Doctor Who – Asylum of the Daleks

Data/Hora 04/09/2012, 11:27. Autor
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Entre vários spoilers acerca desta nova temporada de Doctor Who, quatro coisas eram certas:

– Cada episódio seria como um mini-filme;

– Os episódios seriam de certa forma isolados, sem aquela trama única que motivou as demais temporadas de Moffat;

– Os Ponds se despediriam nesta temporada e no especial de Natal conheceríamos a nova companheira (interpretada por Jenna-Louise Coleman);

– Asylum of the Daleks faria dos Daleks vilões novamente temidos pelos fãs.

 Uma semana antes da estreia oficial o canal BBC lançou a webserie Pond Life em 05 episódios minúsculos, mas que nos dão uma ideia de como é a vida de Amy e Rory quando o Doutor não está entre eles, ou melhor, quando eles não estão viajando com o Doutor, pois presente ele esteve em todos os momentos, invadindo o quarto do casal, deixando um Ood por um tempo aos cuidados dos dois e enviando mensagens na secretária eletrônica sempre que possível.

Uma grande sacada a webserie, pois eu sempre tive curiosidade sobre a vida dos dois longe do Doutor e mini-episódios é a forma perfeita de mostrar um pequeno relance para os fãs, sem deixar a coisa chata e desinteressante. O último episódio foi meio deslocado, já que nada dava indícios de uma briga entre Rory e Amy, mas serviu para introduzir o primeiro episódio da temporada.

Ainda antes da estreia, foi lançado para os assinantes do iTunes nos EUA (para desprazer dos fãs britânicos) um prequel explicando o chamado do Doutor por Darla Von Carlson, que o levou ao Parlamento Dalek na estreia da temporada. Em uma espécie de ‘Inception’ alguém envia ao Doutor uma mensagem em sonho (como conseguiram eu não sei) e as coordenadas para onde ele deveria seguir. E é assim que acabamos em Asylum of the Daleks, o episódio do último sábado.

 Depois de visto o episódio, uma coisa eu sabia com certeza: Steven Moffat mente. Sabem aquele negócio de episódios isolados? Mentira pura e simples. Não tem como os episódios serem isolados com a bomba que Moffat jogou em nossas mãos logo no episódio de estreia.

Como assim, Jenna-Louise Coleman aparece no início da temporada e não no especial de Natal!? E mais, ela é um Dalek!!! Cabeças explodiram…a minha inclusive. Pelo menos a história dos episódios serem mini-filmes é verdadeira, assim como Asylum of the Daleks tornar os Daleks vilões de respeito uma vez mais.

Acho que, para mim, o único episódio angustiante com os saleiros gritando Exterminate antes desse foi Dalek, lá nos idos de 2005, com Christopher Eccleston como o 9º Doutor. Talvez porque eu não havia assistido a série clássica ainda e para mim foi impactante conhecer os Daleks e, principalmente, a raiva profunda que existe entre o Doutor e eles. Provavelmente a expressão facial do 9º Doutor é o que passa esta sensação de terror e aflição e não exatamente o saleiro de um olho só, mas o que importa é que Asylum of the Daleks resgata um pouco essa mesma sensação de angústia.

O episódio em si é fantástico, mesmo assim não é perfeito. Ele tem sim seus altos e baixos, mas você só os percebe depois de acabar e repassar os acontecimentos na sua mente, então ele serve aos seus propósitos que é deixar o espectador maravilhado e com os olhos grudados na tela.

A história dos Ponds foi totalmente desnecessária. A briga entre os dois que levou até mesmo ao divórcio aconteceu da noite para o dia e se resolveu com um piscar de olhos também. Não havia a menor necessidade deste tipo de subterfúgio para o episódio de estreia. Se Moffat queria arrumar um jeito de fazer Amy e Rory declararem uma vez mais o seu amor eterno e inabalável, com certeza poderia criar outra história mais impactante, ou pelo menos fazer desta um tantinho mais duradoura.

Não dá para acreditar que Amy pulou fora do casamento sem nem ao menos explicar para Rory que abriu mão do marido porque não pode dar um filho para ele. Quero dizer, não é como se eles já não tivessem uma filha juntos. E não me parece que em algum momento ele exigiu mais do que Amy já lhe deu.

Mas tirando a parte do casal, que embora fora de lugar não atrapalhou o episódio em si, o restante de Asylum of the Daleks foi pura adrenalina e emoção. Primeiro o Doutor é levado a responder um pedido de ajuda em Skaro, o planeta dos Daleks o qual, pelo que eu lembre, está congelado no tempo e espaço juntamente com Galifrey, no ponto exato onde será completamente aniquilado com uma explosão. Como ele foi parar em Skaro? Ou melhor, como o planeta pode estar aqui, livre e solto, enquanto Galifrey está lá, congelada?

Skaro à parte, o que a tal Darla Von Carlson realmente queria do Doutor era capturá-lo e levá-lo ao Parlamento Dalek, pois os vilões precisavam da ajuda do Doutor. Confesso que fiquei incomodada com essa humana convertida em Dalek. Legal Moffat usar novamente os nanogenes (e se eles podiam transformar toda a raça humana em garotinhos usando uma máscara de gás e chamando pela mãe, por que não uma mulher em um Dalek?), mas que é assustador pensar que qualquer um pode ser um Dalek, ah, isso é.

Outra grande sacada do episódio foi mostrar os sobreviventes das cinco grandes guerras Dalek em Spiridom, Kembel, Exxilon, Aridus e Vulcan. Não deixa de ser interessante o comentário do Doutor de que aqueles são os Daleks que sobreviveram a ele e ficaram insanos. Assim como os Daleks mexem com o Doutor, ele mexe com os Daleks.

Só não consigo aceitar muito bem os Daleks atuais querendo destruir o planeta hospício. O que ganharão com isso? Ele estão lá há séculos, uns anos a mais ou uns anos a menos não fará muita diferença. E para onde eles enviarão os malucos daqui para frente?

No entanto, a grande estrela do episódio foi Oswin, a humana aprisionada no planeta hospício. Se alguém tinha qualquer dúvida de que Jenna-Louise Coleman seria uma excelente companheira para o Doutor, essa dúvida foi pelos ares neste episódio. A atriz tem uma química muito legal com Matt Smith e os diálogos de Oswin com o Doutor foram a cereja do bolo. Diga-se de passagem, os diálogos da garota com Rory também foram impagáveis. Ela é espirituosa, inteligente e divertida. Não tem como não simpatizar com a garota.

E se eu achava que vê-la no episódio era a grande surpresa de Moffat (ele realmente conseguiu guardar o segredo a sete chaves, mesmo havendo exibições prévias do episódio tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra), não imaginava o que estava guardado para o fim. Sim, é claro que havia algo mais na garota ouvindo Carmen e fazendo souflé sem leite, mas juro que não pensei que ela poderia ser um Dalek. Não posso nem imaginar o que o Doutor sentiu ao entrar naquela sala e vê-la acorrentada, falando com ele como se humana ainda fosse. Partiu meu coração.

As cenas de Oswin despertando foram lindas, assim como o seu primeiro Exterminate foi dolorido e um pouco assustador. E mesmo assim ela deu um presente ao Doutor que nenhum outro seria capaz de lhe dar: a liberdade. Não sei vocês, mas eu senti um aperto no peito no momento que o primeiro Dalek disse ‘Doctor Who?’ e a pergunta foi ecoando pela nave. Pela primeira vez em uma existência inteira o Doutor está livre dos seus inimigos, um simples desconhecido, mais uma vez um viajante do tempo disposto a conhecer o espaço e as eras espalhadas pelo passado e futuro. Não tem como não se sentir emocionada….e aterrorizada, afinal, o que disse mesmo Dorium no final da temporada passada? O Silêncio há de cair quando a pergunta for feita: Doctor Who?

***

Agora a dúvida que paira no ar: como Jenna-Louis Coleman virará a nova companheira se ela virou um Dalek e explodiu juntamente com o planeta hospício? Uma versão anterior da personagem? Afinal, o Doutor nunca a viu e pode ser que não a reconheça com outro nome (ela pode ter mudado o nome após separar-se dele e resolveu embarcar naquela aventura sozinha e acabou se acidentando e sendo transformada). Uma ancestral? Tipo Gwen-Gwyneth? Uma irmã gêmea? Uma time lady (todo mundo sempre pensa em uma time lady)? Nenhuma das anteriores? Sintam-se livres para fazerem suas apostas.

Boss – Louder Than Words

Data/Hora 04/09/2012, 01:02. Autor
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Depois de uma season finale eletrizante, Boss retornou para sua segunda temporada neste mês de agosto no canal Starz com um episódio mais lento. Natural, a poeira precisa baixar e as peças no jogo de poder se reorganizarem no tabuleiro. E a lentidão foi só ilusão, porque nos minutos finais de Louder Than Words somos apresentados aos dois elementos que irão conduzir a temporada: o novo sintoma de Kane, as alucinações; e o atentado contra ele, que lança um mistério que conduzirá a temporada.

A season premiere introduz ainda dois novos atores na série. Um é bem conhecido nosso, Jonathan Groff, revelação de Glee, que entra em cena no papel de Ian, que assume temporariamente a vaga do falecido Ezra Stone (mas a boa notícia é que Martin Donovan pelo visto seguirá na série, como um fantasma morando na mente demente de Kane). A outra é Sanaa Lathan, com passagem por Nip/Tuck, como Mona, a assistente do vereador Ross que comanda um ofensiva contra um projeto habitacional de Kane na Câmara. Groff pouco mostrou na premiere, até por conta da complexidade do papel (aparentemente é inexperiente, mas esperto o suficiente para sobreviver no meio dos tubarões). Já Lathan brilhou na premiere e parece que irá se tornar a personagem para qual poderemos torcer ao longo das semanas. (O lado ruim é que o Starz soltou umas fotos promocionais da série com spoilers, que colocam Mona ao lado de Kane, estragando o que poderia ser uma surpresa).

Ross está curtindo uma dor de corno. Zajac está fazendo campanha isolado e pensando em comer a estagiária. A esposa de Zajac é foda (em todos os sentidos). Emma e Kitty estão fora de circulação. E Sam Miller, bah, este é um idiota se acha que pode desafiar o establishment. O único problema de Boss é este: os políticos são uns leões e o nosso representante do quarto poder, bom, ele é um bobão, cheio de ressentimento e tão ingênuo como editor como era quando era apenas um repórter.

E esta review está saindo atrasada (e apressada) porque demorei para decidir fazê-la. Cheguei a desistir. Mas mudei de ideia quando me dei por conta que, neste momento, Boss me empolga mais que Breaking Bad. E, bom, acho que isto diz tudo sobre a qualidade da série.

Saving Hope – The Law of Contagion

Data/Hora 02/09/2012, 23:21. Autor
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O episódio desta semana de Saving Hope conseguiu prender o telespectador do início ao fim. Mais um excelente episódio para coletânea que vem acumulando desde a metade da temporada. E revelações e momentos esperados aconteceram no desenrolar da trama de The Law of Contagion.

A ordem neste episódio foi quarentena. Isso porque, no hospital chegou um vírus letal através de um paciente contaminado, disfarçado com sintomas que não alardearam os médicos. O vírus mata o paciente assim como um médico que estava junto no mesmo avião. A partir daí, o Hospital emite um alerta e deixa todo mundo sem entrar nem sair. Os mais afetados nesta situação são Alex, Joel e Victor, o enfermeiro namorado do Dr. Shahir. Aliás, foi o momento do personagem na série, que tem uma briga feia com o neurologista que admite ter vergonha do rapaz com a mãe por ele ser enfermeiro. Logo depois disso, Victor acaba ficando muito mal, devido aos sintomas do vírus, e começa a correr risco de vida. O personagem entra em desespero, por não querer morrer sem antes se desculpar com Shahir (Mas a meu ver, quem tinha que se desculpar era o Shahir, que aliás é um personagem bem irritante).

Na mesma sala, Alex e Joel tem o seu momento decisivo da temporada. Alex desabafou tudo o que tinha para desabafar com o rapaz, e minha gente, não é que ela guarda rancor de quando os dois namoraram na faculdade? Será que rola um sentimento? Bom, se rola, ela com certeza com gostou do beijo que o Dr. Goran roubou dela, apesar dela ter demonstrado um repúdio. Joel depois de ouvir que foge sempre das coisas termina com Maggie dando fim a um das casais mais chatos do Hope Zion. Mas podem fazer o que quiser, continuarei shippando Alex com o Charlie até o fim. Aliás, falando em Charlie, este também foi um dos grandes pontos do episódio. Devido a uma tentativa de tratamento com pulsos eletromagnéticos, afim de forçarem uma resposta do cérebro do rapaz, o moribundo passou por uma nova experiência – desta vez ele teve acesso a memórias que antes estava ocultas. E ele descobre nada mais nada menos que estava no acidente de carro que matou os seus pais. Emocionante a cena e sinceramente, nos pegou de surpresa. Mas o que teria levado Charlie a esquecer isso? Curtiria se os roteiristas explorarem mais este lado obscuro do personagem.

Quem teve chance no episódio foram Maggie e Gavin. Os dois tratavam uma paciente que além de seu problema clínico, sofria de uma espécie de “toque”, e tinha várias supertições. Mas o isolamento desviou um pouco o tratamento da paciente, e colocou Maggie e Gavin no mesmo leito que ela. Enquanto ela dormia, os dois puderam também colocar as coisas em pratos limpos. E agora que ela está solteira, a moça admitiu ter sido babaca com o rapaz. Mas Gavin deu um tapa de luva nela, e disse que o beijo entre eles não deveria ter acontecido e não vai mais acontecer. Mas a quem estou querendo enganar? Ele gosta dela, e parece que ela começa a demonstrar um sentimento por ele. Os dois dividindo a cama do quarto para descansarem e ficando abraçados foi até “meigo”. Ok, mais um episódio e eu começo a shippar oficialmente os dois.

Mas o melhor do episódio foi sem dúvidas a reação de Charlie. No momento em que ele descobre do acidente, e vivencia o momento de impacto, ele abre os olhos assustado e se mexe, sem ninguém por perto. E as tomadas ainda demoraram a mostrar o desfecho da cena, só para fazer o telespectador ansiar ainda mais. Mas acabou que o médico voltou a ficar inconsciente. Mas Alex viu que ele havia mudado de posição, e que houve uma resposta ao tratamento eletromagnético. Então, há ainda esperança para o personagem. Por um momento achei que a história ia tomar outro rumo com ele acordando, mas parece que ainda vamos ter de aguentar este coma de Charlie.

Será que os roteiristas guardam alguma surpresa para os dois episódios finais desta temporada? Espero que sim. E mantenham o nível por favor, porque estão acertando em cheio. Faltam dois episódios para o final da temporada, e começo a crer de verdade que infelizmente não veremos Charlie acordar antes do final. E vocês o que acham? Esperando ansiosamente por semana quem vem. Até lá!

Warehouse 13 – No Pain, No Gain e Fractures

Data/Hora 02/09/2012, 14:48. Autor
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Ei Warehousers! Pete e Myka vêm trabalhando juntos há quatro temporadas e, embora eles tenham seus casinhos paralelos de vez em quando, é evidente de que foram feitos um para o outro. Bem, 4×05 veio para comprovar essa teoria. Foi meio sem querer e até na marra, mas Pete confessou sentir amor pela Myka e, para completar, quando desejou a um artefato possuir um dia uma família, adivinhem em quem ele pensou? Na Myka, é claro. Ela, por sua vez, apesar de ter acabado de ficar com um jogador de hóquei mega desejado por um monte de mulheres, foi ser fofinha com o Pete, e não com o tal cara. A história desses dois tem cara de que ainda vai demorar a vingar, mas vamos ficar na torcida, né.

 

Os artefatos:

Bem, a série tem mania de colocar no mínimo um artefato por episódio para que os agentes os capturem, e tal objeto não precisa necessariamente ter a ver com a trama ao redor da qual a temporada se desenrola. Foi o caso de um chaveiro que realiza desejos relacionados a alguém que o utilizador ama e o espelho de Lewis Caroll, onde o espírito de uma garota louca e malvada ficou preso. Essa garota se trada de Alice, que serviu de inspiração para a história Alice no País das Maravilhas. A pestinha foi libertada para matar Artie, graças ao pessoal sinistro que ele contrariou ao voltar no tempo com um artefato.

Mais interessante do que artefatos estranhos fazendo coisas piores ainda, foi que pela primeira vez mostraram como “nasce” um artefato. Agora é esperar para que essa cena que Sra. Frederik mostrou à Claudia sirva para algo no futuro, e esperar também para obter resposta da questão de Frederik ter conseguido “adivinhar o futuro” antes de o artefato surgir.

A história:

Como podemos ver, o Depósito está sendo roubado bem debaixo do nariz do Artie, e Steve continua ligado à Claudia. Pois bem, 3×16 foi o episódio onde tudo veio à tona, inclusive quem possivelmente está ajudando a roubar os artefatos: a Leena, que sempre se fez de mosca morta. Quem está sofrendo todas as consequências é o Artie, que desistiu até da namoradinha que tinha arranjado, coitado.

O pessoal do Vaticano parou de dar as caras por enquanto, mas quando Artie e Steve descobriram onde estavam escondidos os artefatos roubados, notaram que haviam umas caixas ali. Ou seja, estão enviando para algum lugar, provavelmente soltando-os no mundo, como o espelho da Alice.

O que irrita um pouco na série é que demora muito para que ela dar um passo a frente com a história em si. Mas até que desta vez eu não tive o que reclamar, porque a Leena sempre foi uma personagem meio chata e vê-la sendo a traidora seria algo interessante.

 

P. S. [1]: Quem mais aí já se cansou da visão que o Artie tem da Claudia o matando?

P. S. [2]: E eu ainda acho que não vai acabar bem essa coisa do Steve e da Claudia estando ligados. Sinceramente.

P. S. [3]: Dei nota 4,5 só pelo momento “awn” do Pete e da Myka.

Pretty Little Liars – The Lady Killer

Data/Hora 02/09/2012, 14:45. Autor
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Eu sabia que no ritmo em que estava indo, essa temporada ia me dar um episódio digno de nota máxima. The Lady Killer foi surpreendente do início ao fim – e que fim! A temática do traidor foi muito bem abordada. Deixou muita gente com o queixo caído e me deixou com muitas teorias na cabeça.

Começando pelo lado mais clean do episódio: Maggie + Ezra + Aria no mesmo lugar = Clima desconfortável e segredos pairando no ar. Maggie deixou claro que existem pontos no acordo dela com a mãe de Ezra que Aria não sabe, pontos que podem colocar em risco a segurança de Malcolm, senão ela não teria motivos para esconder o menino de Ezra. De repente a presença de Maggie – que deve ser bem mais frequente na season 3B – sacode um pouquinho a poeira desse relacionamento, por que, né? As cenas deles dois no apartamento do Ezra têm sido tão caidinhas de uns episódios para cá…

E o que falar daquele choro desesperado de Hanna no início do episódio enquanto Emily dizia que “conhecia o morto”? Foi quase uma hora de angústia até descobrirmos  que o morto era Nate, ops, Lyndon James. Devemos a ele quase todos os momentos de tensão desse episódio. Eu sempre o achei meio suspeito por parecer muito inocente. Mas no fim das contas, de inocente, ele não tinha nada, já que era ele o cara que perseguia Maya e que levou um toco dela por causa de Emily… E voltou para se vingar.

Confesso que quase torci para ele machucar um pouquinho a mosca morta da Paige, mas parece que a vida dela não pode ser desperdiçada assim porque ela tem importância para o futuro da série. Emily não tem um dedo muito bom no campo amoroso mesmo… Maya veio com um maníaco psicopata de brinde e Paige não é lá flor que se cheire, mas pelo menos assassina ela não é, já que ela era alvo do Team A e eles queriam que ela parecesse ser a assassina de Maya.

Caleb foi quem se deu mal nessa história toda, coitado. Ele levou um tiro, mas a questão não é essa. A questão é: Quem deu o tiro nele?  Nate/Lyndon estava morto. Emily estava chorando demais para pegar na arma. Será que uma quarta pessoa pareceu por ali com outra arma e atirou em Caleb?

E chegando no momento que fez objetos voarem e gritos saírem das gargantas dos fãs: O traidor. Aí foi só eu ficar toda felizinha pela volta do Toby – meu personagem favorito, yey – e pelo desenrolo da história dele com a Spencer para no final do episódio ele ser apontado como o traidor. Ele era um dos meus suspeitos, confesso, mas Pretty Little Liars sempre me dá várias rasteiras, não achei que fosse acertar dessa vez.

Há várias teorias em relação ao Toby ser do Team A. Primeira: Ele está “infiltrado” e quer mesmo ajudar na proteção de Spencer. Assim tudo o que aconteceu entre eles dois foi verdadeiro e ele está se arriscando para descobrir toda a trama por trás das mensagens e ameaças anônimas que as liars recebem. Até porque, ele já foi alvo de A naquele acidente com os andaimes na segunda temporada. Será que ele colocaria a própria vida em risco em prol dessa causa?

Segunda: Ele é genuinamente do Team A, odeia Alison e as meninas e tem todos os motivos para isso. Toby foi culpado por uma coisa que elas cinco fizeram e quando foi para o reformatório,  nenhuma delas fez nada para impedir. Spencer desconfiou por um bom tempo que ele era o assassino de Alison. E não vamos esquecer que ele tem uma tatuagem no quadril com a data da morte da Ali.

Terceiro: Ele é do Team A, se aproximou de Spencer por causa de um plano de vingança, mas se apaixonou de verdade por ela. Alguma coisa na expressão dele quando estava se despedindo dela nesse episódio me passou a ideia de pesar, como se ele estivesse arrependido de fazer o que estava fazendo com ela, mas ainda assim , o fazia por um motivo maior, que só para variar, como tudo em Pretty Little Liars, é secreto.

E com isso tudo, Garrett foi inocentado da acusação da morte de Maya e algo me diz que ele não vai ser um bom samaritano para sempre…

PS 1: Que clínica psiquiátrica é essa que deixa uma paciente sair assim com tanta facilidade? Mona simplesmente se vestiu de enfermeira e saiu… Será que ela fez isso outras vezes?
PS 2: Tem muita gente esquecida por aí, hein! Melissa, Jason, Lucas, onde vocês estão?
PS 3: Pode ser loucura, mas eu não me surpreenderia se no final, uma das liars fosse apontada como ajudante do Team A. E eu sempre desconfiei da Aria, só para constar.

Nos vemos de novo em outubro, no episódio especial de Halloween, pessoas! Enquanto isso, acompanhem a websérie Pretty Dirty Secrets no site da ABC Family, toda terça feira. Acho que alguma dica valiosa vai sair dali… Ou então ela só vai confundir mais as nossas ideias, mas se tratando de Pretty Little Liars, isso é normal.

Rookie Blue – Every Man

Data/Hora 01/09/2012, 12:02. Autor
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Que episódio, senhoras e senhores. Se a segunda temporada de Rookie Blue foi infinitamente superior à primeira, a lógica se manteve na passagem da 2ª para a 3ª. Na temporada atual, as tramas estão mais maduras, mais instigantes, mais tudo de bom. E esse episódio, recheado de flashbacks, cumpriu lindamente o seu papel e manteve a tensão até o finalzinho do episódio.

E quantos acontecimentos em 40 e poucos minutos. Todo mundo tem seu dia de cão. E quando o dia de cão de todos os policiais parece ser o mesmo, a coisa degringola de vez. O fato é que todos os envolvidos – Andy, Gail, Chris e Dov – estavam distraídos (até por causa da Força Tarefa de Luke, que deixou os mais entusiasmados louquinhos da Silva), e a morte foi resultado de uma sucessão de erros que nos lembrou os tempos de novatos deles.

Eu tinha certeza que o namorico de Dov com Cristal não seria facilmente aceito. É muita pretensão de Epstein achar que sua vida pessoal não é da conta de ninguém se ela interfere diretamente na sua vida profissional. Vacilão é pouco pra definir Dov, que mentiu pra todos sobre a causa dos machucados, mas não conseguiu enganar Frank. Que deve ser mais duro com seu comandado, porque o Dov tá sempre errando – e não aprendendo com seus erros -, ou atraindo a maior má sorte já vista na polícia mundial para a 15ª. Loucura pura a zica do menino. E no meio da confusão do seu novo namoro, Dov estava com raivinha. Ele perdeu muito facilmente a calma com o cara da touca azul. E quase surtou com o sangue do nariz. É muita ira acumulada. Mas, dessa vez, miraculosamente, sua culpa não foi a determinante pra morte do brigão.

Andy tá levando numa boa o final do seu relacionamento com Sam. Adorei a postura dela no final do episódio, dizendo pra ele que saber como ela está não é mais tarefa dele. Toma essa, Swarek! Outra coisa que adorei foram os momentos entre ela e Collins No episódio passado ele foi o “amigo de término” dela. Dessa vez a gangorra inverteu e Andy que deu suporte para ele. Coitadinho, ele sofre com os efeitos da guerra, ainda, e nem poderia ser diferente. E resolveu encher a cara pra valer. Sem a opção de pedir socorro para Gail, uma McNally atrapalhada escondeu o amigo na própria delegacia. E, por incrível que pareça, funcionou (porque a Lei de Murphy só existe pra nós e O DIA INTEIRO ninguém abriu aquela porta). Mas a missão “esconde o bêbado” distraiu muito McNally. Então, claro que ela teve uma parcelinha de culpa, já que quando o caos estava tomando a delegacia ela saiu correndo para “preparar” a sala para Traci e Luke. Mas dessa vez ela não poderia ser punida, mesmo, já que foi coajuvante na trama toda.

Gail, uma Peck, sente diariamente o peso do sobrenome. E isso faz com que ela resolva se superar, mostrar que pode,que não é só uma mulherzinha mimimizenta. E a vontade de se superar que a distraiu. O erro que originou tudo foi dela, já que ela não seguiu o protocolo e deixou de revistar o detido. Tudo isso pra ajudar o Dov, que se não estivesse com as costelas machucadas teria conseguido fazer o trabalho sozinho. Gostei muito da atitude de Peck, no final. Ela assumiu sua parcela da culpa. Curti mesmo, embora tenha ficado com a impressão de que ela tenha feito isso, principalmente, por achar que não seria punida em razão do sobrenome. Não foi isso que aconteceu, e Gail ficou atônita. Assim como os colegas. Mas apesar de tudo, acho que a loirosa vai superar isso, e logo logo ela estará servindo e protegendo novamente, mais badass do que nunca.

A Gail teve uma boa parte da culpa. Mas não toda ela. Chris, pra mim, é um dos grandes culpados. Talvez o maior dele. E tudo por causa de um twist daqueles. Eu nem lembrava mais da Denise, e eis que ela aparece com Christian, o filhote de Diaz. Sabemos que família é o calcanhar de Aquiles do mestre cuca de muffins, e isso ficou muito evidente neste episódio. Sério, Chris, que você não quer nem saber a procedência da criança? Que só quer dar amor e carinho,agora? Achei o aparecimento deste filho muito repentino, não sei se não tem mais história por trás disso. Mas o coração grande do Chris não quer saber disso, pelo menos até agora. Enfim, por causa da notícia bomba Diaz passou o dia aéreo e perturbado, sem seguir qualquer regra, protocolo ou agir com cautela. Logo ele, o garoto manual. E era dele a custódia final do detido, pelo que acho que ele deveria, SIM, ser punido. Apesar disso, ele foi bastante bravo ao dialogar com o descontrolado. E ficou desolado com o desfecho do caso.  Outro ponto a favor dele foi ele ter dito pra investigadora que sim, estava desatento. O que todos os outros negaram.

Até Frank, pra mim, teve um grau relevante de culpa. Por não ficar mais atento ao que se passa sob o seu nariz. E em razão do detento ter passado por ele também, e ele ter dado pouca atenção ao cara. Enfim, uma sucessão de erros, descuidos e desatenção. Mais um morto na conta da 15ª.

Traci se deu bem e escapou de tudo isso. Pouco apareceu, já que voltou a ser detetive. E por falar em volta, porque Luke voltou mesmo? Pra ficar na delegacia com aquele corte de cabelo pra lá de esquisito? Que desperdício de ator, roteiristas! Se é pra usar a imagem do ator, que usem direitinho. Por favor, mandem ele procurar a Rossati. Seria melhor aproveitado.

Oliver e Sam estavam fora também, e fizeram só figuração nesse episódio. Mas não será bem assim em I Never.

Preciso confessar que não aguentei e conferi a promo da season finale desta temporada. E posso dizer que minhas expectativas são as melhores. I Never tem tudo pra ser o melhor final de temporada de Rookie Blue. Quem viver, verá. Então, até lá.

Grimm – Bad Moon Rising

Data/Hora 31/08/2012, 16:58. Autor
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“Então, ela começou um choro amargo e disse: o que uma pobre garota como eu pode fazer?”

Passada a correria e a confusão da chegada da mãe de Nick, a ausência de Kelly faz com que Grimm retorne com seus casos costumeiros. Desta vez conhecemos os Coyotls, raça que vive em bando e não tolera quem tenta viver longe da família. Carly é uma adolescente que mora com o pai Jarold. Sua família fugiu há anos de suas raízes, mas quando a garota completa 17 anos seus parentes a sequestram para incorporá-la ao bando. O modo como isso acontece não é nada inspirador, ela deve ser possuída por cada membro do bando na noite de lua cheia.

Além desse problema familiar Nick precisa lidar com a situação de Juliette. Sua namorada se recupera do coma, mas lembra de tudo menos de Nick. Provavelmente, e Monroe aponta isso muito bem, Adalind fez a poção para que a moça realmente esquecesse só de Nick. A hexenbiest realmente queria vingança. O lado bom da história é que Adalind passou a ser a principal suspeita pela morte brutal de sua mãe e assim a polícia de Portland está atrás dela.

Enquanto Adalind não aparece Nick e Hank conseguem prender seis caras maus e salvar uma donzela em perigo – como resumiu o sargento Wu. Além disso, era chegada a hora de Hank descobrir quem de fato é Nick, já estava dando pena dele tendo todos aqueles pesadelos e indo nas sessões de terapia. Nada melhor para ajudar a desvendar um mistério do que um grande amigo de Hank, que nada verdade era um Coyotl em busca da sua filha desaparecida.

Hank acaba lidando muito bem com tudo que aconteceu. Acredito que tenha sido satisfatório a reação dele, ficou feliz e não entrou em pânico depois que descobriu que Nick também via aqueles “monstros”. Hank já estava assustado o suficiente, descobrir que o que ele vê na realidade existe e não é fruto de sua loucura individual deve ter sido reconfortante. Como ele disse: “posso estar louco, mas agora sei que não estou sozinho”. A explicação de Nick sobre o que é um Grimm foi ótima também: “é tipo um problema de família”.

Nick perdeu temporariamente a namorada, mas ganhou um parceiro que agora sabe quem ele é e o que acontece ao redor. Isso deve facilitar muito a vida de Nick e deixar a participação de Hank no seriado muito mais efetiva. Por outro lado, se eu fosse Hank e tivesse passado por tudo isso ficaria um tanto indignada com Nick por ele não ter revelado a história muito antes.

Monroe tem aparecido poucas vezes nos episódios da segunda temporada, mas cada vez que aparece é um show à parte. Suas falas estão sendo transformadas em memes e publicadas pela página oficial da série no Facebook, uma mais engraçada que a outra. A deste episódio foi tirada da cena que Monroe explica para Nick os símbolos da fertilidade que os dois encontraram em um dos livros do trailer sobre Coyotls. Muito engraçado. Monroe também foi com Nick ver Juliette e ela lembra até de ter feito janta para ele, mas não lembra de Nick estar junto com eles. Pelo menos a curiosidade dela continua a mesma e Juliette já pergunta para Monroe como ele conheceu Nick. A cara de Monroe quando ela o reconhece e quando o questiona sobre Nick já valem a cena.

Bad Moon Rising teve duas grandes participações neste episódio. Mark Pellegrino, que já atuou em séries como Sobrenatural, Lost e The Closer, interpretou o coyotl pai Jarold Kampfer. John Pyper-Ferguson ficou conhecido pelo papel de Joe em Brothers & Sisters, também participou de séries como Caprica, Alphas e recentemente esteve um episódio da quarta temporada de Fringe. John aparece em Grimm como o coyotl malvado Hayden Walker (curiosamente o personagem dele tem o sobrenome da família Walker, famosa por Brothers&Sisters).

Grimm tem mantido um nível surpreendente na sua segunda temporada, deixa apenas pó para seu primeiro ano. Bad Moon Rising merece nota máxima porque foi tudo que um bom episódio Grimm precisa ser: intigante, emocionante, engraçado e inteligente. Além do caso central tivemos o desenrolar da amnésia de Juliette e da indicação de uma busca a Adalind. Para completar a emoção a ótima cena de Hank descobrindo que suas visões não eram uma loucura sua e que Nick é na realidade um Grimm. Ainda preciso somar o fato de que eles prenderam seis caras maus e salvaram a donzela no final da história. O episódio ainda teve dois atores de peso nas participações especiais e a cereja do bolo fica para as cenas sempre muito engraçadas de Monroe.

Grimm tem mais, muito mais. Bad Moon Rising foi apenas o terceiro episódio da segunda temporada. Nick consegue ser um personagem muito mais cativante do que foi na primeira temporada da série e os outros personagens ganham cada vez mais espaço e melhores participações na história. Enquanto a gente vai se deliciando no sofá com a nova temporada de Grimm, Nick também vai passar mais tempo no sofá da sua casa, pelo menos até que Juliette lembre quem ele é.

PS: Quando eu crescer quero ser policial em Portland só pra ter um carro igual ao de Nick.

Leverage – The D.B. Cooper Job

Data/Hora 30/08/2012, 20:57. Autor
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Depois de uns quantos bons episódios na temporada, mas relativamente previsíveis, Leverage apresenta The D.B. Cooper Job e surpreende positivamente. No episódio o time de Nate abraça um caso antigo, de 1971, um dos maiores mistérios da polícia dos Estados Unidos. Um homem sequestra um avião, foge pulando de paraquedas e nunca mais é visto. O sequestrador D.B. Cooper virou lenda e até letra de música.

O caso chega até Nate a pedido de Parker. O agente Todd McSweeten é um dos poucos amigos (ou o único) que a nossa ladra conseguiu fazer em cinco anos de série, e quando isso aconteceu Parker estava disfarçada como a agente especial Hagen. Agora, ela quer ajudar seu amigo a solucionar o caso que marcou negativamente a carreira do pai de Todd, Peter McSweeten, policial aposentado que está nos seus últimos dias de vida.

Este episódio de Leverage me remeteu a várias referências: Cold Case, The Pacific e Band of Brothers. O primeiro seriado tratava só de casos antigos e mostrava a reconstituição dos fatos na época em que aconteceram. As duas outras referências são de minisséries que trataram de guerras a partir de depoimentos de veteranos e mesclavam a reconstituição dos fatos com a entrevista dos personagens reais da história.

Em Leverage conhecemos a história de 1971 pelas palavras do personagem principal Peter McSweeten. Os eventos são apresentados com Eliot, Hardison, Sophie, Nate e Parker caracterizando os personagens principais. Ver os membros de Leverage retratando os participantes do caso de 1971 foi muito engraçado. Eliot, Nate e Hardison participaram de uma competição de barba/bigode mais feia. Parker virou uma aeromoça socialíssima e até beijou o personagem de Eliot. Sophie apareceu como uma mãe de família dedicada.

The D.B. Cooper Job também contou com algumas participações de peso. Steve Reynolds, parceiro de Peter McSweeten e o verdadeiro D.B Cooper, foi interpretado por Fred Ward. Ronny Cox interpretou Peter McSweeten e Gerald Downey, que já apareceu em vários episódios de Leverage, volta agora (com maior destaque) como o agente do FBI Todd McSweeten.

Coisa mais querida foi o velhinho McSweeten! Foi bonito ver Nate conversando com ele, deve ter se lembrado da falta que sente do seu pai. Apesar de ter sido um caso pedido por Parker com certeza foi marcante para Nate. Peter parece ter percebido isso e em várias indiretas tentou mostrar como a procura por vingança pode não ser o certo nem o necessário a se fazer. Inclusive Peter pede que Nate ajude seu filho a não se perder nessa busca por D.B. Cooper. No final Todd dá para Nate o livro que seu pai estava lendo antes de morrer, “The Odissey of Homer”.

Não há como imaginar o cérebro de Leverage longe da equipe. Nate foi o responsável pelo sucesso do caso, orientou tudo, solucionou sozinho a última peça do quebra-cabeça e convenceu Todd do que seria mais correto fazer no final da história. Nate conseguiu juntar as informações e perceber como Peter era parecido com o filho e sabia ver a bondade nas pessoas. Foi incrível imaginar que Peter descobriu quem era D.B. Cooper, manteve isso em segredo e o convidou-o para entrar no FBI e ajudar outras pessoas só porque acreditava que todos mereciam uma segunda chance.

Quem aprendeu uma grande lição neste episódio foi Nate. Quando conversou com Peter afirmou não acreditar que mesmo os criminosos pudessem ter alguma bondade dentro de si, mas no final foi ele que mostrou a Todd que apesar dos erros cometidos por Steve, ele entrou no FBI e ajudou muitas pessoas.

O caso parece ter mudado algo em Nate. Na conversa com Sophie ele se mostrou cansado de ter se acostumado a procurar o lado ruim das pessoas. Ele lembrou de uma frase que disse quando surgiu o time de Leverage: “Sabem o que podem fazer, mas sabem o que podemos fazer juntos?” Nate afirma no final que quer construir algo. Podemos ter uma mudança de rumo na forma como a equipe de Leverage trabalha? Nate quis dizer que continua no grupo… ou não? O líder da equipe de ladrões mais querida do mundo nos deixou com uma grande pulga atrás da orelha.

Covert Affairs – This is Not America e Hello Stranger

Data/Hora 29/08/2012, 23:46. Autor
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Em um dos episódios tradicionais de Covert Affairs, Eyal retorna com todo o seu poser de espião para se divertir com sua companheira de missões, Annie. E como sempre digo, adoro a perspectiva desse personagem e de seu relacionamento com Annie. Ao mesmo tempo em que ambos sempre entram em um impasse, ambos sempre se entendem como uma perfeita sincronia. This is Not America retrata bem o episódio, pois fomos enviados para Israel para descobrir quem estava conseguindo ter acesso a informações sigilosas do governo americano.

Considerei muito interessante a entrada de Eyal no episódio, pois nunca esperávamos que ele fosse trocar de nome para receber Annie. Mas é algo tão óbvio, que pelo mesmo motivo não foi perceptível. Eyal é um espião e isso não foi novidade, apesar de ter sido uma surpresa. Mas a realidade era que Annie tinha sido enviada para ser testada, e Joan mandou Eyal ficar de olhos abertos em como Annie estava se saindo em missões em campo. É claro que ambos os espiões entraram em uma nova disputa, pois Annie aprendeu novos truques com Lena e ser rebaixada novamente para DPD a tornou intolerante com os velhos hábitos que tinha com a agência. E sinceramente, até eu acho que as regras são severas demais, obrigam o espião a se desvincular de uma missão por mera formalidade. E ainda acredito que Joan está sendo muito antiprofissional nesse quesito, pois está testando uma de suas agentes, e uma que ela conhece a dedo. A verdade é que Joan não aceita o fato de que todos os seus agentes estão começando a crescer profissionalmente, enquanto ela está perdendo os seus triunfos e ao mesmo tempo o marido.

E falando em Arthur, Joan nunca se sentiu tão traída, como está se sentindo nos últimos acontecimentos, desde que Arthur começou a tomar decisões em prol de sua candidatura a ser Embaixador da China. A proposta do chefe da CIA era levar sua mulher a trabalhar ao seu lado no futuro emprego, mas Joan adora o seu trabalho e novamente vemos um grande impasse de marido e mulher como colegas de trabalho. Mas a questão não é somente de orgulho e hierarquia. A ex-mulher de Arthur foi quem ofereceu o trabalho, aumentando ainda mais o ódio de Joan por isso.

Sinceramente, os criadores estão conseguindo aprofundar, e muito, Joan nessa temporada, pois vemos a verdadeira face da mulher que luta pelo seu lugar no mercado de trabalho e ao mesmo tempo, tem que lidar com o marido no próprio ambiente profissional. Mas não foi somente ela que conseguimos ver uma mudança perceptível. Em Hello Stranger, já no começo no episódio, conseguimos captar um grande crescimento em Annie, ao ela tentar tomar a iniciativa de conseguir um aliado de Yemen. Basicamente, o Primeiro Ministro de Yemen teve um ataque cardíaco e o governo dele resolveu fazer um acordo com o governo americano: O EUA dava assistência médica, enquanto o Yemen diminuía o custo do petróleo. E nessa grande jogada, a CIA ficou proibida de se aproximar do assistente do Primeiro Ministro, mas Annie Walker é teimosa e resolve lutar para conseguir.

Ela não consegue. Depois de ser pega pelo departamento americano e ainda provocar uma grande briga entre Joan e Arthur, Annie volta de mãos abanando, já que Sayid, assistente do Primeiro Ministro, afirma ser muito complicado ser um espião e proteger a sua família ao mesmo tempo. Mas Annie sabia e até eu acredito, que toda essa burocracia da DPD é que tenha atrapalhado o processo da missão e Annie resolve pedir transferência para outra agencia. Depois que vi a cena afirmei ‘Graças a Deus!’. Annie Walker não serve mais para pequenas missões. Está na hora de crescer profissionalmente e voltar para a DPD é voltar quase os degraus inteiros caminhados. Joan que se lamente, mas Annie merece isso, mesmo recebendo a ligação de Sayid aceitando a proposta logo em seguida.

Infiltrando no drama de Auggie, o cego irônico começa a fazer terapia com Suzanne, uma psicóloga com bastante experiência em casos militares. Auggie está passando por uma crise existencial, e não somente por Parker o ter deixado, mas por todo o drama da cegueira, que ele nunca teve a oportunidade de colocar para fora. Mas a verdade é que Auggie é muito controlador, já que o próprio consegue absurdamente e teimosamente mudar a opinião das pessoas e muitas vezes persuadi-las a fazer o que ele quer. Isso não quer dizer que ele seja manipulador ou que ele faça isso de propósito, mas foi algo que ele conquistou com o tempo e que se tornou parte dele. Dessa forma, Suzanne o alerta que trata-la inversamentem como um paciente, tinha sido um golpe antiprofissional, o que eu concordo plenamente, pois ele a está diminuindo.

Esses dois episódios foram cruciais para percebermos que depois de uma grande experiência com Lena, Annie Walker não merece mais estar na DPD. Está na hora de crescer e espero que Auggie entenda isso também quando perceber de fato que precisa de muita ajuda.

The Newsroom – The Blackout: Tragedy Porn e Mock Debate

Data/Hora 29/08/2012, 16:25. Autor
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Está cada vez mais difícil ignorar os problemas de The Newsroom. Geralmente quando um episódio duplo é anunciado, é natural que o telespectador espere um evento grandioso. O raciocínio é mais ou menos o seguinte: “a história é tão boa, que não cabe em um episódio só”. O primeiro problema veio do título: Blackout.

 O malfadado acidente não teve nenhum impacto na história. Seria interessante ver a equipe trabalhando no improviso, colocando em prática o plano de transmitir o programa na rua, mas a falta de energia durou apenas alguns minutos. “Qual o sentido então?” Na verdade essa pergunta vale pra quase tudo que aconteceu ali. A equipe acatou a ordem de noticiar os casos Casey Anthony Anthony Weiner para que pudesse produzir um debate que não chegou a acontecer.

A história dos grampos da TMI também não evoluiu, diante da falta de credibilidade da fonte. Qual foi o resultado disso tudo? Qual o impacto desses dois episódios para o andamento da série? O problema fica maior ao pensar que dois episódios dessa série abrange um período de meses no mundo real.

Na contra-mão disso tudo, a cobertura jornalística continua impecável. “É uma verdadeira aula para estudantes de jornalismo”. Essa frase, que pode ser lida em vários textos sobre a série, é a mais pura verdade. A escolha dos fatos a serem debatidos é sempre acertada. São sempre assuntos atemporais, que daqui há alguns anos continuarão a ter relevância. Outro ponto mérito da série é a forma com que mostra a dificuldade de trabalhar dentro de parâmetros éticos nos dias atuais. É triste perceber que uma equipe que tenta fazer o certo, trabalhando com o único intuito de informar e levantar questionamentos, sem ceder a interesses pessoais, organizacionais ou políticos, quase se torna inverossímil. No mundo real tal equipe dificilmente existiria.

Ainda na parte indesejável, vale citar as sempre ineficientes tentativas de inserção de alívio cômico. A cena em que o Will tropeça na calça foi deprimente. Fica difícil pensar numa sequencia de fatos que justifique o âncora chegar ao meio da redação semi-nu, caindo com as calças abaixadas. O pior é que  acontecimento veio logo depois de um diálogo tenso entre a MacKenzie e o seu ex-namorado. A vontade de levar o acidente ao ar era tão grande, que até gastaram uma cena anteriormente, quando o Will reclama que sempre acontece isso. O representante do partido deveria ter negado o debate só por ter sido obrigado a ver aquilo.

O que consola é saber que a parte política nunca vai decepcionar. Isso sem mencionar os imbróglios românticos que fazem dos personagens quase adolescentes. Desde que o telespectador não se preocupe com os personagens, ou com o rumo que a história pode tomar, The Newsroom continua sendo uma excelente opção, mais como material de estudo e menos como forma de entretenimento.

White Collar – Identity Crisis

Data/Hora 29/08/2012, 02:19. Autor
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White Collar acertou a mão na temporada com o episódio Identity Crisis. Difícil errar uma história quando ela gira em torno de Mozzie, conspirações, mensagens codificadas e espiões secretos. Neal até acha um e-mail misterioso nos arquivos do FBI que pode levar até Sam e assim descobrir informações sobre seu pai, mas tudo muda de figura quando Mozzie sofre uma tentativa de assassinato depois de ser confundido com um espião. Adorei o esquema de Mozzie com a June no mercado de tesouros perdidos. Ri muito da cara do Peter, aliás, muitas caras engraçadas do Senhor Engravatado neste episódio.

Apesar de detestar os federais Mozzie acaba recebendo a ajuda de Peter, o FBI vai atrás do possível espião desaparecido 7-3-3 e aí mergulhamos fundo na história americana. Era uma vez quando George Washington criou os espiões Culper para ajudar o exército durante a guerra revolucionária. Neal acha um livro recém publicado pelo professor Oliver Stringer que trata do assunto e onde o autor afirma que os descendentes desses espiões ainda mantêm uma organização secreta do governo para manter os Estados Unidos seguros. Para Mozzie que adora uma conspiração, ele acaba de achar o paraíso.

Como se não bastasse eles ainda descobrem a possível existência de um tesouro perdido: a bandeira que George Washington carregou durante a travessia pelo rio Delaware em 1776 durante a Revolução Americana. Peter, Neal e Mozzie partem em busca da bandeira e da possível organização secreta de espiões. Mas nada é melhor que a teoria de Mozzie de que seus pais verdadeiros na realidade são espiões. A cara de pânico de Peter novamente ganha a cena.

O roteiro segue uma linha histórica e lendária muito instigante e Mozzie fica cada vez mais animado com o que descobre. Como ele é órfão, sempre pensou que seus pais realmente fossem espiões e por isso não puderam cuidar dele quando criança. Na medida em que a lenda dos Culper vai perdendo força, Mozzie fica muito decepcionado. É de dar dó, até Peter fica preocupado com ele. Quando a lenda sobre a existência da Rede Culper se esvai e Peter descobre um assassinato que possivelmente culpou a pessoa errada, Mozzie desiste da caça ao tesouro. Neal e Peter seguem a investigação para descobrir o verdadeiro culpado pela morte de um professor que seria possivelmente um descendente de um espião.

A cena mais bonita do episódio foi Mozzie apresentando para Neal um show de sombras de fantoches que ele montou quando estava no orfanato para contar para os colegas a história que criou sobre seus pais. A história começa na Rússia durante a Guerra Fria e termina com os nossos corações apertados. O bonequinho que representa o Mozzie é um bebê de óculos com armação quadrada, melhor impossível.

Neste episódio White Collar não tratou de um vilão que só desejava roubar algum artigo valioso por dinheiro. O professor e escritor Oliver Stringer quer descobrir a bandeira de George Washington para recuperar a sua reputação depois que a seu livro sobre os espiões Culper foi considerado um fracasso e ninguém acreditou na sua história. Claro que também a bandeira vale um bom dinheiro atualmente. Para pegar um sociopata desses Peter e Neal armam uma reunião de mentirinha de descendentes dos espiões Culper. Guardem esse episódio porque poucas vezes vocês poderão ver Mozzie de terno e gravata.

Mozzie recupera suas esperanças na lenda dos espiões quando Stringer afirma ter as coordenadas para achar a bandeira. A emoção é tanta que na hora de Jones prender Stringer, Mozzie ajuda o professor a fugir para tentar descobrir a localização do tesouro. Na enfermaria eles encontram com a possível espiã 3-5-5, e Mozzie se empolga mais ainda porque acredita que ela é uma verdadeira descendente dos espiões Culper.

Identity Crisis encerra mostrando que a rede de espionagem Culper realmente existe, pelo menos é o que sugere a cena da 3-5-5 chegando em um subsolo e estendendo a bandeira em uma mesa rodeada por prováveis descendentes dos espiões Culper. Melhor para Mozzie que segue acreditando na sua teoria que seus pais realmente eram espiões. Será que vamos conhecer mais para frente quem são os pais de Mozzie? Tem muita história para se desenrolar em White Collar ainda e a mais próxima de acontecer é o mistério que envolve os pais de Neal, Ellen e Sam. Ótimo episódio, Identity Crisis alavancou as expectativas para a quarta temporada.

PS: Atira mal esse Stringer, cinco tiros e não pegou nem de raspão Mozzie e a 3-5-5.

Rookie Blue – The Rules

Data/Hora 28/08/2012, 00:30. Autor
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Depois de seis episódios maravilhosos – especialmente o trio que antecedeu The Rules Rookie Blue deu uma acalmada no coração e voltou para o básico. É, assim como os policiais, os roteiristas desceram das viaturas e voltaram a patrulhar a pé. E o resultado, assim como na delegacia, foram bons números. O episódio foi bacana, fechadinho. Mas não se pode esperar de uma patrulha a pé a mesma emoção de uma perseguição com viaturas.

Dov, o garoto encrenca, levou uma surra. Merecida. Quando Dov vai colocar a cabeça em cima dos ombros e agir como pessoa responsável? Aqui vocês poderão me dizer, “ah, mas ninguém manda no coração”. Concordo, em gênero, número e grau. Mas além de não ser amor o que o une com a imrã da vítima, Epstein tem que levar em consideração que coloca à moça em risco, e a ele mesmo. Além disso, está prejudicando a menina, que rompeu com a família toda. E certamente esse namorico trará problemas para Dov, quando descoberto por seus superiores. Enfim, zica total.

E já que comecei falando de Epstein, vale mencionar que o episódio foi dirigido por Gregory Smith, que fez um trabalho bem legal na condução de seus colegas. Se Dov é meio trapalhão e faz escolhas bem equivocadas, aparentemente Smith passa bem longe disso. Ponto pro moço.

Andy está tentando seguir adiante, e se recusou a chorar. Mas toda garota precisa de estratégias para esses tempos de rompimento, não? E o que melhor que um livr de auto ajuda para despertar sua diva interior e um amigo de término fofo pra mais de metro? Nick só sobe em meu conceito. Ele sobe tanto que estou deixando morrer meu shipper Dias/Peck, e já acho que ele e Gail foram um – peculiar – lindo casal.

Amei as cenas entre Nick e Andy. De verdade, e espero que se repitam. Foram leves, divertidas, e ainda assim de alguma profundidade. E foi legal ver que Andy – cujo drama fica pequeno, digo novamente, perto da situação vivenciada por todos – contando com um dos amigos para passar pelo pós-término. Novamente.

E se Andy contou com Collins, Diaz fez o papel de abrir os olhos do Swarek, aquele idiota – mais alguém teve vontade de socas a cara dele quando ele disse que precisava falar com Mc Nally e pediu AS CHAVES do carro?. A dica de Chris foi muito valiosa. Sam precisa enfrentar seus sentimentos de uma vez por todas, antes que algo realmente ruim aconteça. Porque ficou bem evidente o grau de descontrole do policial nas abordagens que ele fez. Quem sabe o bonitão não escuta a voz da experiência em idiotice, Luke, e corre atrás de McNally antes de perder a garota definitivamente? Eu torço por isso.

Luke anda bem amarguinho, e que sair correndo de perto da 15ª. E eu entendo ele. Deve ser difícil encarar Andy todos os dias e lembrar o quão estúpido ele foi.Mas mesmo do alto do seu ressentimento ele foi um bom suporte para Traci, e acabou ajudando ela a perceber que seu lugar, agora, é ao lado dos detetives. Ainda que a menina problema – e que vai voltar a aparecer na série, podem apostar – não tenha enternecido o coração com a abordagem de Nash. Ou de Gail, que alternou momentos de bom e mau policial. Adorei.

A pergunta que não quer calar é: quem serão os escolhidos para a operação de Luke? Eu queria muito ver Andy nessa força tarefa, acho que ela merece. Gail, Noelle e Epstein, pelo que passaram recentemente, acho que estão fora do páreo. Sam é sempre o escolhido, então acho que dessa vez será diferente. Então, aposto em Chris ou Oliver, além de McNally.

Agora, só mais dois episódios antes do encerramento da temporada. E a julgar pelas season finales de Rookie Blue, podemos ter certeza que o encerramento será com chave de ouro. Então, até lá.

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