isles e Rizzoli cuidando do menininhi, pra na sequência Lydia buscar a criança. Não acho que o destino do bebê seja ser criado pelo trio Maura-Jane-Angela. E vocês, quais suas apostas?

Episódio inédito, agora, só em novembro – pelo que dizem os boatos. Vou sentir saudade da minha delicinha, até lá.

P.S.: Parece que os roteiristas do seriado curtem Adele. Home Town Glory e Melt My Heart to Stone são músicas da cantora inglesa, assim como Crazy for You, que nomeou o 7° episódio dessa temporada.

Grimm – The Kiss

Data/Hora 27/08/2012, 22:20. Autor
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“Se um homem de coração puro se apaixonasse por ela, isso a traria de volta para a vida”.

Grimm chega ao segundo episódio da sua segunda temporada e o ritmo se mantém o mesmo da premiere. The Kiss começa onde terminou Bad Teeth, com Nick na teia da aranha do Mauvais Dentes. A certeza é que se um Grimm é bom, dois são muito mais perigosos e a mãe do Nick é a companhia perfeita para arriscar uma ida a um baile funk. Não é a toa que Monroe morre de medo dela. Com uma mãe dessas, que venham todos os wesens do mal atrás de Nick, das moedas, do mapa, o que for. Que o diga então a mamãe hexenbiest! O problema é que Kelly já vai ter que ir embora para destruir as tais moedas. Tomara que a mamãe Grimm volte logo.

Nick e Kelly conseguiram acabar com o perigoso Mauvais Dentes e chegaram a tempo de pingar a poção de Rosalee nos olhos de Juliette. Tanto perigo em volta e Monroe segue com um medo exacerbado de Kelly, inclusive ela consegue assustar o médico do hospital muito mais que Monroe. A cara dele está impagável quando Nick pede que eles deem uma carona para sua mãe. Monroe e seu fusca branco seguem tendo bons momentos em Grimm.

Quem perdeu um pouco do seu mistério foi o capitão Renard, ele é nada mais nada menos que um príncipe bastardo da França, de uma das sete famílias da realeza. Renard realmente pode estar um pouco em cima do muro e até de repente protegendo Nick, pois mesmo com a pressão da família ele insiste em esperar e não matar o Grimm. Por ser um bastardo, Renard mostra relutância ao conversar com seu irmão e fica até bem feliz em provocá-lo informando que o Mauvais Dentes foi morto, e morto muito violentamente.

Sendo Renard um príncipe, coube a ele acordar Juliette, a nossa Bela Adormecida. No caso, não contamos com um homem apaixonado por ela, ou será que vai se apaixonar? Segundo a hexenbiest era necessário um homem que tivesse o coração puro. Adorei a bruxa afirmando que é um desafio encontrar alguém de coração puro atualmente e é necessário fazê-la quimicamente. E pelo jeito deve doer muito deixar o coração puro. Renard quase vira do avesso quando toma a poção, mas ainda não deu para ter certeza se ele é um wesen e porque Nick não consegue ver quem ele realmente é.

Nick não ficou com o papel do príncipe, que com um beijo acordou Juliette, e para piorar sua vida neste episódio ele ainda teve um grave problema com o FBI devido a sua vida dupla. Chegou a ir preso, o que irritou muito Renard, mas acabou escapando das acusações. No entanto, um cabelo da mãe de Nick foi achado no local das mortes do Mauvais Dentes e dos dois agentes do FBI. Kelly irá embora de Portland, mas essa história e o assassinato da hexenbiest ainda podem voltar a incomodar a família Grimm e complicar a vida de Nick como policial.

Vou destacar novamente a abertura estendida da série, vendo pela segunda vez fica mais evidente ainda como encaixou bem e como faltava isso em Grimm. Outro aspecto que preciso mencionar é a paleta de cores usada no seriado, é tão bonita que chama a atenção e é impossível não destacar isso. Nick e Hank estavam a dupla Gre-Nal nesse episódio, um de azul e o outro de vermelho.

The Kiss manteve o alto nível da segunda temporada de Grimm, que surpreende quando comparada ao primeiro ano da série. O episódio terminou com outro cliffhanger, a poção de Rosalle demorou muito e Juliette já esqueceu até quem é Nick. Além de não lembrar que o namorado é um Grimm, coisa que ela nem chegou a acreditar, a moça não lembra de ter um namorado! Agora as coisas ficaram complicadas para Nick, e sem a mãe por perto e com a haxenbiest morta vai ser difícil encontrar uma solução para a perda de memória de Juliette. Rosalee e Monroe são as esperanças do Grimm, mas eles só voltam no próximo episódio. Quem consegue esperar?

Pretty Little Liars – Single Fright Female

Data/Hora 27/08/2012, 22:18. Autor
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Eu sempre fico na dúvida na hora de dar a nota de um episódio. Até agora, não dei mais de 4.5 para nenhum deles, porque sempre acho que o próximo episódio pode ser melhor. E foi exatamente isso o que aconteceu com Single Fright Female. Sinceramente, eu já tinha gostado de como essa temporada está caminhando, mas com esse episódio eu lembrei uma coisa: Pretty Little Liars não é Pretty Little Liars sem Alison DiLaurentis.

Esqueceram um pouquinho do assassinato de Maya e com isso, Alison teve a oportunidade de dar as caras novamente nos flashbacks da vida e confirmou a teoria de que NINGUÉM em Rosewood é completamente inocente. Paige, a nadadora sem sal, mosca morta, que não somou nem diminuiu nas duas primeiras temporadas, tem sim um passado tenso com Alison, o que a faz uma provável integrante do Team A. Se tratando de Pretty Little Liars, não se deve acreditar cegamente no que acontece em um episódio só. Mas também não se pode negar que as atitudes de Paige foram no mínimo suspeitas, e algumas coisas combinam perfeitamente com acontecimentos anteriores, o que realmente nos leva a crer que ela está mais envolvida nessa história do que parece.

Para começar, ficou claro que ela teve motivos para odiar Alison. O que eu acho difícil mesmo é encontrar alguém naquela cidade que não tenha motivos para isso. Mas ela também tem motivos para odiar Maya, e nada me tira da cabeça que os dois assassinatos tem ligações, mesmo essa sendo a linha óbvia pela qual não se deve caminhar nessa série. Na segunda temporada, Emily termina com Paige porque Maya volta a Rosewood. Nesse episódio, descobrimos que Paige não é simplesmente apaixonada por Emily. Ela é obcecada por ela e há muito tempo. E seguindo o raciocínio de que Paige pode ter ajudado a fazer com que Alison sumisse do mapa com a intenção de se aproximar de Emily, porque ela não faria isso outra vez?

Outra coisa que não contou pontos para a inocência de Paige foi o ocorrido com Spencer no trocador dos bastidores do desfile. Spencer se referiu à Paige como cobra para Emily e estava sendo observada por alguém, e coincidência ou não, uma cobra surgiu no meio de todas aquelas caixas de roupas. Os fatos de Jenna ter dado um aviso à Emily em relação à Paige logo antes de ir embora e todo aquele rancor quando Paige desligou a ligação de Spencer no celular de Emily só agravam a situação da nadadora mosca morta.

Mas, seguindo outra linha não tão óbvia quanto essa: Cece Drake. No flashback com Alison, ficou claro que ela era a “mentora” de Ali no mundo das armações e mentiras. Será que ela realmente se regenerou em tão pouco tempo? Ela estava na escola quando Spencer falou da cobra, estava na organização do desfile e teve acesso a todas as caixas de roupas. Sem dizer que foi ela quem trouxe a relação antiga de Paige e Alison à tona. E um primeiro indício de que ela cobra pelos favores que faz surgiu quando ela pediu a ajuda de Spencer na organização do desfile. E, Jason, que não dá as caras há alguns episódios disse uma coisa sobre Cece quando ela apareceu que deve ser lembrada: “Tudo com Cece é intenso”. Devemos ter medo dessa intensidade ou não?

Saindo do plot principal do episódio… Feliz aniversário, Ezra! Você tem um filho de sete anos, seu relacionamento está começando a afundar e ao que tudo indica, quem vai estender a mão para a sua namorada não se afogar, é o seu irmão. Minhas suspeitas se confirmaram, Maggie não fez um aborto! Ezra tem um filinho, Malcolm, e sabe lá Deus por que, Maggie escondeu a existência dessa criança dele. Mas quem vai ajudar Aria a descobrir isso é Wesley, o irmão almofadinha e fofo de Ezra, o que tem a idade condizente com a idade dela. Aria está simplesmente, pirando e com toda razão. Na cabeça de uma adolescente, descobrir que seu namorado mais velho engravidou a namorada do ensino médio e que ela sumiu no mundo com o dinheiro da mão dele já é traumatizante. Descobrir que essa namorada teve o bebê e o esconde do seu namorado é pior ainda. Mesmo depois de duas temporadas de ameaças, Aria não tem estrutura para lidar com uma criança, e pode ser que isso a afaste de Ezra.

E, pelo amor de Deus, há quanto tempo aquela igreja não recebia uma faxina? Como assim, desenterraram o pen drive de vídeos do Ian agora? Eu já quase não lembrava mais da existência dele e cutucaram o morto no túmulo… Tudo para Ashley triturar o pen drive antes que Ted descobrisse de seu passado negro. Produção, oi?

Deu friozinho na barriga quando Caleb puxou Hanna para dentro do trocador da loja, #justsaying. Deu para imaginar uma quantidade infinita de possibilidades naqueles milésimos de segundos.  E depois disso, você pensa: Wren, você deve gostar de ser pisado, não? Ela não te quer, homem, parte para outra! Tudo bem que foi ela quem roubou o beijo em Stolen Kisses… Mas esse é um detalhe que, com certeza vai dar muito pano para a manga daqui para a frente.

Até a Summer Finale, pessoas!

True Blood – Save Yourself (Season Finale)

Data/Hora 27/08/2012, 18:37. Autor
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Banho de sangue.

Não há outra forma de descrever o que foi o final de temporada de True Blood. Banho de sangue, exagero, fechamento, enfim, foi a True Blood típica: tentando fechar seus plots, mas deixando vários outros para indagar a audiência. Nessa temporada, a série cumpriu menos do que prometeu, mas eu deveria saber que ao pedir MAIS de True Blood, eu estaria sendo um tolo em achar que algo que realmente iria acontecer.

Essa foi uma temporada instável. Isso é fato, não dá para relutar. A partir do momento que os roteiristas, principalmente tio Bolão (Allan Ball), deixam claro que não sabem o que fazer com seus personagens e o pior, ficam adicionando plots secundários sendo que nem tem plots primários de qualidade (!!!) existem, é porque está na hora de ir embora.

Por isso, vejo que a sexta temporada ou pode dar muito certo (sem Bolão) ou dar muito errado. Vai ser 8 ou 80 mesmo, pois convenhamos, coerência em uma série de fantasia é uma das únicas coisas que posso pedir, ou seja, devia acontecer, sempre.

Não vou tirar o mérito de Bolão no final da temporada. Como é de praxe, True Blood conseguiu fechar quase todos os plots, ou pelo menos conseguir MATAR todos os plots. Isso é um dos pontos altos da série: sempre adicionam milhões de plots, mas acabando dando um encerramento, que mesmo as vezes parecendo duvidoso, é o máximo que vamos conseguir.

Estava na cara que não sabiam mais o que fazer com Russell, portanto, uma morte logo nos primeiros minutos do vampirão mais fodão de todos os tempos é aceitável, na cabeça deles.

Deixaram Warlow para a próxima temporada. Tudo bem. A importância do episódio foi, de uma vez por todas, desmistificar Bill Compton, ao passar de um simples vampiro, para Bill-ith, ou melhor, Bill Menstruação.

Já perdi toda a fé em Bill depois desse episódio. Seria mais fácil se Bill aparecesse logo e falasse que na verdade, só queria acabar com toda a autoridade e não que realmente virou um fanático religioso, mas ele virou um fanático religioso mesmo. Devia ter suspeitado que ele estava deixando as coisas acontecerem muito fáceis para Salome, mas Bill finalmente matou a louca que só ficava enchendo o saco com as conversas macumbeiras sobre Lilith.

Sookie, que obviamente é a mais afetada pelos vampiros, continua arrumando desculpas para as criaturas. Até Jason (o JASON!) é mais sensato e decide que está na hora de aniquilar certas pessoas, tipo o Bill. Estava na hora dele morrer mesmo, mas devia ter IDO embora e não voltado, para a alegria dos fãs.

O episódio teve uma atmosfera tensa, com o maior número de mortes em um só episódio. Bato palmas para a cena em que (sa)fada declara que a “luz estourou” (morri) e começa a ser penetrada ao inverso, já que estava quase atingindo o orgasmo com o nascimento dos filhos. O mais legal é descobrir é que Andy é potente, já que engravidou a safada e teve quatro filhos. Quem perdeu nessa história toda foi Holly, que devia ter dado mais valor para o seu macho.

Durante toda a cena, porém, Holly era a única que estava ajudando, enquanto Lafayette e Arlene e a velha safada ficavam só bebendo e observando. Foi lindo como adicionaram o momento cômico de Lafayette, Holly e Arlene bebendo margueritas e sensualizando por meio da dança no meio de toda aquela tensão que estava o episódio. Foi provavelmente a cena que mais agradou.

Uma coisa legal nessa temporada foi Sookie e Jason, que passaram quase todos os episódios juntos, principalmente os últimos. Pois é, tio Bolão, irmãos geralmente passam tempo juntos, que bom que você finalmente percebeu. No mais, perceba que no final, tudo volta à Sookie, mesmo que ela não tenha feito quase nada no episódio, além de presenciar sua BFF Tara fazendo uma pegação lésbica na cadeia. Se nem Sookie conseguiu colocar juízo na cabeça de Bill, é porque o mundo realmente está perdido.

Aleatório, porém foi vovó Loba aparecendo do nada com a ex-peguete do Alcide, já que ela não tem mais função na série, uma vez que Emma estava presa; Também voltaram com o plot dos lobisomens do nada, mas como bem estava na cara, Alcidão voltou para colocar ordem. Alcide deveria oficializar logo essa profissão de assassino de líderes de matilha e padrinho no SA (Sanguistas anônimos) para ganhar mais cachê na série.

Legal foi ver Eric tomando as rédeas da situação em Bon Temps e em New Orleans. Já chegou até protegendo a neta Tara da própria irmã e deixando claro para Nora que Sookie é SÓ uma garçonete. Lembro de quando o personagem era só para o fator sexual (ainda é) da série e claro, era cheio das maldades, mas Sookie fez ele ficar tão bom que obviamente ganha em disparado de todos os outros vampiros da série, mas uma coisa é certa: nunca ficamos bem sem ver um Eric nu por temporada.

Achei que Luna, Sam e Emminha não iam conseguir sair vivos da Autoridade HQ, uma vez que Luna não sabe fingir nada. Porém, foi linda a cena de Sam crescendo dentro do corpo da Dilma-vampira. Foi provavelmente a única vez que fiquei tão feliz com ele.

Sempre digo que (principalmente desde o final da terceira temporada) a próxima temporada provavelmente não irá cometer os mesmos erros da passada. Quase sempre estou errado, mas continuo assistindo essa série porque obviamente gosto de sadomasoquismo.

Na realidade, eu gosto de True Blood como é: corajosa, bizarra, praticamente uma viagem se você já tomou Ecstasy. A única coisa que peço, porém, é: coerência e parar com essa ideia de que a série é casa de italiano, onde sempre há espaço para mais um. O ideal seria desenvolver direito todos os plots, mesmo que sejam chatos, para que no final, não fique naquela correria de sempre, que é marca registrada de True Blood, depois da bunda do Sam, claro.

P.S: Luna morrendo de novo, que novidade.

P.S: Bill gastou bastante tempo para conseguir capturar Sam. Claramente ele ainda guarda ressentimento desde a primeira temporada, quando a bunda de Sam ficava tentando dar em cima de Sookie.

P.S: Bill Menstruação ou Bill-ith ou foi a melhor ideia ou a pior ideia de todas. Quem acha que isso vai vingar, por favor, explique como.

E para terminar…

Até a próxima!

@marcoacpontes

Saving Hope – A New Beginning

Data/Hora 26/08/2012, 19:32. Autor
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Curti muito o episódio desta semana de Saving Hope. Não sei vocês, mas esta atmosfera fora Hope Zion deu um gás legal para a série que transformou o episódio em mais um excelente desta temporada de estreia. E eu vou te dizer o porquê. A New Beginning deixou um pouco de lado o drama de “Charlie acorda ou não acorda?”. Alex não ficou lá em seu leito chorando e implorando para que ele acordasse. A dinâmica do episódio fluiu muito bem com os pacientes e nossos personagens centrais envolvidos em suas subtramas.

Aliás, comecemos pela própria Alex. A Doutora tratou de focar em seu paciente que era obeso e estava no hospital para um check-up final. Mas quando reclama de uma dor no peito, notada após um incidente na academia, a médica acaba constatando que seu paciente tinha câncer de mama – o que é raro para homens, mas acontece. Alex rendeu esta boa história, que terminou com o paciente fazendo a cirurgia e removendo o tumor e a mama. Além disso, a médica teve de lidar também com Tom, que agora preenche o cargo que antes era ocupado por ela. Os dois se estranharam, incluindo ainda o ódio dos outros médicos pela arrogância de Tom. Mas lá para o final do episódio, Alex mostrou toda a sua superioridade indo conversar com o médico e lhe dando dicas sobre o cargo. Super generoso da parte dela. Vale destacar que a própria Alex entendeu a perda do cargo. Eu no início achei que ia surgir algum plot relacionado a isso neste episódio, mas a personagem percebeu que neste momento ela não esta preparada para ser chefe. Erica Durance “divando” como sempre.

Outro personagem que fluiu muito bem neste episódio foi Gorel. Aliás, não canso de elogiar o personagem nas reviews, e sinceramente, ele já é, de longe o melhor personagem da série. Claro que, Erica Durance está na minha hot list, mas deixemos minhas preferências masculinas de lado. O fato é que neste episódio, Joel esteve ainda mais brilhante. Diria até que roubou a cena para ele. Desta vez, o médico enfrentou uma crise de confiança em sua primeira cirurgia após o incidente com sua mão. Ao largar a cirurgia no meio do procedimento, Dana percebe que há algo errado com o médico e o convida para uma viagem em que participaria de um evento médico. O rapaz aceita, só que ele não adivinharia que viveria momentos intensos nela. Os dois se deparam com um acidente que prende a perna de uma amiga de dana por debaixo de um caminhão. E o único jeito de salvá-la é fazendo uma amputação. Gorel enfrenta toda a pressão em fazer o corte, e sem as devidas ferramentas acaba fazendo o procedimento com uma espécie de tesoura de jardim. O procedimento no final dá certo, e o médico acaba comemorando o sucesso na cama com Dana. Sim, foi uma surpresa e tanto, mas olha, até que curti os dois viu? O que Joel e Maggie não tem de química, Joel e Dana apresentaram com apenas alguns beijos mostrados. Tem a minha aprovação. Parabéns a Daniel Gillies por estar fazendo um excelente trabalho com o personagem.

E o que faz da vida (ou morte) o nosso moribundo Charlie? Apesar de aparecer bem pouco neste episódio, o personagem lidou com uma psicóloga que morre acidentalmente. E aproveitando que já estava lá, a moça acaba por fazer uma sessão com o médico, confrontando-o sobre o porquê ele ainda esta lá. Na verdade achei isso tudo meio bobo, mas o personagem acaba soltando que porque quer ficar lá. Lógico que ele volta atrás, e diz que o que mais quer é sair dali, mas estaria Charlie com medo de enfrentar alguma coisa no seu retorno? E afinal, o que o prende a este coma? Confesso que já esta me dando agonia.

A série tem mais três episódios pela frente, e tem tudo para encerrar a temporada com saldo positivo. Ainda me mantenho curioso em ver como ficará a dinâmica e o propósito da série caso Charlie acorde ainda nesta temporada. Vamos ver o que os roteiristas nos aguardam. Semana que vem nos encontramos novamente. Até lá.

Leverage – The Gimme a K Street Job

Data/Hora 26/08/2012, 18:31. Autor
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O caso do episódio The Gimme a K Street Job de Leverage traz o mundo das animadoras de torcida para dentro da série. Wendy Baran é a presidente de um grupo de empresas que controlam competições de animação. Como a atividade não é reconhecida como um esporte as normas da competição e as apólices de seguro das atletas são todas administradas pelas empresas que Wendy trabalha. Quando uma das atletas se machuca gravemente e sua técnica é responsabilizada e banida da profissão a equipe de Nate Ford é convocada para mais um “job”.

The Gimme a K Street Job foi mais lento que a maioria dos episódios de Leverage. O fato da equipe ter passado o tempo inteiro tentando conseguir os votos dos congressistas baseou o episódio em diálogos. Na edição foram muito utilizadas transições em chicote que deram mais ritmo entre uma cena e outra dos membros da equipe tentando convencer cada um dos políticos. A trilha sonora entrou sempre na hora certa e sutilmente ajudou a caracterizar as diferentes situações com os congressistas, principalmente as milhares de vezes que Eliot abordou o presidente do comitê JJ Legrange.

Os congressistas formaram um time de “figuraças” que deu muito trabalho para a equipe de Leverage. No entanto, as melhores cenas ainda são as de Parker como treinadora das animadoras de torcida, ela toda empolgada trazendo lasers para as atletas treinarem foi muito engraçado. As cenas de Hardison bancando o “novato” com a congressista Jane Berkus também foram um ponto forte do seriado. Jane dizendo que não ia ajudar a “Candi, Mandi e Brandi” a saltitarem suas minissaias e tops foi hilário. Sophie também passou trabalho com a sua saga do subsídio do milho.

A pulga atrás da orelha no episódio foi por conta de Nate. No final da premiere da quinta temporada ele apareceu pedindo a ajuda de Hardison em sigilo e afirmando que “todas as coisas boas chegam ao fim”. Agora Nate apareceu treinando Eliot durante o caso desse episódio e também observou de perto como Parker se saiu com as animadoras de torcida. Isso só reforça a suspeita de que Nate pretende deixar a equipe de Leverage.

O episódio foi leve e o final digno de sessão da tarde. A treinadora Cornell comemorou a prisão de Wendy Baran e a aprovação do ato de proteção às animadoras de torcida junto com seu time. Eliot deixou claro para Nate que percebeu que algo está acontecendo. Se a intenção de Nate for realmente deixar o time, Sophie iria junto? A equipe sobreviveria sem os dois? Não consigo ver a equipe de Leverage sem Nate no comando, é só acompanhar o fechamento dos casos onde ele tem o controle e toma as decisões sobre absolutamente tudo. Esse é o grande mistério da quinta temporada, mas acho que Nate não vai nos abandonar assim tão fácil. Gimme a N!

Falling Skies – A More Perfect Union

Data/Hora 25/08/2012, 17:17. Autor
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Toda a linha de raciocínio do general Bressler, que foi muito bem desenvolvida no episódio anterior de Falling Skies, The Price of Greatness, onde ele aos poucos vê que Arthur vai viajando na maionese e acaba aplicando o golpe militar, vira uma bela bagunça na season finale A More Perfect Union. Neste episódio o que nos guia é a mudança de ideia constante e a confusão do general.

Primeiro Bressler resolve soltar a 2nd Mass porque “os aliens nos encontrarão e não temos escolha senão partir para a ofensiva agora”. No entanto, para bancar o certinho Tom precisa ser contra o golpe militar, vamos combinar que não era o momento de tanta hombridade. Bressler muda de ideia e manda prender a 2nd Mass, mas soa o alarme de segurança e ninguém mais prende ninguém. Fantasticamente no mesmo momento em que a 2nd Mass ia ser presa novamente os skitters rebeldes chegam a Charleston e… com Ben! Tamanha coincidência e a falta de sentido nas decisões de Bressler me deram náuseas. O início da season finale de Falling Skies me causou apreensão, mas o episódio manteve uma linha de crescimento até o final.

A recompensa para esse início confuso já veio na cena em que os skitters são protegidos pelos membros da 2nd Mass e Bressler é obrigado a suspender fogo. No entanto, apesar do general começar a parecer interessado nos rebeldes, depois da reunião com o skitter do olho vermelho ele resolve prender a 2nd Mass de novo e atacar o grupo de rebeldes. Acontece que Weaver e Tom acabam convencendo-o a deixar a 2nd Mass se reunir com os rebeldes e eles passam de quase presos a dispensados. Mas Bressler ainda manda seu exército acabar com os skitters. O general uma hora resolve prender, depois solta novamente. A sua única certeza é a raiva que sente dos skitters por eles terem matado seu filho (pelo menos já temos um motivo para a falta de razão na tomada das decisões).

O skitter do olho vermelho trouxe novas informações na reunião em Charleston, segundo ele o cabeça de peixe é mais conhecido como Eshpeni, e a morte dele deixaria as operações alienígenas em completo caos. Ou seja, a 2nd Mass perdeu uma ótima oportunidade quando manteve o cabeça de peixe como refém no episódio Molon Labe. Mas os esclarecimentos não foram suficientes e a turma de Ben acaba sendo atacada e Bressler muda de ideia de novo e cancela a missão da 2nd Mass. De novo Weaver vai falar com o general e afirma que eles vão mesmo assim e Bressler concede a permissão só para não parecer que não tem autoridade. Convicção é tudo nesse general.

A revolta toma conta da 2nd Mass e Weaver e Tector finalmente abandonam os uniformes do exército. Ainda bem, Weaver fica muito melhor na “aparência esfarrapada de capitão” e Tector deixou de ser “Aloysius Murphy” e voltou a ser o Tector que conhecemos com o lenço vermelho e cabelo estiloso. Até parece ter tomado o banho que Pope mandava ele tomar nos primeiros episódios da temporada.

Com todo mundo de volta ao normal e Bressler sem mudar de opinião a 2nd Mass parte para a sua missão. A cena do ataque dos skitters à 2nd Mass na câmara matou a saudade das cenas de ação em Falling Skies. Assim como a cena em que os skitters rebeldes atacam Karen, soltam os humanos e atacam o soberano e os skitters “puxa-sacos”. Gostei dos efeitos especiais nessas cenas de luta, foram convincentes, muito mais que os efeitos utilizados na maioria das cenas da segunda temporada. Além dos rebeldes terem chegado bem na hora para salvar a 2nd Mass Tom foi o herói da noite ao matar o soberano.

A 2nd Mass retorna à Charleston e eles são recebidos como heróis. Até Bressler, que obviamente mudou de opinião de novo e achou tudo lindo, recebe a 2nd Mass de braços abertos. No entanto a batalha teve baixas. A morte entre os personagens principais de Falling Skies que foi informada durante a Comic-Com 2012 em San Diego se confirmou na season finale. Dai morreu durante a luta com os skitters “puxa-sacos”. Apesar de conhecermos muito pouco do personagem ele foi figura constante nas lutas da 2nd Mass desde a primeira temporada da série. No episódio Molon Labe já havíamos perdido Jammil e Boon, eu acreditei que essa morte importante poderia ter sido a de Jammil, mas Dai era um personagem mais antigo série, morreu heroicamente e não volta para a terceira temporada. Também não podemos esquecer da perda do skitter de olho vermelho. Quem comandará os rebeldes a partir de agora e porque afinal de contas só ele tinha um olho vermelho?

A outra baixa não foi por morte, mas por nocaute, um nocaute em um beijo. Karen beijou Hal e o garoto Mason desmaiou na hora, vai saber o que ela colocou pra dentro dele. Passamos boa parte da segunda temporada com medo de quem Ben realmente era e de que lado estava. Ano que vem esse papel passará para Hal. Quem já está com medo do Mason primogênito? Pelo menos Ben demonstrou que vai ficar junto da família e assim reforça o time de Tom.

Além da volta de Ben, a família Mason está crescendo ainda mais. Anne está grávida, para a felicidade dos skitters que adoram um Mason e a tristeza dos soberanos que certamente não aguentam mais um membro dessa família atrapalhando seus planos. Que vocês acham? Eu aposto que é uma menina!

Uma coisa que não consegui entender foi porque Ben pôde ir na missão com a 2nd Mass se o skitter de olho vermelho disse que eles não poderiam chegar no local sem serem percebidos pelos alienígenas devido aos arreios, que mesmo retirados seguem com comunicação. Ben até chega a perceber a presença do soberano antes de explodirem a entrada para a câmara, mas o soberano não percebeu a presença do garoto antes da explosão?

Em relação ao material humano o que vale ressaltar nessa temporada foi ótima atuação de Noah Wyle (Tom). Além dele eu destacaria três outros atores pelo trabalho na segunda temporada de Falling Skies. Connor Jessup (Ben), que deu medo quando o skitter falava através dele, Will Patton (Weaver) e Colin Cunningham (Pope). Entre as novidades em termos de personagem eu gostei muito da presença de Tector entre os selvagens e do crescimento de Matt na série. Mas eu gostaria de ouvir vocês, qual foram os destaques de atuação e personagem na segunda temporada de Falling Skies?

Agora, o que esperar da terceira temporada? A arma que a 2nd Mass destruiu estava apontada para o céu, mas a força aérea humana já não existe mais. Logo, os soberanos deveriam estar esperando a presença da nova espécie alienígena que apareceu na última cena do episódio. Logo, presume-se que os novos aliens sejam inimigos dos soberanos e possam ser aliados dos humanos. Mas agora que o soberano foi morto, e muito bem morto por Tom, como ficará a força deles no comando da dominação da terra? Qual será a intenção da nova espécie alienígena? São questões para a terceira temporada. Uma coisa é certa, a 2nd Mass vai manter suas armas engatilhadas: tic-tic-boom!

Até a terceira temporada!

True Blood – Sunset

Data/Hora 23/08/2012, 15:40. Autor
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Russell, você por aqui?

Faltando um episódio para o final, True Blood recebeu novamente o memorando da semana, e ao descobrir novamente que estava acabando a temporada, resolveu ir um passo a mais: Acabar de vez com a minha vontade de assistir a sexta temporada.

Veja, não estou tirando o mérito da série de fazer um episódio redondinho, mas tudo tem limite. Falei comigo mesmo, ano passado, que daria mais uma chance para True Blood, mas a verdade é que a preguiça de continuar a acompanhar e ser constantemente irritado por plots e mais plots desnecessários e mal uso dos principais está falando mais alto.

É só pegar o episódio, por exemplo. Fiquei feliz com ele? Mais ou menos. Porém, a OBRIGAÇÃO da série era apresentar um bom episódio antes da Finale, e foi isso que eles fizeram? Sim, foi. O problema é que todo o desenvolvimento até chegar aqui, sem contar a maioria dos plots, que ainda nem funcionam no geral dentro da série. O interessante seria se True Blood tivesse apertado os episódios, entregando outros tão bons quanto esse.

Porém, não é só felicidade nesse episódio. Aparentemente, jogaram toda aquela conversa de fundamentalismo religioso para o lado e explicaram que essas aparições de Lilith Matagal e todas as mudanças de personalidade dos vampiros são porque eles se encontram há muito tempo juntos. Não havia necessidade de mudar isso. Sem contar que Nora, a pessoa que devia ter sido a primeira a voltar à sanidade após ver seu maker, demorou um século para entender as coisas. Pelo menos a primeira coisa que ela fez quando voltou ao normal foi transar com Eric. Muito bem pensado, menina, congratulations. E ainda chega Salome, falando que não precisa se preocupar com Rusell, que isso tudo é um PLANO DE LILITH. Pelo amor de Deus.

Lilith vem em um sonho dizer aquilo para Bill, como se na vida real alguém fosse realmente deixar Bill no comando. Verdade seja dita, ele nem consegue controlar a própria filha. Aliás, isso foi uma coisa muito sem graça que aconteceu, também. Cometi o grande erro de ver a promo do episódio por causa da HBO brasileira, mostrando Jason aparentemente morto dentro da cova com Jessica chorando. Outro plot desnecessário, mais uma vez. Concordo que provavelmente Jason iria ganhar o prêmio de Vampiro Mais Burro, mas no momento, esse prêmio vai para: Bill.

O que obviamente vai acontecer semana que vem é fato: Bill vai salvar Sookie e vai acabar voltando ao normal, à mentalidade que tinha antes de tudo isso. A que custo? Se for mudar, então continue do mesmo jeito, não dê passos para trás. Provavelmente vai ser outro tiro no pé retornar o personagem às suas origens.

Roman era o único que manteve os vampiros, se aliando ao movimento do populismo. Ainda queria MUITO ver como a situação está nas ruas, como o povo está lidando com os acontecimentos em geral, o que me leva a concluir que aparentemente está tudo ok, com um monte de vampiros matando todo mundo, agora que acabaram os Tru-Bloods.

Alcidão parecia ter mais função na temporada passada do que nesta e olha que ano passado ele nem era regular. Para promover algum personagem à regular, os roteiristas deveriam ter, pelo menos, desenvolvido mais de um plot na temporada inteira. Bons tempos quando Alcide ficava com dor de cotovelo por causa de Debb, que ficava se aventurando com o ex-líder da matilha ano passado. Provavelmente Alcide só está passando um bom tempo no trailer do pai, para chegar semana que vem e ele se auto-proclamar novamente o líder da matilha, e tentar não cometer os mesmos erros que o seu velho cometeu no passado.

No final, tudo se resume à Sookie e a incansável busca de Russell pelo sangue da fada. Novamente, demorou muito para algo finalmente acontecer, sem contar que Sookie está muito apagada, inclusive no próprio plot. E como eles querem ligar a história do Warlow no próximo episódio? Não vejo como.

O pior foi Luna e Sam, que faziam bom tempo que estavam dentro da Autoridade HQ e até agora nem sabiam onde estava a filha. Isso é o que eu chamo de bom trabalho. Na realidade, é bem desespero da parte dos roteiristas em colocarem (quase) todos os personagens no mesmo lugar. Só fiquei com pena da Tara, que perdeu sua mamãe e agora vai ter que assustar a Ginger sozinha de agora em diante.

 

P.S: Como não rir do timing da (sa)fada do Andy, que apareceu bem quando Arlene estava falando sobre fidelidade, sem contar que ela ainda chegou grávida de Andy. As coisas não estão promissoras para você, Andy.

P.S: Eric estava todo bravo no quarto porque obviamente ele descobriu que o quarto dele é o menor de todos.

P.S: Parece que Tara e Jessica possuem lapsos de memórias. Já estavam fazendo juras de BFFs, pouco tempo depois daquele super briga. Parece que Jessica está mesmo desesperada para conseguir uma amiga.

P.S: Bill ficou super bravo, já que percebeu que Lilith não pratica a monogamia e quer ficar liberando o sangue para todo mundo.

@marcoacpontes

Saving Hope – Bea, Again

Data/Hora 20/08/2012, 22:59. Autor
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Volta de hiatus. Curtimos as Olímpiadas, pouco Ouro para o Brasil infelizmente. Mas acontece que nesse tempo, senti falta de Saving Hope e vocês? E para presentear os telespectadores da série, podemos concordar que finalmente a série se encontrou. E quando digo isso é porque se encontrou de verdade. Ela começou morna bem morna e depois repetitiva, mas agora entrou em um arco de episódios que sinceramente está dando um show à parte.

O episódio desta semana Bea, Again começou exatamente de onde o último parou. Alex estava ali, deitada em cima de Charlie, que já não respira mais com ajuda dos ventiladores, a mando da ex-mulher que concordou com a ordem de “não ressuscitar”. Entre uma lamúria e outra, a Dra. Reid  recebe Bea, a paciente que foi a sua primeira no Hope Zion. E aí, temos alguns flashs durante todo o episódio, que mostra como que Charlie e Alex se conheceram há 4 anos, tratando da mesma paciente. Foram momentos bem bacanas, que me fizeram ficar com mais vontade ainda de que Charlie acorde logo e vá ser feliz com Alex.

Charlie inclusive teve papel fundamental neste episódio. Ele não ficou apenas perambulando pelo hospital, mostrando as várias alas do local para o “morto do dia”. Ele encontrou Mack, um velho amigo do Hope Zion, que ajudou no tratamento de Bea. O médico havia morrido e ainda perambulava pelo hospital. Ambos ficaram conversando sobre como é estar ali, e tentando descobrir qual seria o propósito disto na verdade. E entre um local e outro, se deparam com a paciente, que começa a trocar as palavras – acusando um sinal de tumor no cérebro, diagnosticado errado por ambos os médicos. Quando Alex não percebe os sintomas e da alta na paciente, Charlie tenta interceder, implorando para que a moça não vá embora – e é quando algo a faz voltar, vulgo Charlie. Explorar este lado místico é excelente. Faz-nos pensar e questionar se existe realmente algo, naquela voz que fica em nossas cabeças, alertando sobre determinadas coisas. Muito bem sacado pela série.

Enquanto Alex descobre o diagnóstico de Bea, convencendo-a tratar, outro lado místico foi explorado neste episódio, desta vez através do Dr. Goran, que está com a mão quebrada, devido ao “barraco” do episódio passado. Sua paciente, uma cadeirante há dois anos por acidente e religiosa está no hospital. Ao ser examinada, começa a sentir suas pernas. O médico questiona o acontecimento, já que a paciente diz que Deus está intercedendo por ela, e a fazendo andar novamente. Joel corre para explicações cientificas, e até acaba constatando que a paciente nunca esteve paralítica, mas sim, com uma consequência psicológica do acidente, que a impedia de andar. Mas isso só mostra o ceticismo da medicina, que querendo ou não é coadjuvante nesta série médica.

No núcleo “coadjuvantes” da série, o Gavin esta caindo de amores por Megan, após o beijo que os dois protagonizaram. Mas a moça é tão antipática, que logo deixa claro que foi um erro, que ela só quer amizade e nada mais. Na verdade ela deve ter percebido que o psicólogo nada tem a oferecer para ela no hospital, e ter o enxotado. Fala sério, ela está em busca de posição social só pode. E sobre o namoro dela com o Goran? Ainda está de pé? Porque né… ? Enfim, lá pro fim do episódio, o Gavin até arrumou uma companhia bonitinha que parece ter despertado um ciúme na médica “xexelenta”. Decide aí minha filha!

Tanta coisa acontece neste episódio que até o Dr. Tom Reycraft que mal aparece na série foi promovido para o cargo da Alex, que foi rebaixada e nem sabe coitada. Mas nem me preocupou muito, porque estava bem entretido com a primeira interação “fofa” de Alex e Charlie enquanto ele ainda era casado com Dawn. Parece que foi ali que ele começou a se apaixonar por ela. E até entendemos a posição de Dawn nesta história que era feliz ao lado de Charlie, mas foi deixada pelo médico. Acho que, qualquer um no lugar dela, também seria amargurada, afinal, ela ainda gosta do médico. Mas não é que no fim das contas, ela entendeu Alex, e voltou atrás na ordem de não ressuscitar? Ela percebe que o peito de Charlie ainda respira, muito bem, e Alex questiona se algo aconteceu – e a resposta é sim: Charlie ajudou Bea, e consequentemente Mack, que ainda perambulava porque havia diagnosticado a paciente errado. Então estaria Charlie apenas esperando ser ajudado? Ou ele precisa ajudar mais alguém?

Querendo ou não, foi um episódio bonito, emocionante, e só fez confirmar que a série finalmente achou o seu trilho, e tem tudo para caminhar com episódios finais muito bons. Espero que não esteja falando demais. Até a próxima semana.

Warehouse 13 – Personal Effects e There’s Always a Downside

Data/Hora 20/08/2012, 21:00. Autor
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Ei Warehousers! A quarta temporada mal começou e, embora tenha tido um melhor início do que todas as outras temporadas, continua dando em doses homeopáticas as informações sobre o vilão da vez. Como sabemos, o Depósito havia sido destruído pelo Walter Sykes, e Artie usou um artefato (o que é proibido) para voltar no tempo e salvar além do local, as vidas de seus colegas, assim como Claudia fez o mesmo para salvar Steve. Desde essa confusão toda, já ficou meio subentendido que os dois serão os culpados pelas coisas ruins que podem acontecer.

Bem, descobrimos que o efeito colateral da ação de Claudia é Steve se machucar quando algo atinge a garota e vice-versa. Entretanto, as consequências do ato de Artie parecem ser bem mais sérias e, além de envolverem Claudia, desesperaram a preocupação de Adrian, um padre muito sinistro do Vaticano (tipo aqueles conspiradores de O Código Da Vinci). Como se já não bastasse o mundo estar condenado por esse “mal” que está por vir, Artie foi tonto ao mesmo tempo em que Adrian foi esperto, e o religioso logo descobriu que foi Artie mesmo quem usou o artefato. E como o próprio Adrian disse: o Depósito (vulgo: Regentes) tem regras e ele não. Ou seja, briga injusta está vindo por aí.

Mas, desviando o foco da história principal (como sempre), há tempos a série não bombardeava praticamente o espectador com tantos artefatos de uma só vez, principalmente no episódio 3×03. Tudo porque um rapaz desesperado rouba uma caixa de artefatos da casa do falecido Walter para vender com a intenção de pagar a cirurgia do irmão, mas acaba ficando com um cachimbo que controla o tempo (ao invés de pegar algum artefato de cura, tsc). Além de conseguir um artefato que faz uma coisa meio “nada a ver” com o que ele queria, o garoto não percebe que as outras tranqueiras da caixa também são mágicas e acaba vendendo mesmo, ajudando assim a espalhá-las pela cidade. O desastre foi tanto que até Leena (que fica mais confinada do que freira em convento) saiu de casa para ajudar na tal missão de recuperar a tranqueirada toda.

Já no episódio seguinte não tivemos uma caixa cheia de artefatos, e esses roteiristas deveriam entender que quanto menos objetos desses por episódio, mais legal fica a coisa. O episódio 3×04 é um claro exemplo disso, pois tivemos o velho molde de volta: duas duplas, dois artefatos; embora Artie tenha mexido um pouco nas coisas e deixado Pete com Claudia enquanto Myka fazia parceria com Steve. Pete e Claudia definitivamente não combinaram, mas eu gostei de Myka com Steve, porque eles acabaram tendo um papo bem bacana sobre toda essa coisa de morte e ressurreição do agente, aproveitando o lance de terem resolvido um caso de artefato que matava aos poucos a pessoa que o usava. Esses artefatos que vão matando as pessoas lentamente são bem mais interessantes do que bolinhas de gude que provocam ataques de violência (caso do Pete e da Claudia).

O fato é que Artie está morrendo de medo da Claudia porque pelo menos nos sonhos paranoicos dele, é ela quem o mata com um punhal, e por isso quis que Pete fizesse parceria com a garota, para sentir as tais “vibes” dele. O problema é que o agente não sentiu nenhuma, mas Artie continua com a pulga atrás da orelha e está decidido a encontrar o tal punhal que Claudia usa para mata-lo na tal “profecia”. E para completar a encrenca dele, Leena descobriu que ele esconde algo, embora não saiba o que é (ainda). Coitado, acho que ele é o escolhido para se dar mal na temporada, porque olha… Está totalmente azarado.

P. S. [1]: Myka continua com o cabelo sem pentear e Claudia perdeu a mecha colorida que sempre usava. Os cabeleireiros dessa série não estão com bom gosto, ultimamente.

P. S. [2]: Quais os palpites de vocês para o que é a tal lança que “mata” o Artie? Eu tenho um, meio absurdo. Veremos no que dará essa história.

P. S. [3]: Por último, mas não menos importante: volte, H. G.!

White Collar – Honor Among Thieves

Data/Hora 20/08/2012, 20:54. Autor
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O episódio Honor Among Thieves foi o primeiro da quarta temporada de White Collar em que Peter e Neal estão novamente trabalhando juntos no departamento de crimes do colarinho branco. Não foi para menos que os dois protagonizaram o melhor episódio da temporada até agora. O caso da vez também foi exótico e a série contou com a boa participação da atriz Rebecca Mader como a ladra Abigail Kincaid. Além do bom desenvolvimento entre os dois personagens principais no caso, Diana termina seu namoro que já estava virando casamento e acaba se envolvendo com Abigail.

Visualmente White Collar tem cada vez mais apostado nos enquadramentos contra-plongeé (de baixo para cima). Outra técnica muito utilizada no seriado são as transições em movimento de uma cena para outra, alternativa foi muito usada na série já cancelada Cold Case. Também adorei a edição da imagem final do episódio, de Neal no computador, o ritmo da edição acompanha o ritmo da trilha sonora.

Honor Among Thieves começa com Neal luto, Ellen não resistiu aos ferimentos do ataque que sofreu na própria casa. Agora Neal precisa descobrir quem é Sam, o policial amigo de Ellen que trabalha infiltrado e tem informações sobre os pais de Caffrey. Sam também pode ser a chave para desvendar quem foi o responsável pela morte de Ellen. Alguém mais imaginou que Ellen pode estar viva e o velório ter sido forjado para ela seguir vivendo mais tranquilamente no programa de proteção às testemunhas?

Se Ellen está viva nem Neal ficou sabendo, pois o grande objetivo dele agora é descobrir informações que a sua amiga não pôde fornecer antes de ser atacada. Peter promete ajudá-lo, mas Caffrey acaba conseguindo uma forma mais fácil de ter as informações. Durante o caso do episódio ele faz um trato com a ladra Abigail, mas o trato vira chantagem e Neal é obrigado a roubar a peça de arte que deveria estar tentando proteger junto com a equipe de Peter.

O trato era que Abigail roubasse o arquivo de Ellen do FBI e trocasse pela peça de arte “Mobile Melancolia”, de Pascal. Neal desiste do trato e tenta se manter na linha com Peter, mas acaba chantageado por Abigail e forçado a cometer o roubo. Peter não demora muito para descobrir que Caffrey roubou o Pascal. Neal entrega a obra roubada para Abigail sob vigilância do FBI, mas liga para Peter logo após a troca entregando a localização da ladra, da obra de arte e do pen drive.

Obviamente quem ajudou Neal no roubo é Mozzie, que inventou um chapéu que não identifica a pessoa que o usa. Mozzie chamou de “o vigarista sem cabeça”. Ele ainda aparece com uma arma olfativa, a “bomba de fedor”, que depois Neal usa para disfarçar o Pascal na lata de lixo e, devido ao forte odor, forçar que o lixo seja levado para rua logo após o roubo.

Neal acaba sendo absolvido do incidente, mesmo tendo roubado a obra de arte. Caffrey acaba virando o herói do dia, algo muito rotineiro na vida de Neal. Peter fica feliz de ver que o amigo não sucumbiu para o lado negro da força, mas como ocorre normalmente o agente do FBI acaba com uma baita pulga atrás da orelha. Abigail foi presa com o Pascal e o pen drive com as informações de Ellen que Neal se recusou a receber. Dessa forma as evidências são levadas para sala de provas e Peter poderia ter acesso às informações.

Difícil acreditar que Neal não planejou todo esse golpe, porque ele é inteligente o suficiente, e até demais, para saber o que aconteceria se Abigail fosse pega com o pen drive. Por outro lado Neal segue andando relativamente na linha e o remorso dele depois que rouba a obra de arte nas costas de Peter é de dar dó. No entanto, achei Neal muito pouco surpreso de estar sendo vigiado pelo FBI na hora da entrega do Pascal. A conversa que ele tem com a Abigail também serviu totalmente para limpar o nome dele. Fiquei curiosa, como a conversa foi grampeada?

Peter continua com a sua eterna dor de cabeça com Caffrey. Apesar de Neal estar se mostrando mais confiável acaba sempre se metendo em um possível problema que balança a confiança de Peter. Mas é isso que dá gás ao seriado e não deixa a história dos dois murchar. Além disso, é algo que está no DNA de Caffrey, ele não acha necessário sempre seguir as regras, atualmente as segue muito mais para manter sua vida em New York, corresponder à confiança de Peter e porque está cansado de fugir. Apesar de serem amigos, Peter sempre será o certinho, Neal o malandro e Mozzie o diabinho no ouvido de Neal. A confiança entre os dois segue uma eterna corda bamba, mas de uma coisa Peter tem certeza: Neal sempre acha uma maneira de conseguir o que quer.

PS1: Peter para Jones: “Quem pararia no meio de um roubo a um museu para marcar um encontro? Não responda”. Ri muito.

PS2: Adorei a “cara de más notícias” de Peter.

Rookie Blue – Out of Time e Cold Comforts

Data/Hora 20/08/2012, 20:48. Autor
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Com Out of Time e Cold Confort, Rookie Blue chegou a um novo nível. Foram dois episódios que encerraram de forma magistral a trama começada em The Girlfriend Experience. Eu chorei, muito. E acredito que não tenha sido a única.

Pela primeira vez fiquei muito triste assistindo ao seriado. Eu sabia que alguém morreria, até imaginava que seria o Barber – em razão do paranormal ter previsto que o casamento não aconteceria -, mas não imaginei que a construção toda da coisa seria tão desoladora. Especialmente em Cold Confort, no qual vimos cada um dos policiais tentando lidar com o luto à sua maneira.

Fomos apresentados, em Out of Time, a um dos riscos ocupacionais de ser um policial/detetive: a morte. O caso foi muito bem construído, e a conclusão de Andy – seguida por Sam, o que trouxe um problema enorme no episódio seguinte – foi a da maioria do pessoal: o culpado era o barman. Tudo indicava que era ele o psicopata que pegava as acompanhantes, e não o namorado da “sumida” de The Girlfriend Experience – ao contrário do que eu imaginava. Só que não, e o final foi bastante surpreendente, apesar de lógico. Ponto para Rookie Blue, já que muitas vezes as séries policiais, para serem surpreendentes, apresentam um culpado “do além”.

Andy se sentiu culpada por não ter conseguido salvar Gail, e o clima entre todos na delegacia era de muita apreensão. Afinal de contas, uma policial estava sumida – e justo uma Peck! -, e isso nunca é visto com bons olhos na delegacia. Os ânimos ficaram até mesmo um pouco exaltados, especialmente entre Chris e Nick, os cavaleiros de armadura –azul – brilhante que disputam – ou disputavam, já que Collins levou a melhor nessa – o coração da loirinha.

Noelle também queria estar presente, mas sua filhinha fofa resolveu nascer antes da hora – foi clichê, mas Who cares?! Foi lindo mesmo assim. E enterneceu o coração de Traci, que tinha “negado” um filho a Jerry, mais cedo. Vilania dos roteiristas, que estavam com a Shonda Rhimes no corpo. Enquanto Nash babava na rebenta de Frank e Noelle, Jerry salvava a vida de Gail e, lamentavelmente, perdia a sua.

Sim, ele achou utilidade para o seu celular. E foi bravo, honrado. Cumpriu seu dever, literalmente, até o último suspiro. Não imaginei que ele teria forças para lutar contra o médico frustrado/taxista e, especialmente, sangue frio para bolar todo o lance do GPS do telefone. Muito, muito bom Barber. Graças a ele, os cavaleiros de armadura –azul – brilhante de Gail conseguiram achá-la, muito debilitada, mas viva. A bitch mais querida da Summer Season permanece na telinha, para a alegria geral do fandom.

E, ironias do destino, esse bandido injusto. Enquanto uma vida era celebrada, uma vida era perdida. Alegria e tristeza coabitando em um ambiente que se tornou sufocante. Triste demais.

Mas não mais triste do que o que viria a seguir, em Cold Confort. O caso foi bacana, mais uma vez. Mas confesso que foi a teia de relacionamentos e formas expressar o luto que chamou minha atenção.

Tivemos Gail usando dos machucados físicos para ocultar os da alma. Tivemos Oliver, enchendo a cara pra lidar com a dor. Presenciamos Noelle, usando a alegria pela chegada da tão esperada filha para cicatrizar a ferida aberta com a partida do amigo. Vimos, ainda, Sam, fugindo de seus sentimentos por culpa, mas, especialmente, por medo. E tivemos Traci, lidando da melhor forma possível com a ausência do esperado futuro comum. Mas, sobretudo, tivemos todos unidos, superando a dor através do apoio mútuo. Tanto que, na minha opinião, todos conseguirão, de certa forma, seguir adiante. À exceção de Sam, que preferiu fugir à permanecer e encarar a dor. Tudo isso foi de cortar o coração.

Perdido em tanto sofrimento, o momento que ninguém queria presenciar – e que acabou menor, perante o contexto: o término de Sam e Andy. Pra mim ficou meio evidente que Sam está, acima de tudo, com medo de ver acontecer com ele e com Andy o que aconteceu com Nash e Barber. É medo de se aprofundar em um sentimento que poderia trazer consequências desastrosas pra o casal. E é por isso que acho que o rompimento não durará muito. Ele não me pareceu muito certo do que estava fazendo, e acho que o arrependimento chegará em breve. Espero que alguém abra os olhos do bonitão, e ele corra atrás de Andy antes que seja tarde demais. E, vamos combinar que com aquela química toda eles não conseguirão ficar afastados – ou com as mãos afastadas do corpo do outro, se é que vocês me entendem – muito tempo.

Enfim, dois episódios muito, muito bons. Que me deixaram numa expectativa enorme para o final de temporada. São só mais 3 episódios de Rookie Blue, antes do encerramento. Eu não sei o que vem por aí. Minha única certeza é que é coisa boa. Então, até lá.

P.S.: R.I.P, Jerry. É unanime que você foi um bom policial, um bom detetive, um bom homem – embora tenha passado por uma fase “chatice extrema” com a Traci. Pena que você não pode nos dar o gostinho de mostrar como desempenharia com maestria o papel de marido e o de pai.

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